Ateliê Geilson
Natura
Natália Calçados

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

  • 28
  • 22
  • 24
  • 20
  • 11
  • 09
  • 11
  • 01
  • 29
  • 03
  • 04
  • 05
  • 07
  • 02

Supermercado
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
 

 Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter oFlash Player instalado. 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

Crédito: Reprodução/Instagram

O programa ‘Superpop’, comandado por Luciana Gimenez abordou o tema ‘relacionamentos com diferença de idade’ e a apresentadora, que está separada há pouco mais de um ano de Marcelo de Carvalho, aproveitou para fazer confissões e até uma promessa que fez ao filho “Os gatinhos estão a fim das mais velhas, viu? Estou sentindo essa vibe. Nao é que eu esteja falando do meu caso, mas estou sentindo. Dá até vergonha. Eu só fiz uma promessa pro meu filho [Lucas Jagger]: nunca pegarei ninguém mais novo que ele. Ele tem 19, então está fácil. Se não vira pedofilia, para! 20 está valendo”, conta. Além disso, Gimenez ainda afirmou já ter pensado em uma relação com um homem mais novo, mas se esquivou na sequência, dizendo “estou aqui quieta e esse programa não está me entrevistando. Graças a Deus”.

istoe

Deputados demonstram que a “velha política” continua: Câmara paga gastos com saquê, chocolate e gasolina suficiente para dar a volta ao mundo

A mamata não acabou

Wilson Lima

As eleições do ano passado mostraram que o brasileiro se cansou da chamada “velha política”. Por conta desse desejo, a Câmara teve a maior renovação da sua história. Dos 513 deputados, 243 eleitos são recém-empossados. O problema é que rostos novos nem sempre significam renovadas práticas. Além da pressão pela volta dos hábitos do velho toma lá dá cá, com cargos públicos e verbas em troca de votos, levantamento feito por ISTOÉ mostra que os deputados, na hora de usar o dinheiro público para a manutenção do mandato que exercem, ficam longe de zelar pela moralidade.No primeiro mês da nova legislatura, alguns parlamentares usaram e abusaram da cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP), o chamado “cotão”. De saída, o recurso já soa como absurdo. Cada deputado recebe um salário de R$ 33,7 mil que deveria ser suficiente para custear suas despesas. Mas, além disso, eles têm direito a uma verba que varia de Estado para Estado, conforme a distância para Brasília. Um deputado do Acre pode gastar até R$ 44 mil. Um deputado do Distrito Federal, até R$ 30 mil. Basta a apresentação da nota fiscal. Assim, os deputados usam desse limite para bancar despesas estritamente pessoais, como cursos de inglês, bebida alcoólica (saquê) e barra de chocolate.

Chocolate importado

O deputado que tem seu curso de inglês custeado pelo contribuinte é o vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (MDB-RS). Conforme a nota apresentada por ele, a mensalidade do curso custou R$ 1,4 mil. A escola de alto padrão está localizada em um complexo hoteleiro de Brasília, que já hospedou, entre outros, o beatle Paul McCartney. Durante o ano de 2019, Darcísio já torrou R$ 20,9 mil do “cotão”.Somente neste início de 2019, a Câmara já gastou R$ 9,2 milhões com o ressarcimento dos parlamentares, segundo dados tabulados pela ONG Operação Política Supervisionada, que acompanha as despesas dos parlamentares. O deputado que mais se utilizou dos recursos até o momento foi Célio Silveira (PSDB-GO). Ele, sozinho, gastou R$ 72 mil. Destes valores, R$ 30 mil apenas com assessoria jurídica e mais R$ 30 mil com ações de marketing e gerenciamento de redes sociais. No caso de Célio Silveira, também houve o pagamento de R$ 5,6 mil em combustível. Um desatino.

Mas em matéria de combustível, ninguém bate a deputada Jéssica Sales (MDB-AC). Ela apresentou duas notas cobrando 2,4 mil litros em derivados de petróleo. Na primeira nota, expedida no dia 1º de fevereiro, ela gastou R$ 5,8 mil com 580 litros de gasolina e 660 litros de diesel. Na segunda, apresentou novamente um recibo de R$ 5,8 mil, que pagou 460 litros de gasolina e 745 litros de diesel. Em um período de um mês, a parlamentar informa ter gasto combustível suficiente para rodar cerca de 12 mil quilômetros com gasolina e 14 mil quilômetros com diesel. Daria para Jéssica ir e voltar a Nova York (EUA) duas vezes. Há despesas que chamam a atenção pelo abuso. O deputado Charles Evangelista (PSL-MG) parou numa loja do free shop do Aeroporto de Brasília e comprou, por R$ 27,90, uma barra de chocolate importado de 32 5g. Não teve dúvida: passou a nota para a Câmara pagar. O cotão pode ser usado para o pagamento de despesas alimentares, mas uma barra de chocolate importado equivale ao famoso gasto do então ministro do Esporte Orlando Silva, que comprou uma tapioca com cartão corporativo.

A Câmara dos Deputados já gastou R$ 9,2 milhões com o pagamento de mordomias a parlamentares

Continue lendo

Limpando o rosto (Foto: FreePik)

Tirar a maquiagem para mim é sempre um sacrifício. Para facilitar todo o processo, eu costumo entrar no banho, lavar o rosto com um sabonete específico, em seguida, aplico um demaquilante bifásico nos olhos (só ele para tirar a máscara de cílios) e por fim, passo um lencinho para remover o restinho que ficou. Ufa! Porém, alguns lencinhos e tipos de demaquilantes, no entanto, me causam alergia. Por isso, resolvi procurar uma receita infalível de demaquilante que use produtos naturais e que eu possa fazer em casa (principalmente quando esqueço de repor o demaquilante que gosto). E nesta procura, encontrei esta combinação de soro fisiológico + shampoo infantil + óleo de coco que resolveu meus problemas e levou embora toda minha maquiagem.

Óleo de coco (Foto: FreePik)

RECEITA DE DEMAQUILANTE CASEIRO

Ingredientes
– 160 ml de soro fisiológico
– 30 ml de shampoo infantil
– 10 ml de óleo vegetal (pode ser de coco ou amêndoas)

Como fazer
Misture todos os ingredientes em uma vasilha até aparecer uma espuma branca, em seguida, guarde o líquido em um frasco com tampa. O soro fisiológico vai deixar a sua pele macia e vai te ajudar a tirar a maquiagem mais pesada, inclusive a prova d’água. Já o óleo vegetal nutre e hidrata a pele.

Dica amiga: Eu usei a combinação no banho, porque aí fica mais fácil enxaguar depois (não gosto de fazer sujeira na pia). Para não ficar com a pele oleosa, aplique um tônico depois com ajuda de um algodão.

revistaquem

Abre - Yanna Lavigne (Foto: .)

Yanna Lavigne é solar. Do tipo que contagia qualquer ambiente com seu jeito calmo e doce de falar. Intérprete da vilã Laura de O Sétimo Guardião, a atriz de 29 anos, mãe da fofíssima Madalena, de 1 ano e 11 meses, do casamento com o ator Bruno Gissoni, de 32, é tão simples e “gente como a gente” que carrega até sua garrafa d’água para cima e para baixo. “Sabe onde tem um bebedouro aqui? Queria encher minha garrafinha!”, pede ela, com um sorrisão no rosto, ao chegar de jeans e camiseta branca para o ensaio de fotos de QUEM no Jockey Club Brasileiro, na Gávea, Zona Sul do Rio.

Na TV Globo desde 2011, quando fez uma pequena participação na 18ª temporada de Malhação (trama protagonizada por Bruno Gissoni), Yanna cresceu cercada pelo amor e apoio da irmã, a psicóloga Adriana Lavigne, de 28 anos, e dos pais, a terapeuta holística baiana Lúcia Lavigne, de 58, e o engenheiro Paulo Inagaki, de 62. Criada entre São Paulo e Porto Alegre por causa do trabalho do pai, Yanna foi morar no Japão aos 15 anos com a família. “Aos 16 anos, surgiu a oportunidade de ser modelo lá. Quando fiz 18 e meus pais já estavam pensando em voltar para o Brasil, me mudei para Tóquio para morar sozinha e continuar na profissão. E me mantive lá como modelo”, lembra.

No Japão, além de modelar, Yanna cursou administração, turismo e direito à distância. E juntou dinheiro para realizar seu objetivo de vida: estudar teatro quando voltasse ao Brasil. “Comecei a pesquisar em quais cursos de interpretação ingressaria primeiro”, diz ela, que, chegando a São Paulo, se matriculou nos cursos Macunaíma e Globe, mas também procurou uma agência de publicidade a fim de fazer trabalhos como modelo e se sustentar. Foi por meio dessa agência que Yanna foi convidada para fazer um teste para a TV e sua vida mudou. “A vida me levou a lugares que me fizeram alcançar o que vivo hoje. Ao mesmo tempo que tive muita determinação, entendo que tive muita sorte de conhecer as pessoas certas no momento propício. Existiu esse caminho muito bonito da minha vida”, conta.

Uma vez na TV Globo, Yanna engatou um papel atrás do outro. Ela só deu uma pausa durante a gravidez de Madalena. “A Laura de O Sétimo Guardião é a primeira personagem com a qual estou lidando com a minha insegurança. Isso é muito curioso. Porque fiquei dois anos parada, me descobri mãe, descobri outros tipos de mulheres que vivem dentro de mim”, explica ela, falando sobre a chegada da filha. “A Madalena não foi planejada, mas foi muito esperada. Então foi uma surpresa para todo mundo. E a minha transformação como pessoa, como mulher, meu entendimento de vida, de relação, foi a melhor surpresa da minha vida, sem dúvida”.

Apaixonada pela maternidade, Yanna tem vontade de aumentar a família, mas não agora. “O Bruno quer um irmãozinho ou irmãzinha para a Madá para ontem (risos). Mas como é minha primeira novela depois da gestação, quero voltar com tudo no trabalho, ter outras possibilidades de personagens, emburacar mesmo, retomar a profissão. E quando entender que posso me distanciar novamente teremos outro porque morro de vontade de ter mais filhos. Tenho vontade de ter mais dois ou três”, dispara.

Aspas - Yanna Lavigne (Foto: .)

Nasci em São Paulo e, quando ainda era bebê, meus pais se mudaram para Porto Alegre. Fui criada em Porto Alegre na infância e na pré-adolescência em Canoas, que é bem do ladinho. Minha mãe (Lúcia Lavigne) é terapeuta holística e meu pai (Paulo Inagaki) engenheiro. Na época ele ficava na ponte aérea SP-POA por conta do trabalho. Então nossa família se mudou muito de um Estado para o outro. Ficávamos entre São Paulo e Porto Alegre. Mas a memória que tenho da minha infância é a vida em Porto Alegre e as férias em São Paulo com a família. Lembro de São Paulo brevemente, mais dos momentos familiares: jantar, almoço. E em Porto Alegre lembro da minha infância tomando chimarrão no parque, viajando para o litoral gaúcho no verão e para Gramado e Bento Gonçalves no inverno.

Onde moram suas famílias materna e paterna?
Minha mãe nasceu na Bahia. Meus avós e meus tios são todos baianos. Mas ela foi para São Paulo aos nove anos de idade, então é uma baiana meio paulistana (risos). Sempre ouvi “oxente”, “mainha”. A família do meu pai também mora em São Paulo. Meus avós – que eram japoneses – vieram para o Brasil e ficaram no Paraná. Os irmãos mais velhos do meu pai são paranaenses, mas ele, que é o homem mais novo, já nasceu em São Paulo. Meu avô é de Nagano, mais ao norte do Japão, e a minha avó de Okinawa, que parece uma ilha caribenha.
Qual é a sua relação com o Japão?
Fui morar lá com 15 anos por conta dos meus pais, que foram para lá a trabalho. Minha irmã e eu terminamos o Ensino Médio no Japão, em uma escola para brasileiros, que é reconhecida pelo MEC (Ministério da Educação). O intuito era ficar com a minha família e concluir a escola. Só que, aos 16 anos, surgiu a oportunidade de ser modelo. Quando fiz 18 e meus pais já estavam pensando em voltar para o Brasil, me mudei para Tóquio para morar sozinha e continuar na profissão. E me mantive lá como modelo. Tinha um contrato numa agência japonesa até os meus 23 anos. Trabalhava bastante, gostava muito do que fazia, a minha interação era totalmente com os japoneses.
Como se comunicava com eles?
Cheguei arranhando o inglês, mas na agência pedi: “falem comigo e me mandem e-mail em japonês porque preciso aprender a língua senão só vou ficar falando inglês”. E foi um momento muito rico da minha vida. Na adolescência, aprendi a lidar com obrigações e responsabilidade em outra cultura. Morava numa quitinete de 18 metros quarados. Era um quarto com janela e uma varanda micro. Dentro dele tinha um armário embutido muito pequenininho e um frigobar. Em cima do frigobar tinha uma pia e uma boca de fogão elétrico. Na entrada do apartamento tinha outro armário embutido com uma máquina de lavar pequenininha.

Yanna Lavigne (Foto: Claudio Carpi/ Ed. Globo)
Yanna Lavigne (Foto: Claudio Carpi/ Ed. Globo)
Yanna Lavigne (Foto: Claudio Carpi/ Ed. Globo)Yanna Lavigne (Foto: Claudio Carpi/ Ed. Globo)
Yanna Lavigne (Foto: Claudio Carpi/ Ed. Globo)

Você se sentia feliz naquela vida?
Muito! Para mim era tudo novidade: o trabalho, estar morando sozinha, cuidar de uma casa. Estava curtindo como um desafio, com encantamento. Nesse período já tinha acabado o colégio e ingressei em alguns cursos à distância. Fiz administração, turismo e direito.
Teve algum estranhamento?
Minha infância foi comendo sushi, onigiri (bolinho de arroz) e missoshiro. Mas o que mais estranhei foi comer arroz no café da manhã. Depois me adaptei e quando voltei para o Brasil senti falta (risos). Foi um momento muito especial da minha vida. Aprendi muito! Mas meu objetivo naquele momento era juntar dinheiro para estudar Artes Cênicas no Brasil. Porque sabia que meu pai não era 100% a favor e ele não tinha condições para bancar vários cursos de teatro para mim. Nunca almejei ficar no Japão muito tempo trabalhando como modelo. Então assim que cheguei ao Brasil comecei a pesquisar todos os cursos possíveis e imagináveis de interpretação.
Quando você decidiu seguir a carreira artística?
Sempre soube que queria ser atriz. Mas a vida caminhou para Japão, depois para ser modelo. Então, aos 19 anos, resolvi voltar para o Brasil. E tive que conversar com a minha agência de modelo e quebrar meu contrato. Eles foram queridos porque uma das cláusulas que permitiam quebrar o contrato sem multa era voltar para o país de origem. Até hoje falo com eles, que torcem muito por mim e ficaram muito felizes por tudo o que alcancei aqui no Brasil. A ideia deles era me lançar como cantora no Japão. Eles me colocaram até em aulas de canto. Fiz durante um ano, já sabendo que ia voltar. Mas não podia falar para eles naquele momento que não era a minha intenção. Fui deixando rolar… Quem sabe também seria um caminho trabalhar como cantora no Japão. Foi um momento da minha vida que não fechei nenhuma porta e vivi todas as experiências, o que foi ótimo. Eles ficaram tristes porque era um plano de carreira que eles tinham para mim. Mas eu tinha outro e jamais conseguiria ficar sozinha no Japão com 19 anos.

Aspas - Yanna Lavigne (Foto: .)
O blogdozefreitas.com.br É da PAZ E DO BEM SOCIAL.
Tudo isto e muito mais.

Continue lendo

22 de março é o Dia Mundial da Água – e momento de fazer um alerta importante: 2 bilhões de seres humanos no mundo inteiro não têm acesso à água potável. A quantidade de gente que vive sem esgoto tratado também é alarmante: 4 bilhões de pessoas!!Os números estão no último relatório das nações unidas sobre o desenvolvimento dos recursos hídricos. Com o título “Não Deixar Ninguém Para Trás”, o documento também relembra que o acesso à água limpa e ao saneamento são direitos universais.No Brasil, mais de 33 milhões de pessoas ainda não tem acesso à água tratada. Segundo o Plano Nacional de Saneamento Básico, o país precisa investir trezentos e 60 bilhões de reais para resolver o problema. Meta projetada apenas para 2033.                                            

                                                         

Estudante de escola pública, Tabata Amaral, recebeu uma bolsa integral para fazer graduação na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Formou-se em Ciência Política em 2016 e, de volta ao Brasil, foi eleita deputada federal pelo PDT de São Paulo em 2018. Uma de suas principais bandeiras é a defesa por uma Educação de qualidade para redução das desigualdades no Brasil.

Nascida na periferia de São Paulo, Tabata recebeu bolsa para estudar Ciências Políticas em uma das maiores universidades do mundo, Harvard. (Foto: Acervo Pessoal)

Futura & Educação: Como foi a sua trajetória até chegar a Harvard? Alguma vez você já imaginou que poderia ir tão longe?

Tabata Amaral: Eu tive a chance de participar da 1ª OPMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) e ganhar uma bolsa de estudos em São Paulo numa escola particular. Até então, eu estudava em uma escola pública na Vila Missionária [um bairro na periferia de São Paulo formado por migrantes de outros estados]. Assim, pude ter acesso a uma melhor qualidade no ensino e a matérias que eu não estudava. Vi que essa outra realidade era muito diferente. Nesta escola conheci pessoas que falavam outro idioma, viajavam para fora, já faziam intercâmbio. E eu, que demorava 4h para ir e voltar da escola, nunca tinha possibilidade de pensar em qual era o meu sonho. Conheci um mundo muito mais amplo que o meu. Foi então que eu comecei a sonhar em fazer uma faculdade fora. Inicialmente, eu queria fazer Astrofísica. Os professores conseguiam um quartinho para eu ficar na escola. De onde eu venho, eu tenho claro como é a desigualdade no Brasil. Falta educação de qualidade para muita gente. Por alguns momentos eu conseguia vislumbrar essa realidade.

“De onde eu venho, tenho claro como é a desigualdade no Brasil. Falta educação de qualidade pra muita gente.”

Eu perdi meu pai 4 dias depois que fui aprovada em Harvard. O que fez que meu sonho em ser Astrofísica também mudasse. Daí, decidi que ia fazer Ciências Políticas. Fiz faculdade entre 2012 e 2016.

Futura & Educação: Qual a origem da sua família? Conta um pouquinho mais sobre a sua história.

Tabata: Minha mãe veio do interior da Bahia. Ela começou a estudar com 10 anos, mas quando engravidou de mim ela saiu da escola e foi trabalhar. Meu pai conheceu minha mãe quando ela estava grávida. Ele é de São Gonçalo e foi pra São Paulo com 15 anos, mas tinha doenças psicológicas e vícios. Ele nasceu na Paraíba, mas viveu em São Gonçalo. Ele junto com minha mãe foram morar numa ocupação na Vila Missionária, onde ela mora até hoje.

Tábata ao lado de Malala, uma de suas principais inspirações. (Foto: Acervo Pessoal)

Futura & Educação: Como foi o período em que esteve em Harvard? O que mudou na Tabata?

Tabata: Uma coisa que mudou foi a minha visão do mundo. Eu tive muitas oportunidades muito jovem, mas eu sempre morei na Missionária. Hoje, eu tenho uma visão muito mais complexa da desigualdade. Lá [nos EUA}, eu conheci tanta gente: mulheres, homens, jovens, negros… pude ver que a solução não é simples, mas precisamos de políticas públicas para transformar a Educação no Brasil.

Futura & Educação: Por que decidiu voltar ao Brasil?

Tabata: Eu fui para Harvard quase sem falar inglês. Minha mãe ficou desempregada e não tinha condições de pagar um cursinho de idiomas. Eu só fui porque os meus professores do colégio e minha mãe me convenceram a ir. Na época, eu me sentia muito culpada por não poder ajudar meu pai. Só fui mesmo porque me convenceram que assim eu poderia mudar as coisas. No segundo ano eu mudei de curso porque decidi estudar mais sobre Política e Educação. Queria – e ainda quero – mudar a realidade do Brasil. Nas férias, eu voltava para o Brasil. Eu sei que lá ganharia muito mais, mas acho que fazia mais sentido eu voltar. Conheci de perto a Secretaria de Educação no Ceará (Sobral) e depois a Secretaria pública de Salvador (BA). Eu pude ver o que é possível transformar a nossa Educação.

Tábata foi uma das 11 jovens selecionadas para conhecer Barack Obama durante a visita do ex-presidente americano ao Brasil. (Foto: Anna Carolina Negri)

“Eu sei que lá ganharia muito mais, mas acho que fazia mais sentido eu voltar pro Brasil.”

Futura & Educação: Como mudar a educação pública no Brasil?

Continue lendo

Auditores da CGU afirmam que recursos atualmente empregados pelo Ibama não são suficientes para concluir a digitalização dos processos físicos em um prazo razoável — Foto: G1 Santos

Enquanto o governo brasileiro anuncia medidas para transformar multas ambientais em ações de recuperação e preservação do meio ambiente, o Ibama tem um problema bem mais prosaico a resolver: a paralisação no despacho de pilhas de papel que impede a cobrança de até R$ 20,8 bilhões em multas que o órgão tem a receber. Auditoria da CGU (Controladoria Geral da União) encontrou 96,4 mil processos parados no principal órgão de fiscalização ambiental do país à espera de digitalização. O valor total das multas em papel equivale a 13 vezes o orçamento anual do Ibama, de cerca de R$ 1,5 bilhão. “Enquanto a digitalização não ocorre, não é possível realizar nenhum ato administrativo em tais processos, evidenciando a criticidade da situação observada”, diz o relatório da CGU, lembrando que, desde 2017, o próprio Ibama criou um sistema eletrônico e proibiu, por meio de uma portaria, a tramitação de processos que não estivessem digitalizados. Esse montante, que o Ibama poderia arrecadar se essas multas fossem integralmente mantidas e cobradas, é oito vezes maior que o custo que o governo brasileiro vai ter, por exemplo, com o pagamento do 13º do Bolsa Família, programa que atende atualmente 14,1 milhões de famílias.

‘Festa’ de multas

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro – que já foi multado pelo Ibama em R$ 10 mil por pescar numa estação ecológica em 2012 – assinou um decreto para converter multas em ações de compensação ambiental, que prevê, segundo o jornal O Globo, “a conversão de multas simples em serviços de preservação do meio ambiente e descontos de até 60% no valor da multa em audiências de conciliação”. O governo justificou a medida dizendo que ela iria “tornar a cobrança mais ágil”. A proposta estava entre as prioridades dos 100 primeiros dias de governo de Bolsonaro que, e em dezembro, havia anunciado que pretendia acabar com a “festa” de multas do Ibama. “Não vou mais admitir o Ibama sair multando a torto e a direito por aí, bem como o ICMbio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade]. Essa festa vai acabar”, afirmou o então presidente eleito, em referência aos dois órgãos ligados ao Ministério do Meio Ambiente responsáveis, respectivamente, pela fiscalização ambiental e conservação das unidades federais.

‘Inviável’

A auditoria da CGU, cujo relatório foi concluído e divulgado na semana passada, levou em conta autos de infração lavrados e julgados entre 2013 e 2017. Mas os próprios auditores ressaltam, no relatório, que o problema da digitalização dificilmente seria sanado rapidamente.

Trecho do relatório de auditoria da CGU — Foto: BBC/Reprodução

Trecho do relatório de auditoria da CGU

— Foto: BBC/Reprodução

“Considerando uma hipotética meta de concluir a digitalização dos 96.485 processos no período de dois anos, seria necessário realizar a preparação e a digitalização de cerca de 190 processos por dia útil de trabalho. Assim, seriam 48 processos a serem escaneados por dia por cada escâner, o que se mostra inviável, uma vez que os escâners destinados a essa atividade não são especializados para o tratamento de grande volume de material”, diz o relatório da CGU.Os auditores ressaltam ainda que “os recursos atualmente empregados pelo Ibama não são suficientes para concluir a digitalização dos processos físicos em um prazo razoável” e alertam para o risco dessas multas jamais serem aplicadas por causa da demora.

O montante que o Ibama poderia arrecadar se os R$ 20,8 bi em multas dos processos em papel fossem integralmente cobradas é oito vezes maior que o custo com o pagamento do 13º do Bolsa Família — Foto: G1 Santos

O montante que o Ibama poderia arrecadar se os R$ 20,8 bi em multas dos processos em papel fossem integralmente cobradas é oito vezes maior que o custo com o pagamento do 13º do Bolsa Família — Foto: G1 Santos

“Este cenário acarreta para a instituição o risco da extinção de processos em decorrência da prescrição, além do não atendimento ao critério cronológico de tramitação e julgamento dos processos, na medida em que existe um passivo de processos sem tratamento, aguardando a digitalização”, alertou a CGU. A CGU informa que o objetivo da auditoria foi avaliar o desempenho e a gestão dos processos de instrução e julgamento das infrações ambientais. As fragilidades e problemas que os auditores encontraram, contudo, vão muito além da dificuldade de incluir no novo sistema eletrônico os milhares de processos. Segundo o relatório, todas as etapas dos processos são demoradas – das mais simples, como a abertura do processo administrativo, às mais complexas, como o julgamento. A média de tramitação dos processos é de mais de 5 anos.

Desde 2017, portaria do Ibama proíbe tramitação de processos físicos, mas órgão enfrenta dificuldade para digitalizar multas aplicadas — Foto: Ibama-MT/Divulgação

Desde 2017, portaria do Ibama proíbe tramitação de processos físicos, mas órgão enfrenta

dificuldade para digitalizar multas aplicadas — Foto: Ibama-MT/Divulgação

O modelo para escolher quem julga as multas aplicadas foi considerado inadequado para atender à demanda de processos que, de acordo com o relatório, impacta “na qualidade e na imparcialidade das decisões”. Para julgar multas com valores acima de R$ 100 mil, por exemplo, o Ibama contava, no ano passado, com 34 autoridades. Além de considerar o número insuficiente, a CGU identificou “situações que podem suscitar graves conflitos éticos” como, por exemplo, casos em que superintendentes do próprio Ibama eram alvos de autos de infração em tramitação. Também ganharam destaque no relatório da CGU fragilidades dos controles relativos aos prazos prescricionais e deficiências no processo de apuração de responsabilidade de servidores que deixam processos expirarem. Os auditores salientaram que faltava um controle informatizado para controlar as prescrições e destacaram a “ausência informações confiáveis sobre a quantidade de processos prescritos ou em risco de prescrição”. No período de 2014 a 2017, o número médio de autos de infração aplicados pelo Ibama superou 16 mil por ano. Em média, 40% deles estão relacionados a danos à flora.

Infográfico de autos de infração aplicados pelo Ibama — Foto: CGU/Reprodução

Infográfico de autos de infração aplicados pelo Ibama — Foto: CGU/Reprodução

Outro lado

A CGU informou que uma versão preliminar do relatório foi encaminhada ao Ibama para que o órgão ambiental pudesse se posicionar a respeito dos resultados da auditoria. “No entanto, até a conclusão do trabalho, esta CGU não havia recebido a manifestação do Instituto sobre o conteúdo do relatório”, registraram os auditores. A BBC News Brasil também procurou o Ibama para comentar o relatório e informar, por exemplo, quantos processos continuam parados à espera de digitalização e o valor total das multas que deixam de ser aplicadas por causa da dificuldade de incluir as informações no novo sistema eletrônico. O Ibama pediu que as perguntas fossem encaminhadas ao Ministério do Meio Ambiente que, por sua vez, não respondeu, até a publicação desta reportagem, aos pedidos de esclarecimentos enviados na quarta-feira da semana passada.

Segundo auditores da CGU, a demora em processar e julgar as multas pode incentivar a impunidade — Foto: Ibama/Divulgação

Segundo auditores da CGU, a demora em processar e julgar as multas

pode incentivar a impunidade — Foto: Ibama/Divulgação

Impunidade

A CGU justificou a realização da auditoria dizendo que um dos efeitos do trabalho do Ibama, cujos agentes têm poderes de multar e deter infratores, é a dissuasão de transgressores, ou seja, é fazer com que o indivíduo tema a punição e deixe de praticar novas infrações.Os auditores são categóricos em dizer que as deficiências encontradas no Ibama, em especial a falta de celeridade na conclusão dos processos, podem aumentar a percepção de impunidade.O relatório da CGU destaca que, além de “prejuízo à eficácia e efetividade das ações fiscalizatórias”, a demora desestimula o pagamento das multas, aumenta o risco de prescrição dos processos e também eleva o custo administrativo diante do longo período de tramitação”

Maioria dos processos do Ibama está relacionados a danos à flora — Foto: Ibama/Divulgação

Maioria dos processos do Ibama está relacionados a danos à flora — Foto: Ibama/Divulgação

Os auditores dizem que não identificaram relação direta entre o valor das multas e o tempo de tramitação dos processos. No relatório, eles registraram que os autos de infração no valor acima de R$ 10 milhões tramitam, em média, por 4,4 anos e têm julgamento mais rápido que os autos com valores menores. Mas o que chamou atenção foi o fato de ter havido um salto significativo no tempo médio dos autos com valores acima de R$ 500 mil, saindo de 3,6 anos de duração para 5,7 anos no período analisado. Desde 2012, autos de infração acima de R$ 500 mil são julgadas na sede do Ibama, em Brasília.

Continue lendo

             

Garotos menores de idade são flagrados em más condições de moradia numa escolinha de futebol, em Goiânia. Para assistir ao conteúdo na íntegra, acesse PlayPlus.com

r7

Os caminhoneiros estão colocando o governo contra a parede novamente. Ameaçam nova greve para o dia 10 de maio e Bolsonaro corre para atender todas suas exigências, deixando o governo de joelhos outra vez

Crédito: AFP/ Miguel Schincariol

Wilson Lima

Logo depois de ouvir o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, anunciar uma série de benesses para a categoria – segurando o aumento do preço do óleo diesel, abrindo linha de financiamento para manutenção de caminhões e prometendo estudos para o tabelamento do frete –, o líder dos caminhoneiros Wanderlei Alves, o Dedéco, reagiu com desdém: “Esmola”. Dedéco mostrava, com isso, a disposição dos 2 milhões de transportadores de colocarem o governo mais uma vez de cócoras. Apesar dos acenos feitos no atendimento de todos seus pedidos, os caminhoneiros continuam prometendo nova greve da categoria para o dia 10 de maio, em outra tentativa de inviabilizar a economia para chantagear o governo novamente. Pela terceira vez, os motoristas de caminhão ensaiam um movimento que, nas duas vezes anteriores, ajudou a desestabilizar os governos de Dilma Rousseff e Michel Temer. Preocupado com os efeitos de uma nociva nova paralisação de caminhoneiros, o presidente Jair Bolsonaro aceitou atender todos os pleitos da categoria, mesmo que parte dela tenha dado de ombros às medidas anunciadas por Onyx. Eles continuam com a faca no pescoço do presidente, pois sentem que podem obter ainda mais benefícios, em detrimento das combalidas contas públicas.Apesar de o governo Bolsonaro ter atendido a todas as exigências, Wanderlei Alves, o Dedéco, líder dos caminhoneiros reagiu com desdém: “Esmola”No primeiro momento da pressão da categoria, Bolsonaro determinou ao presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que não aumentasse o preço do litro do diesel em 5,74%, rasgando a cartilha liberal do ministro da Economia, Paulo Guedes. Depois da intervenção de Bolsonaro, na quarta-feira 17, Castello Branco anunciou um reajuste menor, de 4,84%, representando uma alta de R$ 0,10 por litro. Na cabeça dos motoristas liderados por Dedéco, ficou a seguinte impressão: se o presidente cedeu uma vez, pode ceder de novo se a pressão aumentar. Sabedor do potencial explosivo de uma nova greve, Bolsonaro ficou apreensivo quando os ministros Onyx Lorenzoni e Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, lhe relataram que estavam recebendo whatsapps dos líderes dos caminhoneiros ameaçando a greve para o próximo dia 10. Bolsonaro não só determinou a suspensão do reajuste que elevaria o preço do litro, em média, de R$ 2,1432 para R$ 2,2662, como também convocou seus principais ministros para discutirem a apresentação de um conjunto de medidas que apaziguasse o ânimo dos caminhoneiros. À Onyx e Heleno, somou-se o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que foram responsáveis pela elaboração do pacote. Mesmo sem saberem ao certo de onde tirarão o dinheiro, os ministros anunciaram na terça-feira 16 as benesses à categoria que julga mandar no Brasil. O governo prometeu a liberação de uma linha de crédito especial de R$ 30 mil do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que os caminhoneiros façam a manutenção preventiva nos veículos, estudos para se cumprir a tabela do frete da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a liberação de R$ 2 bilhões para a manutenção das rodovias em todo país.

Comando duplo

Como naqueles filmes policiais em que há o “tira bom” e o “tira mau”, os líderes dos caminhoneiros dividem-se na tática de pressão ao governo. Enquanto Dedéco e outros seguem radicais pregando a greve, outro grupo, liderado por Wallace Landim, o Chorão, negocia com o governo a concessão de benefícios. Todos, porém, parecem inspirar-se no exemplo de greve semelhante a que ocorreu em 1973 no Chile e no peso que ela teve para a deposição na época de Salvador Allende. Eles sabem especialmente que agora a paralisação que pregam seria uma saia justa para Bolsonaro. A maior parte dos líderes da categoria apoiou a candidatura do atual presidente. Bolsonaro, antes de chegar ao Palácio do Planalto no ano passado, foi um entusiasta da greve dos caminhoneiros.

Todos de maneira irresponsável parecem se inspirar no exemplo de greve semelhante a que ocorreu em 1973, no Chile. O governo não deveria aceitar a “faca no pescoço”

Continue lendo

Ultrassom que constatou a má-formação no filho de Maria Félix. Ele morreu ainda no útero, com 25 semanas, por causa de má-formação - Créditos: João Brizzi/The Intercept Brasil
Ultrassom que constatou a má-formação no filho de Maria Félix. Ele morreu ainda no útero, com 25 semanas, por causa de má-formação / João Brizzi/The Intercept Brasil

O filho de Maria Félix, de 21 anos, resistiu pouco mais de seis meses de gestação. Morreu ainda no ventre, com apenas 322 gramas. A causa do aborto, que aconteceu com 25 semanas de gravidez, foi má formação: o bebê tinha o intestino para fora do abdômen e também problemas no coração. Não é incomum que as mães da região percam seus filhos precocemente. O bebê de Maria, ao que tudo indica, foi mais uma vítima precoce do agrotóxico glifosato, usado em grandes plantações de soja e de milho em Uruçuí, a 459 km de Teresina, no Piauí.O mesmo veneno que garante a riqueza dos fazendeiros da cidade, no sul do estado, está provocando uma epidemia de intoxicação com reflexo severo em mães e bebês. Estima-se que uma em cada quatro grávidas da cidade tenha sofrido aborto, que 14% dos bebês nasçam com baixo peso (quase do dobro da média nacional) e que 83% das mães tenham o leite materno contaminado. Os dados são de um levantamento do sanitarista Inácio Pereira Lima, que investigou as intoxicações em Uruçuí na sua tese de mestrado em saúde da mulher pela Universidade Federal do Piauí.

Laudo do ultrassom que constatou a morte do bebê. ‘A principal consequência é a atrofia de alguns órgãos’,

diz o médico. (Reprodução)

Conheci a história de Maria Félix Costa Guimarães na maternidade do hospital regional Tibério Nunes, na cidade de Floriano. É para lá que as mulheres de Uruçuí são encaminhadas quando têm problemas na gravidez. Nos primeiros exames, feitos em julho, já havia sido identificada a má-formação no feto. Em setembro, no leito do hospital, encontrei a jovem, que lia a Bíblia e se recusava a comer. Carregava um olhar entristecido, meio envergonhado. Ela tinha sofrido o aborto no dia anterior e aguardava o médico para fazer uma ultrassom e se certificar de que não seria necessária a curetagem (cirurgia para retirada de restos da placenta).

Maria não tinha condições emocionais para conversar, por isso falei com a sua tia, a funcionária pública Graça Barros Guimarães. Ela não sabia sobre a pesquisa realizada em Uruçuí, mas acredita nos resultados apontados por Lima. “Se a gente for avaliar, o agrotóxico causa problema respiratório e de alergia. Então é claro que se a mulher tiver grávida, o bebê pode se contaminar também”.

Continue lendo

Força Nacional é empregada a pedido de governadores estaduais e em caso de necessidade de  reforço da segurança local - Créditos: Brasil de Fato | Brasília (DF)

Força Nacional é empregada a pedido de governadores estaduais e em caso de necessidade de reforço da segurança local / Brasil de Fato | Brasília (DF)

A divulgação da portaria assinada nessa quarta-feira (17) pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, que autoriza o uso da Força Nacional de Segurança Pública durante 33 dias na Esplanada dos Ministérios, localizada nas proximidades do Congresso Nacional, em Brasília (DF), causou preocupação e consternação em movimentos sociais, partidos opositores e membros da sociedade civil preocupados com a democracia.  Entre outras coisas, os partidos apontam que a norma fere os princípios constitucionais da inviolabilidade da liberdade de expressão e da liberdade de manifestação, expressos no artigo 5º da Constituição Federal. Os parlamentares afirmam que a iniciativa traz risco de cerceamento dos protestos organizados por setores populares. A preocupação se dá especialmente porque estão agendadas para ocorrer, na Esplanada dos Ministérios, diferentes ações sociais no mesmo período ao qual se refere o dispositivo. Publicado no Diário Oficial da União (DOU), o dispositivo entrou em vigor na mesma data. A novidade inaugurou mais uma frente de batalha para a oposição na Câmara dos Deputados. Ainda na quarta (17), a liderança da minoria, as bancadas do PT e do PSOL protocolaram diferentes Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) pedindo a suspensão da medida – chamada oficialmente de Portaria 441/2019. De acordo com a assessoria do Ministério da Justiça (MJ), a norma foi editada a pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ligado à Presidência da República e comandado pelo general Augusto Heleno. Do ponto de vista funcional, o órgão responde por questões de segurança do chefe do Executivo e pelas ações de inteligência do governo. “Obviamente, não é por acaso que o GSI e o MJ, a partir do ministro Moro, tenham definido 33 dias pro cercamento da Esplanada dos Ministérios. É uma tentativa, sim, de impor medo aos movimentos populares que têm caravanas agendadas para Brasília e sobretudo de tentar diminuir e cercear a livre organização, a liberdade de luta e de mobilização de todos os ativistas do Brasil”, critica a vice-líder da bancada do PSOL, Fernanda Melchionna (RS). Entre os eventos agendados, destaca-se o Acampamento Terra Livre (ATL), organizado há 15 anos por movimentos indígenas de diferentes regiões do país, que deve ocorrer entre os dias 24 e 26 deste mês – próximo à data em que se comemora o Dia do Índio, 19 de abril. Este ano, o ATL tem como uma das pautas o combate à Medida Provisória (MP) 870, que esvaziou a Funai e foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) nos primeiros dias de governo. O evento é interpretado como o possível alvo imediato da nova portaria porque, na semana passada, o presidente criticou o ATL, sugerindo que as despesas do acampamento ficariam a cargo do “contribuinte” – na sequência, o movimento indígena rebateu o ex-capitão reformado, destacando que o evento é custeado por meio de doações e, portanto, sem dinheiro público. Outras ações estariam previstas para ocorrer no período de vigência da norma, como é o caso de protestos da categoria dos professores e do 1º de Maio, Dia do Trabalhador, data para a qual diferentes segmentos populares discutem uma possível unificação do calendário de lutas em um ato em Brasília contra as iniciativas de retirada de direitos.

Para o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA), a portaria do governo dialoga também com a Câmara dos Deputados, que deverá votar na próxima semana a reforma da Previdência, no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Continue lendo

A Constituição de 1988 estabeleceu que os territórios indígenas no Brasil fossem demarcados pelo governo federal em até cinco anos - Créditos: Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
A Constituição de 1988 estabeleceu que os territórios indígenas no Brasil fossem demarcados pelo governo federal em até cinco anos / Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Nesta sexta-feira (19), é celebrado o primeiro Dia do Índio sob o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL), marcado pela criminalização de lideranças, pelo sucateamento da Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela estruturação de uma política anti-indígena. Para jogar luz nos 519 anos de luta e resistência dos povos indígenas do Brasil, neste mês de abril, ocorre uma série de mobilizações para a articulação de estratégias e de visibilidade às reivindicações dessa população. Alvos de constantes violências que ceifam vidas e territórios tradicionais, os povos originários ainda batalham pela demarcação de suas terras, pela garantia de direitos básicos e pela preservação de tradições ancestrais. Em menos de quatro meses de mandato, relembre alguns dos ataques do governo Bolsonaro aos povos originários.

Bolsonaro retira da Funai a demarcação de terras indígenas

Com uma canetada, poucas horas após a cerimônia da posse presidencial, Bolsonaro decretou o esvaziamento das competências da Funai e colocou em xeque a demarcação de novas terras indígenas e a conservação do meio ambiente.  Uma das principais atividades executadas pelo órgão indigenista nos últimos 30 anos era a identificação, delimitação, demarcação e registro de terras indígenas no país. Na prática, a regularização fundiária passa agora às mãos dos ruralistas, adversários dos interesses dos indígenas em diversos estados.Em edição extra do Diário Oficial da União, Bolsonaro delega a tarefa de demarcar novas terras indígenas ao Ministério da Agricultura, chefiado por Tereza Cristina (DEM), até então líder da bancada do agronegócio na Câmara e conhecida como “musa do veneno”. Em um ano, os ruralistas derrubaram dois presidentes da Funai. A equipe de transição de Bolsonaro já havia anunciado que o órgão seria transferido do Ministério da Justiça para o comando da pastora evangélica Damares Alves, atual ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Agora, perde a capacidade das demarcações, submetida a outro ministério.

A Constituição de 1988 estabelece que os territórios indígenas no Brasil sejam demarcados pelo governo federal em até cinco anos. Não foram. Bolsonaro afirma que, se depender dele, não haverá mais demarcação de terra indígena no Brasil, mas garantiu que suas decisões serão tomadas de acordo com a lei.Conforme dados da Funai, cerca de 130 terras indígenas estão em processo de demarcação no Brasil e, portanto, poderiam ser afetadas pela medida planejada por Bolsonaro. Outras 116 estão em estudo para aprovação como terra tradicional e mais 484 áreas são reivindicadas para análise. 

Continue lendo

   Políticas públicas são ações e programas que são desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis. São medidas e programas criados pelos governos dedicados a garantir o bem-estar da população. Além desses direitos, outros que não estejam na lei podem vir a ser garantidos através de uma política pública. Isso pode acontecer com direitos que, com o passar do tempo, sejam identificados como uma necessidade da sociedade. 

Quem cria e executa as políticas públicas?

   O planejamento, a criação e a execução dessas políticas é feito em um trabalho em conjunto dos três Poderes que formam o Estado: Legislativo, Executivo e Judiciário.

O Poder Legislativo ou o Executivo podem propor políticas públicas. O Legislativo cria as leis referentes a uma determinada política pública e o Executivo é o responsável pelo planejamento de ação e pela aplicação da medida. Já o Judiciário faz o controle da lei criada e confirma se ela é adequada para cumprir o objetivo.

    Execução das políticas públicas

A execução das políticas públicas é tão importante para o bom funcionamento da sociedade que, desde 1989, existe a carreira de especialista em políticas públicas. De acordo com a lei que criou esse cargo, o especialista em políticas públicas é o profissional especializado na formulação, planejamento e avaliação de resultados de políticas públicas.As políticas públicas existem e são executadas em todas as esferas de governo do país, ou seja, há ações em nível federal, estadual e municipal.

                                        

O Reverendo padre Elton Wilson Ferreira  de Santa Terezinha – PE.

Faz um  breve Relator  sobre políticas públicas.

O nosso blog vai dá sequência sobre o assunto com outras autoridades, já que um dos objetivos do mesmo.  

  Falar de políticas públicas não é falar de “políticas” ou de “eleição” mais sim, falar de um conjunto de ações com vista a promover o bem comum, olhando sempre para os mais necessitados. As políticas públicas podem ser relacionadas a educação, a saúde, aos direitos humanos, a assistência social, a economia, o meio ambiente, segurança pública, a zona rural, aos idoso, as crianças, aos jovens, as mulheres e a tantos outros temas e direitos. Elas representam soluções específicas para as necessidades e para os problemas da sociedade, de modo que uma política pública não é somente a ação de um governo, mas também a relação entre as instituições e a população que se envolve na busca da garantia dos direitos e deveres já previstos na Constituição Federal e em outras leis.

   A eficácia de uma política pública depende de três fatores: 1) Da capacidade que ela tem de favorecer a todos, especialmente os mais pobres; 2) da forma democrática com que ela é criada e implementada; 3) e da participação popular.A Constituição Brasileira possibilita a participação direta da sociedade na elaboração e implementação de políticas públicas através dos conselhos, que são órgãos permanentes, colegiados, consultivos ou deliberativos, que foram propostos por leis complementares em quatros áreas: Criança e Adolescente, Saúde, assistência social e Educação.

                                             ORÇAMENTO    PARTICIPATIVO

      Outra diferença que devemos fazer quando tratamos de políticas públicas e distinguir o que seja uma política de governo e o que seja uma política de Estado. Na maioria das vezes uma política de governo se torna algo muito restrito ao gestor (Federal, Estadual, Municipal) e por isto é marcada pela descontinuidade, correndo o risco de ser tornar uma moeda de troca para assegurar o seu mandato. É um tipo de política que pode não levar em contas os anseios e as necessidade da comunidade, mas os interesses pessoais do gestor público. Quantas vezes, em nossas comunidades, “os prefeitos” optam por embelezar praças em um determinado bairro, quando a urgência maior seria o funcionamento de um posto de saúde ou de uma creche para as crianças. Como ele não ouviu a comunidade e não houve a participação da população no processo de implementação da política pública, aquela será mais uma obra que não garantirá, aos mais pobres, melhor qualidade de vida. O correto seria que, em os nossos municípios, fosse implementado o “Orçamento Democrático e Participativo”.

  É preciso compreender melhor o papel e o sentido de políticas públicas, despertar a consciência e incentivar a participação de todo cidadão na construção destas ações em nível nacional, estadual e municipal, determinado que toda política pública assegure os direitos sociais aos mais frágeis e vulneráveis. É preciso lutar para que estas políticas públicas eficazes se tornem políticas de Estado, constantes, perene, independente de quem está no governo.

Tipos de políticas públicas

Por serem programas relacionados com direitos que são garantidos aos cidadãos as políticas públicas existem em muitas áreas.

São exemplos:

Pobreza

Abuso sexual

Invasão escolar

Violência 

Estrupo

Resultado de imagem para corrupção politica

Corrupção

Resultado de imagem para descasi com a Saúde publica

Saúde pública

Corrupção

Educação,

Saúde,

Trabalho,

Lazer,

Assistência social,

Meio ambiente,

Cultura,

Moradia,

Transporte.

Agricultura

Trabalho

Habitação

Abuso sexual

Estrupo

pobreza

Invasão escolar

Drogas etc

O ministro Alexandre de Moraes recuou da decisão de censurar reportagem que citava o presidente do STF, ministro Dias Toffoli. Para assistir ao conteúdo na íntegra, acesse PlayPlus.com

Após desentendimentos na condução da área do Esporte, o ministro da Cidadania e Ação Social, Osmar Terra, exonerou nesta quinta-feira o titular da secretaria Marco Aurélio Vieira Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo
Após desentendimentos na condução da área do Esporte, o ministro da Cidadania e Ação Social, Osmar Terra, exonerou nesta quinta-feira o titular da secretaria Marco Aurélio Vieira Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

Pouco mais de uma semana após a demissão do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, o governo Bolsonaro tem mais uma baixa. O presidente exonerou nesta quinta-feira (18) o secretário especial de Esporte, general Marco Aurélio Vieira. Em seu lugar, assume Décio dos Santos Brasil, também militar. A decisão foi tomada depois de sucessivos atritos entre o secretário e o ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS), a quem Vieira estava subordinado. Ele não tinha liberdade para escolher os nomes que fariam parte da própria equipe e via sua autonomia ser comprometida pelo ministro. Um exemplo disso aconteceu quando Terra nomeou o ex-jogador Washington Cerqueira (PDT) para assumir a secretária Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (Snelis), pasta que acumula o maior orçamento da Secretaria de Esporte. General de três estrelas, Vieira coordenou uma das equipes que deram forma às medidas do governo recém-eleito. Ele ajudava a identificar e registrar quais eram os entraves econômicos do país e, depois, entregava um relatório ao presidente.

Continue lendo

A Uber Technologies disse que está lançando novos recursos de segurança para ajudar os passageiros a evitar falsos motoristas, duas semanas após o assassinato de uma estudante universitária que entrou no carro de seu assassino acreditando que era seu motorista. Os recursos incluem etapas para identificar o carro certo e uma notificação para lembrar os passageiros disso antes do carro chegar, disse a empresa em seu blog nesta quinta-feira.

Logo da Uber exibido em uma tela de celular em Londres. 14/09/2018. REUTERS/Hannah Mckay
Logo da Uber exibido em uma tela de celular em Londres. 14/09/2018. REUTERS/Hannah Mckay

Os recursos serão lançados em Columbia e na Carolina do Sul nesta quinta-feira e serão lançados no restante dos Estados Unidos em poucos dias. A vítima de 21 anos, Samantha Josephson, era uma estudante universitária da Carolina do Sul. Em julho de 2017, a Uber lançou uma campanha de conscientização pública contra fraudes e como os passageiros podem evitar entrar no carro errado, sugerindo que eles verifiquem o aplicativo para garantir que o carro corresponda ao carro reservado. A empresa também planeja lançar uma nova ferramenta para as universidades prestarem serviços aos estudantes em horários anormais, quando outras opções de transportes são limitadas. O programa piloto começará com a Universidade da Carolina do Sul, enquanto outras universidades poderão se inscrever. “Também estamos lançando uma campanha de conscientização nas mídias sociais, e estamos colocando anúncios em jornais da faculdade e em outdoors perto de distritos de entretenimento em todo o país para educar os alunos sobre esses passos”, disse a Uber.

terra

Ódio e preconceito

Após a vitória de Dilma Roussff no segundo turno das eleições de 2014, as redes sociais foram inundadas por uma enxurrada de ódio e preconceito contra o Nordeste, região onde a candidata vitoriosa obteve boa parte de seus votos. No dia 26 de outubro de 2014, o agora condenado publicou no Facebook a seguinte mensagem: Os nordestinos são um bando de sem vergonhas (sic), que merecem morar em uma casa de barro, sem água, com muita poeira, merecem uma cesta básica, um copo de água e uma bolsa família (sic) porque são pessoas insignificantes, com cabeça pobre, que só ocupam espaço no planeta Terra. Na mesma postagem, ele afirmou que “isso não é preconceito, é repúdio a essas pessoas”, e disse ainda que iria “dormir feliz porque o povo do Sul, descendente de europeus, fizeram (sic) sua lição de casa. Quanto aos demais, não pertencem ao mesmo país que amo”

tecmundo

Caminhoneiros parados em rodovia na greve de 2018; categoria planeja nova paralisação neste mês        © Douglas Magno/O Tempo Caminhoneiros parados em rodovia na greve de 2018; categoria planeja nova paralisação neste mês

O anúncio da alta de R$ 0,10 dodiesel, na noite de quarta-feira, 17, dividiu a categoria dos caminhoneiros. Uma ala já se articula para uma paralisação no dia 29 de abril, mas outra turma aposta nas negociações com o governo e prefere esperar.O caminhoneiro Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco, considerado um dos líderes da greve de 2018, diz que não tem outra alternativa a não ser decretar uma greve. “Alguns grupos nossos decidiram que vamos parar no dia 29 a partir das 0h. É o prazo que o governo tem para resolver esse impasse”, afirma ele.Uma outra liderança dos caminhoneiros, Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirma que há bom diálogo com o governo. “Claro que estamos insatisfeitos, mas estamos buscando uma solução e o governo está com as portas abertas para o diálogo. Está funcionando”, afirma. Segundo ele, a categoria precisa ter paciência e entender que as mudanças não vão acontecer repentinamente. Uma das demandas dos caminhoneiros é a melhora na fiscalização da tabela do frete mínimo, adotada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) após a greve em 2018. 

Continue lendo

STF deve liberar entrevistas de Lula na prisão, diz jornal

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve liberar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dar entrevista a veículos de comunicação que pediram autorização para falar com ele na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde ele está preso. As informações são da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. A decisão do STF, segundo a publicação, deve ser anunciada nesta quinta-feira (18). Em setembro do ano passado, o ministro Luiz Fux suspendeu uma liminar concedida por Ricardo Lewandowski que dava o direito da Folha de S. Paulo entrevistar o ex-presidente Lula na prisão. A permissão foi cassada por Fux e ele ainda declarou que a entrevista estaria censurada se já tivesse sido realizada. A censura prévia, no entanto, é expressamente proibida pela Constituição.

istoe

Crédito: Reprodução/Instagram
O piloto de um táxi aéreo clandestino que transportava a cantora Claudia Leitte foi detido pela Polícia Federal (PF) na última semana. A prisão ocorreu após ele pousar com a artista no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. As informações são do G1. O piloto foi identificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) como Ernani Luiz Assis Figueiredo Campos. Ele e o copiloto, que não teve a identidade revelada, não tinham habilitação para pilotar o tipo de aeronave usado para transportar Claudia Leitte. A PF não informou ao G1 se os dois ficaram presos depois da prisão do dia 7 de abril. Segundo informações da Anac, o voo partiu de Maringá (PR) com destino ao Rio de Janeiro. Ernani e o copiloto usaram um plano de voo fraudado, com números de habilitação de outros pilotos. A aeronave pertencer a uma empresa chamada BHZ Transporte Aéreo e Locação de Aeronaves, mas ela não respondeu aos contatos feitos pelo G1. É a segunda vez que Claudia Leitte se envolve com esse tipo de problema. Em outubro do ano passado, a aeronave que a transportaria foi interditada pela Anac, em Salvador, após denúncias. Em nota, a assessoria de comunicação da cantora afirma que “a artista não possui qualquer relação com o piloto citado e não compactua com qualquer irregularidade que a empresa tenha cometido”.
istoe.
Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
  CLIQUE AQUI e fale com os novos ministros, fiquem de OLHO bem aberto alguma informação entre em contato com os ministros. Imagem relacionada
Vejam as verbas de suas cidades ,naveguem e fiquem bem informados CLIQUE AQUI E ACESSE!

CLIQUE AQUI e veja receita e despesa do seu municípios.

Aqui você encontra informações sobre a aplicação do dinheiro público nos municípios e no estado de Pernambuco.

Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Parceiros