Dr. Antônio Segundo Neto

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: outubro 2017

Reunião de um tumor board no AC Camargo Cancer Center, em São Paulo (Foto: Divulgação AC Camargo Cancer Center)

Profissionais de diferentes especialidades discutem casos complexos e definem junta a melhor conduta no A.C. Camargo Cancer Center. A medicina integrada melhora a qualidade da assistência (Foto: Divulgação

Decisões erradas são tomadas com base em dados errados. Em sua trajetória profissional, é provável que você tenha vivido desastres derivados da análise torta de números que capturam o detalhe e desconsideram a essência.
A valorização da objetividade na administração de recursos escassos faz todo sentido. Difícil é definir os melhores critérios para medir a coisa certa do jeito certo. Na saúde, essa discussão é das mais atuais.

Os mais respeitados gestores de saúde sabem que na medicina privada brasileira tudo se volta para incentivar o aumento de custos. Rasga-se dinheiro todos os dias. Quem paga a conta são os beneficiários dos planos de saúde e os empregadores. A disputa improdutiva entre os convênios e os hospitais é causada por um modelo que remunera a doença – e não a saúde.

Quanto mais a situação do paciente se complica, melhor para o hospital. Quanto maior o consumo de insumos banais como esparadrapo, seringa, soro fisiológico, paracetamol e tantos outros, mais ele ganha. Os hospitais viraram grandes varejistas de materiais, como ÉPOCA contou detalhadamente nesta reportagem. Tal desvio de função parece absurdo, mas essa é a vida como ela é. 

As práticas nefastas decorrem do modelo atual de remuneração dos hospitais pelos planos de saúde. Ele é chamado de “conta aberta” ou “fee for service” (pagamento por serviço). Todo e qualquer item usado no atendimento (dos mais banais aos mais sofisticados) é colocado na conta. A papelada é enviada ao plano de saúde ao longo da internação ou ao final do atendimento. A operadora discute o que foi feito e decide se paga a conta ou não.
 A lenga-lenga é interminável. Os planos de saúde reclamam que os hospitais cobram muito mais do que valem os produtos empregados no tratamento de seus beneficiários. Os hospitais argumentam que são obrigados a fazer isso porque os convênios se negam a reajustar tabelas de serviço. Ou simplesmente não pagam grande parte dos atendimentos já prestados.

Dá para ser diferente? A alternativa da moda é o conceito de cuidados baseados em valor, conhecido pela sigla VBHC, derivada do inglês “value-based health care”. O modelo proposto por Michael Porter e Elizabeth Teisberg parte do princípio de que o objetivo final da atenção à saúde é gerar valor para o paciente.
Segundo a definição dos autores, a análise de valor deve considerar os resultados de saúde importantes para o paciente, em relação ao custo de alcançar tais objetivos. De acordo com essa proposta, a reestruturação dos sistemas de saúde depende de algumas etapas importantes: adoção de unidades de prática integrada, medida de desfechos clínicos, análise de custos, pagamento por pacote de serviços, integração de sistemas, tecnologia da informação e expansão geográfica.
 Alguns dos melhores hospitais brasileiros começam a seguir esses passos e acreditam estar entregando mais valor ao paciente. Nem por isso já conseguiram sair do ciclo perverso do “fee for service”. “As instituições continuam no modelo de conta aberta, mas o mercado está se movendo para alcançar a remuneração por desfecho”, afirma Vivien Rosso, superintendente-geral do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo.

Vivien Rosso, CEO do AC Camargo Cancer Center (Foto: Rogerio Albuquerque/Editora Globo )

Um dos grandes desafios é alcançar a previsibilidade dos custos e dos resultados. Nos casos de baixa complexidade, as instituições conseguem prever com alguma segurança qual será o resultado do tratamento e, a partir daí, negociar um pagamento fixo com os planos de saúde. Já na medicina de alta complexidade (na oncologia, por exemplo), os desfechos clínicos são menos previsíveis.

Os custos envolvidos em uma cirurgia de hérnia e os prováveis resultados podem ser combinados com antecedência com os pagadores. Já o percurso de tratamento de um câncer de mama pode se desdobrar em diferentes ramos, dependendo do estadiamento e da genética do tumor e de outras particularidades do paciente. E, com isso, os custos e os resultados mudam.

medicina integrada preconizada por Porter é um dos pilares do A.C. Camargo.

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Resultado de imagem para tolerância com a impunidade.

Em A luta contra a corrupção, Dallagnol compara o mal, cujo prejuízo ao Brasil estima em R$ 200 bilhões anuais, a um “serial killer que mata em silêncio”

A rejeição da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer e a suspensão do afastamento do senador Aécio Neves trouxeram de volta um sentimento conhecido do brasileiro: aquela velha sensação de que o combate à corrupção é inútil, pois sempre haverá um atalho legal, um drible jurídico ou uma manobra política capaz de salvar a pele dos mesmos suspeitos de sempre. O inconfundível cheiro de pizza tem se imposto ao sopro de esperança trazido nos últimos anos pela Operação Lava Jato. Decisões recentes do Tribunal Superior Eleitoral, do Supremo Tribunal Federal (STF) e dos plenários da Câmara e do Senado sugerem que ela caminha a passos céleres ao mesmo destino da Operação Mãos Limpas, na Itália. Por lá, medidas legislativas reduziram os poderes da Justiça, fizeram crimes prescrever, tiraram condenados da cadeia e criaram uma sensação de impunidade ainda maior que a anterior às investigações. “A corrupção ficou mais despudorada. Antes, pelo menos os corruptos tinham vergonha”, afirmou o ex-procurador Gherardo Colombo, num evento que reuniu em São Paulo estrelas da Lava Jato e da Mãos Limpas na semana passada.

Os cabelos brancos e o desalento sereno de Colombo contrastavam com o entusiasmo juvenil do procurador Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. Com a verve de um pregador no púlpito ou, diriam alguns, de um político no palanque, Dallagnol reconheceu os limites do Judiciário no combate à corrupção. “É preciso ir além da Lava Jato. Não há solução fora do sistema político”, disse. Ele propôs uma espécie de selo de qualidade a candidatos que se comprometerem com uma agenda anticorrupção em 2018, similar às Dez Medidas do Ministério Público (MP) que naufragaram no Congresso há um ano. Em A luta contra a corrupção, Dallagnol expõe seu caso. Compara o mal, cujo prejuízo ao Brasil estima em R$ 200 bilhões anuais, a um “serial killer que mata em silêncio”. “Ela se disfarça de buracos em estradas, falta de medicamentos, crimes de rua, miséria”, escreve. “Mas, como se esconde, dificilmente é responsabilizada pelas mortes que causa.” A principal razão a que atribui a persistência da chaga é a impunidade, resultado de um sistema jurídico com inúmeras brechas favoráveis aos criminosos. Boa parte das Dez Medidas se voltava a fechar tais brechas.

Advogados e juízes costumam criticar a sanha justiceira do MP. Posam de defensores do estado de direito contra o abuso das prisões preventivas, os ataques à privacidade e o arbítrio das autoridades. A realidade, esmiuçada em detalhes objetivos por Dallagnol, desmente todo esse teatro. De acordo com ele, só 3,4% dos detidos na Lava Jato eram mantidos no cárcere preventivamente, sem condenação judicial. Mais de 95% das decisões da primeira instância eram referendadas por instâncias superiores. Em contrapartida, a probabilidade de alguém ser punido por corrupção no Brasil é baixíssima – estimada em 3,17%. Em casos rumorosos do passado, apenas 1,1% dos réus foi condenado em definitivo. E mesmo esses acabam não indo para a cadeia. No célebre episódio dos Anões do Orçamento, foi preso apenas o delator do esquema, um assessor parlamentar. Entre os protegidos pelo foro privilegiado, casos se acumulam sem julgamento em cortes superiores por até 20 anos, enquanto corre o prazo de prescrição dos crimes. Apenas em junho de 2013, o STF expediu o primeiro mandado de prisão contra um parlamentar na história: o ex-deputado Natan Donadon, condenado por desvio de dinheiro público. Mesmo no caso do mensalão, veloz para os padrões do STF, o julgamento levou oito anos.

Nenhum advogado de político deixa de aproveitar as inúmeras filigranas jurídicas que permitem anular provas – como ocorreu na Operação Castelo de Areia. Nem de recorrer enquanto der, se possível até a prescrição – como ocorreu no escândalo Marka-Fonte Cindam ou com o deputado Paulo Maluf. O ex-senador Luiz Estevão fez 120 recursos até ser preso. Dallagnol cita dois exemplos reais de recursos que ilustram a benevolência com os réus no convoluto labirinto jurídico brasileiro. Tome fôlego para ler: “O agravo regimental nos embargos de declaração no agravo regimental no agravo em recurso extraordinário no recurso extraordinário no agravo regimental nos embargos de declaração no agravo regimental no agravo nº 1249838”; e “os embargos de declaração nos embargos de declaração nos embargos de declaração no agravo regimental nos embargos de declaração no agravo em recurso extraordinário no recurso extraordinário no agravo regimental no agravo regimental no agravo no 1387499”. Ao lado dos italianos, o juiz Sergio Moro lembrou uma frase de Joaquim Nabuco na longa campanha do abolicionismo, que comparou ao combate à corrupção: “Há necessidade de manter infinita esperança”. Até hoje, infinita tem sido apenas nossa paciência – e a tolerância com a impunidade.

epoca

Emanuelle  (Foto: Rodrigo Lopes)

Longe da TV desde o fim da novela A lei do amor, no começo do ano, Emanuelle Araújo leva a turnê do show O problema é a velocidade, baseado no repertório de seu primeiro álbum solo, para Nova York nesta sexta-feira (3). 

Ela vai se apresentar no clube Nublu, conhecido por trazer atrações brasileiras e do underground. “Nova York é a cidade louca que eu amo. Espero ver todo mundo lá”, postou a atriz e cantora, empolgada. Ela também vai cantar hits de Raul SeixasErasmo Carlos e Paulinho da Viola. Emanuelle já tinha gravado na cidade o vídeo da música “Uma mulher” no ano passado.

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Quando o assunto é a preparação para o Enem, especialistas são unânimes em afirmar que, durante a reta final, só existe uma palavra chave: revisão. O conteúdo presente no edital é bastante extenso, por isso, tentar estudá-lo por completo nos dias que antecedem as provas pode causar ainda mais nervosismo, em um momento em que a ansiedade já toma conta dos jovens. Para ajudar a controlar os nervos nesta etapa, o apoio dos pais e responsáveis continua sendo fundamental. É importante ajudar os estudantes a manterem a disciplina.

É comum que aqueles que estão acompanhando de perto a dedicação dos jovens ao Exame também se envolvam na preparação. Mas um alerta precisa ser feito neste momento: é importante garantir a autonomia do estudante. Afinal, ele conhece melhor que ninguém suas forças e fraquezas diante das disciplinas e qual investimento deve ser feito para tentar neutralizar as dificuldades. Para que pais e responsáveis ajudem os estudantes a manterem a disciplina na reta final do Enem, existem algumas dicas que podem ser bastante úteis. Confira:

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Enquanto a miserabilidade se encontra na foto acima, os nossos políticos que se dizem representantes do povo estão de malas cheias de dinheiro.

Segundo a nova métrica para determinar a quantidade de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza, adotada este mês pelo Banco Mundial, o número de brasileiros considerados pobres aumentou de 8,9 milhões para 45,5 milhões – 22% da população. A instituição decidiu complementar a linha de pobreza tradicional – que traça o corte em consumo diário inferior a US$ 1,90 – com outras duas delimitações mais ajustadas às realidades de cada país. As informações são da Folha de S.Paulo.

Uma nova linha passa a ser demarcada em US$ 3,20, representando a mediana das linhas para países de renda média baixa. A outra linha é de US$ 5,50 por dia, que corresponde à mediana das linhas de pobreza dos países de renda média alta, entre os quais se inclui o Brasil. “Ser pobre no Maláui ou em Madagáscar é diferente de ser pobre no Chile, no Brasil ou na Polônia”, diz Francisco Ferreira, economista do Banco Mundial.

No caso de países como o Brasil, o volume de pessoas que vivem abaixo da linha de US$ 1,90 é pequeno, ou seja, esse corte não captura a real pobreza do país. “Muito pouca gente vive com US$ 1,90 por dia no Brasil, graças a Deus. Mas quem vive com US$ 2,00 ainda é pobre para os padrões brasileiros e para os padrões dos países de renda média alta”, diz.

 A parcela de pobres no Brasil, que vinha diminuindo ao longo da última década, voltou a subir em 2015, apontam os dados do Banco Mundial. Sob a linha de US$ 1,90 por dia, a fatia da pobreza correspondia a 3,7% em 2014 e subiu para 4,3% no ano seguinte. Quando a régua sobe para US$ 5,50 diários, a parcela de brasileiros abaixo da linha vai a 20,4% em 2014, crescendo para 22,1% em 2015.

revistaforum

   Neste dia 28/10/17, na cidade de Matureia-PB, aconteceu uma grande cruzada realizada pela Igreja Assembleia de Deus, comemorando 20 anos de existência nesta cidade. Estavam presentes vários pastores com suas caravanas de cidades da Paraíba, bem como o obreiro Pedro João e alguns irmãos de Santa Terezinha-PE.

  Foi um grande evento, com um palanque de boa estrutura. Estavam presentes também um cantor vindo do estado do Ceará e de uma banda musical som da Paz

 Autoridades do poder público se fizeram presentes, representadas pelo prefeito José Pereira, acompanhado do vice-prefeito e dois vereadores, sendo um deles presidente da câmara.

  O nome de Deus foi glorificado, louvado e engrandecido em praça pública num abençoado culto, onde o Espírito Santo esteve presente, operando grandemente no meio do povo.


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A Igreja Assembleia de Deus em Matureia tem como pastor Wandelei Dias e o Pr. presidente José Carlos.

A democracia brasileira é a que tem o pior funcionamento entre os 18 países pesquisados para a edição 2017 do “Latinobarómetro”, uma ONG chilena que faz, desde 1995, uma consistente avaliação dos humores dos latino-americanos.

Os dados, divulgados nesta sexta-feira (27), são de impressionante contundência em relação ao Brasil, a ponto de apenas 13% dos brasileiros consultados se declararem satisfeitos com o funcionamento da democracia, último posto no ranking. Atrás até dos 22% de satisfação na Venezuela, que a maior parte dos governos e da mídia ocidental classifica como ditadura.

O relatório deixa claro que a insatisfação não é com a democracia como modelo de organização política. No Brasil, por exemplo, 62% consideram a democracia como o melhor sistema de governo, porcentagem que, no conjunto da América Latina, sobe para 70%.

O apoio à democracia, aliás, vem subindo sistematicamente, desde o piso mais baixo encontrado (30% em 2001, penúltimo ano do governo Fernando Henrique Cardoso). Agora é de 43%, 11 pontos acima de 2016.

O descontentamento, que é geral na região, é, portanto, com o funcionamento do modelo, não com ele propriamente dito, revela a Folha.

BEM DE TODOS

No Brasil, os números são alarmantes. Quando a pergunta é se o governo age para o bem de todos, apenas 3% dos brasileiros concordam, de novo no último lugar da tabela. Na média da América Latina, 21% dizem que sim.

Corolário inevitável: 97% dos brasileiros acham que se governa só para “grupos poderosos”, porcentagem bem superior aos 75% da média latino-americana.

Entende-se, por essa resposta, que apenas 1% dos brasileiros considera que o país vive em uma “democracia plena”. De novo, é o último lugar no ranking.

Natural também que, quando se pede uma nota de 0 (não é democrático) a 10 (totalmente democrático), a do Brasil foi de 4,4 (a da América Latina, de 5,5).

Quando, em vez da democracia, se mede o apoio ao governo, o resultado é idêntico ao de todas as demais pesquisas: só 6% apoiam o governo Michel Temer, um sexto da média latino-americana de 36%, bem abaixo da primeira colocada, a Nicarágua (67%) e abaixo até da Venezuela em grave crise (32%).

APOIO AO GOVERNO

Nesse quesito, a queda no apoio ao governo começou em 2013, o ano das grandes mobilizações populares : de 2012 para 2013, o apoio ao governo (então de Dilma Rousseff) caiu 11 pontos, para 56%. Depois foi caindo para 29%, 22%, até chegar aos 6% de 2017.

A pesquisa também ajuda a entender por que Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida eleitoral para 2018 : o pico de prestígio do governo foi exatamente em 2010 (86%), seu último ano na Presidência, o que lhe permitiu eleger Dilma.

Se não confia no governo atual, o brasileiro tampouco confia nos seus conterrâneos: só 7% dizem ter confiança na maioria dos demais brasileiros, de novo o último lugar na tabela, a metade do resultado médio da América Latina, e longe dos 23% do Chile, primeiro colocado nesse quesito.

Das instituições, a mais confiável para os brasileiros é a Igreja: 69% confiam nela. Para as demais, as porcentagens são as seguintes: Forças Armadas (50%); polícia (34%); Justiça Eleitoral (25%); Judiciário (27%); governo, como instituição, não personalizada (8%, último lugar no ranking); Parlamento (11%, penúltimo lugar, superando apenas o Paraguai, com 10%); partidos políticos (7%, também no último lugar).

PARTIDOS POLÍTICOS

Os resultados para partidos políticos, Executivo e Parlamento explicam bem porque a satisfação com a democracia é tão baixa.

Ajuda também a entender a classificação o fato de que a corrupção é considerada o maior problema do país para 31% dos brasileiros, a mais alta porcentagem entre os 18 países, três vezes superior à média latino-americana de 10%.

Mais ainda: 80% dos brasileiros acham que o governo atua “mal” ou “muito mal” no combate à corrupção, muito mais do que a média da região (53%).

No território da economia, os dados do Brasil são contraditórios: 68% dizem que o seu salário alcança bem para os gastos, primeiro lugar entre os 18 países da pesquisa. Mas apenas 5% acham que a situação econômica atual é “boa” ou “muito boa”, no último lugar da tabela, junto com os venezuelanos.

paraibaradioblog

Uma pesquisa realizada em dezoito países da América Latina revelou que os brasileiros são os mais insatisfeitos com a democracia. Somente 13% dos brasileiros responderam estar “muito satisfeitos” e “satisfeitos” com ela, segundo o levantamento da Latinobarómetro. De acordo com a pesquisa, apresentada nesta sexta-feira em Buenos Aires, o índice de satisfação dos brasileiros ficou abaixo da média da região, que é de 30%. Os cinco primeiros mais satisfeitos com a democracia em seus países são Uruguai (57%), Nicarágua (52%), Equador (51%), Costa Rica (45%) e Argentina (38%).

Foram ouvidas 20,2 mil pessoas na região, entre junho e agosto deste ano. O levantamento é anual e vem sendo realizado desde 1995.

Em entrevista à BBC Brasil, a socióloga chilena Marta Lagos, diretora da ONG Latinobarómetro, disse que o mal-estar dos brasileiros com a democracia é antigo. “O Brasil sempre foi meio desconfiado, mas a avaliação está especialmente pior agora”, disse Lagos, que arrisca algumas explicações para o fenômeno.

Para ela, além de o brasileiro não ver melhora em sua vida, o país sofre de um “problema grave de liderança política”. A pesquisadora ressalva, porém, que a pesquisa não aborda temas específicos como a impopularidade do presidente Michel Temer ou a destituição da ex-presidente Dilma Rousseff.

Mas quando a questão é a aprovação do governo em vigor, o Brasil voltou a ficar em último lugar, com apenas 6% respondendo que o “aprovam”. Neste item, a média na região foi de 36%, com a Nicarágua (67%), o Equador (66%) e a Bolívia (57%) figurando entre os três primeiros colocados.

O Brasil volta a ser lanterninha no ranking quando o tema abordado é a confiança entre as pessoas. Após ouvir a pergunta “É possível confiar na maioria das pessoas?”, apenas 7% dos brasileiros disseram que sim. Entre os que menos confiam, logo acima do Brasil, estão Paraguai (8%) e Venezuela (9%). Chile e Equador, com 23% cada, registraram o maior percentual de confiança.

Para Lagos, o alto índice de desconfiança dos brasileiros tem motivos. “Esta desconfiança entre as pessoas é resultado dos casos de corrupção. A corrupção é o tema principal em um pacote que envolve a situação social, a relação entre as pessoas e a desconfiança com a classe política como um todo”, especula.

Deputados em votação na Câmara
Direito de imagem REUTERS
Image captionPesquisa mostrou que a corrupção é o “principal problema” para os brasileiros

Confiança no Congresso

A pesquisa mostrou também que somente 11% das pessoas no país confiam “muito” ou “razoavelmente” no Congresso Nacional. Neste ranking, o Brasil ficou em penúltimo lugar – a lanterna ficou com o Paraguai, com 10%. A Venezuela (37%), o Uruguai (34%) e a Bolívia (32%) estão entre os que mais confiam em seus parlamentos.

No histórico da pesquisa, feita em pouco mais de vinte anos, a confiança do brasileiro em relação à democracia foi maior em 2010, com 54%. Naquele ano, 80% das pessoas no país diziam ver na democracia o melhor sistema – o índice agora é de 62%.

Naquele ano, o Brasil não tinha os problemas econômicos de agora, mas para Lagos a visão sobre a democracia não é influenciada pelo comportamento da economia. “Existe uma insatisfação do brasileiro com a classe política como um todo. A percepção é a de que o governo trabalha para poucos e privilegiados e que não está preocupado com os demais”, disse.

Quando perguntados sobre “qual é na sua visão o principal problema do país, se a corrupção, a situação política ou a educação”, 31% dos brasileiros responderam “corrupção”. Na média, a corrupção preocupa apenas 10% na região.

A pesquisa mostrou ainda que 44% dos brasileiros disseram ter sido vitimas de algum delito (assaltado/agredido ou outro). No México, este índice foi de 58% e na Venezuela de 50%. A média na região foi de 37%.

O país ficou próximo da média, de 37%, quando o assunto é as perspectivas sobre a economia – 44% dos brasileiros (mesmo índice que os argentinos) responderam que ficará melhor. Mas quando o assunto é o medo do desemprego, o Brasil lidera: 61% disseram estar “muito preocupados” e “preocupados” em ficar sem emprego nos próximos doze meses.

Fiscalizações também encontraram 100 metros cúbicos de madeira irregulares 

A Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE) apreendeu mais de 200 toneladas de gesso e 100 metros cúbicos de madeira durante a Operação Tornado, realizada entre os dias 23 e 26 de outubro em Petrolina e municípios vizinhos, no Sertão do Estado. A ação resultou em um crédito tributário de R$ 270 mil.

A operação consistiu na realização de fiscalizações no trânsito, atendimento a denúncias, trabalhos de identificação de depósitos clandestinos e cumprimento de ordens de serviço aprovadas pelo Conselho de Planejamento e Controle da Ação Fiscal (CPCAF). Além da madeira e do gesso, foram apreendidos produtos como granito, pedras ornamentais, peças automotivas e estivas. Também foram identificados dois depósitos sem inscrição estadual, utilizados para o armazenamento de calçados e bebidas.

Dentre as irregularidades encontradas durante as fiscalizações no trânsito, destacaram-se a presença de notas fiscais com carimbos falsificados de auditores, mercadorias com desvio de destino, notas fiscais falsas, ausência de recolhimento de ICMS sobre o serviço de transporte, reutilização de nota fiscal, vendas para contribuintes sem inscrição e produtos desacompanhados de documentos fiscais.

De acordo com o diretor da Gerência de Ações Fiscais Repressivas da III Região Fiscal (GEAFIR-Petrolina), Elias Júnior, a gerência pretende expandir as fiscalizações para as demais cidades do Sertão pernambucano. “Iremos intensificar o combate à sonegação, estendendo as operações futuras a mais municípios”, afirmou.

A programação da Semana do Bebê em Afogados da Ingazeira abriu espaço para debater um dos mais graves e revoltantes problemas enfrentados pela humanidade: a violência contra crianças e adolescentes. No caso das crianças entre 0 e 6 anos, faixa etária da primeira infância, o quadro é mais grave pois os pequenos ainda não dominam a linguagem para expressar ou denunciar a violência que sofrem. Pensando nisso, profissionais que atuam no CREAS – Centro de Referência Especializado em Assistência Social, que atua no atendimento e acompanhamento de crianças e adolescentes vítimas de violência, promoveram uma capacitação para ajudar na percepção de sinais indicadores de violência contra a primeira infância.  A capacitação foi direcionada para profissionais da educação que atuam nas unidades de ensino da rede pública municipal. Números que revoltam – Em 2015, segundo dados do Disque 100, foram registradas 17.588 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes, equivalentes a duas denúncias por hora. Foram 22.851 vítimas. Temos o dever de romper o silêncio, denunciando situações de violência usando canais como o disque 100, cuja ligação é gratuita e com a garantia do anonimato.   

Dicas relevantes – Confira alguns indícios que podem significar que a criança ou o adolescente esteja sendo vítima de violência. As informações foram retiradas de uma cartilha produzida pela entidade ChildHood (instituição de promoção e defesa das crianças e adolescentes, criada em 1999, pela Rainha Sílvia, da Suécia):

1)      Medo ou pânico em relação a alguma pessoa ou sentimento generalizado de desagrado por parte da criança quando sozinha com alguém;

2)      Medo do escuro ou de lugares fechados;

3)      Mudanças extremas, súbitas e inexplicadas no comportamento, como oscilações no humor entre retraimento e extroversão;

4)      Mal-estar pela sensação de modificação no corpo e confusão de idade;

5)      Regressão a comportamentos infantis;

6)      Tristeza, abatimento profundo ou depressão crônica. Fraco controle de impulsos e comportamento autodestrutivo ou suicida;

7)      Baixo nível de estima própria e vergonha excessiva;

8)      Culpa e autoflagelação;

9)      Comportamento agressivo;

10)  Interesse ou conhecimento súbito e não usuais sobre questões sexuais;

11)  Expressão de afeto sensualizada ou provocação erótica;

12)  Desenvolvimento de brincadeiras sexuais e masturbação compulsiva;

13)  Desenhar órgãos genitais com detalhes e características além de sua capacidade etária;

14)  Abandono de comportamentos infantis;

15)  Mudança de hábito alimentar;

16)  Padrão de sono perturbado;

17)  Aparência descuidada e suja pela relutância em trocar de roupa;

18)  Resistência em participar de atividades físicas;

19)  Frequentes fugas de casa e prática de delitos;

A frequência e o desempenho escolar somados com mudanças em relacionamentos sociais também merecem atenção:

1)      Assiduidade e pontualidade exageradas;

2)      Queda injustificada na frequência escolar;

3)      Baixo rendimento causado por dificuldade de concentração e aprendizagem;

4)      Pouca participação em atividades escolares;

5)      Tendência de isolamento social;

6)      Dificuldade de confiar nas pessoas a sua volta;

7)      Fuga de contato físico.
Núcleo de Comunicação Social

Dinheiro; real

Brasília – O governo central registrou um déficit primário de R$ 22,725 bilhões em setembro, um desempenho melhor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando o saldo negativo foi de R$ 25,239 bilhões.

O resultado, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, sucede o déficit de R$ 9,599 bilhões de agosto.

O resultado de setembro, porém, foi pior que a mediana das expectativas de mercado, que apontava para um déficit de R$ 21,000 bilhões, de acordo com levantamento do Projeções Broadcast junto a 27 instituições financeiras.

O dado do mês passado ficou dentro do intervalo das estimativas, que foram de déficit de R$ 28,600 bilhões a um saldo negativo de R$ 10,000 bilhões.

Entre janeiro e setembro deste ano, o resultado primário foi de déficit de R$ 108,533 bilhões, o pior resultado da série histórica, que iniciou em 1997. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era negativo em R$ 101,234 bilhões.

Em 12 meses, o governo central apresenta um déficit de R$ 169,9 bilhões – equivalente a 2,62% do PIB. Para este ano, a nova meta fiscal admite um déficit de R$ 159 bilhões nas contas do governo central.

As contas do Tesouro Nacional – incluindo o Banco Central – registraram um superávit primário de R$ 5,412 bilhões em setembro.

No ano, o superávit primário acumulado nas contas do Tesouro Nacional (com BC) é de R$ 32,877 bilhões. As contas apenas do Banco Central tiveram déficit de R$ 102 milhões em setembro e de R$ 654 milhões no acumulado do ano até o mês passado.

No mês passado, o resultado do INSS foi um déficit de R$ 28,137 bilhões. Já no acumulado do ano, o resultado foi negativo de R$ 141,410 bilhões.

Receitas e despesas

O resultado de setembro representa alta real de 8,3% nas receitas em relação a igual mês do ano passado. Já as despesas tiveram alta real de 3,6%.

No ano até setembro, as receitas do governo central subiram 1,4% ante igual período de 2016, enquanto as despesas aumentaram 0,7% na mesma base de comparação.

Teto

As despesas sujeitas ao teto de gastos aprovado pela Emenda Constitucional 95 subiram 6,4% de janeiro a setembro deste ano em relação a igual período de 2016, segundo o Tesouro Nacional. Para o ano, o limite de crescimento das despesas do governo é de 7,2%.

Apesar do enquadramento prévio das despesas do governo federal ao teto, alguns poderes e órgãos estão fora dos limites individualizados – todos devem respeitar o limite de gastos.

É o caso, por exemplo, do Senado Federal, cujas despesas cresceram 7,6% até setembro, e do Tribunal de Contas da União (TCU), cujo gasto subiu 9,4% no período.

Na Defensoria Pública da União, o aumento de despesas em 2017 chega a 17,4%. O Ministério Público da União (MPU) também está desenquadrado no teto, com alta de 8,4% nos gastos até setembro.

Na Justiça do Trabalho, o aumento é de 8,2% nessa comparação.

Bell Marques

Segundo o colunista Leo Dias, o João entrou na Justiça com uma ação contra o músico e pediu, inicialmente, R$ 80 mil. Porém, os dois fizeram um acordo e o valor foi diminuído.

Por meio de uma nota oficial, a produção do artista se pronunciou sobre o caso. “A equipe da Núcleo 55  entrou em contato há mais de três anos com o fotógrafo João Cajazeira, em busca de uma autorização para utilizar uma fotografia em uma campanha. Naquele momento, o fotógrafo não havia encontrado a foto original, o que, naturalmente, gerou dúvidas quanto ao detentor do Direito Patrimonial e autor da foto”, explicou.

E finalizou: “Diante dessa dúvida e do tempo para a campanha, a foto foi utilizada sem o crédito. A equipe da Núcleo55 cobrou mais de uma vez o valor real para a negociação e foi surpreendida com uma notificação extrajudicial no valor de R$ 60 mil. Como não houve acordo, ocorreu a ação judicial cobrando solidariamente o valor de R$ 80 mil. Assim, em comum acordo, foi aceito por ambas as partes, perante o juiz, o valor justo de R$ 30 mil“.

 

Thaila Ayala posa em uma das camas da suíte duplex do motel Vips, local da festa (Foto: Ari Kaye)

Depois de interpretar uma das protagonistas de Pica-pau – O filme, a atriz Thaila Ayala, que vem se dividindo entre o Brasil e os Estados Unidos, por causa do trabalho no cinema, voltará ao país em janeiro para filmar um novo longa, ao lado de Marco Ricca Bárbara Paz

Ela será uma personagem fruto da imaginação do alcoólatra vivido por Ricca no filme Tudo em jogo. “E, como ela só existe dentro da cabeça dele, representa várias mulheres e passa por uma transição por causa do problema dele com álcool e drogas”, conta ela, animada.

Com a agenda bombadíssima até 2019, a atriz só não tem conseguido mesmo tempo para uma relação estável. “Eu não tenho tempo nem para mim, para a minha mãe. É difícil ter um namorado agora. Relacionamento demanda muita energia e tempo. Mas estou feliz e bem, uma hora vai acontecer”, diz a bela. 

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A Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica melhora a gestão da compra, distribuição e do vencimento dos medicamentos. Medida vai reduzir desperdício e ampliar oferta à população

Um novo sistema criado pelo Ministério da Saúde vai integrar as informações de distribuição, estoques e acesso aos medicamentos do SUS em todo o país. A Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica, lançada nesta terça-feira (24/10), permitirá o melhor planejamento da compra, do controle da data de validade e a realização de remanejamentos. A experiência em quatro estados mostrou que a iniciativa pode evitar desperdícios de até 30% dos fármacos entregues. Se essa economia for replicada em todo o Brasil, a cada ano, mais R$ 1,5 bilhão poderá ser revertido em mais medicamentos para a população.

                                   

A base nacional entra em funcionamento a partir de 25 de outubro e os estados e municípios têm 90 dias para enviar as informações. Até então, o Ministério da Saúde só recebia 20% dos dados por meio do Sistema Hórus, utilizado por 15 estados para gestão de medicamentos de alto custo. As demais unidades da federação, que representam 80% da demanda, repassavam por telefone ou planilhas. Agora, será disponibilizado o Web Service, ferramenta que permite que todas as secretarias de saúde do país que possuem sistemas próprios transmitam as informações.

“Essa é uma ferramenta fundamental para que a gente possa fazer economia e otimizar os recursos da saúde. Hoje existe uma consciência entre todos os gestores para a importância de alimentar o sistema para que possamos evitar o vencimento de medicamentos nas prateleiras, evitar que os medicamentos sejam desperdiçados e fazer o remanejamento dos medicamentos que eventualmente estejam sobrando em um determinado estado ou município para um melhor aproveitamento.  Já verificamos em projeto-piloto que esse processo demostra um potencial de economia de bilhões de reais e com esses recursos vamos comprar mais medicamentos e ampliar acesso a população”, afirmou ministro Ricardo Barros.

Essa integração dos dados foi pactuada no início desse ano na Comissão Integestores Tripartite, que reúne representantes dos estados, municípios e do Ministério da Saúde. Pela Portaria nº 938 de 2017, os gestores que não enviarem as informações para a base nacional ou não apresentarem justificativa poderão ter os recursos da assistência suspensos temporariamente.

Além do estoque, entrada, saída e dispensação de medicamentos, também poderão ser monitoradas em tempo real informações do paciente e das unidades de saúde. Todo o processo será automatizado, ou seja, o sistema já calcula possíveis perdas, sugere remanejamento de produtos ou mesmo indica o quantitativo que deve ser comprado para atender à necessidade.

SEM DESPERDÍCIO – O novo sistema servirá de apoio para evitar o desperdício e desabastecimento de produtos. Foi o que mostrou o projeto-piloto realizado em Tocantins, Alagoas, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. Nessas localidades, no terceiro trimestre desse ano, foi possível economizar R$ 20 milhões. Pelos dados, verificou-se que, em média, 30% do quantitativo poderia ser remanejado para outras regiões do Brasil, sem risco de perder o prazo de validade. Em todo o país, significaria uma economia ao Ministério da Saúde de R$ 1,5 bilhão por ano.

A informatização da saúde é uma das prioridades da atual gestão do Ministério para qualificar o atendimento prestado ao cidadão e, ao mesmo tempo, melhorar as informações de gestão, a programação das políticas públicas e o gerenciamento dos recursos do setor.

Por Alexandre Penido, da Agência Saúde
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Uma das principais orientações é saber relaxar antes do exame, a começar pela prática da respiração lenta e pausada (Arte: ACS/MEC)

Para muitos candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, mais complicado do que assimilar o conteúdo ao longo dos estudos é controlar a ansiedade na hora da prova. A psicóloga Kátia de Lima elaborou uma lista com dez dicas que ajudam o candidato a controlar a ansiedade na hora de prestar o exame.

A primeira, lembra ela, é saber respirar. “Ninguém vai apagar da sua mente o que você estudou. Se ficar nervoso achando que vai ‘dar branco’, pare, respire e pense que a sua parte, que era estudar, você fez.” Abaixo, confira a lista dos procedimentos fundamentais que Kátia de Lima enumera para um bom desempenho.

1 – Respire. A forma correta de respirar é soltar o ar, esvaziar o pulmão e ir puxando, novamente, o ar, lentamente. Faça cinco respirações dessas antes da prova.
2 – Controle o pensamento. Não se trata de pensar positivo, mas de ser realista. É preciso pensar: “Eu estudei para o Enem, resolvi provas, tive o auxílio de livros, professores, então vou fazer a prova com o que sei”.
3 – Esqueça o “dar branco”. Se você estudou, nada vai apagar isso da sua mente. O que pode acontecer é o medo ser tão grande que leva o cérebro à luta ou à fuga, deixando o pensamento racional para segundo plano. Se começar esse sentimento, respire, vá ao banheiro e tome água.
4 – Gerencie o tempo. Fique atento ao relógio a cada meia hora, mas não pensando nisso durante todo o tempo. A rapidez para responder questões vem de uma leitura mais concentrada. É importante, também, treinar antes da prova. Hoje muitos estudam com som ou com TV ligada alegando que se trata de multitarefas – mas não é verdade. Então, na hora do estudo, fique concentrado de fato.
5 – Não tente praticar adivinhação. Muitos perdem a noite de sono porque querem saber exatamente o que vai cair na prova, qual vai ser o tema da redação etc. Você não pode adivinhar o futuro; faça a sua parte, estude e se prepare.
6 – Cuide da alimentação, que deve ser balanceada no dia anterior à prova. Leve lanche e água. Esta é uma preocupação produtiva.
7 – Saia de casa cedo. Chegar ao local da prova com tempo para acalmar a mente é muito importante.
8 – Preste atenção ao seu perfil. Há pessoas que respondem melhor se no dia anterior à prova relaxarem a mente, forem ao cinema ou ficarem com a família. Outras são tão ansiosas que, se forem aconselhadas a não tocar nos livros na véspera da prova, ficam em pânico. Se você se enquadra no segundo caso, leia apenas pequenos resumos.
9 – Esqueça a tal revisão nos minutos anteriores ao teste. Quando entrar na sala de aula, nada de ler anotações. Isso joga para o cérebro a informação de que há uma ameaça, fazendo surgir o medo. Da mesma forma, se for conversar com alguém na sala, evite falar sobre a prova, para não despertar o medo ou qualquer sensação de insegurança.
10 – Seja confiante. Acredite em você e saiba que, se não for possível dessa vez, outras virão. Há alunos que vão para a prova como se fosse a última oportunidade da vida. O Enem é uma grande oportunidade, mas a prova não pode ser vista como uma ameaça.

Assessoria de Comunicação Social 

O Ministério da Educação e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciaram, nesta quinta-feira, 26, no auditório do Sebrae Nacional, em Brasília, as cinco vencedoras do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar. A competição, promovida pelo FNDE, autarquia do MEC, recebeu mais de 2 mil inscrições na fase inicial. Seu objetivo é valorizar o papel das merendeiras e merendeiros que trabalham diariamente em prol da alimentação de qualidade nas escolas públicas do Brasil e, assim, promover a alimentação saudável e mobilizar a comunidade escolar para a temática da educação alimentar e nutricional.

Gilda Rosângela Cordeiro, representante do estado de Pernambuco, foi a vencedora da região Nordeste. A merendeira trabalha na Escola Estadual Juazeiro, no município de Tacaratu, na região do Sertão pernambucano e escolheu participar da competição com o prato Caldo Nordestino.

O Caldo Nordestino de Gilda é feito com mandioca, couve e coxão de bode. A merenda é servida para os 259 alunos da Escola Juazeiro. “O principal ingrediente do meu prato é amor e carinho pelos estudantes. Amo minha profissão, para mim a mais importante do mundo. Os ingredientes do prato vêm da agricultura familiar e da horta da escola”, contou Gilda, sem esconder a felicidade por sair vitoriosa na disputa e faturar o prêmio de R$ 6 mil e uma viagem ao Caribe, com tudo pago.

Merendeiras de todo o Brasil disputaram a final do Concurso Melhores Receitas, em Brasília (Foto: André Nery/MEC)

Outra vencedora foi Daniela Fernanda Felizardo, representante da região Sul. De Bento Gonçalves, ela faturou o prêmio com o prato Polenteca. “Receber esse prêmio é muito gratificante. Não é só cozinhar. Você pode ter todos os temperos à sua disposição, só que o tempero principal é o que você leva no coração, que escorre pelas suas mãos, que é o amor, o carinho e a dedicação”, contou, emocionada, Daniela Felizardo.

Campeãs – O concurso premiou cinco merendeiras, uma em cada região do país. Na região Norte, Maria Cláudia Ferreira dos Santos venceu com o prato Macarronada Paraense. Debora de Souza Leal Ribeiro, representando a região Centro-Oeste, faturou o primeiro lugar com o prato Legumes ao Creme de Milho. Luciana Aparecida Pinheiro, representando a região Sudeste, com o prato Arroz Minerim. Gilda Rosângela Cordeiro, representando a região Nordeste, com o prato Caldo Nordestino, e Daniela Fernanda Felizardo, na região Sul, com o prato Polenteca.

Para o secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Soares, esse concurso mostra a qualidade da merenda oferecida para os alunos e destaca a importância de iniciativas como essa. “Esses concursos são de fundamental importância para a melhora da qualidade da educação. No final de tudo isso, o que importa é que essas merendeiras estão ajudando a transformar a educação brasileira”, afirmou o secretário.

O presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, destacou a qualidade dos pratos apresentados diante das dificuldades encontradas pelas merendeiras no dia-a-dia. “É no cenário de dificuldade que a gente percebe que, muitas vezes, a cozinha não está preparada, não tem os equipamentos necessários. Mas vocês, com carinho, dedicação e experiência, conseguem fazer com que esse alimento chegue a nossas crianças”, disse Pinheiro.
Assessoria de Comunicação Social 

O que comer para ganhar um corpo com músculos bem desenhados e pouquíssima gordura? Muita gente procura essa resposta nas redes sociais das musas – e “musos” – fitness que surgiram nos últimos anos. Mas que tal beber na fonte dos Gracie, família campeã de jiu-jitsu? No último dia 17 de outubro, fomos conferir o lançamento da segunda edição do livro A Dieta Gracie (editora Benvirá), de Rorion Gracie, que vive nos Estados Unidos e é um dos criadores do Ultimate Fighting Championship (UFC). A nova versão traz, além do plano alimentar seguido pelo clã há mais de seis décadas, um programa para ajudar as pessoas a adotarem os hábitos propostos pela dieta.

“Um dos grandes problemas do primeiro livro é que as pessoas compravam, liam, mas deixavam na prateleira. Não adianta: sem usar o conceito, sua saúde não vai melhorar”, comenta Gracie. A saída encontrada por ele foi criar um sistema de graduação de faixas, em que, assim como no jiu-jístu, você muda de nível após adquirir habilidades – que, na dieta, são novos hábitos.

Faixas a Dieta Gracie

(Reprodução/Editora Benvirá)

A ideia do cronograma é que, a cada duas semanas, a pessoa mude de faixa, somando novos hábitos aos já adquiridos na etapa anterior. Após pouco mais de dois meses, espera-se que ela já seja faixa preta – ou seja, que tenha adotado de vez um estilo de vida mais saudável.

Combinação de alimentos

A Dieta Gracie é famosa pela proposta de combinar ingredientes a fim de evitar a fermentação e acidez do sangue durante o processo digestivo. “Misturar alguns alimentos na mesma refeição faz bem para a saúde e controle de peso. Já os que não combinam entre si vão trazer consequências negativas”, diz Rorion, que, embora não tenham formação na área da saúde, se considera um autodidata em nutrição. “Os princípios da nossa dieta não foram comprovados cientificamente em laboratórios. No entanto, vejo a minha saúde, a dos membros de minha família e de milhares de amigos e alunos como um testemunho de seus benefícios”, afirma.

Várias celebridades já aderiram ao modelo alimentar. Recentemente, a atriz Gloria Pires revelou que segue a dieta, que também já foi feita por sua filha, Cléo Pires. “Estou me sentindo muito bem. As pessoas associam a palavra dieta à restrição alimentar e não é bem assim. Eu posso comer de tudo. Não precisa tirar carne e nem glúten. O segredo é não repetir a mesma comida por 24 horas”, disse Gloria, em entrevista à revista ESTILO.

O método divide os alimentos em seis grupos, que podem ser compatíveis ou incompatíveis. Conheça cada um deles:

Grupo A

Legumes e verduras (todos); carnes (todas menos a de porco, proibida na dieta) e frutos do mar (todos); gordura e oleaginosas (abacate, amêndoa, azeite de oliva, cacau, castanhas em geral, coco seco, gergelim, manteiga, queijo derretido): combinam entre si e com alimentos do Grupo B.

Grupo B

Amidos (arroz, aveia, batata, batata-doce, feijão (seco), soja (seca), lentilha, quinua, centeio, mandioca e derivados, milho (seco) e derivados, trigo (e derivados). Combinam com os alimentos do grupo A, mas não entre si (você não pode comer arroz e feijão na mesma refeição, assim como misturar batata-doce e tapioca, derivada da mandioca).

Grupo C

Frutas doces (banana desidratada ou cozida, caqui, figo, laranja lima, mamão, melancia, melão, tâmara, uva-passa), alimentos doces (açúcares em geral, mel de abelha, xarope de agave, melado de cana), queijos frescos e cremosos (queijo-de-minas frescal, ricota, cottage, queijo prato, requeijão) e chás de ervas ou de cascas (camomila, erva-doce, maçã, mate, preto). Combinam entre si e com alimentos do Grupo B, desde que não sejam preparados com gorduras e similares.

Grupo D

Frutas ácidas (abacaxi, acerola, caju, laranja, limão, maçã ácida, manga, maracujá, pêssego, tangerina, uva ácida, frutas vermelhas, tomate) e alimentos ácidos (iogurte, coalhada e kefir). Não combinam entre si nem com nenhum outro alimento.

Grupo E

Banana crua. Combina com frutas doces e com queijos frescos. É incompatível com os alimentos dos Grupos A e B e também com mel, melado e frutas secas.

Grupo F

Leite. Combina com alimentos do Grupo B, banana (crua ou cozida) e seus derivados (queijo, manteiga). É incompatível com alimentos do Grupo A, açúcares em geral, alimentos doces, abacate e frutas frescas e secas.

Fique por dentro: Aliar jejum intermitente à dieta pode potencializar perda de peso

Na prática

Para montar o cardápio, você precisa seguir a tabela de combinação de alimentos. E deve levar em conta outro fundamento da dieta: fazer intervalos de 4 horas e meia a 5 horas entre as refeições. “Esse é o tempo necessário para evitar uma reação ácida no organismo, o que pode provocar problemas de saúde”, alerta Rorion.

Você, como a maioria das mulheres, acha muito difícil abrir mão dos lanchinhos? A estratégia apresentada pelos Gracie é beber água de coco ou água pura quando bate aquela vontade de comer alguma coisa. Rorion não estipula a quantidade de alimentos, que vai depender dos objetivos e necessidades de cada um, mas dá uma orientação para quem quer emagrecer: “Administre a ingestão de alimentos e, como regra geral, pare de comer quanto atingir 80% da capacidade do seu estômago”. Traduzindo: termine a refeição um pouco antes de ficar saciada. Veja o exemplo de um dia do cardápio:

Café da manhã

  • Suco verde – 1 pepino, 5 cenouras, 3 talos de aipo, 5 rabanetes, 1 talo de brócolis com a flor e 1 pimentão (Grupo A)
  • Sanduíche Renergia – abacate amassado e temperado com azeite e sal (Grupo A) sobre torrada de pão de centeio ou integral (Grupo B).

Almoço

  • Salada – use pelo menos cinco desses itens, sempre variando as cores: alface, rúcula, brócolis, abacate, rabanete, cebola, beterraba, pepino, espinafre, aipo, pimentão, broto de feijão (Grupo A). Inclua uma porção de uma ou de duas oleaginosas: amêndoa, castanhas, nozes, pistache (Grupo A). Tempere apenas com azeite de oliva e sal.
  • Prato principal: carne assada (Grupo A), macarrão integral (Grupo B) e creme de milho-verde feito com farinha de trigo (Grupo B).
  • Bebida: suco de cenoura, água de coco ou água com ou sem gás (sem limão)

Jantar

  • Suco de uva doce (moscatel) batido com açaí puro (Grupo C) e banana (Grupo E).

Para turbinar a dieta

Confira algumas dicas de Rorion Gracie:

  • É preciso se alimentar com o propósito de nutrir o organismo. Você deve se programar como se estivesse planejando uma viagem dos seus sonhos, mas com direito de levar só uma mala de mão. Assim, vai ter que ser muito mais cuidadosa nas escolhas.
  • Mantenha sempre um estoque das suas frutas, legumes e verduras favoritos, para ter tudo o que for necessário para a próxima refeição.
  • Adicione castanhas cruas – como castanha de caju, castanha-do-pará, noz e amêndoas – às saladas e aos legumes cozidos. Elas são fontes de proteína (mas lembre-se de que, em exagero, engordam).
  • Se você gosta muito de doce, satisfaça seu desejo com refeição à base de banana desidratada, uva-passa, tâmara, caqui, melancia e queijos cremosos.
  • Não importa que você tenha a mais planejada das dietas para emagrecer; se não desenvolver a disciplina para segui-la, será inútil.
  • boaforma
Após apoiarem o golpe contra Dilma, o MBL passou a ajudar o Temer a governar, com discursos ultra-liberais - Créditos: Marcos Oliveira

Após apoiarem o golpe contra Dilma, o MBL passou a ajudar o Temer a governar, com discursos ultra-liberais / Marcos Oliveira

O Movimento Brasil Llivre (MBL) foi um dos grupos fabricados para dar uma “cara pública” para as mobilizações pelo impeachment de Dilma Rousseff. Não havia como dar um golpe sem mobilizações de massa. Os partidos e políticos da direita tradicional não tinham prestígio nem entre seus eleitores para protagonizar aquele processo, e não daria certo se não parecesse para as pessoas que saíram às ruas como algo espontâneo. Então, os empresários que pensam a política no Brasil reuniram um grupo de jovens liberais com algum preparo, lhes deram estrutura, dinheiro e visibilidades em veículos de imprensa. Assim se produziu um “movimento”.  

A princípio, diante da crise econômica que se abatia no Brasil, bastava o anti-petismo e jargões empresariais do senso comum para consolidar um discurso convincente. Após o golpe, passaram a ajudar o Temer a governar.  

No outro lado do front, agora como signatários de um governo com apenas 3% de popularidade, adotaram um discurso ultra-liberal para justificar o desmonte do Estado brasileiro e a redução de direitos dos trabalhadores. Ao mesmo tempo, para lhes garantir audiência, assumiram uma agenda ultra-conservadora, enfrentando estudantes ocupados, assumindo a campanha pela censura nas escolas e, mais recentemente, nos museus. Passaram, portanto, a se comportar como um pequeno grupo que vive do conflito, para lhes garantir holofotes e uma conexão com o conservadorismo religioso.  

Não há no MBL a organização da aspiração de uma parcela da juventude que almeja qualquer futuro melhor. Eles carregam apenas uma pauta destrutiva daquilo imposto pelo medo cego proveniente da ignorância. São um movimento que não tem movimento. 

Na última semana, realizaram seu Congresso em Curitiba, em um auditório da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Logo em uma universidade pública, quando defendem sua privatização. Uma grande contradição. Esperavam que o fato de fazerem seu evento na UFPR geraria um conflito com militantes progressistas, colocando-os em evidência. Tentaram envolver a esquerda em uma armadilha. Porém, como foram tratados com a irrelevância devida, não apareceu ninguém, nem para brigar nem para participar. 

*André Machado é diretor do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região e presidente do PT Curitiba 

Ag. Câmara

Celso Jacob: de dia na Câmara, de noite na Papuda

O deputado Celso Jacob (PMDB-RJ), que de dia exerce o mandato e de noite cumpre pena de prisão no Complexo Penitenciário da Papuda, foi o responsável pelo voto de número 171 a favor do presidente Michel Temer na análise do pedido de investigação do peemedebista. O número corresponde ao artigo do Código Penal que define o crime de estelionato: “obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”.

Jacob deveria cumprir pena de 7 anos e dois meses preso. No entanto, a Justiça autorizou que o deputado cumpra pena e ao mesmo tempo mantenha atividade parlamentar, uma concessão judicial a determinados casos. O deputado foi preso no dia 6 de junho por falsificação de documento público quando ainda era prefeito de Três Rios, município do interior do Rio de Janeiro, e está cumprindo pena no presídio da Papuda, em Brasília. A condenação dele foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

No final de junho, o juiz Valter Bueno Araújo, da Vara e Execuções Penais de Brasília, concedeu o direito ao deputado presidiário de trabalhar durante o dia aprovando leis, emendas constitucionais e medidas provisórias, por exemplo, e retornar ao cárcere à noite. No caso do deputado, quando o trabalho se estender pela noite, o juiz entende que ele pode comunicar à direção da Papuda que chegará mais tarde em razão de votações que adentraram a noite.

“Os cidadães ficam decepcionados que este políticos corruptos”

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