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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: junho 2020

Nas redes sociais a atriz mostrou o resultado da transformação e ganhou elogios

Maria Joana inova e muda o visual 

Uau! Maria Joana surpreendeu seus seguidores das redes sociais, na manhã desta quinta-feira, 25, ao compartilhar uma foto onde mostra seu novo visual. A atriz revelou que decidiu mudar durante esse período de quarentena devido a pandemia do novo coronavírus e para isso além de passar por transformações internas, ela também quis repaginar o visual. Foi então que ela optou por fazer uma franja e ao mostrar o novo visual a mmorena ganhou milhares de elogios dos amigos e fãs, que ressaltaram que ela ficou linda com o novo corte de cabelo. “Em constante mudança…. Aproveitei o momento de quarentena, de resiliência, transformações e resolvi ousar! Trazer as mudanças internas pra fora tb. E ai gostaram???”, quis saber ela. “Sempre gata, disse a apresentadora Adriane Galisteu“Perfeita”, afirmou uma fã. “Você é linda de qualquer maneira”, escreveu uma seguidora. “Conseguiu ficar mais gata”, garantiu mais uma. 

caras

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O empresário Paulo Marinho (PSDB), suplente do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), disse que a Polícia Federal antecipou ao filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que Fabrício Queiroz era alvo da operação Furna da Onça, que investiga práticas de “rachadinhas“.

De acordo com Marinho, em entrevista à Folha de S.Paulo, os policiais teriam segurado a operação, então sigilosa, para que ela não ocorresse no meio do segundo turno, prejudicando assim a candidatura de Bolsonaro. Segundo o empresário, um delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir  Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete de deputado federal de Jair Bolsonaro em Brasília.

Os dois foram exonerados naquele período —mais precisamente, no dia 15 de outubro de 2018.

“O delegado saiu de dentro da superintendência. Na calçada —eu estou contando o que eles me relataram—, o delegado falou: ‘Vai ser deflagrada a Operação Furna da Onça, que vai atingir em cheio a Assembleia Legislativa do Rio. E essa operação vai alcançar algumas pessoas do gabinete do Flávio [o filho do presidente era deputado estadual na época]. Uma delas é o Queiroz e a outra é a filha do Queiroz [Nathalia], que trabalha no gabinete do Jair Bolsonaro [que ainda era deputado federal] em Brasília’. O delegado então disse, segundo eles: ‘Eu sugiro que vocês tomem providências. Eu sou eleitor, adepto, simpatizante da campanha [de Jair Bolsonaro], e nós vamos segurar essa operação para não detoná-la agora, durante o segundo turno, porque isso pode atrapalhar o resultado da eleição [presidencial]’”, revelou Marinho ao jornal. “Ele [Flávio] comunicou ao pai [Jair Bolsonaro] o episódio e o pai pediu que demitisse o Queiroz naquele mesmo dia e a filha do Queiroz também. E assim foi feito. [Fabrício Queiroz foi exonerado no dia 15 de outubro de 2018 do cargo de assessor parlamentar 3 que exercia no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa. A filha dele, Nathalia Melo de Queiroz, foi exonerada no mesmo dia 15 do cargo em comissão de secretário parlamentar no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro].Vida que segue. O capitão ganha a eleição [no dia 28 de outubro]. Maravilhoso. No dia 8 de novembro é detonada a Operação Furna da Onça, com toda a pompa e circunstância. Começa o episódio Queiroz”, lembra.

Reações

Fernando Haddad (PT), candidato a presidente derrotado por Bolsonaro, reagiu ao que Marinho disse.“Conforme suspeita, suplente de Flavio Bolsonaro confirma que PF alertou-o, entre o 1° é o 2° turno, de que Queiroz seria alvo de operação, que foi postergada para evitar desgaste ao clã durante as eleições. Isso se chama fraude!”, escreveu em uma rede socialO senador Humberto Costa (PT-PE), no Twitter, questionou: “Entenderam o interesse de Bolsonaro na PF do Rio de Janeiro?”. O deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) sugeriu a instalação de uma CPI para investigar o caso. “Bolsonaro havia dito que as eleições tinham sido fraudadas. Ele tinha razão, mas quem participou de fraude foi a família dele. As evidências estão aí: as eleições de 2018 foram manipuladas para favorecer o atual presidente! CPI já para investigar”, manifestou. Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição no Senado, disse que “A matéria da Folha revela que a interferência de Bolsonaro e de sua família na Polícia Federal, já ocorria antes mesmo do início de seu governo. As revelações feitas por Paulo Marinho são gravíssimas!”

conversaafiada.com.br

Carlos Alberto Decotelli é escolhido como o novo ministro da Educação

Carlos Alberto Decotelli é escolhido como o novo ministro da Educação

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (25) por meio de uma rede social a nomeação do professor Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de ministro da Educação.Ele sucederá Abraham Weintraub, que, após 14 meses no cargo, anunciou demissão na semana passada para assumir um posto de diretor representante do Brasil no Banco Mundial, em Washington (EUA). Decotelli será o terceiro ministro da Educação no governo Bolsonaro. Antes de Weintraub, Ricardo Vélez Rodríguez permaneceu pouco mais de três meses no comando da pasta.Após o anúncio de Bolsonaro, o decreto com a nomeação do novo ministro foi publicado na versão eletrônica do “Diário Oficial da União”.Oficial da reserva da Marinha, Carlos Alberto Decotelli da Silva presidiu o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) entre fevereiro e agosto do ano passado. Depois, passou para a Secretaria de Modalidades Especializadas do Ministério da Educação.Decotelli é bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), mestre pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), doutor pela Universidade de Rosário (Argentina) e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha.No último dia 1º, Bolsonaro nomeou para a presidência do FNDE, que administra um orçamento de R$ 54 bilhões neste ano, o chefe de gabinete do senador Ciro Nogueira (PP-PI), Marcelo Lopes da Ponte. Nogueira é um dos principais políticos do PP, sigla que integra o grupo chamado de Centrão, que se aliou ao governo. Lopes da Ponte é homem de confiança do senador.

g1

Nas redes sociais a apresentadora relembrou um clique ao lado de Fátima Bernardes e a parabenizou pelo programa

Nas redes sociais a apresentadora relembrou um clique ao lado de Fátima Bernardes e a parabenizou pelo programa
Fátima Bernardes e Ana Furtado

Ana Furtado usou suas redes sociais para comemorar uma data muito especial e prestar uma homenagem para uma grande amiga. Nesta quinta-feira, 25, o programa Encontro, da TV Globo, está completando 8 anos da sua estreia e para celebrar a apresentadora relembrou um clique ao lado de Fátima Bernardes e a parabenizou por estar na frente de uma atração de suecesso. 

“Oito anos de muitas emoções, histórias, empatia, alegria e diversão. Oito anos de Encontros inesquecíveis! Parabéns, @fatimabernardes e toda equipe que faz esse programa acontecer”, disse ela. Ana ainda se mostrou feliz por também fazer parte do programa, já que ela muitas vezes já substituiu Fátima ao longo desses 8 anos. “Uma honra pra mim ter um pedaço meu nessa linda história também”, afirmou.“Que venham muitos anos pela frente! E que os Encontros repletos de abraços possam acontecer o mais breve possível”, finalizou ela a publicação, desejando ainda mais sucesso para o programa

caras

Construção de rede de esgoto em Ceilândia (DF)Tony Winston/Agência Brasília

Em 2017, o Brasil tinha 100 milhões de pessoas sem coleta de esgoto em casa. O número equivale a 47,6% da população. É o que mostra estudo do Instituto Trata Brasil divulgado nesta 3ª feira (23.jul.2018). De acordo com o levantamento (íntegra), feito com base do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), apenas 46% do esgoto no país passa por tratamento. Há ainda 35 milhões de brasileiros sem acesso a água tratada (cerca de 17% da população).

Eis abaixo a série histórica (toque nas linhas do gráfico para ler os percentuais de cada curva):

Segundo a ONG, esses números representam poluição no meio ambiente e a causa de diversas doenças.

“O tratamento de esgoto continua sendo 1 desafio. Mesmo em 2017, o Brasil continuou lançando diariamente no solo, córregos, em rios, mar e demais cursos d’água aproximadamente 5.622 piscinas olímpicas de esgoto não tratado”, diz o relatório. O levantamento também mostra que houve uma redução de investimentos feitos pelo governo federal no setor. O valor gasto em saneamento em 2017 foi o mesmo que em 2011: R$ 11,9 bilhões.

INVESTIMENTO NAS GRANDES CIDADES

Segundo o levantamento, o investimento médio anual por habitante nas 20 grandes cidades com melhores índices de saneamento foi de R$ 84,61; já nas piores, foi de R$ 25,02. “Mais de 50% dos investimentos estão concentrados em apenas 100 cidades. Ainda que nelas viva mais de 40% da população, é preocupante pensar que cerca de 5.600 municípios, juntos, são responsáveis por menos de 50% do valor investido em saneamento básico”, disse o Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil.

RANKING DO SANEAMENTO

O estudo também fez um ranking das 100 maiores cidades do país baseado nos diversos indicadores de saneamento básico, como acesso ao abastecimento de água e à coleta de esgoto, o percentual do esgoto tratado e investimentos e arrecadação no setor. Os municípios de São Paulo, Paraná e Minas Gerais têm os melhores indicadores.

Eis a lista:

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Assessoria do ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) disse que assunto ainda está em discussão. Postagem foi feita antes de reunião do governo que debaterá o tema.

Governo discute a prorrogação do auxílio emergencial.O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos, afirmou nesta quinta-feira (25), por meio de uma rede social, os valores das três parcelas adicionais do auxílio emergencial que serão pagas pelo governo, mas, minutos depois, apagou a postagem. Por meio de sua assessoria, o ministro disse que apagou a postagem porque a informação estava incorreta e que o assunto ainda está em discussão. A postagem foi feita horas antes de uma reunião do presidente Jair Bolsonaro com ministros, prevista para a manhã desta quinta, e que debaterá as novas parcelas do auxílio emergencial. Essa reunião ocorre uma semana antes do fim do prazo fixado pelo governo para que trabalhadores se inscrevam no programa. Na postagem apagada, o ministro informava que as três parcelas adicionais seriam, respectivamente, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300.   A informação de que o governo avaliava pagar novas parcelas nesses valores já havia sido publicada pela colunista do G1 e comentarista da GloboNews Cristiana Lôbo.

Defensoria Pública ajuda brasileiros que tiveram pedido do auxílio emergencial negado
Defensoria Pública ajuda brasileiros que tiveram
pedido do auxílio emergencial negado

“O governo vai pagar 3 parcelas adicionais (de R$500, R$ 400 e R$ 300) do auxílio emergencial. A proposta faria o benefício chegar neste ano a pelo menos R$ 229,5 bilhões. Isso é 53% de toda a transferência de renda já feita no programa Bolsa Família desde o seu início, em 2004″, escreveu Ramos na postagem que foi apagada.O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, que também participa da reunião com Bolsonaro, ao chegar ao Palácio do Planalto foi questionado por jornalistas sobre a publicação feita pelo ministro Ramos.A Caixa Econômica Federal é o banco responsável por realizar os pagamentos do auxílio emergencial.Questionado se a informação publicada por Ramos estava correta, Guimarães respondeu que iria “ouvir agora”. Além dele, participam da reunião bom Bolsonaro os ministros Paulo Guedes, da Economia; Onyx Lorenzoni, da Cidadania; Braga Netto, da Casa Civil; e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Por Jornal Nacional

Internações por acidente de trânsito aumentaram em MG.O relaxamento das medidas de isolamento social produziu um efeito colateral nos hospitais de Minas Gerais. As internações por causa de acidentes de trânsito voltaram a subir.

O motoboy Lucicarlos Ferreira dos Santos sofreu um acidente no início de junho, quando já percebia mudanças no trânsito de Belo Horizonte em relação ao começo da pandemia.“No início você não via ninguém, nem carro, era raridade você ver um carro na rua. Começou a passar um tempinho e começou a aparecer todo mundo”, conta.Flávio Guimarães da Fonseca, virologista do Comitê de Enfrentamento da UFMG, avalia que prefeitos e governadores se precipitaram na reabertura do comércio.“No Brasil, nós estamos em plena curva ascendente, em pleno acúmulo de casos e, ainda assim, flexibilizando e abrindo a economia, abrindo a participação social nas ruas etc. Do ponto de vista clínico, médico, epidemiológico, a abertura, nesse momento, foi absolutamente precipitada”, analisa.

Desde o fim de abril, quando várias prefeituras de Minas começaram a reabrir parcialmente o comércio, o isolamento social do estado caiu de 61% para 36%, o que representa 5 milhões de pessoas a mais nas ruas; e ruas mais cheias significam mais risco de acidentes, que levam mais pessoas a precisar de internação nos hospitais.Isso já aconteceu no Hospital João XXIII, referência no atendimento de acidentados. O número de internações por acidentes caiu quase pela metade em abril, quando o isolamento social ainda era rigoroso na Região Metropolitana de BH. Em maio, quando várias cidades já tinham reaberto parcialmente o comércio, o número de internações cresceu 37% em relação a abril.“O que se observa são ondas simultâneas: uma onda de crescimento das vítimas da Covid e uma onda provocada pelo retorno gradual da circulação, de modo que o sistema entrará brevemente em colapso caso nenhuma dessas ondas seja interrompida”, explica Alysson Coimbra Carvalho, diretor da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego.

O ministro Augusto Heleno enviou um documento à Polícia Federal em que contradiz o presidente sobre a troca de nomes da segurança pessoal de Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro. O documento faz parte do inquérito no STF que apura se Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal.

A suposta tentativa de interferência política do presidente Bolsonaro nas investigações da Polícia Federal foi mencionada pela primeira vez por Sergio Moro no dia em que ele pediu demissão do Ministério da Justiça, em 24 de abril. No dia 5 de maio, o conteúdo do depoimento de Moro à Polícia Federal em Curitiba se tornou conhecido e trouxe um componente extra: a reunião ministerial do dia 22 de abril. Segundo Moro, na reunião estaria uma das provas de que Bolsonaro queria trocar o comando da superintendência da Polícia Federal no Rio para interferir em investigações.O presidente passou a se defender em entrevistas. No dia 13 de maio, Bolsonaro afirmou que tratou na reunião sobre a segurança de sua família e amigos, e não de trocas na superintendência da Polícia Federal no Rio como apontou o ex-ministro Sergio Moro.

“Eu não falei o nome dele no vídeo. Não existe a palavra Sergio Moro. Eu cobrei a minha segurança pessoal no Rio de Janeiro. A PF não faz a minha segurança pessoal, quem faz é o GSI”, disse Bolsonaro. GSI é o Gabinete de Segurança Institucional, comandando pelo ministro Augusto Heleno.Dois dias depois, antes da divulgação do vídeo da reunião, o presidente reforçou essa versão, negando, mais uma vez, tentativa de interferência na PF: “Eu espero que a fita se torne pública para que a análise correta venha a ser feita. A interferência não é nesse contexto da inteligência não, é na segurança familiar. É bem claro, segurança familiar. Eu não toco PF e nem Polícia Federal na palavra segurança”.Uma semana depois, em 22 de maio, o ministro Celso de Mello autorizou a divulgação do vídeo da reunião ministerial citada por Moro.”Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. E isso acabou. Eu não vou esperar f… a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meus, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura nossa. Vai trocar. Se não puder trocar, troca o chefe dele. Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro. E ponto final!”, falou.

A versão do presidente era de que ele tinha tentado fazer uma troca na segurança pessoal no Rio de Janeiro e não estava conseguido. Essa versão de Bolsonaro foi desmentida por um de seus auxiliares mais próximos.

O ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, responsável pela segurança presidencial, disse, em um ofício enviado à PF, que não houve “óbices” ou “embaraços” para fazer substituições e confirmou que foram feitas três trocas na equipe responsável pela segurança do presidente no Rio: uma em 2019, assim que Bolsonaro assumiu, e duas agora em março – mês anterior ao da reunião ministerial do dia 22 de abril, como já havia revelado o Jornal Nacional.

Mas, logo após a reunião, o que houve foi a troca do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, o que motivou a saída de Moro do Ministério da Justiça. Em seguida, foi trocado também o superintendente da PF no Rio. Por decisão do ministro Celso de Mello, a PF tem até o início de julho para concluir as investigações, que, segundo a Polícia Federal, estão avançadas. Ainda falta marcar o depoimento do presidente. A PF quer que isso ocorra nos próximos dias. Mas é consenso que o depoimento só deve ser marcado após a investigação reunir todas as informações já apuradas, para confrontar dados e ouvir as explicações do presidente.

g1

OMS diz que América Latina ainda não atingiu o pico pandemia

A Organização Mundial da Saúde mandou um recado para o Brasil, nesta quarta (24), ao ser questionada sobre a situação no país.

O diretor-executivo do programa de emergências, Michael Ryan, disse que a América Latina ainda não atingiu o pico da pandemia. O Jornal Nacional perguntou especificamente sobre o Brasil. Ele foi claro: “O pico depende da ação e também a altura, a duração e a queda dele”. Segundo Michael Ryan, tudo varia de acordo com a intervenção do governo, a cooperação da população e a capacidade dos sistemas de saúde. Ele disse: “O vírus não age sozinho. Ele explora vigilância e sistemas de saúde fracos, má governança, falta de educação e de empoderamento das comunidades”. E avisou: “Se essas questões forem tratadas, os números vão diminuir”. O chefe de emergências da OMS frisou: “Não há respostas mágicas”. E sugeriu: “Basta olhar para os países que agiram e que controlaram a doença para encontrar caminhos”. O diretor-geral, Tedros Adhanom, afirmou que, enquanto especialistas buscam vacinas e tratamentos, há uma responsabilidade urgente de fazer o possível com as ferramentas que existem hoje para conter a transmissão e salvar vidas.

g1

 

 

Quais são os sintomas

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:

  • Tosse
  • Febre
  • Coriza
  • Dor de garganta
  • Dificuldade para respirar

Como é transmitido

A transmissão acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de:
• Toque do aperto de mão;
• Gotículas de saliva;
• Espirro;
• Tosse;
• Catarro;
• Objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, mesas, maçanetas, brinquedos, teclados de computador etc.

Diagnóstico

O diagnóstico da COVID-19 é realizado primeiramente pelo profissional de saúde que deve avaliar a presença de critérios clínicos:

  • Pessoa com quadro respiratório agudo, caracterizado por sensação febril ou febre, que pode ou não estar presente na hora da consulta (podendo ser relatada ao profissional de saúde), acompanhada de tosse OU dor de garganta OU coriza OU dificuldade respiratória, o que é chamado de Síndrome Gripal.
  • Pessoa com desconforto respiratório/dificuldade para respirar OU pressão persistente no tórax OU saturação de oxigênio menor do que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto, o que é chamado de Síndrome Respiratória Aguda Grave

Caso o paciente apresente os sintomas, o profissional de saúde poderá solicitar exame laboratoriais:

  • De biologia molecular (RT-PCR em tempo real) que diagnostica tanto a COVID-19, a Influenza ou a presença de Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
  • Imunológico (teste rápido) que detecta, ou não, a presença de anticorpos em amostras coletadas somente após o sétimo dia de início dos sintomas.

O diagnóstico da COVID-19 também pode ser realizado a partir de critérios como: histórico de contato próximo ou domiciliar, nos últimos 7 dias antes do aparecimento dos sintomas, com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica, também observados pelo profissional durante a consulta.

Como se proteger

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

  • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%.
  • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos.
  • Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Ao tocar, lave sempre as mãos como já indicado.
  • Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.
  • Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.
  • Higienize com frequência o celular e os brinquedos das crianças.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.
  • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
  • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas. Se puder, fique em casa.
  • Se estiver doente, evite contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, e fique em casa até melhorar.
  • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
  • Utilize máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido em situações de saída de sua residência.
  • coronavirus.saude.gov.br

Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, participou nesta terça-feira (23) de uma videoconferência com deputados e senadores. E se comprometeu com o que chamou de transparência infinita.

Políticos, especialistas e entidades vêm criticando o governo pela falta informações, entrevistas e de análise de dados da pandemia.

Nesta terça (23), Eduardo Pazuello começou a audiência prometendo prestação de contas detalhada, mas não deu data nem explicou como o ministério vai fazer isso.“Parlamentares, empresários, cidadãos comuns – vão poder acompanhar cada centavo, cada item que foi distribuído para cada município, para cada estado, quando foi, para que que foi, qual a origem, quando foi entregue aquilo e onde está. Não só números. Os números já estão disponíveis integralmente, mas, agora, nós vamos disponibilizar, na mesma plataforma, todos os dados do Ministério da Saúde. A transparência vai ser infinita”, disse.O relator da comissão cobrou detalhes. “O senhor disse em transparência infinita. E nós entendemos que saber quantos leitos existem, quantos estão ocupados e qual o tamanho da fila é fundamental pra podermos organizar”, disse o deputado Francisco Júnior, do PSD/GO.Pazuello respondeu que essas informações vão ser divulgadas até o fim da semana.O ministro interino recebeu de parlamentares muita cobrança por transparência.

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Gizelly Bicalho
                                                                 Carolina Nalin

Gizelly Bicalho anunciou nas redes sociais que irá doar 2 mil coletores menstruais para detentas do estado do Espírito Santo. A advogada e ex-participante do ‘Big Brother Brasil 20’ comunicou em seu perfil no Instagram que firmou uma parceria com uma empresa de coletores menstruais e que fará as entregas pessoalmente nos presídios do estado. Gizelly se reuniu na manhã da última segunda-feira com o Secretário de Estado da Justiça do Espírito Santo e explicou como surgiu a ideia. “Quando voltei para o meu estado, que é o que proporcionalmente mais prende no Brasil, tem a maior população carcerária, eu comecei a me questionar. Eu pensei nesse projeto com as detentas e resolvi levar essa ideia”, contou ela.A capixaba também explicou como funcionará o projeto. “Nós temos hoje no estado 1.100 presas no sistema carcerário, consegui 2 mil coletores. O governo do estado aceitou. A única restrição era como esterilizar, mas conseguimos uma maneira para esterilizar todos esses coletores após cada ciclo menstrual. Hoje o governo gasta R$ 45 mil reais anuais com absorventes”.

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A atriz Ildi Silva mostra alguns exercícios abdominais
A atriz Ildi Silva mostra alguns exercícios abdominais 
Durante o período de isolamento social, recomendado para frear o avanço do novo coronavírus, é importante não deixar de cuidar da saúde física e mental e manter as atividades físicas, mesmo em casa. Para ajudar, o EXTRA está resgatando matérias antigas com dicas de exercícios. Numa reportagem de 2003, a atriz Ildi Silva, então com 20 anos,ensinou alguns abdominais para quem quer manter a boa forma mesmo em casa.— Como tudo, sem paranoias! — contou ela. Antes de começar uma atividade, fale com um profissional sobre suas condições físicas.
EXTRA

O advogado Frederick Wassef deixou a defesa de Flávio Bolsonaro 18/06/2020

BRASÍLIA – Desde que Fabrício Queiroz foi preso em uma casa que pertence ao advogado Frederick Wassef, na última quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro e seu entorno têm “pisado em ovos” para não melindrar o agora ex-defensor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). No Palácio do Planalto, Wassef é tratado como um “homem-bomba”, que exige toda a cautela.

O presidente e sua família temem uma eventual reação destemperada do advogado diante de um rompimento brusco. A cúpula do Planalto mantém no radar a possibilidade da prisão de Wassef caso sejam identificados indícios de crime na sua relação com Queiroz, ex-policial militar do Rio que atuou como assessor parlamentar de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e é amigo de longa data do presidente.

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O texto, votado em sessão remota, foi aprovado por 67 votos a 8 no primeiro turno e por 64 votos a 7 no segundo turno

Senado aprovou, na noite desta terça-feira, 23, em segundo turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC nº 18/2020) que adia as eleições municipais de outubro para novembro por causa da pandemia da Covid-19. O primeiro turno, que estava marcado para 4 de outubro em todos os municípios brasileiros, será realizado no dia 15 de novembro. Já o segundo foi adiado de 25 de outubro para o dia 29 de novembro. Ou seja, se a PEC for aprovada, o primeiro turno da eleição vai ser prorrogado por 42 dias.

                                                          

O texto, votado em sessão remota, foi aprovado por 67 votos a 8 no primeiro turno e por 64 votos a 7 no segundo turno. Agora, segue para a Câmara dos Deputados, onde há uma resistência maior à medida.

A proposta pode sofrer alteração e fixar outra data para a eleição. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sugere um período entre 15 de novembro e 20 de dezembro. O líder do PDT no Senado e relator da PEC, Weverton Rocha (MA), prometeu costurar um texto em acordo com senadores e deputados federais, já que a proposta ainda depende de aval da Câmara.Com a previsão das eleições ainda para este ano, fica garantido o período dos atuais mandatos. A data da posse dos eleitos também permanece inalterada. Prefeito, vice-prefeito e vereadores têm mandato de quatro anos e tomam posse em 1º de janeiro. A proposta torna sem efeito — somente para as eleições municipais deste ano — o artigo 16 da Constituição, segundo o qual qualquer lei que alterar o processo eleitoral só se aplicará à eleição que ocorrer após um ano de sua vigência.

Situação sanitária

Weverton ainda optou por autorizar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a promover os ajustes no cronograma eleitoral de acordo com a situação sanitária de cada município. A decisão se aplica, inclusive, ao estabelecimento de novas datas para o pleito, até o prazo limite de 27 de dezembro.Isso inclui também o atendimento às sugestões de alguns senadores, como a do voto facultativo aos eleitores com mais de 60 anos, considerados integrantes do grupo de risco da Covid-19, e a de ampliação dos horários de votação com a fixação de locais específicos como forma de reduzir a aglomeração de pessoas. Já quando se tratar de um estado, no caso de as condições sanitárias não permitirem a realização das eleições nas datas previstas, a definição de novo dia para o pleito caberá ao Congresso Nacional, por provocação do Tribunal Superior Eleitoral, instruída com manifestação da autoridade sanitária nacional e após parecer da Comissão Mista da Covid-19.

Convenções e campanhas

O texto estabelece o dia 11 de agosto para proibir as emissoras de transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato. A PEC define também o período entre 31 de agosto e 16 de setembro para a realização das convenções para escolha dos candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações.Até 26 de setembro, partidos e coligações devem solicitar à Justiça Eleitoral o registro de seus candidatos. Após esta data, inicia-se a propaganda eleitoral, inclusive na internet. A Justiça Eleitoral convocará os partidos e a representação das emissoras de rádio e de televisão para elaborarem plano de mídia.Partidos políticos, coligações e candidatos devem, obrigatoriamente, divulgar o relatório discriminando das transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados em 27 de outubro.Vai até 15 de dezembro o prazo para o encaminhamento à Justiça Eleitoral do conjunto das prestações de contas de campanha dos candidatos e dos partidos políticos e comitês, relativos ao primeiro e, onde houver, ao segundo turno das eleições. A diplomação dos candidatos eleitos ocorrerá em todo o país até o dia 18 de dezembro.

PEC

Por acordo de líderes, os dois turnos da proposta de alteração do calendário eleitoral foram votados na mesma sessão. Na tramitação normal de uma PEC, o intervalo entre as votações é de, no mínimo, cinco dias. A matéria também passará por dois turnos na Câmara. O relatório do senador Weverton reuniu três propostas numa só: a PEC 18/2020, do senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP); a PEC 22/2020, de José Maranhão (MDB-PB); e a PEC 23/2020, da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES).

* Com informações da Agência Senado

O assunto estava sendo abordado com cautela pela entidade, mas a prisão de Fabrício Queiroz fez com que o tema fosse acelerado

Jair Bolsonaro – Foto: Alan Santos/PR

O trágico cenário atual do país fez com que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acelerasse os trâmites para a elaboração de um pedido de impeachment de Jair Bolsonaro, de acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. A entidade já havia aberto um procedimento na Comissão de Estudos Constitucionais, composta por juristas como Sepúlveda Pertence, para estudar a possibilidade. O assunto estava sendo abordado com certa cautela. Contudo, a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, em uma propriedade pertencente ao advogado da família do presidente, fez com que o tema ganhasse prioridade. A situação do governo Bolsonaro hoje é vista por diretores da OAB como “fundo do poço”. Eles observam, agora, fatos concretos e contundentes para embasar um pedido de impeachment. A entidade se prepara para ouvir as 27 seccionais, num sistema de consulta que também foi adotado quando a OAB decidiu apresentar pedido de impeachment contra o então presidente Michel Temer, em 2017. A decisão caberá ao plenário do Conselho Federal, formado por 81 integrantes de cada estado e o Distrito Federal, que são eleitos, de forma direta, em cada unidade da federação.

Agosto

A conclusão do caso deve acontecer somente em agosto, quando o conselho pode voltar a se reunir de forma presencial, caso a pandemia do coronavírus esteja controlada. Um pedido de afastamento de Bolsonaro feito pela OAB tem peso, pois a entidade esteve à frente do processo de impeachment de Fernando Collor de Mello na década de 1990.

 

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A partir de segunda-feira(22) igrejas e templos religiosos de Fernando de Noronha poderão reabrir as portas e realizar celebrações com 30% de sua capacidade na acomodação. No entanto, será necessário seguir um protocolo com uma série de medidas preventivas para conter o avanço da Covid-19 estabelecido pelo Governo do Estado. Para o retorno das atividades, alguns espaços religiosos da Ilha já iniciaram as devidas mudanças e outros ainda estão definindo como vai ser feito. As atividades religiosas na ilha estavam suspensas desde o início da pandemia, quando ficou proibido qualquer tipo de aglomeração com mais de 10 pessoas. “Esse era um anseio grande da população de Noronha, que esperou pacientemente para que pudesse retomar as suas celebrações religiosas, tão importantes nesse momento tão difícil para todos, com  as incertezas geradas pela pandemia, que trouxe consequências para a saúde e a economia em todo o país”, comenta o Administrador da Ilha, Guilherme Rocha.

A Assembleia de Deus, localizada no bairro Floresta Nova, é um dos espaços que já estavam organizando a retomada antes mesmo do anúncio da liberação e se estruturou para voltar às atividades.  “Lutamos para que acontecesse essa reabertura e, junto com os fiéis da igreja, organizamos tudo de acordo com o protocolo. Já demarcamos os lugares, respeitando o distanciamento correto entre os participantes. Disponibilizaremos álcool em gel na entrada e dentro da igreja, faremos a medição da temperatura das pessoas logo na entrada, após a celebração iremos desinfetar o local e várias outras medidas estão sendo tomadas”, afirma o pastor Daniel Silva.

 Na Vila do Trinta, a igreja Batista iniciará os cultos na terça-feira (23) e, segundo o pastor Eliezer de Melo, as devidas solicitações estão sendo estudadas. “Foi passado para nós todos os protocolos e estamos cuidadosamente analisando tudo ponto a ponto para botar em prática. Fizemos algumas reuniões para deixar as pessoas cientes dessas novas regras” disse Eliezer. A igreja Adventista do Sétimo Dia ainda não tem previsão de reabertura e está estudando as possibilidades para se adequar às novas normas. O centro espírita Peregrinos de Ismael abrirá na segunda-feira para fazer uma reunião com a equipe local para planejar a retomada das atividades. A igreja Presbiteriana vai reabrir na quarta-feira (24), e segundo o pastor Daniel Lyra, a expectativa é grande para o recomeço. “Durante esse tempo transmitimos nossas pregações online e no momento estamos trabalhando para cumprir todas as normas que foram estabelecidas pela administração”, afirma o pastor. Já a igreja católica iniciará suas atividades no sábado (27) e o abraço da paz está suspenso até que tudo seja normalizado.

Confira as medidas para a retomada das cerimônias religiosas:

Medidas de proteção:

 1. O uso da máscara é obrigatório durante todo o período que estiverem fora de suas residências, mantendo seu uso durante as celebrações;

2. Os templos devem disponibilizar acesso fácil a pias providas com água corrente, sabonete líquido e toalhas descartáveis, sempre que possível;

3. Os templos devem disponibilizar álcool 70% em todos os acessos;

4. Grupos de risco (idosos maiores de 60 anos, gestantes e pessoas com comorbidades) devem permanecer em casa e acompanhar as celebrações por meios de comunicação como rádio, televisão, internet, entre outros recursos;

5. Crianças menores de 10 anos devem permanecer em casa, mesmo que existam espaços destinados à recreação, como espaço kids, brinquedotecas e similares, uma vez que esses devem permanecer fechados;

6. Nas congregações que celebram a ceia, com partilha de pão e vinho, ou celebração de comunhão, os líderes religiosos e o público devem higienizar as mãos antes de realizar a partilha. As pessoas devem respeitar o distanciamento aconselhado, e a comunhão será dada nas mãos, com a devida reverência;

7. O método de ofertório deve ser revisto de forma a não haver contato físico entre as pessoas;

8. Fica proibido o compartilhamento de materiais como bíblia, revista, rosário, jornais, entre outros. O uso desses deve ser individual;

9. Dispensadores de água benta ou outro elemento de consagração de uso coletivo devem ser bloqueados;

10. Após as celebrações, o local deve ser rigorosamente desinfetado principalmente, os mais tocados, como os bancos, maçanetas de portas, microfones entre outros;

11. A limpeza e desinfecção dos sanitários devem ser intensificadas;

12. Os dispensadores de água dos bebedouros que exigem aproximação da boca com o ponto de saída da água devem ser bloqueados;

13. Todos os ambientes devem ser mantidos preferencialmente abertos, arejados e ventilados, de forma natural.

Medidas de distanciamento social:

1. As celebrações serão limitadas, no que se refere ao número de participantes, a 30% da sua capacidade de acomodação, podendo chegar, no máximo, a 50 pessoas. Nos templos com capacidade de acomodação maior ou igual a 1.000 pessoas, as celebrações devem ser realizadas com, no máximo, 300 participantes. Dentre os participantes estão o celebrante, os apoiadores, os colaboradores e o público em geral;

2. A distância mínima de segurança entre os participantes deve ser de 1,5m, excetuando-se os participantes do mesmo grupo familiar que residam juntos;

3. O intervalo entre as celebrações deve ser de, no mínimo, 3 horas, tanto para evitar aglomeração, quanto para garantir uma efetiva limpeza/desinfecção do ambiente;

4. Preferencialmente, devem ser disponibilizados cadeiras e bancos de uso individualizado, em quantidade compatível com o número máximo de participantes autorizados para o local;

5. Bancos de uso coletivo devem ser reorganizados e demarcados de forma a garantir que as pessoas se acomodem nos locais indicados e mantenham o afastamento recomendado;

6. Deve ser realizado o controle do fluxo de entrada e saída de pessoas, e na hipótese de formação de filas, deve haver demarcação para manter o distanciamento mínimo de 1,5 metros entre as pessoas;

7. Sempre que possível, as portas de entrada devem ser distintas das de saída, havendo sinalização de sentido único, de modo a evitar que as pessoas se cruzem;

8. Antes, durante e depois da realização das celebrações religiosas, devem ser evitadas práticas de aproximação entre as pessoas e outras formas de contato físico, como dar as mãos, beijos, abraços, apertos de mãos, entre outros;

9. Cartazes com orientações a respeito das medidas de prevenção e controle da COVID- 19, bem como das regras para o funcionamento dos templos religiosos devem ser fixados em pontos estratégicos e visíveis às pessoas, devendo haver, também, compartilhamento destas informações por meio eletrônico como redes sociais.

FOTO: Daniel Filho

O cronograma de pagamento para os beneficiários que não fazem parte do programa social é diferente

Centralização dos pagamentos na Caixa Econômica provocou filas e atrasos – AFP/Mauro Pimentel

Os beneficiários do Bolsa Família, cujo Número de Identificação Social (NIS) termina com o dígito 4, já podem sacar a 3º parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a partir desta segunda-feira (22).  Aqueles que possuem NIS com final 1, 2 e 3 já tiveram a terceira parcela liberada em datas anteriores. Dos próximos dias até 30 de junho, poderão sacar a renda mínima aqueles que têm o NIS terminado entre 5 e 9, além de 0. A primeira parcela foi paga entre os dias 16 e 30 de abril, e a segunda, entre 18 e 29 de maio. 

Confira o calendário dos próximos pagamentos

NIS 4: 22 de junho (seg)
NIS 5: 23 de junho (ter)
NIS 6: 24 de junho (qua)
NIS 7: 25 de junho (qui)
NIS 8: 26 de junho (sex)
NIS 9: 29 de junho (seg)
NIS 0: 30 de junho (ter)

Esse calendário é exclusivo para quem está dentro do programa Bolsa Família. Os beneficiários poderão sacar o valor por meio do cartão do Programa Bolsa Família, Cartão Cidadão ou por crédito em conta da Caixa. De outro modo, cerca de 4,9 milhões de beneficiários que estavam à espera da primeira parcela do auxílio emergencial poderão sacar os recursos a partir de 6 de julho. As movimentações digitais dos valores poderão ser feitas a partir de terça-feira (16), através do aplicativo Caixa Tem, para os nascidos entre janeiro e junho, e na quarta-feira (17), para quem nasceu entre julho e dezembro.

O saque em espécie segue o calendário escalonado por mês de aniversário. Quem nasceu em janeiro poderá acessar o dinheiro no dia 6 de julho e, na sequência, até 18 de julho (com exceção do dia 12, um domingo), será a vez dos beneficiários que fazem aniversário nos meses seguintes poderem acessar o auxílio. Segundo a Caixa, esta nova leva de pagamentos totalizará R$ 3,2 bilhões. Ao todo, foram analisados 8,9 milhões de pedidos de inclusão na lista de beneficiários do auxílio emergencial. Cerca de 8,3 milhões trabalhadores que já receberam a primeira parcela do auxílio, em maio, ainda aguardam a liberação da segunda. Eles também esperam que a Caixa libere, em breve, as datas de seus pagamentos. Outra novidade recente é que agora a lista das pessoas que receberam o auxílio emergencial está pública. A Controladoria-Geral da União e o Ministério da Cidadania disponibilizaram a relação completa dos beneficiários, com filtros por estados, municípios e os valores recebidos. No Portal da Transparência, pode-se buscar quem recebeu o benefício de R$ 600 por nome, CPF ou pelo Número de Identificação Social. A consulta é formada pelos três grupos que estão previstos o recebimento do auxílio: beneficiários do programa Bolsa Família, inscritos no Cadastro Único e os não inscritos nesse cadastro.

Edição: Leandro Melito

 

O ministro Gilmar Mendes, em sessão no Supremo Tribunal Federal. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)

O MINISTRO GILMAR MENDES, EM SESSÃO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. (FOTO: CARLOS MOURA/SCO/STF)

A portaria 545 foi a última assinada por Weintraub, antes de deixar o ministério da Educação. O relator do caso é o ministro Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, deu 48 horas para que a Advocacia-Geral da União apresente informações sobre a portaria que revoga o estímulo a ações afirmativas em cursos de pós-graduação. A portaria foi assinada na quinta-feira 18, pouco antes de Abraham Weintraub anunciar a sua demissão da pasta. “Intime-se com urgência o Advogado-Geral da União, via WhatsApp, sobre o objeto da presente arguição, para que preste informações em 48 horas. Após o decurso do prazo, voltem os autos conclusos para exame da medida liminar pleiteada”, determinou Mendes.  O ministro é o relator de ações de três partidos, que acionaram o STF na semana passada para tentar suspender a revogação das medidas de incentivo ao acesso à pós-graduação. A portaria 545, assinada por Weintraub, invalida uma outra do Ministério da Educação, a de número 13, de 2016, que falava sobre a necessidade de universidades e institutos federais criarem propostas de inclusão “de negros (pretos e pardos), indígenas e pessoas com deficiência em seus programas de pós-graduação (Mestrado, Mestrado Profissional e Doutorado), como Políticas de Ações Afirmativas”, e informar ao MEC. Já o ministério ficaria incumbido de criar  um grupo de trabalho para monitorar as ações. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) faria censos para mensurar a entrada de estudantes desses grupos na pós-graduação.

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