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TEXTO ÁUREO

“Assim, também vós, como desejais dons espirituais, procurai sobejar neles, para a edificação da igreja” (1 Co 14.12).

VERDADE PRÁTICA

Os dons são recursos concedidos por DEUS para fortalecer e edificar a Igreja espiritualmente.  

LEITURA DIÁRIA

Segunda – 1 Co 12.12 A igreja — um só corpo

Terça – 1 Co 12.4,11 Diversidade de dons no mesmo ESPÍRITO

Quarta – 1 Co 14.26 Tudo deve ser feito para a edificação

Quinta – 1 Co 12.12-27 A verdadeira unidade

Sexta – 1 Co 1 3-1,2 Exercendo os dons amorosamente

Sábado – 1 Co 12.7 A manifestação do ESPÍRITO e sua utilidade  

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Coríntios 12.8-11; 13.1,2

I Coríntios 12

8 – Porque a um, pelo ESPÍRITO, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, a palavra da ciência;

9 – e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, a fé; e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, os dons de curar;

10 – e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.

11 – Mas um só e o mesmo ESPÍRITO opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.

1 Coríntios 13

1 – Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse amor seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

2 – E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor; nada seria.

                                                                   

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INTRODUÇÃO

Veremos nesta segunda lição quais os propósitos dos dons espirituais para a Igreja, bem como o que a Bíblia nos ensina sobre este assunto; e por fim analisaremos algumas teorias contrárias a contemporaneidade destes dons onde estudaremos sobre a relação paulina mencionada em sua primeira carta aos coríntios capítulo 12 versos do 8 até ao 11.

I – O QUE SÃO OS DONS ESPIRITUAIS

“Dons Espirituais são meios pelos quais o Espírito Santo revela o poder e a sabedoria de Deus através de instrumentos humanos […] (1Co 12.7,11)” (BERGSTÉN, 2007, p. 102). “Os dons do Espírito devem distinguir-se do dom do Espírito. Os primeiros descrevem as capacidades sobrenaturais concedidas pelo Espírito para ministérios especiais; o segundo refere-se à concessão do Espírito aos crentes conforme ministrado pelo Cristo que ascendeu aos céus (At 2.33)” (PEARLMAN, 2010, p. 319 – grifo nosso). Em resumo: “É uma operação especial e sobrenatural do Espírito Santo por meio do crente”. Vale ressaltar que os dons são do Espírito Santo e não daqueles através dos quais eles operam […] e, através deles, o Espírito opera em quem quer, como quer, quando quer e onde quer, com a finalidade precípua de edificar a Igreja, o corpo vivo de Cristo (SILVA, 1996, p. 89).

II – PROPÓSITOS DOS DONS ESPIRITUAIS

Os dons são “faculdades divinas operando na pessoa humana”, capacitando homens e mulheres a servirem melhor a Deus no crescimento e edificação da Igreja: “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil” (1Co 12.7). O apóstolo comenta que: “Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual a fim de que sejais confortados” (Rm 1.11). Analisemos os propósitos dos dons espirituais:

Edificar a igreja (1Co 12.12-27; 1Co 14.4,5,12);

• Edificar o crente (1Co 14.12,26; Ef 4.11-12);

• Capacitar o crente a testemunhar de Cristo (At 6. 8-10; 1Co 2.4,5);

• Capacitar o crente para ganhar almas para Cristo (At 8.5-8; 9.32-42);

• Glorificação do Senhor Jesus (1Co 12.3);

• Confirmação da Palavra de Deus (Mc 16.17-20; Hb 2.3-4);

• Crescimento da obra de Deus em qualidade e quantidade (At 6.7, 9.31, 19.20; Rm 15.19);

• Unidade da fé e do conhecimento de Jesus (Ef. 4.13; 4.15; 2Pd 3.18);

• Maturidade cristã (Ef 4.13,14);

• Utilidade no serviço cristão (1Co 12.7; Ef. 4.12; 1Pd 4:10).

III – O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE OS DONS ESPIRITUAIS

A expressão do apóstolo, em 1Co 12.1: “Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes”, subentende que, na Igreja Primitiva, os dons espirituais eram bastante frequentes. Cinco passagens do NT ensinam claramente que todo crente fiel está capacitado a receber algum dom espiritual (Rm 12.6; 1Co 7.7; 12.4-7; Ef 4.7; 1Pd 4.10). Em alguns cristãos, este dom encontra-se adormecido infelizmente. Entretanto, a recomendação divina é que “despertes o dom de Deus, que existe em ti” (2Tm 1.6). Percebamos em relação aos dons que:

Não devemos ser ignorantes (1Co 12.1);

• Devemos procurar, ou seja, pedir, buscar (1Co 12.31; 14.1);

• Os dons são do Espírito Santo e não podem ser usados pela vontade do próprio crente (1Co 12.6);

• O Espírito Santo distribui como quer e não depende da nossa vontade a escolha dos dons (1Co 12.11);

• A maturidade de uma igreja não depende, necessariamente da manifestação dos dons (Mt 7.20; 1Co 1.7; 3.1-4);

• Os dons são para a Igreja e não apenas para um cristão individualmente (1Co 12. 7-11);

• Apesar de sua importância, os dons não substituem às Escrituras (2Pd 1. 20,21; 2Tm 3. 16,17; 1Co 14.29);

• Quando um dom espiritual se manifesta na vida do crente, ele deve atribuir toda a Glória ao Senhor (At 4. 9,10).

IV – OS DONS ESPIRITUAIS SÃO FACULDADES DA TRINDADE DIVINA

Uma das maneiras do Espírito Santo manifestar-se é através de uma variedade de dons espirituais concedidos aos crentes (1Co 12.7-11). Essas manifestações do Espírito Santo visam à edificação e santificação da igreja (1Co 12.7; 14.26). Em 1Co 12.8-10, o apóstolo Paulo apresenta uma diversidade de dons que o Espírito Santo concede a Igreja. Os dons, quer ministeriais, ou espirituais, são distribuídos diretamente pela Trindade Divina. Diz Paulo que o Pai, o Filho e o Espírito Santo operam conjuntamente no exercício desses dons. Vejamos o que diz 1Coríntios 12.4-6:

É o Espírito Santo quem CONCEDE os dons – “Ora há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo” (v. 4);

• É o Filho quem DISTRIBUI os dons – “E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo” (v. 5);

• É o Pai quem OPERA os dons – “E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos” (v. 6).

V – PRINCIPAIS TEORIAS SOBRE A CONTEMPORANEIDADE DOS DONS ESPIRITUAIS

Existem algumas correntes teológicas sobre os dons espirituais como o cessacionísmo que defende que parte dos dons do Espírito Santo cessaram no período da igreja primitiva, uma outra corrente é o anti-sobrenaturalísmo que acredita que atualmente os milagres não acontecem mais. Existe também o desvanecentísmo que acredita que os dons espirituais desvaneceram, diminuíram; e tem o continuísmo que acredita na atualidade dos dons espirituais. Vale salientar que alguns continuístas não são pentecostais, pois acreditam na manifestação de alguns dons, mas não aceitam o batismo com o Espírito Santo. do Vamos:

• Teoria de que os dons eram restritos à era apostólica. Esta teoria afirma que os dons do Espírito Santo, foram enviados com o propósito exclusivo de confirmar a divindade de Jesus, e autenticar os primeiros pregadores do Evangelho e sua mensagem. Porém, a Bíblia nos fala: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar” (At 2.39; Jl 2.17,18; 1Co 14.1);

• Teoria de que os dons hoje são habilidades naturais. Isto é, Deus premia algumas pessoas privilegiadas, dando-lhes dotes especiais. Entretanto as Escrituras nos dizem que os dons são outorgados por Deus a todos e não são habilidades naturais (1Pd 4.10; 1Co 12.7; Rm 12.3-5; Ef. 4.11);

• Teoria de que os dons são inalcançáveis. Os que advogam esta interpretação, dizem que os dons são tão grandiosos e santos na sua essência, que ninguém está suficientemente preparado para merecê-los; portanto ninguém os possui. A Bíblia não ensina isso (At 2.4; 1Pd 4.10; 1Co 12.7; Rm 12.3-5; Ef 4.11).

VI – ADVERTÊNCIAS QUE A BÍBLIA NOS FAZ ACERCA DOS DONS ESPIRITUAIS

É importante observar que a palavra grega “charismata”, traduzida em português por “carismático”, aparece por 17 vezes no NT (Rm 1.11; 5.15,16; 6.23; 11.29; 12.6; 1Co 1.7; 7.7; 12.4,9,28,30,31; 2Co 1.11; 1Tm 4.14; 2Tm 1.6; 1Pd 4.10). Relaciona-se com o verbo “charizomai”, que significa: “eu dou como um favor”. A expressão se completa com o substantivo “charismata”, que quer dizer “dons gratuitos de Deus” (SILVA, 1996, p. 63). A Bíblia nos faz algumas advertências acerca dos dons espirituais, entre elas estão:

Conhecer os dons: “Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes” (1Co 12.1);

• Procurar os dons: “Segui o amor, e procurai com zelo os dons […]” (1Co 14.1);

• Buscar os dons: “Portanto, buscai com zelo os melhores dons […]” (1Co 12.31 – NVI);

• Zelar pelos dons: “Portanto, procurai com zelo os melhores dons […]” (1Co 12.31);

• Desejar os dons: “Assim também vós, como desejais dons espirituais” (1Co 14.12);

• Abundar nos dons: “[…] procurai abundar neles, para edificação da igreja.” (1Co 14.12);

• Ter autodisciplina nos dons: “E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas” (1Co 14.32);

• Ter decência e ordem no exercício dos dons: “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem”. (1Co 14.40);

• Não desprezar os dons espirituais: “Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias”. (1Ts 5.19,20);

• Não proibir a manifestação dos dons: “[…] e não proibais falar línguas” (1Co 14.39).

VII – OS DONS ESPIRITUAIS MENCIONADOS EM 1CORÍNTIOS 12.8-11

Os dons mencionados em 1 Coríntios 12.8-11 são tecnicamente chamados “os nove dons espirituais”. Vejamos:

• Dom da palavra da sabedoria. Mensagem sábia, enunciada mediante a operação sobrenatural do Espírito Santo;

• Dom da palavra do conhecimento. Uma mensagem vocal, inspirada pelo Espírito Santo, revelando conhecimento a respeito de pessoas e situações específicas e difíceis;

• Dom da fé. Não se trata da fé para a salvação, mas uma fé sobrenatural e especial, capacitando o crente a crer e realizar coisas extraordinárias e milagrosas;

• Dons de curar. São concedidos à igreja para a restauração da saúde física dos seus membros;

• Dom de operação de milagres. Atos sobrenaturais de poder, que intervêm nas leis físicas e da natureza;

• Dom da profecia. Dom que capacita o crente a transmitir uma palavra da parte de Deus. Não se trata da entrega de um sermão previamente preparado.

• Dom de discernimento de espíritos. Dotação especial dada pelo Espírito Santo, para discernir e julgar corretamente as manifestações espirituais e sobrenaturais;

• Dom de variedade de línguas. Falar em outras línguas humanas e vivas a “xenolalia” (At 2.4) ou uma língua desconhecida do falante “glossolalia” (1Co 13.1; 14.2);

• Dom de interpretação de línguas. Capacidade pelo Espírito Santo, para compreender e transmitir o significado de uma mensagem dada em línguas estranhas.

CONCLUSÃO

Concluímos que os propósitos dos dons concedidos a igreja são para edificação, fortificação e crescimento espiritual dos crentes, bem como para glorificação do Deus Pai, o Filho e o Espírito Santo.

O Judiciário segue confiscando atribuições do Executivo e do Legislativo

Ministro Roberto Barroso durante sessão administrativa do STF. Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Ministro Roberto Barroso durante sessão administrativa do STF. Foto: Nelson Jr./SCO/STF  (18/03/2020)

O artigo 2° da Constituição informa que os três Poderes são independentes e harmônicos entre si. Mas o Supremo Tribunal Federal aparentemente decidiu que o Judiciário é mais independente que os outros — e deve, portanto, subordinar o Legislativo e o Executivo a partituras compostas por nove homens e duas mulheres cobertos por togas.

O ministro Alexandre de Moraes, por exemplo, impediu que o presidente da República nomeasse o superintendente da Polícia Federal — atribuição do chefe do Executivo. E, há poucas semanas, atropelou as imunidades parlamentares ao mandar prender um deputado federal por crime de opinião. Nesta quinta-feira, o ministro Luís Roberto Barroso ordenou ao Senado que instalasse imediatamente uma CPI para investigar o desempenho do governo federal no combate à pandemia de coronavírus. Enquanto democratas de picadeiro anunciam aos berros o parto iminente do fascismo à brasileira, vai-se consolidando a hegemonia do Supremo Poder. Antes que seja proclamada a ditadura do Judiciário, os brasileiros deveriam reler com atenção o parágrafo único do artigo 1° da Constituição: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos”. Ao contrário dos integrantes dos demais Poderes, ministros do STF são indicados pelo presidente da República e chancelados pelos senadores. Que tal escolher também nas urnas, pelo voto direto, os 11 juízes que mandam no Brasil? A julgar pelas pesquisas de opinião, todos os atuais ministros teriam de procurar outro emprego.

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Aliado de Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara criticou a decisão do ministro Luis Roberto Barroso que determinou a instalação da CPI que vai investigar os crimes de Jair Bolsonaro na pandemia que já matou quase 350 mil brasileiro

Arthur Lira
Arthur Lira (Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados)

247 – O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), criticou nesta sexta-feira (9) a instalação da CPI da Covid-19 no Senado para investigar os crimes do governo de Jair Bolsonaro na pandemia. A criação da comissão de inquérito foi determinada pelo ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). Com 108 pedidos de impeachment de Bolsonaro sobre sua mesa aguardando uma decisão, Arthur Lira disse que “não é hora de apontadar o dedo”. “A CPI não nasce à toa. Tem de ter um fato determinado e tem de ter as assinaturas. E ela tem de ter a ocasionalidade. Eu comungo da ideia de que esse momento não é momento de se encontrar culpados, de se apontar o dedo para ninguém”, disse Lira a jornalistas durante evento da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), na cidade de Arapiraca, em Alagoas. Segundo o presidente da Câmara e líder do Centrão, o momento não é de investigar os crimes do governo Bolsonaro, mas de imunizar a população. “O momento é de se correr atrás de vacina seja lá onde ela estiver e apontar seringa e agulha no braço dos brasileiros. Esse é o momento. Daqui a dois, três meses, esses culpados vão estar morando em outro lugar, vão estar apagadas as provas? Vão estar escondidas as evidências? Não”, disse.

Ao Grupo Prerrogativas, em entrevista retransmitida pela TV 247, o ministro do STF repudiou as agressões disparadas contra Barroso, que partiram principalmente de Bolsonaro: “em nenhuma hipótese é aceitável o nível de agressões que foi praticado. Realmente lamentáveis as agressões, que acabaram se multiplicando por fanáticos milicianos digitais”

Ministro do STF Alexandrede Moraes

Ministro do STF Alexandrede Moraes (Foto: Carlos Moura/STF)

247 – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, em entrevista ao Grupo Prerrogativas neste sábado (10) retransmitida pela TV 247, repudiou os ataques proferidos contra o ministro Luís Roberto Barroso, principalmente por parte de Jair Bolsonaro. Os ataques surgiram após Barroso determinar que o Senado cumprisse com sua obrigação de instalar uma CPI para investigar as ações e omissões do governo federal acerca da pandemia de Covid-19. “Em nenhuma hipótese é aceitável o nível de agressões que foi praticado contra o ministro Luís Roberto Barroso. Decisões judiciais nós podemos concordar, discordar, criticar acidamente, recorrer, podemos conseguir reverter, agora, uma decisão judicial fundamentada, pública, transparente não faz e não cria o direito de ninguém, ninguém, poder ofender da forma como se ofendeu o ministro Luís Roberto Barroso”, afirmou Moraes. Ele também prestou apoio ao ministro: “fica aqui minha solidariedade, não só como amigo do ministro Luís Roberto Barroso, mas como colega de Supremo Tribunal Federal”. Moraes declarou que Barroso “atuou exatamente como todos os ministros atuariam” ao determinar a instalação da CPI e logo após solicitar que sua própria decisão fosse levada ao plenário do Supremo. “O ministro Luís Roberto Barroso e eu somos os maiores defensores de uma alteração regimental para que todas as decisões monocráticas, as liminares, sejam imediatamente colocadas na próxima sessão virtual ou presencial, o que for mais rápido. Foi exatamente o que o ministro Luís Roberto Barroso fez. Ele concedeu a liminar na quinta-feira, pediu imediata pauta ao presidente, ministro Luiz Fux, que já pautou para a sessão virtual da próxima sexta-feira”. Alexandre de Moraes ainda classificou como “milicianos digitais” os que reproduziram as graves ofensas ditas contra Barroso. “Realmente lamentáveis as agressões, que acabaram se multiplicando por fanáticos milicianos digitais. Podem até discordar da decisão do ministro Luís Roberto Barroso, mas jamais, jamais, poderão discordar do seu caráter, da sua hombridade, da sua competência como ministro do Supremo Tribunal Federal”.

                                                           

Em relação a quase 30 anos atrás, inflação é bem menor, mas, na prática, quadro hoje é mais grave porque população está sem dinheiro; cortes e substituição de produtos fazem parte da rotina do brasileiro

A maioria dos brasileiros está fazendo uma verdadeira ginástica financeira para conseguir conviver com a inflação alta e a falta de renda, provocada pela queda da atividade em razão da pandemia. O galope nos preços não é algo desconhecido para boa parte da população que, em meados dos anos 1990 – antes do Plano Real que estabilizou a moeda -, chegou a conviver com taxas mensais na casa de 40%. Em março, a inflação oficial atingiu quase 1% em um só mês. Em 12 meses, a alta beira 7%, especialmente para as famílias de menor renda. Em relação a quase 30 anos atrás, a inflação é bem menor, mas, na prática, o quadro hoje é mais grave por causa da falta de renda, concordam os entrevistados ouvidos pelo EstadãoEstá gostando da notícia? Fique por dentro das principais notícias

Ativar notificações “Na época da hiperinflação era ruim, os preços estavam um abuso, mas a gente podia fazer um pano de prato para vender e tinha condição de comprar arroz, óleo”, lembra a empregada doméstica Zenilda Tiuba da Silva, de 56 anos, que cria sozinha um casal de netos. Mesmo com emprego fixo, o salário de R$ 1,2 mil mensais ficou nos últimos meses insuficiente para cobrir as despesas da casa. “A inflação me derrubou”, reclama.

Sem condições financeiras, mandou os netos de volta para a casa do filho e apertou o cinto. Cortou o plano de internet, substituiu o óleo de soja pela banha de porco na hora de cozinhar e a carne por ovo, salsicha. Também ela tem procurado uma renda extra. Na Páscoa, fez entrega de ovos. “Com o dinheiro comprei um botijão de gás, um frango, uma dúzia de ovos e arroz.” Agora começou a montar minijardins de plantas suculentas. Com a renda curta, também passou a fazer compras “picadas”: só vai ao supermercado quando acaba algum item na despensa.

Acatadora de produtos para reciclagem Eliane Carmo da Silva, de 37 anos, moradora da comunidade de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, é outra que não vai ao supermercado regularmente. Ela apenas compra comida quando o marido, desempregado, consegue fazer algum bico como pedreiro. “Daí a gente vai ao supermercado e pega pé de frango ou ovo. A carne está um absurdo, faz muito tempo que não como.” A última vez foi seis meses atrás, quando ainda morava no Recife (PE). Os R$ 250 que Eliane tira por mês como catadora vão integralmente para pagar o aluguel. No ano passado, ela recebeu o auxílio emergencial, mas faz três meses que não conta com esse dinheiro. “A gente pega cesta (básica) aqui em Paraisópolis. Assim como Zenilda, a catadora está fazendo trocas para enfrentar esse período de carestia. No lugar do arroz, que está na faixa de R$ 30 um pacote de cinco quilos, Eliane conta que, quando pode, compra fubá. Com o produto, que sai por R$ 2,50 o quilo, ela prepara um angu para comer com ovo. “Um pacote dá para fazer três vezes, é o que está segurando.”

Marca

Diante do aperto na renda e da alta de preços, a esteticista e manicure Vania Candida dos Santos, de 51 anos, também aderiu às trocas, mas entre marcas de um mesmo item. “Só compro o básico, fico trocando de marca e levo para casa a mais baratinha.” O sabão em pó Omo, por exemplo, que costumava usar, foi substituído pelo Tixan Ypê, que, segundo ela, é mais em conta. O leite Ninho, que era o seu preferido, foi trocado pelo Dia, que é a marca própria de uma rede varejista.

Vania que tirava cerca de R$ 3 mil por mês antes da pandemia, atendendo clientes em domicílio, viu sua renda despencar. “Como as minhas clientes são idosas, na faixa dos 80 anos, onde o risco da covid é maior, elas ficaram com medo.Além de cortar gastos no supermercado, ir à feira na hora da xepa para economizar, pedir desconto no aluguel e suspender o plano de internet, outra saída encontrada pela esteticista foi buscar novas fontes de renda. Nos últimos tempos, Vania tem feito máscaras e outros bicos de costura, pintado parede, aplicado textura e até rejuntado revestimento de piscina. Na sua opinião, o que mais lhe afeta neste momento é a falta de renda. “A inflação aumentou, mas, quando você tem clientela e pode fazer o serviço, você aumenta um pouquinho. Só que agora não tem cliente, a paradeira atrapalhou.”

Combustível

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Valor disponível para a realização da pesquisa caiu de R$ 2 bilhões para R$ 71 milhões

“Ou não vamos realizar essas políticas públicas, porque não saberemos como o problema se apresenta, ou vamos formulá-las e implementá-las olhando para um perfil populacional equivocado”, afirma pesquisadora da UnB – Nelson Almeida/AFP

O corte drástico no orçamento para a realização do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) poderá impactar a formulação e a gestão de políticas públicas como o Bolsa Família e o Prouni, avaliam especialistas ouvidos pelo Brasil de Fato. Com um corte de 96%, o valor disponível para a produção da pesquisa passou de R$ 2 bilhões para pouco mais de R$ 71 milhões. O repasse foi aprovado na votação do Orçamento 2021, em 24 de março. Nesse cenário, o IBGE informou, na última terça-feira (6), que as provas para Agente Censitário Supervisor (ACS) e Recenseador, previstas para os dias 18 e 25 de abril, com a oferta de 204 mil vagas, estão suspensas, sem a estimativa de novas datas. A professora e pesquisadora no Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), Michelle Fernandez, ressalta que o Censo funciona como um “guia” para orientar os gestores de políticas públicas. “Precisamos entender o perfil da população, entender para quem estamos criando políticas públicas e o que essa população está enfrentando. Essas informações temos de forma organizada, no Brasil e no Mundo, através dos Censos Demográficos”. Fernandez explica que o “apagão de dados” pode induzir a erros de implementação de políticas públicas. “Com a suspensão do Censo, não teremos esses dados. Então, ou não vamos realizar essas políticas públicas, porque não saberemos como o problema se apresenta e não poderemos atacá-lo ou solucioná-lo, ou vamos formular e implementar políticas públicas olhando para um perfil populacional equivocado”. Agências estaduais de planejamento apontam que o corte impacta o sistema estatístico nacional, como explica Maurílio de Lima, presidente da Associação das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística (Anipes).“Com os cortes orçamentários drásticos na principal pesquisa do IBGE, observamos um abalo no sistema estatístico nacional. Uma pesquisa como esta, que mostra o retrato fiel do país, não pode ser considerada uma despesa pura e simplesmente. É o futuro do país que está em jogo neste processo”, pontua de Lima.

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Pacientes com covid-19 são tratados no Hospital Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, que precisou fechar duas de três emergências no dia 14 de março ao atingir 300% de ocupação – Silvio Avila/AFP

O ranking Bilionários do Mundo 2021, elaborado anualmente pela revista Forbes, mostrou que 65 brasileiros integram a lista. Em 2020, eram 45. Desse total, dez empresários atuam na área da saúde e conseguiram expandir em 134% sua fortuna enquanto 345 mil pessoas perdiam suas vidas para o coronavírus, no ano da maior crise sanitária da história do país. De acordo com a Forbes, a média da fortuna dos brasileiros da lista saltou de U$$ 2,28 bilhões para U$$ 3,53, bilhões, 54,82%. Porém, se destacado apenas o grupo de bilionários da saúde, esse crescimento explode para 184%, saindo de U$$ 1,64 bilhão para U$$ 3,85 bilhões. O exemplo mais contundente é Jorge Moll Filho, fundador da Rede D’Or São Luiz, que conta com 51 unidades hospitalares próprias em diferentes estados do país. Aos 76 anos, o empresário viu sua fortuna saltar de U$$ 2 bilhões em abril de 2020, início da pandemia, para U$$ 13 bilhões em abril de 2021. Assim, se tornou a terceira pessoa mais rica do Brasil, atrás do banqueiro Jorge Paulo Leman e do investidor Paulo Saverin. Entre os dez mais ricos, três integram o grupo societário da rede de diagnósticos clínicos Dasa. Todos são membros da família Bueno, que controlava a Amil, são eles: Dulce Pugliese de Godoy Bueno, a mulher mais rica do Brasil, com fortuna estimada em U$$ 3,5 bilhões; Camila de Godoy Bueno Grossi, que acumula U$$ 3,3 bilhões; e Pedro Godoy Bueno, com U$$ 3,2 bilhões.

Por conta da alta demanda de testes para Covid-19, o grupo Dasa expandiu o número de laboratórios, viu suas ações saltarem 62,5% em janeiro de 2021 e se tornou a maior rede de medicina diagnóstica da América Latina. Também com três representantes na relação, está o Grupo Hapvida, dono de um terço dos planos de saúde das regiões Norte e Nordeste. Estão na relação da Forbes: Candido Pinheiro Koren Lima, com U$$ 4,4 bilhões; Cândido Koren de Lima Junior, que chegou a U$$ 2,2 bilhões; e Jorge Pinheiro Koren de Lima, que acumula U$$ 2,2 bilhões.

Coletiva à imprensa sobre o programa águas Brasileiras com o presidente Jair Bolsonaro, no palácio do planalto.
Fotos Hugo Barreto/Metrópoles

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), voltou a criticar, neste sábado (10/4), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu autonomia para os estados, municípios e o Distrito Federal decretarem o fechamento de igrejas em meio à pandemia. Segundo o mandatário do país, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que proibiu cultos coletivos, é um “patife”. “Lamento os superpoderes que o STF deu aos estados e aos governadores para fechar, inclusive, igrejas de cultos religiosos. É um absurdo dos absurdos. Está valendo o decreto do governador”, disse o chefe do Executivo em live no Facebook, durante visita a São Sebastião, no Distrito Federal. De acordo com o titular do Palácio do Planalto, é difícil viver em um país em que há lockdown. E afirmou que o Exército brasileiro “nunca irá para a rua forçar o povo a ficar em casa”. Ainda sobre os decretos de Doria, que determinam medidas restritivas, Bolsonaro falou: “Parece que essa patife de São Paulo quer quebrar o estado, quebrar o Brasil, para depois me apontar como responsável”.

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Nova pesquisa aponta que menor preço da gasolina em João Pessoa é R$ 4,60

Pesquisa feita pelo Procon de João Pessoa nessa quarta-feira (7) constatou aumento de nove centavos no menor preço cobrado pela gasolina. Em 24 de março, o valor mais baixo de comercialização do litro era R$ 5,09. Agora, o menor preço praticado na Capital é R$ 5,18. O levantamento foi realizado em 110 postos de combustíveis. Veja o levantamento completo e saiba onde comprar mais barato.

Já em relação ao maior preço do produto, houve foi verificada redução de 10 centavos. De acordo com a pesquisa desta semana, o valor mais alto de comercialização da gasolina é R$ 5,399.

Segundo o Procon-JP, a gasolina tem a menor variação de preços em comparação com outros combustíveis: 4,2%. Já o Gás Natural Veicular (GNV) apresenta a maior: 19,9%. O menor preço do GNV se manteve em R$ 3,269 e, o maior, em R$ 3,919.O menor preço do litro do álcool foi encontrado a R$ 4,09, cerca de três centavos a mais do que o registrado na pesquisa anterior. O maior valor também subiu: no fim de março era R$ 4,599 e, agora, R$ 4,699.Ainda conforme o levantamento, o menor preço do diesel S10 praticado nessa quarta-feira foi R$ 4,08, quase 10 centavos mais alto que o encontrado em 24 de março. O maior continua em R$ 4,599O Procon-JP divulgou que vai continuar monitorando os preços dos combustíveis. De acordo com o secretário Rougger Guerra, as últimas notas fiscais de compra dos produtos pelos postos estão sendo analisadas para evitar cobrança abusiva ao consumidor final;

portalcorreio

salada de macarrão

Nada como um prato de simples preparo que fica delicioso e ainda pode ser usado tanto como entrada ou sobremesa. A receita é fácil de preparar e você vai adorar.

Ingredientes

500g de pene ou outra massa curta colorida
– 500g de frango defumado desfiado
– 300g de iogurte natural
– 3 ramos de hortelã
– 1 limão siciliano (raspas e suco)
– 2 colheres de sopa de Salsinha fresca picada
– 40ml de azeite de oliva extra virgem
– Sal e pimenta do reino preta a gosto

Preparo

Cozinhe a massa em água abundante, fervente e salgada. Escorra um minuto antes do tempo indicado na embalagem. Despeje a massa em uma assadeira grande, regue com o azeite de oliva e misture. Deixe esfriar naturalmente. Para o molho de iogurte, misture bem o iogurte com o azeite, o suco de limão, sal, pimenta do reino e a hortelã picada. Junte o molho a massa já em temperatura ambiente e o frango desfiado. Misture bem e finalizar com a salsinha picada e raspas de limão. Sirva.

Receita cortesia de Barilla.

Cultos em igreja evangélica em Rio Branco durante pandemia — Foto: Arquivo/Ameacre
Tema chegou ao plenário do STF após decisões divergentes dos ministros Kassio Nunes e Gilmar Mendes – Tânia Rêgo / Agência Brasil

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quarta-feira (7) a votação sobre a abertura de templos e realização de cerimônias religiosas presenciais durante a pandemiaO ministro Gilmar Mendes votou pela possibilidade de fechamento de templos na pandemia, para evitar a disseminação do coronavírus. Como seu voto foi muito longo, após sua conclusão, o julgamento foi suspenso e será retomado na quinta-feira (8).  O magistrado também rejeitou o pedido de Augusto Aras, procurador-geral da República, para transferir a relatoria do processo de Mendes ao ministro indicado por Bolsonaro Kassio Nunes Marques. Segundo Mendes, o pedido não tinha “desconsolado requerimento” no regimento do STF.

Contexto

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 811 foi movida pelo Partido Social Democrático (PSD) contra um decreto do governo de São Paulo que proibiu temporariamente, em março de 2021, a realização de cultos e missas presenciais no estado. O julgamento foi a plenário depois de uma decisão liminar do ministro Kassio Nunes, na semana passada, que proibiu prefeitos e governadores de vetarem a realização de cerimônias religiosas. A liminar foi derrubada, na segunda-feira (5), por Gilmar Mendes, que se baseou em uma decisão de 2020 do STF que atribuiu aos estados e municípios a edição de medidas restritivas para prevenir a disseminação do coronavírus.

Foram ouvidas, ao início da sessão, sete entidades interessadas no julgamento. advogado-geral da União (AGU), André Mendonça, e o procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, ambos postulantes a uma vaga no STF, se posicionaram contra o fechamento dos templos com base no argumento da liberdade de crença.

Mendonça afirmou que “não há cristianismo sem a vida comunitária, não há cristianismo, sem a casa de Deus. (…) Que Deus nos abençoe, tenha piedade de nós, e eu começo por mim”. Ele também disse que os cristãos estão “dispostos a morrer pela fé”. Outras organizações religiosas ouvidas afirmaram que, como nem todos os brasileiros têm acesso a atendimento psicológico e psiquiátrico, as igrejas poderiam ajudar a cumprir essa função em momentos de dor e luto.

O Brasil é o epicentro mundial da covid-19, com quase 340 mil mortes confirmadas.

Segundo pastores ouvidos esta semana pelo Brasil de Fatotodo rito litúrgico pode ser feito de forma remota, online, sem nenhum prejuízo à comunhão ou à prática religiosa. A prioridade, segundo os entrevistados, deveria ser a defesa da vida. O Brasil é um Estado laico, conforme diferentes legislações, desde 1890, quando se consolidou a separação entre Estado e Igreja Católica.

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Foto: Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba
A Receita Federal afirmou, nesta terça-feira (6), em documento sobre o projeto de fusão da PIS/Cofins em um único tributo, que os livros podem perder a isenção tributária porque são consumidos pela faixa mais rica da população (acima de 10 salários mínimos).

De acordo com informações da repórter Adriana Fernandes, no Estadão, a ideia é usar a arrecadação a mais para jogar em outras políticas públicas, como ocorre em medicamentos, na área de saúde, e em educação. Tanto o mercado de livros quanto a indústria de papel para a sua impressão são isentos de pagar o PIS e Cofins. A equipe do ministro Paulo Guedes propõe substituir as duas contribuições federais pela CBS, com alíquota de 12%, e acabar com os benefícios fiscais, incluindo o concedido ao mercado editorial.A Receita argumenta que não existem avaliações que indiquem que houve redução do preço dos livros após a concessão da isenção. “Não foi identificada nem correlação entre uma coisa e outra”, diz o texto. O documento acrescenta que dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2019 do IBGE apontam que famílias com renda de até dois salários mínimos não consomem livros não didáticos e a maior parte desses livros é consumido pelas famílias com renda superior a 10 salários mínimos. “Neste sentido, dada a escassez dos recursos públicos, a tributação dos livros permitirá que o dinheiro arrecadado possa ser objetivo de políticas focalizadas, assim como é o caso dos medicamentos, da saúde e da educação no âmbito da CBS”, argumenta a Receita. Essas justificativas não constavam na primeira versão do documento.

Com informações do Estadão

Nega ação apresentada pelo PSD

Pedia aval a cerimônias religiosas

Nunes Marques liberou atividades

O ministro Gilmar Mendes faz gesto com as mãos durante julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal)Marcello Casal Jr/Agência Brasil


05.abr.2021 (segunda-feira) – 14h12
atualizado: 05.abr.2021 (segunda-feira) – 19h05

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu manter em vigor o decreto do governo de São Paulo que suspende a realização de cultos, missas e outros encontros religiosos no Estado. A decisão foi tomada nesta 2ª feira (5.abr.2021), em um processo movido pelo PSD, contra a determinação do governador João Doria. A decisão vale apenas para o território paulista. Leia a íntegra da decisão (221 KB).O partido questionava a validade do decreto paulista, alegando que ele feria a liberdade religiosa, que consta na Constituição. Para Mendes, o cenário de pandemia que o Brasil e o resto do mundo passam é suficiente para justificar a decisão de Doria. Gilmar Mendes afirma, no texto, que “apenas uma postura negacionista autorizaria resposta em sentido afirmativo” pela liberação dos cultos. “[É] Uma ideologia que nega a pandemia que ora assola o país, e que nega um conjunto de precedentes lavrados por este Tribunal durante a crise sanitária que se coloca”, declarou.

O MINISTRO DO STF NUNES MARQUES LIBEROU

No sábado (3.abr), o ministro Nunes Marques autorizou a realização de cultos e missas em todo o país. Na decisão (íntegra da decisão – 224 KB), magistrado determinou que Estados, municípios e o Distrito Federal não podem editar ou exigir o cumprimento de decretos que proíbam “completamente” celebrações religiosas presencias para evitar a disseminação da covid-19.

A decisão de Gilmar Mendes, no momento, se sobrepõe ao que Nunes Marques determinou, ao menos em relação a São Paulo. Por esse motivo, Mendes determinou que o caso seja analisado pelos demais ministros da Corte, com o objetivo de definir um entendimento único para todo o país. Segundo a assessoria da Corte, o presidente do Supremo, Luiz Fux, agendou o julgamento do tema para a próxima 4ª feira (7.abr), a partir das 14h.

processo julgado por Nunes Marques foi movido pela Anajure (Associação Nacional de Juristas Evangélicos) contra um decreto de março de 2020 da cidade de João Monlevade (MG), que suspendeu as atividades religiosas por causa da pandemiaNa decisão, o ministro determinou que as celebrações religiosas sigam protocolos sanitários de prevenção à covid:

  • Limitação de até 25% da capacidade do espaço;
  • Distanciamento social (ocupação de assentos de forma alternada entre fileiras de cadeiras ou bancos)
  • Manter o espaço arejado (com janelas e portas abertas, sempre que possível);
  • Obrigatoriedade do uso de máscaras;
  • Oferecimento de álcool gel nas entradas dos templos;
  • Medição de temperatura.
  • O Poder360
Ministério Público abre investigação preliminar sobre empréstimo ao senador FLávio Bolsonaro
Ministério Público abre investigação preliminar sobre empréstimo ao senador FLávio Bolsonaro.O Ministério Público abriu procedimento preliminar para apurar se houve alguma irregularidade no empréstimo do Banco de Brasília ao senador Flávio Bolsonaro para a compra de uma mansão de quase R$ 6 milhões. A escritura do imóvel, registrada no fim de janeiro, mostra que Flávio Bolsonaro financiou R$ 3,1 milhões, com juros de 3,7% ao ano, em 360 parcelas de mais ou menos R$ 20 mil. De acordo com site do Senado, o salário bruto de Flávio, sem os descontos, é de pouco mais de R$ 33 mil. O Ministério Público quer saber se o empréstimo foi concedido nas condições normais que o banco ofereceria a qualquer pessoa. Nós não tivemos retorno da assessoria do senador Flávio Bolsonaro. O BRB declarou que as operações de crédito seguem padrões e normas bancárias, que as taxas de juros estão disponíveis a todos os clientes conforme análise de risco e que, no caso do financiamento de Flávio Bolsonaro, 87% dos clientes que contrataram empréstimo semelhante tiveram taxas inferiores.

mundo2a

É-me dado todo poder no céu e na terra. Mateus 28.18

Alguma vez você já imaginou como seria bom se você tivesse nascido na época em que Cristo operou a obra relatada nos evangelhos? Já pensou em como teria sido bom você andar lado a lado com o SENHOR enquanto aprendia seus ensinamentos e o observava operar as maravilhas bem diante dos seus olhos? Já se deu conta de como seria extraordinário você ser testemunha dos momentos em que Jesus curava os cegos, multiplicava pães e peixes, limpava o corpo dos leprosos, andava sobre as ondas e realizava tantos e tantos outros milagres grandiosos? E como seria se você estivesse entre os discípulos no exato momento em que Cristo ressuscitou Lázaro?

Teria sido ótimo, não é?

Se você respondeu que sim, então, preciso pedir que reveja seus conceitos porque seu pensamento neste sentido está ligeiramente equivocado. Deixe-me explicar. Acompanhe o meu raciocínio. Eu compreendo que é comum para alguns convertidos pensar desta forma como citado acima; eu mesmo também pensei assim em algum momento quando estava recém convertido, porém, meditando na Palavra me dei conta de que nossa posição em Cristo é muito mais privilegiada do que a daquelas pessoas que puderam ver o Mestre em ação no passado; como está escrito: “…Bem-aventurados os que não viram e creram!” João 20.29

E por quê?

“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço; e as fará maiores porque eu vou para o meu pai.” João 14.12

Quando Jesus veio cumprir sua missão de nos resgatar para Deus, de restabelecer o que se havia perdido, Ele escolheu vir limitado pela condição humana, o Mestre escolheu deixar toda a plenitude, magnitude, magnificência, soberania, majestade e todas as características da divindade única nos céu; como está escrito: “Sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens…” Filipenses 2. 6-7; e foi em tal condição de humanidade que Nosso Senhor realizou todas aquelas maravilhas, também, para nos ensinar e nos salvar ao ressuscitar no terceiro dia. Confesso que também já pensei que ver Cristo operando aqueles milagres seria algo espetacular, entretanto, seria vê-lo operando “limitado” pela humanidade a qual Ele decidiu suportar por nossa causa.

Depois da ressurreição Jesus diz a seguinte frase: “É-me dado todo poder no céu e na terra.” Mateus 28.18; ou seja, a partir daquele momento Ele já havia recuperado toda a plenitude de sua onipotência; não estava mais limitado pela condição de humanidade; Ele havia voltado a ser plenamente Divino. 

Então você pergunta: E o que isso significa pra minha vida?

Como homem Jesus estava limitado, por exemplo, pelo espaço e pelo tempo; ele não poderia estar em vários lugares no mesmo momento, porém nos sabemos que hoje, como Deus, Ele pode fazer isso. Como homem Cristo sentia sono, cansaço, fome, sede e dor, limitações que nos afligem e que são impostas a nós por nossa condição humana; mas como Deus Ele está infinitamente acima de todas estas coisas. A partir do momento em que Jesus declara “É-me dado todo poder no céu e na terra.” uma nova aurora de liberdade e poder nasce sobre a terra; Ele estava comunicando que já não estava mais na condição humana; havia recuperado toda a condição divina (lembre-se que Deus é o único ser divino) todo poderio do universo, e ainda mais, tinha voltado para as mãos de Cristo que inicialmente é o Criador de todas as coisas; já não havia qualquer impossibilidade para Ele, como ainda hoje não há e jamais haverá, “porque para Deus nada é impossível” Lucas 1.37

É-me dado todo poder no céu e na terra. Mateus 28.18

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Lucas 19:40

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes proibiu cultos e missas presenciais no estado de São Paulo. Agora, o plenário da Corte vai ter que solucionar o conflito dessa decisão com a do ministro Nunes Marques, que, no sábado (3), tinha liberado os cultos no Brasil todo. O ministro Gilmar Mendes rejeitou o pedido do Partido Social Democrático (PSD) contra o decreto do governo de São Paulo, que instituiu medidas emergenciais para o enfrentamento da pandemia, entre elas, a proibição de cultos e missas presenciais.

O partido argumentou que a restrição atingiria o direito fundamental à liberdade religiosa e de culto.

O ministro Gilmar Mendes reiterou decisão do plenário da Corte que, sem eximir a responsabilidade do governo federal, garante que estados e municípios podem, sim, fixar medidas restritivas para o enfrentamento da “maior crise epidemiológica dos últimos cem anos”.

E rebateu a tese de que os decretos locais violariam a liberdade de culto: “Quer me parecer que apenas uma postura negacionista autorizaria resposta em sentido afirmativo. Uma ideologia que nega a pandemia que ora assola o país, e que nega um conjunto de precedentes lavrados por este Tribunal durante a crise sanitária que se coloca. O decreto que aqui se impugna não foi emitido ‘no éter’, mas sim no país que, contendo 3% da população mundial, concentra 33% das mortes diárias por Covid-19 no mundo, na data da presente decisão. A restrição temporária de frequentar eventos religiosos públicos traduz ou promove, dissimuladamente, alguma religião? A interdição de templos e edifícios equiparados acarreta coercitiva conversão dos indivíduos para esta ou aquela visão religiosa? Certamente que não”. Gilmar Mendes destacou que, além da escalada do número de mortes, São Paulo vive um colapso no sistema de saúde e que a restrição aos cultos presenciais leva em conta dados técnicos. “Em um cenário tão devastador, é patente reconhecer que as medidas de restrição à realização de cultos coletivos, por mais duras que sejam, são não apenas adequadas, mas necessárias ao objetivo maior de realização da proteção da vida e do sistema de saúde”. A decisão de Gilmar Mendes vai no sentido oposto ao entendimento do colega dele, o ministro Nunes Marques, que, no sábado (3), liberou os cultos e missas presenciais em todo o país, atendendo a um pedido da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure).

Nunes Marques disse que “proibir pura e simplesmente o exercício de qualquer prática religiosa viola a razoabilidade e a proporcionalidade. Antes, é possível a harmonização da liberdade religiosa com medidas preventivas também reconhecidamente eficientes no combate à pandemia como exigência de uso de máscaras, disponibilização de álcool em gel nas entradas dos estabelecimentos, aferição de temperatura, utilização do ambiente respeitando a ventilação adequada sempre que possível com portas ou janelas abertas, bem como a observância de certo distanciamento social”.

Nesta segunda-feira (5), depois da decisão do ministro Gilmar Mendes, o procurador-Geral da República, Augusto Aras, entrou com um pedido no Supremo para que Nunes Marques assuma a relatoria dos dois casos. Gilmar Mendes deixaria a ação do PSD. Aras alegou que há conexão entre as duas ações, o que normalmente leva as ações para um mesmo relator. Mas, técnicos do Supremo ouvidos pelo Jornal Nacional entendem que as ações questionam decretos diferentes e por isso não haveria preferência de Nunes Marques. Diante das decisões conflitantes, agora, caberá ao plenário do Supremo dar a palavra final sobra a liberação ou não dos cultos e missa. O presidente da Corte, ministro Luiz Fux, marcou o julgamento para quarta-feira (7).

"Eu digo a vocês", respondeu ele; "se eles se calarem, as pedras clamarão." -- Lucas 19:40

Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem. Apocalipse 11:6

E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído. Daniel 7:14

E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes? Daniel 4:35

Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão. Marcos 13:31

O ministro Nunes Marques, que, no sábado (3), tinha liberado os cultos no Brasil todo. Gilmar Mendes vai no sentido oposto ao entendimento do colega dele, o ministro Nunes Marques.

 “Se a Constituição Federal é a mesma, por que a divergência de decisões? Nas Igrejas não há aglomeração nem falta de cumprimento das medidas sanitárias, nem baladas, nem drogas, nem bebidas alcoólicas, etc . Na Casa de Deus, os fieis buscam a presença de Jesus e oram por toda a humanidade. Porque só o Supremo Deus tem todo poder no céu e na terra, para acabar com esta e outras doenças que assolam a terra. As autoridades constituídas ao invés de perseguir o povo de Deus, devem se preocupar em investir na nas bisca e providências cabíveis aos que se aglomeram de forma irresponsáveis em baladas, casas de shows e outros locais onde há farras, e só acessar os telejornais. Esses locais sim, precisam terem medidas cautelares mais rigorosas. Outro sim, investir em compra de vacinas para a população, que ao contrário dos demais países está matando as pessoas de forma desordenada. Quando eles(autoridades competentes) poderiam terem se preparado antes, para evitar o caos que se encontra o Brasil.”

 GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES

Telefone para contato: 61 3217 – 4175
Fax: 61 3217-4189
Entrega de Memoriais: memoriaisgilmarmendes@stf.jus.br
Solicitação de audiência: audienciasgilmarmendes@stf.jus.br
(pedidos e respostas somente por e-mail)

 

Gestor: GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES
    Nesta tarde, 04/04/21, na igreja evangélica Assembleia de Deus, o culto foi de benção. Louvores a Deus, agradecimentos pela oportunidade de cultuar a Deus na Sua Casa.
        A pregação da Palavra foi no livro do Profeta Naum  Naum Cap 2. v .1  .
        O Senhor se fez presente e a alegria contagiou o ambiente.
“A Palavra de Deus é lâmpada para os nossos pés e luz para nosso caminho” Salmo: 119:105.
 
   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Direção geral: Pastor presidente Ailton José Alves.
Pastor local: Evangelista Aldeir Lopes.

O texto da Medida Provisória 1.041, de 2021, publicado nesta quarta-feira, 31, no Diário Oficial da União, é uma conquista do movimento municipalista. A MP irá destinar recursos de R$ 2,8 bilhões para o auxílio financeiro da saúde dos Municípios. Do total, R$ 1,6 bilhões vão para alta e média complexidade e o restante para a atenção básica.

Ainda de acordo com o texto da MP, outros recursos serão destinados a outros setores da saúde e terão alcance nacional. Como o investimento em vigilância em saúde, que vai receber mais de R$ 750 milhões e também mais de R$ 88 milhões para a formação e provisão de profissionais para a atenção primária. A conquista vem ao encontro de um pleito da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Destaque para a reunião realizada no Ministério da Saúde (MS), na última terça-feira, 30 de março. Foi criado um Grupo de Trabalho (GT) entre a CNM e a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps), do MS, para debater a necessidade de apoio financeiro para os Municípios.

Há previsão de uma nova reunião nesta quinta-feira, 1, do GT com o Ministério da Saúde para a definição de como se dará o repasse desses recursos já destinados. O GT também deve abordar as pesquisas semanais promovidas pela Confederação para identificar os principais problemas enfrentados pelos Municípios em relação à gestão da pandemia.

Além do Grupo de Trabalho, apenas neste ano, a CNM fez uma série de ações pedindo atenção à saúde dos Municípios, como reuniões do movimento municipalista com o MS, publicação de orientações aos gestores municipais e também cobranças ao Governo Federal.

Leia a íntegra da MP aqui.

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