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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: janeiro 2021

Na contramão da maior parte dos bancos privados, a Caixa Econômica Federal vai abrir 75 novas agências no país – a maioria em estados das regiões Norte e Nordeste. O anúncio foi feito pelo presidente da entidade, Pedro Guimarães, durante live semanal do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais. “Em cidades acima de 40 mil habitantes que, por ventura, ainda não tenham agências da Caixa, até o final desse semestre, a Caixa terá uma agência nesses municípios”, destacou Bolsonaro.O presidente da Caixa lembrou do papel social que as novas unidades terão nessas localidades. “Não só são cidades com mais de 40 mil habitantes, então, foi uma escolha matemática, mas são cidades muito carentes. Na média, R$ 7 mil de PIB [Produto Interno Bruto per capita] por ano, enquanto o do Brasil é ao redor de R$ 33 mil“, afirmou. A expectativa é que as novas agências comecem a abrir as portas em cerca de três meses. Parte das unidades no Centro-Oeste e no Sudeste será exclusiva para o segmento do agronegócio. A Caixa também deve multiplicar em mais de cinco vezes o volume de crédito disponibilizado para o setor. “A gente quer aumentar nossa carteira agrícola de R$ 7 bilhões para R$ 40 bilhões“, disse Pedro Guimarães.

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Eletrobras é a maior distribuidora de energia elétrica na América Latina
Eletrobras é a maior distribuidora de energia elétrica na América Latina – Cretive Commons

180ª Assembleia Geral Extraordinária da Eletrobras, marcada para esta quinta-feira (28), pode significar um passo decisivo para a privatização da empresa. Na ocasião, acionistas votarão uma proposta de mudança de estatuto que, segundo entidades de trabalhadores do setor elétrico, abre um atalho para a desestatização sem o aval do Congresso Nacional. A Eletrobras é uma empresa de economia mista, com controle acionário do governo federal. A tentativa de privatização começou ainda durante o governo Michel Temer (MDB), entre 2016 e 2018. Com Jair Bolsonaro (sem partido), tornou-se uma das peças-chave do programa de desestatizações capitaneado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Se aprovadas pelos acionistas, as mudanças no estatuto social desobrigam a estatal a manter o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), maior centro de pesquisas de energia elétrica da América Latina, e programas de universalização do acesso à energia, como o Luz Para Todos, e de eficiência energética, como o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

Não há nenhuma menção à universalização e ao Cepel no novo estatuto, que “trata a empresa como se já fosse privada”, segundo carta-manifesto assinada em 18 de janeiro pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia do Rio de janeiro e Região (Sintergia), pela Associação dos Empregados do Cepel (ASEC) e pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), com apoio da Associação dos Empregados da Eletrobras (AEEL).O desmonte da Eletrobras precede a entrega à iniciativa privada e vem ocorrendo a passos largos em 2020. No primeiro semestre, estão previstas 300 demissões no sistema elétrico brasileiro. A maioria delas ocorre na Eletronorte, que já desligou 213 trabalhadores entre 1º e 19 de janeiroNo último dia 22, o Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) também se posicionou sobre o novo estatuto, por meio de carta aos parlamentares brasileiros, para tentar barrar a mudança. O texto ressalta, especificamente, a importância do Cepel e da pesquisa científica no setor para evitar apagões e aprimorar o sistema. A carta ressalta que a mudança do estatuto violaria até o projeto de lei da privatização da Eletrobras de 2019, que prevê a manutenção do Cepel por quatro anos após a desestatização. O Cepel é uma associação civil sem fins lucrativos financiada pela Eletrobras para investir em pesquisa e desenvolvimento em energia elétrica. O texto do novo estatuto estabelece que, se o governo determinar investimentos nessas áreas, a empresa deverá ser ressarcida pela União.

                                                               

A convocação da assembleia para mudança do estatuto foi feita em 18 de dezembro pelo então presidente do Conselho de Administração da Eletrobras, José Guimarães Monforte, que entregou o cargo três dias depois por “motivos pessoais”. Movimento idêntico foi realizado pelo então presidente da estatal, Wilson Ferreira Junior, na última segunda-feira (25). As renúncias vêm sendo interpretadas como reflexo da dificuldade de encaminhar a privatização com a agilidade esperada pela equipe econômica. O novo presidente do Conselho, Ruy Flaks Schneider, assim como seu antecessor, foi nomeado pelo governo e é favorável à venda da estatal. Ferreira Junior continuará à frente da empresa até o dia 5 de março. O sucessor ainda não foi definido. Nos bastidores, especula-se que um dos motivos da renúncia dele foi a confirmação do apoio de Bolsonaro a Rodrigo Pacheco (DEM-MG) como candidato a presidente do Senado. Pacheco não considera a privatização da Eletrobras uma prioridade.

brasildefato

Especialistas alertam para os riscos do vazamento de dados de 223 milhões de CPFs
                                  Especialistas alertam para os riscos do vazamento de dados de 223 milhões de CPFs

Milhões de brasileiros tiveram dados expostos na internet. Foi o maior vazamento da história no Brasil. O Jornal Nacional ouviu especialistas sobre os riscos que isso representa para os cidadãos.

São dois vazamentos. Um envolvendo 223 milhões de CPFs, com dados de pessoas que até já morreram. Foram expostas as identidades, data de nascimento, também informações de 104 milhões de veículos e de 40 milhões de empresas – com CNPJ, razão social, nome fantasia e data de fundação.

Um outro vazamento, bem mais amplo, revelou informações detalhadas de 140 milhões de pessoas, como telefone, formação acadêmica, salário, endereços, se a pessoa mudou de cidade e até fotos.

Thassius Veloso, colunista da GloboNews em tecnologia, alerta que os dados foram expostos em sites de troca de informação e que podem ter sido vendidos e usados para fins criminosos. “Os primeiros a participarem desse esquema colocam na internet; alguns outros hackers começam a comprar e aplicar os seus golpes; e, nessa hora, vira meio que um efeito dominó, porque uma vez que caiu na rede, é muito difícil de conseguir recuperar esses arquivos”, explica Thassius Veloso, colunista da GloboNews em tecnologia.

Esses são os maiores vazamentos de dados de todos os tempos no Brasil, segundo especialistas. As informações ficaram expostas durante meses ou anos e não é possível saber quantas vezes foram compartilhadas e vendidas.

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O presidente da Câmara dos DeputadosRodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quarta-feira (27) que a intenção do presidente Jair Bolsonaro “é transformar o parlamento num anexo do Palácio do Planalto”. Maia também disse estimar que chegam a R$ 20 bilhões as emendas prometidas pelo governo a parlamentares que apoiarem Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara. As declarações foram dadas em “resposta” à fala de Bolsonaro na manhã desta quarta após reunião com deputados do PSL. O presidente da República disse ter a intenção de “influir na presidência da Câmara” por meio de parlamentares do partido. “É um alerta aos deputados e deputadas que a intenção do presidente é transformar o parlamento num anexo do Palácio do Planalto, o que enfraquece o mandato de cada deputado e de cada deputada e, principalmente, no protagonismo da Câmara dos Deputados nos debates com a sociedade”, afirmou Maia.

Bolsonaro: 'Vamos influir na presidência da Câmara'

Bolsonaro: ‘Vamos influir na presidência da Câmara’ O atual presidente da Câmara defendeu a candidatura do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) – que tenta emplacar como sucessor – em contraposição ao nome de Arthur Lira (PP-AL), candidato apoiado por Bolsonaro.”Acho que a frase dele [Bolsonaro] hoje é a prova de que precisamos de um candidato que dialogue, que tenha equilíbrio como o Baleia. Que não seja de oposição ao governo, que o Baleia não é, mas que entenda que o Parlamento é outro poder”, disse Maia.“E, sendo outro poder, o fortalecimento de cada um dos mandatos se dá exatamente com a liberdade que o presidente da Câmara tem para construir as pautas, ouvindo a sociedade, ouvindo o governo, mas, principalmente, ouvindo cada um dos 512 deputados na Câmara”, prosseguiu.

Pagamento de emendas

Segundo Maia, as emendas prometidas pelo Planalto a parlamentares para apoiarem Lira devem custar R$ 20 bilhões, valor que “o governo e seu candidato não têm nenhuma condição de cumprir”. Essas emendas, diz o presidente da Câmara, são “extraorçamentárias”, ou seja, adicionais às emendas parlamentares que já constam na proposta de Orçamento de 2021 que tramita no Congresso. “Eu quero saber em que orçamento para o ano de 2021, com todo o problema do teto de gastos, se eles poderão cumprir, se vitoriosos [na eleição para presidente da Câmara], essa promessa. Eu acho que cada dia que passa as pessoas vão vendo que vão acabar sendo enganadas nesse toma lá dá cá”, disse.

Natuza Nery: ‘Semana é decisiva para a disputa à presidência da Câmara’

Para o presidente da Câmara, a promessa é uma “peça de ficção”, já que não há espaço fiscal no orçamento para o pagamento dessas emendas. “Além do toma lá dá cá, é uma peça de ficção você achar primeiro que o Parlamento vai estar disposto a isso”, disse.“A forma como ele [Bolsonaro] quer formar maioria aqui, eu acho que não vai dar certo. Vencendo ou perdendo, não vai dar certo porque o ambiente dessas promessas, do meu ponto de vista, não será cumprido em hipótese alguma porque não há esse espaço fiscal nem de 10, nem de 15, nem de 20 [bilhões] para cumprir.”

CPI da Saúde

Maia voltou a defender a necessidade de o Congresso investigar a atuação do governo federal em relação à pandemia do novo coronavírus. No início da semana, o presidente da Câmara afirmou ter “certeza” de que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, cometeu crimes na gestão da crise sanitária. “Eu acredito que esse é um tema que precisará, por parte do Parlamento, de uma grande investigação”, disse.

VÍDEO: 'Não tenho dúvida nenhuma que já tem crime', diz Maia sobre ações de Pazuello

VÍDEO: ‘Não tenho dúvida nenhuma que já tem crime’, diz Maia sobre ações de Pazuello.Partidos de oposição articulam a coleta das assinaturas necessárias para apresentar um pedido de instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o tema. O número mínimo exigido é de 171 signatários. A decisão sobre a abertura de uma CPI cabe ao presidente da Câmara, mas Maia ressaltou que é preciso antes analisar se o pedido tem fundamento. Pelo regimento, requerimentos genéricos, que não indiquem objetivamente o que será investigado, devem ser arquivados. “Tem que avaliar o mérito da CPI. CPI tem que ter fato determinado. Eu não posso responder sem analisar se há fato determinado”, disse.

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Parentes de pacientes internados em Manaus fazem fila para compra de oxigênio no dia 18 de janeiro. — Foto: Bruno Kelly/Reuters

Parentes de pacientes internados em Manaus fazem fila para compra de oxigênio no dia 18 de janeiro. — Foto: Bruno Kelly/Reuters

Brasil foi o país que pior gerenciou a pandemia de Covid-19 no mundo, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira (28) por um think tank (grupo de pesquisas) da Austrália.O levantamento foi feito pelo Lowy Institute, de Sydney. Eles analisaram quase 100 países de acordo com seis critérios, como casos confirmados, mortes e capacidade de detecção da doença. O Brasil tem quase 9 milhões de infecções confirmadas e 220 mil mortes, para uma população de 209,5 milhões de habitantes, segundo dados do consórcio de imprensa divulgados nesta quarta-feira (27).  Nova Zelândia registrou 2.299 casos do novo coronavírus e 25 mortes desde o início da pandemia, em uma população de cerca de 5 milhões de pessoas. O país praticamente erradicou o vírus com fechamentos de fronteira precoces, bloqueios e testes de diagnóstico.

Nova Zelândia faz festa com pandemia controlada

“Coletivamente, esses indicadores indicam quão bem ou mal os países administraram a pandemia”, diz o relatório desta instituição independente. Além da Nova Zelândia, Vietnã, Taiwan, Tailândia, Chipre, Ruanda, Islândia, Austrália, Letônia e Sri Lanka estão entre os dez principais países que melhor responderam à pandemia. No final da lista, além do Brasil, estão México, Colômbia, Irã e Estados Unidos.

Os piores do mundo

Em número total de mortes, o Brasil perde apenas para os Estados Unidos. A China – onde o vírus surgiu no final de 2019 – não está incluída na lista por falta de dados de diagnóstico disponíveis ao público, segundo os autores.De acordo com os autores do estudo, Pequim tentou agressivamente manipular a percepção pública de como estava lidando com a epidemia para provar que seu sistema autoritário é superior a governos democráticos, muitos dos quais fracassaram na crise. O Lowy Institute afirma que, de maneira geral, a resposta à Covid-19 foi medíocre. “Alguns países administraram a pandemia melhor do que outros, mas a maioria deles se destacou apenas por seu desempenho insatisfatório”, observa o estudo.

Corrupção e resposta à Covid-19

Outra entidade, a Transparência Internacional, divulgou seu índice de percepção de corrupção. O Brasil ficou na 94ª posição do ranking, de um total de 180 países. De acordo com a Transparência Internacional, países com menos corrupção foram os que conseguiram gerenciar melhor as crises de economia e saúde durante a pandemia de Covid-19. Trata-se de uma correlação que os analistas da ONG observaram, ainda que eles não tenham trabalhado com um modelo de dados de resposta à pandemia. A conexão entre corrupção e coronavírus é algo observável no mundo, segundo a análise. A Nova Zelândia ficou em primeiro no ranking de melhor percepção de corrupção. O pior país foi a Somália.

Veja abaixo os melhores colocados:

  • Nova Zelândia
  • Dinamarca
  • Finlândia
  • Suíça
  • Singapura

Os piores colocados foram os seguintes:

  • Venezuela
  • Iêmen
  • Síria
  • Sudão do Sul
  • Somália
  • g1
Sede do TCUFELIPE MENEZES/METRÓPOLES

O subprocurador-geral do Ministério Público (MP) no Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Rocha Furtado, requisitou à presidência da corte a apuração de supostas irregularidades nos gastos de alimentação do governo federal em 2020. A solicitação é para verificar a “legalidade, legitimidade, moralidade, economicidade e razoabilidade desses gastos, diante dos indícios de desvirtuamento da utilização dos recursos públicos, bem como diante dos indícios de superfaturamento de alguns itens”. A informação é da CNN Brasil. Como mostrou reportagem do Metrópoles no último domingo (24/1), os gastos da União relacionados à alimentação totalizaram R$ 1,8 bilhão em 2020.

Na representação, Furtado cita que o valor das compras em 2020 foi 20% superior ao verificado em 2019. O subprocurador-geral destaca gastos de R$ 15 milhões com leite condensado e de R$ 2,2 milhões com chicletes. Para ele, ainda que as compras tenham sido legais, despesas realizadas representam uma “afronta” ao “princípio da moralidade administrativa”. O subprocurador-geral pede que, em caso de confirmação de irregularidades, o TCU apure os responsáveis pelas compras, aplique sanções e encaminhe as conclusões da investigação ao responsável pela relatoria das contas do governo.

Congresso NacionalRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

O governo federal irá destinar R$ 3 bilhões para senadores e parlamentares aplicarem em obras de infraestrutura nos estados em que foram eleitos. Segundo levantamento obtido pelo Estadão, o montante será repassado para 285 parlamentares e tem origem no Ministério do Desenvolvimento Regional.De acordo com o jornal, o dinheiro deve ser dividido entre 250 deputados e 35 senadores. Desse total, 208 parlamentares da Câmara já declararam apoio ao candidato à presidência da Casa Arthur Lira (Progressistas-AL). Lira é o candidato apoiado pelo Palácio do Planalto no pleito. Nesta quinta-feira (28/1), o próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu que “se Deus quiser” o deputado seria eleito para chefiar a Mesa Diretora. Lira, contudo, tentou se desprender do discurso do mandatário do país ao afirmar que “na presidência da Câmara ninguém influi“.A proximidade de Lira com o chefe do Executivo é, inclusive, alvo de críticas pelo atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que já declarou que “Bolsonaro quer fazer do Parlamento um anexo do Palácio do Planalto“. Vale ressaltar que Maia apoia a candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP). Apesar da tentativa de descolamento da imagem de Bolsonaro, Lira está entre os parlamentares que mais receberão verbas para aplicar em obras regionais. São R$ 109,5 milhões destinados para projetos do partido e R$ 5 milhões para o município onde o pai do deputado, Benedito Lira, é prefeito, Barra de São Miguel (AL).

A reportagem mostra também que os senadores que defendem o voto em Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para a presidência do Senado estão, do mesmo modo, entre os beneficiados pelo repasse de verba.

São 22 parlamentares que anunciaram voto em Pacheco contemplados na ação. Pacheco é candidato lançado por Davi Alcolumbre (DEM-AP), com respaldo do governo Bolsonaro. Conforme documentos obtidos pelo jornal, a planilha inclui Alcolumbre na lista dos contemplados, com R$ 277 milhões. Também estariam incluídos: R$ 135 milhões para o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e R$ 125 milhões para Fernando Bezerra (MDB-PE), que é o líder do governo no Senado. Pacheco tem como principal rival ao pleito a senadora Simone Tebet (MDB-MS). Ela chega nessa reta final das eleições sem o apoio da sigla, que está em tratativas com Alcolumbre para conseguir cadeiras na Mesa Diretora do Senado.

Na esteira da polêmica do leite condensado, item de supermercado tão consumido pelos brasileiros e que se tornou estrela da recente controvérsia envolvendo gastos do governo federal, surge um produto de prateleira exposto na gôndola da comunicação: o jornalismo de dados. Artesanal, custoso e por vezes sofisticado, entrou, recentemente, no cardápio das redações brasileiras.

O levantamento de dados pode ser um dos mecanismos mais eficientes para ajudar as pessoas a compreenderem contextos, interpretarem circunstâncias, compararem realidades. Quando bem utilizada, essa ferramenta é poderosa, porque parte de fatos incontestes: os números. E costumamos aprender nas primeiras séries escolares que não há o que tergiversar quando a conta é matemática. O clássico dois mais dois somam quatro.A matéria foi produzida pelo núcleo de dados do Metrópoles: uma editoria que poucos veículos de comunicação mantêm sistematicamente em suas estruturas, porque é cara, trabalhosa e difícil de reunir gente especializada.

A base da reportagem que pautou as redes sociais nas últimas 72 horas são os números. Não quaisquer números. Mas os oficiais, disponíveis no Portal de Compras, que fica abrigado na página do Ministério da Economia.

O volume de informações de uma burocracia do tamanho do governo federal é gigantesco. Há uma infinidade de consultas e de recortes possíveis. E, por isso mesmo, o próprio sistema oficial oferece uma série de filtros e caminhos que qualquer cidadão pode percorrer até encontrar os números.

Com experiência em jornalismo de dados, a perspicaz e competente repórter Rafaela Lima garimpou as informações que viraram base para a matéria sobre o carrinho de compras do governo federal. A jornalista tem como rotina esse tipo de pesquisa. Dedica-se sistematicamente a buscar dados em plataformas oficiais. Já produziu, ao lado de seus colegas de editoria, centenas de matérias a partir dessas planilhas. Muito bem, o que se viu nos últimos dias é democrático. Cada um lê o que quer, interpreta como quer e faz uso como achar mais conveniente. O que não significa que seja honesto. A matéria do Metrópoles contém dados inquestionáveis. Todos devidamente comprovados com prints do próprio sistema do governo. A reportagem explica didaticamente que os valores achados referem-se a todos os gastos pagos pelo governo federal com alimentação nos anos de 2019 e de 2020.

Disputa ideológica

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O que me levou a ter essa vocação foi a promessa de Deus em minha vida. Desde criança, Ele já havia me prometido. Gravei meu primeiro cd em 2020 em Bauru, São Paulo no estúdio WR Gospel Music. Recebi muito apoio da minha família, do meu esposo Layanderson Paz, do meu tio Rambo Maia, que já é muito conhecido nesse ramo, ele me ajudou bastante. A data de lançamento do meu primeiro EP será dia 17/01/21, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Santa Terezinha PE e já tenho muitas ideias para o meu próximo trabalho. Já presenciei alguns shows de cantores gospel como Mattos Nascimento, Daniel e Samuel, entre outros, que são referências no mundo gospel, cantores renomados que eu admiro muito. O meu objetivo com esse trabalho e outros que virão é alcançar vidas pra Jesus, pessoas que precisam de Deus, de um amigo de um consolo. Creio que Deus há de edificar a vida de muitos, através desses louvores”. Comentou a mesma.

                                               

Este trabalho teve a partição de Clayton Gomes Silva
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Preço do arroz durante o mês de setembro em supermercados de Brasília. Alimentos tiveram alta de 1,53% em janeiroSérgio Lima/Poder360 – 12.set.2020

O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), considerado a prévia da inflação oficial, subiu 0,78% em janeiro. A alta é a maior para o mês desde 2016, quando o indicador teve variação de 0,92%. Em janeiro do ano passado, o índice subiu 0,71%. No acumulado de 12 meses, o aumento é de 4,30%. A variação é maior do que a dos 12 meses imediatamente anteriores, quando foi registrada alta de 4,23%. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Eis a íntegra (284 KB).

Segundo a instituição, dos 9 grupos de produtos analisados, 8 tiveram alta. Alimentação e habitação são responsáveis por 69% do índice de janeiro. Tiveram altas de 1,53% e 1,44%, respectivamente. Apesar disso, cresceram menos que em dezembro, quando avançaram 2% e 1,50%. Eis os indicadores dos demais grupos em janeiro:

  • artigos de residência: 0,81%;
  • vestuário: 0,85%;
  • transportes: 0,14%;
  • saúde e cuidados pessoais: 0,66%;
  • despesas pessoais: 0,40%;
  • educação: 0,11%;
  • comunicação: -0,01.

Nos alimentos consumidos em casa, a alta em janeiro se deram, principalmente, por conta das carnes (subiram 1,18%); arroz (2%); batata-inglesa (12,34%); e frutas (5,68%). Os 3 primeiros, porém, tiveram variação menor do que em dezembro. O tomate, por sua vez, teve deflação de 4,14%.

Já nos alimentos consumidos fora de casa, as refeições subiram 0,81% e os lanches, 1,45%.

No grupo de habitação, a energia elétrica teve alta de 3,14%. O 2º maior impacto no grupo foi o gás de botijão, que subiu pelo 8º mês seguido, com alta de 2,42%. Considerando as altas por local, foi a região metropolitana de Recife que teve maior índice: 1,45% no período. A alta é explicada pelos aumentos da gasolina (5,85%) e da energia elétrica (4,55%) nas cidades da área. A menor variação foi em Brasília (0,03%), explicada, principalmente, pela queda de 29,2% nos preços das passagens aéreas. Para o cálculo, foram consultados os preços de 12 de dezembro de 2020 a 14 de janeiro de 2021 frente aos vigentes de 13 de novembro a 11 de dezembro de 2020.

INDICADOR CONFIRMA PERCEPÇÃO

Levantamento realizado pelo PoderData –divisão de estudos estatísticos do Poder360– de 18 a 20 de janeiro mostrou que os brasileiros sentiram o aumento de alimentos e das contas nas últimas semanas: 90% dos entrevistados relataram ter observado a alta. Só 8% dos entrevistados acham que os gastos se mantiveram no mesmo nível, enquanto 1% diz que os preços diminuíram. Apesar disso, o percentual é menor do que em setembro de 2020, quando 95% dos brasileiros disseram ter percebido aumento.

poder360

Eduardo Cunha afirma que Temer foi “militante” e “principal beneficiário” do impeachment de DilmaJonas Pereira/Agência Senado
 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em livro ainda a ser publicado, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB) culpa o ex-presidente Michel Temer (MDB) pelo impeachment de Dilma Roussef. O autor também aponta responsabilidade do atual presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do candidato a seu sucessor, deputado Baleia Rossi (MDB-SP), na articulação do processo. coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo teve acesso à introdução de “Tchau, Querida“, em que Cunha reúne suas principais memórias do período.

O autor diz que Temer foi o “militante mais importante e atuante” em todo o processo de afastamento de Dilma por causa das chamadas pedaladas fiscais. Sem sua atuação “não teria havido impeachment“, escreve. Segundo o livro, Rodrigo Maia foi o principal “articulador” do processo. As reuniões mais importantes sobre o afastamento de Dilma teriam acontecido na casa de Maia, que, inclusive, queria ser relator do processo, segundo Cunha.

“Não tinha limites para sua ambição e vaidade”, afirma o emedebista.

“Todos esses detalhes, reuniões, jantares, articulações, conversas, a obtenção dos votos necessários para a abertura do processo de impeachment serão contados nesse livro, de forma minuciosa“, diz a introdução.

Baleia Rossi também teria participado ativamente na articulação do impeachment.

“O que se pretende com esse livro não é contar a história do final já conhecido, mas sim levar ao leitor todos os fatos que ocorreram para que se chegasse a esse resultado, com informações inéditas, relatados em ordem cronológica e análise das condições históricas que levaram a esse processo de impeachment“, escreve Cunha. O ex-presidente da Câmara foi preso em 2016, meses depois do impeachment de Dilma. Foi condenado na operação Lava Jato por lavagem de dinheiro recebido por intermediar contrato da Petrobras para a compra de navios-sonda na África. Atualmente, cumpre prisão domiciliar.

poder360

Sasha Meneghel segurando chinelos em campanha da Melissa

Uma das marcas mais queridinhas das brasileiras, a Melissa tem uma novidade focada na sustentabilidade. Para o alto verão, a label lançou a linha Sun, que reúne peças veganas, produzidas com menor impacto ambiental. A campanha que apresenta o compilado de estreia tem como garota propaganda Sasha Meneghel.Giphy/Melissa/Reprodução

A coleção engloba cinco modelos de calçados, pensados para proporcionar conforto e versatilidade. São eles: Melissa Venice, Hollywood, Ventura, Downtown e Malibu. Todos são anatômicos e leves. Além disso, são confeccionados com matéria-prima reciclável. Uma bolsa geométrica, batizada de Santa Mônica e desenvolvida em seis cores, completa o repertório. “A linha Melissa Sun chega ao mercado como uma novidade que inaugura uma nova categoria de produtos para a marca. Nosso principal objetivo é trazer para o alto verão muita cor, leveza, frescor e um visual que se conecta com os principais hits da Melissa”, apontou a gerente-geral da marca, Raquel Scherer. A empresa destacou que Sasha foi convidada para protagonizar a campanha do lançamento por ser engajada e conectada com a agenda sustentável. A ação tem conceito inspirado nas décadas de 1960 e 1970. “Melissa Sun nasce dentro de um ano temático de Melissa onde estamos vivendo nosso ‘Paradise’. Em Sun, reforçamos glamour e beleza inspirado na golden hour de Los Angeles. Através de narrativas solares e descontraídas, valorizamos nossa nova linha de produtos focada no beachwear“, explicou Scherer.

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Foto: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br

O Governo Federal publicou nesta quinta-feira (21.01), o novo edital do Bolsa Atleta. Fundamental para o desempenho e a evolução do esporte brasileiro desde a sua criação, em 2005, o programa terá uma importante novidade neste ano. A partir de agora, os candidatos não precisarão mais enviar documentos pelos Correios. O Ministério da Cidadania lançou um sistema digital para facilitar as inscrições e o acompanhamento dos processos de análise e concessão do benefício.

A criação desse novo sistema e o nosso compromisso de publicar editais do Bolsa Atleta sempre em janeiro demonstram o empenho do Governo Federal em reorganizar o calendário de inscrições e de pagamentos do programa, sempre respeitando os resultados esportivos do ano anterior”

Marcelo Magalhães, secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania

Em um ambiente seguro e totalmente virtual, os atletas candidatos poderão realizar a inscrição a partir do dia 26 de janeiro e enviar documentos como declarações de clube e de patrocinadores direto pelo sistema. É nele também que o candidato à bolsa deverá preencher o plano esportivo, acompanhar o andamento da análise da inscrição e verificar periodicamente a existência de pendências. O período de inscrições segue até 15 de fevereiro. Quando for publicada a lista de contemplados no Diário Oficial da União, o atleta poderá, por meio do sistema, enviar os dados bancários e assinar o termo de adesão.

“Saímos da era do papel para a era digital”, afirma o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. “O Bolsa Atleta é mais uma das muitas ações para desburocratizar sistemas, ampliar a transparência e facilitar a relação do cidadão com os serviços prestados pelo Governo Federal”, completa o ministro. 

“A criação desse novo sistema e o nosso compromisso de publicar editais do Bolsa Atleta sempre em janeiro demonstram o empenho do Governo Federal em reorganizar o calendário de inscrições e de pagamentos do programa, sempre respeitando os resultados esportivos do ano anterior”, ressalta o secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Marcelo Magalhães. “Estamos dando início a uma série de mudanças para que o Bolsa Atleta fique mais moderno, ágil e, assim, traga ainda mais frutos ao esporte brasileiro”, avalia.

“O que buscamos com esse novo sistema foi uma interação maior entre o beneficiado e a Secretaria de Alto Rendimento”, destaca o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento (SNEAR), Bruno Souza. Segundo ele, a modernização do programa é mais uma ação, alinhada aos ajustes administrativos necessários que vêm ocorrendo para o Bolsa Atleta avançar sem que o beneficiário final tenha prejuízo. Mesmo durante a paralisação do calendário esportivo em 2020, em função da pandemia de Covid-19, os bolsistas não ficaram sem receber os pagamentos.

“Hoje o recurso necessário para o Bolsa Atleta já está inserido na Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano vigente. Em um passado recente, a gente começava o ano tendo que correr atrás de uma parte suplementar porque o orçamento nunca era suficiente, nunca estava disponível de fato na LOA”, explica Bruno Souza. “Agora houve um entendimento maior de que o edital em janeiro faz muito mais sentido e a gente já começa o ano sabendo da necessidade orçamentária que o programa terá”, completa. A previsão orçamentária para o Bolsa Atleta em 2021 é de R$ 145 milhões, a maior desde 2014 e superior, inclusive, ao investimento no programa em 2016, ano dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio, que foi de R$ 143 milhões.

Passo a passo

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Beneficiários exibem cartão do Bolsa Família Divulgação/Portal Brasil


25.jan.2021 (segunda-feira) – 8h00

O governo de Jair Bolsonaro tem planos para reduzir o papel dos municípios no cadastramento de beneficiários de programas sociais como o Bolsa Família. Segundo documentos obtidos pelo UOL, o objetivo é reduzir custos com as políticas de proteção social.

A ideia do Ministério da Cidadania é que os próprios beneficiários se inscrevam no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) por meio de um aplicativo para celular. O sistema já foi usado pelos cidadãos ao se cadastrarem para receber o auxílio emergencial. De acordo com o UOL, a pasta realizou uma apresentação interna na qual listou os motivos para a mudança. Entre eles, reduzir custos de transferência de renda” e “mudar paradigma de programas assistenciais para programas de aumento da renda. O CadÚnico centraliza os dados de beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais como o Minha Casa Minha Vida e o BPC (Benefício de Prestação Continuada). O sistema reúne informações sigilosas de mais de 77 milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade social e pobreza. Atualmente, os cidadãos são cadastrados nos programas sociais por meio dos Cras (Centros de Referência de Assistência Social) e de outros órgãos públicos criados para essa finalidade. Eles são entrevistados por servidores treinados. Com a mudança, caberá a cada pessoa fazer o download do aplicativo e informar os dados pessoais, enviar fotografia de documentos, foto pessoal para reconhecimento facial e preencher o cadastro.

O aplicativo deve integrar serviços de pagamento digital como o Pix. Deve ter também uma sessão de oferta de emprego, que usará os perfis dos cidadãos nas redes sociais para oferecer as vagas.

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Pesquisa revela que maioria é contra a retomada das aulas presenciais. Na imagem, estudante na entrada da uma escola em BrasíliaSérgio Lima/Poder360 – 12.mar.2020


25.jan.2021 (segunda-feira) – 12h41

Levantamento do Paraná Pesquisas mostra que, para 61,9% dos brasileiros, o retorno das aulas presenciais no atual estágio da pandemia não oferece condições adequadas de segurança para os estudantes. Outros 34% dizem acreditar que já é possível reabrir as escolas aos alunos sem quaisquer riscos. Foram 4,2% os que não opinaram.Os dados da pesquisa foram coletados de 15 a 18 de janeiro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram consideradas 2.105 entrevistas com moradores de 238 municípios brasileiros, nos 26 Estados e no Distrito Federal. Enquanto as aulas presenciais continuam suspensas, alunos continuam participando das atividades escolares de forma remota. Mas esse cenário traz consequências, já que o acesso ao ensino torna-se limitado para muitos estudantes e também há maior dificuldade no aprendizado. Leia mais sobre o tema nesta reportagem.

poder360

Baleia Rossi (MDB-SP) usou o Twitter para cutucar seu principal adversário na disputa pela presidência da Câmara, Arthur Lira (PP-AL)Sérgio Lima/Poder360 – 6.jan.2021


24.jan.2021 (domingo) – 22h18

O deputado e candidato a presidente da Câmara pelo MDB de São Paulo, Baleia Rossi, declarou neste domingo (24.jan.2021) que analisaria com “equilíbrio” os pedidos de impeachment de Jair Bolsonaro. O emedebista ainda questionou se Arthur Lira (PP-AL) engavetaria as solicitações e se há “algo combinado” entre o Palácio do Planalto e o candidato pepista.

 

Baleia e Arthur Lira disputam a presidência da Câmara. O emedebista tem o apoio do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas o deputado de Alagoas é o favorito na disputa pelos apoios declarados que têm. A declaração de Baleia ocorreu depois de questionamento do senador Ciro Nogueira (PP-PI) sobre fala da deputada e presidente do PT, Gleisi Hoffmann. A congressista disse neste domingo que o impeachment de Bolsonaro “faz parte do compromisso de Baleia Rossi” com partidos de esquerda.

A eleição para presidente da Câmara será em 1º de fevereiro, em votação presencial.

Quem vencer a disputa terá mandato de 2 anos à frente da Casa. Para ser eleito são necessários ao menos 257 votos, se todos os 513 deputados votarem.

poder36

Presidente da República Jair Bolsonaro - AFP
Presidente da República Jair Bolsonaro AFP
POR IG – ÚLTIMO SEGUNDO

São Paulo – Neste domingo, nova pesquisa divulgada pelo Atlas Intel mostrou que mais da metade da população brasileira já apoia o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o levantamento, cerca de 53,6% dos entrevistados se disseram favoráveis à abertura do processo, 41,5 foram contrários e outros 4,9 não souberam responder. A pesquisa, realizada via internet entre os dias 20 e 24 de janeiro com 3.073 pessoas e que tem margem de erro de 2 ponto percentuais para mais ou para menos, mostrou que o patamar atingido é semelhante ao registrado no início da pandemia, quando Bolsonaro era alvo de protestos frequentes, e fica atrás apenas do índice registrado no último mês de maio, quando atingiu 58% após a saída de Sergio Moro do governo.

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odia.ig.com.br

Durante uma entrevista à Rádio Folha, nesta segunda-feira, 25, a deputada federal Marília Arraes (PT) falou sobre a necessidade de um projeto de reconstrução democrática para Brasil, que passa pela independência do Legislativo e pelo fortalecimento do apoio popular e político ao Impeachment do presidente Jair Bolsonaro. A parlamentar também falou sobre os objetivos do seu mandato para a próxima legislatura, que começa no dia 1º de fevereiro. 

Para Marília, os atores políticos de Pernambuco precisam unir o apoio da população com o apoio político adquirido nas últimas eleições. “Meu objetivo para este ano é voltar a rodar o Estado. Vamos conversar com todos que fazem a política de Pernambuco e buscar uma unidade. É o momento de colocar o ego no bolso e pautar o melhor para o Estado.”, afirma. 

A deputada também expressou o seu sentimento sobre as primeiras manifestações pró-impeachment que aconteceram no último final de semana. Marília acredita que o apoio popular será fundamental para o afastamento do Presidente. “O Brasil está acordando e essas manifestações, com integrantes de todos os campos políticos, mostram que a população está contra essa política genocida.” A parlamentar também falou sobre a importância da independência do Legislativo. Marília criticou as ações não republicanas realizadas pelo Governo Federal desde o seu primeiro ano de mandato, por isso espera que o próximo presidente da Câmara dos Deputados não seja influenciado por Bolsonaro. 

“Acho que a solução para derrotar o Bolsonarismo e o Fascismo é uma unidade das oposições e a união do campo democrático. A formação de uma unidade pelo país. É preciso ter mais responsabilidade com o Brasil e as interferências do Governo Federal não são benéficas para o atual momento. É preciso apoio popular, mas também apoio da maioria dos parlamentares. Os parlamentares de centro-direita só vão mudar de opinião com a base popular, com o povo indo pras ruas. Para ir pras ruas, no entanto, é preciso ter vacina e uma política sanitária efetiva, fato que não está nos planos do presidente. Agora, com as etapas de vacinação e o início dessas manifestações, vamos avançar com o Impeachment”, finaliza Marília.

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O apresentador Faustão deixará a TV Globo em dezembro. A informação foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, nesta segunda-feira (25). Faustão, no ar na emissora há 32 anos com o seu “Domingão do Faustão”, definiu sua saída neste fim de semana, segundo Lauro Jardim. Ele seguirá normalmente com o programa até o encerramento do contrato.

A informação da saída de Faustão da Globo logo foi confirmada por outros colunistas especializados em televisão, como Patrícia Kogut, também de O Globo. Segundo Kogut, além de Faustão, o diretor artístico do “Domingão”, Jayme Praça, se desligará da emissora já no próximo dia 1º de fevereiro. Para o lugar de Jayme, a Globo deve apostar em Cris Gomes, atual diretor geral do programa.  A Globo ainda não decidiu se irá colocar outro apresentador no programa, no lugar de Faustão, ou reformular a grade. Atualmente, o programa vai ao ar das 18h às 20h, sucedendo as transmissões do futebol e antecedendo o “Fantástico”. Com 70 anos, Faustão chegou à TV Globo em março de 1989. O apresentador fez muito sucesso com o “Perdidos na Noite”, na TV Gazeta, Record e Band.  Quadros como “Olimpíada do Faustão”, “Arquivo Confidencial”, “Se Vira nos 30” foram grandes atrações do dominicial, que atualmente exibe formatos como “Dança dos Famosos” e “Ding Dong”.

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Em 2018, Brasil viveu a maior greve de caminhoneiros da sua história
Em 2018, Brasil viveu a maior greve de caminhoneiros da sua história – Agência Brasil

O presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirmou ao Brasil de Fato que uma nova greve dos condutores — similar à de 2018 — é possível nas próximas semanas. A articulação é para que a paralisação ocorra em 1º de fevereiro, como vem sendo noticiado pela imprensa desde o início do ano.

“Estou levantando para ver a adesão. Clima tem, a categoria está no limite e teremos mais um aumento de combustível agora”, explicou Chorão.

Segundo a liderança, a categoria está insatisfeita com o governo de Jair Bolsonaro (sem partido). “Estamos sangrando. Agora, está pior que em 2018, a categoria está na UTI”, alerta Chorão. Para ele, o presidente traiu a categoria. “Eu sou uma pessoa que vestiu a camisa dele [Bolsonaro], apoiei ele e fiz campanha para ele. Hoje, eu não faria”, afirma Chorão. “Se ele tiver um pouco de respeito por uma categoria que trabalhou de graça para ele, do Oiapoque ao Chuí, colocando adesivo em toda traseira de caminhão, vai nos receber”, conclui. greve dos caminhoneiros de 2018 parou o país. Durante dez dias, a categoria travou as principais rodovias brasileiras e interrompeu o fluxo de mercadorias no território nacional. A paralisação enfraqueceu o governo do presidente Michel Temer (DEM) e deu fôlego à campanha do então candidato Jair Bolsonaro, que teve o apoio dos condutores. A medida derradeira para a insatisfação é o Projeto de Lei 4199/2020, chamado de BR do Mar, que favorecerá o transporte de carga por navios, e que foi elaborado pelo Ministério da Infraestrutura. A matéria foi aprovada na Câmara dos Deputados e está na agenda do Senado para ser votada em 2021. “Esse projeto favorecerá os grandes empresários e acabará com a categoria, não tem como o transportador autônomo sobreviver”, alerta Chorão, que se recusa a dialogar com o Ministério da Infraestrutura. “Eu não converso mais com o ministro Tarcísio [Gomes Freitas], já conversei muito com ele. Eu só converso com o presidente Bolsonaro agora. Foram desleais com a categoria. Eu sempre venho falando o seguinte: ‘Presidente Jair Bolsonaro, ouça a categoria, nós somos o Brasil’”, encerrou.

Isenção para importação de pneus

O governo esperava que a isenção para importação de pneus, publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira (21), fosse bem recebida pela categoria. “Que transportador autônomo compra pneu lá fora? Isso é para favorecer os amigos dele, como o dono da Havan. Isso não cola”, respondeu Chorão.

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