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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: janeiro 2019

Pois chegou a hora de começar o julgamento pela casa de Deus…” (1Pedro 4.17)

“Evangélico” era a definição que identificava cristãos fiéis à Bíblia, que levavam a sério a Palavra de Deus no ensino e no viver, sem supressões ou acréscimos. Hoje, porém, o termo infelizmente se tornou inconsistente. Numa época em que seria necessária uma oposição especial ao espírito anticristão da época, muitos evangélicos estão em litígio recíproco, infiltrados, mundanizados, contemporizados, fracos na fé, desanimados e debilitados. As discussões, cisões e escândalos dos últimos tempos são provas suficientes. O único satisfeito com essa situação é o Diabo, ao qual resta “pouco tempo” (Apocalipse 12.12) e espera que o reinado do Anticristo se desenvolva possivelmente sem entraves. Aqui estão alguns exemplos dessa triste situação, que esperamos que seja revertida. Em muitos círculos e comunidades de cristãos encontramos:

  • a substituição de uma postura bíblica consistente por sistemas contrários à Bíblia e afirmações abertas ou adaptadas para, por exemplo, a relativização das doutrinas bíblicas da Criação, igreja e sobre o fim dos tempos;
  • a introdução de enganos do humanismo, feminismo, evolucionismo e outros “ismos”;
  • a relativização ou inobservância de padrões éticos bíblicos, referentes a, por exemplo, concubinato, divórcio com base em mera “desordem”; opiniões, moda e estilo musical mundano;
  • a falta de disciplina na igreja em caso de pecados crassos e falsas doutrinas que destroem a igreja;
  • a ascendência do “eu” (mesmo o “eu piedoso”), com seus “privilégios” em relação à majestade e santidade de Deus;
  • a substituição de verdadeiro discipulado bíblico de confissão de pecados, arrependimento e perdão por métodos de psicologia humanista;
  • a prática da “cultura do entretenimento” nas igrejas com shows, festas e jogos de diversão;
  • a mercantilização do evangelho por meio de eventos agressivos de divulgação de editoras, altos cachês para artistas, além de “pregações de arrecadação” desleais, manipuladas e incisivas;
  • a apresentação de um evangelho de “bem-estar” e de “prosperidade”;
  • a substituição do ensino bíblico por uma “cultura romântica” superficial;
  • o crescente prejuízo do teor bíblico e da profundidade doutrinária em favor de experiências e necessidades humanas em muitos novos hinos cristãos;
  • a crescente omissão com relação a temas bíblicos básicos como “pecado”, “arrependimento”, “cruz”, “seriedade do discipulado”, “inferno” e “perdição eterna”;
  • a antiga ênfase para o amor e “ternura” de Deus em relação à santidade e à seriedade de seu juízo;
  • a substituição do espírito bíblico de confissão e resistência por uma busca errônea de unidade e harmonia;
  • a total falta de ênfase da apologética bíblica (doutrina sobre identificação dos espíritos ou defesa da fé);
  • a crescente abertura para um ecumenismo de denominações (em parte também de religiões), existente inclusive entre alguns líderes evangélicos;
  • a ridicularização de irmãos que desejam se manter firmes aos claros padrões da Escritura Sagrada, rotulando-os de “limitados”, “legalistas” e “antiquados”.

Certamente isso – graças a Deus – não acontece em todas as igrejas “evangélicas”. No entanto, a pergunta deve ser feita: será que os cristãos que “valorizam” uma vida cristã tão pobre e superficial estão aptos a enfrentar o Anticristo e os seus precursores? Temo que não, e por isso mencionarei no próximo texto alguns critérios para uma vida cristã resiliente e preparada para o fim dos tempos.

chamada

Padilha criou o programa Mais Médicos, em 2013 - Créditos: José Eduardo Bernardes
Padilha criou o programa Mais Médicos, em 2013 / José Eduardo Bernardes

Sem SUS não existiria SAMU, transplantes, nem bancos de sangue

O programa “No Jardim da Política” desta semana recebeu no estúdio o deputado federal Alexandre Padilha, médico e ex-ministro da Saúde durante o governo Dilma Rousseff (PT). Padilha foi o criador do programa Mais Médicos, responsável por garantir atendimento em regiões isoladas do país ou com déficit de profissionais a partir de 2013. Para o deputado, o governo Bolsonaro (PSL) é uma ameaça para a saúde pública no Brasil. “Estamos chegando a 15 dias de governo. Teve decreto para liberar arma, teve liberação para invadir terra indígena e, até agora, para a Saúde não teve nenhuma medida”, aponta. 

O ex-ministro relembra as conquistas e avanços decorrentes da relação do governo federal com Cuba. “Nossa parceria com Cuba vai além dos Mais Médicos. Em uma visita a Cuba, com Dilma, fizemos parceria para trazer medicamentos que Cuba produziu. Para diabetes, por exemplo: a maior causa de amputações de pés no Brasil é de origem da diabetes, e Cuba é responsável pelo remédio. A vacina do HPV também é parceria nossa, trouxemos para cá para produzir aqui”, conta. Padilha também comenta que, de 2013 para cá, o Brasil avançou no combate a AIDS, outro legado ameaçado no governo Bolsonaro. Padilha critica o decreto que flexibiliza a posse de armas. Para ele, “permitir que se criem batalhões privados na casa das pessoas é uma legalização das milícias que existem e das que vão existir”. O deputado alerta ainda que a medida vai impactar diretamente o sistema de saúde pública, com mais mortes e acidentes decorrentes de arma de fogo.O deputado federal explica que o atual governo não tem preocupação em governar para a maioria da população, e cita como exemplo as declarações negativas referentes aos médicos cubanos. Os insultos fizeram com os profissionais saíssem do Brasil, impactando a população brasileira usuária do SUS. “Acho que a situação vai se agravar até março, até agora não vi do atual governo nenhuma proposta completa para resolver o problema. E quem mais vai sofrer?As pessoas da periferia.

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Sophia Abrahão (Foto: Neuronha)
Sophia Abrahão Abre (Foto: )

Há uma semana, Sophia Abrahão encerrou, junto com milhares de brasileiros, uma etapa importante na história da televisão brasileira: o fim do Vídeo Show depois de 35 anos no ar. O choro, que ela vinha segurando desde que soube da saída da atração da grade da TV Globo, veio nos últimos minutos do programa, como a apresentadora confessou em uma conversa franca, em um café do Rio de Janeiro, no terceiro dia de suas férias. Mas nada de sabático: Sophia já está matriculada em cursos e vai deixar para viajar quando puder levar junto o namorado, Sergio Malheiros, que entra no ar dia 29 na novela das 7 Verão 90. Fernando de Noronha, onde ela fez as fotos desta reportagem, está no roteiro. “Não conhecia e fiquei lá só 20 horas. Todo lugar que eu ia pensava: ‘Preciso voltar com o Sergio’”, lembra.

No curto tempo no arquipélago, Sophia relembrou os tempos de modelo, carreira iniciada aos 13 anos e que acabou deixando de lado o sonho de ser médica. “Eu queria por causa do meu pai (Renato), mas hoje vejo que não tem nada a ver comigo”, diz. Se a medicina ficou de lado, a carreira artística deu mais que certo. Sophia fez um teste para Malhação (“para ver como era”), engrenou em série (Bicicleta e Melancia), teatro e filme (Confissões de Adolescente). No meio do caminho, estrelou Rebelde, o megassucesso teen que a transformou em cantora e ídolo de uma legião de fãs fiéis, que ajudavam o Vídeo Show a entrar nos trending Topics do Twitter.

O sucesso na atração ao lado de Ota e Joca, como ela chama carinhosamente Otaviano Costa e Joaquim Lopes, ajudou Sophia a superar a baixo autoestima que vinha desde a adolescência. “Eu me senti da galera pela primeira vez na minha vida. Senti que tinha direito de estar ali, que tinha direito de falar com todo mundo, que se eu visse o Galvão Bueno eu podia ir cumprimentá-lo”, confessa a atriz, ressaltando que a terapia foi fundamental para ajudar a lidar com as inseguranças.

Você já sabia que o Vídeo Show ia acabar?

Eu sabia que iam acontecer modificações. Existiam boatos, mas a gente não sabia se o programa ia ser reestruturado, se ia mudar de horário. Desde o meio de dezembro sabíamos que alguma coisa séria ia acontecer na primeira quinzena de janeiro. Sondavam, sim, o término, mas quando bateram o martelo foi chocante. Por mais que você esteja se preparando, quando acontece é triste.

Sophia Abrahão (Foto: Neuronha)
Sophia Abrahão Aspas (Foto: )
Sophia Abrahão (Foto: Neuronha)

Quando você foi comunicada?

Nós (apresentadores) soubemos em janeiro e, na terça-feira (8), tivemos uma reunião com toda a equipe. Foi o dia que todo mundo soube. Foi quando a ficha caiu. Estava a equipe inteira junta, tinha pessoas ali que estavam no Vídeo Show há vinte anos. Imagina? Uma vida! Eu tava há dois e já era uma vida.

Deve ter sido um baque mesmo. Você chorou?
Só fui chorar na sexta-feira (11) depois do programa, quando eu me despedi. Eu não fiquei me despedindo a semana inteira, eu segurei a onda. ‘Vamos lá, tem mais três dias aí, tem mais programa pra ser feito’. E na sexta foi muito difícil, desde o começo eu já queria chorar. Quem estava ali de fato, chorou o Vídeo Show inteiro. Eu via câmera, via produtor… A gente tem uma contagem regressiva que o produtor fez aos prantos. Foi muito difícil. Eu olhava pro Joca e a gente se apertava tipo, ‘cara!’ Na minha temporada no Vídeo Show, não teve a música do Michael Jackson (a versão instrumental de Don’t Stop ‘Till You Get Enough, marca da atração durante anos), mas encerramos o último programa com ela. A hora em que começou a tocar no estúdio, veio a minha infância, veio eu na casa da minha avó, veio tudo, porque o Vídeo Show é o Vídeo Show e sempre esteve ali presente de alguma maneira. E eu não sei como é que vai ser agora, sem o Vídeo Show.

De alguma maneira vocês pensaram ‘o que a gente podia ter feito para evitar isso’?
Acho que não. Pelo menos da minha parte. Entrei para cobrir as férias do Ota, 15 dias, e fui ficando. Eu devo muito isso também aos fãs: eu evolui demais, mas também teve a minha força nas redes sociais. Eles estavam comigo diariamente e subindo as hashtags. #vídeoshowaovivo estava no trending topics do Twitter todos os dias. Não teve um dia em que a gente não ficou nos primeiros nesses dois anos. Claro que se eu for analisar o meu trabalho, tenho uma porção de críticas. É óbvio que a gente sempre busca excelência. Mas é muito maior que isso. É um processo da televisão, um ciclo da TV em geral. Ela está se reinventando, as pessoas estão evoluindo, o público está muito diferente. A equipe toda fez o que podia ser feito. A gente era um time. Sempre tem esse papo, mas de fato não era uma coisa de só ir lá, fazer e tchau. Era muito mais do que isso. Foi muito intenso. Eu, guardadas as devidas proporções, depois dessa experiência do ao vivo, estou aqui para encarar qualquer desafio.

Sophia Abrahão (Foto: Neuronha)

Qual a melhor lembrança?
Que difícil! Toda terça a gente tinha Meu Vídeo é um Show, que a gente trazia um ator combinado, como Lima Duarte, Isabelle Drummond, Tony Ramos, Francisco Cuoco, Reginaldo Faria. Eu chorava mais que o convidado. Eu me emociono muito com a trajetória desses grandes astros da TV relembrando, às vezes, os bastidores de uma novela que eu nem era nascida. Eu realmente passava vergonha porque me emocionava demais (risos).

Você gravava a semana inteira e o último programa foi sexta passada. O que você fez nesta segunda?
Foi esquisitíssimo. Acordei, fui pra minha fonoaudióloga, aí saí e voltei para casa… Entrei no site da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras): ‘Tem algum curso que começa hoje?’ Me matriculei e estou no terceiro dia de aula do curso de interpretação e improviso. Também me inscrevi em três cursos na Casa do Saber, estou pensando em muitas coisas. Tenho ideias, não é que comecei a desenvolver projetos na segunda-feira, tenho inclusive um com roteiristas do Vídeo Show e vou continuar. Eu quero muito apresentar, é uma área em que me descobri e que amo. Dentro da apresentação tem milhares de segmentos. Tem talk-show, programa de variedades, musical, games. Ainda estou entendendo qual projeto seria o meu.

E a atuação?
É o caminho, né? Mas tudo aconteceu muito rápido. Eu inclusive estou de férias porque elas estavam vencidas. Sou contratada e tenho que cumpri-las.

Tem projetos na música?
Os fãs me cobram muito. A música é uma coisa muito bizarra que acontece: você pode ficar dois anos sem aparecer e a música toca de uma maneira que basta para os fãs. Agora, quem sabe? Também vou voltar com o blog.

Não pensou em tirar um ano sabático e aproveitar?
Não consigo. As pessoas perguntam se eu vou viajar, e não que eu dependa da companhia dele para viajar, mas eu quero viajar com o Sérgio, que agora está na novela. Mas eu também não conseguiria fazer uma viagem e ficar numa ilha deserta olhando para o céu. Eu ficaria muito aflita.

Além de atriz, apresentadora e cantora, você é escritora e seus dois livros abordam bullying, depressão, problemas de autoestima. Passou por isso?
Na escola eu não era uma menina que tinha corpo ou curvas, era muito magra. Eu não chamava a atenção dos meninos. Era chato, eu queria ser a menina mais bonita do colégio. Nesta fase você busca aceitação, quer pertencer àquilo. E eu não pertencia. A questão da insegurança era relacionada à autoestima. Desde quando comecei a trabalhar como modelo e depois, quando me mudei para o Rio, tinha a autoestima muito baixa.

Sophia Abrahão Aspas (Foto: )
Sophia Abrahão (Foto: Neuronha)

Por quê?

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Seis Estados já declararam situação de calamidade financeira

© Estadão Seis Estados já declararam situação de calamidade financeira

BRASÍLIA – Com a nova onda de decretos de calamidade financeira deflagrada por novos governadores que tomaram posse neste ano, já são seis os Estados que oficialmente assumem não ter condições de cumprir seus compromissos. E, embora a penúria das contas públicas nesses locais impeça até mesmo o pagamento dos salários dos servidores, esses Estados não estão aptos a receber ajuda da União.

Desde o começo do ano, Roraima, Rio Grande do Norte e agora também Mato Grosso declararam estado de calamidade pública em âmbito financeiro. Embora ainda não tenha editado um decreto nessa natureza, o governo de Goiás também enfrenta um grave problema de caixa e pode adotar a medida nas próximas semanas. Com o decreto de calamidade, os governos estaduais podem parcelar dívidas com fornecedores, atrasar a execução de despesas e ficam até mesmo dispensados de realizar algumas licitaçõesO movimento tem pressionado o Tesouro Nacional a pensar em alternativas para ajudar os Estados em dificuldade. A nova leva de decretos ocorre dois anos após a primeira onda e nenhum dos três Estados que declararam calamidade em 2016 – Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais – conseguiu sanear suas finanças desde então. Rio de Janeiro foi o primeiro Estado a admitir a incapacidade de rodar a máquina pública, ainda em junho de 2016, nas vésperas dos Jogos Olímpicos realizados na capital fluminense. Na sequência, Rio Grande do Sul e Minas Gerais editaram decretos de calamidade em novembro e dezembro daquele mesmo ano.

Regime de recuperação

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O trabalhador demitido sem justa causa tem direito ao recebimento de três a cinco parcelas do seguro-desemprego, dependendo do tempo trabalhado antes da rescisão© Reinaldo Canato O trabalhador demitido sem justa causa tem direito ao recebimento de três a cinco parcelas do seguro-desemprego, dependendo do tempo trabalhado antes da rescisão

O trabalhador demitido sem justa causa tem direito a reajuste nas parcelas do seguro-desemprego.  O valor foi corrigido em 3,43%, que corresponde à variação da inflaçãomedida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Com isso, a parcela máxima passa de 1.677,74 reais para 1.735,29 reaisA parcela mínima também foi reajustada, de 954 reais para 998 reais, valor do novo salário mínimo. Os novos valores valem para os benefícios que ainda serão requeridos e também para as parcelas de seguros já existentes e que foram emitidas a partir do dia 11 de janeiro. O trabalhador demitido sem justa causa tem direito a receber de três a cinco parcelas do seguro-desemprego, dependendo do tempo trabalhado antes da rescisão e se esta é a primeira, a segunda ou a terceira solicitação feita. O valor da parcela é calculado com base nas três últimas remunerações anteriores antes de perder o emprego. Se o empregado tiver sido demitido antes desse período, o benefício é definido com base na média de dois meses ou um mês. O valor máximo, de 1.735,29 reais, é pago para trabalhadores com salário superior a 2.551,96 reais. Quem ganhava até 1.531,02 reais recebe 80% do salário médio, limitado ao mínimo. De 1.531,03 reais até 2.551,96 reais o valor equivale a 1.224,82 reais mais 50% do que exceder 1.531,02 reais.

Para solicitar o benefício, o desempregado tem que ter em mãos as guias do seguro, entregues pelo ex-patrão no momento da homologação, termo de rescisão, carteira de trabalho, extrato do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), identificação do PIS/Pasep, CPF e documento de identificação com foto. A solicitação pode ser feita na internet, pelo site Emprega Brasil, É necessário fazer um cadastro no site.

Em 2018, 5.948.258 trabalhadores receberam parcelas do seguro-desemprego. De acordo com os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 12,2 milhões de desempregados.

Durante o período de recebimento do seguro, o trabalhador não pode exercer atividade remunerada, seja formal ou informal. Caso saque o benefício tendo uma ocupação, o trabalhador tem de devolver as parcelas recebidas indevidamente. 

 

Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia em Brasília

© Reuters Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia em Brasília

BRASÍLIA (Reuters) – O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta sexta-feira a prometida medida provisória contra fraudes e com endurecimento de regras para concessão de benefícios da Previdência Social, estimando um impacto positivo de 9 bilhões de reais com a investida neste ano. Segundo o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o foco da medida é a melhoria da gestão e da eficiência do INSS. Serão redirecionados aproximadamente 300 milhões de reais para o exercício desse combate a fraudes, acrescentou.

msn

Caixa Econômica Federal paga, nesta terça-feira, 15, o abono salarial do PIS 2018/2019 (ano-base 2017) aos trabalhadores da iniciativa privada que nasceram em janeiro e fevereiro e são correntistas do banco. Na próxima quinta-feira, 17, o pagamento será liberado para os que nasceram nos dois primeiros meses do ano e não são clientes da instituição financeira. O valor a receber varia de R$ 84 a R$ 998, de acordo com o número de meses trabalhados no ano-base (2017).

Os recursos de todos beneficiários ficam disponíveis para saque até 28 de junho de 2019.

Caixa e BB começam a pagar abono salarial do PIS/Pasep para nascidos em janeiro e fevereiro nesta terça-feira.© Fabio Motta/Estadão Caixa e BB começam a pagar abono salarial do PIS/Pasep para nascidos em janeiro e fevereiro nesta terça-feira.

O próximo calendário de saques é para os nascidos nos meses de março e abril, que ocorrerá no dia 19 de fevereiro. Para os nascidos em maio e junho, a liberação ocorre no dia 12 de março. Já o Banco do Brasil, instituição responsável pela liberação do abono do Pasep aos servidores públicos, paga o benefício também no dia 17, para os participantes que possuem número final de inscrição 5. Segundo a instituição, o benefício está disponível para aproximadamente 2 milhões de trabalhadores cadastrados no Pasep, em um valor total de R$ 1,763 bilhão. Do montante, cerca de 206 mil participantes receberão o volume de cerca de R$ 176 milhões no pagamento da próxima quinta-feira. Segundo o BB, os pagamentos realizados a partir de 02.01.2019 contemplam o novo valor do salário mínimo aprovado em 1º de janeiro de 2019, de R$ 998. O pagamento dos participantes com número de inscrição final 6 e 7 se dará no dia 21 de fevereiro. Já para os que possuem número final 8 e 9, acontecerá no dia 14 de março.

Quem tem direito

Para ter direito ao abono salarial do PIS/Pasep é necessário ter trabalhado formalmente por pelo menos um mês em 2017 com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador precisa estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). A quantia que cada trabalhador tem para receber é proporcional ao número de meses trabalhados formalmente no ano-base e varia de R$ 84 a R$ 998. Quem trabalhou durante todo o ano recebe o valor cheio. Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo. Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, sacam o dinheiro na Caixa. Os funcionários públicos devem procurar o Banco do Brasil.

Como saber se tenho direito aos benefícios?

Para saber se tem algo a receber de PIS, o trabalhador pode consultar o aplicativo Caixa Trabalhador, acessar o site www.caixa.gov.br/PIS ou ligar para 0800-726-0207, informando o número do PIS. Para maiores informações sobre o Abono Salarial do Pasep, o leitor deve fazer uma consulta ao site do Ministério do Trabalho: trabalho.gov.br/abono-salarial ou no seguinte telefone: 158. Para saber se o participante é vinculado ao PASEP, ele deve solicitar essa informação através da Central de Atendimento do Banco do Brasil, nos seguintes telefone: 4004-0001 ou 0800 729 0001.

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Com o número do CPF, será possível ser reconhecido pelos bancos de dados do governo Foto: Montagem/divulgação
Com o número do CPF, será possível ser reconhecido pelos bancos de dados do governo Foto: Montagem/divulgação

O governo prepara a apresentação de uma medida que promete facilitar a vida de quem precisa usar serviços públicos, como a consulta do saldo da conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou o pedido de segunda via da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A ideia é integrar informações existentes em vários órgãos e permitir o uso do CPF para acessá-los. A proposta está em fase final de estudo por um grupo de ministérios, que inclui a Economia e a Justiça. Na prática, uma vez implantada a medida, não será mais preciso carregar o número de PIS/Pasep, Carteira de Trabalho ou CNH. Com o número do CPF, será possível ser reconhecido pelos bancos de dados do governo. O CPF terá a função de uma chave. A ideia é replicar o que já acontece em alguns setores da iniciativa privada. Quando um membro de um programa de milhagem liga para a empresa aérea e não lembra do seu número da carteira de fidelidade, geralmente o atendente pede o número do CPF e identifica o usuário.   Uma vez anunciada a medida, haverá um período de adaptação de três meses. Novos cadastramentos na esfera federal passarão a incluir, obrigatoriamente, o número do CPF. Quem já deu o número do CPF em cadastramentos anteriores já poderá ser beneficiado. As pessoas que não o fizeram terão de se recadastrar para usufruir do benefício. Não haverá um recadastramento único para todos os serviços. Isso poderá ser feito, sem pressa, em cada novo contato com os diferentes órgãos estatais.

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Ônibus incendiado por criminosos em Fortaleza, no dia 10 de janeiro Foto: Jarbas Oliveira / Parceiro / Agência O Globo

Fortaleza e Rio de Janeiro estão separadas por 2.600 quilômetros. Mas, pelo menos em segurança pública, as duas cidades poderiam estar lado a lado, irmanadas na incapacidade do Estado de dar ao cidadão uma chance razoável de voltar para casa inteiro ao fim de cada dia. A capital do Ceará vive há duas semanas a forma aguda da doença crônica à qual os cariocas já se acostumaram. Atribui-se o que está acontecendo no Ceará ao endurecimento das regras para o sistema carcerário, mudança causada pelo novo secretário de Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque — aliás, a secretaria também é nova, não existia até 1º de janeiro, quando tomou posse o governador reeleito do estado, o petista Camilo Santana. A se levarem a sério programas de governo , o de Camilo não traz uma linha sobre apertar o parafuso do sistema carcerário. Nada. Nas 13 diretrizes mestras, a segurança pública é citada de sobrevoo. As cadeias, nem isso. No tópico específico sobre segurança — cujo título, “Ceará pacífico”, ganhou um tom infeliz de ironia — há um bocado de “fortalecimento” e “aperfeiçoamento”. Dos 28 tópicos, um fala sobre os presídios: “Desenvolvimento de um modelo de gestão do sistema prisional com foco na ressocialização, respeito aos direitos humanos e inserção no mercado de trabalho”. Certamente, é incapacidade minha compreender o que o maior rigor no trato com as facções do tráfico tem a ver com ressocialização, direitos humanos ou inserção no mercado. É certo, porém, que o programa de governo não gasta um pingo de tinta sobre como lidar com quase 21 mil detentos espremidos em menos de 12 mil vagas, nem como tornar melhor um sistema carcerário em que 79 dos 167 estabelecimentos prisionais são considerados ruins ou péssimos pelo Conselho Nacional de Justiça . Dá a impressão de que a decisão supostamente causadora da escalada de violência no Ceará foi tomada de supetão. Como de chofre foi o envio, pelo governo federal, de tropas da Força Nacional para o estado. O tópico 27 do programa de governo de Camilo para a segurança, aliás, fala sobre articulação com o governo federal. Provavelmente, bater boca on-line com o presidente está dentro dessas ações de articulação. A despeito dos governos e de suas bravatas, os 205 ataques em 46 cidades do Cearáaté a terça-feira passada mostram duas coisas: que o Estado não tem o menor controle sobre o crime e que os bandidos têm plena consciência disso. Quem explode viadutos e torres de energia pode e deve ser enquadrado como terrorista, mas fazer apenas isso não tem efeito prático algum. É visível que os criminosos não perderão cinco minutos de sono, nem deixarão de espalhar pânico entre os cearenses, apenas porque o governo subiu um tantinho o tom de voz.

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O presidente Jair Bolsonaro e seu filho Flávio, que ainda não deu explicações sobre movimentações financeiras em sua conta reveladas pelo Coaf Foto: Jorge William / Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro e seu filho Flávio, que ainda não deu explicações sobre movimentações financeiras em sua conta reveladas pelo Coaf Foto: Jorge William / Agência O Globo

Até sexta-feira passada, o caso Queiroz não passava de uma pedra no sapato do presidente Jair Bolsonaro. Uma boa pedra, diga-se de passagem. Dois dias depois, contudo, transformou-se num pesado tijolo.   Na esteira das investigações da Lava Jato no Rio de Janeiro que miraram 22 deputados estaduais suspeitos de corrupção, um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelou também que a conta corrente de um assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro que tinha rendimentos de cerca de R$ 23 mil por mês, movimentara R$ 1,2 milhão no período de um ano, entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017.   O extrato flagrado em Brasília também registrou 59 depósitos fracionados em espécie que totalizaram R$ 216 mil, o que poderia indicar tentativa de ocultação de valores. Além disso, Fabrício Queiroz fez 176 saques em 30 agências bancárias de 14 bairros cariocas que somaram R$ 324 mil.   Cheques que somaram R$ 24 mil, em nome da primeira-dama, Michelle de Paula Firmo Bolsonaro, também foram compensados na conta do ex-assessor.  Soube-se, mais tarde, que Queiroz, exonerado em 15 de outubro, era motorista do primogênito de Jair Bolsonaro, amigo do presidente da República desde os anos 1980, figura constante em churrascos na Barra da Tijuca, ex-paraquedista do Exército e subtenente da reserva da Polícia Militar (PM). De tão próximo da família Bolsonaro, indicou a mulher, duas filhas, uma enteada e o ex-marido da mulher para trabalhar tanto na Alerj quanto no gabinete do então deputado Jair Bolsonaro em Brasília. De tão próximo da família Bolsonaro, levou uma multa por ultrapassar os limites de velocidade da estrada que liga o Rio a Juiz de Fora, em Minas Gerais, ao conduzir o deputado Flávio em direção ao pai, que havia levado uma facada durante um ato de campanha.A desconfiança inicial foi amplificada pelo incômodo silêncio das partes envolvidas. Transformado em alvo de um procedimento investigatório criminal no Ministério Público do Rio em julho, Queiroz foi convocado a dar explicações quatro vezes — nos dias 14, 16, 19 e 21 de dezembro do ano passado. Faltou em todas. Chamado a depor, Flávio Bolsonaro também preferiu recolher-se. 

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Mourão pode fazer história. Ou não

Na próxima semana, com a ida de Jair Bolsonaro ao Fórum Econômico Mundial em Davos, o vice-presidente Antônio Hamilton Martins Mourão assumirá o País. Investido no cargo de presidente, o general terá uma oportunidade histórica: a de, num gesto de grandeza, talvez o mais eloquente de sua trajetória, revogar a promoção do próprio filho.

Não é trivial. Recentemente, Mourão deu por encerrada a refrega. Relegou-a a “assunto morto”, de morte matada, não de morte morrida, como dizia João Cabral de Melo Neto. O triplo twist carpado do salário de Mourinho, depois de um ato de generosidade do presidente do Banco do Brasil, não é, ou não deveria ser, como tentou fazer crer Mourão, motivo de regozijo nem para ele, nem para o filho, muito menos para quem neles depositaram as mais sinceras esperanças de mudar o País, a partir do fulgir de uma “nova era”. O futuro presidente interino precisa entender que a glória é fugaz, mas a obscuridade dura para sempre. Ao fim, é como a conclusão melancólica do Eclesiastes (XII, 8) sobre a pequenez da alma humana: ‘vanitas vanitatum et omnia vanitas’ ou “vaidade das vaidades. Tudo é vaidade”.

Se quiser, no entanto, Mourão terá a chance de dar a “meia volta, volver” mais enobrecedora de sua carreira pública. Basta lembrar da distinção estabelecida pelo sociólogo alemão Max Weber entre a ética da convicção e a ética da responsabilidade. Quando diz ao filho e funcionário de carreira do Banco do Brasil Antônio Rossell “isso é mérito seu, é uma coisa que é sua, lhe pertence, acabou”, Mourão age movido pela ética da convicção. Mostra-se convicto de que o rebento não errou e, por isso, deve permanecer onde está, sem ser acossado. Equivoca-se, porém. Weber ensinou que quanto maior o grau de inserção de qualquer político na vida nacional, maior deve ser o afastamento de suas convicções estritamente pessoais. Ao primar por um bem maior para o seu povo, o governante maduro, como o Spoudaios de Aristóteles, deve saber a hora de se orientar pela ética da responsabilidade. Ou seja, de colocar a responsabilidade acima da convicção. Pois aproxima-se aquele momento em que estadistas são separados de cambalachos de farda. É contigo, Mourão. Ao abrir mão dos encantos e delícias do poder, mesmo que para o filho, Mourão pai inauguraria uma nova galeria da história, onde perfilaria um militar capaz de prescindir de ser “dono do poder”, como escreveu Raymundo Faoro em seu antológico diagnóstico certeiro da origem do patrimonialismo brasileiro.

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Créditos: Pedro Menezes

   Jovens, cheios de sonhos e comemorando a recente aprovação em uma universidade. Era assim que Karoline Guerra e Luiz Lourenço se sentiam no início de 2018. Mas com a aprovação, veio também incertezas sobre a sobrevivência longe de casa. Karoline é de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, e foi aprovada na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Luiz é de São José do Livramento, na rural de Timbaúba (Mata Norte do Estado) e foi selecionado para a Universidade de São Paulo (USP). Os dois entraram no curso de Direito com a nota obtida no Enem realizado em 2017, mas como se manteriam no curso ainda era uma incógnita.
    Karoline nasceu em Surubim, mas passou toda a infância e adolescência em Santa Cruz do Capibaribe, onde morou com a mãe e irmã mais nova. Filha de costureira e sem muitas oportunidades de geração de renda, a jovem viu o seu sonho se concretizar para logo em seguida ruir: conseguiu uma vaga no curso que escolheu, na faculdade que sempre desejou entrar, mas se deparou com os gastos de custo de vida no Recife. Por ser a primeira integrante da família a entrar numa universidade, ela decidiu que não iria desistir fácil. “Fiz o Enem em todos os anos do Ensino Médio. Estudava o dia inteiro na escola, por ser integral, e a noite eu me desdobrava entre ver vídeos no Youtube e responder exercícios. Ver a aprovação foi a realização de um sonho meu, mas devo essa conquista à minha mãe. Era ela que mantinha a casa para que eu e minha irmã pudéssemos ficar livres para estudar, depositando todas as fichas na gente. Sem esse apoio eu não teria conseguido”, agradece a jovem.

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Crédito: Reprodução/Instagram

Maisa Silva voltou das férias nos Estados Unidos e já aproveitou para mudar o visual. O tom mais loiro dos fios tem a ver com a nova personagem que a atriz e apresentadora interpretará nos cinemas.“A primeira mudança do ano para a primeira personagem do ano”, escreveu ela na legenda da foto em que mostra os cabelos renovados. “Vem coisa boa por aí”, acrescentou Maisa. Ela estará no filme “Ela disse, Ele disse”, produção baseada no romance de mesmo nome da escritora Thalita Rebouças.Outra personalidade já conhecida da televisão que estará no filme é Fernanda Gentil. A apresentadora anunciou a novidade em seu perfil no Instagram e parece animada com a proposta.“Sei lá no que vai dar essa super aventura, só sei que está muito divertido de fazer! Obrigada, Thalita Rebouças, por esse convite – com certeza um dos mais inusitados que eu já recebi”, escreveu Fernanda em uma publicação na rede social.Mas já será possível ver Maisa nas telonas antes de “Ela disse, Ele disse”. No dia 28 de fevereiro, estreia “Cinderela Pop”, filme que também foi baseado em um livro, desta vez de Paula Pimenta. O longa é uma adaptação moderna do clássico conto de fadas da Cinderela.

 

Crédito: Reprodução/Instagram

Atriz Paolla Oliveira está solteira 

Após quase quatro anos namorando, Paolla Oliveira está solteira. De acordo com informações do jornal Extra, o relacionamento da atriz com Rogério Gomes, o Papinha, chegou ao fim. O término aconteceu pouco antes do Natal de 2018, após uma crise do casal que já se arrastava há meses, mais precisamente desde pouco antes da festa de lançamento da novela ‘O Sétimo Guardião’, no início de novembro. Ainda segundo o Extra, a assessoria de Paolla Oliveira não se pronunciou sobre o caso.

istoe.

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, disse que Flávio Bolsonaro “está no seu direito” de acionar o STF no caso Fabrício Queiroz e criticou o Ministério Público do Rio de Janeiro. “Estamos em um Estado Democrático de Direito. Quantas vezes o Lula recorreu ao STF ? Se o Luiz Fux deu essa decisão, é porque ela tem fundamento. É direto meu, seu, de qualquer cidadão recorrer ao STF. O Flávio não agiu na ilegalidade.” Lembramos ao deputado que Flávio dizia não ter nada a ver com o caso. “Deixa eu falar para você: a Justiça foi feita para solucionar, para resolver. Se o Ministério Público tiver os argumentos necessários para dar continuidade ao procedimento, que recorra e mostre as provas. O Ministério Público que criou toda essa celeuma. Eles não podem ficar mexendo com a honra das pessoas o tempo todo.” Para o líder do partido de Jair Bolsonaro e dos três filhos, não há “qualquer indício de fumaça” no caso Queiroz.“Estavam arrebentando com o nome dele e você acha que ele ia ficar assistindo de camarote? Ele vai deixar ‘esse trem’ ficar todo dia aí? Ele não tem culpa, não pode ficar sendo massacrado na imprensa, se não tem indício de crime, de conduta errada.”

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Crédito: Reprodução/Instagram

 

 

 

 

 

 

 

 

A apresentadora Ana Paula Padrão está curtindo um período de férias ao lado dos seus dois sobrinhos. Na imagem, ela está usando um biquíni branco, mostrando que está em ótima forma.Na legenda da publicação, escreveu: “Foram quatro dias com essas minhoquinhas paulistanas, nosso sobrinhos Sarah e Oscar. Chegaram branquelos, saíram douradinhos. Pilotaram bote com o tio e fizeram a tia subir na prancha de novo. Se função dos tios é perverter, missão cumprida”.Os seguidores da apresentadora do MasterChef ressaltaram a sua boa forma nos comentários. “Queria uma barriga dessa”, “Foca no corpo dessa mulher” e “Olha essa barriguinha” foram algumas das mensagens.

istoe.

Crédito: Reprodução/Instagram
Mesmo sendo uma das principais personalidades que apoiaram o presidente Jair Bolsonaro, Reginal Duartenão gostou nada da aproximação do PSL [partido de Bolsonaro] com Renan Calheiros e utilizou o Instagram para fazer uma espécie de ‘crítica’.“E além disso …; VOTO ABERTO ! Precisamos saber quem é quem no novo ( novo ?) time de Brasília”, escreveu ela na legenda de uma foto que convocava as pessoas a protestarem contra a candidatura de Renan à presidência do Senado e o comando do CCJ.
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