Agility Telecom
Lojas Surya
Supermercado Compre Bem
Zezito César

A.F Modas

Rua edson Morato de Holanda -N• 22 bairro centro em frente ao Banco do Brasil – Filial em Santa Terezinha – PE

 

Natália Calçados

[wds id="5"]

 

Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter o Flash Player instalado.

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: janeiro 2022

Gizelly Bicalho (Foto: Reprodução//Instagram)

Gizelly Bicalho 

Gizelly Bicalho, de 30 anos, estreia nesta quinta-feira (27) como apresentadora comandando seu próprio reality. Casa de Verão Gizelly Bicalho confina artistas e influenciadores até o próximo dia 31 numa em Guarapari, no Espirito Santo, cidade da anfitriã. Para o primeiro grande desafio no entretenimento, a advogada e criadora de conteúdo se inspira nos apresentadores do BBB, programa que a tornou famosa na vigésima edição.”Eles são muito melhores do que eu. Eu sou ‘tri louca’. Mas Pedro Bial e Tiago Leifert conduziram o programa de um jeito que Tadeu [Schmidt] está dando continuidade. Eles são apresentadores de alto gabarito, fenomenais, minhas inspirações. Vou apresentar da minha maneira louca de ser, tomando minha cervejinha gelada. Não durmo há dois dias de ansiedade”, diz ela, que vai levar sua experiência de se pronunciar diante de tribunais para o momento de ler textos de patrocinadores: “Falar em público não é problema”.

Casa de Verão Gizelly Bicalho (Foto: Divulgação)

Casa de Verão Gizelly Bicalho 

Casa de Verão Gizelly Bicalho (Foto: Divulgação)

Casa de Verão Gizelly Bicalho 

Os nomes da edição vão se divertir com dinâmicas, festas e shows de Gusttavo Lima e Anitta. Ao final do confinamento, PocahYarleyGleici DamascenoPablo SalesRonan SouzaGabi Prado, Louise EstaniekLucas Dantas VrauCinthia CruzJulia AlvarengaCarol MarcheziCaio Afiune e Waleria Mota vão disputar um iPhone 13 Pro Max e um ano de gin por meio de votação no Instagram. Os episódios serão divulgados diariamente no canal de Gizelly, no YouTube.”Escolhi pessoas legais, alto astral, que gostam de se divertir e se jogam nas festas. Falei: ‘E aí, bebê?! Quer comer, beber e curtir festa com tudo de graça mais passagem no último fim de semana de janeiro?’. Tem como falar ‘não’?”, relembra.

Gizelly Bicalho (Foto: Reprodução//Instagram)

Gizelly Bicalho 

Grandes amigas de Gizelly, Marcela Mc Gowan e Luiza foram convidadas para o reality, mas não puderam participar porque têm um compromisso neste fim de semana. “Claro que convidei. Elas são as primeiras em tudo”, afirma.

Marcela Mc Gowan, Luiza e Gizelly Bicalho (Foto: Reprodução/Instagram)
Marcela Mc Gowan, Luiza e Gizelly Bicalho (Foto: Reprodução/Instagram)

Para o desafio, a apresentadora terá a parceria em tempo integral do namorado, o arquiteto Talles Gripp. “Ele vai estar mais no apoio. Aqui em casa já é mais ou menos assim, eu mando e ele obedece (risos). Sim, sou mandona. Ele vai fazer as pessoas felizes, deixar todo mundo com o copo cheio e observar se vai estar faltando comida”, detalha.

revistaquem

Thais Fersoza

Neste domingo, 30, Thais Fersoza (37) utilizou as redes sociais para compartilhar um pouco do sentimento de voltar à televisão após tantos anos afastada. Apresentadora da nova temporada do The Voice +, a atriz não escondeu a alegria logo na estreia da competição e agradeceu o apoio do público e da equipe. “Hoje é dia de estreia! E eu não poderia estar mais animada e emocionada! Rede Globo, tô voltando! Uma felicidade enorme estar de volta, agora como apresentadora do The Voice + junto com esse time lindo”, escreveu ela na legenda do post.

Quero ver todo mundo compartilhando comigo essa alegria e assistindo esse programa emocionante junto comigo. É hoje! Quero acompanhar tudo e saber o que acharam. Pensem na minha ansiedade”, completou a esposa de Michel Teló (41).

Pelos comentários, os fãs foram só elogios. “Amei te ver no programa”, disse um. “Você foi incrível”, declarou outro. “Arrasou muito”, afirmou mais um.

caras

Bancos centrais globais têm intensificado esforços para desenvolver suas próprias moedas digitais para modernizar os sistemas financeiros e acelerar os pagamentosGetty Images

dinheiro digital entrou no radar de bancos centrais de todo o mundo recentemente, inclusive do brasileiro. Também chamado de CBDC (Central Bank Digital Currency ou moeda digital do banco central, na tradução livre), o ativo tem o mesmo valor do dinheiro físico. No caso do Brasil, a tecnologia está em fase de estudos pelo Banco Central. A instituição anunciou neste mês, por meio da Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), a criação de um laboratório para avaliar possibilidades para uma versão brasileira do CBDC, que seria chamada de real digital. O projeto — chamado de “LIFT Challenge” — visa receber ideias práticas para a sua implementação no país. Os testes devem começar até o fim do ano. A expectativa é que o lançamento seja feito por aqui em 2024, segundo Rodrigoh Henriques, líder de inovações financeiras da Fenasbac, em entrevista ao CNN Brasil Business. Segundo o especialista, os bancos centrais estão buscando digitalizar moeda de cada país para dar mais eficiência às economias locais. A visão é a mesma para Carlos Eduardo Gomes, Head de Research da Hashdex. “A digitalização torna os processos burocráticos mais eficientes e traz produtividade. E ‘bem ou mal’ lidar com papel é muito custoso, como o uso de carros fortes e maquinário para a emissão das notas”, diz. “Com o dinheiro digital, os BCs conseguem gerenciar as transações de forma mais prática e econômica, e acaba por ter um controle muito mais imediato e transparente”.

O que muda?

Num primeiro momento, a implantação do real digital não traria mudanças radicais na rotina das pessoas, explica Henriques, da Fenasbac. Isso porque, segundo ele, os brasileiros já estão acostumados a fazer transações digitais. “(o uso do real digital) seria parecido com o que já fazemos com o Pix”, diz.O Banco Central disse ao CNN Brasil Business que o real digital tem como foco pagamentos online, inclusive do dia a dia, por isso seu impacto sobre a demanda por papel-moeda não deve ser relevante, a princípio. “Futuramente podem surgir outras oportunidades”, comenta Eduardo Gomes, como empréstimos em aplicativos de celular e a otimização de contratos digitais. “Ou qualquer outro tipo de transação financeira, usufruindo de blockchain, moedas digitais e finanças descentralizadas, vai depender da decisão de cada governo”. O BC brasileiro, ao comentar o real digital, já disse que os clientes teriam carteiras tecnológicas em suas contas bancárias, em que o ativo seria depositado. Desta forma, os brasileiros poderão usar o montante para realizar compras e pagamentos de forma digital, sem poder sacar o valor em papel-moeda.“O mundo já é totalmente digital, e cada vez mais intermediado por tecnologias, não teria o porquê o setor financeiro ser diferente”, declara Henriques.Contudo, os especialistas afirmam que é difícil definir com exatidão como as moedas digitais vão impactar a sociedade e as economias locais, pois as estruturas dos projetos pelo mundo ainda são novas.

O que os BCs ganham com isso

O interesse dos BCs nas moedas digitais não está ligado somente à modernização do sistema. Há motivos “mais profundos” envolvidos nesse processo, segundo Fernando Nogueira Costa, professor titular do Instituto de Economia da Unicamp e ex-vice-presidente de finanças e mercado de capitais da Caixa Econômica Federal. “Os bancos centrais buscam soberania nacional, e um dos mecanismos para chegar nesse resultado é o monopólio da emissão de papel-moeda”, diz. O Brasil hoje, por exemplo, importa parte de seu papel-moeda, já que a Casa da Moeda não atende, sozinha, a toda a demanda do país. Essa descentralização da produção, segundo especialistas, pode enfraquecer o sistema financeiro local, já que a entrega do dinheiro físico corre riscos, como instabilidades pontuais no país produtor, desvios e outros fatores que fogem do controle do BC. Além disso, Nogueira explica que a moeda digital, independentemente do país onde é usada, terá a função de aprimorar o controle de fiscalização dos BCs sobre as economias locais. “O controle das transações digitais amplia o controle dos bancos centrais sobre a economia de seus países”, diz. “Quando acontece a apreensão de armas nas favelas, por exemplo, a aquisição criminosa, muito provavelmente, não foi feita com dinheiro possível de ser monitorado pelo Banco Central, mas com criptomoeda ou moedas privadas, que não passam pela instituição”, diz.

Moedas digitais pelo mundo

Continue lendo

                                                           

João Pedro Malardo CNN Brasil BusinessAnna Russida CNN

O Brasil perdeu 265.811 vagas de emprego com carteira assinada no mês de dezembro, mas encerrou 2021 com crescimento, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira (31). Ao todo, foram 1.437.910 admissões e 1.703.721 demissões. Divulgado pelo Ministério do Trabalho e da Previdência, os dados apontam ainda que o país registrou a geração de 2.730.597 vagas de emprego formal no ano de 2021. O saldo no ano foi de 20.699.802 admissões e 17.969.205 demissões. O número é o maior saldo positivo registrado para anos fechados de toda a série histórica do Caged, iniciada em 2010.O número do mês passado foi uma queda em relação ao de novembro, quando o Brasil registrou a criação de 300.182 vagas de emprego formal após uma revisão para baixo. Ele também foi maior que o esperado pelo mercado, que projetava perda de 162 mil vagas. Em dezembro, o salário médio de admissão foi de R$ 1.793,34. Segundo o Caged, apenas o setor de Comércio teve saldo positivo em dezembro, criando 9.013 postos de emprego formal. A maior queda foi no setor de Serviços (-104.670), seguido pela Indústria (-92.047), Construção (-52.033) e Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-26.073).

Caged
Dados do Caged de dezembro / Divulgação / Ministério do Trabalho

Considerando a divisão regional do Brasil, todas tiveram perda de postos de trabalho com carteira assinada. A maior queda foi na região Sul, de 1,01%, seguida pelo Norte (-0,68%), Sudeste (-0,64%), Centro-Oeste (-0,61%) e Nordeste (-0,23%). Entre os estados, apenas Alagoas e Paraíba tiveram saldo positivo, de 615 e 61 novos postos, respectivamente. Os piores resultados foram em São Paulo, com perda de 103.954 vagas, e Santa Catarina, com 36.644 postos perdidos. Já no regime de trabalho intermitente o saldo foi positivo, com 6.735 novas vagas. Ao todo, fora 22.039 admissões e 15.304 demissões em dezembro de 2021. O setor com maior ganho foi o de Serviços (4.480), e o de menor, a Agropecuária(-65). O trabalho em regime de tempo parcial teve saldo negativo, de menos 6.750 vagas. No acumulado de 2021, o salário médio de admissão ficou em R$ 1.921,19. O setor de Serviços foi o que mais contratou, com 1.226.026 novas vagas formais, seguido por Comércio (643.754)Indústria(475.141), Construção (244.755) e Agropecuária (140.927). Na divisão regional, o Norte teve a maior geração percentual de vagas, com crescimento de 8,62%, enquanto o Sudeste teve a maior geração, com 1.348.692 novos postos. A menor geração percentual foi no Sul, com alta de 6,6%, e o Norte foi a região que abriu menos vagas, 154.667. Ainda segundo o Caged, em 2021 o saldo de trabalho intermitente foi de 91.340 vagas criadas, enquanto o de regime de tempo parcial foi de 35.637 novas vagas.

Pnad e Caged

Continue lendo

“Ao pensar na volta das fileiras ao quartel, apuremos os ouvidos: a guerra está vindo, se é que não começou” – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Democratas sinceros dizem: os militares devem voltar ao quartel. Se mal pergunto: para fazer o quê? Formar novos Bolsonaros, Helenos, Villas Boas, Pazuellos, Etchegoyens ou coisa pior? Desenvolver “sinergias” com o Judiciário e outros braços do Estado, como aponta Piero Leirner? Cooptar aliados civis distribuindo medalhas a mão cheia, como alerta Ana Penido? Melar a disputa eleitoral com tuitadas, versões contemporâneas de sempiternas ameaças à ordem democrática, como frisa Eliézer Rizzo? Pintar meio-fio, como sugeriu, num desabafo, Cristina Serra? Atuar como empreiteira de obras de engenharia, como mencionou Lula? Manter operante a “família militar”, a maior e mais tresloucada organização política reacionária do país?  Inventar versões da história do Brasil arrogando-se a condição de pais da pátria e estigmatizando os que lutaram por mudanças sociais? Arapongar os que sonham com terra, trabalho e moradia? Exercitar-se para operações de garantia da lei que beneficia os de cima e da ordem que massacra os de baixo? Esbagaçar dinheiro público comprando armas e equipamentos que não defendem o Brasil, mas reforçam o poderio de potências imperiais, como tenho insistido? Quem pretende ter um país soberano e uma sociedade que supere a cruel herança colonial precisa saber o que fazer com as fileiras. 

Soberania popular

Até agora, generais disseram o que julgam ser bom e ruim para o país. Passa da hora de os brasileiros definirmos como devem ser e o que devem fazer as fileiras que custeamos. A Defesa do Brasil é assunto eminentemente político.Não cabe pensar que os militares sejam incompetentes para governar. São tão competentes que impuseram regimes e governaram ou condicionaram governantes desde o final da monarquia. Sua competência está demonstrada de forma eloquente: o Brasil preservou estruturas arcaicas e manteve a dependência em relação ao estrangeiro poderoso. Dizer que são incompetentes, como fizeram José Luís Fiori e William Nozaki, é mascarar a evidência: os propósitos das fileiras contradizem os anseios sociais.Se levarmos a sério a soberania popular, respondamos a questão: o que fazer com as fileiras? Sem respondê-la, demonstraremos medo de sermos felizes.É improducente e desarrazoado falar em “projeto de nação”, “projeto de país” ou “projeto de sociedade” sem saber o que fazer das fileiras. É vão pensar em política externa altiva e ativa sem instrumentos de força. O mesmo, quanto ao desenvolvimento econômico e à mudança social benfazeja. As fileiras de que dispomos foram estruturadas para um país atrasado sob todos os aspectos. Digo, todos, inclusive o atraso científico e tecnológico. 

Comunistas pela pátria

Continue lendo

Lançado em 1962, o paraquate foi proibido em 2007 na União Europeia e começou a ser reavaliado no Brasil em 2008 – Foto: Bruno Kelly/Greenpeace

Pouco mais de um ano após o início da proibição da venda do agrotóxico paraquate no Brasil, produtores de soja buscam artifícios para reverter a decisão. O movimento é visto com preocupação por entidades que atuam na defesa da saúde e no combate aos venenos agrícolas. O veto à presença do produto foi definido em 2017 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), quase dez anos depois do início das discussões sobre o tema. Na ocasião, a Anvisa deu prazo até 2020 para adequação do setor. Posteriormente, ainda concedeu mais uma ano para que produtores pudessem usar estoques já adquiridos.  Agora, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) pede ao Ministério da Agricultura  Pecuária e Abastecimento “liberação emergencial” do produto “seguida de revisão da decisão da Anvisa.” A justificativa da entidade é de que produtores vêm sofrendo “ameaça real de prejuízos” porque o diquate – produto usado em substituição ao paraquate – está em falta no Brasil e teve aumento de preço. Em nota, a Aprosoja dá contornos dramáticos à situação e diz que o cenário passou a “atormentar” produtores desde a proibição da Anvisa. No entanto, as exportações de soja no ano passado renderam receita recorde de US$ 1,4 bilhão, a mais expressiva do setor, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A alta em relação a 2020 foi de 1.210,9%. No Brasil, só é possível liberar o uso de venenos agrícolas vetados em caso de emergência fitossanitária e a escassez de um produto (diquate) nas prateleiras não se encaixa nessa definição. Segundo apuração do jornal Valor Econômico, a Casa Civil avalia um projeto de Medida Provisória para mudar permitir essa possibilidade. 

“Infelizmente, somos obrigados a dizer que não há surpresa alguma nessa movimentação”, afirma Alan Tygel, da Campanha Permanente Contras os Agrotóxicos e pela Vida. A indústria, neste momento, dizer que não estava preparada, que não tem estoque e que considera isso uma emergência sanitária, chega a ser um escárnio com a população brasileira”, ressalta ele. Tygel explica que a indústria dos agrotóxicos sempre tratou de “atrapalhar de todas as maneiras” reavaliação do paraquate no Brasil, e o fez com apoio da bancada ruralista e do lobby do agronegócio. “A decisão final do banimento aconteceu em 2017, com um generoso período de três anos para que se terminassem os estoques. Entre 2017 e 2020, período em que deveria estar acontecendo o término dos estoques, o consumo de paraquate aumentou no Brasil”, explica o especialista. “Isso mostra que o agronegócio tinha certeza de que a proibição não ia acontecer, que eles iam tentar reverter”, argumenta.

Saúde

O paraquate foi banido no Brasil com base em pesquisas que mostram a relação da substância com o desenvolvimento da doença de Parkinson e de mutações genéticas que podem levar ao câncer.  De acordo com a Repórter Brasil e a Agência Pública, ele foi o produto proibido na Europa e fabricado no continente que mais teve autorizações para exportação para todo o mundo. Em 2018, chegou a representar 40% do total das exportações da União Europeia de venenos banidos. No mesmo ano, o Brasil comprou 9 mil toneladas, maior volume entre todas as nações do planeta.

O Brasil opta pelo uso de produtos que outras países já proibiram, são obsoletos.

O paraquate também foi o agrotóxico que mais tirou a vida de brasileiros na última década. Foram 530 intoxicações registradas pelo Ministério da Saúde, 138 acabaram em morte. Dessas, 93% foram registradas como suicídio. Na nota em que pede a reinserção do produto em solo nacional, a Aprosoja questiona se a Anvisa “vai arcar com os prejuízos” dos produtores rurais “e a conta da sociedade que amargará pressões inflacionárias cada vez maiores com a queda de produtividade”.

“Não há justificativa”

Continue lendo

Aeronave incendiada no aeroclube de Manaus desfalca combate a crimes ambientais – Divulgação / PM-AM

O incêndio a dois helicópteros do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na última semana, expôs a fragilidade dos órgãos federais de fiscalização ambiental diante do empoderamento de criminosos ambientais.As aeronaves estavam no Aeroclube de Manaus (AM), quando homens invadiram o espaço e atearam fogo. Uma delas, utilizada para operações em áreas de difícil acesso, ficou completamente destruída. Três suspeitos foram presos.Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que o episódio, tido como represália pela operação contra o garimpo no rio Madeira, é apenas a ponta do iceberg. Relatos colhidos pelo Brasil de Fato dão conta da ocorrência de dezenas de casos semelhantes nos últimos anos. Segundo a categoria, ações violentas contra fiscais ambientais vêm crescendo sob a influência do presidente Jair Bolsonaro (PL), sempre protagonizadas por garimpeiros, madeireiros e pecuaristas que atuam fora da lei. “O risco faz parte da profissão. Nosso país tem bastante crime ambiental desde sempre. Mas é inegável que, com a gestão do Bolsonaro, tudo mudou do vinho para a água”.A constatação é de uma pessoa que integra a diretoria da Associação Nacional dos Servidores Ambientais (Ascema), mas que preferiu não ter o nome divulgado por medo de represálias. A Ascema representa trabalhadores do funcionalismo público federal e é composta por 27 entidades de todo o Brasil. “Os infratores realmente ficaram empoderados. Quando a gente vai a campo ou quando eles aparecem na sede do Ibama ou do ICMBio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade], eles nos afrontam e gritam: ‘Agora está diferente, quem manda é o Bolsonaro‘”, conta a Associação. A diretoria da Ascema aponta ainda que a frouxidão no combate a infrações no campo atrai investimentos do crime organizado, que vem migrando de atividade em busca de novas fontes de enriquecimento.”As facções estão atuando com grilagem, com garimpo, com expulsão de moradores da reforma agrária, pequenos colonos, quilombolas, indígenas e ribeirinhos das suas áreas.”A Ascema reclama de outras condições de trabalho: “Os fiscais não têm adicional [financeiro] nenhum. A nossa diária [paga durante realização de atividades externas] está super baixa, não custeia nem quase hotel e alimentação. E não tem adicional de insalubridade e periculosidade minimamente seguido”. 

Clima de medo 

O clima generalizado, segundo a Ascema, é de temor pela própria integridade física. “Os servidores do ICMBio e do Ibama de Roraima – todos, não só os fiscais – têm a vida monitorada. Os garimpeiros têm pleno controle do território e todo mundo vive sob ameaça”. O estado é uma das regiões mais conflituosas do Brasil, onde o garimpo ilegal atua livremente na Terra Indígena Yanomami, a maior do país. Em maio de 2020, a Estação Ecológica (Esec) de Maracá, gerida pelo ICMBio, foi invadida por homens encapuzados que fizeram três brigadistas reféns. As vítimas conseguiram fugir, mas o grupo roubou quadriciclos e motores de barco pertencentes ao Instituto, além de materiais utilizados no garimpo apreendidos semanas antes. Em Altamira (PA), nem mesmo a escolta de homens da Força Nacional e da Polícia Federal intimidam os garimpeiros ilegais. Durante uma fiscalização do Ibama em 2019 na Terra Indígena Ituna/Itatá, os servidores foram recebidos a tiros pelos criminosos ambientais. Ninguém ficou ferido. 

Veja outros episódio de demonstração de força de criminosos ambientais:

  • Setembro/2021: Caminhonete alugada pelo Ibama incendiada em Boa Vista (RR)
  • Junho/2021: Madeireiros bloqueiam BR-364 em Porto Velho (RO) 
  • Maio/2020: Fiscal do Ibama agredido com garrafada na cabeça em Uruará (PA)
  • Janeiro/2020: Ibama e PM recebidos a tiros por madeireiros em Rorainópolis (RR)
  • Julho/2019: Caminhão-tanque a serviço do Ibama incendiado em Espigão do Oeste (RO).
  • Outubro/2018: Três viaturas do Ibama são incendiadas em Buritis (RO)
  • Outubro/2017: Prédios do Ibama e ICMBio incendiados em Humaita (AM)
  • Julho/2017: 16 viaturas do Ibama incendiadas na BR-163 em Altamira (PA)
  • Julho/2017: Oito caminhonetes incendiadas em Altamira (PA)

“Pior que a boiada de Salles” 

Continue lendo

País ainda registrou aumento em número de óbitos, chegando a 672 nas últimas 24 horas

O Brasil registrou 228.954 casos de Covid-19 em 24 horas, um recorde. O maior número alcançado desde o início da pandemia, até então, era de 224.567 registrados na última quarta-feira (26). Os números são do Conass (Conselho Nacional de Secretarias de Saúde)

O número de óbitos registrados nesta quinta-feira (27) também cresceu em relação ao último dia, saltando de 570 para 672.Com isso, o país registra mais uma alta na média móvel de infecções, que agora está em 168.514 casos. Já a média móvel de óbitos está em 411.A média móvel considera a média dos números registrados nos últimos sete dias.No momento, o país ainda totaliza 24.764.838 casos de Covid-19 e 625.085 óbitos decorrentes da doença registrados desde o início da pandemia. Com o início da vacinação de crianças contra a Covid-19, o assunto tem sido tema de discussões e mobilizado muitos perfis nas redes sociais. De acordo com um levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), nas duas primeiras semanas de janeiro mais de 705,3 mil postagens no Twitter fizeram referência à vacinação infantil. O Ministério da Saúde anunciou que vai reabrir, nos próximos dias, 135 leitos na rede federal do Rio de Janeiro, sendo 100 de enfermaria e 35 de UTI. A medida atenderá parte dos pleitos do município, que pedia o desbloqueio de 400 das cerca de 941 vagas federais fora de uso na capital, número identificado em levantamento da Defensoria Pública da União (DPU) .O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) entregaram nesta quinta-feira (27) um ofício conjunto para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. No documento, os conselhos manifestam discordância total em relação à nota técnica nº 3 de 2022, da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde da pasta, que fundamenta a decisão de não aprovar as Diretrizes Terapêuticas para o tratamento farmacológico da Covid-19 (hospitalar e ambulatorial, recomendadas e aprovadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Logo Agência BrasilProfessora Eliane Conconi conversa com alunos em sala de aula da escola Thomaz Rodrigues Alckmin, no primeiro dia de retorno das escolas do estado de São Paulo para atividades extracurriculares em meio ao surto de coronavírus (COVID-19) em São

Em 2022, o valor será corrigido e o piso da categoria será de R$ 3.845

O presidente Jair Bolsonaro anunciou agora à tarde, pelo Twitter, reajuste de 33,24% no piso salarial dos professores da educação básica. “É com satisfação que anunciamos para os professores da educação básica um reajuste de 33,24% do piso salarial. Esse é o maior aumento já concedido pelo governo federal , desde o surgimento da Lei do Piso”, afirmou.  Em 2022, o valor será corrigido e o piso da categoria será de R$ 3.845,63. O aumento leva em consideração o valor, por aluno, pela variação da inflação nos últimos dois anos, conforme prevê a Lei do Magistério. Segundo o presidente, mais de 1,7 milhão de professores de estados e municípios, que lecionam para mais de 38 milhões de alunos nas escolas públicas, serão beneficiados.

Edição: Graça Adjuto

Formulário de cadastro

“sistema valor a receber” teve demanda “muito superior à esperada”, segundo o Banco Central. A quantidade de acessos à ferramenta foi 20 vezes o que é registrado em um dia de alto volume –ou 50 vezes o que é registrado em um dia normal. As consultas provocaram instabilidade e indisponibilidade do sistema, que foi retirado do ar pelo BC (Banco Central). A autoridade monetária disse que está investindo na ampliação de sua capacidade de atendimento. A consulta poderá ser feita a partir de 14 de fevereiro. Os pedidos de transferências serão agendados a partir de 7 de março.

“Os cidadãos não devem se preocupar com a manutenção de seus recursos não procurados nesse período. Não há risco de prescrição ou perda desses recursos, que permanecerão guardados pelas instituições financeiras à espera de seus proprietários”, disse o Banco Central.

ALERTAS

O BC disse que não entra em contato com os cidadãos. Solicitou cuidados dos cidadãos com eventuais golpes.

ENTENDA

No 1º dia, o BC registrou que 79.000 pessoas conseguiram consultar o valor. Outras 8.500 fizeram solicitações de devolução de dinheiro, totalizando R$ 900 mil. Os valores serão repassados via Pix, o sistema de pagamentos instantâneos, em até 12 dias úteis. O Banco Central estima que há R$ 3,9 bilhões disponíveis a 28 milhões de CPFs e CNPJs na 1ª fase. O valor total, que deve ser pago ao longo do ano, equivale a R$ 8 bilhões.

O sistema ainda apresenta instabilidade. O BC disse que está trabalhando para retomar o site “o mais rapidamente possível para que esse valor possa ser transferido para os cidadãos”.

O cidadão ou empresa pode ter dinheiro a receber nos seguintes casos:

  • contas correntes ou poupança encerradas com saldo disponível;
  • tarifas e parcelas ou operações de crédito cobradas indevidamente;
  • cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;
  • recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.

Os valores podem ser consultados no Registrato (Extrato de Registro de Informações).

www.msn.com

 O simpósio é uma reunião de pessoas que durante um período de tempo tratam de um tema específico a fim de alcançar avanços em sua elucidação. O Simpósio Geralmente é composto por pessoas. É uma ferramenta, que o educador cristão precisa, para se preparar melhor para ensinar a Bíblia às crianças e aos juvenis. Eles crescerão na graça e no conhecimento da palavra, tendo a vida solidificada em Cristo.

 

 (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Ao longo de 2021, a União pagou R$ 303,41 bilhões em dívidas atrasadas a estados, municípios, bancos federais, entidades controladas e estatais federais. Os dados constam do Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito, divulgado hoje (27) pelo Tesouro Nacional. O valor representa um acréscimo de 2,5% em relação ao que foi pago em 2020, quando a União honrou R$ 296 bilhões em dívidas atrasadas. Foram R$ 112,92 bilhões em operações de crédito internas e R$ 190,48 bilhões em operações externas. O Tesouro informou que os bancos públicos federais são os maiores credores nas operações de crédito internas. Eles concentraram 98,1% do total de operações. A Caixa, o Banco do Brasil (BB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) emprestaram R$ 110,74 bilhões em 2021. Os bancos privados emprestaram apenas R$ 2,18 bilhões, o que representa apenas 0,7% das operações internas. Já os organizamos multilaterais, como o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) entre outros respondem por 91,% das operações de crédito externas. Juntos, esses organismos emprestaram R$ 173,27 bilhões. O Bird emprestou o maior valor R$ 81,30 bilhões; seguido pelo BID, com R$ 80,53 bilhões e o CAF com R$ 8,73 bilhões. As agências foram responsáveis por R$ 9,13 bilhões e os credores privados por R$ 8,07 das operações. O relatório aponta ainda que, em 2021, a União pagou R$ 8,96 bilhões de dívidas de entes subnacionais. O valor é referente às dívidas de cinco estados e um município. Os maiores valores honrados foram relativos a inadimplências com o Rio de Janeiro (R$ 4,18 bilhões), Minas Gerais (R$ 3,13 bilhões), Goiás (R$ 1,3 bilhão), Amapá (R$ 194,32 milhões), Rio Grande do Norte (R$ 156,98 milhões), além do município fluminense de Belford Roxo (R$ 1,56 milhão).“Os valores honrados em 2021 aumentaram a necessidade de financiamento da dívida pública federal, uma vez que a União está impedida de executar as contragarantias de diversos estados que obtiveram liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) suspendendo a execução das referidas contragarantias”, informou o Tesouro. De acordo com o relatório, no ano passado foram contratadas 50 novas operações de crédito garantidas, sendo 40 contratos de garantia internos e 10 contratos de garantia externos. O Tesouro disse ainda que a maioria dos contrato de operações garantidas foi realizada por município, que efetivaram 36 contratos assinados, o que representa 72% do total de contratos assinados. Entre os mutuários, os estados apresentam a maior participação, com 77,2% (R$ 234,13 bilhões) do saldo devedor total. Os municípios e os bancos federais apresentam participação de 10,1% (R$ 30,54 bilhões) e 7,5% (R$ 22,79 bilhões), respectivamente. As entidades controladas detêm 3% (R$ 9,19 bilhões) e as estatais federais detêm 2,2% (R$ 6,75 bilhões). O Estado de São Paulo possui o maior saldo devedor em operações de crédito garantidas, com 13,4% do total, totalizando R$ 40,72 bilhões; seguido pelo Rio de Janeiro com 12,2% do total, que totaliza R$ 37,14 bilhões. Minas Gerais vem em terceiro, com R$ 25,69 bilhões de dívidas. A Bahia vem depois, com R$ 17.35 bilhões e em quinto lugar o Ceará, com R$ 15,25 bilhões de dívidas. Completam a lista dos sete maiores devedores, os estados do Rio Grande do Sul, com R$ 12,17 bilhões; e Pernambuco, com R$ 11,01 bilhões. Os demais estados, juntos, somam R$ 74,78 bilhões em dívidas. Já com relação aos município, o Rio de Janeiro aparece na frente com R$ 7,46 bilhões em dívida. Em seguida vem Manaus, com R$ 2,57 bilhões; Fortaleza, com R$ 2,26 bilhões; São Bernardo do Campo, com R$ 2,12 bilhões; e Belo Horizonte, com R$ 1,83 bilhão. Os demais municípios, juntos, devem R$ 14,27 bilhões.
Garantias

Continue lendo

Após análise do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, foi prorrogado até 15 de fevereiro as medidas restritivas. (Aluisio Moreira/SEI)
Após análise do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, foi prorrogado até 15 de fevereiro as medidas restritivas. (Aluisio Moreira/SEI)
O Governo de Pernambuco prorrogou até 15 de fevereiro as atuais medidas restritivas previstas no Plano de Convivência, após análise do Comitê de Enfrentamento à Covid-19. A decisão foi anunciada durante coletiva de imprensa, nesta quinta-feira (27). De acordo com o secretário estadual de Saúde, André Longo, apesar de uma queda nos registros de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), que vem reduzindo a pressão sobre a rede de saúde, há uma preocupação com o avanço da variante Ômicron da Covid-19 no Estado.“O novo coronavírus está em franca aceleração, com um forte impacto nos casos leves. A positividade para a doença, que estava abaixo de 20% na semana passada, com o avanço da Ômicron aumentou em 37%. Nos centros de testagem estaduais, de cada 100 testes realizados, 35 continuam positivando para o vírus. Nesse cenário, a manutenção das atuais restrições tem o objetivo de diminuir a circulação viral e estimular a vacinação”, ressaltou Longo. Também presente à coletiva de imprensa, o secretário estadual de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes, destacou que o governo espera a diminuição de casos para tomar novas medidas que possam afrouxar as que estão vigentes. “Neste momento, vamos dar continuidade às regras atuais de proteção, que é a decisão mais adequada, renovando as restrições impostas nos últimos 15 dias”, complementou. De acordo com dados da SES-PE, foram abertos desde o final de dezembro 758 leitos para pacientes com quadro respiratório, sendo 314 de UTI, e ainda há a previsão de mais 400 vagas (216 de UTI) nas próximas semanas.
dp
De segunda a sexta, sempre às 19h45
De segunda a sexta, sempre às 19h45 – Foto: Acervo Fundaj

As canções de Gonzaga nos remetem várias sensações. De amor, cultura, lembrança, afetividade.

O pesquisador apaixonado pela obra gonzagueana, Paulo Vanderley, participa do Entrevista Central e fala sobre o seu projeto que reúne em um acervo digital, discos, fotos e documentos raros de Luiz Gonzaga. O site foi criado há 16 anos pelo pesquisador e é considerado o maior acervo digital da obra do artista. No final de 2021, durante as comemorações de 109 anos de Gonzaga, o site ganhou uma nova versão. Para 2022, o pesquisador cearense pretende lançar um livro que reunirá depoimentos de artistas, recortes de jornais e fotografias históricas. Na Entrevista, Vanderley expõe a importância e o legado de Gonzaga para a cultura brasileira. “Luiz Gonzaga foi um retirante. Sofreu com preconceitos e tem uma história de luta. A vida de Gonzaga é uma inspiração. Através dele, nos identificamos enquanto brasileiros, enquanto nordestinos. É fundamental democratizar essas informações”. O pesquisador também traz questões sobre a necessidade de recuperar a história de artistas brasileiros que tanto contribuíram para a cultura do país. “Infelizmente, a memória cultural brasileira é muito esquecida, precisamos resgatar essas histórias que fazem parte do Brasil. Levantar todas essas informações dele (Gonzaga) é de uma riqueza imensurável”, expõe.

E tem mais!

O quadro Nacional analisa quais os impactos do salário mínimo sem ganho real diante da inflação. O Embarque Imediato recebe Rudinei Marques, presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas do Estado (FONACATE), para falar sobre as diversas categorias de servidores que estão articulando um calendário de paralisações. Entre as principais reivindicações, está o ajuste salarial. A Parada Cultural indica o lançamento do projeto “Black na Live”. Ação itinerante que visa fortalecer artistas da música negra de Belo Horizonte e contribuir para o fomento e a descentralização das atividades culturais.

Sintonize

Para acompanhar o Central do Brasil, basta sintonizar a TVT em uma antena digital, interna ou externa. Na grande São Paulo, o canal é o 44.1 (sinal digital HD aberto); na NET o canal é o 512 (NET HD-ABC); no UHF, a sintonia é 46; 13 na NET-Mogi; e Canal 12 na Vivo São Caetano do Sul. A sintonia da Rádio Brasil Atual é 98,9 FM na Grande São Paulo. Também é possível acompanhar a programação radiofônica pelo site do Brasil de Fato. Quem está fora de São Paulo, pode sintonizar a TVT com a parabólica, via satélite. É necessário direcionar a antena para StarOne C3 Freq: 3973 Mhz Pol: Vertical, DVB-s2; SR: 5000 FEC ¾. Confira mais informações neste link.

Dados da menor estação receptora

Continue lendo

Outras duas cidades estão perto de atingir a capacidade máxima: Itaboraí e Bom Jesus de Itabapoana – Breno Esaki/Agência Saúde

Sete cidades do estado do Rio de Janeiro não possuem mais vagas de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com covid-19. Entre elas, estão Barra do Piraí, Rio Bonito, Teresópolis, Maricá, Saquarema, Bom Jardim e Miracema. Outras duas cidades estão perto de atingir a capacidade máxima: Itaboraí e Bom Jesus de Itabapoana.

As informações foram compiladas pelo jornal Extra a partir do Painel Covid-19 do governo do estado do Rio na última quarta-feira (26). Além das UTIs, nove cidades estão com leitos de enfermarias para covid lotadas: Rio Bonito, Valença, Cachoeiras de Macacu, Teresópolis, Nova Friburgo, Três Rios, Nova Iguaçu, Rio das Ostras e Cardoso Moreira. Para atendimento clínico, Volta Redonda está com 98% das vagas de enfermaria ocupadas. As taxas de ocupação dos leitos de enfermaria e UTI são enviadas pelos próprios municípios diariamente ao governo estadual. Ainda segundo o levantamento do jornal, a região do estado com a maior taxa de ocupação é a Noroeste, que na última terça-feira (25) tinha 89% dos leitos de terapia intensiva ocupados. Dos 14 municípios que compõem a região, que faz divisa com Minas Gerais, apenas três possuem leitos de UTI para atender toda a região: Itaperuna (três vagas disponíveis), Bom Jesus de Itabapoana (cinco vagas disponíveis) e Miracema (sem vagas).

Fonte: BdF Rio de Janeiro

Os cortes na verba destinada ao ministério da Educação atingem profundamente as universidades federais, que já se encontravam em situação precária – Marcelo Camargo / Agência Brasil

Imagem de perfil do Colunistaesd
Vanessa Grazziotin  

 

 

As prioridades do atual governo são lamentáveis, mas não surpreendem

Os cortes no Orçamento de 2022 pelo governo Bolsonaro demonstram mais uma vez quais são suas prioridades. Do montante de R$ 4,7 trilhões previsto para esse ano, R$ 1,8 trilhão será para pagar juros da dívida pública. E Bolsonaro manteve R$ 16,5 bilhões para as emendas de relator, as chamadas verbas do orçamento secreto – emendas parlamentares que são distribuídas sem total transparência sobre os recursos. Enquanto isso, as áreas com mais cortes são educação e trabalho, com vetos de mais de R$ 1 bilhão para Trabalho e Previdência e mais de R$ 739 milhões no ministério da Educação. A Saúde, que deveria ter o orçamento ampliado, diante da necessidade de continuar combatendo a pandemia ficará sem R$ 74,2 milhões. Nada garante que teremos um ano tranquilo nessa área. Com a variante ômicron, os casos continuam aumentando, e muitas cidades já ocupam a quase totalidade dos leitos, em outras, novos estão sendo abertos, porque a demanda cresce rapidamente.

A Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), cujos profissionais se desdobram na produção de vacinas, teve um corte de 11 milhões que iriam para pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde. Vários itens muito importantes foram tesourados, como pesquisa, desenvolvimento científico, difusão do conhecimento e popularização da ciência nas unidades de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia; apoio a projetos de tecnologias aplicadas, tecnologias sociais e extensão tecnológica articulados às políticas públicas de inovação e desenvolvimento sustentável do Brasil; fomento à pesquisa e desenvolvimento voltados à inovação, a tecnologias digitais e ao processo produtivo nacional; fomento a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico nacional; formação, capacitação e fixação de recursos humanos para o desenvolvimento científico; fomento às ações de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão – nacional. Os cortes na verba destinada ao ministério da Educação atingem profundamente as universidades federais, que já se encontravam em situação precária. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em entrevista ao UOL, o valor destinado às federais é insuficiente, menor do que 2019. São R$ 2 bilhões a menos do que o mínimo necessário para garantir o funcionamento pleno das universidades.

Continue lendo

Aluguel e gás encanado foram dois dos itens que mais subiram em janeiro, de acordo com o IBGE – Reprodução

No primeiro mês do ano, a “prévia” da inflação oficial subiu menos, mas segue acima dos 10% acumulados. Segundo o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 0,58%, ante 0,78% tanto em dezembro como em janeiro de 2021. Agora, soma 10,20% em 12 meses.

De acordo com o instituto, que divulgou os dados nesta quarta-feira (26), oito dos ove grupos que compõem o indicador tiveram alta em janeiro. A exceção foi Transportes: -0,41%. Depois de muito tempo, caiu (-1,78%) o preço da gasolina, além do etanol (-3,89%). A queda na gasolina teve impacto de -0,12 ponto percentual no resultado do mês. O preço médio das passagens aéreas também recuaram, -18,21%, com novo impacto de -0,12 ponto. Por outro lado, subiram os preços de automóveis novos (1,90%) e do item emplacamento e licença (1,70%), que inclui o IPVA. O IBGE apurou ainda alta no seguro (3,25%) e no aluguel de veículos (12,94%). O custo do táxi variou 0,21%, com reajuste de 9,75% nas tarifas no Rio de Janeiro.

Café e carne mais caros

No grupo Alimentação e Bebidas, que subiu 0,97%, o item alimentação no domicílio passou de 0,46%, em dezembro, para 1,03.%. Entre os produtos que subiram mais estão cebola (17,09%), frutas (7,10%), café moído (6,50%) e carnes (1,15%). Caíram, na média, os preços de batata inglesa (-9,20%), arroz (-2,99%) e leite longa vida (-1,70%). Comer fora ficou 0,81% mais caro, ante 0,08% no mês anterior: o lanche foi de -3,47% para 1,25% e a refeição, de 1,62% para 0,63%.

Já em Saúde e Cuidados Pessoais (0,93%), destaque para itens de higiene pessoal, com alta de 3,79%. O custo com plano de saúde recuou 0,69%.

Em Habitação (alta de 0,62%), o aluguel residencial subiu 1,55% e representou impacto de 0,06 ponto no índice de janeiro. O gás encanado aumentou 8,40%, com reajuste em São Paulo. E a energia elétrica variou 0,03%, menos do que a taxa de água e esgoto (0,28%), que teve reajuste aplicado em Salvador.

Aumento em todo país

Continue lendo

Manifestações neonazistas se espalham pelo Brasil, afirma pesquisadora – Agência Brasil

A ascensão da extrema direita e a vitória do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 estão diretamente ligadas aos dados que apontam o avanço do neonazismo no Brasil. É o que apontam números e especialistas consultados pelo Brasil de Fato.

O aumento de grupos extremistas, o crescimento de crimes de apologia ao nazismo e a intensa disseminação de conteúdos com teor neonazista na internet foi identificada em pesquisas publicadas nos últimos meses. O interesse da academia e de veículos de imprensa sobre o tema reflete uma preocupação cada vez maior expressa por pesquisadores, organizações e movimentos ligados à questão judaica e organizações populares. “É uma coisa que nosso campo acompanha e que, de alguma maneira, ocorre de forma cada vez mais aberta e pública. É um crescimento absolutamente considerável e perigoso”, afirma Douglas Belchior, da Coalizão Negra por Direitos. O nazismo prega a destruição de todos os povos e indivíduos que possam contaminar a presumida pureza da raça ariana. Essa ideologia foi posta em prática por Adolf Hitler nas décadas de 1930 e 1940, como política de Estado, na Alemanha e nos países invadidos pelo ditador. De 1941 a 1945, seis milhões de judeus foram executados nos campos de extermínio nazistas. O genocídio do povo judeu ficou conhecido como Holocausto e é reconhecido como um dos episódios mais traumáticos da história da humanidade. Entre as vítimas dos nazistas, estiveram judeus, negros, gays, pessoas com deficiência física ou mental, ciganos, comunistas e testemunhas de Jeová.

O que dizem os números?

Brasil de Fato reuniu três estatísticas importantes divulgadas nos últimos meses que se relacionam à existência de uma “onda neonazista” no país. Entenda o que cada um deles aponta:

1) Mapeamento identifica 530 núcleos neonazistas

Nos últimos meses, diversos trabalhos quantificaram a ocorrência de manifestações neonazistas. Uma das pesquisas de maior destaque é da antropóloga Adriana Dias, que investiga o tema desde 2002. Em levantamento divulgado pelo Fantástico em janeiro deste ano, ela mostrou que existem pelo menos 530 núcleos extremistas de teor neonazista no Brasil, um universo que pode chegar a 10 mil pessoas. O número representa um crescimento de 270,6% de janeiro de 2019 a maio de 2021. Dias apontou ainda que os núcleos nazistas se concentravam na região Sul do Brasil, mas se espalharam para as cinco regiões do país.

2) Crimes de apologia crescem, segundo levantamento

Um levantamento do jornal O Globo publicado em maio do ano passado mostrou que as denúncias apuradas pela Polícia Federal para crimes de apologia ao nazismo também explodiram. Até pouco tempo atrás, eram raros os inquéritos, entre 4 e 20 a cada ano. A virada se deu em 2019, quando foram abertas 69 investigações de apologia do nazismo. A situação piorou em 2020, quando os policiais federais investigaram 110 casos — um novo inquérito a cada três dias, em média. Levando em conta as 36 ocorrências investigadas pela PF nos cinco primeiros meses de 2021, é possível esperar que o ano passado tenha mantido a tendência de alta dos dois anteriores. O Brasil de Fato fez consulta à corporação sobre os dados mais atualizados, mas não obteve resposta.


Gráfico mostra crescimento de inquéritos sobre apologia ao nazismo / Reprodução/Agência Senado

3) Brasil é sétimo lugar em ranking sobre nazismo na internet

A SaferNet Brasil, organização não-governamental que atua mapeando denúncias anônimas de crimes e violações contra os direitos humanos na internet, localizou 2.516 páginas (hospedadas em 666 domínios) no Brasil em 2020. O país está na sétima colocação global do ranking publicado pela ONG.

‘Sinal de alerta’, aponta autora de livro

Na visão da advogada Milena Gordon Baker, autora do livro Criminalização da Negação do Holocausto no Direito Penal Brasileiro, todos esses indicativos de aumento das ideias nazistas no Brasil deveriam acender um sinal de alerta: “Os estudos do genocídio mostram que existe uma pirâmide do ódio. Tudo começa de maneira sutil e vai piorando pouco a pouco. Primeiro, na base da pirâmide, constrói-se uma imagem estereotipada de determinado grupo oprimido. Depois começam o preconceito generalizado, a discriminação, o discurso de ódio.” “Em seguida, vem a supressão de direitos. Mais tarde, surgem os ataques físicos. Por fim, já no topo da pirâmide, assentado sobre todos os estágios anteriores, vem o genocídio. Normalmente passa-se de uma etapa para a outra sem que se perceba. É por isso que não podemos baixar a guarda”, afirma Baker.

Período coincide com ascensão de Bolsonaro

O período do crescimento das ocorrências nos estudos coincide com o período da gestão Bolsonaro no governo federal.  O diretor-acadêmico do Instituto Brasil-Israel, Michel Gherman, é contundente ao afirmar, em seu canal no Youtube, que “Bolsonaro é nazista”. Segundo ele, a falsa tese adotada por bolsonaristas de que o nazismo seria ideologicamente de esquerda mascaram o teor nazista do presidente. “A perspectiva de o nazismo ser de esquerda é uma das referências importantes do negacionismo histórico, que coloca o nazismo a partir de lentes exclusivamente ideológicas, e não historiográficas”, sustenta. “Bolsonaro se afirma como um amigo dos judeus. Isso tem duas dimensões. A primeira dimensão é que isso, mais uma vez, tal qual o nazismo ser de esquerda, afasta possíveis afirmações de que ele é nazista. Afinal de contas, como é que o nazista pode ser amigo dos judeus? Como é que o nazista pode ter bandeira de Israel? Como é que o nazista pode dizer que se aproxima do estado de Israel?”, questiona Gherman.


Bandeira de Israel em ato convocado por Bolsonaro e seus apoiadores em Brasília, no início da pandemia, em maio de 2020 / Reprodução/Facebook

Nesse sentido, o acadêmico defende que bandeiras de Israel e símbolos sionistas são usados como cortina de fumaça para esconder a ideologia nazista do presidente: “[Servem] Para passar o pano no nazismo, para limpar a sua imagem”.

Bolsonarismo e nazismo: via de mão dupla

Na visão de Odilon Caldeira Neto, professor de História Contemporânea da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), a associação entre o nazismo e a figura do presidente pode ser estabelecida, mas é complexa.O pesquisador, que é um dos coordenadores do Observatório da Extrema Direita no Brasil, aponta que é preciso entender o que diferencia o “bolsonarismo” do próprio Bolsonaro.”É bom sempre separar o governo Bolsonaro, essa instância mais institucional de representação, um governo como tal, do que é o bolsonarismo (…). O bolsonarismo é um fenômeno que transcende ao governo em si. Ele não é tutelado pelo governo”, diz.Caldeira Neto afirma, contudo, que o governo federal, em diversas oportunidades, sinalizou aos apoiadores mais radicalizados, ligados inclusive ao pensamento neonazista: “A presença de símbolos fascistas ou nazistas não é apenas fruto exclusivamente da associação de indivíduos e militantes neonazistas ao bolsonarismo. Muitas vezes, esse é um esforço do próprio governo”.”A utilização de slogans, de figuras de linguagem, de simbologias nazistas ou fascistas, é também parte do esforço de se compreender como parte de uma história de uma trajetória da extrema direita brasileira e internacional”, defende. No ano passado, o Brasil de Fato mostrou cinco momentos em que membros do governo e bolsonaristas adotaram símbolos do movimento fundado por Adolf Hitler, responsável pelo assassinato de seis milhões de judeus.

 “É uma via de mão dupla: de um lado, são os movimentos e lideranças do neonazismo tentando imprimir a sua faceta no bolsonarismo e no governo Bolsonaro; de outro lado, é o governo buscando radicalizar as suas bases por meio da chave, dos lemas e das imagens do imaginário fascista e nazista na atualidade”, explica Caldeira Neto. Encontro com representantes da direita neonazista alemã


Jair Bolsonaro com a deputada de extrema direita Beatrix von Storch, neta de ministro de Hitler / Reprodução/Instagram – Beatrix von Storch

Em julho, pesquisadores ouvidos pelo Brasil de Fato afirmaram que as reuniões da deputada alemã Beatrix von Storch com Bolsonaro, com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e com a deputada Bia Kicis (PSL-DF) expuseram o Brasil como centro articulador da extrema direita global.

Continue lendo

      Neste dia  25 a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Santa Terezinha PE estará realizando o Simpósio a partir das 17:hs  com o tema: Tempo de milagres. E continuará até o dia  31 janeiro de 2022, como segui a programação abaixo.
      Durante estes sete dias serão ministradas lições alusivas ao tema. Onde aprenderemos e alimentarem os nossas almas.
      Estejam todos convidados. Será uma honra recebe-los.

Pastor presidente: Ailton José Alves. Vice presidente: Samuel de Oliveira. Pastor local: Evangelista Audeir Lopes.

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
Parceiros