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Daniela Sarahyba (Foto: Reprodução Instagram)

Daniela Sarahyba 

Daniella Sarahyba revelou em um post no Instagram que, para matar a saudade de ir à praia, andou de carro pela orla do Rio. A modelo, famosa nos anos 2000, publicou uma foto de biquíni no Leblon e explicou que tinha uma ritual às sextas-feiras em que sempre pisava na areia – atualmente, a frequência de praias, lagoas e piscinas públicas está suspensa como forma de evitar a propagação do coronavírus durante a pandemia“6/3/2020. Todas as sextas-feiras eu tentava ir a praia pelo menos por 20 minutinhos. Sempre no mesmo lugar em Ipanema. Era o meu momento de agradecer a Deus pela semana, pegar um pouco de Sol, meditar e dar um mergulho lavando a alma e trazendo boas energias. Sou canceriana, sou apaixonada pela água do mar. O astral da praia me fortalece. Sinto tanta falta…”, lamentou ela nesta sexta-feira (22). A modelo de 35 anos contou a tática para acalmar a vontade de praia. “Essa semana tentei matar saudade. Andei de carro na Orla para tentar pegar um pouco dessa energia boa. Rezando muito para que venham semanas melhores. Que Deus nos permita em breve vivermos novamente momentos tão simples e especiais como esse. Que essa pandemia nos faça valorizar oque há de mais lindo tão pertinho de nós. Sou Carioca da Gema e amo meu Rio de Janeiro”, afirmou Daniella.

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Ex-sister celebra nova marca nas redes e recebe apoio de fãs, amigos e do namorado

Ex-sister celebra nova marca nas redes e recebe apoio de fãs, amigos e do namorado
Mari Gonzalez alcança 10 milhões de seguidores 

Parabéns! Mari Gonzalez está colhendo os frutos que plantou durante sua trajetória na vigésima edição do reality global Big Brother Brasil, que consagrou Thelma Assis como a grande campeã.

Nas redes sociais, nesta quinta-feira (21), a musa surgiu em alguns cliques segurando uma tigela cheia de doces, com uma vela com o número 10, e anunciou que alcançou a marca de 10 milhões de seguidores em seu perfil do Instagram. Meus amores, que alegria! Somos 10 milhões de vidas! A doçura de vocês me encanta todos os dias e espero poder retribuir a cada minuto. Pra comemorar, preparei 3 ensaios especiais!!! Espero que amem muito”, escreveu ela. Orgulhoso, o namorado da ex-sister, o também ex-BBB Jonas Sulzbach, parabenizou a amada. “Aêêê! É milhão para caramba”, divertiu-se ele, deixando vários emojis de milho junto do comentário. Além do apoio de Jonas, Mari recebeu todo o carinho de seus fãs. Comentários como “Você merece”, “Estou tão orgulhosa de vocês”, “Merece o mundo” foram deixados por eles. Na última terça-feira (19), Lucas Gallina protagonizou um climão na web ao revelar que foi bloqueado por Mari Gonzalez nas redes sociais! Tudo começou quando a baianinha pediu aos seguidores uma sugestão de quem deveria convidar para um vídeo em seu canal do YouTube. Na ocasião, um dos fãs mencionou o ex-BBB e teve uma resposta que ninguém esperava.  “Estou bloqueado“, revelou ele.

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Shirleide Rocha, mãe de Thiago, de 16 anos, e Thalyta, de 22, conseguiu superar o distanciamento e criar uma relação harmoniosa com os filhos.

Entender o comportamento dos jovens e respeitar o momento que eles vivem é fundamental para uma relação saudável e feliz

Adolescência. Uma fase complicada, que costuma provocar calafrios nos pais de crianças que, em alguns anos, terão de lidar com as especificidades dessa etapa da vida. Cheios de energia, convicções e uma avidez de conhecer o mundo e tudo o que nele há, os adolescentes costumam testar toda a base educacional que receberam, exigindo paciência e, principalmente, muita sabedoria.

Por diversas razões, é difícil definir a adolescência em termos precisos. O início da puberdade, que pode ser considerada uma linha de demarcação entre a infância e a tal fase, não resolve a dificuldade de definição. Termos científicos não são práticos e pesquisas não são 100% assertivas, já que cada indivíduo vivencia esse período de modo diferente e único. Então, o que resta? Como entender os adolescentes e essa fase tão singular?A resposta é simples e direta: ouvindo-os. É o que defende Deisyane Rocha, de 13 anos. Apesar da pouca idade, a jovem garota percebe com muita sensibilidade o mundo ao seu redor. Para ela, a falta de diálogo é o que torna esse período tão complicado para os pais. “Todos acham que a dor que o adolescente sente é drama. Se reclama de algo, mesmo que seja necessário, é aborrecido. O que realmente ocorre é que, em muitas das vezes, não escutam o que temos a dizer. Por serem mais velhos, todos acham que sabem mais sobre tudo”, desabafa.O abismo entre eles e os mais velhos pode ser reduzido com uma lembrança: “Isso não faz sentido porque eles também já foram adolescentes. Já passaram por tudo o que passamos durante essa fase”. Para Deisyane, a sociedade impõe tabus que precisam ser quebrados: “Acho que deveríamos ter mais abertura para conversas sobre todo e qualquer assunto”, defende a adolescente, que define essa fase como um período de mudanças e descobertas constantes, principalmente em relação à personalidade.

POSSIBILIDADES Para lidar bem com um período tão sensível e delicado, o segredo é respeitar esse momento na vida dos filhos, como indica Gláucia Rezende Tavares, psicóloga clínica e professora da Fumec. “Aos filhos, cabe aprender a lidar com o aumento gradual de suas possibilidades. Aos pais, a se sentirem menos ‘executores’. É preciso que eles aprendam a ficar na retaguarda, permitindo que os filhos expandam, responsavelmente, os horizontes”, explica.“Os conflitos entre pais e filhos adolescentes não precisam ser vividos de forma violenta, mas podem ser vistos como uma oportunidade de lidar com percepções diferentes, respeitando e solidificando uma base de interações harmônicas”, afirma.
Outra chave para uma boa convivência é aprender com as diferenças e lidar com os temperamentos. Foi assim com Shirleide Rocha, mãe de Thiago, de 16, e Thalyta, de 22. O caçula, mais apegado, sempre demandou maior presença e dedicação do que a primogênita. “O adolescente masculino é completamente diferente do feminino. O menino é mais ‘grudado’ e, no nosso caso, ainda tem um agravante. A saúde dele é um pouco frágil, desde bebê, então sempre estivemos muito juntos”, conta a técnica de enfermagem, que precisou lidar com o ciúme da filha. “Como ele precisava de mais atenção, a minha presença na adolescência da Thalyta não foi tão constante. É diferente porque a menina é sempre mais precoce, e ela começou a ficar muito rebelde já com 12 anos. Foi quando vi que ela precisava de um contato maior.”Isso fez com que Thalyta se apegasse mais ao pai e passasse a se desentender com a mãe: “Houve um período em que ela se revoltou contra mim. Ficou hostil, com poucas palavras. Mas eu também passei por isso na minha adolescência e essa situação acabou sendo muito interessante para o crescimento dela”. Para superar o problema, Shirleide começou a confiar à filha algumas tarefas que tinha em relação ao Thiago, como levá-lo ao médico e acompanhar o seu desenvolvimento na escola. “Queria que ela sentisse na pele o que eu passava para entender as minhas dificuldades. Creio que ela pensava que minha vida com o Thiago era só diversão, já que não parávamos em casa. Quando comecei a passar minhas responsabilidades para ela, foi possível perceber o peso da minha carga. Ela começou a se colocar no meu lugar e a me apoiar mais, se aproximando de mim”, contaColocando em prática os principais conselhos de especialistas, Eustáquio Machado, pai de uma criança de 6 e dois adolescentes de 12 e 13, faz questão de entrar no mundo dos filhos: “Faço isso como se eu tivesse a mesma idade, discutindo e conversando no território deles. Assisto a filmes voltados para o público adolescente vibrando com aquilo. Faço disputas com eles como se fosse um colega num determinado desafio. Sei que é uma das fases mais complicadas da vida, por isso tento me lembrar da minha época, de como eu gostaria que meu pai fizesse comigo”, conta.

O temido distanciamento

A adolescência é uma fase em que os filhos saem do seio familiar para descobrir o mundo e a si mesmos. É comum que haja um afastamento, já que eles se interessam mais por estar com outros jovens da mesma faixa etária, dividindo interesses e visões de mundo. E isso é completamente normal.

O problema, cada vez mais presente, é quando o adolescente se afasta demais dos pais e passa a ignorá-los. Nessa hora, é necessário voltar ao ponto de partida e entender o que ocasionou tal afastamento e, principalmente, o que tem fomentado essa atitude.A dificuldade na convivência pode partir das duas partes, como afirma o psicólogo, psicanalista e professor universitário Alessandro Pereira dos Santos. “Vivemos um tempo em que a paternidade e a maternidade estão em questão. O comportamento dos pais na atualidade também sofreu e sofre uma série de impactos. A superficialidade está tanto nos filhos quanto nos pais. Os motivos de um distanciamento podem ser vários, entre eles o trabalho, os estudos, o consumo, o modelo de relacionamento, o não acompanhamento dos filhos, a terceirização da educação e do cuidado para terceiros… São vários os fatores que podem resultar nesse problema”, explica.

INTERNET Outra causa pode ser o uso excessivo da internet, um drama que atinge mais e mais famílias com o passar do tempo. O contato com a tecnologia é inevitável, e pode ser muito benéfico para todas as partes. Proibir não é o caminho, mas o uso deve ser muito bem observado, principalmente na infância. Uma criança que fica tempo demais na internet pode se transformar em um adolescente fechado, com dificuldade para interagir socialmente. “Não existe uma medida-padrão, mas é importante verificar se as crianças conseguem estabelecer relações e práticas no campo não virtual. Se conseguem brincar, dialogar e interagir. Por vezes, os pais oferecerem acesso ao mundo virtual como uma forma de docilizar as crianças. Não estabelecer limites ou deixá-las entregues à internet apenas para que elas fiquem quietas é um erro”, alerta o especialista.Quando o problema já é uma realidade na adolescência e os filhos já estão distantes demais, a dica do psicólogo é evitar discussões e arbitrariedades: “É fundamental não estabelecer uma concorrência ou polarização, como por exemplo: ‘Ou nós, ou o mundo virtual’. É importante investir nas relações, no contato, no querer saber do outro. Não de modo utópico ou pedagógico, mas uma prática cotidiana. Um modo de mostrar aos adolescentes e jovens que a relação com os pais pode ser algo interessante”, aconselha Alessandro, que salienta que a simples censura, cerceamento ou competição traz ainda mais afastamento entre pais e filhos.

CONFIDENTES Shirleide Rocha e a filha Thalyta, de 22 anos, conseguiram superar o distanciamento e as diferenças e ficaram mais amigas e confidentes. Com isso, o convívio e a presença foram melhorando. Hoje, casada e mãe de um bebê de três meses, Thalyta desfruta de uma relação próxima e harmoniosa com a mãe. “Agora que me casei, nossa convivência só melhorou. Ela e meu pai sempre nos orientam quando passamos por alguma situação complicada, e com a chegada do meu filho consigo compreender muito melhor como é essa fase de ser responsável por um ser. Agora, sim, sei valorizar muito mais tudo o que eles fizeram e quero ser para o meu filho o que eles foram para mim”, diz.

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Segundo o jornalista, há três anos Vinícius Bonner luta contra o roubo de seus dados e consequentes golpes

O jornalista William Bonner usou sua conta no Twitter para denunciar o uso indevido dos dados de seu filho para obtenção do auxílio emergencial do governo na pandemia. Segundo ele, golpistas se apropriaram do número do CPF de Vinícius Bonner para conseguir o benefício de 600 reais.Ainda de acordo com o relato, a família consultou o site do Dataprev, que reúne os dados e status das solicitações do auxílio, e o saque estava autorizado. “O fraudador provavelmente indicou que não tinha conta bancária e abriu a conta específica da Caixa – a que, obviamente, meu filho não tem acesso. Portanto, sequer sabemos se o dinheiro foi depositado e se foi sacado”, explicou.“Quantos entre esses foram vítimas de fraudadores, como aconteceu com meu filho? Quantos entre esses realmente fraudaram o programa? Meu filho não fraudou, é vítima e pode provar”, diz.  Ainda de acordo com o apresentador do JN, uma nova queixa-crime sobre o caso será aberta e eles esperam a apuração do caso. “De nossa parte, apresentaremos nova queixa-crime. Da parte dos gestores do auxílio emergencial, esperamos apuração rápida da fraude, para que se resguardem o patrimônio público e a confiança dos cidadãos nos mecanismos de controle desse programa.” Segundo Bonner, essa não é a primeira vez que o filho cai em golpes que usam seus dados. Há três anos a família atua ao lado de advogados para resolver outras situações semelhantes, como contratação e negociação de serviços a partir dos dados de Vinícius. A troca de CPF já chegou, inclusive, a ser cogitada como forma de resolver o problema

FRAUDES NO AUXÍLIO EMERGENCIAL

Em outro trecho do pronunciamento, Bonner retoma a questão das fraudes no sistema do auxílio emergencial. “Pelos critérios do programa de auxílio emergencial, alguém nas condições sócio-econômicas do meu filho não tem direito aos 600 reais da ajuda. Portanto, quem quer que viesse a usar o nome, o CPF e dados pessoais dele deveria receber como resposta ao pleito um ‘não’. Mas, pelo que vimos ao consultar o site do Dataprev, o pedido de auxílio feito por um fraudador foi aprovado”, destacou. Há semanas, revistas e jornais vêm denunciando a insegurança e ineficácia do sistema de concessão de auxílio. Benefícios duplicados, pessoas se passando por outras e até inscrição de militares vieram à tona. Enquanto isso, muitos brasileiros que realmente precisam da renda não conseguem obtê-la por supostas irregularidades na inscrição. O Governo Federal, em outras ocasiões, se pronunciou dizendo que está fazendo o possível para identificar e impedir novas fraudes.

claudia

Temos cerca de 150 mil fios de cabelo no couro cabeludo, crescendo e caindo num ciclo constante durante toda nossa vida. Esses fios partem de uma estrutura chamada folículo pilo-sebáceo e dentro de cada folículo podemos ter de duas a quatro hastes capilares. Os fios de cabelo têm um ciclo caracterizado por três fases: anágena, que de crescimento; catágena, de transição e telógena, de repouso. A fase de crescimento, numa situação normal, dura cerca de quatro anos, enquanto a fase de transição leva semanas e a fase de repouso, de dois a quatro meses. Cerca de 85% dos cabelos localizados no couro cabeludo estão na fase anágena e 15% estão entre a fase catágena e telógena. Quando entra na fase de transição e repouso, o fio cai e volta a nascer, prosseguindo novamente na fase de crescimento. Esse ciclo pode ser alterado por doenças como anemiahipertireoidismo e hipotireoidismo, além de dietas restritivas, remédios e variações hormonais e estresse.

Os hormônios mais importantes relacionados ao cabelo são os masculinos que nós mulheres carregamos, como  a testosterona, deidroepiandrosterona, entre outros. Os hormônios da tireoide, quando baixos ou altos, também interferem na saúde do cabelo e no ciclo capilar. cortisol, que é um hormônio relacionado ao estresse, é outro que impacta na qualidade do fio e nas mudanças do ciclo capilar.

Os hormônios androgênicos, os masculinos, estão relacionados também aos casos de calvície. Essa queda de cabelo é a mais prevalente, atingindo cerca de 80% dos homens e 40% das mulheres. Nos homens, a calvície tem um padrão bem conhecido, comprometendo as entradas e o vértex, enquanto nas mulheres ela é difusa, atingindo mais o topo da cabeça. A calvície, tanto em homens quanto em mulheres, não acontecerá se não forem produzidos esses hormônios androgênicos. Os níveis de hormônios masculinos não estão aumentados na calvície, porém quando a testosterona chega no folículo pilosebáceo, é transformada em dihidrotestosterona e entra no núcleo celular e provoca o afinamento e queda do fio. Há estudos que demonstram que mulheres com ovário policístico, que deixa os hormônios androgênicos aumentados, podem desenvolver a alopecia androgenética. Outras doenças onde esses hormônios estão aumentados como alteração congênita tardia da glândula adrenal e tumores do ovário também podem causar essa forma de calvície.

Stress: outro inimigo

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A pandemia instituiu o paradoxo do Dia do Abraço, mas o carinho pode ser virtua

Até 2020, a distância social, praticada com maior frequência na cultura nórdica, era alvo de críticas, especialmente de pessoas mais amorosas. Uma das quedas de protocolo mais marcantes da vida da princesa Diana foi justamente a de cumprimentar afetuosamente as pessoas, rompendo com a distância física esperada da realeza. A questão da proximidade e de troca de carinho em público virou também um dos ‘defeitos’ apontados em Meghan Markle. Tudo mudou com o novo coronavírus. Agora, evitar os toques ou estar muito perto das pessoas pode custar vidas. E o peso emocional da distância já tem afetado muita gente. Por isso, o Dia Mundial do Abraço, celebrado no dia 22 de maio há 16 anos, marca um novo momento. Ele hoje é virtual, mas com a mesma importância. Se não, maior. Dia Mundial do Abraço surgiu na Austrália, por iniciativa de uma campanha de 2004, quando Juan Man começou a oferecer ‘abraços de graça’ no centro de Sydney, a maior cidade do país. Man tomou a iniciativa ao vencer uma fase de depressão e solidão e decidiu que o carinho aleatório, mesmo de uma pessoa estranha, poderia salvar vidas ao demonstrar, simplesmente, carinho.  “Eu estava em uma festa e uma pessoa desconhecida veio até a mim e me abraçou. Me senti como um Rei, foi o melhor sentimento que tive”, ele contou na época.

Juan Man em 2012 (Patrick Riviere/Getty Images/Getty Images)

Com o cartaz ‘abraços grátis’,  Mann começou a receber e dar abraços nas pessoas nas ruas e ganhou notoriedade. Em 2006, a banda australiana, Sick Puppies, postou um vídeo no Youtube com a música “All the Same”, mostrando o movimento e viralizou. Até hoje é um dos mais assistidos do site, com mais 1 milhão  de visualizações. A proposta do dia é de dar exemplo com um ato de bondade para fazer com que as pessoas se sintam melhor. Com a pandemia e a mudança de costumes, o contato físico não é recomendado.  Porém, o virtual, é absolutamente gratuito. Se sintam abraçadas!

claudia

Neste domingo (24) chega ao fim a segunda temporada de Unidade Básica, série do canal Universal TV que aborda a rotina de uma UBS situada em um bairro da periferia de São Paulo. No ar desde 3 de maio, a temporada traz como protagonistas a Dr. Laura, interpretada por Ana Petta, e o Dr. Paulo, papel de Caco Ciocler.

Para os dois episódios finais, exibidos a partir das 23h do domingo, Laura, Paulo e os demais membros da equipe médica da Unidade enfrentarão questões complexas. No penúltimo, a maternidade é o tema a partir de dois casos bem distintos: de um lado, uma jovem grávida que não deseja ser mãe, do outro, uma mulher que, mesmo em situação de rua com o marido, anseia pela chegada do filho. E, fechando a temporada, um caso de violência doméstica entre um paciente de longa data do Dr. Paulo e sua esposa, atendida pela Dr. Laura traz um conflito de interesses que mina a equipe da UBS e pode pôr em risco a vida dos envolvidos. Sobre este episódio, Ana Petta afirmou que “a violência contra a mulher e os números de feminicídios têm crescido durante a pandemia. A série traz no seu último episódio da temporada essa questão urgente. Posso adiantar que esse caso vai tocar profundamente a Laura como médica e mulher”. Sua irmã, Helena Petta, uma das idealizadoras da série completou: “A ficção busca abordar temas importantes e urgentes. Nesses dois últimos episódios falaremos como as mulheres estão mais vulneráveis a todos os tipos de violência. Esperamos contribuir de alguma forma com este debate fundamental nos dias atuais.”

Unidade Básica é produzida pela Gullane e tem a direção geral de Caroline Fioratti. A ficção foi idealizada pelas irmãs Petta e o roteirista Newton Cannito. Inspirada em fatos reais, a série acompanha a rotina de trabalho de profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros e agentes comunitários que atuam em uma Unidade Básica de Saúde, cujo objetivo é oferecer atendimento à população.

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 Atriz usou suas redes sociais para compartilhar um clique do seu dia.

A atriz usou suas redes sociais para compartilhar um clique do seu dia
Thais Fersoza aproveita fim de tarde e compartilha clique com os fãs

A atriz Thais Fersoza aproveitou o fim de tarde desta quarta-feira, 20, da melhor maneira e compartilhou em suas redes sociais.Em seu perfil do Instagram, a morena surge com um sorriso de orelha a orelha enquanto aproveita o pôr do sol.“Pq eu simplesmente amo essa luz de fim de tarde.. energizando!”, declarou a mamãe dos pequenos Teodoro e Melinda na legenda da publicação. Nos comentários, os fãs não pouparam elogios para a esposa do cantor sertanejo Michel Teló“Maravilhosa”, comentou uma seguidora. “Linda”, disse outra. “Perfeita”, completou uma internauta.

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Agência Brasil)

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta ironizou a fala do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre cloroquina durante entrevista nesta quarta-feira (20) na GloboNews. O médico afirmou que “quem é de direita usa cloroquina. Quem é de esquerda, tubaína. E quem é de juízo, escuta a medicina.” O ex-ministro falou sobre a implantação do medicamento no Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com Mandetta, é muito mais confortável para Bolsonaro ter um ministro que não é médico. “Qualquer um que se sentou nas cadeiras das universidades de medicina tem dificuldade em assinar”. O médico estava se referindo ao ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello. O ex-ministro ainda alertou para os riscos da automedicação. “Meu maior medo é que as pessoas comecem realmente a se automedicar. Para jovens, não vejo problemas. Mas, por ter muitos efeitos colaterais, os idosos correm risco”, afirmou.

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Na próxima segunda-feira dia 25 as 14:30 com dr Diego Aragão especialista em endocrinologia  é clínica metabólica. Faça uma visita a clinica SEG VIDA faça seu plano de saúde.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, avalia reduzir o valor do auxílio emergencial para R$ 200, após o pagamento da terceira parcela do benefício. A possibilidade é uma das formas de fazer com que o programa seja encerrado de forma gradual, como defende Guedes.

O valor de R$ 200 foi mencionado pelo ministro durante reunião com empresários nesta terça-feira. Como revelou o GLOBO, Guedes disse, no mesmo encontro, que é preciso “suavizar a queda” do pagamento do auxílio, mas negou prorrogar o programa indefinidamente, por falta de espaço fiscal. Na versão original do projeto, a equipe econômica previa que o auxílio emergencial — criado para mitigar os efeitos da crise do coronavírus — fosse de R$ 200. O valor foi pensado por ser semelhante à média do repassado às famílias do Bolsa Família. No Congresso, o benefício acabou sendo ampliado para R$ 500 e, depois, o presidente Jair Bolsonaro fechou acordo para elevar a ajuda para R$ 600. Se o auxílio fosse de R$ 200, daria para pagar por mais meses, teria dito Guedes, segundo um interlocutor. Segundo essa fonte, Guedes lembrou que quando propôs R$ 200, a estimativa era beneficiar 30 milhões de pessoas. Mas o valor subiu para R$ 600 para 60 milhões de pessoas. Na redução gradual do valor seria uma das formas em estudo para estruturar o fim gradual do auxílio emergencial. Outra possibilidade é incorporar o programa em outra plataforma de auxílio do governo, ainda não definida. Também está em análise a possibilidade de definir um público mais específico para receber as próximas parcelas do auxílio. Com essa focalização, seria possível reduzir o valor total do programa.

 

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Para compensar Estados e Municípios pelas perdas de arrecadação decorrentes das medidas previstas na Lei Kandir, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) homologou, nesta quarta-feira, 20 de maio, acordo financeiro entre a União e os demais Entes. Assim, o governo federal deverá repassar um montante de R$ 65,5 bilhões – por regra, 25% do valor pertence aos Municípios brasileiros, ou seja, R$ 16,3 bilhões. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) comemora a homologação do acordo, uma vez que o pagamento da compensação é pleito antigo do movimento municipalista – a entidade vai acompanhar a tramitação da proposta no Congresso Nacional de forma de garantir a distribuição desses recursos aos Municípios.

Do total, R$ 58 bilhões têm de ser repassados até 2037. Da quantia restante, R$ 4 bilhões dependem da venda, por leilão, de dois blocos excedentes do pré-sal, Atapu e Sépia, e R$ 3,6 bilhões serão pagos após três anos a partir da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 188/2019, apelidada de Pacto Federativo.

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       Uma entrevista que deixou o público perplexo com a humilhação fez com o jornalista , esto foi no dia  7 de mai. de 2020.
   Em um longo comentário, publicado no perfil de Regina Duarte no Instagram, Anitta expõe sua indignação com a fala da atriz, hoje integrante do governo de Jair Bolsonaro, e a indaga sobre o trabalho feito para conter o novo coronavírus no Brasil.
  “E as famílias que perderam parentes com a doença? Como se sentiriam ouvindo um depoimento de quem faz pouco caso do momento?”, pergunta.  A entrevista da secretária especial de Cultura, Regina Duarte rendeu bastante polêmica nesta quinta-feira (7). Antes de abandonar a conversa ao vivo, a atriz opinou sobre a ditadura militar, cantando a marchinha ‘Pra Frente Brasil’, que foi símbolo naquela época, e chegou a dar risada ao falar sobre os óbitos originados pelo regime.
www.em.com

                                       

Reportagem no dia 20 de maio com o presidente Jair Bolsonario.

  A atriz Regina Duarte vai deix0u o comando da Secretaria de Cultura. A informação foi divulgada pela analista de política Basília Rodrigues, da CNN, na manhã desta quarta-feira (20) e confirmada pelo presidente e pela própria atriz por meio das redes sociais de Bolsonaro. A artista se encontrou com o presidente nesta manhã e acertou um “tom de saída honrosa”. Conforme a CNN antecipou, o nome mais forte para substituir Regina é o do ator Mário Frias. Vai assumir a Cinemateca em São Paulo.

    A Cinemateca é subordinada à secretaria que Regina comandava e hoje sofre com a falta de dinheiro. Funcionários reclamam de atrasos nos salários e dizem que não têm como pagar nem contas básicas como a de luz. Os exaltados sempre serão humilhados, é o que acontece com Regina, veja o 1º vídeo.

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ACESSEM O VÍDEO

                                     

Choveu bem neste domingo (17), na cidade de Santa Terezinha PE. Segundo o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) -PE, o volume foi de 75 ml. No sertão do Pajeú as chuvas têm sido constantes desde o mês de janeiro até aqui. Tinha dado uma trégua, mas voltaram novamente. É benção de Deus, para nosso sertão, que já passou por tantas secas prolongadas. Nos últimos anos, têm sido um dos melhores inverno na nossa região.
Com a dispensa de licitação autorizada pelo decreto de calamidade, multiplicam-se as suspeitas de desvios de dinheiro público em estados e municípios.
As compras de ventiladores usados para auxiliar na respiração de doentes infectados pela Covid-19 têm sido os principais alvos de suspeita dos órgãos de fiscalização. Foto: Mark Kauzlarich / Bloomberg / Getty Images
As compras de ventiladores usados para auxiliar na respiração de doentes infectados pela Covid-19 têm sido os principais alvos de suspeita dos órgãos de fiscalização. 

Lagoa de Dentro, município com pouco mais de 7 mil habitantes no interior da Paraíba, concluiu no dia 22 de abril uma de suas principais compras na área da Saúde em 2020. Em plena pandemia do novo coronavírus, a prefeitura desembolsou R$ 15 mil — em recursos do Fundo Nacional de Saúde — para comprar e imprimir cartilhas informativas sobre prevenção à Covid-19, apesar de o Ministério da Saúde disponibilizar gratuitamente livretos sobre o assunto. O empresário Jandeilson Araújo Leite, dono da gráfica que celebrou o contrato com o município, recebeu a visita de uma equipe da Polícia Federal no dia seguinte. O motivo: no dia 1º de abril, ele havia firmado um contrato semelhante com a prefeitura de Aroeiras, município de 18 mil habitantes que comprou a impressão de nada menos do que 7 mil exemplares da mesma cartilha, chamada Coronavírus — O combate começa com a informação, a um custo total de R$ 279 mil. A gráfica de Leite era fantasma. As cartilhas não foram encontradas. Até o momento, o contrato com Aroeiras foi rompido, e a prefeitura foi alvo de busca e apreensão. A prefeitura de Lagoa de Dentro tampouco explicou por que optou por comprar a R$ 40 a unidade cada cartilha se podia usar as gratuitas oferecidas pelo Ministério da Saúde.

O governador do Pará, Helder Barbalho, faz vistoria em caixas de respiradores que chegaram da China. Os equipamentos foram comprados, mas não são recomendados para pacientes de Covid-19. Foto: Marco Nascimento / Agência Pará
O governador do Pará, Helder Barbalho, faz vistoria em caixas de respiradores que chegaram da China. Os equipamentos foram comprados, mas não são recomendados para pacientes de Covid-19.
Foto: Marco Nascimento / Agência Pará

O caso dos dois pequenos municípios expõe a vulnerabilidade do Erário diante das más intenções de gestores públicos num período em que o fluxo de dinheiro aumenta e os gastos têm de ser elevados em razão da pandemia. São mais de 5 mil cidades habilitadas a gastar, e os mecanismos de controle nem sempre são eficientes. Nos estados, os problemas se repetem. No Rio de Janeiro, em Santa Catarina e no Pará, já houve busca e apreensão, bloqueio de bens e até prisões por causa de contratações suspeitas feitas por governos estaduais. Em São Paulo, foi instaurado um inquérito para investigar compras de mais de R$ 500 milhões feitas pelo governo estadual. O decreto de calamidade, editado em razão do novo coronavírus, dispensa muitas administrações de fazerem os procedimentos comuns de licitação. O mecanismo, criado para desburocratizar a máquina num cenário de emergência, nem sempre é usado de boa-fé.

Monitores multiparâmetros que chegaram da China para equipar o Hospital de Campanha do Riocentro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Foto: Fabio Motta / Agência O Globo
Monitores multiparâmetros que chegaram da China para equipar o Hospital de Campanha do Riocentro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
Foto: Fabio Motta / Agência O Globo

O site de ÉPOCA mostrou, na última semana, que o governo de Helder Barbalho (MDB), no Pará, havia instalado respiradores que não funcionavam direito em hospitais do estado, comprados sem licitação. A importadora SKN do Brasil entregou 152 aparelhos de modelos diferentes daqueles pedidos em contrato — e que não eram indicados para tratar pacientes da Covid-19. O estado chegou a classificar como “mentirosas” as alegações contidas na reportagem, mas mudou a postura depois que o Ministério Público (MP) visitou as unidades para apurar as denúncias. No domingo, em regime de plantão judiciário, o governo do Pará pediu o bloqueio de R$ 25 milhões em bens de sócios e pessoas ligadas à empresa, alegando que as irregularidades não estavam em sua gestão, e sim na empresa fornecedora. O caso agora está sendo investigado pelo MP

A mesma empresa também está envolvida em problemas no Rio. A SKN foi responsável pela importação de respiradores encomendados pela MHS Produtos e Serviços, que tinha um contrato de R$ 56 milhões para fornecer 300 aparelhos ao governo do estado, mas sinalizou que não entregaria os modelos prometidos. Glauco Octaviano Guerra, responsável pela MHS, foi preso na última quinta-feira em Belém. Segundo o colunista do jornal O GLOBO Lauro Jardim, Guerra estava em companhia de André Felipe de Oliveira da Silva, um dos sócios da SKN do Brasil, no momento da prisão. Na quarta-feira 13, Silva também foi preso pela Polícia Federal, em Brasília.

“O DECRETO DE CALAMIDADE, EDITADO EM RAZÃO DO NOVO CORONAVÍRUS, DISPENSA MUITAS ADMINISTRAÇÕES DE FAZEREM OS PROCEDIMENTOS COMUNS DE LICITAÇÃO. O MECANISMO, CRIADO PARA DESBUROCRATIZAR A MÁQUINA NUM CENÁRIO DE EMERGÊNCIA, NEM SEMPRE É USADO DE BOA-FÉ”

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Além do caso da MHS, dois subsecretários da área de compras do governo de Wilson Witzel, no Rio, foram exonerados e presos por suspeitas de irregularidades nas últimas semanas, na Operação Mercadores do Caos, da Polícia Federal. São Gabriell Neves e Gustavo Borges da Silva. Somando todas as compras de respiradores, 1.000 unidades que custaram R$ 183,5 milhões ao estado estão sob suspeita. Não só o atraso na entrega suscitou desconfiança, mas a polícia investiga também o valor de cada unidade: R$ 187.500, o preço cobrado pela MHS, é o dobro do praticado por fabricantes de respiradores. Além da MHS, as fornecedoras do aparelho A2A e ARC Fontoura também são investigadas e os representantes foram presos.

Pacientes com Covid-19 no Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, onde há UTI exclusiva para os infectados. Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
Pacientes com Covid-19 no Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, onde há UTI exclusiva para os infectados. Foto: Alexandre Cassiano /
Agência O Globo
” É lamentável a situação de milhares de brasileiros que estão passando nesses hospitais, mais mesmo com este vírus ceifando inúmeras vidas, muitos políticos aproveitam a situação caótica para roubarem que já é praxe.’  Continue lendo
Monique Aguiar, nomeada por Marcelo Álvaro Antonio para coordenar o órgão do Patrimônio Histórico e Artistico no Rio, não atende a critérios exigidos
A blogueira Monique Aguiar, nomeada para coordenação do Iphan fluminense
Foto: Reprodução
A blogueira Monique Aguiar, nomeada para coordenação do Iphan fluminense Foto: Reprodução

A blogueira Monique Aguiar, nomeada para coordenar no Rio de Janeirio o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), não tem a qualificação curricular exigida por lei para ocupar um cargo de direção de nível 3, o chamado DAS 3. Mesmo assim, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, assinou sua nomeação no dia 16 de abril. O ministério não soube informar à coluna por que o ministro a nomeou sem os pré-requisitos, e respondeu que a situação de Aguiar está “sob análise”. De acordo com o currículo da coordenadora, que só agora foi entregue ao Ministério do Turismo — embora ela esteja nomeada há um mês —, Aguiar não tem curso superior em nenhuma área. A coordenadora afirmou em redes sociais, entretanto, que tinha curso superior em turismo.

Em seu currículo, ela cita formação e experiências profissionais que nada têm a ver com a área do patrimônio histórico e artístico. Afirma ter se formado como professora durante o Ensino Médio e estar cursando turismo na Estácio e teatro na Escola de Atores para TV CCPAC. Diz ter criado um site de divulgação de destinos turísticos, ter escrito para dois sites de Macaé (RJ), ter sido executiva de contas da Cielo, representante da Desconto Brasil, corretora de seguros de Bradesco e Alfalink e vendedora de carros Chrevrolet e Hyundai. O artigo 3 do decreto 9.727 define que, para ocupar um cargo DAS 3, é necessario atender a pelo menos um desses cinco critérios: – possuir experiência profissional de, no mínimo, dois anos em atividades correlatas às áreas de atuação do órgão; – ter ocupado cargo em comissão ou função de confiança em qualquer Poder, inclusive na administração pública indireta, de qualquer ente federativo por, no mínimo, um ano; – possuir título de especialista, mestre ou doutor em área correlata às áreas de atuação do órgão ou da entidade ou em áreas relacionadas às atribuições do cargo ou da função; – ser servidor público ocupante de cargo efetivo de nível superior ou militar do círculo hierárquico de oficial ou oficial-general; – ter concluído cursos de capacitação em escolas de governo em áreas correlatas ao cargo ou à função para o qual tenha sido indicado, com carga horária mínima acumulada de cento e vinte horas. Procurado ontem para que o ministro Marcelo Álvaro Antonio respondesse por que desrespeitou o decreto que regula comepetências do DAS, o Ministério do Turismo enviou a seguinte nota: “O Ministério do Turismo informa que a situação de Monique Aguiar esta em análise pela Pasta e a conclusão deverá ser divulgada nos próximos dias”. A coluna também perguntou se Monique Aguiar queria comentar o fato de ter dito em redes sociais que tinha curso superior, mas o ministério nao respondeu sobre isso.

epoca

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), decidiu nesta segunda-feira que não haverá o recesso parlamentar de julho previsto pela Constituição em razão da crise do coronavírus.

Congresso Nacional, em Brasília (DF).
Congresso Nacional, em Brasília (DF).

Foto: Renato Araújo/Agência Brasília / Estadão Conteúdo

A posição foi definida após reunião de líderes, segundo nota divulgada pela assessoria do senador. A assessoria do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não informou se a decisão de Alcolumbre também alcança o funcionamento da Casa. A Constituição prevê a pausa dos trabalhos do Legislativo entre os dias 17 e 31 de julho, desde que tenha sido votado o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A Câmara e o Senado já têm adotado rotina de trabalho diferente por conta da pandemia. Para garantir o isolamento social, ambas as Casas têm realizado sessões remotas de votação.

 

Segundo o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, a exigência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em ampliar o uso da cloroquina para pacientes com quadro leve do novo coronavírus (Sars-coV-2) pode levar a pressão por vagas nos hospitais e até gerar mortes por arritmia em casa.

Ex-Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta

Ex-Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta

“Começaram a testar pelos [quadros] graves de Covid-19 que estão nos hospitais. Do que sei dos estudos que me informaram e não concluíram, 33% dos pacientes em hospital, monitorados com eletrocardiograma contínuo, tiveram que suspender o uso da cloroquina porque deu arritmia que poderia levar a parada [cardíaca]”, disse Mandetta , sobre os estudos que recebeu quando ainda estava no governo, à Folha . Ele também revelou ver na pressão de Bolsonaro pela cloroquina uma tentativa de estimular o retorno das pessoas ao trabalho. Para Mandetta, todavia, o país atravessou até o momento apenas o começo da crise sanitária que enfrentará nas próximas 12 semenas. “A ideia de dar a cloroquina  é que, se tiver um remédio para a  Covid-19 , as pessoas voltam ao trabalho. É uma coisa para tranquilizar, para fazer voltar sem tanto peso na consciência. Se tivesse lógica de assistência, isso teria partido das sociedades de especialidades [não de Bolsonaro ]. Por isso não tem gente séria que defenda um medicamento agora como panaceia”.

Fonte: undefined – iG

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