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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

Com pele invejável aos 51 anos de idade, Jennifer Lopez decidiu revelar seus segredos de beleza para manter os cuidados de beleza. Em entrevista à revista Elle, a cantora e atriz explicou que para uma mulher ter boa aparência externa, precisa cuidar do seu interior.“Até meus amigos mais próximos ficam tipo, ‘Vamos, v****, o que você está fazendo com a sua pele?’ ”, disse ela, bem-humorada.Além de cosméticos e produtos de beleza como protetor solar, soros e suplementos, JLo explicou que é imprescindível dormir bem e ter o estilo de vida saudável. A cantora ainda pontuou que possui abordagem holística para os cuidados com a sua pele.O suplemento que ela ingere contém extrato de azeitona, que é o verdadeiro segredo de beleza de sua rotina, o que ela aprendeu com sua mãe e sua tia quando era criança.“Alguns de nós tinham o cabelo mais seco do que outros, e eles pegavam uma garrafa de azeite e colocavam no seu cabelo. Então, pingava em seu rosto e, no dia seguinte, sua pele parecia ter 10 anos a menos”, lembrou ela, rindo.Para JLo, é mais importante investir em suplementos naturais que estimulam sua pele por meio da saúde do que gastar dinheiro em procedimentos estéticos e faciais caros.“Experimentei de tudo, desde produtos baratos da drogaria até os mais caros – e algumas dessas máscaras podem custar de US $ 50 a US $ 200, certo? Eles são caros. Meus filhos pegavam e eu dizia ‘Não toque nessa máscara, é muito caro para brincar’”, contou.Sobre sua dieta, a cantora também afirmou que se mantem rígida quanto ao que coloca no corpo: Ela abandonou a carne e os laticínios e se alimenta com peixes e vegetais orgânicos.

 

A dívida das empresas com as carteiras de debêntures dos Fundos de Investimentos das regiões Norte e Nordeste é de R$ 27,3 bilhões.  Desse total, R$ 27,2 bilhões são dívidas do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) e R$ 5,7 milhões do Fundo de Investimentos da Amazônia (Finam). A inadimplência alcança 99%.  As informações estão na Nota Econômica, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que contém o diagnóstico da situação e destaca a importância da renegociação das dívidas para corrigir distorções criadas por sucessivas mudanças nos contratos de investimentos e permitir o equilíbrio das contas das empresas que tomaram os recursos.  Há, atualmente, quase 900 empresas que receberam benefícios dos fundos de investimentos regionais e têm dívidas vencidas na carteira de debêntures. Por isso, a CNI adverte que, mantidas as condições dos contratos assinados nas escrituras de emissão dos títulos, as empresas não terão condições de pagar as dívidas. Isso trará prejuízos para todos os envolvidos: os fundos de investimentos, os bancos operadores, as empresas e o governo federal. Na avaliação da CNI, a renegociação pode ser feita dentro das condições previstas no Projeto de Lei 5992/2016, do deputado Jorge Côrte Real (PTB/PE). O texto, em tramitação na Câmara, prevê, entre outras condições, a redução de 40% do valor devido para as empresas que pagarem a dívida à vista e desconto de 25% da dívida para pagamento parcelado em até 10 anos.

Além disso, estabelece a conversão do saldo devedor em ações preferenciais nominativas e o resgate das debêntures não conversíveis mediante uma nova emissão de debêntures conversíveis em ações preferenciais. “O projeto de lei corrige as distorções provocadas pela mudança das regras no meio do jogo”, avalia o empresário Nilo Simões. “A renegociação das dívidas permitirá o pagamento dos débitos e a consequente recomposição dos fundos, abrindo o caminho para novos empréstimos e a ampliação dos investimentos. “Todos esses fatores permitiriam um avanço das atividades produtivas nas regiões favorecidas, mitigando, assim, os desequilíbrios regionais”, diz a Nota Econômica. De acordo com a CNI, o Norte e o Nordeste necessitam de políticas especiais de atração de investimentos para se desenvolverem em função dos gargalos de infraestrutura e logística, entre outras limitações. Ademais, as rendas per capita de ambas as regiões seguem abaixo da média nacional.  

DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO 

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“A poio popular a Bolsonaro derrete, ao mesmo tempo em que parte importante da elite brasileira passa a falar abertamente em impeachment”, avalia o jornalista Rodrigo Vianna. “A direita quer a derrubada do capitão para fortalecer o projeto neoliberal, com Mourão e militares; a esquerda quer o impeachment e o fim do programa ultraliberal autoritário; quem ganha esse jogo?”, questiona.

Brasília- DF. 21-05-2020- Presidenta do PT, Gleisi Hoffmann e parlamentares da oposição durante entrevista após entrar com pedido de impeachment do Bolsonaro.
Brasília- DF. 21-05-2020- Presidenta do PT, Gleisi Hoffmann e parlamentares da oposição durante entrevista após entrar com pedido de impeachment do Bolsonaro. (Foto: LULA MARQUES)

Os sinais já vinham desde a virada do ano. Mas se agudizaram com o caos em Manaus e a incapacidade do governo federal de providenciar as vacinas… E os sinais vêm tanto do andar de baixo, quanto do andar de cima. A Globo, via Merval Pereira, porta-voz da família Marinho, já apoiara o afastamento do presidente. O Estadão, jornal que dialoga com parte da classe média paulistana e é gerido por um comitê de bancos, defendeu agora em editorial o afastamento imediato de Bolsonaro. A Folha abriu espaço para uma (boa) reportagem mostrando com gráficos e tabelas todos os crimes e atos inconstitucionais de Bolsonaro, que ensejam o pedido de impeachment. A elite econômica está atônita com a incapacidade do governo de estabelecer um horizonte razoável no combate à pandemia. Sem a vacina, comérco/serviços/turismo não voltam ao normal. Já os bancos não reclamam de Bolsonaro/Guedes, mas ligaram também o sinal de alerta porque o castelo de cartas pode se desfazer. As cúpulas dos partidos tradicionais de direita (PSDB, DEM e MDB) debatem o impeachment. E mesmo parlamentares do Centrão, informa o site Congresso em Foco, conversam sobre o tema. Até a Record e a Igreja Universal abandonaram a defesa incondicional do projeto de destruição sanitária do bolsonarismo. Isso tudo não significa que o impeachment é fato consumado. Não. O bolsonarismo tem capacidade de reagir e de negociar situações intermediárias, o que já fez em meados de 2020, ao se livrar de estridentes defensores do fechamento do STF (Sara Winter, Weintraub et caterva), colocando-se sob as rédeas do Centrão. Se Artur Lira virar presidente da Câmara – o que hoje parece provável – esse cenário de rendição ao Centrão estará mais forte. Mas a crise social e a incompetência absoluta movem os donos do dinheiro para a derrubada do capitão cloroquina e sua trupe mal ajambrada – que, além de tudo, ficaram sem o tutor Donald Trump. A burguesia quer alguma racionalidade. Já ensaiou a tática de colocar o capitão na coleira em 2020. Mas assim que ele se solta, corre pra morder os donos. Um perigo…

CENÁRIOS PARA A DIREITA

O cálculo da elite brasileira hoje é: o que custa mais? suportar o caos de Bolsonaro por dois anos, ou iniciar um impeachment que vai levar todo o ano de 2021? Ora, se o ano já está mesmo perdido para a Covid e o caos sanitário, melhor é adiantar o serviço e derrubar logo o presidente. A queda de Bolsonaro arruma o jogo para a direita. Entra Mourão, num governo de transição. O governo segue a ser dos militares. Mourão faz as reformas que Temer e Bolsonaro não finalizaram (Tributária, Administrativa), acalma o mercado, enterra as loucuras terraplanastes e toca o terror no andar de baixo. Em suma: um governo da “ordem”, para segurar o caos social.

No papel, é o mais racional.

Mas quem disse que Bolsonaro cai? Ah, o capitão vai dar muito trabalho… Ele não tem Mídia/Empresários tradicionais/Partidos liberais; mas segura no gogó, no zap e nos cargos a turba de evangélicos/militares/milicianos. Até quando? Ninguém se anima a derrubar governo com quase 40% de aprovação. Mas Bolsonaro desceu a ladeira esta semana. Pesquisa Ideia/Exame mostra o governo com 27% de ótimo/bom (em queda livre) e 45% de ruim/péssimo (aumento de 11 pontos, em apenas sete dias).  O apoio a Bolsonaro no Norte/Nordeste despencou: por causa da falta de oxigênio em Manaus, por causa do fim do auxílio emergencial e pela lambança generalizada nas vacinas. A direita tradicional, por isso, virou a chavinha e iniciou o processo de impeachment. Isso significa que o consórcio golpista de 2016, e que se juntou de novo em 2018 pra barrar a vitória de Lula/Haddad, se desfez momentaneamente. 

O que a esquerda deve fazer?

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 (Foto: Reprodução )

A filha biológica da deputada federal Flordelis (PSB-RJ), Simone dos Santos Rodrigues, revelou nesta sexta-feira (22) ter dado dinheiro para que sua irmã Marzy Teixeira, matasse o pastor Anderson do Carmo em junho de 2019. Ela admitiu ter colaborado no assassinato de seu padrasto durante o interrogatório dos acusados depois do recesso do Judiciário. O valor pago a Marzy seria de R$ 5 mil. Simone disse que sofria muitas investidas sexuais de Anderson quando ela foi diagnosticada com câncer, em 2012. “Ele sempre demonstrou (interesse), mas começou a dar a entender em 2012, quando ele começou a pagar meu tratamento. Ele falava para eu olhar para ele com carinho. Disse que se eu não andasse na cartilha dele, ele não pagaria meu tratamento”, contou a filha da parlamentar em depoimento. Simone revelou ainda que chegou a flagrar Anderson se masturbando no pé de sua cama. Ela relatou também que o pastor subia ao seu quarto “de manhã e de noite” e disse que sentia medo de ser violentada. “Não havia um plano (do assassinato). Só estava desesperada. Todos os dias, ele subia no meu quarto de manhã e à noite. Mas eu nem acreditava que ela (Marzy) teria coragem de fazer isso de fato. Entreguei a ela o dinheiro e depois não soube de mais nada”, revelou ela. Interrogada se Flordelis sabia da intenção de matar Anderson, Simone afirmou que a deputada não sabia de nada, nem mesmo das investidas do pastor. Ela negou que estivesse em casa na noite do crime e negou participação nas tentativas de homicídio.

Celulares jogados no mar

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Vacina de Oxford chega ao Rio de Janeiro — Foto: Maiane Brito/GloboNews

O carregamento com dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca produzidas no Instituto Serum, na Índia, chegou ao Rio de Janeiro na noite desta sexta-feira (22), depois que o governo indiano autorizou as exportações comerciais do imunizante.

As doses chegaram à capital fluminense por volta das 22h em um avião da companhia aérea Azul, que fez o transporte de São Paulo até o Rio de Janeiro. Ainda na pista, a aeronave foi “batizada” por dois caminhões do Corpo de Bombeiros, que esguicharam água no avião. Após a chegada do carregamento na Base Aérea do Galeão, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fez um pronunciamento no qual afirmou que os 2 milhões de doses “são apenas o início” e disse que o governo negocia a chegada de mais imunizantes.

“Esses 2 milhões de doses são apenas o início. É só o começo do processo. Estamos negociando mais doses no início de fevereiro e da chegada do IFA [ingrediente farmacêutico ativo]. O nosso país precisa da produção nacional. O objetivo do Ministério da Saúde é a vacinação em massa do povo brasileiro”, afirmou Pazuello.

No pronunciamento o ministro também agradeceu ao Sistema Único de Saúde, reforçando que se trata do maior sistema voltado para o setor no mundo. “Sem esse sistema, não poderíamos fazer o que estamos fazendo no combate ao coronavírus”, acrescentou.

Vacina de Oxford chega ao Rio de Janeiro

Vacina de Oxford chega ao Rio de Janeiro

O caminho da vacina

Depois de serem descarregados, os imunizantes serão levados em caminhões escoltados por policiais federais à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde os líquidos passarão por análises de segurança – uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvis). Na Fiocruz, as vacinas também serão etiquetadas com informações em português. O trabalho, segundo a fundação, deve durar a madrugada e manhã de sábado (23). A previsão da Fiocruz é que o material esteja pronto para ser devolvido ao Ministério da Saúde à tarde.

Atraso na entrega

Mais cedo, o ministro acompanhou a chegada da carga no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A carga era para ter chegado cinco dias atrás, no dia 17, mas na época a Índia não liberou o envio para o Brasil (leia mais abaixo).

Avião com 2 milhões de doses da vacina de Oxford chega a SP
Avião com 2 milhões de doses da vacina de Oxford chega a SP
2 milhões de doses da vacina de Oxford desembarcam no aeroporto de Guarulhos, em SP, nesta sexta-feira (22). — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

2 milhões de doses da vacina de Oxford desembarcam no aeroporto de Guarulhos, em SP, nesta sexta-feira (22). — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

Vacinas chegam ao Brasil — Foto: Reprodução

Vacinas chegam ao Brasil — Foto: Reprodução

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acompanha a chegada das vacinas de Oxford em São Paulo nesta sexta-feira (22). — Foto: Reprodução/TV Globo

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acompanha a chegada das vacinas de Oxford em São Paulo nesta sexta-feira (22). — Foto: Reprodução/TV Globo

A Índia havia apenas enviado remessas de vacinas gratuitas a países vizinhos. Agora, liberou as comerciais, e Brasil e Marrocos são os primeiros beneficiados.

Dificuldades na importação

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Secretário de saúde de Serra do Navio, Randolph Scooth, foi imunizado contra a Covid-19 — Foto: Prefeitura de Serra do Navio/Divulgação

Secretário de saúde de Serra do Navio, Randolph Scooth, foi imunizado contra a Covid-19

— Foto: Prefeitura de Serra do Navio/Divulgação

O secretário de Saúde do município de Serra do Navio, a 203 quilômetros de Macapá, Randolph Antônio Pinheiro da Silva, virou alvo nesta quinta-feira (21) de um inquérito instaurado pelo Ministério Público (MP) do Amapá para apurar se ele usou o cargo para ser vacinado contra a Covid-19. O secretário recebeu a dose na terça-feira (19), um dos primeiros na localidade. Pelas redes sociais, ele chegou a contestar eficiência do imunizante em outubro e em dezembro de 2020. Em nota, o MP detalhou que a promotora Thaysa Assum de Moraes, que atua na Promotoria de Justiça de Pedra Branca do Amapari, instaurou o inquérito e determinou que, ao ser notificado, o secretário tem 48 horas para encaminhar nome, critério e qualificação de cada pessoa vacinada no município até momento. A promotora suspeita que ele tenha infringido ordem de prioridade de vacinação. Ela ainda deve questionar se a esposa do secretário também recebeu indevidamente a imunização. À Rede Amazônica, afiliada da TV Globo no Amapá, Randolph disse, por telefone, que toda a equipe de frente do combate à Covid-19 foi vacinada em Serra do Navio e que tomou a vacina porque se considera linha de frente. Ele também disse que vai prestar todos os esclarecimentos ao Ministério Público.

Em relação à mulher dele também ter se imunizado, Randolph explicou que ela é assistente social, pós-graduada em saúde da criança e que trabalha na prefeitura na equipe de saúde que atende pacientes com Covid-19. Ele disse, ainda, que depois que a vacina foi aprovada pela Anvisa e de ele ter recebido recomendações médicos, mudou de opinião no que diz respeito às críticas que havia feito ao imunizante.

Ministério Público apura irregularidades na vacinação da Covid-19

Município recebeu 89 doses

Com uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), 6 milhões de doses importadas da vacina CoronaVac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, começaram a ser distribuídas pelo país. A AstraZeneca, produzida pela Universidade de Oxford em parceria com a Fiocruz, também foi aprovada pela Anvisa e as primeiras doses devem chegar ao Brasil na sexta-feira (22). Serra do Navio recebeu 89 doses. O secretário de saúde foi um dos que receberam a 1ª aplicação. Nesta primeira etapa da vacinação, conforme os planos Estadual e Nacional de Imunização, só podem ser vacinados profissionais de saúde da linha de frente de combate à Covid-19, indígenas e idosos que estão em instituições de repouso e asilos.

Enfermeira Kátia Regina Marinho de Araújo foi a primeira vacinada contra a Covid-19 no Amapá, na terça-feira (19) — Foto: Victor Vidigal/G1

Enfermeira Kátia Regina Marinho de Araújo foi a primeira vacinada contra a Covid-19 no Amapá, na terça-feira (19) — Foto: Victor Vidigal/G1

MP investiga ato de improbidade

O MP ressalta que, se for constatado o ilícito, o caso pode configurar ato de improbidade, além de crime do artigo 268 do Código Penal, que prevê a responsabilização criminal daquele que pratica infração de medida sanitária preventiva. “É notória a insuficiência das doses da vacina da Covid-19 para imunização da população como um todo e por isso as autoridades públicas instituíram a ordem de prioridades. Caso sejam constatados os fatos noticiados, o Ministério Público velará pela restauração da legalidade e responsabilização dos envolvidos”, frisou a promotora.

Posts

Scooth atua no cargo desde o início da pandemia da Covid-19. Pelas redes sociais, ela informou que é do grupo de risco por ser bariátrico, cardíaco, e em novembro de 2020 ele escreveu que testou positivo para a Covid-19, mas que foi assintomático no período em que ficou infectado com o novo coronavírus. Também foi pela internet que ele questionou a eficácia da vacina CoronaVac, produzida em laboratório na China. Em outubro de 2020, Scooth compartilhou uma publicação que comentava que os chineses não tomaram a vacina, mas que eles queriam que os brasileiros tomassem, e escreveu “Vacina da China deixa eles tomarem…. Esse povo não mandou nada que preste para o mundo”. No entanto, os chineses foram imunizados com a CoronaVacEm outro post, no dia 30 de dezembro de 2020, ele escreveu: “Envenena o povo e vende a vacina. Da pra acreditar?”, se referindo à China, onde foi confirmado o primeiro caso de Covid-19, decorrente do SARS-CoV-2, o novo coronavírus.

g1

Thaila Ayala (Foto: Reprodução/Instagram)

Thaila Ayala (Foto: Reprodução/Instagram)

Thaila Ayala, de 34 anos, conversa com seus seguidores do Instagram nesta terça-feira (19) sobre diversos assuntos. Ao responder perguntas dos fãs, a atriz contou que nunca fez dieta, mas batalhou por 16 anos para ganhar peso.”Nunca em 34 anos fiz dieta para emagrecer, mas dos 14 aos 30 anos eu fiz tudo o que você pode imaginar para ganhar peso, e aí sim fiz dieta de engorda”, disse ela. Thaila também afirmou que não pode fazer abdominais devido à cirurgia na coluna pela qual passou recentemente. “Operei minha coluna e desde então (2 anos e meio) eu sou proibida de fazer abdominais. O único que posso fazer é a ponte”, contou.

revistaquem

São necessários 27 apoios no Senado e 171 na Câmara para ingressar com pedidos de CPMI no Congresso Nacional – Arquivo/Agência Brasil

As críticas ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido) na condução da pandemia ganharam novos contornos nesta terça-feira (19), em Brasília. Os líderes da Rede no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e da bancada do PSB na Câmara dos Deputados, Alessandro Molon (RJ), iniciaram uma coleta de assinaturas para apresentar pedido de instauração da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do coronavírus. O objetivo é apurar a postura da gestão no enfrentamento da covid-19, que já matou mais de 210 mil brasileiros e infectou um contingente de 8,5 milhões de pessoas. A argumentação dos parlamentares pela abertura das investigações recai especialmente sobre a crise de falta de oxigênio hospitalar em unidades de saúde. Na semana passada, dezenas de pacientes morreram por conta da carência do produto em Manaus (AM). Nesta quarta (19), outra notícia chocou o país: sete pessoas de uma mesma família faleceram em uma unidade básica de saúde na zona rural do município de Faro, interior do Pará, também por falta de cilindros de oxigênio. No domingo (17), em documentos oficiais encaminhados pela Advocacia-Geral da União (AGU) ao Supremo Tribunal Federal (STF), o governo admitiu que teve conhecimento do desabastecimento de oxigênio na capital amazonense em 8 de janeiro, mais de uma semana antes das mortes registradas na cidade por falta de estoque do produto.

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O governo federal decidiu que vai antecipar, novamente, os pagamentos do 13º salário de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do abono salarial do PIS/Pasep.A informação foi confirmada pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. A ideia é que os créditos comecem a ser feitos entre fevereiro e março.A mesma medida foi aprovada no ano passado, após o estopim da crise da pandemia de Covid-19. Desta vez, a antecipação seria uma alternativa à não prorrogação do auxílio emergencial. A iniciativa foi aceita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, pois não tem custo fiscal, uma vez que os recursos do 13º e do abono já estão previstos no orçamento da União. Em dezembro, Guedes já havia indicado, em audiência, que o governo tem “ferramentas dentro do teto [de gastos]” para “calibrar a aterrisagem” da economia com o fim do auxílio.

“Temos capacidade de antecipar benefícios, de diferir arrecadações. Temos várias ferramentas que vão permitir calibrar essa aterrissagem lá na frente”, disse o economista.

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Sair de férias. A gente trabalha o ano todo esperando aquele momento de se desligar do trabalho por até um mês e poder viajar, ou só descansar em casa mesmo. Mas não foi sempre assim. Hoje, as férias fazem parte dos direitos dos trabalhadores, e eles não existem desde sempre. Na verdade eles até que são bem recentes, foram criados há 77 anos. 

Você já deve ter ouvido falar na CLT, a Consolidação das Leis do Trabalho. Mas você sabe como e porque ela surgiu? No Examinando de hoje vamos te mostrar a história e algumas curiosidades sobre essa lei que garante direitos e também os devedores dos trabalhadores.

Dia 1 de maio. Talvez você se lembre dessa data porque é feriado, e todo mundo gosta de uma folga. Mas pode ser que você também já tenha ouvido falar que é o Dia do Trabalhador. Foi nesse dia, no ano de 1943 que foram instaladas as leis trabalhistas, a CLT. Ela é uma norma que garante direitos aos trabalhadores e foi instaurada na época do governo de Getúlio Vargas. Mas em que momento decidiram que era preciso criar leis trabalhistas? Isso aconteceu na primeira metade do século 20. Com o avanço da industrialização, muitas fábricas contrataram muitos funcionários, mas as condições de trabalho quase nunca eram boas. Um tempo depois começaram as greves de trabalhadores, que exigiam direitos e garantias. Para criar todas essas regras trabalhistas, Getúlio Vargas reuniu técnicos e juristas do Ministério do Trabalho. A CLT foi criada pra reduzir e tentar acabar com as relações abusivas de trabalho. Antes não tinham leis que regulassem horários, condições de trabalho e nem benefícios para os trabalhadores. Essa regra determina, por exemplo, que quem exerce a mesma função deve receber o mesmo salário. 

E o salário é um dos pontos principais definidos pela CLT, que determinou o salário mínimo. Ele é a remuneração mais básica que uma pessoa pode receber, ou seja, pelas regras trabalhistas, ninguém pode receber menos que isso. O salário mínimo é definido pelo governo todos os anos. Na teoria, o salário mínimo deveria suprir todas as necessidades básicas de uma pessoa. Isso envolve alimentação, moradia, vestuário, higiene, transporte e lazer.

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 (crédito: Mario Tama/AFP)
(crédito: Mario Tama/AFP)

O colapso na saúde do Amazonas têm atingido não só Manaus como todo o estado. Distante 363km da capital amazonense, a prefeitura de Coari divulgou uma nota, nesta terça-feira (19/1), em que diz que sete pacientes com covid-19 morreram na cidade por falta de oxigênio. O texto culpa o governo do estado pela mortes no município. Segundo a carta, houve falhas no planejamento do Amazonas para distribuição de insumos. A prefeitura afirma que deveria ter recebido 40 cilindros de oxigênio na segunda-feira, porém, a aeronave foi deslocada para Tefé (AM) e não pode voltar porque o aeroporto não aceita voos noturnos. A carga só chegou às 7h desta terça, mas o oxigênio teria acabado às 6h. A nota ainda diz que 200 cilindros que pertencem ao Hospital Regional de Coari estariam retidos pelo estado. O governo do estado do Amazonas disse, em nota, que o sistema de saúde Coari é independente e que mesmo assim o governo tem ajudado no suporte. Segundo o estado, a entrega dos cilindros não foi feita na segunda por um atraso da empresa fornecedora. O governo ainda lamentou a morte das sete pessoas. 

Crise do oxigênio

Desde a semana passada, o Amazonas sofre com a falta de oxigênio. Pacientes tiveram que ser transferidos para outros estados e o governo tem recebido doações para ajudar nos estoques. Ao todo, o estado tem 232 mil casos e 6,3 mil mortes. O estado está com toque de recolher entre 19h e 6h. As atividades econômicas não-essenciais estão suspensas até 31 de janeiro. Além do Amazonas, esta semana o Pará também começou a sofrer com a falta de oxigênio. Em 24 horas, o estado reportou seis mortes causadas pela falta do insumo

Nota divulgada pela prefeitura de Coari
                                                               Nota divulgada pela prefeitura de Coari(foto: Reprodução)

 Nota governo do Amazonas 

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Vacinas do Butantan e da Fiocruz dependem de ‘ingredientes’ de longe para serem produzidas

Vacinas do Butantan e da Fiocruz dependem de ‘ingredientes’ de longe para serem produzidas

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, cobrou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenha dignidade para defender a vacina CoronaVac. Ele também cobrou agilidade do Itamaraty para viabilizar a vinda de matéria-prima da China para dar continuidade à produção do imunizante contra a Covid-19 — o único sendo aplicado até o momento na população do país. A declaração foi dada na manhã desta terça-feira em um evento com a participação do governador João Doria (PSDB) em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

“Se a vacina agora é do Brasil, o nosso presidente tenha a dignidade de defendê-la e de solicitar, inclusive, apoio, pro seu Ministério de Relações Exteriores na conversa com o governo da China. É o que nós esperamos”, disse.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, em coletiva de imprensa no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto — Foto: Fábio Júnior/EPTV

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, em coletiva de imprensa no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto — Foto: Fábio Júnior/EPTV O Brasil só tem seis milhões de doses prontas da vacina que pode ser fabricada pelo Butantan. Os imunizantes distribuídos aos estados desde segunda (18) foram trazidos pelo governo paulista do país asiático, sede da farmacêutica Sinovac, parceira do instituto ligado ao governo de São Paulo. O temor é que, sem o insumo, as doses da CoronaVac acabem ainda neste mês. O princípio ativo para a produção da vacina, chamado IFA, é importado da China. O Brasil tem enfrentado dificuldade para a aquisição. Na sede do Butantan, há, ainda, outras 4,8 milhões de doses fabricadas no Brasil, que aguardam a liberação da Anvisa. Sem o IFA a produção pode parar. “Então, essa demora com relação à vinda dessa matéria-prima, eu espero que fique agilizada agora com a aprovação de uso emergência pela Anvisa, porque agora é outro status, né? E pela própria incorporação da vacina ao um programa nacional de imunização”, disse Dimas Covas.

Funcionário do Instituto Butantan inspeciona frascos com doses da vacina CoronaVac em SP — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Funcionário do Instituto Butantan inspeciona frascos com doses da vacina CoronaVac em SP — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Brasil x China

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Alunos chegando para prestar o Enem 2020 em 17 de janeiro; prova teve abstenção recorde — Foto: Reuters

Alunos chegando para prestar o Enem 2020 em 17 de janeiro; prova teve abstenção recorde

— Foto: Reuters

Victoria Kelly Pires, 18, tinha estudado ao longo de todo o ano de 2020 de olho no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Diferentemente de muitos jovens que não conseguiram acompanhar os estudos por falta de acesso à internet ao longo de 2020, ela não teve problemas de conexão e se preparava para as provas com a ajuda de aulas de cursinhos online. Mas, no domingo (17/01), depois de uma noite sem dormir, Victoria decidiu que ficaria em casa e não prestaria a primeira prova do Enem.”Decidi ontem (domingo) mesmo. Eu me preparei para essa prova o ano inteiro, mas pensei na minha família e na minha saúde – eu tenho asma. Conversei com meus pais e tomei a decisão de desistir. Foi difícil, mas não me arrependo”, diz ela à BBC News Brasil. Victoria, que mora em Macaé (RJ) e pretende cursar Biomedicina, vai continuar estudando, a despeito do “ano perdido”. Pensa em tentar o Enem novamente na edição 2021. Aos amigos nas redes sociais que decidiram fazer a prova, ela desejou sucesso e segurança e explicou os motivos de sua desistência: “Não poderei fazer uma faculdade se estiver morta”. medo de prestar o Enem em meio a um novo pico de casos e mortes por Covid-19 parece ter se refletido em uma abstenção recorde: compareceram à prova do dia 17 menos da metade (ou 48,5%) dos 5,5 milhões de inscritos no Enem impresso, segundo dados preliminares do Inep, órgão do Ministério da Educação que gerencia o exame. Ou seja, 2.842.332 pessoas inscritas acabaram não participando da prova. Esse grupo inclui, além dos desistentes, cerca de 160,5 mil alunos do Estado do Amazonas e outros quase 4 mil alunos das cidades de Espigão D’Oeste e Rolim de Moura (RO), onde a prova não foi realizada no domingo, além de cerca de 10 mil estudantes que afirmaram estar com doenças infectocontagiosas, como a Covid-19. (Esses grupos estão entre os alunos que poderão participar da reaplicação da prova, em 23 e 24 de fevereiro; veja mais detalhes abaixo).

                                                                                    Prova do Enem é marcada por medidas de isolamento por causa da pandemia

Prova do Enem é marcada por medidas de isolamento por causa da pandemia

‘Medo da contaminação e injustiça da mídia’

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O agravamento da pandemia de coronavírus no Brasil já é evidente nos primeiros dias de 2021, com o aumento no número de internações e mortes em Estados e capitais. Diante disso, bem como por pressão da ala política, o Governo Federal busca uma série de medidas para tentar amenizar os impactos econômicos causados pela Covid-19 neste inicio de ano novo. Como parte dessas medidas, o Governo Federal já confirmou aos brasileiros alguns benefícios. Além disso, há aqueles em que o Governo segue estudando, como, por exemplo, a criação de um novo programa para substituir o Bolsa Família e liberação de novos saques do FGTS.

Benefícios já confirmados

Conforme já informado pelo Governo Federal, está confirmado que o executivo federal vai liberar antecipação do 13º salário do INSS, bem como o abono salarial PIS/Pasep 2021.O governo tem planos de começar os pagamentos entre fevereiro e março. A medida foi considerada viável pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, pois não possui custo fiscal, tendo em vista que os recursos já estavam previstos no orçamento e serão apenas desembolsados.

13º salário do INSS

O Governo Federal já havia confirmado essa medida em 2020. Na ocasião, o Governo antecipou o 13° salário destinado a aposentados e pensionistas. As parcelas deveriam ser pagas em agosto e novembro de 2021. No entanto, o governo anunciou que irá antecipar o pagamento para fevereiro ou março.

Abono PIS/Pasep

A antecipação do abono salarial PIS/PASEP visa garantir uma maior movimentação financeira no país ao longo do primeiro semestre de 2021. De acordo com o Ministério da Economia, o benefício deverá passar a ser ofertado entre os meses de fevereiro e março. Ainda não há um calendário certo para isso.

Benefícios que podem ser aprovados

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Crescimento da capital pernambucana foi o terceiro maior entre as 11 capitais analisadas. (Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas)

Crescimento da capital pernambucana foi o terceiro maior entre as 11 capitais analisadas.

(Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas)

O preço médio do aluguel no Recife teve alta de 1,17% em dezembro na comparação com novembro. No fechamento do ano, 2020 encerrou com variação acumulada de 5%, segundo os dados do Índice FipeZap. O resultado no balanço do ano na capital pernambucana foi acima da média nacional, que teve crescimento de 2,48% entre janeiro e dezembro. Levando em consideração a inflação medida pelo IPCA/IBGE, que foi de 4,52%, o Recife ficou acima. Mas teve desempenho abaixo da medida pelo IGP-M/FGV, que cresceu 23,14%. Entre as 11 capitais brasileiras analisadas, a pernambucana teve o terceiro maior crescimento, atrás apenas de Goiânia e Belo Horizonte, que registraram altas de 8,87% e 6,24%, respectivamente. Este é o quarto ano que o Recife fecha com crescimento no preço do aluguel no acumulado de janeiro a dezembro, mas a alta foi menor das registradas em 2019 e 2018, quando o fechamento foi de 7,18% e 7,21%, respectivamente. Em 2017, teve incremento, mas um pouco menor do que em 2020, de 4,98%. Em 2016, a capital pernambucana havia encerrado o ano com queda de 1,29% no valor do aluguel.  O Recife também teve o terceiro maior valor por metro quadrado. Custando R$ 31,50, ficou atrás apenas de São Paulo, com R$ 40,06, e Brasília, com R$ 32,16. A capital pernambucana, inclusive, teve o preço mais alto do o Rio de Janeiro, que ficou em quarto lugar no ranking nacional por R$ 30,74, e também do que a média nacional, que foi de R$ 30,46. Entre os bairros recifenses que tiveram os maiores valores por metro quadrado, a Ilha do Leite liderou o ranking, com R$ 45,74, seguido do Pina (R$ 43,97), Boa Viagem (R$ 35,70), Rosarinho (R$ 34,89) e Parnamirim (R$ 33,62). Por outro lado, entre os bairros que tiveram os menores preços foram Campo Grande (R$ 13,38), Cordeiro (R$ 15,58), Várzea (R$ 17,23), Ilha do Retiro (R$ 17,54) e Boa Vista (R$ 19,38). Em relação à rentabilidade do aluguel, que é a razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis, o Recife foi a capital que teve a maior variação no último mês, com 5,99%, seguida de Salvador, com 5,26%, e São Paulo, com 5,16%. Na média nacional, o retorno médio do aluguel residencial encerrou em dezembro em 4,70%. Este indicador serve como uma medida de rentabilidade para o investidor que opta em adquirir o imóvel com o objetivo de obter renda com aluguel ao longo do tempo e pode ser usado para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras opções disponíveis aos investidores. 

DP

 (Foto: Arnaldo Sete/ Esp. DP Foto)

Com o início da campanha de imunização contra a Covid-19 em Pernambuco, ocorrido na última segunda-feira (18), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) anunciou, nesta terça-feira (19), que vai intensificar a fiscalização e o monitoramento da realização da vacinação. O procurador-geral de Justiça de Pernambuco (PGJ-PE), Paulo Augusto de Freitas Oliveira, deve expedir uma Recomendação para que, em todo o Estado, os membros do MPPE intensifiquem as ações.Estamos vivenciando um caso de emergência em saúde pública em todo solo nacional e é inadmissível que, considerando o quantitativo de vacinas recebidas pelo Estado de Pernambuco, haja qualquer descumprimento das normas estabelecidas pelo Plano Nacional de Imunização, bem como pactuações locais. Estamos formatando uma recomendação que irá orientar os membros de todo o Estado nesse processo de fiscalização”, disse o procurador-geral de Justiça. Para isso, foi marcada uma reunião nesta terça (19), com os promotores e equipe do Centro Operacional de Apoio às Promotorias de Defesa da Saúde (CAOP Saúde). O MPPE, por meio da Promotoria de Justiça de Jupi, recebeu a denúncia de que um cidadão, fora do grupo prioritário estabelecido pelo Plano Nacional de Imunização e diretrizes estaduais de vacinação contra a Covid-19, recebeu dose da vacina. “Recebemos essa denúncia por meio de um vídeo apontando que um cidadão fora do grupo recebeu a vacina. Vamos oficiar a Secretaria Municipal de Saúde para prestar esclarecimentos, bem como os profissionais de saúde que realizaram o procedimento, além da delegacia local para apurar conduta penal acerca do caso”, disse a promotora de Justiça da cidade Adna Vasconcelos.Sobre esse fato narrado, o procurador-geral de Justiça entrou em contato com a colega e disponibilizou a equipe do Caop Saúde e seus assessores para o apoio necessário. Além disso, acompanhará a apuração do fato, a fim de também adotar as medidas que se fizerem necessárias na esfera criminal, na hipótese de haver envolvimento de agente com prerrogativa de foro. O MPPE irá instaurar procedimento para apurar a conduta, no âmbito civil e criminal, uma vez que houve o desrespeito às normas contidas no Plano Nacional de Imunização e as pactuações locais acerca do cronograma de vacinação.

DP

Segundo senador Telmário Mota, carregamento deve chegar em Manaus até a manhã desta terça-feira

Cinco caminhões com aproximadamente 130 mil m³ de oxigênio cruzaram a fronteira do Brasil com a Venezuela nesta segunda-feira (18/01) e já estão a caminho de Manaus (AM). O carregamento entrou pela cidade de Pacaraima, na zona Norte do estado de Roraima. Segundo o senador Telmário Mota (Pros-RR), que esteve na fronteira durante a passagem da carga, as carretas chegarão à capital amazonense entre a noite dessa segunda-feira e a manhã de terça-feira (19/01). “O trajeto até a Manaus leva entre 10 e 12h de viagem, então nós acreditamos que entre essa noite e no máximo amanhã de manhã esse oxigênio já deve estar chegando aos hospitais”, ressaltou o senador.

O comboio cruzou a fronteira por volta das 13h30 e a passagem também foi acompanhada pelo governador venezuelano do estado de Bolívar, Justo Noguera, um dos responsáveis por concretizar o convênio. O envio da carga veio por ordem do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, após o Amazonas e principalmente a cidade de Manaus enfrentarem um colapso no sistema de saúde por aumento de casos de covid-19 e falta de oxigênio para tratar pacientes em quadro clínico grave da doença. O senador Mota destacou que a Venezuela foi único país a enviar insumos para auxiliar na crise sanitária que vive o Estado. “O Amazonas está passado por um estado de calamidade, o que provocou uma grande comoção mundial, mas a Venezuela foi o único país que realmente estendeu a mão. Entre o Brasil e a Venezuela tem que haver uma integração latino-americana. É preciso estar acima das diferenças políticas”, afirmou. Segundo senador Telmário Mota, carregamento deve chegar em Manaus até a manhã desta terça-feira
Reprodução/Senador Telmário Mota
Segundo senador Telmário Mota, carregamento deve chegar em Manaus até a manhã desta terça-feira
Do lado brasileiro da fronteira, um grupo de médicos que se formaram na Venezuela realizou um ato de agradecimento à Venezuela. No último domingo, o governador do Amazonas, Wilson Lima, enviou uma carta de agradecimento ao governador Justo Noguera enfatizando a importância da ajuda enviada e convidando o venezuelano a visitar Manaus.

Venezuela seguirá enviando oxigênio

” Uma cena vergonha para o Brasil, não ter oxigênio para evitar as motes que aconteceu no amapá, fato este que deixou as demais nações estarrecida com o descaso do governo”

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Esta semana, os trabalhadores do setor bancário e automobilístico foram atingidos por mais notícias bombásticas, resultado da política de gafanhotos do governo Bolsonaro, capitaneada pela política demolidora de Paulo Guedes. A missão de Guedes é servir ao grande capital e para isso não importa o quanto destrua a economia brasileira e sua capacidade de recuperação.

Na segunda, o ministro da depressão econômica anuncioufechamento de 361 agências, postos e escritórios do Banco do Brasil, com a eliminação de 5 mil postos de trabalho. A Caixa Econômica Federal, que ontem completou 160 anos e é o único banco inteiramente público do país, também está na mira da privatização. Também na última segunda (11/01), com Bolsonaro afirmando que o “país está quebrado”, a Ford, uma indústria centenária no Brasilfechou suas plantas e anunciou que pararia de produzir no país. Só de empregos indiretos que eram gerados cadeia produtiva da Ford, o saldo do fechamento de suas últimas 3 plantas no Brasil resultará em mais de 50 mil desempregados que se somarão aos índices recordes de desemprego no Brasil.

Ford do Brasil não resistiu a Bolsonaro

A Ford foi a primeira fabricante de automóveis a chegar no Brasil, em 1919. A diretoria da Ford Motor Company aprovou a criação da filial brasileira no dia 24 de abril, com o capital inicial de US$ 25.000. Em 1º de maio de 1919, a empresa iniciou a montagem do Modelo T em um galpão na Rua Florêncio de Abreu, em São Paulo, com peças importadas. A Ford sobreviveu um século no Brasil, mas não resistiu aos gafanhotos Guedes e Bolsonaro que, como Midas ao contrário, destroem tudo o que tocam. Na última terça-feira (12/01), o canal da Fórum entrevistou o Secretário Geral da Industriall, Valter Sanches e o Secretário Geral da CUT- SP, João Cayres, ambos metalúrgicos, sobre este quadro de desalento gerado pela política ultraneoliberal do inepto Paulo Guedes, assista:

Entidades dos metalúrgicos afirmam: Brasil sem rumo, sem indústria, sem governo, sem futuro

Ontem (12/01), as Confederações dos Metalúrgicos da CUT e Força Sindical, juntamente com a Industriall do Brasil soltaram uma nota corrosiva onde apontam Bolsonaro e a política destruidora de Guedes como responsáveis pela desindustrialização, desinvestimento, depressão econômica, desemprego e falta de qualquer perspectiva futura para o país. Para nós trabalhadores o que nos resta é nos organizar, sobreviver, resistir e lutar para reconstruir o Brasil.

BRASIL SEM RUMO, SEM INDÚSTRIA, SEM EMPREGO, SEM GOVERNO, SEM FUTURO

O anuncio de fechamento de todas as fábricas da Ford no Brasil (a planta de SBC já havia sido fechada, em 2019) confirma as piores previsões e avisos do movimento sindical sobre os rumos da economia nacional. Novamente de forma unilateral, a Ford informa que irá encerrar suas atividades no país, com o fechamento das plantas de Camaçari-BA, Taubaté-SP e Horizonte-CE. A ação da empresa global é consequência da completa ausência de um projeto de retomada da economia brasileira, que contemple a reindustrialização do país. O governo despreparado e inepto de Bolsonaro e Guedes finge ignorar a importância da indústria como motor do desenvolvimento nacional, não apresenta qualquer estratégia para a atuação da indústria no Brasil e condena o país a uma rota de desindustrialização e desinvestimento, como vínhamos alertando há tempos. Não só alertamos como fizemos propostas, como o Inovar-Auto. É incontestável a desconfiança interna e internacional e o descrédito quanto aos rumos da economia brasileira com este governo que aí está; não se toma uma decisão empresarial como essa sem considerar a total incapacidade do governo Bolsonaro. No momento em que a indústria automobilística global passa por uma das mais intensas ondas de transformação, orientada pela eletrificação e pela conectividade, assistimos à criminosa omissão, e até boicote do subserviente governo brasileiro à indústria, com consequências nefastas para a classe trabalhadora, ante um presidente incapaz de conduzir qualquer diálogo sobre a inserção do país no cenário que se configura rapidamente. A Ford “foge” do Brasil deixando um rastro de desemprego e desamparo, após ter se valido durante muitos anos de benefícios e isenções tributárias dos regimes automotivos vigentes desde 2001, e que definiram a instalação da empresa em Camaçari, bem como a permanência das suas atividades no Ceará. A decisão da empresa significa cerca de 50 mil empregos na cadeia produtiva em torno das três plantas desativadas, mas a ausência de compromisso e respeito aos trabalhadores e à sociedade por parte da Ford não é surpresa. A tragédia é ainda evidentemente maior considerando o conjunto de plantas fechadas, ou com anúncio de fechamento desde 2019, e o impacto sobre os diferentes setores da indústria brasileira, que rebaixam nossa posição econômica no cenário global de forma acelerada e dramática. O desgoverno afunda ainda mais nossa população no roteiro de precarização, desemprego, desalento e pobreza. O desastre na condução da economia se casa e se completa, tragicamente, com a crise sanitária.

Reverter esse descaminho é mais do que urgente. É nossa luta.

Toda solidariedade aos trabalhadores/as e famílias afetados.

Estamos juntos nessa luta!!!!!!!!

Aroaldo Oliveira da Silva, presidente da INDUSTRIALL Brasil

Paulo Cayres, presidente da CNM-CUT Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT

Miguel Torres, presidente da CNTM-Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos da Força Sindical Força

revistaforum

Ford já havia suspendido operações no país durante a pandemia

Um ano e meio após encerrar atividades na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a multinacional estadunidense Ford anunciou nesta segunda-feira (11) que não produzirá mais veículos no Brasil.

As fábricas de Camaçari (BA), com cerca de 3 mil trabalhadores, e Taubaté (SP), com 700, fecharão as portas imediatamente. A unidade de Horizonte (CE) permanecerá em atividade até o 4º trimestre de 2021. A empresa, que já havia suspendido parte das operações no país em função da pandemia, disse que trabalhará em colaboração com os sindicatos para “minimizar os impactos do encerramento da produção”. O Brasil de Fato entrou em contato com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (Sindmetau). Segundo a assessoria de comunicação, a entidade foi surpreendida pela notícia e convocou uma assembleia emergencial com os trabalhadores para as 17h30. Somente após essa reunião, serão divulgadas informações ou posicionamentos oficiais à imprensa. “Sabemos que essas são ações muito difíceis, mas necessárias, para a criação de um negócio saudável e sustentável”, disse Jim Farley, presidente e CEO da Ford, em nota.  Em 2020, a Ford registrou queda de 39,2% nas vendas, quase 11 pontos percentuais acima da queda geral do setor automobilístico. Mesmo assim, a empresa anunciou um plano de investimento de cerca de US$ 580 milhões – o equivalente a R$ 3,2 bilhões – na Argentina até 2023, para produzir o novo modelo da caminhonete Ranger. O fechamento de unidades produtivas no Brasil parece ser uma tendência do setor. Há menos de um mês, a Mercedes Benz anunciou o fechamento de uma fábrica em Iracemápolis (SP), com 370 trabalhadores. A alta do dólar, que encarece a importação de peças para montagem dos automóveis foi considerada um elemento decisivo para o encerramento das atividades.

” Um grande prejuízo para o Brasil”

Farias Calçados

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