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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

Reflexivo, o jornalista fez um tocante texto em homenagem aos progenitores, que já faleceram

Em desabafo emocionante, William Bonner resgata clique raríssimo dos pais e lamenta saudades: "Se soubessem a falta"
Em desabafo emocionante, William Bonner resgata clique raríssimo dos pais e lamenta saudades: “Se soubessem a falta”
Neste domingo (09), o jornalista William Bonner resolveu aproveitar o Dia das Mães para prestar uma singela homenagem aos pais, que já faleceram, e não poupou emoção ao escrever um breve texto. 

“No segundo domingo de maio e no segundo domingo de agosto, repete-se um sentimento muito intenso e doloroso. Soubesse antes a falta que me fariam, não teria perdido tantas oportunidades de estar com meus pais”, iniciou. “Quem os tem presentes, fisicamente, não sabe o que é isso – e acolhe esse conselho se quiser. Os que não os têm mais nessa condição me entenderão”, encerrou, reflexivo.  Dona Maria Luiza, mãe do apresentador, faleceu em 2019. Já o pai, o médico William Bonemer, morreu em 2016.

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A ex-apresentadora do SBT fez cliques combinando look com a mãe e aproveitou para escrever uma homenagem

A ex-apresentadora do SBT fez cliques combinando look com a mãe e aproveitou para escrever uma homenagem
Lívia Andrade compartilha fotos raras com a mãe

A mãe de Lívia Andrade surgiu em fotos raras com a apresentadora!

Neste domingo, 09, de Dia das Mães, a loira publicou uma série de cliques com a mãe e aproveitou para escrever uma homenagem para ela.

“Feliz dia das Mães! Feliz dia da pessoa mais importante da minha vida, não só é a melhor mãe, mas o meu maior exemplo de coragem, independência, força, responsabilidade e determinação. Como Mãe solo, não poderia ter sido melhor. Nunca faltou motivo pra chorar, mas ela nunca quis passar tristeza, sofrimento, dificuldade, desespero ou fraqueza”, contou ela. E continuou a declaração: “Ela nunca chorava na minha frente, preferia sorrir e passar superação. Minha Mãe veio pra batalha, pra luta, pra vencer através do trabalho e dignidade. Veio pra transformar a nossa dificuldade e tristeza em felicidade! E para enfrentar as batalhas dessa vida, eu não poderia ter escolhido uma mãe melhor!”Lívia Andrade revelou mais sobre sua mãe. “Ela já lutou até contra a morte e não se entregou, porque nos achava muito pequenos pra ficar sem pai e logo sem mãe. Corajosa, forte e determinada me preparou para o mundo real. E como sou feliz por isso, foi a melhor mentora dessa vida. Obrigada por tudo, mãe”, agradeceu. Ainda nos últimos meses, a famosa vem arrancando elogios com seus cliques na praia. Pelo local, ela tem aproveitado a natureza em grande estilo, como vem mostrando em sua rede social.

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Cilene Pereira, da Agência Einstein – Pesquisadores ingleses publicaram ontem no Journal of Mental Health – publicação científica que reúne artigos sobre o tema – quatro medidas que devem ser adotadas urgentemente para que o mundo tenha condições de enfrentar o crescimento acentuado de doenças como ansiedade e depressão na próxima década. Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 264 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo mundo. Um a cada treze indivíduos manifesta sintomas de ansiedade. A pandemia de Covid-19 agravou o problema ao obrigar a todos ao isolamento social, fazer aumentar o medo com o futuro e aumentar a carga de estresse. Ao mesmo tempo, de acordo com pesquisa da própria OMS, de 2020 até agora, 93% entre 130 países apresentaram interrupção ou fechamento dos serviços de atendimento aos pacientes. É o primeiro levantamento a indicar o grau da devastação nos sistemas de assistência às enfermidades psiquiátricas na maior parte do mundo em razão da pandemia.

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Crise provocada pelo coronavírus desnudou e agigantou problemas sociais. Um sistema de saúde insuficiente, falta de saneamento básico, moradias indignas, informalidade brutal. Segundo especialistas, no entanto, há chances de melhoras nesses indicadores após a pandemia.

A crise provocada pelo novo coronavírus evidenciou a fragilidade estrutural e agigantou as desigualdades sociais do Brasil. Os serviços públicos, necessários para mais de 75% da população, são precários. O sistema de saúde é insuficiente e começa a entrar em colapso em alguns estados. A falta de saneamento básico, uma agenda do século 19, ainda assola o país e 35 milhões de pessoas não têm acesso à água. A informalidade é brutal, com mais de 38 milhões de brasileiros invisíveis ao Estado. E as moradias são indignas para grande parte da população, que não consegue nem manter a higiene básica, muito menos cumprir os protocolos que reduzem o risco de contaminação. A pandemia desnudou as mazelas do Brasil. Uma vez vencida, contudo, tem potencial para deixar legados positivos, dizem especialistas.
Para Claudio Porto, fundador e presidente do conselho de administração da Macroplan, o posicionamento da saúde como a maior prioridade do país nesta década é um deles. ;Não só a expansão, mas a melhoria da produtividade das redes de saúde;, diz. O especialista lembra que a taxa de cobertura de planos de saúde no Brasil era de 25% em fevereiro de 2020. Ou seja, 76% da população são dependentes do Sistema Único de Saúde (SUS). ;Em alguns estados, a cobertura de saúde suplementar é ainda menor, como no Acre, 5,5%; e em Roraima, 6,2%;, destaca. As fragilidades da infraestrutura no Brasil têm se acentuado ao longo das últimas três décadas. Foi congestionando e, depois, degradando, até por falta de investimento de reposição;, afirma. O especialista considera que o país deveria concentrar esforços público e privado na saúde. ;Ficou claro, com a pandemia, que é necessário melhorar a logística associada ao setor, desde o transporte, softwares, telemedicina, suprimento estratégico. Temos que elevar o padrão para o século 21;, sugere.
A crise ressaltou o papel do Estado, na opinião de Adriana Schier, presidente da Comissão de Serviços Públicos do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo (IBDA). ;No Brasil, há uma tentativa de retirada do Estado, sobretudo, no que tange a investimentos em serviços públicos. Porém, quando a necessidade é urgente, apenas o Estado pode ajudar;, afirma, parafraseando Jürgen Habermas, filósofo alemão, que, até a pandemia, defendia um Estado menos intervencionista. ;Saúde, seguridade e infraestrutura são áreas em que o país já tinha carência muito grande. Isso foi agravado agora;, diz.
Segundo Schier, em 2018, houve 50 mil mortes por falta de acesso aos serviços de saúde e 150 mil óbitos em face da falta de qualidade deles. ;E temos uma lei que congela o investimento em saúde por 20 anos;, critica. A executiva do IBDA assinala que o discurso de que não há recursos para a saúde caiu por terra. ;Desde que a contratação direta para compras de medicamentos foi permitida (em fevereiro) já foram gastos R$ 703 milhões. Isso mostra que há falta de prioridade e não de verbas;, sustenta. A especialista torce para que, passada a crise, haja maior reconhecimento da necessidade do Estado e dos serviços públicos, com mais investimentos.
Riscos

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Crédito: Reprodução/Instagram

Por meio de seu perfil oficial no Twitter, Luísa Sonza desabafou na madrugada desta segunda-feira (10) sobre o aumento do número de mortes causadas pela pandemia no novo coronavírus. Na rede social, a cantora aproveitou para criticar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a má gestão de seu governo diante da crise sanitária.“Sério, eu tô com tanta raiva. Tanta tristeza. Não consigo parar de pensar no Paulo, e em todas as vidas que perdemos por um vírus QUE TEM VACINA. TODAS ESSAS MORTES PODERIAM TER SIDO EVITADAS SE TIVÉSSEMOS UM GOVERNO MINIMAMENTE DECENTE!”, disse Sonza. E completou disparando: “Acredito muito que o ódio NUNCA resolve nada. Que odiar alguém nunca é a solução, independente de qualquer coisa. Porém, nesse momento eu PRECISO desabafar sobre uma coisa que é: Bolsonaro, eu te odeio.”
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A Prefeitura de Campina Grande, por meio do Sine Municipal, está oferecendo 401 vagas de emprego nesta segunda-feira, 10 de maio. Desse total, 340 são para a função de atendente de telemarketing na empresa AeC, parceira da Prefeitura Municipal para captação de trabalhadores no mercado local.

Para as 340 vagas da empresa AeC não é exigida experiência comprovada na função. Já para as demais vagas é necessário comprovar a experiência de seis meses na carteira de trabalho.Em virtude da pandemia do novo coronavírus, o Sine Municipal está com o atendimento ao público limitado aos trabalhadores que agendam o atendimento por meio do telefone (83) 3343-1486. Desde o primeiro contato é necessário apresentar os seguintes documentos: carteira de trabalho, carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e currículo atualizado.O Sine Municipal, que está localizado no prédio do antigo Museu Vivo da Ciência, em frente ao Parque do Açude Novo e próximo ao Terminal de Integração de Passageiros, funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 13h. No local os colaboradores obedecem aos protocolos de segurança, sendo exigido o uso de máscaras, o distanciamento seguro e a aplicação de álcool em gel na higienização de objetos e nas mãos.

Estão à disposição dos trabalhadores em Campina Grande as seguintes vagas:

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De acordo com as informações a notificação e a autuação foram realizadas pelas equipes da Operação Previna-se que intensificaram a fiscalização de bares, restaurantes e comércio em geral nesse domingo (9).O Bar do Cuscuz, na orla da praia do Cabo Branco, foi notificado por desrespeito à manutenção do espaçamento adequado entre as mesas em tempos de pandemia.Já o Boteco da Villa, localizado no Portal do Sol, foi autuado pelo mesmo motivo e, também, por ausência de aferidor de temperatura para controle de acesso de clientes na entrada do estabelecimento e falta de álcool 70% para higienização das mãos de quem estava no local. A fiscalização foi intensificada por causa da data festiva e atuou durante todo o dia nas Zonas Norte e Sul da Capital.

PB Agora

O Oramento Pblico

Orçamento público é o instrumento utilizado pelo Governo Federal para planejar a utilização do dinheiro arrecadado com os tributos (impostos, taxas, contribuições de melhoria, entre outros). Esse planejamento é essencial para oferecer serviços públicos adequados, além de especificar gastos e investimentos que foram priorizados pelos poderes. Essa ferramenta estima tanto as receitas que o Governo espera arrecadar quanto fixa as despesas a serem efetuadas com o dinheiro. Assim, as receitas são estimadas porque os tributos arrecadados (e outras fontes) podem sofrer variações ano a ano, enquanto as despesas são fixadas para garantir que o governo não gaste mais do que arrecada. Uma vez que o orçamento detalha as despesas, pode-se acompanhar as prioridades do governo para cada ano, como, por exemplo: o investimento na construção de escolas, a verba para transporte e o gasto com a saúde. Esse acompanhamento contribui para fiscalizar o uso do dinheiro público e a melhoria da gestão pública e está disponível aqui, no Portal da Transparência do Governo Federal.

Saiba mais sobre o orçamento público.

Elaboração do Orçamento

O processo de elaboração do orçamento é complexo, pois envolve as prioridades do Brasil, um país com mais de 200 milhões de habitantes. Se já é difícil planejar e controlar os gastos em nossa casa, imagine a complexidade de planejar as prioridades de um país do tamanho do Brasil. No entanto, o planejamento é essencial para a melhor aplicação dos recursos públicos.O processo de planejamento envolve várias etapas, porém três delas se destacam: a aprovação da Lei do Plano Plurianual (PPA), da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA).Cada uma dessas leis é proposta pelo Poder Executivo, a partir de objetivos específicos, e depende da aprovação do Congresso Nacional. Isso permite que os deputados e senadores eleitos como nossos representantes influenciem o orçamento, adequando as leis às necessidades mais críticas da população que representam. Para organizar e viabilizar a ação pública, o PPA declara as políticas e metas previstas para um período de 4 anos, assim como os caminhos para alcançá-las. A LDO e a LOA devem estar alinhadas às políticas e metas presentes no PPA, e, por sua vez, são elaboradas anualmente. A LDO determina quais metas e prioridades do PPA serão tratadas no ano seguinte – além de trazer algumas obrigações de transparência. A partir daí, a LOA é elaborada, detalhando todos os gastos que serão realizados pelo governo: quanto será gasto, em que área de governo (saúde, educação, segurança pública) e para que.

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Daniela Filomeno

Faz mais de 15 anos que estou à frente do projeto Viagem&Gastronomia, que começou como um blog pessoal para passar as dicas – que meus amigos tanto pediam – de minhas descobertas gastronômicas pelo mundo.

O blog mudou, virou um projeto enorme junto à CNN Brasil, mas há algo que permanece e talvez seja isso que faz meus olhos brilharem tanto quando falo de gastronomia: continuo acreditando que algumas comidas são capazes de nos transportar em questão de segundos a lugares que nem passaportes carimbadíssimos seriam capazes de levar. Não falo de cidades, nem de países, mas de memórias afetivas, essas que reunimos ao longo de nossa vida e nos remetem a situações de simbologia inexplicável: a do momento exato em que elas aconteceram. Para mim, memória afetiva tem tudo a ver com comida. E para você?

Pão de queijo quentinho (Foto: arquivo pessoal/Daniela Filomeno)

Sabe aquela lembrança de um determinado sabor; de um cheirinho que vinha direito da cozinha e que a gente logo sentia ao entrar em casa; a alegria de saber que, naquele dia, iria comer um prato gostoso, preparado por alguém que pensou em você? Um bolo sendo assado; o aroma do feijão fresquinho borbulhando na panela; um cheirinho de pão de queijo saindo do forno; café coado na hora; aquela torta de receita secreta, mas com aroma inesquecível… Nada muito complexo, tudo muito saboroso e… inesquecível!

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Aliás, acho que as melhores memórias são aquelas referentes a momentos que não foram necessariamente combinados ou planejados, simplesmente aconteceram. A comida se torna um pretexto para aquele encontro gostoso em família, que, sem intenção, acaba virando ritual, passando de geração para geração.

Figo Ramy, receita de minha mãe (Foto: arquivo pessoal/Daniela Filomeno)

Um dia, ouvi de uma conhecida que a tradição de sua família havia anos era comer pizza na ceia de Réveillon e que isso tinha um sabor muito especial. Ela explicou: seu bisavô ia todos os anos assistir à tradicional Corrida de São Silvestre que acontecia na noite do dia 31, em São Paulo. No caminho de volta, passava no único estabelecimento aberto naquela hora para comprar para a família o que comeriam na virada: pizza. O dinheiro era curto e comer pizza não era tão comum assim naqueles tempos, o que tornava o sabor ainda mais marcante. Hábitos assim, específicos de cada família, fazem com que diferentes alimentos tenham essa carga emocional que perdura por uma vida, por gerações.Quem nunca perguntou a algum amigo se ele já havia comido tal receita, que, quando foi ver, ninguém conhecia com aquele nome ou tempero? Posso dar meu exemplo: a carne de porco no fogão à lenha da minha avó mineira, que só de fechar os olhos posso sentir o cheiro, que não mais existe e nunca existirá igual. E seu biscoito de polvilho inesquecível? Todos certamente conhecem ou já comeram uma carne de porco ou um polvilho, mas os da minha avó….

(Foto: arquivo pessoal/Daniela Filomeno)

São comidas assim que guardamos na cabeça e no coração. Um simples macarrão feito na manteiga, que pelas mãos de uma pessoa querida tem um sabor diferente e insistimos dizer-lhe: “Que delícia! Ninguém consegue fazer um igual ao seu! – mesmo que siga a receita à risca”. E não é exagero. Ninguém consegue.

Biscoito de polvilho com banha de porco, receita de minha avó (Foto: arquivo pessoal/Daniela Filomeno

Dia das Mães. A chegada do Dia das Mães me traz lembranças ainda mais fortes dos gostos de infância que perduram até hoje em meu paladar. Da mousse de chocolate que minha mãe faz como ninguém, do figo em calda, do simples arroz com ovo que insisto em dizer que dificilmente terá comida melhor (com certo exagero, mas com um fundo de verdade). Lembranças de alimentos que são quase um abraço, que chegam a aquecer a alma. Mas mais do que isso: eternizam momentos e memórias com aqueles que amamos.

Continuemos resgatando essas lembranças, misturando a nossas vivências pessoais, criando novas experiências com nossos filhos. Comer com prazer, com informações temperadas com carinho… Tudo estará no paladar, no coração e na memória das próximas gerações. Deu vontade de voltar a algum sabor especial?

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Vacina da Pfizer começa a ser aplicada em Porto Alegre
Vacina da Pfizer começa a ser aplicada em Porto Alegre (06.mai.2021)
Foto: Reprodução / CNN

O Brasil continua em 58º lugar no ranking global da aplicação de doses da vacina contra a Covid-19 nesta segunda-feira (10), considerando o número de doses a cada 100 habitantes. Até a última quarta, o país ocupava a 56º posição.

Entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país segue em 9º. Segundo os dados atualizados pela Agência CNN, o Brasil aparece com 25,08 doses aplicadas a cada 100 habitantes.

O Reino Unido fica na liderança do ranking, com 78,13 doses aplicadas a cada 100 pessoas. Os Estados Unidos estão em segundo lugar — com 77,66 doses a cada 100 habitantes.

O Canadá fica na terceira posição (42,17), seguido pela Alemanha (41,07), Itália (39,78) e França (37,29). A Arábia Saudita (30,40) está em 7º lugar seguida pela Turquia, com 29,55 doses da vacina contra a Covid-19 aplicadas — a cada 100 habitantes. Considerando os números absolutos da vacinação, a China continua com a liderança do ranking, com mais de 324 milhões de doses já aplicadas. Os Estados Unidos ficam em segundo lugar, com 259,7 milhões de doses aplicadas.Na sequência, aparece a Índia, com 168,3 milhões de doses aplicadas e ainda enfrenta uma forte onda de contaminações e mortes por Covid-19 – ultrapassando marcas históricas nos últimos dias. O Brasil permanece em quarto lugar, com 53,1 milhões de doses aplicadas – mesma posição se considerarmos os países do G20. Nesta segunda-feira (10), o governo de São Paulo entregou mais 2 milhões de doses ao Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde. O Reino Unido fica na 5ª posição, com 53 milhões de doses aplicadas. Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.

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Nossa homenagem para todas as mamães que, por seus filhos, são inspiradas a se reinventar todos os dias, sem medir esforços. Feliz Dia das Mães!

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A jornalista Rachel Sheherazade - Divulgação
A jornalista Rachel Sheherazade

O líder das multidões tinha o carisma típico dos populistas, daqueles raros homens capazes de inspirar tanta confiança a ponto de guiar ovelhas para o matadouro. Militar ressentido, de baixa patente, apresentou-se como inimigo da corrupção e salvador da Pátria — ora envolta num sentimento profundo de frustração política e crise econômica.

De inspiração patriótica, o “Mito” se dizia antiprogressista e antiglobalista, pregava a restauração moral, o resgate do orgulho nacional e a nova política, sempre propondo soluções fáceis para problemas complexos. Aos olhos e ouvidos do povo, ele era a única redenção.

Era dado a discursos caricatos e extremistas sobre como proteger os compatriotas de conspiradores comunistas. Politicamente incorreto, ele defendia abertamente a pena de morte e a perseguição a minorias. Apesar da retórica flagrantemente truculenta, ou talvez até por causa dela, ganhou a confiança das massas e, por onde passava, era saudado como líder, ovacionado por milhões de incautos (ou seriam cúmplices?)

O “Mito” não teria jamais prevalecido sem a cumplicidade criminosa dos seus seguidores, que acabaram se tornando co-autores do extermínio

Chegando ao poder, transformou o discurso de ódio em política de Estado. A promessa de palanque foi cumprida. O líder que criou ameaças imaginárias encontrou inimigos e bodes expiatórios onde não existiam: entre partidários, oponentes, homossexuais, comunistas ou jornalistas. A imprensa foi acusada de “marxismo”, e os veículos de comunicação que ele não comprou, controlou. Sua rede de propaganda era exímia propagadora de “fake news”, mentiras, que repetidas mil vezes, tornavam-se verdades incontestes.

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Marcos Mion e Suzana Gullo
Marcos Mion e Suzana GulloReprodução
POR IG
Marcos Mion escreveu um texto homenageando a esposa, Suzana Gullo . O apresentador publicou uma foto com a amada e refletiu sobre como as pessoas que alguém precisa ter na vida são aquelas que lhe acompanham independentemente de estar vivendo uma fase ruim. O ex-funcionário da Record disse que Suzana foi exatamente assim para ele. Mion relembrou que no começo do relacionamento ele não tinha dinheiro nem para pagar pelo parto do filho mais velho. “Você esteve ao meu lado em todas essas situações e muitas outras. Você já estava ao meu lado quando eu tinha 23 anos e não tinha dinheiro para pagar o parto do Romeo (obrigado pai e sogro). Hoje, tenho 41 anos e minha vida é nossa vida”, conta. “Antes eu era um moleque, virei homem ao seu lado, conheci os buracos e roubadas da vida ao seu lado e vice-versa. E no final do dia, por mais difícil que tenham sido algumas situações, sempre escolhemos um ao outro, escolhemos a família”, Marcos Mion continua. Suzana Gullo fez questão de comentar a publicação e também se declarou para o apresentador. “Lindo, meu amor. Eu casei com você desempregado, lembra? Sempre acreditei em você e no nosso amor. Te amo para sempre”, escreveu ela.

Em sua rede social, a apresentadora gravou vídeos para exibir as lembranças confeccionadas por Manuela

Em sua rede social, a apresentadora gravou vídeos para exibir as lembranças confeccionadas por Manuela
Eliana mostra presentes que ganhou da filha de Dia das Mães

A pequena Manuela, filha da apresentadora Eliana, preparou presentes especiais de Dia das Mães para a apresentadora.Na sexta-feira, 07, a loira compartilhou em sua rede social uma série de vídeos mostrando as lembranças confeccionadas por Manuela Ricco.Durantes os registros, a funcionária do SBT se derreteu pelos itens feitos com muito carinho pela pequena. “Coisa mais linda”, disse ela ao exibir a arte da herdeira.Ainda recentemente, a filha de Eliana roubou a cena ao aparecer com uma tiara de unicórnio na academia da mansão onde moram em São Paulo.Nas últimas semanas, a apresentadora vem esbanjando sua boa forma no local com muito estilo.

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Famosas contam as descobertas, os medos e as dúvidas em um ano repleto de incertezas

No Dia das Mães, famosas contam como enfrentaram os desafios da maternidade em tempos de pandemia
No Dia das Mães, famosas contam como enfrentaram os desafios da maternidade em tempos de pandemia – Reprodução/Divulgação

Este é mais um Dia das Mães diferente. Se no ano passado as incertezas dominaram a data, agora é momento de reflexão: com os filhos em casa em tempo integral, mamães de todo o Brasil se descobriram donas de habilidades que nem conheciam. Controlar horários, incentivar os estudos, fornecerem apoio emocional: não foi fácil manter tudo funcionando em um momento em que todos precisamos nos cuidar em tempo integral. Neste período, há aquelas que se tornaram mães pela primeira vez e aquelas que viveram o medo de contraírem o vírus da Covid-19. Nesse cenário, CONTIGO! convidou dez famosas para contarem como foi a experiência da maternidade no último ano. E elas fizeram relatos emocionantes – e bem sinceros. Veja!

CAMILLA CAMARGO – Mãe de Joaquim e Julia

“Viver a maternidade na pandemia não é fácil, é algo que não temos nem parâmetros de comparação já que não vivenciamos, pessoalmente, isso antes. É desafio diário. Não sabemos como nossas crianças serão afetadas de fato com o isolamento, fora de um contexto social importante para o seu desenvolvimento. Mas importante destacar que esse isolamento, considerando que a pandemia ainda é uma realidade muito viva, infelizmente, é de extrema necessidade (pra quem puder, logicamente). É cansativo? Sim. Desafiador? Também! Mas vejo como privilégio poder ficar nesse momento integralmente com meus filhos cuidando deles e  com isso, acompanhar o desenvolvimento deles tão de perto. Futuramente saberemos com mais propriedade os reflexos de viver algo tão importante como a Maternidade em um momento tão difícil e doloroso coletivamente.”

MÔNICA CARVALHO – Mãe de Yaclara e Valentina

“Jamais pensei viver essa experiência. Como mãe me senti com medo e, ao mesmo tempo, com muita força para demonstrar  para minhas filhas que  tudo isso vai passar, que no futuro próximo será apenas uma lembrança. Muito difícil ver minhas filhas dentro de casa, sem poder brincar com amigas, sem socializar! Espero que passe logo e possamos viver em total liberdade. Enquanto isso vamos inventar, criar brincadeiras dentro de casa para criar memórias inesquecíveis.”

JENNIFER SETTI – Mãe de Guilherme

“Acredito que de todas as experiências da vida ser mãe é a maior e mais linda que uma mulher pode vivenciar! Passar por tudo que nós passamos nessa Pandemia foi muito desafiador. É muito difícil ver os nossos filhos sofrendo toda essa limitação da convivência Social que é muito importante para o desenvolvimento deles! Se antes já nos dividíamos em várias funções, na Pandemia triplicou! Também tivemos que fazer o papel da professora em casa e até dos amiguinhos! A única coisa boa tirada disso tudo está sendo a certeza de que o Amor de mãe supera tudo.

            GARDÊNIA CAVALCANTI – Mãe de Miguel

“Tenho uma vida agitada devido aos compromissos profissionais, às vezes como tantas mães me cobro pela falta de tempo. Veio a pandemia e eu parei o trabalho, tive covid-19 no início e em um momento que tudo era incerto e uma doença completamente desconhecida. Além do medo de um vírus que circulava no meu corpo me deixando debilitada a cada dia, senti medo de ir embora e não cuidar mais do meu filho, vê-lo crescer! Foram15 dias longe dele, fazíamos ligações pelo FaceTime. Após ficar bem, nos reencontramos e foi maravilhoso! Tentei passar a seriedade e o quanto devemos nos cuidar, mas levei de uma forma mais leve. Aproveitamos nossa casa na fazenda, vi muitos filmes com ele, chegamos a acampar no jardim, ficamos mais pertinho e agora que as aulas retornaram  no formato híbrido, prefiro que ele continue de casa, ele é asmático e acompanhamos com muito cuidado. Vivemos a pandemia, vivemos o medo, porém, vivemos principalmente  o compreender que o mais essencial na vida é o amor para superar qualquer obstáculo!”.

LAURA PROENÇA – Mãe de Leonardo e Bernardo

“O maior desafio de ser mãe de dois meninos, em meio a pandemia foi o de segurá-los em casa,  pois  queriam sair e encontrar os amigos, queriam comer a toda e qualquer hora do dia! Além disto, o mais difícil foi acompanhar as aulas online e administrar a prática de  jogos eletrônicos que antes só praticavam no final de semana e na quarentena queriam jogar o tempo todo!  Mas o que mais importa  é que estão com saúde e felizes, apesar de estarmos vivendo tempos tão difíceis!”.

EVELYN CASTRO – Mãe do Juan

“Ta aí algo curioso nesta pandemia: ser mãe. A pandemia me aproximou mais ainda do meu Juan, se é que isso era possível, sempre estivemos juntos, mas, não este tempo todo de convivência, praticamente 24h todos os dias. Brinco até com amigos dizendo, não sei se Juan ganhou 10 anos ou se eu estou com 6 anos, acho que as idades das almas se fundiram. Juan é o “cara” que converso, choro, brinco, dou risada alta, danço em casa, faço vídeos para Internet de forma despretensiosa, trabalho, ensino ele como trabalhar, nos ajudamos – e muito – a passar por tudo isso.   A vida por mais pesada que ficou, dentro de casa ficou mais leve com ele, basta eu ouvir um “bom dia” ou um “boa noite” com um beijo babado, que tudo melhora. É ele que me lembra que não estamos sozinhos muitas vezes. É ele que me faz sair das obrigações e relaxar jogando um videogame, meu companheiro de filmes e até de séries, que ele não pode ver, mas fica ali no mesmo ambiente perguntado a cada reação minha, o que houve mãe? E aí eu conto na linguagem infantil e a gente começa a rir. Juan nesta pandemia tirou o melhor de mim. É claro que tem dia que tira também de mim a mãe tiranossauro rex (risos). Mas tenho certeza que Juan me trouxe e me traz de volta pra mim. Inteira por ser mãe.”

NATÁLIA TOSCANO -Mãe de Angelina e José Filho

Ser mãe é intenso, dentro ou fora da pandemia. É uma entrega de puro amor e dedicação. Mãe de dois, hoje me considero uma mulher realizada e completa. A pandemia nos trouxe muitas perdas e um alerta muito forte, mas também nos deu oportunidade de viver de fato cada momento com a nossa família; estamos há 1 ano e meio dentro desse cenário, e acredito que muitas mães e também pais tiveram a sensação de ter voltado no tempo. A rotina de estar em casa, cozinhar para os filhos, se envolver em todas as atividades, sentar para fazer a tarefa, brincar de bola no quintal, assistir um filme até mais tarde. A pandemia nos trouxe momentos valiosos também como família”.

FAA MORENA – Mãe de Alexandre, Andrea e Amilcare Dallevo Neto

“Ser mãe nesse momento pandêmico e ter o amor e preocupação dos filhos não tem preço. Convivi com dois deles porque estamos morando juntos. Mas minha filha [Andrea], ficamos nove meses sem nos vermos. Quando nos vimos, não teve jeito, foi abraço apertado com muito plástico de proteção. A dor da saudade não aguentava mais esperar pelo abraço. Meus filhos são meu presente de dia das Mães.”

JULIA PEREIRA – Mãe de Suzanne

No Dia das Mães do ano passado eu estava grávida e já comemorava essa data com imensa alegria e amor, mas nem imaginava o que estava por vir. Nesse ano, oficialmente mamãe, me sinto extremamente abençoada por ter minha filhota em meus braços. É um amor puro e genuíno que transborda. Ser mãe para mim é se doar, é entrega, é aprender diariamente, é amar incondicionalmente, é ser feliz vendo minha filha feliz. Até descobri que fui infectada com o covid-19 grávida quando eu já estava curada. Graças a Deus eu e minha filha ficamos bem e ela nasceu super saudável. Mas foi e tem sido até hoje desafiador ser mãe durante a pandemia. São tantas incertezas! Existe o medo de pegar novamente e passar para ela. É meu dever protegê-la. Mas seguimos com esperança de dias melhores e curtindo muito a filhota! O lado bom é que meu marido está fazendo muito home office e, por isso, está acompanhando de perto o crescimento da Suzanne. Ele é um paizão e maridão. Amo a família que construímos.”
DEIA CYPRI – Mãe de Bella
“Eu acho que ser mãe é incrível e maravilhoso. Eu vivi o primeiro ano e praticamente o segundo de vida da Bella na pandemia. Só que foi algo muito legal, porque isso fez com que a gente tivesse muito mais juntos. Edson, eu, ela… O Edson, por não ter shows nesse período, ele pode conviver esse tempo todo com a gente. E isso foi uma coisa que acrescentou muito. Inclusive, na minha parte de mãe, porque ele me ajudou muito e me ajuda muito. Na verdade, tudo que eu queria aconteceu, ficar os dois primeiros anos direto com minha princesa. A Bella não teve contato externo ainda. Contato com pessoas, crianças, escola… por conta da pandemia. Então, eu acho que pra nós foi um pouco mais fácil do que para mães com crianças inseridas em atividades, externas como escola”.

KAMILLA SALGADO – Mãe de Bento

“Ser mãe é o mais puro significado de amor que a vida me deu! Meu maior presente é meu filho! Mudou todo o meu ser para melhor! Na pandemia isso ficou muito mais intenso do que eu jamais imaginaria! Todo o cuidado que já teríamos que ter normalmente é redobrado! Cuidar dele, aliás, é tudo o que eu tenho feito, todo segundo, todo instante pensamos no bem-estar e saúde, proteção dele! É como se um pedaço de você vivesse fora de você… um amor inexplicável… Ser mãe é se emocionar só de olhar um sorriso no rosto do seu filho! E estar bem quando eles estão bem, é viver pensando no futuro deles e sem tirar o olho do que estão fazendo agora… é uma dedicação intensa, um trabalho que sim é cansativo, mas que não medimos esforços de fazer com amor tudo para eles, todos os dias de nossas vidas!”.

Por Marília Marques, G1 DF

Coronel Helen Ramalho, de 46 anos, no Desfile de 7 de Setembro — Foto: CBMDF/DivulgaçãoCoronel Helen Ramalho, de 46 anos, ao lado dos quatro filhos; militar é primeira mulher a ocupar posto mais alto da corporação — Foto: Arquivo pessoal

Coronel Helen Ramalho, de 46 anos, ao lado dos quatro filhos; militar é primeira mulher a ocupar posto mais alto da corporação — Foto: Arquivo pessoal.
Coronel do Corpo de Bombeiros, a militar Helen Ramalho, de 46 anos, acumula experiências de uma jornada dupla. Mãe de quatro filhos, sendo dois gêmeos, ela é a primeira mulher a ocupar o posto mais alto da corporação no Distrito Federal. A cerimônia que selou a conquista ocorreu na última quarta-feira (5), na Residência Oficial de Águas Claras.

A nova patente foi concedida por antiguidade e merecimento. A promoção também considera critérios como tempo de serviço, resultados apresentados e comprometimento com a instituição.

“A presença da mulher nesse posto [de coronel] é uma espécie de desbravamento, junto com mudanças que vieram para ficar. O Corpo de Bombeiros está no processo de amadurecimento, de evolução. E, nós, mulheres, estamos conseguindo galgar esses espaços.”

Em ocasião do Dia das Mães, celebrado neste domingo (9), a coronel conversou com a reportagem sobre os desafios e conquistas da carreira que, nas palavras dela, “se complementam” com a maternidade.

“É tudo junto e misturado. Não dá para desassociar, mas, lidar com carreira e maternidade exige um equilíbrio que a gente precisa buscar a todo momento.”

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A contabilidade é essencial para a manutenção de uma empresa no mercado, para a tomada de decisões e para uma boa saúde financeira. Quer saber se vale a pena ter uma contabilidade para a sua empresa? Confira, neste artigo, todos os detalhes!

  A contabilidade para empresas é responsável por mostrar aos gestores todos os valores de seus custos, despesas, receitas, lucratividades, ativos e passivos. Por abranger tantos números importantes para o funcionamento de uma organização, ela é essencial para auxiliar nas decisões, no planejamento da empresa e nos investimentos possíveis com mão de obra e outras iniciativas que contribuem para sua ascensão. Mesmo assim, muitos proprietários de pequenas e médias empresas acabam negligenciando um setor tão importante.

Quando a contabilidade de uma empresa não tem a atenção e a gestão necessárias, podem surgir problemas que vão desde débitos tributários até o fechamento do negócio. Por conta da sua importância, o ideal é que as informações contábeis sejam constantemente coletadas, analisadas, organizadas e reparados, no caso de diagnosticados erros. Isso porque uma contabilidade eficiente é capaz de prever problemas, evitar prejuízos, auxiliar na obtenção de crédito financeiro, entre outras vantagens.

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Com jeitão de coroa, acessório já foi até rebatizado com o nome da paraibana; veja

Juliette posa com chapéu cravejado chiquérrimo
Juliette posa com chapéu cravejado chiquérrimo – Reprodução/Instagram/LordBull Filmes

Juliette mexeu com o coração dos fãs com um ensaio fotográfico luxuoso nesta sexta-feira (07).Em um clique da LordBull Filmes, a vencedora do BBB21 apareceu deslumbrante, usando um conjuntinho preto e um chapéu que já foi chamado de chapéu de cangaceiro, mas agora foi rebatizado como “chapéu de Juliette”. O item, produzido pelo Ateliê Lais Ribeiro, é cravejado de pedras e serviu como a coroa da paraibana. Na mão da advogada, um triângulo. “Da Paraíba, com um triângulo na mão, pro mundo“, escreveu a equipe dela na legenda.

RECALQUE?

Um detalhe inusitado chamou a atenção dos fãs nas redes sociais após o fim do BBB21. É que só dois participantes publicaram homenagens nas redes socaisi para a paraibana Juliette comemorando a vitória da ex-sister no reality. Isso mesmo: os outros participantes simplesmente ignoraram que ela foi campeã.

contigo

Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF
Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal – STF (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

247 – Após Jair Bolsonaro ameaçar a democracia brasileira nesta quinta-feira (6) ao dizer que não haverá eleição presidencial em 2022 sem voto impresso, dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ouvidos reservadamente por Daniela Lima, da CNN Brasil, disseram avaliar que o Judiciário precisará enfrentar em “debate às claras” o tema do voto em papel. O objetivo, segundo os magistrados, seria provar de uma vez por todas a segurança e a lisura do processo eleitoral brasileiro. Não está descartada a hipótese de acoplar às urnas eletrônicas impressoras que registrem em papel o voto do eleitor, de modo que cada cidadão poderia verificar se a urna computou o voto de maneira correta.

” Cada fez fica mais difícil de saber quem é quem, país?’

Farias Calçados

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