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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: setembro 2019

     A EREM-ST (Escola de Referência em Ensino Médio Santa Terezinha) este ano atingiu a meta de 100%, referente ao desempenho de 2018, que incluí entre outras metas a nota adquirida pelo SAEPE e IDEPE, (Índice de Desempenho Educacional de Pernambuco). 
      Nos últimos anos a Escola vêm se destacando em várias conquistas: Fez o aniversário de 70 anos com uma brilhante festa o ano passado, conquistou vários troféus em jogos escolares, etc.

      É numa noite calma, tranquila e festiva, que nós que fazemos a Erem Santa Terezinha, estamos tornando Público que a referida instituição de ensino conseguiu nota máxima de 100% nas avaliações externas do Saepe / Idebe.

   Isso prova mais uma vez, o compromisso, a dedicação e o empenho de todos os funcionários da escola por um fazer cada vez melhor, possibilitando oportunidades diversas de aprendizagem de forma humanizada, significativa e solidária.
    Trabalho, esse é o nosso caminho.
   Diante mão, queremos agradecer também a dedicação, o apoio e o compromisso de todos os alunos, pais e responsáveis pelos estudantes, pois sem a ajuda de vocês não teríamos chegado aonde chegamos.
  A gestão da Escola, os professores, alunos, técnicas, administrativos, enfim todos os funcionários da referida instituição de ensino estão de parabéns pelos resultados obtidos. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Que Jesus abençoe e ilumine todos nós.

(foto: Carolina Antunes/PR Brasília )

ministro da EducaçãoAbraham Weintraub, voltou a defender o programa Future-se na manhã desta quinta-feira (26), durante a 21ª edição do Fórum Nacional do Ensino Superior Particular Brasileiro (Fnesp), em São Paulo. Na ocasião, ele aproveitou para criticar o que considera “o zebra mair gorda”, o salário de alguns professores.

“O problema do ensino superior brasileiro é que a gente gasta uma fortuna com um grupo muito pequeno de pessoas”, afirmou Weintraub, referindo-se às universidades públicas. “Mais de 80% do ensino superior está na iniciativa privada e o MEC (Ministério da Educação) é uma grande folha de pagamento de professores de universidades federais”, completou. Nas palavras dele, é preciso ir “atrás de onde está a zebra mais gorda, que é um professor de uma federal, com dedicação exclusiva, ministrando oito horas de aula por semana e ganhando de R$ 15 a R$ 20 mil por mês”.
O ministro garantiu, no entanto, que não pretende começar a cobrar mensalidade nas instituições públicas de ensino superior. “É uma vitória de pirro a gente gastar energia para tentar cobrar a graduação. Vai ser uma gritaria e não vamos chegar a lugar nenhum”, justificou. Segundo o ministro, “cobrar mensalidade de quem pode pagar não vai resolver nada”. Ainda de acordo com o ministro, mais da metade dos servidores brasileiros está no MEC, o que gera muitos custos para a pasta. “Eu tenho que enfrentar esse exército, entre outras coisas”, disse ele, referindo-se a doutrinação e metodologia de alfabetização.

Financiamento estudantil

Na ocasião, o ministro pediu apoio para a aprovação do Future-se, programa rejeitado pela maioria das federais pelo país. “Preciso do suporte das bases e das bancadas dos senhores para passar o Future-se e, assim, ter verbas para financiar o ensino privado e colocar dinheiro nas creches”, disse. Weintraub afirmou ainda que “não vai fazer nada” em relação ao programa de Financiamento Estudantil (Fies). “Vocês têm de se virar”, disse em resposta aos representantes das universidades particulares. O Ministério da Educação também pretende exigir a contratação dos professores por meio da carteira assinada, a CLT. Esse processo atualmente ocorre por concurso público.

Autorregulação

Weintraub defendeu, ainda, a autorregulação das universidades particulares. “Já passou um ano do governo. Quanto tempo mais a gente vai esperar? Façam autorregulação. O mercado financeiro tem”, disse. “Organizem-se rapidamente.” “O Estado não existe. O Estado tem que ser diminuído para permitir que nós possamos buscar nossa felicidade, seja por meio do trabalho voluntário ou de uma palavra que foi amaldiçoada pela esquerda, assim como educação: lucro”, acrescentou. De acordo com o ministro, os dirigentes do ensino superior particular deveriam “aproveitar” o fato de ter, na presidência, “alguém que está fazendo uma gestão liberal e, no MEC, um liberal que está disposto a comprar as brigas”.

www.em.com.br

JP Rodrigues/Metrópoles
JP RODRIGUES/METRÓPOLES
Outras chances

Há uma oportunidade para a área de expressão gráfica; uma para o Núcleo de Formação Docente (matemática); e seis para o Centro de Ciências Médicas — nas áreas de cirurgia, patologia, medicina clínica e materno infantil. Para o Centro de Biociências, são ofertadas uma vaga para fisiologia e farmacologia e uma para histologia e embriologia. O valor da taxa de inscrição é de R$ 239. Os interessados têm até o dia 22 de outubro para se inscreverem no certame, nas secretarias das diretorias dos centros acadêmicos.

metropoles

                                                                                                                                                                       

O ex-presidente Lula pode ser um dos beneficiados da ação. O processo em questão é o do sítio de Atibaia, no qual ele foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão. A defesa de Marcio alega que o réu teria o direito de se manifestar na ação penal após as alegações dos delatores acusados no processo. Se os ministros entenderem como correta esta interpretação, todos os processos com delatores em que o prazo for o mesmo para a alegação final podem ter suas condenações anuladas.

Existe ainda a possibilidade dos ministros só anularem as condenações dos réus em casos em que o advogado, desde a primeira instância, tenha argumentado que desejava entregar as alegações finais após os delatores. Outro cenário possível é o argumento defendido por Edson Fachin, relator da Lava Jato, que afirma que só devem ter as condenações anuladas os réus que demonstrarem prejuízo concreto ao direito de defesa por causa da ordem de entrega das alegações finais. Casos em que na alegação final o delator apresentou fatos ou documentos novos seria um quarto cenário de anulação de sentença que pode ser definido pelo STF. O ministro Edson Fachin foi o único a votar na  quarta-feira (25). Ele declarou que a alegação final dos delatores não trouxe nenhum fato novo ao processo. Com base nisso, o ministro disse não ter ficado convencido do argumento da defesa e votou contrário a concessão a anulação da sentença. O ministro Luiz Roberto Barroso e Luiz Fux  também votaram contrário ao habeas  corpus. Já Alexandre de Moraes, Celso de Mello, Gilmar Mendes e Rosa Weber votaram favoráveis. No  voto de Carmen Lúcia houve uma confusão de interpretação. Isso se deu porque ela votou a favor da tese, mas contra o HC em pauta.

congressoemfoco

No julgamento do pedido de habeas corpus que pode anular 32 processos da Lava Jato, dentre eles o do ex-presidente Lula, o ministro Gilmar Mendes foi para o ataque contra os procuradores da Lava Jato, em especial Deltan Dallagnol. Em seu voto na tarde desta quinta-feira (26), Gilmar afirmou que os procuradores praticam corrupção rasteira. “O combate a corrupção é um compromisso de todos nós. Mas não se pode combater  a corrupção cometendo crimes”, iniciou o voto. O ministro afirmou na sequencia que as mensagens reveladas pelo site The Intercept Brasil, demonstram o que ele chamou de “estranhas do combate à corrupção”.  “Inclusive corrupção rasteiras, baixas, como por exemplo, pedido de passagens, vendas de palestras e coisas do tipo”, disse Gilmar. O caso em que o ministro cita, diz respeito ao procurador Deltan Dallagnol, que aparece nas mensagens combinando palestras e indicando a outros procuradores a fazerem o mesmo. O procurador também sugere abrir uma empresa em nome de sua esposa, usando o nome dela como uma espécie de laranja, para poder lucrar mais. Ele não reconhece a autenticidade das mensagens e nega irregularidades. Gilmar também citou a fundação que Deltan cogitou abrir para poder gerir um fundo da Petrobras. “A famosa fundação Dallagnol, R$ 2,2 bi”, citou Gilmar.

“Veja por tanto: cheiro de corrupção, jeito de corrupção, forma de corrupção, matéria de corrupção. Por tanto o combate à corrupção tem que se fazer dentro de casa, inclusive”, finalizou o ministro.

congressoemfoco

É verdade que o suco de laranja perde a vitamina C assim que é espremido?

Assim que tiramos a casca da laranja, as vitaminas começam a oxidar em contato com o ar e com os raios ultravioleta. Um experimento da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) quantificou o quanto se perde na hora de tomar um suquinho. Para isso, eles usaram uma amostra de 100 gramas de suco de laranja, contendo 33 miligramas de vitamina C, e a deixaram em temperatura ambiente. 

Duas horas depois, a concentração de vitamina tinha caído para 28 miligramas. Mais duas horas e a quantidade caiu para 25 mg. Em resumo: depois de quatro horas, o suco perdeu 24% da sua vitamina C.  Mas existem algumas formas para burlar essa perda. A recomendação da nutricionista Bruna Gardim é conservar a sua bebida em uma jarra vedada (evitando maior contato com o oxigênio) e que não seja transparente (diminuindo a incidência da luz solar). Outra alternativa é misturar laranja com acerola, uma grande fonte de vitamina C. Na mesma pesquisa, a Embrapa testou a combinação (que continha incríveis 393 mg de vitamina) e, após quatro horas, apenas 10% do total de vitamina foi perdido. A vitamina C é um importante oxidante para o nosso corpo: combate os chamados radicais livres e, com isso, previne o envelhecimento precoce. Também ajuda a fortalecer a imunidade, a formação de colágeno e na absorção do ferro vindo de fontes vegetais. Quanto mais ácido for o seu suco, mais vitamina C ele terá: açúcar e leite, por exemplo, alteram essa quantidade.

super

Firme e forte, casal que vive romance discreto apareceu em público em clima de romance

Sérgio Guizé e Bianca Bin
Sérgio Guizé e Bianca Bin Foto:AgNews

“Obrigado meu Deus por esse presente, que dia especial, parabéns minha flor, felicidade todo dia para sempre, não sei direito o que dizer. Amor incondicional”, escreveu ele.

Redação Contigo!

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

FOTO: EDILSON RODRIGUES/AGÊNCIA SENADO

O político do MDB é alvo da Operação ’12º Trabalho’, deflagrada para desarticular organizações criminosas.

O ex-governador do Tocantins, Marcelo Miranda (MDB) foi preso na manhã desta quinta-feira 26, em Brasília. O político é alvo da Operação ’12º Trabalho’, deflagrada para desarticular um organização criminosa ‘suspeita de manter sofisticado esquema’ de corrupção, peculato, fraudes em licitações, desvios de recursos públicos, recebimento de vantagens indevidas, falsificação de documentos e lavagem de capitais.

Marcelo estava em Brasília, no apartamento de sua esposa, a deputada federal a deputada Dulce Miranda (MDB-TO), quando foi surpreendido pela Polícia Federal. Cerca de 70 policiais cumprem 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, todos expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas.

A investigação tem como base diferentes operações, entre elas a ‘Reis do Gado’, a ‘Marcapasso’, a ‘Pontes de Papel’, a ‘Convergência’, e a Lava Jato. A defesa do ex-governador afirmou não haver fatos que justifiquem o pedido de prisão.

Em 2018, o Tribunal Superior Eleitoral considerou a chapa de Miranda, que foi a vitorioso em 2014, culpada das acusações de abuso de poder político e econômico e arrecadação e gastos ilícitos durante a campanha. Miranda, que foi eleito três vezes, também tornou-se o primeiro governador brasileiro a ser cassado duas vezes do cargo.

Segundo a PF, a ’12º Trabalho’ visa obter novas provas e interromper a continuidade do crime de lavagem de dinheiro. Os investigados continuam utilizando ‘laranjas’ para dissimular a origem ilícita de bens móveis e imóveis, frutos de propinas, diz a corporação

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Jair Bolsonaro quer despejar o maior centro de formação nordestino do MST, em Caruaru (PE). O governo Paulo Câmara (PSB-PE), que atualmente faz oposição ao atual ocupante do Planalto, tenta evitar a reintegração de posse no centro de formação, batizado há 20 anos com o nome do educador pernambucano Paulo Freire.

247 – O governo Jair Bolsonaro, por meio do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), conseguiu decisão favorável da Justiça Federal para despejar o maior centro de formação nordestino do MST,  (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), que fica em Caruaru, interior de Pernambuco. O governo Paulo Câmara (PSB-PE), que atualmente faz oposição ao atual ocupante do Planalto, tenta evitar a reintegração de posse.

O centro de formação, batizado há 20 anos com o nome do educador pernambucano Paulo Freire, conta com três agroindústrias e 52 alojamentos. Tem, ainda, creche, refeitório, salas de aula, auditório para 700 pessoas, centro comunitário, quadra esportiva e academia pública para atividades físicas.

O prazo final é 10 de outubro, e o juiz determinou uso da força policial para cumprimento da medida. 

brasil247

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Os últimos dias trouxeram graves contextos de crise entre Brasil e França. Com toda a histeria coletiva e bravatas trocadas por todos os lados, deveremos retomar a frieza de análise objetiva bem como retornar à serenidade e à parcimônia de palavras, gestos e ações políticas com toda a sua carga simbólica. Mesmo diante do absurdo de Macron, já nesta abertura da próxima Assembleia Geral da ONU, em setembro, solicitar o reconhecimento do “status internacional” da Amazônia – quer seja brasileira ou não. Gravíssimo. Preocupante… vamos a alguns fatos:

1. O atrito bilateral entre França e Brasil descampou para a agressividade desmedida e totalmente desproporcional;

2. É hora – reitero – de retorno aos bons ofícios da prudente diplomacia bilateral; convocar o embaixador francês em Brasília para explicações pormenorizadas acerca desta frase de Macron é um primeiro passo nesta direção. A depender do diagnóstico a ser feito pelo Planalto / Itamaraty, convocar o embaixador brasileiro em Paris para consultas representaria estratégia interessante, especialmente nesta desmedida elevação de tom em termos de retórica;

3. O tema (sic) da “internacionalização da Amazônia” é antigo e, nas suas entrelinhas, revela a persistente postura arrogante e colonialista dos interlocutores dos países centrais aos demais países semiperiféricos. Isso não pode ser admissível jamais! Em 1960, a Assembleia Geral da ONU aprovou a “Declaração de Descolonização” tida como marco jurídico geral para encerrar, de vez, tais posturas do Norte;

4. O item citado no ponto 3 acima de internacionalização amazônica é extremamente sensível a todos os brasileiros – inclusive para os povos originários da Pan-Amazônia e não deve ser sequer trazido à baila no âmbito dos debates multilaterais, pois tem uma carga semântica, simbólica e política pesadíssima;

5. Brasil e França têm relações de alta densidade com largo viés histórico. Recomenda-se que dinâmicas de política interna (domestic linkages) não devem ser trazidas à tona no contexto de fragilização atual entre os dois países. Na riqueza histórica que une os dois Estados, cito como referência, o Consulado Geral da França, apenas para mencionar como exemplo, em Recife, que celebra 200 anos de existência em muito breve;

6. Não se pode (nem se deve, para ser bem sincero) reduzir ou desprezar a importância histórica e multidimensional da relação de amizade e cooperação entre os dois países que sempre foi pautada por respeito mútuo e cordialidade;

7. Na boa diplomacia, existe aquilo que se chama de “contexto múltiplo de interesses intervenientes”, ou seja, a percepção de que não se pode ter postura reducionista ou míope para a densidade ampla de temas e agendas que se sobrepõem e perpassam o fazer diplomático entre dois países importantes do cenário internacional, como Brasil e França;

8. Há uma multiplicidade de interesses econômicos no espaço geopolítico da Pan-Amazônia – muitos dos quais nada republicanos e, portanto, é hora de o Brasil defender os seus, utilizando todo o aparato estatal cabível e previsto em lei no entorno desta questão que é de irrestrita soberania nacional sobre a sua Amazônia legal. Este ponto jamais deverá ser posto em negociação ou relativização; Em síntese, o Brasil deve mobilizar seu aparato político e diplomático para não aceitar tal provocação; ou melhor, deve buscar repelir, veementemente, tais posturas. Há vários países sul-americanos, potencialmente, afetados com essa iniciativa. O Brasil não deve aceitar a iniciativa unilateral francesa de sequer colocar em pauta a internacionalização dos recursos naturais e da soberania exclusiva brasileira sobre o seu amplo, complexo e frágil espaço amazônico legal-territorial.

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Foto: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados
Foto: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados
A maioria da bancada de Pernambuco na Câmara Federal votou a favor da derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro em relação ao despacho de bagagens de forma gratuita. Na sessão desta quarta-feira (25), 13 deputados do estado se manifestaram a favor da mala gratuita em viagens ofertadas por companhias aéreas. No placar geral, foram a favor da derrubada do veto 247 deputados, contra 157 a favor (cinco pernambucanos votaram pela manutenção do veto). Mas eram necessários 257 votos para garantir a derrubada. 
O resultado foi uma vitória para o governo, que temia sofrer derrota e ver a entrada de companhia aéreas estrangeiras para voos domésticos ser prejudicada. Em 2016, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) publicou uma resolução que autorizou as aéreas a cobrarem por bagagens despachadas. 
A favor do veto / bagagem não gratuita: André de Paula (PSD), Augusto Coutinho (Solidariedade), Daniel Coelho (Cidadania), Felipe Carreras (PSB) e Pastor Eurico (Patriota). 
 Contra o veto / bagagem gratuita: André Ferreira (PSC), Carlos Veras (PT), Fernando Monteiro (PP), Fernando Rodolfo (PHS), Gonzaga Patriota (PSB), João Campos (PSB), Ossesio Silva (PRB), Raul Henry (MDB), Renildo Calheiros (PCdoB), Ricardo Teobaldo (Podemos), Silvio Costa Filho (PRB), Tadeu Alencar (PSB) e Wolney Queiroz (PDT) 
Ausentes: Danilo Cabral (PSB), Eduardo da Fonte (PP), Fernando Filho (DEM), Luciano Bivar (PSL), Marília Arraes (PT), Sebastião Oliveira (PR) e Túlio Gadêlha (PDT).
Raoni Metukire: "É importante pensar e se unir. Bolsonaro está incentivando a destruição que está ocorrendo agora" - Créditos: Foto: Thomas Bauer/CPT“É importante pensar e se unir. Bolsonaro está incentivando a destruição que está ocorrendo agora”
                                               Raoni Metukire:/ Foto: Thomas Bauer/CPT

O líder indígena Raoni Metukire fez duras falas contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Durante o 9º Encontro e Feira dos Povos do Cerrado, que ocorre em Brasília (DF), o cacique afirmou que “Bolsonaro não é líder”. A declaração foi feita na tarde da quinta-feira (12), durante a programação do evento, em uma mesa – “Dados sobre o Cerrado e os Povos” – que  discutiu, entre outras coisas, dados de desmatamento no bioma e casos de violência contra comunidades tradicionais. A participação de Raoni não estava prevista, mas o líder pediu a palavra nos momentos finais do debate, sendo traduzido por um indígena que o acompanhava. Em uma intervenção curta, o cacique lembrou que os povos indígenas são responsáveis pela preservação do ambiente no país. “Nossos ancestrais são os primeiros habitantes dessa terra, que não tinha branco. Quero falar para todos, deixar bem claro: [no passado] não tinha branco destruindo a floresta desse jeito que eles estão fazendo”, disse. Em seguida, o cacique pediu a união aos presentes no Encontro – quilombolas, indígenas, camponeses, populações extrativistas e ativistas ambientais – contra a política ambiental do governo.“Eu sou descendente de lideranças tradicionais. É uma honra ser líder hoje. Eu sou liderança de verdade, Bolsonaro não é um líder. Bolsonaro é um doido. É importante pensar e se unir. Bolsonaro está incentivando a destruição que está ocorrendo agora. Todos nessa sala precisam se unir. Juntos, a gente pode tirar Bolsonaro do governo para que ele pare de falar o que está falando”, afirmou. 

Pressão

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Augusto Aras aparece de beca em ambiente fechado
                                                                                         Direito de imagemTSE
Image captionSe confirmado pelo Senado, Augusto Aras será o primeiro PGR desde 2003 que não foi escolhido a partir de indicação dos procuradores

O procurador Augusto Aras tem passado os últimos dias dentro do Congresso Nacional, visitando os gabinetes dos senadores que votarão a indicação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para que ele ocupe o cargo de procurador-geral da República. Nesta quarta-feira (25), Aras irá mais uma vez ao Congresso, mas não será para visitar gabinetes: ele será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A sessão está marcada para as 9h. A BBC News Brasil mapeou três assuntos que estão no radar do Supremo Tribunal Federal (STF) e sobre os quais Augusto Aras terá de se posicionar, se for aprovado pelo Senado. Os casos vão desde a descriminalização da posse de drogas para consumo próprio, que deve voltar ao plenário do STF em novembro, até a prisão após condenação em segunda instância. Antes de conquistar a indicação de Bolsonaro, Aras se comprometeu com uma agenda de pautas conservadoras nos costumes e desenvolvimentistas na economia – foi, por exemplo, o único procurador a assinar uma carta da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), onde são defendidos pontos como a defesa da lei da Escola sem Partido; contra o aborto; e a favor da execução da pena de prisão já depois da condenação em segunda instância. No fim de novembro, os 11 ministros do STF também devem julgar um tema que interessa diretamente a família presidencial: o uso de informações fiscais e bancárias da Receita Federal, do antigo Coaf e do Banco Central em investigações criminais.

A decisão atendeu a um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República.

Senadores posam para selfie no plenário do Senado
                                                                           Direito de imagem SENADO FEDERAL
Image caption Indicação de Aras pode ser votada já nesta quarta (25). Ele precisa de pelo menos 41 dos 81 senadores

Depois da sabatina, a indicação de Aras será votada na CCJ, e, finalmente, no plenário do Senado. Ele precisará dos votos de pelo menos 41 dos 81 senadores. Segundo a presidente da CCJ, a senadora Simone Tebet (MDB-MS), o nome de Aras pode ser votado no plenário já nesta quarta-feira.

Périplo

O ex-deputado Alberto Fraga (DEM-DF), responsável por apresentar Aras a Bolsonaro, diz que o périplo do procurador baiano no Senado tem sido intenso nos últimos dias. “A vida do Aras está sendo no Senado. Ele chega lá às 8h e só sai às 22h. Está conversando com todos os senadores. Eu não tenho nem encontrado mais com ele. Ele está fazendo o dever de casa dele, que agora é lá no Senado”, disse Fraga à BBC News Brasil. O PGR atua em nome do Ministério Público tanto no STF quanto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e no Superior Tribunal de Justiça (STJ), embora possa indicar representantes para atuar nas sessões. No STF, também pode propor ações diretas de inconstitucionalidade e propor ações penais públicas e cíveis. O PGR é ainda a única autoridade do país que pode processar criminalmente o presidente da República, deputados, senadores e ministros de Estado.

Raquel Dodge
Image captionAras não pode retirar as ações iniciadas por Dodge (foto), mas pode mudar a posição da PGR

Aras também poderá influir em ações no Supremo iniciadas pela ex-PGR Raquel Dodge nos últimos dias de seu mandato à frente do Ministério Público – embora não estejam na pauta no momento, Aras poderá alterar o entendimento da PGR nesses processos. Antes de deixar o cargo, Dodge emitiu pareceres e iniciou ações que contrariam a política do governo atual. Temas como as leis da “Escola sem Partido”, a demarcação de terras indígenas e o decreto das armas de Bolsonaro foram alvo de Dodge. Conheça abaixo os principais temas caros a Bolsonaro nos quais Augusto Aras atuará, se for confirmado como PGR.

Porte de drogas para consumo próprio

Dias Toffoli pautou para o dia 6 de novembro deste ano a continuação de um julgamento já iniciado pelo STF: um recurso que pede a descriminalização do porte de drogas para consumo próprio. Três ministros já votaram a favor da descriminalização: Gilmar Mendes (relator do caso), Luís Roberto Barroso e Edson Fachin. Se o recurso for aceito pelo Supremo, as pessoas que forem presas com drogas ilegais só serão condenadas caso o juiz entenda que se trata de tráfico. O recurso chegou ao STF em 2011 e foi ajuizado originalmente por um homem que foi condenado por portar três gramas de maconha para consumo próprio. “O que o recurso pede é que seja declarado inconstitucional o artigo 28 da Lei de Drogas (de 2006), que diz que é crime portar drogas ilegais para consumo”, explica o cientista político Gabriel Santos Elias, coordenador da Plataforma Brasileira de Política de Drogas. Elias destaca ainda que, neste caso, a posição atual da PGR já é contra a descriminalização do porte de drogas. “A PGR, desde o começo do julgamento, em 2015, já se posiciona contra a descriminalização, ainda na gestão do (ex-PGR) Rodrigo Janot. Depois, a mesma tese foi mantida pela Raquel Dodge”, diz. “O discurso de Janot, à época, foi fraco do ponto de vista técnico e altamente ideológico. O argumento era de que o consumo de drogas alimenta o tráfico e que, portanto, a descriminalização aumentaria a violência”, critica Elias.

Plenário do Supremo Tribunal Federal
Image captionSe aprovado pelo Senado, Aras poderá enfrentar já neste semestre assuntos que interessam diretamente Bolsonaro

Compartilhamento de informações do Coaf

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Resultado de imagem para Parceria entre governo brasileiro, província argentina e Microsoft irá ajudar no monitoramento do Criança Feliz

      Brasília – O Ministério da Cidadania, a empresa Microsoft e a Província de Salta, na Argentina, firmaram uma parceria sobre tecnologia de monitoramento de programas sociais voltados ao desenvolvimento infantil.O objetivo é transferir experiências e ferramentas para a implementação de inteligência artificial que apoiem melhorias no atendimento do programa social brasileiro que beneficia crianças de até três anos, integrantes do Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal, e de até seis anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de gestantes. A assinatura do Acordo de Cooperação Técnica ocorreu nesta segunda-feira (23), em Brasília.

O Brasil é o quinto país da América Latina que recebe a experiência do sistema de monitoramento desenvolvido no país vizinho para avaliar as condições de vida de crianças. O cruzamento de dados permitirá prever possíveis vulnerabilidades, antecipando informações para evitá-las. O Projeto Horus, como é chamado, já está sendo utilizado há cinco anos na província argentina e apresenta informações detalhadas sobre a real situação de cada pessoa entrevistada pelos visitadores.

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A  prefeitura municipal de Santa Terezinha-PE, na pessoa do prefeito Geovanio Martins( Vanin de Danda)  e através da secretaria municipal de assistência social parabeniza a equipe do CRAS nos acertos e efetivação das políticas públicas ofertadas a população terezinhense. Santa terezinha desde o ano de 2017 até o momento atual  ficando entre os 6 melhores municípios do estado de pernambuco no indicador de desenvolvimento do CENTRO DE REFERENCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ( ID CRAS), avaliação feita pelo Ministério da cidadania. Os critérios  para essa avaliação são: estrutura física, recursos humanos, serviços e benefícios que são ofertados a população.O CRAS atende a população vulnerável e em situação de risco social, dentro da proteção básica, está de portas abertas para as famílias que necessitam dos nossos serviços”, afirma a Coordenadora do CRAS Jéssica Katiane

Mariana Rios (Foto: Divulgação)

Investindo toda sua energia na carreira musical, Mariana Rios deixou de lado seu posto de apresentadora no The Voice e bloqueou convites para atuação. A cantora tem viajado com mais frequência e não liga sobre o fato de não ter rotina. Mesmo assim, Mari não deixa os cuidados com beleza de lado e entrega com exclusividade para a Vogue Brasil alguns segredinhos especiais. Vem ler!

Qual é a sua rotina de beleza pela manhã?
Depois do banho pela manhã, eu não deixo de passar hidratante no corpo e rosto. Em seguida faço minha maquiagem com filtro solar físico. Algo sempre bem leve.

Qual é o último produto de beleza que você usa toda noite?
Hidratante depois do rosto limpo.

Quem corta/cuida do seu cabelo?
Romeu Felipe fez meu corte do cabelo curto. Eu amei e faço sempre com ele.

Já se arrependeu de alguma mudança radical que fez nos fios?

 

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Em Brasília, FNDE reúne profissionais envolvidos na gestão do programa do livro didático

Interessados em participar devem se inscrever até

esta sexta-feira, dia 20 de setembro

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) promoverá, nos dias 25 e 26 de setembro, no Museu da Imprensa Nacional, em Brasília/DF, o 1º Encontro Técnico Regional do PNLD – Etapa Centro-Oeste. O objetivo é reunir profissionais das secretarias de educação para discutir, avaliar e planejar, de forma conjunta, a execução do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Os dois dias de evento contarão com palestras, discussões em grupo e coleta de sugestões para melhorias na execução do programa. As inscrições estão abertas até esta sexta-feira, dia 20 de setembro, e os interessados em participar devem solicitar inscrição via e-mail. O endereço é encontrotecnico@fnde.gov.brEstarão presentes técnicos do FNDE que atuam na área do PNLD, além de profissionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) e da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios). Também estarão representadas as secretarias de educação estaduais e municipais da região Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal), assim como os órgãos de controle. Até março de 2020, estão previstos outros quatro encontros nas demais regiões do país. A proposta é fortalecer parcerias e a integração entre os gestores das redes de ensino de todo o país. O evento de Brasília conta com o apoio da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.

fnde

Isis Valverde (Foto: Iude Richele)

O aguardado desfile de verão 2020 da Dior acontece nesta terça-feira (24.09) em Paris e conta com uma fila A estrelada. Entre os nomes está Isis Valverde, que usa uma camisa como vestido, com trench coat, botas over the knee de verniz supersexy, e a bolsa mini book tote com o monograma Dior Oblique.Direto do seu quarto do hotel, a atriz mostra com exclusividade para a Vogue os preparativos para o desfile – da maquiagem à escolha do look – com cliques de Iude Richele. Já no fashion show, Isis falou sobre o cenário da apresentação, que une moda e sustentabilidade. As 164 árvores que compõem o local serão replantadas. “Ela [Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da grife] fez uma pesquisa para cada árvore ter seu sentido, o lugar apropriado para ser plantada. Achei muito genial. Está parecendo um sonho!

Isis Valverde (Foto: Iude Richele)Isis Valverde usa base Dior Backstage Face

vogue

Por Mariana Oliveira, TV Globo — Brasíli

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e o filho dele, deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE) — Foto: Valter Campanato/Agência Brasil  e Wilson Dias/Agência Brasil

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e o filho dele, deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE)

— Foto: Valter Campanato/Agência Brasil e Wilson Dias/Agência Brasil

A Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 120 mil na casa do deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE) em operação realizada na semana passada envolvendo o parlamentar e o pai dele, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

A informação consta de relatório preliminar enviado nesta terça-feira (24) pela PF ao Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o documento da PF, foram encontrados R$ 55 mil em dinheiro vivo. Os valores estavam divididos em envelopes bancários, cada um com R$ 2,5 mil.“A forma como encontra-se disposto (lotes) indica que iriam ser depositados em pequenas quantias para não ser alvo de controle, sendo que parte do montante foram encontrados em envelopes de depósitos bancários já lacrados, entretanto, sem identificação externa de em quais contadas seriam creditados”, diz o relatório da busca assinado por um agente e um escrivão da PF.Além disso, a PF relata ter apreendido moeda estrangeira. “O montante total apreendido ficou em torno de R$ 120.000,00“, cita o relatório sobre a busca realizada na casa do deputado.

A PF aponta a suspeita da lavagem de dinheiro.

“A forma de acondicionamento dos valores ganha contornos mais relevantes ao se cotejar com os documentos apreendidos no gabinete do deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho, onde também foram encontrados envelopes bancários e extratos apontando a utilização da técnica de lavagem de dinheiro denominada ‘smurfing’, que é utilizada para, em tese, realizar a dissimulação dos valores depositados, conforme se observa nas imagens extraídas do Auto de Exploração de Material Apreendido”, afirma o delegado Wedson Lopes, da Polícia Federal, que comandou a operação.

O delegado pondera ser necessária uma melhor análise para devida conclusão sobre o que foi apreendido.

“Esclareço que, à medida em que os exames periciais sejam concluídos, esta autoridade policial encaminhará a Vossa Excelência outras informações a respeitos dos elementos de informação coletados nos endereços vinculados aos parlamentares ora investigados”, afirmou. Na decisão que autorizou as buscas, Barroso determinou a apreensão de valores em dinheiro que ultrapassassem R$ 20 mil.

Em nota, o advogado André Callegari, que atua na defesa do deputado federal, afirmou:

“Após o questionamento feito pela defesa ao Ministro Luís Roberto Barroso, do STF, na manhã desta terça-feira (24), a Polícia Federal apresentou açodado relatório repleto de ilações, numa clara tentativa de justificar a inobservância dos limites da decisão monocrática do relator para cumprimento dos mandados na última quinta-feira (19). A verdade dos fatos será esclarecida no momento oportuno, em que se demonstrará em definitivo o excesso dessa investigação. – Advogado do deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE).” Relator do caso, o ministro Luís Roberto Barroso enviou nesta terça o relatório para análise da Procuradoria Geral da República (PGR). A PGR poderá pedir novas medidas investigativas a partir da análise parcial da Polícia Federal. No relatório, a PF afirmou que apreendeu no gabinete da liderança do Senado, onde Bezerra Coelho atua, um HD de um servidor com uma planilha suspeita, “contendo uma relação de doadores ocultos”. “Ainda como resultado preliminar das diligências executadas por ocasião da deflagração da Operação desintegração, destaco neste expediente que por meio da ferramenta de busca eletrônica, tanto no gabinete parlamentar do Senador FERNANDO BEZERRA DE SOUZA COELHO, como no gabinete da liderança, que também é utilizado pelo parlamentar, também foram encontrados documentos que se relacionam diretamente com os fatos em apuração”, disse o delegado.

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Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) aproveitou a sessão do Congresso desta terça-feira (24) para se manifestar sobre a operação que terminou com um mandado de busca e apreensão em seu gabinete na semana passada. Ele disse que não teme as investigações e criticou a atuação da Polícia Federal, dizendo que essa operação foi inconstitucional e feriu a independência dos poderes da República. Veja abaixo a íntegra do discurso, em que Bezerra Coelho ainda cobra atenção aos valores democráticos.”A presença da Polícia Federal no gabinete da liderança do governo é uma afronta, um atentado contra a independência dos poderes. Se os fatos citados remontam ao ano de 2014, por qual motivo incluir o gabinete da liderança entre os locais da busca e apreensão se não para impor ao governo do presidente Jair Bolsonaro um constrangimento?”, declarou Fernando Bezerra Coelho, que é investigado por desvios ocorridos em obras de infraestrutura como a Transposição do São Francisco na época em que ainda era ministro da Integração do governo Dilma.

Bezerra Coelho disse que a medida cautelar que autorizou o mandado de busca e apreensão é de dois anos atrás e já havia sido questionada pela Procuradoria-Geral da República. Ele afirmou ainda que os policiais chegaram ao seu gabinete para cumprir esse mandado sem a decisão judicial. Os policiais também não teriam explicado a razão de cada objeto ter sido apreendido, o que, na visão do senador, configura uma violação à ordem judicial e também aos seus direitos individuais. Bezerra Coelho concluiu, portanto, que a realização da operação neste momento, depois de uma decisão monocrática do Supremo Tribunal Federal, foi uma “operação absolutamente extemporânea, arbitrária e gravíssima”. “Parece que esta operação é deliberadamente uma tentativa de reavivar velhas práticas de intimidação e criminalização da política, como se a política não fosse o único caminho para solucionar os problemas do país. Os atos da última quinta constituem uma grave ofensa ao equilíbrio democrático, cujos pilares são a independência e a autonomia dos poderes da República e merecem uma contundente reação desta Casa”, afirmou Bezerra Coelho.

O senador agradeceu, portanto, a decisão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP), de apresentar um recurso contra o mandado de busca e apreensão no STF e pediu atenção ao respeito dos valores democráticos. “Vivemos outros tempos, mas devemos permanecer atentos e vigilantes para que violações à Constituição não fragilizem nossa democracia”, concluiu o líder do governo no Senado.

Veja a íntegra do discurso de Fernando Bezerra Coelho:

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