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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: abril 2017

Antônio Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 29 de abril de 2017) sai de cena aos 70 anos sem que ninguém tenha decifrado o enigma existencial deste cearense nascido em Sobral que abandonou a vida artística a partir de 2007, afundado em dívidas, crises e angústias. Compositor fundamental na corrente migratória que deslocou artistas nordestinos para o eixo Rio–São Paulo ao longo da década de 1970, Belchior logo se desgarrou do pessoal do Ceará para construir obra de identidade própria, ainda que o primeiro sucesso desse cancioneiro autoral, Mucuripe, música lançada em 1972 na voz icônica da cantora Elis Regina (1945 –  1982), tenha sido composto com o conterrâneo Raimundo Fagner. Belchior estreou em disco em 1971 com a gravação e edição de compacto simples que apresentou a música Na hora do almoço. O primeiro álbum sairia somente em 1974, com a regravação dessa canção Na hora do almoço entre músicas então inéditas como A palo seco e Todo sujo de batom. Lançado pela extinta gravadora Continental, companhia fonográfica de origem brasileira, o álbum não alcançou o público, talvez por conta do canto torto do artista, cortante como faca e como as letras carregadas de urgência e paixão. Belchior precisou esperar dois anos para alcançar o sucesso nacional com a edição do segundo álbum, Alucinação, obra-prima da discografia do cantor e compositor, então já contratado pela multinacional Philips. Produzido pelo então iniciante Marco Mazzola, Alucinação (1976) contou com arranjos de José Roberto Bertrami e apresentou repertório inteiramente autoral (composto sem parceiros) que destacou o hit radiofônico Apenas um rapaz latino-americano e os dois petardos roqueiros detonados por Elis Regina no ano anterior no roteiro do antológico show Falso brilhante (1975 / 1977), além de nova regravação de A palo secoEm Alucinação, Belchior fez uma espécie de inventário emocional das perdas e ganhos da geração que tentou mudar o mundo na década de 1960. O disco já embutia uma amargura na constatação de que tudo continuava como antes. Mas o cantor, seduzido pelo sucesso, diluiria essa desilusão no toque pop do terceiro álbum, Coração selvagem (1977), lançado há 40 anos e alavancado pelo sucesso da passional canção-título, gravada recentemente pela cantora Ana Carolina.

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Com a decisão, definitiva, está mantido ato dos trabalhadores em defesa dos direitos na avenida Paulista.São Paulo – O juiz Alexandre David Malfatti, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), acolheu na manhã de hoje (30) recurso da CUT-SP para a realização do ato político do 1º de Maio na Avenida Paulista.Em sua decisão, Malfatti considera a necessidade de “se dar a isonomia à manifestação da CUT e a outras já ocorridas” ali, “inclusive com a utilização de caminhão de som.”Com a decisão, definitiva, o ato político de resistência do 1º de Maio da CUT será realizado avenida Paulista, com concentração a partir das 12 horas.Na tarde de ontem, o juiz Emanuel Brandão Filho, havia concedido liminar favorável ao prefeito João Doria (PSDB), proibindo o encontro de trabalhadores no local porque “fere as normas municipais”. E estabeleceu multa de R$ 10 milhões em caso de descumprimento.Para o prefeito tucano, que anunciou a proibição durante a greve geral, na sexta-feira, a Paulista não deve ficar interditada por tempo prolongado. No entanto, desde junho do ano passado, durante a gestão de Fernando Haddad (PT), a avenida passou a ser fechada aos domingos para o lazer da população. E já houve ali inúmeras manifestações de grupos conservadores, aliados a Doria. Organizado pela CUT, CTB e Intersindical, com o apoio dos movimentos que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o ato é de luta e resistência contra o maior ataque aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais já ocorridos na história do Brasil.Após os discursos das lideranças dos trabalhadores, os manifestantes seguirão em caminhada até a Praça da República, na região central, onde haverá a programação cultural. “Por isso trabalhamos para manter as intervenções culturais que encerrarão as atividades, assim como estava previsto. O ato político está mantido na Paulista, palco das grandes últimas manifestações protagonizadas pela população de São Paulo”, explica o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo.

De volta à TV depois de um ano dedicado exclusivamente ao filho Otto, Sophie Charlotte estampa a capa da QUEM Acontece da semana, nas bancas a partir de quarta-feira (26), fala sobre contracenar com o marido, Daniel de Oliveira, em Os Dias Eram Assim, e diz que a maternidade a transformou e faz planos de aumentar a família. “Tento fazer meu melhor, mas sou humana. Assim como passamos a olhar para nossos pais de outra forma quando somos mães, tento olhar para mim mesma com generosidade e paciência. Aprendemos na prática, quando a situação aparece. Sou uma mãe em construção”, afirma. Nascida e criada na Alemanha até os 7 anos, a atriz conta que já conversa com Otto na língua. “Falo com ele em alemão, mas não o tempo todo. Como é minha língua materna, quero passar para ele”, diz. A atriz falou ainda sobre ser mãe novamente. “Quero dar um irmão ou irmã para o Otto, próximo de idade. Tive essa vivência com meu irmão. Mas não agora. Agora, vou trabalhar. Tudo com calma.”

A ENTREVISTA COMPLETA ESTÁ NA NOVA QUEM, NAS BANCAS A PARTIR DE QUARTA (26). A edição traz ainda uma entrevista exclusiva com Miguel Ángel, do Sense8, em São Paulo, o casamento de Gabriela Pugliesi em Trancoso, a moda da meia arrastão, e muito mais!

revistaquem

São Paulo / Rio de Janeiro – A taxa de desemprego no Brasil continuou em trajetória de alta e fechou o primeiro trimestre em 13,7 por cento, novo recorde histórico e com contingente de mais de 14 milhões de pessoas sem emprego em meio à dificuldade de a economia dar sinais consistentes de recuperação após dois anos seguidos de recessão. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, nos três meses até fevereiro, a taxa de desemprego estava em 13,2 por cento e, no primeiro trimestre de 2016, em 10,6 por cento. O resultado de março ficou em linha com pesquisa da Reuters junto a economistas. “Fechamos o trimestre com notícias nada favoráveis para o mercado de trabalho. As pessoas estão tendo que se jogar no mercado em busca da sobrevivência”, destacou o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

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São Paulo – A correria do dia a dia, a rotina e os aborrecimentos inevitáveis, tudo isso cansa e não só o corpo, mas principalmente a mente. Já que é quase impossível fugir para uma ilha e viver lá isoladamente, algumas atitudes simples podem ajudar a driblar o cansaço mental.

No livro, o “Poder Extrafísico”, de Bruno J. Gimenes e Patrícia Candido, publicado pela Editora Luz, os autores listam elementos que podem ser gerenciados diariamente a fim de evitar a exaustão  mental.

De acordo com os autores, as pessoas não devem se preocupar com as consequências, só com a causa. “Se sua vida não está boa, isso é resultado de um conjunto para que tudo comece a melhorar”, afirmam.

A pedido de EXAME.com, Bruno e Patrícia listaram 10 atitudes para serem praticadas diariamente e que podem ajudar a evitar o cansaço mental. Confira a seguir:

1 – Relaxe

Todos os dias é necessário fazer paradas, você de se acomodar numa poltrona, por exemplo, de maneira confortável, sentar com a coluna ereta e simplesmente ficar ali por três a cinco minutos, olhando para o nada, relaxando. A ideia não é dormir, mas apenas relaxar, para centrar a mente e o espírito.

2 – Agradeça

Quantas vezes você para (pode ser até junto com o exercício de relaxamento) e agradece? Não basta dizer “sou grato pela vida”. Você deve falar ou escrever as coisas pelas quais se sente grato. Faça isso de uma a duas vezes por dia.

3 – Alimente sua cultura

Cultura útil é tudo aquilo que ajuda você a evoluir, não o faz se sentir mal. Ela não aumenta sua angustia, sua aflição, seu estado de medo. Pelo contrário, amplia sua mente, alimenta seu espírito e seu coração de forma boa e saudável. Você pode fazer isso absorvendo conteúdos positivos por meio de leituras, cursos, vídeos. Não estamos falando aqui de uma dose semanal, mas diária. Podem ser duas páginas de um livro por dia, mas é muito importante alimentar sua cultura útil diariamente.

4 – Socialize-se

A cultura social é a parceria com outras pessoas. Você não deve se cercar de pessoas que só pensam em problemas, reclamam da vida e falam mal dos outros. Em vez disso, você vai construir e desenvolver amizades que elevem sua alma. Pessoas legais, animadas, que pensam de maneira positiva, que tenham propósitos e sonhos parecidos com os seus.

5 – Mastermind

O conceito de mastermind foi criado por Napoleon Hill em seu livro “A lei do triunfo”. Ele fala de um grupo de pessoas com um objetivo elevado, que cultivam a harmonia em busca desses objetivos e, com isso, criam a mente mestra.

De acordo com os autores, quando você está em um grupo assim, cresce com ele. Ao contrário, se está num grupo de pessoas com pensamentos ruins, mesquinhos e princípios morais baixos, você se reduz. Você é a média das cinco pessoas com quem mais convive. Quem são essas pessoas?

Talvez a sua família não seja o mastermind ideal para você, pode haver comportamentos nela dos quais você não goste. Mas sempre é possível procurar outro grupo com quem se reunir, e que seja de pessoas que zelem por um princípio elevado e cuja energia tenha mais a ver com você.

6 – Seja alegre

Alegria é treino. Você pode tomar para você a responsabilidade de gerar alegria. E de levá-la para as pessoas. Você fala sorrindo? Você desenvolve coisas que tragam alegria?

A taxa de entrada da alegria pode ser regulada. Você pode se esforçar para encontrar alegria em cada coisa que faz. Mesmo quando acordar mal-humorado, você pode brincar, convidar a alegria para a sua vida. É uma questão de se esforçar.

7 – Sorria

Não confunda esta taxa de entrada com a alegria. A hora da risada é um momento que você tira para rir. Ler coisas engraçadas, assistir a vídeos, ouvir e contar piadas. Você deve fazer um exercício diário de rir.

8 – Conecte-se com a natureza

Faça paradas diárias para mexer no jardim, cuidar de um vaso de plantas, olhar pela janela para o sol, as nuvens ou mesmo a chuva. Olhar cinco minutos para a lua. Brincar com o seu animal de estimação, ouvir o canto dos pássaros ou mesmo observar um inseto. Não importa o que você faça, é essencial se conectar com elementos da natureza.

9 – Respire

Você está ansioso, preocupado, cheio de ideias e pensamentos absurdos ou perdeu energia? Pare e respire conscientemente. Faça isso várias vezes ao longo do dia. Você também pode juntar essa prática ao exercício de relaxamento. A respiração consciente tem o poder de acalmar a sua mente e recolocar você no eixo.

10 – Conexão superior

Como está o seu nível de conexão com a energia superior? Você tira um tempo para fazer uma oração, uma meditação ou uma prece? É muito importante alimentar essa taxa de entrada na sua vida, pois ela é uma das principais fontes que nos alimentam.

exame

Terminou ontem (28), em Brasília, no Estádio Nacional Mané Garrincha, o IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável. O encontro é uma iniciativa da Frente Nacional dos Prefeitos, entidade que reúne Capitais de Estados e, principalmente, municípios com mais de 100 mil habitantes.

 O objetivo do encontro é estabelecer um intercâmbio de informações e boas práticas, com o intuito de fortalecer e organizar as propostas de melhoria e aperfeiçoamento das gestões municipais, a partir de agendas propositivas de desenvolvimento local sustentável. O SEBRAE é parceiro do evento. Afogados da Ingazeira foi representada pela Secretária de Administração, Flaviana Rosa. O tema central foi “Reinventar o financiamento e a governança das cidades” e os debates foram norteados pelos seguintes eixos:

Serviços e políticas públicas como direitos da cidadania;

•Cidades inteligentes, inovadoras, democráticas e transparentes;

• Direito à Cidade;

•Repactuação federativa, consórcios e desenvolvimento regional;

• Qualidade e eficiência na gestão pública;

• Agenda urbana global e mudanças climáticas;

• Incentivo à economia local, empreendedorismo, emprego, trabalho e renda.

 Durante o evento foi apresentado o projeto “Ruas Completas”, que tem como proposta fazer um recorte de uma rua considerada ideal, com uma mostra de pavimentação, acessibilidade, mobilidade e calçadas. Alguns dos conceitos do projeto serão aproveitados na reforma e requalificação da Avenida Rio Branco, em Afogados. “Independente do tamanho, os municípios tem problemas comuns e que podem ter soluções comuns, viabilizadas de forma consorciada. A mobilidade e a geração de oportunidades são dois dos maiores desafios,” destacou a Secretária de Administração, Flaviana Rosa. A diretora de Relações Estratégicas do WRI Brasil, Rejane Fernandes, acredita que o segredo para o sucesso de uma boa rua é acertar no foco. “É preciso haver equilíbrio, mas o foco deve ser sempre as pessoas. Elas devem ser as protagonistas de uma rua completa.” Para ela, a ideia de fechar ruas para carros e abrir somente para os pedestres pode ser atrativa para todos. “A maioria dos comerciantes acredita que o lucro maior vem de uma rua onde há grande movimentação de carros, e não é bem assim. Há ruas abertas somente para pedestres em Nova York, por exemplo, e que são lucrativas. Precisamos devolver as cidades para as pessoas”, garante a diretora. No Centro do Recife há exemplos concretos disso, como as Ruas Imperatriz, Nova e Duque de Caxias, que são exclusivas para pedestres e que possuem intensa atividade comercial.

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Bela Carrijo: premiada no cinema e trabalho em dose dupla na TV (Foto: Divulgação)

No ar na terceira temporada de ‘Questão de família’, no canal GNT, Bela Carrijo acabou de ganhar o prêmio de Melhor Atriz  pelo filme ‘702’ no Bucharest Shortcut Cinefest, na Romênia. A atriz já havia sido indicada pelo mesmo papel no filme de Rodrigo Lages no TMFF (The Monthly Film Festival – Reino Unido). Este é o primeiro filme de Rodrigo que, aliás, é o autor de da série do GNT.”É difícil explicar como é ganhar um prêmio desses. Eu já fico feliz quando sou indicada, então ganhar é um luxo. Nesse caso, ainda mais especial, por ter sido eleita num festival internacional onde, além das pessoas não me conhecerem, ainda assistem a filmes do mundo inteiro. É muito legal pensar que o que eu criei junto com o diretor, de alguma forma, tocou essas pessoas e se destacou no meio de tantas histórias”, orgulha-se ela.A partir desta semana Bela está em dose dupla na TV, integrando em paralelo o elenco da série ‘Vade retro, que estreou nesta quinta-feira (20), na TV Globo. “Quando comecei a ler os capítulos do Vade retro, eu tinha crises de riso. O roteiro está incrível e a equipe de direção vai contar essa historia de forma primorosa. Na série eu faço a Ema, uma freira que passa num teste com a Celeste (Monica Iozzi) para trabalhar como enfermeira. Mais do que isso não posso contar, tem que assistir para saber o que acontece. Mas garanto muitas surpresas”, promete ela.

época

Esquerda Diário
Pela primeira vez no ano o presidente golpista liberou recursos para as chamadas emendas parlamentares de interesse de sua base, bem às vésperas da votação da reforma da previdência. Coincidência nenhuma! Preocupado em garantir um dos mais profundos ataques contra os trabalhadores com a reforma da previdência, Temer resolveu liberar recursos milionários para emendas parlamentares. O discurso de que todos precisam pagar pela crise fica incoerente frente ao investimento de R$ 800 milhões em obras para comprar parlamentares em favor da reforma da previdência.

Esses recursos são destinados a obras em andamento, fruto das chamadas emendas parlamentares e ainda não haviam sido liberados esse ano. Prefeitos e deputados bateram nas portas dos ministérios em busca da liberação dessas verbas nos últimos meses, mas Temer parece ter calculado bem o momento para dar a cartada. Um dia depois que os trabalhadores e a juventude mostraram a disposição de luta contra a reforma da previdência nas paralisações e grandes atos do 15M, que podem desatar um plano de lutas real contra os ataques, o presidente se adianta para ter base sólida no parlamento em favor da reforma.

Segundo informações da Folha de São Paulo, os recursos destinados a emendas de responsabilidade de seis partidos da base chegam a R$ 300 milhões e segundo integrantes da própria equipe presidencial, o total pago a toda a base aliada chega a R$ 800 milhões.

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A Avenida Conde da Boa Vista ficou vazia pela manhã, em virtude da adesão dos rodoviários e do comércio à greve geral. À tarde, a via pública foi tomada por manifestantes que protestavam o governo Temer.
A Avenida Conde da Boa Vista ficou vazia pela manhã, em virtude da adesão dos rodoviários e do comércio à greve geral. À tarde, a via pública foi tomada por manifestantes que protestavam o governo Temer.

O presidente da CUT de Pernambuco, Carlos Veras, comemorou o resultado da greve geral no estado, na tarde deste sábado (29). Segundo ele, Pernambuco realizou o maior ato público do Brasil, com cerca de 200 mil manifestantes nas ruas. Os números foram superiores aos de São Paulo – 70 mil – estado que tem o maior colégio eleitoral do país. O evento começou na Praça do Derby a partir das 14h da tarde de ontem e se estendeu até cerca de 19h30. A passeata seguiu pela Avenida Conde da Boa Vista, que ficou nos trends tópicos do Twitter, e terminou na Avenida Guararapes. Os protestos no Brasil e no estado foram contra as reformas trabalhista e da Previdência. A primeira foi aprovada na Câmara dos Deputados na última quarta-feira. A segunda está em tramitação no Congresso. O governo Michel Temer, inclusive, acredita ter avançado nas negociações de bastidores para votar a reforma da Previdência. Os deputados, contudo, não querem declarar o voto antecipadamente com receio de pressões da sociedade. “Foi um dia para entrar para a história”, comemorou Veras. “Pernambuco tem uma tradição de luta desde a época das Ligas Camponesas. Aqui no estado, desde a época de enfrentamento ao golpe (contra Dilma), realizamos um dos maiores atos, tanto em defesa da democracia como em defesa dos direitos dos trabalhadores, isso reconhecido no Brasil inteiro”, completou.
A força da manifestação, segundo as centrais sindicais, cresceu após a aprovação da reforma trabalhista, que retira direitos históricos do trabalhador e muda mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho. De Pernambuco, 16 deputados votaram a favor e 8 votaram contra, sendo a maioria alvo dos protestos na tarde de ontem. Os ministros Bruno Araújo (PSDB), Mendonça Filho (DEM) e Fernando Filho (PSB) pediram exoneração do cargo, momentaneamente, para votar a favor da reforma. “O nosso povo está aquecido e aguerrido, por isso ontem foi possível realizar esse ato e entrar para a História, porque Pernambuco parou, do Sertão ao litoral. Somente em Petrolina, mais de 10 mil pessoas fizeram um ato na ponte que liga o município a Juazeiro (BA)”.

diariodepernambuco

      Neste dia 28/04/17, em protesto contra as reformas trabalhistas e previdenciárias em todo Brasil, muitas pessoas da cidade de Santa Terezinha PE, se reuniram na praça pública e nas proximidades da quadra municipal. Representantes de vários órgãos estiveram presentes: Sindicatos, saúde, educação,  assistência social, empresa local por  meio deste blog e do Pereira e populares, etc.
        Na concentração que aconteceu a partir das 14 hs, alguns representantes já citados falaram a cerca do ato. Veja na íntegra vídeos e comentários. 

   A aprovação do projeto de lei 6787/16, que muda os direitos dos trabalhadores contou com os votos de 16 deputados federais da bancada pernambucana. Dos 25 parlamentares que representam o Estado na Câmara Federal, oito se posicionaram contra as mudanças na legislação e um não votou. A matéria foi aprovada por 296 a favor e 177 contra. 

A determinação do PSB de fechar questão contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária parece não ter surtido muito efeito. Dos seis deputados do partido na bancada pernambucana, três votaram pela aprovação da matéria – João Fernando Coutinho, Fernando Filho (que deixou o Ministério das Minas e Energia para votar) e Marivaldo Rosendo.

Danilo Cabral, Gonzaga Patriota e Tadeu Alencar seguiram a decisão do partido e se colocaram contra a proposta. Tadeu, inclusive, fez questão de registrar no Facebook como votou.

Além de Fernando Filho, outros dois deputados pernambucanos deixaram os ministérios para votar: Mendonça Filho (Educação) e Bruno Araújo (Cidades).

Veja como votaram os pernambucanos:

Votaram pelo SIM

Adalberto Cavalcanti (PTB)
André de Paula (PSD)
Augusto Coutinho (SD)
Betinho Gomes (PSDB)
Bruno Araújo (PSDB)
Carlos Eduardo Cadoca (PDT)
Daniel Coelho (PSDB)
Fernando Coelho Filho (PSB)
Fernando Monteiro (PP)
Jarbas Vasconcelos (PMDB)
João Fernando Coutinho (PSB)
Jorge Côrte Real (PTB)
Kaio Maniçoba (PMDB)
Marinaldo Rosendo (PSB)
Mendonça Filho (DEM)
Ricardo Teobaldo (PTN)

Votaram pelo NÂO

Danilo Cabral (PSB)
Eduardo da Fonte (PP)
Gonzaga Patriota (PSB)
Luciana Santos (PCdoB)
Pastor Eurico (PHS)
Silvio Costa (PTdoB)
Tadeu Alencar (PSB)
Wolney Queiroz (PDT)

Não votou

Zeca Cavalcanti (PTB)

Manifestantes tocaram fogo em pneus na avenida Tancredo Neves, em joão Pessoa, durante paralisação (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Manifestantes tocaram fogo em pneus na avenida Tancredo Neves, em joão Pessoa, durante paralisação (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Os ônibus de trasporte público de João Pessoa e os trens que fazem o transporte na Região Metropolitana na capital paraibana estão parados no início da manhã desta sexta-feira (28) devido à paralisação dos motoristas e funcionários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos de João Pessoa (CBTU). A paralisação desta sexta-feira foi convocada contra as mudanças nas regras da terceirização e as reformas trabalhistas e da Previdência. Até as 12h, os ônibus seguiam sem circular. Além dos serviços de transportes parados, manifestantes fecharam pelo menos seis avenidas de João Pessoa ao longo da manhã desta sexta-feira, mas às 12h todas elas já tinahm sido liberadas, de acordo com informações da Superintedência de Mobilidade Urbana (Semob). Além disso, um outro ponto de intedição foi registrado no trecho de intercessão das BRs 101 e 230, próximo à saída de na direção de Natal e do interior. As pistas nas duas direções foram interditadas por manifestantes. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, as rodovias foram liberadas até as 10h.

Trechos interditados, mas liberados às 12h

  • Av. Pedro II, no sentido para o Centro
  • Via Expressa Padre Zé, nos dois sentidos
  • Av. Cruz das Armas, na entrada do sentido Centro
  • Av. Tancredo Neves, no Bairro dos Ipês, nos dois sentidos
  • Parque da Lagoa, antes do Hiper Bompreço

Trechos sem bloqueio

  • Viaduto do Cristo;
  • Avenida Epitacio Pessoa;
  • Avenida Beira Rio
Garagem da principal empresa de transporte público de João Pessoa amanheceu fechada nesta sexta-feira (Foto: André Resende/G1)

Garagem da principal empresa de transporte público de João Pessoa amanheceu fechada nesta sexta-feira (Foto: André Resende/G1)

Na saída para o Rio Grande do Norte e para o interior da Paraíba, no entrocamento das BRs 101 e 230, manifestantes também fecharam uma das faixas. As interdições tiveram início por volta das 5h, quando os manifestantes fecharam as vias ateando fogo em pneus, e se encerraram por volta das 10h. No Centro de João Pessoa, manifestantes fizeram protesto em frente a lojas que abriram na manhã desta sexta. De acordo com testemunho de comerciantes, os manifestantes intimidaram e cobraram que os comerciantes que estavam trabalhando fechassem suas lojas. O diretor de marketing do Lagoa Shopping, Ricardo Oliveira, relatou que os manifestantes coagiram os comerciantes.

“O shopping estava programado para seguir as atividades normais nesta sexta-feira, mas todo comércio foi coagido pelos manifestantes por volta das 8h e resolvemos não abrir por questões de segurança”, comentou

Avenida Cruz das Armas foi bloqueada na setxa-feira (28)  (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Avenida Cruz das Armas foi bloqueada na setxa-feira (28) (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Serviços paralisados

As agências bancárias em toda Paraíba estão fechadas nesta sexta-feira (28) porque os bancários aderiram à paralisação. Os Sindicato do Professores das escolas privadas de João Pessoa também aunciaram adesão à paralisação desta sexta. As escolas públicas também não vão ter aulas.

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) determinou ponto facultativo, para que os servidores que escolherem participar da paralisação não tenham o ponto cortado.

Servidores da Justiça do Trabalho também participaram das manifestações, fazendo um ato público em frente ao edifício onde funciona o Fórum Trabalhista em João Pessoa. “Estamos protestando contra as reformas trabalhista e da Previdência porque entendemos que não é uma bandeira de um partido ou de um movimento, mas de toda a sociedade brasileira”, disse Paulo Maia, presidente da OAB-PB que participava da manifestação.

Posicionamentos

Em relação ao transporte público, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que os trens não estão circulando por medida de segurança, mas “esta decisão não implica na adesão da companhia ao movimento grevista”. O Sindicato do Transporte Urbano (Sintur) informou que não entrou com nenhum recurso jurídico contra a paralisação porque conta com o bom senso da categoria para que seja disponibilizado o mínimo constitucional do serviço. A Câmara dos Dirigentes Lojistas de João Pessoa informou apenas que o comércio da cidade funciona normalmente durante todo o dia. Já a Federação das CDLs na Paraíba informou que o comércio varejista paraibano não aderiu ao movimento.De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, houve uma adesão à paralisação, mas as unidades de saúde estão atendendo normalmente. O G1 tentou contato com a Secretaria Municipal de Saúde, mas as ligações não foram atendidas.Nas escolas, a Secretaria Estadual de Educação informou que a recomendação era de que as escolas funcionassem normalmente, mas todas elas aderiram à paralisação. O G1 fez contato com a Secretaria Municipal de Educação, mas as ligações não foram atendidas. O Sindicato das Escolas Particulares diz que houve acordo com professores e paralisação foi liberada desde que haja reposição das aulas.

 G1 PB

Mídia NINJA

Capitais e principais cidades do país amanheceram paralisadas nesta sexta-feira (28), dia da greve geral convocada pelas frentes populares em protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista propostas pelo governo Temer. Em São Paulo, linhas do metrô, ônibus e trens não circulam – com exceção da Linha 4 do metrô, que funciona normalmente. Estradas que dão acesso à cidade e avenidas foram trancadas.

Na Marginal Tietê, as pistas central e expressa foram bloqueadas na altura da Rodoviária Tietê. As avenidas Francisco Morato, Do Estado e Tiradentes (centro) também estão bloqueadas. O mesmo ocorre nas avenidas Nações Unidas, Francisco Matarazzo, Faria Lima e João Dias.

9dejulho.jpgAvenida Nove de Julho, centro de São Paulo

As rodovias Anhanguera (na região de Jundiaí, sentido São Paulo), Dutra (em Guarulhos e São José dos Campos), Régis Bittencourt (em Taboão da Serra e Embú das Artes), Anchieta (sentido litoral), Cônego Domênico Rangoni (no litoral sul), também estão bloqueadas. No Rio, manifestantes trancaram a ponte Rio-Niterói. Belo Horizonte amanheceu sem metrô.

ponte rio niteroi.jpgPonte Rio-Niterói está bloqueada nos dois sentidos por manifestantes, no vão central

Em Porto Alegre, foram realizados bloqueios na avenida Baltazar Oliveira Garcia, na Zona Norte; na Avenida Mauá, no Centro; na Ponte do Guaíba, na BR-290; e na Bento Gonçalves, na Zona Leste.  Ônibus e trens não operam.

Em Santa Catarina, Blumenau e Florianópolis amanheceram sem ônibus. Motoristas e cobradores também pararam nas cidades paulistas de São José dos Campos, Jacareí, Bauru, Sorocaba, região do ABCD e Guarulhos. O mesmo ocorre em Salvador Recife, Fortaleza e Curitiba. Em Natal e Campo Grande a paralisação do transporte público é parcial. João Pessoa está sem ônibus e trens e com avenidas fechadas, bloqueando acesso à região metropolitana.

brasil247

No dia em que a população cruza os braços na maior greve geral da história recente do País, o IBGE divulga dado sobre o desemprego que confirma a indignação dos brasileiros contra Michel Temer; taxa de desemprego no Brasil ficou em 13,7% nos três primeiros meses deste ano; PSDB e depressão econômica de Temer dobraram o número de desempregados que hoje são 14,2 milhões de trabalhadores; um recorde da série histórica do IBGE; este contingente subiu 15% frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2016, quando a desocupação foi estimada em 12,3 milhões de pessoas; no confronto com igual trimestre de 2016, o desemprego subiu 27,8%, significando um adicional de 3,1 milhões de pessoas desocupadas na força de trabalho.

brasil247

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (27) punir os três maiores partidos do Brasil: PT, PMDB e PSDB, por irregularidades nas prestações de contas de 2011, identificadas em pareceres da área técnica do tribunal. Outros cinco partidos também receberam sanção: DEM, PSOL, PSTU, PSL e PTC. A maior punição foi a do PT, que teve suas contas reprovadas parcialmente, sendo condenado a retornar R$ 5,6 milhões aos cofres públicos, além de deixar de receber R$ 7,8 milhões referentes à cota de um mês do Fundo Partidário deste ano.Entre as principais irregularidades identificadas está o pagamento de empréstimos fraudulentos ligados à Ação Penal 470, conhecida como processo do Mensalão.O PMDB teve suas contas aprovadas com ressalva e foi condenado a retornar R$ 762 mil aos cofres públicos. O partido foi punido, principalmente, por irregularidades na contratação de uma agência de publicidade e pelo pagamento de um advogado para defender um filiado em uma ação não relacionada à atividade partidária.Já o PSDB, que também teve suas contas de 2011 desaprovadas, terá de devolver R$ 4 milhões ao erário. Além disso, o partido deixará de receber R$ 6,6 milhões do Fundo Partidário. O diretório tucano também deverá destinar R$ 2,1 milhões para o incentivo à participação de mulheres na política.

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Mídia Ninja

Em setembro de 2016, manifestações contra o governo Temer e por eleições diretas ganharam as ruas em São Paulo e outras cidades do país. A greve geral convocada para esta sexta-feira (28) mobilizará milhares de trabalhadores em diversas capitais do país. A estimativa é da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e das frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, organizadoras da paralisação. Várias categorias já anunciaram adesão às manifestações. Entre elas estão professores de escolas públicas e particulares; rodoviários; bancários; funcionários do Detran; da saúde; servidores públicos e do Judiciário federal. Os protestos são contra as reformas da Previdência e a trabalhista – esta, já aprovada na Câmara, em tensa votação realizada ontem (quarta, 26) – patrocinadas pelo governo Michel Temer. Para conter o avanço dos manifestantes em direção ao Congresso e outros prédios da administração federal, a Esplanada dos Ministérios estará fechada desde a meia-noite de desta sexta. Trabalhadores de ao menos 25 unidades da federação já confirmaram a adesão ao movimento grevista que defende o lema “Nenhum direito a menos”.A mobilização contrária às reformas é apoiada, inclusive, por lideranças católicas e de igrejas evangélicas. No último dia 23, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) confirmou o apoio, por meio de uma nota referendada pelo Conselho Permanente do órgão. Em outra frente, presidentes e representantes de igrejas evangélicas anunciaram que, em virtude das propostas de mudança no regime previdenciário brasileiro reunidas na PEC 287/2016, é preciso que “o governo construa mecanismos eficazes de cobrança dos altos valores devidos à Previdência Social e reduza as desonerações fiscais concedidas aos segmentos privados, em detrimento da saúde financeira do Estado”. Onze entidades religiosas assinaram o pronunciamento.“A ideia é parar a produção, a circulação de mercadorias e a prestação de serviços como forma de protesto a essas reformas que eliminam de forma perversa, nefasta e desumana o conjunto de direitos da classe trabalhadora”, ressalta o Sindicato dos Professores do DF. “Estaremos unidos com as demais categorias e trabalhadores/as nesta sexta para demonstrar nossa insatisfação com as reformas em discussão no Congresso Nacional”, acrescenta a entidade, em nota que confirma a adesão da categoria ao ato.

Lula Marques/AGPT

Esplanada será isolada e terá esquema especial de segurança a partir da meia-noite de quinta para sexta (28) O Ministério Público do Trabalho (MPT) também defendeu a legitimidade da paralisação. Em nota, o órgão avaliou o movimento como justo e adequado. O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury, reafirmou ainda “o compromisso institucional do MPT com a defesa dos direitos sociais e com a construção de uma sociedade livre, justa, solidária e menos desigual” (leia nota abaixo). No documento, Fleury fez críticas ao Projeto de Lei 6787/16, aprovado pelo plenário da Câmara na última quarta-feira (26), que trata das alterações da legislação trabalhista. Para o  MPT, as prerrogativas previstas no substitutivo do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) “violam gravemente a Constituição Federal de 1988 e Convenções Fundamentais da Organização Internacional do Trabalho” (leia a íntegra da nota abaixo).

Maior da história

De acordo com o líder da Central Única dos Trabalhadores, quem fortaleceu o movimento foi o próprio presidente da República ao anunciar as reformas. Em entrevista ao site Conversa Afiada, o presidente da CUT, Vagner Freitas, afirmou que a organização espera que essa seja a “maior greve da história do Brasil”.

“É um governo louco, que é corrupto, que não tem autoridade política, ética ou moral, e vem com a proposta de acabar com a aposentadoria, com férias, décimo-terceiro salário. Acabar, enfim, com a CLT [Consolidação das Leis Trabalhistas]“, criticou Vagner.

Reprodução

Em março, manifestação na Esplanada prenunciada a grande paralisação desta sexta-feira

“O que mobiliza a greve é o Temer! As pessoas caíram na real”, acrescentou o presidente da CUT. Eu acho que vai ser um movimento muito forte, com todas as centrais sindicais – é importante citar, não é só a CUT. Todas as centrais sindicais estão organizando a greve com muita fibra. Acredito muito na força da greve”, ponderou.

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Plenário do SenadoDireito de imagemAGÊNCIA SENADOImage captionSenado aprovou na quarta-feira fim do foro privilegiado; proposta ainda precisa ser votada mais uma vez pelos senadores e passar pela Câmara para valer

O Senado deu início a um processo que pode acabar com o direito de mais de 30 mil autoridades do Legislativo, Executivo e Judiciário de serem investigadas e julgadas por tribunais diferentes daqueles que analisam os casos dos demais cidadãos. Isso ocorreu nesta quarta-feira, com a aprovação por unanimidade, em primeiro turno, do fim do foro privilegiado para crimes comuns. Contemplado na Constituição, o chamado foro especial por prerrogativa de função, o foro privilegiado, é um mecanismo que estabelece um procedimento jurídico especial em virtude do cargo ocupado nos três Poderes nas esferas federal, estadual e municipal. Atualmente, quanto mais alto o cargo da pessoa pública, mais alta é a hierarquia do tribunal que a julgará. O texto aprovado pelos senadores mantém tratamento especial apenas para presidentes da República, da Câmara dos Deputados, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF). Casos criminais envolvendo essas quatro autoridades continuam sob alçada do STF, a corte mais alta do país. A proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada mantém o foro para todas as autoridades no caso de crimes de responsabilidade, ou seja, violações cometidas no desempenho da função pública. A extinção do foro aprovada em primeiro turno pelo Senado atinge 34 mil autoridades, desde que acusadas de infrações penais comuns. Se o texto virar regra, acabará o foro nesses casos para ministros de Estado, governadores, prefeitos, presidentes de Câmaras Municipais e de Assembleias Legislativas, presidentes de tribunais superiores e de Justiça dos Estados, ministros dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União, procurador-geral da República, embaixadores, membros de Tribunais de Contas estaduais e municipais, integrantes de tribunais regionais, juízes federais e integrantes do Ministério Público. A PEC ainda precisa ser aprovada mais uma vez pelos senadores para, em seguida, ser apreciada pela Câmara dos Deputados. Se os deputados federais mudarem o texto, ela volta ao Senado antes de eventualmente virar regra. “Não há razões para a manutenção de qualquer foro por prerrogativa de função: é um imperativo republicano que todos, sem exceção, sejam iguais perante a lei”, escreveu o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que relatou o texto aprovado. “Hoje o foro especial é visto pela população como verdadeiro privilégio odioso, utilizado apenas para proteção da classe política – que já não goza de boa reputação -, devido aos sucessivos escândalos de corrupção. Oportuno e conveniente, portanto, modificar as regras vigentes”, completou o senador ao justificar as mudanças.

Disputa com STF

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Mais de 4 milhões de trabalhadores de educação devem ir às ruas. Créditos: Rovena Rosa /Agência Brasil

Mais de 4 milhões de trabalhadores da educação devem ir às ruas na greve geral do próximo dia 28 de abril. A estimativa é da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que tem 50 sindicatos afiliados em todo o país, e conta com 100% de aprovação da paralisação.Para a data, também é esperada intensa mobilização dos professores das escolas particulares. Segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), a categoria deve fazer a maior paralisação dos últimos 20 anos. Até a data de hoje, só na cidade de São Paulo, se tem a adesão de 200 escolas, entre paralisação total ou parcial. Sindicatos do Rio de Janeiro (RJ) e Campinas (SP) também sinalizam interesse na greve.Os professores se colocam contra a Lei da Terceirização, já aprovada, e contra as Reformas Trabalhista e da Previdência, que seguem em votação.O presidente do Sinpro, Luiz Antonio Barbagli, entende que a categoria será “penalizada”, sobretudo, com a reforma da Previdência, que altera o direito à aposentadoria especial. O presidente do CNTE, Heleno Araújo, reforça que o recuo do governo no novo texto da Previdência ainda não contempla as demandas dos trabalhadores da educação.” Rejeitamos as medidas porque elas partem de fundamentos falsos. Primeiro, a questão da falta de recursos. Há outras possibilidades de fonte tanto para a Previdência, como para as políticas sociais. Depois, a questão da expectativa de vida pautada sobre uma média nacional que não retrata a realidade de todas as regiões do país e fará com que muitas pessoas morram antes de ter direito a se aposentar. Queremos rediscutir a proposta dentro da realidade do país”, observa

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