Lojas Surya
Óticas Olhar Brasil
Farias Calçados

Lojas Surya
Supermercado
Natália Calçados

Seg Vida
 

Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter o Flash Player instalado.

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: julho 2017

 

TEXTO ÁUREO
“Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de DEUS falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO.” (2 Pe 1.21) 

VERDADE PRÁTICA

VERDADE PRÁTICA
Cremos na inspiração divina, verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão.


  LEITURA DIÁRIA

SegundaJr 36.1,2 DEUS mandou que suas palavras fossem escritas em um rolo
Terça – 2 Pe 3.2 As Escrituras inspiradas por DEUS dizem respeito ao Antigo e ao Novo Testamento
Quarta – Mc 7.13 O Senhor JESUS disse que a Bíblia é a Palavra de DEUS 
Quinta – Jo 10.35 As Escrituras Sagradas jamais falharão
Sexta – Hb 4.12 A Palavra de DEUS é viva, poderosa e capaz de transformar vidas 
Sábado – Js 1.8 A Bíblia é o manual de DEUS para o nosso bem. 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE2 Timóteo 3.14-17
14 – Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. 15 – E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO JESUS. 16 – Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, 17 – para que o homem de DEUS seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra. 

OBJETIVO GERAL – Conscientizar a respeito da inspiração divina, verbal e plenária da Bíblia Sagrada. 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS Reconhecer a revelação e inspiração da Bíblia Sagrada;Mostrar a inspiração divina na Bíblia Sagrada;Explicar a inspiração plena e verbal da Bíblia Sagrada;Saber que a Bíblia Sagrada é a nossa única regra de fé e prática. 

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado professor, neste terceiro trimestre do ano estudaremos as principais doutrinas da fé cristã. O comentarista do trimestre é o pastor Esequias Soares, autor de diversos livros, graduado em Letras, Mestre em Ciência da Religião, presidente da Comissão de Apologética Cristã da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de DEUS no Brasil) e líder da Assembleia de DEUS em Jundiaí, SP. 

PONTO CENTRAL – Cremos na inspiração divina e autoridade da Bíblia Sagrada.
Resumo da Lição 1, Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia

I – REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO
1. Revelação.
2. Inspiração.3. A forma de comunicação.II – A INSPIRAÇÃO DIVINA1. A inspiração divina.2. Uma avaliação exegética.3. Autoridade.III – INSPIRAÇÃO PLENA E VERBAL 1. Inspiração plenária.2. Inspiração verbal. IV – ÚNICA REGRA INFALÍVEL DE FÉ E PRÁTICA 1. “Proveitosa para ensinar”.2. A conduta humana.3. As traduções da Bíblia. SÍNTESE DO TÓPICO I – A Bíblia é a revelada e inspirada Palavra de DEUS.SÍNTESE DO TÓPICO II– Toda a Bíblia é inspirada por DEUS 

SÍNTESE DO TÓPICO III – A inspiração da Bíblia Sagrada é plena e verbal. 

SÍNTESE DO TÓPICO IV – A Bíblia Sagrada é a nossa única regra de fé e prática. 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO – Top 1
“[…] Um resumo a respeito do que a Bíblia alega sobre si mesma pode ser encontrado em duas passagens principais. Pedro disse que os autores foram impelidos pelo ESPÍRITO SANTO, e Paulo declarou que seus escritos foram soprados pelo próprio DEUS. Portanto, a Bíblia alega que autores movidos pelo ESPÍRITO SANTO expressaram as palavras inspiradas por DEUS (2 Pe 1.20,21). Em suma, os escritos proféticos (do Antigo Testamento) não tiveram sua origem nos homens, mas em DEUS, que agiu por meio de alguns homens chamados de profetas de DEUS” (GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Introdução à Teologia Sistemática, a Bíblia, DEUS, a Criação. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pp. 213,214).
CONHEÇA MAIS – *A Septuaginta (LXX)“A versão padrão em grego [do Antigo Testamento], produzida em Alexandria, é conhecida como Septuaginta (LXX), que é a palavra latina para ‘setenta’. Essa tradução foi, sem dúvida, realizada durante os séculos III e II a.C.,” e “não foi projetada para ter as mesmas finalidades funcionais do AT hebraico, pois seu propósito era para ser lida publicamente nas Sinagogas, ao contrário dos propósitos educativos daqueles que precisavam do texto hebraico”. Para conhecer mais, leia Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD, pp.1994-95  SUBSÍDIO TEOLÓGICO – Top 2

“Existem muitas palavras ou frases que a Bíblia utiliza para se auto-descrever e que sugerem uma reivindicação de autoridade divina. JESUS disse que a Bíblia é indestrutível e que ela jamais passará (Mt 5.17,18); ela é infalível, ou ‘não pode ser anulada’ (Jo 10.35); ela tem a autoridade final (Mt 4.4,7,10); e ela é suficiente para a nossa fé e prática (Lc 16.31)” (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 218).
SUBSÍDIO TEOLÓGICO – Top 3
“Apesar do mistério que ronda o modo como DEUS fez com que sua palavra fosse fiel sem destruir a liberdade e a personalidade dos autores humanos, existem algumas coisas que ficam muito claras. Os autores humanos não eram simplesmente secretários que anotavam algo que estava sendo ditado a eles; a sua liberdade não foi suspensa nem negada. Eles não foram autômatos. As suas palavras correspondiam ao seu desejo, no estilo em que estavam acostumados a escrever. Na sua providência, DEUS promoveu uma concordância divina entre as palavras deles e as suas” (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 222).

SUBSÍDIO TEOLÓGICO – Top 4
“Através do mundo inteiro, qualquer crente, ao ler a Bíblia, recebe sua mensagem como se esta fora escrita diretamente para ele. Nenhum crente tem a Bíblia como livro alheio, estrangeiro, como acontece aos demais livros traduzidos. Todas as raças consideram a Bíblia como possessão sua. Por exemplo, ao lermos ‘O Peregrino’ sabemos que ele é inglês; ao lermos ‘Em seus passos que faria JESUS?’ sabemos que é norte-americano, porque seus autores são oriundos desses países. É assim com a Bíblia? Não! Nós a recebemos como ‘nossa’. Isso acontece em qualquer país onde ela chega. Ninguém tem a Bíblia como livro ‘dos outros’. Isto prova que ela procede de DEUS – o Pai de todos” (GILBERTO, Antonio. A Bíblia através dos Séculos: A história e formação do Livro dos livros. 14.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p. 46).

 PARA REFLETIR – A respeito da inspiração divina e a autoridade da Bíblia, responda:
Qual o significado da palavra teopneustia? A palavra teopneustia significa “inspiração divina da Bíblia”.
De onde deriva a autoridade das Escrituras? A autoridade da Bíblia deriva de sua origem divina.
O que significa a expressão “inspiração plenária”? Tal expressão significa que todos os livros das Escrituras são inspirados por DEUS.
O que significam as palavras “inspiração verbal”? Significa que cada palavra foi inspirada pelo ESPÍRITO SANTO (1 Co 2.13).
Segundo a lição, qual é o propósito das Escrituras? O propósito das Escrituras é o ensino para a salvação em JESUS. 


 CONSULTE – Revista Ensinador Cristão – CPAD, nº 71, p. 36  

Resumo Rápido da Lição 1, Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia 

INTRODUÇÃO QUE  É  A  DOUTRINA  BÍBLICA? Doutrina: Conjunto de ensinos e crenças que constituem o cânon de fé e prática do cristão. “Doutrina é coisa prática, visto que desperta o coração”.1. Definição. A doutrina é um conjunto de princípios que, tendo como base as Sagradas Escrituras, orienta o nosso relacionamento com DEUS, com a Igreja e com os nossos semelhantes.2. Objetivos. Aprofundar o nosso conhecimento de DEUS (Os 6.3). Visa a doutrina bíblica à perfeição moral e espiritual do ser humano.3. Doutrina e costumes. Doutrina não são costumes.Não podemos dissociar os bons costumes da doutrina. Como aqueles dependem desta, logo: a boa doutrina gera, necessariamente, os bons costumes. 

NECESSIDADE DA DOUTRINA 1. A doutrina bíblica nos mantém na salvação em CRISTO.2. A doutrina bíblica santifica-nos.3. A doutrina bíblica torna-nos sábios.

Clik nesta segunda opção para ter o assunto na íntegra

Continue lendo

Temer precisará do apoio de 172 deputados para se livrar das acusações e salvar o mandato

O Supremo Tribunal Federal (STF) entregou na manhã desta quinta-feira (29) a denúncia de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer (PMDB) à Câmara. O documento foi protocolado por volta das 9h30 pelo diretor-geral da Corte, Eduardo Silva Toledo, na Secretaria-Geral da Mesa da Casa. A denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente ainda tem um longo caminho a percorrer.

Continue lendo

Centrais sindicais convocaram para está sexta-feira (30) uma nova greve geral em protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista do governo Michel Temer (PMDB). O movimento, convocado pelas centrais sindicais e também pelas as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, promete ser menor que o último ato realizado no dia 28 de abril. No entanto, em diversas cidades do país, o dia promete ser de paralisação e protestos. Além das reformas, os manifestantes também protestam pelo “Fora Temer” e pelas “Diretas Já”. Na última quarta-feira (28), a reforma trabalhista avançou no Senado, com aprovação do parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Em São Paulo, os rodoviários voltaram atrás e decidiram não aderir à paralisação. O metrô deve funcionar parcialmente. Uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) determinou que 80% dos metroviários trabalhem em horário de pico (das 6h às 9h e das 16h às 19h). Nos demais períodos, o efetivo deverá ser de 60%. Em caso de descumprimento, será aplicada multa no valor de R$ 100 mil. Segundo a CUT, haverá a adesão de bancários, professores, petroleiros e profissionais da saúde no estado. O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) ocupa, agora pela manhã, o Aeroporto de Congonhas e Guarulhos.

No Rio de Janeiro, o movimento começou na madrugada. Na Ponte da Barra, em Macaé, no Norte Fluminense, manifestantes atearam fogo em pneus e fizeram um bloqueio para interditar a ponte. A cidade é conhecida como a capital nacional do petróleo, por produzir quase 80% do petróleo do país. Bancários, professores, metalúrgicos, vigilantes e petroleiros aderiram aos protestos. Os manifestantes fazem bloqueios em diversas vias e bairros do estado, bem como nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont.

Em Curitiba, professores, bancários, vigilantes, metalúrgicos e petroleiros também paralisaram, mas os metroviários mantiveram a rotina de trabalho.

Já em Brasília,  metroviários, rodoviários, bancários, professores e trabalhadores do Judiciário decidiram cruzar os braços e farão movimentos pontuais na capital.

Continue lendo

A Reforma ataca os direitos do trabalhador - Créditos: Edson Lopes Jr/A2AD
                                               A Reforma ataca os direitos do trabalhador
                                                                  / Edson Lopes Jr/A2AD

Diversas frentes e Associações de juristas, que congregam mais de 40 mil magistrados, se uniram ao Ministério Público e, em nota, formalizaram um repúdio à proposta da reforma trabalhista que tramita no Congresso. Eles reiteram que a reforma é o maior projeto de retirada de direitos trabalhistas já discutido no Congresso Nacional, desde o surgimento da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Afirmam ainda que a proposta fere a jurisprudência consolidada nos Tribunais Regionais e no Tribunal Superior do Trabalho. O empresariado é grande privilegiado no texto da proposição. O texto declara que se trata da criação e ampliação de novas formas de contratos de trabalho precários que configuram um corte de direitos e remuneração. A regra autoriza, inclusive, o pagamento abaixo do salário mínimo mensal, o que, de acordo com os magistrados, “concorreria para o aumento dos já elevados níveis de desemprego e de rotatividade no mercado de trabalho”. Um dos trechos de maior destaque e complexidade do projeto é o que se refere à terceirização nas atividades meio e fim e o que trata do trabalho intermitente – contrato de trabalho no qual o empregado fica à disposição da empresa para trabalhar conforme a demanda. Essas mudanças refletirão, nas palavras dos juristas, “em condições altamente precarizantes de trabalho em todo o mundo e no Brasil especialmente.”

A nota na íntegra está disponível a seguir:

Continue lendo

Juan Pablo Bohoslavsky critica a reforma trabalhista proposta pelo governo golpista de Michel Temer. - Créditos: Reprodução
Juan Pablo Bohoslavsky critica a reforma trabalhista proposta pelo governo golpista de Michel Temer. / Reprodução

Um grande número de países embarcou, nos últimos anos, em reformas de políticas e normas trabalhistas no sentido da austeridade com o objetivo de superar contextos econômicos recessivos ou prevenir crises financeiras.

Diante das reformas laborais em vigor e tomado por base a discussão no Brasil, gostaria de contribuir para o debate com algumas ideias que apresentei, em março deste ano, no relatório anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Geralmente essas reformas consistem em congelar ou reduzir salários, aumentar a jornada de trabalho, impor contratos precários, limitar os seguros para acidentes ou doenças ocupacionais, facilitar demissões e reduzir o número de funcionários públicos.Também se incluem as reformas que afetaram os sistemas de negociação coletiva, por exemplo, restringindo o alcance dos acordos coletivos setoriais e a negociação ao âmbito do local de trabalho, ou permitindo a negociação com representantes alheios aos sindicatos. Existe alguma evidência empírica de que a situação dos trabalhadores, dos desempregados ou da economia em geral melhore graças ao enfraquecimento dos direitos individuais e coletivos do trabalho? São muitos os exemplos que demonstram que tais reformas contribuíram para aumentar a desigualdade, a precarização e informalização do emprego, estimularam a discriminação no mercado de trabalho contra mulheres, jovens, idosos e outras pessoas pertencentes a grupos sociais marginalizados, diminuindo a proteção social dos trabalhadores. A ideia de que, em termos gerais, os direitos trabalhistas se exercem de em detrimento do desenvolvimento econômico tem sido questionada tanto no aspecto teórico quanto no plano empírico, e já se tem demonstrado de forma mais concreta que as reformas trabalhistas promovidas pelas políticas de austeridade geralmente não contribuem para a recuperação econômica. Essas reformas não melhoram os resultados econômicos; pelo contrário, causam graves prejuízos aos trabalhadores, que seguirão sentindo seus efeitos por muitos anos. A desregulamentação do mercado de trabalho não favorece o crescimento nem o emprego. Em um número cada vez maior se vem assinalando que as leis trabalhistas têm efeitos econômicos positivos, entre outras coisas, para a produtividade e a inovação.

Continue lendo

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
Parceiros