Lojas Surya
Ateliê Geilson
Supermercado
Lojas Surya Acessórios
Natura
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
 

Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter o Flash Player instalado.

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: abril 2019

Mileide Mihaile
Mileide Mihaile

Mileide Mihaile foi surpreendida com uma declaração de amor feita pelo cantor Wallas Arrais em um show. O forrozeiro parou uma música e se declarou publicamente.  “Eu tô gostando sim da Mileide”, diz ele, sendo aplaudido pelo público presente no show. A fila para Mileide parece ter encaminhado, mas a cantora não confirma e nem nega affair. 

Em tempo, Mileide foi casada com Wesley Safadão, outro cantor de forró. Eles são pais de Yhudy. Mihaile, vale destacar, vive em uma disputa judicial contra o ex-marido e pai de seu filho. Em fevereiro Wesley recorreu às redes sociais para desabafar após receber processo da ex. No início do ano Mileide virou notícia em programas de fofocas como o Fofocalizando, do SBT. O assunto abordado foi a batalha judicial da influencer contra Wesley Safadão. Em uma dessas, Lívia Andrade, apresentadora do programa, foi atacada por fãs da famosa, e rebateu na tevê. “Vão tomar no olho do café de vocês”, disparou Andrade. 

 

   Essa homenagem reflete o justo reconhecimento de um personagem em plena vivência, trabalho, princípios éticos, coragem e determinação, que são retratados pela grande participação em inúmeras atividades produtivas coroados pela magnífica e expressiva ação social executada.
  Essa homenagem se estende ao seu caráter empreendedor, pioneirismo e compromisso com as políticas públicas e econômicas de nossa região. Ao meu amigo 
   Entende-se por amizade uma relação íntima entre duas pessoas, e essa relação se realiza espontaneamente, tendo como característica um forte componente afetivo. O encontro da amizade é entendido como um relacionamento de confiança entre as pessoas. Normalmente, essas duas pessoas são beneficiadas na amizade, e nesta estão envolvidos valores éticos, sociais, afetivos e morais.

  As relações de amizade permitem ao indivíduo o aprendizado de habilidades sociais ao longo de todo o ciclo vital (infância, vida adulta e velhice). Em cada momento da nossa vida, experimentamos a amizade de uma forma específica, e ela é valiosa para o nosso amadurecimento pessoal nessas etapas. Se, porventura, percebermos que temos dificuldades para ter amigos, perceberemos também que o ativismo diário tem nos distanciado dessa forma íntima e importante de relacionamento, ou alguma experiência negativa nos fez desacreditar. É tempo de voltarmos a nos abrir para o encontro com um amigo, pois ele é uma riqueza para nossa vida.

“Abençoados os que possuem amigos (as), os que os têm sem pedir, porque amigo não se pede, não se compra nem se vende. Amigo a gente sente! ” (Isabel Machado)

A amiga Dra. Tamires Rocha psicóloga a (E) 0 blogqueiro Zé Freitas a (D)    

O amigo e irmão Leandro a (E)

Mas às vezes quando a vida nos testa, nos damos conta de que muitas coisas que pensávamos que faziam.Uma bela lista de felicidade com pequenos fragmentos de alegria. Basta que você se proponha a encontrá-la. Busque e desfrute desses pequenos momentos que te fazem sentir tão bem.

Resultado de imagem para Políticas Públicas e CidadaniaResultado de imagem para Políticas Públicas e Cidadania

Políticas Públicas no contexto brasileiro

O Estado brasileiro é, tradicionalmente, centralizador. A pouca ênfase no bem-estar, ou seja, a tradição de assumir muito mais o objetivo do crescimento econômico e muito menos o objetivo de proteção social do conjunto da sociedade fez com que o Estado adquirisse uma postura de realizador e não de regulador. O Estado regulador requer o diálogo entre governo e sociedade civil, e nós não temos tradição de fazer isso. Entre 1920-1980, o Estado tinha um caráter desenvolvimentista, conservador, centralizador e autoritário. Era o promotor do desenvolvimento e não o transformador das relações da sociedade. Um Estado conservador que logrou promover transformações fantásticas sem alterar a estrutura de propriedade, por exemplo. Nessa fase, o grande objetivo do Estado brasileiro era consolidar o processo de industrialização. Assim, a meta era de ordem econômica: construir uma potência intermediária no cenário mundial. O Estado desempenhava a função de promover a acumulação privada na esfera produtiva. O essencial das políticas públicas estava voltado para incentivar o crescimento econômico, acelerando o processo de industrialização, o que era pretendido pelo Estado brasileiro, sem a transformação das relações de propriedade na sociedade brasileira. Em muitos momentos da nossa vida recente, esse Estado centralizador junta-se ao autoritário: tivemos uma longa ditadura no período Vargas e, depois, uma longa ditadura nos governos militares pós-64. Então, o viés autoritário é muito forte nas políticas públicas do país. Em muito menor grau, o Estado brasileiro também facultou serviços sociais, de segurança e justiça. O Estado regulador, embora com uma face muito menor do que o Estado realizador, também se fazia presente, quando era imprescindível a seu projeto. Por exemplo, na era Vargas, o Estado interveio para regular a relação trabalho-capital. Quer dizer, no momento em que a opção é a industrialização, em que o operariado vai surgindo e em que é necessário definir as regras do jogo entre o trabalho e o capital, o Estado brasileiro aparece com força .Constituição de 1988 e Reforma Administrativa Já a Constituição de 1988 institucionaliza diretrizes que marcam a ascensão de um novo modelo de gestão das políticas públicas baseado na descentralização política e administrativa da União para as demais unidades federadas, na responsabilidade do Estado, na participação da população, na formulação e controle em todos os níveis de governo. Nas décadas seguintes foi possível perceber, então, o conflito entre a expectativa da implementação de políticas públicas que concretizassem os direitos conquistados, assegurados em lei, e as restrições políticas e econômicas para sua implementação (SCHMIDT, 2006). Paralelamente, e de forma mais clara, a partir da década de 1990, o Brasil, pressionado pela crescente crise fiscal e influenciado pelas tendências mundiais de discussão sobre qual seria o papel e formato a serem assumidos pelo Estado na prestação dos serviços públicos, percebesse a necessidade de reformar o aparelho do Estado, de adequá-lo às novas necessidades. Em 1995, o governo lança o Plano Diretor da Reforma do Aparelho de Estado (PDRAE), abrindo um espaço maior para a revisão das práticas da burocracia e para atividades em parceria com o setor público não estatal (SCHMIDT, 2006). Se a onda te descentraliza, iniciada no Brasil nos anos 1980, preocupou-se em distribuir atribuições, poder e capacidade fiscal entre os entes federados, a onda descentralizam-te da década seguinte, teve como preocupação maior a reformulação do papel do Estado – buscando a transformação de seu aparato burocrático segundo o paradigma gerencial, e a publicitação do setor não exclusivo do Estado. As reformas empreendidas buscam uma administração pública permeável à maior participação dos agentes privados e/ou das organizações da sociedade civil e deslocam a ênfase dos procedimentos (meios) para os resultados (fins) (SCHMIDT, 2006). Existe um espaço a favor da democratização do Estado brasileiro! Estamos, de muitas formas, dizendo não àquele Estado fechado, submetido somente aos lobbies. Há que existir um amplo espaço para disputarmos as decisões e a implementação das políticas públicas necessárias. Sente-se uma força na sociedade brasileira tentando instaurar o espaço da descentralização. Existe uma decisão a favor das políticas sociais! (BACELAR, 2003). Reformar aquele Estado desenvolvimentista, que só patrocinava o crescimento da economia, e abrir espaço para um Estado que patrocine saúde, patrocine educação, patrocine segurança. Um Estado com políticas sociais. Existe uma proposta a favor do Estado transformador!.

Como são formuladas as Políticas Públicas?

A formulação de políticas públicas constitui-se no estágio em que os governos democráticos traduzem seus propósitos e plataformas eleitorais em programas e ações que produzirão resultados ou mudanças no mundo real. Essas políticas podem ser formuladas, principalmente, por iniciativa dos poderes Executivo ou Legislativo, separada ou conjuntamente, a partir de demandas e propostas da sociedade, em seus diversos seguimentos. Fonte: Movimento Nacional da População de Rua. A partir do processo de redemocratização e da Constituição de 1988, há a configuração de instâncias formais de participação da sociedade civil na formulação e monitoramento de políticas públicas. Os principais instrumentos de descentralização e de representação da sociedade civil são os conselhos de políticas públicas. Mais recentemente, as conferências setoriais (Cultura, Educação, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia) em diferentes escalas (municipais, estaduais e nacional) também surgem como importantes espaços de consulta a diferentes segmentos da população e definição de diretrizes para a formulação de políticas públicas. A participação da sociedade na formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas em alguns casos é assegurada na própria lei que as institui. Assim, no caso da Educação e da Saúde, a sociedade pode participar por meio dos Conselhos em nível municipal, estadual e nacional. Audiências públicas, encontros e conferências setoriais são também instrumentos para envolver os diversos seguimentos da sociedade em processo de participação e controle social.  A democracia brasileira garante a liberdade de exercer seu poder de pressão social, por meio de manifestações, atos públicos e audiências públicas, para a conquista dos direitos individuais, sociais, econômicos e culturais. A Lei Complementar n.º 131 (Lei da Transparência), de 27 de maio de 2009, quanto à participação da sociedade, assim determina: “I – incentivo à participação popular e realização de audiências públicas, durante os processos de elaboração e discussão dos planos, lei de diretrizes orçamentárias e orçamentos;” “II – liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público;” Assim, de acordo com esta lei, todos os poderes públicos em todas as esferas e níveis da administração pública, estão obrigados a assegurar a participação popular. Está, portanto, não é mais uma preferência política do gestor, mas uma obrigação do Estado e um direito da população. Grupos sociais como os jovens, os agricultores, as mulheres na área rural, entre tantos outros, devem ter clareza das políticas públicas de que precisam, conhecer bem as propostas e a legislação.

Continue lendo

Sociedade

Você sabia que tudo ao que você tem acesso, de rodovias pavimentadas a praças, está ligado às políticas públicas? Pois venha entender esse assunto com a gente

O termo “política pública” é um desses conceitos com os quais todos nós já nos deparamos por aí. Ele está sempre em jornais, sites e revistas, mas, quando somos questionados, temos dificuldade em definir o que ele significa. Isso não é nenhuma surpresa, afinal o termo tem muitas formas e usos. Longe de esgotar o significado dessa expressão, vamos tentar dar a ela um sentido prático. Imagine que você e seus vizinhos decidam adotar conjuntamente um cachorro que está passeando nas redondezas. Para evitar aquele velho ditado “cachorro com mais de um dono morre de fome” todos vocês teriam de fazer alguns combinados: delegar responsabilidades (que envolvem dinheiro e regras), como quem dá alimento em quais dias, quem tem disponibilidade para vacinar o animal e castrá-lo, quem pode ofertar abrigo esporádico etc. Assim, toda essa organização e processo contribui para que um objetivo comum seja atingido: o bem do cãozinho. Esse processo funciona de maneira semelhante a uma política pública. De maneira simples, a política pública é um processo (com uma série de etapas e regras) que tem por objetivo resolver um problema público. Todos nós lidamos com isso diariamente em nossas relações pessoais: traçar soluções para chegar a uma finalidade que agrade a um grupo de pessoas.

Mas o que muda quando se trata da vida pública e não de um grupo de vizinhos? Muita coisa.

Políticas Públicas na prática

A diferença entre esses dois processos é grande. Criar uma política pública para, por exemplo, erradicar o analfabetismo, é muito mais complexo que fazer um acordo para cuidar do cãozinho comunitário. Enquanto este envolve meia dúzia de moradores em uma área limitada, algumas idas ao veterinário, algumas porções de comida e um abrigo, o outro mobiliza um número muito grande de pessoas (especialistas, professores e outros funcionários públicos) em áreas muito extensas, recursos financeiros públicos, planejamento de aplicação e fiscalização do investimento, avaliação das práticas e aprimoramento constante para tornar essas ações mais eficientes. Tudo isso, seguindo uma série de regras e conhecimentos técnicos. Parece bastante coisa? Pois é mesmo! Agora vamos dar uma olhada nos quatro tipos e exemplos de políticas públicas que impactam nossas vidas diariamente.

Diferença entre Política e Politicagem

Embora os termos se pareçam, a diferença entre política e politicagem é grande. A política é a ciência do ato de governar um Estado ou Nação e inclui o atendimento aos interesses públicos. A politicagem está ligada à política de interesses, à obtenção de vantagens para si mesmo ou para um certo grupo de pessoas, à troca de favores. Como você pôde perceber, politicagem não é o mesmo que política. É importante frisar que aqui damos ênfase à política relacionada às atividades do Governo, seja ele nacional, estadual ou municipal.Nesse âmbito, todos aqueles que são encarregados de representar a população, garantir os seus direitos e a sua dignidade e fogem a essa tarefa, se valendo ainda do próprio cargo para satisfazer os seus próprios interesses e os de seu grupo político e também para beneficiar apenas aqueles mais próximos de si, como seus parentes, se utilizam da politicagem e não podem ser chamados de políticos, já que não estão compromissados com a Administração Pública de fato.

Para observar se um político preza, de fato, pela supremacia do interesse público, basta acompanhar as suas atividades, a sua busca incessante pelo cumprimento do seu projeto político de acordo com os interesses do povo. 

Resultado de imagem para politiqueiro

Ele é politiqueiro se embarca em causas que ferem ou diminuem o direito dos cidadãos para atender aos interesses de seu grupo político, se beneficia os seus familiares e amigos em detrimento daqueles que mais precisam ou se simplesmente não trabalha e age como um parasita se beneficiando às custas do dinheiro do povo.

Se ainda por cima ele se aproveita dos holofotes para chamar atenção para si em troca de poder, anunciando feitos insignificantes ou mesmo tentado ludibriar o povo mascarando os seus reais interesses ele não é um político em essência.

Continue lendo

A pobreza é um problema que afeta a maioria dos países
A pobreza é um problema que afeta a maioria dos paísesResultado de imagem para A desigualdade social e a pobreza
Resultado de imagem para A desigualdade social e a pobrezaResultado de imagem para A desigualdade social e a pobreza
Resultado de imagem para corrupção politica

Resultado de imagem para A desigualdade social e a pobreza

Resultado de imagem para corrupção politicaResultado de imagem para o caos na saude publica no brasilResultado de imagem para o caos na saude publica no brasilResultado de imagem para a invasão escolar

Resultado de imagem para a invasão escolar

A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, etc., até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero, etc. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda. No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais. Segundo dados da ONU, em 2005 o Brasil era a 8º nação mais desigual do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de 0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade), porém esta ainda é gritante.

Alguns dos pesquisadores que estudam a desigualdade social brasileira atribuem, em parte, a persistente desigualdade brasileira a fatores que remontam ao Brasil colônia, pré-1930 – a máquina midiática, em especial a televisiva, produz e reproduz a ideia da desigualdade, creditando o “pecado original” como fator primordial desse flagelo social e, assim, por extensão, o senso comum “compra” essa ideia já formatada –, ao afirmar que são três os “pilares coloniais” que apoiam a desigualdade: a influência ibérica, os padrões de títulos de posse de latifúndios e a escravidão. É evidente que essas variáveis contribuíram intensamente para que a desigualdade brasileira permanecesse por séculos em patamares inaceitáveis.

Continue lendo

Como advogado há mais de 40 anos, comunicador social, jornalista e constituinte que assinou a Constituição Cidadã de Ulisses Guimarães, fiquei atônito ao tomar conhecimento de que a Polícia Federal estava cumprindo vários mandados de busca e apreensão de celulares, tabletes e computadores, bem como, bloqueando contas em redes sociais, de Facebook, WhatsApp, Twitter e Instagram, em São Paulo, Goiás e no Distrito Federal, para aprofundar investigações de suspeitos de injúria e difamação, contra ministros do STF – Supremo Tribunal Federal, por postagens nessas redes sociais, de propaganda de processos violentos ou ilegais e alteração da ordem política e social, por determinação do ministro, Alexandre de Moraes, relator de um inquérito aberto por ordem do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, para apurar ofensas e informações falsas a magistrados, desta Suprema Corte, envolvendo integrantes do Tribunal, sem a participação da PGR – Procuradoria Geral da Republica.

Os mandados se basearam em opiniões feitas por pessoas, sobre o STF, que se sentiu ofendido, cujas buscas ocorreram em relação ao que o Supremo, através do ministro Alexandre de Moraes, considerou serem ameaças ao tribunal e seus integrantes, com conteúdos de ódio e de subversão da ordem.

O ministro Alexandre de Moraes determinou que o site “O Antagonista” e a revista “Crusoé” retirassem do ar as reportagens e notas com essas matérias, citando Dias Toffoli, presidente da Suprema Corte, bem como, estipulou uma multa diária de R$ 100.000,00 (cem mil reais) pelo descumprimento dessa decisão e, ainda mandou a Polícia Federal ouvir os responsáveis do site e da revista, em até 72 horas.

Gonzaga Patriota é Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista. Pós-Graduado em Ciência Política, Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutor em Direito Civil pela Universidade Federal de Buenos Aires, na Argentina.

Continue lendo

Está no ar uma nova ferramenta que permite a você fiscalizar e cobrar promessas de campanha de políticos. “O não pagador de promessas” é uma plataforma que lembra aos governantes e à população os compromissos assumidos pelos candidatos para se elegerem. Pela ferramenta lançada pelo Congresso em Foco e criada pela FCB Brasil, você poderá, além de acompanhar a execução de cada proposta, reivindicar o cumprimento daquelas que não foram executadas. Promessa é coisa séria na tradição religiosa, sobretudo entre os católicos, que costumam acender velas de diferentes tamanhos e formas para manifestarem sua fé. Nada mais simbólico, portanto, do que enviar uma vela, por meio das redes sociais, para políticos que estão em dívida com o eleitor. É assim que eles serão pressionados pelos usuários da nova ferramenta.

Agora você pode fiscalizar a implantação ou não dos compromissos de campanha pelo seu próprio celular. Tudo a um clique

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A plataforma permite a você consultar as promessas feitas, estado por estado, de governadores, ex-governadores e prefeitos de capitais por áreas temáticas: cultura, educação, esporte, habitação, mobilidade, saúde e segurança. O fundador do Congresso em Foco, Sylvio Costa, vê no projeto a oportunidade de aproximar a sociedade dos governantes e de reeditar uma parceria exitosa feita durante a campanha eleitoral do ano passado entre o site e a FCB Brasil, o Trending Botics, plataforma que identificava o uso de possíveis robôs em favor de presidenciáveis no Twitter.

“Para nós, além da possibilidade de prestar um serviço público relevante, levando adiante nossa missão jornalística, o projeto é uma chance de reeditar uma parceria vitoriosa com a FCB Brasil, uma agência que está na vanguarda da comunicação no país. A FCB desenvolveu para o Congresso em Foco durante a campanha eleitoral uma ferramenta absolutamente única, que foi o Trending Botics, que permitiu acompanhar o uso dos robôs na última disputa presidencial”, afirma Sylvio. Diretor de criação da FCB Brasil, Marco Monteiro aponta a prestação de serviço como o grande mérito da nova plataforma. “No Brasil, pagar uma promessa é coisa séria. Mas parece que nem todo mundo concorda. É aí que o projeto ‘O Não Pagador de Promessas’, do Congresso em Foco, atua. Ajuda a população a cobrar dos seus candidatos as promessas feitas durante a campanha. Assim, mais promessas não irão cair no esquecimento”, afirma Marco Monteiro, diretor de criação da FCB Brasil.

Saiba mais sobre a plataforma:

                                                             
Parceria de sucesso

A FCB Brasil é uma agência de publicidade brasileira, integrante da rede internacional Foote, Cone & Belding, que foi a primeira agência de propaganda do mundo. Também faz parte do grupo internacional de agências IPG (Interpublic Group). Atualmente é presidida por Aurélio Lopes que também é Chairman para a América Latina. Além da sede localizada na Avenida das Nações Unidas, em São Paulo, a agência também possui uma unidade no Rio de Janeiro.Congresso em Foco é o primeiro veículo jornalístico online especializado na cobertura do Congresso Nacional e da política brasileira. Desde que foi criado, em 2004, virou uma das principais fontes de formadores de opinião nacionais e estrangeiros, de tomadores de decisão e de outras pessoas interessadas em informações confiáveis e em primeira mão sobre o poder. No pico, em outubro de 2018, atingiu quase 5 milhões de usuários únicos e teve mais de 6,3 milhões de visitas/mês (Google Analytics).De acordo com o mesmo medidor de audiência, o site recebeu quase 16 milhões de visitantes únicos em 2018. O número, que representa um crescimento de quase 20% em relação a 2017 (nosso recorde anterior), não inclui as pessoas alcançadas pelas mídias sociais.

Sandy acaba de renovar o visual. Com madeixas ainda mais loiras e os fios mais curtos, a cantora apresentou seu novo corte na última segunda-feira, dia 22. O responsável pelo novo cabelo da artista é o hairstylist Jackson Nunes. O profissional manteve a raiz do cabelo de Sandy mais escura, mas as mechas do cabelo vão ficando mais claras até chegar numa ponta bem platinada, de forma suave a natural. Num vídeo publicado em seu Instagram, Jackson mostra os detalhes do cabelo: Sandy, que usou por muitos anos seu cabelo castanho natural, nos últimos anos tem usado um corte mais curto, apostando no long bob, e também com mechas clara.

claudia

Assessoras do último mandato como deputado não tinham crachá de funcionárias nem se registraram como visitantes da Câmara dos Deputados

Ex-funcionária é sócia de empresa de segurança privada e prima de assessor do presidente.

“Até a onde estar caminhada de políticos irresponsáveis, usam o dinheiro da nação para empregarem seus familiares?. O nossos votos servem para os privilégios dos familiares e pronto.

Brasil tem três leis contra o nepotismo nos órgãos públicos

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO Nº 7.203, DE 4 DE JUNHO DE 2010.

Dispõe sobre a vedação do nepotismo no âmbito da administração pública federal.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

DECRETA:

Art. 1o  A vedação do nepotismo no âmbito dos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta observará o disposto neste Decreto.

Continue lendo

Caroline Bittencourt e Jorge Sestini (Foto: Reprodução/Instagram)
Caroline Bittencourt e Jorge Sestini (Foto: Reprodução/Instagram)

O corpo da modelo Caroline Bittencourt acaba de ser encontrado sem vida em Ilhabela. Segundo informa a blogueira Rainha Matos em seu perfil no Instagram, foi o próprio pai da artista quem o encontrou. Na internet, vários famosos já começaram a se manifestar sobre a morte de Caroline. Adriane Galisteu falou sobre a dificuldade de acreditar no falecimento precoce da amiga. “Que tristeza meu Deus! Carol linda, mãe maravilhosa! Está difícil demais de acreditar! Descanse em paz… Deus acalme os corações dilacerados!”, escreveu ela. O apresentador Celso Portiolli também expressou seus sentimentos. “Meus profundos sentimentos à família de Caroline Bittencourt. Peço a Deus para dar força e confortar o coração dos entes queridos. Muito triste com essa notícia”Evandro Santo também comentou e fez um relato emocionante sobre a amizade que tinha com a modelo. “Muito triste mesmo. Sagitariana divertida, inteligente, guerreira. Gravou comigo tantas vezes, fui no seu programa, foi em todos os meus níveis, saímos para balada tantas vezes, foi no lançamento do meu livro, almoçamos e jantamos. Grande mãe, filha, profissional. Talvez o que me possa consolar foi saber que você foi uma mulher que aproveitou todos os momentos da sua vida, sempre com um sorriso, uma piada, uma gentileza de alma, uma delícia de pessoa. Faz um favor? Reencarne logo, porque o universo precisa de almas boas como vc. Te amei e te amo!”. A apresentadora Fernanda Keulla fez uma reflexão: “Ame agora! Fale agora! Demonstre agora! Abrace agora! Responda agora! A vida é um sopro! Caroline sempre tão educada e carinhosa em nossos encontros… Descanse em paz! Meu conforto e solidariedade a toda família. Isabelle, um beijo no seu coração”Em entrevista à revista Quem, a agente de Carol Bittencourt, Andréia Boneti, disse que Jorge Sestini está em estado de choque: “Ela sempre viaja para lá porque o Jorge tem casa em Ilhabela. Eles vão direto para lá. E ela leva as cachorrinhas dela, com quem ela é grudada. A Carol estava tão feliz, trabalhando muito, com a carreira bacana, superfeliz com o marido, estava no momento mais perfeito da vida dela”.“O Jorge está em estado de choque. Soube pelos vizinhos que ele ficou duas horas no mar procurando a Carol e não a viu mais. Não estou acreditando, ainda acho que a Carol vai ser encontrada viva”, afirmou.

Carol Bittencourt (Foto: Reprodução)
Carol Bittencourt (Foto: Reprodução)

Jorge estava casado com Caroline desde janeiro e a cerimônia foi feita de maneira bastante luxuosa em São Miguel dos Milagres, longe dos holofotes. O casal se conheceu na Copa do Mundo de 2014 e decidiu engatar um romance na mesma época. Em entrevista para o G1, Roberto Tenório, que resgatou Jorge Sestini, contou que viu uma mão acenando no mar e ouviu gritos no momento. “Comecei a procurar e vi uma mão acenando, pedindo socorro. Cheguei perto, peguei ele e botei ele na minha embarcação. Ele estava muito nervoso”, falou quando encontrou com Jorge pedindo socorro. “Ele ficou duas horas à deriva procurando a esposa. Disse que precisava encontrá-la. Ainda dei uma procurada antes de voltar para o Iate Clube, mas não encontramos. A última vez que ele a viu, foi quando ela afundou”, detalhou.

otvfoco

Temer, Coronel Lima e Loures viram réus no caso do Decreto dos Portos

A Justiça Federal de Brasília aceitou a denúncia que a força-tarefa Greenfield ratificou contra o ex-presidente Michel Temer (MDB) no caso do Decreto dos Portos. O emedebista havia sido acusado formalmente pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em dezembro, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito do inquérito dos Portos, que apura se houve favorecimento a empresas do setor portuário na edição de um decreto de 2017.Temer agora é réu em cinco ações penais. O ex-presidente responde a processos perante a Justiça Federal em Brasília (2), em São Paulo (1) e no Rio (2). A denúncia sobre o Decreto dos Portos foi a segunda acusação da Procuradoria-Geral da República ratificada pela Greenfield. No dia 10 de abril, o Ministério Público Federal, em Brasília, ratificou as acusações do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot contra o ex-presidente.A denúncia de Janot foi dividida em duas. Uma sobre crimes de organização criminosa – caso conhecido como ‘Quadrilhão do MDB’ – e outra sobre embaraço à investigação – episódio em que o emedebista foi gravado pelo empresário Joesley Batista, no Palácio do Jaburu, e que ficou conhecido pela frase ‘tem que manter isso, viu?’.Além de Temer, também haviam sido denunciados no caso do Decreto dos Portos João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, amigo pessoal do ex-presidente, Carlos Alberto Costa, sócio de Lima, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures e os empresários Antônio Grecco e Ricardo Mesquita, ambos da Rodrimar.O documento em que a força-tarefa da Greenfield ratificou a acusação foi protocolado perante a 12ª Vara Federal, em Brasília. A Procuradoria requereu à Justiça que a denúncia fosse recebida.“O Ministério Público Federal ratifica todos os termos da denúncia apresentada em desfavor de Michel Miguel Elias Temer Lulia, Antônio Celso Grecco, Carlos Alberto Costa, João Baptista Lima Filho, Ricardo Conrado Mesquita e Rodrigo Santos da Rocha Loures nos exatos termos expostos na peça acusatória apresentada pela Procuradoria-Geral da República”, afirmaram os procuradores Anna Carolina Resende Maia, Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, Cláudio Drewes José de Siqueira, Rodrigo Telles de Souza e Sara Moreira de Souza Leite.O Ministério Público Federal solicitou ainda ‘o compartilhamento e aproveitamento das provas aqui produzidas em prol de todos os inquéritos policiais, civis, procedimentos investigatórios, ações penais e de improbidade e outros procedimentos das Operações Sépsis, ‘Cui Bono?’ e Patmos, bem como procedimentos correlatos ou que se relacionem aos fatos aqui narrados, que venham a demandar o uso das provas compartilhada’.Os procuradores pediram também ‘compartilhamento e aproveitamento das provas aqui produzidas (e a serem produzidas no bojo da ação penal) em proveito das seguintes instituições: Departamento da Polícia Federal (DPF), Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria-Geral da União (CGU), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e Secretaria da Receita Federal do Brasil, além de outros órgãos do Ministério Público Federal e da Polícia Federal que também venham a demandar o uso das provas compartilhadas, para instaurarem procedimentos próprios e que mantenham conexão aos fatos relatados’.

Entenda a denúncia contra Temer

Continue lendo

O Brasil desmatou 11% de sua área de florestas entre 1985 e 2017 – ao todo, a área equivale a 2,6 estados de São Paulo. Desse total, 61,5% foram perdas de floresta na Amazônia. Os dados foram coletados com ajuda de imagens de satélite, e mostram também uma redução de 18% no cerrado, de 11% no Pantanal e de 9,5% na Caatinga. O Pampa e a Mata Atlântica foram os únicos dos seis biomas brasileiros que viram sua área de florestas aumentar neste período de 32 anos. Os dados são os mais recentes que detalham a situação por bioma no país e foram compilados pelo projeto Mapbiomas – uma parceria entre universidades, ONGs, institutos nacionais e o Google. Os cientistas analisaram todas as imagens registradas desde 1985 pelos satélites internacionais Landsat. Nas fotos dos satélites, cada pixel retrata áreas de 900 metros quadrados no solo. A partir da compilação de milhões de imagens do território brasileiro e da análise via algoritmos, o projeto mostra o uso da terra e a vegetação

Avanço da agropecuária no Brasil — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Avanço da agropecuária no Brasil — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Histórico da região

Entre 1985 e 2017, a Amazônia viveu dois marcos com alta nas taxas de desmatamento – entre os anos de 1994 e 1995, no governo Fernando Henrique Cardoso, e em 2004 e 2005, com Lula.

“O grande marco foi a Medida Provisória 2166 feita pelo Fernando Henrique que aumentou o percentual de reserva legal da Amazônia. Ele faz essa MP justamente para responder ao aumento de desmatamento e aprova uma série de legislações. Por exemplo, a lei de crimes ambientais é de 1996. O estado passa a ter uma série de medidas para aumentar a capacidade de atuar contra o desmatamento e o crime ambiental”, disse Márcio Astrini, coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace. Além disso, tanto no período FHC, quanto no de Lula, ocorreu uma alta na criação de Unidades de Conservação e terras indígenas. Outro marco foi a criação do Plano de Combate ao Desmatamento na Amazônia, criado por sugestão da então ministra Marina Silva.

Segundo Astrini, com as medidas e mudanças propostas pelo atual governo, o movimento é contrário:

“Agora é exatamente o inverso. Então, o que dá certo no combate ao desmatamento? Melhoria da legislação, melhoria da capacidade dos órgãos de atuação, melhoria das áreas protegidas. O que o governo Bolsonaro está fazendo? Ele desmantela os órgãos de fiscalização e controle, e usa o discurso: vamos acabar com as áreas dos índios, vamos acabar com as Unidades de Conservação”. Na sexta-feira (26), ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, rebateu críticas de ambientalistas à atual gestão. O ministro disse que o “Brasil é exemplo de sustentabilidade” e que o “problema ambiental brasileiro está nas cidades, e não no campo”. Segundo ele, o agronegócio brasileiro “é o mais comprometido com a preservação do meio ambiente no mundo”. Cientistas pedem que União Europeia exija do Brasil comprometimento com o meio ambiente

Jornal da Globo
Cientistas pedem que União Europeia exija do Brasil comprometimento com o meio ambiente

Cientistas pedem que União Europeia exija do Brasil comprometimento com o meio ambiente

G1 fez recortes específicos para os seis biomas. A Amazônia representa metade do território do país e, também por isso, é responsável por 61% de tudo o que perdemos em floresta nestes 32 anos – o equivalente a 1,6 estado de São Paulo de vegetação apenas na parte Norte do país.

“Essa área mantém o Brasil historicamente como o país que mais destrói florestas tropicais do planeta. É um desmatamento que não gera riqueza para a população brasileira, ela gera uma destruição associada a isso, tem uma violência enorme contra populações, povos da floresta, e é uma área que é convertida e desperdiçada”, avalia Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima.

“Boa parte dela é ocupada por pastagens com criação de gado com baixíssima eficiência, tem boa parte delas degradadas, abandonadas, ou subutilizadas”, completa. Além disso, um estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) feito na região do Xingu aponta uma alta de 1ºC na região de áreas desmatadas. “Em 10 anos, entre 2000 e 2010, houve um aumento naquela região de quase 1ºC. Ou seja: com o aumento de temperatura você altera o regime de chuva, por exemplo, e isso pode causar problemas para a agricultura. O descontrole do desmatamento e a fragmentação de floresta já mostram mudanças de temperatura local”.

Cerrado

O cerrado é um dos biomas mais ameaçados do Brasil. Embora os dados do Mapbiomas mostrem uma redução de 18% na sua área de florestas entre 1985 e 2017, o diretor-executivo do WWF-Brasil, Mauricio Voivodic, observa que o cerrado já foi reduzido em 50% desde sua formação original. Segundo ele, as razões para isso são claras: “A principal é a agropecuária, que causou mais de 80% de desmatamento do cerrado”, diz. Além disso, ele afirma que a expansão das plantações de soja ao longo das últimas décadas é o segundo fator mais nocivo à vegetação nativa no centro do Brasil. O cerrado é um bioma essencial para a irrigação do país e, portanto, sua destruição tem consequências reais.

Continue lendo

Críticas ao governo Bolsonaro feitas pelo ex-presidente em Curitiba foram reproduzidas em dezenas de países

Lula falou por quase duas horas aos jornalistas Florestan Fernandes Jr. e Mônica Bergamo - Créditos: Ricardo Stuckert
Lula falou por quase duas horas aos jornalistas Florestan Fernandes
Jr. e Mônica Bergamo / Ricardo Stuckert

primeira entrevista do ex-presidente Lula (PT) desde a prisão política foi concedida nesta sexta-feira (26), e o assunto ganhou as páginas dos principais jornais do mundo durante o final de semana. A entrevista à Folha de S. Paulo e ao jornal El País Brasil foi repleta de críticas ao governo Bolsonaro (PSL) e repercutiu em países como Argentina, França, Itália, Inglaterra, Rússia, Portugal, Espanha e Estados Unidos. Apesar da notoriedade internacional, as emissoras brasileiras Globo e Record ignoraram a entrevista em seus jornais noturnos de sexta-feira. A declaração de que o Brasil “está sendo governado por um bando de malucos” foi a que mais teve destaque fora do país. A agência de notícias italiana Ansa ressaltou ainda o momento em que Lula diz que o Brasil atingiu “o nível mais baixo da política externa que vimos”. 

Nos Estados Unidos, The New York Times chamou a atenção para as menções de Lula ao ministro Sérgio Moro: “Estou obcecado em desmascarar o juiz Moro e aqueles que me sentenciaram. Quero expor a farsa montada no Departamento de Justiça dos Estados Unidos”, disse o ex-presidente.

O inglês The Guardian destacou a indignação do petista com o apreço de Bolsonaro pelos Estados Unidos: “Você deve amar sua mãe, você deve amar o seu país. O que é isso de amar os Estados Unidos? Alguém acha mesmo que os Estados Unidos vão favorecer o Brasil?”, repercutiu o jornal.

Na América Latina, a venezuelana Telesur e o argentino Página 12 também destacaram trechos em que Lula desabafou sobre o governo de Bolsonaro: “Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país. O que não pode é o Brasil estar governado por esse bando de malucos. O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”, ressaltou o petista.

A entrevista atingiu a maior audiência da plataforma on-line do jornal espanhol El País em todo o mundo e ganhou destaque na primeira página da versão espanhola com o trecho “Posso seguir preso por 100 anos, mas não trocarei minha dignidade pela minha liberdade”.

brasildefato

Governador baiano pregou a aproximação com os eleitores para que partido saia vencedor nas urnas em 2020 - Créditos: Foto: Governo da Bahia
Governador baiano pregou a aproximação com os eleitores para que partido saia vencedor nas urnas em 2020 / Foto: Governo da Bahia

Rui Costa (PT), governador da Bahia, esteve em São Paulo na última semana e concedeu uma entrevista coletiva no Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, na região central da capital paulista. Durante o encontro, o mandatário baiano falou da aliança entre os estados nordestinos, criticou o governo de Jair Bolsonaro e defendeu uma aproximação com os eleitores para os próximos pleitos eleitorais. Anunciado no dia 14 de março deste ano, o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste) é uma aliança que permitirá os estados da região ter mais força em negociações comerciais e que troquem experiências e que cedam, sem acréscimos burocráticos, servidores equipamentos. A presidência do Consórcio Nordeste em seu primeiro biênio será justamente de Rui Costa. O governador baiano alertou para as restrições do acordo em seu princípio. “Não adianta projetar todas as expectativas para o consórcio, que ele não vai dar conta, nesse início, de todas as dimensões, até pelas severas limitações orçamentárias, financeiras dos estados, nós vamos tentar alcançar o máximo de ações, mas não dá para projetar isso”, afirmou.

Aproximação com o eleitor

Reduto petista na última eleição, o Nordeste pode ser um ponto de partida para que o partido recupere a hegemonia política nas urnas, de acordo com o governador. “Nós precisamos voltar a fazer política no Sul, no Sudeste, nas cidades. Precisamos entrar para disputar, com muita força, ano que vem, fazer disputa nas eleições municipais no Centro-Oeste, no Sudeste, e precisamos encontrar formas de voltar a dialogar, de apresentar propostas para voltar a construir a hegemonia no nosso país.”

Para Rui Costa, para que o resultado nas eleições em 2020 seja mais positivo, o eleitor precisa “sentir maior proximidade com a classe política”. “Não vamos começar pelo fim. Em vez de estar brigando pra ver quem junta mais crachá na convenção, vá botar o pé na lama, vá se misturar com o povo. Precisamos voltar a fazer convencimento. Subir o morro, descer a baixada”, defendeu o governador. O governador baiano teve a reeleição mais confortável do país, com 78% dos votos. Rui Costa, que perdeu em apenas três dos 417 municípios do estado, afirmou que para garantir a fidelidade do eleitor, tem ido ao seu encontro. “A cada três dias de governo, passo um no interior. Já são 500 visitas institucionais”, aponta o mandatário, que também contabiliza 400 visitas em escolas. “Ouço muito desaforo dos meninos ainda. Mas isso era o que pregávamos no início do PT.” Debate permanente da política nacional, a violência urbana é alvo também de Rui Costa. O governador afirmou que seu governo se preocupa com a prevenção à criminalidade e que, portanto, busca formas de garantir ocupação profissional aos jovens baianos. “Nós, além dos investimentos na educação, criamos alguns programas para inclusão da juventude. Criamos o programa Primeiro Emprego, que hoje deve ter carteira assinada lá cerca de oito mil jovens, os 1.500 na iniciativa privada, o resto no setor público do Estado.”

“Vai criticar o quê?”

Continue lendo

O cineasta Cacá Diegues, 78 anos, é um profundo conhecedor da alma do brasileiro – e, para que tal elogio fique claro, é só lembrarmos que é dele o fenomenal filme “Bye Bye Brasil”. Por isso, leve-se a sério quando Cacá diz que anda preocupado e atento em relação à “ideológica política cultural” e ao desmanche da cultura do País que estão sendo promovidos pelo governo federal. Em uma definição precisa, ele aponta: “a cultura se tornou uma cultura de governo” – e disso decorre, em sua opinião, a falácia do “marxismo cultural”. Na última semana, o diretor-presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), Christian de Castro, determinou a suspensão total do repasse de novas verbas para produção de filmes e séries de tevê. Em seguida, vieram as mudanças na lei Rouanet, reduzindo o teto de recursos para projetos: de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão. No ano passado, Cacá lançou o seu décimo sétimo longa-metragem, “O Grande Circo Místico”, baseado no poema Túnica Inconsútil, de Jorge de Lima. No último dia 12, ele assumiu a cadeira número 7 da Academia Brasileira de Letras.

Há uma desmanche da área cultural promovido pelo governo federal?

Há um equívoco em relação à cultura. Não é verdade que a Lei Rouanet seja um prejuízo para o País. Ao contrário, a Lei Rouanet permite a produção cultural e está provado que de cada real gasto com incentivos fiscais voltam dois, três, quatro reais para o Estado, por meio de impostos.

O que está então acontecendo?

O projeto cultural não deve ser do governo, deve ser do Estado. E o governo está tomando o projeto cultural para ele, está colocando a cultura dentro de uma ideologia e dentro de uma concepção política que não é a do Estado, é a do governo. Acho que o principal equívoco é esse.

Eu não tenho a menor ideia, de tão absurdo que é. Para se vingar dos artistas? O governo federal quer se vingar dos artistas, mas os artistas não fizeram nada de mal ao Brasil. Realmente não consigo entender qual é o objetivo.

O governo os considera uma ameaça? Oposição?

Não sei se considera que todos são de oposição, mas, de qualquer maneira, o governo não respeita os artistas. Não só os artistas, mas os produtores de cultura de um modo geral. Não tem nenhum respeito. Ninguém chamou a gente para discutir como vai ser, como não vai ser. Nenhum produtor de cultura foi chamado para discutir o projeto cultural do governo. Isso significa que há uma espécie de desinteresse de envolver os produtores culturais. O governo quer aprisionar a cultura em um projeto partidário.

Os governos anteriores também falharam?

Os governos anteriores também são culpados. Existe um não entendimento do que deve ser o projeto cultural do Estado, essa é uma coisa que sempre aconteceu no Brasil. Dessa vez está sendo mais cruel, estamos vendo a eliminação da produção cultural no Brasil por meio de cortes de verbas, de mudanças de lei. Por exemplo, esse negócio da Lei Rouanet. Estou à vontade para falar porque o cinema não se beneficia dela. O cinema é financiado pela Lei do Audiovisual.

Há um convencimento da população…

Continue lendo

Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress

 

 

 

 

 

 

 

 

(Crédito: Pedro Ladeira/Folhapress)

E agora, presidente, como ficamos? A economia vai dando sinais claros de que volta a parar. Oito vezes, pelo menos, os números do PIB foram revistos para baixo em 2019. Um recorde sem precedentes na história estatística recente. Os índices de desemprego estão de novo em alta após dois anos de alguma estabilidade promovida pela gestão anterior. A maioria contabiliza o ano como perdido e empurra as expectativas de crescimento para 2020. A essa altura do campeonato, decorridos mais de 100 dias desde a posse do mito Bolsonaro, seria por demais otimista dizer que o desempenho de seu governo naquilo que realmente interessa entraria pelo menos na classificação de sofrível. Está abaixo disso.

Desastrosa são as práticas políticas que, em boa parte, desencadearam o cenário. Para além do “golden shower” e das demais prioridades de costumes e esquisitices que tomaram o tempo do mandatário, seus filhos, o guru da Virgínia e diversos ministros destrambelhados contribuíram, e muito, para a bagunça administrativa instaurada e que praticamente imobilizou o Executivo. Travados pela inépcia do Estado nas tarefas mais elementares e assustado com as perspectivas, consumidores, empresários, brasileiros em geral, engavetaram planos e perderam o otimismo inicial. A confiança numa agenda de retomada, com mudanças estruturantes, foi para o espaço. A popularidade de Bolsonaro, logo na largada, caiu ao pior nível de um presidente eleito pelo voto desde a redemocratização. E segue em desabalada queda. Os números da pesquisa Ibope da semana passada comprovam. O País agora teme bater de novo à porta da recessão. Seria o pior dos mundos e não está longe. A probabilidade de PIB negativo no trimestre entre janeiro e março é enorme. Ao menos três grandes instituições financeiras, os bancos Bradesco, Itaú e Fator, atestam essa perspectiva em suas análises de cenário, o que desloca e já compromete eventuais resultados positivos dos meses subsequentes. A verdade nua e crua é que entramos mais uma vez numa espiral de estagnação, com ameaça concreta de “crescimento negativo” – na terminologia técnica, significando na prática andar para trás – e ainda não há qualquer consenso sobre a estratégia para se sair dela e voltar a acelerar. A desarticulação do Planalto no projeto da Reforma da Previdência (que foi colocada como pedra fundamental para o despontar de uma nova era) assombra inclusive a base aliada.

Continue lendo

    Esteve neste dia 25/04/19, visitando a Escola de Referência em Ensino Médio Santa Terezinha (EREM-ST), o professor Deputado Estadual PAULO DUTRA. Com o objetivo de agradecer os votos que obteve nesta cidade e conversar com professores, alunos e demais funcionários da referida escola, bem como com a gestora Acidália Pessoa, a qual mantém uma amizade de longas datas. Também conheceu o prefeito Geovane Martins, já na saída. A assessoria do deputado enviou o convite a este blog em primeira mão, para fazer a cobertura do evento. Foi feita  entrevista ao vivo ao deputado durante sua palestra e registrado com vídeos e fotos, in-loco, como é de costume fazer, como os internautas poderão ver.

  Em seu terceiro mês de mandato, o Deputado Estadual, Professor Paulo Dutra (PSB) integra, como titular, as Comissões Permanentes de Ciência, Tecnologia e Informática; Esportes e Lazer; e Educação e Cultura, onde ocupa a vice-presidência do colegiado. O parlamentar também é suplente na Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade, assim como na Comissão Especial da Reforma da Previdência Social. Já na Frente Parlamentar que discute os impactos da 4ª Revolução Industrial em Pernambuco, o socialista é o relator.

   Como marco de seu início de mandato, o deputado entregou indicações solicitando ao Governo do Estado e à Secretaria de Educação e Esportes, a interiorização do Curso Técnico em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, criado por ele mesmo em 2005 na Escola Técnica Almirante Soares Dutra, ano em que ocupava a direção da unidade de ensino. O pedido é para que o curso seja oferecido a partir de 2020 em Escolas Técnicas do Interior do Estado, com o objetivo de capacitar pessoas que interpretem LIBRAS fora da Região Metropolitana do Recife.

Deputado Paulo Dutra a (E) e o Prefeito Geovane Martins a (D)

Gestora da EREM Santa Terezinha – PE. Acidália dos Passos a (E) e o Deputado Paulo Dutra a (D)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                           

ACESSEM O VÍDEO, VEJAM NA ÍNTEGRA

Carlos Bolsonaro se uniu ao filósofo Olavo de Carvalho nas críticas ao vice Hamilton Mourão. O problema é que nem o presidente, seu pai, consegue pará-lo. Agora, há uma nova crise: quem está (muito) irritada é a caserna

Crédito: Divulgação

Wilson Lima

É de menino que se torce o pepino, versavam nossos avós quando um filho desrespeitava os pais. Ou se dava um corretivo nele ainda criancinha ou ele cresceria fazendo coisas erradas. Carlos Bolsonaro, o filho do meio do presidente, está mostrando que cresceu sem freios. Nos últimos dias, ele deflagrou uma nova crise envolvendo militares do governo, especialmente o general e vice-presidente, Hamilton Mourão, para quem o rebento apontou as baterias. Com Carluxo embebido em fúria, nem o próprio pai consegue pará-lo. O “02” parece incontrolável, fazendo de suas redes sociais uma metralhadora giratória contra o número 2 do País. O presidente Jair Bolsonaro até tentou falar com o garoto, como ele mesmo se refere ao vereador no Rio, para que ele cessasse a artilharia. Afinal, além de Mourão, as críticas incomodavam também os generais do Alto Comando. Mas Carlos submergiu. Ficou quatro dias sem atender ligações. Aquartelado num clube de tiro em Santa Catarina, local onde passou o feriadão de Páscoa, Carlos passou esse tempo todo incomunicável e de lá disparou oito mensagens no twitter contra Mourão, com ataques pesados, insinuando que ele trama para derrubar o pai. O presidente tentou contato com filho também para que ele lhe devolvesse a senha de seu twitter pessoal, mas o jovem se recusou a ceder aos seus apelos. Desde a campanha, e principalmente agora nos primeiros três meses de governo, Carlos é quem opera o twitter do pai e faz postagens em nome dele. Em razão do clima de guerra, o presidente desejava retomar o controle. O filho, no entanto, como um garoto mimado, insiste em manter o poder que lhe resta. Ninguém consegue segurar esse rapaz.

No íntimo, o que Carlos Bolsonaro quer é apear Mourão do governo. Tenta repetir o jogo rasteiro praticado contra o ex-ministro Gustavo Bebianno. Depois de chamá-lo de mentiroso, fez a cabeça do pai e forçou-o a demitir o ex-integrante do primeiro escalão. Só que, neste caso, há uma diferença crucial: Mourão foi eleito. É, portanto, indemissível. Além disso, os militares estão com ele. E bem irritados com Carluxo. As teses conspiratórias contra Mourão ganharam força por meio de análises do filósofo Olavo de Carvalho, para quem o general se empenha em enfraquecer Jair Bolsonaro na tentativa de tomar seu lugar. Carlos comprou a tese. Em mensagens na internet, ele se refere ao vice como “esse tal Mourão” e aponta iniciativas que o colocam em rota de colisão com o pai. Os ataques do garoto começaram após a postagem de um vídeo de Olavo de Carvalho, no sábado de Aleluia, em que ele fustigava os militares no poder. Carvalho disse que a última contribuição das escolas militares foram as obras de Euclides da Cunha. “Os militares só fizeram cagada ao entregarem o país aos comunistas”, bateu o filósofo. Tomando as dores da corporação, Mourão disse que Olavo deveria se limitar a “astrólogo”, desencadeando a batalha que levou Carlos para a trincheira de frente.

Desrespeitou o pai                                                                     

DESCONFIANÇA

 Ao não contê-lo, Bolsonaro parece concordar com o filho do meio (Crédito:SERGIO LIMA)

Ataques do “02” ao “2” do país

“Caiu no colo de Mourão algo que jamais plantou. Estranhíssimo seu alinhamento com políticos que detestam o Presidente”

 

 

Continue lendo

Crédito: Reprodução/Instagram
O empresário Alexandre Correa, marido de Ana Hickmann, afirmou pelo Instagram na quarta-feira, 24, que a apresentadora voltou a sofrer novas ameaças. Em 2016, um homem chamado Rodrigo de Pádua ameaçou Ana com uma arma, após invadir o quarto de um hotel em que ela estava.“A Ana está sendo ameaçada de maneira covarde por esse cidadão que diz ser Erinaldo Santos Silva”, escreveu Correa na rede social. “A atitude dele tem sido idêntica a do Rodrigo de Pádua, o que nos causa pânico e nos deixa em total estado de alerta novamente”, completou. Alexandre Correa divulgou uma foto do rosto do suposto ameaçador e pediu aos internautas que ajudem a identificar a pessoa. “Não podemos deixar isso continuar”, concluiu.
bruna marquezine new york fashon week look 0219 400x800
ASTRID STAWIARZ/GETTY IMAGES FOR NYFW: THE SHOWS

Durante sua passagem pelos Estados Unidos, Bruna Marquezine prestigiou mais um desfile na New York Fashion Week, desta vez, da grife Rosa Chá, que já a vestiu em diversas ocasiões. Para o evento, a atriz elegeu um look glamouroso que carrega um truque ideal para quem quer valorizar o quadril. Confira:

Look de Bruna Marquezine

A atriz vestia um minivestido coberto de aplicações prateadas com formato geométrico, similar ao de escamas de peixe, as quais garantiram um lindo efeito brilhante ao visual.  Por cima da peça justinha e de efeito drapeado, Bruna usava uma jaqueta de couro preta, e arrematou o look com uma meia-calça, um par de sandálias pretas de salto alto e com um mix de acessórios, como brincos longos, um maxicolar e uma pulseira.

bruna marquezine new york fashon week look 0219 400x3415
Durante o desfile da grife anfitriã da noite foi apresentado um vestido similar ao que roubou a cena no corpo da atriz, entretanto, com um detalhe bem exuberante: mangas longas volumosas no melhor estilo da moda dos anos 1980.

vix.com/

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Parceiros