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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: julho 2021

Em maio, a agência já havia feito a recomendação de suspender a AstraZeneca
Em maio, a agência já havia feito a recomendação de suspender a AstraZeneca – Juan Mabromata / AFP

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão do uso das seguintes vacinas contra a covid-19 em gestantes: o imunizante do laboratório estadunidense Janssen, do grupo Johnson & Johnson, e do laboratório britânico AstraZeneca, produzido em parceria com a Universidade de Oxford e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O motivo é o risco de trombose associado a esses imunizantes em gestantes, ainda que extremamente raro.

Em maio, a agência já havia feito a recomendação de suspender a AstraZeneca. Na época, a decisão ocorreu paralelamente ao registro de trombose em uma gestante que veio a óbito, depois de tomar a vacina da AstraZeneca, no Rio de Janeiro. No fim de junho, a Prefeitura do Rio autorizou a aplicação da segunda dose com a vacina do laboratório estadunidense Pfizer, produzida em parceria com a farmacêutica alemã BioNTech, em gestantes que tomaram a primeira dose da AstraZeneca. Assim, o Rio se tornou a primeira capital brasileira a adotar a combinação de vacinas. Com a nova recomendação da Anvisa, outros estados devem repetir a receita.A taxa de letalidade entre as gestantes é de 7,2%, segundo um boletim do Observatório Covid-19 da Fiocruz, diante do índice de 2,8% registrado na população em geral em todo o país.

Bolsonaro tripudia em cima da CoronaVac

Mais uma vez, o presidente Jair Bolsonaro mentiu sobre o imunizante produzido pelo Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac, a CoronaVac. Desta vez, lançou dúvidas sobre a segurança da vacina durante uma live.“Não deu certo essa vacina dele [o governador João Dória] infelizmente no Chile. Aqui no Brasil também parece que está complicado. Torcemos para que essas notícias não estejam certas, parece que infelizmente não deu muito certo”, afirmou Bolsonaro.

Para o final da fila

Enquanto o capitão reformado insiste em se colocar contra as vacinas, nos postos de saúde, a população recusa a vacina do Butantan.Segundo um levantamento feito pela GloboNews, pelo menos 86 pessoas já recusaram formalmente a CoronaVac, por meio da assinatura de um termo de responsabilidade, no estado de São Paulo. Com isso, sete municípios já começam a aplicar regras para os chamados “sommeliers” de vacina. Nos municípios de São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Embu das Artes, por exemplo, aqueles que se recusarem a tomar a vacina vão para o final da fila do calendário da vacinação e assinam um termo de comprovação da rejeição. Em Cerquilho, próximo ao município de Sorocaba, a Prefeitura determinou o envio de dados dessas pessoas para o Ministério Público para apuração de eventual crime contra a saúde pública. Próximo ao estado de São Paulo, em Belo Horizonte, Minas Gerais, pelo menos 32,9 mil pessoas não foram até os postos de saúde para receber a segunda dose de vacina da CoronaVac.

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mila garro com conjunto preto e branco segurando equipamento de limpeza

Nas últimas semanas, a influencer e ex-bbb Adriana Sant’Anna causou uma enorme polêmica ao reclamar em seu Instagram que não conseguia encontrar nos Estados Unidos, país em que mora atualmente, uma profissional que realizasse todo seu serviço doméstico, incluindo a limpeza da casa, o cuidado com filhos e a lavagem e passagem de roupas. Além disso, Adriana também se queixou do valor requisitado para a prática no país, alegando que no Brasil era muito mais barato encontra alguém para realizar as tarefas. No entanto, o ramo da limpeza doméstica – e também corporativa – no país norte-americano é bastante diferente do cenário brasileiro. Lá, as funções não se misturam, e tampouco o serviço é barato. Mila Garro, CEO da empresa “Fiv5 Star Cleaning“, que atua na área da limpeza de casas e empresas nos Estados Unidos com vários profissionais em sua equipe, explicou um pouco mais sobre o assunto durante entrevista com OFuxico. “É completamente diferente do Brasil. Aqui as pessoas não trabalham normalmente com vínculo empregatício, é muito comum a contratação por subcontrato, então os combinados são feitos entre contratante e contratado. Não existe uma regra quanto aos contratos, podem ser por hora, pode ser fixo, enfim… são infinitas as possibilidades.“, relata a empresária. “Quando um brasileiro contrata um serviço de limpeza nos EUA, normalmente em um primeiro contato com o país, há um choque cultural absurdo. São pessoas que não entenderam ainda a diferença cultural, a forma de trabalho, a remuneração, o não acúmulo de funções, como acontece no Brasil, e isso é reflexo do que estão acostumados. No Brasil é muito comum ver empregadas domésticas que cuidam das crianças, que fazem comida, que passam roupa, enfim, que exercem muitas funções dentro de uma, mas aqui as coisas não são assim. Então é uma boa pauta para uma discussão sobre como é visto e tratado uma profissional da limpeza no Brasil.“, completa Mila sobre as diferentes realidades.

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Manifestação ocorreu horas depois de a ministra Rosa Weber negar o pedido da PGR para que a investigação só fosse instaurada após o término da CPI da Covid-19

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira, 2, a abertura de inquérito para investigar o presidente Jair Bolsonaro pelo crime de prevaricação na compra da vacina Covaxin. A manifestação ocorreu horas depois de a ministra Rosa Weber negar o pedido da PGR para que a investigação só fosse instaurada após o término da CPI da Covid-19. O vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, pediu a abertura do inquérito após uma notícia-crime apresentada ao STF pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Fabiano Contarato (Rede-ES) e Jorge Kajuru (Podemos-GO). Na manifestação, a PGR pede o depoimento do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), do servidor da Saúde Luis Ricardo Miranda e de Jair Bolsonaro.  Para a comentarista Ana Paula Henkel, do programa “Os Pingos Nos Is“, da Jovem Pan, o inquérito não vai chegar a lugar algum. “É um crime muito difícil de ser comprovado, porque são vacinas que não foram compradas, dinheiro que não foi gasto, contratos que não foram assinados. E enquanto a gente fala de tudo isso, continuamos perguntando onde foi parar o dinheiro dos recursos federais para governadores e prefeitos”, disse. “Que abra esse inquérito, que investigue a fundo e que feche esse circo se tornou a CPI porque ninguém aguenta mais”, completou. Ana Paula também criticou a oposição ao presidente Jair Bolsonaro, que chamou de “histérica, sem maturidade e sem propósito”. “Está muito explícito que essa composição do STF é tão militante quanto essa oposição que nós temos”, defendeu.

jovempan.

Nova travessia de pedestres e veículos do rio Boacica.jpg

O governo federal realizou, por meio da Codevasf, a recuperação da travessia de pedestres e veículos do rio Boacica, no trecho situado no povoado Ipiranga. A estrutura foi substituída por uma nova, com investimentos de cerca de R$ 1,6 milhão, realizados com recursos de emenda parlamentar ao Orçamento Geral da União. A travessia é uma das principais vias de acesso ao projeto público de irrigação Boacica, localizado em Igreja Nova (AL).A estrutura de travessia possui extensão de 39,2 metros. “O trabalho foi realizado a partir dos estudos de fundação e de custos, e optou-se por utilizar a mesma estrutura da travessia anterior, com tubos em aço galvanizado”, explica o gerente regional de Empreendimento de Irrigação da Codevasf em Alagoas, Hugo Leonardo Rocha. De acordo com o superintendente regional da Codevasf em Alagoas, Joãozinho Pereira, a nova estrutura oferecerá mais segurança aos usuários. “As vias de acesso dentro do projeto Boacica são utilizadas diariamente por diversas pessoas, como agricultores, fornecedores, moradores dos povoados, técnicos da Codevasf, entre outros, e facilitam toda a dinâmica de produção agrícola da região”, diz.

Codevasf investe R$ 1,6 milhão em infraestrutura do Projeto Público de Irrigação Boacica, em Alagoas.jpg

Projeto Público de Irrigação Boacica

O Projeto Público de Irrigação Boacica foi implantado pela Codevasf em 1984. O empreendimento possui área irrigável de 2,7 mil hectares. A infraestrutura do projeto inclui 150 quilômetros de canais, 146 quilômetros de drenos, 122 quilômetros de estradas e 3 estações de bombeamento. O projeto conta com 770 lotes e tem o arroz e a cana-de-açúcar como principais culturas. Mais de 86 mil toneladas de itens agrícolas foram produzidos em 2020 no Boacica, com R$ 15,2 milhões em valor bruto de produção. Os principais sistemas de irrigação são por superfície e aspersão.

codevasf.gov

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – 1 Reis 4.29-34;6.1,11-14
1 Reis 4

1 Reis 4

29 E deu DEUS a Salomão sabedoria, e muitíssimo entendimento, e largueza de coração, como a areia que está na praia do mar. 30E era a sabedoria de Salomão maior do que a sabedoria de todos os do Oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios. 31E era ele ainda mais sábio do que todos os homens, e do que Etã, ezraíta, e do que Hemã, e Calcol, e Darda, filhos de Maol; e correu o seu nome por todas as nações em redor. 32E disse três mil provérbios, e foram os seus cânticos mil e cinco. 33Também falou das árvores, desde o cedro que está no Líbano até ao hissopo que nasce na parede; também falou dos animais, e das aves, e dos répteis, e dos peixes. 34E vinham de todos os povos a ouvir a sabedoria de Salomão e de todos os reis da terra que tinham ouvido da sua sabedoria.

1 Reis 6

1 – E sucedeu que, no ano quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito, no ano quarto do reinado de Salomão sobre Israel, no mês de zive (este é o mês segundo), Salomão começou a edificar a Casa do Senhor. 11 – Então, veio a palavra do Senhor a Salomão, dizendo: 12 – Quanto a esta casa que tu edificas, se andares nos meus estatutos, e fizeres os meus juízos, e guardares todos os meus mandamentos, andando neles, confirmarei para contigo a minha palavra, a qual falei a Davi, teu pai; 13 – e habitarei no meio dos filhos de Israel e não desampararei o meu povo de Israel. 14 – Assim edificou Salomão aquela casa e a aperfeiçoou.

TEXTO ÁUREO
“E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor enchera a Casa do Senhor.”  (1 Rs 8.11)

VERDADE PRÁTICA
O pedido de sabedoria feito por Salomão a DEUS aponta para a maturidade espiritual que DEUS deseja para seus filhos.

LEITURA DIÁRIA
Segunda – Tg 1.5 DEUS concede sabedoria àqueles que pedem

Terça – Pv 2.6 A sabedoria provém do Senhor
Quarta – Sl 37.30 O homem justo profere palavras sábias
Quinta – Cl 4.5-6 Falar com sabedoria produz melhores relacionamentos
Sexta – Tg 4.6 DEUS não compactua com os orgulhosos
Sábado – Pv 29.23 A pessoa que se afasta do orgulho será honrada
 
PONTO CENTRALO que pedimos ao Senhor deve ser refletido em toda a nossa vida.
 
Resumo da Lição 1, A Ascensão de Salomão e a Construção do Templo
I – A SABEDORIA DE SALOMÃO
1. A virtude de Salomão.
2. O sábio pede sabedoria.
3. A sabedoria na prática de vida.
II – A CONSOLIDAÇÃO DO PODER
1. A glória do reino de Salomão.
2. O orgulho precede a ruína.
III – A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO
1. O nobre propósito de Salomão.
2. O templo do ESPÍRITO SANTO.
3. A glória do Senhor.
 
OBJETIVO GERAL – Expor a necessidade de permanecer em comunhão com DEUS.
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Evidenciar as virtudes de Salomão;
Destacar o comportamento orgulhoso de Salomão no fim de sua vida;
Apontar os feitos de Salomão.
 
PONTO CENTRAL – O que pedimos ao Senhor deve ser refletido em toda a nossa vida.
 
Resumo da Lição 1, A Ascensão de Salomão e a Construção do Templo
I – A SABEDORIA DE SALOMÃO
1. A virtude de Salomão.
2. O sábio pede sabedoria.
3. A sabedoria na prática de vida.
II – A CONSOLIDAÇÃO DO PODER
1. A glória do reino de Salomão.
2. O orgulho precede a ruína.
III – A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO
1. O nobre propósito de Salomão.
2. O templo do ESPÍRITO SANTO.
3. A glória do Senhor.
 
Rodrigo Novas, André Longo e Ana Paula Vilaça participaram de entrevista coletiva, nesta sexta (2), no Recife — Foto: Reprodução/Redes sociais

Rodrigo Novas, André Longo e Ana Paula Vilaça participaram

de entrevista coletiva, nesta sexta (2), no Recife —

Foto: Reprodução/Redes sociais

O governo de Pernambuco anunciou, nesta sexta (2), a autorização para retomada de eventos sociais e flexibilização de atividades corporativas, em mais uma etapa de avanço no plano de convivência com a Covid-19. A partir de segunda (5), fica liberada, ainda, a ampliação e horário de comércio e serviços de academias, bares e restaurantes. As novas medidas são válidas para todo o estado. Os horários de funcionamento de serviços dependem de cada região. Mesmo com esse novo avanço, os eventos culturais, como shows e festas, permanecem proibidos. O anúncio foi feito durante entrevista coletiva concedida pela internet. Participaram os secretários estaduais de Saúde, André Longo, de Turismo, Rodrigo Novaes, além da executiva de Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça. Segundo o estado, para liberar essas atividades, foram levados em conta os novos números da pandemia. Os dados mostraram a redução nos pedidos de leitos para casos graves. Segundo a nova fase do plano, na Macorregião I, que compreende o Grande Recife e parte da Zona da Mata e Agreste, estão autorizados os eventos sociais com 50 pessoas, 30% da capacidade do espaço ou o que for menor. São considerados eventos sociais aniversários, batizados e casamentos, por exemplo. Mesmo com a liberação dessas atividades, permanece proibida a música ao vivo. Eles podem acontecer das 8h às 23h, nos dias de semana, e das 8h às 22h, nos finais de semana.Nessas mesmas regiões, os eventos corporativos, que são as palestras, capacitações e feiras, por exemplo, podem receber 100 pessoas, 30% da capacidade do local, ou que for menor. Também permanece proibida a música ao vivo. O horário é das 8h às 22h, em qualquer dia da semana. Ainda segundo o plano, as colações de grau e cultos podem ter 100 pessoas, 30% da capacidade do local, o que for menor. Para as festas de colação, ficam proibidos bebidas alcoólicas e alimentos, além de som ao vivo. Eles podem ser realizados das 8h às 23h, nos dias de semana, e 8h às 22h, nos finais de semana e feriados. Cinema, teatro e circo podem receber 200 pessoas, 50% da capacidade do local ou que for menor. Os horários são das 9h às 23h, nos dias de semana, e 9h às 22h, nos finais de semana e feriados. Museus e espaços culturais podem ter um visitante a cada 20 metros quadrados, nas áreas expositivas internas, e um visitante a cada 10 metros quadrados, nas áreas expositivas externas. Os horários liberados são das 9h às 22h, em qualquer dia da semana. O funcionamento de parques temáticos, aquáticos e infantis depende da regulamentação de cada município, segundo o governo.

Serviços

Academias de ginástica no Grande Recife e parte do Agreste Zona da Mata poderão funcionar com 50% da utilização dos aparelhos de cardio. O horário permitido vai das 5h às 22h, em dias de semana, e das 5h às 18h, nos finais de semana e feriados. Bares, restaurantes e serviços de alimentação podem funcionar com 50% da capacidade do local. O horário é das 5h às 23h, em dias de semana, e 5h às 22h, nos finais de semana e feriados.Entram nessa fase também os estabelecimentos localizados em shoppings centers. A música ao vivo permanece proibida. O comércio varejista de bairro pode ter um cliente a cada 5 metros quadrados, na área interna das lojas, e um cliente a cada 10 metros quadrados, nas áreas de circulação. O horário é das 8h às 20h, nos dias de semana, e 9h às 19h, nos finais de semana e feriados. O comércio varejista de centros de cidades pode ter um cliente a cada 5 metros quadrados, na área interna das lojas, e um cliente a cada 10 metros quadrados nas áreas de circulação. O horário é das 8h às 20h, nos dias de semana, e 9h às 19h nos finais de semana e feriados. O plano determina que os municípios façam a regulamentação das atividades e do comércio de praias. As escolas devem manter o distanciamento de 1,5 metro entre as bancas escolares. Precisam, ainda, reduzir a quantidade de estudantes quando necessário. O horário vai das 6h às 22h. Igrejas e templos podem abrir com 50% da capacidade do local, 300 pessoas ou o que for menor. O horário é das 5h às 22h, em dias de semana, e das 5h às 21h, nos finais de semana e feriados.

Confira, abaixo, como ficam as atividades a partir de segunda-feira (5):

Atividades partir de 5/07 na Macro 1

Atividades Dias úteis Finais de semana e feriados Observações
Academias e similares 5h às 22h 5h às 18h 50% da utilização dos aparelhos de cardio
Serviços de alimentação (inclusive em shoppings) 5h às 23h 5h às 22h 50% da capacidade do local; música ao vivo segue proibida
Comércio de bairro e Centro 8h às 20h 9h às 19h Um cliente a cada 5m² para área interna das lojas e um cliente a cada 10m² nas áreas de circulação
Escolas e universidades 6h às 22h 6h às 22h Manter o distanciamento de 1,5m entre as bancas escolares, reduzindo a quantidade de estudantes quando necessário
Escritórios comerciais 8h às 20h 9h às 19h 50% da capacidade do local considerando o distanciamento de 1,5m entre as estações de trabalho
Feira de negócios 9h às 22h 9h às 22h Um cliente/visitante a cada 5m² para área interna das lojas e um cliente a cada 10m² nas áreas de circulação.
Igrejas e atividades religiosas 5h às 22h 5h às 21h 50% da capacidade do local ou 300 pessoas, o que for menor
Shoppings e galerias comerciais 9h às 22h 9h às 22h Um cliente a cada 5m² para área interna das lojas e um cliente a cada 10m² nas áreas de circulação
Eventos corporativos 8h às 22h 8h às 22h 100 pessoas ou 30% da capacidade do local , o que for menor; proibido música ao vivo
Eventos sociais e buffets 8h às 23h 8h às 22h 50 pessoas ou 30% da capacidade do local, o que for menor; proibido música ao vivo
Eventos culturais proibidos proibidos
Colação de grau, aula da saudade e culto ecumênico 8h às 23h 8h às 22h 100 pessoas ou 30% da capacidade do local, o que for menor; proibido música ao vivo, alimentos e bebidas
Cinema, teatro e circo 9h às 23h 9h às 22h 200 pessoas ou 50% da capacidade do local, o que for menor
Museus e similares 9h às 22h 9h às 22h Um visitante a cada 20m² nas áreas expositivas internas e um visitante a cada 10m² nas áreas expositivas externas
Clubes sociais 5h às 23h 5h às 22h Probido saunas e música ao vivo
Atividades esportivas coletivas e indivisuais Até as 22h Até as 21h Liberados a prática, treinamento e competições das modalidades esportivas coletivas e individuais em centros esportivos, clubes sociais e associações esportiva; proibido show, música ao vivo e público em quadras, campos e academias; jogos de futebol profissional em estádios permitidos, mas sem público

Cidades

  • Geres 1: Abreu e Lima, Araçoiaba, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Chã Grande, Chã de Alegria, Glória de Goitá, Fernando de Noronha, Igarassu, Ipojuca, Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, Pombos, Recife, São Lourenço da Mata e Vitória de Santo Antão.
  • Geres 2: Bom Jardim, Buenos Aires, Carpina, Casinhas, Cumaru, Feira Nova, João Alfredo, Lagoa de Itaenga, Lagoa do Carro, Limoeiro, Machados, Nazaré da Mata, Orobó, Passira, Paudalho, Salgadinho, Surubim, Tracunhaém, Vertente do Lério, Vicência.
  • Geres 3: Água Preta, Amaraji, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Cortês, Escada, Gameleira, Jaqueira, Joaquim Nabuco, Lagoa dos Gatos, Maraial, Palmares, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, São José da Coroa Grande, Sirinhaém, Tamandaré, Xexéu.
  • Geres 12: Goiana, Aliança, Camutanga, Condado, Ferreiros, Itambé, Itaquitinga, Macaparana, São Vicente Ferrer, Timbaúba.

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Brasília: Prédio da Caixa Econômica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A CAIXA, a partir desta sexta-feira (02/07), disponibiliza R$ 6,3 bilhões em crédito pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Pronampe. O novo limite autorizado pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO) vai auxiliar empreendedores e pequenas empresas que necessitam de crédito, com objetivo consolidar os pequenos negócios como agentes de sustentação, de transformação e de desenvolvimento da economia nacional. A CAIXA foi a instituição financeira que mais concedeu crédito para micro e pequenas empresas por meio do Pronampe, em um total de R$ 15,6 bilhões. Somando as demais linhas de crédito, desde o ano passado, foram contratados R$ 35 bilhões para mais de 300 mil micro e pequenos empresários.

Como solicitar o Pronampe

O Giro CAIXA Pronampe é destinado a microempresas com receita bruta igual ou inferior a R$ 360 mil e empresas de pequeno porte com receita bruta de até R$ 4,8 milhões, no ano de 2020. O prazo total da operação é de 48 meses, sendo 11 de carência e financiamento em 37 parcelas. A taxa de juros é igual à taxa básica de juros (Selic) + 6% ao ano. O crédito poderá chegar até R$ 150.000,00 por empresa, somadas as operações já contratadas. Os recursos podem ser utilizados para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento. Além de realizar reformas e adquirir máquinas e equipamentos, por exemplo, as micro e pequenas empresas podem utilizar os recursos para despesas operacionais, como pagamento de salário, compra de matérias-primas, mercadorias etc. Para contratar o financiamento, é necessário que o cliente compareça à agência de posse da comunicação da Receita Federal recebida em 2021, onde constam seus dados de faturamento de 2019 e 2020, para validação das informações obrigatórias de enquadramento no programa.

Fampe

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 (Foto: Divulgação)

Recife foi o município do Nordeste com o melhor saldo de empregos em maio. O saldo ficou em 2.884 postos de trabalho, considerando as 12.995 admissões e os 10.151 desligamentos registrados ao longo do mês. Foi o segundo mês consecutivo com sinais de recuperação do mercado de trabalho. Em abril, a capital pernambucana contabilizou o excedente de 1.427 vagas. Os dados de maio foram divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged), órgão do Ministério da Economia. Quando comparado às demais cidades nordestinas, Recife teve saldo superior de 353 vagas quando comparada à Fortaleza (CE), com registro de 2.491. A diferença é maior em relação a Salvador (BA), que anotou um saldo de 2.303 vagas. Apenas outras três cidades do Nordeste registraram saldo positivo, na contabilidade entre admissões e desligamentos, acima de quatro dígitos: Teresina (PI), 1.744; São Luís, 1.267; e Maceió (AL), 1.048.  O saldo positivo do Recife em maio representa mais de um terço do total pernambucano, que chegoua 7.864 vagas.De maneira relativa, o saldo de Pernambuco significou uma alta de 66,08% ao mês de abril, com registro positivo de 4.735 vínculo, enquanto o recifense ficou em 102,1%. O resultado recifense é o reflexo das contratações como a do setor de Serviços, com 7.980 admissões em maio. O comércio veio depois, com 2.043 empregos, e construção civil, com 1.557 vínculos.Ao contrário dos demais, ode agropecuária realizou mais desligamentos do que admissões, com saldo negativo de 71 postos de trabalho. O balanço nacional da Caged aponta o Recife na sétima melhor posição em maio, atrás de São Paulo (43.062), Rio de Janeiro (8.153), Belo Horizonte (6.817), Curitiba (5.892), Goiânia (3.747) e Manaus (3.566). 

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Bolsonaro transformou o governo em um condomínio de interesses escusos. A CPI da Covid desvendou um personagem central dessa operação, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros. Seu nome é ligado a operações bilionárias de compras de imunizantes

Crédito: Alan Santos/PR

PODER O líder do governo, Ricardo Barros, ao lado do presidente no Planalto, no dia 28 de setembro: influência na administração e na compra de vacinas (Crédito: Alan Santos/PR)

DEMITIDO Roberto Dias teria pedido propina para Luiz Dominguetti, da empresa Davati (Crédito:Marcello Casal Jr Agência Brasil)

A sucessão de escândalos de corrupção no governo Bolsonaro continua em ritmo alucinante. A CPI da Covid não desnudou apenas a orientação negacionista na Saúde e o gabinete paralelo que atuava à revelia dos técnicos e das autoridades. Mais importante, elucidou a essência corrompida do governo. Enquanto o presidente, seu grupo pessoal e as milícias digitais cuidavam do combate ideológico, uma teia de interesses escusos era operada nos subterrâneos por grupos que miram o dinheiro público. O presidente não entregou o governo ao Centrão apenas para fugir do impeachment. Encontrou nele um operador essencial. E o grupo fisiológico encontrou seu parceiro ideal.

ANTÍDOTO CHINÊS Luciano Hang (esq.) e Carlos Wizard lideraram os empresários que queriam a vacina da CanSina (Crédito:Divulgação)

No centro dessa rede, como a CPI mostrou, está o deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara. Ele representa para Bolsonaro o que Zé Dirceu significou para Lula. Assim como o governo Lula foi definido pelo seu braço-direito, que o ex-presidente chamava de “capitão do time”, o governo Bolsonaro tem em Barros o seu símbolo máximo. O líder do governo também opera nas sombras, e suas digitais estão por vários braços da administração. No Ministério da Saúde, o escândalo Covaxin mostrou que foi um apadrinhado de Barros, Roberto Ferreira Dias, diretor do Departamento de Logística, quem pressionou pela aceleração na liberação irregular do imunizante. Mas o pulo do gato seria o imunizante Convidecia, da chinesa CanSino. Essa é conhecida como a “vacina do Barros” em Brasília. São fortes as suspeitas que envolvem a compra desse imunizante chinês. Em 4 de junho, o Ministério da Saúde assinou uma carta de intenção para a aquisição de 60 milhões de doses, a um custo superior a R$ 5 bilhões – mais de três vezes o montante da Covaxin. A forma de aquisição foi similar à do enrolado imunizante indiano: por meio de um intermediário, e com um valor superior (US$ 17) às outras vacinas já aprovadas pela Anvisa, como a Pfizer (US$ 10) e a Astrazeneca (US$ 5,25). O valor da Convidecia é maior até do que a Covaxin (US$ 15), até então a mais cara, e 70% superior ao da Janssen — as duas são de dose única. O intermediário do imunizante da CanSino é próximo de Barros. Quem faria o negócio é a Belcher Farmacêutica, empresa de Maringá (PR), reduto eleitoral do deputado. E foi um advogado de Barros, Flávio Pansieri, quem atuou como representante dos chineses junto à Anvisa. Esse imunizante também era patrocinado por empresários bolsonaristas que pretendiam comprar vacinas privadas. Foi esse grupo, liderado por Carlos Wizard e Luciano Hang, o responsável pelo pedido de autorização de uso do imunizante. A CPI suspeita que Wizard tenha sido um dos facilitadores do negócio. Protegido por uma decisão do STF, o empresário não comentou o assunto em seu depoimento à CPI, na última quarta-feira (invocou o direito de ficar em silêncio 70 vezes). A comissão agora terá a oportunidade de inquirir o próprio Barros sobre sua eventual participação, no dia 8, quando o líder do governo foi convocado a depor. A começar pela sua ligação com a Belcher. Ele é próximo da família de um dos sócios da companhia, que é filho de Francisco Feio Ribeiro Filho, que teve cargos nas gestões de Barros como prefeito de Maringá, no fim dos anos 1980. Com essa nuvem de suspeição, a CanSino cancelou a parceria com a Belcher no último dia 10, alegando razões de compliance.

O caso Davati

Não é apenas o caso CanSino que assombra o Planalto. Um intermediário da empresa Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, acusou o indicado de Barros na Saúde, Roberto Ferreira Dias, de pedir US$ 1 de propina para cada dose a ser comprada de uma nova remessa do imunizante Oxford/Astrazeneca. A oferta inicial era de 400 milhões de doses, e o desvio poderia chegar a R$ 1 bilhão. Em depoimento à CPI, na quinta-feira, Dominguetti voltou a confirmar essa tentativa de achaque, mas mirou o deputado Luis Miranda, acusando-o de tentar negociar vacinas. Isso levantou a suspeita de que teria sido instrumentalizado pelo bolsonarismo para melar a denúncia dos Miranda. Dominguetti apresentou um áudio que comprovaria uma negociação de vacinas de Miranda, mas foi logo contestado. Miranda diz que a gravação é de outubro passado e se referia a uma negociação de luvas nos EUA, o que foi confirmado pelo representante da Davati no Brasil, o empresário Cristiano Alberto Carvalho. A biografia de Dominguetti é suspeita, além disso. Ele é policial militar em Minas Gerais e seu nome aparece em 37 processos judiciais. A reação destemperada do senador Flávio Bolsonaro contra a apreensão do celular de Dominguetti no colegiado aumentou a percepção de que uma farsa foi montada, o que pode complicar ainda mais a situação do presidente. “Dominguetti é o bode na sala, com áudio suspeito a tiracolo, para colocar em suspeição o depoimento dos irmãos Miranda”, resumiu a senadora Simone Tebet. Miranda e membros da CPI pediram a prisão do PM. A acusação de Dominguetti é claramente nebulosa, já que a própria Astrazeneca nega que trabalhe com representantes. Mas a gravidade do caso fez o governo se mexer rapidamente: Dias foi exonerado na quarta-feira. Ele, que deve depor no dia 7 na CPI, não é um personagem qualquer. Pazuello tentou demiti-lo em outubro passado, mas Bolsonaro vetou essa exoneração após intervenção do senador Davi Alcolumbre (DEM). Foi indicado por Bolsonaro nessa época para atuar na Anvisa exatamente na área técnica responsável pela análise e aprovação de vacinas. A indicação só foi retirada depois que o seu nome apareceu em uma investigação do TCU sobre a suspeita de direcionamento na compra de 10 milhões de kits para testes de Covid. Antes de ingressar no Ministério da Saúde, em 2019, Dias havia trabalhado na gestão de Cida Borguetti, esposa de Barros. E permaneceu no Ministério mesmo durante a troca de três ministros. Outra pessoa ligada a Barros também está por trás do escândalo da Covaxin. A servidora Regina Célia Silveira Oliveira foi citada por Luis Ricardo Miranda, irmão do deputado Luis Miranda, como outra pessoa que teria pressionado pela aprovação da Covaxin, apesar das irregularidades. Barros negou que tivesse indicado Regina, mas rapidamente foi desmentido pela cópia do Diário Oficial que registrava sua assinatura na contratação dela, quando ele era ministro da Saúde. Além disso, o deputado Luis Miranda assegura que recebeu uma oferta de suborno para ficar calado sobre esse escândalo em uma reunião com o lobista Silvio Assis, homem de confiança de Barros, no dia 31 de março. O líder do governo estava presente. Isso, 11 dias após Miranda ter delatado o esquema.

Barros, assim, tem muitas explicações a dar à CPI da Covid. Neste ano, ele já cobrou publicamente a aprovação do uso emergencial da Covaxin e da Sputnik V. Em fevereiro, ameaçou “enquadrar” a diretoria da Anvisa. Seu envolvimento em casos suspeitos não é surpresa em Brasília. Líder do Centrão, o paranaense há anos aumenta sua influência na administração pública, seja qual for o governo. Foi líder de FHC na Câmara e vice-líder de Lula. Mesmo sendo vice-líder de Dilma, articulou o impeachment da petista e tornou-se ministro da Saúde no governo Temer. Não participou do governo Bolsonaro no início, mas tornou-se figura-chave da nova gestão ao assumir a liderança na Câmara em agosto de 2020. Na época de ministro, defendeu uma redução na cobertura do SUS. Informou que a pasta não fiscalizaria a qualidade dos planos de saúde e foi um dos defensores da redução da cobertura e criação de planos populares. Criticou a quantidade de exames feitos pelo SUS. A Saúde não é seu único alvo. Já defendeu o nepotismo na administração pública e, desde que se converteu ao bolsonarismo, tem atuado para fortalecer projeto do presidente. Lançou a ideia de uma nova Constituinte, pois desejava tirar o poder de juízes e promotores. Ameaçou o STF, ao dizer que chegaria a hora em que Executivo e Legislativo “deixariam de cumprir as determinações do Judiciário”.

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O presidente negacionista é um assediador moral de trabalhadores ocupando o cargo máximo do país; cadê o MPT?

CYNARA MENEZES

Imaginem um superior hierárquico dizer a um trabalhador, em pleno ambiente de trabalho: “Você tem uma cara de homossexual terrível”. Ou: “Pare de fazer pergunta idiota! Nasça de novo!” E ainda: “Cala a boca! Vocês são uma porcaria!” Imaginem um superior hierárquico divulgando a foto de uma trabalhadora e incitando ataques contra ela nas redes sociais. Ou fazendo insinuações de cunho sexual contra outra. O que aconteceria com ele? Há um ponto para o qual ninguém atentou ainda nas sucessivas tentativas de intimidação de Jair Bolsonaro a jornalistas, sobretudo mulheres. Além do óbvio ataque à liberdade de imprensa vetado pela Constituição, o presidente negacionista comete assédio moral, ao humilhar e constranger trabalhadores em pleno exercício da profissão. O assédio moral acontece quando um superior hierárquico utiliza sua função de forma intimidatória, expondo um trabalhador ou trabalhadora a situações vexatórias e depreciativas, de forma repetitiva. O assediador moral se comporta desta maneira durante a jornada de trabalho, quando a vítima está no exercício de suas funções. No ano 2000, a psiquiatra francesa Marie-France Hirigoyen ampliou o conceito de assédio moral no local de trabalho para além da relação chefe-subordinado. “Por assédio moral em um local de trabalho temos que entender toda e qualquer conduta abusiva manifestando-se sobretudo por comportamentos, palavras, atos, gestos, escritos que possam trazer dano à personalidade, à dignidade, ou à integridade física ou psíquica de uma pessoa, pôr em perigo seu emprego ou degradar o ambiente de trabalho”, publicou, no livro Assédio Moral: a violência perversa do cotidiano.

Como presidente, Bolsonaro é o líder máximo da nação. A rigor, qualquer brasileiro está em posição hierarquicamente abaixo dele. Quando ataca repórteres que estão cumprindo suas funções no ambiente de trabalho, logicamente está assediando moralmente estes trabalhadores

Ora, como presidente da República, Bolsonaro é o líder máximo da nação. A rigor, qualquer brasileiro está em posição hierarquicamente abaixo dele, inclusive jornalistas. Quando o presidente ataca repórteres que lhe fazem perguntas, ou seja, que estão no ambiente de trabalho cumprindo suas funções, logicamente está assediando moralmente estes trabalhadores. Cabe ao MPT (Ministério Público do Trabalho) acioná-lo por cometer assédio moral no exercício do cargo. Os jornalistas atingidos também podem entrar na Justiça do Trabalho com um processo contra ele por terem sido assediados moralmente. Assediadores não podem ficar impunes –ainda mais quando o assédio assume níveis estratosféricos, praticado pelo ocupante do cargo mais alto do país.

revistaforum

Nova organização é lançada com 20 membros e perspectiva de crescimento – EVARISTO SA / AFP©

Mais de um milhão de pessoas, dividas em 305 povos falantes de mais 180 línguas. Esses são os brasileiros que o recém-criado Parlamento Indígena, o ParlaÍndio, tem o potencial de representar.  Sem vínculo formal com o estado brasileiro, a iniciativa se apresenta como uma nova via de articulação dos povos originários, mirando a superação dos crescentes ataques estimulados pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido), como o Marco Temporal, tese jurídica que restringe a demarcação de terras indígenas, e o Projeto de Lei (PL) 490, que abre áreas protegidas à mineração, ao agronegócio e à construção de hidrelétricas. Como primeira deliberação, o Parlaíndio decidiu pedir na Justiça a exoneração do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Xavier, visto por lideranças como um executor das políticas anti-indígenas de Bolsonaro. Com apoio da embaixada da França no Brasil e da Fundação Darcy Ribeiro, a organização é resultado da união de forças de lideranças de alcance mundial. Ainda em 2016, a ideia partiu do Cacique Raoni Metuktire, atual presidente de honra do Parlamento Indígena, mas saiu do papel só no final de maio deste ano. Entre os fundadores, também está Davi Kopenawa Yanomami, xamã e porta-voz do povo Yanomami.

Eles querem nos calar, nos intimidar para que a gente não continue mostrando à sociedade onde o governo está ferindo e destruindo o nosso povo. (Almir Suruí)

 Perspectiva de crescimento

O coordenador executivo do Parla Índio, cacique Almir Suruí, do povo Paiter Suruí de Rondônia, aposta em um crescimento rápido, de forma a aumentar a representatividade nacional. “O Parla índio tem a missão de unificar essas lutas, defender políticas públicas para todos os indígenas, a demarcação de territórios e a proteção territorial”, enuncia.  Ainda em fase embrionária, a iniciativa reúne cerca de 20 representantes de povos de todo o país que participam de reuniões virtuais mensais, entre eles Francisco Piyãko Ashaninka, Kretã Kaingang, Daniel Munduruku, Édson Kayapó e Eliane Potiguara. Com o fim da pandemia, a expectativa é promover encontros presenciais. Além de subsidiar os parlamentares do Congresso Nacional ligados à causa indígena, o Parla Índio quer ajudar a viabilizar a sobrevivência das comunidades, com a elaboração de planos gestão territorial, cultural e econômica. “Não haverá apoio a nenhum governo, seja quem for. Vamos acompanhar se está estão sendo bem implementadas politicas públicas que garantam os nossos direitos”, diz o cacique.  


Liderança reconhecida internacionalmente, o coordenador do ParlaÍndio entrou na mira do Funai por fazer críticas ao governo federal / Foto: Gabriel Uchida / Kanindé

Todos contra uma 

A Câmara dos Deputados não é um ambiente convidativo aos povos originários. Poderosa, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) hegemoniza as discussões e coloca a principal instância legislativa brasileira sob influência direta dos ruralistas. Segundo o site da FPA, a Frente tem 241 deputados membros e outros 39 no Senado. O “lobby” de lideranças indígenas é insignificante, se comparado ao exercido pelos promotores do desmatamento. Atualmente, o total de parlamentares indígenas se resume a uma: Joenia Wapichana (Rede-RR). 

O nosso parlamento ajuda a destravar a luta dos povos indígenas no Brasil para que a gente possa chegar a instâncias internacionais, quando nós não temos uma resposta positiva dentro do Brasil. (Telma Taurepang)

Sozinha na Câmara, Joenia virou alvo da deputada Bia Kicis (PSL-DF) durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que terminou com a aprovação da tramitação do PL 490.

Presidente da CCJ, a bolsonarista impediu a indígena de falar por diversas vezes e ainda vetou a presença de representantes dos povos originários na sessão.  “Tudo se torna difícil para as mulheres indígenas quando se fala em politica partidária”, afirma, com base em experiência própria, Telma Taurepang. “Muitas vezes nos olham com discriminação, como foi o olhar para Joenia Wapichana durante a votação”. Moradora da Terra Indígena Araçá, ela concorreu ao Senado nas últimas eleições e alega não ter recebido apoio partidário. “Todo o recurso foi direcionado para uma outra candidatura. Fiz minha campanha com 4 mil reais e mesmo assim tive uma votação expressiva.” Para a liderança, o aumento da participação dos povos originários na política partidária institucional passa por melhorar a divisão dos recursos, bem como a distribuição de urnas eletrônicas nos territórios indígenas.”Temos essa desigualdade social desenfreada tentando a todo o tempo deslegitimar os cidadãos de bem que são os povos indígenas”, lamenta. Com a criação do ParlaÍndio, Telma se tornou a primeira mulher a entrar na organização. “O nosso parlamento ajuda a destravar a luta dos povos indígenas no Brasil para que a gente possa chegar a instâncias internacionais, quando nós não temos uma resposta positiva dentro do Brasil.”


Primeira mulher no ParlaÍndio, Telma Taurepang é coordenadora da União de Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (UMIAB) e parceira da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) / Acervo pessoal

“Fundação de Intimidação do Índio”

Em abril deste ano, o coordenador do Parlamento Indígena e a coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas (Apib), Sonia Guajajara, foram alvos de inquéritos abertos pela Polícia Federal (PF) a pedido da Funai. A acusação: difamar o governo federal. 

“Para mim [o pedido de inquérito] foi uma surpresa saindo da Funai. Se fosse pelo governo, pela estrutura do governo, a gente sabe que o atual governo é anti-indigena. Então, se eles fizeram essa perseguição, é porque estamos falando a verdade”, diz Almir Suruí. “Eles querem nos calar, nos intimidar para que a gente não continue mostrando à sociedade onde o governo está ferindo e destruindo o nosso povo. Mas a luta continua. Ninguém vai nos calar. Estamos nos fortalecendo, trabalhando com a consciência tranquila”.  A solicitação da abertura de inquérito terminou arquivada pela PF por falta de bases jurídicas, mas gerou preocupação com a possibilidade do estabelecimento de um perigoso precedente. Signatário do frustrado pedido de investigação, o presidente da Funai se tornou objeto da primeira decisão aprovada pelo ParlaÍndio.  “A gente vai entrar com uma ação pedindo a saída do Marcelo Xavier. Primeiro porque a historia de atuação dele com povos indígenas já é ruim. E, depois esse ataque com nossas lideranças, a gente achou que poderiam vir outros com mais lideranças. Por isso a gente achou por bem reagir através dessa medida jurídica”. A saída do presidente da Funai também virou reivindicação dos indígenas do acampamento “Levante pela Terra” em Brasília. Mobilizados desde o início do mês, o grupo lançou a palavra de ordem “Fora, Marcelo Xavier da Funai” após serem atacados pela Polícia Militar (PM) enquanto faziam um protesto em frente à Fundação. Em carta aberta, o “Levante” chamou a Funai de “Fundação da Intimidação do Índio”.


Lideranças queimam foto do presidente da Funai após episódio de repressão à manifestação indígena em Brasília / Divulgação/Apib

Unidade 

O Brasil já tem uma organização destinada a representar os interesses nacionais dos povos indígenas. É a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), coordenada por Sônia Guajajara, candidata à vice-presidência pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em 2018 em chapa encabeçada por Guilherme Boulos. “O ParlaÍndio não vai concorrer por nenhum espaço político com organizações que já representam os indígenas, por exemplo a Apib e outras organizações estaduais”, garante o coordenador executivo do ParlaÍndio. “Nosso objetivo é juntar forças, juntar as organizações para fortalecer cada vez mais a defesa dos nossos territórios. Para mim isso está bastante claro”. Composta por sete entidades regionais que abrangem todo o território brasileiro, a Associação está à frente do “Levante pela Terra”, que reúne cerca de mil lideranças de mais de 40 povos em Brasília. A mobilização tem organizado protestos ruidosos contra o PL 490 e a aprovação do Marco Temporal pelo Supremo Tribunal Federal (STF).  “Não há representantes diretos da Apib no ParlaÍndio. Mas tem lideres que fazem parte da coordenação executiva da Apib dentro do Parlamento, como Kretã Kaingang, do sul. Acho que no futuro todo mundo vai entender e aderir à nossa iniciativa. É isso que desejamos”, finaliza Almir. 

Outro lado 

Procurada pelo Brasil de Fato, a Funai afirmou que tem adotado medidas práticas de apoio à população indígena, como entrega de cerca de 700 mil cestas básicas. Acusou ainda governos anteriores de terem feito indígenas de “massa de manobra” e promovido políticas indigenistas pautadas por “interesses escusos” e “falta de transparência”.“Contrária a tudo isso, a Nova Funai tem sua atuação pautada na legalidade, segurança jurídica, pacificação de conflitos e promoção da autonomia dos indígenas, que devem ser, por excelência, os protagonistas da própria história”, diz o comunicado enviado pela assessoria de comunicação. A autarquia criticou ainda a atuação de organizações não-governamentais e ressaltou estar aberta ao diálogo. “A Funai reitera que está, sim, a serviço dos indígenas. Desde o início de sua atuação como presidente da Funai, Marcelo Xavier sempre esteve aberto ao diálogo com as comunidades indígenas.”

brasildefato

“(Há) algumas iniciativas que são do Conselho Nacional da Amazônia e que o ministério do meio ambiente precisa fazer avançar”, disse Mourão.Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O vice-presidente Hamilton Mourão revelou que vai conversar sobre medidas de combate a ilícitos ambientais na Amazônia, em reunião com o novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Pereira Leite, prevista para esta sexta-feira, 2, às 11h. Será a primeira vez que os dois se encontram desde a saída do comando do ministério Ricardo Salles, investigado pela Polícia Federal por suspeita de envolvimento em facilitação de exportação ilegal de madeira para o exterior. “(Há) algumas iniciativas que são do Conselho Nacional da Amazônia e que o ministério do meio ambiente precisa fazer avançar”, disse Mourão, que preside o órgão. O presidente Jair Bolsonaro assinou, no último dia 28, decreto que autoriza a atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em terras indígenas e áreas federais de conservação ambiental até 31 de agosto. A medida também permite aos governadores requisitarem a presença do Exército em regiões sob controle de seus Estados. As operações devem ser coordenadas pelo Conselho da Amazônia em conjunto com órgãos de segurança pública e proteção ambiental. De acordo com o governo, os esforços serão concentrados em regiões estratégicas de 26 municípios dos estados do Amazonas, Rondônia, Pará e do Mato Grosso onde ocorrem 70% dos crimes ambientais.
odia.ig

Juliette e Alê OliveiraReprodução de internet

POR O DIA
Alê Oliveira resolveu contar intimidades de quando ficou com Juliette em um podcast. O influenciar disse que o encontro aconteceu durante a época das lives do ano passado: “Foi na house (casa) dela. Tomamos um vinho. Depois fomos para o motel”, contou Alê. Um amigo entrou no podcast e deu mais detalhes: “Rolou língua lá…”, atiçou. Alê confirmou que Juliette fez o beijo grego, mas disse que não queria biscoito em cima disso. O apresentador perguntou se ele gostou e ele respondeu que ‘contra fatos não há argumentos’. 
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