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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: maio 2021

No próximo sábado (22), celebra-se o Dia Internacional da Biodiversidade. E listamos alguns destinos no Brasil onde o turista pode interagir e se encantar com variadas espécies de animais. Diversos estudos apontam o Brasil como o país com maior biodiversidade do mundo, por ter em seu território biomas ricos em espécies animais e vegetais. De acordo com o Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil (CTFB), até o momento, há mais de 119 mil espécies válidas de animais no país. Um programa que alia natureza, bem-estar e um maior conhecimento do nosso fascinante e vasto bioma é o BioParque do Rio, antigo zoológico da cidade do Rio de Janeiro que chega com um novo conceito. O equipamento turístico conta com as melhores práticas mundiais de bem-estar animal e conservação ambiental, ao mesmo tempo em que permite experiências imersivas e transformadoras para o público. Entre as demais opções listadas, hotéis e pousadas da Associação Roteiros de Charme, como a Pousada Zé Maria, em Fernando de Noronha (PE), e a Quinta do Bucanero, em Imbituba (SC); e o safári do Portobello – o único do Brasil dentro de um resort – localizado em Mangaratiba (RJ). Clique AQUI e saiba tudo sobre ótimos destinos de viagem principalmente para os amantes da Natureza!

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A Polícia Federal (PF) desencadeou, nesta quinta-feira (20), a segunda parte da operação para investigar a suspeita de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em contratos de saúde firmados entre 2013 e 2016 pela Prefeitura de Timbaúba, na Zona da Mata Norte de Pernambuco.Segundo a PF, a organização criminosa fraudou processos licitatórios realizados pela prefeitura para aquisição de medicamentos e materiais odontológicos e hospitalares com recursos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O prejuízo aos cofres públicos já apurado é de R$ 7.916.744. A Operação Desmame II cumpre, nesta quinta-feira, dois mandados de busca e apreensão em Timbaúba e outros dois no Recife. As ordens judiciais foram expedidas pela 25ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Goiana, também na Mata Norte.De acordo com a PF, de sete licitações realizadas para a aquisição dos insumos médicos, seis foram vencidas pela mesma empresa, que teria apresentado proposta com preços até 50% inferiores aos preços de referência contidos nos editais de publicação dos certames e considerados impraticáveis no mercado do ramo.”Ademais, através da análise dos processos licitatórios correspondentes, foram identificados vários indícios de direcionamento e de fraude ao caráter competitivo das licitações analisadas”, informou a PF, por meio de nota.A polícia informou ainda que o aprofundamento das investigações mostrou diversos vínculos entre a empresa contratada de forma fraudulenta e políticos de Timbaúba, cujos nomes não foram revelados. Há indícios, segundo a PF, da existência de movimentações financeiras milionárias entre empresas do grupo econômico de um dos políticos envolvidos e a distribuidora de medicamentos contratada pela Prefeitura de Timbaúba.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Timbaúba para repercutir a operação, mas não obteve retorno.

Primeira fase e crimes 
Em 3 de fevereiro deste ano, a PF deflagrou a primeira fase da operação. Segundo a corporação, foi possível robustecer os elementos de prova, fortalecendo os indícios de utilização de pessoas interpostas (popularmente conhecidas como “laranjas”) para fins de ocultação das vantagens ilícitas obtidas pela organização criminosa, em prejuízo aos recursos públicos destinados à saúde dos cidadãos de Timbaúba.

Os envolvidos no esquema criminoso irão responder pelos crimes de fraude à licitação, falsidade ideológica, peculato, lavagem de capitais e organização criminosa, a depender do grau de participação nos fatos apurados.

 

As secretarias de Saúde de 129 cidades pernambucanas reportaram uma necessidade de 104.983 doses para completar o esquema vacinal contra a Covid-19 das suas populações com a segunda dose da vacina CoronaVac/Butantan.  A informação foi consolidada em reunião da Comissão Intergestora Bipartite (CIB) e posterior conferência do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE), com apoio do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-PE), nesta quarta-feira (19). 

 Na semana passada, Pernambuco recebeu duas remessas do imunizante que vem sendo produzido pelo Butantan. Os lotes seriam suficientes para cobrir as doses que faltavam aos públicos inseridos nas pautas oficiais de distribuição do Ministério da Saúde.  Isso significa que o quantitativo de segundas doses enviadas se igualaria ao de primeiras doses aplicadas, zerando o déficit existente no Estado e ainda restando um estoque de emergência para possíveis eventualidades. 

Na prática, mais de 120 municípios reportaram precisar de doses a mais. Cada município ficou responsável por operacionalizar a vacinação em seu território, a partir das recomendações para aplicação que têm sido discutidas em reuniões com gestores locais e reforçadas em notas técnicas. O Programa Estadual de Imunização (PNI-PE) disponibilizará, nesta quinta (20), 58.660 doses do estoque estadual para que os municípios deem continuidade ao processo de vacinação. 

A divisão para distribuição foi realizada pelo critério populacional e as doses irão para as Gerências Regionais de Saúde (Geres), onde ficarão à disposição das secretarias municipais. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também pediu aos municípios que possuem sobra da CoronaVac/Butantan, e que já concluíram as segundas doses que estavam pendentes, que disponibilizem estas doses para serem remanejadas às cidades com déficit. Nesses casos, o quantitativo será compensado com doses da Astrazeneca/Oxford. 

Após a entrega programada para esta quinta, 103 cidades vão zerar o déficit para a segunda aplicação da CoronaVac. Outros 82 municípios ainda aguardarão por 46.323 doses, que será solicitado pela CIB ao Ministério da Saúde.  “É imprescindível que, de posse do imunizante, os gestores municipais assegurem a segunda aplicação, garantindo a finalização do esquema vacinal e a proteção contra a Covid-19. O esquema vacinal contra a Covid-19 é finalizado com duas doses e a segunda aplicação deve ser feita assim que houver disponibilidade do insumo, sem perda da eficácia, segundo estudos e o próprio Ministério da Saúde. Os municípios devem ficar atentos para informar aos seus munícipes sobre a realidade local e, em posse do insumo fazer o resgate dos que já fizeram a primeira dose”, destacou a superintendente de Imunizações da SES-PE, Ana Catarina de Melo. 

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Publicações só seriam apagadas por ordem judicial, em casos de crime ou violação ao ECA

Bolsonaro em videochamada
O governo federal prepara decreto para limitar a exclusão de conteúdos das redes sociais e engessar decisões de empresas como Youtube, Twitter, Facebook e Instagram. O texto impede que as companhias retirem informações do ar somente por julgarem que as próprias políticas foram violadas pelos usuários.

 O decreto planejado também determina que publicações só devem ser apagadas por decisão da Justiça. As exceções seriam violações ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), pedidos do próprio usuário ou de terceiros, além de casos que configuram alguns crimes.Publicações do presidente Jair Bolsonaro e de seus apoiadores foram excluídas das redes sociais durante a pandemia da Covid-19 por desinformar sobre a doença. Em abril deste ano, o Twitter colocou um aviso de publicação “enganosa” em crítica do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao lockdown. Pela proposta em análise no governo, a exclusão de contas das redes sociais também dependeria de decisão judicial. Neste caso, há brechas, por exemplo, para apagar perfis falsos ou inadimplentes. O decreto ainda prevê dar mais poderes ao secretário de Cultura, Mario Frias, pois uma pasta subordinada a ele deverá fiscalizar as empresas. O texto foi escrito na secretaria de Frias e recebeu aval da consultoria jurídica do Ministério do Turismo, que abriga a Cultura. As regras em discussão impedem que, sem ordem da Justiça, os “serviços de meio de pagamento” apaguem ou limitem contas mantidas em seus aplicativos.

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Caso haja erro comprovável no cálculo do pagamento, o beneficiário pode solicitar revisão e um eventual reajuste
O Dia

Caso haja erro comprovável no cálculo do pagamento, o beneficiário pode solicitar revisão e um eventual reajuste

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) podem aumentar o valor de seus  benefícios  caso haja erro no pagamento da previdência . Para isso, será necessário pedir que o INSS revise a aposentadoria ou  a pensão. O segurado tem o prazo de dez anos – a contar a partir do primeiro mês após o pagamento feito pela Previdência – para pedir a análise.

VOCÊ VIU?

Após a concessão da aposentadoria, o aposentado pode pedir uma cópia do processo para conferir o tempo de contribuição. É necessário observar se todas as empresas foram consideradas, e com o tempo correto na contagem. O interessado não deve entrar com a revisão sem definir o motivo porque o INSS pode revisar negativamente. Ou seja, o instituto pode se confundir entre os períodos ou considerar que há algo de errado. Isto tanto pode não dar em nada como pode chegar a até diminuir a renda. 

Como solicitar a revisão

A análise pode ser solicitada  pelo site ou pelo aplicativo Meu INSS. É necessário enviar documentos como RG, CPF e comprovante de residência. “Os aposentados também devem incluir os documentos relacionados ao que eles estão pedindo na revisão, como a ação trabalhista ou o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) – documento de insalubridade”, exemplificou a advogada Adriane Bramante.

Ação trabalhista

Se o trabalhador que venceu uma ação trabalhista, ele tem o direito de pegar essa sentença, encaminhar ao INSS e solicitar a revisão da aposentadoria. Sendo assim, o valor do benefício precisará ser recalculado. Isso não funciona de forma automática, então o segurado precisa buscar um profissional que o ajude a pedir a análise junto ao INSS.

economia.ig

Doação de leite humano pode reduzir mortalidade infantil e até câncer de mama
Divulgação

Doação de leite humano pode reduzir mortalidade infantil e até câncer de mama

19 de maio é o Dia Mundial de Doação do Leite Humano, criado para promover a conscientização sobre a doação aos bancos de leite . A data, criada no ano de 2010, tem como objetivo incentivar lactantes a realizarem a doação, divulgar os serviços dos Bancos de Leite Humano (BLH) e os benefícios da doação para mulheres e recém-nascidos.

A artesã Letícia Alves, 28, descobriu a importância do BLH quando precisou dele. Em 2010, ela deu à luz ao primeiro filho, que precisou passar 11 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e foi amamentado com doações. “Eu tinha muito leite, e por conhecer a necessidade de bebês na Unidade Neonatal, passei a doar diariamente”, diz. A jornalista Alyne Kaiser, 41, também teve dificuldades na primeira gestação. A filha não conseguia mamar quando nasceu. Ela tinha dificuldade para amamentar a bebê, o que fez com que seu seio ficasse em carne viva. “Eu colocava a boquinha dela do jeito errado, chorava de dor só saía sangue. Quase tive depressão pós-parto ”, explica. Na época, Alyne recorreu ao BLH para conseguir alimentar a filha. O fato de ter precisado do banco impactou a jornalista. Quando seu seio ficou saudável, ela passou a ser uma doadora de leite. Para Amanda Lopes da Silva, 18, autônoma, a doação foi motivada pela empatia. “Eu me colocava no lugar das mães e principalmente das crianças que precisavam. Sei que o leite humano é muito importante para o desenvolvimento dos pequenos”, afirma. As três doadoras sentem que puderam mudar a vida de muitas pessoas por meio da doação de leite humano. No entanto, além de ajudar o próximo, Letícia percebeu que a doação trouxe benefícios ao próprio filho. “A extração diária ajudava na produção de leite. Meu filho mamou até os dois anos.” Com a doação, Amanda se sentiu realizada. “Sei que de alguma maneira ajudei seres lindos e delicados”, explica. Letícia está passando pela segunda gestação e pretende doar novamente. “Sempre tenho muito leite e sei que alguns bebês não podem ter por algum motivo”, diz.

Por que a doação de leite humano importa?

O Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (CEJAM) aponta que um litro de leite humano é capaz de alimentar 10 recém-nascidos. Segundo dados do Governo Federal, o Brasil distribui cerca de 160 mil litros de leite humano para recém-nascidos que estão abaixo do peso.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que a doação de leite humano é um fator relevante para a redução dos índices de mortalidade infantil. Segundo o Ministério da Saúde, esta redução é de 13% em crianças com menos de cinco anos.

“A doação de leite humano é importante para nutrir os  recém-nascidos que nascem prematuros ou doentes e ficam internados. Além de nutrir os bebês, este leite também protege contra infecções e alergias”, explica Telma Farahte Giangiardi, médica responsável pelo BLH no Hospital Municipal Prof. Dr. Alípio Corrêa Netto. A coordenadora do BLH do CEJAM, Maria Lúcia Ferreira Ramos, acrescenta que o leite humano é capaz de evitar infecções intestinais e respiratórias, além de diminuir riscos de diarréias e alergias. Os benefícios se estendem até a vida adulta, evitando comorbidades como hipertensão, obesidade, colesterol e diabetes. Além de ser altamente nutritivo, o alimento é rentável. No caso das mulheres lactantes , o Ministério da Saúde aponta que o risco de  câncer de mama é reduzido em ao menos 6% a cada ano que amamentam. Além disso, Giangiardi explica que a doação de leite humano pode auxiliar mães com maior produção láctea . “A doação esvazia as mamas e evita que ela fique muito cheia e ingurgitada, facilitando a mamada do seu próprio bebê”, explica a médica. Esse esvaziamento também foi um dos motivos pelo qual Aline decidiu doar. “Eu tinha muito leite, meu seio ficou muito cheio. A bebê mamava e mamava, mas o leite não acabava. Por isso, eu também sentia um impacto positivo em mim quando passei a doar”, explica.

Como fazer a doação de leite humano?

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Acusada de proteger PSB, superintendente da PF em Pernambuco será exonerada e diz que nunca sofreu interferência
Delegada Carla Patrícia foi a primeira mulher a assumir a Superintendência da PF em Pernambuco – Foto: Arquivo JC

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Prestes a deixar a Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco, a delegada Carla Patrícia fez uma defesa intransigente da instituição e disse que nunca sofreu interferência durante os 18 meses no comando da instituição. As declarações foram dadas em entrevista ao Passando a Limpo, na manhã desta quarta-feira (19), na Rádio Jornal. Carla deve deixar o órgão até o final deste mês de maio. Ela foi acusada pelo presidente do PTB em Pernambuco, Coronel Meira, de proteger o PSB em investigações relacionadas à gestão da pandemia do novo coronavírus em Pernambuco. Na entrevista, a delegada evitou citar o PSB e não respondeu em quantas investigações o partido é alvo, mas disse que seu trabalho é independente e segue a lei.

“No tempo que fiquei à frente, tivemos um excelente resultado operacional tanto no ano passado, quanto neste ano. Nesses 5 meses desse ano, já tivemos 23 operações, mais de 5 por mês. Praticamente toda semana, tivemos atividade operacional. [A PF] é pautada pela legalidade. O que a gente faz é atuar dentro da lei”, disse a delegada por telefone, ainda na sua sala, na sede da PF. Questionada sobre os boatos sobre sua exoneração, a delegada disse: “Na verdade, não tenho nem tempo de ouvir tanto zum zum zum, a gente tem excesso de trabalho. Desconheço qualquer motivo que não seja de troca natural de gestão. Até porque, talvez por desconhecimento das pessoas, o superintendente não interfere nas investigações. Todos os delegados têm total autonomia para investigar”, afirmou. 

Sem conversas não republicanas

A delegada disse que jamais sofreu interferência durante todo seu trabalho na Polícia Federal. “Nos meus 22 anos como policial, eu nunca recebi qualquer interferência desse tipo. Tenho meu gabinete aberto, atendo todas as pessoas, mas nunca passei pelo desprazer de ter uma conversa menos republicana. Em mim, nunca chegou”, concluiu. 

radiojornal

Andre Borges/Esp. Metrópoles

Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (19/5), a Operação Akuanduba, que investiga crimes contra a administração pública, como corrupção, advocacia administrativa, prevaricação e, especialmente, facilitação de contrabando, praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Eduardo Fortunato Bim, estão entre os alvos da operação. Bim foi afastado do cargo.Após o início da operação, Salles foi à Superintendência da PF, em Brasília, por conta própria na manhã desta quarta. Pelo menos 160 policiais federais cumprem 35 mandados de busca e apreensão no DF e nos estados de São Paulo e do Pará. Entre os endereços, estão a sede do Ibama, o Ministério do Meio Ambiente e o apartamento de Salles, em São Paulo. As medidas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A maior apreensão de madeira no país

Além das buscas, o STF determinou o afastamento preventivo de 10 agentes públicos ocupantes de cargos e funções de confiança no Ministério do Meio Ambiente e no Ibama, entre eles, o presidente do órgão. E, ainda, a suspensão imediata da aplicação do despacho emitido em fevereiro de 2020 pelo Ibama, que, contrariando normativos e pareceres técnicos do órgão, permitiu a exportação de produtos florestais sem a necessidade da emissão de autorizações para exportação. Estima-se que o referido despacho, elaborado a pedido de empresas que tiveram cargas não licenciadas apreendidas nos Estados Unidos e na Europa, resultou na regularização de mais de 8 mil cargas de madeira exportadas ilegalmente entre os anos de 2019 e 2020. A quebra de sigilo bancário e fiscal do ministro e dos servidores investigados também foi autorizada pelo Supremo. As averiguações tiveram início em janeiro deste ano a partir de informações obtidas com autoridades estrangeiras, que noticiaram possível desvio de conduta de servidores públicos brasileiros no processo de exportação de madeira conteúdo patrocinado.

Até o momento, além do presidente do Ibama, outros servidores foram afastados do órgão e do Ministério do Meio Ambiente:
  • Eduardo Bim
  • Leopoldo Penteado
  • Vagner Tadeu Matiota
  • Olimpio Ferreira Magalhães
  • João Pessoa Riograndense Moreira Jr
  • Rafael Freire de Macedo
  • Leslie Nelson Jardim Tavares
  • Andre Heleno Azevedo Silveira
  • Arthur Valinoto Bastos
  • Olivaldi Alves Azevedo Borges

A reportagem procurou a assessoria do Ibama e do MMA e aguarda manifestações sobre o caso. O espaço segue aberto.

Operação Akuanduba

Akuanduba é uma divindade da mitologia dos índios Araras, que habitam o estado do Pará. Segundo a lenda, se alguém cometer algum excesso, contrariando as normas, a divindade faz soar uma pequena flauta, restabelecendo a ordem.

Apreensão recorde

Em dezembro do ano passado, a Polícia Federal fez apreensões recordes de madeira na divisa do Amazonas com o Pará. No total, foram mais de 200 mil metros cúbicos, o que representa cerca de 65 mil árvores derrubadas. Em março, Salles visitou a região e defendeu a devolução do material para os madeireiros. Segundo o ministro, o desmatamento teria sido feito dentro da lei. Em abril, o então superintendente da Polícia Federal, Alexandre Saraiva, criticou a atitude do ministro. Ele chegou a enviar ao STF uma notícia-crime contra Salles. No documento, o delegado apontou a possibilidade de ocorrência dos crimes de advocacia administrativa, organização criminosa e de “obstar ou dificultar a ação fiscalizadora do Poder Público no trato de questões ambientais.” Em 20 de abril, o governo federal trocou a Superintendência da Polícia Federal no Amazonas. O delegado Leandro Almada da Costa assumiu o cargo no lugar de Alexandre Saraiva. Em entrevista recente ao Metrópoles, Salles negou ter pedido a cabeça do investigador. “Caiu porque resolveu buscar holofotes. No dia que ele soube que ia ser removido [do cargo de superintendente da PF], ele apresentou uma notícia-crime absurda contra mim no Supremo Tribunal Federal. Totalmente fantasiosa, sem nenhuma prova. Fez isso para buscar holofotes”, ressaltou.

Há dúvidas sobre o comprometimento do ex-ministro com a comissão; general tem habeas corpus para não responder tudo

Pazuello esteve à frente do Ministério da Saúde entre maio de 2020 e março deste ano, quando foi exonerado após longo processo de desgaste – Marcelo Camargo, Agência Brasil

Mais aguardado da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI ) da Pandemia, o depoimento de Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, acontecerá nesta quarta-feira (19). O interrogatório pode comprometer, ainda mais, o governo de Jair Bolsonaro (sem partido), cujas falhas e omissões têm sido escancaradas pela comissão.

Amparado por um habeas corpus preventivo, concedido pelo ministro Ricardo Lewandovski, do Supremo Tribunal Federal (STF), o militar pode ficar em silêncio e não responder às perguntas dos senadores, se considerar que podem ser prejudiciais a si mesmo nas investigações que sofre na Justiça. No entanto, de acordo com o advogado de Pazuello, Zozer Hardmann, o ex-ministro da Saúde deve responder todas as dúvidas dos parlamentares.É uma incógnita, no entanto, como Pazuello irá reagir ao ser confrontado com as afirmações e ações do governo no período em que foi ministro da Saúde, entre 15 de maio de 2020, quando 15 mil brasileiros haviam morrido em decorrência da doença, até 23 de março de 2021, quando o país registrou 280 mil mortes por Covid-19. É o mais longevo chefe da pasta no governo de Bolsonaro. Pazuello terá que explicar aos senadores, se não ficar em silêncio, por que o Brasil demorou para adquirir vacinas; o aumento vertiginoso no número de mortos e contaminados; a crise de oxigênio em Manaus; o aumento na produção de remédios sem comprovação científica; a ocultação de dados oficiais sobre a doença; a falta de compromisso dos representantes do governo, incluso o ex-ministro, com o uso de máscaras em público; além da relação com a China, país responsável pelo envio de insumos para a fabricação das vacinas no Brasil.

Acompanhe a sessão da CPI ao vivo no Brasil de Fato:

                                                                             

” É o presidente e famílias, ministros ex- ministros e outros que ocuparam cargos, é uma turma que só monstras problemas para o país, se povão vão assistirem os telejornais, logo na abertura vem inúmeras notícias  indesejáveis dos do governo de BOSA, se vai para internet só dá bagunças. Já passou o tempo de dá  um basta neste desgoverno. O nosso blog procura ser o mais imparcial possível, mas não pode ser omisso as notícias que a própria mídia diuturnamente estar divulgando”

brasildefato

Ilustração de mapa do Brasil com coronavírusArte/Metrópoles

Com a diminuição de casos confirmados de Covid-19 e da média móvel de mortes decorrentes da doença nos últimos dias, surge novamente a esperança de que o Brasil esteja controlando a epidemia provocada pelo novo coronavírus. Para o país que registrou 4.249 mortos em 8 de abril, um patamar baixo seria um alívio na tragédia coletiva.

Quando se trata, no entanto, de uma doença infecciosa, existem poucas certezas sobre a maneira como o cenário pode evoluir. Nessa sexta-feira (14/5), a epidemiologista Ethel Maciel, da Universidade do Espírito Santo, lançou alerta no Twitter: “Casos novos subindo perigosamente. Isso significa internações e óbitos nas próximas semanas. Se cuidem!”. Na quinta-feira (13/5), o epidemiologista Wanderson de Oliveira, que fez parte da equipe do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, deu declaração semelhante a jornalistas em uma linha de transmissão de mensagens. “Estamos sentados em um barril de pólvora”, afirmou, em alusão ao índice de estabilização do país no patamar de cerca de 2 mil mortes diárias. A opinião dos especialistas é que, sim, o pior da 2ª onda passou, mas estamos em patamar muito alto ainda. A curva epidemiológica se estabilizou em um platô elevado, fator que ameaça o controle da epidemia. “Índice de cerca de 2 mil mortes em média não pode ser considerado ‘normal’. Estamos dando ‘cavalo de pau’ à beira do precipício”, alerta Wanderson.

Platô trágico

Pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Claudio Maierovitch considera que o cenário ainda é trágico. “As previsões sobre o futuro da pandemia estão muito incertas. Eu diria que ficaremos mais ou menos neste patamar trágico até junho, e só depois veremos o número de mortes cair”, aponta. De acordo com Maierovitch, a reabertura que vem sendo implementada pelos governadores desde abril não permitiu que o vírus fosse, de fato, controlado.

Dentro desse contexto, duas outras situações preocupam. O Brasil, praticamente, não faz vigilância epidemiológica – os testes são insuficientes e os contatos dos possíveis infectados não são mapeados –, e a imunização caminha em ritmo lento. “Se o Brasil deseja sair das cordas, a vacinação deveria estar em 1,5 milhão de doses por dia. Estamos muito longe dessa meta”, frisa Wanderson de Oliveira. O infectologista Luís Gustavo Santos, do portal EuSaúde, considera que o pior momento da 2ª onda passou, mas lembra que a população não pode relaxar nos cuidados. “Estamos com tendência de estabilidade ou queda, mas a quantidade de novos casos ainda é muito alta”, salienta. “Se não houver agilidade na vacinação, provavelmente vamos ter uma nova onda de contágios”, completa.

Terceira onda?

Na última edição do Boletim do Observatório Covid-19, divulgada na quarta-feira (12/5), pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertaram para a possibilidade do surgimento de uma terceira onda.

De acordo com o documento, os indicadores que vêm sendo monitorados mostram intensa circulação do novo coronavírus – ou seja, apontam que a pandemia pode permanecer em níveis críticos nas próximas semanas, o que favorece o surgimento de novas variantes no país.

“A observada manutenção de um alto patamar, apesar da ligeira redução nos indicadores de criticidade da pandemia, exige que sejam mantidos todos os cuidados, pois uma terceira onda agora, com taxas ainda tão elevadas, pode representar crise sanitária ainda mais grave”, assinalaram os cientistas.

O infectologista Luís Gustavo Santos lembra que, enquanto 70% da população não estiver vacinada, é necessário continuar alerta, seguindo estritamente as recomendações de uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos. “Não é hora de baixar a guarda. A relação entre a circulação de pessoas e o aumento do número de casos é direta”, ressalta.

” Se cuide”

Talonário eletrônico
Material cedido ao Metrópoles
Bares, restaurantes, obras e estabelecimentos que descumprirem regras previstas para a contenção do novo coronavírus ou de ordem urbanística serão multados na hora. Os auditores da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) darão fim à autuação manual. A partir de agora a pasta usará o talonário eletrônico, com sistema para dar agilidade às multas e interdições. Munidos de celulares e um aplicativo específico para o trabalho, os agentes poderão atuar em locais com ou sem internet.

Para a atuação, a DF Legal aproveitou equipamentos comprados ainda na gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB), que estavam nas caixas, sem uso. A justificativa para a falta de utilização até então era de problemas de software e no hardware. Hoje, isso está resolvido. Os talonários foram comprados pela antiga Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) no valor de R$ 927.525,00. Ao todo, foram adquiridas 415 impressoras térmicas com o objetivo de facilitar o trabalho dos auditores durante as abordagens e operações externas de fiscalização. A compra foi realizada em outubro de 2016, mas até o momento estava obsoleto.

“Após oito meses de intenso trabalho, a equipe de tecnologia da DF Legal conseguiu tornar o equipamento que era obsoleto em ferramenta útil, pois se tornou possível o uso off-line, sem GPS e sem internet, facilitando a vida do agente em campo”, destacou o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira.

Para Mangueira, a maior conquista do uso dos equipamentos foi a lavratura de autos em tempo menor que um minuto. Para ele, em um ambiente de tensão na abordagem de infratores, como em fiscalização de protocolos sanitários da Covid-19, por exemplo, otimizar a fiscalização ajuda a preservar vidas. “Como é sabido o brasileiro se preocupa muito com aspecto punitivo, ou seja, aquilo que dói no bolso”. Até então, a lavratura de infrações era feita em blocos talonários de papel. Com caneta em mãos, os agentes levavam entre uma hora e uma hora e meia para lavrar três autos, o que reduzia o alcance no número de estabelecimentos irregulares punidos.

Cumprimento de decretos

Para a DF Legal, o aumento na fiscalização e otimização nas multas aumentará o cumprimento das determinações legais. “O talonário configura em um aplicativo instalado em aparelhos telefônicos dos servidores, cujo preenchimento é tão simples quanto o formulário de proposta de cartão de crédito ou ao feito pelo Detran. Ao final de cada autuação, este aparelho comunica-se com a impressora térmica, denominada “solução talonária”, que possibilita a entrega de via do auto de infração ao estabelecimento ou pessoa física autuada, garantindo ao infrator a defesa por meio de recurso administrativo”, complementou Cristiano Mangueira.

Além dos servidores da DF Legal, os equipamentos e os blocos eletrônicos serão compartilhado com a Polícia Militar do Distrito Federal, conforme acordo de cooperação técnica para fiscalização na capital.

metropoles

Em entrevista ao ESTRELANDO, a atriz ainda entregou que está se preparando para lançar uma marca de roupa sustentável© Guta Valente Em entrevista ao ESTRELANDO, a atriz ainda entregou que está se preparando para lançar uma marca de roupa sustentável

Maria Joana fará sua estreia neste domingo, dia 16, no Super Dança dos Famosos! Além dela, Claudia Ohana e Mariana Santos também sobem ao palco para a última edição da competição do Domingão do Faustão.

Com um novo visual, após passar boa parte de sua vida sem mexer nas madeixas, Maria surgirá no palco com um novo cabelo e também pronta para encarar os desafios do quadro, que promete ser um dos mais disputados, afinal, além de ser o último, traz apenas artistas que já fizeram parte do quadro em edições anteriores.

A dinâmica, além disso, será mata-mata, com uma dupla sendo eliminada a cada domingo.Com tanta responsabilidade de fazer bonito no palco, Maria Joana entregou ao ESTRELANDO que sua preparação foi intensa, mas que está feliz por ter sido uma das escolhidas para encerrar com chave de ouro o sucesso de Fausto Silva. 

Abaixo, confira uma entrevista completa com a atriz, que já adiantou alguns dos planos para sua carreira após o encerramento do Super Dança dos Famosos

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Sarah Andrade
Sarah Andrade

Sarah Andrade, ex-participante do “BBB 21” , fará sua estreia fora da Globo neste domingo (16). A consultora de marketing participará do “Domingo Legal”, no quadro “Passa ou Repassa”, com a cantora Yasmin Santos e a dupla Guilherme e Benuto.

No programa do SBT, Sarah falou sobre os planos de morar com Gilberto Nogueira, seu grande aliado no programa da Globo . “Ainda estamos organizando nossas agendas de trabalho para entender a melhor logística para nós dois, mas eu moraria com ele com certeza. Seria divertidíssimo. E eu teria um grande amigo do meu lado”, disse. Nova em São Paulo, Sarah revelou que ainda está se adaptando à cidade. “Me mudei para São Paulo e ainda estou organizando algumas coisas, mas estou amando tudo. Eu tirei dois dias desde o final do programa para descansar um pouco mais. Mas a rotina, graças a Deus está corrida, planejando e trabalhando bastante”, comentou.

Por fim, Sarah Andrade agora quer investir em seu grande sonho: “Tenho muita vontade em construir uma carreira artística, principalmente como apresentadora. Estou me preparando para isso”, encerrou ela, em trecho divulgado pela assessoria do SBT.

ig

Discreta sobre a vida pessoal, atriz foi símbolo da busca pela construção de novos espaços para as mulheres

Após longa carreira, Eva Wilma parte deixando lição de amor à dramaturgia e legado além dos palcos
Após longa carreira, Eva Wilma parte deixando lição de amor à dramaturgia e legado além dos palcos – TV Globo

A história de Eva Wilma (1933-2021) se confunde com a história da própria televisão no Brasil. E se confunde com o longo processo de emancipação da mulher e as transformações na sociedade brasileira a partir da segunda metade do século XX. Do início como bailarina clássica ao estouro como protagonista das novelas de Ivani Ribeiro nos anos 70, entre elas os sucessos Meu Pé de Laranja Lima (1971) e a primeira versão de Mulheres de Areia (1973), a atriz não fugia dos debates públicos e se posicionava de maneira firme contra qualquer tipo de repressão. Em 1968, o ano que não terminou, ela liderou ao lado de Tônia CarreroOdete LaraNorma Bengell e Cacilda Becker a Passeata dos Cem Mil, primeira grande manifestação contra a ditadura militar. Nos palcos, estrelou textos dos principais dramaturgos e foi uma das fundadoras do Teatro de Arena, símbolo da reinvenção da produção teatral em São Paulo. De Um Bonde Chamado Desejo, passando por Esperando Godot e A Megera Domada, se mostrou uma das mais versáteis atrizes do teatro no Brasil.

Ao longo de uma carreira vitoriosa, a atriz entregou alguns dos personagens mais marcantes da história das telenovelas. Em 1997, por exemplo, divertiu (e revoltou) o Brasil como a Altiva de A Indomada (1997). Seu bordão “oxente, my god!” virou hit e as situações bizarras da trama divertiram o público.

Logo na sequência, ainda no final dos anos 90, ela foi escolhida como uma das estrelas dos seriados Malu Mulher (1981) e Mulher (1998/1999), símbolos da tentativa de um retrato mais plural de personagens femininas nas produções para a TV. Para ela, já uma veterana, a atuação nos projetos encabeçados por Daniel Filho foi um ponto de ruptura. “Na primeira gravação dentro do estúdio, de uma UTI, eu passei o dia inteiro repetindo uma fala muito científica. Quando sentei na UTI, parecia que era a primeira vez que eu ia representar. O Daniel [Filho, que dirigia o projeto] começou a rir, porque eu gaguejava! Foi muito difícil”, declarou ela.

LEGADO 

Foi uma mulher de poucos e duradouros amores. Entre 1955 e 1976 foi casada com John Herbert. Três anos depois se casaria com Carlo Zara em uma união que durou por 23 anos até a morte do ator em 2002.  Atuou até o fim e na parte final de sua carreira apresentou algumas de suas melhores performances na TV, como a dissimulada Iris de Fina Estampa (2011) e a trágica Dona Fábia, de Verdades Secretas (2015). No teatro, estrelou uma montagem inesquecível de O Que Terá Acontecido A Baby Jane? (2016) ao lado de Nicette Bruno.

“A expressão artística tem uma ligação com a divindade. A matéria-prima do ator, além do físico, é a imaginação. Essa criatividade está dentro e fora. Acho que tem um dedinho de Deus no meio disso”, afirmou ela ao ser entrevistada para o Memória Globo no início dos anos 2000. Só Deus mesmo para explicar o talento de uma atriz como Eva Wilma.

contigo

A modelo fez vídeo de antes e depois de sua produção e chamou atenção
Andressa Suita aparece de cara lavada e chama atenção 

Andressa Suita chamou atenção ao fazer um vídeo de antes e depois!

Nesta quinta-feira, 13, a modelo compartilhou a brincadeira e impressionou ao surgir de cara lavada, sem nenhuma produção. Logo em seguida, a famosa surgiu maquiada e com um de seus looks deslumbrantes. “Ela faz o tik tok dela”, escreveu ela na legenda. Nos comentários, não faltaram elogios para a mãe dos filhos de Gusttavo Lima“Eu amo”, disse Mileide Mihaile“Maravilhosa”, admirou Gabi Martins. Ainda nesta quarta-feira, 12, Andressa Suita esbanjou luxo e muito estilo ao aparecer com um look milionário da Chanel. Recentemente, ela roubou a cena com uma roupa neon.

caras

A escalada de violência em terras indígenas tem ganhado força pelo País, com o avanço do desmatamento, grilagem terras e garimpo ilegal. Os episódios ocorridos nesta semana em Roraima, onde garimpeiros armados dispararam balas de fuzil contra o povo Yanomami, se somam às evidências do recrudescimento das invasões em áreas demarcadas. Nas margens do Rio Tapajós, no Pará, onde vivem mais de 14 mil indígenas das etnias munduruku e apiaká, os crimes na floresta têm acelerado a contaminação das águas e a proliferação de doenças entre os indígenas, como malária e covid-19.

Margens do Rio Tapajós
Margens do Rio Tapajós

Foto: Joka Madruga / Futura Press

O Estadão teve acesso a estudo feito por uma série de instituições ambientais que formam o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração. Por seis meses, quatro pesquisadores do comitê reuniram dados oficiais do governo federal para analisar impactos causados pelas invasões da terra indígena Munduruku, no município de Jacareacanga, divisa de Mato Grosso com o Pará. A fotografia extraída deste cenário revela fragilidades que hoje corroem a vida dos indígenas das 145 aldeias da região. Só em 2020, uma área equivalente a mais de 2 mil campos de futebol foram desmatadas dentro das terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no alto Tapajós. Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, responsável pelos dados oficiais de desmate – confirmam a derrubada de 2.052 hectares da floresta. A razão de haver essa concentração de crimes dentro das terras demarcadas deve-se, basicamente, a um fato: é dentro dessas unidades que ainda estão de pé as árvores mais nobres, como o ipê. É também dentro dessas terras que estão as jazidas cobiçadas de ouro, como acontece na região de Jacareacanga e Itaituba, no médio Tapajós. O desmatamento na região em 2020 supera o volume já alarmante de 2019, quando 1.835 hectares de floresta foram perdidos na terra indígena Munduruku. Já na terra Sai Cinza, que é vizinha da primeira, houve explosão de desmatamento, saindo de 16 hectares em 2019 para 304 hectares no ano passado. Com o avanço dos madeireiros e do garimpo, vieram as doenças sobre as aldeias. Os dados do estudo O cerco do ouro: garimpo ilegal, destruição e luta em terras Munduruku mostram que, em menos de um ano, 31 indígenas morreram de covid-19 nas aldeias, entre homens, mulheres e crianças. Surtos de malária também se espalharam pelas aldeias, além da contaminação crescente por ingestão de mercúrio.

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Em um novo bombardeio de Israel, 8 crianças palestinas morrer

Um edifício de 12 andares na Faixa de Gaza que abriga os escritórios da agência americana Associated Press (AP) e da emissora Al Jazeera, do Catar, desabou neste sábado (15) após ser atingido por mísseis israelenses, informou a rádio militar de Israel. As sedes dos meios de comunicação estavam localizadas nos andares superiores do prédio, enquanto que os demais eram ocupados por escritórios comerciais. Não há informações sobre vítimas ou feridos. Está gostando da notícia? Fique por dentro das principais notícias
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Momento em que o prédio foi atingido em Gaza
Momento em que o prédio foi atingido em Gaza

Foto: EPA / Ansa – Brasil

Segundo relatos, o local foi evacuado cerca de uma hora antes do ataque aéreo, depois do Exército israelense enviar um aviso ao proprietário do prédio. Até agora, porém, não há explicações sobre o motivo pelo qual houve a ofensiva. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o momento exato que o arranha-céu al-Jala desabou após o ataque. Pouco depois, o porta-voz das Brigadas Ezzedin al-Qassam, braço militar do grupo palestino Hamas, anunciou que a reação irá “abalar Israel”.”Agora aguardem”.

Ontem à noite, os militares israelenses já haviam anunciado que “alguns elementos proeminentes da organização terrorista Hamas foram atacados em um apartamento usado como infraestrutura terrorista na área de Shati, no norte da Faixa de Gaza”. O Hamas, por sua vez, acrescentou que o governo de Israel “usa civis deliberadamente como escudos humanos para proteger suas atividades hostis”. O conflito entre as regiões se intensificou e os ataques aéreos e lançamentos de foguetes continuaram durante a madrugada. O Exército disse que mais de 200 foguetes foram lançados apenas durante a noite, dos quais pelo menos 30 voltaram para o enclave palestino. Desde o início dos confrontos, cerca de 2,3 mil mísseis foram disparados contra Israel a partir de Gaza. Destes, pelo menos mil foram interceptados pelo sistema de defesa antimísseis Iron Dome, de acordo com o Exército.

No sexto dia de ataques consecutivos contra a Faixa de Gaza, o Ministério da Saúde do Hamas divulgou que o número atualizado de mortos é de 139, incluindo 39 crianças. Já Israel registrou nove mortos, incluindo duas crianças. Ao todo, são mil palestinos e 560 israelenses feridos. Hoje, 10 pessoas de uma mesma família palestina, incluindo oito crianças, foram mortas em um bombardeio israelense na Faixa de Gaza, segundo fontes médicas. O míssil atingiu a residência da família Abu Hatab, em um prédio de três andares, no campo de refugiados de Al-Shati.

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Depoimentos da semana atestaram que gestão Bolsonaro ignorou ofertas e negociações para aquisição de imunizantes

Presidente prometeu ano da vacina, mas plano de imunização avança a passos lentos – Evaristo Sa/AFP

A gente está vendo a confirmação de fatos que a gente já sabia que aconteceram

Quase quatro meses após o início da vacinação contra a covid-19, o Brasil chega à segunda semana de maio com menos de 10% da população vacinada com as duas doses do imunizante. Na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a resposta do governo federal à pandemia, as inconsistências do executivo nos processos de aquisição do insumo foram tema dominante. Os depoimentos concedidos aos senadores trouxeram elementos que confirmam falhas consideráveis na gestão. Mais de um ano após os primeiros registros de casos e mortes no Brasil, na segunda-feira (10), o governo criou a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19. O órgão vai coordenar as ações a serem executadas no combate ao coronavírus. O atraso na resposta à crise sanitária não está apenas na construção de um núcleo específico dentro do governo para tratar exclusivamente sobre a pandemia. Ao longo da semana, a CPI da covid reuniu elementos que indicam que a demora na compra das vacinas foi consciente. “A gente está vendo a confirmação e a documentação de fatos que a gente sabia que aconteceram e que agora estão sendo sistematizados pela CPI”, afirma o médico de família Aristóteles Cardona, da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares, no podcast A Covid-19 na Semana.  “Dentro das questões que a gente imaginava que a CPI deveria investigar, e que ela está cumprindo, está exatamente a incapacidade de gerir o sistema de saúde. Sempre falamos da preocupação de ver tanta gente incompetente comandando o Ministério da Saúde, no momento de maior crise sanitária da nossa história”, completa Aristóteles. Também na segunda, governadores do Maranhão, Piauí e Mato Grosso do Sul participaram de audiência pública na Comissão Temporária da Covid do Senado e pediram ajuda na aquisição de vacinas.  

Na mesma data, o governo de São Paulo informou que 10 mil litros de insumos da vacina CoronaVac estavam “travados” na China à espera de autorização para envio para o Brasil. O atraso seria consequência das relações diplomáticas estremecidas entre o Brasil e o país asiático. 

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Bruno Covas assumiu o cargo de prefeito com a saída de João Doria, que foi eleito governador, em 2018 – Gov SP / Secom

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu neste domingo (16), aos 41 anos, após lutar por cerca de dois anos contra o câncer. A mais recente internação do político aconteceu no dia 3 de maio, quando ele se afastou da Prefeitura para tratamento de seus tumores. A informação foi confirmada pelo hospital Sírio Libanês, onde estava internado. Com um sangramento controlado no sistema digestório, ele saiu da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), mas apresentou uma piora grave nas últimas horas desta sexta e não resistiu. Logo que começou sua carreira política, em 1998, quando tinha 18 anos, Covas se filiou ao PSDB, partido que tinha entre os fundadores o seu avô, o ex-governador de São Paulo Mário Covas. Nascido em Santos (SP), Bruno veio para São Paulo quando ia cursar o ensino médio e morou com o avô no Palácio dos Bandeirantes. Na faculdade, ele estudou Direito e Economia. Sua primeira tentativa em um pleito aconteceu quando ele concorreu a vice-prefeito de Santos, em 2004, mas não foi eleito. Porém, dois anos depois, conquistou uma cadeira de deputado federal por São Paulo, cargo para o qual foi reeleito em 2010. Em 2011, ele se licenciou do mandato para ser secretário estadual de Meio Ambiente de São Paulo, durante a gestão de Geraldo Alckmin (PSDB). Já em 2014, ele foi eleito deputado federal por São Paulo.


Ricardo Nunes, ocupando atualmente o cargo de prefeito de SP. posa ao lado do então companheiro de chapa, Bruno Covas, durante a corrida eleitoral de 2020 ; em frente, uma mesa repleta de objetos religiosos/ Reprodução / Facebook Dois anos depois, Covas foi vice na chapa de João Doria (PSDB) para a prefeitura. E, com a saída de Doria para assumir como governador de São Paulo, ele assumiu a cadeira de prefeito da cidade em 2018. Nas eleições de 2020, Covas teve sua primeira vitória como cabeça de chapa, com 59,45% dos votos válidos, contra 40,55% de Guilherme Boulos (PSOL), que ficou em segundo lugar. Durante a corrida eleitoral de 2020, Covas participou de uma sabatina no programa Roda Viva, da TV Cultura, e foi questionado sobre seu tratamento contra o câncer. Na época, ele disse ser 100% transparente sobre o tema. “Descobri câncer em metástase em outubro do ano passado. Todo instante fiz o tratamento da forma mais transparente possível. Os médicos me perguntaram qual era o grau de transparência que eles deveriam dar. Eu disse: 100%. A população tem o direito de saber como está a saúde de seu representante, do seu prefeito”, afirmou. Ao anunciar seu licenciamento para tratar o câncer, Covas publicou uma carta explicando os motivos pelos quais estava pedindo licença e agradeceu ao apoio nas redes sociais.”Com toda força e foco que preciso colocar na minha saúde, fica incompatível o exercício responsável de minhas funções como Prefeito de São Paulo. Por isso, vou solicitar à Câmara de Vereadores uma licença do cargo pelo período de 30 dias para me dedicar integralmente à minha recuperação”, disse antes de ir para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para fazer seu tratamento.

Covas deixa um filho, Tomas Covas, de 15 anos.

Confira a nota do hospital Sírio Libanês:

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