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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: maio 2019

O presidente contou que nomeou Ricardo Vélez para o MEC por indicação de Olavo de Carvalho; “depois, tive de dar uma radicalizada”, disse em entrevista

Jair Bolsonaro

Foto: Flickr

Em entrevista, Bolsonaro revelou como decidiu sobre demissão do ex-ministro Ricardo Vélez

O presidente Jair Bolsonaro admitiu que indicar Ricardo Vélez para o cargo de ministro da Educação foi um erro. O nome do ex-ministro foi sugerido por Olavo de Carvalho que, segundo Bolsonaro, também não o conhecia pessoalmente. As declarações foram dadas em entrevista à revista Veja . “Errei no começo quando indiquei o Ricardo Vélez como ministro. Foi uma indicação do Olavo de Carvalho? Foi, não vou negar. Ele teve interesse, é boa pessoa”, disse Jair Bolsonaro . O presidente também contou que após a crise no Ministério da Educação (MEC), voltou a buscar o ideólogo: “Depois liguei para ele: ‘Olavo, você conhece o Vélez de onde?’. ‘Ah, de publicações’. ‘Pô, Olavo, você namorou pela internet?’, disse a ele”.

Logo nos primeiros meses de governo, o MEC se viu envolto em uma crise causada por uma grande quantidade de demissões e decisões polêmicas da pasta. Nesse momento, Bolsonaro disse ter se reunido com outros ministros e decidido pela substituição de Ricardo Vélez pelo economista Abraham Weintraub. “Depois, tive de dar uma radicalizada. Em conversas aqui com meus ministros, chegamos à conclusão de que era preciso trocar, não se pode ter pena, e trocamos”, explicou. Quando perguntado pela Veja se os problemas no MEC estavam resolvidos, o presidente classificou o ministério como “um campo minado” com pessoas concursadas e militantes. “Quando vazou aquela história de que o MEC estava orientando a cantar o Hino Nacional, a filmar os estudantes e tudo debaixo do slogan ‘Brasil acima de tudo, Deus acima de todos’, eu cheguei: ‘Pô, Vélez, tem uma lei do [ex-presidente] Lula que diz para cantar o Hino Nacional, conforme eu conversei contigo. Por que colocar o slogan? Quem escreveu isso lá?’ ‘É, foi o meu gabinete’. ‘Demita o cara, pelo amor de Deus’, contou. Ainda no tema da educação, o presidente disse não ser contra os estudos nas escolas e universidades sobre Che Guevara, o guerrilheiro líder da Revolução Cubana, contanto que também se fale aos estudantes sobre o coronel Brilhante Ustra (apontado como torturador durante a ditadura militar). Na mesma entrevista, Jair Bolsonaro também falou que sofre “sabotagens” e “muita pressão” . Ele contou que “imaginava que ia ser difícil [governar o país], mas não tão difícil assim”, e afirmou que comandar o Brasil é uma “missão”.

“É lamentável o ter um presidente que é ou ingênuo ou incompetente, será que ele percebe que ainda tem muitos a conter?”

Fonte:  iG 

General aponta que a estatal não visa grandes lucros, mas deve superar problemas como o rombo no fundo de pensão.

General Juarez Aparecido Cunha: estatal não visa grandes lucros / Ascom Correios

O presidente dos Correios, general Juarez Aparecido Cunha, disse hoje, 31, desconhecer se, em caso de privatização da estatal, as empresas privadas terão interesse em assumir serviços como o Balcão do Cidadão, lançado nesta sexta-feira para oferecer produtos de órgãos públicos a preços reduzidos em municípios distantes. “Não sei se terão interesse”, afirmou ao Tele.Síntese, ao ser questionado se esses serviços pouco rentáveis poderiam atrair o interesse do setor privado, em caso de privatização da estatal, como quer o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o executivo, serviços públicos como os do INSS, vão girar em torno de R$ 8 a R$ 20.

“A empresa [os Correios] não visa grandes lucros”, acrescentou Cunha. “Tem que ser autossustentável. No ano passado, tivemos lucro, pequeno, mas é o que nos interessa. Estamos em um processo de crescimento bastante interessante”.O Balcão do Cidadão lançado hoje marca a ampliação de serviços prestados nas agências dos Correios, que estão instaladas em todos os 5.570 municípios brasileiros. Em muitos deles, como foi destacado durante o evento, os Correios são o único órgão federal presente. O general declarou que as contas dos Correios estão equilibradas. Prejuízos de R$ 4 bilhões registrados em 2015 e 2016, causados por desvios no Postalis, fundo de pensão dos empregados da estatal, serão equacionados com aval judicial. “Esse prejuízo de R$ 4 bilhões faz parte de coisas que ainda serão decididas. No caso do Postalis, os Correios poderão estender isso aí [o pagamento dos desvios] por 30 anos. A Justiça é que vai decidir”, falou.

Readequação

Segundo os Correios, não têm a ver com o projeto de privatização da estatal, como acusam entidades sindicais, as medidas adotadas para o fechamento de 161 agências e PDV, programa de demissão voluntária, para 7.300 empregados até 5 de julho. “Os Correios estão trabalhando para otimizar seus recursos com foco na melhoria do atendimento aos cidadãos, visando se manterem competitivos, modernos e sustentáveis. As agências que terão suas atividades migradas, em sua maioria, ocupam imóveis alugados, estão sombreadas por outras próximas e são deficitárias. Os empregados dessas agências serão transferidos para outras agências ou poderão optar pelo reenquadramento de atividade”, informou a assessoria.

telesintese.com.br

Fotos: Tarciso Augusto / Esp. DP Foto
Fotos: Tarciso Augusto / Esp. DP Foto
O Ministério da Educação divulgou uma nota na tarde desta quinta-feira (30) em que afirma que professores, servidores, funcionários, alunos e até mesmo pais e responsáveis “não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar”. Em seguida, orienta que sejam feitas denúncias por meio do site ouvidoria do MEC. A medida representa mais uma ofensiva da pasta em meio a um novo dia de manifestações pelo país contra o bloqueio de verbas do setor. O primeiro dia de protestos ocorreu em 15 de maio. Na nota, a pasta justifica a medida dizendo que “nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos políticos partidários e promover a participação de alunos em manifestações”. Questionado pela Folha a respeito do amparo legal das medidas e sobre o que levou a pasta a citar que até mesmo pais não estão autorizados a divulgar os protestos, o ministério ainda não respondeu. Além de vetar a divulgação das manifestações em horário escolar, o ministério também diz em nota que servidores públicos que participarem dos eventos podem ter o ponto cortado. “Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos”, completa.
diariodepernambuco
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                                                                            FRANCISCO CEPEDA / AGNEWS

Os paetês são sempre aposta certeira em quem gosta de criar looks glamourosos para eventos noturnos, especialmente festas de casamento, é o que comprova a apresentadora, Eliana, que apostou no brilho para prestigiar o casório da confeiteira Beca Milano, do programa “Bake Off Brasil”.

Vestido de paetês de Eliana

   A apresentadora surgiu com um modelito longo exclusivo da estilista Isabella Narchi, de mangas compridas com um decote em “V” que ia até um pouco abaixo dos seios e dava um ar fatal à produção. O curioso é que o decote quase proporcionou um recorte ombro a ombro no vestido. Alguns detalhes chamaram atenção na peça em tom azul-marinho, como a transparência delicada – e bem sexy! – que aparecia nas duas laterais do modelo indo do busto até um pouco abaixo do quadril e também nas mangas.

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FRANCISCO CEPEDA / AGNEWS
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FRANCISCO CEPEDA / AGNEWS

A saia fluida trazia um movimento leve ao look e também ajudava a realçar o brilho dos paetês aplicados.

Nos acessórios, Eliana apostou em uma clutch diferente no formato de olho grego, toda com aplicações de pedraria. Cabelos soltos, levemente ondulados, com brincos de argola completavam a produção.

 

Rachel Sheherazade terminou relacionamento recentemente (Foto: Reprodução)
Rachel Sheherazade no comando do telejornal. (Foto: Reprodução)

Um dos principais nomes do jornalismo do SBT, Rachel Sheherazade deve deixar o SBT nos próximos meses e ir para uma emissora concorrente após polêmicas com Jair Bolsonaro.

Recentemente, a jornalista entrou em “pé de guerra” com  o atual Presidente da República após fazer duras críticas contra seu governo. Destaque na emissora de Silvio Santos, Rachel Sheherazade é sondada pela CNN Brasil, que deverá ter sua estreia no segundo semestre desse ano. A produção paulista sabe da sondagem, mas, no entanto, não acredita que Rachel Sheherazade deixe o SBT ainda com dois anos de contrato com a emissora. Os funcionários duvidam que Sheherazade trocará o canal que lhe deu a grande oportunidade da carreira por outro e ainda com contrato vigente. Além de Rachel, a equipe da CNN segue fazendo “ataques” a concorrência. No entanto, muitos afirmam que Rachel tenha ficado lisonjeada após as reuniões com a CNN e mostrado interesse em trocar de emissora. Entretanto, caso queira deixar a emissora de Silvio Santos antes do fim de seu contrato, a jornalista teria que pagar a Silvio Santos o equivalente ao seu próprio salário, multiplicado pelos meses restantes previstos em documento assinado em 2018 que se estende até 2020.Recendo cerca de R$ 100 mil, caso queira, por exemplo, deixar o SBT agora em abril, Rachel teria que pagar como multa a emissora quase R$ 2 milhões. Ainda não tem nada certo sobre o futuro de Rachel, agora é só aguardar as cenas dos próximos capítulos e ver qual das opções ela vai preferir.

A jornalista Rachel Sheherazade (Foto: Reprodução/SBT)
A jornalista Rachel Sheherazade (Foto: Reprodução/SBT)

Recentemente, a jornalista deu o que falar com suas declarações, dessa vez sobre o golpe militar. Tudo aconteceu após o Presidente da República Jair Bolsonaro pedir esta semana para as Forças Armadas comemorarem o Golpe Militar de 1964, iniciado no dia 1° de abril. O ato provocou revolta de muitos e foi prontamente impedido pela Justiça através de liminar, pois viola princípio constitucional.

Rachel Sheherazade (Foto: Divulgação)
                               Rachel Sheherazade 

Mediante o debate sobre a ditadura militar em pleno 2019, com eleitores do Bolsonaro dizendo que não foi golpe, a contratada do SBT resolveu ironizar. “Gente, vamo parar com mimimi. Não teve Ditadura. Nenhum inocente foi morto ou torturado. Nenhum jornalista foi perseguido”, declarou ela em rede social nesta quinta (28). Contudo, percebe-se que a fala foi irônica, pois foi acompanhada da imagem do jornalista Vladimir Herzog, ex-presidente da TV Cultura, morto nas dependências do DOI-CODI em 1975, foto esta que ficou icônica pela defesa da democracia por ser muito forte e mostrar também uma tentativa bizarra dos militares de forjarem um suicídio.

otvfoco

Proposta foi feita por Onyx Lorenzoni em reunião na casa de Rodrigo Maia e confirmada por líderes de cinco partidos, além de deputados do DEM, PP, PSD, PR, PRB e Solidariedade, que não quiseram ser identificados

Foto: Marcos Corrêa/PR
 Reportagem na edição desta quarta-feira (24) da Folha de S.Paulo revela que, em reunião na casa do presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM/RJ), o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM/RS) ofereceu um extra de R$ 40 milhões em emendas parlamentares até 2022 a cada deputado federal que votar a favor da reforma da Previdência no plenário da Câmara. A informação foi confirmada por líderes de cinco partidos, além de deputados do DEM, PP, PSD, PR, PRB e Solidariedade, que não quiseram ser identificados. O valor representa um acréscimo de 65% nos R$ 15 milhõesem emendas parlamentares a que cada deputado tem direito por ano para obras e investimentos de infraestrutura em seus redutos eleitorais. Com os R$ 10 milhões extras por ano, esse valor pularia para R$ 25 milhões. O ministro de Bolsonaro, no entanto, não especificou de onde viriam os recursos.

CCJ
Após mais de oito horas de sessão e intenso bate-boca entre parlamentares, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (23),por 48 votos a favor e 18 contra, a admissibilidade da proposta de reforma da Previdência. O texto, agora, seguirá para análise de uma comissão especial que pode ser instalada na quinta-feira próxima. O acordo entre Governo e Centrão contrariou integrantes da Oposição, que exigiam a liberação de dados que embasaram a Previdência. O deputado Henrique Fontana (PT-RS) comparou a aprovação na CCJ, sem acesso às informações completas, “como assinar um contrato sem ler”. Já o líder da Oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), cobrou a divulgação dos dados. Para ele Paulo Guedes age de má fé ao não apresentar os dados ao parlamento. “Se tudo isso é verdade, porque o governo insiste em esconder as informações?”, questionou.

   Os deputados do DEM, PP, PSD, PR, PRB e Solidariedade, que não quiseram ser identificados.

    Será que esta é as atribuições dos deputados? Venderem a consciência  do povo, do qual depositaram neles na eleição passada.É preciso que o povo juntos façam manifestação pacificas para eles saberem que o voto é de grande importância quanto se vota em pessoas que tenha pudor, algo que muitos não tem.

“Caim tirou a vida de Abel como se encontra na Bíblia Sagrada em (Gn 4.8). A maioria dos políticos estão deixando a situação da nação brasileira na miserabilidade, pensando eles que tem o poder sobre o povo, sabemos que o poder pertence a JESUS.” E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

Caim tirou a vida de Abel
revistaforum

Por Redação

Matéria publicada na Folha de hoje diz que “deputados e líderes ouvidos em condição de anonimato” revelaram que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, iniciou ronda com líderes partidários com uma proposta de liberação de algumas dezenas de milhões de reais, fora da cota parlamentar, para cada deputado que votar em favor da reforma da Previdência.

A oferta do governo Bolsonaro aos deputados é de R$ 10 milhões por semestre, até 2020, totalizando R$ 40 milhões até o final dos presentes mandatos.

“Mais uma vez o povão é usado por estes ladrões sem compromisso com a nação brasileira, para usufruírem do suor dos trabalhadores em prol dos seus próprios interesses, como é de praxe. Senhores deputados e senadores vejam com bons olhos o que vão fazer com o povão que votaram em vocês.”

Em Filipenses 3.2 lemos:Cuidado com os ‘cães’, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão!”. Paulo passa esse tipo de advertência em quase todas as suas cartas. Ele adverte contra falsos mestres que penetram na igreja e ensinam algo diferente do que Paulo e os apóstolos. Ele descreve os falsos mestres como cães, como quem pratica o mal e como aqueles que introduzem uma falsa circuncisão. Quando se trata do evangelho, Paulo não contemporiza. Do ponto de vista atual, isso não é “politicamente correto”. Em nossos dias, muitos – especialmente políticos – procuram enfeitar o que dizem para de modo nenhum ferir alguém. Paulo, no entanto, não pode tolerar nada que afaste da doutrina da graça.

Quem são os cães a que Paulo se refere? Naqueles tempos, os cães eram diferentes daqueles que conhecemos hoje. Para nós, o cão é um animal doméstico e é tido como agradável, gentil e o melhor amigo. Naqueles tempos, porém, os cães eram selvagens, circulavam em bandos e só viviam em busca de vítimas. O mesmo comportamento é o dos falsos mestres que penetram na igreja. Eles procuram a quem possam devorar e onde estão os pontos fracos.

No Salmo 59.4-5 diz: “Mesmo eu não tendo culpa de nada, eles se preparam às pressas para atacar-me. Levanta-te para ajudar-me; olha para a situação em que me encontro! Ó Senhor, Deus dos Exércitos, ó Deus de Israel! Desperta para castigar todas as nações; não tenhas misericórdia dos traidores perversos”. Davi descreve aqui os descrentes, os pagãos. Mas em quem Paulo pensa? De certo modo, Paulo também se refere aos descrentes. Em Filipenses 3.3 ele enfatiza: “Pois nós é que somos a circuncisão”. Os falsos mestres eram judaístas e pregavam a circuncisão. Afirmavam que os crentes deveriam circuncidar-se para serem membros efetivos da igreja.

Paulo era judeu e em geral enfrentava oposição dos judeus. Aonde quer que ele fosse, seu primeiro destino era sempre a sinagoga. De fato, esse era o melhor ponto de partida para evangelizar numa cidade. Em geral, os judeus causavam então algum tumulto por não concordarem com Paulo. Onde há tumulto, costuma juntar gente para ver o que há. Uma oportunidade como essa pode ser aproveitada para pregar a todos. Assim, naquele tempo viviam no Império Romano muitos judeus espalhados por toda parte, e Deus usou essa situação para divulgar o evangelho. Paulo enfrentava oposição por perseguição. Os judaístas ensinavam “Jesus e a circuncisão” ou “Jesus e o sábado” ou “Jesus e uma outra lei”. Não era mais a graça somente.

Se alguém pregar um evangelho diferente daquele anunciado pelos apóstolos, ele será um falso mestre e amaldiçoado.

Paulo identifica esses “cães” também com “esses que praticam o mal”. O termo “praticam” designa pessoas ativas e que, nesse caso, vêm trazer um outro evangelho. Esse também era o problema das igrejas na Galácia: “Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!” (Gl 1.6-8). Também aqui Paulo não deixa dúvidas. Ele diz que, se alguém pregar um evangelho diferente daquele anunciado pelos apóstolos, ele será um falso mestre e amaldiçoado.

Esses “que praticam o mal” talvez fossem externamente perfeitos, talvez seu estilo de vida parecesse impecável. Talvez tais pessoas tenham sido observadas e tenham impressionado com sua aparência exemplar e decente. No entanto, não devemos deixar-nos enganar: Satanás não é tolo, ele sabe como pode seduzir os crentes. Em Filipenses 3.18 Paulo escreve em prantos: “Pois, como já disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de Cristo”. O apóstolo conhece o mal que esses inimigos poderão provocar. Ele adverte os filipenses a ficarem atentos e, com respeito aos judaístas, que deverão guardar-se do legalismo.

Tendemos facilmente a pensar que devemos oferecer algo a Deus para receber algo dele. É a natureza humana: se eu trabalhar, serei remunerado. Em parte, também pensamos assim em relação à obra da redenção: preciso fazer algo a fim de merecê-la.

Não, nós nada podemos oferecer a Deus. Jesus Cristo realizou tudo por nós. É graça e apenas graça. Será que isso significaria então que podemos fazer o que bem entendemos? Não, um cristão que pensa assim precisaria se questionar se ele realmente experimentou um novo nascimento. Um cristão em quem realmente habita o Espírito de Deus desejará viver segundo o padrão de Deus. Ele será transformado pelo Espírito de Deus. Mas se começarmos a pregar a necessidade de praticar isso e mais aquilo para conquistar a salvação, como por exemplo guardar sábados e determinadas festas, observar leis de pureza, jejuar, confessar-nos, isto será um outro evangelho, que não encontramos na Bíblia.

Naquele tempo, o que penetrava na igreja eram os judaístas e adicionalmente as marcas das religiões pagãs. E como é a situação nas nossas igrejas? Em Mateus 7.21-23 lemos: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor!’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!”.

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roupas estilo militar

© Pinterest roupas estilo militar

Jaqueta, colete, coturno, verde-musgo, camuflado… Todas as cores e formas do estilo militar estão de volta! Há tempos essas peças são parte do vestuário feminino, mas as cores que marcam essa tendência voltaram com força nas últimas temporadas e já fizeram a cabeça das fashion girlsCombinando o verde-musgo com a tendência oversized, as jaquetas no estilo bomber estão por toda parte e a peça já é item queridinho para ter no armário. E o melhor: essa cor é básica e combina com tudo!Peças mais clássicas também adquirem os tons militares e ficam incríveis, como o macacão e o slip dress, aquelas famosas camisetas usadas por baixo dos vestidos. O marrom e o preto também aparecem nas produções com esse estilo e os botões grandes são destaque dos casacos.

Para investir no estilo militar, confira 9 peças essenciais para ter no guarda-roupa!

1. Jaquetas

  As jaquetas em modelos grandes são a cara dessa tendência e podem ser usadas desde looks casuais a produções para a balada.

2. Macacão

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O macacão, uma das peças queridinhas das últimas temporadas, também combina muito com essa tendência.

3. Coletes

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O colete é a terceira peça perfeita para entrar no clima militar. Invista na peça em marrom ou verde-musgo e oliva para arrasar.

4. Camiseta

 

 

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A camiseta vai com tudo e nas tonalidades do estilo militar fica moderna em qualquer ocasião.

5. Bomber Jackets

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As bomber jackets já se estabeleceram como peças fundamentais no inverno e ficam ainda mais lindas em verde e com patches.

   6. Calça verde

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A calça verde com laço é ideal para aquela reunião em trabalho ou para um evento mais formal!

7. Slip dress

 

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Mesmo nos dias quentes e no verão, essas cores fazem sucesso. O slip dress pode ser usado com ou sem camiseta e fica incrível.

8. Vestido

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Os vestidos verde-musgo com recortes nas mangas estão em alta e podem ser usados em eventos mais descontraídos!

msn

Jorge William

A Justiça Federal de São Paulo determinou o bloqueio de R$ 128 milhões do deputado federal Aécio Neves (PSD-MG). O juiz da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, João Batista Gonçalves, atendeu um pedido da Polícia Federal feito em dezembro do ano passado ano âmbito da operação Ross, que apura pagamento de propina ao tucano pelo grupo J&F em troca de favorecer suas empresas se ele fosse eleito presidente da República.

A PF alega que Aécio usou os recursos ilícitos para comprar apoio de outros partidos, como o PTB. Por isso, a decisão também alcançou a ex-deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) e o ex-deputado federal Benito Gama (PTB-BA), que tiveram R$ 20 milhões bloqueados respectivamente. O montante de R$ 128 milhões bloqueados se referem ao valor que Aécio teria recebido da J&F entre 2014 e 2016 em diversas operações ilícitas que vão de repasses a ele à Rádio Arco-Íris, de sua família, à compra de um prédio em Belo Horizonte que teria sido feita para beneficiá-lo financeiramente.  O juiz autorizou o bloqueio de 21 alvos entre pessoas físicas e jurídicas. Entre eles estão o primo de Aécio que foi flagrado pegando dinheiro em nome do então senador, e a Rádio Arco Íris, da família do tucano. O advogado de Aécio, Alberto Toron, disse o bloqueio é “inusitado e incompreensível” e que já apresentou recurso contra ela. Torom diz que “os valores referem-se, na sua grande maioria, segundo os próprios delatores, a doações eleitorais feitas pela JBS a diversos partidos políticos em 2014”. Afirma ainda que o destino final desses recursos foram os diferentes partidos políticos da coligação do PSDB. “Nunca houve sequer uma acusação de que o deputado Aécio tenha se beneficiado pessoalmente de nenhum centavo. Registre-se que os aventados R$ 128 milhões nunca entraram, saíram ou transitaram nas contas do deputado, que, ao longo dos anos, não chegou a ter como saldo, entre conta bancária e aplicação financeira, sequer 1% de tal valor”, afirmou. 

oglobo

No mês de maio é celebrado o dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O Brasil caminha a passos lentos na discussão do tema. Dados recentes do Disque 100, um dos principais meios de denúncia, apontam que, em 2017, foram feitas mais de 20 mil denúncias desse tipo no serviço.  Segundo o Ministério da Saúde, de 2011 a 2017, foram notificados mais de 184 mil casos de violência sexual, sendo 31,5% contra crianças e 45% contra adolescentes.

Tratar do assédio ou abuso sexual, em especial com as crianças e jovens, é uma tarefa árdua e extremamente sensível. Percebendo a naturalização e banalização do assunto, magistrados paulistas apostaram em uma abordagem lúdica para conscientizar as crianças. O projeto “Eu tenho voz”, idealizado pelo Instituto Paulista de Magistrados (Ipam), é  uma iniciativa que leva às escolas ações contra o abuso sexual, físico e psicológico de crianças e adolescentes. Uma das ações que tem gerado resultado, segundo a presidente do instituto, a juíza Hertha Padilha de Oliveira, é a apresentação de uma peça de teatro em escolas públicas para crianças de 7 a 12 anos. Nestes três anos de projeto, a peça “Marcas da Infância” atingiu público de aproximadamente 11,5 mil pessoas, somando 130 denúncias diretas. Depois das apresentações, juízes e professores fazem um debate sobre as cenas e explicam as situações, mostrando às crianças como pedir ajuda.

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Brasília – Chamada pública lançada pelo Comando do 2º Batalhão de Fronteira do Exército Brasileiro, em Cáceres (MT), é oportunidade de venda para produtores rurais da região, localizada na fronteira com a Bolívia.  A lista de demandas é composta por frutas, verduras, ovos, hortaliças e polpas de suco que vão abastecer a unidade por um ano. As propostas e documentos das cooperativas devem ser entregues na sede da unidade até 28 de maio. O edital vai destinar R$ 1,3 milhão para a compra de produtos da agricultura familiar.

A aquisição será feita por meio da modalidade Compra Institucional, do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Por lei, ao menos 30% dos produtos obtidos para alimentação nas instituições públicas federais devem vir da agricultura familiar.

A coordenadora-geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do Ministério da Cidadania, Hetel Santos, destaca o lado positivo do processo de comercialização da Força Armada na região. “É uma oportunidade para a economia local, destacando que é também uma ação importante para a segurança nacional, reforçando o apoio do Exército naquela área de fronteira, fortalecendo a relação junto com os agricultores familiares”, apontou.

Relatório revela como os países enfrentam temas referentes ao abuso e exploração infantil (Foto: Pexels)

O abuso e a exploração sexual de crianças são temas preocupantes no mundo inteiro. A novidade, dessa vez, é o relatório Out of the Shadows, públicado há poucos dias pela revista britânica The Economist. Ele revela como 40 países, que cobrem 70% da população global com menos de 19 anos de idade, estão enfrentando o problema. Criado com orientação de um painel internacional de especialistas, o estudo abrange, por exemplo, casamento infantil, saúde reprodutiva e sexual, diferenças de gênero, aplicação da lei, assim como o abuso sexual infantil online que, com a expansão da internet, colocou mais crianças em risco. O relatório avalia o ambiente, em itens como a segurança; as leis de proteção às crianças; compromisso e capacidade dos governos; e o engajamento do setor privado, da sociedade civil e da mídia. Desta forma, a nota é composta por 34 indicadores e 132 subindicadores. Quanto maior a pontuação, maior a probabilidade de as crianças serem protegidas.

Porém, o estudo não acredita que os melhores desempenhos estejam associados à riqueza ou população de um país, mas à pontuação no Índice de Democracia daEconomist. Segundo o relatório, “o estigma e a falta de uma discussão aberta sobre o sexo, direitos das crianças e gênero” podem prejudicar a capacidade de um país de proteger suas crianças. Até por que, historicamente, os casos envolvendo menores são encobertos por omissões, tabus e pelo fato da maior parte dos abusos serem cometidos por pessoas próximas as vítimas.

Revelações do Out of the Shadows 

O estudo mostra que os dez países que ocupam o topo do ranking de combate ao abuso sexual infantil e exploração, estão entre os mais ricos do mundo. No entanto, apenas três deles — Reino Unido, Suécia e Canadá — receberam uma pontuação acima de 75 (em uma escala de 100 pontos).  Ele explica que a política do governo do Reino Unido para proteger as crianças é particularmente bem desenvolvida, e o país tem um alto nível de envolvimento da indústria, da sociedade civil e da mídia. O ambiente geral da Suécia para crianças e sua estrutura legal são muito fortes, assim como no Canadá. Na outra ponta, os últimos colocados são Moçambique, Egito e o Paquistão, com apenas 28,3 pontos.

Já o Brasil é o 11º melhor colocado, com 62,4 pontos, ficando abaixo da Austrália, Estados Unidos, Alemanha, Coreia do Sul, Itália, França e Japão. O país está acima da média do grupo, que é de 55,4 pontos. Entre os principais destaques, segundo o estudo, estão as leis de proteção as crianças, assim como o envolvimento do setor privado, da sociedade civil e da mídia. 

Por outro lado, as limitações brasileiras estão na falta de programas de prevenção para abusadores em potencial, assim como na coleta e divulgação de dados sobre violência sexual contra crianças. No entanto, esse último não é exclusividade do Brasil, já que apenas metade dos países analisados coletam dados de prevalência sobre abuso sexual infantil e apenas cinco coletam esses dados em exploração sexual infantil.

Outro ponto destacado pelo relatório: meninos são negligenciados. Pouco mais da metade, ou seja, 21 dos 40 países não tem proteção legal para os meninos dentro de suas leis de estupro contra crianças. Além disso, apenas 18 coletam dados de prevalência sobre abuso sexual de meninos. O estudo orienta que as iniciativas para combater o abuso de crianças devem ter em conta diferenças de gênero, mas sem que isto deixe qualquer segmento esquecido.

Muito trabalho pela frente

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Carol Peixinho participante do BBB 19
Carol Peixinho participante do BBB 19 (Foto: Reprodução/Globo)

ex-BBB, Carol Peixinho que ficou em terceiro lugar na última edição do reality show, acaba de engatar um romance com um ator da Globo.

A empresária, dona de um brechó, Carol peixinho que chamou a atenção do público por ser viciada em atividades físicas na casa está namorando o ator, Felipe Roque. Para quem não lembra, Felipe Roque já foi protagonista de Malhação e é muito amigo de outro ator global, Marcelo Melo Junior. O último trabalho de Felipe na TV foi em na novela Jesus da Record. Mas segundo informações o ator pode participar de um próximo folhetim na Emissora dos Marinhos. A noticia de que Carol Peixinho e Felipe Roque estão juntos foi dada pela jornalista Fábia Oliveira do jornal O Dia. Antes do affair com Carol Peixinho, Felipe Roque teve um namoro com a modelo e atriz Aline Riscado, que ficou famosa por protagonizar a publicidade de uma marca de cerveja. Os dois estiveram juntos por um bom tempo e chegaram a produzir e encenar uma peça de teatro, “Jogo do Amor”. Mas a relação teve um ponto final em fevereiro desse ano, e assessoria do ator até emitiu uma nota publicada pelo Jornal Extra: “A assessoria do ator Felipe Roque garante que o término aconteceu de forma amigável e não existe qualquer mal entendido entre os dois. Felipe e Aline continuam tendo uma boa relação e seguindo com as suas vidas profissionais e pessoais separadamente”. O romance de Felipe Roque e Carol Peixinho foi confirmado por uma amiga da ex-BBB, segundo Fábia Oliveira. Carol ganhou R$50 mil por conquistar a terceira posição do Big Brother Brasil, a primeira foi de Paula e a segunda posição ficou com o Alan. Carol Peixinho tem 33 anos é formada em psicologia e tem temperamento bem forte, como pode ser observado na casa. Felipe Roque tem 32 anos, é carioca e recentemente fez uma viagem aos Estados Unidos ao lado do amigo, Marcelo Melo Junior, os dois visitaram os principais parques da Flórida, e enfrentaram uma montanha-russa radical. De quebra também puderam participar da festa da sertaneja Simone, da dupla com Simaria, semana passada, 24.

Crédito: Divulgação

Carlos José Marques

São imprudentes, obscuros e arbitrários os objetivos por trás da manifestação arquitetada por idólatras do “Mito” e fomentada pelo capitão em pessoa nas redes sociais. Não vá se falar em mero protesto. A insurgência contra os poderes constituídos flerta diretamente com o autoritarismo — ainda mais levada a cabo diretamente pelo mandatário. Ele, prudentemente, depois de alertado, resolveu recuar da ideia tresloucada de estar à frente participando ativamente nas ruas. Se assim o fizesse poderia incorrer em crime de responsabilidade por atentar, de maneira insofismável, contra a Carta Magna que no artigo 85, incisos II, III e IV condena qualquer afronta ao livre exercício dos Poderes. Uma mobilização com esse intuito empurraria Bolsonaro à porta do impeachment. De qualquer maneira, ele procura impor o conceito de um governante vivendo sem a necessidade de dialogar com forças moderadoras, tal qual um monarca absolutista com pendores ditatoriais. Não se engane: o problema de Bolsonaro não é com o Congresso ou com a massa amorfa de políticos classificada como “Centrão” que, no seu julgo, converteu-se em inimigo número um do Brasil. O mandatário tem algo mesmo, de verdade, contra a democracia e daí a ofensiva às instituições basilares que lhe dão respaldo — Parlamento, Judiciário, imprensa e Forças Armadas. Sim, por que até na direção delas mirou a artilharia de descrédito recentemente. Redes bolsonaristas, de maneira inflamada e raivosa, pedem o fechamento do Congresso, a deposição de ministros do Supremo, a invasão de autarquias e conclamam o povo a servir de massa de manobra nessa marcha da insensatez, indevida e beligerante. A intentona tem método e fim: manietar todos aqueles que lhe pareçam adversários, pelo mero princípio de discordar de suas estultices e ambições. O chefe da Nação sonha em comandar fora das regras do jogo, sem interposições ou freios. Diante da desconcertante inabilidade que exibiu para governar, Bolsonaro transfere a responsabilidade dos erros aos outros. Na sua visão, desconectada dos fatos, não conseguiu fazer o que precisava porque o “sistema” não deixou, e não em virtude da incapacidade nata deveras exibida. Orientou os “eleitores-raiz”, menos de seis meses após a posse, a tomarem as ruas munidos do ingrediente autocrático para a disruptura. Na prática, diversas organizações, movimentos sociais e mesmo empresariais — aliados de primeira hora — evitaram embarcar na aventura, com traços golpistas. O MBL e o “Vem Prá Rua”, que deram a argamassa de mobilização do impeachment de Dilma Rousseff, não avalizaram a articulação oficialesca e oportunista da claque de Bolsominions. A pergunta concreta, ainda sem resposta, coloca o presidente no foco da pregação: Bolsonaro busca protestar contra o quê? Se foi ele, justamente, no exercício da militância ideológica, quem travou o diálogo com as demais instituições, por que agora se acha no direito de anarquizar o convívio? O País vive os impactos devastadores de uma guerra ideológica que dá as costas às necessidades elementares do povo. Emprego, renda e crescimento ficaram em segundo plano. Problemas cotidianos não são atacados. Restou óbvio que o mandatário considera impossível governar sem semear o conflito, demonizando os demais esteios constitucionais. Há poucos dias veiculou em sua rede digital um texto, qualificado por ele como de “leitura obrigatória para quem se preocupa em antecipar os fatos”, apontando o País como “ingovernável” sem os “conchavos”, deixando-o de mãos atadas. A mensagem atribuía o fracasso prematuro da nova gestão à influência de forças ocultas, corporações que impedem qualquer presidente de governar – uma versão rotineiramente incutida pela claque do mandatário nos áulicos seguidores. Inevitável traçar um paralelo com a carta-renúncia do ex-presidente Jânio Quadros, nos idos dos anos 60, que também atribuía seu naufrágio presidencial a terríveis forças do “sistema”. Daí à conclamação para a tomada das ruas, sitiando Legislativo, Judiciário ou quem mais atravessar suas pretensões, foi um passo. Bolsonaro busca transformar o Brasil numa versão venezuelana à direita, com protestos diários contra e a favor de um modelo arbitrário de poder. De uma maneira ou de outra terá de perceber que não existe espaço para governar na base do grito por aqui. A ideia, ventilada por ele, de um Brasil livre de “impedimentos institucionais” é abjeta. Jair Messias Bolsonaro, do alto dos 57 milhões de votos angariados nas urnas, precisa deixar de lado o papel de mero chefe de um grupo sectário e assumir devidamente, movido a princípios republicanos, a dimensão do cargo recebido por outorga da maioria da população.

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Crédito: Reprodução/Twitter

 

 

 

 

 

 

 

Da Redação

No último domingo (26), Jair Bolsonaro (PSL) usou suas redes sociais para publicar a foto de uma senhora envolta pela bandeira do Brasil e marcando entre manifestantes com um andador ajudando na caminhada. O problema é que essa mulher, identificada como Maria Nina Rattes, não esteve nas ruas no fim de semana para protestar a favor do governo porque morreu em novembro do ano passado. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. Familiares de Maria Nina se pronunciaram sobre o caso no Facebook. Leonardo, neto da senhora e eleitor do atual presidente, disse que a avó “estaria orgulhosíssima” do ato que ele considera uma homenagem. “Estava com muita esperança que as coisas fossem mudar, que seria um governo mais íntegro e honesto”, declarou. O neto de Nina afirma que a avó era fã de passeatas e sentia prazer em se juntar aos atos. Ele não soube especificar, porém, qual a data da manifestação da imagem em que ela aparece nas redes sociais do presidente. Leonardo ainda disse que foi às ruas no domingo “em homenagem à minha avó”.

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Reforma administrativa precisa ser votada até dia 3

Reforma administrativa precisa ser votada até dia 3

Edilson Rodrigues/Agência Senado – 14.11.2017

Os ministros Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Paulo Guedes (Economia) assinaram uma carta pedindo que o Senado vote a Medida Provisória da reforma administrativa como o texto foi aprovado na Câmara, na semana passada.O documento foi entregue pelo chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), durante café da manhã, nesta terça-feira (28), no Palácio da Alvorada. Até agora, o líder do PSL na Casa, Major Olimpio (SP), dizia que ia apresentar emenda à proposta que passou pela Câmara, na tentativa de devolver o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) a Sergio Moro. Ao votar a MP da reforma administrativa, a Câmara tirou o Coaf das mãos de Moro e o transferiu para o Ministério da Economia.

STF

Avaliando que o Senado poderá aprovar a reforma administrativa com o mesmo texto da Câmara, o Podemos prepara uma ação no Supremo Tribunal Federal contra a transferência do órgão ao Ministério da Economia. De acordo com a presidente do Podemos, Renata Abreu, o argumento da legenda é que o Congresso não pode interferir na transferência de um órgão do governo federal, mas apenas poderia deliberar sobre a criação ou extinção de uma estrutura.

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SBT (Foto: Reprodução) Gabriel Diniz, Fofocalizando, Lívia Andrade
Lívia Andrade do Fofocalizando no SBT (Foto: Reprodução)

O Fofocalizando estava hoje fazendo a cobertura do velório do cantor que faleceu ontem a tarde(27), Gabriel Diniz. Quando entrou ao vivo para falar com Lívia Andrade, na emissora do SBT e algo bem bizarro aconteceu. A repórter falava da emoção que presenciava dos amigos e familiares do cantor Gabriel Diniz quando um rapaz passou e tentou pegar o celular dela. Ele conseguiu, saiu correndo, mas antes que pudesse fugir, foi abordado por outros presentes homens ali na local. Lívia Andrade, do Fofocalizando se revoltou e disparou: “que falta de sensibilidade gente”. Realmente né? Errada ela não está.

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Durante a cobertura do velório, a repórter tentava abordar o cantor Wesley Safadão que estava saindo do local no exato momento em que ela sofreu a tentativa de assalto. Um pouco antes, a repórter mostrava como o cantor Wesley Safadão chegou ao velório de Gabriel Diniz, no Ginásio Ronaldão, por volta de 13h15 desta segunda-feira e estava muito emocionado. O artista estava acompanhado da mulher, Thyane Dantas, e da mãe, dona Bil. Wesley relutou para chegar perto do caixão. No entanto, pouco depois, aproximou-se. Ao abraçar a mãe, Safadão não segurou as lágrimas e chorou muito. O cantor também deu um longo abraço em Matheus, da dupla com Kauan, e em Xand Avião. Os fãs, acomodados na arquibancada, aplaudiram muito o momento. Além de Wesley Safadão, Mano Walter e Léo Santana estiveram no local da despedida, mas não foram para a área do velório. A finalista da terceira edição do The Voice Kids, Mariah Yohana, abraçou muito o pai de Gabriel Diniz.
Wesley Safadão chorou no velório de Gabriel Diniz (Reprodução: Twitter)
Wesley Safadão chorou no velório de Gabriel Diniz (Reprodução: Twitter)

O avião monomotor que levava Gabriel Diniz caiu nessa segunda-feira (27/05/2019), no povoado do Mato, em Estância (SE), sul do estado. O acidente matou também Linaldo Xavier e Abraão Farias, diretores do Aeroclube de Alagoas. A aeronave não tinha autorização para realizar voos comerciais, de acordo com uma pesquisa no site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O monomotor pertencia ao Aeroclube de Alagoas, cujo dono é Denisson Eduardo De Mello Flores, e tinha permissão apenas para voos de instrução.

Segundo informação da agência, o avião estava em situação regular, com Certificado de Aeronavegabilidade (CA) válido até 2023 e Inspeção Anual de Manutenção (IAM) em dia até março de 2020. Após a tragédia, a Anac suspendeu os voos do Aeroclube de Alagoas e também abriu procedimento administrativo referente ao caso. A Força Aérea Brasileira (FAB) vai apurar as causas da queda. Além do responsável pelo hit do Carnaval, a tragédia matou Linaldo Xavier e Abraão Farias, diretores do Aeroclube de Alagoas. Em entrevista ao site G1, um outro diretor do aeroclube, que se identificou apenas como Roberto, confirmou ao site a identidade das vítimas: Abraão era piloto desde 2012 e Linaldo tinha três anos de experiência. Os dois eram comandantes.

“O Farias era muito amigo do Gabriel Diniz e levou o Xavier para passar o fim de semana em Salvador [BA], onde encontraram o cantor [que havia feito show em Feira de Santana] e voltariam juntos para Maceió”, afirmou Roberto em entrevista ao site.

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Isis Valverde aproveitou o feriado da Páscoa para fazer uma pequena visita a Aiuruoca, sua cidade natal em Minas Gerais. Por lá, a atriz recarregou as energias em paisagens naturais de tirar o fôlego e ainda marcou presença no casamento de sua prima, Mayara Nable. Escalada como madrinha dos noivos, a estrela global compartilhou alguns cliques do casório em sua página no Instagram e roubou a cena pelo look que usou na ocasião. Apesar de deslumbrante, o modelito acabou dando o que falar por outro motivo bem inusitado. Entenda:

Isis Valverde como madrinha de casamento

Cinco meses após dar à luz seu primeiro filho, Isis usou um vestido longo sexy que valorizou sua silhueta sequinha. A peça, que era assinada pelo estilista Tufi Duek, tinha um decote bem generoso e recortes nas duas laterais da cintura, deixando à mostra sua tatuagem na costela. Mesmo com tantos detalhes fascinantes, porém, o que mais chamou a atenção dos internautas foi a cor do vestido. Isso porque ele era todo feito em um tom de verde neon suave, fazendo muita gente pensar apenas em uma mesma piada. Nos comentários das fotos, alguns seguidores não resistiram e fizeram um trocadilho que relacionava a cor do vestido com o sobrenome da atriz: “Isis vai de verde” e “Isis tá de verde”. A brincadeira, claro, divertiu os fãs da morena, que também arrancou elogios pelo look.

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