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Gizelly Bicalho contou que tem que ficar 3 dias sem falar após tirar dentes do siso

                                           Gizelly Bicalho passa por cirurgia e extrai dentes do siso 

Gizelly Bicalho usou as redes sociais nesta quarta-feira, 3, para falar de uma cirurgia que fez. A ex-sister teve que extrair três dentes do siso, que precisam ser tirados há 10 anos.Pelos stories do Instagram ela mostrou como está sendo o pós-operatório: “Muita dor no ex siso inferior direito. Já estou em casa e quietinha. Dói até o ouvido”, disse ela.Depois, a advogada compartilhou uma foto sua deitada na sua cama: “Cara de lua oficial tentando tomar um açaí que parece uma sopa, valeu enrolar 10 anos por momento”.Gizelly ainda comentou que precisa ficar por três dias sem falar: “Não posso falar por 3 dias! Um siso era tipo Gizelly, deu trabalho, eu que lute. Obrigada por todas as mensagens de carinho”, agradeceu.

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou que poderá depor presencialmente, se necessário, no inquérito que apura uma suposta tentativa de intervenção na Polícia Federal, mas disse acreditar que a investigação será arquivada.

Bolsonaro no Palácio do Planalto
 29/4/2020 REUTERS/Ueslei Marcelino
                                                 Bolsonaro no Palácio do Planalto 29/4/2020 REUTERS/Ueslei Marcelino

“Eu acho que esse inquérito que está na mão do senhor Celso de Mello (ministro do Supremo Tribunal Federal) vai ser arquivado. A PF vai me ouvir, estão decidindo se vai ser presencial ou por escrito, para mim tanto faz”, disse. “O cara, por escrito, eu sei que ele tem segurança enorme na resposta porque não vai titubear. Ao vivo pode titubear, mas eu não estou preocupado com isso. Posso conversar presencialmente com a Polícia Federal, sem problema nenhum.” Na semana passada, a PF informou ao STF que considera necessário que o presidente seja ouvido, de preferência presencialmente. A Procuradoria-Geral da República concordou com o pedido, mas o depoimento não foi ainda marcado nem o formato, definido.

Ao conversar com jornalistas na entrada do Palácio da Alvorada, na noite de terça-feira, Bolsonaro disse ainda que poderá recriar o Ministério da Segurança Pública, existente no governo de Michel Temer e desfeito em seu governo.

“Existe a possibilidade. A tal da bancada de segurança tem essa intenção. Talvez eu converse com o Capitão Augusto (deputado) essa semana. Se a gente decidir voltar, eu vou dar o nome do ministro antes de começar a tramitar o projeto para a gente evitar especulações. Tem que ser alguém que entenda o assunto, realmente, para ser ministro da Segurança Pública”, disse. Essa possibilidade foi aventada durante o mandato de Sergio Moro no ministério, mas o ex-juiz resistia à ideia. Com sua saída, voltou a ser discutida, mas a mudança precisa ser feita por projeto de lei. Questionado se o ex-deputado Alberto Fraga, seu amigo, poderia ser o nome para o ministério, Bolsonaro admitiu que sim, mas que não há definição. O nome já foi cogitado outras vezes. “Olha, eu sou amigo do Fraga desde 1982. Tenho que conversar com ele, porque vai estar abaixo dele a PRF, a PF. Não vou dizer que seja ele nem que não seja. Ele está livre de todos os problemas que teve. É um grande articulador. Ele é cotado, mas nada de bater o martelo”, afirmou. Fraga era acusado de ter recebido propinas quando foi secretário de Transportes no Distrito Federal. Em março deste ano, foi absolvido em segunda instância pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Camila Queiroz caracterizada como Angel, protagonista de Verdades Secretas (Foto: Reprodução/Instagram)

Camila Queiroz caracterizada como Angel, protagonista de Verdades Secretas

Verdades Secretas, sucesso produzido pela TV Globo em 2015 e protagonizado pela atriz Camila Queiroz, vai ganhar uma continuidade e o autor Walcyr Carrasco foi questionado sobre o projeto durante uma live com a jornalista Lilian Pacce. “A gravação deve ser 2021, mas é uma decisão da empresa. A princípio, seria para o ano que vem, com lançamento primeiro na Globoplay e, depois, na TV aberta”, afirma o escritor, reiterando que a pandemia do coronavírus pode alterar as datas. Ao falar sobre as mudanças que podem acontecer na teledramaturgia em decorrência da Covid-19, Walcyr pondera: “Não sei como será essa volta. Em novelas, contamos histórias de amor. Como ficará? Menos beijos, beijo programado? Vamos ver…”De acordo com o autor, a realidade vivenciada pelo país é tão séria que a sua preocupação atualmente não é a maneira como contar romances na TV. “Cena de beijo é o de menos diante de tanto surto e falta de recursos”, afirma. “Vamos aguardar e torcer para essa quarentena chegar logo ao fim, mas nada de fim antecipado. Vamos respeitar as medidas.”

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Bárbara Evans publica fotos inéditas de seu casamento com Gustavo Theodoro

Bárbara Evans publica fotos inéditas de seu casamento – Reprodução/Instagram

Bárbara Evans compartilhou algumas fotos inéditas de seu casamento com Gustavo Theodoro.

Nesta terça-feira, 02, em seu perfil no Instagram, a modelo publicou cliques ao lado do marido. “Sr. e Sra Almeida Theodoro”, escreveu ela na legenda.A cerimônia aconteceu no interior de São Paulo, e foi transmitida por uma live. Por conta da quarentena, não teve convidados, nem os próprios pais e familiares estavam presentes. A gata aproveitou para se declarar para o marido em uma postagem feita recentemente. “‘Deus cuida dos seus sonhos, assim como cuida de você’ Ahhhh os nossos sonhos…eles podem até ser adiados ou adormecidos, mas nunca esquecidos, são eles que nos dão a fé e a esperança que dias melhores virão! Eu creio. Adiamos o nosso casamento religioso e festa para o ano que vem, mas, oficialmente demos início ao nosso matrimônio, ao nosso amor e à nossa família! Te amo muito marido! (OMG eu escrevi marido..sim, marido!!!)”, disse.

Crédito: Reprodução YouTube

Auxílio emergencial (Crédito: Reprodução YouTube)

Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) alerta para o risco de 8,1 milhões de brasileiros terem recebido indevidamente o auxílio emergencial de R$ 600, pago a trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores e desempregados que ficaram sem renda durante a pandemia do novo coronavírus. Por outro lado, 2,3 milhões de cidadãos que estão no Cadastro Único de programas sociais podem ter sido excluídos mesmo fazendo jus ao benefício.

Os dados fazem parte de um relatório de acompanhamento do auxílio emergencial obtido pelo Estadão/Broadcast. O relator da fiscalização é o ministro Bruno Dantas. O parecer, que deve ser apreciado hoje pelo plenário da Corte de Contas, faz uma série de recomendações ao governo federal para aprimorar a gestão do programa e evitar o pagamento irregular de benefícios.

Os técnicos do TCU usaram dados de 2019 da Pnad Contínua, pesquisa realizada pelo IBGE e que traz informações detalhadas sobre emprego, renda e composição domiciliar, para estimar quantos brasileiros seriam elegíveis aos R$ 600 do auxílio emergencial. Com base nisso, eles compararam com os dados divulgados pelo governo federal sobre o pagamento da primeira parcela, em abril. O Estadão já mostrou que brasileiros vivendo no exterior estão recebendo o auxílio emergencial. Jovens militares das Forças Armadas, dependentes de famílias beneficiárias de programas sociais também foram contemplados.

Pelas contas dos auditores, 21,2 milhões de cidadãos deveriam obter a ajuda por meio do aplicativo ou site da Caixa Econômica Federal. No entanto, o número de concessões foi bem maior, de 29,3 milhões. Por outro lado, o TCU previa 13,1 milhões de cadastrados no CadÚnico fora do Bolsa Família como beneficiários, mas o número efetivo foi de 10,8 milhões. Os números projetados e efetivados sobre os beneficiários do Bolsa Família foram bastante semelhantes. No saldo final, a diferença pode gerar um pagamento indevido de R$ 3,6 bilhões ao mês, alertou a Corte. Ainda de acordo com o relatório, há também divergências entre a quantidade de benefícios pagos em dobro a mulheres chefes de família (9,4 milhões) e a projeção do TCU para o número de mães nessa condição (3 milhões), sempre considerando os dados da Pnad Contínua.

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O Ministério Público Federal determinou, nesta terça-feira, 2, a abertura de um inquérito civil público para apurar a baixa aplicação de dinheiro público, por parte do governo de Jair Bolsonaro, no combate à pandemia do novo coronavírus. Segundo informações prévias obtidas pelos procuradores, do montante de R$ 11,74 bilhões disponibilizados para execução direta, pelo Ministério da Saúde, somente R$ 2,59 bilhões haviam sido empenhados e apenas R$ 804,68 milhões foram efetivamente pagos até 27 de maio. Isso significa que, até a data verificada pelo MPF, apenas 6,8% dos recursos disponíveis haviam sido gastos.

Os procuradores destacam, na ação, que os repasses aos estados e municípios foram drasticamente reduzidos a partir da segunda quinzena de abril. A instauração do inquérito foi motivada pelo recebimento de uma representação com informações de um estudo elaborado por meio de dados contidos em páginas oficiais do Ministério da Saúde. De acordo com o MPF, o estudo evidencia uma possível ineficiência da União para enfrentar os desdobramentos da covid-19 na área da saúde em, ao menos, três aspectos: pouca utilização dos recursos previstos para despesas – especialmente nos de aplicação direta pelo Ministério da Saúde-, demora na liberação de recursos aos demais entes federativos e pequena participação da União no custeio da saúde, em relação ao financiamento total assumido pelos entes federativos.

Em relação ao montante previsto para transferências para estados e municípios, “além da execução tímida”, foi verificada uma redução dos repasses a partir do dia 13 de abril. “É fato notório que o número de casos confirmados de Covid-19 continua em ascensão, destacando-se o Brasil em relação aos demais países do mundo pelo alto número de casos por habitante, de forma que se esperaria a utilização dos recursos disponíveis para seu enfrentamento de imediato”, diz trecho da ação.

O inquérito vai averiguar as razões pelas quais a União não vem utilizando as verbas orçamentárias disponíveis para o enfrentamento da pandemia, assim como os motivos pelos quais os repasses a estados e municípios têm sofrido retenção. O MPF solicitou ainda informações ao Ministério da Saúde, ao Conselho Nacional de Saúde, ao Conselho Nacional dos Secretários da Fazenda, à Frente Nacional de Prefeitos e à Confederação Nacional de Municípios para contar com documentos que possam subsidiar o inquérito. Os órgãos têm 10 dias para prestarem informações, a partir do recebimento dos ofícios.

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O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, fez um post no Twitter nesta terça-feira (2) afirmando que “ninguém sério” nos Estados Unidos questiona o poder da Suprema Corte. O post acontece no momento que o órgão correspondente no Brasil, o STF (Supremo Tribunal Federal), é alvo de críticas por parte do presidente Jair Bolsonaro e de seus apoiadores. “Nos EUA, país que serve de modelo a muitos, casos como Marbury v. Madison, 1803; Brown v. Board of Education, 1954; e US v. Nixon, 1974, estabeleceram o princípio da supremacia da Constituição e a Suprema Corte como intérprete. Ninguém sério questiona o poder dela de dar a palavra final”, diz o ex-juiz.

Nos EUA,país que serve de modelo a muitos,casos como Marbury v. Madison,1803;Brown v. Board of Education,1954;e US v. Nixon,1974,estabeleceram o princípio da supremacia da Constituição e a Suprema Corte como intérprete. Ninguém sério questiona o poder dela de dar a palavra final.

As críticas de apoiadores do presidente se intensificaram nos últimos meses. A decisão de que estados e municípios têm soberania para decretar medidas de isolamento no combate à pandemia de covid-19 e o veto à nomeação do delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal contrariaram o presidente Bolsonaro. Ramagem ocuparia o cargo de Maurício Valeixo, cuja demissão foi o estopim para a saída de Moro do governo. Depois disso, a Corte ainda autorizou na semana passada uma operação da Polícia Federal de busca e apreensões em endereços de aliados do presidente, dentro do inquérito que tramita no STF e apura a produção de informações falsas contra os órgãos do Judiciário.  Bolsonaro respondeu com críticas fortes à operação e afirmou que não haveria outro dia como aquele. “Acabou”, afirmou Bolsonaro.

Posts

Moro tem feito quase todos os dias comentários sobre temas de repercussão nacional e que envolvem o governo. Na segunda-feira (1º), ele respodeu a críticas do presidente Jair Bolsonaro em relação à postura do ex-ministro sobre a possibilidade de prisão de pessoas que furassem as quarentenas e também quanto à flexibilização das regras para posse e porte de armas.

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, que costuma desferir ofensas contra qualquer um que não apoie o governo Jair Bolsonaro, engrossou o coral da vitimização do Palácio do Planalto e afirmou que ele e sua família têm recebido ameaças de morte e ofensas.

Ministro da Educação Abraham Weintraub 

Julinho Bittencourt, Revista Fórum – O ministro da Educação, Abraham Weintraub, um dos mais notórios provocadores do governo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ), costuma ofender de estudantes a chineses. Desta vez, no entanto, ele resolveu entrar no coral da vitimização do Palácio do Planalto. O ministro afirmou numa sequência, em sua conta do Twitter, nesta terça-feira (2), que ele e sua família têm recebido ameaças de morte e ofensas.

Weintraub diz ainda que ele, sua esposa e filhos tiveram seus celulares e dados pessoais violados: “Na madrugada anterior, objetos foram atirados em nossa sala e mais ameaças (filmado e B.O.). Vejam o grupo que nos ataca”.

De acordo com Weintraub, “isso tem se repetindo pelo Brasil. Muitas famílias patriotas estão sendo ameaçadas. Nossos lares não estão mais seguros. Querem nos calar”.

brasil247

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), realizou na última sexta-feira, 29/05. por meio do Projeto Gestão Cidadã, financiado pela União Europeia, reuniões por videoconferência com as controladorias das cidades de Carnaíba e Caruaru, a fim de analisar e propor aperfeiçoamentos para o portal da transparência de ambos municípios. Com isso, encerram-se as reuniões que a entidade vem promovendo há 15 dias, junto aos 16 municípios que fazem parte da área de atuação do Gestão Cidadã.

A ideia é alertar os municípios a respeito das novas exigências do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), através das Resoluções TC N°74, de 4 de março de 2020 e TC N°68, de 11 de dezembro de 2019, e da Lei de Acesso à Informação (LAI). Os técnicos na Amupe enviam à controladoria uma análise de cada portal antes de cada encontro.

Para a secretária executiva da controladoria de Caruaru, Andréa Ribeiro, “outros pontos de vista acerca da nossa ferramenta de transparência são bastante válidos. Às vezes a gente analisa e conclui que atende às expectativas, quando outros técnicos elaboram outro tipo de monitoramento, acham situações que carecem de aperfeiçoamento. Agradeço muito a Amupe, pelo Projeto Gestão Cidadã, a ajudar Caruaru na disposição de informações para a população”, completou.

A reunião com Carnaíba foi com o chefe de gabinete Renan Walisson e com a controladora Osvalda Gonçalves. Para Renan “o caráter educativo do Projeto Gestão Cidadã fortalece o controle social e nosso município, oferecendo um serviço de qualidade ao cidadão de Carnaíba”, frisou. Já Osvalda destacou a importância que a gestão municipal dá ao tema transparência, segundo ela “o prefeito Anchieta Patriota preza diariamente pela manutenção da transparência no nosso município. E o apoio do Projeto Gestão Cidadã, mesmo em tempos de pandemia, é fundamental para a participação popular na gestão”, enfatizou.

Para o presidente da Amupe, José Patriota, que também é prefeito de Afogados da Ingazeira, “o Gestão Cidadã, há 3 anos e meio vem promovendo a participação social e transparência em 16 municípios pernambucanos. Essas ações, mesmo em tempos de pandemia, mostram que a Amupe se preocupa em fortalecer as gestões no que diz respeito a transparência e com isso contribuir para um controle social sólido no Estado de Pernambuco”, concluiu.

A reunião aconteceu com os municípios de Águas Belas, Bezerros, Caruaru, Cumaru, Cupira, Gravatá, Machados, Quipapá, Surubim e Toritama, no Agreste; Calumbi, Carnaíba, Flores, Santa Cruz da Baixa Verde, Solidão e Tabira, no Sertão. Para ficar sempre por dentro de ações como essas, acesse gestaocidada.amupe.org

A matéria “TCU responde parlamentares e diz que aumento da tarifa da Celpe é válido” gerou grande indignação no deputado federal Eduardo da Fonte (PP), nos deputados estaduais Fabíola Cabral (PP), Clovis Paiva (PP), Erick Lessa (PP), Fabrizio Ferraz (PP), e no vereador do Recife Chico Kiko (PP), autores da ação popular contra a Celpe para a suspender o reajuste médio de 5,16% na conta de luz.

Os parlamentares esclarecem que o período tarifário destacado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e citado na reportagem refere-se ao ano de 2019, enquanto o questionamento feito na ação popular é referente a 2020, ano em que a Celpe fez uma compensação tributária indevida que prejudicou os consumidores do Estado de Pernambuco e onerou ainda mais a conta de luz. A companhia usa o TCU de forma irregular para responder à questão e tentar confundir os consumidores.

O processo segue tramitando na Justiça Federal de Pernambuco. Os parlamentares também irão acionar o Ministério Público Federal e o TCU a respeito do reajuste tarifário de 2020

(foto: Marcos Oliveira/Agencia Senado)

A negociação de cargos entre o presidente Jair Bolsonaro e o Centrão gerou mais um fruto e, nesta segunda-feira (18/5), a legenda premiada da vez foi o PL. Assessor do partido na Câmara, Garigham Amarante Pinto foi nomeado para a Diretoria de Ações Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Neste mês, essa é a terceira indicação política aceita pelo chefe do Palácio do Planalto em troca de apoio no parlamento a seu governo.

Indicado pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, Garigham é advogado de formação. Desde o início do toma lá dá cá no governo Bolsonaro, o FNDE passou a ser um dos espaços da administração federal mais cobiçados pelo Centrão. Responsável pela execução de políticas educacionais do Ministério da Educação, o órgão tem um orçamento de R$ 54 bilhões para este ano.

Ainda está em discussão a entrega da presidência do FNDE a alguma das siglas de centro. O partido favorito para tomar o controle do fundo é o PP, presidido pelo senador Ciro Nogueira (PI), que já conseguiu emplacar no governo federal o nome de Fernando Marcondes de Araújo Leão para comandar o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). Como reflexo da negociação, recentemente, Bolsonaro escolheu o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) para exercer a função de vice-líder do governo na Câmara.

Nomeação

Prezados amigos, o assunto que hoje se sobrepõe a tudo é o coronavírus. Parece que todo o mundo está sofrendo com a “febre do corona”. “Corona” é um termo latino derivado do grego, e significa “coroa da vitória”, ou simplesmente “coroa”. Existem inúmeros comentários, discussões, entrevistas com especialistas e políticos ou mesas redondas envolvendo o “corona”; todavia, acima de tudo isso está Deus e a sua Palavra. O que me faz lembrar a seguinte afirmação do Senhor: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Apocalipse 3.20).

Esses acontecimentos de nosso tempo não seriam um “bater” do Senhor na porta do mundo, ou até na porta de nosso coração? O que a Bíblia tem para nos dizer é o mais importante. Ela aborda cada aspecto da nossa vida e sempre nos conduz à verdade. Por isso, pretendo analisar três pensamentos extraídos da Escritura Sagrada para trazer luz à atual crise do coronavírus.

Em primeiro lugar, vemos o desamparo das pessoas. O homem, que imagina dominar a tudo, agora se vê dominado e é jogado de um lado para o outro pelos acontecimentos. Países se isolam, os estoques dos supermercados são esvaziados e o álcool gel se esgota. A população mundial reage com medo diante do coronavírus. Ao mesmo tempo, nessa situação mostra-se mais uma vez a falta de escrúpulos das pessoas. Em alguns estabelecimentos, os artigos para prevenção são vendidos a preços exorbitantes. Aproveita-se a dificuldade para obter vantagem pessoal. Há pouco tempo li uma frase correspondente a isso: “Somente quando a ganância humana for derrotada, todos os outros problemas serão derrotados”.

A histeria crescente que se manifesta em vários lugares mostra o desamparo da nossa sociedade.

É justificável que haja medo, e que as autoridades tomem atitudes preventivas para o amparo da população. Os responsáveis estão tratando a situação adequadamente. Há um grande esforço por parte deles e nós deveríamos fazer o possível para facilitar ao máximo seu trabalho – para o bem de todos e para evitar consequências piores. No entanto, a histeria crescente que se manifesta em vários lugares também mostra o desamparo da nossa sociedade.

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Em uma reportagem recente ouvi que há três situações que transformam o modo como uma sociedade pensa: guerras, revoluções e epidemias. O curioso é que cada uma dessas foge ao controle de qualquer pessoa ou grupo. Ninguém consegue controlar os efeitos de uma guerra, ou os rumos de uma revolução ou mesmo as reações a uma epidemia. Um exemplo foi o efeito nos EUA sobre o papel da mulher na família e sociedade após a Segunda Guerra. Tendo assumido um papel mais protagonista durante a guerra, enquanto os homens estavam combatendo, a sociedade norte-americana teve de lidar com as consequências desta mudança inesperada no pós-guerra. Parece também seguro afirmar que estas crises não mudam uma sociedade por si, são apenas contextos em que mudanças são aceleradas. Oportunidade (boas ou más) são descobertas. Crises apenas revelam e possibilitam mudanças que nosso coração já vinha desejando. Assim como Jesus afirmou que “a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12.34), crises trazem à tona o que já estava no coração. Nesta pandemia vejo gente se dedicando mais e mais a estudar a Palavra, assim como tenho visto alguns gastarem mais tempo diante da TV e dos celulares. Tenho visto alguns buscarem maneiras de servir ao próximo enquanto outros estão mais preocupados com seu entretenimento. Uma pergunta que cabe aqui é: qual tem sido a sua busca? Como você tem usado sua rotina alterada? Certamente temos mudado durante esta pandemia. O mundo como o conhecemos não será o mesmo após ela. Tenho ouvido pastores e líderes de igrejas ansiosos para que “tudo volte ao normal”. Temo por eles, pois não creio que o novo normal será igual ao antigo normal. Nossas igrejas estão descobrindo, com maior ou menor eficácia, maneiras diferentes de conviver. Algumas igrejas não têm se preocupado em manter contato com os membros enquanto outras inundam a internet com “lives”, encontros e eventos virtuais. A pergunta também cabe neste caso: como sua igreja tem reagido ao novo contexto?

Nossas formas são desafiadas numa nova realidade, não nossa essência. Jesus deixa claro que nossa essência é amar a Deus e ao próximo.

Minha grande pergunta não é se a pandemia passará (mesmo as previsões mais pessimistas reconhecem que esta pandemia passará, ainda que deixe um trágico rastro em vidas perdidas e economias abaladas), minha curiosidade é como sermos igreja, como cumprirmos nosso chamado em uma nova realidade. Isso nos traz ao tema de forma e essência. Aquilo que realmente importa e que somos chamados a fazer e ser é a essência; o modo como fazemos é a forma. Essência, no entanto, precisa de forma para poder existir. Se eu amo minha esposa (essência), mas não expresso meu amor (forma), este é irrelevante ou até duvidoso. Já formas sobrevivem muito tempo após perderem sua essência. Toda vez que você ouvir, em uma igreja, empresa ou família, a frase “Nós sempre fizemos assim” como defesa de uma posição, desconfie que esta forma já perdeu sua essência e precisa ser abandonada ou reinventada. Nossas formas são desafiadas numa nova realidade, não nossa essência.

Jesus deixa claro que nossa essência é amar a Deus e ao próximo (Marcos 12.28-34). Esta é nossa essência como cristãos. Nossa rotina anterior não é nossa essência. Nossa essência podia ser expressa e ajudada (ou atrapalhada) por nossa rotina, mas nossa essência é algo muito mais profundo e consequentemente impermeável às mudanças como guerras, revoluções ou pandemias. Como seres humanos, somos muito apegados à nossa forma de viver. É comum que formas que antes promoviam nossa essência tenham perdido sua relevância com o tempo. Desta forma, um período de crise como esta pandemia é um excelente momento para avaliarmos de que maneira temos vivido e expresso nossa essência.

Deixe-me propor um exercício pessoal, de família ou mesmo como igreja: avalie nestes próximos dias o que realmente faz falta em termos de vivermos nossa essência como cristãos. Com certeza encontraremos coisas que gostamos, que nos fazem falta, mas não colaboravam com nosso chamado de amar a Deus e ao próximo. Algumas formas talvez até atrapalhassem. Não sabemos o que a realidade pós-pandemia nos trará, mas faça a si mesmo a seguinte pergunta: de que forma posso melhor expressar meu amor a Deus e ao próximo neste momento? E, ao encararmos a realidade que virá, faça a mesma pergunta. Tenho certeza de que vamos encontrar formas das quais desapegar e outras a desenvolvermos. Com isso este período de provação nos deixará mais íntegros e, pela graça de Deus, mais próximos dele.

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“Jesus não quer ver ninguém mascarado, Deus não se agrada de medrosos”, dizia um dos manifestantes no ato que reuniu centenas de pessoas aglomeradas e sem proteção; assista

O negacionismo do coronavírus colocou grupos de evangélicos em risco neste domingo (31), entre as cidades de Santa Helena e Turilândia. Moradores dos dois municípios, que são vizinhos, se reuniram para um ato “contra o coronavírus”.A manifestação reuniu centenas e houve forte aglomeração, com pouquíssima proteção. Os manifestantes, inclusive, fizeram um ato simbólico de queimar máscaras“Jesus não quer ver ninguém mascarado, Deus não se agrada de medrosos”, disse um dos manifestantes segundo reportagem do G1.O uso de máscaras é obrigatório no Maranhão que, de acordo com dados do Ministério da Saúde, já havia registrado até a noite de domingo (31) 34.639 casos confirmados de Covid-19 e 955 mortes em decorrência da doença.

Assista a vídeos da manifestação.

                                                   

                     

Atriz reproduziu vídeo que virou meme na internet

Isis Valverde divertiu fãs após se render ao Tik Tok. Ela reproduziu uma gravação que viralizou na internet. No aplicativo de mídia que cria e compartilha vídeos curtos, a atriz imitou uma garotinha que é provocada pelo irmão que mexe em seu cabelo. Irritada, ela diz para o jovem: “Tira a mão do meu cabelo que foi ele lavado semana passada”
Bolsonaro já usou emendas em negociações

Bolsonaro já usou emendas em negociações

Leonardo Sá/Agência Senado

Tradicional moeda de troca, as emendas parlamentares continuam tendo importância no jogo político, especialmente em anos eleitorais. Ainda que parlamentares tenham saído fortalecidos em recentes mudanças de regras, as emendas ainda são utilizadas como instrumento de barganha por presidentes. Na cadeia das emendas parlamentares estão, além dos deputados e senadores, o governo federal que executa a alocação dos recursos e os municípios e Estados, destinatários do dinheiro que se transforma em investimentos locais e, eventualmente, palanque eleitora Mesmo o presidente Jair Bolsonaro, que se elegeu com um discurso contra a “velha política”, se utilizou das emendas parlamentares em negociações. Só na semana da votação da reforma da Previdência, por exemplo, Bolsonaro liberou R$ 1,13 bilhão em emendas publicadas em edições extraordinárias do Diário Oficial da União. Ao longo de 2019, primeiro ano de mandato, Bolsonaro desembolsou R$ 5,7 bilhões em emendas parlamentares, valor recorde em comparação aos presidentes anteriores.

Para o Orçamento de 2020, cada um dos 513 deputados e 81 senadores pôde propor até R$ 15,9 milhões em emendas individuais.

O que é e como funciona uma emenda parlamentar?

Emendas parlamentares são recursos do Orçamento público cuja alocação é indicada por deputados estaduais, deputados federais e senadores. Recebem esse nome porque são realizadas por meio de emendas ao projeto de Orçamento estadual ou federal, que é votado anualmente pelos parlamentares para o ano seguinte.

Como prevê a Constituição Federal, é função dos congressistas legislar sobre diretrizes orçamentárias e o Orçamento anual. Em outras palavras, no âmbito federal, são os deputados e senadores que deve indicar, analisando a proposta do poder Executivo, como a União deve gastar os recursos públicos. No âmbito estadual, a mesma tarefa cabe aos deputados estaduais. A alocação dos recursos é definida por meio de uma lei aprovada pelo Legislativo, que ao longo de sua tramitação é “emendada” pelos parlamentares. Cada político costuma direcionar dinheiro às cidades ou regiões de interesse, onde são suas bases eleitorais.

Em tese, as emendas parlamentares visam a uma melhor distribuição dos recursos públicos, já que os legisladores estão mais próximos que o Executivo de seus redutos e conhecem melhor as necessidades específicas de cada região.

Quais são os tipos de emendas parlamentares?

No caso dos recursos federais, existem quatro tipos de emendas feitas ao Orçamento:

Emenda individual: de autoria de cada deputado ou senador

Emenda de bancada: coletiva, de autoria de bancadas estaduais ou regionais

Emenda de comissão: coletiva, apresentada por comissões técnicas da Câmara e do Senado

Emenda da relatoria: indicada diretamente pelo relator do projeto

O que é a emenda impositiva?

Dos quatro tipos de emenda, dois são de execução obrigatória pelo poder Executivo: as individuais e as de bancada. Dessa forma, são chamadas de “emendas impositivas”.

As emendas individuais se tornaram de execução obrigatória em 2015, depois da aprovação de uma PEC no Congresso. Até então, o governo não era obrigado a executar as emendas, e seu pagamento era utilizado como moeda de negociação com os parlamentares. Em junho de 2019, o Congresso voltou a aprovar uma nova PEC, desta vez tornando obrigatória a execução das emendas de bancada.

Na prática, os parlamentares se fortaleceram, já que garantiram maior controle do Orçamento e têm uma cota mínima de emendas a ser executada anualmente. Por outro lado, ficou menor o poder de barganha do governo federal, embora ainda possa determinar o ritmo de liberação dos recursos das emendas ao longo do ano.

A lei impõe limites ao valor total das emendas impositivas na mão dos congressistas. De acordo com o artigo 165 da Constituição, as emendas individuais “serão aprovadas no limite de 1,2% da receita corrente líquida prevista no projeto encaminhado pelo Poder Executivo”. O texto determina que metade desse valor seja destinado a ações e serviços na área da saúde. Já as emendas de bancada podem alcançar até 1% da receita corrente líquida.

A discussão do Orçamento impositivo gerou uma crise entre o Congresso e o presidente Bolsonaro no início do ano, quando os parlamentares aprovaram um texto que, na prática, tornava obrigatória a execução das emendas de comissão e da relatoria. Em meio ao impasse, uma fala do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, vazou em uma transmissão, gerando fortes reações. O general acusou deputados e senadores de “chantagem”: “Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Fodam-se”.

Depois de semanas de negociação, o Congresso recuou e ficou com o controle de cerca de metade do valor previsto inicialmente.

As emendas podem influenciar as eleições municipais 2020?

O envio de emendas a suas bases é um importante instrumento político para deputados e senadores que, em ano de eleições municipais, podem beneficiar prefeitos aliados com recursos importantes em um contexto de crise. O dinheiro, que pode ser convertido em obras ou aquisições, se transforma em visibilidade para ambas as partes e pode gerar vantagens eleitorais.

” Boadas é bem vendida”

Somos cidadãs, cidadãos, empresas, organizações e instituições brasileiras e fazemos parte da maioria que defende a vida, a liberdade e a democracia.]

Somos a maioria e exigimos que nossos representantes e lideranças políticas exerçam com afinco e dignidade seu papel diante da devastadora crise sanitária, política e econômica que atravessa o país.

Somos a maioria de brasileiras e brasileiros que apoia a independência dos poderes da República e clamamos que lideranças partidárias, prefeitos, governadores, vereadores, deputados, senadores, procuradores e juízes assumam a responsabilidade de unir a pátria e resgatar nossa identidade como nação.

Somos mais de dois terços da população do Brasil e invocamos que partidos, seus líderes e candidatos agora deixem de lado projetos individuais de poder em favor de um projeto comum de país.

Somos muitos, estamos juntos, e formamos uma frente ampla e diversa, suprapartidária, que valoriza a política e trabalha para que a sociedade responda de maneira mais madura, consciente e eficaz aos crimes e desmandos de qualquer governo.

Como aconteceu no movimento Diretas Já, é hora de deixar de lado velhas disputas em busca do bem comum. Esquerda, centro e direita unidos para defender a lei, a ordem, a política, a ética, as famílias, o voto, a ciência, a verdade, o respeito e a valorização da diversidade, a liberdade de imprensa, a importância da arte, a preservação do meio ambiente e a responsabilidade na economia.

Defendemos uma administração pública reverente à Constituição, audaz no combate à corrupção e à desigualdade, verdadeiramente comprometida com a educação, a segurança e a saúde da população. Defendemos um país mais desenvolvido, mais feliz e mais justo.

Temos ideias e opiniões diferentes, mas comungamos dos mesmos princípios éticos e democráticos. Queremos combater o ódio e a apatia com afeto, informação, união e esperança.

Vamos #JUNTOS sonhar e fazer um Brasil que nos traga de volta a alegria e o orgulho de ser brasileiro.

movimentoestamosjuntos.org

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, na quinta-feira, com seu Governo.

RESUMO

Procuramos neste trabalho mostrar o que levou o Japão a participação da II Guerra Mundial, sua aliança com a Alemanha e a Itália e sua rendição em 15 agosto de 1945. Iremos abordar também como se encontra hoje, esse país passados 70 anos do ataque nuclear que devastou as cidades de Hiroshima e Nagasaki. Nosso objetivo neste trabalho é mostrar um assunto que poucos conhecem o de como o país se reergueu após a II Guerra Mundial e se tornou a terceira potência econômica mundial. Nosso trabalho utilizou-se de pesquisa em livros, revistas e internet.

Destacaremos os principais fatores econômicos e as opções feitas pela nação japonesa, que ao serem implementadas, possibilitaram a recuperação sócio econômica do Japão. Comentaremos como esta nação em tão pouco tempo conseguiu se reerguer em meio a tantas tragédias e tornar-se a terceira maior potência econômica mundial. 

Este vídeo serve para motivar inúmeras nações com sua força , coragem no desenvolvimento social.

Vejam a diferencia.

Maia diz que diálogo ‘resolve’ e pede que Bolsonaro ‘comande de forma mais harmoniosa’

Presidente da câmara dos deputados Federal Rodrigo Maia

 

Maia diz que diálogo ‘resolve’ e pede que Bolsonaro ‘comande de forma mais harmoniosa’ O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou neste sábado (30) que o presidente Jair Bolsonaro desorganiza e gera insegurança ao adotar uma postura de enfrentamento aos demais Poderes da República.  Maia participou de uma transmissão pela internet organizada pelo professor de Direito Fernando Passos.

“Você não é presidente apenas do que o elegeram, você é presidente de todos os brasileiros. E como o presidente foi eleito com muita força como a base inicial dele foi muito ideológico, de extrema direita nas redes sociais, ele se sente mais comprometido com eles. E quando vem um conflito ele acaba atacando mais na linha do que fazia antes. Só que como presidente do Brasil, cada vez que ele vai pro enfrentamento, ele desorganiza e gera insegurança. Quando conversa pessoalmente com ele a conversa é muito boa, o diálogo é muito positivo, mas na hora que ele vai para entrevista ele acaba gerando essa insegurança. O ideal, principalmente nesse momento de pandemia, é que a gente conseguisse ter mais harmonia e menos conflito. Eu acho que esse tem que ser o nosso permanente desafio e tentativa no diálogo com todos os poderes. Nós estamos conversando com todos, com o Supremo, com o governo, com os ministros. Agora mesmo vou ter uma reunião com a equipe econômica. O diálogo é que resolve e o presidente tem que entender que ele é o chefe do poder que comanda, que executa. Então, a gente precisa que ele comande de forma mais harmoniosa respeitando os outros poderes. Porque um poder não deve servir apenas para dizer sim ao governo. Os outros poderes servem exatamente, o parlamento, pra representar toda a sociedade, não apenas a parte que governa, e o Judiciário serve para garantir o limite dos outros dois poderes. Se a gente não respeitar isso, a gente não pode aplaudir uma decisão do Supremo que nós concordamos e radicalizar contra uma que discordamos. Nós temos os instrumentos legais para recorrer. Se a decisão do ministro do Supremo não foi a que você concorda, recorra. Use os instrumentos legais, porque é assim que nós vamos fortalecer a nossa democracia nosso país e o governo”, disse.

” Um país que vive em um retrocesso. Vejam o vídeo acima”

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