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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: novembro 2019

   A ótica Seg Vida em Santa Terezinha PE, avisa a todos que haverá nesta terça-feira 19.11.19 exames de vista com o Optometrista Dr. José Moisés Santos, na rua da igreja (católica) Matriz.  Rua  Vereador Horácio José de Souza,  a partir das 8 hs. da manhã.  O médico está vindo continuamente uma vez a cada mês,  considerado um profissional renomado.
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Cinco dicas para fazer seu make glow durar na estação mais quente do ano (Foto: Gustavo Ipolito)

As temperaturas subiram! E se para você verão é sinônimo de camadas de pó compacto e pele ultramate, saiba que isso está prestes a mudar, afinal, com cuidados especiais e dicas de preparação de pele, é possível fazer sua pele glowy durar até na estação mais quente do ano. Para te ajudar nessa missão, o maquiador Léo Almeida entregou à Vogue 5 truques infalíveis. Confira:
1- Prefira bases com textura leve
Mesmo que pareça contraditório, manter a pele hidratada é fundamental para evitar oleosidade, por isso, deixe as bases de alta cobertura na gaveta e opte por acabamentos mais leves ou até um filtro solar com cor. “Deixar a pele respirar é essencial para garantir luminosidade e duração”, conta Léo. Entre as favoritas do maquiador estão a Face and Body, da MAC, a Dior Backstage Face & Body, da Dior, e a Les Beiges, da Chanel. 

2- Potencialize o skincare
Para garantir a hidratação da pele em dia, abuse de camadas de hidratantes e séruns, dando preferência às versões em gel que ainda controlam a oleosidade. “As etapas de skincare criam uma película que, além de cuidar da saúde da pele, garante o aspecto viçoso o dia todo”, ensina o maquiador, que não deixa faltar em seu kit o hidratante Lait-Crème Concentré, da Embryolisse, e spray Prep + Prime Fix+ e hidratante iluminador Strobe cream, ambos da MAC.

3- Troque o pó por versões cremosas
“Optar por iluminadores e sombras em creme é a chave para um make fresh”, ensina Léo. Para a produção do dia ou noite, deixe de lado seus produtos em pó opacos e invista em versões cremosas que se fundem a pele sem pesar e garantem alta duração. Para ficar de olho: blush Dolce Vita, da Nars; Blush em mousse Whippedpowder, da Shiseido; Iluminador Teint Couture Radiant Drop, da Givenchy.

4- Máscara à prova dágua!
Para quem não abre mão de boas camadas de máscara de cílios, opte por uma versão à prova d’água do produto, evitando borrões ao longo do dia. “Dos olhos dramáticos ao look ‘acordei assim’, a máscara à prova d’água é pedido obrigatório no verão”, diz o expert, que indica a máscara de cílios False Lashes à prova d’água Stay Black, da MAC, entre suas preferidas.

5 – Água termal à mão
Para manter a pele hidratada e revitalizar o make ao longo do dia, tenha sempre uma água termal (ou bruma de sua preferência) à mão! Elas também são ótimas aliadas no momento transformação do make dia para a noite.

vogue

Em Recife, o festival ocorre a partir das 12h e contará com mais de 40 atrações culturais - Créditos: Ricardo Stuckert
Em Recife, o festival ocorre a partir das 12h e contará com mais de 40 atrações culturais / Ricardo Stuckert

Pernambuco receberá o Festival Lula Livre neste domingo (17), em Recife, na Praça Nossa Senhora do Carmo, a partir das 12h. O ato político e cultural estava agendado como parte da programação do Comitê Nacional Lula Livre antes de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser libertado, em caráter de luta e resistência contra sua prisão política. Com a conquista de sua liberdade, após 580 dias preso, Lula poderá fazer parte do Festival.

                                                       

A visita a Recife dá início ao projeto de Lula de rodar todo o país. Antes mesmo de deixar a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR), em entrevistas, Lula já havia sinalizado a vontade de percorrer o Brasil. Ao realizar seu primeiro discurso em liberdade, o ex-presidente voltou a destacar o interesse: “A partir de agora eu estou indo para São Paulo, amanhã tenho um encontro no Sindicato dos Metalúrgicos e depois as portas do Brasil estarão abertas para que eu possa percorrer este país e discutir com nosso povo uma saída”. Em São Bernardo do Campo (SP), no último sábado (9), um dia depois de ser solto, Lula ressaltou a importância da existência de outros representantes políticos que compartilhem de seus sonhos e ideias de um projeto para o Brasil. “Eu tenho dito em todo discurso: não adianta tentar me impedir de andar por este país, porque têm milhões e milhões de Boulos, de Manuelas, de Dilmas Rousseffs neste país para andar por mim”, afirmou.

Festival Lula Livre

Há cerca de um mês, o festival em Recife estava programado para ser realizado no Cais da Alfândega. Com a presença de Lula confirmada na segunda-feira (11), o Comitê Nacional Lula Livre optou pela transferência do evento para o pátio da Igreja Nossa Sra. do Carmo, que acomoda uma quantidade maior de pessoas. Esse modelo de ato cultural e político já havia sido realizado em outras cidades do país, entre elas São Paulo e Rio de Janeiro, como forma de pressionar a justiça a reavaliar o processo repleto de irregularidades que culminou na prisão do ex-presidente. Em Pernambuco, o ato assume a posição de reivindicar a inocência de Lula, perante as revelações realizadas pela série Vaza Jato, do portal The Intercept Brasil.

O evento contará com a participação de artistas como Marcelo Jeneci, Mundo Livre S/A, Odair José, Otto, RAPadura, Siba, Mãe Beth de Oxum, Bongar e Dona Del, Fábio Trummer (Banda Eddie), Flaira Ferro, Francisco El Hombre, Isaar, Johnny Hooker e Lia de Itamaracá, além da festa Odara, Som na Rural e cortejos de Afoxé, Maracatu e “Amor em Bloco & Blocão da Democracia”. Confira a programação completa. Como forma de cobrir os custos do evento, o Comitê está com campanha de financiamento coletivo aberta. Toda a programação será transmitida ao vivo pelo Brasil de Fato em nossa página oficial do Facebook. 

Repercussão

Em apoio à campanha Lula Livre, diversos políticos e artistas repercutiram o evento e realizaram chamamento público em suas redes pessoais. O músico Chico César publicou em seu twitter “Amanhã tem Festival #LulaLivre em #Recife! Bora?”. Ivan Moraes, vereador pelo PSOL, destacou a diversidade das atrações. “Me mostraram um esboço da programação do Festival #LulaLivre no Recife. Atração que só a gota, três palcos pelo centro da cidade. Bem dizer um domingo de Carnaval”, tuitou.

Anitta (Foto: Reprodução/Instagram)

Quem disse que só os famosos podem ter acesso aos tratamentos de beleza do momento? Muita gente pensa que para dar um up na autoestima é preciso gastar rios de dinheiro. Mas não é bem assim. É possível fazer os tratamentos dos seus sonhos a um preco acessível. QUEM listou os procedimentos de beleza mais procurados pelas celebridades e onde você pode encontrá-los a um preço que cabe no seu bolso. Na Mais Excelência Médica, por exemplo, em São Paulo, clínica que atende AnittaAlokMaria Eugênia Suconic e Gracyanne Barbosa, é possível tratar o terço superior da face, fazendo a aplicação tradicional da toxina botulínica (testa, canto dos olhos e glabela, região entre as sobrancelhas) por R$990 com direito a reavaliação em 15 dias. A média de valores do mercado é de cerca de R$2.000. Já na clínica Roseli Siqueira, também em São Paulo, frequentada por beldades como Izabel GoulartCleo, Isabella Fiorentino e Mariana Ximenes, os tratamentos naturais têm valores a partir de R$80. Pode-se fazer um tratamento corporal, como a drenagem linfática, por R$150. Para quem sonha em fazer bichectomia, o ITCO – Instituto Thales Cardoso de Odontologia, do  cirurgião-dentista, em São Paulo, é a opção ideal. O profissional tem entre suas pacientes a atriz Bia Arantes e a cantora Li Martins. Entre os procedimentos acessíveis estão a redução da papada, cuja sessão de aplicação custa R$ 500. Em alguns pacientes, apenas uma sessão é necessária. Há contraindicação, contudo, para alérgicos e gestantes.

O PRP é uma suspensão do plasma obtida através da centrifugação do sangue e que contém concentração de plaquetas maior que a encontrada no sangue. Ele pode ser aplicado na pele após o microagulhamento para acelerar a regeneração. Há contraindicação para pessoas alérgicas e gestantes.

Izabel Goulart (Foto: Reprodução/Instagram)

Izabel Goulart

Isabella Fiorentino (Foto: Reprodução/Instagram)

                                                                         Isabella Fiorentino

Mari Saad (Foto: Reprodução/Instagram)

Mari Saad 

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No seu primeiro discurso depois de sair da cadeia, Lula demonstra vontade de inflamar as massas, enquanto o governo tenta mandá-lo de volta para a prisão por ameaça à ordem pública. A tensão política que acomete o País vai se intensificar e coloca em risco a democracia

Crédito: Carlos Vera/Colectivo2+

arregado na frente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo: ex-presidente quer o povo nas ruas para combater o governo (Crédito: Carlos Vera/Colectivo2+)

Uma coisa é certa: a saída do ex-presidente Lula da prisão transforma completamente o jogo político e a polarização tende a avançar para o radicalismo. A disputa entre extremos que se retroalimentam e colocam o Brasil atualmente em um estado de beligerância permanente vai se intensificar e pode ameaçar a própria democracia. Haverá agora um embate direto entre duas lideranças raivosas que não poupam esforços para convencer a população de seus projetos de poder. De um lado, Jair Bolsonaro e sua política conservadora e truculenta, que aumenta a desigualdade e ameaça direitos sociais, e de outro, Lula, ressentido e se julgando injustiçado pelos 580 dias na prisão, voltando à cena com um discurso de enfrentamento ao governo e cheio de vontade de atacar a política neoliberal do ministro Paulo Guedes. Há uma escalada radical e é difícil vislumbrar o que se encontrará no fim do túnel. O certo é que esse cenário de crispação não levará à solução de nenhum problema brasileiro. Lula quer detonar as iniciativas de Bolsonaro, pensando nas eleições municipais do ano que vem e na presidencial de 2022. Bolsonaro avisa que pode usar a Lei de Segurança Nacional (LSN), que ele quer ativar ao seu bel prazer, para inibir os movimentos populares e estabelecer, inclusive, um regime de exceção.

Tensão social

Em liberdade, Lula tem um plano de ação e de renascimento concentrado em sua própria figura demiúrgica. Ainda na cadeia, em Curitiba, ele anunciou que pretende fazer uma longa caravana pelo Brasil e envolver a população com seu projeto de oposição. Com bom preparo físico – ele diz que corre 10 quilômetros por dia – vai percorrer o País para propagar seu papel de “fio condutor da pacificação nacional”. Seu projeto é circular por vários estados e se vender como um líder salvacionista, capaz de conter a fúria destruidora de políticas sociais de Bolsonaro. Seu primeiro discurso em liberdade, na frente da sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, sábado 9, mostrou, porém, a intenção evidente de Lula de aumentar a tensão social em suas andanças pelo País ao invés de trabalhar pela pacificação. A tendência é que seu discurso acirre a insatisfação popular e deflagre uma série de movimentos organizados contra o governo. O plano de Lula só será bem delineado no próximo dia 22, quando ele fará um “discurso para o Brasil” no Congresso Nacional do PT, em São Paulo. Ali ficará claro qual será sua verdadeira atuação oposicionista, se incendiária ou conciliadora. O tom de sua oratória estará mais ajustado. Outra ideia que circula é a montagem de um governo paralelo, como o PT fez em 1990, depois da eleição de Fernando Collor, formado por militantes notáveis de partidos de esquerda para questionar cada uma das decisões tomadas pelo governo Bolsonaro. A marcação será cerrada.

Ressentido pelos 580 dias na prisão, Lula volta à cena com um discurso de enfrentamento e ataca a política de Paulo Guedes

Alta rejeição

Nos dois extremos do campo político, o que se prevê é uma aglutinação, em torno de seus grandes líderes, de forças que se dispersaram depois da eleição de 2018 e não conseguem superar seus conflitos. A volta de Lula ao debate e aos palanques torna o PT mais aguerrido e entusiasmado e abre a possibilidade de união de grupos e partidos de esquerda. Tudo indica que o espectro das coligações será menos amplo do que o necessário para uma oposição consistente e capaz de atrair o eleitor moderado. O PDT de Ciro Gomes, que se recusa a conversar com o ex-presidente, é uma baixa imediata. Da Rede Sustentabilidade e de sociais-democratas nem se fala. Embora Lula só pense no PT, ele se mostra disposto a fazer acordos imediatos com o PSOL e o PC do B na disputa pelas prefeituras, em especial pela do Rio de Janeiro, onde o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) será o candidato da esquerda. Chega a falar em ser um impulsionador da “unidade nacional”, mas isso soa como pura retórica. A sociedade está rachada e Lula ainda sofre uma grande rejeição. Poderá fazer barulho, mas é pouco provável que desperte a maioria silenciosa e os “isentões” para suas causas.

Para Bolsonaro, a reaparição de Lula também pode levar a um fortalecimento de alianças com outros grupos e partidos de direita que começavam a ficar sem um eixo de ação. Agora eles têm contra quem pregar. Bolsonaro vem perdendo aliados, por causa de suas posições extremas, das interferências indevidas de seus filhos na rotina do governo e da sua aversão aos ritos da democracia. Seu partido, o PSL rachou e apoiadores, como o Movimento Brasil Livre (MBL), se afastaram do governo. Agora o presidente anuncia a criação de um novo partido, o Aliança pelo Brasil, possivelmente com o mesmo espírito autoritário da Aliança Renovadora Nacional (ARENA), braço político da ditadura. Será a sigla da família Bolsonaro e quem quiser que se una a ela. Trinta e um dos 53 dos deputados do PSL revelaram intenção de se juntar ao novo partido. Essa iniciativa de criação da Aliança pelo Brasil é mais uma demonstração de que Bolsonaro está se lixando para o jogo político e só quer fazer as coisas da sua própria maneira, que costuma ser despótica. Um dia depois do discurso de Lula em São Bernardo, o movimento Vem pra Rua e o Partido Novo convocaram seus militantes a se manifestar contra a decisão do STF de acabar com a prisão em segunda instância, que beneficiou Lula. Para o Partido Novo, a decisão do STF representa um retrocesso na “luta contra a impunidade”. Protestos foram realizados em dez capitais do País e levaram milhares de adversários do líder petista às ruas.

Debate interno

A saída de Lula da cadeia tem sido um assunto de intenso debate interno no PT. Há uma corrente que prega alguma contenção nas suas palavras ou mesmo o retorno do “Lulinha paz e amor” numa tentativa de atrair os setores da classe média desiludidos com o atual governo. Outros pregam a máxima contundência contra Bolsonaro e suas ideias. A cúpula do partido considerou o discurso na sede do Sindicato do Metalúrgicos excessivo em alguns pontos, embora creditando as palavras mais duras ao fato do ex-presidente estar emocionado após deixar a cadeia. Avalia-se que ele terá vários julgamentos pela frente e não vale a pena tumultuá-los ou se indispor com militares, por exemplo. Causou incômodo quando Lula disse que o presidente nunca trabalhou e que arrumou uma confusão no Exército para se aposentar cedo. Essa foi uma das provocações questionadas no partido. Não houve, contudo, qualquer objeção ao trecho do discurso em que Lula confrontou Bolsonaro e disse que “ele foi eleito para governar para o povo brasileiro e não para governar para os milicianos do Rio de Janeiro”. Da fala de Lula na frente do sindicato, o que mais incomodou o governo foi sua convocação para que a população repita os acontecimentos do Chile no Brasil, interpretada por Bolsonaro como uma tentativa de subverter a ordem institucional. Lula, no caminho oposto ao da pacificação, convocou a militância para reagir ao governo Bolsonaro e declarou que é preciso “atacar” e não apenas se defender. “É uma questão de honra a gente recuperar esse País. A gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia. A gente tem que resistir. Não é resistir. Na verdade, é lutar, é atacar e não apenas se defender. A gente está muito tranqüilo”, declarou. Para o governo, essas palavras foram encaradas como subversão e Bolsonaro determinou que alguns de seus aliados fossem à Justiça contra o ex-presidente. Três pedidos de prisão preventiva foram feitos à Procuradoria Geral da República (PGR). O primeiro veio do deputado Major Olimpio (SP), que entrou com uma representação na PGR com base na LSN, em que alega tentativa de incitação da violência contra a ordem pública. Os deputados do PSL Ubiratan Sanderson (RS) e Carla Zambelli (SP) protocolaram outro pedido do tipo, assim como o Movimento Brasil Livre (MBL), que havia rompido com o governo. Na quarta-feira 13, o procurador-geral, Augusto Aras, disse que os pedidos de prisão preventiva de Lula foram encaminhados para o Ministério Público de São Bernardo, onde ele mora. Para os aliados de Lula, ele só exerceu seu direito à liberdade de expressão.

Mídias sociais

Os primeiros movimentos de Bolsonaro nas mídias sociais depois da saída de Lula da cadeia foram econômicos. Ele só fez três postagens e seu filho Carlos, outras duas, se referindo ao ex-presidente sem citar seu nome. Na sequência, Carlos abandonou temporariamente as redes. Em uma de suas postagens ofensivas, Bolsonaro disse que começou “há poucos meses a nova fase de recuperação do Brasil e não é um processo rápido, mas avançamos com fatos”.

E completou: “Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”. Lula não chamou Bolsonaro de canalha. Destinou o adjetivo apenas para Moro, a quem culpa diretamente por sua ida à prisão. “Preciso provar que o juiz Moro não era um juiz. Era um canalha que estava me julgando”, disse. Em outro tuíte, Bolsonaro convocou seus seguidores a se organizarem. “Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos”, declarou. Finalmente disse que não responderá “a criminosos que por ora estão soltos. Meu partido é o Brasil!”. E completou: “Não vamos dar espaço, nem contemporizar com presidiários”.

Ao longo da semana, Bolsonaro se dedicou basicamente a promover sua própria agenda e obras do governo federal, principalmente no Nordeste, região que se apresenta como um campo prioritário da batalha entre direita e esquerda. Foi a única região em que o PT venceu a eleição presidencial e é o lugar onde Bolsonaro encontra mais dificuldades para avançar com suas políticas conservadoras e conquistar aliados. Para tentar reverter essa tendência e chegar mais perto do povo, ele foi a Campina Grande (PB) inaugurar o conjunto residencial Aluízio Campos, do Programa Minha Casa, Minha Vida, criado pela ex-presidente Dilma Rousseff. Lula, que pensa, inclusive, em mudar sua residência para o Nordeste, visitou dois estados. Na quinta-feira 14, foi a Salvador (BA) para participar da reunião da Executiva Nacional do PT. E no domingo estava programada uma viagem para Recife (PE), onde compareceria ao festival nacional de música Lula Livre.O festival, agora orientado para celebrar sua libertação, estava programado desde antes de Lula deixar a prisão.

Lei de segurança

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Reprodução
O  ator Kadu Moliterno  perdeu uma ação movida contra a, também atriz, Luana Piovani, por danos morais. O ex-Armação Ilimitada exigia uma indenização de R$ 50 mil da loira por ela ter citado em seu canal no YouTube, um caso de agressão doméstica protagonizada por ele. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro divulgou a decisão na última quarta-feira (13/11/2019), negando o recurso.

metropoles

Michael Melo/Metrópoles
MICHAEL MELO/METRÓPOLES

Depois de passar o fim de semana em São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a Brasília neste domingo (17/11/2019). Ao chegar ao Palácio da Alvorada, o chefe do Executivo foi questionado por jornalistas sobre medida do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, para ter acesso a dados sigilosos de 600 mil pessoas, mas se negou a comentar o assunto. “Eu sou o chefe do Executivo, tá ok?”, limitou-se a dizer.

Na semana passada, Toffoli determinou ao Banco Central (BC) o envio de cópia de todos os relatórios de inteligência financeira (RIFs) produzidos pela Unidade de Inteligência Financeira (UIF), antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), nos últimos três anos. O pedido do ministro foi feito no âmbito do processo que analisa o uso de dados de órgãos de controle, como a UIF e a Receita Federal, sem autorização judicial. Com isso, o presidente da Corte suspendeu todas as investigações que usam esse tipo de informação. A medida beneficiou o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, que era investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por suposto esquema de “rachadinha” – quando funcionários devolvem parte do salário.

Reforma administrativa
Bolsonaro afirmou também que a reforma administrativa – proposta do governo para mexer na estrutura do funcionalismo público – será enviada ao Congresso em breve. “Vai aparecer, mas não sei quando”, arrematou.

A medida, que prevê o fim da estabilidade para novos servidores e a redução dos salários iniciais, faz parte de um pacote de ações elaborado pela equipe econômica do governo para controlar as contas públicas.

 

Movida pela falta de tempo, mais da metade da população do Brasil (53%) tem o hábito de se alimentar fora de casa. O gasto médio é de R$ 750 por ano com o consumo de comidas e bebidas em padarias, lanchonetes, restaurantes e bares. Os dados são da consultoria internacional Kantar Worldpanel.

Segundo uma pesquisa da Fiesp/Ibope, o brasileiro busca alimentação fácil e rápida. A preferência é pelos restaurantes a quilo (27%), depois aparecem as lanchonetes ou redes de fast food (19%). O almoço é a refeição menos praticada em casa.

Nada contra a conveniência de cada um, mas comprar comida na rua, além de caro, pode ser um hábito ruim para a saúde. É mais difícil manter uma dieta equilibrada e assegurar-se sobre a qualidade e a higienização dos alimentos consumidos. Como, na maioria das vezes, comer fora não é uma questão de escolha, convidamos a nutricionista Marina Melo, do Instituto de Nutrição, para sugerir algumas dicas que facilitem a rotina de quem almoça longe de casa.

Para quem gosta de cozinhar, a dica é organizar marmitas, congelar e ir consumindo durante a semana. Nos restaurantes, é comum o uso de muito bicarbonato no arroz e óleo em excesso nas carnes. Também não há como saber se a higienização dos alimentos foi feita de forma correta. Ou seja, em casa é possível fazer uma comida mais saudável, higiênica e segura. Sem contar que é uma economia não gastar com almoço fora”, sugere a nutricionista.

Compre frutas e hortaliças
“Em feiras e supermercados tente optar por frutas, legumes e verduras da estação. Quando estão em sua época certa, os alimentos captam melhor os nutrientes do solo e os agricultores não colocam uma grande quantidade de agrotóxicos, evitando a redução dos nutrientes. Não é mito: as frutas e vegetais da estação têm mais sabor. Sem contar que os preços costumam ser melhores, pois a oferta é grande.”

Hugo Barreto / Metropoles

Leve opções de lanche
“Levar o lanche de casa também é ótimo. As opções são variadas: frutas, frutas secas, oleaginosas e iogurtes são práticos para quem não tem tempo ou habilidade para cozinhar. A dica para os que podem se dedicar um pouco mais é buscar receitas funcionais de bolos integrais e sanduíches naturais, por exemplo. Além da economizar, se você leva de casa consome alimentos mais ricos em nutrientes”, afirma Marina Melo.

Divulgação
Frutas: São boa fonte de água, carboidratos, vitaminas e minerais. Elas podem ser consumidas como sobremesas e, também, como opção para pequenos lanches entre as refeições principais.

Saiba se servir em buffet
“Em restaurantes, é importante ficar atento à qualidade e à quantidade dos alimentos que vão compor o prato. Priorize legumes, saladas e, só depois, complete o prato. Ao escolher a carne, procure não colocar opções com ossos, como coxa de frango, bisteca de porco, rabada, porque elas pesam muito no prato e encarecem a conta final.”iStock

Prefira produtos a granel
“Precisou comprar um lanchinho na rua? Evite os de marcas e dê preferência aos produtos a granel, como castanhas, por exemplo. Você compra só a quantidade necessária, evitando a gula e o desperdício, e ainda economiza. A diferença de preço é grande e a qualidade também.”

Resista aos sucos
“Tente não ingerir líquidos durante as refeições. As bebidas nos restaurantes costumam ser mais caras e, mais importante ainda, o liquido atrapalha a digestão.”

metropoles

Nos últimos anos surgiram diversos tipos de protetor solar. Tem protetor com cor que também protege contra a poluição e em diferentes formatos: em pó, spray, bastão, creme, gel, loção etc. Mas será que todos protegem da mesma forma? Um estudo brasileiro mostrou que não.

Publicada recentemente no conceituado British Journal of Dermatology, a pesquisa, liderada pelo farmacêutico e pesquisador Lucas Portilho, avaliou a quantidade aplicada dos diferentes tipos de produtos com proteção solar pelos consumidores e o quanto de proteção eles conferiam. As formas de protetores testadas foram: em loção, fluido, bastão, pó compacto, pancake (uma base facial, que tem um aspecto mais cremoso e é bem viscoso e pesado) e mousse. Mais de 100 voluntárias participaram da pesquisa que inicialmente avaliou a quantidade real usada pelas consumidoras e, posteriormente a proteção solar que de fato essa quantidade oferecia. “Identificamos que a proteção solar está diretamente relacionada com o tipo de produto. Com exceção da loção facial, todos os outros tipos apresentaram menos de 50% da proteção original, chegando em valores alarmantes, como o pó compacto, que apresentou 90% a menos de proteção”, afirma Portilho.

As formas pancake e pó compacto foram as piores: “Não protegem nem contra raios UVB e nem contra raios UVA. As formas de bastão, mousse e fluido ficaram muito abaixo do valor declarado na rotulagem”, diz o pesquisador. É provável que a melhor forma seja em loção. A resposta talvez esteja associada ao fato de o produto não ser nem tão viscoso e tampouco muito fluido. “O protetor quando é muito fluido espalha melhor na pele, mas isso não significa que a quantidade utilizada será correta. Quando o produto é muito pesado ou viscoso, as pessoas tendem a aplicar menos”, explica o pesquisador.

Produto FPS declarado na rotulagem FPS real*
Pó compacto facial FPS 30 FPS 2,1
Pancake facial FPS 30 FPS 6,9
Bastão facial FPS 45 FPS 22,1
Mousse facial FPS 30 FPS 15,3
Fluido facial FPS 35 FPS 15,4
Loção facial FPS 30 FPS 20,4

*baseado na quantidade real que os consumidores aplicam.

Mas como isso pode acontecer?

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“O princípio pode até parecer lógico. Em vez de tentar minimizar os efeitos de uma ruga formada no rosto (tarefa ainda difícil para a medicina), usa-se toxina botulínica, ainda na juventude, para paralisar músculos e impedir que a linha de expressão se forme. Rotineira no estilo de vida de celebridades, a tática chegou a pessoas comuns, criando um nicho de mercado atrativo para clínicas e consultórios (médicos e estéticos)– cada sessão custa de R$ 300 a R$ 600 e o tratamento pede longo prazo. Mas a prática, cada vez mais popular , vem causando polêmica. Afinal, não estaria existindo um excesso de vaidade de jovens na faixa dos 20 anos e até menos que começam a adotar o procedimento? Não há uma idade mínima para começar a usar o popularmente conhecido botox (em referência a marca mais famosa)? “A procura vem aumentando muito. As adolescentes mostram ter visão estética quando procuram por implantes de silicone [nas mamas]. Daí para fazer outro procedimento é fácil, porque todos parecem menos complexos se comparados a uma cirurgia”, avalia o cirurgião plástico Marco Aurelio Gamborgi, diretor no Paraná da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Mas o assunto é tabu mesmo entre esses pacientes, que não admitem abertamente fazer uso da toxina.

Avaliação

A prática não se justifica para todo e qualquer jovem. Gamborgi salienta que bons profissionais filtram a clientela de forma a definir quem se beneficiaria da tática. “São pessoas que têm vida estressante e são expressivas”, avalia. “Muitos jovens chegam aos 20 anos com marcas de expressão, especialmente os de pele clara.” O cirurgião reconhece que, quando a triagem é feita, o número de clientes que sobra é pequeno. “No meu consultório, cerca de 5% dos pacientes é jovem e apenas uma parcela usa a toxina.”

A reportagem constatou que a classe médica ligada a estética não tem o hábito de comentar a fundo o impulso que leva jovens a se preocuparem com rugas tão cedo. O principal argumento é de que o uso da toxina botulínica vai além do estético. Derivada de um veneno produzido pelas bactérias que causam uma doença chamada botulismo, a toxina é receitada para pacientes com paralisias e vem sendo testada até para problemas cardíacos. O uso é tão amplo que abrange bebês, o que dá justificativa para o silêncio.

Especialista em toxina botulínica, a dermatologista Bhertha Thamura informa que pesquisas definiram que o uso estético da substância não faz sentido antes dos 12 anos. “O paciente tem que ser muito bem avaliado por um excelente profissional”, diz. Bhertha ressalta que o efeito temporário esconde o fato de que a toxina tem riscos pouco desprezíveis. Ela pode desencadear doenças neurológicas de fundo genético. “É um alerta para quem faz a aplicação com dentistas, esteticistas e médicos que não entendem do assunto”, acredita.

Dismorfia

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Crianças da educação infantil em sala de aula Arquivo/ Agência Brasil

O uso do inglês como prática social – aquela aplicada a necessidades básicas de comunicação, como se apresentar, pedir produtos em uma loja ou manter uma conversa curta – ainda não é o foco principal do ensino da língua estrangeira na rede pública, de acordo com a pesquisa divulgada pela agência do governo britânico British Council. Apenas dois estados brasileiros avaliados atingiram todos os critérios necessários para o ensino de qualidade do inglês: Paraná e Pernambuco. São Paulo e Distrito Federal ficaram atrás, mas acima da média brasileira. Pará, Amapá, Goiás, Mato Grosso e Alagoas não aparecem no estudo. Os demais estados apresentaram desempenho mediano ou insuficiente para os critérios do British Council, agência internacional do Reino Unido para educação e cultura. Chamado Políticas Públicas para o Ensino de Inglês, o levantamento avalia o panorama que receberá, no ano que vem, as mudanças na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira. De acordo com o texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em 2018, o ensino da língua inglesa passará a integrar o currículo como matéria obrigatória.

Desafios

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Adrian Edwards/GC Images
ADRIAN EDWARDS/GC IMAGES
Se você é daquelas pessoas que, como eu, adora investir em um belo par de botas até mesmo no verão, esta novidade é para você. Não importa a ocasião, cor, clima ou país, o modelo Peep Toe, por Victoria Beckham, deixa os dedos à mostra e possibilita que um item de inverno se transforme em algo mais atemporal. A estilista gostou tanto da própria criação que não tira a peça dos pés, independentemente do destino ou da estação. Investe na mistura de estampas, no animal print, coordena com o tom dos acessórios e, às vezes, combina a cor da peça com a do esmalte.
Vem comigo conferir!

Não é de hoje que Victoria Beckham chama atenção por onde passa. Considerada um dos grandes ícones de estilo deste século, a ex-Spice Girl abriu mão de algumas roupas curtas e apertadas que vestia no palco para mergulhar na essência minimalista da mulher contemporânea. Isso não significa que ela tenha deixado a ousadia de lado. Estilista da marca homônima desde 2008, a britânica demonstra verdadeiro talento na hora de inovar. Entre peças com corte impecável, tecidos estruturados e sensualidade sutil que vimos nas passarelas de Victoria Beckham no London Fashion Week, a grande aposta da estilista não são apenas as roupas, mas também as botas Peep Toe, batizadas de Jasmine. Para montar o visual, Beckham combina o item com saias mídi e vestidos fluidos. A modelagem ajustada na perna cria o efeito de uma calça legging.

Raymond Hall/GC Images
Combinando com o tom da blusa de tricô, Victoria aposta na bota de cor vinho, minha favorita
Gotham/GC images
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                             Em Nova York, Victoria apareceu com as botas em couro amarelo-queimado
Robert Kamau/GC Images
Aqui, a empresária coordena a cor das botas com o tom do batom e do esmalte

Na terça-feira da semana passada (05/11/2019), Beckham levou o seu par de pisantes favorito para o aeroporto JFK, em Nova York. Entre um voo e outro, foi vista cruzando o saguão com as famosas botas de tricô na cor vinho. O tom ornou com a bolsa de couro que carregava nas mãos. Equilibrado por uma saia de comprimento mídi e casaco de lã, o look deu o que falar. Além do mix de estampas e texturas das peças, outro ponto de detalhe no styling que roubou a cena foi a gola com pontas alongadas da camisa social, peça sobreposta pelo suéter. Um par de óculos pretos com lentes em degradê foi selecionado para finalizar a produção. Os modelos das botas que aparecem com frequência nos looks da estilista saíram direto da passarela da última coleção outono/inverno 2019 da grife homônima, desfilada no museu de arte Tate Britain, em Londres, um dos locais preferidos da estilista na terra da rainha. A essência dos anos 1970 inspirou as silhuetas e cortes da mais recente linha voltada à mulher do século 21.

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A Medida Provisória nº 905, que cria o Plano Verde e Amarelo para estimular a geração de emprego, revogou 37 pontos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e retirou trechos de outras 22 leis e decretos que tratam de matérias trabalhistas, tributárias e previdenciárias.

As alterações abrangem mais de 10 categorias profissionais. As novas regras vão desde a possibilidade de trabalho aos domingos e feriados até a retirada da obrigatoriedade de registro profissional para exercício de diversas profissões.

Metrópoles preparou um guia com as principais mudanças. Na última terça-feira (12/11/2019), o governo federal publicou a medida provisória com o objetivo de gerar novos postos de trabalho para jovens entre 18 e 29 anos de idade, com registro do primeiro emprego em CTPS.

Veja principais pontos da medida provisória:

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Andre Borges/Esp. MetrópolesANDRE BORGES/ESP. METRÓPOL

No feriado de Proclamação da República, os ministros da Casa Civil, Onyx Lorezoni, da Cidadania, Osmar Terra, e das Mulheres, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, se reuniram no Palácio do Planalto e convocaram uma entrevista coletiva para anunciar o início de um projeto a ser detalhado no futuro. De acordo com Onyx, a reunião serviu para o governo “analisar todas as políticas sociais desenvolvidas no Brasil ao longo dos últimos anos”. Além disso, ele repetiu que o foco do governo será na “primeira infância”.

“Nessa preocupação constante que o presidente Bolsonaro tem de transformar e mudar o Brasil, nós aproveitamos hoje, o Dia da República, para reunir os ministérios que trabalham mais focados na questão social, que é o caso da Família, da Educação, com toda equipe aqui, da Casa Civil, para poder analisar todas as políticas todas as políticas sociais que o Brasil tem desenvolvido ao longo dos últimos anos”, disse o ministro.

Mais cedo, alguns integrantes do governo se manifestaram nas redes sociais com mensagens de desapreço à República e exaltação de personagens da monarquia. Nesse sentido se pronunciaram Weintraub e Onyx nesse sentido. Na entrevista, Onyx disse que o governo vai analisar as políticas para fazer um estudo que visa elaborar um projeto e “mostrar como o governo Bolsonaro transforma a vida de crianças mais carentes”. Nada de mais concreto que isso.

“Já temos algumas diretrizes. O foco fundamental é nas crianças. Vamos trabalhar nas próximas semanas para aprontar esse conjunto de ações”, disse o ministro. “O nosso foco fundamental é na criança e, particularmente, na primeira infância, desde sua concepção, passando por seu nascimento, dos primeiros passos que ela dá que ela se forme no primeiro grau”, anunciou. “O detalhamento será feito dentro do mês de dezembro”, disse. Da coletiva, chamada em cima da hora, também falaram os ministros da Cidadania, Osmar Terra e da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. Damares protagonizou um dos pontos altos da entrevista. “Eu posso ousar dizer que nós estamos protagonizando aqui o maior pacto pela criança do mundo”, disse a ministra. “Infelizmente nossas crianças foram deixadas para trás. Por exemplo, a Amazônia e o pior local do Brasil para ser criança do mundo”, disse a ministra.

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Rachel Sheherazade

Rachel Sheherazade – Reprodução TV

São Paulo – Na última terça-feira (12) Rachel Sheherazade anunciou que ficará ausente do “SBT Brasil” até dezembro por conta de uma enfermidade. “Olha, não se preocupem… Eu preciso fazer uma cirurgia, simples, mas já, já eu tô de volta”, afirmou a jornalista. Nesta quinta-feira (14), Rachel Sheherazade atualizou sua conta do Instagram com um clique no leito do hospital. “Está tudo bem, pessoal! Obrigada pelas mensagens de apoio, estou grogue, mas estou bem”, disse a jornalista do SBT, na tentativa de tranquilizar fãs e conhecidos. Apesar de não ter revelado a doença, a recuperação mostra-se longa, já que Rachel Sheherazade ficará afastada do trabalho até dezembro.

ig

Sasha (Foto: Divulgação)

                                                                                              Sasha 

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15 de novembro é uma data importante no Brasil, pois nesse dia comemora-se a Proclamação da República. Esse evento aconteceu em 1889 e foi resultado da mobilização do Exército e de republicanos civis contra a monarquia instalada no país desde 1822. A partir de um golpe, a república foi instaurada no Brasil e a família real portuguesa foi expulsa. A Proclamação da República foi resultado de uma longa insatisfação dos militares com o governo monárquico. Os historiadores tratam esse acontecimento atualmente como um golpe por ter sido uma transição de regime forçada e sem a participação popular. Atualmente o 15 de novembro é considerado feriado nacional.

O que causou a Proclamação da República?

O marechal Deodoro da Fonseca foi um dos grandes nomes da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889.
O marechal Deodoro da Fonseca foi um dos grandes nomes da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889.

A Proclamação da República é resultado de um processo político que se estendeu desde a década de 1870. A insatisfação com a monarquia ganhou força ao final da Guerra do Paraguai, tanto nos meios militares quantos nos civis. Essa insatisfação só foi crescendo, e o surgimento de partidos republicanos contribuiu para isso. O grande grupo insatisfeito, porém, era o Exército brasileiro. As Forças Armadas consideravam-se pouco reconhecidas depois de terem conduzido todo o esforço da Guerra do Paraguai. Os militares estavam insatisfeitos com suas remunerações, queriam melhorias no sistema de promoção de carreira e a permissão para opinar suas posições políticas, algo proibido na época. Isso contribuiu para que o republicanismo fosse ventilado no seu interior. Não obstante, a insatisfação com a monarquia não era uma exclusividade dos militares, os cafeicultores paulistas e a Igreja Católica também estavam insatisfeitos. Ainda, o enfraquecimento do regime monárquico no Brasil está diretamente relacionado com o avanço da pauta abolicionista. A relação era proporcional e inversa: na mesma medida em que o abolicionismo ganhava força, o monarquismo perdia influência no país. Politicamente os debates foram acirrando-se ao longo da década de 1880, tanto na questão da abolição quanto na do republicanismo. A situação do Brasil era de crise crônica na década de 1880, e a polarização só contribuiu para reforçar esse quadro.

Com a perda do apoio da Igreja e dos escravocratas, a monarquia ficou sem os grandes grupos que lhe davam apoio, sobretudo o segundo. Assim, a sua sustentação tornou-se extremamente difícil, uma vez que o movimento republicano estava muito forte no final da década de 1880. Na medida em que o republicanismo avançava, uma nova pauta era ventilada: o federalismo.Essa pauta inspirava-se no federalismo que existia nos Estados Unidos e defendia maior descentralização do governo, isto é, os partidos republicanos agruparam-se regionalmente e passaram a defender maior autonomia para os estados. Em determinado momento, pensou-se que a monarquia aplicaria uma certa descentralização, mas isso não aconteceu.Outro fator de insatisfação com a monarquia dava-se em relação à economia. Depois da Guerra do Paraguai, a economia brasileira enfraqueceu-se, afinal o país gastou muito mais do que poderia para vencer os paraguaios. Ainda há de considerar-se os impactos da crise mundial do capitalismo de 1873, que impactou pouco o Brasil, mas teve no país seus reflexos.O último fator é a questão da sucessão, pois, até entre os monarquistas, havia um certo incômodo com o fato de que os sucessores do trono eram a princesa Isabel e seu marido, o Conde D’Eu.

Como foi a Proclamação da República?

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Bella Hadid (Foto: Backgrid)

Nesta temporada, algumas tendências dos anos 90 estão retornando à cena fashion com força total, entre elas as sandálias de tiras fininhas, a bandana e também o cardigã, que volta em diferentes variações (das básicas com “cara de vovó” às mais elaboradas). A peça já conquistou famosas fashionistas como Bella Gigi HadidKaia GerberKendall JennerEmma Roberts e Katie Holmes

Apesar de ser uma ótima peça para a meia-estação, o cardigã não tem sido usado exatamente com a função de aquecer. A tendência do momento é vestir o item sem nenhuma roupa por baixo, como mostram Bella, Gigi e Kaia, e apostar numa combinação mais despojadada com jeans e tênis ou botas. O item cai bem até para uma ocasião noturna. Nossa sugestão é combinar com um sutiã ou um top, como fez Katie Homes – que chamou atenção ao vestir o conjuntinho de cashmere da Khaite. O truque de styling torna o look muito mais cool e interessante. O cardigã funciona também num look mais chique: Bella usou uma opção branca superbásica por cima de um vestido. Com certeza, uma peça must-have no guarda-roupa! 

Bella Hadid (Foto: BACKGRID)Kendall Jenner (Foto: BACKGRID)Katie Holmes (Foto: Backgrid)

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Modo de preparo

Tempere o frango com o suco de limão, 2 dentes de alho, sal e pimenta. Reserve na geladeira por 30 minutos. Lave bem os quiabos e quebre a ponta para ver se estão firmes (esse é o ponto ideal para consumo). Arranque os cabinhos, seque e corte os quiabos em três partes do mesmo tamanho. Em uma panela, aqueça o óleo e sele o frango dos dois lados (primeiro com a pele para baixo) até dourar. Reserve em uma vasilha. Na mesma panela, refogue a cebola, o alho restante e o tomate com o colorau até murchar. Adicione o quiabo e refogue até evaporar o líquido. Reserve em uma vasilha. Volte o frango à panela, cubra com água e cozinhe até ficar macio. Junte o quiabo, cozinhe por cinco minutos e sirva em seguida.

*Receita cedida pela chef Ana Luiza Trajano. 

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