Lojas Surya
Óticas Olhar Brasil
Farias Calçados

Lojas Surya
Supermercado
Natália Calçados

Seg Vida
 

Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter o Flash Player instalado.

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: novembro 2019

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Alinne Moraes está deixando saudade em seus fãs. Longe das telinhas desde Espelho da Vida, na TV Globo, a atriz garante que não demora para voltar. Enquanto isso, na vida pessoal ela está vivendo tranquilamente ao lado de seus dois amores (o filho Pedro e o companheiro Mauro Lima) e, por isso, topou posar para um ensaio inspirador. Aos 36 anos, Alinne bateu um papo exclusivo com a Vogue Brasil e contou um pouco sobre seus projetos atuais que incluem uma peça no Teatro Petra Gold. “Estreei a peça do Gustavo Pinheiro, ‘Relâmpago Cifrado’, nela interpreto uma médica ao lado de Ana Beatriz Nogueira. É um embate que abala as estruturas de duas pessoas de perfis muito diferentes. Uma peça que trata de individualismo e altruísmo”, disse sobre a temporada em cartaz até 22 dezembro. “Em Janeiro começo a pré da próxima novela da Lícia Manzo. A novela está prevista pra começar em maio de 2020”, adiantou ela que além do trabalho como atriz se encontrou no papel de mãe: “Me encontrei mais do que em qualquer outro papel nesses anos de carreira. Ser mãe é minha maior motivação hoje em dia, sem dúvida. Vivo pra minha família. Mas por ora, não pensamos em mudar o “combo”, continuou a bela sobre não ter planos de aumentar a família. 

Com trabalhos marcantes na carreira, ela ainda tem sonhos para realizar como atriz e conta o que mais mudou desde que estreou na televisão em 2002. “Tenho alguns… uma peça infantil por exemplo. E, na realidade, a cada dia aprendo um pouco mais, pessoal e profissionalmente. Aprendo com cada personagem que faço, a cada trabalho, com cada elenco com quem contraceno, cada diretor, cada autor e assim por diante. Enxergo a como terapia, principalmente”.

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Alinne Moraes 

Vivendo um lindo amor com Mauro Lima, em 2014 ela deu à luz seu primeiro filho Pedro, fruto da sua união com o cineasta e contou como tudo começou. “Não casamos em cartório, nem igreja, tampouco cerimônia. Há sete anos me mudei pro apartamento do Mauro por conta de uma reforma na minha casa. Foi assim que oficializamos (risos): com uma muda de roupa e paixão de sobra. Dessa união nasceu nosso filho, Pedro. Se isso não é um casamento não sei o que seria”, dispara. Sobre seu maior sonho como casal, Alinne surpreende novamente: “Sonho é o que eu tinha no começo, agora estou no modo ‘realizando'”, conta ela que não se arrisca a dar dicas sobre o amor: “Não me arrisco a empurrar fórmulas pra ninguém no que diz respeito a relações amorosas e conjugais. Acho que não existe segredo. Talvez ter sempre em mente que o casamento não é uma empresa, que precisa apresentar balancetes, receita líquida positiva, coisas do tipo”. 

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Com direção criativa de Marcelo Feitosa, ela foi fotografada por Brunno Rangel para seu novo livro “Sentido”, a obra vai reunir um apanhado de seus trabalhos além de imagens exclusivas. 

vogue

Imagem relacionada

A liberdade de expressão não é princípio abstrato. Está inscrito como um dos direitos e garantias fundamentais da Constituição no inciso IV do artigo 5º, onde se assegura a livre manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. Sobre esse preceito constitucional, o Brasil readquiriu o hábito salutar da liberdade de imprensa, da pluralidade do pensamento e da livre manifestação de opiniões.

A democracia se corporifica na presença das muitas manifestações divergentes do povo, mas se fundamenta no respeito à decisão da maioria. Sem que a maioria sufoque a minoria divergente, composta de variadas opiniões, visões de mundo e ideologias.

Em alguns casos, a imprensa expressar a voz da maioria. Em outros, vocaliza a minoria que se manifesta contrariamente ao senso majoritário. Torna-se crítica, assume o papel fiscalizador do Estado, posicionando-se como contraponto ao poder formal e legalmente instituído. É saudável que assim seja. É bom a existência da oposição, do contraditório, da divergência. O silogismo grego já demonstrava a força do entrechoque de ideias e de realidades para se chegar a resultado evolutivo no pensamento.

Imprensa livre é, portanto, sinal de que se caminha no sentido de fortalecimento da vida democrática, ao lado da pluralidade de pensamentos representada pelos parlamentos.

Continue lendo

Crédito: Divulgação
Mariana Rios, de 34 anos, está focada na carreira de cantora e não pretende voltar tão cedo a trabalhar como atriz. Ela acaba de lançar seu EP “Eu e Você”, que possui quatro faixas, e já está trabalhando no próximo álbum. Com tantos shows e projetos, o casamento com o empresário Lucas Kalil, de quem é noiva e com quem namora desde julho do ano passado, ainda não tem data certa: “Adoraríamos que fosse em 2020, mas estamos dedicados ao trabalho. Casamento é um assunto sério, precisamos sentar e conversar sobre isso”.

No ar com Grazi

Que a atriz Grazi Massafera, de 37 anos, é adepta da ioga, todo mundo já sabia! Foi surpresa, no entanto, o nível avançado que ela demonstrou ter nessa atividade. grazi postou em seu Instagram fotos em posições bastante desafiadoras da “Acroyoga”: modalidade que mistura yoga com acrobacias e é aconselhada apenas para quem já tem experiência com a yoga comum. Para a atriz, além de trabalhar o corpo e a mente, a prática traz benefícios para sua espiritualidade. “Sinto o bem que ela me faz em meu dia a dia, sobretudo no meu trabalho”.

O novo hobby de Côrtes

Em meio às gravações do programa Pop Star, do qual é coapresentador, João Côrtes, de 24 anos, descobriu uma nova atividade para estimular a criação e ao mesmo tempo relaxar. Desde pequeno ele gosta de fazer pinturas em tela e, na adolescência, adorava comprar material para criar. Foi recentemente, no entanto, que ele recuperou esse hábito, depois de assistir a um filme no qual a protagonista conseguia despejar suas emoções nos quadros. “Fiquei motivado pela ideia de deixar o imaginário entrar e o inconsciente me dominar para poder fazer coisas diferentes. Tem sido realmente terapêutico e bom para a ansiedade”, diz ele.Regina Casé, de 65 anos, está de volta às novelas após um hiato de quase duas décadas como apresentadora e atriz de filmes. Ela estreou na semana passada como a personagem Lurdes, na nova novela das nove da Rede Globo, “Amor de Mãe”. Trata-se de uma típica nordestina brasileira que viaja ao Rio de Janeiro em busca do caçula dos seus cinco filhos, vendido pelo marido alcoolista para uma traficante de crianças. “Não me interessa muito se estou como apresentadora ou como atriz. Quero ter um jeito de trazer para a tela o Brasil como ele é”, diz ela.

De frente com a bipolaridade

Continue lendo

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) marca presença na Conferência Nacional da Autorreforma do PSB, que acontece nos dias 28, 29 e 30 de novembro, no Rio de Janeiro. O parlamentar deve integrar um dos cinco grupos temáticos do encontro: Reforma política/Reforma do Estado; Desenvolvimento e Meio Ambiente; Políticas Sociais; Economia; e Socialismo e Democracia.

O PSB sai na frente no debate político e apresenta ao país nesses três dias de evento, o documento intitulado “Autorreforma”, que atualiza seu manifesto e o programa partidário, ambos de 1947.“É um momento histórico para o partido e o país. Precisamos debater e definir metas diante desse cenário político-econômico do Brasil. O PSB precisa acompanhar também a evolução tecnológica e montar suas estratégias pensando nessa nova realidade. O Encontro será de grande importância, estarei representando Pernambuco e levando os direcionamentos para os municípios”, disse Patriota.

Nos dois primeiros dias, os socialistas discutirão o texto-base da Conferência Nacional, em cima dos cinco grupos temáticos citados. O resultado desses debates será apreciado em uma plenária final, que aprovará o documento para orientar o debate nacional pelo próximo ano. No terceiro dia, haverá uma Conferência Internacional para a qual estão convidadas lideranças políticas de partidos socialistas de Portugal, Espanha, Uruguai e Chile. No momento em que vários países enfrentam crises semelhantes, o PSB avalia que é fundamental incorporar experiências internacionais de esquerda, que se identifiquem com os valores e a visão de futuro do partido, para buscar soluções democráticas, humanistas, progressistas e não-autoritárias para as questões nacionais.

Com o slogan “Brasil, um passo adiante”, a “Autorreforma” é a primeira resposta sólida de um partido a uma crise política, econômica e social que se aprofunda do país.

Continue lendo

Foto: (Reprodução/Globo)

Uma decisão do Congresso vai permitir que partidos políticos usem dinheiro que recebem do governo para pagar passagens aéreas para qualquer pessoa que for participar de um evento da legenda. O presidente Jair Bolsonaro tinha vetado este ponto da lei que muda as regras eleitorais e de prestação de contas dos partidos, mas os parlamentares derrubaram este veto e outros seis. Os vetos foram derrubados com votos, inclusive, do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra, do MDB, e do filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro, sem partido.

Um deles trata do fundo eleitoral. Deputados e senadores derrubaram o veto e determinaram que o valor do fundo eleitoral seja definido pela Comissão de Orçamento do Congresso, com a inclusão de até 100% do dinheiro das chamadas emendas de bancada, que, em 2020, deve ficar em torno de R$ 6 bilhões, dinheiro que é destinado prioritariamente para as áreas de saúde e educação. Mas essa mudança não valerá para as eleições municipais de outubro de 2020, porque alterações na lei eleitoral têm que ser aprovadas um ano antes do pleito. Ou seja, fica mantido o texto sancionado pelo presidente para as eleições de 2020. Vale o valor liberado pelo governo nas eleições de 2018, corrigido pela inflação, o que daria R$ 2 bilhões. O líder do Novo na Câmara, Marcel Van Hattem, criticou o possível aumento do dinheiro público para financiar campanhas.

“Não é só porque vivemos num período de crise que não se pode utilizar dinheiro para isso, mas é ainda pior ver dinheiro que deveria ser utilizado nas áreas básicas, saúde, segurança e educação, ser utilizado para pagar santinho, bandeiraço, enfim contratar cabo eleitoral, tudo muito errado”, afirmou. Deputados e senadores também derrubaram um veto para permitir o uso de dinheiro público de um outro fundo, o partidário, na compra de passagens aéreas para pessoas que não sejam filiadas ao partido. Nesse caso, a mudança é na lei dos partidos e vai valer a partir da promulgação nos próximos dias. Deputados e senadores podem ainda derrubar outros vetos para permitir o uso de dinheiro público no pagamento de dívidas eleitorais aplicadas ao partido por desrespeitar a lei eleitoral.

Continue lendo

O ator Leonardo DiCaprio (Foto: Wikimedia Commons) 

 

 

 

 

 

 

 

O ATOR LEONARDO DICAPRIO 

Em live semanal, presidente acusa o ator e brigadistas de colocarem fogo na floresta

O presidente Jair Bolsonaro acusou, sem provas, o ator norte-americano Leonardo DiCaprio de ter doado dinheiro para “queimar a Amazônia”. A fala foi feita na transmissão ao vivo que o presidente fez nesta quinta-feira 28. Bolsonaro comenta sobre o ator quando retoma o assunto das queimadas na Amazônia, temática que lançou seu governo em uma crise internacional sobre a assistência à floresta. Na época, também sem evidências, o presidente disse que desconfiava que ONGs estivesse envolvidas nos crimes ambientais. A forte reação contra a fala também foi comentada por ele na live. “Me acusaram de tudo quanto é jeito de ser conivente com as queimadas. Eu falei que suspeitava – fui bem claro, suspeitava – de ONGs. Pronto. A imprensa… três, quatro dias comendo meu fígado pelo Brasil”, diz. Em seguida, ele acusa os brigadistas de Alter do Chão de realmente serem os culpados pelo incêndio na região, em setembro. Os quatro voluntários foram liberados pela Justiça na tarde da quinta-feira, antes da transmissão do presidente. O delegado do caso também chegou a ser afastado pelo governador do Pará, Helder Barbalho, que falou que “ninguém pode ser vitima de prejulgamento ou ter seu direito de defesa cerceado”. A falta de evidências que os brigadistas e as ONGs acusadas realmente cometeram o crime não impediu Bolsonaro de continuar acusando-os. A suposta doação do ator também foi negada pela organização WWF. “E o Leonardo DiCaprio? Mico do ano. O que é mais fácil? Tira foto, filma, vende. Leonardo doou 500 mil dólares pra essa ONG. Leonardo DiCaprio, pô, você tá colaborando pra queimada da Amazônia”, diz. O presidente também comenta sobre fotos que recebeu que mostrariam, em tese, uma “vida de luxúrias” dos quatro voluntários. Em entrevista à CartaCapital, a mãe de um dos acusados relata que a casa do filho em Santarém não tem eletrodomésticos ou paredes – uma “maloca”, como popularmente dito.

“Pisou na bola, hein, DiCaprio? Pelo amor de Deus”, encerra o presidente.

Leonardo DiCaprio doa 5 milhões de dólares para salvar a Amazônia

brasil.elpais.com

“É difícil aceitar um presidente despreparado para governar um país da dimensão do Brasil. Um presidente que acusas as pessoas sempre provas?Será que estar apto a governar o Brasil?” Será que o Bolsonario conhece a biografia de Leonardo DiCaprio? Será que o ator Leonardo DiCaprio com esta biografia seria capaz de se preocupar com as queimadas na Amazônia.?

 Leonardo DiCaprio (1974) é um ator norte-americano. O filme “Titanic” foi o marco inicial de sua carreira. Depois de cinco indicação ao Oscar, em 2016 recebeu o Oscar de Melhor Ator, como Hugh Glass, no filme “O Regresso”. Leonardo DiCaprio (1994) nasceu em Los Angeles, Califórnia, no dia 11 de novembro de 1974.

Jovens com placas alertando para a crise climática no planeta (Foto: Jeremie Richard/AFP)

JOVENS COM PLACAS ALERTANDO PARA A CRISE CLIMÁTICA NO PLANETA 

Mesmo se os países mantiverem seus compromissos de redução de emissões, os termômetros vão subir ao menos +3°C até o fim do século

Recordes de calor, multiplicação de catástrofes meteorológicas, derretimento de geleiras, um declínio sem precedentes da natureza: as provas do impacto devastador das atividades humanas sobre o planeta se acumulam, atestando a urgência de se agir em particular contra as mudanças climáticas. Em menos de um ano, quatro relatórios científicos da ONU sobre o estado do planeta soaram como uma sirene de alerta para cidadãos do mundo inteiro. Uma constatação alarmante que aumenta a pressão sobre os signatários do Acordo Climático de Paris, que se reúnem a partir de segunda-feira 2 em Madri para a COP25.

Recordes de calor

Os quatro últimos anos foram os mais quentes já registrados no planeta. Após ter tido o mês mais quente da história, em julho, o ano de 2019 deverá se somar ao ‘top 5’ e inclusive se situar como o 2º ou o 3º mais quente, segundo a Agência Oceânica e Atmosférica americana (NOAA). E este é apenas o começo. O mundo esquentou em média 1°C desde a era pré-industrial. Mas se os termômetros continuarem a subir no ritmo atual, sob o efeito das emissões de gases estufa, o limite de +1,5°C, meta ideal do Acordo de Paris, deverá ser alcançado entre 2030 e 2052, segundo os especialistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), subordinado à ONU. Mesmo se os países mantiverem seus compromissos de redução de emissões, os termômetros vão subir ao menos +3°C até o fim do século, enquanto cada meio grau suplementar aumenta a intensidade e/ou a frequência de catástrofes meteorológicas, como ondas de calor extremo, tempestades, secas ou inundações. Além disso, os cientistas que trabalham em novos modelos climáticos que servirão de base para o próximo relatório do IPCC, previsto para 2021, sugerem um aquecimento ainda mais pronunciado que o previsto, com o pior cenário marcando +7°C em 2100 (contra as previsões de pior cenário de +4,8°C anteriormente).

Multiplicação de catástrofes

Ondas de calor excepcionais na Europa, incêndios gigantescos na Sibéria ou na Austrália, o ciclone Idai em Moçambique, Veneza debaixo d’água… Mesmo que seja difícil atribuir uma catástrofe específica às mudanças climáticas, a multiplicação em curso de fenômenos extremos reflete as previsões dos cientistas. E o futuro será ainda mais sombrio.

Em um mundo 1,5°C mais quente, os episódios de fortes precipitações serão mais frequentes, intensos e/ou abundantes, segundo o IPCC. A frequência e a intensidade das secas também deverão aumentar. E até mesmo meio grau a mais nos termômetros causaria diferenças de impacto claras. Desta forma, por exemplo, mesmo com um teto de +2°C, objetivo mínimo do acordo de Paris, for respeitado, os ciclones, furacões ou tufões serão mais potentes e a proporção de ciclones de categorias 4 e 5 deverá aumentar.

Excesso de CO2

Segundo um relatório da ONU, publicado esta semana, as emissões de CO2 avançaram em média 1,5% por ano nos últimos dez anos e elas não dão nenhum sinal de contenção, enquanto seria necessário que baixassem anualmente 7,6%, todos os anos, entre 2020 e 2030 para esperar respeitar o limite de +1,5°C. Ao fim de 2018, os principais gases de efeito estufa superaram recordes de concentração na atmosfera, particularmente o CO2, com 407,8 partes por milhão (ppm). A última vez que a atmosfera terrestre viu uma quantidade similar de CO2 “foi há 2 a 5 milhões de anos: a temperatura era de 2º a 3°C mais elevada que atualmente e o nível do mar, 10 a 20 metros acima do atual”, destaca a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

ENCHENTE ATINGE A FAMOSA PRAÇA DE SÃO MARCOS, EM VENEZA 

O gelo derrete, o mar se eleva

Segundo o IPCC, o nível dos mares aumentou 15 cm no século XX. O ritmo desta elevação se acelerou e o nível dos oceanos continuará a subir durante os séculos, ameaçando zonas costeiras pouco elevadas, onde viverão mais de um bilhão de pessoas até 2050.Mesmo se o mundo conseguir reduzir fortemente as emissões, a elevação dos oceanos poderia chegar de 30 a 60 cm até 2100. E de 60 a 110 cm, se as emissões continuarem a aumentar. Esta elevação é devida, sobretudo, ao degelo. As duas calotas glaciares, na Antártica e na Groenlândia, perderam em média 430 bilhões de toneladas ao ano desde 2006. A banquisa da Antártica recuou também e muitas geleiras de montanha podem desaparecer.

Um milhão de espécies ameaçadas

A humanidade não é responsável apenas pelo clima caótico. A exploração sem precedentes que faz dos recursos naturais do planeta, em particular para alimentar uma população crescente, leva, paralelamente, ao maior declínio da natureza já visto. Práticas agrícolas, exploração florestal, poluição… Segundo especialistas da ONU em biodiversidade (IPBES), 75% do meio ambiente terrestre e 66% do marinho estão degradados. O resultado: um milhão de espécies da flora e da fauna estão ameaçados de desaparecer, muitas nas próximas décadas.

cartacapital.

Em rede social, Heloísa Wolf Bolsonaro reclama do gasto para fazer a unha, diz que às vezes faz faxina para economizar e diz que não há glamour no dia a dia

A mulher do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), a especialista em coaching Heloísa Wolf Bolsonaro, resolveu usar sua página no Instagram para desabafar sobre a vida com salário de político que, segundo ela, não tem nada de glamouroso – pelo contrário, afirma, é cheia de perrengues, especialmente durante viagens ao exterior. “A gente não fica andando de iate, barco, jatinho, primeira classe. A gente passa por muito perrengue também. Quando vamos para os Estados Unidos, a gente economiza. Postei a foto do Havaí hoje, passamos um Réveillon lá, de 2017 para 2018. Foi incrível, mas a gente vivia almoçando num mercadinho que tem lá. Chama Food Land, que é maravilhoso. Eu lembro que nosso almoço lá era US$ 2. Almoçava no mercado e ficava até mais magrinha”, disse Heloísa, que declarou que o casal “investe muito em viagens, a gente adora estar viajando”.

                                                         

Ela resolveu relatar detalhes dos gastos do casal com lazer para contrariar quem acredita que vida de mulher de político é coisa de dondoca, “que só pensa em passear no shopping”. “Eu também faço escolha como vocês. Esses dias fiz a unha, era uma francesinha, por R$ 60. Eu achei caríssimo, sabe?”, disse. “Às vezes eu faxino a casa porque não quero gastar naquela semana”, afirmou em outra parte do vídeo.Como deputado federal, Eduardo recebe salário bruto de R$ 33.763, mais verbas inerentes ao cargo, como auxílio-moradia de R$ 3.800, apesar de o deputado ter optado por ocupar um imóvel funcional em Brasília, o que exclui o recebimento do auxílio. Há também a verba de gabinete mensal entreR$ 30 e R$ 45 mil para arcar com os custos do mandato, como passagens aéreas e mais cerca de R$ 100 mil para contratação de funcionários. Eduardo gastou um total de 254.622 reais da cota em 2019 a partir de fevereiro – uma média de 25.462 reais por mês. O deputado tem 11 pessoas em seu gabinete atualmente, com gasto médio de 96.065 reais por mês da rubrica.

É consenso na Câmara e no Senado que a Reforma da Previdência, uma das mais importantes para o futuro do País, não teria sido aprovada sem a articulação e o bom senso do deputado Rodrigo Maia

Crédito: Boris Rabtsevich

TIMONEIRO A Câmara navegou em mares turvos no começo do ano, mas, depois, graças à experiência de Maia, o barco das reformas chegou a porto seguro.

(Crédito: Boris Rabtsevich)

Brasileiro do Ano – Rodrigo Maia

O ano foi excepcionalmente tenso no Congresso, com o presidente da República recém-empossado acusando os parlamentares de desejarem a continuidade da política do toma lá dá cá de seus antecessores e até insinuando que desejavam cargos e benesses para apoiar o governo e as reformas indispensáveis. Mas, depois de alguns meses de caneladas, os dois poderes se entenderam e as mudanças puderam, finalmente, deslanchar. A Reforma da Previdência foi a que mobilizou a Câmara desde o início de 2019 e foi aí que se firmou a liderança do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Casa. Reeleito para o cargo em fevereiro, o deputado de 49 anos, com seis legislaturas na Câmara (24 anos ininterruptos), tomou as rédeas do processo de transformação da legislação das aposentadorias — um assunto espinhoso e com soluções impopulares — e conseguiu formar uma maioria esmagadora para a aprovação do projeto.

No início, o presidente Jair Bolsonaro praticamente não mexeu uma palha para que a reforma fosse aprovada, embora mais ao final do processo o ministro Paulo Guedes e seu secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, tenham arregaçado as mangas para ajudar Maia na aprovação do texto final. É consenso, porém, que se não fosse o exaustivo trabalho do presidente da Câmara não haveria a Reforma Previdenciária. Por isso, nada mais do que justa a escolha de Rodrigo Maia como “O Brasileiro do Ano” de ISTOÉ em 2019, prêmio que lhe será entregue nessa segunda-feira 2, na casa de show Tom Brasil, em São Paulo.“Recebo a homenagem com muito orgulho. Entendo que ela não foi só para mim, mas para todo o Parlamento brasileiro”, diz ele.

Maia concorda que seu trabalho de articulação junto às lideranças e aos deputados de todos os partidos com representação na Câmara foi importante para a aprovação da reforma, mas destaca que os parlamentares, como nunca na história do Congresso brasileiro, “estiveram como estão agora conscientes da responsabilidade histórica de transformar e modernizar o Brasil”. Para ele, a tarefa para consolidar a maioria que aprovou a reforma — 379 votos a favor no primeiro turno e 339 votos no segundo — foi dificultada em alguns momentos pelo fato de o “parlamento estar muito pulverizado e dividido”. O deputado chegou a temer que não fosse possível vencer a batalha. “No primeiro semestre tivemos muitos conflitos, mas deixamos o terremoto acabar e, com paciência e equilíbrio, focamos no futuro do País, que passava pela aprovação da Reforma da Previdência”. A reforma, que economizará R$ 800 bilhões em dez anos, “foi a possível”, diz Maia à ISTOÉ.

Novas reformas

Continue lendo

Para entender o porquê dos cabelos finos, é importante saber que os fios de cabelo são compostos de três camadas:

  • Cutícula, responsável pela proteção do fio.
  • Córtex, que dá cor, elasticidade, volume e força aos fios.
  • Medula, porção central esponjosa do fio.

A espessura do fio depende principalmente do córtex. A causa dos fios finos é, geralmente, de origem genética. Para estas pessoas que já nascem com cabelos finos, deve-se simplesmente tomar os cuidados necessários para o tratamento dos fios finos, conforme listado abaixo.

Há também pessoas que adquirem cabelos finos ao longo da vida por outras razões. A principal delas é porque houve um problema de queda de cabelo. A queda de cabelo enfraquece os fios deixando-os finos, sensíveis e fáceis de quebrar. Nesse caso, antes de tomar os cuidados específicos com cabelos finos abaixo, deve-se fazer uma avaliação médica para que seja feita uma análise da causa da queda. Outra causa é o excesso de químicas. A descoloração e a escova progressiva também vão afinando o fio com o tempo.

Cuidados com Cabelos Finos e Sem Volume

1) Cabelos Lisos

Dicas para Cabelos Finos
  • Os finos tendem a ser mais oleosos e por isso devem ser lavados diariamente.
  • Utilizar shampoos específicos para cabelos finos.
  • Usar shampoo neutro e de preferência sem sulfato.
  • Fazer uma limpeza profunda com shampoo antirresíduos uma vez por semana.
  • Usar condicionador somente nas pontas.
  • Fazer hidratação a cada 15 dias com produtos específicos.
  • Usar pentes largos e de madeira para evitar a quebra os fios.
  • Fazer um corte adequado para aumentar o volume.
  • Aplicar o secador primeiramente nas raízes, usando a menor potência e temperatura mais baixa possível. Com isso, obtém-se mais volume sem ressecar os fios.

2) Cabelos Crespos e Ondulados

  • Utilizar shampoos específicos para cabelos finos e que dão volume.
  • Usar shampoo neutro e de preferência sem sulfato.
  • Uma vez por semana fazer uma limpeza profunda com shampoo antirresíduos.
  • Em vez de condicionador, usar máscaras hidratantes.
  • Evitar o uso do secador e chapinhas para não arrebentar e ressecar os cabelos.
  • Fazer hidratação uma vez por semana.
  • Usar cremes sem enxágüe e silicones para baixar os fios arrepiados.
  • Fazer reposição com queratina para ajudar encorpar os fios.
  • Fazer um corte adequado para aumentar o volume.

A Importância do Corte Certo

As pessoas com cabelos finos frequentemente pensam que adicionar várias camadas ao corte lhes dará volume. Mas se as camadas forem curtas demais e o cabelo se posicionar ao redor da face, isso pode deixar o aspecto geral ainda mais sem vida. O ideal é deixá-los mais longo, com um corte em ondas de diversas camadas longas, que confiram e tirem proveito do movimento natural que os cabelos lisos tendem a ter, mesmo que finos. Se o corte deixar os fios se apoiando e dobrando sobre os ombros o efeito de volume é ainda melhor.

Dicas para Aumentar o Volume

  • Lave os cabelos diariamente. Cabelos sujos pesam e diminuem ainda mais o volume.
  • Use produtos específicos para cabelos finos.
  • Enxague muito bem os fios, para retirar todos os resíduos do shampoo e condicionador, que podem deixá-lo ainda mais pesado e sem movimento.
  • Cuidado na hora de passar os produtos sem enxágue, o exagero pesa e perde o movimento, passe somente nas pontas.
  • O secador de cabelos, usado na temperatura fria, é um ótimo aliado para “armar” os cabelos finos.
  • Faça hidratações e cauterizações para manter o cabelo forte e resistente.
Dicas para Cabelos Finos

Tratamentos para cabelos finos

Reconstrução do Fio

Além dos cuidados com hidratações e umectações, é essencial fazer uma reconstrução capilar para repor nutrientes perdidos do fio. Além da queratina, as máscaras de reconstrução podem ser potencializadas com alguns aminoácidos(tirosina, a serina e a treonina) que atuam na reconstrução da fibra e que também agem no fortalecimento e resistência dos cabelos.

Vitaminas e Minerais

Alguns minerais como o enxofre e silício ajudam na construção dos aminoácidos cisteína e metionina, e também para produção de colágeno e queratina, que são indispensáveis para ter cabelos fortes e saudáveis. Pill food e pantogar são suplementos , composto basicamente por aminoácidos, proteínas, vitaminas e minerais. Esses componentes agem na formação do fio ajudando a fortalecer os cabelos desde a raiz. Algumas pessoas usam o produto para solucionar problemas de queda capilar, ou para que os fios cresçam rápido, outras pessoas sentem que o fio engrossa, devido a recuperação que ele faz na fibra capilar. Outra vitamina que é ótima para cabelos finos é a biotina.

Óleos Vegetais

Já faz algum tempo que os óleos vegetais – como o óleo de arganóleo de coco, abacate, gergelim e rícino – tem ganhado destaque no mercado de produtos cosméticos devido a sua intensa hidratação. Esses óleos dão mais peso para as madeixas de maneira que elas acabam se tornando mais encorpadas e poderosas.Você pode incluir esses óleos nos cuidados diários tanto a partir da escolha de shampoos e condicionadores que os tenham em sua fórmula como a mistura de gotas deles nesses produtos. Veja como usar os óleos vegetais para os cabelos.

Cuidado com as Químicas

Qualquer tratamento com química (como escova progressiva, alisamentos e descoloração) podem deixar os fios mais finos ainda. Esses tratamentos tornam o cabelo mais poroso, e por isso ele está mais propenso a quebra. Por isso mesmo, é melhor tomar cuidado ao fazer esse tipo de tratamento, ainda mais quando o cabelo está danificado. O cabelo fino recebe a química mais facilmente que qualquer outro tipo, e por isso os danos podem ser profundos em apenas uma aplicação. Antes de fazer qualquer tratamento que use químicas é preciso fazer um diagnóstico capilar, será a densidade do fio que determinará qual a química pode ser utilizada com segurança.

Produtos para Cabelos Finos

Cabelos finos costumam ser frágeis e quebradiços, por isso é importante usar produtos para fortalecer a estrutura capilar proporcionado corpo e densidade. Os cabelos finos exigem cuidados especiais, pois embaraçam com mais facilidade e apresentam maior fragilidade. Pensando nisso, selecionamos algumas dicas para facilitar a sua rotina de beleza, além de manter os fios soltinhos e saudáveis.

belezaesaude

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução nesta quarta-feira, 27, que muda o desenho do cheque especial, estabelecendo que a taxa de juros do produto não poderá superar 8% ao mês — cerca de 150% ao ano. Isso é menos da metade dos juros anuais cobrados em média atualmente. Em compensação, a resolução também permitirá que as instituições financeiras cobrem tarifa pela disponibilização de limite de cheque especial, sendo vedada a cobrança para limites de crédito de até 500 reais, informou nota divulgada pelo Banco Central. O presidente do Conselho é Paulo Guedes, ministro da Economia — o órgão é composto pelo Ministro da Economia, pelo Secretário Especial de Fazenda e pelo presidente do Banco Central. Para limites superiores a esse montante, poderá ser cobrada tarifa mensal de até 0,25% sobre o valor do limite que exceder 500 reais. De acordo com o BC, a tarifa deverá ser descontada do valor devido a título de juros de cheque especial no respectivo mês. O BC defendeu que a medida irá tornar o cheque especial menos regressivo e mais eficiente. Os bancos cobram atualmente uma taxa média de 305,9% ao ano para o crédito do cheque especial, segundo números mais recentes, de outubro, compilados pelo BC. A limitação dos juros trazida pela regulação entrará em vigor em 6 de janeiro de 2020. Para os contratos em vigor, a incidência de tarifa só será permitida a partir de 1º de junho de 2020, caso não venham a ser repactuados antes. O diretor de Organização do Sistema Financeiro do BC, João Manoel Pinho de Mello, afirmou que atualmente os limites concedidos no cheque especial somam 350 bilhões de reais, enquanto a carteira ativa do produto é de 26 bilhões de reais. “São cerca de 324 bilhões de reais não utilizados, portanto isso justifica o redesenho do produto”, afirmou a jornalistas.

Continue lendo

Divulgação
Em breve, um novo rosto entrará no ar em Éramos Seis, novela das 18h da Rede Globo. Trata-se de Joana de Verona, a intérprete de Adelaide, a filha caçula da ricaça Emília (Susana Vieira). Sua chegada deverá deixar ainda mais complicada a vida da mãe, que já precisa lidar com a primogênita, Justina (Julia Stockler), vivendo em uma espécie de mundo paralelo. Nascida em São Luís (MA), a atriz foi ainda bebê para Portugal. Hoje consagrada, após viver personagens importantes nas últimas três novelas na Terrinha, a artista desembarca no Brasil para chacoalhar a trama das seis da Rede Globo.
O inevitável choque com Emília

Adelaide foi enviada para a Europa ainda criança, pelo temor de Emília de que Justina lhe fizesse algum mal involuntário devido a um carinho excessivo e descontrolado. Crescida em Paris, a jovem vai retornar ao Brasil com uma mentalidade bem diferente das jovens paulistas de sua época. Perguntada pelo Metrópoles a respeito de como sua personagem lidará com a família, a atriz explica: “Serão relações fortes, porém muito distintas entre si. Adelaide reencontra, passados 20 anos, o mesmo pensamento retrógrado da mãe e a mesma preocupação com as aparências. Um ambiente que não acompanhou a modernidade vivida no estrangeiro. Ela tenta se reaproximar da mãe, mas não é fácil, pois as visões de mundo são muito díspares entre elas”, adianta a artista.

“Com Justina será diferente. A Adelaide quer resgatar o afeto familiar e vai investir num vínculo com ela. Será uma relação muito bonita, muito íntima”, completa.

Joana fez papéis de destaque em novelas produzidas em Portugal, como Ouro Verde – que está sendo exibida no Brasil –, A Família Ventura e Valor da Vida. Na crista da onda em terras lusas, a atriz contou porque resolveu vir para cá. “Eu trabalho no Brasil há alguns anos.

Mariana Goldfarb é a Capa da Semana na QUEM (Foto: Tavinho Costa)

Mariana Goldfarb é a Capa da Semana na QUEM

(Foto: Tavinho Costa)

Mariana Goldfarb aprendeu ao entrar para o mundo da moda, na adolescência, o poder das palavras e a importância de se ter uma autoestima bem trabalhada. Criada livre e em meio à natureza no Rio de Janeiro por Valéria, uma dona de papelaria e livraria, e Julius, um assessor financeiro, ela sofreu um choque ao entrar para um universo de competição e ouvir críticas ao seu físico. “Foi sofrido demais! Primeiro que a gente é ensinado a competir desde cedo. É uma competição ferrenha entre as modelos. As pessoas também nos tratavam muito mal. Você é só um cabide e tem que servir. Diziam que eu não estava magra o suficiente, que não era tão alta, que eu tinha ombro de nadadora, porque sou larga. Isso já foi um problema para mim”, relembra ela. No entanto, os efeitos colaterais da baixa autoestima começaram mesmo a serem sentidos quando ela entrou para a TV para apresentar o programa Ilhas Paradisíacas, sobre viagens e esportes radicais no Canal Off. Passar tanto tempo distante da família e sentir a necessidade de provar que tinha o talento para estar ali desencadearam o seu primeiro distúrbio alimentar. “Na primeira temporada do Off, passei um aperto porque aconteceram algumas situações que não foram muito legais. Não me senti bem recebida. Foi a primeira vez que eu viajei e fiquei longe da minha família, eu não estava preparada, não era boa em nenhum esporte, era estabanada… Eu tinha vontade, coragem e amava a natureza e achava que isso era suficiente. Comecei a lidar com muita ansiedade. Engordei doze quilos em dois meses devido à ansiedade. Doze quilos na TV, naquele meio de competição, é bem difícil. Quando voltei para casa, não me reconhecia, apesar de não entender na época o que estava acontecendo. Por isso, não dei a devida importância”, conta.

Assumir o relacionamento com um dos maiores galãs da TV brasileira, Cauã Reymond, em 2016, aumentou ainda mais a sua exposição e ela começou a ser alvo de comentários maldosos de internautas. A apresentadora passou então a lidar com a dismorfia e anorexia. “Quando comecei a namorar com ele, as pessoas vinham e comentavam: ‘O que essa garota tem demais?’. Isso era o comentário mais leve. Ouvia críticas em relação ao corpo… Dizer para você que eu não me incomodava seria uma mentira. Se não tivesse me incomodado, eu não tinha desenvolvido uma doença”, diz ela, que se casou com o ator em abril deste ano.

Mariana Goldfarb é fotografada por Tavinho Costa na Ilha de Páscoa (Foto: Tavinho Costa)

                                       Mariana Goldfarb é fotografada por Tavinho Costa na Ilha de Páscoa 

Mariana, que tem 1,71 metro de altura, chegou a pesar 50 quilos e ter menos de 5% de gordura em seu corpo após começar a fazer jejuns que às vezes duravam um dia inteiro. “Eu estava um esqueleto e só ouvia que estava maravilhosa. Fazia jejum direto, chegava a ficar 20 horas sem comer. Até para comer legumes, eu avaliava: ‘Não vou comer essa cenoura porque é carboidrato’. Cheguei a ter 4% e meio de gordura corporal, amenorreia, não menstruava… Mas eu não via o quanto dismórfico eu estava. Era assustador. Treinava muito em jejum. Passava mal, cheguei a cair depois de exercícios”, revela ela, que se deu conta de que não estava bem quando forçou vômito para não ganhar peso.“Logo depois que vomitei, me olhei no espelho e pensei: ‘O que eu estou fazendo? Vou ficar vomitando agora?’. Foi aí que me dei literalmente uns tapas na cara para acordar. Eu estava ficando doente e aquilo não tinha nada a ver com a minha alegria, com a forma com que eu queria levar a vida… Parei sozinha. Só depois que entrei para a terapia. Mas até hoje tenho que me policiar. É um processo que demora bastante. Acho que a terapia me ajuda a não voltar para a anorexia.”

“Fazia jejum direto, chegava a ficar 20 horas sem comer (…) A terapia me ajuda a não voltar para a anorexia”

A virada na vida pessoal também se estendeu para a profissional. Saudável com os seus 58 quilos aos 29 anos de idade, Mariana investe em um canal no YouTube para debater pautas importantes relacionadas a estilo de vida. Ela percebeu o espaço e a necessidade de falar sobre o assunto ao dividir seus distúrbios em sua rede social.

“Quando comecei a dividir os meus distúrbios com o público, tive um retorno muito bom. Acho que 80% das pessoas que me seguem são mulheres. Não quero impor nada para elas ou fazer com que elas pensem do jeito que eu penso. Quero só que elas reflitam sobre suas escolhas e se conheçam melhor. A mudança de dentro para fora é o que deixa a gente mais bonita, mais feliz. Quero usar o meu canal para falar principalmente sobre autoestima. Porque é na autoestima que a gente encontra esses gatilhos para os distúrbios alimentares. É o poder que você se dá, o modo como se olha”, explica ela, que em paralelo estuda Nutrição.  “Eu vou ser um canal. Quero chamar pessoas para trazerem informações pautáveis e a gente vai discutir o tema. Não será uma coisa pronta, como faça isso, faça aquilo. Vamos mostrar o caminho que algumas pessoas tiveram para chegar aquela situação. Eu quero ser um canal para as pessoas se descobrirem”, afirma.

Mariana Goldfarb é a Capa da Semana (Foto: Tavinho Costa)

Mariana Goldfarb é a Capa da Semana

Mantendo a essência de sua infância na sua rotina da fase adulta, Mariana não costuma fazer grandes planos para o futuro. Ela mantém o pé o chão e ainda valoriza mais do que grifes, luxo e posses, a possibilidade de viajar, fazer cursos e ler muitos livros. “Não fico ansiosa pensando no que vai acontecer daqui a dez anos. Espero estar feliz, mas não almejo ter uma quantia X de dinheiro, ter três casas, uma em Paris, Nova York e outra em Miami, vinte milhões de peças de roupa da moda… Não é esse o meu barato. A minha vida é bem mais simples do que as pessoas imaginam. Estou aqui sendo maquiada com um monte de looks para escolher. Mas a minha essência não é essa. Compro minhas roupas na feirinha saindo do metrô. São bem baratinhas. Gasto meu dinheiro com viagens, livros e cursos, coisas que vão alimentar a minha alma”, garante Mariana, que fez as fotos deste ensaio na Ilha de Páscoa. 

Como foi a sua infância no Rio de Janeiro?
Minha infância foi livre demais. Tive o privilégio de nascer e de crescer em frente à praia. Onde a gente morava, tinha muita criança. Eu ficava o dia inteiro brincando. A gente brincava de bicicleta, corria muito, ia para o mar, para cachoeira… Tudo que era ligado à natureza, eu gostava. Era quase que uma vida no interior. Sempre fui um bicho solto. Eu deixava os vizinhos loucos porque adorava soltar passarinhos das gaiolas. Pegava a minha bicicleta e andava pelo condomínio soltando os passarinhos. Tanto é que toda vez que eu pegava a bicicleta, os vizinhos começavam a se avisar e iam recolhendo as gaiolas para dentro de casa. Me incomodava vê-los presos. 

Você é a primeira artista da família. Os seus pais lidaram bem com a sua transição para esse meio artístico e da fama?
Não tem ninguém da família neste meio artístico. Minha mãe tem uma papelaria/livraria com meu avô e tia e meu pai é assessor financeiro. Minha irmã, que é linda de morrer, faz Relações Internacionais. Mas eu também nem imaginava que ia seguir por esse caminho. Tudo foi acontecendo na minha vida de uma maneira não esperava. Nunca me preparei para o Off, para a Oficina de Atores da Globo ou outras oportunidades que vieram, mas sempre fui aberta a elas. Acho que por isso que elas chegaram até mim. Mas foi difícil para eles lidarem com isso e para mim também. Eu acho que transito bem, mas não sou desse meio. Entro e saio com muita facilidade porque a minha essência e as coisas que eu prezo na vida, não são pautadas no glamour, no luxo, no que eu tenho ou no meu externo. Eu busco outro tipo de conexão. Se eu vou avaliar, para os meus pais, essa transição foi mais natural do que para mim. Eles sempre acharam que eu ia fazer parte disso. Tanto é que eles guardam todos os meus trabalhos que saíram impresso em uma pastinha em casa. Eles têm o maior orgulho.

A modelo e apresentadora Mariana Goldfarb em ensaio exclusivo para QUEM (Foto: Tavinho Costa)

A modelo e apresentadora Mariana Goldfarb em ensaio exclusivo para QUEM 

Como foi o começo como modelo?
Foi sofrido demais! Acho que até hoje é. Primeiro que a gente é ensinado a competir desde cedo. É uma competição ferrenha entre as modelos. As pessoas também nos tratavam muito mal. Você é só um cabide e tem que servir. Acho que não precisa tratar de forma grosseira alguém, ainda mais uma menina. Eu tinha uns 16, 17 anos quando comecei. É uma confusão na cabeça. Tinha as questões da escola, da paixão pelo primeiro menino… Ouvi falarem para outra modelo que ela tinha joelho de porco. Para mim, diziam que eu não estava magra o suficiente, que não era tão alta, que eu tinha ombro de nadadora, porque sou larga. Isso já foi um problema para mim. Mas hoje entendo que graças a isso, se você me jogar no mar, eu me viro. Comecei a ver o lado bom do meu corpo. 

“Diziam que eu não estava magra o suficiente, que não era tão alta, que eu tinha ombro de nadadora. Isso já foi um problema para mim”

Mariana Goldfarb em ensaio na Ilha de Páscoa (Foto: Tavinho Costa)A modelo e apresentadora Mariana Goldfarb em ensaio exclusivo para QUEM (Foto: Tavinho Costa)Mariana Goldfarb em ensaio na Ilha de Páscoa (Foto: Tavinho Costa)Mariana Goldfarb é a Capa da Semana (Foto: Tavinho Costa)

Isso deve ter tido um impacto grande na sua autoestima…
Muito! Até mesmo porque eu nunca quis ser modelo. Apenas aceitei trabalhar como modelo porque queria ganhar dinheiro. Desde cedo, meus pais ensinaram que era para a gente se virar sozinha. Fui atrás das minhas coisas. Nunca quis ser dependente de alguém. Se eu não estivesse trabalhando como modelo, estaria em uma loja. Cheguei até a mandar meus currículos. Mas minha mãe sempre insistiu para que eu tentasse a carreira de modelo e me levava nas agências.

Continue lendo

A Amazônia passa pela maior devastação do século. Governo afirma que problema é “cultural”

Crédito: AP Photo/Leo Correa

CRIMES AMBIENTAIS A falta de fiscalização contribui para o aumento das queimadas

(Crédito: AP Photo/Leo Correa)

A floresta amazônica segue sofrendo com o aumento do desmatamento. Dessa vez, o problema foi reconhecido pelo governo federal, considerando como verdadeiros os dados colhidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que monitora a integridade da cobertura vegetal da região por meio de imagens de satélite. No início de julho, o mesmo governo duvidou da metodologia do órgão. A mudança de posicionamento ocorreu diante das queixas de ambientalistas e da comunidade internacional, mas ainda é pouco.

Entre 1º de agosto de 2018 e 31 de julho de 2019, foi registrado um aumento de 29,5% na devastação, em relação ao mesmo período anterior. As causas são as queimadas ilegais, garimpos, extração de madeira e abertura de pastagens. Isso fez com que a floresta perdesse o equivalente a 10 mil quilômetros quadrados, cerca de cinco vezes a área da cidade de São Paulo. É o maior percentual registrado desde 1998, quando o índice foi de 31%. Não se registrava uma área afetada tão grande desde 2008, com quase 11 mil quilômetros quadrados devastados.

Os estados que mais derrubaram árvores foram Pará e Mato Grosso, somando 56%.

Quem conduziu a apresentação dos dados, na segunda-feira 18, foi o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmando que as causas estão nos “motivos já conhecidos” que ocorrem “há anos”.

A declaração foi considerada “relativista”. “Há uma tendência de alta desde 2012, só que a variação média era de 10,2%. Agora foi quase o triplo”, disse Carlos Rittl, do Observatório do Clima. Salles também fez de conta que o desmonte dos órgãos ambientais não possui relação direta com o problema.

“Queremos um ambientalismo de resultados. Precisamos
de alternativa de economia sustentável para aquela região da Amazônia” Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, que não citou os planos existentes (Crédito:Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Questão cultural

Já as declarações do presidente Jair Bolsonaro foram tentativas de tergiversação. Indagado na terça-feira 19, ele disse que quem cuidava da questão toda era o ministro do Meio Ambiente. No dia seguinte, afirmou que o problema era “cultural”.

“É lamentável que a cultura no Brasil seja a devastação.” É muito cinismo.

Continue lendo

Crédito: Divulgação
Sim, o Brasil ainda mantém o seu séquito de realeza e hoje ele é conduzido pelas mãos da mais alta corte do País. Com suas capas negras, os togados erigiram a sua maneira o que imaginam ser o império da lei. E acima deles, pontifica o plenipotenciário soberano que preside a Casa. Está demonstrado aos assombrados súditos da Nação: o comandante do STF dirige, não apenas o Poder Legislativo como os desígnios nacionais, com o pulso firme de um monarca, tal qual um Luís XIV, um Deus Sol da Justiça que irradia a sua luz sobre o que é certo e o que é errado para além, muito além, do estabelecido na Carta Magna. Afinal, quem precisa dela quando se tem uma mente tão clarividente a traçar nossos destinos, não é verdade? A José Antonio Dias Toffoli é possível tudo. Sem ressalvas, sem freios, sem chance de contestação. Ele estabelece muitas de suas deliberações em decisões monocráticas que resvalam o abuso típico de medidas de exceção. Vá-se ao exemplo capital. De maneira injustificável, em imposição característica de um semideus, Toffoli intimou o Banco Central a entregar os dados financeiros de 600 mil pessoas físicas e jurídicas. Um mundo de documentos confidenciais dispostos em 19 mil relatórios para o seu particular conhecimento. Da noite para o dia, as movimentações sigilosas de um universo considerável de brasileiros ficaram a mercê do kaiser do Supremo, para que ele fizesse o uso que achasse devido. Pode isso, Constituição? Ao tomar conhecimento dos segredos financeiros desse considerável contingente de contribuintes, Toffoli, o inexpugnável, seria capaz de tudo. Imagine, por um instante, a concentração de poder facultada a uma única pessoa, nessa dimensão? E ele fez mais, como já se sabia. Ainda em julho, a seu bel entendimento, ordenou a suspensão de milhares de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, agindo a pedido da Primeira Família Bolsonaro, para que o filho Flávio do laranjal não fosse pego em flagrante delito.

A pergunta comporta diferentes respostas, e seu teor explosivo requer cuidado na abordagem. Mas vamos responder, como sempre, com base nas evidências. Este post dá continuidade à série sobre o Estudo “Para desatar os nós da educação – uma nova agenda“, que vem sendo publicada neste blog nas últimas semanas.

Comecemos pelo começo: salários fazem diferença no perfil das pessoas que procuram diferentes ocupações. Portanto, não é possível atribuir “diferenças” no desempenho dos alunos apenas a salários – é mais importante entender qual o nível de qualificação das pessoas para então tentar medir o seu impacto.

Como tudo no Brasil, salários são muito desiguais. Eles são desiguais entre homens e mulheres. São desiguais entre ocupações que exigem o mesmo nível de escolaridade. São desiguais entre setor público (geralmente mais elevados) e setor privado, e são desiguais em função de tempo de serviço. E também são desiguais em função de características das pessoas – algumas dessas são observáveis (como o tipo de curso que fizeram ou a trajetória no mercado de trabalho) outras não (como algumas características pessoais). Estamos, portanto, em terreno escorregadio.

Há dois conjuntos importantes de informação que nos ajudam a entender melhor a questão – e essa informação provém dos países mais desenvolvidos, os países membros da OCDE. Na maioria desses países, cerca de 30% dos egressos do ensino médio ingressam no ensino superior. Portanto, por definição, os professores integram o conjunto dos 30% melhores alunos do ensino médio. Em alguns países como a Finlândia e Cingapura, a seleção é ainda mais rigorosa, e os professores são recrutados entre os 3 a 5% melhores de sua geração. Esse conjunto de países tem um desempenho razoável, com média próxima de 500 pontos no Pisa, alguns deles com média bastante acima disso. O outro conjunto de informações refere-se aos salários. Na maioria dos países desenvolvidos, o salário do professor gira em torno do valor médio do PIB per capita. No Brasil, gira em torno de 1,5 do PIB per capita, o que não é o caso da maioria da população. Veja essa figuraDe posse dessas informações, podemos examinar os dados empíricos sobre salário de professores no Brasil. Esse quadro mostra que a variação de salários dos professores tem impacto ínfimo no desempenho dos alunos, seja do 5º ou do 9º ano. Uma diferença entre 1.400 e 3.500 reais está associada com um aumento de pouco mais de três pontos; entre 3 e 6,5 mil reais aumenta dois pontos. O mesmo ocorre no 9º ano.  Se o salário passa do nível mais baixo (cerca de 1.500 reais) para o nível mais alto (acima de 6.500 reais) o aumento é de 5 pontos – o que representa pouco mais de três meses de escolaridade. Não é um ganho desprezível, mas o custo é extremamente elevado para um ganho tão modesto.

Os dados sugerem, com ênfase, que o simples fato de pagar mais ou menos aos professores não está associado a melhores resultados dos alunos. Esses dados conflitam com o senso comum.

(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, rebateu, nesta terça-feira (26/11), sem citar nomes, as declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre o Ato Institucional N° 05, promulgado durante o regime militar (1964-1985). Guedes falou no assunto durante uma coletiva de imprensa em Washington, capital dos Estados Unidos. “Sejam responsáveis, pratiquem a democracia. Ou democracia é só quando o seu lado ganha? Quando o outro lado ganha, com dez meses você já chama todo mundo para quebrar a rua? Que responsabilidade é essa? Não se assustem então se alguém pedir o AI-5. Já não aconteceu uma vez? Ou foi diferente? Levando o povo para a rua para quebrar tudo. Isso é estúpido, é burro, não está à altura da nossa tradição democrática”, afirmou. Ele citou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi solto da prisão no começo deste mês. A fala de Guedes gerou forte repercussão política. Questionado por uma repórter, o ministro da Economia chegou a dizer que o AI5 é incompatível com a democracia. “Isso é inconcebível. Não aceitaria jamais isso. Está satisfeita?” A resposta não reduziu as críticas. Em Maceió, durante Encontro Nacional do Poder Judiciário, Dias Toffoli afirmou que não se pode ter como base os fracassos do passado. “O AI-5 é incompatível com a democracia. Não se constrói o futuro com experiências fracassadas do passado”, declarou o presidente do STF.

AI-5

Durante o regime militar, que perdurou entre os anos 1964 e 1985, diversos atos institucionais foram baixados para dar mais poder ao governo e reduzir as possibilidades de reação da sociedade frente a repressão que ocorria por parte do Estado.

Continue lendo

Resultado de imagem para 5 cuidados com a pele do rosto para dar boas-vindas ao verão!
Que tal aproveitar os dias antes do verão para começar a cuidar da pele do rosto? É que por ser mais sensível, ela costuma sofrer com os danos do sol, como aumento da oleosidade, aparecimento de espinhas e cravos, manchas e envelhecimento precoce. Para prevenir esses sinais e aparentar uma pele saudável no verão, nós reunimos 5 dicas de skincare para você colocar em prática já!

Para deixar a pele do rosto bonita, saudável, sem oleosidade ou espinhas durante o verão, os cuidados precisam ser feitos desde já! Uma rotina de skincare com os produtos certos para o tipo de sua pele – mista, oleosa, seca ou normal – é fundamental, mas algumas dicas básicas servem para todas! O Purepeople separou 5 atitudes e dicas que você pode fazer ainda na primavera para deixar sua pele perfeita e protegida durante os dias de sol. Vem com a gente:

1 – APOSTAR NO ESFOLIANTE PARA ALISAR A PELE

O esfoliante é o produto que remove as impurezas, o restinho de oleosidade e as células mortas que o sabonete não consegue retirar no dia a dia. Assim, sua pele fica mais lisa, com os poros desobstruídos e com uma textura mais confortável para encarar os dias de calor. O legal é que o item pode ser usado em qualquer tipo de pele, basta ficar atenta aos componentes que se encaixam na sua, além de entender a frequência ideal de aplicação: nas oleosas e mistas, vale aplicar o item uma ou duas vezes por semana, enquanto as donas de pele seca ou normal podem esfoliar a cada 15 dias.

2 – APLICAR PROTETOR SOLAR!

Protetor solar no rosto é essencial em qualquer estação do ano! É que os raios ultravioleta podem ocasionar manchas superficiais ou mais sérias na pele, como o melasma, ou causar linhas de expressão e rugas a longo prazo. Por isso, nada de deixar para aplicar o item somente na praia: ele deve ser aplicado diariamente, com a pele limpa e antes da maquiagem do dia. Para as donas de pele mista e oleosa, uma dica é usar protetor solar com cor, que protege e maquia a pele ao mesmo tempo.

3 – APOSTAR NA TENDÊNCIA DAS MÁSCARAS EM TECIDO

Assim como as máscaras de argila, as máscaras faciais de tecido viraram febre de beauté entre as brasileiras e podem ser suas aliadas no preparo da pele para o verão! Elas são uma espécie de lenço umedecido embebidas com ativos e fórmulas que hidratam, acalmam e reparam a textura da pele. Você pode apostar nas masks para diminuir os poros e a oleosidade, para iluminar o rosto e para acalmar a cútis, se ela estiver irritada e desidratada por conta do calor. Para usar, basta abrir o pacotinho, aplicá-la diretamente na pele por uns 20 minutinhos e descartar.

4 – APLICAR GELO ANTES DE SE MAQUIAR

Aplicar gelo no rosto tem diversos benefícios: ele ajuda a diminuir a oleosidade, a desinchar a pele, a ativar a circulação sanguínea e a diminuir olheiras e bolsas embaixo dos olhos, além de fechar os poros e deixar a pele lisinha e macia. A dica é fazer uma compressa express na pele limpa, de poucos minutinhos, em cima de cada área do rosto, pela manhã ou antes de se maquiar.

5 – FAZER ALGUM TRATAMENTO ESTÉTICO

Se você deseja fazer algum tratamento estético, como peeling ou microagulhamento, aproveite os dias de pré-verão. É que eles exigem uma manipulação da pele, deixando a região sensível ao sol. Eles não estão proibidos durante o verão, mas é fundamental evitar a exposição solar, já que a pele pode sofrer reações inesperadas, como manchas ou vermelhidão.

purepeople

Estrutura completou 40 anos de funcionamento em março deste ano / Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Estrutura completou 40 anos de funcionamento em março deste ano
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Já combalido pela crise econômica, o turismo de negócios e eventos do Recife enfrenta outro obstáculo: a precarização do Centro de Convenções de Pernambuco (Cecon), que completou 40 anos de funcionamento em março deste ano. Entre as deficiências, promotores de feiras, expositores e público reclamam das instalações elétricas e hidráulicas, que costumam dar problemas durante a montagem e realização de feiras e convenções. Também há queixas sobre a climatização e estrutura das salas multifuncionais, falta de pintura e piso deteriorado, banheiros entupidos, acesso complicado ao estacionamento e até ataque de mosquitos. A falta de modernização do Cecon já fez o Estado perder “pelo menos meia dúzia de grandes eventos” em 2019, segundo o presidente do Recife Convention & Visitors Bureau, Simão Teixeira. “Podemos perder mais, se essa requalificação não for realizada o quanto antes. Isso porque à nossa volta temos capitais com centros novos e de alta capacidade, como os de Fortaleza e Salvador”, alerta.

Não por acaso, o faturamento do Cecon pernambucano caiu 40,4% entre 2014 e 2018, de R$ 8,9 milhões para R$ 5,3 milhões. Em 2019, está em R$ 5,9 milhões. A vice-presidente da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc), Gisela Latache lembra a importância econômica do segmento, que ativa uma extensa cadeia de serviços no destino. “Eleva as taxas de ocupação e gera receita para companhias aéreas, hotelaria, agências de viagem, receptivo, restaurantes, locação de veículos, espaços de eventos, empresas organizadoras, montadoras e demais serviços acessórios”, enumera.

Continue lendo

O pagamento da segunda parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa nesta segunda-feira (25).Os depósitos serão feitos até o dia 6 de dezembro, junto com o pagamento do benefício de novembro, conforme o calendário oficial de 2019. Para aqueles que recebem benefícios acima de 1 salário mínimo, o pagamento começa no dia 2 de dezembro. Veja mais abaixo o calendário. Os valores serão depositados na conta corrente em que o segurado recebe o benefício mensal do INSS. Segundo a Previdência Social, para quem quiser consultar o valor a receber, o contracheque já está disponível no site Meu INSS, no Extrato de Pagamento de Benefício. primeira parcela do 13º salário foi paga entre agosto e setembro. A antecipação de metade do 13º salário já costuma acontecer desde 2006, mas as decisões são tomadas anualmente. Este ano, no entanto, o governo editou uma medida provisória para tornou essa antecipação obrigatória.

Vale lembrar que é sobre a segunda parcela que pode incidir o Imposto de Renda. Os descontos ocorrem sobre o valor integral do 13º salário.

Quem tem direito

Tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu os seguintes benefícios:

  • aposentadoria de qualquer natureza
  • pensão por morte
  • auxílio-doença
  • auxílio-acidente
  • auxílio-reclusão
  • salário-maternidade

Continue lendo

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
Parceiros