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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: setembro 2018

Carol Nakamura e Márcio Kieling no Todo Seu
Carol Nakamura e Márcio Kieling no Todo Seu (Divulgação/ TV Gazeta)

No Todo Seu desta sexta, 21/09, tem uma aula sobre a cachaça e a produção dessa bebida que é paixão nacional – sendo a brasileira considerada a melhor do mundo! O empresário e mestre alambiqueiro Leandro Dias conta a origem dessa bebida. E as variações que existem e a forma correta de degusta-la.Ele ainda produz no ar uma cachaça artesanal com um mini alambique. Tem ainda um bate-papo sobre a interferência da internet e das redes sócias nas relações amorosas. Os atores Carol Nakamura e Márcio Kieling dão bons motivos para você viver a realidade mais longe do mundo virtual.A cantora Fernanda Takai conta um pouco sobre seu ecletismo e revela as suas influências musicais numa matéria especial. E, falando em música, tem ainda o sol do cantor e compositor Jão.Nos últimos meses, figurou na seleta lista das 50 músicas mais tocadas do país. Ele e caiu nas graças das principais celebridades brasileiras e já é considerado um dos nomes mais promissores do pop em 2018. O TODO SEU é nesta sexta, 21/09, às 22h30, pela TV Gazeta. O TODO SEU desta terça, 28/08, viaja à Escandinávia e desvenda a milenar cultura dos povos vikings.

Das conquistas marítimas e guerras sangrentas aos hábitos frugais de higiene e rotina Ronnie Von investiga velhos mitos sobre esses povos. Com a ajuda do escritor e pesquisador Thiago Brito, especialista em cultura nórdica.Na Gastronomia, a chef de cozinha Denise Guerschman conta sua experiência de oito anos vivendo na Noruega. E prepara um autêntico salmão curado e defumado com purê de cogumelos e alho poró – um prato preparado milenarmente.

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Aécio deixa mansão e vai para imóvel funcional

Disposto a mudar de Casa no Congresso, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que tenta uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de outubro, também pretende trocar seu endereço residencial em Brasília. Ele se mudará com a família, no próximo mês, de uma casa de cerca de 2.500 metros quadrados no Lago Sul, bairro de classe média alta da capital federal, para um apartamento funcional.

Segundo a assessoria de imprensa do senador informou ao Estadão/Broadcast, Aécio decidiu se mudar porque o contrato de aluguel com a empresa dona da casa, a SN Investimentos e Participações Imobiliários, está perto do fim. A assessoria do tucano não informou o valor do aluguel, mas um casa na mesma região custa, por mês, entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por mês. De acordo com reportagem do site Metrópoles, de Brasília, Aécio paga R$ 25 mil de aluguel.

O salário bruto do senador é de R$ 33,7 mil mensais, e, com os descontos tributários, ele recebe R$ 22 mil. Conforme dados públicos do Senado, Aécio nunca usou verbas do auxílio-moradia a que tem direito, de R$ 5,5 mil, para custear o aluguel do imóvel. A casa atual, que fica próxima ao Lago Paranoá, tem um grande jardim e piscina. Logo na entrada, há uma escultura do artista gaúcho Clésius Coser. Já os apartamentos funcionais do Senado têm entre 250 e 300 metros quadrados e os prédios não possuem área de lazer.

Aécio se mudou para a casa no Lago Sul em 2015, quando levou sua mulher e os dois filhos para morar em Brasília. Antes, eles moravam no Rio, e o senador ocupava um dos apartamentos do Senado.

Ao se mudar para o apartamento do Senado, Aécio pode evitar ter de entrar em uma longa fila de espera. Isso porque existem hoje 86 deputados que aguardam por uma vaga. A Câmara dos Deputados e o Senado, no entanto, mantêm um intercâmbio entre si que permite aos parlamentares permanecerem nos imóveis funcionais em que residem mesmo se trocarem de Casa Legislativa.

Desgaste

Enfraquecido politicamente desde que teve conversas com o empresário Joesley Batista, do Grupo J&F, divulgadas, Aécio enfrentou resistências internas no PSDB para se lançar candidato à reeleição no Senado e acabou optando por tentar uma vaga na Câmara.

O tucano é réu no Supremo Tribunal Federal no caso J&F por corrupção passiva e obstrução da Justiça e investigado em outros inquéritos na Corte. Ele nega irregularidades. A casa em que mora chegou a alvo de buscas em maio do ano passado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Sandy e Lucas Lima
Sandy e Lucas Lima

(FOTO: Reprodução/Gshow)

A cantora Sandy e seu marido Lucas Lima comemoraram do melhor jeito seu aniversário de dez anos de casamento: viajando alguns dias pela Itália. Na ocasião, os pombinhos passaram por Roma e Veneza.

Nesta quinta-feira (20), a famosa postou um clique em seu Instagram:“Chegando hoje de uma viagem linda e romântica por Veneza e Roma. Melhor jeito de comemorar os 10 anos de casados não teria”, disse na legenda, onde o casal aparece sorridente.

Os dois, que são pais de Theo, fizeram aniversário de casamento no último dia 12, e usaram as redes sociais para mostrarem seu amor um pelo outro: “E mesmo quando me descuido, me desloco, me deslumbro, perco o foco, perco o chão e perco o ar, me reconheço em teu olhar que é o fio pra me guiar de volta. Dez anos. DEZ!!!! Te amo, amiga, parceira, namorada”, postou Lucas.

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Crédito: Reprodução/Facebook

O candidato a? Preside?ncia da Repu?blica, Jair Bolsonaro, internado em unidade semi-intensiva, passou por um procedimento para drenagem de líquido que estava ao lado do intestino, segundo boletim médico divulgado nesta tarde pelo Hospital Israelita Albert Einstein, onde ele está sendo tratado desde o último dia 7. Após constatar uma elevação de temperatura para 37,7ºC, os médicos fizeram uma tomografia de tórax e abdômen em Bolsonaro. Os exames mostraram “pequena coleção de líquido ao lado do intestino”, o que levou ao procedimento. Neste momento, ele está com dreno no local e evolui sem dor.

Bolsonaro continua recebendo dieta líquida por via oral com boa aceitação associada à nutrição endovenosa.No último domingo (16), o candidato recebeu alta dos tratamentos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), quando passou a receber cuidados semi-intensivos. Ele estava na UTI desde a quarta-feira (12) da semana passada, quando foi submetido a uma cirurgia de emergência para tratar uma aderência que obstruía o intestino delgado. Antes das complicações, os médicos haviam começado a reintroduzir a alimentação por via oral.

Bolsonaro recebeu uma facada durante ato de campanha no último dia 6, em Juiz de Fora (MG). Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, onde chegou a passar por uma cirurgia, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7.

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Paolla Oliveira
Paolla Oliveira

Paolla Oliveira posou plena no jardim ao lado de seu pet na manhã deste domingo (16). A atriz destacou beleza e boa forma em um clique pra lá de produzido e recebeu chuva de elogios dos fãs.

“Linda e maravilhosa”, disse um fã. “Mulher mais bonita do Brasil!!!”, falou outra. “Linda Paola, uma das atrizes mais lindas e simpáticas. Você é um sucesso”, destacou terceira admiradora da famosa.Paolla tem deixado sua felicidade em evidência em cliques na web. Namorando o diretor de TV Rogério Gomes, a estrela recentemente esteve em Lisboa, Portugal, curtindo férias com o amado.

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247 – A pesquisa do Datafolha, divulgada no exótico horário de meia-noite, na virada desta quarta para quinta (20), apresentou a mesma tendência da pesquisa do Ibope da véspera: Bolsonaro cresce pouco, Haddad cresce aceleradamente e Ciro, Alckmin e Marina estão estagnados ou em queda. Mas o fato de o número do Datafolha para Haddad ter sido menor, na margem de erro (19% a 16%), foi o suficiente para que a Globo e a Folha iniciassem uma campanha agressiva de ataques a Haddad e de estímulo a Ciro, com o objetivo de atacar seu inimigo jurado, o PT, e criar uma alternativa a ele -Ciro- com a vantagem extra de dividir o campo progressista.

” A imprensa deve ser imparcial, e não ficar tomando partido, é um erro para os meios de comunicações  ficarem tendenciosas. isto só faz prejudicar” 

A manobra foi explícita. A manchete da Folha de S.Paulo desta quinta rompe o pamrão histórico do jornalismo do diário dos Frias de apresentar os números das pesquisas do Datafolha para um título interpretativo: “Bolsonaro vai a 28% e Haddad, a 16%; Ciro lidera no 2º turno, mostra Datafolha”. A manchete é um fenômeno, observou Leonardo Attuch, editor do 247, no programa Bom Dia 247: “A Folha pescou o dado do terceiro colocado na pesquisa, que não vai ao segundo turno, para inventar uma eleição que não existe, com objetivo de atacar o Haddad”.

O Globo levou a manobra ainda mais longe, ao lançar um título quase inacreditável na história das pesquisas:Datafolha: Ciro Gomes lidera como segunda opção de voto”. Os Marinho estão dispostos a tudo para evitar o PT no segundo turno, mesmo a custo, conforme observou o analista Breno Altman em entrevista na TV 247 na manhã desta quinta, “de encamparem Ciro, um candidato que não gostam, no qual não confiam”.

Para Breno, a manobra tem pouca chance de sucesso, porque “segundo o próprio Datafolha, Ciro está estagnado e Haddad não chegou ainda ao auge do processo de transferência de votos”. É uma manobra desesperada, para tentar evitar o segundo turno PT versus antipetismo, no qual o PSDB será substituído por Bolsonaro. 

Com este objetivo, a imprensa conservadora tem operado para criar conflitos entre Haddad e Ciro para dificultar o que é certo: uma aliança entre os dois no segundo turno, como aconteceu em 1989, quando Brizola apoiou Lula depois de um primeiro turno recheado de conflitos entre ambos. Além disso, o objetivo é criar confusão e dissensões no próprio campo petista, o que foi feito nos últimos dias ao inventar a história de que Haddad teria negado dar indulto a Lula como se fosse quase uma traição ao ex-presidente, quando esta é a posição do próprio Lula. 

O jornalista Fernando Brito observou um dos momentos mais cômicos da operação de distorção das pesquisas encenada na madrugada desta quinta pela jornalista Renata Lo Prete no Jornal da Globo:

“Disse ela que ‘a principal diferença entre este Datafolha e o Ibope que nós mostramos ontem é a distância entre Haddad e Ciro, mais estreita na pesquisa de hoje’ , seguida de uma penca de ressalvas sobre  data do campo e metodologia. Mas, afirma ela, ‘vale a pena observar’. ‘Na de ontem, Haddad, já aparecia isolado em segundo lugar; na de hoje, Ciro Gomes aparece em empate com ele’.

Vejam que maravilha: usando-se a diferença de um dia entre pesquisas, sugere-se que o candidato que cresceu – segundo o próprio levantamento, 0,5% ao dia em seis dias e saiu de um empate numérico com outro (que não cresceu absolutamente nada) para uma vantagem de 3 pontos foi, pela narrativa, ‘alcançado’ em 24 horas pelo que ficou parado ao longo de três pesquisas!”

Entenda as diferenças entre votos brancos e nulos e seus efeitos segundo as regras eleitorais brasileiras

  • Lucas Baldez
Lucas Baldez
Uma eleição é anulada quando há mais de 50% de votos nulos? A resposta é não. De acordo com as regras eleitorais brasileiras, para a contagem dos votos dos candidatos, excluem-se os votos nulos e brancos. Por isso, contam-se apenas os “votos válidos”, aqueles dados aos candidatos participantes do pleito.
Na imagem, seis candidatos à Presidência da República: Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Fernando Haddad (PT), Marina Silva (REDE), Ciro Gomes (PDT) e Henrique Meirelles (MDB)
Na imagem, seis candidatos à Presidência da República: Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Fernando Haddad (PT), Marina Silva (REDE), Ciro Gomes (PDT) e Henrique Meirelles (MDB)

Foto: Nacho Doce/ Paulo Whitaker/ Leonardo Benassatto/ Adriano Machado / Reuters

Em época de eleições, sempre surgem correntes defendendo o voto nulo como forma de protesto. Geralmente, propaga-se a ideia de que, se os nulos somarem mais da metade dos votos na urna eletrônica, o pleito deve ser anulado e a Justiça Eleitoral é obrigada a convocar novas eleições. “É um boato que aparece em toda eleição”, diz a advogada eleitoralista Paula Bernardelli.

Mas há algum caso em que uma eleição pode ser anulada? A resposta aqui é sim. Segundo a especialista, se um candidato tiver o registro de candidatura cassado depois de ser eleito, seus votos são anulados e a eleição deve ser refeita. O mito sobre o suposto poder do voto nulo se dá, segundo ela, devido a uma interpretação equivocada do artigo 224 do Código Eleitoral, que usa o termo “nulidade” para explicar a anulação do pleito por votos cassados.

Depois de conversar com a advogada eleitoralista, o Terra selecionou as principais dúvidas sobre votos nulos e brancos e explicou em que casos uma eleição pode, de fato, ser anulada. Confira abaixo:

Por que existe voto branco e nulo?

Quais são as diferenças entre votos nulos e brancos?

O que a urna traz é a opção do voto branco. O eleitor que não deseja votar em nenhum candidato pode simplesmente pressionar a tecla “Branco” e depois confirmar. Para votar “nulo”, é preciso digitar um número que não seja de nenhum candidato registrado no pleito. Este voto era visto como um erro do eleitor na hora de escrever (na época do voto em papel) ou digitar (na urna eletrônica). Segundo a advogada eleitoralista, é difícil mensurar a proporção de erros de digitação e de “nulos conscientes”. Porém, ela acredita que a maioria deseja de fato anular o voto.

Ideologicamente, também há uma diferença entre os dois. O voto branco indicaria que o eleitor aceita que qualquer um dos candidatos seja eleito. O voto nulo, por outro lado, seria uma manifestação de que ele não se sente representado por nenhum candidato.

Urna eletrônica brasileira
Urna eletrônica brasileira

                                                     Foto: Willian Moreira / Futura Press

Votos brancos vão para o candidato com mais votos?

Não. Antigamente, nas votações com cédulas, os papéis deixados em brancos, que configuravam este tipo de voto, podiam ser alvos de fraude. Ou seja, poderiam, de maneira irregular, ser preenchidos com o número de algum candidato. Porém, os votos em branco nunca foram contabilizados para candidatos em decorrência do processo regular de apuração.

Votos nulos podem anular uma eleição?

Não. Como foi dito no início do texto, os votos nulos não podem cancelar o resultado de uma eleição realizada. Eles servem apenas para contabilizar o total de votos. Mas o que realmente vale para a eleição são os “votos válidos”, ou seja, aqueles dados aos candidatos na disputa.

Quando uma eleição pode ser anulada?

O artigo 224 do Código Eleitoral determina que, quando um candidato eleito tem o registro cassado pela Justiça, seus votos são anulados e o tribunal eleitoral competente deve convocar novas eleições a serem realizadas entre 20 e 40 dias após a decisão.

Em cidades com menos de 200 mil habitantes, não existe segundo turno nas eleições municipais. Antes da minirreforma eleitoral de 2015 (Lei 13.165), caso o vencedor tivesse o registro cassado, o segundo colocado do pleito assumia o cargo. Com a mudança da regra, que já valeu nas eleições de 2016, não há mais a possibilidade de o segundo herdar a vaga. Por isso, são convocadas novas eleições em todos os casos de cassação de registro.

O candidato com registro cassado fica impedido de concorrer novamente. Já os demais postulantes podem participar normalmente do segundo pleito.

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Viviane Araújo
Viviane Araújo 

Aos 43 anos, a atriz Viviane Araújo mostrou que ainda está com tudo em cima! Na última segunda-feira (17), a musa postou uma foto vestindo top e shorts, exibindo sua ótima forma.

“Boa noite meus amores! Vocês repararam que dei uma secada nesse último mês. Abdômen sequinho. Isso é culpa da minha consultora fitness Vanessa Rangeli, com seu Detox Turbo”, escreveu na legenda, exibindo sua barriga super definid

Bolsonaro em encontro com a indústria

Para economista, campanha do presidenciável faz claro aceno aos mais ricos

Ao discursar para uma plateia restrita, composta essencialmente por especialistas em grandes fortunas, o economista Paulo Guedes, responsável pelo projeto econômico da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que pretende criar um imposto de renda único, com alíquota de 20% para todas as pessoas, sejam físicas ou jurídicas.

Isso significa que, se a proposta for aprovada, o trabalhador que ganha 1.500 reais, o que ganha 8 mil reais ou o empresário que fatura 150 mil por mês pagarão o mesmo imposto de renda de 20%.

Na mesma linha, Guedes disse também que pretende eliminar a contribuição patronal para a Previdência, que tem a mesma alíquota de 20% e incide sobre a folha de pagamentos. Pedro Rossi, economista da Universidade de Campinas (Unicamp), afirma que a proposta de Guedes é contrária ao princípio da progressividade da carga tributária. No Brasil, hoje, quem ganha até 1.900 reais está isento do IR. A partir daí o IR retido nos salários é cobrando por faixas que vão de 7,5% a 27,5%, cobrados de ganhos a partir de 4.664 reais. Ou seja: o IR ficaria mais caro para quem ganha menos e menor para os salários ou rendimentos maiores.

“Se isso acontecer no Brasil vai ser um escândalo A carga tributária como um todo já é muito regressiva porque ela é baseada em impostos indiretos. O IR é um dos componentes mais progressivos da nossa carga tributária. Então eles querem transformar um componente neutro em regressivo. É um claro aceno da campanha de Bolsonaro aos mais ricos”, afirma o economista.

Rossi afirma ainda que a proposta irá aumentar a desigualdade social no Brasil, na medida em que faria com que os brasileiros que ganham menos perdessem renda, ao mesmo tempo que tira das políticas tributárias sua capacidade de distribuir a renda e promover o investimento social necessário.

“O projeto do Paulo Guedes é o do (presidente Michel) Temer ao quadrado. Fundamentalista e neoliberal. Teria ou terá um efeito catastrófico em uma sociedade desigual como a nossa. Vamos tender para o apartheid social. É insustentável”, acredita o economista. 

Desalinhados 

Logo após as declarações de Paulo Guedes – cotado a assumir o Ministério da Fazenda no caso de Bolsonaro vencer as eleições irá – o candidato publicou em uma de suas redes sociais que sua  “equipe econômica trabalha para redução de carga tributária, desburocratização e desregulamentações. Chega de impostos é o nosso lema!”. 

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Ribinha: "É muito gratificante ver o quanto as pessoas são felizes quando têm a oportunidade de participar, brincar, cantar e interagir” - Créditos: Foto: Arquivo/Boi de Maracanã
Ribinha: “É muito gratificante ver o quanto as pessoas são felizes quando têm a oportunidade de participar, brincar, cantar e interagir” / Foto: Arquivo/Boi de Maracanã

A cultura popular tem ultrapassado limites territoriais, de classes e grupos sociais, de cor e etnias, levando as manifestações culturais tradicionais para grupos e lugares diferentes daqueles de sua origem. Entre 6 a 9 de setembro, Minas Gerais recebeu o cantador de bumba meu boi maranhense, Ribinha de Maracanã, direto de São Luís para a capital mineira. Importante liderança de um dos grupos mais reconhecidos de bumba meu boi do Maranhão e do Brasil, Ribinha esteve em Belo Horizonte e região em curta temporada, realizando uma série de atividades, como oficinas, shows e vivências, difundindo a cultura maranhense e realizando intercâmbios com a cultura popular mineira. A iniciativa foi organizada por um coletivo de brincantes da cultura popular e artistas mineiros, integrantes dos grupos Boi Luzeiro, Coletivo Couro Encantado e Tambor de Crioula Turma de São Benedito.

Herdeiro direto de Humberto de Maracanã, mestre da cultura brasileira reconhecido pelo Ministério da Cultura e aclamado pelos brincantes de bumba meu boi como um dos maiores ícones da cultura popular maranhense, Ribinha está à frente do Boi de Maracanã, uma comunidade rural centenária com mais de mil integrantes. Além de intérprete, é também um dos líderes administrativos do grupo e compositor de diversas toadas, que se transformaram em verdadeiros hinos dos festejos juninos maranhenses. O Brasil de Fato conversou com Ribinha para saber mais sobre o bumba meu boi e sua estadia em Minas Gerais.

Brasil de Fato – O que é um bumba meu boi e o que ele representa para o estado do Maranhão?

Ribinha de Maracanã – O bumba meu boi é um grupo folclórico de origem afro-brasileira. No Maranhão, existem cinco sotaques de boi, ou seja, cinco ritmos diferenciados. Entre eles estão: o sotaque da ilha ou de matraca, como o grupo que eu participo, o Boi de Maracanã; o bumba meu boi de orquestra, que são grupos com instrumentos de cordas, sopros e também zabumbas; o bumba meu boi no sotaque de zabumba; os grupos do sotaque da baixada ou de Pindaré e o sotaque de costa de mão, que está no interior do estado.

O bumba meu boi no Maranhão é a maior manifestação cultural, a maior referência cultural do estado, que hoje já se expandiu para várias partes do país, mas não com o mesmo tradicionalismo, com o mesmo foco e com as mesmas canções. A cultura principal do Maranhão hoje é o bumba meu boi, que já tem um reconhecimento também como patrimônio cultural do Brasil, pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e pelo Ministério da Cultura.

Você veio para Minas Gerais para uma série de atividades, o que achou da sua experiência aqui?

Essa é a terceira vez que venho a Belo Horizonte. A primeira vez, vim com o Boi de Maracanã no projeto Vozes de Mestre. Brincamos em Belo Horizonte e depois em Ouro Branco. A segunda vez, vim com o grupo de música contemporânea Ponto BR. Agora vim a convite de um grupo cultural daqui que é o Boi Luzeiro. Conheci mais um pouco da cidade e me diverti bastante. A receptividade, não só do grupo que me trouxe, mas dos mineiros, foi muito boa. Agora, tenho ainda melhores referências para levar para minha cidade. Foi muito bom a vivência de bumba meu boi do Maranhão com a cultura local de Minas Gerais, como o candombe que conheci. Participamos de show com o Boi Luzeiro, além de oficinas e foi uma forma muito boa de compartilhar as músicas e as culturas diferenciadas. Quero agradecer, pois, na época junina, muitos mineiros vão para o Maranhão para prestigiar nossa cultura e, em especial, no Boi de Maracanã recebemos muitos turistas de Minas no dia 23 de junho, que é o batizado do boi, um ritual que fazemos para dar partida à nova temporada. Enfim, para mim foi um momento muito especial!

Você conviveu com brincantes e músicos que reproduzem aqui as manifestações culturais tradicionais de outros lugares, como tambor de crioula, bumba meu boi, coco e maracatu. qual sua opinião dessas manifestações extrapolarem o limite do lugar da tradição e estarem em todo Brasil? Qual é sua leitura desse fenômeno, que não acontece só em Minas, mas em todo país?

Achei muito especial a forma como o mineiro acolhe as culturas nordestinas, como o bumba meu boi, em especial, o meu grupo Boi de Maracanã. Também o tambor de crioula, que é uma das principais manifestações da cultura afro-brasileira do Maranhão, reconhecido como patrimônio cultural do Brasil, além do maracatu, que vem de Recife. Tive a oportunidade de conhecer amigos que confeccionam e tocam instrumentos, cantam o tambor de crioula e o bumba meu boi. Isso só enriquece e fortalece mais a questão do reconhecimento e do acolhimento do povo de Minas Gerais e do Sudeste em relação à cultura do Nordeste. Para nós, é muito gratificante ver o quanto as pessoas são felizes quando têm a oportunidade de conhecer a cultura nordestina, de participar, brincar, cantar e interagir. Eu pude me sentir, por alguns momentos, como se estivesse no Maranhão, junto do meu povo, porque vi o povo de Minas Gerais brincar o bumba meu boi e o tambor de crioula como se brinca lá. Isso é algo muito especial que levo dentro do meu coração e vou repassar para meus conterrâneos e o povo do meu grupo, o quanto a nossa cultura é bem recebida e acolhida aqui, o quanto as pessoas amam a cultura do Nordeste. Isso faz com que as pessoas entendam a riqueza do que é a cultura popular, o folclore e a cultura nordestina. Muitas vezes existe um preconceito, mas ele é quebrado quando as pessoas passam a ver, a cantar e a dançar. Eu quero deixar aqui um recado ao povo de Minas: que participem desses eventos feitos por mineiros que trazem a cultura do Nordeste, que vivenciem, brinquem, dancem, que isso só traz alegria.

Dos 50 mil empregos formais criados até julho, cerca de 80% correspondem a contratos intermitentes ou parciais

Brasil de Fato | São Paulo (SP)

Ao contrário do prometido pelo governo golpista, reformas só prejudicaram os trabalhadores - Créditos: Foto: Agência Brasil
Ao contrário do prometido pelo governo golpista, reformas só prejudicaram os trabalhadores / Foto: Agência Brasil

“A reforma trabalhista vai gerar 6 milhões de empregos”, prometeu Henrique Meirelles (MDB), ex-ministro da Fazenda do governo de Michel Temer (MDB), em defesa das alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) promovidas pelo governo golpista e aprovadas pelo Congresso em dezembro de 2017. No entanto, como previam especialistas, o argumento do peemedebista não se tornou realidade.

De acordo com estatísticas sistematizadas pelo Ministério do Trabalho, baseadas no saldo de empregos de julho, desde a aprovação da Lei 13.467/17 foram gerados apenas 50.545 postos de empregos formais. Os dados correspondem ao período de novembro de 2017 a julho deste ano, ou seja, evidenciam o impacto da reforma nos 9 meses posteriores a sua aprovação. Por outro lado, entre dezembro de 2014 e dezembro de 2017, 2,9 milhões de empregos com carteira assinada foram fechados, uma média de 79,5 mil postos de trabalho a menos por mês. 

Bárbara Vallejos, integrante do Grupo de Trabalho sobre a Reforma Trabalhista do Instituto de Economia da Unicamp, mestre em Desenvolvimento Econômico e técnica do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), relembra que o principal argumento usado em defesa da reforma era o de que a antiga legislação trabalhista atrapalhava a geração de novos trabalhos e a flexibilização da lei potencializaria o crescimento do mercado de trabalho. “Essa é uma tese infundada. A geração de emprego dos anos 2000, com carteira assinada, foi muito expressiva e não tivemos alterações significativas nos direitos do trabalho porque havia um cenário de crescimento econômico. Esse é o determinante”, argumenta.

“O efeito dessa reforma no mercado de trabalho, do ponto de vista do nível de emprego, vai ser quase nulo. Efetivamente, analisando os dados, o que vemos é que a crítica que era feita à reforma se confirmou. Esse saldo de 50,5 mil novos postos da reforma é um saldo irrisório frente a uma força de trabalho que tem 104 milhões de pessoas. É um crescimento muito inexpressivo. Em síntese, a reforma não está ajudando a gerar mais empregos”, analisa Vallejos. 

Precarização

A especialista ressalta que, além de não impactar na criação de novos postos de trabalho, o principal problema da reforma trabalhista é o aumento de vagas de trabalho precarizadas. No último período, foram gerados 26.300 postos intermitentes e 13.320 parciais, ou seja, 78,4% dos saldos de empregos formais criados desde novembro correspondem a esses dois tipos de contratação. 

O contrato intermitente pode ou não ser provisório, mas, nessa modalidade, o trabalhador é remunerado apenas pela hora efetivamente trabalhada no mês, com a necessidade de estar à disposição do empregador, sem salário fixo. Já o contrato parcial é uma jornada fixa porém reduzida.

‘Eu já sabia’

O grupo de trabalho do qual Vallejos faz parte estuda as implicações de reformas trabalhistas parecidas com a implementada no Brasil, antes de sua aplicação. A partir dessa análise, os especialistas alertaram quais seriam as consequências. “Quando observamos como as reformas trabalhistas impactaram o mercado de trabalho, o que ocorreu foi um movimento de substituição dos postos formais, do que seria equivalente a uma CLT, com salário fixo, por formas precárias e atípicas de contratação. Então, vão se constituindo mercados de trabalhos mais flexíveis, em que os trabalhadores tem menos previsibilidade do seu salário e evidentemente tem uma perda também de seu poder de compra”, explica a técnica do Dieese. 

José Eymard Loguércio, advogado trabalhista e membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), concorda com a crítica. “Quem estava desempregado, permanece desempregado. Quem estava empregado, passa a estar desempregado e é recontratado por outra modalidade [contratual]. Não se aumenta postos de trabalho, simplesmente se distribui os postos que já existem. Substitui-se contratos regulares, permanentes, por contratos precários”. 

A ampliação desses contratos concentrou-se em setores econômicos com maior rotatividade e menores salários, ou seja, profissões historicamente vulneráveis. Mais de 60% dos contratos intermitentes estão nos setores de Comércio ou Serviços. As ocupações com maior saldo dessa nova modalidade de trabalho são assistente de venda, servente de obras, alimentador da linha de produção, faxineiro, vigilante e garçom. As profissões se repetem na relação de contratos parciais. 

Acordos

O advogado trabalhista também destaca que os números do “desligamento por comum acordo”, criado pela reforma, também são expressivos.

Foram 94,5 mil desligamentos nessa modalidade, na qual o trabalhador não acessa integralmente verbas rescisórias, nem o seguro desemprego. “O que indica, indica porque não há como dizer que todos são assim, é que muitos desses acordos foram realizados para que as pessoas se desligassem da contratação regular e voltassem a ser contratados com outro tipo de contrato”. 

O jurista critica a fala de Meirelles e aponta que o argumento de que a reforma trabalhista gera emprego não se sustenta e a deslegitima completamente.

“É um discurso simplesmente para conseguir apoio, portanto, discurso que não tem base empírica, não tem base de realidade. E a prova disso é o que aconteceu na prática depois desse período. Em pouquíssimo tempo, se comprova o fato de que a reforma tem por único e exclusivo objetivo, precarizar as relações e diminuir o custo da mão de obra”, enfatiza.

O impacto do desemprego e da precarização do trabalho na economia também preocupa os especialistas. Segundo Vallejos, sem poder de compra e consumo, a população não participa ativamente da movimentação econômica do país, fator que impede seu crescimento.

Edição: Diego Sartorato

Lula, ao meio, ao lado da mãe, Lindu (esq.), que criou oito filhos sozinha - Créditos: Foto: Arquivo pessoal
Lula, ao meio, ao lado da mãe, Lindu (esq.), que criou oito filhos sozinha / Foto: Arquivo pessoal

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou uma carta, nesta quarta-feira (19), ao candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general Mourão (PRTB), em rechaço às afirmações preconceituosas proferidas pelo militar da reserva contra mulheres pobres que assumem sozinhas o desafio de chefiar suas famílias.

“São fábricas de desajustados”, disse Mourão, referindo-se às casas chefiadas por mães ou avós pobres.

“General Mourão, não julgue avós e mães pobres pelo seu conceito medíocre sobre a espécie humana. Se o senhor já pensava assim não deveria ter chegado a general e muito menos querer ser vice-presidente”, disparou Lula em resposta. 

“Eu e sete irmãos fomos criados por uma mulher analfabeta chamada Dona Lindu, e duvido que exista alguém na sociedade brasileira que educou os filhos melhor do que ela. Pode ter igual, melhor nunca. General, um conselho, faça um curso sobre o Humanismo”, arrematou o ex-presidente.

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REUTERS/Sergio Moraes

247 – Uma proposta de Paulo Guedes, o economista-chefe da campanha de Bolsonaro, a quem o candidato apresenta como seu “Posto Ipiranga”, fonte de toda sabedoria em política econômica da campanha, causou espanto na manhã desta quarta-feira. Guedes diz que pretende, se Bolsonaro for eleito, eliminar com todas as alíquotas atuais do Imposto de Renda e criar apenas uma, de 20%. A proposta significará uma brutal transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos do país, aumentando a carga tributária sobre os primeiros e reduzindo fortemente a dos segundos.

Veja a tabela das alíquotas do Imposto de Renda. É uma parcela relativamente reduzida da população que aufere renda suficiente para fazer sua declaração anual, menos de 15% -28,8 milhões de pessoas em 2018. Os mais pobres dentre estes têm alíquotas de 7,5% e 15%. Eles seriam imediatamente prejudicados pela proposta de Guedes. A faixa com ganhos mensais equivalentes a R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 teria uma redução de 2,5 pontos percentuais e os mais ricos seriam fortemente beneficiados: sua alíquota cairia de 27,5% para 20%.  

Na prática, são pelo menos 13,5 milhões de pessoas que perdem em razão da alíquota de 20% proposta pela candidatura de Bolsonaro. O dado representa quem ganhava, em 2016, R$ 2 mil por mês. Estima-se ainda uma perda de arrecadação de R$ 7,6 bilhões, transferindo renda de contribuintes entre 2 e 7 salários mínimos para aqueles acima de 7 salários mínimos. 

A tabela de alíquotas brasileira já favorece os ricos. Os 27,5% incidem somente sobre seus ganhos como pessoas físicas, pois os lucros e dividendos que auferem em suas empresas são isentos de impostos. Eles reclamam da alíquota máxima, mas poucos conhecem a história da taxação dos ricos no país. A alíquota máxima no lançamento do Imposto de Renda no Brasil em 1922 era de 8%. Paulatinamente, essa alíquota máxima foi sendo elevada, atingindo 20% em 1944 e saltando para 50% em 1948, após o fim da Segunda Guerra Mundial. Esse percentual permaneceu até 1961, quando o então presidente Jânio Quadros elevou a alíquota para 60%, e, em seguida, seu sucessor, João Goulart, para 65%, o mais alto percentual de toda a história brasileira, logo antes do golpe militar de 1964 -a insatisfação dos ricos com o imposto foi um dos combustíveis do golpe. Uma das primeiras medidas do regime autoritário foi retornar a alíquota máxima para 50%, até que José Sarney reduziu-a pela metade em 1988. 

Agora, Paulo Guedes pretende um “movimento em pinça”: por um lado, reduzir fortemente a imposto dos mais ricos, enquanto aumenta espetacularmente o dos mais pobres. Para completar, ele acenou com a eliminação da contribuição patronal para a previdência, que incide sobre a folha de salário — que tem a mesma alíquota, de 20%.

Fernando Haddad criticou a proposta no final da manhã desta quarta qualificando-a de “um pequeno desastre” de “um campanha que pretender baixar o imposto dos ricos e aumentar dos pobres”.

247 – Nova pesquisa Ibope sobre intenções de voto para a corrida presidencial deverá ser divulgada às 20h55 no Jornal Nacional. No entanto, os dados já circulam nas redes sociais. Segundo o cientista político Alberto Almeida, o Ibope trará Jair Bolsonaro (PSL) com 28%, seguido por Fernando Haddad (PT), com 19%. Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro com 11%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 7% e Marina Silva (Rede), 6%. Se os dados se confirmarem, Fernando Haddad terá subido 11 pontos percentuais, Bolsonaro oscilou dois pontos e Ciro manteve os mesmos percentuais. A última pesquisa Ibope, divulgada em 11 de setembro, trazia Jair Bolsonaro (PSL) com 26%, Ciro Gomes (PDT), 11%; Marina Silva (Rede), 9%; Geraldo Alckmin (PSDB), 9% e Fernando Haddad (PT): 8%.

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Isabella Santoni e Caio Vaz
Isabella Santoni e Caio Vaz 

Isabella Santoni namora há 8 meses com Caio Vaz e desde então compartilha das mais variadas experiências de vida com o amado. A atriz atualmente no ar em ‘Orgulho e Paixão’, fez uma comparação divertida sobre o visual de ambos. “Minha cara de pamonha quando fico duas horas no salão pra tentar ficar parecida com o cabelo dele, que não penteia, não corta, não pinta e só passa sabonete desde que nasceu”, brincou Isabella ao fazer selfie com o namorado, mostrando os loiros cabelos dos dois. Vale lembrar que Caio é surfista, portanto é natural que os cabelos platinem de modo natural. “Fiquei tão apaixonada pelo esporte que acabei atraindo um namorado surfista”, disse a atriz anteriormente, em entrevista ao jornal ‘O Globo’.

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Wanessa Camargo
Wanessa Camargo 

Wanessa Camargo participou do canal de Julia Faria, no YouTube, e relembrou quando começou a perceber os efeitos da fama em sua vida aos 9 anos. Ela também destacou situação embaraçosa que aconteceu anos depois.

“Eu sou uma artista que viu a internet nascer e tive que me adaptar. Nós controlávamos, de certa forma, a nossa aparição. Eu queria mostrar o meu trabalho, então para eu tocar no Gugu eu tinha que mostrar um pedacinho do meu quarto, era um acordo de cavalheiros”, descreveu ela.

Crédito: Reprodução

 

 

 

 

 

 

 

 

Estadão Conteúdo

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, declarou nesta terça-feira, 18, que, apesar de terem um passado de proximidade e aliança, seu projeto de governo não é o mesmo do PT de Fernando Haddad. O pedetista também considera o apelo ao voto útil, pregado desde já por parte dos adversários, um “insulto à experiência popular”. Mais cedo, em entrevista à rádio CBN, Haddad havia dito que, pela relação histórica, ele e Ciro poderiam estar juntos em um possível segundo turno, independentemente de qual dos dois avance. Questionado por jornalistas sobre a declaração, o ex-governador do Ceará tentou se desvencilhar. “Sim, se olhar para os últimos 16 anos, estivemos juntos e tentei ajudar. Mas o projeto que eu advogo para o Brasil não é o mesmo do PT. Quero ajudar a população a por um fim nessa violência odienta, nesse sectarismo e radicalização política que infelizmente está levando nossa economia para o brejo”, disse. Ciro participa, nesta manhã, de um encontro na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na região central da capital paulista. Antes da reunião, o pedetista também rebateu qualquer estratégia para atrair o voto de Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) para evitar a vitória do PT ou de Jair Bolsonaro (PSL). “Para um democrata, a presunção é confiança no voto popular. Então, acredito que essa história de voto útil é um insulto à experiência popular”, criticou. “Eu não quero ser eleito por alguém que botou a mão no nariz e votou em mim porque não queria votar em outro. Quero ser eleito porque represento a saída para o Brasil, que precisa restaurar o diálogo e acabar com essa ameaça fascista que não é nem tanto o Bolsonaro, mas o vice dele, que está deixando clara essa posição”, disse, enumerando as declarações dadas na véspera pelo General Hamilton Mourão. Na segunda-feira, Mourão disse, por exemplo, que famílias pobres “onde não há pai e avô, mas, sim, mãe e avó” são “fábricas de desajustados” que fornecem mão de obra ao narcotráfico.

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Consulta com urologista pode começar a partir dos 15 anos de idade, segundo a SBU

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Consulta com urologista pode começar a partir dos 15 anos de idade, segundo a SBU

Engana-se quem pensa que a consulta com o urologista é recomendada apenas para homens acima de 45 anos. A especialidade também deve ser consultada na fase jovem da vida masculina, conforme reforça a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Para conscientizar a população sobre a necessidade de jovens entre 15 e 19 anos irem a uma consulta com o urologista a SBU promove neste mês a Campanha #VemProUro, com foco no público adolescente.

Diferentemente das meninas, que na maioria, desde a adolescência vão ao ginecologista e criam o hábito de ir ao médico, os meninos, da mesma faixa etária, não têm o mesmo hábito de buscar orientação médica. O coordenador da campanha, Daniel Suslik Zylbersztejn, membro do Departamento de Sexualidade e Reprodução da SBU, destaca que a necessidade é orientar os rapazes, pois problemas que acometem os adolescentes podem causar transtornos no futuro, como infertilidade , por exemplo.

“É preciso que os adolescentes vejam o urologista como o médico que vai segui-los durante muitos anos à frente e não só como o médico do homem dos 45 anos a 50 anos de idade”, disse, ressaltando que os homens procuram o profissional na fase adulta para o exame de toque retal que evita o câncer de próstata. “[O homem] Fica sem ninguém; vai a um urologista por algum problema geniturinário específico, mas não tem o seu médico de referência”, destacou Zylbersztejn.

Para o médico, a ida ao urologista desde a adolescência pode ajudar a tirar dúvidas sobre sexualidade, e evitar doenças, como a varicocele, que é uma dilatação dos vasos do testículo que pode levar a uma redução da produção de espermatozoides e, no futuro, até causar infertilidade. Caso o problema seja identificado já adolescência, pode ser tratado com sucesso.

Campanha reforça consulta com urologista cedo

Consulta com urologista pode ajudar a prevenir problemas sérios no futuro, como infertilidade e câncer de próstata
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Consulta com urologista pode ajudar a prevenir problemas sérios no futuro, como infertilidade e câncer de próstata

A campanha tem duas fases. A primeira para mostrar a importância de o homem ir ao médico em todas as idades, inclusive na adolescência.

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José Rodrigues Filho *

Embora se tenha falado muito sobre conluios entres os três Poderes no Brasil, estava se criando uma expectativa de isto poderia desaparecer com os reclamos da sociedade nas ruas por mais justiça, fim da impunidade e o combate à corrupção. Em que pese os méritos da Operação Lava Jato, quando procuradores e juízes foram vangloriados, a empolgação começa a arrefecer, a partir do momento em que se descobre que os privilégios daqueles que se dizem combater a corrupção não diminuíram. Várias empresas foram destruídas, a exemplo da Odebrecht, mas o país mantém uma casta de privilégiados, sobretudo no poder judiciário, que precisa ser analisada diante da estarrecedora falta de transparência.

Infelizmente, a imoralidade desses privilégios tornou-se mais acintosa nos últimos dias, com o pedido de aumento de ministros do Supremo Tribunal Federal. Para alguns políticos, economistas e a sociedade em geral, este pedido de aumento é indefensável e totalmente injustificado, diante da situação em que se encontra o país, com mais de 13 milhões de desempregados e a grande maioria recebendo salário mínimo. É a justiça mais bem paga do mundo praticando a injustiça social. É mais um tipo de privilégio abominável. Com tantos privilégios não se pode pensar em reduzir as altas taxas de assassinatos, estupros, roubos e feminicídios que assolam o país de norte a sul.

Com um presidente da Republica com denúncias criminais e um Congresso com vários parlamentares enganchados na Lava Jato começam a surgir na imprensa insinuações de que o momento é propício para o Judiciário reivindicar um aumento salarial em conluio com os Poderes Executivo e Legislativo. Isto merece uma profunda investigação. Será que estamos diante de um conluio com troca de favores? Falar de privilégios e corrupção nos Poderes Executivo e Legislativo é dispensável por já ser bastante conhecidos, porém não é o caso no âmbito do poder Judiciário, onde pouco se fala de suas falhas, muito menos de corrupção e privilégios..

Será que estes privilégios não são formas camufladas de corrupção contra o erário público? Se as estatísticas mostram que a corrupção no poder judiciário é evidente em vários países do mundo, sobretudo na Africa e América Latina, não podemos isentar o Brasil, onde os privilégios são abundantes e opacos. Não há dúvidas de que o poder judiciário no Brasil tornou-se muito poderoso nos últimos anos e sua interferência nos demais Poderes acontece costumeiramente.. A Justiça Eleitoral no Brasil, por exemplo, tornou-se muito poderosa, quando se compara a administração de eleições brasileiras com a de outros países. O próximo governo deve copiar os modelos de administração de eleições nas democracias mais avançadas e acabar com esta Justiça Eleitoral caríssima que se proliferou nas repúblicas bananas da América Latina.

É difícil compreender como um sistema legal dotado de privilégios opacos possa servir para trazer a Justiça para uma sociedade tão desigual. Como pode uma casta de privilegiados, que está entre os mais ricos do país, trazer justiça para a maioria dos mais pobres, incluindo uma pobreza abundante, vivenciando demasiados sacrifícios? Quando se diz que pobre e ladrão de galinha é preso no Brasil, mas os ricos podem desrespeitar a justiça, estamos falando deste sistema injusto, perverso e cheio de privilégios na sua forma e construção. A Operação Lava Lato abriu alguns esperanças, mas os privilégios do poder judiciário estão se tornando tão evidentes, que dificilmente se pode acreditar em mudanças. Além disto, num país de ladrões parece que todos podem ser presos numa instancia e, noutra superior, todos podem ser soltos.

Por mais que se diga que os encontros entre os Poderes, as vezes fora da agenda, estão acontecendo dentro de um diálogo institucional, para tratar de imoralidades como o aumento do poder judiciário, os que estão no andar de baixo começam a perceber como os conluios entre os Poderes ainda continuam uma vergonha nacional. Voltar as ruas contra tantos privilégios é um sacrífico que a sociedade, mais uma vez, não pode descartar. O combate à corrupção deve continuar, baseando-se em princípios da moralidade, igualdade e justiça social.  Destruir empresas envolvidas na corrupção, mantendo-se uma casta de privilegiados aplicando a justiça é um exercício fútil e ilusório. A República está destruída, com os privilégios e a corrupção quase intocáveis.

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O ex-presidente Lula será solto logo após o processo eleitoral e terá o “papel preponderante” que quiser em um eventual governo Fernando Haddad (PT), diz a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR). Em entrevista ao Valor Econômico, Gleisi afirma que o ex-presidente só está preso para não participar da eleição e que ele poderá atuar formal ou informalmente no Executivo caso Haddad seja eleito em outubro.

“O presidente Lula não precisa de indulto. O presidente Lula precisa de justiça, de um julgamento justo. Vamos trabalhar para que isso aconteça e ele seja liberado o mais rápido possível”, declara. “O Lula foi preso para não participar da eleição. Eu não tenho dúvidas de que, logo após o processo eleitoral, o Lula vai estar nas ruas novamente. Não se justifica a prisão do Lula pelo processo que ele foi julgado e condenado”, reforça.

Gleisi vê como certa a presença de Jair Bolsonaro no segundo turno e acredita que Haddad terá o apoio de Ciro Gomes (PDT) na fase final da campanha. E praticamente descarta uma eventual união com a ex-petista Marina Silva (Rede). “Não acredito que ela queira nos apoiar. Porque a postura dela em relação ao Lula foi muito ruim, de dizer que Lula era culpado na entrevista que deu no Jornal Nacional.”

A senadora também disse considerar pouco provável que o PT e o PSDB se unam no segundo turno contra Bolsonaro. “Acho isso ilusório, meio sonho de uma noite de verão. Vamos caminhar com o PSDB contra o Bolsonaro? Tudo bem eles caminharem contra o Bolsonaro se nós estivermos no segundo turno.”

Para a presidente do PT, Haddad está integrado de vez à vida partidária. Recentemente ela disse que ele estava em “estágio probatório”, por não ter uma militância partidária tão intensa quanto outros quadros do partido. “Foi uma brincadeira que eu fiz. O Haddad foi colocado como candidato a vice, desempenhou um papel importante, fundamental nesse processo como vice, defendeu o presidente Lula, falou das injustiças que estavam sendo feitas com o presidente e também com o povo brasileiro. Sustentou a linha, a estratégia do PT.”

Segundo ela, a identificação entre Haddad e Lula cresce a cada dia e o desafio agora é preparar agendas por todo o país para que o ex-prefeito de São Paulo seja conhecido nacionalmente e visto como o candidato do ex-presidente.

Ainda na entrevista a Fábio Murakawa, Gleisi defendeu nova postura da Lava Jato em um eventual governo Fernando Haddad. “Tanto o Ministério Público quanto a Polícia Federal têm que observar o devido processo legal. Então, os abusos têm que ser corrigidos. Isso não é só uma função de quem vai estar no governo. Ao Executivo caberá fazer com que as forças do Executivo atuem dentro do devido processo legal. Isso inclui a Polícia Federal, outros órgãos. No Judiciário, o STF tem que tomar as medidas para que isso aconteça. O mesmo vale para a Procuradoria-Geral da República em relação ao Ministério Público. Eu acho que o que nós podemos dar à democracia brasileira é a observância da nossa Constituição e da nossa legislação. Isso é uma necessidade para todos. É isso que a gente tem que entregar ao Brasil para corrigir todas essas barbaridades”, disse.

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