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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: fevereiro 2020

Gisele Bündchen - Reprodução/Instagram/@gisele

 

Gisele Bündchen

Gisele Bündchen, residente nos Estados Unidos e casada por 11 anos com o astro do futebol americano Tom Brady, fez um bate papo com seus seguidores no Instagram hoje à noite. A top model falou sobre a vida em família, o casamento e a saudade do Brasil. Ao ser questionada sobre o que sente mais falta da terra natal, respondeu: “Da minha família, do pão de queijo, do chimarrão… Mas pão de queijo e chimarrão dá para fazer aqui, então o que sinto mais falta é da energia do Brasil, quando estou lá. [Sinto falta] de estar ao redor das pessoas que amo e de estar no meu país, que eu amo”.Um seguidor perguntou sobre “o segredo” de manter o amor vivo em um relacionamento. “O que eu tento fazer é manter a comunicação constante, clara e com amor. Às vezes guardamos ressentimento, e isso não nos faz bem. É importante aceitar o que somos, todos cometemos erros. Precisamos ter paciência e compaixão conosco e com outros. Ajuda ter admiração pela pessoa com quem está”, respondeu.Em relação a conciliar tempo de trabalho com os filhos, disse: “Tentamos ser presentes com as crianças quando estamos com elas. Acho que não é tanto a quantidade de tempo, mas a qualidade. É importante a energia ao redor das crianças. Damos muitos beijos e abraços e acho que eles veem como nos amamos e nos apoiamos. Não levantamos a voz e não brigamos, resolvemos as coisas”.Gisele e Brady são pais de Benjamin, 10 anos, e Vivian, 7 anos. A modelo diz que ambos falam português, espanhol e inglês. “A Vivi é definitivamente a que melhor fala português. Ela não tem sotaque. O Benny tem sotaque, mas entende tudo o que falamos”.

tvefamosos

A palavra “impeachment” já circula pelos corredores do Congresso Nacional. As articulações para o impedimento de Jair Bolsonaro ganharam força principalmente depois da notícia de que o presidente compartilhou vídeos convocando apoiadores para os atos do dia 15 de março que pedirão o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF). Para inúmeros juristas, a incitação do presidente a atos conta as instituições configuram crime de responsabilidade.

Em meio a essas articulações, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já haveria afirmado para mais de um interlocutor que estaria disposto a aceitar e dar encaminhamento a um processo de impeachment caso recebesse um pedido “bem fundamentado”. As informações são do jornalista George Marques, que cobre os bastidores do Congresso Nacional. “Em tempo, conta-se nos bastidores que nos últimos dias, a mais de um interlocutor, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que, se receber um pedido de impeachment bem fundamentado contra Bolsonaro, ele poderá aceitá-lo e dar encaminhamento ao processo”, tuitou Marques nesta quinta-feira (27). Em tempo, conta-se nos bastidores que nos últimos dias, a mais de um interlocutor, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que, se receber um pedido de impeachment bem fundamentado contra Bolsonaro, ele poderá aceitá-lo e dar encaminhamento ao processo. Na quarta-feira (26), o líder do Cidadania (antigo PPS) na Câmara, Arnaldo Jardim (SP), informou que sua legenda deve decidir nos próximos dias se entra com um pedido de impeachment de Bolsonaro. “Nossa análise inicial é de que a declaração dele atenta contra as instituições, mas queremos fazer análise jurídica mais cuidadosa”, afirmou.O ex-bolsonarista Alexandre Frota (PSDB-SP) também informou que já acionou um grupo de advogados para analisar a possibilidade de um pedido de impeachment.“Estamos juntando elementos e trabalhando para ser uma peça consistente, séria e com elementos sustentáveis. Estou fazendo a minha parte para defender a democracia. Não vou me curvar e vou defender o Congresso”, disse Frota. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), por sua vez, disparou: “Não é nem do Brasil. Desconheço na história de qualquer democracia nos últimos 200 anos um presidente da República que convocou manifestações pedindo o fechamento do Congresso Nacional. O impeachment de Bolsonaro não é mais uma questão política, é uma questão civilizatória”.

revistaforum

“Campanhas difamatórias, ataques em massa, ameaças de morte, ameaças contra meus filhos têm sido uma rotina desde que ousei criticar o então candidato Jair Bolsonaro, ainda no episódio da greve dos caminhoneiros em 2018”, escreveu a jornalista. A apresentadora diz não estar surpresa com os ataques direcionadas à jornalista Vera Magalhães, autora da reportagem sobre a convocação feita por Bolsonaro aos atos de 15 de março, que pede o fechamento do Congresso e do STF (Supremo Tribunal Federal).

“Não me surpreendem os ataques direcionados à jornalista @veramagalhaes São da mesma natureza – vil, covarde, decrépita e misógina- das agressões a outras colegas de profissão, como @MiriamLeitaoCom @ECantanhede e @camposmello.

“O que têm em comum, além das vítimas serem mulheres?”, tuitou, citando jornalistas já atacadas pela milícia virtual bolsonarista.

“Todos partem do mesmo escritório virtual do crime, já denunciado na CPI das Fake News, e solenemente ignorado pelo sr. PGR e pelo Ministro da Justiça, Sérgio Moro. A violência que minhas colegas sofrem eu sofri e tenho sofrido também”, afirmou.

A jornalista do SBT disse ainda que não pode afirmar que os ataques sejam feitos a mando de Bolsonaro, “mas não há como negar que ele tira proveito do ódio que semeia. “É esse ódio que inspira seus discípulos, que encoraja os covardes, que põe em cheque a própria liberdade de imprensa”.

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Rebeca Abravanel e Alexandre Pato (Foto: Reprodução/Instagram)

Rebeca Abravanel e Alexandre Pato (Foto: Reprodução/Instagram)

Alexandre Pato, 30 anos de idade, posou de rostinho colado com a mulher, a apresentadora Rebeca Abravanel, 39 anos, e teve a foto compartilhada nas redes sociais por amigos do casal. O jogador de futebol mudou o visual no fim de semana e Rebeca foi a encarregada de raspar sua cabeleira cacheada.

Para o registro, ela posou sem make e teve a beleza enaltecida por fãs. “Linda”, “natural” e “sem artifícios” foram algumas das mensagens recebidas por Rebeca.

O craque e a apresentadora estão juntos desde dezembro de 2018, quando eles foram vistos juntos em um shopping de São Paulo. Eles assumiram o romance durante uma viagem a Trancoso, na Bahia, onde celebraram a chegada de 2019. O casamento intimista aconteceu em junho do ano passado, dois meses depois de terem sido batizados juntos na igreja evangélica Hillsong. Depois de assumir namoro com Rebeca, Pato decidiu rescindir seu vínculo com o Tianjin Tianhai, da China, decidido a voltar a jogar no Brasil. Ele assinou contrato com o São Paulo Futebol Clube, válido até dezembro de 2022.

A apresentadora, que chegou a curtir dias com o amado no país oriental, também já esteve no estádio do Morumbi para acompanhar treinos e jogos. Pedro Abravanel, filho mais velho de Patricia Abravanel, já entrou no campo tricolor de mãos dadas com o tio.

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Acordo firmado: após negociações, atriz encerra oficialmente parceria com a emissora

Globo e Regina Duarte encerram contrato após 50 anos de parceria – Reprodução

A Rede Globo encerrou o contrato com a  Regina Duarte oficialmente. Ela fazia parte do elenco fixo da emissora há 50 anos. A informação foi confirmada pelo departamento responsável pela comunicação do canal.

Agora, Regina Duarte assume a Secretaria Especial de Cultura. Ela foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro em janeiro. Segundo informações preliminares, a posse pode acontecer já na próxima semana, no dia 4 de março.

“Deixar a TV Globo é como deixar a casa paterna. Aqui recebi carinho, ensinamentos e tive a oportunidade de interpretar personagens extraordinárias, reveladoras do DNA da mulher brasileira. Por mais de 50 anos sinto que pude viver, com a grande maioria do povo brasileiro, um caso de amor que, agora sei, é para sempre. E não existem palavras para expressar o tamanho da minha gratidão”anunciou a atriz. Regina Duarte assume o cargo que era de Roberto Alvim, que foi demitido por Bolsonaro após repercussão negativa de um discurso. Segundo informações da Veja, a atriz recebia R$ 60 mil ao mês, mais uma bonificação de igual valor quando está no ar. Isso significa que o salário da atriz chegava a R$ 120 mil quando ela participava de uma novela. Pelas normas do Grupo Globo, contratados que se envolvam com questões político-partidárias precisam deixar os seus cargos.

 

Deborah Secco impressiona com clique ousado
                                                   Deborah Secco impressiona com clique ousado Reprodução/Instagram

Atriz deixa à mostra quase tudo ao surgir de macacão todo recortado

Após uma série de looks arrasadores, Deborah Secco surpreendeu com mais um nesta sexta-feira, 28.Para um ensaio fotográfico, a atriz apostou em um macacão azul todo recortado, que deixou suas curvas em evidência.Não demorou para a mãe de Maria Flor parar tudo e receber uma chuva de comentários. “Sempre linda”, disse uma seguidora. “Maravilhosa”, falou outra.Ainda no final da última semana, antes de chamar atenção com sua fantasia de fita no Carnaval, Deborah Secco surpreendeu ao surgir completamente nua.Nos últimos dias, ela ainda revelou qual era o segredo da roupa de fita isolante que usou durante a folia na Sapucaí.

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Centrais sindicais reafirmam unidade na “defesa intransigente” da democracia brasileira
– Foto: Rodrigo Pialho

Centrais sindicais, movimentos sociais e feministas incluíram a defesa do Estado Democrático de Direito entre as principais bandeiras de manifestações populares que já estavam agendadas para o mês de março. A articulação acontece em resposta a protesto de grupos autoritários contra o Congresso Nacional, marcado para o próximo dia 15 de março.  O ato organizado por defensores do governo veio à tona no início da semana, após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) compartilhar um vídeo no Whatsapp com a convocatória para a mobilização.

De acordo com especialistas entrevistados pelo Brasil de Fato,o presidente feriu a Constituição Federal e cometeu crime de responsabilidade ao incitar protestos contra a Câmara dos Deputados, Senado e Supremo Tribunal Federal (STF).Entre as manifestações que tiveram sua agenda ampliada em defesa da democracia, estão o 8 de março, Dia Internacional de Luta da Mulher, atos que acontecerão no dia 14 de março, data que marca dois anos do assassinato da vereadora Marielle Franco e  manifestações em defesa dos serviços e dos funcionários públicos, convocadas para o dia 18 desse mês.  “Uma pauta central neste 8 de março é o ‘Fora Bolsonaro’. Não é só contra ministro X ou Y, ‘Fora Guedes’ ou ‘Fora Damares’. Queremos esse governo todo fora, não tem salvação. Esse governo inteiro é um retrocesso para as mulheres. Já vínhamos afirmando e isso se torna cada vez mais claro, que é um governo fascista. Suas afirmações são fascistas”, diz Maria Júlia Montero, da Marcha Mundial de Mulheres (MMM).   Em reunião conjunta realizada nesta quinta (27), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical, CSP-Conlutas, Intersindical e outras centrais, reafirmaram a unidade na “defesa intransigente” das instituições e do Estado Democrático de Direito. Com o mesmo objetivo, as entidades participarão de encontro que acontecerá em Brasília com partidos políticos e movimentos sociais na próxima terça, 3 de março. Wagner Gomes, secretário-geral da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), ressalta a importância das manifestações contra o autoritarismo.

“Cada vez fica mais evidente que Bolsonaro e o grupo que o rodeia pretende implantar uma política no país de uma mão só. Essas declarações servem para coesionar os apoiadores dele e para dar um recado, como quem diz: ‘não atrapalhem o governo que não vou aceitar’. Então, manda um recado para o Congresso, que tem dificultado algumas loucuras que ele tenta fazer ”, avalia Gomes, em relação ao apoio do presidente aos atos do 15 de março. “Ou reagimos para ele sentir a resistência ou ele vai fazer coisa pior. Está testando a sociedade. O filho dele já defendeu o AI-5 e outras propostas anti-democráticas. Ele [Bolsonaro] vai acostumando a sociedade a ouvir essas coisas que são repudiáveis”, completa o sindicalista. Seja no dia 8, 14 ou 18, as manifestações contarão com a atuação de diversas categorias, com destaque para o setor da educação. Após a área ter enfrentado um ano turbulento com Bolsonaro e Abraham Weintraub no Ministério da Educação (MEC), estudantes, professores e servidores agora também sairão às ruas em defesa do ensino público e da democracia.

Heleno Araújo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, condena a realização dos protestos da direita contra o Congresso Nacional, corroborados por Jair Bolsonaro. “Achamos uma aberração, uma falta de conduta ética e moral de um presidente da República. Estamos unificando nossas ações no dia 8 de março, para colocar muita gente na rua no dia Internacional da Mulher, para nos contrapormos ao dia 15 [ato pró-Bolsonaro]”, endossa Araújo. Ele destaca também a mobilização do dia 18, organizada primeiramente pelos estudantes e posteriormente ganhou adesão de servidores públicos contra o desmonte da máquina estatal como todo.“Estamos orientando nossas entidades a realizar a atividade do dia 18 de março em locais simbólicos em defesa da democracia e do serviço público. Então, Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas serão pontos de concentração ou de término das manifestações, trazendo essa relação de proteção do Legislativo como espaços de democracia necessária para nosso país”, defende o presidente do CNTE. 

Servidores na mira

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Formatura
Formatura da primeira turma de Direito/Pronera – Wellington Lenon

O decreto nº 20.252 publicado no Diário Oficial de 20 de fevereiro de 2020 reorganiza a estrutura do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), enfraquecendo programas importantes para o desenvolvimento dos Movimentos Sem Terra e Quilombolas.

Na reestruturação, o governo extingue a Coordenação responsável pela Educação do Campo. Assim, fica inviabilizada a continuidade do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, o Pronera, voltado para a formação de estudantes do campo. A medida é mais um ataque do Governo Bolsonaro aos movimentos populares e aos trabalhadores do campo

Para Isabela da Cruz,  formada no curso de Direito do Pronera na Universidade Federal do Paraná (UFPR ), não é de hoje que a política pública voltada para melhorias de vida no campo vem sendo sucateada. “É um projeto político de extinção da população rural, vindo de um governo que menospreza a educação, a leitura e o conhecimento”, diz. Além de advogada recém-formada, Cruz é historiadora e ativista da Comunidade quilombola Paiol de Telha e considera que o momento é de agir. “Não é hora de choro. É hora de fortalecer ainda mais os espaços de fortalecimento da educação”, ressalta.

Educação para população do campo

O Pronera, criado em 1998, foi responsável pela formação de cerca de 9 mil alunos que concluíram seu ensino médio; 5.347 foram graduados no ensino superior em convênio com universidades públicas; 1.765 deles tornaram-se especialistas e 1.527 são alunos na Residência Agrária Nacional.

Em 2014, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), em parceria com o Pronera, criou uma turma especial do curso de Direito para assentados. Em 2019, 47 alunos desta primeira turma foram formados. Segundo informações da Universidade, a turma do Pronera no Direito da UFPR foi composta por estudantes vindos de 15 estados, além do Paraná, mas todos têm em comum o fato de possuírem vínculos com as comunidades tradicionais do campo — elas são o foco do programa, voltado a reduzir o déficit educacional dessas populações. Para Izabel Cortez da Silva Ferreira, recém formada do curso de Direito, a extinção do programa pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido) é um grande ataque à educação dos povos do campo. “Este governo mostra a que veio, que é questionar a ciência, a educação. E traz muito sofrimento para as pessoas”, diz.

Sobre a formação recebida no Pronera, Ferreira destaca a riqueza de trazer jovens do campo para dentro das Universidades. “Os jovens têm a oportunidade de estudar, aprofundar e voltar para contribuir nas suas comunidades e produzir conhecimento também”, afirma.  Ela é militante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e atualmente cursa mestrado em Direito na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Primeira da família a chegar à Universidade

Sobre o sonho de chegar a uma Universidade, que o Pronera possibilitou para milhares de pessoas do campo, Ana dos Santos, também recém-formada no curso de Direito,  diz que a graduação representa uma conquista muito grande para sua família. “Sou da primeira geração a ter oportunidade de terminar o segundo grau e uma das únicas a cursar ensino superior. Ouvi a vida inteira minha mãe falando que a única coisa que poderia nos dar era estudo. Mas, no campo, se resumia ao ensino médio”, conta. Para ela, o programa foi também abertura de horizontes. “Abriu horizontes para todos, mostrou ser possível que nós, filhas e filhos de camponeses, pudéssemos estudar e realizar um sonho que já era de nossos pais”. Ana lamenta o fim do programa que, para ela, representou resistência e sensibilidade. “Ao mesmo tempo em que se mostrou como política de resistência, de embate, porque antes Universidade era luxo para poucos, também se colocou de forma muito sensível para a efetivação de um direito humano”, pontua.

Fórum Nacional de Educação do Campo

Preocupados com a situação do Pronera, os integrantes do Fórum Nacional de Educação no Campo divulgaram nota em defesa do direito da população camponesa a educação no seu local de trabalho. “O decreto extinguiu uma parte fundamental da política, porém, não extinguirá a dívida que o Estado brasileiro tem em relação ao direito de acesso dos camponeses à educação. Tampouco extinguirá nossa disposição de seguir lutando por esse direito, componente de um projeto de Reforma Agrária no País como condição basilar de uma sociedade democrática que busque superar as aterradoras desigualdades sociais que hoje o caracterizam”, diz o texto.

Leia na íntegra a nota do Fórum Nacional de Educação do Campo em defesa do Pronera:

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                                                                                        Arquivo Pessoal – Foto

Os moradores do Porto do Capim reuniram-se na manhã desta sexta-feira (28) para comemorar a decisão da Justiça Federal na Paraíba pela suspensão das obras do Parque Ecológico Sanhauá, na comunidade localizada no Centro Histórico de João Pessoa (PB).

A decisão, assinada na quinta-feira (27), pelo juiz federal João Pereira de Andrade Filho, é fruto de uma Ação Civil Pública impetrada pelo Ministério Público Federal (MPF).“Comemoramos esta suspensão, mas isso veio através de uma construção da comunidade, que foi intermediada pelo Ministério Público e as defensorias Públicas do estado e da união, então é uma luta coletiva”, afirma Rossana Holanda, presidenta da Associação do Porto do Capim.Holanda reafirma a importância da decisão judicial para garantir o direito dos povos tradicionais pelo poder público local.

 “A comunidade Porto do Capim é uma comunidade Tradicional Ribeirinha, e é assim que deve ser vista pelo poder público, a sociedade e o Ministério Público. Somos patrimônio cultural da Paraíba, exigimos direitos à permanência e não é assim que a Prefeitura Municipal de João Pessoa vem tratando a comunidade. O processo vem se dando de forma totalmente desrespeitosa”, ressalta. Em março do ano passado, parte da comunidade do Porto do Capim, principalmente a Vila Nassau, recebeu uma ordem de despejo para que a população se retirasse das casas em 48 horas, para que estas fossem demolidas.Lideranças da comunidade afirmam que algumas pessoas, principalmente idosos e pessoas iletradas, assinaram o documento sem saber do que se tratava. Os moradores passaram, então, a fazer diversos protestos e ocupações, além de participarem de audiências públicas e reuniões para reverter a decisão  da prefeitura. O Ministério Público ingressou com a ação e a Justiça Federal determinou a suspensão das obras.

Prefeitura pretende recorrer

Em nota, a Prefeitura de João Pessoa informou que pretende  recorrer da decisão judicial que suspendeu a segunda etapa das obras. A liminar está sendo analisada pela Procuradoria-Geral do Município com base nos argumentos técnicos para a conclusão do projeto, que integra o conjunto de novas obras no Centro Histórico da capital.

Conforme a decisão judicial, a Prefeitura de João Pessoa está impedida de realizar qualquer obra ou intervenção no local até que haja liberação por parte da própria Justiça Federal, em cumprimento aos Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), assinados pelo executivo municipal e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
 
Além da suspensão uma audiência para viabilizar a continuidade do diálogo para uma conciliação entre as partes: Prefeitura de João Pessoa, MPF, comunidade do Porto do Capim, Defensoria Pública da União (DPU) e duas associações ligadas ao combate à problemas socioambientais e territoriais enfrentados por grupos étnicos, comunidades tradicionais e de periferia. A audiência acontecerá no dia 10 de março, às 14h.

brasildefato

       A Igreja Evangélica Assembleia de Deus, na cidade de Santa Terezinha PE realizou no período de carnaval o Simpósio de doutrinas bíblicas, com o tema: MARCAS DE UM CRISTÃO. Vivenciando sete lições: 1-Vivendo em oração, 2-Perseverando na Palavra, 3-Testemunhas de Cristo, 4- O culto congregacional, – O louvor do cristão, 6 – O cotidiano do cristão, 7 -A conduta do cristão.
     O encerramento aconteceu nesta quinta feira (27), com a participação dos grupos de louvores e pregação da Palavra pelo irmão Geisnarde da cidade de São José do Egito. 
     Durante estes dias de simpósio, Deus operou grandemente com curas, renovação e batismo com o Espírito Santo. O nome do Senhor foi glorificado.

No encerramento o presbítero com ação pastoral Pedro João dos Santos deu uma entrevista.

   A barragem do Cascudo, em de Santa Terezinha PE. Começou a sangrar na última terça-feira dia 25/02/2020. É uma alegria para todos da nossa região, motivo para agradecer e engrandecer o nome do Senhor nosso Deus, pois quando Ele quer a natureza obedece. Os agricultores continuam felicitados com os lucros que vão obter em mais um ano consecutivo. Até o fechar desta edição choveu 227.5mm. Em 2019 a barragem sangrou e recebeu 677,06 mm de acordo com APAC. A mesma tem uma excelente fonte de água, que faz com que ela sangre com facilidade, por que recebe bastante água da cachoeira do Timóteo. 

                                                                         

correios

Arquivo/Agência Brasil

Correios alertam para mensagem falsa que avisa sobre tentativa de entrega

Os Correios alertam para falsas mensagens que estão circulando pela internet, citando a empresa (Imprensa Correios; Sedex Brasil, Financeiro Correios e Correios Brasil). O texto informa ao usuário sobre uma suposta tentativa de entrega de encomenda. A companhia, no entanto, alerta que se trata de um spam, contendo links com vírus ou programas maliciosos. Ao receber um conteúdo desse tipo, o internauta deve logo apagá-lo, segundo os Correios . A empresa afirma que não envia mensagens eletrônicas sem prévia autorização do cliente e também não autoriza terceiros o fazê-lo em seu nome. “Por isso, orientamos os clientes a não abrirem os arquivos ou clicarem nos links e excluírem as mensagens imediatamente”, informou em seu site. Os Correios declaram que o caso já foi informado às autoridades de segurança da informação para que providências sejam tomadas.

Como se proteger em casos como esse

– Evite clicar em links compartilhados via WhatsApp ou redes sociais. Também não é aconselhável acessar nenhum tipo de link enviado por SMS ou por e-mail. Há casos de usuários que são redirecionados a uma página falsa, em que dados pessoais são solicitados. Em outras modalidades de golpe, programas maliciosos ou vírus são instalados nos computadores ou nos celulares. – Sempre verifique as informações nos site oficial da empresa. Em geral, elas alertam sobre tentativas de fraude em seus nomes.- Utilize aplicativos de segurança e antivírus no celular, de preferência, com a função de detecção automática de phishing em aplicativos de mensagem e redes sociais.

Fonte: iG 

 (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Um homem de 61 anos é o primeiro caso de infecção por coronavírus no Brasil. Ele chegou da Itália no último dia 21 e esteve na Lombardia, a trabalho, entre os dias 9 e 21 de fevereiro, região mais afetada pelo contágio. Ele deu entrada dia 25 no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, com sintomas de ter sido afetado pela Covid-19 — febre, tosse seca, dor de garganta e coriza.
Depois de os primeiros exames, que constararam a contaminação, a suspeita foi confirmada por uma contraprova feita à noite. Os demais passageiros que estavam no voo que veio da Itália, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), serão procurados para que se submetam a exames. O Ministério da Saúde divulga nesta quarta-feira (26/2) um esquema para evitar a disseminação do vírus pelopaís. Ontem, em nota, salientou que o hospital “adotou todas as medidas preventivas para transmissão por gotículas, coletou amostras e realizou testes para vírus respiratórios comuns e o exame específico para SARS-CoV2, conforme preconizado pela Organização Mundial de Saúde”.
Ainda segundo a nota do ministério, “com resultados preliminares realizados pela unidade de saúde e de acordo com o Plano de Contingência Nacional, o hospital enviou a amostra para o laboratório de referência nacional, Instituto Adolfo Lutz, para contraprova. Todas as ações e medidas seguidas estão de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde e da OMS e diariamente atualizações são informadas em coletivas e boletins epidemiológicos”. Segundo o Albert Einstein, o paciente não precisará de internação, mas deverá ficar isolado. 
Pela primeira vez, a Itália é investigada como difusora do coronavírus. O país, que já tem 322 casos confirmados de infecção, figura no rol daqueles que demandam atenção, assim como Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Cingapura, Tailândia, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes.O Brasil recebeu pelo menos 5,3 mil voos, no ano passado, desses países. O número de passageiros que vieram de Itália, França Alemanha e Emirados Árabes soma 1,3 milhão de pessoas, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Depois da notícia, o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, compartilhou no Twitter a nota do ministério e escreveu: “Estamos atentos”.
Mais suspeitas
A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo investiga mais três casos suspeitos de coronavírus no estado, todos em adultos. São viajantes que vieram de algum dos países que entraram na lista de vigilância do ministério. De acordo com a secretaria, 26 casos já foram descartados em São Paulo. O órgão de saúde lembrou que pessoas que apresentarem sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza e que tenham histórico de viagem em área com circulação do vírus ou contato próximo com algum caso suspeito ou confirmado para o vírus devem procurar o serviço de saúde. A prevenção pode ser feita com uso de máscaras, higienização das mãos e não compartilhamento de objetos de uso pessoal.
 Em todo o Brasil, já foram descartados 54 casos suspeitos. Até a última segunda-feira, o Ministério da Saúde indicou que, além dos casos paulistas, havia mais um no Rio. Os secretários estaduais de saúde avaliam ser questão de tempo até o Brasil ter mais casos confirmados do novo coronavírus. Apesar disso, consideram que o país está pronto para conter o avanço da doença e tratar os pacientes, segundo Alberto Beltrame, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
Como prevenir
» Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete, por pelo menos 20 segundos, respeitando os cinco momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.

Em meio ao surto do novo coronavírus, que já infectou mais de 80 mil pessoas em 26 quase 40 países, incluindo o Brasil, diversos mitos e informações falsas estão sendo propagados junto com ele.

Aqui seguem alguns fatos que esclarecem alguns deles.

Máscaras faciais não são tão úteis

Tornou-se comum ver pessoas usando estas máscaras pelas ruas e aeroportos ao redor do mundo — a ideia é que ela protegeria o usuário e ajudaria a evitar a transmissão do vírus para outras pessoas —, mas há poucas evidências de que elas funcionem. Isso ocorre porque geralmente são muito folgadas, não cobrem os olhos e não podem ser usadas por longos períodos. As máscaras precisam ser trocadas com frequência, porque ficam suadas, para oferecer alguma proteção real. Para evitar a transmissão, é mais importante cobrir a boca e o nariz quando tosse ou espirra, com um lenço de papel ou com o braço, colocar o papel usado diretamente em lixeiras fechadas, lavar as mãos frequentemente com sabão ou desinfetante e manter uma distância de pelo menos um metro de pessoas que tossem e espirram. Mas não adianta fazer gargarejos com enxaguantes bucais ou enxaguar o nariz com solução salina. Nada disso ajudará a te proteger contra o novo vírus.

Dog and cat playing

                                                                      Image captionCães e gatos não disseminam o vírus

Você não pega o vírus de animais de estimação

Não há evidências de que seu cão ou gato possa estar infectado com o novo coronavírus. Mas isso não significa que você não deve lavar as mãos regularmente com água e sabão depois de tocá-los. Mesmo os bichos de estimação mais fofinhos podem portar bactérias como E. coli e salmonela — e elas podem ser transmitidas entre estes animais e humanos. Mesmo que você esteja preocupado com a possibilidade de o surto do novo coronavírus ter se originado em um mercado de animais vivos em Wuhan, na China, é importante saber que a fonte provavelmente foi uma espécie selvagem.

O vírus poderia passar despercebido entre animais antes de infectar seres humanos, que é como muitas epidemias deste tipo começam, como por exemplo, as de gripe aviária, ebola e Sars. Mas isso não significa que animais em geral são perigosos ou espalhadores.

Ilustração de coronavírus
                                           Image captionO novo vírus faz parte da família dos coronavírus, que inclui Sars e Mers

O novo vírus é raramente letal

Embora qualquer pessoa de qualquer idade possa ser infectada e o número de casos esteja aumentando todos os dias na China, apenas uma pequena proporção de pessoas está morrendo por causa disso. Os idosos e aqueles com outras condições de saúde, como asma, doenças cardíacas, câncer e diabetes, são os mais vulneráveis ​​ao novo vírus. A maioria das pessoas apresenta sintomas leves, como tosse e febre, e se recupera. No entanto, o vírus está deixando algumas pessoas gravemente doentes por pneumonia e problemas respiratórios, e matou um pequeno número dos pacientes contaminados na China. Lembre-se de que a gripe comum que se dissemina todo inverno mata dezenas ou mesmo centenas de pessoas no Brasil a cada ano. E o risco de contrair o novo coronavírus é pequeno se comparado ao vírus da gripe. Gotas microscópicas expelidas por meio da tosse são a maneira mais provável de propagação do novo vírus, portanto, colocar em quarentena ou isolar os que retornam de Wuhan reduzirá ainda mais esse risco. Ainda é recomendável tomar uma vacina contra a gripe neste momento.

Não há cura

Não existem medicamentos ou vacinas específicos para o novo vírus, e os antibióticos também não funcionam, porque eles combatem bactérias. Existem opções de tratamento, mas a maioria das pessoas melhora por conta própria. Os cientistas estão trabalhando para desenvolver uma vacina, mas ela terá que ser testada primeiro, e pode levar algum tempo até que esteja pronta.

Comida chinesa
                                                  Image caption O vírus não sobrevive por muito tempo fora do corpo humano

É seguro comer comida chinesa

Não é necessário evitar comida chinesa ou parar de comprar produtos do país. Também é seguro receber encomendas e cartas da China, porque é improvável que o vírus sobreviva por muito tempo fora do corpo humano. É preciso estar em contato próximo com uma pessoa infectada — até dois metros e por 15 minutos ou mais — para correr algum risco.

Texto publicado originalmente em 06/02/2020 e atualizado no dia 26/02/2020, após a confirmação do primeiro caso no Brasil.

                                                               

Thais Fersoza rebate críticas a look para trio de Teló
Thais Fersoza rebate críticas a look para trio de Teló Reprodução/Instagram

Thais Fersoza aposta em look inusitado para trio do maridão e responde crítica dos internautas

Thais Fersoza acompanhou de pertinho o trio do maridãoMichel Teló, que agitou o Carnaval de São Paulo no último final de semana.

Para a ocasião, a morena apostou em um blazer preto brilhante e uma saia também de brilho, mas parece que o look não caiu no gosto dos internautas. No entanto, as críticas pareceram não ter abatido a musa, que resolveu usar sua rede social para rebater as mensagens que recebendo criticando sua escolha.

“Meu amor, se cada um usa o que quer e se sente bem na vida… No carnaval, então… O importante é estar feliz com o que está usando. Ter personalidade e usar o que quer, não o que os outros querem ou acham que você deve usar”, disparou.“E quer saber? A roupa era o que estava menos importando. Você não imagina minha alegria e meu orgulho em ver meu marido arrasando. Não perca seu tempo, seja feliz”, finalizou. Em outro momento, Tatá ainda continuou falando sobre as críticas: “A quem interessar. Para os que estão sem ter o que fazer no carnaval e perderam seu tempo falando do fato de eu estar de preto e de blazer sendo muito feliz ontem. Sejam felizes!”.

Thais Fersoza rebate críticas a look para trio de Teló

por CARAS Digital

Com ofensas morais e sexuais, o presidente Jair Bolsonaro atacou e assediou a jornalista Patrícia Campos Mello. Ele reincidiu em atos contra a legislação 1.079, que em seu artigo nono protege a probidade da administração.

Crédito: Marcos corrêa/pr

GRAÇA SEM GRAÇA O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro: e ele ainda ri! (Crédito: Marcos corrêa/pr)

PROFISSIONAL EXCELENTE A jornalista Patrícia
foi 
vítima de Hans River, de Eduardo Bolsonaro
e do próprio presidente: ataques que ferem a democracia
e toda a mídia (Crédito:Divulgação)
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O nome dessa lei é uma sentença definitiva para Bolsonaro: “Lei do Impeachment”. Está nas mãos do Congresso Nacional, portanto, mostrar que o Brasil não é uma republiqueta de bananas – nem de banana fruta, conforme querem aqueles que desprezam o nosso País, nem de banana obscena dada com os braços como o presidente vem fazendo e ofendendo os repórteres em entrevistas coletivas. Está, sim, nas mãos do Congresso Nacional a obrigação de abrir imediatamente um processo de impeachment contra o mandatário, o que na verdade passou a ser dever dos parlamentares, investidos de mandato popular para tutelarem a constitucionalidade e o decoro daqueles que representam os poderes republicanos – só é preciso que uma denúncia seja regimentalmente recebida pela Câmara dos Deputados para o processo começar a andar.

GENÉTICA Eduardo Bolsonaro, que endossou as ofensas
contra Patrícia, dá banana às mulheres que criticam o seu pai: a deseducação está no sangue
(Crédito:Divulgação)

Bolsonaro repete dia após dia, semana após semana, mês após mês, atitudes e palavras desprovidas de ética e que se coadunam com “crime de responsabilidade” — crime que teve início com o episódio do golden shower, no Carnaval passado, atravessou todo o primeiro ano de gestão e chegou ao Carnaval de agora. A única diferença é que o nível foi caindo cada vez mais. Que faça ele o seu vexatório e particular show dançando com o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, como se viu recentemente. Mas nos poupe de suas baixarias. Basta!

O presidente, indiscutivelmente, já ultrapassou todos os limites da civilidade e da urbanidade em diversas de suas relações com a mídia, e tanto é assim que pesquisa da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) aponta que ele responde por 58% dos ataques verbais feitos contra a imprensa em 2019. Quando se julga, no entanto, que alguém já chegou ao mais baixo patamar da abjeção e torpeza, descobre-se que ainda há o porão. Na semana passada, Bolsonaro fez mais que enxovalhar a reputação de uma mulher, de uma repórter e de um ser humano. Ele difamou Patrícia, do jornal “Folha de S. Paulo”, e se colocou literalmente na linha do impeachment. Ultrajou, como jamais se viu na história do Brasil, a liturgia do cargo de presidente da República. Senhores congressistas, façam a parte que lhes compete por dever de ofício: o presidente tem de ser mandado para casa.

PÉSSIMO SHOW Marcelo Crivella e Bolsonaro dançam
em evento evangélico: eles que façam o Carnaval que quiserem,
mas nos deixem em paz (Crédito:Divulgação)

O cérebro e a língua

Bolsonaro referindo-se à ofensa verbal ocorrida dias antes contra a jornalista, da qual acabou sendo partícipe o filho Eduardo, e aprimorou-se na degradação. Lembremos, em primeiro lugar e rapidamente, o fato original. Ao depor na CPMI das Fake News, a testemunha Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da empresa Yacows, especializada no disparo de mensagens em massa pelo Whatsapp, mentiu ao dizer que Patrícia queria fazer sexo com ele em troca de informações durante a campanha de 2018. Eduardo Bolsonaro endossou a fala, e colocou no Twitter que não duvidava que ela tivesse se insinuado. Pois bem, na terça-feira 18, diante do Palácio da Alvorada, o presidente voltou ao tema e desceu ao subsolo já por nós citado: “Ela [Patrícia Campos Mello] queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”. Claro que por boa educação pouparemos o leitor e a leitora da interpretação da frase. Deixemos a malícia e o duplo sentido com o seu dono, a nós só é necessário explicar que “furo” é jargão jornalístico para notícia exclusiva. Como podem ver, a brincadeirinha presidencial foi chula demais. Vamos, isso sim e de imediato, às falas de três cidadãos de moral e hábitos ilibados.

O PAI A mensagem de Hélio: alguém precisa explicar o sentido para o presidente, embora ele não vá entendê-lo (Crédito:Divulgação)

“É o mau-caratismo institucionalizado. Um absurdo tão grande que estou perplexo. Ele autoriza a política do bullying que os seus seguidores buscam estabelecer nas redes sociais”, diz o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz. “O comentário chulo, que ofende profundamente a dignidade humana, se enquadra como crime de responsabilidade”, diz o jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Dê-se voz, também, ao conceituado doutor e mestre em direito Luiz Fernando Prudente do Amaral, um dos mais respeitados especialistas do Brasil na área do direito público: “O exercício da Presidência da República é incompatível com o uso frequente de gestos, palavras e expressões ofensivas, inclusive à imprensa, e contrárias à dignidade do cargo. Essa conduta, especialmente quando reiterada, pode dar início ao processo de impeachment”.

Bolsonaro pensa com a língua e não com a cabeça, ou seja, não pensa: só dispara os seus preconceitos. Não é sem motivo, então, que a sua ofensa tenha sido tão pesada e, consequentemente, tenha gerado tanta reação no Congresso e na sociedade. Poucas horas após o ato, um grupo de vinte e três deputadas redigiu uma nota para ser lida pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia. “Todo repúdio a essa atitude repugnante”, afirmou a parlamentar Natália Bonavides. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, declarou desconhecer que alguém “tenha feito uma agressão tão grande a uma mulher como o fez Bolsonaro”. A deputada Tábata Amaral julgou a fala do presidente “inconcebível” e lamentou que o direito das mulheres de não serem “sexualizadas e assediadas” tenha de ser diuturnamente lembrado. E ela tem razão, tal direito é esquecido mesmo, e gravíssimo é tomarmos conhecimento de que o presidente da Nação é o primeiro a esquecê-lo.

PRECISÃO O apresentador Luciano Huck foi um dos primeiros
a protestar: “Bolsonaro rompeu as fronteiras da decência”
(Crédito:Divulgação)

Sangue aguado

O senador Randolfe Rodrigues foi de uma lucidez incrível naquilo que escreveu nas redes sociais: “Em que democracia sã um presidente da República se sente à vontade agredindo e assediando mulheres?” Com certeza, em nenhum país, só aqui – pelo menos enquanto reinar o autocrata Jair Messias Bolsonaro. Os presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente, Rodrigo Maia e David Alcolumbre, criticaram Bolsonaro e enalteceram a importância da liberdade de imprensa para a democracia. E o próprio PSL, ex-partido do capitão, o fustigou duramente. Fora do campo político, o apresentador Luciano Huck classificou o fato como o rompimento das “fronteiras da decência”.

Houve, e sempre haverá, aqueles que fecham fileiras com a baixaria — e esses defenderam o capitão. Fiquemos com o filho Eduardo, ele mesmo, o Eduardo que há quinze dias apoiou as primeiras ofensas contra Patrícia feitas pelo depoente Hans River. De fato, a coisa está piorando e é necessário colocar um fim em tudo isso antes que a nossa democracia seja engolida pelo clã Bolsonaro. Querem saber o que fez Eduardo dessa vez? Subiu ao púlpito acompanhado de um grupo de mulheres parlamentares, e aí mandou aquelas que estão criticano o seu pai “raspar o sovaco, senão dá mau cheiro”. E aí gritou. E aí gesticulou. E aí, para arrematar, desenvolveu o estilo bananeiro de seu genitor e deu uma banana com os braços: “Uma banana em nome de todas as mulheres”. Se Eduardo seguir com mandato parlamentar, justo ele que até já defendeu a volta do AI-5, cabe questionar que espécie de Parlamento nós temos. Juntamente com Jair, Eduardo tem de ser politicamente cassado. Voltem para casa! E, falando em casa, já há brasileiras e brasileiros que gostariam de saber qual a opinião, qual o sentimento, qual o posicionamento da primeira-dama Michelle frente à desqualificação da mulher promovida constantemente por seu marido. Sexismo, machismo e misoginia correm no sangue de Bolsonaro, mas esse sangue é aguado porque se descolore no preconceito. Michelle podia ao menos lembrar o patriarca que 54% dos eleitores do País são mulheres.

Há duas éticas para um governante, a “ética da convicção” e a “ética da responsabilidade”, nos ensinou o pensador alemão Max Weber, principal fundador da ciência da sociologia. A “ética da convicção” é particular: Bolsonaro, por exemplo, pode, em sua casa, falar o que bem quiser, se Michelle não se ofender, é claro. Quanto à “ética da responsabilidade”, essa exige que Bolsonaro se comporte publicamente com dignidade. Tal ética, porém, dele passa longe, e tanto é assim que não são apenas as mulheres o alvo do presidente. Ele não gosta de indígenas e chegou ao ponto de dizer que eles estão “evoluindo” e que são cada vez “mais humanos como nós”. Parou aí? Que nada! Comparou-os a “animais de zoológicos”, referindo-se às suas terras demarcadas. LGBTs também incomodam o presidente e, deploravelmente, ele usa isso como forma de ofensa, chamando de homossexuais os repórteres que fazem indagações que o incomodam.

AMPLA VISÃO Tábata Amaral foi além do fato: “É preciso
lembrar todos os dias que a mulher não deve ser assediada”
(Crédito:Pablo Valadares)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nas entrevistas, quem igualmente sempre sai insultada é a mãe de algum jornalista: se o autoritário Bolsonaro não gosta da pergunta, ele ataca a mãe de quem formulou a questão. E vale destacar, ainda, a insistência do presidente em falar do órgão sexual masculino. Houve o caso já referido do golden shower, que ele explorou demais. Em um pronunciamento, certa vez, disparou a falar da importância de “manter o pênis limpo”. E ao cruzar com um japonês no aeroporto de Manaus, fez uma brincadeira de péssimo gosto: “Tudo pequenininho por aí?”. As ofensas estão se agravando, a ponto de entidades como a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) encaminhar à Procuradoria-Geral da República notícia-crime contra a testemunha que mentiu à CPI. A situação está feia para o mentiroso e horrorosa para Bolsonaro. Mudar de comportamento ele não vai, porque essa é a sua personalidade antidemocrática. Mas, pensando bem, sejamos pragmáticos: é até melhor que ele siga na deseducação e continue a dar bananas. Superstição às vezes funciona, e o último presidente que gostava desse gesto foi Fernando Collor. Escorregou na casca e caiu no impeachment.

istoe

Crédito: Divulgação

Na sexta-feira, dois dias depois de o senador Cid Gomes (PDT-CE) ter sido baleado ao investir com uma retroescavadeira contra policiais militares amotinados em Sobral (CE), o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), ficou até as primeira horas da madrugada em uma negociação com os representantes dos servidores da segurança pública. Pressionado pela ameaça de um motim, Azevêdo apresentou a terceira contraproposta, que previa aumento de 5% além da inflação, mas não houve acordo.

O governador disse ao jornal O Estado de S. Paulo que deputados estaduais saídos da polícia, eleitos na esteira do bolsonarismo e que já anunciaram suas pré-candidaturas à prefeitura de João Pessoa, infiltraram-se no movimento com objetivo político-eleitoral. Segundo ele, se cedesse às reivindicações dos PMs, o Estado ficaria sem dinheiro para a folha de pagamento e seria obrigado a descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e a interromper serviços e obras.

Há motivação política na decisão dos policiais?

Lamentavelmente, sim. Mesmo a gente abrindo o canal permanente de negociação com as diversas entidades que compõem a segurança pública, muitas vezes, participando pessoalmente das reuniões, observamos a infiltração de agentes políticos, notadamente de dois deputados estaduais policiais que fazem oposição radical desde o primeiro dia de nossa gestão. E que já anunciaram suas pré-candidaturas a prefeito de João Pessoa.

Quais seriam as consequências orçamentárias caso o governo aceitasse integralmente as reivindicações dos policiais?

Se atendêssemos às reivindicações, a médio prazo o Estado entraria em colapso financeiro e não teria condições de pagar sequer a folha dos servidores em dia. Não cumpriríamos a Lei de Responsabilidade Fiscal, deixaríamos de prestar os serviços públicos e ainda teríamos de paralisar todas as obras. Hoje, a Paraíba tem uma gestão fiscal equilibrada, paga rigorosamente em dia e tem o conceito Rating B, segundo avaliação do Tesouro Nacional.

A decisão de Minas de, mesmo com dívidas, dar aumento de 41,7% aos PMs, encoraja a categoria nos demais Estados a pedir aumentos além da inflação?

Não quero criticar nenhum colega governador, pois cada um tem os seus problemas para administrar. Mas as entidades aqui sempre citam o caso de Minas Gerais, sim.

No Fórum de Governadores ou outros espaços de diálogo entre os mandatários estaduais foi manifestada preocupação de que casos como o do Ceará e Minas possam se alastrar pelo Brasil?

O problema da segurança sempre entra nos debates nacionais. Aqui na Paraíba foi a categoria que teve os maiores reajustes nos últimos 10 anos. Na gestão atual, iniciada em janeiro de 2019, já incorporando a proposta deste ano, temos um reajuste médio de até 15%. A proposta do governo da Paraíba inovou porque reajustou os inativos em 5%, que não tinham reajuste desde 2015, quando tiveram apenas 1%. Além disso, o governo, para beneficiar os aposentados, reformados e pensionistas, vai incorporar 30% da bolsa recebida apenas pelos ativos. Nenhum governo ousou tanto. É preciso ressaltar que o governo do Estado deu um aumento linear para todos os servidores ativos e inativos de 5%, quando a arrecadação do ICMS cresceu nominalmente apenas 4,32% em 2019. O País em plena recessão com um crescimento do PIB de apenas 0,89% neste ano.

A postura do presidente Bolsonaro em relação aos policiais tem influência sobre a categoria?

O que observamos na Paraíba, assim como em outros Estados, é a forte conotação política e até eleitoreira verificada nesses movimentos. Porque uma coisa é a reivindicação legítima de uma categoria que arrisca suas vidas para proteger a sociedade, mas outra é a radicalização exacerbada de pessoas que apostam no caos, no quanto pior, melhor para atingir seus objetivos políticos e eleitorais já este ano.

Quais as demandas dos governadores para a União em relação à segurança pública? Há alguma demanda em gestação nos fóruns de governadores?

É preciso que a responsabilidade pela segurança seja compartilhada entre os Estados e o governo federal.

istoe

Marcelo Adnet caracterizado como Bolsonaro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Adnet caracterizado como Bolsonaro – Anderson Justino/ Agência O DIA

Rio – O humorista Marcelo Adnet, um dos compositores do samba da São Clemente deste ano, vestá caracterizado como o presidente Jair Bolsonaro. Ele, no entanto diz que é o público quem decide quem ele é dentro da Sapucaí.
Ele contou que está feliz pela escola e preparado para o desfile desta segunda-feira. Mas, espera voltar no sábado entre as campeãs: “Seria uma honra”. A escola de samba da Zona Sul, primeira a desfilar nesta segunda-feira no Grupo Especial, vai contar a história da “vigarice brasileira” em várias épocas.
odia.ig

“Confundir o Exército com alguns assuntos temporários de governo, partidos políticos e pessoas é usar de má fé, mentir, enganar a população”, afirmou

Santos Cruz – Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O ex-ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, chamou de “Irresponsabilidade”, nesta segunda-feira (24), banner que circula pelas redes para divulgar protestos no dia 15 de março pelo fechamento do Congresso. “IRRESPONSABILIDADE Exército Brasileiro – instituição de Estado, defesa da pátria e garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem. Confundir o Exército com alguns assuntos temporários de governo, partidos políticos e pessoas é usar de má fé, mentir, enganar a população.”

General Heleno

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) – e um dos quadros mais próximo a Jair Bolsonaro – defendeu o endurecimento de relações com o Congresso Nacional e se colocou contra um acordo articulado pelo ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, sobre o controle da execução de emendas parlamentares ao Orçamento.

“Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”, disse Heleno na manhã desta terça-feira (18), na presença de Ramos e do ministro da Economia, Paulo Guedes, segundo informações do jornal O Globo, que diz que frase foi captada pela transmissão ao vivo da Presidência pela internet. A discussão teria continuado durante a reunião de ministros.

revistaforum

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, pediu reunião ao ministro Paulo Guedes para discutir o fim à transição ao teto de gastos. Brasil O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, pediu reunião ao ministro Paulo Guedes para discutir o fim à transição ao teto de gastos.

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, solicitou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, reuniões entre as equipes técnicas da pasta, do Supremo e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para discutir o fim do período de transição à regra do teto de gastos.

A partir deste ano, o Executivo não vai mais poder cobrir as despesas dos demais poderes que vierem a ultrapassar o limite de gastos estabelecidos pelo teto. Sem a subvenção, o Judiciário terá de cortar quase R$ 1 bilhão em despesas para cumprir o teto em 2020.No ofício obtido pela Gazeta do Povo, Toffoli afirma que todos os tribunais do país vêm adotando fortes medidas de adequação das suas despesas, mas que a ausência de margem orçamentária para cobrir eventuais imprevistos e para dar continuidade ao investimento na melhoria da prestação jurisdicional tem sido motivo de preocupação entre os presidentes dos órgãos que compõem o Judiciário.“Projetos na área de inovação tecnológica voltada para a melhoria da prestação jurisdicional, por exemplo, perderão o impulso hoje existente, o que será prejudicial não apenas para o Poder Judiciário, mas também para a própria contribuição que este vem dando para o fortalecimento do ecossistema de inovação de que o país tanto precisa”, argumenta Toffoli.

Ele completa que “poderão ser afetados a segurança institucional e os projetos de aproximação do Poder Judiciário com a população, cujos investimentos têm reflexos diretos e indiretos na qualidade da prestação jurisdicional”.

No ofício, Toffoli lembra ainda que foi aprovada em 2019 a emenda constitucional 102, que abriu uma nova brecha no teto de gastos. Essa emenda exclui do limite do teto de gastos o dinheiro que a União repassa a estados e municípios pela exploração de petróleo. A aprovação da emenda foi crucial para que o governo pudesse repartir as receitas do megaleilão do pré-sal, realizado em novembro do ano passado, com Estados e municípios, além de pagar o que devia à Petrobras.

O ministro do Supremo diz que a aprovação da emenda 102/2019 “impacta de sobremaneira o equilíbrio institucional que deve haver entre os Poderes da União”. Ele termina o ofício dizendo que “considera indispensável o reequilíbrio institucional necessário e decorrente da superveniência da EC 102/2019, respeitando, evidentemente, o impacto financeiro das obrigações e das missões institucionais que a Constituição designa a que cada um dos Poderes”.O ofício foi encaminhado por Toffoli a Guedes no dia 15 de janeiro. No documento, Toffoli designa o secretário-geral do CNJ e o diretor-geral do STF para representar o Poder Judiciário no diálogo com o Ministério da Economia. O pedido do presidente do Supremo está sendo analisado pela Secretaria de Orçamento Federal do Ministério da Economia.

O ofício enviado por Toffoli a Guedes:

Entenda o caso

O teto de gastos – criado pela emenda constitucional 95 de 2016 – limita à inflação o crescimento das despesas dos órgãos públicos federais. A regra começou a valer em 2017, mas só o Poder Executivo teve que cumprir integralmente até então.No caso dos demais poderes – Judiciário, Legislativo, Ministério Público e Defensoria Pública – foi estabelecido um período de “transição” de três anos. Com isso, de 2017 a 2019, os órgãos que pertencem a esses poderes puderam gastar um pouco além do limite do estabelecido pelo teto, e o valor estourado foi bancado integralmente pelo Executivo, através do Tesouro Nacional.O Judiciário foi o único poder que estourou o teto de gastos nos três anos em que isso era permitido (veja gráfico). Segundo dados do Tesouro Nacional, em 2019, o valor atingiu o seu ápice: as despesas deveriam ficar em até R$ 41,5 bilhões (se limitadas ao teto), mas o Judiciário gastou de fato R$ 43,9 bilhões, estourando o teto em R$ 2,4 bilhões (valores arredondados). Os valores incluem o saldo de todos os órgãos do Judiciário (os que estouraram e os que ficaram abaixo do teto, compensando em parte os que estouraram).

Em 2018, as despesas de todo o Poder Judiciário ultrapassaram o teto em R$ 1,073 bilhão. Já em 2017, o estouro foi de R$ 101,7 milhões

A partir deste ano, não haverá mais a compensação do Executivo e o Poder Judiciário terá que se adequar ao teto. Para este ano, os órgãos do Judiciário vão poder gastar R$ 42,9 bilhões, segundo Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional. Em 2019, os órgãos do Judiciário gastaram R$ 43,9 bilhões, porque tiveram a compensação da União.

Ou seja, levando em conta o valor gasto em 2019, o Judiciário como um todo terá de cortar quase R$ 1 bilhão (mais precisamente, R$ 964,7 milhões) em despesas em 2020 para se adequar ao teto. Esse valor inclui o saldo final dos oito órgãos que compõem o Judiciário.

Individualmente, os órgãos do Judiciário que vão precisar cortar gastos são a Justiça do Trabalho (reduzir as despesas em R$ 1,017 bi); a Justiça Federal (R$ 152,9 mi); e o Supremo Tribunal Federal (R$ 49,7 mi). Os outros cinco órgãos ficaram com limite de despesa superior ao que gastaram em 2019. Por isso, o Judiciário como um todo vai precisar de esforço fiscal de R$ 964,7 milhões.

 

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