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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: fevereiro 2019

Por Gilvandro Filho, para o Jornalistas pela Democracia – O presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, teme pela democracia brasileira, ameaçada por uma série de fatores impeditivos à livre circulação de ideias que, de forma velada ou aberta, fomentam a intolerância e o ódio. Ele vê risco nos rumos que o Direito vem tomando no País, com ameaças constantes de retrocesso em setores como a justiça do trabalho e as leis ambientais. As impressões foram transmitidas por ele em conversa exclusiva, através desta coluna, para os Jornalistas Pela Democracia.

O próprio Felipe sentiu na pele os efeitos dessa intolerância quando foi duramente atacado por setores de extrema-direita e bolsonautas que o criticaram e vincularam sua posição na OAB ao fato de ser “filho de guerrilheiro”. Felipe é filho de Fernando Santa Cruz, pernambucano de Olinda, que desapareceu em fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro, em plena ditadura.

“Desde que se anunciou o meu nome à presidência do Conselho Federal da Ordem, uma militância de extrema direita passou a associar o meu nome a uma conduta guerrilheira do meu pai. Que aliás é uma ignorância. Meu pai nunca foi guerrilheiro. Mas, também não teria problema se tivesse sido. Mas não foi, não fez parte da luta armada. Para essa gente, por meu pai ser um desaparecido político isto deslegitimaria minha presença à frente de uma entidade que tem tão ampla representação da sociedade civil” ressaltou Felipe.

Durante a ditadura militar, Fernando Santa Cruz pertencia a uma organização política, a Ação Popular Marxista Leninista (APML), que pregava e praticava a luta política de massas. Quando sumiu – ou foi sequestrado pelas forças de segurança – ele iria para um “ponto” (encontro) com outro pernambucano, o engenheiro Eduardo Collier Filho, numa esquina de Copacabana, no Rio de Janeiro, em um sábado de carnaval.”Uma campanha de difamação que foi montada nas redes sociais e buscava, claramente, dizer que o filho de um desaparecido político não poderia exercer um cargo, ainda que numa entidade não pública, numa entidade privada. Isto foi feito de maneira sui generis, num momento em que os conservadores detêm o campo majoritário no Brasil. É uma intolerância, uma falta de capacidade de compreender que uma democracia se constrói dessa correlação de pessoas de origens distintas e através do debate, do circular de ideias. Isso parece muito difícil nos tempos atuais, no nosso pais”, acentua o presidente da OAB. 

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Anote: no ritmo crescente de insultos e agressões verbais em que vêm se travando os debates parlamentares, já-já assistiremos a cenas de pugilato em nossas casas legislativas. O pau vai comer, e vai comer feio. A pancadaria verbal há muito tempo extrapolou os limites da civilidade. O “homem cordial” de Sérgio Buarque de Holanda foi expulso da roda e está trancado em casa, de cabeça baixa, se perguntando em que lugar foi parar o país da ginga, do carnaval e do futebol. O bom malandro perdeu o jogo de cintura e está no boteco afogando as mágoas, tentando compor um samba pra esquecer. E o homem da rua, como diz o Chico naquela canção, está em casa, na roda muda em frente à televisão, assistindo aos combates que substituíram os debates, pra ver quem mais bate, quem mais abate.

Nos plenários há tempos não se vê a malemolência de um Moreira da Silva, de um Zeca Pagodinho, de um Jards Macalé, essa gente bronzeada. Pelo contrário. O nível está mais para a truculência de uma luta de sangue, daquelas que se travavam nas arenas romanas, em que um gladiador com a espada apoiada no pescoço do adversário olhava a plateia, todos punham os polegares para baixo e, autorizado, enterrava a lâmina até o fundo, debaixo de aplausos frenéticos.

Não há heróis nem mocinhos

O centro do palco foi ocupado pelos radicais de parte a parte. E atenção: não há heróis nem mocinhos na arena. Todos são boxeadores sem luvas. E tome sopapo. Quem acompanha os debates travados nos plenários, como tenho de fazer por dever de ofício, se preocupa um minuto depois do outro com a possibilidade de palavras grosseiras se converterem em safanões. A polarização ideológica, acutizada durante a campanha, permanece durante os debates. É como se a campanha não tivesse terminado. Está faltando nas arenas parlamentares vozes de bom senso. Alguém que proponha que as armas sejam colocadas no chão e se trave um diálogo minimamente educado e produtivo. Impossível chegar-se a qualquer ponto que represente um avanço nos impasses em que o país está entalado se ambas as partes – e só sobraram duas! – não se conscientizarem de que o país é infinitamente superior às disputas miúdas pelo poder a qualquer custo.

A boçalidade dos bolsonaristas

” É a baixaria popular”

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O Congresso Nacional deve receber, nesta semana, dois projetos cruciais do governo Bolsonaro. O Executivo se comprometeu a enviar aos parlamentares o pacote anticrime do Ministério da Justiça e Segurança Pública na terça-feira (19) e, no dia seguinte, a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da PrevidênciaA chegada dos dois textos à Câmara, por onde começarão a tramitar, marcará apenas o início das discussões no Legislativo. Isso acontece no momento em que o governo enfrenta sua pior crise, com a iminência de demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, chamado de mentiroso pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente Jair Bolsonaro. A saída de Bebianno é dada como certa, mas, ao contrário do que se previa, não foi publicada na edição desta manhã do Diário Oficial da União. Como Bebianno tem aliados no ministério e mesmo na bancada do PSL no Congresso, a expectativa é por eventual contaminação da pauta legislativa. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estimou na semana passada que a reforma da Previdência deverá ser votada em cerca de quatro meses. “Se olharmos a tramitação da proposta do ex-presidente Temer, mais ou menos no mesmo prazo, vai dar ali no início de junho”, calculou Maia na semana passada em um encontro com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI). Maia tem intensificado a agenda de encontros com governadores para “construir um consenso”, segundo tem declarado.

Para começar a costurar apoios aos projetos, o presidente Jair Bolsonaro terá um encontro nesta semana com os parlamentares do PSL e outro com os líderes partidários da Câmara. Apesar das vitórias nas primeiras votações do ano, a base bolsonarista no Legislativo vive problemas internos. O líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), luta contra a desconfiança de colegas do próprio PSL e dos líderes de outras legendas, alguns dos quais ainda desejam que ele seja substituído.

O próprio PSL, envolto em uma crise que chegou ao ministério, tem uma relação turbulenta com a base que reelegeu Maia à frente da Câmara, bloco do qual o partido de Bolsonaro faz parte. “Nós ainda estamos esperando um pedido de casamento do PSL, mas ainda não sabemos a quem a gente deve se dirigir lá dentro”, disse ao Congresso em Foco um dos líderes do bloco governista.

Reforma da Previdência

Para ser aprovada, a reforma da Previdência exigirá votos de três quintos dos parlamentares: 308 deputados e 49 senadores. Sem consenso no Congresso, a proposta do ex-presidente Michel Temer acabou suspensa no início do ano passado com a intervenção federal no Rio de Janeiro.

Mas a nova reforma, capitaneada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo secretário da Previdência Rogério Marinho (PSDB-RN), será mais dura que a de Temer em alguns pontos. A nova idade mínima proposta para a aposentadoria deverá ser a mesma: 62 anos para as mulheres e 65 para os homens. O ex-presidente, no entanto, estipulava um período de transição (tempo que as idades mínimas levariam até chegar nesse patamar, após avanço gradual) de 20 anos, partindo de 53 anos para mulheres e 55 para homens.

O texto de Bolsonaro só será divulgado na terça (20), mas Marinho já adiantou que as idades mínimas já partirão de bases mais altas (55 para mulheres e 60 para homens) e chegarão ao 62/65 em apenas 12 anos.

Atualmente os trabalhadores urbanos de fora da iniciativa privada podem ter a aposentadoria integral de três formas: a partir de 30 anos de contribuição (mulheres) ou dos 35 (homens), sem exigência de idade mínima; a partir de 60 anos de idade (mulheres) ou 65 (homens) com pelo menos 15 anos de contribuição; ou ainda pela regra 86/96, que soma a idade e o tempo de contribuição para mulheres e homens, respectivamente.

Outras novidades importantes, como revelou o Congresso em Foco na última sexta (15), incluem aumentar alíquota de contribuição dos servidores públicos (de 11% para 14% da remuneração bruta) e aumento do prazo de contribuição dos militares para que possam passar à reserva. O período deverá subir de 30 anos para 35.

PL Anticrime

Bolsonaro anunciou por meio do Twitter, no último sábado, que o projeto de lei anticrime chegará ao Congresso nesta terça-feira. O texto foi apresentado ao público pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, no dia 4 de fevereiro, mas aguardava a palavra final do presidente, que ainda estava internado à época, em recuperação da cirurgia no trânsito intestinal.

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A edição desta segunda-feira (18) do Diário Oficial da União trouxe dois atos assinados pelo ministro Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência), mas não sua exoneração do cargo, ao contrário do que se esperava. No sábado o próprio Bebianno confirmou que a “tendência” é que ele deixe o governo. A demissão do ministro, porém, é dada como certa e ainda pode ser publicada em uma edição extra do Diário Oficial nesta segunda ou mesmo amanhã (19). Suspeito de ter liberado R$ 400 mil para uma candidata laranja em Pernambuco, na condição de presidente nacional do PSL, Bebianno foi chamado de mentiroso pelo vereador Carlos Bolsonaro(PSC) e pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. O ministro e o presidente se encontraram na última sexta-feira e, segundo relato de pessoas próximas aos dois, a conversa entre eles foi tensa e marcada pela troca de acusações. Carlos publicou na semana passada a gravação de uma conversa em que o pai diz a Bebianno que não poderia falar com ele por ainda estar se recuperando de uma cirurgia no intestino. A divulgação foi feita para desmentir o ministro, que havia dito que conversara na véspera três vezes com o presidente, numa tentativa de demonstrar que não havia crise na relação em outros dois. Bolsonaro retuitou a mensagem publicada pelo filho no Twitter e voltou a negar que os dois tivessem se falado em entrevista à Record. Na ocasião, também disse que, se fosse comprovado o envolvimento do ministro em irregularidades, ele teria de “voltar às origens”.

Interlocutores do Palácio do Planalto afirmam que Bolsonaro até já assinou no fim de semana a demissão de Bebianno. Em nota, o ministro disse que nem ele nem o presidente cometeram irregularidades na liberação de recursos para campanhas eleitorais.

“Reafirmo que não fui responsável pela definição das candidatas de Pernambuco que foram beneficiadas por recursos oriundos do PSL Nacional”, ressaltou. O ministro disse que tem compromisso com o combate à corrupção. “Reitero meu incondicional compromisso com meu país, com a ética, com o combate à corrupção e com a verdade acima de tudo”, completou.

Advogado de Bolsonaro, Bebianno presidiu o PSL durante a campanha eleitoral a pedido do próprio candidato. O ministro já deixou no ar a possibilidade de fazer revelações comprometedoras em relação a Bolsonaro e ao seu filho Carlos. Ele também publicou mensagens na internet que falam da importância da lealdade, num recado claro ao presidente.

Sabe quando chamamos aquela amiga para sair e dizemos: “Vem se arrumar aqui em casa, nos aprontamos juntas e vamos?”. Foi exatamente o que fizemos com Renata Kuerten. A apresentadora e modelo chegou na Casa QUEM –  que acontece até dia 14 de fevereiro em uma mansão com vista privilegiada para o mar carioca -, para uma tarde de muita maquiagem e bate-papo com a editora de moda e beleza Giulianna Campos.

“O que mais gosto de fazer é uma pele mais fluida, iluminada. Caso eu vá sair, deixo na bolsa um lápis preto que já dá uma cara mais sensual. Senão, gosto muito de uma maquiagem rosada de praia”, conta ela, que só aprendeu a ser mais vaidosa depois que iniciou a carreira de modelo.

No banheiro da suíte master da mansão no bairro do Joá, no Rio, da AlugueTemporada, as duas, enquanto trocavam dicas de makes, conversaram sobre boa forma, Carnaval e até pedido de casamento que, pasmem, tinha acabado de acontecer! Sim, Renata e o namorado Beto Senna, tinham há poucos minutos decididos se casar em Fernando de Noronha ainda este ano. “Tenho que contar pra minha mãe”, brincou ela.

BOA FORMA
Dona de um abdômen mega definido, com direito a quadradinhos e tudo mais, ela diz que a boa forma é resultado de uma alimentação restrita e muita malhação. “Já fui muito mais magra, hoje em dia, depois de malhar tanto, eu sou fortinha.Por não ser muito alta, sempre fui mais modelo comercial…ai coloquei silicone…”, explica ela, que não come doces e nem arroz.

Renata Kuerten (Foto: Léo Lemos/ QUEM Acontece)

CARNAVAL
Pelo quarto ano consecutivo, Renata será uma das musas da Grande Rio. Entretanto, este ano, ela admite que a fantasia virá menor do que todas as outras. “Já estou desesperada. Este ano a fantasia vai vir um pouquinho menor do que os outros anos… O enredo é sobre a educação, falta de educação no país. A gente treina em cima do enredo, como sou musa não tenho que sambar perfeitamente, aí a gente faz uma coreografia em cima do enredo, é muito legal.”

Renata Kuerten (Foto: Léo Lemos/ QUEM Acontece)

CASAMENTO
Namorando há 8 anos o executivo Beto Senna, a apresentadora diz que nunca teve vontade de casar no papel ou fazer uma cerimônia religiosa, apesar de morarem juntos em São Paulo. Entretanto, horas antes de vir a Casa Quem, Renata e Beto decidiram que se casariam em Noronha ainda este ano. “Hoje a gente estava na praia com a minha amiga Jana e ela disse: Casa, logo! Ai eu falei: Tá bom, vamos casar. Ai o Beto disse: Já sei onde a gente vai casar, em Noronha”. Que bafo, gente. Vou ter que ligar pra minha mãe”, contou ela, em primeira mão.

Renata Kuerten com Giulianna Campos, Editora da QUEM (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)

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O problema é que as pessoas estão sendo odiadas quando são reais e estão sendo amadas quando são falsas. (Bob Marley)

Parece ser inerente ao ser humano criar expectativas em relação a tudo, em relação às pessoas. Esperamos o pior ou o melhor do que está por vir e de quem faz parte de nossa jornada. Esperamos que as coisas aconteçam de determinada forma e que todos ajam conforme nossas perspectivas, seja quem conhecemos, sejam políticos, artistas, figuras públicas em geral. Porque ninguém quer frustração, nem dentro de si, nem lá de fora.

Queremos dar certo na vida, no amor. Queremos ter votado acertadamente, queremos que nossos ídolos ajam corretamente. Queremos ser valorizados no trabalho, na escola, nos círculos sociais. Muitos de nós não conseguimos lidar direito com rejeições e quebra de expectativas, pois isso requer equilíbrio, coragem e consciência sobre nossa própria responsabilidade no que ocorre. E é por isso que, muitas vezes, acabamos por nos enganar, conscientemente, alimentando ilusões que falsamente abrandam nosso sentimento de decepção e/ou derrota.

E é assim que, numa era em que a perfeição estética, a felicidade perene e o sucesso financeiro ditam as regras do jogo, torna-se ainda mais difícil digerir o que não dá certo, quem não é perfeito. Nesse contexto, a autenticidade vale menos do que a falsidade, em muitos aspectos, principalmente quando aquilo que não for real trouxer mais conforto do que uma verdade indigesta. Mesmo que se trate de mera aparência forjada, de encenação teatralizada, de perfumaria, verniz, patifaria.

Soma-se a isso a intransigência de muitos, hoje em dia, uma vez que várias pessoas são resistentes a perceber que podem estar erradas, que podem ter escolhido mal, que podem ter optado equivocadamente. Há muita dificuldade em mudar de opinião, em rever conceitos, repensar atitudes, em se olhar no espelho e encarar a necessidade de mudar os rumos das escolhas, dos pensamentos, do modo de vida. Com isso, é mais fácil se manter agarrado ao que já ruiu. Mudar dói.

Podemos até tentar nos confortar com mentiras que iludem, por temermos sair da zona de conforto, a qual, na verdade, nada mais faz do que incomodar. Podemos tentar manter velhas ideias, que já caíram por terra. Podemos tentar investir no que nunca terá futuro e ficar esperando o melhor de pessoas que nunca se dispuseram a nos ver como merecedores de algo. Mas a dor então será contínua e nunca cessará. Por outro lado, aceitar o erro e mudar também dói, mas passa. E a escolha é tão somente de cada um de nós.

psicologiasdobrasil

Fernanda Gentil (Foto: Reprodução)

Jornalista, apresentadora e agora também atriz (este ano, fará sua estreia na área interpretando Paloma no filme Ela disse, Ele disse – que tem história baseada no livro de Thalita Rebouças), Fernanda Gentil é a convidada de hoje do Mister V, programa da TV VogueMãe de Gabriel e de Lucas, seu afilhado a quem considera um filho, a carioca também é, desde novembro do último ano, esposa de Priscila Montandon. Elas fizeram uma cerimônia intimista, que contou com apresentação de Ivete Sangalo – responsável por revelar a notícia ao mundo: “Veveta não sabe guardar segredo”, dispara Fernanda ao apresentador Matheus Mazzafera, com seu costumeiro bom humor. Mais reservadas, elas haviam mesmo optado por manter o momento íntimo restrito aos familiares e amigos mais especiais: “A gente compartilhou com quem a gente queria. Não precisava [comunicar ao grande público], imagina. Todo mundo que casa vai dizer ao Brasil que casou? Eu já fiz isso uma vez. A ideia sempre foi ser uma coisa só entre a gente, com a família”, conta. O casal ainda não teve lua de mel, mas não descarta viver o momento e está na expectativa de um espaço na agenda: “Queremos e merecemos, né? Depois a gente planeja, agora estamos sem tempo”.

Fernanda Gentil (Foto: Reprodução)

No papo, a jornalista esportiva também reflete como chegou a uma carreira de sucesso em um mercado por muitos anos dominado por homens: “É um desafio gostoso. Procuro não me apegar muito aos rótulos do feminino ou masculino. Sempre tive em mente o que eu queria fazer e onde queria chegar, então essas coisas foram passando batidas. Hoje, que muito se fala nisso, refleti e fui ver que realmente vivi isso lá atrás. Principalmente quando era repórter de campo, onde a gente fica mais em contato com a torcida, e tem muito isso mesmo: quando tá ganhando é gostosa, quando perde é piranha. Mas não contabilizei essas coisas, estava muito focada no que eu queria. Mas acontece, sim. Embora hoje já tenha mudado bastante”, dispara.

Sempre extrovertida e conhecida (também) por suas legendas bem-humoradas e brincalhonas nas redes sociais, ela conta como lida com haters: “A pessoa que se dá ao trabalho de botar uma foto que não é dela, criar um nome que não é dela, pra perder o tempo se metendo na vida do outro… Não tenho esse tempo a perder [com isso], não gasto minha energia com coisa ruim”. E continua, refletindo sua interação com os seguidores na web: “Respondo muito menos do que gostaria. Queria poder interagir mais, mas tudo vira uma grande manchete, então dá preguiça”.

E quando o tema é vaidade, entrega: “Sou feminina, mas não sou muito vaidosa. Minha mãe sempre pegou no meu pé por isso. Me cuido e gostaria de me cuidar mais, mas não tenho muito jeito”. Assista tudo isso e mais no vídeo acima!

Fernanda Gentil (Foto: Reprodução)

vogue

Real, dinheiro, nota, dólar, moeda (Foto: Reprodução/Pixabay)

Enquanto começam a circular as novas cédulas de R$ 2 produzidas na Suécia, o Banco Central fechou dois novos contratos sem licitação com a Casa da Moeda que somam mais de meio bilhão de reais. O BC pediu à estatal para produzir quase 1 bilhão de cédulas e mais de 600 milhões de moedas ainda este ano. O preço médio de produção das cédulas será até 40,9% maior que o pago para uma empresa sueca produzir notas de R$ 2 no ano passado. No último dia 13 de abril, BC e a Casa da Moeda fecharam dois contratos. O primeiro, com valor de R$ 279,14 milhões, prevê produção de 980 milhões de cédulas. Assinado no mesmo dia, o segundo contrato soma R$ 272,5 milhões para a fabricação de 660 milhões de moedas. O extrato dos contratos foi publicado no Diário Oficial da União. Assim como em anos anteriores, a Casa da Moeda foi contratada sem licitação. Em documento emitido em 7 de abril, o chefe do departamento de meio circulante do BC, João Sidney de Figueiredo Filho, justifica a operação sem concorrência com a breve explicação: “Aquisição de cédulas para suprimento ao meio circulante nacional, no exercício de 2017”. A mesma argumentação foi dada pelo BC em anos anteriores quando foram fechados contratos com a Casa da Moeda.

Custo

O preço pago para a impressão das notas é mais alto que o declarado pelo próprio BC recentemente. No novo contrato de 2017, o valor médio para produção de mil notas é de R$ 284,83. O pedido contempla todas as cédulas da segunda família do real – que têm notas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.

Há poucos dias, o BC informou que havia pedido 100 milhões de cédulas de R$ 2 para a sueca Crane AB com custo de R$ 202,05 por mil cédulas desse valor. O valor médio por milheiro do novo contrato, portanto, é 40,9% maior que da fornecedora nórdica. Na mesma ocasião, o BC também divulgou que a Casa da Moeda cobrara R$ 242,73 para produzir mil notas de R$ 2. Portanto, o valor médio pago no novo contrato é 17,3% maior que o cobrado pela própria estatal um ano atrás nas cédulas de R$ 2.

Essa comparação é feita com base no valor médio do contrato de 2017 – o que inclui cédulas de todos os valores – ante o pago para aquisição de notas de R$ 2 – que têm as menores dimensões da segunda família do real. Vale observar as dimensões maiores e os elementos de segurança aumentam à medida que o valor da cédula cresce – o que eleva o custo de produção.

Atraso

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Cintia Melo, bailarina do Ratinho e do Faustão

Cintia Melo, bailarina do Ratinho e do Faustão (Reprodução)

Jornada dupla! Em um caso raro na TV, a bailarina Cintia Melo revelou como é trabalhar na Globo e no SBT ao mesmo tempo. Em entrevista ao TV Fama, a profissional falou mais sobre sua rotina e como lida com os patrões Ratinho e Fausto Silva. Cintia contou que trabalha no Programa do Ratinho há cerca de seis anos, e que o apresentador é “o patrão que todo mundo pediu a Deus”. Ela revelou, inclusive, que ele é muito prestativo, assim como toda a equipe de seu programa. Além disso, Cintia assumiu que Ratinho é uma pessoa sincera e que só está no balé por causa dele. Do mesmo modo, ela destacou a humildade do apresentador, que deixa a porta do seu camarim aberta para o acesso de todos os seus colaboradores. “Ele chega muito à vontade no SBT, sempre conversando com todo mundo. Ele deixa a porta do camarim aberta. Quem quiser conversar com ele consegue. Fora que ele vai no nosso camarim, que é mais simples e sempre tem muita gente”, revelou. Cintia também contou que, no início, o apoio de Ratinho foi crucial para que ela fosse aprovada no teste para bailarina. O apresentador a incentivou a buscar a vaga e dar o seu melhor para se destacar no programa.

Sem diferença

Do mesmo modo que tem um carinho especial por Ratinho, a bailarina contou que também está muito satisfeita no Domingão do Faustão. Embora ela não tenha tanta proximidade com o apresentador da Globo, Cintia Melo revelou que ele tem o maior carinho pelas dançarinas e ‘não tem papas na língua’. Questionada se há diferença entre as produções de Globo e SBT, a profissional destacou que, profissionalmente, nenhuma das emissoras deixa a desejar. “Falando profissionalmente, não tem diferença. Os dois exigem muito da técnica e do respeito com as meninas. Onde tem muita mulher, tem que haver muito respeito”, destacou.

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Resultado de imagem para Paulo Guedes

O ministro Paulo Guedes resgatou aquela velha máxima que Roberto Campos repetia, de que quem nunca foi socialista na juventude não tem coração, e quem ainda é na idade adulta não tem cérebro. Foi em uma versão um pouco diferente. Guedes acusou esquerdistas de terem o miolo mole, mas reconheceu que costumam ter bom coração. Sobrou para direitistas, porém, a acusação de que o coração desses já não seria tão bom assim. Entendo o ponto do ministro, mas considero um erro esse tipo de narrativa, ainda que em tom mais jocoso. Considero o principal problema da esquerda hoje justamente o monopólio da virtude. O típico esquerdista parte da premissa de que ele e seus companheiros são do bem, enquanto quem discorda de sua visão de mundo só pode ser maligno, pervertido, preconceituoso. Essa é uma postura não só arrogante e infantil, como terrível para a democracia, pois gera uma segregação que impede qualquer aproximação e acordo.

Se você assume que o outro lado é ruim e tem intenções cruéis, então como chegar a um meio-termo? Como negociar com nazistas? Os eleitores de Trump se tornam, assim, um bando de alienados, na melhor das hipóteses, ou deploráveis, na opinião mais corriqueira. A esquerda desaprendeu a debater com base em argumentos e lógica, exatamente por se enxergar como detentora de uma superioridade moral só por ser esquerda. O sujeito defende certas bandeiras estatizantes na economia e libertinas nos costumes e já se sente a alma mais bondosa do planeta, sem precisar efetivamente fazer qualquer coisa para tanto.

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Crédito: Divulgação

A atriz Marina Ruy Barbosa usou seu Twitter para negar que tenha sido pivô da separação entre José Loreto e Débora Nascimento, anunciada recentemente. Marina contracena com o ator em diversas cenas de O Sétimo Guardião, atual novela das 9 da Globo.“Hoje comecei a ser apontada por fofoqueiros da internet de ser talvez pivô de uma separação”, escreveu Marina em seu Twitter na noite de sábado, 16, ressaltando que os acusadores “devem assistir muita televisão e, pelo visto, a novela.”“Eu amo meu marido e sou muito feliz no casamento e nunca teria, nem nuca tive, nada além de uma parceria profissional e amizade no trabalho consequência dessa novela. Completamente infundado tudo isso”, ressaltou.Marina Ruy Barbosa é casada com o empresário e piloto de corridas Alexandre Negrão desde outubro de 2017.

Entenda a separação entre José Loreto e Débora Nascimento

O casamento entre José Loreto e Débora Nascimento chegou ao fim na última semana. Segundo o colunista Leo Dias, o relacionamento entre os dois teria chegado ao fim na última quinta-feira, 14, após Débora supostamente ter descoberto que tinha sido traída. José Loreto nega as acusações.Na noite de sábado, o jornal Extra publicou uma reportagem afirmando que uma atriz casada do elenco de O Sétimo Guardião teria se envolvido com o ator. Não demorou para que diversos perfis nas redes sociais apontassem Marina Ruy Barbosa, que fez questão de se posicionar, negando a suposição.Procurada pelo E+, a assessoria de Débora Nascimento confirma a separação, mas não informa o motivo do término: “A assessoria de imprensa de Débora Nascimento confirma que ela e José Loreto não estão mais juntos. A atriz conta com a compreensão de todos os fãs e amigos da imprensa nesse momento.”O E+ também contatou a assessoria do ator, que enviou a seguinte nota: “José Loreto nega traição e pede compreensão e respeito à privacidade de sua família neste momento.”José Loreto e Débora Nascimento estavam casados desde 2016, quatro anos após o início do namoro. Eles têm uma filha juntos, Bella, nascida em abril de 2018.

 

Crédito: Divulgação/ TV Globo

A separação de José Loreto e Débora Nascimento teria sido motivada pelo envolvimento do ator com uma atriz casada do elenco da novela “O sétimo guardião” que ele também atua. Segundo o jornal Extra, Débora teve acesso às mensagens trocadas no celular do ex-marido, comprovando a traição. A atriz tinha sido alertada por amigos de que Loreto estava vivendo um romance nos bastidores da trama. Para descobrir a traição, Débora contou com a ajuda da mulher de um outro ator, que também se envolveu com a mesma atriz casada nos bastidores de uma recente novela.

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Brasília – O acompanhamento da frequência escolar dos beneficiários do Bolsa Família pelo poder público alcançou sua maior marca: 93,8% – o que equivale a 13,1 milhões dos mais de 14 milhões de beneficiários em idade escolar. É o melhor resultado da série histórica, que teve início em 2006. Os dados, divulgados pelo Ministério da Cidadania, referem-se aos meses de outubro e novembro de 2018.Segundo o diretor de Condicionalidades da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), Eduardo Pereira, o resultado deve-se ao esforço da rede responsável pela coleta dos dados. Em todo o país, cerca de 140 mil escolas têm pelo menos um aluno beneficiário do programa.“Estamos falando de uma quantidade enorme de escolas e de profissionais envolvidos no processo de acompanhamento, num país das dimensões do Brasil, o que é muito significativo. Os resultados mostram o comprometimento dessa rede em continuar fazendo o acompanhamento da frequência para garantir o acesso aos direitos de educação por parte das crianças e adolescentes do Bolsa Família”, afirma.A presença em sala de aula está entre os compromissos assumidos pelas famílias ao ingressar no programa. A frequência escolar mensal deve ser de, pelo menos, 85% para crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, e de 75% para jovens de 16 e 17 anos. Do total de crianças e jovens que tiveram a frequência escolar acompanhada no período, 12,5 milhões (94,95%) cumpriram os patamares exigidos.O objetivo do acompanhamento da frequência – chamado de condicionalidade – é promover a inclusão e a permanência escolar. A exigência também representa um compromisso para o poder público, que deve garantir a oferta de ensino regular aos estudantes.“Há diversos estudos que comprovam que o acompanhamento da frequência leva à menor evasão escolar, melhora o resultado escolar dos beneficiários e contribui, no longo prazo, para que essas crianças tenham mais condições de participar ativamente da sociedade. Numa perspectiva mais ampla, esse é o papel das condicionalidades de educação: dar às crianças condições de, no futuro, saírem da situação de pobreza das suas famílias originárias”, esclarece Pereira. Moradora de Rio Branco (AC), a beneficiária Viviane Castro da Silva recebe R$ 170 por mês do programa. O valor ajuda, por exemplo, na compra de material escolar dos filhos, de 10 e 14 anos. Eles cumpriram a frequência escolar durante todo o ano passado. “Para conquistar mais à frente, a base é agora. Os estudos vão fazer muita diferença na vida deles”, destaca.

Para receber o benefício, o acompanhamento da saúde também precisa estar em dia. As crianças menores de 7 anos devem tomar as vacinas recomendadas para cada etapa do desenvolvimento, bem como as gestantes precisam fazer o pré-natal.

Frequência – A região norte do país foi a que alcançou o melhor resultado quanto à frequência escolar dos beneficiários: 2,04 milhões (97,52%) cumpriram as exigências do programa. O Piauí lidera entre os estados, com 387.958 (98,87%), seguido do Amapá 74.524 (98,79%), Maranhão 1.011,.738 (98,22%) e Acre 115.592 (97,79%). Entre as capitais, o destaque ficou com Macapá (AP), onde 25.884 (99,62%) cumpriram a frequência exigida. Na sequência vem São Luís (MA) 99,44%, Teresina (PI) 98,28% e Belém (PA) 98,08%.

Confira o resultado do acompanhamento de educação em cada município

Estados  Total de Alunos Beneficiários   Alunos acompanhados*   Cumpriram condicionalidade**
 Quant.   %   Quant.   % 
Distrito Federal 96.761 89.059 92,04% 86.123 96,70%
Goiás 342.231 325.353 95,07% 310.423 95,41%
Mato Grosso 183.220 170.890 93,27% 162.851 95,30%
Mato Grosso do Sul 144.161 133.062 92,30% 123.619 92,90%
Centro Oeste 766.373 718.364 93,74% 683.016 95,08%
Acre 126.350 118.208 93,56% 115.592 97,79%
Amapá 103.565 75.437 72,84% 74.524 98,79%
Amazonas 557.983 513.245 91,98% 498.847 97,19%
Pará 1.171.681 1.104.433 94,26% 1.079.821 97,77%
Rondônia 101.582 96.086 94,59% 92.139 95,89%
Roraima 59.811 56.169 93,91% 53.892 95,95%
Tocantins 140.698 133.545 94,92% 130.199 97,49%
Norte 2.261.670 2.097.123 92,72% 2.045.014 97,52%
Paraná 361.052 344.507 95,42% 313.087 90,88%
Rio Grande do Sul 363.834 349.714 96,12% 315.903 90,33%
Santa Catarina 134.441 127.109 94,55% 120.879 95,10%
Sul 859.327 821.330 95,58% 749.869 91,30%
Alagoas 406.166 378.210 93,12% 364.404 96,35%
Bahia 1.637.249 1.523.477 93,05% 1.469.886 96,48%
Ceará 974.106 927.768 95,24% 890.855 96,02%
Maranhão 1.112.600 1.030.032 92,58% 1.011.738 98,22%
Paraíba 455.861 418.023 91,70% 406.220 97,18%
Pernambuco 1.035.726 981.194 94,73% 950.687 96,89%
Piauí 418.652 392.398 93,73% 387.958 98,87%
Rio Grande do Norte 328.097 311.901 95,06% 298.280 95,63%
Sergipe 253.430 239.622 94,55% 222.108 92,69%
Nordeste 6.621.887 6.202.625 93,67% 6.002.136 96,77%
Espírito Santo 185.245 178.540 96,38% 159.223 89,18%
Minas Gerais 1.051.354 978.483 93,07% 921.031 94,13%
Rio de Janeiro 831.337 761.113 91,55% 703.433 92,42%
São Paulo 1.465.923 1.414.909 96,52% 1.243.844 87,91%
Sudeste 3.533.859 3.333.045 94,32% 3.027.531 90,83%
Brasil 14.043.116 13.172.487 93,80% 12.507.566 94,95%

mds.gov.br

Moro disse que suspeitas do PSL serão investigadas

Marcelo Casal Júnior/Agência Brasil

ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse nesta quinta-feira (14) que serão investigadas suspeitas de repasses de recursos do PSL (Partido Social Liberal) para candidaturas de fachada. Segundo ele, essa foi uma determinação do presidente, Jair Bolsonaro. “O senhor presidente proferiu determinação e ela está sendo cumprida. Os fatos vão ser apurados e eventuais responsabilidades após investigações vão ser definidas”, disse Moro, sem especificar que casos exatamente serão foco das apurações. Na quarta-feira, em entrevista à TV Record, Bolsonaro informou que determinou à Polícia Federal a abertura de inquérito para apurar suspeitas de desvios de recursos do Fundo Partidário destinados ao PSL por meio de candidaturas laranjas nas eleições de 2018. Reportagens do jornal Folha de S.Paulo levantaram suspeitas de que o PSL tenha abastecido com verba pública candidaturas laranjas em Pernambuco e em Minas Gerais nas eleições 2018. Repasses teriam sido autorizados pelo então presidente da sigla, Gustavo Bebianno, hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência. “Se (o Bebianno) estiver envolvido e, logicamente, responsabilizado, lamentavelmente o destino não pode ser outro a não ser voltar às suas origens”, disse Bolsonaro, acrescentando que Moro tem “carta branca”. O caso virou um foco de crise com um mês e meio de governo. O filho do presidente, Carlos Bolsonaro, atacou Bebianno nas redes sociais negando que o ministro tenha conversado com Bolsonaro sobre o tema. Bebianno disse nesta quarta que não iria pedir demissão.

Veículos militares portando mísseis DF-26 numa apresentação em Pequim

Veículos militares portando mísseis DF-26 numa apresentação em Pequim

Getty Images

A ameaça de uma guerra nuclear gera grande temor ao redor do mundo. E, para piorar, os riscos de um conflito aumentam com as linhas cada vez mais tênues entre armas nucleares e convencionais. O bombardeiro B-29, por exemplo, foi projetado e construído para atirar bombas convencionais, mas, em 6 de agosto de 1945, uma aeronave americana desse modelo – Enola Gay – lançou uma bomba nuclear na cidade japonesa de Hiroshima. Cerca de 135 mil pessoas morreram em decorrência desse ataque.Hoje, 74 anos depois, nove países possuem milhares de armas nucleares, que estão se tornando cada vez mais parecidas com o arsenal não nuclear. Mesmo que o estoque global de armas nucleares esteja em seu menor nível – o ápice foi em 1986 com 64 mil unidades -, alguns dos armamentos contemporâneos são cerca de 300 vezes mais poderosos que a bomba jogada em Hiroshima.

Exceto pelo Reino Unido, todos os países com armas nucleares têm equipamentos que podem ser usados para lançar ogivas nucleares ou convencionais. Esses equipamentos incluem mísseis de alcance cada vez maior. A Rússia, por exemplo, recentemente apresentou um novo lança-mísseis de longo alcance, o 9M729. Os EUA avaliam que esse míssil seja de uso duplo (nuclear e não nuclear) e tenha ultrapassado distâncias de 500 km nos testes. O míssil fez com que os americanos acusassem os russos de violarem um tratado que bane o uso de mísseis de alcance médio e intermediário. Os EUA decidiram deixar o pacto, gerando novas preocupações acerca de uma corrida armamentista. Enquanto isso, a China tem exibido seu míssil mais novo, o DF-26. Capaz de viajar mais de 2.500 km, ele parece ser o míssil de uso duplo com maior alcance do mundo.

 Míssil norte-coreano decolando

Míssil norte-coreano decolando

Getty Images

Há vários cenários em que esses mísseis poderiam aumentar exponencialmente a chance de uma guerra nuclear. O mais óbvio é que, em um conflito, eles sejam lançados com armas convencionais, mas confundidos com armas nucleares. Essa ambiguidade pode levar o adversário a lançar uma resposta nuclear imediata. É difícil saber se o país atacado aguardaria a detonação da arma para avaliar o que ela continha. Na prática, o maior perigo de mísseis de uso duplo é outro: a dificuldade de identificá-los antes mesmo que sejam lançados. Num cenário hipotético, China pode espalhar seus mísseis DF-26 carregados com armamentos nucleares por todo seu território. Um eventual inimigo, caso pense erroneamente que os mísseis tenham armamentos convencionais, pode decidir destruí-los. Com o ataque, a China poderia ser provocada a lançar essas armas nucleares antes mesmo que sejam destruídas.

Sistemas de satélites

Mísseis de uso duplo não são a única maneira pela qual armas nucleares e não nucleares estão cada vez mais intrincadas. Todas as potências nucleares precisam de um sistema de comunicação, que pode incluir satélites e também pode ser usado para planejar operações não nucleares. Os EUA, por exemplo, operam satélites capazes de alertar sobre ataques com mísseis balísticos com armas nucleares ou convencionais.

Rússia exibe seu míssil 9M729

Rússia exibe seu míssil 9M729

Getty Images

Em um conflito entre a Rússia e países da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), esses satélites poderiam ser usados para detectar mísseis balísticos de curto alcance lançados pelos russos – e permitir que sejam abatidos no caminho. Se a estratégia for bem sucedida, a Rússia pode decidir atacar os satélites americanos em resposta. Especialistas em defesa nos EUA têm, inclusive, alertado que os russos estão desenvolvendo armas de laser com esse objetivo. Neutralizar satélites impediria o país de identificar tanto mísseis com armas convencionais quanto nucleares. A última US Nuclear Posture Review – documento oficial sobre a política nuclear dos EUA – explicitamente ameaça usar armas nucleares contra qualquer Estado que ataque seus sistemas de controle e comando. A estratégia poderia ser adotada mesmo que o inimigo não tenha usado inicialmente armas nucleares.

Armas controladas

As potências nucleares estão conscientes da relação cada vez mais intrincada entre armas nucleares e convencionais e estão a par dos riscos envolvidos. Mas a mitigação dessas ameaças não parece ser uma prioridade. O foco continua sendo a ampliação da capacidade militar que visa dissuadir uns aos outros. Uma opção no sentido oposto seria os países fazerem um acordo para banir armas que podem ameaçar satélites de comando e controle, mas as potências nucleares relutam em se sentar à mesma mesa. Como resultado, a perspectiva de acordo permanece bem distante, e a tensão sobre um conflito global está longe de cessar.

Idosos na região central de Brasília.Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para coibir fraudes contra aposentados e pensionistas, o INSS reforça que o beneficiário ou representante legal pode fazer o bloqueio ou desbloqueio do benefício para a contratação de empréstimos consignados ou até mesmo o cartão de crédito, por meio de sistema eletrônico. “Esse processo, por sua vez, precisará ser autenticado e o sistema deve ser disponibilizado pelas próprias instituições financeiras e sociedades de arredamento mercantil que mantenham Acordos de Cooperação técnica com o INSS”, explicou.

Denúncias

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O corregedor do Senado Federal, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), vai pedir apoio da Polícia Federal na investigação de eventual fraude na eleição da Mesa Diretora, realizada no início do mês. A medida foi definida durante café da manhã com o presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). “Sobre o trabalho da corregedoria, na investigação da fraude do dia da eleição, atualizamos as informações e decidimos pedir a Polícia Federal que apoiasse a Polícia Federal Legislativa na perícia das imagens de todos os 81 senadores”, informou o corregedor. “Falamos com o ministro Sérgio Moro para acompanhar esse trabalho e não permitir exploração política. Não queremos espetacularização do caso”, concluiu Rocha.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, falam à imprensa após se reunirem na residência oficial da Presidência do Senado.
Davi Alcolumbre foi eleito num segundo pleito Fabio
Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Entenda

Durante apuração de votos na eleição do Senado, no último dia 2, foi constatado que havia 82 votos na urna – um a mais que o número total de senadores. Além do voto a mais, duas cédulas estavam fora dos envelopes. A votação foi anulada e Alcolumbre foi eleito em um segundo pleitoPoucos dias depois, o próprio presidente do Senado pediu que o corregedor da Casa apurasse possível fraude na eleição da Mesa Diretora.

Janaína diz que há outro membro do governo acusado de envolvimento com esquema de laranjas como Gustavo Bebianno

Marcos Oliveira/Agência Senado

Janaína diz que há outro membro do governo acusado de envolvimento com esquema de laranjas como Gustavo Bebianno.

A deputada estadual por São Paulo Janaína Paschoal (PSL) comentou neste sábado (16) a eminente exoneração do ministro da Secretaria-Geral do Governo, Gustavo Bebianno. Para a parlamentar, o motivo do afastamento do ministro não está claro e ressaltou que “um líder precisa adotar critérios minimamente claros”. No início da tarde, Gustavo Bebianno confirmou que deve deixar o cargo na próxima segunda-feira (18). A demissão deve acontecer por vontade do presidente Jair Bolsonaro, após o ministro ser acusado de participar de um suposto esquema de candidatos laranjas do PSL , quando era presidente do partido. Ele também teria mentido sobre ter conversado com o presidente sobre o assunto. “Se é verdade que Bebbiano [Bebianno] está saindo por um eventual envolvimento com as supostas laranjas, outro membro da equipe citado em situação ainda mais problemática deve ser afastado também”, escreveu Janaína, referindo-se ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) , que também foi acusado se envolvimento em esquema com laranjas. “Uma vez mais, não estou defendendo ou acusando quem quer que seja, estou preocupada com o engessamento de um país que já não aguenta mais. Crises, por força de questões substanciais, infelizmente, já fazem parte de nossa história. Crise por falta de definição não pode haver”, defendeu a deputada estadual.

Janaína Paschoal ressaltou que o presidente teve alta do hospital no último dia 13e que ainda está se recuperando. “Todos entendemos e oramos por ele. Mas é preciso entender que não é possível conduzir o governo como a campanha. No governo, a caneta está na mão do Presidente, ele terá que assumir os ônus das decisões”, concluiu.

Entenda a crise que envolve Gustavo Bebianno

Depois de ser acusado de participar de um suposto esquema de candidatos laranjas do PSL , quando era presidente do partido, Bebianno tentou afastar os boatos de que estava mal visto pelo presidente afirmando que ambos conversavam com frequência. “Só hoje falei com o presidente três vezes”, disse Bebianno, na última terça-feira (12). Depois disso, na quarta-feira (13), o filho do presidente e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro , divulgou um áudio do pai afirmando que era uma “mentira absoluta” que ele teria conversado com Bebianno. A publicação foi repostada pelo presidente. Desde então, há pressão no Palácio do Planalto pela demissão de Gustavo Bebianno .

 iG

Ministro diz que o “ciúme exacerbado” que Carlos tem do pai foi posto acima do projeto de melhorar o País; ex-presidente do PSL deve ser exonerado

Gustavo Bebianno e Carlos Bolsonaro protagonizaram nova crise no governo de Jair Bolsonaro
Gustavo Bebianno e Carlos Bolsonaro protagonizaram nova crise no governo de Jair Bolsonaro

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, disse a aliados que se sente traído, abandonado e não deve poupar o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, caso se concretize sua exoneração nesta segunda-feira (18) .De acordo com interlocutores ouvidos pelo jornal O Estado de S.Paulo , Gustavo Bebianno tem deixado clara sua mágoa com a atitude do vereador do Rio de Janeiro que o chamou de mentiroso . Segundo o jornal, o ministro teria dito que o “ciúme exacerbado” que Carlos tem do pai foi posto acima do projeto de melhorar o País.Para o ministro e seus interlocutores, ao conquistar a empatia de Jair Bolsonaro, Bebianno virou automaticamente um alvo de Carlos Bolsonaro . O ex-presidente do PSL disse ainda que enxerga no vereador uma pedra no sapato do presidente e só se refere a Carlos com adjetivos que desqualificam sua capacidade intelectual.

Apesar do clima tenso, o ministro nega que tenha chamado o presidente de “louco, um perigo para o Brasil” , como relatou mais cedo o colunista Lauro Jardim, no O Globo . “Não, não disse isso”, afirmou Bebianno ao Estado de S.Paulo .O ministro disse ainda que quer aguardar o desfecho oficial de seu papel no governo, com a publicação de sua saída no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira. “Preciso esfriar a cabeça”, disse Bebianno a interlocutores. Segundo confirmação do jornal Estado de S. Paulo , Bolsonaro assinou, no sábado (16), a demissão do ministro , que deve ter sua dispensa publicada no Diário Oficial da União (DOU) já na próxima segunda-feira (18).A decisão de Jair Bolsonaro de exonerar o ministro foi tomada após um encontro tenso com Bebianno no fim da tarde desta sexta-feira (15) no Palácio do Planalto, em Brasília. Bebianno tentava um encontro com o Bolsonaro desde quarta-feira (13), mas havia sido colocado “na geladeira” pelo presidente.Mais cedo, na sexta-feira (15), Bebianno se encontrou com os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Santos Cruz (Secretaria de Governo), e foi informado por eles que permaneceria com seu cargo no governo. Depois da confirmação da demissão, o ministro chegou a postar um desabafo nas redes sociais sobre lealdade.Em sua conta oficial no Instagram, Gustavo Bebianno publicou uma foto de um texto, atribuído ao escritor Edgard Abbehusen, em que diz que “a lealdade é um gesto bonito das boas amizades.” A mensagem também diz que “saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade” e encerra dizendo que “uma pessoa leal, sempre será leal. Já o desleal, coitato, vivera sempre esperando o mundo”.

 iG 

O governo federal informou que um novo decreto a ser assinado pelo presidente Jair Bolsonaro deve autorizar o uso do número do CPF como um cadastro geral para o cidadão acessar informações, benefícios e todo tipo de serviço público em todo o país. Serviço público terá prazo de um ano para atualizar toda a sua base de dados e usar o número do CPF dos cidadãos como principal referência. Esse decreto, elaborado Controladoria Geral da União (CGU), passa por ajustes finais no Planalto e deve ser assinado pelo presidente em breve. Com isso, o texto deve ser publicado no Diário Oficial da União e entrar em vigor imediatamente. Contudo, todo o serviço público terá prazo de um ano para atualizar toda a sua base de dados e usar o número do CPF dos cidadãos como principal referência.

Vale destacar que esse decreto não cria um documento único. Ele apenas força o serviço público a usar o número do CPF para substituto para o RG, carteira de trabalho, Pis-Pasep, certificado de serviço militar, cadastro em programas sociais e até carteira de habilitação. No caso desse último, contudo, o motorista ainda será obrigado a carregar a CNH enquanto dirige, sendo que esta é uma exigência legal.

Você não precisa fazer nada

O novo decreto vai exigir que departamentos e órgãos públicos façam a migração automática do número de referência para o CPF. Isto é, o cidadão não precisará se preocupar em procurar órgãos e repartições para atualizar seu cadastro. Apesar da mudança, o novo decreto não prevê a criação de um documento único físico. Ele apenas afirma que o número do CPF deve ser a referência padrão, e os números de outros documentos deverão ser apenas armazenados nas bases de dados públicas, sem que o cidadão precise decorá-los.Em entrevista à Folha de S. Paulo, o secretário de Governo Digital no Ministério da Economia, Luiz Felipe Salin Moteiro, disse que a mudança é o primeiro passo para a criação do novo “Documento Único”, o qual vem sendo atrasado suscetivelmente há anos.

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