Dr. Antônio Segundo Neto

CLIQUE AQUI PARA AMPLIAR!

Dr. Antônio Segundo Neto Urologista. CRM 4891 MEDICAL CENTER Rua: Fenelon Bonvavides S/N – Andar Sala 306 Bairro: Brasília – Patos- PB. (83) 34213865 -98724.654-9993865 Tim Email agcsegundoneto@ig.com.br

Grupo Pronto

Clique Aqui para Acessar o Site!

Fale Conosco

(87) 3844.2105  9 9903.7573

Ateliê Geilson
Natura
Supermercado
Infor Master

Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter o Flash Player instalado.

Contabilize

Contatos

(87) 988420973 - (87)38591228

Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!

 

Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter o Flash Player instalado.

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: dezembro 2017

Antigamente, por causa das doses elevadíssimas de hormônios, os contraceptivos orais eram frequentemente ligados ao câncer de mama. Mas com a evolução nos medicamentos, a preocupação abrandou – afinal, o teor dessas substâncias nos anticoncepcionais de hoje é bem menor. Só que pesquisadores acabam de descobrir que mesmo as pílulas modernas estão associadas a um risco extra de sofrer com esse tumor.

O achado, da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, surgiu da análise da incidência de câncer de mama em 1,8 milhão de mulheres entre 15 e 49 anos de idade. Trata-se de nada mais, nada menos do que toda a população feminina do país nórdico nessa faixa etária, com exceção das que já haviam manifestado a doença ou outras condições como o tromboembolismo venoso.

A multidão de dinamarquesas foi acompanhada por pouco mais de uma década, período em que 11 517 tumores nos seios foram detectados. Resultado: a prevalência do problema foi 20% maior nas que já tinham apostado em qualquer tipo de pílula quando comparadas às que nunca recorreram a esse método contraceptivo. Se no primeiro time foram 55 casos a cada 100 mil mulheres, no segundo foram 68 diagnósticos.

A ameaça era mais significativa em quem engolia o anticoncepcional há mais de dez anos e estava acima dos 40. Além dos comprimidos, o dispositivo intrauterino (DIU) com progesterona também foi vinculado a um risco ligeiramente elevado.

Embora o levantamento não firme uma relação de causa e efeito, é possível que a dose extra de hormônios no organismo instigue o desenvolvimento do câncer. Só que não há motivo para pânico.

“O risco absoluto é pequeno e os próprios autores ressaltam isso no texto. Estamos falando de um caso extra a cada 7 690 mulheres que usam o contraceptivo”, comenta Fabiana Baroni Makdissi, mastologista do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo.

O que é mais perigoso para o câncer de mama

Vale destacar que o trabalho não considerou outros fatores relacionados ao desenvolvimento dos tumores, como falta de atividade física, consumo de álcool e peso. E, quando o assunto é câncer de mama, o problema maior parece ser justamente a união desses financiadores.

Tanto que, antes do trabalho dinamarquês, profissionais o A.C. Camargo realizaram uma investigação de ameaças que favoreceriam essa doença. Aí, viram que outros pontos são bem mais relevantes do que os anticoncepcionais.

“Para ter ideia, o risco atribuível ao contraceptivo hormonal foi de 1,4%, enquanto o do sedentarismo alcançava 4%”, compara a médica. Ou seja, enquanto pouco mais de um a cada cem casos da enfermidade seriam ocasionados pelas pílulas, quatro decorreriam da preguiça.

“É muito melhor levantar da cadeira do que deixar de tomar o anticoncepcional, se ele for necessário”, conclui Fabiana. Até porque uma gravidez indesejada abre as portas para diversos problemas de saúde, tanto na mãe, como no filho.

Quem deve se preocupar?

Segundo os especialistas, é tudo uma questão de calcular riscos e benefícios. “Não há motivos para interromper o uso da medicação, mas ela normalmente já não é indicada a mulheres com câncer ou histórico da doença na família”, explica o mastologista Gabriel de Almeida Silva Júnior, coordenador do serviço da especialidade no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais.

Ou seja, vale conversar com o ginecologista e investigar qual o risco particular de cada uma desenvolver um nódulo maligno, ou mesmo outra encrenca, como o tromboembolismo. E se os benefícios – prevenção de gestações indesejadas, controle da endometriose… – compensam.

saude.abril

Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) durante sessão para julgamento
sobre imunidade parlamentar de deputados estaduais Carlos Moura/SCO/STF

André Richter
Da Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (7) que parlamentares estaduais não têm as mesmas prerrogativas de deputados federais e senadores, que somente podem ser presos em flagrante por crime inafiançável e com aprovação da Casa Legislativa a que pertencem. O resultado, no entanto, é provisório, uma vez que o julgamento não foi encerrado.

Apesar do resultado obtido na votação, o julgamento foi suspenso para aguardar os votos dos ministros Luís Roberto Barroso e Ricardo Lewandowski, ausentes na sessão de hoje. Para a finalização do julgamento seriam necessários seis votos contra a imunidade para encerrá-lo.

Com a decisão, a Corte valida até o momento a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que mandou prender deputados estaduais investigados pela Polícia Federal, após a assembleia estadual ter derrubado a decisão por meio de votação no plenário da Casa. O mesmo entendimento será aplicado em casos semelhantes no Mato Grosso e no Rio Grande do Norte.

O placar de 5 a 4  foi obtido com voto de desempate da presidente, Cármen Lúcia. Durante seu voto, a ministra disse que a “corrupção está sangrando o país” e que o sistema jurídico impõe a ética no serviço público. No entendimento da presidente, as assembleias não podem revisar decisões judiciais que determinem a prisão de deputados estaduais.

“É preciso que os princípios constitucionais digam respeito a higidez das instituições, aos princípios democráticos, mas não permitem, no entanto, que a imunidade se torne impunidade.”, disse a ministra.

Durante os dois dias de julgamento, os ministros Marco Aurélio, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Celso de Mello votaram a favor da imunidade. Edson Fachin, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli e Cármem Lúcia se manifestaram contra o benefício. Luís Roberto Barroso, em viagem acadêmica, e Ricardo Lewandowski, de licença médica, não participaram da sessão.

Operação Cadeia Velha

O caso que motivou o julgamento foi a prisão preventiva dos deputados do estado do Rio de Janeiro Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB. Os parlamentares foram presos preventivamente no dia 16 de novembro, por determinação da Justiça Federal, sob a suspeita de terem recebido propina de empresas de ônibus. Os fatos são investigados na Operação Cadeia Velha, da Polícia Federal. No dia seguinte, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro reverteu a decisão judicial e votou pela soltura dos três.

A questão jurídica estava em torno da interpretação do Artigo 27, da Constituição. O quarto parágrafo diz que o deputado estadual tem direito às regras constitucionais sobre sistema eleitoral, inviolabilidade e imunidades previstas na Carta.

Com base nesse artigo, constituições estaduais reproduziram a regra, prevista no Artigo 53, que garante a deputados e senadores prisão somente em flagrante de crime inafiançável e referendada por sua casa legislativa.

Uso da água de forma racional será o principal tema do 8º Fórum Mundial da Água, em 2018. Na foto, barragem de Santa Maria, em Brasília, com nível abaixo do ideal. (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Olga Bardawil – Agência Brasil

Dentro de 100 dias, cerca de 30 mil pessoas deverão participar do 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, que tem como lema principal compartilhar água. Entre os dias 18 e 23 de março de 2018, o maior evento mundial dedicado ao uso da água vai buscar respostas e soluções para os principais problemas sobre recursos hídricos.

Realizado pela primeira vez em 1997, pelo então recém-criado Conselho Mundial da Água (com sede permanente na cidade de Marselha, na França), o fórum, que ocorre a cada três anos, nunca foi sediado em um país do Hemisfério Sul. Ao todo, já ocorreram sete edições do evento na África, América, Ásia e Europa.

Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador de uma das comissões do fórum, Glauco Kimura, explica que o encontro buscará alternativas para que as futuras gerações possam ter água disponível.

“Nós trabalhamos com três propósitos: mobilizar a sociedade para o tema da água; promover a troca de experiências, que é fantástica, e criar o ambiente político favorável”, diz.

Para Kimura, o fórum não tem caráter de engajamento político, a exemplo das conferências internacionais – como as convenções do Clima, da Biodiversidade, de Quioto, entre outras – nas quais os países se comprometem com objetivos e metas a serem alcançados. A ideia é que os debates levem a um comprometimento não só de governos, mas da sociedade.

Propostas para discussão

O tema água foi dividido em cinco eixos: Processo Temático, Processo Regional, Processo Político, Grupo Focal de Sustentabilidade e Fórum Cidadão.

Glauco Kimura coordena a comissão do Fórum Temático, responsável pela programação do fórum, definida por representantes de diferentes grupos ligados à questão da água. Ele conta que a comissão foi constituída seguindo o padrão já estabelecido desde o primeiro fórum, realizado no Marrocos.

“Fizemos chamadas públicas para que as organizações envolvidas na questão da água apresentassem suas propostas e indicassem seus painelistas. E esse modelo foi adotado pelas outras comissões. Com isso, estamos montando a grade programática que será composta por sessões de cada processo [eixo] que vão dar o conteúdo do fórum”.

No eixo Processo Regional, a questão da água será tratada do ponto de vista de cada região do mundo. “Cada região tem com a água problemas específicos e soluções diferentes entre si. E essa diversidade vai enriquecer seguramente as sessões de debates”.

No Fórum Político, o objetivo é “incentivar o engajamento das autoridades políticas locais e regionais, como parlamentares, prefeitos e governadores, na participação de atividades e encontros direcionados ao tema água, porque soluções na gestão da água não podem ser implementadas senão por decisões políticas, de lideranças fortes”.

O eixo Sustentabilidade é novo na agenda e vai abrir o leque para a discussão da água quanto sua importância social, econômica e ambiental, e para o desenvolvimento de modelos de gestão mais sustentáveis.

Outra novidade é o Fórum Cidadão, que vai permitir a expansão do debate para o público presente ao evento.

“O que se quer é despertar a consciência e chamar a atenção do cidadão comum para assuntos relacionados à água como algo do seu interesse. E ao mesmo tempo, detectar soluções inovadoras para tendo presente o tema ‘Compartilhando Água”, destaca Kimura.

Ele lembra que haverá ainda o painel de alto nível no qual estarão presentes chefes de Estados, ministros e CEOs de grandes corporações, e quando sairá um posicionamento político.

“Essa declaração não terá um caráter vinculante como os documentos produzidos nas conferências internacionais, mas será sempre uma declaração de compromisso com a questão da água. Porque o fórum tem um caráter de engajamento político que deve influenciar mais adiante decisões políticas sobre o uso e o compartilhamento da água do planeta”, avalia o coordenador.

Entre as presenças confirmadas está o rei Guilherme Alexandre, da Holanda, conhecido pelo seu engajamento com a questão da água, tendo presidido até 2013 o Conselho Consultivo sobre Água e Saneamento da Secretaria-Geral das Nações Unidas.

Outras vozes

Também pela primeira vez, o Fórum Mundial da Água se propôs a ouvir as pessoas que estejam interessadas em colaborar e influenciar as discussões. Foi criado o canal Sua Voz (Your Voice) no site do fórum como uma plataforma para todos que queiram participar com ideias, sugestões e propostas.

Já na primeira rodada, entre 13 de fevereiro e 23 de abril, mais de 20 mil visitantes passaram pelas salas de discussão, deixando mais de 500 sugestões.

A plataforma ficará aberta até janeiro próximo para uma próxima rodada de discussões e, segundo Kimura, a inovação deste fórum vai focalizar especificamente os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela ONU na Agenda 2030. Desse modo, os debates dentro das seis salas do canal deverão abordar o desenvolvimento sustentável sob diversos pontos de vista.

“Qualquer cidadão vai poder se inscrever e apresentar sua ideia, sugestão ou proposta numa das salas que foram divididas por tema. Você tem a sala do Clima onde a discussão vai girar em torno da segurança hídrica e das mudanças climáticas. Em outra sala, que tem as pessoas como tema, o debate será basicamente sobre saneamento e saúde”.

Os outros quatro temas são: Desenvolvimento, Ambientes Urbanos, Ecossistemas e Finanças.

Kimura destaca ainda o Business Day (Dia de Negócios) como exemplo da participação diversificada no fórum.

“É um evento para troca de experiências de inovação entre empresas – desde as grandes corporações até empresas de pequeno e médio portes que mostrarão seus projetos para o melhor uso e preservação da água. Há espaço para aqueles projetos de tecnologia de baixo custo e de alcance social”.

Legado

Todo esse esforço para juntar ideias, propostas e sugestões vindas de fontes tão diversas vai resultar em relatório final, a ser publicado em agosto de 2018.

“O documento deverá conter o que nós chamamos de Implementation Road Map, que vai reunir as recomendações sobre tudo aquilo que deveria ser feito para a preservação e o bom uso da água, por quais organizações poderia ser feito e em que setores da sociedade”, diz o coordenador.

Essas recomendações surgirão do debate e da análise das centenas de propostas que serão recolhidas nas diversas instâncias do fórum. Para conseguir que todas essas informações sejam consideradas e nenhuma delas se perca, a Universidade de Brasília (UnB) vai atuar com 100 bolsistas na coleta desses dados que irão depois para a NC/Dream Factory, a empresa oficial do fórum.

“Quando você reúne ideias e soluções oriundas de países e regiões diferentes você vai acabar encontrando complementaridade entre elas e às vezes sobreposição. Por exemplo, suponhamos o caso de um rio poluído em uma região metropolitana da América do Sul que surge na discussão e encontra o caso de outro rio poluído numa região agrícola da Ásia. São dois casos que podem ter diferenças e ao mesmo tempo problemas semelhantes, mas que podem vir a ter soluções em comum”, avalia Kimura.

Para ele, com a presença de representantes de diversas partes do planeta, o 8º Fórum Mundial da Água poderá, de algum modo, amplificar o alerta que vem sendo feito desde a criação do Conselho Mundial da Água, em 1996: “As pessoas precisam ser lembradas de que ninguém sobrevive sem água”.

EXPEDIENTE

N°. DE ORDEM. PROPOSIÇÃO ASSUNTO AUTORIA
1. Leitura da Ata da Sessão Anterior.

ORDEM DO DIA (PARA VOTAÇÃO)

Nº. DE ORDEM

 

PROPOSIÇÃO ASSUNTO AUTORIA

 

1. PARECER Nº 036/2017 Ementa: Analisa a EMENDA MODIFICATIVA que modifica os anexos do Projeto de Lei Ordinária nº 029/2017 (Estima a RECEITA e fixa a DESPESA do município de Santa Terezinha/PE para o ano de 2018), oriundo do Poder Executivo Municipal e dá outras providências. COMISSÃO DE LEGISLATIVA, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL
2. PARECER Nº 037/2017 Ementa: Analisa a EMENDA MODIFICATIVA que acresce na rubrica orçamentária do QDD de 2018 na SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS E CONTROLE INTERNO (02.030) – Pagamento de Precatórios judiciais – objetivo –Pagamentos de precatórios – sentenças judiciais o valor de R$ 280.000,00 (duzentos e oitenta mil reais), reduz outras despesas na rubrica orçamentária do QDD de 2018 e dá outras providências. COMISSÃO DE LEGISLATIVA, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL
3. PARECER Nº 038/2017 Ementa: Analisa a EMENDA ADITIVA que acrescenta ao Art.4º, alíneas A,B,C,D e E do Projeto de Lei Ordinária nº 029/2017stima a Receita e fixa a despesa do município de Santa Terezinha para o exercício de 2018), oriundo do Poder Executivo Municipal e dá outras providências. COMISSÃO DE LEGISLATIVA, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL
4. PARECER Nº 014/2017 Ementa: Analisa o Plano Plurianual para o quadriênio 2018 a 2021, oriundo do Poder Executivo municipal e dá outras providências. COMISSÃO DE PLANEJAMENTO, FINANÇAS, ORÇAMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
5. PARECER Nº 015/2017 Ementa: Analisa o Projeto de Lei Ordinária nº 029/2017, oriundo do Poder Executivo Municipal, que estima a receita e fixa a despesa do Município de Santa Terezinha para o exercício financeiro de 2018, e dá outras providências. COMISSÃO DE PLANEJAMENTO, FINANÇAS, ORÇAMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
6. PARECER Nº 016/2017 Ementa: Analisa a EMENDA MODIFICATIVA que modifica os anexos do Projeto de Lei Ordinária nº 029/2017 (Estima a RECEITA e fixa a DESPESA do município de Santa Terezinha/PE para o ano de 2018), oriundo do Poder Executivo Municipal e dá outras providências. COMISSÃO DE PLANEJAMENTO, FINANÇAS, ORÇAMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
7. PARECER Nº 017/2017 Ementa: Analisa a EMENDA MODIFICATIVA que acresce na rubrica orçamentária do QDD de 2018 na SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS E CONTROLE INTERNO (02.030) – Pagamento de Precatórios judiciais – objetivo – Pagamentos de precatórios – sentenças judiciais o valor de R$ 280.000,00 (duzentos e oitenta mil reais), reduz outras despesas na rubrica orçamentária do QDD de 2018 e dá outras providências. COMISSÃO DE PLANEJAMENTO, FINANÇAS, ORÇAMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
8. PARECER Nº 018/2017 Ementa:Analisa a EMENDA ADITIVA que acrescenta ao Art.4º, alíneas A,B,C,D e E do Projeto de Lei Ordinária nº 029/2017stima a Receita e fixa a despesa do município de Santa Terezinha para o exercício de 2018), oriundo do Poder Executivo Municipal e dá outras providências. COMISSÃO DE PLANEJAMENTO, FINANÇAS,ORÇAMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Santa Terezinha – PE. Em, 04 de dezembro de 2017.

ANDRÉ FERREIRA DE OLIVEIRA

1°. SECRETÁRIO

Rio Tietê
Image captionÍndice de oxigenação do Tietê é zero no trecho que corta São Paulo | Foto: Caue Taborda/SOS Mata Atlântica

Com 56 metros de largura e 26 km de leito canalizado dentro de São Paulo, o rio Tietê é uma das primeiras paisagens a cumprimentar quem chega à cidade pelo aeroporto de Guarulhos ou pelas rodovias Anhanguera e Bandeirantes. E não é uma paisagem agradável: o cheiro de esgoto, o aspecto sujo e a falta de vida aquática tornam evidente que o maior rio do Estado está morto no trecho em que passa pela região metropolitana. A mancha de poluição – onde a oxigenação é praticamente 0% – ocupa hoje 130 km, entre as cidades de Itaquaquecetuba, à leste da capital, e Cabreúva, à noroeste. Os dados são do monitoramento da ONG SOS Mata Atlântica. É preciso ter no mínimo 5% de oxigenação para que haja peixes em um rio. O ideal é em torno de 7%. A tentativa do governo do Estado de limpar o curso d’água começou há 25 anos, em 1992, após uma ampla campanha popular feita pela SOS Mata Atlântica e pela Rádio Eldorado, em que foram colhidas 1,2 milhão de assinaturas. O Projeto Tietê foi então lançado com financiamento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O governador à época, Antônio Fleury Filho, chegou a dizer que beberia água do rio ao fim da iniciativa. Em 1993, a gestão prometeu publicamente limpar o rio até 2005.

Mas 25 anos e US$ 2,7 bilhões (R$ 8,8 bilhões) depois, ele está longe de ser despoluído. Afinal, o que deu errado?

Rio Tietê
Image captionRio Tietê visto da Ponte das Bandeiras | Foto: William Lucas/SOS Mata Atlântica

Por que o Estado ainda não conseguiu recuperar o rio?

“Muitas pessoas têm uma ideia equivocada de que limpar o rio é pegar a água ali que está suja e tratá-la. Recentemente teve um projeto de flotação para tirar a sujeira que já estava na água. Isso não funciona”, diz José Carlos Mierzwa, professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Ele explica que limpar um rio é basicamente parar de despejar poluentes nele. “Se você manejar corretamente o esgoto, o que está ali vai embora e o rio se ‘limpa sozinho'”, afirma.A maior parte dos detritos que vão hoje para o Tietê é de origem doméstica. Quando a despoluição começou, em 1992, 70% do esgoto residencial da região metropolitana de São Paulo era coletado e apenas 24% disso – 17% do total – passava por tratamento. As duas primeiras fases do projeto foram focadas em criar estações de tratamento e rede de coleta. Na Grande São Paulo, hoje 87% é coletado e 59% do total é tratado, segundo a Sabesp (a companhia de saneamento). Na capital, 88% do esgoto é coletado e 66% do total é tratado. É uma taxa de saneamento bem maior do que a média do Brasil, onde 61% do esgoto nas áreas urbanas é coletado e 43% é tratado, segundo dados de setembro da Agência Nacional das Águas (ANA). Mas ainda é insuficiente para evitar a contaminação do Tietê: 41% do esgoto doméstico da Grande São Paulo vai parar in natura no rio e em seus afluentes.

“Em uma região metropolitana como São Paulo, com 22 milhões de habitantes, 41% do esgoto não receber tratamento é um volume muito grande”, afirma Mierzwa.

Rio Tietê
Image captionA cidade de Pirapora do Bom Jesus, no interior de SP, sofre com a espuma produzida pelos poluentes que se acumulam no rio | Foto: Rafael Pacheco/Prefeitura de Pirapora do Bom Jesus

Ele explica que a maior dificuldade – a parte mais cara e difícil – é a construção da rede de coleta de esgoto. Nos bairros que já são consolidados, é preciso passar a tubulação por debaixo de ruas e prédios. Nos outros, a ocupação irregular impede que a concessionária do serviço passe a tubulação que levaria os detritos já coletados às estações de tratamento. Nesses locais o esgoto produzido cai direto nos córregos, que depois desembocam no Tietê. “A principal dificuldade da despoluição é que são 39 municípios envolvidos e há uma falta de comprometimento dos prefeitos com o plano de uso e ocupação do solo”, afirma o professor.

Uma questão urbana

O problema da poluição do rio está intimamente ligado ao problema da habitação. Segundo os especialistas, eles precisam ser resolvidos em paralelo. Não adianta apenas remover famílias de áreas de várzea de rio e deixá-las em situações precárias – isso só empurra as ocupações e posterga o problema.”São Paulo empurrou e continua empurrando as pessoas de baixa renda para as áreas de manancial, que tem baixo valor econômico”, afirma Malu Ribeiro, da Rede de Águas da SOS Mata Atlântica.Conforme a cidade foi se desenvolvendo e expandindo, as pessoas mais pobres foram expulsas de regiões centrais, com infraestrutura, para a periferia, onde acabaram ocupando áreas de várzea e mananciais. “É um problema de gestão. Equivocadamente as pessoas pensam só em tratamento de esgoto, não têm o entendimento de que está tudo interligado”, explica Ribeiro.

Gráfico sobre coleta e tratamento de esgoto

A competência em lidar com os problemas é dividida entre diferentes instâncias. A do saneamento é majoritariamente dos municípios, e o uso do solo também. Mas o governo federal também lida com a questão da habitação e fornece financiamento para obras de infraestrutura; e a responsabilidade pela bacia hidrográfica é do Estado. “Não há integração. Um exemplo: o Estado de São Paulo, que contrata a Sabesp, está há mais de 20 anos sob a gestão política do PSDB. E a cidade de Guarulhos ficou 13 anos sob governo do PT. Nesse meio tempo, não houve entendimento para tratar o esgoto de Guarulhos na estação do Parque Novo Mundo, que é a mais próxima”, diz Malu Ribeiro. Segundo dados da própria Sabesp, o Sistema Parque Novo Mundo foi projetado para atender parte de Guarulhos, mas atende apenas trechos das zonas leste e norte de São Paulo. Na Coreia do Sul, que conseguiu limpar os quatro rios que cortam a capital, Seul, a despoluição foi uma ação integrada entre diversos órgãos. O setor do governo responsável pelo projeto assumiu a competência de lidar com todas as questões envolvidas e organizar os outros agentes. Além da parte técnica, houve questões culturais, ambientais e sociais – como habitação e transporte. Já o Tâmisa, em Londres, foi despoluído ao longo de 50 anos com o estabelecimento da coleta de esgoto a partir dos anos 1960, endurecimento da regulação do uso de pesticidas e fertilizantes nas décadas de 1970 e 1980 e maior controle sobre metais pesados no tratamento dos dejetos industriais a partir dos anos 2000. Em 1957, o Museu de História Natural local declarou que o rio estava morto. Hoje existem 125 espécies de peixes ali, segundo a autoridade portuária da cidade. Também podem ser vistas focas e golfinhos. Mas o crescente acúmulo de plástico nos últimos anos pode ser uma ameaça aos avanços.

Vista do rio Tâmisa
Image captionO rio Tâmisa, que corta a cidade de Londres

Uso do solo

Assentamento irregular é um fator crucial quando se fala sobre como a ocupação do solo prejudica o curso d’água, mas não é o único. A ocupação de beira de rios e córregos em São Paulo é comum na metrópole toda – as próprias marginais Pinheiros e Tietê impermeabilizaram uma área de várzea que deveria ser reservada para o transbordamento natural do rio. Há muitos bairros regulares – alguns até de alto padrão – onde existe a captação do esgoto, mas ele nunca chega às estações de tratamento. Cerca de 32% do que é coletado não é tratado.”A pessoa liga a casa à rede pública de coleta e vê que o esgoto está sendo retirado. Ninguém vê o que acontece depois, se existem interceptores (tubulações maiores que recebem o esgoto de vários bairros e levam às estações de tratamento)”, diz o engenheiro Francisco Toledo Piza, professor de saneamento da Universidade Mackenzie e ex-funcionário da Sabesp.O despejo de esgoto in natura direto no rio pela própria Sabesp levou o Ministério Público de São Paulo a entrar com uma ação contra a empresa, citando a contaminação da bacia do Tietê e das represas Billings e Guarapiranga.A Justiça considerou que havia provas robustas de prática ilícita por Sabesp, Estado e município, mas a ação foi indeferida. Entre outros pontos, a juíza considerou que a companhia estava cumprindo sua obrigação, inclusive com a apresentação de um cronograma de metas razoável quando se analisa a magnitude da empreitada. A Promotoria recorreu, afirmando que a empresa não vinha cumprindo as etapas do cronograma.Na apelação, o Ministério Público afirma que a empresa pratica em sua estratégia de gestão negocial “forte marketing enganoso quanto às metas atingidas e sua responsabilidade ambiental”. A ação está em análise em segunda instância.Mudanças no zoneamento sem preocupação com o reforço da infraestrutura também são um problema, segundo Mierzwa.”As companhias de saneamento criam uma rede de coleta para uma região de casas. Depois a prefeitura decide mudar o zoneamento, empreiteiras compram os terrenos e constroem prédios, mas a rede de coleta não tem capacidade de lidar com o novo fluxo”, afirma.

Rio Tietê
Image captionA mancha de poluição ocupa um trecho de 130 km do rio | Foto: Marco Santos/USP Imagens

O que a rede de esgoto não consegue absorver extravasa para as galerias pluviais – que recebem a água da chuva – e desemboca diretamente nos rios. Sobrecarregadas, as tubulações que recebem esgoto também acabam tendo uma série de rupturas. “Quando isso acontece, muitas vezes as concessionárias vão fazer o conserto dos canos rompidos e liga na rede pluvial em caráter emergencial, o que piora a situação”, explica Toledo Piza. As galerias pluviais também acabam recebendo ligações irregulares de casas que ligam o encanamento na rede errada por diversos motivos – por não existir rede de esgoto ou pelo fato de as pessoas não quererem pagar a taxa de saneamento.  Na Região Metropolitana de São Paulo há mais de 134 mil imóveis com rede de coleta passando na porta, mas que não fizeram a ligação.  São 67 mil só na região oeste, que inclui bairros como Butantã e Rio Pequeno e cidades como Carapicuíba, Cotia e Barueri. O dejeto de todos esses imóveis poderia estar sendo tratado na estação de Barueri, que foi recentemente ampliada.

O que tem no rio Tietê?

Há três principais contaminantes no rio hoje.

O esgoto doméstico é a maior parte, já que as regulações sobre dejetos industriais obrigaram as indústrias a passar a entregar a água tratada.

Mas, segundo Toledo Piza, existe ainda um residual industrial. Ele vem de produções que burlam o regulamento ou de pequenas manufaturas, como fábrica de bijuterias de fundo de quintal. A quantidade é pequena, o problema é o tipo de material que esse esgoto pode conter.

Há ainda a chamada “carga difusa” – sujeira que está nas ruas e é levada pela chuva para os córregos ou para a rede pluvial, que desemboca no rio. Isso inclui fuligem de carros, bitucas de cigarro, lixo que as pessoas jogam nas ruas, cocô de animais e água com detergente da lavagem de quintais que vai para a rua, e não para o ralo, entre outros.

Esse lixo todo gera o assoreamento: o acúmulo de lixo, entulho e outros detritos no leito do rio, diminuindo a capacidade de vazão da água e gerando enchentes. A isso se soma o desmatamento da mata ciliar ao longo dos córregos da bacia, que causa erosão do solo e ida de ainda mais detritos para o curso d’água.

Água suja                             

Outros projetos contemplam o desassoreamento, mas de nada adiantam se os detritos continuarem a chegar ao rio.

“A cada década é um novo vilão. Nos anos 1990 havia muito despejo industrial. Agora é esgoto doméstico, responsabilidade do poder público. Quando isso for resolvido, teremos que lutar para limpar os tóxicos farmacológicos”, explica Malu Ribeiro. Boa parte dos remédios que são consumidos pelas pessoas não é assimilada pelo organismo e vai também para o esgoto. “A quantidade desses contaminantes é pequena em termos de massa, mas pode ser grande em termos de efeito”, explica Mierzwa. “Nos EUA, uma pesquisa da agência ambiental viu que há presença desse tipo de contaminante na água de abastecimento. Os efeitos possíveis nas pessoas estão sendo estudados agora.” O problema é que o tratamento não retira esse tipo de poluente da água. Hoje, ele é feito com lodos ativados. Resíduos sólidos são retirados por um processo de sedimentação e a decomposição da matéria orgânica ocorre com o uso de bactérias. “O projeto feito nos anos 1990 e a tecnologia selecionada na época não asseguram que o despejo do esgoto já tratado não impacte o rio”, explica Mierzwa. “Ela tem uma eficiência limitada de remoção da matéria orgânica – em condições ótimas remove 80% a 90% da carga orgânica. Mas não remove certos contaminantes, como fósforo e nitrogênio”, afirma. E também não remove remédios e hormônios. Hoje já existem tecnologias mais avançadas. Os sistemas de filtragem com uso de membranas, por exemplo, retira esse tipo de poluente, fósforo, nitrogênio e 99% da matéria orgânica.”É uma tecnologia que hoje é um pouco mais cara, mas conforme o país se apropria e vai desenvolvendo, vai ficando mais barata. Caro é não ter água para abastecimento porque os rios são poluídos, caro é o sistema de saúde atender um monte de gente com doença resultante de contato com a água mal tratada”, afirma Mierzwa.

Quanto dinheiro?

Continue reading

                 Evento referente ao Dia Internacional de Combate à Corrupção-Brasília – 
                                                              Foto: Divulgação

A Casa Civil do Estado do Rio Grande do Sul, através de seu Subchefe de Ética, Controle Público e Transparência, Carlos Alberto Hundertmarker, participa hoje -dia 04/12- de encontro referente ao Dia Internacional de Combate à Corrupção. O evento, realizado pelo Ministério Público Federal (MPF) e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), acontece na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília-DF e tem como um dos objetivos o lançamento do Laço da Consciência – um adereço branco para chamar a atenção sobre a importância do Combate à Corrupção em todas as áreas.

O objetivo é que o Laço da consciência evoque a lembrança das pessoas, a todo e qualquer momento, para a necessidade da mudança nas atitudes e na cultura do país. Para que as pessoas tenham ciência de que a mudança deve começar em casa, deve começar com cada um e em cada um de nós, e que os princípios de idoneidade, moralidade e honestidade devem ser postos em prática a todo instante.

O Combate à corrupção é o tema principal do encontro onde a atuação do MPF tem destaque especial. Está previsto que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e os procuradores gerais de Justiça, presentes no evento, assinem no decorrer das atividades o Pacto do Ministério Público Brasileiro contra a Corrupção.

A Casa Civil/RS-Subchefia de Ética, Controle Público e Transparência, tem estado engajada no trabalho de enfrentamento à Corrupção e se compromete a trabalhar lado a lado com o Ministério Público Federal  divulgando  materiais educativos  e orientadores buscando extrair das pessoas o que há de melhor em seus atos e conceitos, pois só mudando nossa cultura de que “se o outro faz, posso fazer também” construiremos um país melhor.

centraldeinformacao.rs.gov.

A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, cobrou dos presidentes dos Tribunais de Justiça (TJs) o cumprimento da determinação para o envio ao CNJ dos dados referentes à remuneração dos magistrados de todo o país. 

“Eu entreguei a todos uma planilha no dia 20 de outubro. Até hoje, dia 4 de dezembro, não recebi as informações de novembro e dezembro. Espero que em 48 horas se cumpra essa determinação do CNJ para que eu não tenha que acioná-los oficialmente”, disse durante reunião com os presidentes dos TJs, na sede do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a ministra, a demora na entrega das informações pode passar para a sociedade a impressão de que os tribunais estão agindo de “má-vontade”. “Quero terminar o ano mostrando para a sociedade que não temos nada para esconder”, afirmou.

A ministra Cármen Lúcia disse que testou pessoalmente algumas páginas eletrônicas dos tribunais para verificar o nível de transparência das informações e que ficou “horrorizada” quando teve que passar por 18 cliques em um dos sites. “Tem tribunal dificultando e isso não pode acontecer”, enfatizou.

O CNJ colocou à disposição dos Tribunais de Justiça uma planilha para uniformizar as informações. Nela os tribunais devem especificar os valores relativos a subsídio e eventuais verbas especiais de qualquer natureza, para divulgação ampla à cidadania.

“Eu preciso desses dados para mostrar que nem todo ‘extrateto’ é uma ilegalidade. Não compactuamos com ilegalidades. Sem isso, fica difícil defender”, completou. A ministra explicou que existem extratetos que são permitidos, como o pagamento de uma diária, de uma verba em atraso ou de uma ajuda de custo, e que essa informação deve ser de conhecimento público.

“E não adianta não mandar porque ou se cumpre a lei e não se corre nenhum risco, ou isso vai estourar de forma cada vez pior”, completou.

Transparência

Desde a semana passada, o CNJ passou a disponibilizar, na área de Transparência do portal do conselho, os dados relativos aos salários e benefícios dos magistrados de dezessete tribunais, envolvendo as seguintes esferas do Judiciário: Estadual, Federal, Eleitoral, Trabalhista e Militar. Esses foram os primeiros tribunais a enviarem informações padronizadas conforme as determinações do CNJ. Acesse aqui para visualizar a planilha de remuneração dos magistrados.

Na Justiça Estadual, dos 27 TJs apenas sete encaminharam, até as 18 horas desta segunda-feira (4/12), os dados ao CNJ: Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Roraima, Pará, Paraná e Pernambuco. Na Justiça Federal, apenas o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul) mandou informações.

Na Justiça Eleitoral, foram encaminhadas ao CNJ as informações de cinco Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), dos seguintes estados: Alagoas, Piauí, Amapá, Santa Catarina e São Paulo. Em relação à Justiça do Trabalho, apenas os Tribunais Regionais do Trabalho da 11ª Região (Amazonas e Roraima) e da 13ª (Paraíba) encaminharam os dados solicitados. O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo foi o primeiro, do segmento militar, a enviar suas informações.

À medida que os demais tribunais enviarem seus dados, de acordo com o modelo unificado e padronizado pelo CNJ, as informações serão também publicadas. As informações solicitadas pelo CNJ estão de acordo com a Lei n. 12.527, de 18 de novembro de 2011 (Lei de Acesso à Informação) e da Resolução n. 215, de 16 de dezembro de 2015.

Fonte: CNJ

      Foi realizado neste dia 02/12/17, na cidade de Brejinho-PE, o primeiro evento, intitulado “JESUS REINA EM BREJINHO”, em comemoração ao Dia da Bíblia, com o apoio da Associação Brejinho Para Cristo e da Prefeitura Municipal de Brejinho, cuja prefeita Tânia Maria (que também é evangélica), presente ao evento, juntamente com o vereador  Naldo de Valdin, que é autor do projeto, aprovado por unanimidade na Câmara Municipal e que tornou-se lei em 2013, ainda na gestão do ex-prefeito Vanderlei. Segundo dados levantados, estiveram presentes ao evento cerca de 2.200 (duas mil e duzentas) pessoas na praça pública daquela cidade. Vários pastores e caravanas de várias denominações.

       A prefeita Tânia Maria saudou os pastores presentes de todas as denominações evangélicas do município e região, cumprimentou todos os políticos presentes e secretários municipais. Em sua fala citou versículos bíblicos, falando do amor e da grandeza do Senhor Deus, também da alegria por poder contribuir para realização deste tão sonhado evento.

       Estavam presentes alem da prefeita Tânia, o Vice-prefeito: Manoel da Carne e a esposa Marina. Também os vereadores: Naldo de Valdinho, Inácio Teixeira, Guega, Galeguinho, Ronaldo, Ligeckson, o Ex-prefeito Vanderlei, Adelmo Moura (prefeito de Itapetim), Arquimedes Machado (ex-prefeito de Itapetim). Organização geral: Secretária de Assistência Social Aparecida Carvalho com sua equipe. Secretários presentes: Zan (Secretária de Administração), Dilson (de Obras e Urbanismo), Ivaldo (de Obras), Huda (da Saúde), entre outros.

      
  ACESSEM OS VÍDEOS

É revoltante ter consciência desse jogo de forças desiguais e sentir-se impotente

Sabe quando você acha que tudo está errado? Quando você está cansada de ser a chata? A do contra? A briguenta? Já tive até crise de identidade. Será que meu nome deveria ser Pollyanna, a que vive no mundo das ideias? Já cheguei a achar de forma bem pretenciosa que eu era muito especial e não pertencia a este mundo de capitalistas selvagens e, mais recentemente, cheio de “Bolsonaro-likes”. Passei algum tempo pensando dessa maneira e fiz minha bolha privada, meu isolamento, minha ilha de pensamentos. Lá eu era feliz. Livre! Embora inquieta, pois privatizações nem mesmo de pensamentos me representam. Até que assisti a série “Stranger Things” e acho que resolvi parcialmente essa crise que antes era ontológica, muito mais grave, e agora passou a ser meramente geográfica.

Assim, construí uma outra hipótese: estou, somente, na dimensão errada. O problema não é mais quem eu sou. O problema não é mais genético. Não nasci defeituosa com uma lente vermelha nos olhos, ao invés do cristalino límpido e transluzente autonômico dominante. Minha perspectiva de análise sobre fenômenos banais como: a falta de oportunidade condicionante, a meritocracia como eufemismo para desigualdade, a misoginia reverenciada, os racismos invertidos, os preconceitos dissimulados, políticas sociais e econômicas retrógradas, não poderia ser equivocada, irreal.

Fui apresentada à dimensão alternativa. Só não queria ter a aparência monstruosa dos seres desse submundo, desse outro universo paralelo, como na série. Mas acho que, de fato, eu tenho. Principalmente porque essa forma dos seres deste mundo, isso talvez explique os olhares frequentes aterrorizados, assustados, mesmo sem eu falar nada. Buscando argumentos filosóficos para corroborar minha hipótese (escolhi a filosofia somente pela minha pequena, quase nula, intelecção da Física), comecei a estudar o mundo invertido do qual fazemos parte e sobre o qual desconhecia.

Descobri, portanto, algumas características interessantes desse mundo invertido. Primeiro, nele um fenômeno não é somente a construção físico-química da matéria. Existe um jogo de forças intrínseco, constitutivo, em qualquer fenômeno do qual normalmente não vemos e não damos importância, embora saibamos que exista. Não conseguimos perceber as forças que atuam em um determinado objeto, embora, de fato, elas existam e até as calculamos (F= massa x aceleração).

Quando extrapolamos tais conhecimentos para contextos sociais, esse jogo de forças, não é um simples probleminha a ser resolvido. Na sociedade essa briga de forças se mostra deletéria, desonrosa, vergonhosa, podre, extorsiva e letal para maioria da população excluída. Perceber o extrínseco é fácil. Ter o entendimento do mundo das leis é “fácil”, principalmente para aqueles superdotados da Física. O difícil e revoltante é ter consciência desse jogo de forças desiguais, ou deparar com as consequências dele, e sentir-se impotente. Nessa dimensão, que para a filosofia hegeliana é conceituada de mundo suprassensível, ocorre o entendimento do intrínseco, como sendo um reino tranquilo de leis além do mundo percebido.

Esse mundo às avessas é dotado de uma transformação constante. Não é permanecer existindo, é, na verdade, permanecer no desaparecimento. Não tem como uma coisa ser essa mesma coisa, que dirá nós sermos a mesma pessoa. Além de biologicamente haver a perda real de células, substâncias e secreções, nossos pensamentos e ideias não são engessados, nem fixos, são fluídos, pelo menos deveriam. Embora parece que a teimosia consagrada prepondera.

Essa fluidez, erroneamente poderia nos levar a crer que o mundo às avessas é, simplesmente, ao contrário do que vivemos. Se fosse somente o contrário seria uma sátira, seria hipocrisia moral, seria um exagero da realidade e não a própria realidade. No entanto, nesse mundo nós que somos o contrário de nós mesmos, é um se voltar contra si mesmo, isso é ser um ser vivente.

Nesse mundo às avessas nossa consciência é autoconhecida, é conscientizada. Combatemos nossos instintos mais secretos e conscientes de olhar e não enxergar. De não perceber, de não sensibilizar nossos sentidos à miséria, à violência, à meritocracia elitista, à desigualdade de gêneros, de cor de pele, de classe social, para manter uma saúde mental mentirosa, comprada e egoísta. Precisamos, de fato, entender que o mundo às avessas é real, vivo e habitável, não é um plano espiritual de outra vida, transcendental ou uma ficção científica. Esse mundo são as nossas várias autoconsciências de nós mesmos seres vivos. E, portanto, precisamos urgentemente assimilar e aceitar a nossa unidade plural refletida e representada nos pensamentos.

Continue reading

Escola

A educação precisa ser renovada

O ego é um termo cuja compreensão é importantíssima para efeitos de se obter despertamento de consciência e crescimento enquanto ser pleno, equilibrado e sábio.

Na linguagem mais comum do dia a dia, o ego ficou muito associado, até por questões etimológicas, à ideia de (ego)ismo. Ego significa em latim “eu”. Entende-se egoísmo por ensimesmar-se, focar demais no individual. É o oposto da caridade, da fraternidade, do se abrir para o outro, para ajudar. Como tudo na vida, é preciso encontrar um equilíbrio entre esses polos, não deixando nem que o lado sombra egoísta, nem que o lado luz caridoso se exacerbem.

Encontrar esses equilíbrios no pensar, no sentir e no agir depende de uma educação voltada para tal fim, que não é a regra hoje. O que se chama de educação no Brasil é, na verdade, muito mais uma instrução, preparação acadêmica para fazer provas escolares, o Ideb, o Enem e o vestibular. Não há uma adequada educação para o ser, que trabalhe as habilidades naturais, as capacidades, as múltiplas inteligências, como propõem os maiores nomes da humanidade há séculos.   

Numa visão mais ampla e conectada com a psicanálise e a educação, o ego é a personalidade; é a mente, segundo Jung, Osho, Eckhart Tolle e outros sábios. Trata-se do “eu” criado pelas vivências socioculturais de cada indivíduo, que se associa a um conjunto de ilusões, condicionamentos e preconceitos formados a partir da compreensão limitada de mundo que todos temos e da falta de uma educação voltada para as inteligências intrapessoal (autoconhecimento e automelhoramento) e interpessoal (sociabilidade, empatia, paciência, tolerância etc.).

Ensimesmados, a imensa maioria dos indivíduos, especialmente os ocidentais, vive pautada em ganhar dinheiro, adquirir bens materiais, ser famoso, obter destaque e outras finalidades que não são males em si, mas que se tornam muito perniciosas quando se tornam fins em si, e não apenas consequências do sucesso obtido naquilo que se faz de melhor, com verdade, honestidade, esforço e talento.

Como criam diversas falsas necessidades, a exemplo de ser necessário ter um determinado tipo de trabalho, ter uma renda “x”, ter um marido ou uma mulher, ter filhos, os indivíduos estão quase sempre se sentindo incompletos, correndo atrás de um algo mais que julgam ser imprescindível ter para atingirem a felicidade que supostamente apenas pode ser obtida no externo, por meio de novas conquistas de necessidades criadas rotineiramente.

A imensa maioria das pessoas vive deseducada socioemocionalmente, desequilibrada internamente e no convívio, por não ter sido preparada para tanto. Não é algo que se deva julgar ou de que se deva se culpar. A causa dessa situação é, acima de tudo, a educação tanto familiar quanto escolar, que não as preparou para viver nessa sociedade complexa, mal organizada e desequilibrada.

Continue reading

Grécia

Obra de Philipp Foltz retrata a Grécia clássica: o que devemos aprender?

Neste momento crítico do País em que se dá a transição dos resquícios do período colonial para não se sabe ainda o quê, mas certamente para algo melhor, repensar a ultrapassada educação é um imperativo máximo.

A Grécia Antiga é conhecida pelos grandes filósofos, pelos guerreiros, pelas inovações, pelas crenças nos deuses, porém não se fala o suficiente da educação que formou a civilização, talvez, mais sábia da humanidade.

Historicamente, divide-se a civilização grega antiga nos períodos:

a) Pré-Homérico (2.500 – 1.100 a.C) – formação da civilização;

b) Homérico (1.100 – 800 a.C) – resgate histórico realizado com base nos poemas Ilíada e Odisseia, de Homero, que davam conta do estabelecimento e queda da estrutura socioeconômica igualitária dos Genos, com início de formação das cidades-estados chamadas de polis;

c) Arcaico (800 – 510 a.C) – espantoso desenvolvimento cultural, econômico e social, com consolidação das polis e surgimento da escrita, da moeda, da lei e da Paideia;

d) Clássico (510 – 323 a.C) – continua o desenvolvimento, porém entremeado a inúmeros conflitos, inclusive com os espartanos derrotando os persas na batalha dos 300;

e) Helenístico (323 – 146 a.C) – após morte de Alexandre, há a decadência da Grécia Antiga e domínio pelos romanos.   

A visão grega da educação, chamada de “Paideia”, tinha como objetivo formar um homem completo, integral, cuidando dos seus múltiplos aspectos, o que se aproxima, em parte, do que se chama hoje, com base em estudos de Psicologia Cognitiva, por teoria das inteligências múltiplas.   

Tal concepção é até óbvia, mas a educação de hoje faz geralmente o contrário. Se os indivíduos, desde tenra idade, gastarão horas em um determinado local para se educar, nada mais natural que se dê atenção aos múltiplos aspectos de uma formação completa, que considere no seu centro vieses não somente acadêmicos, mas emocionais, psíquicos, morais e sociais, todos eles essenciais para uma vida plena.

Paideia é um conceito global e envolve não somente aquilo que se entende hoje por educação, mas também tem traços de conceitos como civilização, tradição e cultura. A educação na Grécia Antiga buscava formar seres sábios e saudáveis nos múltiplos aspectos, capazes de governar e de impactar a sociedade positivamente. Assim deveria ser hoje.

Não se nega que o mundo tenha evoluído enormemente, podendo-se aproveitar ferramentas tecnológicas avançadas e sistemas organizacionais muito mais estruturados, porém a concepção da educação grega era mais completa e profunda do que a brasileira, que é, em regra, repleta de informação, mas pobre em sabedoria: a soma de informação com inteligência para processá-la, testada na experiência prática e sentida por um indivíduo com solidez moral e emocional.

O termo “educar” vem de dois verbos latinos: “educare” e “educere”. O primeiro significa orientar, nutrir; o segundo significa eduzir, tirar de dentro, fazer brotar do âmago. O educador deve ser aquele orientador que permite fazer brotar do educando o que ele tem de melhor a dar. Essa é uma ideia central na educação grega, que se perdeu ao longo dos séculos.

Tal visão se refletiu mais tarde em Jean-Jacques Rousseau, para quem educar seria deixar as capacidades naturais brotarem, impondo o mínimo ao indivíduo, pois ele nasce livre e bom, mas a sociedade o corrompe. A ideia real de educador está mais para um afetuoso amigo e sábio mentor, como Pestalozzi defendeu e atuou na prática, do que um palestrante que lança informações sobre os educandos.

O grego Plutarco, autor de “Da Educação das Crianças”, foi um defensor do Pai deia e veio a influenciar mais tarde autores como Erasmo, Montaigne, Comenius e Rousseau. Ele dizia, no século I d.C, que “a educação não equivale ao ato de encher uma jarra, mas sim ao de acender uma chama”. Afirmava, portanto, que a educação enciclopédica atual não é a verdadeira, pois a real consiste em despertar o interesse por se educar e em acender aquilo que há de melhor em cada educando.  

Continue reading

Entrar no jeans não pode ser a única meta capaz de fazer você seguir firme e forte no treino e na alimentação certa, concorda? Um corpo legal vai muito além da imagem da perfeição diante do espelho, e uma dobradinha aqui e outra ali não atrapalham em nada. Amar suas formas e cuidar delas sem neura é um treino diário, uma mudança de mentalidade que pode começar assim:

1. Pense no corpo e para o que ele serve

Dançar a noite inteira, fazer uma trilha com visual incrível, brincar com as crianças… Mirar nas coisas simples – mas essenciais 
– que seu corpo permite que você faça no dia a dia torna muito mais leve o compromisso com uma vida saudável.

2. Priorize a felicidade

Você gostaria de ter uma barriga chapada ou de completar uma maratona, mas está disposta a encarar o esforço e a disciplina que metas como essas pedem? “Definir objetivos que combinam com sua realidade e personalidade, e não ir na onda de modismos e opiniões, é a chave para fazer as pazes com você”, afirma a psicóloga Marina Arantes de Oliveira, de Belo Horizonte.

3. Aceite sua natureza

Não adianta desejar um físico de uma top model se você não nasceu com os genes dela. “Comparar-se a outras mulheres, ainda mais se tiverem estilos de vida e biótipos diferentes, serve de armadilha para a autoestima”,
 alerta Marina.

4. Esqueça o passado

Também não vale desejar
 seu corpo de 15 anos atrás, quando você ainda não tinha três filhos… O segredo para
 se gostar: aceitar e valorizar as belezas 
de cada fase da sua vida.

boaforma

Para resistir aos cortes anunciados por Temer para 2018, o MST realizou a Jornada Nacional de Lutas durante o mês de outubro - Créditos: Gerson de Souza
Para resistir aos cortes anunciados por Temer para 2018, o MST realizou a Jornada Nacional de Lutas durante o mês de outubro / Gerson de Souza

Além do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), outros programas sociais e políticas públicas do campo também estão sofrendo cortes bruscos no governo de Michel Temer.  Entre eles, o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), Habitação Rural e a obtenção de terras para reforma agrária. Com base no orçamento apresentado para 2018, estima-se que essas políticas tenham investimento de menos de 10% do que foi destinado a elas em 2015.

O Pronera, que tem como objetivo propor e apoiar projetos de educação voltados aos moradores de áreas de reforma agrária, teve até 2016 recursos que chegavam a R$ 30 milhões. Em 2017, o investimento atingiu pouco mais de R$ 11 milhões. Em 2018, a previsão é de que tenha apenas R$ 3 milhões, o que representa um corte de cerca de 78%.

Já no Ater, programa destinado a assistência técnica dos assentamentos para organizar suas produções, o investimento passou de R$ 14 milhões em 2017, para R$ 2 milhões no próximo ano, deixando várias prestadoras de serviços com contratos assinados sem condições de continuar a atuar junto aos produtores. As verbas destinadas à obtenção de terras para reforma agrária, por sua vez, somarão cerca de R$ 34 milhões em 2018, contra 800 milhões em 2015, uma diminuição de mais de 80%.

“Essas são medidas coercitivas para tentar barrar a luta pela terra. Nos poucos assentamentos que saíram nos últimos anos na região do Pontal, as pessoas vivem nas mesmas condições de acampadas, sem infraestrutura de água, moradia, esgoto. A luta pela terra extrapola a luta da terra, nós lutamos também para que as pessoas tenham condições de sobreviver. O esvaziamento das políticas políticas é muito impactante. O Estado está tirando o corpo fora”, acrescenta Zelitro da Silva, da direção regional do MST.

Para resistir aos cortes anunciados por Temer para 2018 e exigir a liberação do orçamento destinado à reforma agrária neste ano, o MST realizou a Jornada Nacional de Lutas durante o mês de outubro.  Foram 17 estados mobilizados com ações variadas nas principais cidades do país. Entre elas, aconteceram ocupações de superintendências regionais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ministério da Fazenda, das secretarias regionais de agriculturas, bloqueios de rodovias, ocupações de terras, além de marchas e acampamentos.

De acordo com Kelli Mafort, da direção nacional do MST, pressionado pelas mobilizações, o governo Temer teve que dialogar sobre a pauta do descontigenciamento de R$ 200 milhões que estavam bloqueados no orçamento do Incra para a reforma agrária e a agricultura familiar. Isso quer dizer que contratos e desembolsos que estavam atrasados serão liberados e pagos aos projetos deste ano.

Continue reading

Lula inicia a terceira etapa da Caravana Lula pelo Brasil na próxima segunda-feira (4) - Créditos: Ricardo Stuckert
Lula inicia a terceira etapa da Caravana Lula pelo Brasil na próxima segunda-feira (4) / Ricardo Stuckert

Fome, desemprego e perda de direitos históricos. Esses são alguns exemplos do impacto do golpe na vida dos brasileiros, na avaliação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato. Para reverter esse cenário, Lula afirma que vai convocar um referendo revogatório, caso se candidate e seja eleito em 2018. Sobre as eleições presidenciais, ele dispara: “Eu não precisava ser candidato a presidente. Eu já fui, já fui bem sucedido. Mas eles cutucaram a onça com vara curta e a onça vai brigar”. Na entrevista, Lula volta a denunciar o papel da Rede Globo na perseguição política contra ele, em aliança com o Poder Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal. O ex-presidente afirma ainda que a Reforma da Previdência “é contra o trabalhador, contra o pobre”. E a respeito da questão agrária, Lula destaca o papel preponderante do agricultor familiar – e não do agronegócio – na produção da maior parte do alimento que chega à mesa dos brasileiros. 

Nesta segunda-feira (4), o ex-presidente inicia sua terceira caravana pelo país – já cruzou 9 estados do Nordeste e também Minas Gerais. Desta vez, ele percorrerá o Espírito Santo e o Rio de Janeiro de ônibus.Confira abaixo a entrevista, em texto e vídeo, que contou também com perguntas colhidas por nossa equipe de reportagem nas ruas do país. 

Brasil de Fato: O senhor tirou esta metade do ano para colocar o pé na estrada. Já foi para o Nordeste, com a caravana, para Minas Gerais e agora dia 4/12 segue para o Espírito Santo e Rio de Janeiro. O que essa experiência tem te ensinado sobre o Brasil e os brasileiros de hoje?

Lula: Eu descobri na campanha de 1989 que não é possível você governar este país para todos os brasileiros e brasileiras se você não conhecer as entranhas dele. Porque, normalmente, quando você é candidato, você vai de capital em capital, de palanque em palanque, do aeroporto para outro aeroporto. Você desce de um carro, sobe em um palanque, faz um discurso, nem cumprimenta o povo, entra no carro, volta para o aeroporto… Em 1989, eu descobri, que seu quisesse governar o Brasil, efetivamente para os brasileiros, eu teria que conhecer o Brasil. Por isso que, em 1992, eu comecei a fazer as caravanas. 

A primeira que eu fiz, eu refiz a viagem que eu tinha feito em 1952, de Pernambuco a São Paulo. Fiz de ônibus essa viagem. Depois eu viajei a Amazônia, o Sudeste, o Norte, o Sul, viajei o Centro-Oeste. Foram praticamente 91 mil quilômetros de estrada, de barco, de trem, conversando com mais de 600 comunidades no Brasil, para a gente aprender como vive o quilombola, o sem-terra no acampamento, os índios brasileiros, as catadoras de coco babaçu. Porque uma coisa é você ler uma história em um livro, outra coisa é você estar diante da pessoa, com os seus problemas, sua realidade, te relatando a vida dela. 

E por que que eu, depois que governei o Brasil, voltei a fazer essas viagens? É porque grande parte das políticas públicas que eu coloquei em prática quando estive na Presidência da República foram oriundas do aprendizado que eu tive na caravana. E agora eu voltei para ver duas coisas: como está o Brasil de hoje, quais as políticas públicas que tiveram efetivamente sustentabilidade; e como está a vida do povo hoje. E ainda tenho que visitar o Sul do país, o Norte do país. Estou pensando em fazer uma viagem pelo Amapá, Roraima, Amazonas, Pará, Acre. Depois eu quero pegar o Mato Grosso, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná, para completar o Brasil inteiro e ter uma fotografia. Ou seja, se vai ter a campanha de 2018 e se o PT entender que eu deva ser o candidato, quero ser candidato com a fotografia muito viva e atualizada das aspirações e da esperança do povo brasileiro. 

Brasil de Fato: E até agora, essa fotografia tem o quê? 

Lula: Essa fotografia às vezes me alegra e às vezes me entristece. Ela me alegra porque, em muitos lugares, as pessoas têm a clareza absoluta da evolução da vida delas. Quando você chega numa comunidade agrícola, as pessoas lembram da quantidade de financiamento do Pronaf [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar], do Programa Luz para Todos, do PAA [Programa de Aquisição de Alimentos]. As pessoas têm noção de que as coisas melhoraram.

Agora, quando você chega num centro urbano, você começa a perceber que, embora as pessoas lembrem da evolução no salário mínimo, do Bolsa Família, do ProUni [Programa Universidade para Todos], dos institutos federais de educação, elas também começam a se queixar de que a pobreza está voltando. Ou seja, o desemprego aumentou, a massa salarial tem caído, o brasileiro não tem mais recebido aumento acima da inflação. Ele percebe que as pessoas estão já voltando a pedir esmola nas ruas, tem aumentado o número de pessoas dormindo nas praças públicas. Então, essa é uma tristeza que eu tenho. Nós tínhamos tirado o Brasil do Mapa da Fome, segundo os dados da ONU [Organizações das Nações Unidas] do começo deste ano. E estamos percebendo que a fome está voltando no Brasil por irresponsabilidade das pessoas que deram o golpe neste país. 

Essa é a fotografia que eu tenho agora. Mas ao mesmo tempo, eu tenho também a certeza de que este povo é capaz de dar a volta por cima. Ele não pode perder a esperança, tem que continuar acreditando. Este Brasil é muito grande e pode melhorar a vida das pessoas na hora que elas tiverem um governo que conheça a vida delas e esteja preocupado com as pessoas. 

PERGUNTA DAS RUAS | Ana Carolina Teixeira, estudante de Jornalismo (São Paulo/SP): Por que você vai se candidatar sendo que há tantas denúncias contra você?

Lula: Eu vou me candidatar porque o fato de ter denúncia não quer dizer nada. No Brasil toda vez que alguém é candidato, sempre aparece uma enxovalhada de denúncias contra as pessoas, seja no campo da política, da economia. E eu já provei a minha inocência em todos estes processos que eu estou sendo acusado. E estou na expectativa de que eles consigam provar para a sociedade algum desvio de conduta do Lula, ou na Presidência ou depois dela.

Eu fui acusado de ter um apartamento triplex em uma praia, aqui na cidade de Santos, em São Paulo. Cansei de dizer que o apartamento não era meu, mas eles teimaram que o apartamento era meu. Nós provamos que não é possível você ter um apartamento que você não tenha documento, não tenha escritura, que você não pagou, não comprou, que você não tenha nada. Mas eles teimaram em dizer, porque eles não precisam de prova, eles precisam apenas ter convicção. Depois, o Moro [juiz Sérgio Moro] me condenou a nove anos e seis meses de cadeia e ainda me obrigou a devolver R$ 10 milhões. O que é engraçado é que quando nós entramos com o recurso o Moro diz, na defesa dele, que ele não disse que o apartamento era meu, ele não disse que tinha dinheiro da Petrobras. Mas mesmo assim ele manteve a condenação. Por quê? Porque eu acho que tanto o juiz Moro, quanto o Ministério Público, quanto a Polícia Federal estão refém neste momento, de uma política que eles adotaram de condenar as pessoas pela mídia. Ou seja, “primeiro eu quero condenar as pessoas politicamente. Eu conto uma mentira e a mídia vai divulgar aquela mentira como se fosse verdade”. E nem todo mundo aguenta quatro ou cinco manchetes de jornais, do Jornal Nacional. As pessoas ficam debilitadas, fragilizadas. Alguns se matam, como o reitor de Santa Catarina. 

Eu tenho que aproveitar tudo que eu construí na vida para poder não só provar a minha inocência, mas para provar que eles estão mentindo, que não estão se comportando de forma adequada. Porque um juiz não tem que ficar dando importância para o Jornal Nacional. Ele tem que dar importância para os autos do processo, para as provas das pessoas que vão depor. Eu levei 83 testemunhas para depor ao meu favor. O acusador não compareceu nenhuma vez, que é o senhor Dallagnol [procurador Deltan Dallagnol]. Não levaram nenhuma testemunha de acusação. E depois o cara me condena sem nenhuma responsabilidade? 

São sempre desagradáveis essas denúncias. É sempre desagradável você aparecer na imprensa, sendo acusado. Mas eu tenho que ter a sabedoria de, graças ao status que o povo brasileiro me deu, de ter sido um presidente muito reconhecido, aproveitar para me defender e servir de exemplo para outras pessoas. Ou seja, se tem político que roubou e está com medo, é problema do político que roubou e está com medo. Se tem gente que roubou e está com o dinheiro, essa pessoa tem que ir presa mesmo. Agora eles têm que aproveitar e absolver os inocentes. 

Você veja que eu sou pego de surpresa às seis horas da manhã lá em casa, com um monte de Polícia Federal. Eles foram na minha casa, na casa dos meus quatro filhos, invadiram a casa de todo mundo, cada um com a máquina fotográfica pendurada no pescoço. Não encontraram nem dinheiro, nem jóia. Eles poderiam ter tido a sensibilidade de pedir desculpas à opinião pública, de dizer ao povo que não encontraram nada. Levantaram até o colchão da minha cama. Tiraram a tampa do exaustor do fogão. Acho que pensaram que eu tinha ouro lá dentro escondido. Abriram meus televisores achando que eu tinha ouro dentro da televisão. Ao não encontrar nada eles deveriam ter tido vergonha na cara e ter pedido desculpas à sociedade brasileira. Eles não fizeram isso. Saíram quietinho e deixaram as manchetes falar, porque na verdade o grande juiz hoje, no meu caso é o “Jornal Nacional”, a Rede Globo de Televisão. Se dependesse da Globo, são mais de 30 horas de “Jornal Nacional” me condenando. E eu quero viver para ver a dona Globo me pedir desculpas no ar. Por isso que eu, embora fique ofendido, fique chateado, isso me dá um ânimo e uma disposição de brigar muito grande. E eu vou ser candidato por isso, é a chance que eu tenho também de me defender. 

Brasil de Fato: E como enfrentar a Globo em 2018, na campanha eleitoral, se ela tem todo esse poder?

Continue reading

Alunos da UnB conversando no Instituto de Central de Ciências do Campus Darcy Ribeiro, em imagem de arquivo (Foto: Emília Silberstein/Agência UnB)

Alunos da UnB conversando no Instituto de Central de Ciências do Campus Darcy Ribeiro, em imagem de arquivo (Foto: Emília Silberstein/Agência UnB)

Cerca de 52,3 mil alunos do ensino médio realizaram, neste domingo (3), as provas das três etapas do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB). Segundo o Cebraspe – responsável pela organização do exame –, apenas 2,6% dos estudantes inscritos faltaram ao teste. O número corresponde a 1.401 inscrições. Para cada uma das três etapas, os estudantes receberam propostas diferentes de redação. Alunos do 1º ano do ensino médio tiveram de escrever um texto narrativo pela visão de alguém que descobre estar na última semana de vida – uma ideia inspirada em “As intermitências da morte”, de José Saramago. Na segunda etapa, a proposta de redação pediu que os alunos entrassem na mente de um androide em 2019, e escrevessem “argumentando, de forma convincente, que não há diferença entre ele e um ser humano”.

Já na etapa 3 – aplicada para alunos que já estão concluindo o ensino médio –, o desafio foi redigir uma carta ao Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (Conar) para defender a retirada de circulação de um anúncio. Para isso, o estudante tinha que escolher uma das peças apresentadas na prova.

Gabarito na quarta

O gabarito preliminar das provas deve ser divulgado nesta quarta (6), e o resultado, em janeiro. Após saberem das próprias notas, os estudantes terão a oportunidade de trocar o curso escolhido inicialmente. O sistema é similar ao adotado no vestibular tradicional da UnB e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

No caso de quem faz a terceira etapa, a UnB oferece 4.222 vagas. Destas, 2.112 são para o primeiro semestre e as demais para o segundo. As oportunidades são para os campi Darcy Ribeiro, Ceilândia, Planaltina e Gama, todos no Distrito Federal.

Há reserva de vagas para estudantes de escolas públicas (independentemente da etnia e autodeclarados pretos, pardos e indígenas), sistema de cotas para negros e reserva para pessoas com deficiência.

Resultado

Para a terceira etapa, as notas da redação serão divulgadas em 21 de dezembro. Já a primeira chamada é esperada para 22 de janeiro de 2018. O desempenho individual poderá ser consultado em 12 de março.

As demais etapas do PAS poderão acessar suas notas preliminares em 21 de fevereiro e a versão final sairá em 15 de março. Já o boletim definitivo estará disponível em 4 de maio.

g1

Compra de mídia em redes e aplicativos de conversas serão utilizados pelos candidatos. Foto: Fotos Públicas/Reprodução. (Compra de mídia em redes e aplicativos de conversas serão utilizados pelos candidatos. Foto: Fotos Públicas/Reprodução.)
Compra de mídia em redes e aplicativos de conversas serão utilizados pelos candidatos. Foto: Fotos Públicas/Reprodução.
A empresa de análise de dados que usou métodos controversos na vitoriosa campanha de Donald Trump, nos Estados Unidos, a consultoria britânica Cambridge Analytica, desembarcou no Brasil e negocia com dois potenciais pré-candidatos à Presidência para as eleições de 2018. O “braço” da Cambridge Analytica no País é a Ponte Estratégia, empresa que tenta ganhar espaço no mercado de marketing político nacional num cenário em que a disputa vai além das propagandas na televisão: a briga pelo eleitor se dará, em grande parte, nas redes sociais e nos aplicativos de conversa instantânea.
A disputa virtual ganhou ainda mais força após a reforma política – aprovada pelo Congresso e sancionada em outubro pelo presidente Michel Temer – liberar o chamado impulsionamento de conteúdo nas redes sociais e aplicativos – por exemplo, propaganda em Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp.
Os métodos da Cambridge consistem em processar uma quantidade enorme de dados e informações que circulam nas redes para definir perfis de eleitores. É possível mapear grupos por desejos e sentimentos, e não apenas por regiões ou faixas etárias. Nos Estados Unidos, a Cambridge dizia ser capaz de ler a mente dos cerca de 200 milhões de americanos.
A Cambridge levou para a política a estratégia usada por empresas: o microtargeting. A ideia de produzir discursos eleitorais “on demand”, porém, provocou um debate nos Estados Unidos sobre os dilemas éticos envolvidos na estratégia, como a possibilidade de manipular discursos para grupos específicos.
Nos Estados Unidos, a eleição de Trump virou motivo de investigação, pelo FBI, de interferência russa no resultado do pleito por meio da compra de publicidade em redes sociais e disseminação de notícias falsas favoráveis ao candidato republicano.
Franquia
O publicitário André Torretta, de 52 anos, é dono da Ponte Estratégia, a consultoria que abriu no País a franquia da Cambridge Analytica. Com experiência em marketing político brasileiro, Torretta refuta a acusação de manipulação de informações nas eleições americanas. Ele disse que a Cambridge não tem tecnologia nova, mas “metodologia” diferente.
“A gente usa o que já existe. Se você tiver um banco de dados comportamental, pode usá-lo. Pega todo mundo que gosta de arma, que tem interesse por esporte, por exemplo. Os Estados Unidos têm legislação que permite a confecção desses bancos de dados, a compra deles”, afirmou.
Segundo Torretta, o método da empresa britânica será “tropicalizado”. “Não temos banco de dados no Brasil para fazer microtargeting por pessoa, como nos Estados Unidos”, afirmou. “Mas, se eu tenho uma comunicação endereçada, por que eu não endereço?”
O publicitário afirmou que um candidato a presidente em 2018 deverá desembolsar ao menos R$ 30 milhões com “impulsionamento” nas redes sociais – compra de mídia em redes e aplicativos de conversas. É um valor bem menor se comparado aos gastos que os candidatos tinham ao produzir programas para televisão durante as campanhas nacionais. Ele não revelou com quais presidenciáveis está negociando para a eleição do próximo ano.
Torretta disse também que cabe às autoridades combaterem a disseminação de fake news nas redes sociais durante a eleição. “O risco de fake news será total em 2018. É preciso ter controle das redes sociais. Tudo na rede é rastreável”, disse. No Brasil, segundo ele, será a eleição do aplicativo WhatsApp em razão de o número de usuários ser maior do que o do Facebook, por exemplo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

     O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil. O diagnóstico precoce pode aumentar em 90% as chances de cura.

   O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil. E é de olho naqueles que não se cuidam que a campanha Novembro Azul foi criada. O objetivo é levar informação e reduzir os números de mortes por causa da doença.

    É de suma importância que os homens com mais de 40 anos faça prevenção, para mais tarde não vir sofrer as consequências, por conta do descuido e da timidez. A saúde em primeiro lugar.

  Na Unidade Mista de Santa Terezinha foi realizado nesta quinta feira (30/11), cerca de 130 exames de próstata, entre outros exames, onde a receptividade e o atendimento deixaram todos satisfeitos. Com uma equipe empenhada e trabalhando de forma igualitária. Foi informado a este blog que:

“Totalizando 576 procedimentos. Tivemos também palestra com Dr. Rogério Carneiro sobre o tema principal e a unidade mista realizou a marcação de mais de  100 ultrassonografias da próstata para as próximas semanas devido a presença de grande quantidade do público alvo”

HGT.  126
Vacinação 30 DT e 30 Hepatite B
Testes rápidos: 
HIV 59
Sífilis 59
HCV 50
HBsAg 50
USG da próstata 38
PSA 105
Pressão Arterial 29

                   
Acessem os vídeos 

                       

Cada dia mais avançada, a imunoterapia para o tratamento do câncer começou a escrever mais um capítulo de sua história: uma vacina terapêutica está atualmente passando pelos primeiros testes em seres humanos. Os responsáveis vêm da empresa americana Moderna, que anunciou em meados de novembro a novidade. Trata-se de uma vacina terapêutica personalizada – diferentemente das convencionais, ela será usada após o paciente receber o diagnóstico. É um tratamento que faz o próprio organismo reconhecer o câncer como um inimigo. A tecnologia em questão foi batizada de mRNA 4157. E o nome tem motivo: a nova arma “se aproveita” do mecanismo do nosso RNA mensageiro, o mRNA, para agir no corpo. Se você não está com as aulas de biologia fresquinhas ne memória, basta entender que essas moléculas recebem e enviam ordens do DNA para o corpo.

Como vai funcionar a vacina mRNA-4157

1) Antes de tudo, identifica-se, no organismo do paciente, as principais mutações presentes em seu câncer. Sim, o tumor de cada paciente tem diferentes mutações, mesmo que se aloje no mesmo órgão.
2) A partir disso, são identificadas as 20 mutações que, de acordo com particularidades do seu organismo, têm maior chance de causar a reação imune desejada.
3) Com tecnologias de última geração, os cientistas transmitem essa informação para moléculas de mRNA e as inserem na vacina.
4) Uma vez injetadas no paciente, as moléculas de mRNA ensinam as suas células de defesa a detectar as tais mutações do câncer.
5) Aí, o sistema imune consegue combater “sozinho” o tumor.

Ou seja: como outras armas da imunoterapia, a vacina da vez não age diretamente na doença. Ela basicamente turbina as defesas do corpo.

Parece incrível, não é mesmo? A ideia da Moderna é que, uma vez aprovada, a injeção fique pronta para cada paciente em poucas semanas depois do diagnóstico. A questão é: a que custo isso virá para a população? De pouco adianta ter uma arma revolucionária, se ninguém consegue pagar por ela. Mais: mesmo que tudo dê certo nos estudos, ainda tem muito chão pela frente para que essa tecnologia esteja finalmente disponível. A previsão é que os resultados dessas primeiras análises fiquem prontos até o fim do ano que vem. No momento, estão sendo investigadas a segurança e a reposta imunológica dos voluntários durante o uso. Mais adiante, serão esmiuçados a eficácia propriamente da vacina, principalmente quando combinada a uma medicação específica da farmacêutica MSD – o chamado pembrolizumabe. A tal MSD inclusive está apoiando os estudos com a vacina.

saude

             

Das 451 escolas que tiveram a adesão deferida ou deferida com ressalvas para participação no Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI) do Ministério da Educação para 2018, 70% estão localizadas em regiões de alta ou média vulnerabilidade social. Esta é a segunda adesão ao programa EMTI, lançado pelo MEC em 2016, na ação que se insere no âmbito da Política de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral.

“Estamos oferecendo ensino em tempo integral a quem mais precisa”, destaca o ministro da Educação, Mendonça Filho. “São jovens de renda familiar baixa que passarão a ter, além das disciplinas tradicionais, aulas como de judô, robótica, teatro, artes e muitas outras possibilidades. Isso significa assegurar acesso democrático a bens sociais, culturais e educacionais de qualidade.”

O aumento das adesões nas regiões e escolas mais pobres do país representa um avanço em relação à primeira edição do programa, quando esse índice foi de 60%. Juntas, as duas adesões contemplam a oferta de 465 mil novas matrículas em todo o Brasil, com investimentos de mais de R$ 1,5 bilhão no modelo de escolas de tempo integral proposto pelo MEC, e previsão de mais R$ 910 milhões anuais, a partir de 2020, para manutenção das ações adotadas, uma vez que o período de financiamento se estende por dez anos, de maneira a garantir a sustentabilidade do programa.

Todas as escolas selecionadas neste ano passam a oferecer o ensino médio em tempo integral já a partir de 2018. Na edição passada, 516 escolas aderiram à política e iniciaram a implementação das mudanças no primeiro semestre deste ano.

Alunos das escolas de ensino médio selecionadas serão beneficiados com um programa que inclui a implantação do ensino integral já para 2018 (Foto: João Bittar/Arquivo MEC)

Incentivo – O titular da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Rossieli Silva, ressalta que, em pouco mais de um ano, a gestão do ministro Mendonça Filho desenvolveu uma verdadeira política indutora de educação em tempo integral. “O valor de R$ 2 mil por aluno/ano que o MEC está repassando aos estados, somado ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), é um incentivo relevante para a implantação das escolas de ensino médio em tempo integral”, enfatiza.

Continue reading

Giovanna Lancelotti ,atriz  (Foto:  Eduardo Bravin)

No novo filme que vai estrelar, De novo nãoGiovanna Lancellottivai revisitar a adolescência. “A história se passa na época da escola, quando a minha personagem era uma grande vilã e fazia bullying com todo mundo. Resgatei muitas memórias, nunca fui má nem vítima, acho que em cidade do interior isso não é tão humilhante quanto nas metrópoles. Meus melhores amigos são todos do colégio”, conta ela, que fez sua primeira novela, Insensato coração, aos 17 anos.

Giovanna e o namorado, Gian: " (Foto: Ag News)

“Naquela época, vivia os dramas da idade, primeiro namorado, virgindade, mudança de cidade”, recorda ela, que cresceu no interior de São Paulo.

época

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse

CLIQUE AQUI e veja receita e despesa do seu municípios.

Aqui você encontra informações sobre a aplicação do dinheiro público nos municípios e no estado de Pernambuco.

Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Parceiros