Dr. Antônio Segundo Neto

CLIQUE AQUI PARA AMPLIAR!

Dr. Antônio Segundo Neto Urologista. CRM 4891 MEDICAL CENTER Rua: Fenelon Bonvavides S/N – Andar Sala 306 Bairro: Brasília – Patos- PB. (83) 34213865 -98724.654-9993865 Tim Email agcsegundoneto@ig.com.br

Grupo Pronto

Clique Aqui para Acessar o Site!

Fale Conosco

(87) 3844.2105  9 9903.7573

Ateliê Geilson
Natura
Supermercado
Infor Master

Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter o Flash Player instalado.

Contabilize

Contatos

(87) 988420973 - (87)38591228

Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!

 

Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter o Flash Player instalado.

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

reforma trabalhista capa

11 de julho de 2017 será lembrado por muito tempo não só por empregadores e empregados atingidos diretamente pela “reforma trabalhista” proposta, aprovada e sancionada pelo presidente Michel Temer, mas por todo o povo brasileiro – a profunda alteração nas relações trabalhistas provocará efeitos que atingirão até quem não trabalha ou emprega.

Para o autor dessa “reforma”, ela vai gerar mais empregos em um momento em que o desemprego disparou no país. de abril de 2016 a abril de 2017, a desocupação passou de 10,9% para 13,6%, um aumento de quase 30% em um ano.

A dita “reforma trabalhista” proposta por Temer seria uma fórmula mágica que, por piorar drasticamente as condições de trabalho no Brasil, faria o empregador contratar mais pessoas, ainda que sob condições salariais e estruturais bem piores.Não é essa a opinião do Ministério Público do Trabalho e de nove entre dez especialistas em relações do trabalho.O procurador-geral do Trabalho (PGT), Ronaldo Fleury, afirmou na quinta-feira 16 que as mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), proposta pelo governo federal, não vão gerar empregos e crescimento econômico.Durante audiência pública na Comissão Especial da Reforma Trabalhista (PL 6787/16), na Câmara dos Deputados, ele apresentou estudos que comprovam que as mudanças propostas vão precarizar o trabalho.“O que gera empregos é o crescimento da economia e não a flexibilização das leis trabalhistas”, disse o especialista.Mas se disserem que o MPT é “petista”, poderemos recorrer fonte menos ideologizada, na visão de alguns – e muito mais, na visão de outros –, a Globo News. Assista, a baixo, opinião de um especialista recrutado pela emissora

                               

Bem, Temer comprou deputados e conseguiu aprovar sua “reforma” na contramão de todas as análises que afirmaram previamente que tirar direitos dos trabalhadores e até impor barbaridades como a permissão para empregadores submeterem funcionárias grávidas a trabalho insalubre, não criaria empregos.

Na terça-feira, 11 de julho de 2017, por 50 votos a favor e 26 contra, o governo de Michel Temer conseguiu a aprovação de texto idêntico ao que já havia passado na Câmara, evitando assim que a proposta tivesse que passar por novo crivo dos deputados.

Vai parecer até mentira ao leitor, mas não há porque duvidar dos fatos. Eles estão aí e basta olhar. E, para olhar, existe o fato de que, DOIS MÍSEROS DIAS APÓS A APROVAÇÃO DA REFORMA TRABALHISTA, surge evidência de que o efeito dela vai ser oposto ao anunciado pelo governo.

O Bradesco anunciou na quinta-feira (13) a abertura de um programa de demissão voluntária para funcionários do banco, sem definir metas para adesão entre os empregados.

Alguns dirão que a decisão do banco nada tem que ver com a “reforma trabalhista”.

Note que mudança de enfoque, leitor. Até há pouco dizia-se que a reforma trabalhista iria criar empregos, agora tentarão dizer que a perda de empregos não tem nada que ver com a continuidade da piora do desemprego. O fato inescapável é o seguinte: nem a perspectiva da reforma trabalhista fez o Bradesco e muitas outras empresas alterarem planos de demissões porque criação de emprego não tem nada que ver com o custo do empregado, mas com a necessidade da empresa.

Este blogueiro chegou a ter seis dezenas de empregados em uma das empresas que teve, em outras teve menos empregados, mas é um profundo conhecedor do mercado de trabalho. Desse modo, junto-me a todos os especialistas que dizem que piorar as condições de trabalho não gera empregos, apenas aumenta o lucro do empregador. Porém, a cereja do bolo está em informação que chegou ao Blog na última sexta-feira e que não está confirmada porque a fonte recuou e decidiu não mais se pronunciar. Porém, o que pareceu é que a pessoa recuou por medo de perder o emprego.

Trata-se de um funcionário do Bradesco que relatou ao Blog que recebeu pela intranet do banco proposta de aderir a plano de demissão voluntária. Esse tipo de proposta oferece ao empregado mais do que receberia se fosse demitido.

O que há nessa proposta, porém, é um fato inédito.

A informação que o Blog recebeu é a de que o Bradesco está abrindo a possibilidade de, após 120 dias, recontratar os que se demitirem no âmbito de seu recém-anunciado programa de demissões voluntárias. A mudança nas leis trabalhistas proíbe que um funcionário possa ser mandado embora e recontratado como terceirizado antes de 18 meses da demissão, mas se o funcionário pedir demissão em um programa de demissão voluntária, nada impede que seja recontratado em seguida. Ainda não se sabe se é verdade que o Bradesco alterou o período de quarentena de forma tão suspeita, mas fica claro que o banco não vai contratar ninguém por conta da precarização do mercado de trabalho mal chamada de “reforma trabalhista”. Segundo os especialistas, a visão do Bradesco sobre a “reforma  trabalhista” irá se reproduzir pelo país afora.

istoé

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Parceiros