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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Ministros e juízes estão fazendo de tudo para impedir a abertura da CPI da Lava Toga, o que inclui um acordo com Bolsonaro: a Justiça não importuna seu filho e o governo enterra a investigação. Mas, afinal, o que os ministros togados tanto temem? ISTOÉ revela os principais motivos

Crédito: Igo Estrela/Getty Images

ACIMA DA LEI Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli se consideram imunes a qualquer tipo de investigação?

Desde os primeiros dias de fevereiro, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) anda insone. O parlamentar vem tentando emplacar sem sucesso a CPI da Lava Toga – destinada a investigar os magistrados dos Tribunais Superiores e passar a limpo o Poder Judiciário, como já havia sido feito com o Executivo e o Legislativo, onde a Lava Jato levou à prisão ex-presidentes da República, ex-governadores, ministros, deputados, senadores e ex-presidentes da Câmara. O objetivo da Lava Toga é responsabilizar juízes togados, especialmente do Supremo Tribunal Federal (STF), suspeitos de crimes e irregularidades que poderiam levá-los até ao afastamento de seus nababescos cargos.O Senado é o único órgão que pode pedir o impeachment de integrantes do Supremo. Apesar de contar, em vários momentos, com o número mínimo de 27 assinaturas de senadores para a abertura do inquérito, a Lava Toga não prospera. Sobretudo por causa da pressão dos ministros do STF e, especialmente, de manobras com as bênçãos do governo sobre os senadores, no sentido de pressioná-los a retirarem as assinaturas que garantiriam a instalação da Comissão de Investigação. O condutor dessas coações tem nome e sobrenome: o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente e ponta-de-lança de um jogo rasteiro cujo único propósito é o de inviabilizar a CPI. Em troca da suspensão das investigações sobre eventuais crimes que ele cometeu quando era deputado estadual no Rio de Janeiro, determinada pelo presidente do STF, Dias Toffoli, Flávio adotou a política de uma mão lava a outrae, de forma escancarada, passou a trabalhar para enterrar a Comissão antes mesmo dela nascer. Como se semideuses e inatingíveis juridicamente fossem, os ministros de toga dizem que se a investigação for aprovada no Senado, eles irão travar no STF. Mas, afinal, o que tanto eles tem.

” Como é que uma nação pode acreditar em autoridades do” STF” e ” políticos” que  foram eleitos, e até prestaram juramento e depois de todo o processo  agem desta maneira, traindo a nação brasileira e querendo ser os semideus?”

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Plá toca na rua XV desde a década de 80. - Créditos: Ana Carolina Caldas
                       Plá toca na rua XV desde a década de 80.
/ Ana Carolina Caldas

No último dia 29 de agosto, o Plá, como é conhecido em Curitiba, foi surpreendido com a proibição que continuasse tocando seu violão na Rua XV de Novembro, local que ele toca desde a década de 80. Segundo depoimento dele,  foi abordado por guardas municipais que o informaram que estava instituída a lei do silêncio naquela região. Os agentes citaram o Decreto promulgado no final de 2018 pelo prefeito Rafael Greca que diferente do que os agentes o informaram, não veta a apresentação de músicos, porém regulamenta horários e solicita que os artistas estejam cadastrados.  

O decreto foi tema de muitos protestos dos artistas de rua desde o início deste ano. No último sábado, 18, aproveitando o 4º Encontro da Rede Paranaense de Teatro de Rua realizaram um cortejo até a Rua XV, para protestar contra a repressão sofrida pelos trabalhadores da arte de rua, que têm se intensificado durante a gestão de Rafael Greca à frente da prefeitura de Curitiba. 

Foto: Giorgia Prates

Para o musico Plá, a ação de repressão foi equivocada porque o decreto se volta para artistas que se utilizam de caixa de som e ele toca apenas com seu violão. “No mesmo dia usei minhas redes sociais para denunciar a ação. Como sou bastante conhecido, recebi muito apoio e desde então nunca mais fui incomodado. Continuo aqui cantando e apresentando meu trabalho.” Plá desde que se formou na Faculdade de Artes do Paraná (FAAP), há 35 anos atrás, se apresenta na rua. “Logo fiquei conhecido e fui chamado para shows em teatro e e grandes eventos. Mas gosto mesmo é de estar na rua. É o palco mais democrático que tem.”  

Segundo ele, as letras que compõe são filosóficas. “Estar na rua para fazer estas pessoas pensarem sobre a vida que vem levando. É o que faço.” E para dar um exemplo, canta um trecho de uma das músicas: “Alimentação espiritual, o que está faltando no social. Caminhando para solidão, nos edifícios da capital, acompanhado de informação virtual internacional sem saber o que acontece no seu quintal. Sem saber o que acontece no seu quintal. Quando no elevador mesmo em companhia ausente, nem dá bom dia…” 

No seu 61º CD, Plá ainda é tema de um filme que recentemente foi apresentado na Cinemateca. O seu último CD foi lançado no Festival Psicodália, um festival de música independente que acontece todo ano em Rio Negrinho.

brasildefato

Privatização da Eletrobras teve início no governo Temer e segue na gestão Bolsonaro, com articulação de Paulo Guedes e Rodrigo Maia - Créditos: Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil
Privatização da Eletrobras teve início no governo Temer e segue na gestão Bolsonaro, com articulação de Paulo Guedes e Rodrigo Maia.
                                                                       / Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Resultado de imagem para Eletrobras

    Um dos pontos principais da agenda econômica do governo de Michel Temer (MDB), a privatização da Eletrobras segue no radar político por meio do projeto neoliberal liderado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Enquanto aguardam a apresentação de um projeto de lei (PL) do governo propondo a venda da companhia, parlamentares contrários à privatização e lideranças sindicais já tentam negociar pontos relacionados à medida.  

A principal frente de atuação se dá na Câmara dos Deputados, porta de entrada do PL, onde lideranças tentam diálogo com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para garantir que o projeto seja amplamente debatido, sem andamento de urgência e também com votação no plenário da Câmara. Este último ponto poderia ser inviabilizado em caso de “tramitação conclusiva”, que é quando uma matéria é votada somente nas comissões, sem necessidade de avaliação dos 513 deputadosO pedido é também uma estratégia política para adiar ao máximo a votação – a avaliação pelo plenário impõe ritmo mais lento às tramitações – enquanto se busca popularizar o debate sobre os riscos da privatização. 

Em reunião ocorrida na última terça-feira (17), Maia teria prometido às lideranças que não haverá trâmite de urgência e que a proposição será votada em plenário. O presidente também teria informado que pretende colocar o PL para avaliação de uma comissão especial, o que ocorre nos casos de propostas de emenda constitucional (PECs), e de matérias que envolvem competências de mais de três comissões legislativas, entre outras.  Ele teria dito, também, que não há previsão para a chegada do PL à Câmara.  

Interesse nas privatizações

  O corpo a corpo dos opositores com Maia se dá não só pelo fato de o presidente ter o poder de definir detalhes dos trâmites políticos, mas também porque o democrata é um conhecido defensor das privatizações. A agenda econômica é o ponto em que o projeto político de Maia se intercepta mais fortemente com o do governo Bolsonaro, o que tende a fortalecer a pauta da venda das estatais dentro do Legislativo. Os movimentos dos dois dialogam diretamente com os do mercado, interessado na venda da Eletrobras, que fechou o ano de 2018 com lucro líquido de cerca de R$ 13,35 bilhões. No mês passado, após Maia afirmar que espera uma rápida venda da companhia, as ações da empresa dispararam no mesmo dia, com alta de 13,3% – um termômetro da valorização da estatal no mercado. A venda da empresa, em que o governo pretende arrecadar R$ 12 bilhões, é duramente questionada. Desde agosto de 2017, quando Temer anunciou o projeto, trabalhadores da Eletrobras vêm pressionando parlamentares pedindo a rejeição da proposta.

 

“A solução pro nosso povo eu vou dá

Negócio bom assim ninguém nunca viu

‘Tá tudo pronto aqui é só vim pegar

A solução é alugar o Brasil

Nós não vamo paga nada

Nós não vamo paga nada

É tudo free

Tá na hora agora é free

Vamo embora

Dá lugar pros gringo entrar

“Esse imóvel tá pra alugar ah ah ah ah

 

Tudo estar levando a acreditar”

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Famílias afirmam que não foram notificadas. Maioria não tem para onde ir e não recebeu a indenização a que tem direito

Despejo é motivado por obra de macrodrenagem da bacia do Tucunduba. Operação contou com a presença da Tropa de choque da polícia militar - Créditos: Foto: Catarina Barbosa
Despejo é motivado por obra de macrodrenagem da bacia do Tucunduba. Operação contou com a presença da Tropa de choque da polícia militar / Foto: Catarina Barbosa

Dona Marlene Martins Rosário tem 60 anos e consegue cerca de R$ 400 por mês trabalhando como manicure. O marido José Lima do Rosário, tem 67 anos e é pedreiro. Foi ele quem construiu a casa onde viveu com a esposa por 43 anos. Nesta quinta-feira (19), Marlene e José viram a casa que construíram juntos ser destruída, na passagem Gracinha, no bairro da Terra-Firme, em Belém (PA). A demolição foi feita pela equipe da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop). O órgão afirma que forneceu apoio às famílias, mas as pessoas relatam o contrário. A reintegração de posse ocorreu com a presença do batalhão de choque da polícia militar e da equipe das Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam). A manicure teve que assistir não só a sua casa, mas a do seu filho, Carlos André, de 43 anos, virar escombros. A outra filha do casal, Carla Andreia, de 41 anos, recebeu no dia do despejo a notificação de que precisará sair de sua casa em – no máximo – cinco dias.  O processo de reintegração consiste não só na retirada das famílias das residências, mas na destruição do imóvel. Telhas, janelas, portas, vigas, paredes tudo é posto abaixo com o auxílio de marretas e uma retroescavadeira finaliza o processo transformando lar em escombros. A demolição começou pela casa de Dona Marlene, por volta das oito horas da manhã. Ela reclama que não conseguiu salvar nada da estrutura da casa, porque a retroescavadeira derrubou seu imóvel em menos de uma hora. Porém, na casa do filho, Carlos André, os familiares interviram para salvar telhas, grades e o que foi possível. 

   Tropa de choque da PM acompanhou a reintegração de posse. Na passagem Gracinha, quatro casas foram destruídas (Foto: Catarina Barbosa)

     Os moradores que perderam as casas repetem a mesma afirmação: não há para onde ir. Não há dinheiro para começar uma nova vida. O direito à moradia é garantido na Constituição Federal, mas o Pará tem um dos piores déficits habitacionais do Brasil, segundo a Síntese de Indicadores Sociais de 2018, uma publicação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O documento aponta que cerca de 12,4% da população vive com algum tipo de privação relacionado à moradia. A média no Brasil é de 11%. Dona Marlene alega que o dinheiro ofertado pelo Estado como forma de indenização é insuficiente para comprar uma casa nova e que, no momento, ela não tem recursos para começar uma nova vida em outro lugar: “Primeiro as casas são destruídas, depois é que vem o dinheiro da indenização”, queixa-se. ”Eu não fui notificada, fui avisada por telefone que ia ter uma ação aqui na quinta-feira e hoje eles já vieram e quebraram a casa. Não temos para onde ir. Não temos dinheiro, porque o dinheiro eles dizem que já está na conta, mas só podemos tirar depois que a justiça vem e agora que a justiça veio. A gente só vai poder recorrer de amanhã em diante”, relata a senhora de pouco mais de um metro e meio de altura, pele parda, cabelos brancos e óculos. Sem casa, Marlene dormirá na casa de Carla Andreia, a filha que recebeu aviso de despejo durante a demolição da casa da mãe. A residência fica praticamente em frente ao local onde ficava a casa dos pais. Na noite de quinta-feira, a casa de Carla serviu de abrigo não são para seus pais, mas para todos os vizinhos que tiveram as suas residências derrubadas.

Trator destrói casas no bairro da Terra-firme, no Pará 

(Foto: Catarina Barbosa)

Por volta das 16h30, a última coisa foi colocada abaixo. Vizinhos e amigos ajudaram a carregar móveis, telhas e eletrodomésticos. À noite, as famílias tiveram uma reunião com o advogado Pedro Cavaleiro, que trabalha junto com a deputada Marinor Brito (Psol) para saber quais serão os próximos passos de suas vidas.

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Manifestantes reivindicam medidas concretas para combater o aquecimento global e para frear as emissões de CO2 - Créditos: Foto: Christof Stache/AFP
Manifestantes reivindicam medidas concretas para combater o aquecimento global e para frear as emissões de CO2 /
Foto: Christof Stache/AFP

Multidões se reuniram nos quatro cantos do mundo nesta sexta-feira (20) para exigir ações contra as mudanças climáticas e o colapso ambiental em curso. As manifestações reivindicam medidas concretas para combater o aquecimento global e frear as emissões de gases causadores do efeito estufa.

Apesar de não haver dados oficiais, a imprensa internacional já noticia que as ações mobilizaram milhões de pessoas ao redor do globo.
   A Greve pelo Clima é inspirada no movimento Fridays For Future (Sextas-feiras Pelo Futuro, em português), criado por Greta Thunberg, adolescente sueca de 16 anos. Desde o ano passado, ela falta às aulas todas as sextas-feiras para protestar diante do parlamento da Suécia pelo clima. A ação ganhou comoção popular e passou a ser reproduzida por estudantes de outros países.  Com ampla participação de crianças e jovens em defesa de seu futuro, os atos globais reforçam a urgência de políticas governamentais voltadas para que a temperatura média global, que cresce a cada ano, mantenha a curva de crescimento abaixo de 1,5 ºC até o fim do século. 

Assim como em outros países, ato na Suíça contou com a participação de muitas crianças (Foto: Jonathan Nackstrand/AFP)

Especialistas consideram ainda, que o ano que vem é o período limite para a adoção de medidas efetivas que possam reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2) em 45% até 2030. Ao longo desta sexta-feira, foram registrados atos em cidades da África do Sul, Nigéria, Uganda, Alemanha, Inglaterra, Dinamarca, França, Holanda, Paquistão, Polônia, Croácia, Austrália, Índia, Bolívia, Estados Unidos, Japão e Tailândia. Um total de cinco mil protestos são esperados até o fim do dia. 

                                                                                        Manifestação no Paquistão (Foto: Arif Ali/AFP)

     A expectativa é que as atenções globais se voltem para um gigante protesto marcado em Nova York, onde ocorrerá a Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU) na próxima semana.

    Já no Brasil, mobilizações acontecem em municípios de Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, Brasília, Bahia, entre outros. Em São Paulo, no fim do dia, ocorre um protesto na Avenida Paulista, na altura do Museu de Artes de São Paulo (Masp). 

Gritos pela Amazônia

   A Greve pelo Clima, cujas mobilizações também estão marcadas para o período entre 20 e 27 de setembro, ocorre em um momento em que a atenção mundial está voltada para o Brasil, devido às queimadas no território amazônico e as respostas do governo brasileiro frente a tal cenário. Somente no mês de agosto, a região foi devastada por 30.901 focos ativos de fogo, um aumento de 196% em relação a julho. No mesmo período, foram mais de 51 mil focos de incêndio em todo o país, um aumento de 128% em relação a agosto de 2018. Conforme análise disponibilizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), perseguido por Bolsonaro, estes são os maiores números registrados desde 2010.

    A origem das chamas se deram devido à ação predatória de ruralistas em regiões fronteiriças à Amazônia. Estimulados por Bolsonaro, os produtores organizaram o Dia do Fogo, em 10 de agosto, em busca de expansão das áreas de pastagem ou para plantações de soja. 

” Muito parecido com Sodoma e Gorrama. As cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas por causa da grande maldade do povo que morava lá.  Pensem bem”

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    Sair de casa sem um pingo de maquiagem, uma gota de corretivo ou mesmo base, é o sonho de muitas mulheres. Mas, para a maioria delas, as manchas, rosácea, acne, danos causados pelo sol e melasmas, ainda geram dependência da pele facial pelos pigmentos.

Mas a dúvida sempre fica: é possível ter uma pele perfeita sem recorrer ao make?  “Uma pele naturalmente bonita deve ser saudável e ter uma rotina de cuidados adequados a cada tipo, idade e época do ano. Independentemente da boa genética, bons hábitos de vida são pilares que promovem a beleza, saúde e longevidade. A alimentação equilibrada, sono de boa qualidade, exercícios regulares, baixa ingestão de bebida alcoólica e evitar o tabagismo são fundamentais para a manutenção da beleza da pele, além do uso de fotoprotetores adequados, que são os princípios elementos para prover saúde ao nosso corpo como um todo e, isto, claramente inclui seu maior órgão: a pele”, afirma a dermatologista Dra Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

O passo a passo diário de cuidados com a pele e o hábito constante de visitar o dermatologista podem colaborar muito nesse processo e aqui elencamos os principais deles:

A última etapa conclusiva do ritual de limpeza é a tonificação. “Estes produtos, apesar da nomenclatura tônico, podem ser calmantes, hidratantes, antioxidantes e adstringentes”. Os tônicos têm o papel de recuperar também o PH da pele.
Hidratação com antioxidantes e foto proteção – Após lavar e tonificar a pele pela manhã, é o momento de usar um sérum tensor com efeito lifting, hidratante, que promova ação antioxidante e de proteção à barreira cutânea. “Ácido ferúlico e um pool de Vitaminas podem estar na formulação, que é um booster de energia para a boa atividade celular principalmente para atuar da junção dermoepidérmica”, explica. “A seguir o uso de fotoprotetor sempre acima de FPS 30 E PPD sempre 1/3 do total da proteção solar com ação anti UVA”, recomenda. Fototipos mais claros devem aumentar a fotoproteção: FPS 50 no mínimo.

Tratamentos noturnos Principalmente durante as épocas mais frias do ano, à noite é o momento de seguir a prescrição do dermatologista e utilizar compostos à base de vitamina A ácida, alfa-hidroxiácidos e derivados associados a clareadores como hidroquinona, alfa arbutin, decapeptídeo e antioxidantes como o resveratrol a vitamina E e C, as antocianinas presentes nos frutos vermelhos, fatores de crescimento, dentre outras formulações específicas para cada caso, tipo de pele e idade. “O regime de tratamento utilizado é prescrito no receituário e pode variar de acordo com a necessidade da pele, o problema em questão, além do estilo de vida de cada paciente”, destaca.

Não esquecer de lábios e olhos  A dermatologista lembra que lábios e olhos devem ser tratados com cremes com boa espalhabilidade que promovam a formação de filme na pele da região para maior proteção. “O produto para a região dos olhos deve ser usado duas vezes ao dia e a fórmula em questão adequada a cada idade com ação tensora, nutritiva, hidratante e capaz de melhorar a turgescência local, com hidratação e volumização”, conta. “Quanto aos lábios, para a hidratação das mucosas podemos utilizar substâncias emolientes como a manteiga de karité, a vitamina B5, a Vitamina E, ácido hialurônico, fosfolipídios e glicerina”, recomenda.

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Boulos conversou com estudantes na UFRGS sobre o projeto Future-se - Créditos: Fotos: Lucas Pitta
Boulos conversou com estudantes na UFRGS sobre o projeto Future-se / Fotos: Lucas Pitta

Neste mês de setembro, o professor, escritor, ativista político, coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e ex-candidato à Presidência da República, Guilherme Boulos (PSol), está numa Caravana pelo Brasil para debater a situação política e os desafios para enfrentar os ataques do governo Bolsonaro. Nesta terça-feira, dia 17 de setembro, ele esteve em Porto Alegre e participou de uma atividade na UFRGS, que devido à forte chuva do final da tarde, teve que ser transferida da frente da Faculdade de Educação (Faced) para o vão da Reitoria. Também participou de um debate com o deputado estadual Fábio Ostermann (Novo) no programa Esfera Pública, apresentado pelos jornalistas Juremir Machado da Silva e Taline Oppitz, na Rádio Guaíba. Na manifestação na UFRGS, para uma plateia principalmente de estudantes, Guilherme Boulos falou sobre o projeto Future-se e a necessidade de construir uma forte oposição nas ruas, com combatividade, com trabalho de base. “Precisamos de uma oposição com coragem de fazer os enfrentamentos que precisam ser feitos. Esse é o desafio que nós temos. Eu nem vou falar de coragem porque quem enfrentou essa chuva para vir aqui hoje, eu não tenho a menor dúvida que tem. Só que isso não pode parar aqui hoje. Quando a gente se junta, saímos mais fortes. A gente vê que não está sozinho. A gente sai mais animado”, destacou.

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 A proposta que agora coloca em xeque os direitos dos trabalhadores é a reforma da Previdência - Créditos: Foto: Midia NINJA
 A proposta que agora coloca em xeque os direitos dos trabalhadores é a reforma da Previdência
/ Foto: Midia NINJA

Entidades, centrais sindicais, movimentos populares e sindicatos, convocam Dia Nacional de Paralisações e Manifestações em defesa do meio ambiente, direitos, educação, emprego e contra a reforma da Previdência. O ato, marcado para a próxima sexta-feira (20) vem para denunciar o desmantelamento do Estado, executado por Jair Bolsonaro em seus oito meses de mandato. Para se ter uma ideia, segundo os últimos dados do IBGE o desemprego no Brasil já ultrapassa a cifra de 13 milhões, outras 4 milhões de pessoas desistiram de procurar por trabalho. Do outro lado da balança está a ameaça às políticas públicas. Para 2020 Bolsonaro anunciou uma série de cortes em diversos setores; educação (-30%), energia (-38%) e habitação (-30%), por exemplo. Sendo o corte no Bolsa Família ainda maior, com redução de 41% do recurso destinado ao projeto. E a lista de medidas que reduziram as políticas destinadas a população não pára por aí. Com o Programa de Aceleração das Privatizações, recém anunciado pelo ministro da economia Paulo Guedes, dezoito empresas federais estão no balcão, entre elas a Lotex, serviço de Loteria Instantânea Exclusiva e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).

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Sistema Único de Saúde se tornou uma referência internacional - Créditos: Foto: Gabriella ZanardiSistema Único de Saúde se tornou uma referência internacional
/ Foto: Gabriella Zanardi

O decreto da Lei Orgânica 8.080, que regulamenta o Sistema Único de Saúde (SUS), completou 29 anos nesta quinta-feira (19). Passadas três décadas, especialistas em saúde alertam que o conceito de universalidade do SUS corre risco. Presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fernando Pigatto explica que as políticas de austeridade, implementadas pelo governo federal nos últimos anos, contribuíram para a precarização da Lei 8.080. “Hoje o desmonte dos direitos sociais e o ataque à democracia acentuam os retrocessos da aplicação desta lei. Os princípios do SUS, como a universalidade e o financiamento, estão sendo fortemente atacados”, enfatiza. Pigatto destaca a Emenda Constitucional 95, decretada em 2016, em meio ao governo golpista de Michel Temer (MDB), como a mais prejudicial para o SUS. “A gente sabe que, depois da vigência da Emenda Constitucional 95, o que era subfinanciamento do SUS passou e vem passando por um processo de desfinanciamento”, afirma. A medida congela os gastos na área da saúde por 20 anos, e já tem deixado marcas. Apenas nos dois primeiros anos de vigência da emenda (2018/2019), cerca de 10 bilhões de reais foram retirados da saúde pública.

O que se perde

Em meio ao desfinanciamento, a população é quem mais sofre. Os mais atingidos são as mulheres, os negros e as pessoas com ensino médio incompleto, que são os principais usuários dos serviços de atenção primária à saúde do SUS, segundo artigo publicado na Revista de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) em 2017.

O Churrasco é muito mais do que uma simples refeição, ele é considerado um evento social e, dessa forma, uma excelente oportunidade para reunir amigos e familiares. As carnes ganham um sabor especial quando preparadas na churrasqueira, criando aquela crosta deliciosa por fora e mantendo o interior suculento e macio. Porém nem todo mundo pode contar com uma churrasqueira dentro de casa e ter a chance de assar aquele belo churrasco com os amigos. Além disso, a necessidade de utilizar carvão ou lenha muitas vezes torna inviável fazer carnes assadas para poucas pessoas, sem fazer muita sujeira.

Foi pensando nisso que uma empresa de Santa Catarina trouxe para o Brasil uma excelente alternativa para lhe proporcionar a experiência de assar um bom churrasco dentro da sua própria casa: a Churrasqueira MaxChef. Desenvolvida para que você asse carnes no seu fogão de cozinha, sem sujeira e sem fumaça. A Churrasqueira MaxChef possui um disco de cerâmica para ser colocado na boca do seu fogão convencional, que pode ser a gás, propano ou elétrico, e que distribui o calor funcionando como uma grelha de churrasco tradicional. Além disso o disco possui uma superfície larga para grelhar diversos tipos de carnes, legumes, verduras, pães e queijos. O material de cerâmica, além de resistente e não arranhar como outros tipos de materiais, por ser um elemento natural não possui compostos tóxicos e metais pesados, garantindo mais qualidade e saúde nas suas refeições.

Outra grande vantagem da cerâmica é o fato de nenhum tipo alimento grudar na sua superfície – até mesmo o queijos se soltam facilmente na Churrasqueira MaxChef. Dessa forma a limpeza se torna muito mais fácil e você não precisará ficar esfregando os restos grudados no disco, que também pode ser lavado na máquina de lavar-louças. Um anel externo de alumínio acompanha o disco e serve para coletar a gordura que solta do alimento e evitar a produção de fumaça, basta colocar um pouco de água no seu interior para que o seu churrasco seja um sucesso, sem sujar o seu fogão ou encher a sua casa de fumaça.

Confira três dicas que vão te ajudar a finalmente aderir ao spray fixador na sua rotina de cuidados:

1. Fuja dos sprays que têm ÁGUA como primeiro ingrediente

“A primeira coisa a se fazer quando quiser comprar um spray fixador é checar os ingredientes”, afirma Justine. Caso o primeiro da lista seja água, ele não foi feito para cabelos enrolados. O produto vai deixar os fios pegajosos e pesados. Se for usado em excesso, o spray à base d’água pode até quebrar os fios, especialmente quando utilizado como finalização de um penteado. Por isso, tome muito cuidado.

2- Use o produto no cabelo úmido

Além da maneira mais comum de usar, depois de estilizar o cabelo para deixar tudo no lugar, experimente usar o spray com o cabelo ainda úmido. Aplique o produto no cabelo depois de lavá-lo e antes de começar a finalização como de costume. Ele vai prevenir o frizz e, desta forma, também vai ajudar na fixação dos cachos, mas sem deixar aquele aspecto duro. O spray também pode ser um aliado para redefinir os cachos depois de dormir, por exemplo.

3- Invista na hidratação

Os fios cacheados e ondulados já costumam ser mais secos, por isso, escolha sprays que não têm o jato ou a fórmula muito seca. Essas informações podem ser encontradas muito facilmente na embalagem dos produtos. Invista nos que possuem ativos hidratantes, como óleo de coco ou babosa. Para evitar o aspecto molhado que os produtos mais hidratantes podem dar, aplique o spray com pelo menos 30 centímetros de distância dos fios e sempre mude a direção do jato. Depois de usar o produto, também é importante investir em uma máscara hidratante para evitar que o cabelo resseque e quebre.

claudia

Um feixe de luz intenso que atinge apenas o alvo – essa é a forma simples de descrever um laser. Aliado da dermatologia estética, atua por afinidade. “De acordo com o comprimento da onda, cada tipo de laser interage com uma substância – que pode ser o sangue, a água ou a melanina –, produzindo um efeito específico”, explica a dermatologista Valéria Campos, de São Paulo. Ao acertar o alvo, o laser provoca uma pequena lesão. “Mas é totalmente controlada. O próprio organismo aciona o metabolismo para corrigi-la”, afirma a dermatologista Adriana Cairo, de São Paulo.Com a recente evolução tecnológica, os novos aparelhos proporcionam resultados mais naturais e recuperação rápida. Além disso, nem sempre provocam descamações e irritação da pele. Cada vez mais, os jovens vêm buscando o procedimento como prevenção por oferecer opções menos invasivas. “É uma geração que se cuida desde cedo, evitando assim longos protocolos para tratar tudo de uma vez quando chegarem a uma idade mais avançada”, acrescenta Valéria. Há também os procedimentos lunchtime. “São aqueles que não exigem muito tempo de recuperação. Então, não interrompem a rotina e podem ser feitos até na hora do almoço”, diz a dermatologista Kédima Nassif, de São Paulo.

Tudo isso, aliado a um bom profissional, permite diagnósticos e tratamentos bastante eficientes. A recomendação é totalmente personalizada. O médico levará em consideração, entre outros fatores, as condições da pele – quem aplica ácidos, por exemplo, sofre com o aumento da sensibilidade –, o uso de medicamentos controlados, como isotretinoína, e a dedicação aos cuidados após o procedimento. Com promessas mágicas pipocando nas redes sociais a preços tentadores, vale se informar antes de topar qualquer tratamento. A seguir, listamos algumas das opções disponíveis que fazem mais sucesso hoje e explicamos para que servem e como atuam.

Dúvidas frequentes
  • Laser funciona melhor na pele clara?

Sim, a melanina pode interferir no tratamento. “Nas peles mais escuras, em razão do maior risco de queimaduras, usamos lasers de menor intensidade. Os de rubi ou de alexandrita, por exemplo, são proibidos nesse caso”, alerta o dermatologista Abdo Salomão.

  • A pele pode ficar sensível após a sessão?

Alguns tipos de laser, chamados de ablativos, provocam aspereza ou ressecamento da pele – é o caso do CO2. Mas eles não são maioria. Informe-se com seu médico antes do procedimento.

  • Dá pra fazer uma sessão e ir direto para o trabalho?

Em geral, o procedimento não causa incômodos nem marcas, apenas uma vermelhidão tolerável. Mas não se pode abrir mão do protetor solar – reaplicando-o várias vezes ao dia.

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Meghan Markle continua provando que é possível ousar em seus looks de duquesa com pequenas sutilezas que fazem toda a diferença no visual.

Eleita como a mulher mais bem vestida de 2018 pela revista People, a esposa do Príncipe Harry voltou a esbanjar estilo ao marcar presença em um evento recente em Londres. Na ocasião, a morena surgiu a bordo de um modelito que foge de tudo que a realeza já usou, com direito a fenda central e até transparência. Saiba mais:

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Vestido de Meghan com fenda

Sem a companhia do marido, a duquesa de Sussex atraiu todos os olhares com um “pretinho” nada básico da Givenchy – grife que é dirigida por Claire Waight Keller, estilista que foi responsável por criar seu icônico vestido de noiva. O modelo elegante, que tinha comprimento mídi, chamava atenção por dois detalhes em especial: as mangas longas bufantes, que vinham com uma leve transparência, e a fenda central discreta na saia. Juntas, essas características deixaram o figurino de Meghan muito mais moderno sem fugir do clássico (para o alívio da Família Real!). Isso sem contar que a peça ainda tinha um triângulo feito em veludo na região do decote, o que conferiu uma dose extra de requinte ao look. Longe de ser um modelo exclusivo, o vestido pode ser encontrado para compra na loja virtual da marca por 2.510,00 libras, aproximadamente R$ 13.300,00. Além do detalhe em veludo, ele é confeccionado também em crepe de lã (tronco) e seda georgette (mangas), tecidos considerados nobres.
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No quesito dos acessórios, a duquesa surpreendeu mais uma vez ao repetir um sapato que já havia usado em público outras vezes. Combinando com o vestido e com sua bolsinha, ela optou por colocar scarpins pretos da marca Aquazurra que trazem um lacinho muito fofo no calcanhar. O toque final da produção ficou por conta das joias repletas de diamantes e um cinto mais larguinho com fivela dourada que marcou bem sua cintura e combinou perfeitamente com modelito. Veja mais fotos:

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Menino frustrado com a matemática
            Tentam derrubar a ideia de que nascemos – ou não – com afinidade para a matemática
                                                      Aula de matemática

    Em 2013, três pesquisadores italianos acompanharam 120 meninas de seis anos que cursavam a 1ª série. Eles perceberam que as meninas que acreditavam que a matemática não era para mulheres tinham desempenho pior na disciplina que os demais alunos participantes da pesquisa. Alguns anos antes, em 2007, um estudo feito nos EUA com 373 alunos (de ambos os sexos e diversas etnias) da 7ª série apontou que os estudantes que acreditavam que “ter uma certa quantidade de inteligência, sem poder mudar nada a respeito disso” não se destacavam em matemática, ao contrário dos estudantes que entendiam que sua própria inteligência era maleável. Estes são alguns dos estudos que, na última década, tentam derrubar a ideia de que nascemos — ou não — com afinidade para a matemática. Em vez disso, esse “cérebro matemático” parece ser em grande parte construído (ou atrofiado) pelas nossas ideias a respeito de nossas próprias habilidades, pelo nosso esforço e, não menos importante, pela forma como a matemática nos é ensinada em sala de aula. “Há algumas razões pelas quais acreditamos que somos ruins em matemática, e a primeira é a ideia equivocada de que ou você nasce com um ‘cérebro matemático’ ou não terá aptidão”, diz à BBC News Brasil Jo Boaler, autora e pesquisadora do ensino da matemática pela  “Muita gente acredita nisso e, na primeira vez em que enfrenta alguma dificuldade, passa a pensar: ‘bem, então não tenho um cérebro matemático’ e consolida uma visão negativa (de si) a partir daí.” Outra razão, opina Boaler, é que a matemática muitas vezes é ensinada “de um modo incrivelmente chato, como se fosse uma matéria sem sentido, o que afasta as pessoas. A combinação disso (percepções pessoais e modelo de ensino) trouxe muitos danos.” Boaler aborda o tema no livro Mente Sem Limites e participa nesta semana, em São Paulo, do 2º Seminário de Mentalidades Matemáticas, que também discute avanços neurocientíficos sustentando a ideia de que a disciplina é mais acessível do que se costuma pensar.

Jogos matemáticos
   Defende ensino mais colaborativo, visual e criativo da disciplina

Valorizar os erros e desestimular a rapidez

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'Eu não era adepto do golpe', disse Temer ao afirmar que tentou impedir o impeachment de Dilma / Foto: Reprodução/TV Cultural

‘Eu não era adepto do golpe’, disse Temer ao afirmar que tentou impedir
o impeachment de Dilma
Foto: Reprodução/TV Cultural
JC Online
O ex-presidente Michel Temer (MDB) disse, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que não se empenhou ou apoiou “o golpe”, ao responder uma pergunta sobre o fato de ter sido chamado de “golpista” durante o processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. Temer, à época, era vice-presidente da petista, após ter sido eleito em uma chapa com ele em 2010 e reeleito em 2014. “O pessoal dizia ‘o Temer é golpista’ e que eu teria apoiado o golpe. Diferente disso […] eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe”, falou Temer. “Aliás, muito recentemente, o jornal Folha detectou um telefonema onde o ex-presidente Lula me deu, onde ele pleiteava e depois esteve comigo para trazer o PMDB para impedir o impedimento. E eu tentei, mas a esta altura, eu confesso, que a movimentação popular era tão grande e tão intensa que os partidos já estavam mais ou menos vocacionados, digamos assim, para a ideia do impedimento”, disse Temer. “Veja que até o último momento, e esse telefonema revela que eu não era adepto do golpe”, completou.

Questionado pelo jornalista Ricardo Noblat se “não havia conspirado nem um pouquinho?” pelo impeachment, Temer reiterou que não. “Não imaginava que viraria presidente por essas vias”, disse o ex-presidente.

Dodge fez anúncios no seu último dia no cargo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Dodge fez anúncios no seu último dia no cargo

BRASÍLIA – No último dia do mandato, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou nesta terça-feira, 17, um parecer pedindo que o Supremo Tribunal Federal (STF) declare a inconstitucionalidade de seis decretos do governo Jair Bolsonaro que alteraram as regras de porte e posse de armas. Em outra ofensiva contra os interesses do Palácio do Planalto, a procuradora entrou com três ações no STF que contestam medidas defendidas pelo Palácio do Planalto: o projeto Escola sem Partido e as mudanças promovidas pelo governo federal nas composições dos conselhos nacionais do meio ambiente (Conama) e dos direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Para Raquel Dodge, as alterações nas regras de posse e porte de armas em decretos assinados por Bolsonaro afrontam “o princípio da separação dos poderes” e substituem o papel do Poder Legislativo “na tomada de decisão acerca da política pública sobre porte e posse de armas de fogo”. O parecer da procuradora foi encaminhado no âmbito de uma ação ajuizada pelo partido Rede Sustentabilidade em maio deste ano.

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Foto: Agência Senado

O ex-vice-presidente da Odebrecht, Henrique Valladares, foi encontrado morto nesta terça-feira (17) em sua residência no Rio de Janeiro. Em delação premiada, Valladares acusou o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), o PSDB, o ex-ministro Edison Lobão, o jornalista Diego Mainardi, do O Antagonista, e o empresário Alexandre Accioly, dono das academias BodyTech, de terem recebido propina da empreiteira.

As informações são do colunista Lauro Jardim, do O Globo. As causas da morte não foram divulgadas. Valladares ocupou por vários anos a vice-presidência da empreiteira e era tido como um dos principais delatores da Lava Jato. Em delação premiada realizada em 2017, Valladares afirmou que, pessoalmente, pagou cerca de R$ 50 milhões ao deputado federal Aécio Neves, disse que distribui dinheiro a representantes da CUT de Porto Velho e a lideranças indígenas e ainda apontou envolvimento de Diego Mainardi e de Accioly em esquema de Aécio. A divulgação da denúncia por parte da Fórum gerou, inclusive, um processo por parte do jornalista do Antagonista, que pedia R$ 100 mil pela reprodução do conteúdo da delação. Ele também produziu um vídeo com ataques ao veículo.

Orçamento da Capes para 2020 não permite novas bolsas; 83 mil pesquisadores do CNPq podem ficar sem receber em outubro

Doutorando do Instituto de Química da USP, Mateus Carneiro é um dos cientistas que esperam pela retomada das bolsas - Créditos: Foto: Pedro Stropasolas
Doutorando do Instituto de Química da USP, Mateus Carneiro é um dos cientistas que esperam pela retomada das bolsas / Foto: Pedro Stropasolas

Em sua cruzada contra a ciência e o conhecimento, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem um novo alvo estratégico: o fomento à pesquisa no Brasil. Com os cortes de verbas anunciados ao longo dos últimos meses, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) podem interromper suas atividades. No início do mês de setembro um corte de mais 5.613 bolsas de estudos para pesquisas de pós-graduação – referentes a trabalhos de mestrado, doutorado e pós-doutorado – foi anunciado pela Capes. Na última quarta-feira (11), o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, reduziu parcialmente o corte e anunciou que a Capes receberá R$ 600 milhões para a manutenção de 3.182 benefícios vigentes. O dinheiro, no entanto, abrange apenas os cursos com as melhores conceitos de acordo com a agência e será suficiente para bancar somente os atuais bolsistas. Se nada mudar, a Capes terá, em 2020, pouco mais de R$ 3 bilhões para custear as cerca de 215 mil bolsas de formação de professores, graduação, pós-graduação e intercâmbio.No total, a Capes já cortou 11.800 bolsas neste ano. Até o momento, 8.629 vagas em pós-graduações seguem travadas para novos alunos.

 Sem sustento

“A partir do momento que não tem bolsa, não tem dinheiro, como eu vou me sustentar aqui, numa cidade como São Paulo?”, indaga Mateus Carneiro, doutorando no Instituto de Química, da Universidade de São Paulo (USP). A instituição é referência no estudo da História e Filosofia da Química. Após um ano de estudo e um processo seletivo com provas em inglês e espanhol, Carneiro foi contemplado com uma bolsa da Capes para financiar os quatro anos de doutorado. Isso após 6 meses sem receber remuneração pela pesquisa – acumulando boletos e contas a pagar. 

No dia 2 de setembro, após o comunicado do MEC, ele recebeu um e-mail do Programa de Pós-Graduação da USP comunicando que sua bolsa havia sido cortada.

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Fátima Bernardes mostra os presentes que ganhou de Túlio Gadêlha - Reprodução/InstagramFátima Bernardes mostra os presentes que ganhou de Túlio Gadelha Imagem:
  Reprodução/Instagram

Depois de fazer uma “surpresa horrível”, como contou Fátima Bernardes, Túlio Gadêlha homenageou a namorada no Instagram hoje, em que ela completa 57 anos.“Hoje é o aniversário dessa mulher incrível, linda, inteligente, romântica, divertida e parceira; que me faz muito feliz. Muita alegria, paz e saúde, meu amor. Até breve”, escreveu ele.

tvefamosos

   Resultado de imagem para MPF denuncia ex-governadores do TO e deputado por desvio

   O Ministério Público (MPF) Federal (MPF) denunciou os ex-governadores Wilson Siqueira Campos (DEM) e Sandoval Cardoso (SD) e o deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM), pelo suposto desvio de mais de R$ 35 milhões de obras de terraplenagem, pavimentação asfáltica e recuperação de vias públicas estaduais e vias urbanas em Tocantins. A denúncia foi apresentada no âmbito da Operação Ápia, deflagrada inicialmente em outubro de 2016. Os ex-governadores e o deputado são acusados de peculato, corrupção, desvio de finalidade e lavagem de dinheiro. Na época dos fatos, Eduardo Siqueira Campos era secretário de Relações Institucionais e de Planejamento e Modernização da Gestão Pública do Estado. O deputado foi alvo da 4ª fase da operação.

    A denúncia da Procuradoria abarca ainda o ex-secretário de Infraestrutura e presidente da Agência de Máquinas e Transportes do Estado do Tocantins (Agetrans) Alvicto Ozores Nogueira, o ex-superintendente de Operação e Conservação de Rodovias da Agetrans Renan Bezerra de Melo Pereira e o empresário Wilmar Oliveira de Bastos, proprietário da empresa EHL – Eletro Hidro. Quando a “Ápia” foi deflagrada, Sandoval foi alvo de mandado de prisão temporária e Siqueira Campos, que é pai de Eduardo, conduzido de forma coercitiva para depor.

   Os dois ex-governadores e o ex-presidente e Alvicto Nogueira já foram alvo de denúncia da Procuradoria, em dezembro de 2018, por suposta fraude a processos licitatórios e cartel. Em janeiro, o Ministério Público Federal apresentou denúncia contra oito empreiteiros pelos crimes de fraude em licitações e formação de cartel apurados na operação. Segundo a Procuradoria, “os agentes públicos, com autorização e supervisão dos ex-governadores, fraudaram licitação para que a Eletro Hidro realizasse as obras em vias públicas do Estado e realizaram ainda aditivos contratuais ilegais e medições fraudulentas”.

O grupo teria desviado recursos adquiridos pelo Estado junto ao Banco do Brasil, mediante três operações de crédito que totalizaram mais de R$ 1,2 bilhão, segundo a denúncia.

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