Dr. Antônio Segundo Neto

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Monthly Archives: junho 2017

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"Saímos bastante insatisfeitos" das negociações com o Governo, diz juíza Manuela Paupério

“Saímos bastante insatisfeitos” das negociações com o Governo, diz juíza Manuela Paupério 
ENRIC VIVES-RUBIO

Três reuniões com a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, não foram suficientes para juízes e Governo chegarem a acordo sobre a revisão do estatuto dos magistrados judiciais. Uma greve dos juízes em Agosto está agora em cima da mesa, confirmou ao PÚBLICO a presidente da associação sindical da classe, Manuela Paupério, no final do encontro desta quinta-feira, que foi também o último das negociações.

”Saímos bastante descontentes. O Governo tentou com esta negociação a quadratura do círculo, mas desde o início decidiu que nestas negociações não fosse acolhido nada que tivesse impacto orçamental”, frisou Manuela Paupério, especificando que os juízes saem deste processo sem que lhes tenha sido garantida a possibilidade de “terem uma carreira e de progredirem” nela.

Sem acordo ficou também a atualização do actual suplemento salarial de 620 euros, que se destina a compensar a exclusividade obrigatória.

Nos próximos dias, a direção da Associação Sindical de Juízes Portugueses irá reunir-se para decidir quais “as medidas mais adequadas para demonstrar” o descontentamento da classe, adiantou Manuela Paupério, acrescentando que entre estas continua a figurar a possibilidade de uma greve em Agosto, já provada pelos juízes e que poderá pôr em causa as eleições autárquicas de Outubro, já que é naquele mês que os tribunais são chamados a aprovar os candidatos a estas eleições.

Numa nota enviada à comunicação social, o Ministério da Justiça (MJ) confirma que não foi possível alcançar um “acordo quanto ao regime remuneratório [dos juízes], face às limitações decorrentes da conjuntura econômico-financeira do país”.

O MJ frisa, contudo, que se “logrou atingir um amplo consenso na generalidade das matérias” e que este processo negocial se traduziu num “debate com grande abertura, participação e empenhamento de ambas as partes, tendo sido acolhidas várias da sugestões e propostas apresentadas”.Manuela Paupério também sublinha que foram contempladas algumas das reivindicações dos juízes, nomeadamente no que respeita à parte disciplinar, mas que os aspectos que eram considerados “essenciais” pelos magistrados ficaram sem resposta. O estatuto dos magistrados judiciais está há seis anos para ser revisto. Entre as principais reivindicações dos juízes figuram a subida do atual suplemento salarial de 620 euros; o aumento das possibilidades de progressão na carreira; a adaptação do estatuto profissional à nova organização dos tribunais; a melhoria das salvaguardas de independência dos juízes; e a possibilidade de, em sede de recurso judicial das punições disciplinares, alterar em tribunal os factos apurados durante os processos disciplinares. 

publico.pt

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Palácio da Alvorada: a Polícia Federal está no local para investigar o que houve

(Ichiro Guerra/Presidência da República/Divulgação

Brasília – Por volta das 19h desta quarta-feira, 28, um rapaz dirigindo uma espécie de van ou SUV preta chegou à portaria do Palácio da Alvorada como se fosse se identificar para entrar. Na hora que o segurança foi abordá-lo, o rapaz acelerou, derrubou o portão de entrada do palácio e seguiu invadindo a residência oficial da Presidência da República. O soldado do Exército que estava no local começou a disparar tiros de escopeta em direção ao carro. Foram cinco ou seis tiros e o motorista, que parecia menor de idade, só parou o carro perto da igrejinha do Alvorada. Após deixar o veículo, o rapaz saiu correndo e se escondeu nos jardins do palácio. A segurança vasculhou a área e o achou. O rapaz, que não foi atingido por nenhum tiro, falava frases desconexas quando foi abordado. A Polícia Federal está no local para investigar o que houve.Uma perícia está sendo realizada no local e o jovem foi detido. O presidente Michel Temer e sua família não moram no Alvorada, mas no Palácio do Jaburu.Temer, que estava no Planalto na hora do ocorrido, foi informado pelo ministro-chefe do GSI, general Sérgio Etchegoyen, do episódio.

O Planalto vai emitir uma nota dando maiores esclarecimentos sobre o ocorrido. Depois do incidente, o acesso ao Palácio da Alvorada foi fechado.

 Exame

 
Renan Calheiros, PMDB/AL

Renan Calheiros, PMDB/ALFoto: Reprodução/TV Senado

O senador Renan Calheiros (AL) deixou nesta quarta-feira (28) a liderança do PMDB no Senado afirmando que não tolera o que classificou de “postura covarde” do presidente Michel Temer.”Não detesto Michel Temer. Não é verdade o que dizem. O que eu não tolero é sua postura covarde diante do desmonte da consolidação do trabalho”, disse. A decisão de Renan foi tomada na manhã desta quarta depois de uma série de conversas com parlamentares do partido. “Convencido de que o problema do governo é o líder do PMDB, me afasto da liderança para expressar meu pensamento e exercer minha função com total independência”, disse o peemedebista, indicando que manterá independência em relação ao governo. Renan acusou o governo de “perseguir” os parlamentares que não “rezam a cartilha do governo” e disse não ter vocação para ser “marionete”. Em discurso que durou cerca de 15 minutos, o senador voltou a falar que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) continua influenciando o governo.

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 O projeto Sesi pelo Bem, do Sistema FIEPE liderado pelo Serviço Social da Indústria de Pernambuco, encerra o mês de junho com a marca de socorrer 15 mil famílias atingidas pelas enchentes, que ocorreram no final de maio no Estado. A iniciativa distribuiu cestas com alimentos não-perecíveis para consumo imediato e produtos de higiene pessoal nos 24 municípios que estão em situação de emergência. Beneficiada pelo projeto, Rilza Santos, moradora de Palmares, uma das primeiras cidades atendidas com o Sesi pelo Bem, fez questão de registrar seu agradecimento. “Eu fui agraciada com uma cesta. Deus continue abençoando esta empresa, porque só sabe quem passa por uma necessidade dessa natureza”. A professora da rede estadual, Cleide Fernandes, moradora de Belém de Maria, reforçou “esse ato de solidariedade faz muita diferença. Muito obrigada, em nome de todos nós que neste momento estamos precisando, a esta instituição respeitada no país inteiro em olhar para nossa cidade.”Já o superintendente da entidade, Nilo Simões, afirmou que “a prioridade para nós do Sesi são as pessoas, é isso o que chamamos de responsabilidade social. Por isso, neste momento de tanta dificuldade, nos apressamos para tentar aliviar o sofrimento dessas famílias”. Por isso, as cidades mais necessitadas foram atendidas primeiro e as menos afetadas por último. A entidade investiu cerca de R$ 1 milhão no projeto.O Sesi pelo Bem começou em 12 de junho. Além de Palmares e Belém de Maria, o projeto atendeu as cidades de Água Preta, Amaraji, Barra de Guabiraba, Barreiros, Caruaru, Catende, Cortês, Gameleira, Ipojuca, Jaqueira, Joaquim Nabuco, Jurema, Lagoa dos Gatos, Maraial, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, Sirinhaém, Tamandaré e Xexéu.

Começa nesta quarta (28) o maior e mais importante evento do calendário festivo de Afogados da Ingazeira: a 13ª Expoagro. E para garantir a plena participação dos servidores públicos municipais, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira dá início ao pagamento do seu funcionalismo. “A expectativa para este ano é superar as edições anteriores, movimentando ainda mais a nossa economia e aquecendo o nosso comércio.

Expoagro não é despesa, é investimento que gera renda para a cidade. E nesse contexto não podíamos deixar de, fazendo um grande esforço, iniciar o pagamento de quem tanto contribui para o desenvolvimento de nossa querida Afogados,” destacou o Prefeito José Patriota.  

A partir desta quarta (28), serão injetados R$ 2.030.724,21 referentes ao pagamento de 1.364 servidores, incluindo aposentados e pensionistas. Confira o calendário:

28 de Junho – Secretarias de Assistência Social e Saúde

29 de Junho – Secretarias de Administração, Agricultura, Controle Interno, Cultura e Esportes, Educação, Finanças, Infraestrutura, Transportes, Gabinete, Procuradoria, Coordenadoria da Mulher e Ouvidoria

30 de Junho – Aposentados e Pensionistas

Prefeitura de Afogados da Ingazeira
Núcleo de Comunicação Social

TEXTO DO DIA

“E disse Deus: Haja Luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.” (Gn 1.14)

SÍNTESE

Deus criou o tempo (chronos) e seu objetivo era poder se relacionar com a raça humana.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – SI 39.4: A brevidade da vida

TERÇA – Ec 912: O homem que não conhece o seu tempo

QUARTA – Et 4.14: Aproveitando o tempo de Deus

QUINTA – Gl 6.10: Enquanto temos tempo, façamos o bem

SEXTA – Ef 5.15.16: Otimizando o tempo

SÁBADO – SI 31.15: O tempo está nas mãos de Deus

OBJETIVOS

APRESENTAR o conceito de tempo, sua origem, importância e implicações;

EXPLICAR que Deus não está sujeito às regras temporais;

MOSTRAR o sentido da vida no tempo, de maneira a poder conhecê-lo e aprender a contá-lo.

INTERAÇÃO

Caro professor, neste trimestre estudaremos a respeito do tempo. Você verá que as lições de 1 a 8 têm um enfoque prático e devocional, mas voltadas para a vida cristã saudável. Já as lições de 9 a 13 são mais apologéticas. Seus alunos terão uma grande oportunidade de compreender a vontade do Senhor na administração do tempo. Que possamos fazer uso do nosso tempo com sabedoria para que venhamos alcançar corações sábios.

O comentarista é o pastor Reynaldo Odilo Martins Soares, juiz de direito, bacharel em Direito pela UFRN, pós-graduado em Direito Processual pela UnP, mestre e doutorando pela Universidade do País Basco (Espanha) e autor do livro “Eu e Minha Casa” (editado pela CPAD).

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Querido professor, você foi escolhido por Deus para o ministério do ensino, portanto, considere-se privilegiado. O Senhor confiou a você a tarefa de contribuir, de forma significativa, com a formação espiritual de uma pequena parte de seus filhos. Quanta responsabilidade! No entanto, apesar do imenso desafio inerente a essa tarefa, somado às muitas atividades do dia a dia, até aqui o Senhor tem o fortalecido. Creia que neste trimestre não será diferente. Dedique-se ao seu ministério e invista nele. O Mestre dos mestres é o maior interessado no êxito desta obra e Ele lhe ajudará a, num mundo em que as pessoas valorizam apenas o que é instantâneo, falar sobre “tempo para todas as coisas”! Inspire-se! Você será o instrumento de Deus para ensinar que não se deve querer atrasar ou apressar o kairós.

TEXTO BÍBLICO

Eclesiastes 3.1-8

1 TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;

3 Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;

4 Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;

5 Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;

6 Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;

7 Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;

8 Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Os céus e a terra, e tudo quanto neles existem, pertencem ao Senhor (Dt 10.14; Jó 41.11). No que diz respeito ao tempo, essa assertiva se torna ainda mais forte, uma vez que o homem não pode produzir, ou reter, um único momento do seu tempo. Cada minuto da vida é um presente do Criador. Deus dá a todos apenas a mordomia sobre o tempo, ofertando-Ihes oportunidade de realizar todas as coisas. No fim de tudo, porém, o Senhor pedirá contas pelo gasto equivocado do tempo.

I- O TEMPO E SUAS IMPLICAÇÕES

1.Considerações preliminares.

Após a criação (Gn 1.1), Deus estabeleceu um tempo para todas as coisas debaixo do sol (Ec 3.1). Ele tem um propósito para todas as suas obras, pois não faz nada ao acaso. Na eternidade, onde Deus habita (Is 57.15), não se mede o tempo como nós medimos. O Senhor pode, simultaneamente, responder as orações de milhões de pessoas (Jr 33.3), dar comida aos corvos (Lc 12.24), fazer maravilhas (SI 72.18), e ainda compadecer-se e abençoar o parto das cabras monteses, bem como das gazelas nas savanas africanas (Jó 39.1-3), dentre muitas outras tarefas espalhadas por todo o imenso universo de aproximadamente trezentos bilhões de galáxias. Mas isso não é nada para o Todo-Poderoso, o qual é o Pai da eternidade.

  1. A origem do tempo (chronos).

A partir do século XX, com o surgimento da teoria do Big Bang, a maioria dos cientistas passou a defender que o universo teve um marco inicial há mais de 13 bilhões de anos, quando um “átomo primordial” teria explodido, dando origem a tudo. Porém, inexistem dados aferíveis cientificamente que comprovem a hipótese do Big Bang, como também não há revelação bíblica que indique a ocorrência de uma grande explosão no passado remoto, que tivesse liberado energia criadora. No entanto, tanto a Bíblia como a ciência concordam que o universo teve um início. Assim, se houve um início para o universo, é inegável admitir que existiu uma época – antes de Génesis 1.1 – em que não havia matéria, nem espaço para a conter, como também não havia tempo a ser contado (chronos). Era apenas a eternidade. Então, Deus decidiu criar todas as coisas, submetendo-as às regras do tempo.

  1. Importância do tempo.

A importância do tempo (chronos) se dá, dentre outras coisas, pela necessidade do estabelecimento de ciclos para todas as obras formadas, bem como para que o homem, a obra prima da criação, pudesse conhecer e buscar a Deus.

Pense!

O tempo para Deus seria uma opção ou uma condição imposta?

Ponto importante

Deus é Criador e Senhor do tempo, do espaço e da matéria e, por isso, ELe não está sujeito a nenhuma das Limitações e contingenciamentos deste mundo.

II – DEUS E O TEMPO

  1. A atemporalidade de Deus.

A Bíblia afirma que Deus é atemporal. Ele é Deus de eternidade a eternidade, ou seja, não teve início e nem terá fim (SI 90.2). Nem mesmo todo o universo pode contê-Lo (2 Cr 6.18). Ademais, Ele não pode ser provado empiricamente porque nunca foi criado e, portanto, não teve início. Então, como o Criador poderia se relacionar com os homens, tão finitos, para salvá-los?

Para resolver este problema, Ele enviou o seu Filho Unigênito (Jo 3.16). O Verbo se fez carne (homem) e habitou entre nós. A encarnação de Jesus era a única forma da imagem de Deus se tornar tangível por um tempo, para que os seres humanos “vissem, contemplassem e tocassem da Palavra da Vida” (1Jo 1.1,2), e assim fossem conduzidos à salvação.

  1. Relacionando-se no tempo com uma pessoa atemporal.

A partir de Jesus, os homens puderam ver, enfim, a glória de Deus. Antes, se vissem, morriam, pois o finito não pode conter, e nem ao menos ver, o Infinito (Êx 33.20). Jesus, o Filho de Deus, para vir ao mundo precisou “aniquilar-se” a si mesmo, fazendo-se semelhante aos homens (Fl 2.7).

A Bíblia mostra que Deus é completamente ilimitado em relação ao tempo, não seguindo, portanto, o calendário humano, pois, para Ele, mil anos são como “o dia de ontem” ou a “vigília da noite” (SI 90.4). Precisamos entender que Deus tem o seu tempo para agir. Ele não se adianta ou chega atrasado. Como filhos precisamos aprender a confiar nEle, independentemente do tempo.

  1. Kairós X Chronos.

Kairós é uma palavra de origem grega, que significa “momento certo”, “tempo oportuno”, em oposição a chronos, que traz a ideia de tempo sequencial, cronológico, quantitativo.

Essas duas formas de definir, no grego, o tempo, trazem consigo um conflito épico, por assim dizer. De um lado o tempo linear, quantitativo, marcado pelos relógios e calendários – chronos -, do outro o tempo qualitativo, o momento ideal, próprio, para os fatos acontecerem – kairós.

Pense!

Como entender um Deus que, não está sujeito a qualquer Limitação, ou fragilidade, mas que decide relacionar-se com sua criação corrompida pela Queda?

Ponto Importante

A encarnação de Jesus foi uma oportunidade para que, por algum tempo, os homens pudessem, ver a glória de Deus.

Ill – A VIDA NO TEMPO

  1. Vivendo no tempo.

Deus colocou a eternidade no coração do homem, no seu espírito e alma. Mas o nosso corpo é corruptível e está sujeito a ação do tempo (SI 90.10). Talvez, por isso, seja tão difícil nos conformarmos com a morte, pois existe uma fagulha divina acesa em nosso espírito e que anela pela eternidade.

  1. Conhecendo o tempo.

Conhecer o tempo (kairós) faz toda a diferença, como aconteceu com alguns dos filhos de Issacar, os quais eram destros na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer (1Cr 12.32). Eles tinham discernimento e, por isso, foram indispensáveis para a prosperidade da nação de Israel e ganharam muito destaque.

  1. Contando o tempo.

Moisés, certa vez, orou a Deus pedindo: “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio” (SI 90.12). O grande problema de muitas pessoas é que deixam para pensar sobre o fim da existência terrena somente quando lhes resta bem pouco tempo. Contar os dias é uma atitude de sabedoria, pois significa ter em perspectiva a iminência da morte, o que garante um melhor entendimento sobre como aproveitar os dias de vida.

Pensei

Como identificar o kairós, e não ficar apenas à mercê do chronos?

Ponto Importante

Se o timing perfeito existe, ele consiste em “acertar” o nosso relógio (chronos) com o relógio de Deus (kairós). Para tanto, é necessário estar em comunhão com Ele.

SUBSÍDIO 1

Deus não tem que se apressar no decurso do tempo deste Universo, assim como um autor não está sujeito ao tempo imaginário do romance que escreve. Deus tem uma atenção infinita para dispensar a cada um de nós. Não tem que Lidar conosco em conjunto. Você está tão a sós com Deus como se fosse o único ser que Ele criou. […] Deus, creio, não vive absolutamente numa sucessão temporal, […] Porque Ele é a sua própria vida.

Deus está num ambiente sem sucessões temporais e que me faz ter certeza de que pode atender-me no mesmo instante em que atende aos rogos de outros, mesmo quando estes são milhões. […] Deus não prevê os fatos, Ele os vê, e concomitantemente. Chegamos, então, à conclusão de que o meu tempo, ou o nosso tempo, não afeta aiónios (o tempo de Deus). Isso é algo confortante. E a explicação é que Deus é extrapolante, infinito, sempiterno, imensurável; logo, só pode estar na eternidade. Mas, por ser tudo isso, o tempo também pode estar nEle, pois o tempo é finito, O finito é um ponto fixo no infinito. O finito cabe no infinito, [..] Deus não é afetado pelo tempo, mas Ele afeta o tempo. Deus enche o mundo com uma parte de sua infinitude e por meio de sua onipresença” (DANIEL. Silas Reflexões sobre a Alma e o Tempo. 1.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2001. p. 142).

SUBSÍDIO 2

O que Deus fazia no princípio?

Não é fácil responder a essa pergunta, pois não dispomos de nenhuma informação acerca de suas atividades entre os três primeiros versículos do capitulo um de Gênesis. Todavia, permitam-me algumas conclusões, que acredito serem coerentes e razoáveis. Antes de Deus fazer a Terra, Ele criou sua própria morada.

Deus jamais faria a sua obra na eternidade, porquanto esta é um atributo exclusivamente seu d Tm 6.16). O Criador é sempiterno; a criação, temporal. Ao contrário dos gregos que acreditavam na eternidade da matéria, os hebreus creem que tudo quanto existe no tempo, foi criado pelo Eterno (Hb 11.3). Aliás, nem a própria morada de Deus é eterna.

Sendo o tempo a duração relativa das coisas, geramos a noção de presente, passado e futuro: um período contínuo no qual se sucedem os eventos. Deus, porém, é o que é. Ele não está sujeito a qualquer sucessão de dias ou séculos. Presente, passado e futuro são-lhe a mesma coisa, Logo, somente o Eterno poderia criar o tempo,

l…] O Criador não se acha limitado quer pelo tempo, quer pelo espaço; a criação, sim. Até mesmo, os anjos não podem estar em dois lugares ao mesmo tempo” (ANDRADE, Claudionor, O Começo de Todas as Coisas, 1.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p. 23).

CONCLUSÃO

Deus, ao estabelecer que as coisas teriam um tempo oportuno (kairós] para serem realizadas, criou a possibilidade dos homens cumprirem, não o seu destino, mas o propósito para o qual foram criados.

HORA DA REVISÃO

  1. A Bíblia e a ciência discordam quanto ao universo ter uma origem? Explique.

Não! A ciência e a Bíblia concordam que o universo foi criado, que teve um início; há divergência, apenas, sobre como isso aconteceu.

  1. Aponte pelo menos uma importância da existência do tempo para a criação.

Para que, no tempo, o homem pudesse conhecer e buscar a Deus.

  1. Identifique três referências bíblicas que abordem a ideia da atemporalidade e/ ou eternidade de Deus.

Salmos 90.4; Isaias 57,15; 2 Pedro 3.8.

  1. Diferencie a ideia do tempo chronos e kairós.

O chronos fala de tempo linear, quantitativo, marcado pelos relógios e calendários. Já o kairós fala de tempo qualitativo, o momento ideal, oportuno para todas as coisas.

  1. Segundo a lição, o que significa “contar o tempo”?

Contar o tempo é ter em perspectiva a iminência da morte, o que garante um melhor entendimento sobre como aproveitar os dias de vida. 

A Presidência da República sancionou, nesta terça-feira (27), a Lei nº 13.460/2017, que dispõe sobre a participação, proteção e defesa dos direitos dos usuários de serviços públicos. A Lei, redigida com a contribuição do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), prevê também as atribuições e deveres das ouvidorias públicas, como forma de tratamento e o prazo de até 30 dias (prorrogáveis por igual período) de resposta final às denúncias, reclamações, solicitações, sugestões e elogios dos cidadãos. 

A Lei nº 13.460/2017 regulamenta o §3º do artigo 37 da Constituição Federal, garantindo as formas de participação da sociedade e de avaliação periódica da qualidade dos serviços públicos. Entre os direitos básicos estão: igualdade no tratamento dos usuários, vedado qualquer tipo de discriminação; atendimento por ordem de chegada, ressalvados casos de urgência e as prioridades asseguradas por lei; aplicação de soluções tecnológicas para simplificar processos e procedimentos, entre outros. 

De acordo com o normativo, os órgãos terão de disponibilizar e atualizar periodicamente uma Carta de Serviço ao Usuário, com informações claras a respeito do serviço prestado, tempo de espera para atendimento, prazo máximo e locais para reclamação, entre outros serviços. As regras valem para serviços prestados por órgãos e entidades da administração pública direta e indireta, contemplando os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), além de entidades que prestam serviços públicos de forma delegada. 

Ouvidoria 

O normativo define a ouvidoria como o canal de entrada das manifestações, bem como orienta que cada Poder e esfera de governo disponha de atos normativos específicos acerca da organização e funcionamento desses espaços de controle e participação social, que atuam como interface entre sociedade e Estado. 

Outro avanço é avaliação cidadã dos serviços públicos. A lei determina que órgãos e entidades deverão medir anualmente o índice de satisfação dos usuários e a qualidade do atendimento prestado. O ouvidor-geral da União, Gilberto Waller Junior, celebrou o avanço histórico para a consolidação da participação social por meio das ouvidorias. “A lei trata de direcionar o foco do Estado novamente ao cidadão, a fim de compreender e atender da melhor forma as necessidades e expectativas. É fundamental ouvir a sociedade para garantir um serviço de qualidade, ágil e sem burocracias”, avaliou.

A Lei nº 13.460/2017 entrará em vigor, a contar da data de publicação, em 360 dias para a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios com mais de quinhentos mil habitantes. O normativo terá prazos variados para os municípios poderem se adequar. A vigência será em 540 dias, para municípios entre 100 mil e 500 mil habitantes, e 720 dias para os com menos de 100 mil habitantes.

” É o mínimo que se pode fazer pela classe pobre”

                 

Esse guia foi criado especialmente para você com muita dedicação e carinho. Explicamos todo o método de forma simples e objetiva, passo-a-passo, para que qualquer pessoa comum possa entender. Criamos um mapa com tudo o que você deve fazer,  para exigir seus direitos na justiça e receber seu dinheiro de volta 

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O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a protestar em Plenário contra as reformas propostas pelo governo do presidente da República, Michel Temer. Ele também afirmou que mais de 100 milhões de brasileiros serão prejudicados e comparou o PLC 38/2017 a “uma revogação da Lei Áurea”.

Segundo Paim, mesmo os parlamentares que defendem a reforma Trabalhista, por exemplo, estão querendo mudanças no texto aprovado pela Câmara dos Deputados. O único consenso, disse o senador, é o de que o Senado precisa cumprir seu papel de Casa revisora, aprovando alterações na matéria.

Ao citar madre Tereza de Calcutá, falecida em 1997, Paim questionou se o mundo perdeu sua capacidade de amar. Ele declarou que a vida só vai evoluir por meio da compreensão de que não vale a pena o isolamento e destacou que a humanização do trabalho melhora a qualidade de vida, dando aos cidadãos o direito de viver, trabalhar e morrer com dignidade.

— Se esta reforma for aprovada, fica decretado: a liberdade deixa de existir. Os livres, agora são cativos. Isso é a desumanização da ação política. O homem deixa de ser o centro do universo e transforma-se no opressor de si mesmo.

Universalização da banda larga, alta tributação dos serviços de telefonia, infraestrutura sub utilizada e aprovação da Lei Geral das Telecomunicações foram alguns dos temas abordados em audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) nesta terça-feira (27).

O debate foi o segundo promovido pela comissão para tratar da Política Nacional de Banda Larga, tema escolhido para ser analisado pelo colegiado ao longo deste ano. O representante da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Igor de Freitas, disse na audiência que a falta de recursos para universalizar o serviço de banda larga no país levou à definição de critérios e de prioridades.

— O que a Anatel tem procurado fazer é orientar o uso eficiente e efetivo dos recursos. E quando a gente tem recursos escassos, a gente precisa olhar de forma objetiva e tentar definir critérios que possam orientar esses investimentos para atender o menor IDH, menor renda e mais gente possível — explicou.

Walter Pinheiro, senador afastado para ocupar o cargo de secretário de Educação da Bahia, afirmou que o país tem infraestrutura para levar banda larga a todos os recantos. O que falta, na visão dele, é regulamentação e implantação das políticas públicas.

— Para a gente ir para cidadão digital. As empresas só botam banda larga no lugar onde elas têm retorno. Isso é natural. Não estamos tratando com Irmã Dulce. Então, portanto, cabe ao Estado criar as regras e as condições para impor inclusive esse nível de condição. Que o Estado cumpra o seu papel regulador e não queira substituir as empresas — argumentou.

O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCT, pediu agilidade da Casa na aprovação da Lei Geral das Telecomunicações (PLC 79/2006). A proposta já passou pela Câmara, por comissão especial no Senado e foi enviada à sanção. Mas o Supremo Tribunal Federal entendeu que a matéria deve ser discutida pelo Plenário do Senado.

— Eu estou muito mais convencido ainda de que o Senado Federal deveria votar esse projeto. Porque se fez aqui muito mais politicagem de quinta categoria do que defender os interesses do Brasil nesse setor — afirmou.

O debate sobre banda larga na CCT contou ainda com a participação de representantes do Ministério de Ciência e Tecnologia, das operadoras Claro e Telefônica e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

Da Rádio Senado

Algumas dicas podem te ajudar a passar pelo período de

transição de uma forma melhor. Confira!

Foto Patrícia Canola

química excessiva dos alisamentos – seja pela progressiva, escova definitiva, relaxamento ou qualquer outro método – é um dos principais motivos que fazem as mulheres “artificialmente lisas” desejarem seus cachos de volta. Como conta Marta Gutenberg,  22 anos, psicóloga, de Jundiaí (SP).  “A química estava fazendo meu cabelo cair demais, então, para não ficar destruído, resolvi deixá-lo voltar ao normal”, diz. Outro motivo é o tempo enorme que os cuidados exigem,  acabando em muito trabalho e pouco resultado. “Não tinha tempo pra arrumar o cabelo como eu gostaria e saía de casa irritada porque ele vivia desarrumado e preso. Nada o fazia ficar bonito. Aí desisti. Estava disposta a aceitar o meu cabelo natural e não me preocupei em como ele ficaria”, relata Jéssica Martins, 26 anos, empresária, de São Paulo (SP). 

Porém, essa escolha implica em uma questão crucial: como sobreviver ao período de transição, em que o cabelo fica com a raiz ondulada e o comprimento alisado? “Antes de pensar em qualquer método ou cosmético milagroso, a palavra de ordem é paciência. E quanto maior a diferença de textura entre os fios naturais e os processados quimicamente, maior a necessidade de eliminá-los”,  explica Wilson Eliodório, cabeleireiro,  de São Paulo (SP). A boa notícia é que ao longo desse caminho alguns aliados facilitam a jornada, como penteados que disfarçam, um bom corte (na hora certa), produtos que nutrem e hidratam e cuidados essenciais no dia a dia, que amenizam essa fase de ansiedade que é preciso atravessar para ver os cachos naturais.

Penteados e acessórios

Estilizar e fazer penteados nesse período é fundamental para tornar o processo mais leve. Como explica Pitty Braga, hairstylist do salão Jacques Janine, de Belo Horizonte (MG): “O jeito é lançar mão de algumas alternativas para minimizar o contraste entre o fio natural que começa a aparecer com o que continua alisado. Por exemplo, vale investir no difusor, acessório do secador que distribui o ar quente de forma homogênea para dar movimento e maleabilidade aos fios”. O babyliss também é outra opção muito útil, como conta Jéssica Martins,  que também enfrentou o resgate dos cachos: “Eu usei o acessório durante todo o período de transição. Li em diversas reportagens que não seria o mais adequado, mas bateu um desespero porque eu tinha franja e ficou complicado. Comprei um babyliss bem fino e usei muito! Troquei a chapinha por ele”, relata. De fato,  o superaquecimento do babyliss pode fragilizar ainda mais a haste capilar que já está comprometida, mas parece não ter muita alternativa para o seu uso. “Ondular e criar cachos com a ajuda de produtos fixadores e o amigo babyliss são fundamentais para um bom resultado”, endossa Wilson Eliodório. 

Mas há outras saídas. O bom e velho penteado também é uma redenção nesse período. “Além de chorar de raiva, eu costumava usar constantemente o cabelo preso com um rabo de cavalo, assim conseguia esticar a raiz enrolada e deixar a parte lisa solta. Como a raiz era muito curta no começo, ficava praticamente impossível alisá-la com chapinha, então tinha que prender e passar creme ou gel na raiz”, lembra Marta Gutenberg. “Outra opção interessante para essa fase são as tranças e coques, muito práticos para o dia a dia, que não mostram muito o comprimento dos fios”, sugere Pitty Braga.

Contraste menos radical

Para amenizar a diferença de texturas é possível fazer um alisamento mais light na raiz. “Hoje, conseguimos minimizar o contraste entre a raiz crespa e os fios alisados com uma progressiva menos agressiva, com a fórmula mais suave e sem formol. A execução do tratamento também é diferente, é necessário diminuir o calor da chapinha e passá-la menos vezes no cabelo. E se o fio estiver muito fragilizado, usamos apenas o secador para ativar os benefícios do produto, sem usar a prancha”, detalha Pitty. Wilson Eliodório destaca que qualquer produto que altera a estrutura interna do fio vai desestruturar o cabelo e, por consequência, ele deixa de ser natural. “Em alguns casos, uso a própria progressiva para ajudar neste momento de transição, mas vale deixar claro que estamos processando o fio. Alguns profissionais utilizam a técnica de permanente nos fios alisados, é outra opção para minimizar a diferença de texturas”, diz o cabeleireiro.

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Se consumida com casca, a pera contribui ainda mais

para o bom funcionamento do intestino

Foto Shutterstock

Você já parou para pensar como a pera pode ser uma boa opção para adicionar ao cardápio? Além de ter apenas 50 calorias por unidade, a fruta possui, ainda, um altíssimo poder de hidratação: a água representa mais de 80% de sua composição.

Os benefícios que podemos encontrar nela também chamam bastante atenção, já que é uma verdadeira fonte de beleza e saúde de fácil acesso. “Além de ser ótima fonte de vitamina C, que ajuda na boa coagulação do sangue, na manutenção da imunidade e na produção de colágeno da pele, possui ainda vitamina A, importante para a visão e pele, e vitaminas do complexo B, que colaboram para o bom funcionamento do sistema nervoso central e do metabolismo energético”, explica Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti.

Outro destaque da pera é a presença de minerais, especialmente o potássio, fundamental para a contração muscular e para a pressão arterial. “É ideal para quem faz atividades físicas em ambientes muito quentes ou quem precisa controlar a pressão arterial e, em complemento, apresenta manganês, magnésio e cobre, auxiliando na saúde dos ossos”, aponta a profissional. 

Como se não bastasse, a fruta ainda é rica em fibras, contribuindo para o bom funcionamento intestinal e para o controle do açúcar no sangue, principalmente se consumida com a casca. “Contém também antioxidantes que atuam no combate aos radicais livres, evitando o envelhecimento precoce das células e prevenindo o organismo de doenças crônicas”, completa Renata. 

Como escolher 

Na hora da compra, observe se a casca está íntegra e sem pontos de amassados, que podem indicar que a pera está muito madura e deve ser consumida mais rapidamente ou utilizada em preparações. A parte do talo pode ajudar também: se estiver macia ao toque, já está pronta para ser ingerida; se estiver ainda muito firme, precisa de mais alguns dias para estar no ponto certo. Nas frutas maduras, o aroma é igualmente mais acentuado.

Como conservar 

Por ser uma fruta bem delicada, a pera deve ser armazenada em geladeira para ter uma validade maior, preferencialmente na gaveta de vegetais, onde a temperatura não é fria a ponto de machucar (“queimar”) a casca.

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Mamografia, papanicolau e ultrassom da tireoide estão entre os principais. Confira quais são os outros e por que eles são tão importantes!

Por Ana Paula Ferreira

Cuidados preventivos são importantes para manter

a saúde em dia / Foto Shutterstock

Você se lembra quando foi sua última consulta? Se parou para pensar, é bem provável que já tenha sido há bastante tempo.

Com a aproximação do Dia Internacional da Mulher – comemorado no dia 8 de março –, é importante ressaltar os cuidados que se deve ter com a saúde do público feminino, que inclui alguns exames indispensáveis. “Cuidados preventivos são as melhores medidas para manter a saúde da mulherem dia e devem ser realizados mesmo que elas estejam se sentindo saudáveis”, explica Maria Elisa Noriler, ginecologista de São Paulo. “Doenças descobertas no início geralmente têm maiores chances de cura, por isso, é tão importante visitar o médico regularmente.”

Abaixo, você confere 6 exames indicados pela profissional e por que eles são importantes para a saúde da mulher:

Papanicolau: É importante a realização desse exame para detectar HPV, câncer do colo de útero e diversas DSTs. Devem realizar anualmente o procedimento as mulheres que têm entre 25 e 65 anos e que já tiveram relações sexuais.

Mamografia: Este exame, que tem como finalidade estudar o tecido mamário, é o principal exame para detectar lesões benignas e cânceres, que geralmente se apresentam como nódulos ou calcificações. Mulheres acima dos 40 anos devem fazer o exame anualmente ou quando o médico julgar necessário de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco.

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, divulgou nota à imprensa na qual afirma que cumpre “à risca o comando constitucional” e que ninguém está acima da lei.

A manifestação foi motivada pelas declarações dadas pelo presidente Michel Temer em pronunciamento na tarde desta terça-feira (27).

Em seu discurso, Temer criticou a denúncia apresentada por Janot e a validade das provas, entre elas a gravação da conversa com o empresário Joesley Batista, classificada pelo presidente como ilícita. “Rodrigo Janot cumpre à risca o comando constitucional de que ninguém está acima da lei ou fora do seu alcance, cuja transgressão requer o pleno funcionamento das instituições para buscar as devidas punições.

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– Lições Bíblicas Juvenis – 3° Trimestre de 2017

-Tema do Trimestre: Avivamento para a Juventude

– Classe: de 15 a 17 anos – Juvenis

– Editora: CPAD

– Comentarista: Carlos Alexandre

LEITURA BÍBLICA DA SEMANA

Seg. Ag 1.2 – Deus contesta as nossas escusas

Ter. Ag 1.5 – Deus nos chama à reflexão

Qua. Ag 1.8 – Um convite ao serviço

Qui. Ag 2.19 – Deus promete abençoar

Sex. Ag2.23 – Quando Deus nos escolhe

Sáb. Ed 6.14 – A Palavra de Deus que faz prospera

OBJETIVOS

APRESENTAR o conceito bíblico e histórico de avivamento

DESTACAR a importância do avivamento para a igreja

ENFATIZAR a necessidade de um avivamento pessoal e coletivo

REFLEXÃO

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Jm 12.21)

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Ageu 2.1-9

1 NO sétimo mês, ao vigésimo primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR por intermédio do profeta Ageu, dizendo:

2 Fala agora a Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e ao restante do povo, dizendo:

3 Quem há entre vós que tendo ficado, viu esta casa na sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é esta como nada diante dos vossos olhos, comparada com aquela?

4 Ora, pois, esforça-te, Zorobabel, diz o SENHOR, e esforça-te, Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e esforça-te, todo o povo da terra, diz o SENHOR, e trabalhai; porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos,

5 Segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o meu Espírito permanece no meio de vós; não temais.

6 Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda uma vez, daqui a pouco, farei tremer os céus e a terra, o mar e a terra seca;

7 E farei tremer todas as nações, e virão coisas preciosas de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o SENHOR dos Exércitos.

8 Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o SENHOR dos Exércitos.

9 A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos.

SINTETIZANDO

Pior do que não experimentar o Avivamento é pensar que estamos experimentando um, quando na verdade temos a consciência de que não o experimentamos. Mas optando reconhecemos que necessitamos de um verdadeiro Avivamento, nos colocamos em busca sincera diante de Deus. Neste trimestre, veremos as bases bíblicas e históricas dos grandes avivamentos mundiais. Nesta lição, apontaremos alguns elementos do Avivamento a partir do ministério do profeta Ageu.

INTRODUÇÃO

O profeta Ageu foi um grande “avivalista” do seu tempo. A geração do profeta havia esquecido o propósito de Deus, pois em seus corações reinava apenas o secularismo: “é para vós tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica deserta”? Com mentes e corações cauterizados pelo secularismo, o povo necessitava de um verdadeiro avivamento.

A AULA VAI COMEÇAR!

Neste trimestre, vamos estudar sobre o avivamento numa perspectiva bíblica e histórica. Para despertar o interesse dos seus alunos a respeito do assunto, sugerimos a confecção de uma “caixa do tempo” que pode ser de madeira, papelão ou plástico.

Inicialmente, elabore um questionário com perguntas sobre o tema. Por exemplo: “O que é avivamento?”; “Você pode citar um texto bíblico que apresente um avivamento?”; “Você sabe o nome de personagens na história da igreja que experimentaram um avivamento?”; “Quais os efeitos de um genuíno avivamento?”; “O que precisamos fazer para experimentar um avivamento?”. Em seguida, peça que cada aluno escreva suas respostas e as guarde na “Caixa do tempo” que ficará lacrada para ser aberta na última aula. Assim, no final do trimestre, eles poderão verificar o que aprenderam sobre o assunto.

  1. O CONCEITO
  2. Quando o ser humano está morto.

No Éden, um caminho de “independência” e “alforria” em relação à vontade de Deus foi traçado. Ao comer o fruto da Árvore do Conhecimento do bem e do mal, contrariando o mandamento do Criador (Gn 2.173), o homem deixou claro que a vontade de Deus havia ficado em segundo plano. Daquele dia em diante, mergulharíamos no mesmo erro praticado pelos nossos primeiros pais, a fim de que vivêssemos como se não dependêssemos do Altíssimo. A consequência disso: a vida com Deus não seria levada a sério; Ele passaria a ser considerado uma invenção da mente humana, fruto do vazio existencial da alma. Logo, o Altíssimo se tornaria desnecessário e irrelevante, então, mergulharíamos num secularismo onde o que importa é apenas o aqui e o agora, e nos relacionaríamos com Ele deforma pragmática; mais preocupados com as nossas vontades imediatas do que em agradá-lo. Assim, nos tornaríamos miseráveis esperando nEle apenas para o presente (1Co 15.19). Essa é a condição do homem que deu as costas para Deus!

1.2. Um avivalista usado por Deus.

Na leitura bíblica em classe (Ag 2.1-9.) da presente lição, somos remetidos à reconstrução do Templo. Inicialmente, no primeiro capítulo de Ageu, podemos perceber que o povo havia deixado que a sua vontade sobrepusesse à vontade de Deus. Assim, a reconstrução do Templo deixou de ser uma prioridade (Ag 1.2) para a nação, a fim de dar lugar à construção de casas particulares (Ag 1.4,6). O povo havia deixado Deus de lado e, por isso, precisava de um avivamento. Neste quadro contextual, o profeta Ageu passa a ser um avivalista para a sua geração. Ele chamou o povo a um exame de consciência (Ag 1.5,7) e consequente retorno à vontade de Deus (Ag 1.8).

1.3. Definição básica.

Segundo o Dicionário do Movimento Pentecostal, do pastor Isael de Araújo, editado pela CPAD, Avivamento é uma obra de Deus feita pelo Espírito, por intermédio da Palavra, levando os espiritualmente mortos a viverem a fé em Cristo, renovando assim, a vida interior de crentes outrora negligentes espiritualmente.

Ora, cada geração de cristãos tem uma parcela de responsabilidade com a obra de Deus, pois devemos esperar que o Altíssimo faça a sua vontade na Terra (Mt 6.10b). Como Igreja, somos convidados a experimentar a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2).

1.4. Uma reflexão pertinente.

Como se encontra a sua vida espiritual? Ela está avivada ou morta? Você sabe o que é sentir a presença de Deus? Como têm sido os cultos que você participa? Eles têm tocado a sua vida? Ou melhor, você tem se deixado tocar por Deus? Uma das grandes marcas do avivamento é o retorno à vontade de Deus, pois o melhor lugar para estarmos é no centro de sua vontade. Como está a vontade de Deus em sua vida? Reflita sobre a oração de Jesus (Lc 22.42).

AÇÃO TÓPICO 1

Com tantos movimentos intitulados “avivamento” é natural que os alunos fiquem um pouco perdidos para definirem o que é o genuíno avivamento. Nesse aspecto, a Escola Dominical pode ser uma ótima oportunidade para aprofundar melhor esse tema. Por isso, pergunte o que eles entendem por avivamento.

  1. A IMPORTÂNCIA DO AVIVAMENTO

2.1. Uma análise crítica.

Na década de 80 do século passado, o pastor Raimundo de Oliveira escreveu uma obra intitulada O Preço do Avivamento, publicada pela CPAD. Na introdução (p.7), encontramos o seguinte relato: “a Igreja do nosso século está sofrendo uma crise sem precedente. A sua presença já não é sentida pela sociedade nem temida pelo Diabo… Evangelizar o mundo já não é a nossa paixão. A oração já não é nossa ocupação. A santificação já não é a nossa maior ambição… Os nossos púlpitos estão tão Longe do Calvário quanto do Sinai. A pregação da doutrina foi substituída por assuntos de preferências pessoais de cada pregador”.

2.2. A presente constatação.

De volta ao texto bíblico proposto para o nosso estudo, vemos que o quadro de distanciamento com a obra de Deus era notório na geração do profeta Ageu. Mas tudo começa a mudar quando o sopro poderoso do Espírito Santo começou a agir a partir da pregação do profeta (Ag 1.12-14). Essa mudança radical na vida pessoal e coletiva se apresenta como um dos maiores benefícios de um avivamento, trazendo o povo de volta para Deus.

Ao olharmos para a igreja do século XXI, à luz do profeta Ageu, percebemos alguns pontos negativos apontados há muito tempo por pastores do passado, onde esses servos de Deus previam problemas agravados em nosso presente século. Uma realidade que nos leva a afirmar que necessitamos de um urgente avivamento!

2.3. Avivamento em detrimento das riquezas materiais.

Certo teólogo da Idade Média, ao contemplar todos os tesouros do Vaticano acumulados através dos séculos, comentou: “Já não podemos dizer como Pedro e João, não temos prata, nem ouro […]”; e ousadamente completa: “[…] Mas também não podemos dizer levanta-te, e anda!”. Essa é a triste realidade de uma igreja bem-sucedida, que de nada tem falta (Ap 3.17), pode esconder uma frieza e estagnação dignas de condenação. Mas Deus repreende a quem ama (Ap 3.19) e está disposto a fazer em nosso século o que já operou no passado por meio das ondas de avivamentos que abalaram nações inteiras trazendo seu povo de volta. Por isso que o retorno para Deus é um dos grandes benefícios de um autêntico avivamento. Entretanto, há outros benefícios que abordaremos nas próximas lições, não falte!

AÇÃO TÓPICO 2

Após fazer a exposição do segundo tópico, abra um momento de debate e reflexão em torno da pergunta: Se o Avivamento é tão importante para a igreja, porque não estamos buscando a Deus com todas as nossas forças para experimentarmos um avivamento em nossos dias?

Para motivar o debate, leia o texto de Leonard Ravenhill: “é minha opinião… que a principal razão por que não experimentamos um avivamento… é que estamos satisfeitos sem ele, nos contentamos com pequenas bênçãos”.

  1. AVIVAMENTO PESSOAL E COLETIVO

3.1. Deus aviva seu povo.

Chegamos ao capítulo 2 do livro do profeta Ageu, a obra do Templo foi concluída, Deus avivou seu povo, que recebeu Dele promessas divinas e o convite para olhar para frente (Ag 2.6-9), pois todo avivamento deixa um legado. Nas próximas lições você conhecerá vários avivamentos bíblicos e históricos que marcaram gerações inteiras pela ação poderosa e extraordinária do Espírito Santo.

3.2. O avivamento nasce em pessoas.

Porém, vale destacar que os grandes avivamentos bíblicos e mundiais nasceram primeiro, individualmente, em pessoas cujos corações “arderam” pela presença de Deus, onde as mentes não se conformaram com o sistema do mundo. Pessoas longe dos holofotes de seu tempo, e como profetas entre seus contemporâneos, foram levantadas por Deus para mudar nações inteiras.

3.3. Busquemos o avivamento!

Semelhantemente como a palavra veio por intermédio do profeta Ageu (Ag.1.1; 2.1.10.20), sendo ele o canal do agir de Deus, ao olhar para os avivamentos históricos, também percebemos nomes como John Wesley, Jonathan Edwards, Charles Finney, Martinho Lutero, Florence Crawford, Daniel Berg e Gunnar Vingren, entre outros, como meios usados por Deus para sacudir gerações. Precisamos primeiramente buscar esse avivamento para as nossas vidas.

AÇÃO TÓPICO 3

Quando pensamos nos desafios que a Igreja tem de enfrentar neste mundo e olhamos para a pequenez da nossa existência nos sentimos incapazes de realizar algo relevante. Porém, a história dos avivamentos nos da o relato de vários homens e mulheres que mudaram a história de países e do mundo. Pergunte aos seus alunos se eles estão buscando esse avivamento.

CARO PROFESSOR, neste trimestre veremos que uma das marcas dos grandes avivamentos é a oração. Esta precede, se intensifica durante e permanece em muitos corações após os avivamentos. Por isso, oportunize momentos de oração para seus alunos com o propósito de buscar um avivamento genuíno. Que esse fogo do Espírito comece em sua classe!

SUBSIDIO

“O avivamento pode ser definido como o retorno aos princípios que caracterizavam a Igreja Primitiva. É o retorno à Bíblia como a nossa única regra de fé e prática. É o retorno à oração como a mais bela expressão do sacerdócio universal do cristão. É o retorno às experiências genuínas com o Cristo, sem as quais inexistiria o corpo místico do Senhor. É o retorno à Grande Comissão, cujo lema continua a ser: ‘…até aos confins da terra…’. O avivamento, enfim, é o reaparecimento da Igreja como a agência por excelência do Reino de Deus. De acordo com Arthur Wallis, o avivamento é a intervenção divina no curso normal das coisas espirituais: ‘É o Senhor desnudando o seu braço e operando com extraordinário poder sobre santos e pecadores’. Depois de haver reanimado tantas igrejas que jaziam à morte. Charles Finney já tinha condições de afirmar ser o avivamento um novo começo de obediência a Deus… conforme acentuaria Ernest Baker: ‘Um avivamento pode produzir barulho, mas não é nisso que ele consiste. O fator essencial é a obediência de todo o coração’. Ficássemos aqui a rebuscar outras definições, ver-nos-íamos obrigados a produzir volumosa antologia do que disseram e afirmaram os campeões do Evangelho. Seguindo, contudo, o conselho de Horatius Bonar, lancemo-nos a clamar pelo movimento do Espírito Santo” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Fundamentos Bíblicos de um Autêntico Avivamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, pp.40-41).

PARA CONCLUIR

Segundo o relato descrito no livro Heróis da Fé, de Orlando Boyer, publicado pela CPAD, o Evangelista D. L. Moody escutou um sermão de H. Varley que dizia: “O mundo ainda não viu o que Deus fará com, para, e pelo homem inteiramente a Ele entregue”. E Moody disse consigo mesmo: “Ele não disse por um grande homem, nem por um sábio, nem por um rico… mas simplesmente por um homem… sim estou resolvido a fazer todo o possível para ser este homem” (p.216.). Diante do que estudamos nesta lição, reflita: você deseja este avivamento que pode impactar a sua vida e transformar a sua geração?

HORA DA REVISÃO

  1. Segundo o profeta Ageu, qual era a vontade de Deus para o povo assim que eles voltaram do cativeiro Babilônico?

Reconstruir o Templo.

  1. Ao invés de reconstruir o Templo, o que os contemporâneos do profeta Ageu estavam fazendo?

Estavam cuidando da construção das suas próprias casas e as demais dimensões da vida (Ag 1.4,6).

  1. Qual a definição de avivamento, segundo o Dicionário do Movimento Pentecostal do Pr. Isael de Araújo?

Avivamento é uma obra de Deus pelo Espírito por meio da Palavra, levando os espiritualmente mortos a viverem a fé em Cristo e renovando a vida interior de crentes outrora negligentes espiritualmente.

  1. Qual o benefício destacado na lição para uma pessoa ou povo que experimenta um avivamento?

O retorno para Deus.

  1. Como nasceram os grandes avivamentos bíblicos e mundiais?

Nasceram primeiro como avivamentos individuais em pessoas com corações ardendo pela presença de Deus.

Vanessa Giácomo (Foto: Pino Gomes )

Vanessa Giácomo não leva a personagem para casa: “Quando boto o figurino, vem toda a minha inspiração. Depois que tiro, volto a ser eu mesma”  (Foto: Pino Gomes )

Vanessa Giácomo, que roubou a cena já no primeiro capítulo de Pega pega, numa sequência de perseguição, se identifica e muito com sua personagem, a policial Antonia. “Sou uma pessoa muito prática. E, em todos os aspectos, não crio empecilhos”, avisa ela, que conta com a supervisão de um especialista no set.

“A maior parte da minha preparação foi no Projac mesmo. Fiz aulas de tiro e tive treinamento físico. Conversei com algumas policiais. É uma vida muito arriscada. Mesmo em momentos de lazer, há sempre uma tensão no ar”, explica.

época

                                                                                                            

Manaus será a primeira cidade a sediar audiência pública sobre o texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), submetido pelo Ministério da Educação (MEC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE). A audiência acontece em 7 de julho. Depois da capital amazonense, audiências serão realizadas em outras quatro cidades das diferentes regiões: Recife, Florianópolis, São Paulo e Brasília. Um site foi lançado nesta segunda-feira, 19, pelo CNE, para orientar quem deseja participar das audiências: cnebncc.mec.gov.br.

No site, estão reunidas informações sobre a participação nas audiências. Estarão presentes aos encontros instituições convidadas pelo Conselho, além de pessoas interessadas. Na plataforma é possível entender o que são as audiências, conhecer as regras para a participação e os prazos de inscrição, saber como se cadastrar ou enviar documentos com contribuições e comentários à Base, além de consultar todos os documentos de referência da BNCC (cadernos técnicos, guia de leitura, estudo comparativo entre a segunda versão e aquela entregue ao CNE).

Para o evento em Manaus, as inscrições dos convidados podem ser feitas de hoje até o dia 22 de junho. Entre 26 e 29 de junho, o site receberá inscrições do público geral. Todos precisam se cadastrar para confirmar a presença nas audiências. As cinco audiências públicas terão, ainda, transmissão ao vivo na internet para aqueles que quiserem acompanhar os debates à distância. Informações sobre as transmissões também estarão disponíveis no site.

 A Base – A BNCC é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da educação básica. A Base deve nortear os currículos dos sistemas e redes de ensino das Unidades Federativas, como também as propostas pedagógicas de todas as escolas públicas e privadas de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, em todo o Brasil. Ela vem sendo discutida desde 2015 em articulação e colaboração com estados, Distrito Federal e municípios, e foi entregue ao CNE em 6 de abril. O documento encaminhado pelo MEC ao Conselho Nacional de Educação refere-se à educação infantil e ao ensino fundamental. A proposta referente ao ensino médio será encaminhada posteriormente.

Primeira reunião será realizada em Manaus. Em seguida, os encontros acontecerão em quatro capitais das diferentes regiões (Arte: ACS/MEC)

A partir de agora, o Conselho, órgão normativo do sistema nacional de educação, vai apreciar a proposta da BNCC e produzir um parecer e um projeto de resolução que deverá ser homologado pelo MEC, para se transformar, então, em norma nacional. Durante essa apreciação, o CNE vai promover audiências públicas, uma em cada região do país, para que a sociedade possa voltar a oferecer sugestões ao texto. As audiências não são deliberativas, mas parte do processo de debate e construção da Base Nacional Comum Curricular.

O CNE no processo de preparação da Base – O Conselho acompanha os debates sobre a Base desde 2016. Uma comissão bicameral, formada por 19 conselheiros da Câmara de Educação Superior (CES) e da Câmara de Educação Básica (CEB), ambas do CNE, observaram as diversas ações que o MEC promoveu entre diferentes segmentos envolvidos com a educação básica, nos níveis federal, estadual e municipal, além das universidades, escolas, ONGs, professores e especialistas em educação.

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Marcos Santos/USP Imagens/Fotos Públicas

Instigados por alguns indicadores positivos da economia brasileira nos últimos meses, a mídia especializada e várias associações patronais decretaram o fim da recessão econômica no País. Uma análise mais equilibrada mostra contudo uma alta ambiguidade desses indicadores, dos quais se pode inferir apenas que a velocidade da queda do PIB tem diminuído. Concluir diferentemente e enxergar indícios de recuperação parece ser excesso de otimismo. Ou seja, não há respostas para a pergunta se a economia brasileira caminha para a recuperação ou à estagnação, examinando-se exclusivamente os dados estatísticos. Eles têm que ser interpretados por princípios analíticos mais sólidos para conduzir a uma conclusão mais robusta. A teoria keynesiana propõe que uma economia capitalista seja movida pelo gasto ou demanda efetiva. São as despesas com consumo, as exportações líquidas, o déficit público e os investimentos, induzidos e autônomos, os dinamizadores da economia. A trajetória dessas variáveis (aumento, desaceleração ou queda) provoca um ajuste do nível de produção, o PIB. Assim, se a demanda agregada varia, o mesmo ocorrerá com o PIB. Pode haver exceções, ou mediações, quando as expectativas sobre o futuro parecem tão brilhantes ou sombrias que induzem os agentes econômicos a ignorar ou minimizar a realidade. De outra perspectiva, a demanda agregada relevante para fazer crescer o produto é aquela que excede a demanda corrente. Exemplo: se os trabalhadores gastam em consumo o mesmo montante do período anterior, as exportações líquidas são nulas e não se alteram, o governo possui um orçamento equilibrado, os empresários produzem no mesmo patamar prévio e investem o mesmo montante da depreciação. Portanto, não há estímulo adicional para a economia e o PIB se encontra estagnado. A forma de romper este ciclo vicioso assenta-se no aumento da demanda agregada, o que numa economia capitalista sempre conta com o apoio de sua principal alavanca: o crédito. Os trabalhadores podem receber melhores salários e gastar mais. Podem também gastar a renda que ainda não possuem, se endividando. O governo pode melhorar o perfil do gasto e da arrecadação se esta se ampliar, mas pode também gastar arrecadação futura, incorrendo em déficits e aumento da dívida pública. As exportações líquidas variam ao sabor das circunstâncias sobre as quais não há muito controle, como o ciclo internacional e aquelas sobre os quais há algum controle, o ciclo doméstico e a taxa de câmbio. Diante do aumento da demanda agregada e da melhora das expectativas, os empresários deverão ampliar seus níveis de produção e, a partir de certo grau de utilização da capacidade instalada, seus investimentos. Há ademais, outra forma de investimento, o autônomo, que pode se beneficiar do crescimento da demanda efetiva e do PIB, mas que não está diretamente determinado por eles. Nos países desenvolvidos, este tipo de investimento está em geral associado às ondas de inovações, cujo efeito, na maioria dos casos, é a queda de preços. Como consequência desses últimos, e do empuxe sobre o conjunto da economia, a demanda existente se amplia e, desse ponto de vista, o investimento autônomo comanda o crescimento. Nos países periféricos, algumas atividades podem caber neste figurino, pelo tamanho e impacto sobre a produtividade, como por exemplo, a infraestrutura, ou a diversificação da estrutura produtiva. Claro, se a economia está em crescimento e as expectativas são favoráveis, o investimento autônomo encontra melhor campo para florescer. À luz dos princípios apresentados acima, como interpretar a atual situação da economia brasileira: ela caminha para a recuperação ou para a estagnação? Comecemos pelo consumo das famílias que cai há oito trimestres, por qualquer critério de medição, mas cuja velocidade da queda tem se atenuado no corrente ano. Subjacente a este comportamento está uma deterioração inusitada do mercado de trabalho: o desemprego continua elevado e em alta, como decorrência do baixo crescimento da ocupação e das remunerações médias, estagnadas. Outro fator crucial da deterioração do consumo é o comportamento do crédito. A tentativa das famílias de fugir das altas taxas de juros tem levado ao pagamento de dívidas, mormente nas faixas médias e altas. No agregado, o volume de crédito concedido às pessoas físicas acusou declínio nos últimos anos e estabilidade em 2017. A contribuição do setor público à demanda efetiva é assunto bem intricado. De um lado, a preservação de um déficit primário de cerca de 2,5% do PIB desde o segundo trimestre de 2016 poderia sugerir uma postura fiscal expansionista. Em 2017, este déficit primário tem diminuído ligeiramente e esta diminuição é produto da queda simultânea, mas com maior intensidade, das despesas vis a vis as receitas. Por ambas as razões, a postura fiscal pode ser entendida como contracionista. Esse ponto é crucial. O governo definiu uma meta de superávit primário ambiciosa, num contexto recessivo e de queda mais que proporcional das receitas em razão do caráter pró-cíclico do sistema tributário. Assim, para realiza-la, terá de contrair recorrentemente as despesas, criando um círculo vicioso contracionista. As exportações líquidas, ou o saldo comercial, tem se constituído num elemento inequívoco de contribuição ao aumento da demanda agregada em 2017. Sua capacidade de dinamização do crescimento está limitada por dois fatores distintos: pelo grau de abertura da economia brasileira e pela composição da pauta de exportações.
 
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As exportações têm contribuído para o aumento da demanda
(Foto: Ivan Bueno/Fotos Públicas)

Após a crise de 2008, as exportações de bens e serviços representaram apenas 11% da demanda agregada na economia brasileira (média de 2009/2014), mas a importações eram mais altas, ocasionando um déficit externo e uma contribuição negativa ao crescimento. Essa situação inverteu-se após 2015, e em 2016 observou-se um saldo positivo de 0,5% do PIB, resultante de exportações de 12,5% e importações de 12% do PIB.

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