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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: abril 2022

 Os tralhados são realizado todas as  quarta – feira, culto de pregação pelo auxiliar de trabalho e dirigente da mesma  Irmão Isac Freires. Na  sexta-feira circulo de oração, o pastor local da Assembleia de Deus de Santa Terezinha PE. O Pr. Audeir Lopes e irmão Isac Freires, a dirigente do circulo da oração  irmã Euvanizia, e a vice dirigente irmã Lurdes no sábado continuar na sequência, círculo da oração infantil pela irmã Euvanizia. A congregação é composta de 30 pessoas membros. Os trabalhos JESUS tem abençoado abundantemente. Na água fria, JESUS tem batizado com Espírito Santo, já curou pessoal dando um novo coração, já curou pessoas do câncer, já curou pessoas de leucemia, de gastrites, nesse simples lugar JESUS tem derramado do seu poder  no meio de nós, pós onde a humildade o senhor sempre tem realizados inúmeros milagres no meio do seu povo.

                                           

ACESSEM E VEJAM UMA MENSAGEM AVIVADA, PARA HONRA E GLÓRIA DE JESUS

TCE-PE
Tribunal de Contas de Pernambuco, na Rua da Aurora – FOTO: TCE-PE
jc.ne10
 (crédito: Ana Rayssa/CB/D.A Press)
crédito: Ana Rayssa/CB/D.A Press
Com 13,7%, o Brasil deve figurar entre os 10 países com as maiores taxas de desemprego no mundo em 2022. O país vai ocupar a 9ª posição do ranking da agência de classificação de risco Austin Rating, elaborado com base nas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para um conjunto de 102 países. Atualmente, o índice nacional está em 11,2%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o trimestre encerrado em fevereiro.De acordo com o estudo, a média global para o ano é de 7,7%. Com 13,7% de taxa, o Brasil também tem número pior do que a média dos países emergentes (8,7%). O índice nacional para os trabalhadores é o segundo maior entre os membros do G20, ficando perdendo apenas para África do Sul. Desde 2016, o desemprego no Brasil supera os dois dígitos. A mínima da série histórica do IBGE foi registrada em 2014, quando ficou em 6,9%. O Brasil encerrou os últimos ano com taxa média de desemprego entre 13,2% (2021) — quando figurava na 16ª pior posição — e 13,8% (2020), quando aparecia em 22º lugar entre as nações com os maiores índices.
diariodepernambuco
Wanessa Camargo (Foto: Divulgação)

Wanessa Camargo (Foto: Divulgação)

Wanessa Camargo, de 39 anos, está em um novo processo de produção da carreira. Com a maturidade de mais de duas décadas de estrada, a cantora se permite desenvolver seus projetos sem pressão. Além de preparar a turnê Pai & Filha, ao lado de Zezé Di Camargo, a artista deseja lançar um disco solo inédito ainda em 2022.”A gente quer estrear a turnê Pai & Filha perto do Dia dos Pais, em agosto. A gente está com muita vontade de fazer esse show. Estamos com o projeto montado, já fechamos diretor, a parte do repertório ainda estamos resolvendo. Acho que em julho começamos a ensaiar. Será um espetáculo com poucas apresentações, em casas de espetáculos pelo Brasil”, adianta.Wanessa diz que o repertório ao lado do pai será bem eclético. “O show sempre precisa ter uma dinâmica de músicas conhecidas, não só de Wanessa Camargo e Zezé Di Camargo & Luciano, mas de outros artistas que curtimos. Vou poder mostrar o meu mundo e o mundo dele, depois o nosso mundo que converge. É um show para família”, define.

Wanessa Camargo e Zezé Di Camargo (Foto: Divulgação)

Wanessa Camargo e Zezé Di Camargo (Foto: Divulgação)

A cantora promete novidades musicais para os seus fãs também. “Teremos lançamentos da Wanessa, mas, definitivamente, não quero fazer música de modinha. Não quero fazer coisas para aparecer. O processo musical que estou é mais lento. Quero fazer um projeto que tenha muita alma, muito amor e a minha verdade. Meus fãs estão me cobrando shows, mas não dá para eu fazer a DNA Tour recauchutada versão 10. Quero fazer algo incrível para vocês. Estou buscando um caminho para mim fora da manada, que me motive, desafie e me dê tesão”, justifica.Segundo Wanessa, ter participado do Show dos Famosos, no Domingão do Huck, fez a procura por shows dela aumentar muito. “Mas ainda não estou pronta para voltar. Não tenho mais vontade fazer 30 shows por mês. Quero fazer poucos, mas bons shows. Quero que quem vá a um show meu viva uma experiência inesquecível. Quero tocar nas feridas, fazer refletir com minha música, minha arte. Não quero fazer show só para faturar o meu cachê. Hoje, vejo uma galera fazendo tudo muito igual. Seguindo fórmulas prontas. Quero atingir um outro lugar”, deseja.

revistaquem

Sophie Charlotte aposta em look grifado para evento 

A atriz Sophie Charlotte (32) foi uma das convidadas do Rio2C na última quarta-feira, 27, e apostou em um look belíssimo para o evento. Sophie foi uma das convidadas do evento no Rio de Janeiro que antecipa novidades sobre tecnologia, criatividade e projetos. Para a ocasião especial, Sophie apostou em um vestido off-white da Prada, e claro, brilhou com a produção feita.Em seu perfil no Instagram, Sophie compartilhou fotos do look belíssimo, e claro, roubou a cena entre seus seguidores. Nos comentários, fãs da atriz usaram o espaço para enaltecer a beleza de Sophie: “Linda demais”, destacou um seguidor. “O look de milhões”, escreveu outro. “Perfeita”, ressaltou o terceiro.

caras

Categoria tem se mobilizado em diversos estados em defesa do Piso Nacional – Sinfemp

Fazemos reuniões semanais com deputados e senadores para tratar da aprovação do piso salarial

Congresso Nacional deve colocar em votação no próximo dia 4 de maio a Lei do Piso Nacional para a Enfermagem. O assunto está mobilizando sindicatos, entidades e organizações de profissionais da Saúde de todo o território nacional.

Para falar sobre esse assunto, a Entrevista Central desta quinta-feira, 28, do programa Central do Brasil, conversa com o presidente do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo(Coren-SP), James Francisco. Ele fala sobre toda a articulação da categoria para pressionar os parlamentares pela aprovação do projeto 

“Estamos em um momento extremamente importante de mobilização. Toda a enfermagem está mobilizada e hoje nós temos uma ação direta dos Conselhos Regionais e Conselho Nacional de Enfermagem junto às entidades sindicais e aos Fóruns para fazer com que todos os profissionais da enfermagem estejam vinculados a essa mobilização de forma conjunta”, analisou.James também explica que a categoria tem realizado reuniões e encontros frequentes com diversos parlamentares. “Fazemos reuniões semanais com deputados e senadores para tratar da aprovação do piso salarial. O COREN-SP fez um abaixo assinado, em que entregamos mais de cento e oitenta mil assinaturas aos deputados. Já temos a grande maioria a favor do piso e também fomos buscar aqueles que ainda se opõem a aprovação”.

 E tem mais!

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A secretária municipal de saúde de Santa Terezinha – PE  com a participação dos (as) profissionais das secretárias de Assistência Social, Saúde e Educação, realizou a 1° Reunião ampliada de saúde mental, que aconteceu no dia 20/04 no posto de saúde Ednalva farias.

Esse é o espaço responsável pela construção e atualização participativa das políticas públicas no campo da Saúde Mental, conforme rege a legislação do Sistema Único de Saúde (SUS). Pernambuco pela defesa do cuidado em liberdade, rumo a avanços e garantias dos serviços da atenção psicossocial no SUS

Contextos

A Política Nacional de Saúde Mental (PNSM) vem sofrendo ataques constantes desde sua elaboração, aprofundados nos últimos cinco anos. As medidas colocam em risco conquistas históricas, sustentadas por quatro Conferências Nacionais de Saúde Mental, pela Lei nº 10.216/2001 e pela Lei Brasileira de Inclusão, largamente reconhecidas no cenário internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os impactos atingem a Rede de Atenção Psicossocial, com o incentivo à internação psiquiátrica e à separação da política sobre álcool e outras drogas, que passou a ter ênfase no financiamento de comunidades terapêuticas e uma abordagem proibicionista e punitivista. As Conferências Nacionais de Saúde Mental contribuem substantivamente para uma política de Estado de saúde mental, álcool e outras drogas e direciona as políticas de governos em todas as esferas da federação, em um sistema descentralizado e integrado de saúde. “São formas de revisar e atualizar as políticas públicas para o campo da saúde mental e atenção psicossocial, álcool e outras drogas”, destaca a Resolução nº 652/2020.

 O tema “Saúde Mental direito e compromisso de todos: consolidar avanços e enfrentar desafios” permitiu a convocação dos setores envolvidos com as políticas públicas e de todos aqueles que com indagações e propostas sobre a saúde mental.  Isso foi um avanço radical em relação às conferências e atendeu às exigências reais e concretas que a mudança do modelo de atenção trouxe para todos.

 

em a presença de trabalhadores, governo Temer faz festa, em 2017, ao aprovar nova lei trabalhista: empregos não vieram até hoje – (Divulgação/Governo Federal)

Aprovada há quatro anos, a Lei 13.467, de “reforma” da legislação trabalhista e sindical, tramitou sob sucessivas promessas governistas de criação de postos de trabalho e segurança jurídica.

Os empregos não vieram até hoje, e a lei continua sofrendo questionamentos, inclusive jurídicos. “As promessas da reforma eram falsas”, afirma a desembargadora aposentada Magda Barros Biavaschi. “Não é se flexibilizando, retirando direitos, isso todas as pesquisas mostram, que se dinamiza a economia”, acrescenta.

Para o professor Marcio Pochmann, há pelo menos cinco anos o país “perdeu o rumo do ponto de vista da perspectiva de voltar a crescer”.São quatro fases de recessão desde os anos 1990. “Iniciamos 2021 com a economia 7% menor do que era em 2014”, comenta. E a “reforma” trabalhista, termo que ele considera inadequado, configurou o “maior ataque” em décadas contra os trabalhadores, atingindo também o movimento sindical.

Deformação do sistema

Magda e Pochmann participaram, na semana que passou, de curso sobre os efeitos da reforma implementada em 2017. O evento, que vai até a próxima quinta-feira (29), é organizado por entidades ligadas à Justiça do Trabalho na 2ª e na 15ª Região, em São Paulo (Aojustra, Sindiquinze e Ejud2). Para o professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as mudanças implementadas ainda no governo Temer, em 2017, não foram uma reformulação, mas “uma deformação do sistema corporativo de relações do trabalho”.E enfraqueceram as próprias condições, políticas e materiais, que haviam viabilizado a CLT. Mudanças, assinala o economista, que refletem algo que já vem acontecendo no Brasil há pelo menos três décadas, com a inserção do país na chamada globalização.

Entrada passiva na globalização

A partir de 1990, o Brasil se inseriu de forma passiva e subordinada a esse movimento a que muitos países se integraram, conduzido por grandes corporações transnacionais. reduzindo a capacidade de decisão do país”, diz Pochmann.Nesse período, foi se desindustrializando. “Não só esvaziamento da manufatura na atividade econômica, mas sobretudo seus efeitos sistêmicos sobre a sociedade, movimento que leva à ruína da antiga sociedade urbana e industrial.”

Assim, emenda o professor, ocorreu uma “desconstrução” de classes sociais: tanto a burguesia industrial como a classe operária industrial.

“Em 1980, por exemplo, o Brasil tinha a sexta maior indústria do mundo. Em 2020, a indústria brasileira está na 16ª posição do mundo.” Isso também levou ao enfraquecimento do que ele chama de “eixo estruturador do novo sindicalismo brasileiro, que era basicamente a classe operária industrial”.

Empresário virou rentista

Nessa “metamorfose”, empresas foram vendidas ou fechadas, e o sistema financeiro passou a prevalecer. “O empresário industrial se tornou um sócio dos juros, um rentista.” Assim, em muitos casos o Brasil passou, em vez de produção própria, a ter centros de montagem de produtos importados.Ele observa ainda que o Brasil sempre teve uma massa de trabalhadores fora da formalidade do registro. “Os sindicatos, na verdade, representavam uma parcela importantíssima, mas havia uma classe trabalhadora inorgânica. Autônomos, por conta própria, desempregados, sem registro.”Esse processo de desassalariamento chegou a ter certa interrupção na segunda metade dos anos 2000, quando se dizia que não havia mais espaço para isso, mas o emprego com carteira cresceu.

Tentativas de mudança

Enquanto isso, o Brasil perdeu oportunidades de reformular, de forma negociada, seu sistema de relações do trabalho. Pochmann cita tentativas de implementar o contrato coletivo, quando Walter Barelli era ministro do Trabalho, no início dos anos 1990, ou o tripartite Fórum Nacional do Trabalho, implementado pelo governo Lula em 2004. Até chegar à atual “alteração dramática, profundamente desfavorável aos trabalhadores”, com forte concentração no setor de serviços.Magda Biavaschi também fez uma digressão histórica do sistema de trabalho brasileiro, “construído com muitas dificuldades a partir de 1930, pari passu ao processo de industrialização”.De um “fazendão”, como diz, o país se tornou a oitava economia mundial. Formou um sistema público de proteção social, com normas e instituições. Um sistema que enfrentou desafios, “idas e vindas”, como a ditadura e o período do chamado Consenso de Washington, já no início da década de 1990: livre comércio, liberalização de patentes, desregulamentação.

Flexibilizar e desregulamentar

Mais recentemente houve, além da “reforma” de 2017, a aprovação de uma série de leis no sentido da flexibilização, como a que ampliou a terceirização. Nesse sentido, a desembargadora ressalta o papel do Supremo Tribunal Federal (STF).“O Supremo passou a deslegitimar a voz do próprio TST (Tribunal Superior do Trabalho). Criando condições materiais, até, para a reforma trabalhista que veio em 2017. Por isso que nós dizemos que o STF, por maioria de votos, passou a constituir a antessala da reforma trabalhista”, diz Magda.O processo se consolidou com o “presente de Natal” de Temer aos trabalhadores, apresentando seu projeto de reforma em 23 de dezembro de 2016, centrado na premissa de prevalência do negociado sobre o legislado.“Ou seja, no transtrocar das fontes do Direito do Trabalho”, afirma a desembargadora. Com isso, o contrato individual “poderá e será a fonte prevalente, podendo se sobrepor, sobretudo, à regulação pública universal”, constata.“Só que isso desregulamenta, mercantiliza. Mercatilizando, precifica e coloca nas forças do mercado o poder de dispor sobre o uso da força de trabalho.” E isso também atingiu as instituições públicas, a própria Justiça do Trabalho e os sindicatos.

Desemprego e desalento

Tudo isso com o discurso de que era preciso “retirar a rigidez” da legislação, porque isso afastava investimentos e inibia o crescimento econômico. O que se viu, conclui Magda, foi “aumento substantivo do desemprego, da informalidade, desalento, terceirizados não incorporados”.

E, além dos atuais 14,8 milhões de desempregados, um enorme contingente de pessoas fora da força de trabalho: 76,4 milhões, segundo o dado mais recente a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE. Os excluídos, para quem, diz Magda, é preciso pensar em um sistema público de proteção. E também em uma organização sindical que represente essa “massa nova” de trabalhadores da economia brasileira.

Pelos dados da Pnad Contínua, em 2020 a taxa média de desemprego foi de 13,5%, ante 8,5% em 2015. O total estimado de desempregados aumentou de 8,5 milhões para 13,4 milhões – o dado mais recente aponta 14,8 milhões. E o número de excluídos da força de trabalho subiu de 63 milhões para 75 milhões.

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Parcela da população adulta endividada no país chega a 62 milhões de pessoas
Parcela da população adulta endividada no país chega a 62 milhões de pessoas – Foto: Agência Brasil

Mais de 62 milhões de brasileiros estão endividados. Isso significa que quase metade da população adulta do país não consegue pagar todas as suas contas, segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Dados divulgados neste mês apontam que a inadimplência dos consumidores segue alta pelo 11º mês consecutivo.

A maior parte de brasileiros com o nome sujo está na faixa etária dos 30 aos 39 anos, e somam 17,9 milhões de pessoas. Fausto Augusto Júnior, coordenador de Educação do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), avalia que o aumento de desemprego é um elemento fundamental para a compreensão desse alto numero de inadimplência. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego no país era de 12,4% no segundo trimestre deste ano.

“A taxa de desemprego cresceu e adentrou o núcleo duro do mercado de trabalho, que são os chefes de família. Quando a taxa de desemprego aumenta dentro desse núcleo estrutural do mercado, o resultado são as mazelas que estamos vendo. A inadimplência é uma delas”, afirma Augusto.

“O aumento do trabalho infantil, o reaparecimento de trabalho escravo, a degradação das condições de trabalho, o aumento da informalidade, tudo tem a ver com o fato do provedor, do chefe de família, seja homem ou mulher, estar desempregado”, completa.

Os dados dos institutos mostram ainda que a inadimplência cresceu em todas as regiões do país e segue aumentando, principalmente, entre a população mais velha. Em comparação com o mês de agosto do ano anterior, a quantidade de indivíduos com idade de 65 a 84 anos que estão com Cadastro de Pessoa Física (CPF) restrito aumentou em 9,5% e atinge 5,4 milhões de pessoas. Na opinião do coordenador do Dieese, isso acontece porque os idosos passam a ser responsáveis pelo sustento da família em períodos de crise socioeconômica.

“Quando esse núcleo estrutural do mercado de trabalho fica desempregado, a tendência é do idoso adentrar e passar a financiar parte das famílias. Bem ou mal, apesar do valor da previdência social do Brasil ser extremamente baixo para uma parte da população, ele é uma renda organizada. É natural que esse sujeito, esse aposentado, vá para o endividamento”, acredita Augusto.

Juros altos

Segundo Juliane Furno, doutoranda em Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), além do alto índice de desemprego, o custo do crédito também é responsável pelo aumento do endividamento.

“O custo do crédito no Brasil é um dos mais altos do mundo, o custo do cheque especial e do cartão de crédito estão entre os mais absurdos. Por um lado, eles inibem o gasto. Por outro, como a população tem muita demanda pelo consumo, ela é obrigada a pegar um crédito mais caro, a usá-lo, e, consequentemente, a ficar endividada, presa no sistema financeiro”, diz a pesquisadora.

O processo de endividamento se acentuou nos últimos anos. De acordo com Furno, os economistas de mercado atribuíram o aumento da inflação brasileira, que estava em 10% no biênio 2013/2014, a um suposto excesso de consumo da população, que estaria sendo motivado pelo aumento real do salário mínimo. Para restringir tal consumo, para o mercado, a solução foi a restrição de crédito aumentando taxas de juros, o que prejudicou a população. O resultado dessa política foi a redução da atividade econômica e, por consequência, o aumento do endividamento dos brasileiros. “As pessoas fizeram dívidas, tiveram acesso ao sistema bancário, algo que elas não tinham antes. Mas, boa parte delas ficaram desempregadas, tiveram carga de trabalho diminuída, ou passaram para contratos intermitentes. A segurança que possibilitava o comprometimento com o empréstimo acabou. Quando a família está em uma situação dessas, entre optar por pagar contas como aluguel, luz, alimentação, e entre pagar uma dívida, vai deixar de pagar uma dívida e se endividar, para dar prioridade aos gastos da família”, pontua Furno.

Consequências econômicas

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Fila de trabalhadores em busca de emprego indica fracasso de reforma trabalhista – José Cruz / Abr

Este 1º de maio de 2022 é o quinto Dia do Trabalhadores desde que entraram em vigor as regras previstas na Reforma Trabalhista de 2017. Idealizada pelo governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), a reforma flexibilizou as relações de trabalho com a promessa de criar 6 milhões novos empregos e reduzir a informalidade no país. Não alcançou nenhum desses objetivos. Acabou contestada e virou um dos principais temas da pré-campanha das eleições presidenciais deste ano.O Partido dos Trabalhadores (PT), do ex-presidente e pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva, quer revogá-la. O pré-candidato Ciro Gomes (PDT) também.

Por outro lado, João Doria (PSDB) membros do governo de Jair Bolsonaro (PL), que concorrerá à reeleição, defendem a reforma e falam em aprofundá-la argumentando que novas flexibilizações podem criar os empregos não criados desde 2017.No final daquele ano, assim que as regras estabelecidas pela reforma entraram em vigor, a taxa de desocupação de trabalhadores brasileiros girava em torno de 11,9%. O dado é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Desde então, a taxa nunca esteve abaixo dos 10%, como antes de 2016. Beirou 15% em 2020, na pandemia, e hoje continua acima dos 11%.Neste mesmo período, o rendimento médio do trabalhador brasileiro caiu cerca de 7%. Se antes da reforma ele ficava em torno de R$ 2.700 por mês, hoje está em cerca de R$ 2.500 – em parte porque empregados formais perderam seus empregos e acabaram obrigados a aceitar trabalhos intermitentes, eventuais ou terceirizados previstos pela nova legislação.“De uma forma geral, o trabalhador hoje trabalha mais para ganhar menos. Trabalha mais horas por dia por dia para ganhar menos”, resumiu o advogado Nasser Ahmad Allan, especialista em Direito do Trabalho, ao falar dos impactos da reforma trabalhista.

Geração “sem-sem”

Ligia Toneto, economista e pesquisadora do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa (IREE), afirmou ao Brasil de Fato que os efeitos negativos da reforma trabalhista sobre o rendimento do trabalhador são incontestáveis. Ela, inclusive, citou impactos ainda mais agudos sobre a população mais jovem e explicou como a reforma acabou tornando-se um problema para toda a economia.Segundo Toneto, a taxa de desocupação entre jovens entre 18 e 24 anos é o dobro da média geral, e isso tem a ver com a reforma. Após a flexibilização da legislação e a piora da qualidade dos empregos, jovens foram obrigados a buscar trabalho para complementar a renda familiar. Com a crise, não conseguiram emprego. Pior: perderam a chance de ir à faculdade e entraram para a geração “sem-sem”: sem estudo e sem oportunidade.“Os jovens passam a procurar emprego, e não encontram. Abandonam os estudos. Deixam de procurar emprego. Aí você tem um quadro crítico”, descreveu a economista.

Reforma gera crise

Essa situação terá impactos negativos a longo prazo para a economia do país, segundo a especialista. Já os imediatos, acrescentou Toneto, são sentidos no nível de atividade do país.Segundo a economista, se o trabalhador ganha menos, ele também consome menos. Sem o consumidor, o empresário tende a produzir menos, gerando menos emprego, criando assim um “ciclo vicioso”. Para Toneto, a economia brasileira está em crise desde a reforma trabalhista não só por conta da pandemia. A crise é resultado da reforma.Fausto Augusto Junior, economista e diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ratifica essa análise. Segundo ele, sem um emprego fixo e estável, negócios que realmente movimentam a economia tornam-se inviáveis. No fim, todos perdem.“Se você vai comprar um carro, o banco não vai te dar um financiamento se você não comprovar renda, certo? Você vai comprar uma casa, a mesma coisa. Se você vai alugar uma casa, igual”, afirmou o economista. “Então, a própria informalidade tem um peso na economia real. As garantias são muito menores, e a garantia é o que define o crédito.”

Trabalhador fragilizado

Augusto Junior também afirmou que a reforma fragilizou sindicatos, já que reduziu o emprego com carteira assinada e praticamente acabou com a arrecadação das entidades por meio do chamado imposto sindical. Com os sindicatos mais fracos, quem mais perdeu foi o trabalhador, que já não consegue negociações justas com o patrão.

Em março de 2022, por exemplo, 52% dos acordos coletivos negociados entre sindicatos de trabalhadores e patronais estabeleceram reajustes salariais abaixo da inflação acumulada. Ou seja, o trabalhador, na prática, perdeu poder de compra.Dados do Tribunal Superior do Trabalho (TST), aliás, apontam que o trabalhador brasileiro perdeu inclusive o ímpeto de reivindicar seus direitos após a reforma de 2017. De 2016 a 2022, o número de novas ações trabalhistas abertas na primeira instância da Justiça Trabalhista caiu 43% – de 2,7 milhões para 1,5 milhões.

O TST, inclusive, criou um grupo de trabalho para estudar os impactos da reforma trabalhista cinco anos após ela entrar em vigor. Os dados sobre as ações foram levantadas por esse grupo, que também suspeita de impactos da pandemia na estatística.Para o advogado Ahmad Allan, a queda tem inegável influência da reforma, já que ela criou a possibilidade de trabalhadores até serem condenados a indenizar patrões caso os processem e percam na Justiça. “Tem gente que acredita que possui direitos e que não está reclamando por medo”, afirmou Allan. “Isso é muito ruim.”Allan é taxativo sobre a reforma: ele afirma que a mudança não trouxe benefícios para o trabalhador. Foi criada justamente para tirá-los, e cumpriu seu papel.

Edição: Felipe Mendes

brasildefato

Declaração foi dada durante julgamento de ação que flexibiliza regras ambientais para garimpo e madeireiras

Murilo Pajolla
Brasil de Fato | Lábrea (AM) |

“Crueldade letal”, lamentou ministra – Antonio Cruz/Agência Brasil

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), cobrou durante sessão da “pauta verde” a punição dos responsáveis pelo estupro e morte de uma indígena Yanomami de 12 anos. A fala foi respondida pela Procuradoria Geral de República, que garantiu esforços para solucionar o caso.  Segundo lideranças Yanomami, o crime foi cometido por garimpeiros ilegais que invadiram a comunidade Aracaçá, umas das mais afetadas pela atividade predatória. A invasão resultou ainda no desaparecimento de outra criança, que caiu em um rio quando estava em um barco. “As mulheres indígenas são massacradas sem que a sociedade e o estado tomem providências eficientes para que se chegue à era dos direitos humanos para todos, não como privilégio de parte da sociedade”, afirmou a ministra.  Cármen Lúcia classificou a morte da criança Yanomami como “crueldade letal” e criticou a “omissão” estatal relacionada a crimes contra indígenas. “Esta perversidade não pode permanecer apenas como dados estatísticos e notícias, como se fossem fatos normais da vida”, disse. A declaração foi dada durante o julgamento de uma ação que contesta a lei que prevê concessão automática de licenças ambientais para atividades de médio risco, incluindo empreendimentos madeireiros e de lavra garimpeira, ainda sem deliberação dos ministros. 

PGR responde

vice-procuradora geral da República, Lindôra Araújo, acompanhou a sessão. Ao final da fala de Cármen Lúcia, ela afirmou que o Ministério Público já entrou em contato com todas as instituições envolvidas na apuração do caso. “Como forma de evitar novas tragédias, como vem ocorrendo, o MP já acionou a justiça e reúne rotineiramente todas as instituições envolvidas para que se concretizem medidas de combate sistemático ao garimpo”, pontuou.Araújo ressaltou que a fiscalização contra crimes ambientais tem se fortalecido, com a construção de bases de proteção etnoambiental da Fundação Nacional do Índio (Funai). 

Edição: Felipe Mendes

 

STF julgou ação ajuizada pelo PSB – Nelson Jr./SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou por unanimidade a concessão automática de alvarás e licenças ambientais para empresas que desenvolvem atividades de risco médio, incluindo empreendimentos madeireiros e de lavra garimpeira.

O mecanismo era previsto em uma lei originada em uma medida provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e assinada por ministros de Estado, incluindo o atual integrante do STF André Mendonça. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (28) na sessão da chamada “pauta verde”, que reúne ações judiciais contrárias a medidas de Bolsonaro na área ambiental. Foi mais uma derrota para o governo. Na última quarta (27) a Corte anulou três decretos presidenciais que reduziram a participação social em conselhos ligados ao meio ambiente.  A ação foi ajuizada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), que pediu a declaração de inconstitucionalidade das mudanças feitas por Bolsonaro e o Congresso em um programa de desburocratização chamado Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), criado em 2007. 

Impacto ambiental sem controle estatal 

Na sustentação oral, o advogado do PSB, Felipe Santos Correia, lembrou que são consideradas atividades de risco médio a transferência de carga de petróleo e derivados, lavra garimpeira de pequeno porte em área sensível, exploração econômica da madeira, lenha e subprodutos florestais, além da fabricação de fertilizantes e agroquímicos. 

“Vê-se que são atividades de evidente impacto ambiental com notórios riscos. Inclusive com casos já bastante registrados de acidentes e graves violações ambientais”, argumentou.A relatora, ministra Cármen Lúcia, acolheu integralmente a ação e afirmou que a concessão automática de licenças “ofende as normas constitucionais de proteção ao meio ambiente”. O entendimento foi seguido pelos outros nove ministros que votaram, incluindo André Mendonça. Dias Tóffoli, que estava ausente, não participou da votação. 

Ministra cobra investigação

Na abertura da sessão desta quinta, Cármen Lúcia cobrou a punição dos responsáveis pelo estupro e morte de uma indígena Yanomami de 12 anos. Segundo lideranças Yanomami, o crime foi cometido por garimpeiros ilegais que invadiram a comunidade Aracaçá, umas das mais afetadas pela atividade predatória.“As mulheres indígenas são massacradas sem que a sociedade e o estado tomem providências eficientes para que se chegue à era dos direitos humanos para todos, não como privilégio de parte da sociedade”, afirmou a ministra.  A vice-procuradora geral da República, Lindôra Araújo, acompanhou a sessão. Ao final da fala de Cármen Lúcia, ela afirmou que o Ministério Público já entrou em contato com todas as instituições envolvidas na apuração do caso. “Como forma de evitar novas tragédias, como vem ocorrendo, o MP já acionou a justiça e reúne rotineiramente todas as instituições envolvidas para que se concretizem medidas de combate sistemático ao garimpo”, pontuou.

Edição: Felipe Mendes

brasildefato

Como saber se o gás está acabando: chama do gás de um fogão acesa

Confira truques para descobrir como saber se o gás está acabando

Quanto tempo dura em média um gás?

Como saber se o gás está acabando é uma dúvida recorrente para quem usa botijão de gás. Pensando em te ajudar, a redação do TudoGostoso elencou os principais fatores que fazem o gás acabar mais rápido e como você consegue identificar os sinais que o fogão mostra quando o gás está acabando. Você ainda não sabe quais são? Não se preocupe! Confira todas essas informações neste artigo.

Quanto tempo dura em média um gás?

botijão de gás de 13kg para duas pessoas dura em média 2 meses ou mais.

Como calcular o consumo de gás na cozinha?

Para quem gosta de números, vale a pena aprender o cálculo de consumo do gás de cozinha. Ele deve ser feito da seguinte forma:

Gasto = (((T/60) x Kg/h/B)x PB. 

T = tempo de uso (em minutos);

Kg/h= consumo do queimador;

B = capacidade do botijão (se ele é de 13kg ou de 45kg);

PB = preço do botijão de gás na sua cidade.

Para exemplificar, suponha que você gaste 60 minutos de gás por dia, o consumo do queimador seja de 0, 225 Kg/h, o botijão tenha capacidade de 13kg e que você tenha pago um preço de R$ 110,72 pelo botijão. Desta forma, o cálculo será:

Gasto = (((60/60) x 0,225)/13) x 110,72

Gasto = (1 x 0,225/13) x 110,72

Gasto = 0,225/13 x 110,72

Gasto = 0,017 x 110,72

Gasto = 1,88

Ou seja, isso significa que ao usar o botijão de 13kg (capacidade) por 60 minutos (por dia), você gasta, em média, R$ 1,88. Se você deseja saber o seu gasto por mês, basta multiplicar o valor de R$ 1,88 por 30 dias. Nesse caso, o valor é de R$ 56,40.

msn.

 O juiz federal Carlos Ferreira de Aguiar, da 12ª Vara Federal do Rio de Janeiro, abriu prazo de 72 horas para o governo Jair Bolsonaro (PL) se manifestar em uma ação popular que questiona a graça presidencial (perdão) concedida ao deputado bolsonarista federal Daniel Silveira (PTB-RJ).

O pedido é praxe no Judiciário e serve para as partes se manifestarem no caso.

A ação foi movida por dois advogados, André Luiz Figueira Cardoso e Rodolfo Roberto Prado. Ambos alegam que o ato de indulto de Bolsonaro feriu diversos princípios da administração pública, como a impessoalidade e a moralidade.Conceder o benefício da graça a um condenado que atentou contra às instituições é violar a moral. Seria o mesmo que beneficiar líderes de organizações criminosas que cometerem atentados contra policiais. Ora! É atentado contra a democracia, contra o Estado Democrático de Direito e contra o Poder Judiciário”André Luiz Figueira Cardoso e Rodolfo Roberto Prado, advogadosO processo foi inicialmente protocolado na Justiça do Distrito Federal, mas acabou enviado à Justiça do Rio, que já possuía uma ação semelhante sobre o mesmo tema.Na decisão, o juiz Carlos Aguiar não discute o mérito da ação, e sim determina que a União se manifeste em até 72 horas. O prazo começa a contar do momento em que o governo é formalmente intimado do despacho — o que ainda não aconteceu.

A ação foi protocolada no mesmo dia em que a oposição lançou uma ofensiva jurídica contra o decreto de Bolsonaro. Ao todo, quatro ações foram protocoladas no Supremo no dia seguinte ao anúncio do indulto — os processos estão sob relatoria da ministra Rosa Weber.

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Neste domingo 24/04/2022 adolescente Marcelo Yrion recebeu um livro (as catacumbas de Roma) e uma revista de obreiro, do auxiliar de trabalho irmão José Freitas. Yrion apenas com 12 anos tem se destacado na sua dedicação a Palavra de Deus. E Deus tem honrado o jovem pregador. Muito inteligente e preparado. Desde suas primeiras palavras, Yrion ainda sem saber pronunciar as palavras pela pouca idade, mas já era pregador do Evangelho. Deus tem abençoado sua vida grandemente. Tudo para a honra e a glória do Senhor Jesus!!!

Pastor Presidente Ailton José Alves – Recife – PE

Pastor local Audeir Lopes – Santa Terezinha – PE

A importância da Escola Dominical em nossos dias

A importância da Escola Dominical no contexto da educação cristã

A Escola Dominical está inserida num amplo contexto educacional denominado Educação cristã. A educação cristã, como instrumento de formação e aperfeiçoamento do carácter cristão, não ocorre apenas no ambiente da EBD, mas em todos os sectores e seguimentos da igreja local. Nesta rica oportunidade, apresentaremos razões que justifiquem a relevância da EBD como principal ferramenta de Educação Cristã na igreja.

  • É importante pela razão da sua essencialidade. Todos têm acesso;
  • A Escola Dominical não é uma atividade educativa opcional, é essencial;
  • Pela razão de a igreja estar intrinsecamente associada à educação cristã;
  • Escola Dominical como departamento principal de ensino, não é opcional, é vital, pois, incrementa e dinamiza todas as atividades e iniciativas educacionais e evangelísticas dos demais setores;
  • A Escola Dominical não pode ser considerada apenas um apêndice, anexo ou acessório na estrutura geral da igreja ou mero departamento secundário;
  • Não é apenas parte da igreja; é a própria igreja ministrando ensino bíblico metódico, sistemático.  No primeiro século não havia templos. As famílias reuniam-se nas suas casas para orar e estudar a Palavra de Deus. Os crentes mais experientes ensinavam os neófitos basicamente de forma expositiva e em tom familiar (homilétike); explicando e interpretando os pontos mais difíceis das Escrituras de acordo com a orientação dos apóstolos e diretamente do Espírito Santo.

E HOJE? A IGREJA ESTÁ REALMENTE INTERESSADA EM ESTUDAR A BÍBLIA?

Onde fica a Escola Dominical no programa geral das nossas igrejas? Qual a sua importância?

Há algumas décadas, na maioria das igrejas tradicionais, era comum o número de matriculados na EBD ultrapassar o de membros da igreja. O que podemos dizer das nossas Escolas Bíblicas Dominicais atualmente?

A importância da Escola Dominical está explicita no seu principal conceito

A Escola Dominical conjuga os dois lados da Grande Comissão dada à Igreja (Mt 28.20; Mc 16.15). Ela evangeliza enquanto ensina.

O cumprimento da Grande Comissão, através da EBD, pode ser visto em quatro etapas:

Alcançar – a Escola Dominical é o instrumento que cada igreja possui para alcançar todas as faixas etárias. (O culto, além de ser heterogêneo, não tem oportunidade de, questionar o conteúdo recebido).

“O ensino das doutrinas e verdades eternas da Bíblia, na Escola Dominical deve ser pedagógico e metódico como numa escola, sem, contudo, deixar de ser profundamente espiritual”. Isto significa que devemos ensinar a Palavra de Deus com seriedade e esmero, apropriando-nos dos mais eficazes recursos educacionais que estejam à nossa disposição: “…se é ensinar haja dedicação ao ensino” (Rm 12.7b).

Treinar – devemos treiná-los para que instruam a outros.

A Escola Dominical é a maior agência de ensino da Igreja. Nenhuma outra reunião tem um programa de estudo sistemático da Bíblia com a mesma abrangência e profundidade. Ajustado a cada faixa etária, o currículo da EBD possibilita um estudo completo das Escrituras em linguagem acessível a cada segmento, criando raízes profundas na vida de cada crente. É importante na edificação total da família cristã

Ela não cuida apenas da formação espiritual, mas preocupa-se com a edificação geral, que inclui: bons costumes, exercício da cidadania e a formação do carácter. A EBD complementa e, às vezes corrige a educação ministrada nas escolas seculares. E em muitas situações a EBD complementa a educação cristã ministrada nos lares. Portanto a EBD ainda é atual e importante para o crescimento espiritual dos crentes.

Valorize a Escola Dominical, seja aluno desta tão grande escola!

Poderoso antioxidante, o ativo é hidrata, estimula a produção de colágeno e cria uma barreira de proteção na pele

A Vitamina C é muito conhecida por proporcionar diversos benefícios à pele e tornou um cosmético essencial para a rotina de cuidados faciais. Mas você realmente sabe quais são essas vantagens? A Extratos da Terra separou alguns motivos para incluir o produto no seu dia a dia. Confira: 

A Vitamina C possui ação antioxidante, que tem o poder de combater o processo de envelhecimento precoce das células; É capaz de estimular e aumentar a produção de colágeno na pele, deixando-a mais firme e elástica;

O uso de Vitamina C e o filtro solar pode evitar a formação de manchas;

Promove uma hidratação prolongada; 

Possui ação anti-inflamatória; 

Desempenha um papel fundamental na barreira de proteção da pele; 

Auxilia na diminuição das linhas de expressão e rugas;

Acelera a esfoliação e, consequentemente, o processo de renovação celular;

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Consultora da Ikesaki comenta a tendência de beauty do momento para a pele: bem iluminada e natural

Texto Redação | Foto Divulgação

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As tendências de beleza mudam a cada estação. E é só seguir as redes sociais das influenciadoras digitais para notar que a pele matte já não anda tão em alta assim: a hora é da pele glow, bem iluminada e natural.“A rotina de cuidados com a pele é um hábito arraigado das brasileiras, assim como de cuidados com os cabelos. Nesta primavera, a maquiagem deve valorizar o efeito natural e com brilho”, afirma Claudia Mata, consultora de beleza da Ikesaki.

Confira o passo a passo para obter esse efeito na sua pele:
#1 Prepare a pele
A limpeza, tonificação e hidratação da pele são pontos essenciais, então, se hidrate bastante e siga firme a rotina de cuidados, com produtos de qualidade e de acordo com seu tipo de pele. Ela fará toda a diferença.
#2 Primer luminoso
O primer, além de iluminar a pele, confere um efeito de maciez.
#3 Base leve
Com a pele já preparada pelos passos anteriores, aplique uma base leve. Isso trará um ar mais natural à make.
#4 Iluminador
Para uma pele glow, podemos usar e abusar do iluminador, mas nos locais corretos! Ele deve ser aplicado apenas nas áreas para as quais se deseja chamar mais atenção – pode ser o nariz, maçãs do rosto, arco do cupido da boca, enfim, os lugares que se deseja destacar.
#5 Blush
O blush com estilo mais bronzeado ou um leve blush rosado são os melhores para criar o efeito. É importante que se crie um ar natural e saudável, então, não abuse.
#6 Lábios
Nos lábios, o gloss transparente conferirá brilho e efeito hidratado.

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Crédito: Pexels

Da Redação

O ritmo super rápido da vida e a conectividade 24 horas por dia tornam difícil recuperar o fôlego, e oestresse e a ansiedade parecem estar afetando mais pessoas do que nunca. No entanto, além da orientação médica, existem formas naturais que podem te ajudar a aliviar os sintomas dessas condições. Confira abaixo com informações da “Slice”.

Hidrate-se e coma bem

Pexels

O baixo nível de açúcar no sangue e a má hidratação podem desencadear sentimentos de ansiedade. No entanto, dietas ricas em gordura saturada, alimentos processados ​​e álcool atrasam seus sistemas, enquanto bebidas açucaradas e cafeínapodem aumentar a ansiedade. Por isso, faça refeições saudáveis e tenha sempre uma garrafa de água cheia por perto.

Experimente óleo essencial de menta

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óleo essencial perfumado pode aliviar a ansiedade e até mesmo acalmar um estômago nervoso. Você pode preencher seu ambiente com o aroma do óleo essencial de menta usando um difusor e fazer uma série de respirações profundas e calmantes para criar uma experiência de aromaterapia personalizada. Para alívio instantâneo, aplique o óleo nos pulsos, tornozelos ou sobre o coração.

Pratique exercícios físicos em grupo

Pexels

Estar ocupada o dia todo significa que você talvez não tenha muito tempo para socializar, o que pode fazer com que você se sinta mais ansiosa. Felizmente, pessoas que se exercitam em pares ou grupos por apenas 30 minutos se sentem mais calmas do que aquelas que queimam calorias sozinhas. 

Organize seu espaço

Pexels

A organização de espaços importantes em seu cotidiano, como mesas e armários, limita os estímulos visuais excessivos que podem aumentar a ansiedade. É mais difícil relaxar e descontrair em espaços desordenados, e a bagunça dificulta a criatividade e a produtividade. 

Faça uma coisa de cada vez

Unsplash

Fazer muitas coisas ao mesmo tempo não é apenas improdutivo, mas ruim para a saúde mental, pois sobrecarrega seu cérebro e causa estresse. Então, elimine naturalmente a ansiedade e o estresse supérfluos fazendo apenas uma coisa de cada vez.

Aprecie a natureza

Unsplash

No Japão, o “shinrin-yoku” — algo como banhar-se na floresta — ajuda pessoas a absorverem a atmosfera e a paz da natureza. Não se trata de caminhadas ou outros tipos de exercícios físicos, e sim de usar os cinco sentidos para se conectar com a natureza e encontrar a calma. Basta ir até uma floresta, parque ou jardim, sentar-se tranquilamente ou passear sem rumo apreciando as cores, aromas e sons da Mãe Natureza.

Pratique ioga restaurativa

Pexels

Quanto menos tempo de inatividade você tiver, maior será sua ansiedade. Para aliviar isso, esqueça do mundo exterior por alguns momentos em uma sessão de ioga restaurativa.Esta aula terapêutica usa adereços macios e cobertores aconchegantes para ajudá-la a mergulhar em posturas tranquilas. A prática restaura o sistema nervoso central e os sistemas internos do corpo enquanto ensina você a se concentrar em seu relaxamento.Comparar-se com os outros aumenta a ansiedade social, e o medo de perder conteúdos nas redes sociais (conhecido como FOMO — fear of missing out) pode arruinar sua autoestimae incentivar a incapacidade de parar de rolar a tela.

Organize uma rotina de autocuidado

Pexels

A palavra autocuidado não se trata apenas de passar um dia no spa, e sim de recarregar as energias de qualquer maneira que te pareça restauradora.Abrir espaço em sua agenda para atividades que lhe dão tempo para recarregar, se expressar, cuidar de sua saúde ou se conectar com outras pessoas ajuda a gerenciar a ansiedade e aliviar os sentimentos nervosos.

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Crédito: Freepik
Se você quer perder peso, gastar mais calorias do que está ingerindo — o que é conhecido como déficit calórico — é o ideal. No entanto, a prática não pode ser excessiva, pois a fome pode fazer com que você desista de cumprir seus objetivos de emagrecimento.É possível emagrecer sem passar fome. Para isso, é necessário consultar um nutricionista para saber o quanto você deve comer. E se você tem dificuldade em cumprir o déficit calórico todos os dias, aqui vão 10 dicas valiosas. As informações são da “POPSUGAR”. 

Escolha alimentos que podem ser consumidos em altas quantidades

Você deve optar por alimentos ricos em volume e com poucas calorias. Segundo a nutricionista Ilana Muhlstein, os vegetais sem amido são o grupo de alimentos que você mais deve consumir. “Eles são altos em volume e peso e nos satisfazem, o que nos ajuda a registrar a sensação de saciedade.” Você pode comê-los em todas as refeições, inclusive no café da manhã e no lanche da tarde. Uma maneira de garantir que você está consumindo uma quantidade satisfatória desses alimentos de baixa densidade calórica é enchendo metade de seu prato com eles.

Use pratos e tigelas menores

Utilizar pratos de salada e sobremesa ou pequenas tigelas pode te ajudar a controlar suas porções. Além disso, a prática faz você se sentir mais satisfeita visualmente.

Mantenha o controle de tudo o que você come

Mantenha-se focada monitorando sua ingestão de calorias com precisão. Você pode medir o que come com uma balança, anotar suas refeições em um aplicativo, tirar fotos de seus pratos ou escrever tudo em um diário alimentar.

Experimente o jejum intermitente

Por ser simples e eficaz, o jejum intermitente está ganhando popularidade por ajudar na perda de peso. Para aderir à prática, você escolhe uma janela de tempo para comer e uma janela para jejuar. 16:8 é um método comum (por exemplo, comer do meio-dia às 20h e jejuar pelo resto do dia). Como você está comendo apenas um certo número de horas por dia, isso ajuda a reduzir as calorias diárias, desde que você não coma demais durante a janela de alimentação. 

Durma o suficiente

A falta de sono aumenta o cortisol — hormônio do estresse —, que aumenta a fome. Além disso, a baixa energia torna mais difícil para você se esforçar nos treinos. Se você está tentando perder peso, tente dormir pelo menos sete horas todas as noites.

Elimine alimentos viciantes

Para a neurocientista Susan Peirce Thompson, a noção de “tudo com moderação” não é válida para todas as pessoas, pois algumas são mais suscetíveis ao vício em comida. Portanto, se você se identifica, evitar alimentos altamente viciantes — como aqueles que combinam carboidratos e gordura — pode eliminar seus desejos por eles.

Se você sabe que um pote de sorvete está no congelador, é muito mais difícil dizer não. O mesmo acontece com outros alimentos similares em casa, no trabalho ou na rua. Por isso, tome atitudes simples, como evitar passar na frente da sorveteria perto de casa em seu caminho de volta. Se você gosta de confeitar, divida as receitas pela metade ou compartilhe com os vizinhos.

Mantenha-se hidratada

Sintomas da falta de água no organismo — como dores de cabeça, fadiga e tonturas — podem fazer com que você pense que está com fome. Por isso, certifique-se de se manter hidratada tendo sempre uma garrafa ou copo de água com você, para te lembrar de continuar bebendo.

Não economize nos passos

Malhar várias vezes por semana pode te ajudar a queimar calorias e construir músculos, mas você não deve descartar o poder da caminhada. Dar 10 mil passos por dia pode queimar entre 250 a 600 calorias extras, dependendo do seu peso.

Escove os dentes após comer

Comer ou petiscar por tédio pode adicionar centenas de calorias diárias ao seu controle. Por isso, tente escovar os dentes após as refeições e lanches, e seu hálito mentolado irá lembrá-la de que você acabou de comer. 

Não beba suas calorias

Refrigerantes, sucos e bebidas extravagantes feitas com café são líquidos ricos em calorias, mas sem proteínas ou fibras que saciem a fome. Portanto, atenha-se a bebidas sem calorias, como água e chás.

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Coordenador da organização para a Ucrânia apela por uma pausa nos combates, para retirada dos 100 mil moradores em situação precária na cidade, devastada por dois meses de bombardeios.A Organização das Nações Unidas (ONU) apelou neste domingo (24/04) por uma trégua imediata em Mariupol, para permitir a retirada dos cerca de 100 mil civis que ainda estão na cidade portuária ucraniana, quase totalmente controlada pelo exército russo e que vem sendo devastada há dois meses por bombardeios.

Tanques russos em área controlada por separatistas pró-Rússia em Mariupol
Tanques russos em área controlada por separatistas pró-Rússia em Mariupol

Foto: DW / Deutsche Welle

“É preciso fazer uma pausa imediata nos combates para salvar vidas. Quanto mais esperarmos, mais vidas estarão em risco. Eles devem ser autorizados a sair agora, hoje. Amanhã será tarde demais”, afirmou o coordenador da ONU na Ucrânia, Amin Awad, através de comunicado.

“As vidas de dezenas de milhares, incluindo mulheres, crianças e idosos, estão em jogo em Mariupol”, destaca o texto.O apelo ocorre um dia depois do fracasso da mais recente das muitas tentativas de retirar civis de Mariupol, enquanto parecem piorar as condições enfrentadas pelos combatentes ucranianos entrincheirados em túneis no subsolo da grande siderúrgica Azovstal.Em uma postagem no Facebook, o assessor presidencial ucraniano Oleksi Arestovych disse neste domingo que as forças russas estão tentando invadir a Azovstal, em Mariupol, atacando por terra, com apoio aéreo e com bombardeio de artilharia. “As tropas russas estão tentando eliminar os defensores da Azovstal e mais de mil civis que estão refugiados na usina”.

Bastião da resistência

A siderúrgica, localizada a sudeste de Mariupol, é o principal bastião remanescente da defesa ucraniana. Tropas russas cercaram a fábrica no início de março e foram tomando controle da maior parte da cidade.

Em uma mensagem nas redes sociais também neste domingo, Sviatoslav Palamar – vice-comandante do Regimento Azov, unidade de combatentes de extrema direita – disse que as forças russas continuaram os ataques contra a usina. “O inimigo continua com os bombardeios aéreos, com a artilharia do mar”, afirmou. “Os tanques inimigos continuam a atacar, e a infantaria está tentando invadir”, disse Palamar.

Mariupol, que o Kremlin afirma ter “libertado”, é fundamental para os planos de guerra da Rússia de forjar uma passagem terrestre para a Crimeia, região anexada pelos russos – indo possivelmente além, até a Moldávia. Mesmo enquanto os combates se alastravam em grandes áreas do país, os ucranianos reservavam tempo para celebrar a Páscoa dos cristãos ortodoxos. Sob a chuva, em uma posição militar na cidade oriental de Lyman, na linha de frente, os soldados trocaram a saudação patriótica habitual de “Glória à Ucrânia!” para o ritual “Cristo ressuscitou!”. “Em verdade, ressuscitou!”, foi a resposta.Na pequena igreja ortodoxa da cidade, cerca de 50 civis arriscaram ser atingidor por um possível bombardeio para se reunir para rezar desde o amanhecer. O fogo de artilharia podia ser ouvido durante todo o canto dos salmos. “Se fizermos as escolhas erradas, a escuridão nos arruinará, pois a escuridão está nos destruindo durante esta guerra”, disse o padre em seu sermão.Em outros lugares da linha de frente, na cidade oriental de Severodonetsk, tropas ucranianas esconderam seu pequeno estoque de suprimentos debaixo de uma ponte depois de terem sido atingidos por morteiros russos durante a noite.

Junto com garrafas de água, de refrigerantes, Kalashnikovs e barras de cereais, três grandes pães de Páscoa cobertos de glacê e polvilhados com contas de açúcar multicoloridas os aguardavam, após uma envio de seu comandante.

Mortos após bombardeio em Odessa

As modestas celebrações da Páscoa ocorreram apenas um dia depois que um míssil atingiu um prédio residencial no porto de Odessa, no Mar Negro, matando oito pessoas e ferindo pelo menos 18, segundo o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, que disse que cinco mísseis atingiram a cidade histórica. “Vamos identificar todos os responsáveis por este ataque; os responsáveis pelo terror de mísseis da Rússia”, disse.

O Ministério da Defesa da Rússia disse ter alvejado um grande depósito de armas estrangeiras perto de Odessa. Os ataques tiraram a relativa calma que a cidade desfruta desde o início da guerra. O ministério russo também acusou os serviços especiais ucranianos em Odessa de estarem preparando uma “provocação, com o uso de substâncias químicas tóxicas” que deveriam ser atribuídas à Rússia.

md (AFP, Lusa, Reuters)

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