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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: agosto 2019

Criada para vestir uma mulher antenada e moderna

ACESSEM E VEJAM A VARIEDADE DE NOVIDADES TUDO TOP.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                

 Entenda de Moda é acredita que a transparência e a ética são os valores norteadores para uma moda mais justa e consciente.

Sabrina Sato desembarca em Santiago, no Chile (Foto: Marlon Brambilla)

Virar a noite em uma festa animadíssima e seguir direto para o aeorporto para uma viagem internacional pode ser receita para a exaustão. Mas nada que Sabrina Sato não tire de letra – e de quebra com mais um look que comprova suas credenciais fashionistas. Depois de revelar em seu Instagram que saiu direto da festa de abertura da primeira loja da Balmain no Brasil para o aeroporto rumo a Temuco, no Chile, a apresentadora desembarcou em Santiago servindo de inspiração absoluta para quem não abre mão do conforto nem do estilo na hora de viajar.

Rapidíssima já com a nova bolsa Arco da Bottega Veneta em punho, Sabrina elevou o look calça de moletom com o casaco Teddy Bear da Max Mara, que virou febre entre as fashionistas e influencers, e cachecol vintage Louis Vuitton. Nos pés, ao invés das já clássicas Uggs – favoritas de celebs como Rihanna para vôos longos -, Sabrina deixa a dica: as botas da Timberland podem ser uma ótima alternativa. Some ao look os apliques compridíssimos – de 1,20 de comprimento! – e Sabrina confirma: definitivamente, não há cansaço que derrube seu visual!

vogue

Presidente insufla as queimadas com sua retórica incendiária e antiambiental, destrói a imagem do País no exterior e submete o Brasil a riscos econômicos

Crédito: Reprodução

IRADO O presidente Jair Bolsonaro espelha Nero, o Imperador Romano. Só faltou a harpa

(Crédito: Reprodução)

Ainda não é possível dimensionar a extensão do dano ambiental que a atual temporada de queimadas na Amazônia provocou. O estrago à imagem do Brasil, no entanto, já é uma realidade – tornou-se gigantesco, sem precedentes na recente história republicana. Em oito meses de gestão, o presidente Jair Bolsonaro conseguiu um feito às avessas: aniquilou a reputação do País em um dos poucos setores em que brilhávamos soberanos, o da preservação das nossas florestas. Agiu como Nero, o Imperador tirano e autoritário que, para reafirmar seu poder, ordenou o incêndio criminoso em Roma no trágico 18 de julho de 64 d.C. Enquanto Roma ardia em chamas, Nero tocava sua harpa. Não à toa, o assunto dominou as manchetes de todos os grandes jornais e TVs. Líderes se reuniram para debater o assunto e celebridades como o ator Leonardo DiCaprio e o jogador Cristiano Ronaldo se mobilizaram. A hashtag #PrayForAmazonia (reze pela Amazônia) foi a mais compartilhada do planeta. É como se o dia 19 de agosto, quando o dia virou noite em São Paulo por causa de uma frente fria associada à fuligem, tivesse feito “cair a ficha” da comunidade internacional as queimadas desprovidas de freio, que já preocupavam pelo discurso antiambiental de Jair Bolsonaro. Para o Brasil, o episódio se revelou devastadorA chamada estação anual do fogo sempre existiu. É fato. Bolsonero sabotou, porém, todas as formas de combatê-la ao anunciar sua oposição às multas do Ibama, proibir que fossem destruídos equipamentos clandestinos na mata, questionar os dados do INPE, demitir seu diretor e romper com o Fundo Amazônia. Especialistas são unânimes em afirmar que o grau de desmatamento é inversamente proporcional à fiscalização. Quando esta diminui, o outro aumenta. É como se os desmatadores tocassem sua harpa de ouvido. Se o mandatário inclina-se à permissividade, o sinal verde está dado para a valsa fúnebre das queimadas.

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Polícia Civil do Pará identificou três suspeitos de provocar queimadas em área de floresta nativa no sudeste do Estado. Nesta quinta-feira, 29, policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa dos suspeitos. Dois são irmãos e proprietários da fazenda Ouro Verde, em São Félix do Xingu, e o terceiro é gerente da propriedade. A fazenda fica localizada dentro da Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu.

Incêndio na floresta amazônica em Altamira, no Pará
27/08/2019 REUTERS/Nacho Doce
Incêndio na floresta amazônica em Altamira, no Pará
27/08/2019 REUTERS/Nacho Doce

Foto: Reuters

Segundo a polícia, foi encontrado no local um grupo de trabalhadores em condições análogas à escravidão. Durante a operação, um dos suspeitos foi preso em flagrante com um revólver calibre 38, sem porte legal, durante cumprimento de busca e apreensão, na sede da fazenda em São Félix do Xingu. As queimadas na região amazônica causaram repercussão global e levaram o presidente Jair Bolsonaro a enviar as Forças Armadas para conter os focos.Os três vão responder por danos em área de proteção ambiental, poluição, queimadas e associação criminosa. De acordo com a Polícia, equipes fazem buscas na fazenda e em outras propriedades dos investigados, localizadas no Estado de Goiás.Segundo o diretor de Polícia do Interior da Polícia Civil do Pará, delegado José Humberto Melo, as investigações mostram que o grupo já derrubou e tocou fogo em mais de 5 mil quilômetros de mata. As investigações indicam que um dos suspeitos pode ter contratado mais de 50 homens para derrubar 20 mil hectares na fazenda Ouro Verde, que fica em área de proteção ambiental.

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Resultado de imagem para Nepotismo cruzado na Saúde e na Cidadania pode causar demissões
(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press Wilson Dias/Agência Brasil.)

Um caso de nepotismo cruzado pode embaralhar, mais uma vez, a Esplanada os Ministérios. A polêmica envolve as pastas da Saúde e da Cidadania, respectivamente chefiadas por Luiz Henrique Mandetta e Osmar Terra. Na Saúde, foi empregada Marisete Scalco Franke, mulher do chefe de gabinete da Cidadania, Cláudio Franke. Sob o guarda-chuvas da Cidadania, por sua vez, está a mulher do secretário-executivo da Saúde João Gabbardo, Sabine Breton Baisch.

A nomeação de Marisete foi publicada em 24 de maio, respaldada pelo Decreto nº 8.821/2016, endossada por Mandetta. Ela exerce o cargo de chefe de gabinete da Secretaria de Atenção Primária à Saúde. A de Sabine, que é personal trainer e ocupa o cargo de Gerente de Projeto da Secretaria-Executiva do Ministério da Cidadania, foi assinada por Osmar Terra em 11 de julho. 
Para o ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, a situação pode ser qualificada como exemplo de nepotismo cruzado. “O caso configuraria esse ilícito, com certeza. E as medidas, agora, cabem às autoridades competentes. Mas me parece que órgãos controladores e fiscalizadores deveriam intervir. É trabalho para o Ministério da Transparência, que abarca a Controladoria-Geral da União (CGU).”
A CGU dispõe que nepotismo é quando um agente público usa sua posição de poder para nomear, contratar ou favorecer um ou mais parentes, sejam por vínculo de sangue ou afinidade — o que viola garantias constitucionais de impessoalidade administrativa. Nepotismo direto é aquele em que a autoridade nomeia seu próprio parente.
O nepotismo cruzado é aquele em que o agente público nomeia pessoa ligada a outro agente público, enquanto a segunda autoridade nomeia uma pessoa ligada por vínculos de parentescos ao primeiro agente, como troca de favores, também entendido como designações recíprocas. O Decreto nº 7.203, de 4 de junho de 2010 veda tanto o nepotismo direto, quanto o cruzado. Conforme disposto no Decreto nº 7.203/2010, é entendido como familiar o cônjuge, o companheiro ou o parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até o terceiro grau.
Eleito na esteira da mudança, o presidente teria ficado sabendo do caso de nepotismo — o que causou mal-estar no governo e criou a curiosa possibilidade de substituição de Mandetta por Osmar. Assessores palacianos dizem que Bolsonaro teria se irritado com essas duas indicações correlatas, o que pode enfraquecer o discurso anticorrupção do Planalto. Na Saúde, assessores afirmam não estar sabendo de nada sobre substituições, porque o presidente tem “diversas agendas” com o ministro, inclusive, para daqui há três meses. Oficialmente, a pasta foi procurada mas ainda não se pronunciou. O jornal também procurou a Cidadania, que também não respondeu às mensagens enviadas.

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 Lula está preso há mais de 500 dias; no processo do Sítio de Atibaia, não foi respeitado o direito à ampla defesa - Créditos: Ricardo Stuckert
Lula está preso há mais de 500 dias; no processo do Sítio de Atibaia, não foi respeitado o direito à ampla defesa / Ricardo Stuckert

O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, pela primeira vez, uma decisão do juiz de primeira instância Sérgio Moro, atual ministro da Justiça de Bolsonaro. Por três votos a um, a Segunda Turma do Supremo reconheceu que houve uma arbitrariedade grave na condução do processo, que não respeitou o direito básico da ampla defesa. sentença anulada é de uma ação que  faz parte da Operação Lava Jato e o réu é o Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, condenado por conta também de delações premiadas. No caso avaliado nesta terça-feira (27), o Supremo entendeu que não houve diferenciação entre os prazos para a manifestações dos réus, ou seja, não foi respeitada a ordem do julgamento, com as argumentações de acusação feitas antes das argumentações de defesa. Não permitir que a defesa dos réus se manifestasse com conhecimento prévio das provas e depoimentos dos delatores, que também eram réus, foi uma prática comum na Lava Jato, inclusive no processo contra o ex-presidente Lula, no caso do sítio de Atibaia, julgado pela juíza Gabriela Hardt, substituta de Moro

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Uma nova pesquisa Vox Populi revela a dimensão do estrago causado pela eleição de Jair Bolsonaro, que só é presidente em razão da exclusão do ex-presidente Lula do processo eleitoral de 2018. Enquanto a rejeição a Bolsonaro saltou de 26% para 40%, a maioria dos brasileiros (53%) já defende um novo julgamento para o ex-presidente em razão das revelações da Vaza Jato

Entre abril e agosto deste ano, a avaliação negativa de Jair Bolsonaro como presidente saltou de 26% para 40% dos eleitores consultados em pesquisa nacional Vox Populi, enquanto a aprovação caiu de 26% para 23%, junto a uma queda de 39% para 35% dos que consideram seu desempenho “regular”. Apenas 2% não responderam à questão. A reprovação representa a soma dos que consideram o desempenho “ruim” (13%) e “péssimo” (27%, ou mais de um quarto dos pesquisados), enquanto a aprovação soma apenas 18% de “bom” e 5% de “ótimo”.

A reprovação à maneira como o presidente faz política, às ideias que defende e ao modo como se relaciona com as pessoas e os opositores, o chamado “bolsonarismo”, aumentou de 30% para 47%, ou quase metade dos pesquisados. A aprovação ao “bolsonarismo” despencou de 30 para 23% no mesmo período, enquanto os que se consideram “neutros” nessa questão passaram de 30% para 27%. Só 4% não responderam à questão. Lulacontinua sendo o melhor presidente para 50% das pessoas.

A queda expressiva da avaliação do desempenho de Bolsonaro verifica-se em todas as regiões e segmentos de sexo, idade, renda, escolaridade e religião, segundo o levantamento que ouviu 1.987 pessoas em 119 municípios entre 23 e 26 de agosto. A pesquisa, contratada pelo PT, tem margem de erro de 2,2% e capta os impactos da aprovação da reforma da Previdência na Câmara, a crise das queimadas na Amazônia e os ataques do presidente aos governadores do Nordeste.

O pior desempenho do presidente se verifica no Nordeste (47% de negativo, 18% positivo e 32% regular), seguido do Sudeste (37%, 27% e 34%, respectivamente) e Norte (35%, 22% e 4!%). No Sul há praticamente um empate (29%, 32%, 34%). A reprovação a Bolsonaro entre homens cresceu de 29% para 35% e, entre mulheres, de 31% para 44%. Entre jovens, saltou de 29% para 40%; entre adultos, de 26% para 41%, e cresceu de 29% para 33% entre pessoas de idade madura.

A reprovação cresceu de 34% para 40% entre pessoas com ensino fundamental, de 26% para 39% entre as com ensino médio, e de 28% para 39% no ensino superior, tornando-se praticamente igual em todos os níveis de escolaridade. Entre pessoas de baixa renda saltou de 32% para 43%; na faixa de renda média, de 27% para 37%, e de 23% para 36% na renda alta. Entre os que se declaram católicos, a reprovação saltou de 33% para 42%. Entre os que se declaram evangélicos, a reprovação aumentou de 21% para 31%, empatando com a aprovação, que variou de 29% para 31%, com queda de 42% para 36% no “regular”.

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Brasília/DF – O ministro da Cidadania, Osmar Terra, se reuniu, nesta segunda-feira (26), em Brasília, com o coordenador-residente do Sistema Nações Unidas no Brasil, Niky Fabiancic, para discutir como serão investidos os R$ 7 milhões que foram doados ao Programa Criança Feliz. O Ministério da Cidadania concorreu com projetos de outros 130 países. Fabiancic ressaltou a importância de se alinhar o investimento, que deve ser feito a partir de janeiro do ano que vem, com as principais necessidades do Criança Feliz. Considerado o maior programa do mundo de atendimento domiciliar voltado à primeira infância, o Criança Feliz é coordenado pelo Ministério da Cidadania e promove o desenvolvimento adequado a crianças, integrando ações nas áreas de saúde, assistência social, educação, justiça, cultura e direitos humanos.

Cuidados – De acordo com a neurociência, práticas simples, como a troca de olhares entre mãe e bebê, a cantiga antes de dormir e a brincadeira de bater palmas contribuem para o desenvolvimento pleno das crianças. Em visitas semanais, técnicos capacitados orientam sobre o desenvolvimento das crianças de até três anos que recebem o Bolsa Família, e de até seis anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), gestantes também são beneficiadas.

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Lançamento de linha de crédito imobiliário

Palavras do Presidente da República, Jair Bolsonaro. Foto: Isac Nóbrega/PR

Uma nova opção de linha de crédito imobiliário para ajudar na compra da casa própria foi lançada nesta terça-feira (20) no Palácio do Planalto. A linha de financiamento habitacional da Caixa será atualizada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De acordo a instituição financeira, isso permitirá redução das taxas de juros em relação às médias de mercado e valerá para financiamento de imóveis residenciais.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que a redução dos juros na compra da casa própria deverá ajudar a gerar empregos no país. “Nós temos que ajudar a questão de quem não tem casa própria, buscar maneiras, diminuir a taxa de desemprego no Brasil. Dessa forma vai diminuir. Porque em grande parte a mão de obra que está aí desempregada no momento é da construção civil. Todos nós temos a ganhar. Quanto mais emprego, menor a taxa de violência. Quase tudo é natural, uma coisa chama a outra. E nós queremos é isso”, afirmou.

Com o novo método de cálculo os juros devem cair em média entre 35% e 51%. Os juros dos financiamentos eram calculados pela Taxa Referencial (TR) e uma segunda linha foi criada. Com ela, as prestações mensais vão variar de acordo com a inflação, medida pelo IPCA, que é o índice oficial que mede a variação de preços no Brasil. O cliente poderá escolher qual linha ele quer.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, falou sobre a nova modalidade. “É uma redução do custo do crédito, algo que a gente acredita que vai ter impacto no crescimento econômico dos próximos anos. Vai ter mais emprego, mais crédito e vai movimentar a economia”, afirmou.

 Tabela comparativa das taxas de juros com TR e IPCA

Simulação

As simulações já podem ser realizadas no site da Caixa, onde o cliente pode comparar os juros e condições para o financiamento. As novas taxas variam de acordo com o nível de relacionamento do cliente com o banco.

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 Foi realizada ontem 27.08.19 a reunião do Conselho de Desenvolvimento Sustentável. A qual realizou a eleição para eleger os representantes legais, para ocuparem os cargos de coordenador, tesoureiro, secretário e o Conselho Fiscal.

   A chapa 1 foi formada por Heleno Souza Silva (coordenador), Eudes Ferreira de Lima (vice coordenador), Inácio José da Silva (1° tesoureiro), Joselito José de Souza (2° tesoureiro), Jocelia Cerli de Arantes Souza (1° secretaria), Maria José do Nascimento (2°secretaria).

   A chapa 2 foi formada por Valdeban Alves de Almeida (coordenador), Geraldo de Lira Silva (vice coordenador), Maria do Socorro Alves Nóbrega (1° secretaria), Júnior Pereira da Silva (2° secretario), Francisco Carvalho Neto (1° tesoureiro), Vera Lúcia Diniz Silva (2° tesoureira).

    O número de votantes foi 31 pessoas. A chapa vencedora foi a número 1 Heleno Souza Silva. Com o total de votos: 18 votos.

      A chapa 2 composta por Valdeban Alves de Almeida obteve 13 votos

 

 

 

 

  

ACESSEM VEJAM 

                                                         

ACESSEM VEJAM 

Geraldo Magela Ag Senado

Mais um avanço municipalista. Depois da atuação da Confederação Nacional de Municípios (CNM) no Congresso Nacional, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 98/2019, que trata da cessão onerosa do pré-sal. O presidente da Confederação, Glademir Aroldi, acompanhou a sessão do colegiado na manhã desta quarta-feira, 28 de agosto, quando esteve também com o relator Cid Gomes (PDT-CE). A matéria segue para o Plenário e possivelmente será apreciada até o início desta noite.

Pelo texto, Estados e Municípios entram com 30% – 15% para cada – na divisão dos recursos da cessão onerosa do pré-sal, cujos critérios serão os Fundos de Participação dos Estados (FPE) e Municípios (FPM). A medida atende pleito dos gestores locais. “A PEC vai para o plenário do Senado ainda hoje e voltará para Câmara, porque alterou critérios de distribuição para ser via FPM [Fundo de Participação de Municípios] e FPE [Fundo de Participação dos Estados]. Serão R$ 10,5 bilhões para amenizar situação financeira dos Municípios e salvar os prefeitos, que vão encerrar seus mandatos no ano que vem”, justificou o presidente da CNM.

A fala ocorreu durante encontro com as frentes municipalistas em defesa do Pacto Federativo e em Defesa dos Municípios Brasileiros na sede da entidade. Os parlamentares que participaram da reunião comemoraram a decisão dos senadores. A expectativa é de que os deputados municipalistas se mobilizem para uma tramitação célere também na Câmara. O deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE) lembrou o histórico da tramitação da PEC 98/2019 e destacou que, com a mudança no critério, os Municípios devem receber os recursos de maneira mais rápida.

CNMMensagem aos gestores
A Confederação enviou nesta quarta-feira mensagem de texto a todos os telefones de gestores cadastrados no banco de dados da entidade com informações sobre os valores que cada Município pode receber. A CNM pede agora o apoio de todos os prefeitos para que entrem em contato com a sua respectiva bancada estadual no Senado e reforcem com os parlamentares sobre a importância do avanço da PEC 98/2019 no Plenário. Se aprovado, o texto retorna à Câmara dos Deputados.

 

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Para os povos indígenas, a chamada mãe terra é fonte de vida, espaço religioso e de convivência - Créditos: Foto: Reprodução
Para os povos indígenas, a chamada mãe terra é fonte de vida, espaço
religioso e de convivência / Foto: Reprodução

Cerca de 60% da população indígena brasileira vive em suas aldeias em uma relação de dependência e proteção dos recursos ambientais. Como guardiões da floresta, os nativos garantem a preservação da biodiversidade por meio de reflorestamentos e agroecologia, por exemplo. No Brasil, existem em torno de 305 etnias indígenas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010. 

Alvos de constantes violências, os povos originários batalham pela demarcação de suas terras, pela garantia de direitos básicos e pela preservação de tradições que têm na terra uma dimensão sagrada. 

“Tudo que acontecer à terra acontecerá aos filhos da terra”, disse o cacique Seattle na “Carta da Terra”. O texto, que chegou a ser distribuído pela Organização das Nações Unidas (ONU), é considerado um dos pronunciamentos mais comoventes na defesa do meio ambiente. Escrita no século 19, a carta permanece atual, na avaliação do antropólogo Benedito Prezia, um dos autores do livro “Povos Indígenas – terra, culturas e lutas”, publicado este mês pela Editora Expressão Popular. Há 10 anos, Prezia coordena o Pindorama (terra das palmeiras, em tupi-guarani), programa de inclusão de indígenas no ensino superior da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). 

Além de contribuir no estudo da temática indígena, a obra tem a finalidade de formar aliados da causa, especialmente após os retrocessos na política indigenista promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL), salienta Prezia. Para a Amazônia, por exemplo, a solução defendida pelo presidente é a exploração do território em “parceria” com os Estados Unidos, colocando ainda mais em risco a sobrevivência de comunidades tradicionais. 

“O primeiro ponto e desafio é essa questão da natureza. A gente sempre fala que os indígenas são os guardiões da natureza. Em torno de 12% do território nacional é terra indígena. Se fosse 30%, com certeza o nosso território estaria muito mais protegido e resguardado”. Ao contrário, os territórios estão cada vez mais ameaçados pela pressão e invasão de madeireiros, garimpeiros, posseiros e latifundiários. “A gente lamenta que o Brasil esteja vivendo este momento trágico. Em torno de 15 a 20 mil garimpeiros ilegais atuam na Terra Indígena Yanomami. Isto é uma tragédia com tudo o que acarreta de envenenamento dos rios, poluição e desmatamento”, enfatiza Prezia, ativista da causa indígena desde 1983. A Terra Yanomami é uma das maiores reservas indígenas do Brasil, localizada nos estados de Roraima e Amazonas, perto da fronteira com a Venezuela. O território foi homologado em 1992 e cobre mais de 96 mil quilômetros quadrados de floresta tropical. 

A terra indígena em um país capitalista

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São Paulo — Walter Delgatti Neto, o hacker que acessou conteúdo de aplicativos de mensagens de autoridades, questionou a atuação do ministro da Justiça,Sergio Moro, quando era juiz da Operação Lava Jato em Curitiba. “O sr. Sergio Moro tudo pode? Ser juiz é ser dono do Brasil? Quem controla e limita as suas ações e as consequências que impõem a indivíduos e à sociedade brasileira?”, afirmou Delgatti Neto em entrevista à Folha de S.Paulo, feita por escrito com intermédio de seus advogados. O hacker está detido no presídio da Papuda, em Brasília, e confessou à Polícia Federal ter acessado as contas do Telegram de procuradores e do juiz da Lava Jato. Delgatti Neto afirmou que as informações obtidas por ele são de interesse público. “Em algum momento, a sociedade reconhecerá que a minha contribuição foi legal e defendeu valores importantes para a nossa democracia”, disse.Ele é uma das quatro pessoas presas em julho por hackear contas de autoridades e entregar o conteúdo ao site The Intercept Brasil, que passou a publicar reportagens sobre as mensagens entre procuradores da Lava Jato e Sergio Moro.Além da conduta de Moro, o hacker também questiona a atuação do procurador Deltan Dallagnol, outro que teve mensagens vazadas. Delgatti Neto diz nunca ter imaginado que ficaria tão surpreso com as ações do membro do Ministério Público.“Lá na ponta, a quais grupos de interesses ele serve? Como funcionário público, parte do Ministério Público, quais deveres e limites deve respeitar? Quem é o seu senhor? Comprou o Brasil e tudo pode? A qual nação dr. D. Dallagnol e equipe servem? Por qual razão têm tanta dificuldade em explicar-se?”, questionou.

exame.

A capixaba Gizele Oliveira tem se destacado no cenário fashion. A modelo de 25 anos tornou-se uma das principais angels da Victoria’s Secret — com dois desfiles consecutivos no currículo — e também foi comparada a Gisele Bündchen pela revista americana W, uma das bíblias da moda. E o motivo não é o nome parecido com a da über model, não! Morando em Nova York, a modelo sentiu necessidade de mudar seus hábitos alimentares e adotar a dieta pescetariana baseada em vegetais com grãos integrais, nozes, legumes, gorduras saudáveis, peixes e frutos do mar como principal fonte de proteína. Na literatura científica, esta dieta é frequentemente descrita como “pesco-vegetariana”, e é agrupada no espectro do vegetarianismo.

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Camilla Camargo (Foto: Divulgação)

Camilla Camargo 

Menos de 1 mês após o nascimento de seu primeiro filho, Camilla Camargo está curtindo a nova fase cheia de experiências e descobertas.

Para a Vogue Brasil, ela comentou sobre o nascimento de Joaquim fruto do seu casamento com o diretor de TV Leonardo Lessa, e contou, entre outras coisas, sobre não estar ligando para os quilos que ganhou durante a gravidez: “Não ligo pra essa questão do peso e acho que as pessoas deveriam focar menos nisso, pois o importante é o peso da criança e se ela está bem”, contou. Vem ler!

Como vocês escolheram o nome?
Meu enteado Antônio, de 12 anos, que escolheu. Tínhamos optado por Caetano, mas ele falou Joaquim. Achei bonito ele escolher o nome do irmão, fora que o significado de Joaquim é lindo (significa “Deus estabeleceu”).  

Por que você decidiu não ter babá?
Porque acho importante, nesse momento, eu estabelecer esse vínculo em tempo integral com meu filho. Como mãe dele não vejo necessidade nessa fase. Quando eu voltar a trabalhar, aí sim acho que será necessário.

Qual foi o momento mais difícil do parto?
A fase expulsiva, que demorou muito e como já estava muito tempo sem dormir e sem comer, fiquei muito exausta e sem energia.

Quantos quilos você engordou?
Durante a gravidez e nesse momento não ligo pra essa questão do peso e acho que as pessoas deveriam focar menos nisso, pois o importante é o peso da criança e se ela está bem. A última vez já tinha ganhado 14 quilos, mas não fico pesando toca hora ou focada nisso.

vogue

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro (PSL) negou que tenha ofendido a primeira-dama da FrançaBrigitte Macron. Bolsonaro disse nesta terça-feira, 27, que não colocou a foto que zombava da esposa do presidente Emmanuel Macron e justificou que pediu para o responsável não “falar besteira”. Questionado se pediria desculpa a Brigitte, o presidente do Brasil se irritou.

Brigitte Macron no G-7

A primeira-dama da França, Brigitte Macron, participa de evento na praia de Cote des Basques durante o encontro do G-7, em Biarritz, nesta segunda Foto: Julien de Rosa/Reuters

“Eu não coloquei aquela foto, alguém que colocou a foto lá, e eu falei para não falar besteira. Não queiram falar da questão familiar porque na questão familiar pessoal eu não me meto. Sempre respeito o cara para não entrar nessa área”, afirmou Bolsonaro. Eu não coloquei aquela foto, alguém que colocou a foto lá, e eu falei para não falar besteira.

Jair Bolsonaro, presidente da República

No fim de semana, o presidente brasileiro reagiu com risadas a um comentário em que um seguidor da sua página no Facebook postou fotos dos dois chefes de Estado com suas respectivas primeiras-damas, afirmando que o mandatário francês teria inveja de Bolsonaro porque sua esposa é 24 anos mais velha do que ele. “Não humilha cara. Kkkkkkk”, escreveu Bolsonaro em rede social como resposta ao apoiador. Ao ser indagado se pretende pedir desculpas, Bolsonaro ficou irritado com os jornalistas e encerrou a conversa. “Se continuar pergunta desse padrão vai acabar a entrevista. Meu comentário era para não insistir nesse tipo de postagem. Realmente, o jornalismo, vocês não merecem consideração.”

Bolsonaro

Reprodução de página da rede social Foto: Reprodução/Twitter

Macron: ‘Espero que tenham rapidamente um presidente que se comporte à altura’

Nesta segunda-feira, 26, Macron lamentou os comentários “extremamente desrespeitosos” do presidente do Brasil sobre sua mulher e disse que espera que os brasileiros tenham rapidamente um presidente que “se comporte à altura” do cargo.

Que baixaria para um presidente de uma nação, até que nível Bolsonario imagina que tem.Quais são os direitos que o mesmo tem de opinar sobre diversos assuntos que nem ele mesmo sabe

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Macron lamenta comentários “desrespeitosos” do presidente brasileiro sobre sua esposa e diz que “brasileiros têm um pouco de vergonha desse comportamento”

São Paulo —A troca de farpas entre Emmanuel Macron e Jair Bolsonaro continua nesta segunda-feira (26).

No último final de semana, o presidente brasileiro respondeu a um comentário em seu perfil no Facebook que comparava a esposa de Macron, Brigitte Macron, 64 anos, com Michelle Bolsonaro, 37 anos.“Entende agora porque Macron persegue Bolsonaro?”, questionou um bolsonarista.”Não humilha cara. Kkkk”, respondeu Bolsonaro. Em entrevista coletiva durante a cúpula do G7, em Biarritz, na França, Macron lamentou os comentários “extraordinariamente desrespeitosos” de Bolsonaro sobre Brigitte, dizendo-se “triste por ele e pelos brasileiros”.“O que eu posso dizer a vocês? É triste, mas é em primeiro lugar triste para ele e para os brasileiros”, afirmou, acrescentando que espera que o Brasil “tenha um presidente que se comporte a altura”, disse.“Acho que os brasileiros, que são um grande povo, têm um pouco de vergonha de ver esse comportamento e esperam que um presidente se comporte bem em relação aos outros”, completou. Na semana passada, em meio a crise na Amazônia, Macron afirmou que Bolsonaro “mentiu” e se mostrou contrário ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.Dias depois, Bolsonaro respondeu e disse que “nenhum país europeu tem autoridade para nos ensinar em como tratar do meio ambiente”.

Tréplica

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Bolsonaro volta a dizer que tem a palavra final nas indicações do Governo

Bolsonaro volta a dizer que tem a palavra final nas indicações do Governo

O presidente Jair Bolsonaro reafirmou neste sábado (24) o que tem dito nos últimos dias sobre o ministro da Justiça, Sergio Moro. Bolsonaro voltou a dizer que ele é o presidente e que ele pode vetar “qualquer coisa” que Moro fizer. As declarações de Bolsonaro contrariam o que o presidente garantiu no ano passado quando comunicou a escolha de Sergio Moro para o ministério. Ainda em 2018, Bolsonaro disse que o futuro ministro teria “carta branca” para nomear e conduzir ações de combate ao crime organizado e à corrupção. Procurado, Sergio Moro disse em nota que “o compromisso com o presidente Jair Bolsonaro de enfrentamento à corrupção e ao crime organizado permanece igual ao assumido no 01/11/2018 sem qualquer alteração”. Na manhã deste sábado, Bolsonaro foi questionado sobre o cumprimento de uma promessa feita quando convidou o então juiz Sergio Moro para assumir o Ministério da Justiça, em novembro do ano passado. Na ocasião, o recém-eleito Jair Bolsonaro disse que Moro teria “liberdade total” para comandar o ministério no combate à corrupção e ao crime organizado. Neste sábado, disse novamente que Moro precisa se submeter a ele.

“Ele ainda tem carta branca?”, indaga um jornalista a Bolsonaro.

“Olha, [tem] carta branca, e eu tenho poder de veto em qualquer coisa, senão, eu não sou presidente. Todos os ministros têm essa ingerência minha e eu fui eleito para mudar. Ponto final”, respondeu o presidente. A “carta branca”, autonomia para tocar o ministério, foi o argumento usado por Bolsonaro em novembro do ano passado para convencer o então juiz Sergio Moro a deixar 22 anos de carreira na magistratura. “Conversamos por uns 40 minutos. Ele expôs, logicamente, o que ele pretende fazer caso seja ministro. Eu concordei com 100% do que ele propôs, não é? Ele queria uma liberdade total para combater a corrupção e o crime organizado e um ministério com poderes para tal. Eu até adiantei: quem sabe uma fração do Coaf dentro do Ministério da Justiça? A questão da segurança ir para a Justiça nós já tínhamos decidido, bem como as nomeações. Ele tem ampla liberdade para realmente exercer o teu trabalho lá”, disse o presidente no ano passado. No dia 4 de dezembro do ano passado, ainda durante a montagem do novo governo, o então presidente eleito Jair Bolsonaro garantiu autonomia a Moro para escolher inclusive o segundo e o terceiro escalões do Ministério da Justiça. “O ministro Moro, como os outros, tem total liberdade pra escolher todo o seu primeiro, segundo, terceiro escalão”, declarou Bolsonaro à época.

Assim, Sergio Moro indicou Maurício Valeixo, com quem trabalhou durante a Operação Lava Jato, diretor-geral da Polícia Federal. Juntos, os dois passaram a escolher os superintendentes da PF. Mas o que eraliberdade total”virou interferência sistemática. No último dia 16, sem o conhecimento da cúpula da Polícia Federal, Bolsonaro anunciou a troca do superintendente do Rio de Janeiro.

“O que eu fiquei sabendo: se ele resolveu mudar, vai ter que falar comigo.Quem manda sou eu. Deixar bem claro. Eu dou liberdade para os ministros todos. Mas quem manda sou eu”, disse Bolsonaro. Diante da reação negativa na Polícia Federal, com ameaça até de entrega de cargos, o presidente recuou momentaneamente. Mas, na última quinta-feira, Bolsonaro foi além e ameaçou trocar o diretor da Polícia Federal. “Ele pode, o Valeixo pode querer sair hoje, não depende da vontade dele. E outra: ele é subordinado a mim, não ao ministro, deixar bem claro isso aí. Eu é que indico, está na lei, o diretor-geral. Agora, uma onda terrível sobre superintendência, 11 foram trocados, ninguém falou nada. Quando eu sugiro um cara de um estado para ir para lá, ‘está interferindo’. Espera aí. Se eu não posso trocar um superintendente, eu vou trocar o diretor-geral, não se discute isso aí”, afirmou o presidente. Nesta sexta (23), a Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal divulgou uma carta em defesa da autonomia da instituição.

Cronologia

 

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Já passou da hora de desconstruir algumas ideais sobre a Educação de Jovens e Adultos

Sou coordenador em uma escola que trabalha com Educação de Jovens e Adultos (EJA). Uns tempos atrás, um professor me confessou angustiado sobre sua frustração de não dar contado conteúdo de Matemática que deveria ser ensinado para os alunos. Ele me relatava que, se já era difícil cobrir todos os conteúdos no ensino regular, na Educação de Jovens e Adultos, pelo modelo aligeirado em que ela se organiza, fazê-lo era impossível. E acrescentava “será que estamos preparando esses alunos para o Ensino Médio?”. De fato, um professor que tente dar conta de todos os conteúdos do Ensino Fundamental num curso de Educação de Jovens e Adultos entra em uma invencível corrida contra o tempo. A ideia de ver alguém tentando, me lembra aquela cena em que Alice no País das Maravilhas encontra um coelho esbaforido a correr e gritar com o relógio na mão “Ai! Ai! Vou chegar atrasado demais!”. Melhor nem tentar.

 Tampouco é uma boa ideia pensar um curso na Educação de Jovens e Adultos como um resumão aligeirado de uma série de conteúdos que, em tese, deveriam ser ensinados no Ensino Fundamental. Isso irá resultar numa frustração imensa para o aluno que, caso consiga aprender alguma coisa, vai perceber cedo ou tarde que o que viu – e somente viu – não dialoga em nada com situações concretas da vida real. É correr atrás do vento!

Por isso, convido vocês a desconstruirmos algumas ideias sobre a EJA. Ideias que fazem professores e alunos entenderem essa modalidade como um antigo supletivo no qual se sonha possuir algo a que não se teve acesso numa idade considerada ideal.

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Saindo do governo Bolsonaro, muito provavelmente, o destino do Moro será o NOVO, partido que disputaria a Presidência da República, diz o jornalista Esmael Morais

Moro começa a perder força
Moro começa a perder força (Foto: Foto: Lula Marques / AGPT)

O jornalista Gerson Camarotti, da GloboNews, também vê o ministro Sérgio Moro praticamente fora do governo Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo o comentarista da emissora, a tensão entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça Sergio Moro está cada dia mais latente e o clima pesado já preocupa o governo.O Blog do Esmael registrou mais cedo que o ex-juiz poderá ser adversário de Bolsonaro nas eleições de 2022. Saindo do governo Bolsonaro, muito provavelmente, o destino do Moro será o NOVO, partido que disputaria a Presidência da República.
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