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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: agosto 2017

A nova ferramenta e-Saúde vai permitir que cerca de 170 milhões de brasileiros em todo o país possam ter acesso rápido a serviços. Ministério da Saúde também amplia sua política de transparência com parceria com o Google

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, apresentou nesta quinta-feira (1º), o aplicativo e-SAÚDE, novo canal de comunicação entre o Ministério da Saúde e o cidadão. A nova ferramenta foi apresentada durante o evento Dados Abertos sobre a Saúde no Brasil, do Google, em São Paulo. O aplicativo foi criado pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS) e oferece, de forma online, informações em saúde de uso pessoal e restrito a cada cidadão brasileiro, como o acesso aos dados do cartão nacional de saúde, lista de medicamentos retirados nas unidades de saúde, acompanhamento do cartão de vacinação, lista de exames realizados, além de outras informações.

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alimentos

As informações que vêm nos rótulos de alimentos são importante para que o consumidor possa fazer escolhas conscientes sobre o que vai para sua mesa no dia a dia. Mas como deve ser o rótulo dos alimentos para que as informações sejam de fácil entendimento e respondam às dúvidas sobre a qualidade nutricional do produto?

A procura por esta resposta está no centro do trabalho que a Anvisa vem realizando sobre rotulagem nutricional. Nesta segunda-feira, a Agência realizou uma reunião com as entidades envolvidas no tema e que fazem parte do Grupo de Trabalho criado em 2014 para propor soluções para a informação nutricional no Brasil. Durante a reunião, foram apresentatas as propostas existentes atualmente e o pontos que são favoráveis ao consumidor. A Anvisa também apresentou um panorama geral sobre rotulagem de alimentos no mundo e as vantagens e desvantagens das experiências já testadas em outros países. Os estudos científicos revisados pelo grupo mostram que a atual tabela nutricional é de difícil compreensão e pouco utilizada pelos consumidores. Isso acontece porque a tabela um formato pouco atrativo e que exige esforço do consumidor, conhecimento nutricional e tempo para ser entendida e utilizada.

Semáforo e uso de cores
As propostas iniciais que estão em discussão estão baseadas em dois eixos principais: o uso do sistema de semáforo com cores, que sinalizam se algum ingrediente está em excesso, e o uso de octógonos com advertência sobre algum ingrediente em excesso que pode fazer mal.

O tema está na agenda regulatória da Anvisa. O próximo passo é fazer um refinamento das propostas discutidas pelo grupo e dar inicio ao processo de regulação que envolve, por exemplo, a realização de consulta pública sobre o tema. O grupo conta com o setor produtivo de alimentos, Ministério da Saúde (MS), Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) e Fundação Ezequiel Dias (FUNED).

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Junto com Collor, responderão como réus na ação Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, ex-ministro do governo Collor e considerado operador de Collor em diversos negócios; e Luís Pereira Duarte de Amorim, diretor da Gazeta de Alagoas, apontado como testa de ferro e recebedor de propina para Collor. Em nota, Collor afirmou que provará sua inocência ao final do processo e disse que a decisão da Segunda Turma de livrar seis pessoas da denúncia é uma “derrota” da PGR (leia a nota ao final desta reportagem)

A decisão do STF não significa que os acusados são culpados, mas que o tribunal vê indícios de delitos. Agora, durante o curso do processo, as defesas poderão apresentar provas de inocência, com depoimentos de testemunhas e contestações jurídicas. Só ao final, no julgamento, eles serão condenados ou absolvidos. A denúncia contra Collor, apresentada em agosto de 2015 pela Procuradoria Geral da República (PGR), origina-se de uma das seis investigações sobre o senador abertas no STF, sendo cinco da Lava Jato e outra baseada na delação da Odebrecht sem relação com a Petrobras.

Ele figura agora como o terceiro senador réu na Lava Jato; já ostentam essa condição Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).

Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (15) uma denúncia contra o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) na Operação Lava Jato e tornou réu pelos crimes de de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e comando de organização criminosa.

Ele foi acusado de receber mais de R$ 30 milhões em propina por negócios da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras na venda de combustíveis, e agora passa oficialmente a responder ao processo, ao final do qual poderá ser condenado ou absolvido.

Por unanimidade, os ministros da Segunda Turma acompanharam, na íntegra, o voto do relator do caso, Edson Fachin. Votaram com ele Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

Apesar do acolhimento da denúncia, os ministros descartaram várias acusações feitas contra Collor no processo, como de peculato (desvio de dinheiro público) e obstrução de Justiça, por suposto embaraço a investigação de organização criminosa.

Além disso, foi descartada a denúncia contra a mulher de Collor, Caroline Serejo Medeiros Collor de Mello, suspeita de lavagem de dinheiro recebido de propina, e de outras quatro pessoas:

  • Fernando Antônio da Silva Tiago, auxiliar parlamentar, que foi acusado de lava dinheiro para o senador;
  • Eduardo Bezerra Frazão, diretor financeiro de empresas de Collor, acusado de lavagem de dinheiro de propina;
  • William Dias Gomes, assessor parlamentar, acusado de lavagem de dinheiro por operar depósitos para o senador; e
  • Luciana Guimarães de Leoni Ramos, acusada de lavagem de dinheiro de dinheiro de propina.
O senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL)  (Foto: Agência Senado)

O senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) (Foto: Agência Senado)

Acusação

No total, Collor foi acusado de cinco crimes: corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa, peculato e obstrução de Justiça.

A principal acusação é de que, em conjunto com outras pessoas, ele pediu e recebeu, entre 2010 e 2014, pelo menos R$ 30,950 milhões em três negócios envolvendo a BR Distribuidora, que tinha dois diretores indicados pelo senador.

O primeiro, para viabilizar que a rede de postos DVBR Derivados do Brasil passasse a revender combustíveis da BR Distribuidora.

O segundo foi a viabilização de quatro contratos entre a BR e a construtora UTC para construção de bases de distribuição de combustíveis

g1.globo

Sem democracia, austeridade é o novo ‘pacto social’ brasileiroManifestação no Rio contra a PEC 241, depois PEC 55 no Senado, e que, aprovada se tornou a Emenda Constitucional 95, do teto de gastos

Ao longo da década de 1980, o Brasil presenciou uma efervescência política com grandes mobilizações populares, greves, conflitos e extensos debates públicos que culminaram em um amplo acordo político, a Constituição Federal de 1988 (CF88). A chamada Constituição Cidadã sela um pacto social no Brasil que oferece uma ampla garantia dos direitos individuais e coletivos e o mais completo conjunto de direitos sociais que o país conheceu, além de uma ampla cobertura da seguridade social, que se tornou um dos maiores programas de proteção social de todo o mundo.

Um exemplo dessa proteção social garantida pela Constituição é o caso do financiamento da educação. Desde a CF de 1934 até hoje, o principal mecanismo de financiamento da educação é a vinculação de um percentual mínimo de recursos tributários. Atualmente, esse percentual é um mínimo de 18% da receita de impostos por parte da União e de 25% para Estados, Municípios e DF. Esse mecanismo de financiamento só foi interrompido em períodos ditatoriais: o primeiro marcado pela CF de 1937, e o segundo na CF de 1967, originária do golpe militar de 1964, que suprimiu a vinculação constitucional de recursos para a educação, diminuindo os investimentos governamentais nessa área.

Com a redemocratização, a sociedade escolhe reverter o descaso com o gasto em educação e define a área como prioridade. E não só a educação é reconhecida pela primeira vez como direito, tal como se lê no artigo 6º da CF88, mas também a “saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados” [1].

A CF88 também representa um compromisso importante na área de saúde: o Brasil passa a ser o único país com mais de 100 milhões de habitantes que incorporou em sua Magna Carta o compromisso de ter um Sistema Universal de Saúde (SUS). Em grande parte, isso é fruto da 8ª Conferência Nacional de Saúde, a “Oitava”, que reuniu em Brasília, em 1986, mais de quatro mil delegados de todas as regiões e classes sociais e ficou conhecida como a “pré-Constituinte da Saúde”: uma das grandes contribuições da Oitava foi o consenso obtido em torno da criação do Sistema Único Descentralizado de Saúde (Suds) em 1987, que se transformaria no SUS na CF88.

A CF88 define ainda, em seu artigo 196º, que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. Tal modelo contrasta com o vigente durante a ditadura militar, baseado no Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), que prestava assistência de saúde aos que contribuíam com a previdência social e com grande embricamento do setor privado no público.

O SUS faz uma defesa do direito universal à saúde e não somente dos que contribuem com a previdência ou que podem pagar. Assim como com a educação, a importância dada à saúde pública e ao SUS na CF88 mostra uma priorização da área acordada pela sociedade brasileira à época da redemocratização e que, obviamente, demanda priorização de recursos.

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votação denúncia de temer

Após salvar Temer, os parlamentares miram nas próximas

eleições. Caso elas ocorram

A oposição e os movimentos sindicais e sociais, no geral, assistiram passivos à imolação da dignidade nacional, indicador de sua impotência e falta de coragem. Estamos num país sem rumos e sem lideranças políticas capazes de indicar um caminho de saída para a crise que dizima empregos, direitos e a vida dos cidadãos. A violência subtrai vidas aos milhares e a pobreza aumenta.

Dificilmente Temer e sua quadrilha serão removidos do Palácio do Planalto, mesmo com uma nova denúncia da Procuradoria-Geral da República, se não forem revelados fatos extraordinariamente aterradores contra o presidente impostor.

O grupo do Planalto especializou-se na desfaçatez e na completa falta de cerimônia na quebra do decoro, da honra e da dignidade pessoal. Agirão com todos os meios para se manter no poder, mesmo se ao custo da destruição do País.

Nos próximos meses, os políticos e os partidos estarão preocupados em se salvar da guilhotina judicial, lutar para manter o poder, particularmente o condomínio golpista, hoje encastelado no Planalto e no Congresso, e se posicionar para as eleições de 2018.

Como o Brasil virou um campo devastado, onde só se discutem delações, denúncias, escândalos e punições, há um enorme deserto de ideias, de propostas e de programas para construir um futuro para esse povo sofrido, cabisbaixo e envergonhado.

Se a carruagem continuar a andar com este movimento de féretro, teremos no ano que vem uma eleição presidencial das mais desidratadas de conteúdo, de propostas e de programas da história, tendência sinalizada pela disputa em 2014.

O governo, fraco e desmoralizado, deixará o  Brasil arrastar-se em sua agonia até 2019. Procurará aprovar um remendo aqui, outro acolá. A oposição continuará a exercer um papel protocolar no Congresso.

Os parlamentares estarão preocupados em encontrar uma fórmula para financiar as eleições do ano que vem. Os setores corporativos, os sindicatos e os movimentos sociais, cada qual a seu modo, buscarão potencializar demandas específicas.

No plano partidário e eleitoral, Lula deverá continuar a liderar as pesquisas, seguido por Jair Bolsonaro em segundo lugar. Bolsonaro tem se tornado uma bebida amarga para o PSDB, que o acolheu e o cevou na luta para derrubar a presidenta Dilma Rousseff.

Sua consolidação indica que só no decurso da própria campanha ele poderá perder fôlego e ser suplantado por um candidato de centro: um tucano, Rodrigo Maia ou qualquer outsider. No PSDB, a luta entre padrinho e apadrinhado, Geraldo Alckmin e João Doria, para ver quem será o candidato, deverá deixar feridas abertas e muitas mágoas. A angústia tucana se prolongará até o próximo ano, para saber se o partido está dentro ou fora do governo golpista.

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A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promove mais uma edição do projeto “Expresso Cultural”, dentro da programação da semana do folclore, cujo dia foi celebrado nesta terça (22).

A programação, coordenada pela Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, levou apresentações de danças populares a diversas escolas da rede municipal de ensino, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Participaram do projeto as Escolas Letícia de Campos Góes, Ana Melo, Dom Mota, Padre Carlos Cottart, Geraldo Cipriano e Domingos Teotônio.

Maracatu, Frevo, Ciranda e Xaxado integraram o repertório da “caravana”, que mostrou importantes aspectos da cultura popular de nosso Estado para centenas de crianças e adolescentes. A cada apresentação, as crianças e jovens conhecem um pouco mais sobre as manifestações com explicações técnicas de especialistas como Thiago Késsio e Daiane Levino, profissionais que atuam na Secretaria Municipal de Cultura.

 “Nossos jovens são expostos cotidianamente a um bombardeio da grande mídia com a cultura enlatada, que não tem nada a ver com a nossa realidade. Levar um pouco da nossa riqueza cultural contribui com ações de fortalecimento da nossa cultura,” destacou o Secretário Edygar Santos. Segundo o Secretário Executivo, César Tenório, “a tradição cultural brasileira é riquíssima, e nós estamos, através da dança, ensinando um pouco de nossas raízes e, porque não dizer, de nossa história, aos nossos alunos.”

CINECLUBE – hoje tem mais uma edição do projeto cineclube nos bairros. Dessa vez, na Vila Bom Jesus, a partir das 19h, com a exibição da comédia brasileira “Se puder, dirija”, com os atores Luiz Fernando Guimarães e Leandro Hassun, além de grande elenco da comédia nacional. Pipoca e diversão garantidas.  

Algumas dificuldades como mastite e rachaduras podem deixar as mães desconfortáveis durante o aleitamento. Por isso, precisam ser identificadas e tratadas.

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O aleitamento materno gera inúmeros benefícios para mãe e filho. Além do valor nutritivo para os bebês, o leite materno protege as crianças contra infecções, alergias, algumas doenças crônicas e cânceres infantis. Para a mãe, a amamentação reduz o peso mais rapidamente após o parto, ajuda o útero a recuperar o tamanho normal, diminui o risco de hemorragia e anemia e reduz o risco de diabetes e de desenvolver câncer de mama e ovário.

Há muitos benefícios gerados pela amamentação, no entanto, algumas mães podem ter dificuldades na hora de amamentar e precisam de apoio de orientação. No começo das mamadas, é comum a mulher sentir dor discreta ou mesmo moderada nos mamilos, devido à forte sucção deles e da aréola. Essa dor pode ser considerada normal e não deve persistir além da primeira semana.

No entanto, sentir os mamilos muito doloridos e machucados não é normal e requer intervenção. Alguns dos problemas que as mulheres enfrentam, sobretudo no início da amamentação, são rachaduras no bico do peito e mastite. Para ajudar as mães, o Blog da Saúde respondeu algumas dúvidas sobre as dificuldades da amamentação. Ajude a divulgar informações oficiais para que mais famílias consigam garantir a saúde de crianças e de mulheres durante o período inicial de vida do bebê.

O que é mastite?

É um processo inflamatório que ocorre nas glândulas mamárias, que pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. A mastite ocorre com mais frequência na segunda e terceira semanas após o parto, mas pode acontecer em qualquer período da amamentação.

Três fatores favorecem a instalação da infecção: leite acumulado, a resposta inflamatória e o machucado no peito. As lesões nos mamilos são, na maioria das vezes, a porta de entrada da bactéria. A sucção insuficiente de leite pelo bebê, obstrução dos ductos mamários, estresse, fadiga e fissura nos mamilos podem influenciar no aparecimento da mastite.

Nem sempre é fácil distinguir a mastite infecciosa da não infecciosa apenas pelos sinais e sintomas. Em ambas, a parte afetada da mama fica dolorida, vermelha e quente. Quando há infecção, costuma haver mal-estar, febre alta (acima de 38ºC) e calafrios. Procure uma unidade de saúde, se tiver algum desses sintomas, para diagnóstico e tratamento.

O que favorece o aparecimento da mastite?

  • Mamadas com horários regulares;
  • Redução súbita no número de mamadas;
  • Longo período de sono do bebê à noite;
  • Uso de chupetas ou mamadeiras;
  • Não esvaziamento completo das mamas;
  • Freio de língua curto, criança com sucção fraca;
  • Produção excessiva de Leite;
  • Separação entre mãe e bebê;
  • Desmame abrupto

Esses fatores favorecem o acúmulo de leite materno nas mamas e predispõem ao aparecimento de mastite.

Quem está com mastite tem de parar de amamentar?

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O Prêmio Professores do Brasil, iniciativa do Ministério da Educação, reconhece o trabalho de quem inova no ambiente escolar e destaca experiências pedagógicas inovadoras da rede pública de ensino. A décima edição do prêmio está com as inscrições abertas até 25 de agosto. Em 2017, serão distribuídos R$ 255 mil reais em prêmios, viagens educativas pelo Brasil e pelo exterior, além de equipamentos de informática e de atletismo.

“O Prêmio Professores do Brasil é um incentivo muito grande aos professores para que pensem novas formas de trabalhar com os alunos e estimulá-los, envolvendo-os em uma educação de qualidade”, explica a diretora de formação e desenvolvimento dos profissionais da educação da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Carmen Neves. Ela lembra que o prêmio é parte da política de valorização dos professores do MEC.

O prêmio tem seis categorias e três etapas de avaliação: a estadual, com 162 vencedores; a regional, com 30, e a nacional, com seis. Todos os professores de escolas públicas da educação básica podem se inscrever para esta edição.

“É importante que os professores participem. Às vezes o professor pensa que precisa ser um projeto muito grande e não é verdade. Pode ser um projeto simples, mas que seja eficiente e que realmente ajude seus alunos a aprender e a vivenciar a educação no dia a dia”, ressalta a diretora.

Para a edição deste ano há uma nova ferramenta à disposição dos participantes: um curso, por meio de um aplicativo para celular, que auxilia os professores no desenvolvimento de seus projetos. Chamado de Na Trilha das Boas Práticas, orienta o professor a construir o seu projeto. O curso não é obrigatório, mas contribui para que ele qualifique melhor o seu projeto.

Para a diretora de formação e desenvolvimento dos profissionais da educação do MEC, Carmen Neves, o prêmio incentiva os professores a inovar na educação (Frame: TV MEC)Compartilhar – Para inspirar professores e multiplicar as boas experiências, o site do prêmio está sendo aperfeiçoado. A proposta é que, com as experiências bem-sucedidas destacadas em cada edição do prêmio, outras escolas da rede pública de ensino aprimorem seus planos de aula e o processo de aprendizado dos alunos. 

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PAULO LOPES/FUTURA PRESS

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do alto de sua nova condição de candidato titular à cadeira presidencial na eventualidade de vacância, resolveu dias atrás pontificar sobre o que considera erros do Governo que ele diz apoiar: “As coisas não caminham bem… se cada vez tem um jeitinho, cada vez se aumenta a meta (fiscal), acaba se gerando um gasto desnecessário”. O ilustríssimo parlamentar, por esquecimento ou descaso, deixou na ocasião de tratar sobre a sua própria contribuição, deveras pesada por sinal, para o estouro de caixa que agora se verifica nas contas públicas brasileiras, cujo rombo foi recalculado de R$ 139 bilhões neste ano para R$ 159 bilhões no mesmo período. Há de se perguntar para o congressista se ele considera, por exemplo, voos em jatinhos oficiais gastos, digamos, vitais ao funcionamento da máquina estatal. Maia é um dos campeões em uso dessas aeronaves para deslocamentos pessoais, na maior parte das vezes tendo por destino a sua própria casa. Somente de janeiro a março último ele viajou 54 vezes em jatos da FAB, 30 das quais para o Rio de Janeiro, onde reside. O levantamento é do site Contas Abertas, que fiscaliza as despesas federais, e deixa expostas as vísceras dos inúmeros abusos praticados por aqueles que parecem legislar em causa própria e desconsiderar o esforço geral por economia. O prezado leitor teria ideia de quanto custa um avião de lá para cá levando exclusivamente esse senhor que parece não poder viajar em voo de carreira como os demais mortais? Aos números: por ser subsidiado e tratar-se de uma aeronave da FAB, apenas os 30 deslocamentos à Cidade Maravilhosa representaram uma espetada de R$ 600 mil no tesouro da União. Só no trimestre em questão. Cada passagem em voo de carreira custaria bem menos. Na tarifa cheia, cerca de R$ 1.500, que poderiam sair do próprio bolso do parlamentar, por que não? As mesmas 30 viagens em uma empresa privada de táxi aéreo, com um modelo Legacy 600 como o da FAB, dariam R$ 2,3 milhões em despesas de transporte do zeloso guardião do controle fiscal, Rodrigo Maia. Eis o tamanho real da brincadeira!

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Brasília - Os ministros das Cidades, Bruno Araújo, e do Desenvolvimento Agrário, Osmar Terra, participam de sessão plenária para debater os pleitos ao Executivo Federal (José Cruz/Agência Brasil)
Os ministros das Cidades, Bruno Araújo, e do Desenvolvimento Agrário, Osmar Terra  José Cruz/Agência Brasil

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou nesta terça-feira (16) o Programa Avançar Cidades, que vai emprestar recursos federais aos municípios para investimento em obras de mobilidade e saneamento básico. Ao participar da 20ª Marcha Nacional dos Municípios, ele disse que cerca de R$ 6 bilhões serão disponibilizados às prefeituras para o financiamento de ações como pavimentação e calçamento de vias, abastecimento de água e construção de ciclovias.

De acordo com o ministro, os créditos serão disponibilizados a juros de 6% ao ano, tendo quatro anos de carência e, a partir desse prazo, 20 anos de financiamento. Os recursos são do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e não há critérios específicos para a candidatura das cidades, que poderão ser de menor porte até as metrópoles. Há um limite de R$ 200 milhões por município que conseguir acesso ao empréstimo.

O chamado Avançar Cidades Saneamento terá R$ 2,2 bilhões disponíveis e o Avançar Cidades Mobilidade, R$ 3,7 bilhões. “Só para não haver expectativa frustrada no passado, em que todos procuravam a Caixa Econômica Federal, sabemos como é burocracia, [em que os municípios] superavam meses de dificuldade para depois fazer a seleção, nós invertemos essa pirâmide. Primeiro vamos fazer o processo de seleção, autorizar os municípios. A partir daí, eles seguem para a Caixa”, disse aos prefeitos.

Após o anúncio, Bruno Araújo foi perguntado pelos representantes da Confederação Nacional dos Municípios se seria apenas um empréstimo ou repasse de valores a fundo perdido, sem retorno para a União, ao que ele confirmou que será um empréstimo.

Edição: Fábio Massalli
População sergipana assiste atento ao título de Doutor Honoris Causa entregue a Lula nesta segunda-feira (21) pela UFS. - Créditos: Julia Dolce

População sergipana assiste atento ao título de Doutor Honoris

Causa entregue a Lula nesta segunda-feira (21) pela UFS. / Julia Dolce

Na manhã desta segunda-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou seu 53º título de Doutor Honoris Causa. Dessa vez a honraria foi concedida pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), no campus de Lagarto, interior do estado. Na ocasião, o reitor da UFS, Angeli Antoniolli, comentou que a inauguração do campus, em 2015, representou uma “quebra de paradigmas”, ao se construir um campus com especialidades na área da saúde no interior de um estado nordestino.

Dois anos após sua inauguração, o resultado é que “em cada canto desse município temos nossa universidade, alunos e professores presentes. Não formamos produtos, formamos sujeitos transformadores da realidade social”, disse Angeli Antoniolli ao conceder a honraria a Lula.

O surgimento de um campus no interior do estado, no entanto, não se resume apenas a realidade de Sergipe. Segundo dados da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes), entre 2003 e 2016 foram criadas 18 universidades públicas no Brasil por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (Reuni). Quando se trata do aumento do número de campi, principal fator que possibilitou a interiorização dessas universidades pelo país, esse número se eleva para mais 173 campi, passando dos 143, em 2003, para os atuais 316 espalhados pelo Brasil. No mesmo intervalo de tempo o número de professores doutores no quadro das Universidades Federais subiu 189%, passando de 20.711 para 59.658 docentes efetivos com o título de doutor.

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O autor da proposta, Lindbergh Farias, conversa com o relator, Roberto Requião

O salário dos senadores e deputados federais poderá ser reduzido e fixado em R$ 26.723,13, que era o valor vigente até dezembro de 2014. A proposta do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), na forma do Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 129/2017, teve voto favorável do relator Roberto Requião (PMDB-PR) e está pronta para votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Atualmente, o subsídio dos membros do Congresso Nacional é de R$ 33.763, valor 12,6 vezes superior ao rendimento médio do brasileiro, como destaca Lindbergh. Ele aponta ainda as demais vantagens à disposição dos parlamentares: apartamento funcional ou, alternativamente, um auxílio moradia no valor de R$ 5.500 por mês; direito a um salário extra no início e a outro no final do mandato, a título de verba indenizatória para despesas com mudança; planos de saúde e odontológico vitalícios e sem limites de gastos, extensivos aos familiares; carro oficial, com motorista e verba de gasolina; cotas de passagem aérea ou reembolso de despesas com combustível de aeronave própria; cotas para contratação de serviço de segurança privada e para ressarcimento de gastos com alimentação e com Correios; e plano de aposentadoria especial.

— Todos esses benefícios e privilégios vão na contramão do arrocho e do sacrifício que esse Parlamento quer impor à sociedade brasileira. Nesse contexto, como medida prioritária, os parlamentares precisam começar cortando na própria carne, por meio da redução dos próprios salários. Mais do que o impacto orçamentário e o simbolismo que envolve a medida proposta, essa é uma questão de coerência — ressaltou Lindbergh.

No entendimento do relator, o projeto de Lindbergh é “revestido de profunda moralidade, de elevado sentido ético e humano, de uma clara manifestação de solidariedade aos brasileiros, especialmente aos brasileiros mais pobres, nesta conjuntura tão difícil da vida nacional”. Roberto Requião ainda recomendou urgência na votação do projeto.

” Será que é aprovado?????

Equipe vencedora desenvolveu o software “Vidinha de Balada”, que permite acompanhar os gastos dos políticos, suas vantagens pessoais, utilizando o humor para categorizar o perfil de cada político.

A 3ª edição do ‘Hackfest Contra a Corrupção’ se encerrou na última sexta-feira (18), em João Pessoa (PB). ‘Vidinha de Balada’, ‘PaCiente’ e ‘Folha Limpa’ foram as equipes vencedoras entre as dez finalistas. Uma solenidade, realizada no Centro Cultural Ariano Suassuna, marcou a premiação (total de R$ 60 mil) da maratona hacker, coordenada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). Todas as ferramentas tecnológicas desenvolvidas estão disponíveis no site EuFiscal

Os prêmios em dinheiro serão pagos por meio do convênio estabelecido entre o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), devendo ser divididos igualmente entre os integrantes das equipes e entregues conforme cronograma do evento. O objetivo da iniciativa foi reunir e apresentar soluções tecnológicas que estimulem os cidadãos a exercerem o controle social em favor do combate à corrupção e da melhoria na gestão pública. 

Ao todo, dez equipes finalistas foram premiadas, sendo três com medalhas de ouro (primeiros lugares), três com medalhas de prata (segundos lugares) e quatro com medalhas de bronze (terceiros lugares). As equipes vencedoras com medalha de ouro receberam um prêmio de R$ 10 mil cada uma; as com medalha de prata tiveram cada uma a premiação de R$ 6 mil; e as com medalha de bronze foram agraciadas com R$ 3 mil. 

Vencedores 

O ‘Vidinha de Balada’ é um software desenvolvido que permite acompanhar os gastos dos políticos, suas vantagens pessoais, utilizando o humor para categorizar o perfil de cada político. Já o ‘PaCienteé um aplicativo que capta as queixas da população com os serviços de saúde, permitindo o georreferenciamento das unidades de saúde e sua classificação de acordo com as reclamações dos usuários. E o ‘Folha Limpa’ é um aplicativo que realiza o cruzamento de informações das folhas de pagamento de servidores públicos, permitindo encontrar divergências e irregularidades, como o acúmulo ilegal de cargos. 

O ‘HackFest Contra a Corrupção’ é uma maratona hacker de programação que pretende, por meio do desenvolvimento de soluções tecnológicas, envolver a sociedade no combate à corrupção. Programadores, estudantes e profissionais ligados ao desenvolvimento de softwares, e também das áreas de Direito, Administração, Gestão Pública, Design e Arte/Mídia estiveram reunidos em 19 equipes em junho, desenvolvendo softwares e apresentando ideias para aplicativos que ficarão à disposição da sociedade. 

Oficinas 

Nessa segunda etapa, o evento contou ainda com diversas atividades: oficinas e uma feira para a apresentação dos serviços de diversos órgãos públicos à sociedade e a alunos de escolas públicas e privadas. As atividades aconteceram durante os turnos da manhã e da tarde. A CGU apresentou a oficina “Governança e Transparência Pública”, ministrada pelos auditores Rodrigo Paiva e Fernando Torres. 

Medalha de Ouro (primeiros lugares) 

# Vidinha de Balada – Software que permite acompanhar os gastos dos políticos, suas vantagens pessoais, utilizando o humor para categorizar o perfil de cada político. 

# PaCiente – Aplicativo que pretende captar as queixas da população com os serviços de saúde, permitindo o georreferenciamento das unidades de saúde e sua classificação de acordo com as reclamações dos usuários. 

# Folha Limpa – Aplicativo que permite realizar o cruzamento de informações das folhas de pagamento de servidores públicos, permitindo encontrar divergências e irregularidades, tais como acúmulo ilegal de cargos. 

Medalha de Prata (segundos lugares) 

# Minha Cidade – Aplicativo que acompanha a distribuição de recursos no orçamento e sua efetiva aplicação, possibilitando identificar distorções de prioridades nos gastos públicos. 

# Os Políticos.com – Aplicativo para acompanhar o perfil e a atuação de políticos. 

# Quebra Câmara, Quebra Senado – Quebrar as travas de acesso aos dados de remuneração de parlamentares, possibilitando uma análise comparativa e crítica dos valores e benefícios recebidos. 

Medalha de Bronze (terceiros lugares) 

# Sou Fiscal – Aplicativo com foco em detectar e denunciar irregularidades em obras públicas. 

# Geração Limpa – Game para fomentar a discussão de cidadania e ética nas crianças. 

# B.O. Bot – Aplicativo que pretende criar um boletim de ocorrência policial virtual, no qual o cidadão poderá colaborar com informações sobre o tipo de ocorrência, causas do crime, etc., permitindo um georreferenciamento de locais com potencial risco e auxiliando órgãos de segurança pública. 

# Caça-Fantasmas – Aplicativo que objetiva identificar empresas-fantasmas que contratam com o serviço público, através do cruzamento de dados de licitação e o georreferenciamento do endereço das empresas, por meio do qual o cidadão poderá auxiliar na detecção de irregularidades.

TEXTO DO DIA

“[…] e eu irei como guia pouco a pouco, conforme o passo do gado que está diante da minha face e conforme o passo dos meninos […].” (Gn 33.14)

SÍNTESE

Aquele que vive segundo o ritmo deste mundo sofre danos emocionais, físicos e espirituais.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – l Sm 25.13: Cuidando da bagagem

TERÇA – l Tm 4.16: Cuidando de si mesmo

QUARTA – l Tm 4.8: Cuidando da saúde física

QUINTA – Fl 4.8: O cuidado com a maneira de pensar

SEXTA – l Tm 5.8: Cuidando da família

SÁBADO – Rm 16.1,2: Cuidando dos cooperadores do Reino

OBJETIVOS

MOSTRAR que a “vida que vale a pena” é a descrita em João

10.10;

SABER que precisamos cuidar de nós mesmos;

ENTENDER que a vida deve ser vivida no ritmo de Deus, o ponto optimus.

INTERAÇÃO

A assiduidade dos alunos da Escola Bíblica Dominical sempre foi um dos maiores desafios de seus professores. Por isso, sempre que possível, estabeleça uma “ponte” entre uma aula e outra, esforçando-se para que seus alunos saiam da classe com o compromisso de voltar no domingo seguinte. No final da aula, proponha aos alunos que tragam na próxima semana testemunhos de pessoas a quem Deus fez promessas e que, após o período de espera (e, às vezes, ansiedade), viram o seu cumprimento e de outras que ficaram profundamente preocupadas com algo que nunca veio a acontecer (diagnóstico médico, desemprego, infidelidade etc). Sugira que, para a realização de tal tarefa, consultem a internet, bem como entrevistem familiares, amigos e/ou membros da igreja.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Prezado docente, inicie a aula com a apresentação, pelos alunos, dos resultados da análise pessoal solicitada no final da aula passada (sobre como cada aluno distribui o tempo diário com as realizações mais importantes da sua própria vida). Essa apresentação vai abrir a discussão sobre a aula de hoje, que vai tratar da otimização do ritmo da vida, debaixo da orientação divina. Refuta com os alunos, por alguns instantes, sobre as causas de tantas pessoas que possuem prosperidade financeira serem frustradas familiarmente, as quais apresentam graves problemas emocionais, e por que isso ocorre até mesmo entre cristãos. Conclua dizendo que, para ter vida com qualidade, é preciso seguir na cadência divina; caso contrário, todo o esforço será inútil, como o é “correr atrás do vento” (Ec 2.17 – NVI).

TEXTO BÍBLICO

Gênesis 33.1,4,10-16

Gênesis 33

1 E LEVANTOU Jacó os seus olhos, e olhou, e eis que vinha Esaú, e quatrocentos homens com ele. Então repartiu os filhos entre Lia, e Raquel, e as duas servas.

4 Então Esaú correu-lhe ao encontro, e abraçou-o, e lançou-se sobre o seu pescoço, e beijou-o; e choraram.

10 Então disse Jacó: Não, se agora tenho achado graça em teus olhos, peço-te que tomes o meu presente da minha mão; porquanto tenho visto o teu rosto, como se tivesse visto o rosto de Deus, e tomaste contentamento em mim.

11 Toma, peço-te, a minha bênção, que te foi trazida; porque Deus graciosamente ma tem dado; e porque tenho de tudo. E instou com ele, até que a tomou.

12 E disse: Caminhemos, e andemos, e eu partirei adiante de ti.

13 Porém ele lhe disse: Meu senhor sabe que estes filhos são tenros, e que tenho comigo ovelhas e vacas de leite; se as afadigarem somente um dia, todo o rebanho morrerá.

14 Ora passe o meu senhor adiante de seu servo; e eu irei como guia pouco a pouco, conforme ao passo do gado que vai adiante de mim, e conforme ao passo dos meninos, até que chegue a meu senhor em Seir.

15 E Esaú disse: Permite então que eu deixe contigo alguns da minha gente. E ele disse: Para que é isso? Basta que ache graça aos olhos de meu senhor.

16 Assim voltou Esaú aquele dia pelo seu caminho a Seir.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Já estudamos a respeito da preguiça – usar o tempo no minimum (do Latim, que significa mínimo, “o menor de todos”), ativismo — usar o tempo no maximus do Latim, que significa máximo, “o maior de todos) e, agora, estudaremos a respeito do equilíbrio entre as duas condutas. Entre a conduta do maximus e do minimum, está a do optimus, em que o indivíduo interage com o mundo exterior de maneira tranquila, sem pressa ou demasiadamente Lento, mas no ritmo correto, como diria Jacó: “no passo do gado […] e dos meninos” (Gn 33.1).

l – UMA VIDA QUE VALE A PENA

  1. A verdadeira riqueza.

Uma pessoa rica diante de Deus não é aquela que possui muito dinheiro e bens, mas aquela que desfruta de uma vida abundante (Jo 10.10). Essa é a vida que vale a pena ser vivida e constitui-se na verdadeira riqueza. Aliás, o filósofo estóico Sêneca (4 a.C – 65 d.C) afirmava que “até hoje o dinheiro nunca enriqueceu ninguém”. Deus também nos exorta quanto ao desejar as riquezas deste mundo: “Não te canses para enriqueceres; dá de mão à tua própria sabedoria.

Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? […)” (Pv 23.4,5). Sem dúvida, a verdadeira riqueza não pode ser encontrada nos bens materiais, pois ela está na simplicidade, nos pequenos detalhes, em grandes iniciativas, nos nobres propósitos. É com essa visão que cada um terá o melhor de Deus. Jesus falou uma parábola a respeito de um homem que achou uma ótima pérola, de grande valor, então ele vendeu tudo quanto possuía e comprou-a (Mt 13,46). Quando se conhece o melhor de Deus, a vida que vale a pena, ninguém quer voltar a viver como antes.

  1. Definindo princípios.

Somente quando o ser humano entende o que é a verdadeira riqueza, ele consegue definir os princípios que vão aperfeiçoar o seu ritmo de vida. Quando compreendemos o que é ser rico de verdade, deixamos de ser egoístas e passamos a amar mais nosso semelhante. A flora, a fauna, os astros celestes, as belezas dos habitats naturais, tudo ganhará um novo brilho e um novo fulgor. Passamos a administrar, como fiel mordomo, corretamente tudo que chegar às nossas mãos, e o nosso anelo pela companhia de Deus será constante. Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais perdemos o desejo pelas coisas materiais e nossos pensamentos passam a se voltar para as “coisas que são de cima e não nas que são da terra; porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus” (Cl 3.2,3).

  1. A importância do próximo.

O aperfeiçoamento do ritmo da vida passa, necessariamente, em reconhecera relevância do próximo, feito à imagem e semelhança de Deus, com quem interagimos diariamente. O valor da vida

não está na prosperidade individual, mas, sobretudo no amor ao próximo. Conta-se a história a respeito de uma tribo africana chamada Ubuntu, na qual um antropólogo propôs uma competição: a criança que chegasse primeiro a uma árvore ganharia todos os doces que estavam ali em um cesto. Quando foi dada a largada, as crianças deram as mãos e saíram correndo à árvore mencionada e Lá repartiram o prêmio. O antropólogo perguntou porque elas fizeram aquilo, ao que responderam: “Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?” Que exemplo! Aperfeiçoar o ritmo da vida depende, em grande medida, em ser obediente a Deus e, consequentemente, promover a felicidade das outras pessoas.

Pense!

Viver de modo a pensar na felicidade das outras pessoas, não atrapalharia a otimização do meu desempenho pessoal?

Ponto Importante

O tempo gasto com propósito significa “o tempo gasto com a felicidade dos outros”, pois a vida só tem sentido se tiver como foco Deus e os semelhantes.

II – CUIDANDO DE SI MESMO

  1. Corpo, templo do Espírito.

Aperfeiçoar o ritmo da vida implica investir tempo para cuidar de si mesmo, como recomendou Paulo ao jovem Timóteo (I Tm 4.16). Jesus também pediu aos discípulos que deixassem um barquinho à disposição para que pudessem, de vez em quando, sair da pressão do cotidiano e descansar longe das multidões.

Paulo fala a respeito do exercício corporal, dizendo que ele tem pouco proveito, se comparado à piedade (I Tm 4.8), mas, com isso, ele não estava desprezando a importância da atividade física, que é indispensável para se manter a saúde física e a boa forma do templo do Espírito Santo (l Co 6.19).

  1. Mente, sede dos pensamentos e emoções.

Há uma guerra em curso na mente das pessoas. No campo de batalha da mente há conflitos de natureza emocional e espiritual. Por isso, a Bíblia recomenda que o cristão utilize o capacete da salvação, de maneira que a mente esteja sempre bem protegida (Ef 6.17). Afim de proteger a mente, Paulo nos aconselha a pensarem coisas nobres, boas e úteis (Fl 4.8), Há um pensamento cristão antigo, atribuído a Martinho Lutero, que diz que “ninguém pode impedir que os pássaros voem sobre a cabeça, mas é possível evitar que eles façam ninho nela.” Este é exatamente o ponto importante, deixar a mente envolvida com pensamentos saudáveis, edificantes e otimistas. Se desejarmos ter saúde emocional, espiritual e física, precisamos ter o controle da nossa mente e sentimentos, evitando todo pensamento e sentimento tóxico, ruim, contrário aos princípios bíblicos divinos.

  1. Família, fonte de alegria.

O maior tesouro que um homem possui, depois de Jesus Cristo e da salvação, é sua família. Por isso, é preciso que o homem invista parte significativa do seu tempo (pelo menos um dia por semana) com aqueles que Deus lhe deu para dividir, em família, o dom da vida.

O Pense!

O que fazer nos momentos em que maus pensamentos aparecem?

Ponto Importante

Não podemos impedir que os maus pensamentos venham a nossa mente, mas podemos impedir que eles fiquem e venham nos contaminar e nos afastar dos propósitos de Deus.

III – O PONTO OPTIMUS

  1. Fazendo o mais fácil.

Deus sempre tem um tipo ideal de tarefa para seus filhos: a mais fácil. Aos homens ficou a incumbência de realizar apenas as coisas fáceis. A parte difícil fica na responsabilidade do Senhor. Por exemplo: plantar a semente de uma árvore é fácil, por isso é tarefa humana, mas fazer a semente explodir sob a terra e dali surgir um broto, que, tempos depois, se transformará em árvore frondosa, cheia de frutos, é bastante complicado. Essa é a parte de Deus. Ocorre que, em muitos casos, os homens querem fazer a parte de Deus, a difícil, e entram em grande aflição, pois terão que usar o ponto maximus de sua disponibilidade e não alcançarão os resultados desejados, ademais estarão sob intenso estresse.

  1. Fazendo no melhor prazo.

Plantar uma semente, como dito anteriormente, é fácil, mas faz-se necessário que a ação ocorra no melhor prazo (optimus), isto é, no tempo e modo de Deus. Isso fala de discernimento do tempo e estratégia, como acontecia com os filhos de Issacar, os quais eram peritos “na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer […]” (ICr 12.32). Esses homens sabiam se a atividade deveria ser realizada, analisavam a conveniência da oportunidade e qual seria estratégia adequada. Eles conduziam Israel a fazer as coisas no melhor prazo (optimus).

3- Aceitando os resultados.

Nem tudo acontece como planejamos, ainda que haja a otimização do ritmo da vida. Agir no tempo e modo adequados (optimus) não é garantia de que todos os objetivos serão atingidos, porém uma coisa é certa: a pessoa terá vivido o melhor de Deus. Imprevistos acontecem e, por isso, aqueles que estão no caminho correto, seguindo no ritmo de Deus, precisam aceitar alguns resultados indesejados. Habacuque entendia bem isso. Ele sabia que o fato da figueira não florescer, da videira não dar frutos e da impossibilidade de produzir azeite dos frutos colhidos das oliveiras (três tempos de plantações feitas corretamente, no optimus), não era o fim da vida. De um jeito, ou de outro, ele se alegraria no Senhor e exultaria em Deus (He 3.17), demonstrando o que significava viver uma vida abundante, uma vida que vale a pena.

Pense!

Quem segue no ritmo de Deus, no curso da vida, sempre terá resultados materiais satisfatórios?

Ponto Importante

Aqueles que estão seguindo no ritmo de Deus devem aceitar alguns resultados indesejados, confiando que Deus nunca perde o controle da História.

SUBSÍDIO

“Posso cair facilmente na rotina de chegar em casa no fim do dia após lecionar na universidade e, sem perceber, caminhar no ‘solo sagrado’ na sala de nossa casa onde meus dois filhos pequenos estão envolvidos em um projeto de construção com seus blocos de montar. Por quê? Porque estou indo verificar meus e-mails, sem perceber o que poderia ter acontecido se eu tirasse as sandálias dos meus pés’ – ou talvez, no sentido literal, se eu tirasse os sapatos – e ajoelhasse no chão para me juntar aos meus filhos. Mas se eu fizesse uma oração esclarecedora, antes de atravessar a porta da frente de nossa casa, pedindo a Deus sabedoria, posso lhe dizer que é quase certo que iria limpar minha mente e eu não estaria prestes a passar por cima do momento sagrado no chão com meus dois filhos.

E à medida que adquire sabedoria […I você aprende a tolerar as incertezas da vida bem como seus altos e baixos. Você tem uma noção de como as coisas funcionam ao longo do tempo e de como Deus pode ajudá-lo a compreendê-las. Pessoas sábias geralmente partilham um otimismo que as mantém seguindo em frente, e elas experimentam uma calma quando enfrentam decisões difíceis. Em outras palavras, elas veem a situação corno um todo” (PARROT.T, Lês. Você é Mais Forte do que Pensa. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2014. p, 38).

CONCLUSÃO,

Aperfeiçoar o ritmo da vida, de acordo com o padrão de Deus, exige discernimento, haja vista que, diante do corre-corre do cotidiano, muitas vezes, o homem é empurrado para o precipício do ativismo ou para o desânimo da preguiça. Para saber o tempo e o modo de vida saudável é indispensável pedir orientação ao Senhor, para seguir o ritmo da vida sem sofrer a influência da filosofia deste mundo.

HORA DA REVISÃO

  1. Conceitue o optimus.

O indivíduo interage com o mundo exterior de maneira tranquila, sem pressa (maximus) ou demasiadamente lento (minimum), mas no ritmo correto.

  1. A mente humana necessita, segundo a lição, estar calcada em quais pensamentos para atingir o optimus?

Precisa estar focada em pensamentos que sejam úteis e, acima de tudo, que sejam para o louvor e agrado de Deus.

  1. Jesus sabia como viver no optimus?

Ele é o maior exemplo para sabermos como lidar com o cotidiano da nossa vida.

  1. Quais descendentes de Jacó eram peritos “na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer”?

Filhos de Issacar.

  1. Como sua vida está? O que fazer para alcançar o optimus?Resposta pessoal.

Você é do tipo que gosta de desafios no ambiente de trabalho? Se, por um lado, tanta dedicação à profissão ajuda a fazer a carreira decolar, por outro, pode atrapalhar sua vida pessoal e, pior, prejudicar sua saúde – stress, dores musculares, distúrbio do sono e ansiedade são alguns dos sintomas comuns.

“Esse esgotamento físico, mental e emocional, conhecido como síndrome de burnout, gera uma sensação de incompetência e frustração, que até leva a disfunções sexuais e problemas cardíacos em alguns casos”, diz a psicóloga Rosalina Moura, diretora da Rumo Saudável, empresa especializada em soluções para a promoção do bem-estar.

O quadro é mais frequente do que se imagina – 72% dos brasileiros se encaixam nele, de acordo com uma pesquisa da International Stress Management Association (Isma-BR). Para fugir dessa estatística, adote as atitudes a seguir.

1. Avalie como o trabalho está interferindo na sua rotina. Está sem tempo para malhar ou encontrar as amigas? Procure diminuir o ritmo, então.

2. Utilize as horas livres para realizar atividades prazerosas e que não tenham a ver com a carreira. Comprovado cientificamente! A Superbom explica porque fazer atividade física com trilha sonora faz bem Patrocinado 

3. Dedique uma parte do seu dia para aprender coisas novas e que tragam satisfação pessoal, como natação, boxe ou aulas de culinária.

Fique por dentro de tudo o que rola no mundo fitness com a newsletter da BOA FORMA 

Paulo Rubem Santiago

Depois de uma semana de notícias acerca da mudança da meta fiscal para os anos de 2018 e 2019, Temer anuncia um pacote de redução de gastos no serviço público federal, atacando especialmente as condições de acesso, remuneração e carreira para os seus servidores. Nesse processo, mais uma vez, manipula números, omite até informações oficiais e joga a população comum contra o servidor público.

Qual o objetivo desse pacote agora anunciado? O que se pretende fazer com as eventuais economias a serem obtidas caso tais medidas sejam aprovadas? Se há déficit público e rombo fiscal, quais são as causas disso? Será que o pacote de Temer as enfrenta de forma concreta e contundente? Nada disso. Sejamos claros e diretos. As despesas de pessoal civil e militar, ativos e inativos da União, não são as causas do desequilíbrio entre receitas e despesas, muito menos do falado rombo. Os números oficiais contidos no Boletim Estatístico de Pessoal do Ministério do Planejamento confirmam isso. Há necessidade de se intervir no serviço público? Há, é óbvio que há, mas com mais investimentos para melhorar sua qualidade e sua amplitude no universo de cidadãos atendidos. Porém, isso não ocorrerá com corte de verbas em salários, concursos e carreiras no serviço público.

O rombo tão debatido nos últimos dias precisa ser explicado. Sua alteração de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões, por si só, não explica sua natureza nem resolve a conta.  Apenas a agrava. Por que há esse rombo? Quais são as parcelas do gasto público que mais o provocam?  É importante esclarecer que esse rombo fiscal é exatamente o valor da conta que falta ser paga quando as receitas são insuficientes para o pagamento de toda a conta de juros da dívida pública a cada ano. Por isso o rombo também se chama déficit primário. Porque a primeira despesa em ordem de prioridade no gasto público desde 1999 é aquela.

Agência Brasil

“O rombo tão debatido nos últimos dias precisa ser explicado”

Para isso, se busca formar, ano a ano, uma economia específica, o superávit primário, para garantir que aquelas despesas, com juros, sejam pagas na frente de quaisquer outras. Assim, o peso da dívida pública como parte do PIB ficaria sempre estável ou declinante. Por isso Temer propôs a PEC 241, que virou Emenda Constitucional 95. Acontece que, ainda com essas medidas conservadoras, a conta da dívida pública pode seguir crescendo independente disso, quando a taxa básica de juros, a SELIC, sobe ou se mantém elevada em termos reais no processo de combate à inflação.

Esses gastos não são dissecados na mídia nem comparados com os demais, não se informa quem ganha com eles, não se admite sua revisão, mesmo sabendo que crescem ano após ano, retirando tantas receitas do tesouro e impondo, para seu pagamento regular, cortes no serviço público e no financiamento dos direitos sociais. Por isso vemos tanto interesse dos grupos econômico-financeiros que ganham com a dívida pública na aprovação desse novo pacote, bem como nas demais reformas que tiram receitas de outros fins públicos para serem aplicadas na redução da conta do rombo fiscal.

As causas reais do rombo, porém, são outras. Estão na mistura explosiva da elevada sonegação fiscal das grandes empresas com os ralos da corrupção, com as desonerações tributárias e da contribuição previdenciária, vindas desde FHC e ampliadas por Lula e Dilma, com os impactos da política monetária e suas ainda elevadas taxas de juros reais nas despesas do tesouro nacional.

Temer não mexe em nada disso. Mantém privilégios e age gastando dinheiro público para impedir investigações sobre suas relações com a corrupção, partindo agora para o ataque criminoso aos servidores e ao serviço público. Vamos, por isso, rejeitar esse pacote do mal e da manipulação, apontando outros caminhos para um serviço público de melhor qualidade para a população.

congressoemfoco

IMPACTO Woodward (Redford) e Bernstein (Hoffman) no cinema. Os homens que derrubaram um presidente (Foto: Collection Christophel)

Bob Woodward e Carl Bernstein estão para o jornalismo do século passado como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo para o futebol atual. São os símbolos máximos de excelência na profissão que escolheram. Após uma investigação acurada, os dois repórteres desvendaram o caso Watergate – em que agentes do FBI e da CIA espionaram a sede do Partido Democrata, pouco antes da reeleição do republicano Richard Nixon para a Presidência dos Estados Unidos. A história serviu de base para o filme clássico Todos os homens do presidente, de 1976, em que os dois jornalistas são magistralmente interpretados por Robert Redford e Dustin Hoffman. Nixon, um dos políticos mais resilientes da história americana, foi obrigado a renunciar depois da série de reportagens de Woodward e Bernstein. O caso Watergate é o exemplo mais eloquente do impacto do jornalismo na sociedade.

Repórteres não mudam o mundo apenas quando derrubam presidentes da República. A missão essencial do jornalismo é elevar o nível do debate público – e, assim, a atividade interfere decisivamente no rumo das democracias (jornalismo e democracia, aliás, são palavras inseparáveis. Uma não existe sem a outra). Tal missão é cada vez mais importante no mundo atual. O jornalismo eleva o nível do debate público quando agrega fatos concretos às grandes discussões, evitando que a paixão desinformada leve à polarização sem sentido, como acontece frequentemente em nossa era de redes sociais. Quando emite opiniões a partir de apuração – momento em que se torna uma voz no debate. Ou quando publica opiniões divergentes sobre assuntos momentosos – momento em que se torna a própria arena do debate. O jornalismo eleva o nível do debate público, sobretudo, quando publica informações inéditas, furos de reportagem como o de Woodward e Bernstein. Dados novos e desconhecidos frequentemente mudam o rumo das discussões em um país.

A redação de ÉPOCA decidiu usar a edição em que comemora seu milésimo número para mostrar como o jornalismo interfere na realidade. A revista se compõe de reportagens sobre reportagens. A ideia era avaliar o impacto de algumas das principais matérias publicadas pela revista desde o número 1, lançado em 1998. A recente entrevista exclusiva com Joesley Batista, por exemplo, trouxe um novo entendimento sobre o capitalismo de compadrio brasileiro – e balançou os alicerces da política brasiliense. É o impacto de um furo de reportagem. ÉPOCA também foi a primeira publicação brasileira a discutir de forma madura o uso recreativo de drogas, na reportagem em que a apresentadora Soninha admitiu que fumava maconha, publicada em 2001. De maneira análoga, a capa que estampa o casal de militares gays Laci de Araújo Marinho e Fernando Alcântara, publicada em 2008, foi o mote para o primeiro evento governamental sobre direitos homossexuais – até então, o tema era evitado pelos políticos.

O impacto do jornalismo se multiplica na era digital. Uma reportagem – em texto, vídeo ou podcast – pode repercutir em milhões de novos textos, vídeos ou podcasts. O outro lado da moeda é que uma notícia falsa pode obter a mesma difusão. Na era da pós-verdade, cabe ao jornalismo, sobretudo, estabelecer a base de fatos sobre os quais se assentam as grandes discussões nacionais. Nunca é demais repetir: é com fatos aferidos e checados que o jornalismo eleva o nível do debate público. É com fatos aferidos e checados que o jornalismo estabelece o próprio chão da democracia.

época

Agência Brasil

Os deputados correm contra o tempo para aprovar a proposta

Com a polêmica sobre o distritão e o fundo público de 0,5% da receita corrente líquida para financiar campanhas eleitorais, o que daria algo em torno de R$ 3,6 bilhões no ano, a proposta de reforma política (PEC 77/03) ficou para ser aprovada no plenário da Câmara a partir de terça-feira (22). Entre os deputados da base e da oposição não há consenso sobre os pontos. O texto precisa ser aprovado na Câmara e no Senado até o dia 7 de outubro para que possa valer nas próximas eleições.

O relator da proposta, deputado Vicente Candido (PT-SP), já admitiu que vai propor mudanças em seu substitutivo antes da votação, como sobre o volume de recursos do fundo público criado para financiar as campanhas eleitorais. Em vez de 0,5% da receita corrente líquida, equivalente a algo em torno de R$ 3,6 bilhões no ano que vem, o valor seria definido anualmente na lei orçamentária.

O distritão, que prevê mudanças na regra de eleição de deputados e vereadores, é a outra polêmica da reforma. Atualmente eleitos pelo sistema proporcional, em que a definição dos representantes depende da votação obtida pelos candidatos e pelas legendas, esses políticos seriam eleitos pelo sistema majoritário em 2018 e em 2022; e, nas eleições seguintes, apenas os deputados contariam com o sistema distrital misto.

O sistema majoritário para eleições proporcionais ficou conhecido como “distritão” porque um estado equivaleria a um único distrito. No distrital misto, metade dos representantes eleitos seriam os mais votados nos distritos, com subdivisão a ser definida em lei, e os demais seriam escolhidos por uma lista preordenada pelos partidos políticos.

Para os deputados que compõe a Frente Parlamentar contra o Distritão, que é suprapartidária, nem a alteração de modelo de voto nem a criação do fundo serão aprovados. Eles avaliam que o dispositivo que estabelece a adoção do sistema majoritário nas eleições de 2018 e 2020 será barrado na Câmara, por meio da apresentação de uma emenda de plenário. Tanto o texto principal como as emendas precisam do voto favorável de 308 deputados. A proposta deverá ser votada em dois turnos na Câmara e no Senado.

Na última quarta-feira, após um dia de negociações e debates que duraram cerca de quatro horas em plenário, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), suspendeu a sessão por falta de quórum. Apesar da grande movimentação no Congresso e dos mais de 430 deputados que registraram presença no dia, Maia havia afirmado que só votaria com quórum de 460 parlamentares

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