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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: julho 2020

Paolla Oliveira (Foto: Reprodução / Instagram)

Paolla Oliveira 

Uma das atrizes mais bonitas – e talentosas – da televisão, Paolla Oliveira já sofreu por não se adequar aos padrões. Hoje, em paz com o que vê no espelho, a atriz de 37 anos conta ter encontrado uma rotina de cuidados com a beleza e a alimentação sem neuras. “Criei uma rotina de malhação”, diz a Vivi Guedes da novela A Dona do Pedaço, que nos dias em que não faz musculação corre ou pratica ioga.

Dona de uma pele-bem cuidada, ela adora lasers e cuida também da alimentação. “Aprendi a me entender. Cada corpo é um corpo”, ensina ela, que não  abre mão de comer o que gosta de vez em quando e conta também com dermatologista e nutricionista. “É um privilégio a gente poder ter profissionais que te ajudem”, diz.

O que você faz para a pele?
Adoro uns lasers, faço radiofrequências. Todo dia  a gente está focada em fazer uma coisa diferente (risos).

Treina todo dia?
Malho todo dia, criei uma rotina de malhação. Quando eu não malho com o Marcão, que é meu personal há dez anos e com quem eu faço musculação, eu malho com outro personal. Eu tenho, inclusive, substitutos, para que eu não deixe de malhar (risos).

Como faz quando não consegue treinar?
Quando eu estou fora, eu corro, vou na ioga. Aí, você fala assim: ‘ah, mas todo mundo tem que fazer isso?’ Não. As pessoas têm que achar a forma delas para se sentirem bem. Mas a malhação, para mim, virou não só o corpo, virou a mente, porque eu me desestresso. O meu corpo sente falta, já. Talvez porque eu tenha malhado uma vida toda, eu fico com dor.

Mesmo?
Eu me sinto mais disposta quando eu malho. E não é só a malhação lá do Marcão, mas é fazer qualquer atividade física. Danço. É estar em movimento. Eu acho que isso faz bem para a gente, em mundo onde a gente sabe que é tão fácil da gente ficar sedentário, né. Ficar assistindo filme, ficar assistindo série, uma delícia ficar lá. E mexendo no telefone. E ficar sem fazer nada. É, dar uma enrolada, rapidinho passam seis horas e você não vê. Só mexendo. E que está tudo certo. Mas eu falo por mim, eu só posso falar por mim.

Como é sua relação com a comida?
Não sei se é o brasileiro, mas basicamente, pessoas. A gente se relaciona com comida, né? (risos) A gente comemora comendo e bebendo, a gente fica triste comendo e bebendo, é  almoço em família, jantar romântico. Não deixei de fazer nada disso, mas tirei um pouco da ansiedade que tinha em cima disso. E aprendi a comer, também, no dia a dia.

De que forma?

 

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Auxílio emergencial de R$ 600.

Para ganhar tempo até o desenho de uma nova política para os programas sociais do governo, uma das opções do ministro da Economia, Paulo Guedes, é dar mais uma parcela do auxílio emergencial de R$ 600, mas com o valor dividido ao longo de três meses.

O governo desistiu de fracionar o pagamento das duas parcelas adicionais do auxílio emergencial nos meses de agosto e setembro. Os mais de 65 milhões de beneficiários do programa de renda criado durante a pandemia de covid-19 receberão mais dois pagamentos integrais de R$ 600 conforme calendário divulgado pelo Ministério da Cidadania nesta sexta-feira (17). No anúncio da prorrogação do auxílio por dois meses – para além das três parcelas pagas entre maio e julho -, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a cogitar o fracionamento dos pagamentos em até quatro partes, para criar uma impressão de duração maior da medida. Na ocasião, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a continuidade dos pagamentos integrais de R$ 600 em agosto e setembro. De acordo com o calendário publicado hoje, os beneficiários continuarão recebendo os valores primeiro em contas digitais para só depois conseguirem casar os recursos conforme um cronograma estabelecido pela Caixa Econômica Federal – evitando aglomerações nas agências. A maioria dos beneficiários só conseguirá sacar o dinheiro de setembro em outubro, mas poderá fazer pagamentos e transferências antes disso por meio da conta digital. Quem já recebeu as três primeiras parcelas terá o quarto pagamento emergencial de R$ 600 depositado entre os dias 22 de julho (para os nascidos em janeiro) e 26 de agosto (para os nascidos em dezembro). Já o calendário de saques começa em 25 de julho e vai até 17 de setembro. Já o quinto pagamento de R$ 600 começará a ser depositado em 28 de agosto, em um calendário que vai até 30 de setembro. Os saques da última parcela do auxílio emergencial vão de 19 de setembro a 29 de outubro.

Os beneficiários que só conseguiram acessar o auxílio emergencial mais tarde terão direito às mesmas cinco parcelas, em um calendário estendido que vai até meados de dezembro.

Veja como ficou o calendário da prorrogação do auxílio emergencial:

Depósito do 4º pagamento (para quem já recebeu três parcelas)

Nascidos em janeiro: depósito em 22/07 e saque em 25/07

Nascidos em fevereiro: depósito em 24/07 e saque em 01/08

Nascidos em março: depósito em 29/07 e saque também em 01/08

Nascidos em abril: depósito em 31/07 e saque em 08/08

Nascidos em maio: depósito em 05/08 e saque em 13/08

Nascidos em junho: depósito em 07/08 e saque em 22/08

Nascidos em julho: depósito em 12/08 e saque em 27/08

Nascidos em agosto: depósito em 14/08 e saque em 01/09

Nascidos em setembro: depósito em 17/08 e saque em 05/09

Nascidos em outubro: depósito em 19/08 e saque em 12/09

Nascidos em novembro: depósito em 21/08 e saque também em 12/09

Nascidos em dezembro: depósito em 26/08 e saque em 17/09

Depósito do 5º pagamento (para quem já recebeu três parcelas)

Nascidos em janeiro: depósito em 28/08 e saque em 19/09

Nascidos em fevereiro: depósito em 02/09 e saque em 22/09

Nascidos em março: depósito em 04/09 e saque em 29/09

Nascidos em abril: depósito em 09/09 e saque em 01/10

Nascidos em maio: depósito em 11/09 e saque em 03/10

Nascidos em junho: depósito em 16/09 e saque em 06/10

Nascidos em julho: depósito em 18/09 e saque em 08/10

Nascidos em agosto: depósito em 23/09 e saque em 13/10

Nascidos em setembro: depósito em 25/09 e saque em 15/10

Nascidos em outubro: depósito em 28/09 e saque em 20/10

Nascidos em novembro: depósito também em 28/09 e saque em 22/10

Nascidos em dezembro : depósito em 30/09 e saque em 27/10

Crédito: Reprodução/Instagram

A apresentadora Ana Hickmann estava com planos de ter o seu segundo filho neste ano. No entanto, em bate-papo com Thais Fersoza no canal da atriz no YouTube, ela revelou que por conta do novo coronavírus, resolveu adiar esses planos: “Eu e Alê (Alexandre Correa, seu marido) tivemos uma conversa e decidimos esperar um pouco por conta de tudo o que está acontecendo. Hoje eu tenho a certeza de que minha família está bem, que eu estou bem. Mas a gente sabe que corre riscos todos os dias”. “Como a gente não sabe ainda o que pode acontecer com quem for acometido pela Covid-19, eu tenho medo de engravidar hoje. Se por acaso acontecer isso comigo, o que pode ter como consequência depois? Posso estar falando uma grande bobagem, mas tenho esse medo. Uma coisa é você ter descoberto (uma gravidez) antes de tudo isso acontecer. Outra é acontecer agora. Já tenho 39 anos. O relógio biológico conta contra a gente”, continuou.

“Porém, fico pensando: “Será que essa vontade agora não seria um pouco de egoísmo por colocar em risco uma vidinha que depende de mim e que poderia sofrer consequências no futuro?”. Por exemplo, o zika vírus. Ninguém sabia que poderia ter consequências para o bebê (…) Parei para pensar e falei: ‘Alê, a gente pode querer muito, mas será que não é mais seguro só esperar um pouquinho?’. Filho a gente pode ter de barriga ou não. A gente é muito tranquilo em relação a isso”, completou.

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Crédito: GABRIEL REIS
“Infelizmente, a educação no Brasil vai entrar em colapso e muitas crianças não terão para onde ir” 

Uma crise econômica sem precedentes. É assim que especialistas descrevem o atual momento dos micro, pequenos e médios negócios brasileiros. O mês de junho registrou um aumento de 71,3% no número de falências decretadas, em comparação com o mesmo período em 2019, conforme levantamento da Boa Vista SCPC. Economistas afirmam que o pior está por vir. A expectativa para a recuperação gira em torno de dois anos. Para minimizar a falta de crédito aos pequenos negócios, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) organizou uma ação de auxílio por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas de Pequeno Porte (Pronampe), na última segunda-feira, 13, registrando pedidos que somaram cerca de R$ 500 milhões em apenas um dia, valor próximo da metade do limite do crédito disponível, de R$ 1,195 bilhão. “Muitos pedidos de empréstimos não são concedidos. Os bancos estão receosos de as empresas não poderem garantir a devolução dos valores emprestados no futuro”, afirma Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo. O volume dos pedidos de empréstimos cresceu 44,6% no mês passado.

Caos e incerteza

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Entre padres, há uma preocupação com os ataques sofridos por religiosos que criticam Bolsonaro – Foto: CNBB

Os primeiros 18 meses de governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) serviram para esfriar os bastidores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que, em maio de 2019, teve um ápice de tensão, com a disputa entre conservadores e progressistas pela presidência da entidade, que terminou com a eleição de Dom Walmor Oliveira de Azevedo, de Minas Gerais, mais alinhado com setores à esquerda da igreja. Passados 14 meses da eleição na CNBB, a ala progressista ganhou força diante das notícias ruins produzidas pelo governo e bispos articulam internamente uma frente para que a entidade tenha “influência” no debate contra o governo de Bolsonaro. Dois bispos escutados pela reportagem do Brasil de Fato confirmaram a existência da aliança e disseram que o avanço desse acordo não encontra resistência entre os religiosos.

Isso porque a ala conservadora, liderada por Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro – que tem ligação com o presidente e chegou a fazer campanha por ele nas eleições de 2018 –, está “tímida” com “os despropósitos das medidas de Bolsonaro, que atacam os povos mais pobres, indígenas e quilombolas”.

De acordo com os bispos, essa movimentação não está restrita à CNBB, mas tem encontrado eco em paróquias e igrejas pelo país, onde padres reclamam de perseguição política, por conta das críticas feitas ao governo de Bolsonaro nas missas ou em conversas com fiéis.

Há um debate corrente entre os bispos sobre a baixa interferência da CNBB no debate político. Isso seria, de acordo com os líderes religiosos, resultado da insistência da entidade em divulgar “apenas notas” sobre os temas nacionais. A ideia seria, portanto, que os religiosos sejam mais propositivos e atuantes.

“A voz da CNBB, apesar de ser uma voz importante, perdeu força ao longo tempo, não é tem sido tão reconhecida midiaticamente. A CNBB não está influente”, lamentou um dos bispos escutados pelo Brasil de Fato.

Perseguição

No último dia 9 de julho, um grupo de 300 religiosos ligados à Igreja Católica, entre eles alguns bispos, deram uma rápida resposta aos críticos do padre Edson Adélio, de Artur Nogueira, município no interior de São Paulo, que foi perseguido após criticar o presidente em uma missa.

Continue sendo essa voz que denuncia tudo o que diminui ou mata a vida de nosso povo.

“Nós nos alegramos com sua voz profética que se levanta para denunciar todo esse projeto de morte que vem sendo implantado! Saiba que você não está sozinho. Conte sempre conosco e com nossa solidariedade. E agradecemos ao bom Deus que não deixa morrer a profecia. Continua a suscitar homens de coragem e de compromisso. Continue sendo essa voz que denuncia tudo o que diminui ou mata a vida de nosso povo”, afirmam os religiosos, através da organização “Padres da Caminhada.”

Durante a missa do dia 7 de junho, Adélio disse aos fiéis que esse “governo não presta”, que “Bolsonaro não vale nada e quem votou nele deveria se confessar e pedir perdão pelo pecado que cometeu, elegeu um bandido”. O vídeo com a mensagem do religioso foi publicado na internet e ele passou a ser perseguido. O Brasil de Fato conversou com o padre, que pediu para não ser entrevistado, pois ainda enfrenta um clima hostil.

Fora, Bolsonaro

No último domingo (12), durante o debate inter-religioso “Fora Bolsonaro e o desgoverno federal”, Dom Vicente Ferreira, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), que integra a Comissão Especial para a Ecologia Integral e Mineração da CNBB, atacou o presidente.

Não posso compactuar com a morte

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Mari Gonzalez deixou os seus seguidores de queixo caído ao compartilhar um clique deslumbrante
Mari Gonzalez recebe chuva de elogios ao compartilhar clique 

Mari Gonzalez atualizou o significado de beleza!

Nesta terça-feira, 14, a influencer compartilhou dois cliques seus onde aparece deslumbrante. Para a ocasião, a ex-bbb escolheu um look casual: uma blusa de moletom; mas abusou da maquiagem para chamar a atenção, escolhendo uma sombra rosa.

“Foto da foto”, escreveu ela na legenda da publicação.

caras

Marina Elali divulgou a pequena Luna brincando com um piano
Cantora de sucesso filmou a filha de 1 aninho 

Como diz o velho e bom ditado popular, filho de peixe, peixinho é!

Conhecida por seu belo timbre musical, a cantora Marina Elali recentemente encantou os fãs ao mostrar a filha Luna ao lado de um instrumento musical. No Instagram, a intérprete de várias trilhas sonoras de novelas da Globo clicou a herdeira de 1 aninho de vida brincando com um piano de mentirinha. Toda fofa, a garotinha apertou algumas teclas e mostrou interesse belo objeto, reforçando a ideia de que poderá seguir os passos artísticos da mãe famosa. “Agora, pronto!”, legendou a famosa na postagem, mostrando bom humor ao filmar a menina bem entretida com o brinquedo que tocava música.

FÃS APROVARAM

Os seguidores de Marina Elali encheram o perfil dela de comentários fofos e carinhosos sobre a pequena Luna. “Linda e fofa. Puxou o super talento dessa mãe brilhante!”, comentou um deles.

Veja a foto!

Cantora filmou a herdeira!

Para epidemiologista da USP, o número de novas infecções pode quadruplicar em 15 dias 

O professor de epidemiologia da Faculdade de Medicina da USP, Eduardo Massad, calculou que a retomada das aulas em agosto pode aumentar o número de casos de Covid-19 em crianças e elevar muito a mortalidade. Segundo ele, o número de novas infecções pode quadruplicar em 15 dias.

“Nós temos no Brasil 500 mil crianças portadoras do vírus circulando por aí. Se você abrir, agora no começo de agosto, mesmo usando máscara e respeitando os dois metros de distância, só no primeiro dia de aula já vamos ter 1700 novas infecções, com 38 óbitos. Isso vai dobrar e vai quadruplicar depois de 15 dias. Abrir as escolas agora e genocídio”, afirma. Pelos cálculos do epidemiologista, o número de mortes de crianças abaixo de 5 anos até agora foi de pouco mais de 300, pode chegar a 17 mil até o final do ano com o retorno das aulas presenciais. Já a pesquisadora da Universidade de Oxford, na Inglaterra, Beatriz Kira, lembra que o impacto das escolas fechadas tem sido maior para estudantes de renda mais baixa, e que é preciso colocar em prática políticas públicas que ajudem a reduzir as desigualdades do ensino à distância. “O fechamento das escolas afeta desproporcionalmente alunos que não têm acesso a materiais e alternativas de ensino. Não estou dizendo que tem que abrir ou fechar, mas há várias questões que os formuladores de políticas públicas devem levar em consideração na hora de tomar essas decisões difíceis”.

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Cezar Britto pede que o processo de impeachment de Bolsonaro seja pautado imediatamente – Reprodução/OAB-DF

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é alvo de ao menos 50 pedidos de impeachment prontos a serem colocados em plenário na Câmara dos Deputados, segundo a Secretaria-Geral da Casa.

O andamento depende de decisão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que indicou que não pautará nenhum dos processos até que a epidemia por coronavírus se arrefece. Um deles, protocolado no último dia 14, reúne mais de 1 mil assinaturas de movimentos sociais, intelectuais e artistas.

Bolsonaro é acusado por crimes de responsabilidade, como ataques repetidos a populações vulneráveis, ao meio ambiente, descaso no combate à covid-19 e tentativas de romper a harmonia entre os três poderes. Para se safar do afastamento, o presidente passou a distribuir cargos do governo a pessoas ligadas a partidos do “Centrão”, que reúnem 221 dos 513 deputados federais. Com o agrado, Bolsonaro tenta inviabilizar uma eventual aprovação de um impeachment, que depende de ao menos 342 votos na Câmara. A prática foi, inclusive, denunciada pelo senador Major Olímpio (PSL-SP), ex-aliado do presidente. Segundo ele, Bolsonaro “compra partidos” para se livrar do processo. As acusações, os ritos e as possibilidades foram tema de entrevista do Brasil de Fato com o advogado Cezar Britto, ex-presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, membro da Executiva da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) e um dos signatários de um pedido de impeachment de Bolsonaro. Veja a seguir:

Brasil de Fato: Por que Jair Bolsonaro deve sofrer impeachment?

Cezar Britto: Porque ele tem cometido reiterados crimes de responsabilidade, crimes também na área de segurança, contra a democracia, a saúde pública, grupos vulneráveis. Crimes contra a segurança do Brasil. Quando um governante que tem os poderes presidenciais concedidos pela Constituição comete esses atentados, mantê-lo no poder é um risco para o Brasil e para as pessoas que nele habitam. Por isso a importância do impeachment.

BdF: Dentre esse rol de crimes que o senhor citou, existe algum que tenha mais gravidade, um peso maior?

CB: Todos os crimes de responsabilidade têm o mesmo peso constitucional. Nós fizemos uma reunião com os movimentos sociais e alinhamos vários desses crimes – por exemplo, os ataques reiterados ao meio ambiente, a liberação do Brasil para a grilagem, o ataque aos povos indígenas, às comunidades quilombolas, negras, LGBT, o atentado à segurança da imagem do Brasil no cenário internacional e os prejuízos econômicos que isso tem causado, os ataques à liberdade de expressão, ataques à cultura.

Todos eles, individualmente, são graves. Quando somados, ficam gravíssimos. Aí o porquê da propositura de uma ação que possa, de fato e de direito, inibir o presidente da República de prosseguir cometendo esses atentados.

BdF: Bolsonaro assume essas práticas desde o início do mandato. A pandemia parece ter agravado os crimes que ele já vinha cometendo e também abriu brecha para que ele cometa novos. É isso? A covid tornou o impeachment ainda mais urgente?

CB: O Bolsonaro nunca negou o desapreço que ele tem para com as pessoas e para com a democracia.

Não é só apenas a figura retórica do cabo e soldado fechando o Supremo, mas, de fato, estimulando que isso acontecesse, estimulando os atos públicos que pregavam o fim da democracia, estimulando que as pessoas circulassem em plena pandemia mundial sem máscaras, dando ele próprio o exemplo. Nós não estamos no campo da ameaça ou da bravata, nós estamos no campo de uma realidade comprovada. Por isso que é preciso, até por sobrevivência pessoal e institucional, que se efetive o afastamento.

BdF: O que configura um crime de responsabilidade? Qual é a característica própria desse tipo de crime?

CB: A Constituição alinha vários tipos. A prática de uso da estrutura estatal para praticar crimes, o atentado aos poderes, à democracia, violação de princípios fundamentais, a não observância de leis. Todos esses elementos podem justificar o crime de responsabilidade. Ora, se tem você no Brasil o precedente da perda de mandato de uma presidente da República por pedaladas fiscais, que nunca tinham sido punidas ou consideradas como crimes e continuaram não sendo depois do afastamento, imagine quando o presidente atual comete crimes assumidos. É por isso que o crime de responsabilidade tem aspecto penal, aspecto administrativo, aspecto constitucional, mas também aspectos políticos, porque o impeachment é, também, decisão política.

BdF: Há, até o momento, 51 pedidos de impeachment protocolados. Existe algum, entre esses, que o senhor vê com mais chance de prosperar e por quê?

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O pastor Milton Ribeiro é o quatro ministro a liderar o MEC no governo Bolsonaro. Créditos: divulgação

O PASTOR MILTON RIBEIRO É O QUATRO MINISTRO A LIDERAR O MEC NO GOVERNO BOLSONARO.

O pastor Milton Ribeiro, que assumiu o MEC nesta quinta, também falou em diálogo com acadêmicos e educadores

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, tomou posse nesta quinta-feira 16 em uma cerimônia no Palácio do Planalto. No momento da nomeação, o ministro disse em abrir um grande diálogo com acadêmicos e educadores. “Queremos abrir um grande diálogo para ouvir acadêmicos e educadores que, como eu, estão entristecidos com o que vem acontecendo com a educação em nosso país, haja visto nossos referenciais e colocações no ranking do Pisa”, declarou.Ribeiro, que é pastor, ainda afirmou ter compromisso com o estado laico. “Conquanto tenho a formação religiosa, meu compromisso que assumo hoje está bem firmado e bem localizado em valores constitucionais da laicidade do Estado e do ensino público. Assim Deus me ajude”, disse  ” É Sr. Ministro, como todos precisam que DEUS ajude, como também é preciso jejum e oração, para trabalha com o presidente BOLSONAROO presidente Jair Bolsonaro, que acompanhou a nomeação por vídeo conferência, disse que “com toda certeza” o entendimento se fará em torno da gestão de Ribeiro, que é o quarto ministro a comandar o MEC em pouco mais de um ano e meio de seu governo.

“Existe, hoje em dia, uma gama enorme de excelentes e excepcionais professores em todos os níveis no Brasil. E, com toda a certeza, com a chegada de um ministro voltado para o diálogo, usando a sua experiência e querendo o melhor para as crianças, esse entendimento se fará presente”, declarou o presidente”.

Bolsonaro ainda disse que a transição da gestão será tranquila e pediu ao novo ministro que monte a nova equipe com o mesmo espírito.

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(Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)

(FOTO: JANE DE ARAÚJO/AGÊNCIA SENADO)

Dinheiro de portaria do Ministério da Saúde teria sido oferecido como emenda parlamentar para garantir apoio futuro ao governo, diz senador

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada nesta sexta-feira 17, Olímpio, um ex-aliado de Bolsonaro, disse que o dinheiro é proveniente de uma portaria do Ministério da Saúde que destina dinheiro para a compra de suprimentos no enfrentamento da pandemia, mas que parcelas de R$ 30 milhões e R$ 15 milhões foram distribuídas pelo fator político, e não de saúde pública, segundo sua interpretação. “Me ofereceram R$ 30 milhões. Dinheiro da covid-19”, disse Olímpio ao jornal. A verba seria paga por meio de emendas parlamentares e, por não ter sido oferecida a todos os senadores por critérios técnicos da situação de saúde de cada local, conta o senador, o valor teria como objetivo cravar apoio ao governo no Congresso Nacional em votações do futuro. “O parlamentar distribuiu o dinheiro para as bases dele. Ele não combinou com o vírus. Onde era necessário por o recurso? Onde está morrendo gente. […] Em vez disso, é a planilha do senador que vale.”, declarou o senador. Ao jornal, os senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Plínio Valério (PSDB-AM) confirmaram parte do relato do Major Olímpio. Valério disse que foi procurado pela assessoria da Presidência para destinar R$ 20 milhões a municípios de sua escolha, mas que não houve negociação explícita de apoio – apesar dele acreditar que o governo tira proveito da verba para “fazer uma média”.

Do Val, por sua vez, disse à reportagem que procurou o governo por conta própria ao ver a publicação da portaria do Ministério da Saúde do último dia 1º, pela qual foram liberados R$ 13,8 bilhões para a compra de insumos médicos, contratação de profissionais e outros serviços no combate à pandemia.

” É uma mente satânicas”

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A cantora apareceu nas redes sociais com um visual completamente diferente e encantou os seguidores
Wanessa Camargo surpreende web ao surgir com cabelo curto e preto: “Que mulher” 

No último domingo (12), Wanessa Camargo encantou a web ao surgir com um visual totalmente diferente.

A cantora apareceu com uma peruca preta e curtinha, estilo chanel, para divulgar seu documentário.”Cabelo chanel quer dizer que chegou a hora de falar sobre o CD Total! No documentário de amanhã, com o mesmo vestido que eu usava na turnê, vou relembrar essa era que foi especial na minha vida pessoal e também foi a minha despedida das músicas românticas“, escreveu ela no Instagram. Nos comentários, os fãs não pouparam elogios. “Que mulher“, disse um internauta. “Jurava que era seu cabelo natural“, comentou outra. Já uma terceira ressaltou: “Perfeita“.Wanessa Camargo amanheceu nesta terça-feira, 14, atualizando suas redes sociais com um clique cheio de amor que deixou os seguidores encantados.

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O ministro Felix Fischer, relator do caso de Fabrício Queiroz no Superior Tribunal de Justiça (STJ), rejeitou em junho a transferência para prisão domiciliar de uma idosa (66 anos) hipertensa, diabética e portadora de HIV que foi condenada por tráfico. Como lembra o Painel da Folha de S.Paulo, Fischer sustentou o argumento da juíza de primeira instância de que a idosa estava recebendo os cuidados adequados na prisão. O magistrado também citou a impossibilidade de saber se ela seguiria os protocolos de higiene em sua residência. Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e amigo de longa data de Jair Bolsonaro, recebeu o benefício da prisão domiciliar pelas mãos do presidente do STJ, João Otávio de Noronha.

CNN Brasil)

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em nota que respeita as Forças Armadas, mas não só ressaltou que não cabe a elas formular e executar políticas de saúde como também acrescentou que a política adotada no Ministério da Saúde “não tem se mostrado eficaz”. O texto é uma resposta às críticas que Gilmar recebeu por dizer que o Exército está se associando a um “genocídio”, em referências às mortes causadas pelo novo coronavírus. A declaração do ministro foi feita no sábado. Gilmar questionou o fato do Ministério da Saúde ser dirigido há quase dois meses por um general da ativa do Exército, Eduardo Pazuello, que levou para sua equipe mais de 20 militares. Na segunda-feira, o Ministério da Defesa classificou a declaração do ministro como “leviana” e disse que vai enviar uma representação contra Gilmar à Procuradoria-Geral da República (PGR). O vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, também repudiaram a declaração. Ambos são generais da reserva, assim como o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.Em sua nota, Gilmar Mendes disse que as Forças Armadas, “ainda que involuntariamente” estão sendo chamadas a cumprir uma missão “avessa ao seu importante papel enquanto instituição permanente de Estado”. O ministro disse não ter atingido a honra do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica e destacou que somente refutou “a decisão de se recrutarem militares para a formulação e execução de uma política de saúde que não tem se mostrado eficaz para evitar a morte de milhares de brasileiros”.No texto, o ministro ressalta que o Brasil já registrou mais de 72 mil mortes por causa da Covid-19 e que “a substituição de técnicos por militares nos postos-chave do Ministério da Saúde deixa de ser um apelo à excepcionalidade e extrapola a missão institucional das Forças Armadas”.

exame

Com isso, o calendário para a retirada em dinheiro para o grupo de 4,9 milhões (lote 3), que fez o cadastro entre 1º e 26 de maio, termina hoje.

Caixa conclui calendário de saque da primeira parcela para lote 3

Caixa conclui calendário de saque da primeira parcela para lote 3

A Caixa conclui nesta terça-feira (14) o saque da primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a 1,3 milhão de beneficiários nascidos em outubro, novembro e dezembro. Com isso, o calendário para a retirada em dinheiro para o grupo de 4,9 milhões (lote 3), que fez o cadastro entre 1º e 26 de maio, termina hoje, num total de R$ 3,2 bilhões.O saque para este grupo, que terminaria no dia 18, foi antecipado para finalizar nesta terça. Já no dia 18, começa um novo calendário de saque para o grupo de 40,4 milhões de beneficiários do lote 1 (terceira parcela), lote 2 (segunda parcela) e lote 4 (primeira parcela).Todos esses lotes de beneficiários já receberam o depósito em dinheiro na conta poupança social digital. O valor fica disponível apenas para o pagamento de contas, boletos e para a realização de compras por cartão de débito virtual ou QR Code.Já quem preferir sacar o dinheiro em espécie tem que seguir o calendário. Também é possível fazer transferências bancárias nesta data, para evitar aglomerações em agências bancárias.

Calendário para saque

Para beneficiários do lote 3 (primeira parcela):

Nascidos em janeiro: 6 de julho
Nascidos em fevereiro: 7 de julho
Nascidos em março: 8 de julho
Nascidos em abril: 9 de julho
Nascidos em maio: 10 de julho
Nascidos em junho: 11 de julho
Nascidos em julho: 13 de julho
Nascidos em agosto: 13 de julho
Nascidos em setembro: 13 de julho
Nascidos em outubro: 14 de julho
Nascidos em novembro: 14 de julho
Nascidos em dezembro: 14 de julho

Para beneficiários do 1º lote (terceira parcela), 2º lote (segunda parcela) e 4º lote (primeira parcela)

Sábado (18 de julho) – nascidos em janeiro (3,4 milhões)
Sábado (25 de julho) – nascidos em fevereiro (3,1 milhões)
Sábado (1º de agosto) – nascidos em março (3,5 milhões)
Sábado (8 de agosto) – nascidos em abril (3,4 milhões)
Sábado (15 de agosto) – nascidos em maio (3,5 milhões)
Sábado (29 de agosto) – nascidos em junho (3,4 milhões)
Terça-feira (1º de setembro) – nascidos em julho (3,4 milhões)
Terça-feira (8 de setembro) – nascidos em agosto (3,4 milhões)
Quinta-feira (10 de setembro) – nascidos em setembro (3,4 milhões)
Sábado (12 de setembro) – nascidos em outubro (3,4 milhões)
Terça-feira (15 de setembro) – nascidos em novembro (3,2 milhões)
Sábado (19 de setembro) – nascidos em dezembro (3,3 milhões)

Contestações

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Desde que entrou em isolamento após ser diagnosticado com covid-19, o presidente Jair Bolsonaro tem ido à frente do Palácio da Alvorada para tomar sol no fim da tarde. Bolsonaro anunciou que vai ser novamente testado para o coronavírus na 3ª feira (14.jul). Amanhã vou fazer novo teste PCR para saber se ainda estou com o vírus. A resposta deve sair em poucas horas. Aguardo com ansiedade o resultado porque não aguento essa rotina de ficar em casa. Estou me sentindo bem”, disse em entrevista à CNN Brasil. Nesta 2ª feira (13.jul.2020), o chefe do Executivo federal foi visto alimentando emas no gramado da residência oficial. Uma das aves não gostou da ideia e bicou o presidente. ” Nem a ema gostou do presidente situação caótica.”

O repórter fotográfico do Poder360Sérgio Lima, registrou a saída do presidente nesta tarde:

Em live exclusiva nas redes sociais de CARAS, Isabeli Fontana relembra momentos marcantes de sua carreira e fala sobre a vida na quarentena.

Em live exclusiva nas redes sociais de CARAS, Isabeli Fontana relembra momentos marcantes de sua carreira e fala sobre a vida na quarentena
Em live exclusiva com a CARAS Digital, Isabeli Fontana relembra momentos marcantes
de sua carreira e fala sobre a vida na quarentena
 

Durante uma live exclusiva com nas redes sociais de CARAS, a modelo internacional Isabeli Fontana contou um pouco sobre sua trajetória profissional, revisitando antigos perrengues e marcos de sua carreira. 

Isabeli iniciou sua carreira internacional em Paris, quando tinha apenas 15 anos de idade. ”Foi difícil, toda carreira no iniciozinho é um pouco complicada! Fiz várias coisas, conheci vários clientes. As coisas não aconteceram de um dia pro outro. Ouvi muitos nãos. Mas Paris pra mim sempre foi o lugar mais complicado, porque é a identidade da moda real, tudo começou em Paris… é muito difícil”, disse ela, deixando bem claro que o apoio de sua família foi essencial para que não desistisse: ”Minha Família estava me fortalecendo a todo momento. Minha mãe tava comigo, dizendo: ‘Filha vamos tentar mais um pouquinho, se não der certo a gente volta pro Brasil e ta tudo bem, ta tudo certo’. ‘Quando fui pra Nova York é que as coisas realmente aconteceram pra mim”afirmou.

Com toda a sua sinceridade e simpatia, a amada de Di Ferrero abriu o jogo sobre as dificuldades enfrentadas por uma modelo. ”Passei muito perrengue mesmo, perrengue assim no nível de ter que esperar a madrugada inteira pra fazer uma prova de roupa e quando você faz, o designer não gosta da roupa no seu corpo e te troca, coloca outra menina no seu lugar… perrengue pesado mesmo”, contou. ‘‘Era sempre muito intuitivo, você sentia  como tava o fotografo. Se ele não tava em um bom dia ele te cancelava do shooting, então se você não estivesse servindo pra ele naquele momento, fazendo tudo do jeito que ele queria,  ele podia te mandar embora”.

Isabeli afirmou que, apesar da carreira de sucesso, chegou a passar por situações extremamente decepcionantes: ”Em um dos melhores anos da minha carreira, eu ia abrir o desfile da Chanel mas a roupa não entrava. A decepção foi muito grande. A gente se cobra, mas o designer cobra muito mais”, disse. ”Já tive crise de choro, já fui no banheiro chorar, um maquiador quase me bateu porque eu tava coçando meu olho. Puxavam tanto meu cabelo, parecia que iam arrancar tudo, mas eu me segurava firme e forte ali, segurava o choro e vambora”, relatou, mostrando que apesar das dificuldades, procurou se manter firme e forte.

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Setores de serviços e comércio foram os mais afetadosValter Campanato/Agência Brasil

A crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus está levando muitas empresas a fecharem as portas. Levantamento feito pela Boa Vista SCPC revela que o número de falências decretadas em junho de 2020 subiu 71,3% em relação a igual período de 2019; o de recuperações judiciais deferidas, 123,4%. Segundo a Boa Vista, os dados refletem “as dificuldades que as empresas encontraram em manter suas atividades nesse 1º semestre“. “A tendência é de que as empresas continuem apresentando piora nos seus indicadores de solvência durante o período mais agudo da crise”, completou a empresa. No comparação entre junho de 2019 e junho de 2020, os pedidos de falência cresceram 87,1% e as solicitações de recuperação judicial, 44,6%. O levantamento ainda traz dados comparativos entre os meses de maio e junho de 2020. O número de falências decretadas subiu 93%, os pedidos de falência aumentaram 28,9%. Foram 82,2% mais pedidos de recuperação judicial e 103,3% de mais recuperações judiciais deferidas.

PEQUENAS EMPRESAS E SETOR DE SERVIÇOS LIDERAM

Na comparação de junho de 2020 frente ao mesmo mês em 2019, as pequenas empresas lideram: pedidos de falência (93,4%), falências decretadas (95,8%), pedidos de recuperação judicial (94,2%) e recuperações judiciais deferidas (94,3%). Na divisão por segmento, o setor de serviços foi o mais afetado. Respondeu pelo maior percentual dos pedidos de falência (40,5%), seguido pelo setor de comércio (29,8%) e industria (29,6%).

Graciele Lacerda deu o que falar ao exibir o lindo look que escolheu para dar como dica aos seus seguidores

Graciele Lacerda deu o que falar ao exibir o lindo look que escolheu para dar como dica aos seus seguidores
Graciele Lacerda dá dica de moda e é muito elogiada na web 

Graciele Lacerda deu o que falar em suas redes sociais após dar uma dica de moda para as seguidoras! Na noite da última segunda-feira, 13, a morena posou para fotos usando um lindo look: uma calça preta, que valorizou as suas curvas, e uma blusa verde de mangas bufantes que, segundo ela, voltaram a ser queridinhas.“A indústria da moda vive de tendências e atualmente as mangas bufantes voltaram a ser as queridinhas, direto dos anos 80!!”, começou. “Agora minha dica para manter a proporção e equilibro no corpo: Escolha uma peça com volume nas mangas e um shape sequinho na parte de baixo. Abuse de um max colar e vc estará moderna, descontraída e estilosa”, encerrou a noiva do cantor Zezé de Camargo

Nos comentários, a beleza da morena rendeu muitos elogios: “ficou um escândalo”, “maravilhosa como sempre”, “que linda”, “é muito maravilhosa, arrasando como sempre”, foram apenas algumas das inúmeras mensagens. 

Confira o look de Graciele:

Graciele

caras

Um levantamento divulgado pelo Instituto Vox Populi nesta terça-feira (14) apontou que mais de 80% da população discordam da iniciativa do governo Jair Bolsonaro de nomear um militar (general Eduardo Pazuello) para comandar o Ministério da Saúde

Jair Bolsonaro e Eduardo Pazuello
          Jair Bolsonaro e Eduardo Pazuello 

247 – Um levantamento divulgado pelo Instituto Vox Populi nesta terça-feira (14) apontou que 82% dos entrevistados discordam da iniciativa do governo Jair Bolsonaro de nomear um militar (general Eduardo Pazuello) para comandar o Ministério da Saúde. De acordo com a pesquisa, 15% acham que foi uma boa solução e 3% não souberam ou não responderam. As estatísticas mostraram que 31% não confiam nos militares, 17% confiam pouco, 32% confiam mais ou menos, 18% confiam muito e 3% não souberam ou não responderam. Segundo os dados, 65% acham que os militares não devem participar do governo, não devem se envolver com política. Para 30%, eles estão certos de integrar a gestão. E 5% não souberam ou não responderam. A pesquisa nacional Vox Populi foi realizada entre 25 de junho e 3 de julho. Foram realizadas 1.500 entrevistas por telefone.

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