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Divergência entre promotor e juiz por causa de uma lei sobre o uso de máscaras vigente em todo o país, levou os julgamentos a um desfecho polêmico.

Maio de 2019. Briga na porta de uma boate em Araguaína, Tocantins. Um homem é flagrado com uma arma na mão. É Alessandro Soares Ribeiro, que foi preso, acusado de matar Valter Alves Muniz. Um dia antes, outro crime. Francimar Queiroz de Oliveira foi detido, acusado de matar a ex-companheira, no banheiro de um bar, em Santa Fé do Araguaia, também em Tocantins. Os dois acusados estavam presos há cerca de um ano e tiveram o julgamento marcado para o início de setembro – junto com outros três casos – quando foram retomadas as primeiras sessões presenciais do Tribunal do Júri, que estavam suspensas desde o início da pandemia da Covid-19. Mas uma divergência entre promotor e juiz do caso durante a primeira sessão, por causa de uma lei sobre o uso de máscaras vigente em todo o país, levou os julgamentos a um desfecho polêmico.

Fonte- G1