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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: fevereiro 2020

Com ofensas morais e sexuais, o presidente Jair Bolsonaro atacou e assediou a jornalista Patrícia Campos Mello. Ele reincidiu em atos contra a legislação 1.079, que em seu artigo nono protege a probidade da administração.

Crédito: Marcos corrêa/pr

GRAÇA SEM GRAÇA O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro: e ele ainda ri! (Crédito: Marcos corrêa/pr)

PROFISSIONAL EXCELENTE A jornalista Patrícia
foi 
vítima de Hans River, de Eduardo Bolsonaro
e do próprio presidente: ataques que ferem a democracia
e toda a mídia (Crédito:Divulgação)
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O nome dessa lei é uma sentença definitiva para Bolsonaro: “Lei do Impeachment”. Está nas mãos do Congresso Nacional, portanto, mostrar que o Brasil não é uma republiqueta de bananas – nem de banana fruta, conforme querem aqueles que desprezam o nosso País, nem de banana obscena dada com os braços como o presidente vem fazendo e ofendendo os repórteres em entrevistas coletivas. Está, sim, nas mãos do Congresso Nacional a obrigação de abrir imediatamente um processo de impeachment contra o mandatário, o que na verdade passou a ser dever dos parlamentares, investidos de mandato popular para tutelarem a constitucionalidade e o decoro daqueles que representam os poderes republicanos – só é preciso que uma denúncia seja regimentalmente recebida pela Câmara dos Deputados para o processo começar a andar.

GENÉTICA Eduardo Bolsonaro, que endossou as ofensas
contra Patrícia, dá banana às mulheres que criticam o seu pai: a deseducação está no sangue
(Crédito:Divulgação)

Bolsonaro repete dia após dia, semana após semana, mês após mês, atitudes e palavras desprovidas de ética e que se coadunam com “crime de responsabilidade” — crime que teve início com o episódio do golden shower, no Carnaval passado, atravessou todo o primeiro ano de gestão e chegou ao Carnaval de agora. A única diferença é que o nível foi caindo cada vez mais. Que faça ele o seu vexatório e particular show dançando com o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, como se viu recentemente. Mas nos poupe de suas baixarias. Basta!

O presidente, indiscutivelmente, já ultrapassou todos os limites da civilidade e da urbanidade em diversas de suas relações com a mídia, e tanto é assim que pesquisa da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) aponta que ele responde por 58% dos ataques verbais feitos contra a imprensa em 2019. Quando se julga, no entanto, que alguém já chegou ao mais baixo patamar da abjeção e torpeza, descobre-se que ainda há o porão. Na semana passada, Bolsonaro fez mais que enxovalhar a reputação de uma mulher, de uma repórter e de um ser humano. Ele difamou Patrícia, do jornal “Folha de S. Paulo”, e se colocou literalmente na linha do impeachment. Ultrajou, como jamais se viu na história do Brasil, a liturgia do cargo de presidente da República. Senhores congressistas, façam a parte que lhes compete por dever de ofício: o presidente tem de ser mandado para casa.

PÉSSIMO SHOW Marcelo Crivella e Bolsonaro dançam
em evento evangélico: eles que façam o Carnaval que quiserem,
mas nos deixem em paz (Crédito:Divulgação)

O cérebro e a língua

Bolsonaro referindo-se à ofensa verbal ocorrida dias antes contra a jornalista, da qual acabou sendo partícipe o filho Eduardo, e aprimorou-se na degradação. Lembremos, em primeiro lugar e rapidamente, o fato original. Ao depor na CPMI das Fake News, a testemunha Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da empresa Yacows, especializada no disparo de mensagens em massa pelo Whatsapp, mentiu ao dizer que Patrícia queria fazer sexo com ele em troca de informações durante a campanha de 2018. Eduardo Bolsonaro endossou a fala, e colocou no Twitter que não duvidava que ela tivesse se insinuado. Pois bem, na terça-feira 18, diante do Palácio da Alvorada, o presidente voltou ao tema e desceu ao subsolo já por nós citado: “Ela [Patrícia Campos Mello] queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”. Claro que por boa educação pouparemos o leitor e a leitora da interpretação da frase. Deixemos a malícia e o duplo sentido com o seu dono, a nós só é necessário explicar que “furo” é jargão jornalístico para notícia exclusiva. Como podem ver, a brincadeirinha presidencial foi chula demais. Vamos, isso sim e de imediato, às falas de três cidadãos de moral e hábitos ilibados.

O PAI A mensagem de Hélio: alguém precisa explicar o sentido para o presidente, embora ele não vá entendê-lo (Crédito:Divulgação)

“É o mau-caratismo institucionalizado. Um absurdo tão grande que estou perplexo. Ele autoriza a política do bullying que os seus seguidores buscam estabelecer nas redes sociais”, diz o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz. “O comentário chulo, que ofende profundamente a dignidade humana, se enquadra como crime de responsabilidade”, diz o jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Dê-se voz, também, ao conceituado doutor e mestre em direito Luiz Fernando Prudente do Amaral, um dos mais respeitados especialistas do Brasil na área do direito público: “O exercício da Presidência da República é incompatível com o uso frequente de gestos, palavras e expressões ofensivas, inclusive à imprensa, e contrárias à dignidade do cargo. Essa conduta, especialmente quando reiterada, pode dar início ao processo de impeachment”.

Bolsonaro pensa com a língua e não com a cabeça, ou seja, não pensa: só dispara os seus preconceitos. Não é sem motivo, então, que a sua ofensa tenha sido tão pesada e, consequentemente, tenha gerado tanta reação no Congresso e na sociedade. Poucas horas após o ato, um grupo de vinte e três deputadas redigiu uma nota para ser lida pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia. “Todo repúdio a essa atitude repugnante”, afirmou a parlamentar Natália Bonavides. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, declarou desconhecer que alguém “tenha feito uma agressão tão grande a uma mulher como o fez Bolsonaro”. A deputada Tábata Amaral julgou a fala do presidente “inconcebível” e lamentou que o direito das mulheres de não serem “sexualizadas e assediadas” tenha de ser diuturnamente lembrado. E ela tem razão, tal direito é esquecido mesmo, e gravíssimo é tomarmos conhecimento de que o presidente da Nação é o primeiro a esquecê-lo.

PRECISÃO O apresentador Luciano Huck foi um dos primeiros
a protestar: “Bolsonaro rompeu as fronteiras da decência”
(Crédito:Divulgação)

Sangue aguado

O senador Randolfe Rodrigues foi de uma lucidez incrível naquilo que escreveu nas redes sociais: “Em que democracia sã um presidente da República se sente à vontade agredindo e assediando mulheres?” Com certeza, em nenhum país, só aqui – pelo menos enquanto reinar o autocrata Jair Messias Bolsonaro. Os presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente, Rodrigo Maia e David Alcolumbre, criticaram Bolsonaro e enalteceram a importância da liberdade de imprensa para a democracia. E o próprio PSL, ex-partido do capitão, o fustigou duramente. Fora do campo político, o apresentador Luciano Huck classificou o fato como o rompimento das “fronteiras da decência”.

Houve, e sempre haverá, aqueles que fecham fileiras com a baixaria — e esses defenderam o capitão. Fiquemos com o filho Eduardo, ele mesmo, o Eduardo que há quinze dias apoiou as primeiras ofensas contra Patrícia feitas pelo depoente Hans River. De fato, a coisa está piorando e é necessário colocar um fim em tudo isso antes que a nossa democracia seja engolida pelo clã Bolsonaro. Querem saber o que fez Eduardo dessa vez? Subiu ao púlpito acompanhado de um grupo de mulheres parlamentares, e aí mandou aquelas que estão criticano o seu pai “raspar o sovaco, senão dá mau cheiro”. E aí gritou. E aí gesticulou. E aí, para arrematar, desenvolveu o estilo bananeiro de seu genitor e deu uma banana com os braços: “Uma banana em nome de todas as mulheres”. Se Eduardo seguir com mandato parlamentar, justo ele que até já defendeu a volta do AI-5, cabe questionar que espécie de Parlamento nós temos. Juntamente com Jair, Eduardo tem de ser politicamente cassado. Voltem para casa! E, falando em casa, já há brasileiras e brasileiros que gostariam de saber qual a opinião, qual o sentimento, qual o posicionamento da primeira-dama Michelle frente à desqualificação da mulher promovida constantemente por seu marido. Sexismo, machismo e misoginia correm no sangue de Bolsonaro, mas esse sangue é aguado porque se descolore no preconceito. Michelle podia ao menos lembrar o patriarca que 54% dos eleitores do País são mulheres.

Há duas éticas para um governante, a “ética da convicção” e a “ética da responsabilidade”, nos ensinou o pensador alemão Max Weber, principal fundador da ciência da sociologia. A “ética da convicção” é particular: Bolsonaro, por exemplo, pode, em sua casa, falar o que bem quiser, se Michelle não se ofender, é claro. Quanto à “ética da responsabilidade”, essa exige que Bolsonaro se comporte publicamente com dignidade. Tal ética, porém, dele passa longe, e tanto é assim que não são apenas as mulheres o alvo do presidente. Ele não gosta de indígenas e chegou ao ponto de dizer que eles estão “evoluindo” e que são cada vez “mais humanos como nós”. Parou aí? Que nada! Comparou-os a “animais de zoológicos”, referindo-se às suas terras demarcadas. LGBTs também incomodam o presidente e, deploravelmente, ele usa isso como forma de ofensa, chamando de homossexuais os repórteres que fazem indagações que o incomodam.

AMPLA VISÃO Tábata Amaral foi além do fato: “É preciso
lembrar todos os dias que a mulher não deve ser assediada”
(Crédito:Pablo Valadares)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nas entrevistas, quem igualmente sempre sai insultada é a mãe de algum jornalista: se o autoritário Bolsonaro não gosta da pergunta, ele ataca a mãe de quem formulou a questão. E vale destacar, ainda, a insistência do presidente em falar do órgão sexual masculino. Houve o caso já referido do golden shower, que ele explorou demais. Em um pronunciamento, certa vez, disparou a falar da importância de “manter o pênis limpo”. E ao cruzar com um japonês no aeroporto de Manaus, fez uma brincadeira de péssimo gosto: “Tudo pequenininho por aí?”. As ofensas estão se agravando, a ponto de entidades como a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) encaminhar à Procuradoria-Geral da República notícia-crime contra a testemunha que mentiu à CPI. A situação está feia para o mentiroso e horrorosa para Bolsonaro. Mudar de comportamento ele não vai, porque essa é a sua personalidade antidemocrática. Mas, pensando bem, sejamos pragmáticos: é até melhor que ele siga na deseducação e continue a dar bananas. Superstição às vezes funciona, e o último presidente que gostava desse gesto foi Fernando Collor. Escorregou na casca e caiu no impeachment.

istoe

Crédito: Divulgação

Na sexta-feira, dois dias depois de o senador Cid Gomes (PDT-CE) ter sido baleado ao investir com uma retroescavadeira contra policiais militares amotinados em Sobral (CE), o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), ficou até as primeira horas da madrugada em uma negociação com os representantes dos servidores da segurança pública. Pressionado pela ameaça de um motim, Azevêdo apresentou a terceira contraproposta, que previa aumento de 5% além da inflação, mas não houve acordo.

O governador disse ao jornal O Estado de S. Paulo que deputados estaduais saídos da polícia, eleitos na esteira do bolsonarismo e que já anunciaram suas pré-candidaturas à prefeitura de João Pessoa, infiltraram-se no movimento com objetivo político-eleitoral. Segundo ele, se cedesse às reivindicações dos PMs, o Estado ficaria sem dinheiro para a folha de pagamento e seria obrigado a descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e a interromper serviços e obras.

Há motivação política na decisão dos policiais?

Lamentavelmente, sim. Mesmo a gente abrindo o canal permanente de negociação com as diversas entidades que compõem a segurança pública, muitas vezes, participando pessoalmente das reuniões, observamos a infiltração de agentes políticos, notadamente de dois deputados estaduais policiais que fazem oposição radical desde o primeiro dia de nossa gestão. E que já anunciaram suas pré-candidaturas a prefeito de João Pessoa.

Quais seriam as consequências orçamentárias caso o governo aceitasse integralmente as reivindicações dos policiais?

Se atendêssemos às reivindicações, a médio prazo o Estado entraria em colapso financeiro e não teria condições de pagar sequer a folha dos servidores em dia. Não cumpriríamos a Lei de Responsabilidade Fiscal, deixaríamos de prestar os serviços públicos e ainda teríamos de paralisar todas as obras. Hoje, a Paraíba tem uma gestão fiscal equilibrada, paga rigorosamente em dia e tem o conceito Rating B, segundo avaliação do Tesouro Nacional.

A decisão de Minas de, mesmo com dívidas, dar aumento de 41,7% aos PMs, encoraja a categoria nos demais Estados a pedir aumentos além da inflação?

Não quero criticar nenhum colega governador, pois cada um tem os seus problemas para administrar. Mas as entidades aqui sempre citam o caso de Minas Gerais, sim.

No Fórum de Governadores ou outros espaços de diálogo entre os mandatários estaduais foi manifestada preocupação de que casos como o do Ceará e Minas possam se alastrar pelo Brasil?

O problema da segurança sempre entra nos debates nacionais. Aqui na Paraíba foi a categoria que teve os maiores reajustes nos últimos 10 anos. Na gestão atual, iniciada em janeiro de 2019, já incorporando a proposta deste ano, temos um reajuste médio de até 15%. A proposta do governo da Paraíba inovou porque reajustou os inativos em 5%, que não tinham reajuste desde 2015, quando tiveram apenas 1%. Além disso, o governo, para beneficiar os aposentados, reformados e pensionistas, vai incorporar 30% da bolsa recebida apenas pelos ativos. Nenhum governo ousou tanto. É preciso ressaltar que o governo do Estado deu um aumento linear para todos os servidores ativos e inativos de 5%, quando a arrecadação do ICMS cresceu nominalmente apenas 4,32% em 2019. O País em plena recessão com um crescimento do PIB de apenas 0,89% neste ano.

A postura do presidente Bolsonaro em relação aos policiais tem influência sobre a categoria?

O que observamos na Paraíba, assim como em outros Estados, é a forte conotação política e até eleitoreira verificada nesses movimentos. Porque uma coisa é a reivindicação legítima de uma categoria que arrisca suas vidas para proteger a sociedade, mas outra é a radicalização exacerbada de pessoas que apostam no caos, no quanto pior, melhor para atingir seus objetivos políticos e eleitorais já este ano.

Quais as demandas dos governadores para a União em relação à segurança pública? Há alguma demanda em gestação nos fóruns de governadores?

É preciso que a responsabilidade pela segurança seja compartilhada entre os Estados e o governo federal.

istoe

Marcelo Adnet caracterizado como Bolsonaro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Adnet caracterizado como Bolsonaro – Anderson Justino/ Agência O DIA

Rio – O humorista Marcelo Adnet, um dos compositores do samba da São Clemente deste ano, vestá caracterizado como o presidente Jair Bolsonaro. Ele, no entanto diz que é o público quem decide quem ele é dentro da Sapucaí.
Ele contou que está feliz pela escola e preparado para o desfile desta segunda-feira. Mas, espera voltar no sábado entre as campeãs: “Seria uma honra”. A escola de samba da Zona Sul, primeira a desfilar nesta segunda-feira no Grupo Especial, vai contar a história da “vigarice brasileira” em várias épocas.
odia.ig

“Confundir o Exército com alguns assuntos temporários de governo, partidos políticos e pessoas é usar de má fé, mentir, enganar a população”, afirmou

Santos Cruz – Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O ex-ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, chamou de “Irresponsabilidade”, nesta segunda-feira (24), banner que circula pelas redes para divulgar protestos no dia 15 de março pelo fechamento do Congresso. “IRRESPONSABILIDADE Exército Brasileiro – instituição de Estado, defesa da pátria e garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem. Confundir o Exército com alguns assuntos temporários de governo, partidos políticos e pessoas é usar de má fé, mentir, enganar a população.”

General Heleno

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) – e um dos quadros mais próximo a Jair Bolsonaro – defendeu o endurecimento de relações com o Congresso Nacional e se colocou contra um acordo articulado pelo ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, sobre o controle da execução de emendas parlamentares ao Orçamento.

“Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”, disse Heleno na manhã desta terça-feira (18), na presença de Ramos e do ministro da Economia, Paulo Guedes, segundo informações do jornal O Globo, que diz que frase foi captada pela transmissão ao vivo da Presidência pela internet. A discussão teria continuado durante a reunião de ministros.

revistaforum

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, pediu reunião ao ministro Paulo Guedes para discutir o fim à transição ao teto de gastos. Brasil O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, pediu reunião ao ministro Paulo Guedes para discutir o fim à transição ao teto de gastos.

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, solicitou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, reuniões entre as equipes técnicas da pasta, do Supremo e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para discutir o fim do período de transição à regra do teto de gastos.

A partir deste ano, o Executivo não vai mais poder cobrir as despesas dos demais poderes que vierem a ultrapassar o limite de gastos estabelecidos pelo teto. Sem a subvenção, o Judiciário terá de cortar quase R$ 1 bilhão em despesas para cumprir o teto em 2020.No ofício obtido pela Gazeta do Povo, Toffoli afirma que todos os tribunais do país vêm adotando fortes medidas de adequação das suas despesas, mas que a ausência de margem orçamentária para cobrir eventuais imprevistos e para dar continuidade ao investimento na melhoria da prestação jurisdicional tem sido motivo de preocupação entre os presidentes dos órgãos que compõem o Judiciário.“Projetos na área de inovação tecnológica voltada para a melhoria da prestação jurisdicional, por exemplo, perderão o impulso hoje existente, o que será prejudicial não apenas para o Poder Judiciário, mas também para a própria contribuição que este vem dando para o fortalecimento do ecossistema de inovação de que o país tanto precisa”, argumenta Toffoli.

Ele completa que “poderão ser afetados a segurança institucional e os projetos de aproximação do Poder Judiciário com a população, cujos investimentos têm reflexos diretos e indiretos na qualidade da prestação jurisdicional”.

No ofício, Toffoli lembra ainda que foi aprovada em 2019 a emenda constitucional 102, que abriu uma nova brecha no teto de gastos. Essa emenda exclui do limite do teto de gastos o dinheiro que a União repassa a estados e municípios pela exploração de petróleo. A aprovação da emenda foi crucial para que o governo pudesse repartir as receitas do megaleilão do pré-sal, realizado em novembro do ano passado, com Estados e municípios, além de pagar o que devia à Petrobras.

O ministro do Supremo diz que a aprovação da emenda 102/2019 “impacta de sobremaneira o equilíbrio institucional que deve haver entre os Poderes da União”. Ele termina o ofício dizendo que “considera indispensável o reequilíbrio institucional necessário e decorrente da superveniência da EC 102/2019, respeitando, evidentemente, o impacto financeiro das obrigações e das missões institucionais que a Constituição designa a que cada um dos Poderes”.O ofício foi encaminhado por Toffoli a Guedes no dia 15 de janeiro. No documento, Toffoli designa o secretário-geral do CNJ e o diretor-geral do STF para representar o Poder Judiciário no diálogo com o Ministério da Economia. O pedido do presidente do Supremo está sendo analisado pela Secretaria de Orçamento Federal do Ministério da Economia.

O ofício enviado por Toffoli a Guedes:

Entenda o caso

O teto de gastos – criado pela emenda constitucional 95 de 2016 – limita à inflação o crescimento das despesas dos órgãos públicos federais. A regra começou a valer em 2017, mas só o Poder Executivo teve que cumprir integralmente até então.No caso dos demais poderes – Judiciário, Legislativo, Ministério Público e Defensoria Pública – foi estabelecido um período de “transição” de três anos. Com isso, de 2017 a 2019, os órgãos que pertencem a esses poderes puderam gastar um pouco além do limite do estabelecido pelo teto, e o valor estourado foi bancado integralmente pelo Executivo, através do Tesouro Nacional.O Judiciário foi o único poder que estourou o teto de gastos nos três anos em que isso era permitido (veja gráfico). Segundo dados do Tesouro Nacional, em 2019, o valor atingiu o seu ápice: as despesas deveriam ficar em até R$ 41,5 bilhões (se limitadas ao teto), mas o Judiciário gastou de fato R$ 43,9 bilhões, estourando o teto em R$ 2,4 bilhões (valores arredondados). Os valores incluem o saldo de todos os órgãos do Judiciário (os que estouraram e os que ficaram abaixo do teto, compensando em parte os que estouraram).

Em 2018, as despesas de todo o Poder Judiciário ultrapassaram o teto em R$ 1,073 bilhão. Já em 2017, o estouro foi de R$ 101,7 milhões

A partir deste ano, não haverá mais a compensação do Executivo e o Poder Judiciário terá que se adequar ao teto. Para este ano, os órgãos do Judiciário vão poder gastar R$ 42,9 bilhões, segundo Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional. Em 2019, os órgãos do Judiciário gastaram R$ 43,9 bilhões, porque tiveram a compensação da União.

Ou seja, levando em conta o valor gasto em 2019, o Judiciário como um todo terá de cortar quase R$ 1 bilhão (mais precisamente, R$ 964,7 milhões) em despesas em 2020 para se adequar ao teto. Esse valor inclui o saldo final dos oito órgãos que compõem o Judiciário.

Individualmente, os órgãos do Judiciário que vão precisar cortar gastos são a Justiça do Trabalho (reduzir as despesas em R$ 1,017 bi); a Justiça Federal (R$ 152,9 mi); e o Supremo Tribunal Federal (R$ 49,7 mi). Os outros cinco órgãos ficaram com limite de despesa superior ao que gastaram em 2019. Por isso, o Judiciário como um todo vai precisar de esforço fiscal de R$ 964,7 milhões.

 

Natália Falavignia Silva, medalhista de bronze no Taekwondo.jpeg

“Se a gente quer um Brasil melhor, ele passa por meio de uma série de coisas, e uma delas é o esporte”, defende Natália Falavignia Silva, medalhista de bronze no taekwondo em 2008 Foto: Mariana Alejarra/PR

Em 2020, o Brasil celebra 100 anos de participação em olimpíadas. Foram 22 edições desse evento esportivo, com a participação de mais de dois mil atletas brasileiros. Como resultado, o País conseguiu 374 atletas medalhistas, 97 campeões olímpicos e 129 medalhas: 30 de ouro, 36 de prata e 63 de bronze.

Nesta quarta-feira (19), uma cerimônia no Palácio do Planalto marcou o início de uma série de ações para celebrar o Centenário Olímpico do País, que visam estimular a prática do esporte no Brasil, não só de alto rendimento, mas também nas escolas e para a terceira idade. A data – 19 de fevereiro – foi escolhida por ser o Dia do Esportista. Durante o evento, o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que institui a Comissão Interministerial Brasil 100 Anos Olímpicos e o decreto que institui a Cruz e a Medalha do Mérito Desportivo, concedida a 14 medalhistas olímpicos na ocasião.

Um dos atletas homenageados, o velejador Lars Grael, bronze em Seul e Atlanta, considera essencial o governo valorizar o esporte. “É ter o esporte como mecanismo fundamental de valorização da educação e da saúde preventiva. É o estímulo à atividade física, à educação física nas escolas e à representação da imagem do Brasil no exterior”, destacou.

O velejador Lars Grael foi homenageado na cerimônia de comemoração do Centenário Olímpico Foto: Mariana Alejarra/PR

Grael acrescentou que é muito importante para um país ter valores olímpicos, que são universais. “Cada atleta desse é soldado da paz, que vai lá para suar a camisa, dignificar a mesma bandeira e dignificar a imagem do Brasil para todos os cantos do mundo. É fundamental apoiar o esporte olímpico.”Para a atleta homenageada Natália Falavignia Silva, medalhista de bronze no Taekwondo em 2008, o esporte deve ser apoiado em todas as suas vertentes, pois ele pode mudar a sociedade. “O esporte nada mais é que a representação da vida. Ele vai te ensinar a perder, a ganhar, a sofrer frustrações, a valorizar o processo e não só a vitória. São coisas que qualquer ser humano passa ao longo da sua vida. Se a gente quer um Brasil melhor, ele passa por meio de uma série de coisas, e uma delas é o esporte.”O secretário Nacional de Alto Rendimento na Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania, Emanuel Rego, destacou que este momento, de preparação para as olimpíadas, é ideal para fomentar o esporte nacional. “Uma das propostas do programa do centenário é fazer com que o esporte cresça, o combate ao sedentarismo, a inclusão social, o esporte na escola, na universidade. Nosso desejo é fazer com que o Brasil respire mais esporte.”Na solenidade, foi montada uma exposição fotográfica, apresentados moeda e selo comemorativos, além das homenagens aos atletas e ex-atletas. Livros, vídeos, palestras, exposições e outros produtos serão lançados ao longo do ano, sempre em datas representativas para o esporte nacional.

Participação olímpica

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Decisão foi tomada nesta quarta-feira (19)

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os descontos concedidos a pessoas físicas nos financiamentos à casa própria, com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), vão cair a partir do próximo ano. A decisão foi tomada pelo Conselho Curador do FGTS, que reuniu-se nesta quarta-feira (19), em Brasília, para revisar o orçamento do fundo.

Os subsídios foram definidos em R$ 9 bilhões para este ano, R$ 8,5 bilhões, em 2021, R$ 8 bilhões, em 2022, e R$ 7,5 bilhões, em 2023. O presidente do Conselho Curador do FGTS, Júlio César Costa Pinto, afirmou que a ideia é reduzir os descontos em uma “transição suave”.

Costa Pinto afirmou que já há uma discussão sobre a possibilidade de redução das taxas de juros dos empréstimos “de forma que no final não tenha mudanças em termos de custos para o consumidor”. A redução de juros depende de normativos do Conselho Curador. O presidente do conselho ponderou que, além de incentivar a habitação popular, é preciso priorizar também a remuneração paga aos trabalhadores. “Temos que pensar em reembolsar o cotista e também em habitação”, disse.

O Conselho aprovou o orçamento para 2020, com o total de R$ 77,9 bilhões. Segundo Costa Pinto, houve uma “adequação de receitas e despesas”. Na revisão do Orçamento que já tinha sido aprovado em dezembro, houve aumento no orçamento para habitação popular de R$ 62 bilhões para R$ 62,5 bilhões. O orçamento para saneamento básico foi mantido em R$ 4 bilhões, para infraestrutura urbana, segue em R$ 5 bilhões e para o FGTS-Saúde, que financia entidades hospitalares filantrópicas, permaneceu em R$ 3,4 bilhões.

Taxa de administração

O conselho também aprovou o valor nominal que será pago à Caixa Econômica Federal por administrar o FGTS. Esse valor ficou em R$ 2,643 bilhões, dividido em 12 parcelas, neste ano. A medida provisória que liberou os saques do FGTS reduziu a taxa de administração 1% e 0,5%. A MP foi aprovada pelo Congresso Nacional e convertida em lei no final do ano passado. O conselho converteu o percentual em valor nominal.

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                                    Cid Gomes é retirado do local após ser baleado – Reprodução

O senador Cid Gomes (PDT) levou um tiro nesta quarta-feira (19) ao tentar furar um bloqueio de policiais militares em greve usando uma retroescavadeira, na cidade de Sobral, no Ceará. Cid, que é irmão do prefeito Ivo Gomes (PDT), queria invadir um quartel que estava ocupado pelos grevistas.Representantes dos trabalhadores afirmam que Cid foi atingido por uma bala de borracha, mas a assessoria do político diz que o projétil veio de uma arma de fogo. Um pouco antes de avançar contra os manifestantes com o veículo, Cid Gomes fez um discurso frente à multidão com duras críticas à paralisação.  “Ninguém será chantageado, ninguém deixará de trabalhar, de abrir suas portas e caminhar com tranquilidade em Sobral”, afirmou.Na sequência, Cid Gomes usou a palavra bandidos para se referir aos grevistas. “Eu tô aqui desarmado e vou enfrentar quem armado estiver, sob o custo da minha vida. Mas ninguém vai fazer o que esses bandidos estão fazendo aqui em Sobral”.Em vídeos que circulam pelo internet o Senador é visto em cima do veículo e um cordão de policiais tenta impedir que ele derrube um portão. Tiros são ouvidos e o vidro da retroescavadeira se quebra, enquanto algumas pessoas gritam “Mataram o Cid!”.

                       
Meu irmão Cid Gomes foi vitima de dois tiros de arma de fogo por parte de policiais militares amotinados e mascarados em Sobral, nossa cidade. Até aqui as informações médicas são de que as balas não atingiram órgãos vitais apesar de terem mirado seu peito esquerdo. (...)3.764 pessoas estão falando sobre isso

A greve

Desde o dia 5 de dezembro de 2019, o Ceará convive com protestos dos policiais militares, que reivindicam melhoria salarial para a categoria. O governador Camilo Santana (PT) enviou à Assembleia Legislativa do estado, uma proposta de aumento de R$ 3,2 mil para R$ 4,2 mil, com reajustes até 2022. A categoria rejeitou.

Em 13 de fevereiro, dia em que a proposta de aumento do governo foi levado à Assembleia Legislativa, os policiais organizaram uma grande manifestação na frente da Casa, fechando a avenida Desembargador Moreira. Diante da resistência, Santana enviou uma nova proposta de aumento para R$ 4,5 mil. Porém, a categoria pediu um reajuste de 35%.

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coronavírus ainda domina o noticiário na área da saúde, mas a preocupação com outros vírus respiratórios deve ser mantida, especialmente nesta época de Carnaval. A aglomeração de pessoas em blocos, desfiles e bailes configura uma situação propícia para a disseminação de doenças, ainda que estejamos em pleno verão. Depois da pandemia de gripe H1N1, entre os anos de 2009 e 2010, pesquisadores têm observado uma chegada mais precoce do vírus influenza, especialmente, às regiões sul e sudeste do país, onde há um perfil climático mais parecido com o do hemisfério norte. Ou seja, passados os dias de folia, constata-se uma elevação nos índices de infecções, causadas, entre outros fatores, pelos grandes agrupamentos e pelo maior afluxo de turistas. Cidades como São Paulo, que em outras épocas se esvaziavam durante o mais celebrado feriadão nacional, hoje têm um calendário concorrido de festas. Outro fator que contribui para o aumento dessas enfermidades é o desembarque de estrangeiros no país, rumo aos destinos mais conhecidos do Carnaval, como Rio de Janeiro e Salvador. Vale lembrar que turistas que vêm do hemisfério norte estão saindo de locais onde atualmente é inverno, época em que os vírus se propagam com mais facilidade. — Os blocos estão ao ar livre, mas essas pessoas frequentam bares, restaurantes e shoppings e usam o transporte público. Claro que tem mais chance de circulação de alguns agentes bacterianos ou vírus — explica a infectologista Nancy Bellei, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).Quanto ao coronavírus, o entra e sai de viajantes abre brechas, claro, para a vinda de um eventual infectado. O Ministério da Saúde está acompanhando casos suspeitos há semanas, e por enquanto nenhum foi confirmado.Como o Carnaval está intimamente ligado à ideia de curtição e multiplicidade de parceiros, ainda que por breves instantes, o folião estará se expondo ao beijar alguém.

— Não é só uma troca de saliva. Ao se beijarem, as pessoas encostam as faces. É um contato muito próximo. Tem risco de transmissão de vírus respiratórios — alerta Nancy. 

Mesmo considerando que quem encara a muvuca não está tão preocupado assim com gripes e resfriados, a infectologista explica que, para diminuir o risco de infecções, não há receita milagrosa:

Tente beijar poucas pessoas ou não beijar ninguém. Quanto mais contato físico, mais chance de transmissão. 

Doença do beijo

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Presidente do STF, o ministro Dias Toffoli Foto: Jorge William 24-04-2019 / Agência O Globo

Presidente do STF, o ministro Dias Toffoli Foto: Jorge William 24-04-2019 / Agência O Globo

BRASÍLIA – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),Dias Toffoli, alertou na semana passada, por meio de ofício, os colegas sobre o risco de agressão a integrantes da Corte. A ameaça foi descoberta na internet pela Polícia Federal, nas investigações do inquérito aberto no Supremo sobre ataques aos ministros e ao tribunal.
Não é a primeira vez que esse tipo de ameaça é identificado. Diante do ofício de Toffoli, dois ministros do Supremo consultados em caráter reservado pelo GLOBO encararam o episódio como fato corriqueiro. Ambos não pediram reforço na segurança pessoal com a qual já contam diariamente.
A informação sobre o risco de ataque foi repassada a Toffoli pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre ameaças a ministros. O STF não se manifestou oficialmente sobre o assunto, porque as investigações estão sob sigilo.O inquérito foi aberto em abril do ano passado e suscitou polêmica, especialmente por ser sido instaurado sem a manifestação da Procuradoria-Geral da República. Outro fator de controvérsia é o fato de que o STF investiga pessoas com direito ao foro privilegiado — o que não é o caso das manifestações de ódio detectadas até agora.Em nota, a PF esclareceu que as ameaças “eram genéricas e não traziam indícios de qualquer planejamento elaborado de possível atentado”. No entanto, como forma preventiva infonou ao ministro Alexandre de Moraes, obre a existência das mensagens.

“As investigações, a cargo da PF, seguem em sigilo e tramitam com o objetivo de identificar os responsáveis pela difusão de tais mensagens”, diz o texto. 

oglobo.globo.com

A caminhada é um exercício simples, pode ser feito praticamente por qualquer pessoa e ajuda, sim, a emagrecer . Estudos já mostraram que as mulheres adpetas da prática tendem a ter um menor índice de massa corpórea (IMC) e ainda uma menor circunferência abdominal em comparação com aquelas que fazem outros exercícios.

amigas caminhando

Caminhada é um ótimo exercício para quem quer emagrecer e ainda dá para turbiná-lo para queimar mais gordura

Além disso, é possível dar uma forcinha para o corpo queimar mais gordura durante a caminhada e, com isso, melhorar a perda de peso.Para saber como fazer isso, veja dicas selecionadas pelo personal trainer Chris Freytag, membro do conselho americano de exercício e compartilhadas pela Women’s Health dos Estados Unidos: 

Como queimar mais gordura durante a caminhada: 

1. Ande rápido o bastante para ser difícil conversar

Segundo o personal, o segredo para turbinar a caminhada é adicionar velocidade, já que provavelmente você não terá duas horas livres por dia para andar por aí. “Ao adicionar velocidade e intensidade a sua caminhada, você aumenta a queima de calorias, melhora a capacidade pulmonar e, certamente, elimina alguns quilos”, afirma Freytag. E para saber se está andando rápido o bastante, preste atenção a sua respiração. Quando se faz um exercício na zona de queima de gordura, você consegue falar apenas algumas palavras e fica sem fôlego para manter uma conversa. Não tem com quem conversar? Tente cantar! Se conseguir com facilidade é porque está indo devagar mais e é hora de acelerar. 

2. Varie o ritmo

Ainda assim, não é preciso acelerar o tempo todo para queimar mais gordura e emagrecer caminhando . Estudo da Universidade de Ohio mostrou que variar o ritmo faz você gastar até 20% mais de calorias do que manter a mesma velocidade o tempo todo. É o chamado treino intervalado. E conseguir essa variação no treino não é complicado. A dica do personal é usar pontos do caminho a seu favor. Por exemplo, acelere o passo até a próxima esquina e depois diminua. 

3. Cuidado com o que você come antes da caminhada

Fazer exercícios de estômago vazio não é uma boa ideia, então, se for caminhar logo ao acordar, tome  café da manhã antes de sair de casa. Mas se a caminhada for feita ao longo do dia, dispense o lanche pré-treino. Isso porque trata-se de um exercício leve e seu corpo não vai necessitar de tanta energia quanto nas atividades mais intensas. 

Manter uma dieta balanceada, com grãos integrais, proteínas magras e  gorduras boas ao longo do dia já vai te fornecer energia suficiente para caminhar e ainda obter os melhores resultados. 

4. Alimente-se em caso de caminhadas longas

Tudo bem não comer logo depois de uma caminhada de 30 minutos, mas é importante repor as energias depois de exercícios que durem 60 minutos ou mais. “Nesse caso, seus níveis de glicogênio terão caído e você precisa repor isso para alimentar seus músculos”, fala Freytag. Mas nada de exageros! Opte, segundo o especialista, por um lanche pequeno que contenha uma proporção de 3 par 1 de carboidrato e proteína. Bons exemplos para esse lanche são: banana com pasta de amendoim, torrada integral com abacate ou um copo de leite com achocolatado. 

5. Inclua um treino de resistência em sua rotina

Caminhar é uma ótima forma de emagrecer e queimar mais gordura , mas para ter certeza de que não está perdendo músculos nesse processo, é indicado investir também em um treino de força/resistência. E isso pode ser feito durante caminhada mesmo. Freytag indica, por exemplo, depois de andar por 10 minutos, fazer uma série de flexões ou de agachamentos e afundos. Feito isso, volte a andar e assim por diante. 

Fonte: undefined – iG 

Governadores se reuniram em 11 de fevereiro para debater reforma tributária. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

GOVERNADORES SE REUNIRAM EM 11 DE FEVEREIRO PARA DEBATER REFORMA TRIBUTÁRIA. FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Documento leva o nome de 20 governadores e contém repúdios a declarações sobre redução do ICMS e morte de Adriano da Nóbrega

Vinte governadores assinaram uma carta com críticas a declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a condução da reforma tributária e o assassinato do miliciano Adriano da Nóbrega, na Bahia.O documento “em defesa do pacto federativo” diz que recentes falas de Bolsonaro confrontam governadores e pedem a observação de “limites institucionais com a responsabilidade que os mandatos exigem.“Recentes declarações do presidente da República Jair Bolsonaro confrontando governadores, ora envolvendo a necessidade de reforma tributária, sem expressamente abordar o tema, mas apenas desafiando governadores a reduzir impostos vitais para a sobrevivência dos estados, ora se antecipando a investigações policiais para atribuir fatos graves à conduta das polícias e de seus governadores, não contribuem para a evolução da democracia no Brasil”, diz a carta. Assinam a carta os governadores Gladson Cameli (Progressistas-AC), Renan Filho (MDB-AL), Waldez Góes (PDT-AP), Wilson Lima (PSC-AM), Rui Costa (PT-BA), Camilo Santana (PT-CE), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Flávio Dino (PCdoB-MA), Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), Romeu Zema (Novo-MG), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB), Paulo Câmara (PSB-PE), Wellington Dias (PT-PI), Wilson Witzel (PSC-RJ), Fátima Bezerra (PT-RN), Eduardo Leite (PSDB-RS), João Doria (PSDB-SP) e Belivaldo Chagas (PSD-SE).

Ficaram de fora os governadores Carlos Moisés (PSL-SC), Marcos Rocha (PSL-RO), Antonio Denarium (PSL-RR), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Mauro Mendes (DEM-MT) e Ratinho Júnior (PSD-RR). A crítica sobre a condução da reforma tributária faz referência à declaração, de 5 de fevereiro, em que Bolsonaro desafiou os governadores a zerarem o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Em troca, o presidente disse que zeraria as taxas sobre os combustíveis. Em 11 de fevereiro, Ibaneis chamou a postura de Bolsonaro de “irresponsável”. Segundo os governadores, o ICMS compõe boa parte da receita dos estados, portanto, levar o tributo a zero é uma medida impraticável.

Já o trecho sobre as investigações policiais está relacionado à acusação de Bolsonaro, no sábado 15, que responsabilizou “a PM da Bahia, do PT” pela morte de Adriano da Nóbrega, em 9 de fevereiro, no estado governado por Rui Costa. Em resposta, o petista disse que “o governo do Estado da Bahia não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem procurados pela Justiça”.

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Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo (Foto: Divulgação)

Taís Araújo é apaixonada por Carnaval. A primeira vez que a atriz desfilou na Sapucaí ela tinha 9 anos, na ala das crianças da escola de samba carioca Unidos da Tijuca, por influência da família. “Amo a Avenida. Lembro de ficar na dispersão esperando minha família desfilar e depois buscar a mim e minha irmã. Sabe que tenho saudade da avenida, porque passei por vários momentos, desde à ala das crianças até ser madrinha de bateria da Leandro de Itaquera, em São Paulo. Mas cheguei a conclusão de que gosto de sair de camisa e sapato. Adoro assistir do camarote tomando uma cervejinha”, conta ela que pelo segundo ano consecutivo, estará no Camarote Quem O Globo, no Rio, mas desta vez como uma das musas de Elseve de L’Oréal Paris.

E para preparar o cabelo para folia, Taís aposta no combo creme de pentear Elseve cachos + óleo extraordinário. Sim, pasmem, é a própria atriz quem arruma os fios com supervisão do hairstylist Wilson Eliodoro. “Amo me arrumar, se não gostasse minha vida seria um sacrifício, porque vivo me arrumando para os meus trabalhos. O creme de pentear é imbatível. E como gosto de um cabelo bem finalizado, uso o óleo”, ensina ela.

Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo (Foto: Divulgação)

Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo

(Foto: Divulgação)

“Nunca tive problemas com meu cabelo, sempre gostei dele. Ele dá mais trabalho, dá, até porque gosto dele com mais volume, aí tenho que lavar um dia antes, levantar mais cedo para isso, passar muito leave in. É todo uma demanda”, explica. Além de cuidar dos fios, Taís também faz questão de tratar a pele — do rosto e do corpo. “Faço tudo pra me cuidar, desde a alimentacao, que tento ter a mais saudável — claro que não sempre, porque amo comer batata frita, beber, torresminho — até os procedimentos estéticos. Vou ao dermatologista quase toda semana. Me interno lá, fico umas 3 horas me cuidando. Não mexo muito no rosto, não faço procedimentos invasivos porque tenho medo. Não gosto de agulha no rosto, nunca fiz botox. Até acho que na minha profissão não é legal. Mas no corpo, pergunta o que eu já não fiz (risos)?! Faço laser StarWalker, Fotona 4D, Sculptra no joelho para flacidez”, conta.

Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo (Foto: Divulgação)
                                   Taís Araújo será uma das musas do Camarote Quem O Globo
(Foto: Divulgação)

CAMAROTE QUEM O GLOBO
Já virou tradição: pelo quinto ano, o Camarote Quem O Globo estará na Marquês de Sapucaí, levando ainda mais brilho para o Carnaval 2020, em uma grande festa homenageando a Cidade Maravilhosa e celebrando os 20 anos de Quem. Com o tema ‘Te Amo, Rio!’, o espaço receberá artistas e convidados vips nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro, durante os desfiles dos grupos de acesso e especial, e no dia 29, para o aguardado Desfile das Campeãs. Entre os artistas que se apresentarão ao longo dos quatro dias de festa, simultaneamente aos desfiles, estão Preta GilLuísa SonzaLexaFerrugemPocahPKDDP Diretoria e Xande de Pilares, entre outros, em uma mistura de ritmos do samba ao funk.

revistaquem

Instituição Fiscal Independente ( IFI ), órg ão ligado ao Senado , projeta que será necessário bloquear até R$ 37 bilhões no Orçamento de 2020. Um relatório divulgado, nesta segunda-feira (17), pela entidade também aponta para o risco de o governo não conseguir cumprir a meta de resultado das contas públicas em 2020 por conta de mudanças no Orçamento em discussão no Congresso .A cada dois meses, o Ministério da Economia avalia em um relatório o comportamento das despesas e das receitas federais. Essa avaliação é feita para acompanhar o cumprimento da meta de resultado das contas públicas . Para este ano, a previsão é de um rombo de R$ 124 bilhões.

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes

Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes

Se há frustração de receitas, ou as despesas crescem mais que o previsto, é necessário contingenciar recursos para garantir que a meta será cumprida. Isso deve ocorrer em março. Para a IFI a receita prevista pelo governo é maior que o que deve de fato ocorrer. Só da privatização da Eletrobras, que está parada no Congresso , são esperados R$ 16,2 bilhões.”A IFI calcula contingenciamento necessário em 2020 da ordem de R$ 27 a R$ 37 bilhões”, diz o relatório, citando a privatização da Eletrobras .No ano passado, o contingenciamento chegou a R$ 34 bilhões, afetando bolsas de estudos, os sistemas da Receita Federal e a manutenção de órgãos públicos. Despesas como a Farmácia Popular e a emissão de passaporte são passíveis de bloqueio.São as chamadas despesas discricionárias, que reúnem o custeio da máquina pública e investimentos , como obras e compra de equipamentos . Tudo isso pode ser contingenciado. Tirando as transferências obrigatórias para estados e municípios, as despesas federais somam R$ 1,472 trilhão.

Despesas obrigatórias

Grande parte disso são despesas obrigatórias , principalmente pagamento de salários e aposentadorias .Enquanto isso, o Congresso discute com o governo o destino de R$ 46 bilhões, cujo controle pode passar para as mãos dos parlamentares . Esse valor se refere às emendas individuais dos parlamentares, às emendas de bancada estaduais, de comissões permanentes do Congresso e despesas propostas pelo relator do Orçamento .Apenas de emendas do relator do Orçamento , deputado Domingos Neto ( PSD-CE ), são são R$ 30 bilhões. O presidente Jair Bolsonaro vetou um artigo no lei do Orçamento que impede que esse valor seja contingenciado. Agora, o Congresso articula para derrubar esse veto e assumir o controle desse valor.Se isso se concretizar, diz a IFI , o governo corre o risco de não cumprir a meta fiscal. “Embora o Orçamento de 2020 contemple R$ 126,1 bilhões em despesas discricionárias (não obrigatórias), o espaço realmente contingenciável é bem inferior e seria sobre essa base que os R$ 30,1 bilhões incidiriam, colocando em risco o cumprimento da meta de resultado primário de 2020, já que não haveria possibilidade de cortar o restante das despesas discricionárias sem um quadro de shutdown (ou paralisação da máquina pública)”, diz o texto.O governo tenta que o valor sob o controle do Congresso caia para R$ 20 bilhões, com possibilidade de contingenciamento. Mas a articulação ainda não está finalizada.

Fonte:  iG 

Quando viu a Torre Eiffel pela primeira vez, Isis Valverde não conteve as lágrimas. Estar em Paris, na França, era um sonho de menina, desde quando ela morava na pequena cidade de Aiuruoca, interior de Minas Gerais, com uma população estimada em quase sete mil habitantes. Em sua quinta vez na Cidade Luz, onde acompanhou a Semana de Moda à convite da Dior e posou para as fotos desse ensaio de capa, a atriz ainda se emociona como se estivesse lá pela primeira vez. “Neste ano já fui duas vezes. Paris nunca é demais! Sempre foi a cidade dos meus sonhos, a que eu mais queria conhecer no mundo e ir à Torre Eiffel me deixou muito emocionada. Chorei muito! Tenho alguma coisa com aquela cidade, que é chamada Cidade Luz por atrair artistas e pensadores”, conta. Aos 32 anos, Isis já realizou muitos sonhos, o mais recente: a maternidade. Casada desde junho de 2018 com o modelo André Resende, com que já dividia a casa há dois anos, a mineira relembra que oito meses antes da cerimônia sentiu o despertar da vontade de ter um filho. “Foi bem intenso. Eu falei um dia que tinha vontade de ser mãe e ele me respondeu: ‘Então, tá! Vamos fazer’. E foi pá! Três meses depois, aconteceu”, relembra.

Hoje, ela abre um sorriso largo para contar que o filho, Rael, de 11 meses, já fala ‘mamãe’ e engatinha pela casa. Após se dedicar com exclusividade ao primeiro filho, a atriz não vê a hora de voltar para as telinhas. Longe das novelas desde que viveu Ritinha em A Força do Querer, em 2017, Isis se prepara para interpretar a enfermeira Betina na próxima trama das 9, Amor de Mãe.  “Ele mamou até os seis meses no peito exclusivamente. Fiquei doente, dava de mamar com febre e com gelo na cabeça. Tive uma rede de apoio linda, mas foi bem intenso! Além disso, tinha as fraldas, o bebê que chorava, as noites mal dormidas, a dor da barriga, que ainda estava se encontrando, sangramentos fortes… Mas apesar de tudo isso, a todo momento, olhava para o meu filho e chorava de emoção por ele ser tão perfeito e saudável. Não tenho mais nada para reclamar. Hoje, vendo meu filho falando ‘mamãe’ e engatinhando, eu olho para trás e penso: ‘Foi tudo tranquilo e abençoado’. Me emociono”, explica ela, que recentemente brilhou no cinema como Tereza no longa Simonal.

“Olhava para o meu filho e chorava de emoção por ele ser tão perfeito e saudável””

Para o futuro, Isis vislumbra mais personagens marcantes e ser na sua vida pessoal uma extensão do que foi sua avó materna, Manuelina. “Uma mulher que me inspirou durante a minha vida toda foi a minha avó materna, que morreu quando eu tinha 17 anos (vítima de câncer de mama). Nunca conheci uma pessoa tão inspiradora, forte e feminista. Na época em que ninguém falava disso, ela me ensinou o lugar da mulher. Tinha uma visão de mundo muito à frente de seu tempo. Deixou o marido dela, com quem tinha quatro filhos, porque viu que não dava para ela, virou prefeita da cidade, fez baile da terceira idade para as senhoras poderem sair de casa e se divertir… Ela também apresentava fanfarra nas ruas, dava dinheiros para as pessoas mais pobres aprenderem a tocar instrumentos musicais, investia no teatro, escrevia poesia e viajava muito. Era uma mulher muito autossuficiente. Até hoje penso nela e peço para que esse sangue possa correr na minha veia para caso a coisa apertar eu possa ter a força dela.”

Você já disse em entrevistas anteriores que era muito moleca na infância e nem ligava ou entendia de moda. Hoje vemos uma Isis cada mais antenada neste universo. Como se deu essa mudança?
Na minha infância eu era grudada no uniforme. Usava basicamente calça jeans, camiseta branca e tênis. Não gostava muito de ousar e tinha timidez para descobrir meu estilo, não tinha paciência. Ao longo do tempo, a moda foi me encantando por ser mais uma forma de passar ideias, sensações e emoções. Comecei a conhecer mais as peças, a entender de combinações, a me encantar pela moda e hoje ouso mais. Vi que a moda não me obriga a usar algo que não eu me sinta bem. Não sou um cabide, não uso algo só por estar na moda. Tem pessoas que não se sentem confortáveis com o que vestem. Se não estou confortável com aquilo, não uso. O desfile da Dior foi a coisa mais linda do mundo. Teve muita fluidez, delicadeza e mostrou essa possibilidade de vestir alta-costura de forma confortável.

A maternidade modificou algo no seu modo de se vestir?
Mudou, principalmente na questão do salto. Agora, quando vou comprar sapato, dou três corridinhas pela loja, e vejo que se for muito alto ou desconfortável, não vai rolar. Meu filho está engatinhando e corro o tempo todo atrás dele. Então, estou fugindo de salto alto. Prefiro sempre uma rasteirinha, um tênis ou um salto médio. Também tenho usado mais calça do que vestido. A gente levanta e abaixa o tempo todo e tem o perigo de deixar o bumbum ou a calcinha à mostra. Em casa fico bem à vontade, de shortinho ou vestido, e sou daquelas que dorme com o camisetão do marido.

“Em casa fico bem à vontade, de shortinho ou vestido, e sou daquelas que dorme com o camisetão do marido””

Presenças vips e parcerias com grandes marcas de roupas fazem cada vez mais parte do trabalho do ator. Hoje esse trabalho paralelo já faz grande parte da sua renda?
Não vejo como trabalho. Estou tendo prazer com isso. A Juliana (Mattoni, sua agente e assessora de imprensa) já me viu falar ‘não’ para esses convites. Mas nunca vai me ouvir dizer ‘não’ para gravação. Atuar é meu trabalho. Esses convites agregam ao artista e, de alguma forma, isso traz retorno. Mas não preciso me esforçar para fazer isso porque não é meu trabalho, é apenas algo prazeroso e gostoso. É um plus.

Vida de ator não é tão fácil e glamourosa como os telespectadores acreditam. Passou muito perrengue no começo para conseguir seu espaço?

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Luiza Valverde deseja feliz aniversário para Isis Valverde (Foto: Reprodução/Instagram)

Luiza Valdetaro derreteu-se ao desejar feliz aniversário para Isis Valverde no Instagram. A atriz parabenizou a amiga pelos 33 anos de idade com textão, com direito a álbum de fotos celebrando as conquistas de Isis.”Parabéns pra essa amiga que, além de ‘feia’ (conforme podem ver na 1ª foto), só nessa última volta que ela deu no sol, ainda estrelou num filme (que super indico – fotos 3 e 4), lançou um livro mega lindo e sensível (foto 5) e tá bombando na novela das nove (só ligar a tv); o que desejar mais? Que ela continue com essa luz e compartilhando o Rael com a gente”, desejou.Rael é o único filho de Isis e do marido, André Resende. O pequeno de um ano de idade costuma acompanhar a mãe no trabalho para amenizar a saudade, como o papai já contou em papo com a Quem.”Ela fala com ele o tempo todo por chamada de vídeo, também tem vezes que o Rael vai para o Projac [Estúdios Globo, na Zona Oeste do Rio], lá tem lugarzinho para criança, ele já acompanhou a mãe no trabalho. Graças a Deus tem sempre como dar um jeitinho para matar a saudade”, contou André.

Luiza Valverde deseja feliz aniversário para Isis Valverde (Foto: Reprodução/Instagram)

Luiza Valverde deseja feliz aniversário para Isis Valverde 

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EVARISTO SA / AFP
Michelle Bolsonaro ao lado do presidente no dia da posse, em janeiro de 2019
EVARISTO SA / AFP

Em Brasília, Jair Bolsonaro decidiu reduzir a tradicional Biblioteca da Presidência da República para dar espaço a um gabinete para a primeira-dama, Michelle, e sua equipe do projeto Pátria Voluntária. É especulado que o acervo, com mais de 31 mil itens, tenha sua área cortada pela metade. As informações são da colunista Bela Megale, do jornal O Globo. Oficialmente intitulado Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, a iniciativa conduzida pela primeira-dama foi fundada em julho com o objetivo de promover o trabalho voluntário no país. Ainda segundo O Globo, está é a segunda reforma feita pelo governo federal em prol do projeto de Michelle Bolsonaro. Há sete meses, o governo já teria investido R$ 330 mil para reformar espaços no Ministério da Cidadania, antiga casa das servidoras do Pátria Voluntária — mais tarde, o projeto passou para a Casa Civil, por isso foi necessária a mudança de endereço.

Localizada em um prédio anexo ao Palácio do Planalto, a Biblioteca foi fundada durante a presidência de Wenceslau Brás (1914-1918), sendo transferida do Rio de Janeiro para Brasília com o restante do governo nos anos 1950. Ela abriga em suas estantes monografias, periódicos e normas inferiores (portarias, atos, circulares entre outros). Segundo o site da instituição, a biblioteca é especializada em Ciências Sociais, com ênfase em Direito. O catálogo pode ser consultado online

Após a reação negativa à alteração, Jair Bolsonaro comentou o caso na saída do Palácio da Alvorada no sábado (15): — Minha esposa faz um trabalho para as pessoas deficientes de graça. Arranjei um lugar para ela trabalhar lá na Presidência porque é melhor, fica mais perto dos ministros para despachar. E a biblioteca teve uma pequena diminuição — afirmou ao Globo. — Estão descendo a lenha porque a biblioteca vai diminuir. Em vez de elogiar a primeira-dama ficam criticando. Quem age dessa maneira merece uma outra banana.

Em seguida, o presidente finalizou sua fala com o gesto de uma banana.

Nas redes sociais, muitos perfis repercutiram um vídeo em que os livros da Biblioteca são vistos empilhados nos corredores do Anexo, por causa das obrasJá a Secretaria-Geral da Presidência emitiu uma nota, publicada pelo portal G1, em que defende as reformas e afirma que a instituição está em um processo de modernização. Leia o texto na íntegra: 

A Biblioteca da Presidência da República, inclusive em razão de sua relevância institucional, vem passando por um permanente processo de modernização. Nesse sentido, ressalta-se que os acervos presidenciais, como discursos e fotografias, já se encontram em formato digital, acessível pela página biblioteca.presidencia.gov.br, contendo todo material histórico presidencial.

Essa digitalização do acervo de ex-presidentes da República foi a primeira etapa, já concluída e institucionalizada, do processo de modernização institucional. Na sequência, pretende-se, em parceria com a Imprensa Nacional (IN), concluir a digitalização de todos os diários oficiais já circulados, o que ensejaria, em um segundo momento, a possibilidade de deslocamento do respectivo acervo da PR para compor o Museu da IN. No que se refere às recentes alterações do espaço físico destinado à Biblioteca da Presidência da República, é importante registrar, primeiramente, que 100% do acervo físico será preservado, em condições técnicas adequadas.

Ainda a esse respeito, cabe esclarecer que havia em torno de 40% de espaço não utilizado nas estantes da Biblioteca, de forma que , mesmo com as alterações promovidas, ainda restará margem para ampliação do acervo.

Ademais, havia mais de 100 metros quadrados destinados à área administrativa da biblioteca, que agora será ajustado à real necessidade dessas atividades.

A intenção da Administração da PR é seguir modernizando a Biblioteca, inclusive com a inserção de novas tecnologias que permitam maior acesso da população e dos servidores.

Por outro lado, essas mudanças também visam otimizar os espaços físicos da PR, permitindo que outras atividades relevantes possam ser desempenhadas pelos seus servidores.”

© Foto: Evaristo Sá/AFP/Getty

Antes de deixar o Ministério da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS) vinha incomodando o presidente Jair Bolsonaro por usar a imagem da primeira-dama Michelle Bolsonaro para se promover politicamente, segundo avaliação do governo. Bolsonaro via indícios de que Terra, que vai retornar o mandato na Câmara dos Deputados, usava o cargo com fins eleitorais. O estopim para a demissão, no entanto, foram suspeitas de irregularidades no ministério. No sábado, o Estado revelou que contratou uma empresa de informática que, segundo a Polícia Federal, foi usada para desviar R$ 50 milhões entre 2016 e 2018.

O ministro vinha se aproximando da primeira-dama. Em abril do ano passado, por exemplo, ele a acompanhou em visita oficial a Campina Grande, na Paraíba. Na ocasião, visitou crianças com microcefalia e outras deficiências. Lançado em 9 de julho de 2019, o Pátria Voluntária – Programa Nacional do Voluntariado, que tem Michelle como presidente do conselho, estava sob coordenação de Terra.

Michelle tem como bandeira a promoção da Linguagem Brasileira dos Sinais (Libras) e também esteve ao lado de Terra em Pará de Minas (MG), em julho do ano passado, na abertura da 2ª Surdolimpíadas. Na ocasião, ela anunciou a liberação de verbas para a construção da sede da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS), em Brasília.

Estado apurou que Terra havia sido alertado para que não repetisse com Michelle o excesso de exposição, como fez com a primeira-dama Marcela Temer. A mulher do ex-presidente Michel Temer coordenava o programa Criança Feliz, subordinado ao antigo Ministério do Desenvolvimento Social, que era comandado por Terra.

No atual governo, o programa de assistência social voltado à infância ganhou o apoio de Michelle. A primeira-dama chegou a participar de eventos do Criança Feliz ao lado do então ministro. A última agenda conjunta ocorreu no dia 7, durante entrega de 237 veículos em Curitiba, no Paraná.

O incômodo presidencial já era tema de conversa no Planalto. Em 30 dezembro, conforme publicado no Diário Oficial da União, o Pátria Voluntária foi transferido para a Casa Civil. Com isso, a primeira-dama vai passar a despachar do Planalto.

Interlocutores do ex-ministro negam desentendimentos com Michelle. Após a demissão, ela teria enviado uma mensagem a Terra agradecendo a ele e dizendo que aprendeu muito com o trabalho conjunto. Procurado, Terra não se manifestou.

msn.

Sasha Meneghel (Foto: @fabiobartelt)

Sasha conquistou o mundo da moda, mas muito antes de se destacar na área ela dominava outro campo: o do esporte. 

A filha da apresentadora Xuxa Meneghel foi jogadora de vôlei federada na adolescência, atuando pelo Flamengo entre 2011 e 2015 e chegando à seleção brasileira mirim em 2011. Ao final do ensino médio, ela abandonou a carreira nas quadras e desembarcou em Nova York para concentrar suas energias e foco na faculdade de moda. Recentemente seus traços caíram nas graças de grandes marcas e ela assinou um contrato com a Way Model – agência de tops como Alessandra Ambrósio e Carol Trentini. Em sua mais recente campanha, a modelo uniu o melhor dos dois mundos posando para a nova coleção de moda fitness e beachwear da Live!.

Por muito tempo você jogou vôlei profissional. Por que você decidiu parar? Sente falta?
Parei quando decidi estudar moda. Comecei a estagiar e não dava mais tempo para jogar.  Sinto muita, muita falta.

Ainda consegue fazer esportes ou a vida adulta te deixa sem tempo?
Não se compara com o que era minha vida antes. Eu jogava todos os dias da semana. Hoje não tenho tanto tempo por conta da faculdade e do trabalho, mas sempre dou um jeitinho.

Sasha Meneghel (Foto: @fabiobartelt)
Como o esporte influenciou no seu amadurecimento?

Eu comecei a viver outra realidade. Durante a época das “festinhas de 15 anos” eu jogava vôlei, então quase nunca saia porque costumava ter jogos no final de semana. Além disso, é um comprometimento que exige muita disciplina, abdicação, espírito coletivo e trabalho em equipe.

Tem apostado em alguma prática holística como yoga, meditação para se reconectar?
Costumo me conectar com minha fé através de músicas, louvores e orações, me isolando na natureza quando é possível. Sim, gostaria de praticar yoga com mais frequência.

Todo mundo fala sobre uma beleza natural, mas no fundo todas tem já sobrancelha pigmentada, extensão de cílios, botox. O que você acha disso?
Sobre beleza… Sou a favor de fazer o que te faz feliz. Acho que a beleza verdadeira vem de dentro.

Conta pra gente quais procedimentos já fez no rosto? E no corpo? Já tomou algum remédio pra emagrecer?
Coloco cílios às vezes e procuro seguir as orientações da minha dermatologista e nutricionista, mas não curto divulgar receitas prontas para não influenciar de forma errada outras pessoas.

Sasha Meneghel (Foto: @fabiobartelt)

Honestamente acho isso um saco. Porém, morando em NYC, me sinto menos pressionada.

Qual seu must-have produto de beleza?
Depende da ocasião. O carnaval está chegando e nessa época, pra brilhar com responsabilidade, curto muito usar glitter vegano, que é biodegradável, não afeta a natureza.

Sasha Meneghel na campanha da Live! (Foto: @fabiobartelt)

Qual a pior tendência de beleza que você já provou?
Só provo tendências se tiverem a ver comigo.
Quais seus segredos de beleza?
Buscar paz e equilíbrio interior, exercitar o corpo e a mente.

Como esta sua rotina de exercícios em NY?
Malho quando posso. No inverno admito ser um pouco mais complicado… Mas tento

vogue

informalidade
Dos 1,8 postos de trabalho criados em 2019, 1 milhão foram na informalidade – Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

A taxa média de desemprego recuou em 16 das 27 unidades da federação no ano passado, mas em boa parte isso se deve ao trabalho informal (que inclui os empregados sem carteira e autônomos, entre outros), recorde em 20 estados – em 11, mais da metade dos trabalhadores têm ocupações informais –, mostra pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgada nesta sexta-feira (14). Apenas em dois ficou abaixo de 30%.

“Mesmo com a queda no desemprego, em vários estados a gente observa que a taxa de informalidade é superior ao crescimento da população ocupada”, comenta a analista do IBGE Adriana Beringuy. “No Brasil, do acréscimo de 1,819 milhão de pessoas ocupadas, um milhão é de pessoas na condição de trabalhador informal. Em praticamente todo o país, quem tem sustentado o crescimento da ocupação é a informalidade.”

Com média de 11,9% em 2019, a taxa de desemprego variou de 6,1% (Santa Catarina) a 17,4% (Amapá) – em São Paulo, foi de 12,5%, acima da média nacional. Entre as regiões, foi de 7,8% (Sul) a 14,5% (Nordeste), atingindo 10,1% no Centro-Oeste, 11,8% no Norte e 12,2% no Sudeste. O total de desempregados foi estimado em 12,575 milhões, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE em 31 de janeiro e detalhada hoje. Destes, 3,201 milhões estão em São Paulo, 1,3 milhão no Rio de Janeiro, 1,2 milhão na Bahia e 1,1 milhão em Minas Gerais. O Amapá, com a maior taxa, tem 68 mil desempregados.

Dos 93,4 milhões de ocupados no país, 24,2 milhões são trabalhadores por conta própria e 11,6 milhões, empregados sem carteira assinada no setor privado. A taxa média de informalidade – 41,1% – foi superada em 18 estados: vai de 41,2% (Goiás) a 62,4% (Pará). Em 11, supera os 50%. Apenas em dois fica abaixo de 30%: Distrito Federal (29,6%) e Santa Catarina (27,3%). Em São Paulo, atinge 32%.

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