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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Foto: Arquivo/Agência Brasil
Foto: Arquivo/Agência Brasil
O ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça, negou nesta sexta, 14, pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do empresário Guilherme Campos, filho da governadora de Roraima, Suely Campos (PP). Ele foi preso no último dia 29 de novembro no âmbito da Operação Escuridão por suposto envolvimento em esquema de desvios de recursos públicos do sistema penitenciário estadual.
A defesa alegava nos autos que a ordem de prisão determinada pelo Tribunal de Justiça de Roraima era inválida, visto que os desembargadores estaduais não teriam competência para julgar o caso. Os advogados alegam que o processo deveria ser processado pela Justiça Federal. Além disso, dizem que a prisão de Guilherme Campos representaria uma violação à presunção de inocência. Os advogados pediam a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares. Na decisão, o ministro Fonseca discordou dos argumentos, alegando não visualizar, ao menos no momento, “manifesta ilegalidade” na prisão de Guilherme Campos.“A uma, porque o Juízo federal teria se manifestado expressamente declinando da competência, e a investigação, após livre distribuição na Justiça comum, ascendeu ao Tribunal estadual em razão de envolver pessoa com prerrogativa de foro”, anotou. Segundo o ministro, há “elementos contemporâneos e concretos para justificar a medida extrema para a garantia da ordem pública e econômica”, visto que Guilherme é filho da governadora do Estado.
 
Intervenção
Apesar de negar o habeas corpus, o magistrado afirmou que a prisão cautelar poderia ser revista após a entrada em vigor da Intervenção Federal em Roraima. Na quarta, 12, o Senado aprovou a proposta enviada pelo presidente Michel Temer e a medida aguarda promulgação. Nesse cenário, a atual governadora Suely Campos seria afastada do cargo até o fim de seu mandato, no dia 31 de dezembro. Em seu lugar, assume o governador eleito Antonio Denarium (PSL).”Concretizando-se a noticiada medida, certamente terá repercussão direta no presente feito e nas decisões já tomadas, inclusive com a possível alteração do juízo competente para prosseguir com as investigações”, afirmou Fonseca. “Outrossim, os fundamentos inicialmente adotados poderão perder força ou mesmo a validade, diante das modificações que serão implementadas na organização administrativa do novo governo nomeado e sua equipe de trabalho.”
De acordo com o ministro, o novo cenário político em Roraima pode levar à revisão da prisão cautelar dos presos da Escuridão, ‘inclusive com uma avaliação aprofundada da sua efetiva imprescindibilidade’.
Escuridão
Deflagrada pela Polícia Federal no dia 29 de novembro, a Operação Escuridão levou o filho da governadora Suely Campos, Guilherme Campos, à prisão por suposto envolvimento em esquema de desvios de recursos públicos do sistema penitenciário de Roraima. Também foram presos os ex-secretários de Justiça e Cidadania do Estado, Ronan Marinho e Josué Filho.

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Paolla Oliveira no Lady Night (Multishow)

Paolla Oliveira foi o grande destaque do Lady Night desta sexta (14), no último programa da temporada. Animada, a atriz revelou a Tatá Werneck que muito supersticiosa, bastante ligada à numerologia e também à astrologia. Além disso, Paolla contou que adora animais e já resgatou vários das ruas. Para se ter ideia, atualmente ela tem cerca de 20 bichos, entre cães e gatos. Paolla também falou sobre a relação com a família. Ela revelou que teve uma educação bem regrada, devido ao seu pai ser policial.Por outro lado, a atriz disse que não é a certinha que todos pensam e aprontou muito quando era criança.

Orgulho

Um dos melhores momentos da entrevista foi quando Tatá perguntou a atriz sobre o início de sua carreira no SBT. A saber, Paolla Oliveira começou na TV como assistente de palco do Passa ou Repassa, comandado por Celso Portiolli. A atriz disse que não evita falar do assunto, ao contrário do que pensam. “Eu tenho o maior orgulho de tudo o que eu fiz, apesar das más línguas dizerem que não”, assumiu.Tal indireta foi dada a matérias que acusam Paolla de esquecer uma novela que fez na Record TV, Metamorphoses, sua primeira nas telinhas. Além disso, a atriz disse que era super “boazinha” no programa.

Público exalta a beleza da atriz

Nas redes sociais, a participação de Paolla Oliveira no Lady Nightbombou. No Twitter, foi um dos assuntos mais comentados. Muita gente exaltou a beleza da atriz, com elogios como “monumento” e “maravilhosa”. Questionada por Tatá, Paolla contou que não tem problemas em passar por processos estéticos. “Acho que as pessoas têm que fazer o que quiserem”, disse.

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Uma cabine blindada da PM no Complexo do Lins, Rio de Janeiro Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

O Estado brasileiro é, antes de tudo, um fraco na área de Segurança Pública. Frouxo. Banana. Para quem tem o monopólio do uso legítimo da força, ele deixa correr solto. E a sociedade vai a reboque, naturalizando tudo e aplaudindo o desfile dessa escola de samba sem enredo e sem rumo. À maneira de um bully de escola primária, o Estado é muito macho na hora de acossar o cidadão isolado. Mas fica bastante leniente — ou faz cara de paisagem — no momento de trombar com os reais problemas da segurança. Como chegamos ao ponto em que bandidos de vários pontos do país fiscalizam o trânsito, cobram IPTU, orientam técnicos de empresa de energia, convocam reunião de condomínio, controlam vacinação? E nem estamos abordando as fofuras com as quais a milícia do Rio de Janeiro afaga o cidadão, como a venda de internet e TV a cabo, a invasão de imóveis, a cobrança de taxas de segurança, os assassinatos, a lei marcial que impõe a bairros inteiros. Como naturalizamos que “a favela X é dominada pela facção Y” ou “a milícia Z controla a venda de gás no bairro W”? Como o Estado aceitou bovinamente que partes expressivas do território brasileiro deixassem, efetivamente, de ser controladas por ele? Apenas na cidade do Rio, havia, em 2011, 46 quilômetros quadrados de favelas . Parte delas não tem presença do crime, mas todas as favelas médias e grandes que conheço estão debaixo do tacão do tráfico ou da milícia.

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José Loreto e Debora Nascimento
                                                         José Loreto e Debora Nascimento (FOTO: Daniel Delmiro / AGNews)
Foto: Secom/PB

                                                 Foto: Secom/PB

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), continua pagando o Abono Natalino aos beneficiários do Bolsa Família.

O pagamento é feito obedecendo a um calendário que tem como referência o final do Número de Inscrição Social (NIS).Até a manhã desta sexta-feira (14), cerca de 150 mil famílias já haviam recebido os seus benefícios.Este ano, para maior conforto dos beneficiários, o pagamento está sendo realizado por meio da Caixa Econômica Federal, em suas agências, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, em todo o país.Para receber o Abono Natalino deve-se comparecer a qualquer um dos canais de pagamento da Caixa Econômica munidos de documento de identificação com foto e o Cartão do Bolsa Família, no dia correspondente ao final no seu NIS.Eliete Rodrigues, 22 anos, moradora do bairro do Mandacaru, afirma que “foi muito bom o pagamento ter vindo para as lotéricas. É mais perto de casa, mais seguro e não precisa de transporte para vim buscar. Eu mesma vim andando! Nos outros anos, além de vir na lotérica sacar o dinheiro do Bolsa Família, eu tinha que me deslocar para ir buscar o Abono”. A beneficiária, que tem uma filha, disse ainda que “o Abono Natalino ajuda na compra de produtos para a ceia de sua família.”O Benefício de Transferência de Renda pioneiro no país é realizado com recursos próprios.

O valor de R$ 32,00 está disponível este ano para 514.663 famílias nos 223 municípios do Estado, perfazendo mais de R$ 19,4 milhões em investimentos.

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Secador de ar para as mãos                                                                 Direito de imagemGETTY IMAGES
                                                                                 Image caption
Os secadores a jato de ar não são tão higiênicos quanto parecem, dizem cientistas

Uma boa higiene das mãos é crucial no controle da propagação de infecções. É por isso que há diversas recomendações sobre quando e como lavá-las. É indicado, por exemplo, que façamos isso sempre que chegamos da rua, depois de usar o banheiro, antes de comer, cozinhar ou de nos aproximarmos de um bebê ou alguém doente.

Menos atenção é dada, no entanto, à importância de secá-las da maneira correta.

Após lavar bem as mãos com água e sabão, ninguém quer sujá-las novamente com uma toalha úmida e malcheirosa, que sabe-se lá há quanto tempo está pendurada. É por isso que muitos banheiros públicos oferecem toalhas de papel descartáveis ou secadores automáticos a jatos de ar, conhecidos como “mais higiênicos e sustentáveis”. Mas, de acordo com pesquisas realizadas no Reino Unido, França e Itália, os secadores a jato de ar são basicamente “canhões de bactérias”.

Pessoa lavando as mãos

Os micróbios dos outros

Cientistas da Universidade de Leeds, no Reino Unido, do Hospital Saint-Antoine de Paris, na França, e da Universidade de Udine, na Itália, descobriram que esses dispositivos estão dispersando quantidades alarmantes de bactérias no ar e nas superfícies dos locais onde estão instalados. Isso acontece porque as pessoas, em geral, não lavam as mãos adequadamente e, ao secá-las com os poderosos jatos de ar, espalham bactérias residuais. “Na verdade, o secador vira um aerossol que contamina o banheiro, incluindo o próprio secador e, potencialmente, a pia, o chão e outras superfícies, dependendo do design do dispositivo e de onde está localizado”, explicou Mark Wilcox, professor de microbiologia da Universidade de Leeds.

Sendo assim, é muito provável que você esteja entrando em banheiros cheios de micróbios de outras pessoas.

A equipe do professor Wilcox e seus colegas já haviam realizado testes de laboratório para estudar o tema. Mas, agora, fizeram uma pesquisa no mundo real para entender particularmente como diferentes métodos de secagem podem afetar a propagação bacteriana em banheiros de hospitais.

Cem vezes mais bactérias

A pesquisa foi realizada em hospitais de Leeds, Paris e Udine, durante um período de 12 semanas. Em cada unidade, foram selecionados dois banheiros para o uso de pacientes, funcionários do hospital e visitantes. Em cada um deles, foram instalados um secador e toalhas de papel .

Foram coletadas amostras do ar e das superfícies todos os dias durante quatro semanas. Após um intervalo de duas semanas, houve uma alteração e os banheiros passaram a oferecer apenas uma das duas maneiras de secar as mãos.As culturas recolhidas das amostras revelaram concentrações de bactérias no ar e nas superfícies muito mais altas nos banheiros onde havia apenas secadores a jato de ar.A diferença mais acentuada foi identificada entre a superfície do secador e do dispenser de papel toalha. Em Udine, o secador tinha 100 vezes mais bactérias, em Paris 33 vezes mais e em Leeds, 22.A particularmente virulenta estirpe bacteriana Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM) era três vezes mais predominante nos banheiros de hospitais no Reino Unido durante os períodos em que foram utilizados os secadores de ar.Bactérias resistentes à penicilina e a outros antibióticos – e, portanto, difíceis de tratar – foram encontradas com mais frequência também.

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A venda de etanol hidratado – álcool combustível – direta do produtor para os postos de combustível ajudaria a baratear os combustíveis e a aumentar a concorrência com a gasolina nos veículos de motor flex (que funcionam com os dois tipos de combustível). A conclusão consta de relatório divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Ministério da Fazenda, que defendeu mudanças nas normas da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e na legislação tributária para aumentar a liberdade no mercado de combustíveis.

Divulgado pela Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria (Sefel), o documento ressalta que o mercado de distribuição de etanol, para quem os produtores são obrigados a vender o combustível, é concentrado. Segundo o relatório, três grandes empresas controlam 55% da distribuição de álcool hidratado no país. O texto não sugere mudanças na comercialização do álcool anidro, misturado à gasolina, que continuaria a ser realizada pelas distribuidoras.

Para evitar perdas de arrecadação e a eliminação completa dos atravessadores, a Fazenda recomendou que, em um modelo de venda direta para os postos, a cobrança de Programa de Integração Social (PIS) e de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) ocorra inteiramente na produção. A mudança, no entanto, exigiria alterações na legislação e precisaria ser aprovada pelo Congresso.

Atualmente, os tributos incidem em cada etapa da comercialização, e a eliminação da cobrança na distribuição quebraria a cadeia de arrecadação, onerando as distribuidoras e desonerando os produtores. “Ressalte-se que aqui não se está a defender o fim da venda do produtor ao distribuidor, mas sim o fim da sua obrigatoriedade, conferindo ao produtor o direito a realizar a venda direta aos postos revendedores”, explicou o texto.

O relatório sugeriu ainda a eliminação da exclusividade que obriga os postos de determinada bandeira a vender combustível apenas do distribuidor da mesma marca. Atualmente, somente postos do tipo “bandeira branca”, não filiados a nenhuma marca conhecida, podem comprar combustível do fornecedor que oferece o melhor preço e a melhor qualidade.

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A revista Forbes divulgou nesta quinta-feira (13) a lista das modelos mais bem pagas do mundo. A vencedora foi Kendall Jenner-Kardashian, que ganhou 22,5 milhões de dólares entre junho de 2017 e junho de 2018, aumentando 500 milem relação ao ano anterior.

Pela segunda vez seguida, Gisele Bündchen perdeu o posto de modelo mais bem paga do mundo, caindo de posição no ranking. Em 2º e 3º lugar, respectivamente, estão a modelo Karlie Kloss, com um total de 13 milhões de dólares acumulados, e Chrissy Teigen e Rosie Huntington-Whiteley, que ficaram empatadas com 11,5 milhões. A brasileira Gisele Bündchen aparece logo depois, empatada em 5º lugar com Cara Delevingne. As duas fizeram 10 milhões de dólares no período de 2017 à 2018. Gisele ocupava o segundo lugar até o ano passado. A conquista de Kendall chamou a atenção de sua irmã, Kim Kardashian, que a parabenizou em seu twitter.

Ver imagem no Twitter

Confira a lista completa:

1. Kendall Jenner

Ganhos: $22.5 milhões

2. Karlie Kloss

$13 milhões

3. Chrissy Teigen

$11.5 milhões

3. Rosie Huntington-Whitely

$11.5 milhões

5. Gisele Bundchen

$10 milhões

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Familiares e amigos durante a cerimônia em Brasília. Foto: Chico Ferreira/Divulgação
Familiares e amigos durante a cerimônia em Brasília. Foto: Chico Ferreira/Divulgação
Além dele, outras 20 personalidades e políticos do país foram homenageados, entre os quais o ex-governador Leonel Brizola.
O nome do ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes está gravado no livro de aço dos Heróis e das Heroínas da Pátria. A cerimônia de entronização de Arraes, considerado um dos grandes líderes da esquerda brasileira, foi realizada ontem em Brasília. Além dele, outras 20 personalidades e políticos do país foram homenageados, entre os quais o ex-governador Leonel Brizola, o escritor Machado de Assis e a primeira presa política do e heroína da Revolução Pernambucana Bárbara de Alencar.
Segundo informações da assessoria do PSB, partido que Arraes foi presidente nacional, a inclusão do ex-governador na relação de heróis e heroínas brasileiros se deve “à sua biografia, como cidadão, homem público, dirigente partidário e líder político dedicado às causas sociais e em defesa da democracia no Brasil”.
A solenidade, realizada pelo governo do Distrito Federal, contou com a presença de familiares e políticos pernambucanos. A vice-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, filha de Arraes, agradeceu em nome da família. “Agradeço especialmente àqueles que sempre estiveram junto com meu pai com o compromisso de governar para os mais necessitados, pois esta era a legenda no coração dele”, disse a ministra.

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Luísa Sonza e Alok no Lady Night
                                                               Luísa Sonza e Alok no Lady Night (Mutishow)

A cantora Luísa Sonza foi uma das convidadas do Lady Night desta quinta (13). Conhecida também por ser esposa do youtuber Whindersson Nunes, a moça chamou atenção dos internautas.No bate papo com Tatá Werneck, Luísa falou sobre a relação com o marido, inclusive as intimidades.Ela se casou aos 20 anos de idades e disse que foi surpreendida ao ser pedida em casamento pelo humorista.“A gente já morava junto. Por isso a gente tomou essa decisão. A gente quis ter a benção de Deus para uma coisa que já sentia, que era abençoada”.Além disso, Luísa disse que eles tem tanta intimidade que costumam até trocar fotos de cocô.E para completar a pauta, a cantora ainda fez algumas revelações picantes sobre o relacionamento com o rapaz. “Se eu falar nosso fetiche, a gente não é mais convidado para nenhum lugar”, assumiu.

observatoriodatelevisao

Luciana Gimenez
Luciana Gimenez 
A apresentadora Luciana Gimenez publicou uma foto ao lado de Silvio Santos, em seu Instagram, nesta quarta-feira (12). Ela celebrou o aniversário do comunicador com uma linda mensagem.

“Feliz aniversário, Tio Silvio. Com você é sempre hora de alegria. Vamos sorrir e cantar! Parabéns!”, disse a morena, na publicação que já coleciona mais de 29 mil curtidas. Os internautas adoraram a foto, e deixaram diversos comentários, felicitando o dono do SBT. “Lindos, parabéns pra ele”, disse uma. “Amo os dois”, comentou uma outra. Recentemente, a famosa falou, por meio do Stories do Instagram, que passar pelo divórcio foi uma das coisas mais difíceis em sua vida. “Nossa, foram tantos… Agora mesmo, esse ano, meu divórcio foi muito, muito dolorido”, disse, na ocasião.

 

O secretário de Administração de Campina Grande, Paulo Roberto Diniz, anunciou nesta quinta-feira(13) que a Prefeitura da cidade deve lançar edital para concurso público no próximo ano.

– Já faz algum tempo que o prefeito determinou que fizesse um concurso. Estava previsto para este ano, mas por conta da eleição o prefeito decidiu que o concurso seria realizado em 2019. A ideia, neste momento inicial, é abrir concurso apenas para vagas remanescentes, principalmente nas áreas de saúde e educação. Os contatos vão ser iniciados com a Universidade Estadual para que já no três primeiros meses seja deflagrado o processo. A pretensão é se abrir 400 vagas – anunciou.

paraibaonline.

A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta quinta-feira (13) o relatório final do senador Waldemir Moka (MDB-MS) ao projeto da lei orçamentária de 2019 (PLN 27/18). O texto será analisado na semana que vem no Plenário do Congresso Nacional. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, ainda vai marcar a data da votação.

O parecer aprovado traz duas novidades. Primeiro, amplia em R$ 600 milhões os recursos para o custeio da saúde. O dinheiro será usado pelo Ministério da Saúde para bancar o reajuste dos agentes comunitários de saúde e agentes de endemias, previsto na Lei 13.708/18. A lei foi sancionada pelo presidente Michel Temer em agosto com veto ao aumento salarial. Poucos dias após a sanção, o governo enviou a proposta orçamentária à comissão sem a previsão de despesa para o aumento.Como o veto foi derrubado pelo Congresso em outubro, houve a necessidade de adequar a proposta à despesa salarial, que, por ser prevista em lei, é de caráter obrigatório. “Como foi o Congresso que criou essa despesa, achei que comissão tinha que oferecer uma saída”, afirmou Moka.O piso atual dos agentes é de R$ 1.014,00 e passará a ser de R$ 1.250,00 a partir de janeiro. O Ministério da Saúde afirma que o impacto do aumento será de R$ 1 bilhão. Os recursos disponibilizados pelo relator-geral garantem parte do impacto no próximo ano.

Bolsa Família

A segunda novidade do relatório final é a retirada de R$ 9,3 bilhões do programa Bolsa Família que estavam na proposta enviada pelo governo como despesa condicionada – os gastos só seriam realizados após o Congresso aprovar, no próximo ano, um projeto de crédito suplementar. Pela proposta orçamentária, dos R$ 29,5 bilhões reservados para o Bolsa Família, 49,9% estavam em despesa condicionada.A medida foi muito criticada no Congresso, que temeu a fragilização do programa social, que atenderá 13,6 milhões de famílias em 2019.

Com o relatório final, restaram como despesa condicionada apenas R$ 6,5 bilhões. O resto está garantido no orçamento e poderá ser executado de imediato. Caso queira reforçar o programa com esse valor, o governo Jair Bolsonaro terá que enviar o projeto de crédito.

Servidores

O relatório final mantém os recursos para bancar o reajuste de 209 mil servidores civis ativos e 163 mil inativos do Executivo em 2019. Os aumentos estão previstos em oito leis de 2016 e 2017. Apesar de o governo ter editado uma medida provisória (MP 849/18) postergando os aumentos, a proposta orçamentária foi elaborada com valores necessários para correção salarial.

A proposta prevê salário mínimo de R$ 1.006 a partir de 1º de janeiro (aumento de 5,45% sobre o atual) e mantém R$ 3,7 bilhões para o programa Mais Médicos, alvo recente de polêmica após o governo cubano “repatriar” os médicos da ilha que atendiam no Brasil.

Elaboração do relatório coube ao senador Waldemir Moka (MDB) – Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado

Entre os ministérios, três tiveram reforço orçamentário em relação aos demais no relatório geral: Desenvolvimento Social (R$ 8,7 bilhões a mais), Saúde (R$ 3 bilhões) e Cidades (R$ 1,4 bilhão). Os aumentos decorrem das emendas apresentadas por deputados e senadores ao projeto orçamentário e focam investimentos e custeio nessas pastas.

Dificuldades

O texto foi elaborado com uma meta de deficit primário de R$ 139 bilhões para o governo federal, determinado pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Para as estatais, que são contabilizadas à parte, a meta de deficit esperada no próximo ano é de R$ 3,5 bilhões. Se os números se confirmarem em 2019, será o sexto ano seguido que o País convive com despesas acima das receitas.

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Do UOL, em Brasília

12/12/2018 11h35

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), visitou na manhã desta quarta-feira (12) o COT (Comando de Operações Táticas) da Polícia Federal. A unidade da PF atua em operações especiais e atividades de contra-terrorismo e é considerada uma espécie de “tropa de elite” da corporação, pelo treinamento e funções especiais.

Bolsonaro chegou à sede do COT, em Brasília, pouco antes das 9h. A visita durou cerca de uma hora.

O presidente eleito visitou as instalações da unidade, cumprimentou policiais e participou, usando terno, de um exercício de flexões no solo, segundo imagens divulgadas por sua assessoria. Nas redes sociais de Eduardo Bolsonaro, um de seus filhos, o presidente eleito também aparece empunhando uma arma no COT. Após a visita, o presidente eleito comentou o encontro nas redes sociais. “Me sinto extremamente honrado em ser o primeiro presidente eleito do Brasil a visitar o COT (Comando de Operações Táticas da Polícia Federal) unidade de operações especiais e contra-terrorismo da PF”, disse Bolsonaro em seu perfil no Twitter.

Bolsonaro posou para fotos usando um boné do COT.

247 – Com uma “blitzkrieg” (guerra-relâmpago) ao estilo da família Marinho, os principais veículos de mídia das Organizações Globo começaram a operação de cerco a Bolsonaro, desde a última terça-feira (11), numa escalada. Como é usual, a ponta-de-lança da ofensiva foi o Jornal Nacional, em sintonia com o site G1, a Globo News e o jornal O Globo, num movimento que mobiliza diversas frentes de comunicação. Reportagens no Jornal Nacional, no G1, em O Globo uma artigo de uma porta-voz informal dos Marinho, a jornalista Míriam Leitão e até um editorial no jornal da família. Não foi ainda um rompimento, mas um aviso: o cerco começou. Aparentemente, há sintonia com o general Hamilton Mourão, o vice rebelde.No Jornal Nacional, o alvo tem sido Flávio Bolsonaro e o esquema do clã Bolsonaro no gabinete do filho do deputado na Assembleia Legislativa com ramificação para o a gabinete de Jair, o pai, na Câmara dos Deputados (aqui). Nos jornal O Globo há uma ofensiva mais aguda, com a edição em papel e virtual do jornal desta quarta-feira (13) ostentando uma sequência de títulos críticos:

“Mourão: seria ‘burrice ao cubo’ se transações de ex-assessor forem ‘caixinha’ paga com cheque” – reportagem

“Falta clareza no caso Queiroz” – artigo de Míriam Leitão.

“Janaína Paschoal dispara contra quem se apropria do salário de seus funcionários” – na coluna Ancelmo Gois.

“As perguntas sem respostas no caso do ex-assessor de Flávio Bolsonaro” – artigo da jornalista Fernanda Krakovics.

“Ex-funcionário de Flávio Bolsonaro passou 248 dias no exterior e recebia salário da Alerj” – reportagem.

“Não podem pairar suspeitas sobre Bolsonaro – editorial de O Globo.

Nos textos, especialmente no editorial, há cuidado para não declarar guerra formalmente. O editorial de O Globo busca este ponto de equilíbrio desejado pelos Marinho, ao concluir: “Jair Bolsonaro assume em pouco mais de duas semanas para exercer o mandato em momento especialmente grave. As finanças públicas em todos os níveis do Estado brasileiro rumam para o colapso. Cabem a ele e a seu governo encaminhar para a aprovação pelo Congresso as devidas correções. Daí ser imperioso não haver qualquer suspeita que o diminua politicamente, o que não aconteceu agora. Mas depende do total esclarecimento do que aconteceu no gabinete de Flávio Bolsonaro.”

O cartão amarelo está dado. A “blitzkrieg” desses dias não teve como objetivo derrubar, mas foi a primeira advertência. 

2019 será turbulento em todos os terrenos.

brasil247

Daniel Ferreira/Metrópoles

Ainda durante a campanha, ele entrou em rota de colisão também com a Folha de S.Paulo, que revelou o uso robôs para disparar mensagens pró-Bolsonaro e fake news via WhatsApp.

metropoles

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais um na romaria de senadores que não conseguiram renovar seus mandatos, Aécio Neves (PSDB-MG) foi à tribuna do Senado nesta quarta-feira (12) para, em seu último discurso, dizer que está vivendo dias duros. Fustigado pela delação de Joesley Batista, da JBS, e visto como radioativo em seu partido desde que foi gravado pedindo dinheiro ao empresário, percebeu que teria dificuldades para se reeleger e disputou, com sucesso abaixo do esperado por seus aliados, uma vaga na Câmara dos Deputado

“Eu tenho vivido dias extremamente difíceis, vocês podem imaginar, mas eu não perco a minha fé, presidente”, afirmou em um discurso de 20 minutos. Aécio também fez um mea culpa ao comentar a gravação de conversa entre ele Joesley em que o senador pede R$ 2 milhões sob o pretexto de pagar advogados.

“Cometi um erro na minha vida pelo qual me penitencio todos os dias, de ter, já numa história armada por esse cidadão, para se ver livre dos inúmeros crimes que havia cometido, aceitei, por sugestão dele, participar de uma conversa em contrapartida à oferta de um apartamento da minha família que havia sido feita e —ele reconhece isso em seus depoimentos— ele se oferece para me ajudar a pagar os meus advogados da forma que ele achou mais adequada”, disse o senador.

Desde então, Aécio mudou seu jeito de agir. Ficou mais discreto e começou uma campanha eleitoral quase que secreta. Não divulgava agendas e preferia eventos fechados, longe da imprensa.

Nesta terça (11), Aécio voltou aos holofotes ao se tornar alvo alvo da Operação Ross, que investiga suposta propina de R$ 128 milhões paga pela JBS para o tucano e seu grupo de 2014 a 2017. A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em imóveis ligados ao senador e a Andréa Neves, irmã dele.

Nesta tarde, fez um desabafo em tom de alerta aos colegas.

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Ao contrário de 11 governadores que correm o risco de deixar os seus estados sem recursos para cobrir despesas realizadas em sua gestão, Ricardo Coutinho (PSB) deve encerrar mandato com cerca de R$ 571 milhões em caixa, segundo levantamento feito pelo ‘Estadão/Broadcast’. Deixar contas para sucessores é prática vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e criminalizada no Código Penal, sujeita a pena de um a quatro anos de reclusão, embora até hoje ninguém tenha sido responsabilizado formalmente. A punição foi incluída na lei para que os sucessores no cargo não encontrem uma situação de “terra arrasada” quando começarem os seus mandatos. A reportagem consultou técnicos do Tesouro Nacional para cruzar dados fornecidos pelos próprios Estados ao Ministério da Fazenda e chegar à disponibilidade de caixa de cada um deles até outubro deste ano. Depois, foram estimados o volume de despesas deste ano que ficará para o próximo exercício (os chamados “restos a pagar”), uma vez que este valor também afeta as disponibilidades financeiras dos Estados.

Os chefes dos poderes precisam pagar todas as despesas feitas em seu mandato. Para isso, devem quitar todos os compromissos até 31 de dezembro do último ano da gestão ou deixar dinheiro em caixa para honrar as parcelas que ficarem para seu sucessor. No entanto, muitos já admitem publicamente que não terão dinheiro, por exemplo, para pagar o 13.º salário dos servidores. A fatura ficará para os governadores eleitos. Se somadas as disponibilidade de caixa dos governos estaduais, a estimativa do rombo que deve ficar para os eleitos é de R$ 78,4 bilhões.

No ritmo atual, correm o risco de ficar sem caixa para cobrir os gastos os governos de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Sergipe. Também estão nesse grupo São Paulo e Rio Grande do Norte, mas esses Estados só apresentaram até agora os dados da execução orçamentária até agosto, de acordo com o sistema do Tesouro.

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Um relatório da União Internacional de Telecomunicações (UIT), a agência das Nações Unidas para tecnologia da informação e comunicação, mostra que o Brasil tem a maior carga tributária do mundo sobre os serviços de internet fixa e uma das maiores sobre serviços de internet móvel. Segundo o documento liberado nesta terça-feira (11), o percentual de tributos no Brasil sobre esses serviços é de 40%. A média no mundo, considerando 162 países, é de 16%. Apenas três países possuem percentual de tributos mais alto do que o do Brasil quando se trata de internet móvel: Sri Lanka, que cobra 50%; Jordânia com 46% e Turquia que tem percentual de 43%.

Quando estamos falando em internet fixa, o Brasil está em primeiríssimo lugar.

Segundo o SindiTeleBrasil, sindicato que representa as operadoras de telefonia, essa “carga tributária representa um peso enorme no preço dos serviços, dificultando principalmente o acesso de pessoas com rendas mais baixas da população”.Na lista que calcula a paridade do poder de compra de planos de internet móvel no mundo, o Brasil fica na 83ª posição. Os líderes nesse critério são Macau, Hong Kong, Singapura, Áustria e Emirados Árabes Unidos. Para a internet fixa, o Brasil passa para a 75ª posição. Uruguai, Macau, Kuwait, Rússia e Hong Kong são os cinco primeiros colocados. Ainda segundo o órgão, os usuários de serviços de telecomunicações recolhem anualmente cerca de R$ 60 bilhões em tributos, o que representa R$ 7 milhões por hora em impostos e taxas. Eles defendem uma revisão da carga tributária no setor.

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Na próxima segunda-feira (17), o deputado federal Gonzaga Patriota estará participando do programa Palavra Aberta, na TV Câmara, às 07 h30. Na ocasião, o parlamentar irá relembrar os 30 anos da Constituição Brasileira.

Palavra Aberta

O Palavra Aberta é o espaço em que o parlamentar expõe suas ideias, fala de propostas que tramitam no Congresso Nacional e presta contas de sua atuação como deputado. O programa dá uma ampla visão da diversidade de temas que são tratados no parlamento brasileiro. Este programa dispõe de legenda oculta, na versão exibida na TV Câmara.

segunda a sexta, às 7h30 e às 8h. Reprises: segunda a domingo, às 13h30 e segunda a sexta 21h.

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