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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

O novo mantra (Foto: Auleta Katherine)

Correr é bom. Meditar também. Mas quando essas duas atividades são associadas, os resultados se tornam ainda melhores. É essa a premissa do MAP Training (Mental and Physical Training), conceito que surgiu nos anos 70 graças a ginastas russos que incluíam em seus treinos práticas de visualização – mas que só recentemente passou a ter seus benefícios estudados. “É um equívoco dissociar mente e corpo. Eles são uma unidade”, aponta Ellen Langer, professora do departamento de psicologia da Universidade Harvard, que tem pesquisado há quase quatro décadas o conceito de mindfulness (prática baseada em técnicas milenares de meditação, que treina o cérebro para buscar, entre outros benefícios, mais concentração e redução do estresse) Em um estudo recente, Ellen analisou um grupo de 84 camareiras de hotéis. Todas responderam a um questionário indicando que não consideravam o esforço físico realizado no trabalho como exercício.
Ellen então dividiu-as em dois grupos. Em um deles, explicou às funcionárias que elas se exercitavam, sim, durante o expediente, e que o esforço correspondia aos padrões estimulados pelo serviço de saúde pública dos Estados Unidos.
Depois de quatro semanas, os resultados: só o grupo consciente da prática de exercício havia perdido em média 1 kg, reduzido a pressão arterial e as taxas de gordura. Como explicar? “É uma questão de mudança de mentalidade, o mesmo princípio do placebo. Se você acreditar que correr durante 30 minutos na esteira te fará bem, então fará”, explica Ellen.

Outro estudo recente da Universidade Rutgers, de Nova Jersey, também tem como foco o MAP Training. Especialistas acompanharam 52 pessoas ao longo de oito semanas, durante as quais elas praticavam duas vezes por semana 30 minutos de meditação seguidos de 30 minutos de exercícios aeróbicos de intensidade moderada.

Houve uma redução de 40% nos sintomas de depressão e pensamentos negativos tanto de pessoas que sofrem com a doença quanto das consideradas saudáveis. “Ambas as modalidades já haviam sido analisadas separadamente com resultados comprovados, mas essa é a primeira vez que olhamos para a combinação das duas”, diz Brandon Alderman, professor de psicologia do exercício e responsável pelo estudo.

Segundo ele, a atividade física favorece a produção de neurônios, que muitas vezes não atingem a maturidade. A meditação permite que esses neurônios continuem vivos, o que explica a ação antidepressiva.

vogue

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