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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

Sérgio Moro agiu politicamente e trabalhou para eleger Bolsonaro, de quem virou ministro. A decisão da mais alta Corte do país de excluir a delação de Antônio Palocci do processo contra o ex-presidente Lula reconhece isso. Justamente, alegando “ato político”, o STF apontou a parcialidade do ex-juiz. Uma vez reconhecida a suspeição de Moro para ter julgado Lula, o que falta para a condenação do ex-presidente ser anulada e para que ele tenha seus direitos políticos reabilitados? Ninguém está pedindo para que a Justiça peça desculpas de joelhos ao país. Apenas para que as injustiças sejam reparadas.

Para os representantes da elite brasileira, não basta excluir do processo eleitoral. Há o interesse escuso e pouco democrático de banir Lula também do debate político. A jornalista que hoje coordena o histórico Roda Viva, o mais importante programa de debates da televisão brasileira, afirmou que enquanto ela estiver à frente da atração, o ex-presidente não será convidado. Não pode ser o estômago o critério para decidir isso, e sim o interesse público. Não é interessante ouvir o que um ex-presidente da República reeleito tem a dizer? Não é interessante… para quem? Ninguém há de negar que Lula é uma liderança histórica e popular e que sempre percorreu os caminhos democráticos.

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Blog de Jamildo

Uma portaria do Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco informa que o órgão abriu um procedimento sobre a “retirada, por parte do Governo do Estado de Pernambuco, de R$ 70.000.000,00 (setenta milhões de reais) do enfrentamento da pandemia decorrente do novo coronavírus (Covid-19) para pagar dívida pública do ente estadual”.Decreto do governador Paulo Câmara (PSB), publicado em 31 de julho, movimentou R$ 70 milhões do “Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus” para serem gastos na despesa “Encargos da Dívida Pública Externa”. Os recursos foram recebidos do Governo Federal para ajuda aos Estados.Em nota oficial na sexta (31), o Governo do Estado garantiu que não existia qualquer ilegalidade no uso dos recursos do “Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus” para pagar a dívida pública estadual.Datada desta terça-feira (4), a portaria do MPF menciona “possível irregularidade” e diz que “os elementos de prova até então colhidos apontam para a necessidade de maior aprofundamento das investigações, com vistas à correta adoção de providências judiciais ou extrajudiciais”.Segundo a portaria, a investigação ficará com o 17º Ofício da Procuradoria da República em Pernambuco.A procuradora da República responsável pela investigação informou na própria portaria que, como “diligência inicial”, iria mandar um ofício ao governador Paulo Câmara, pedindo “esclarecimentos a respeito”.Outra providência da procuradora, segundo a portaria, foi informar os fatos à Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, em Brasília, órgão da estrutura da Procuradoria Geral da República.

Blog de Jamildo

Desempregada desde que deixou o governo, ela abriu mão de um salário de pelo menos R$ 60 mil

Foto: Reprodução TV Globo
Após ser humilhada e achincalhada no governo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ), a ex-secretária de Cultura, Regina Duarte, tem sinalizado e conversado com amigos atores e até mesmo autores da Globo, afirmando que gostaria de voltar a fazer novelas.

A coluna Radar, da Revista Veja afirmou, em julho, que a atriz confidenciou a amigos próximos ter interesse em compor o elenco do próximo trabalho de Gloria Perez, mas foi descartada pela autora. Desempregada desde que deixou o governo com a promessa de um cargo na Cinemateca, Regina Duarte abriu mão de um salário de pelo menos R$ 60 mil – quando estava em alguma telenovela, o valor dobrava – na Globo para se aventurar pela política como “namoradinha” de Bolsonaro.

A atriz, no entanto, ficou apenas 77 dias à frente da pasta, com desempenho pífio, e foi substituída pelo ex-galã de Malhação, Mário Frias.

Com informações da coluna de Ricardo Feltrin

Senadores elogiam ‘coronavoucher’ e criticam ausência do governo no combate à pandemia

Cloroquina, isolamento social, funcionamento do comércio, uso de máscara, imunidade de rebanho, fechamento de aeroportos. Quase tudo relacionado à pandemia de coronavírus no Brasil é motivo de polarização. De lado a lado, apoiadores e opositores são ferrenhos na defesa de opiniões divergentes. A dicotomia que embalou o país nos últimos seis meses ganhou ruas, redes sociais e até sessões remotas do Parlamento. Só um tema parece ter feito convergir os pontos de vista de governistas e oposicionistas: o auxílio emergencial de R$ 600 aprovado pelo Congresso Nacional e pago aos brasileiros mais vulneráveis. Apelidado de coronavoucher, o benefício alcançou a cifra de R$ 166,9 bilhões distribuídos entre 65 milhões de pessoas, colocou comida na mesa dos mais carentes e fez girar a microeconomia. Se o pagamento do auxílio é apontado como o grande acerto no enfrentamento ao coronavírus, a principal crítica recai sobre a postura do Palácio do Planalto. Para senadores à esquerda e à direita do espectro político, faltou ao presidente Jair Bolsonaro a capacidade de unir o país e orientar a reação de governadores, prefeitos, empresários, trabalhadores e profissionais de saúde rumo à normalidade.

A Agência Senado enviou aos senadores duas perguntas para identificar acertos e lacunas no combate à pandemia. Clique nas fotos e veja o que diz cada um.

Fonte: Agência Senado

Aulas presenciais seguem suspensas e Paulo Câmara revela investimento de R$ 23 milhões em internet gratuita para rede estadual
Governador de Pernambuco, Paulo Câmara – Foto: Heudes Regis/SEI

Com a aulas presenciais suspensas, o Governo de Pernambuco anunciou que vai investir R$ 23 milhões em internet gratuita para os estudantes da rede estadual através do programa “Conecta Aí”. A previsão para início é dia 11 de agosto, quando é celebrado o Dia do Estudante. A decisão acontece após o governo afirmar que, até esta quarta-feira (05), não há previsão para o retorno das aulas das presenciais, apesar de já ter divulgado um protocolo para evitar a propagação do novo coronavírus nas salas de aula (parte de baixo da matéria).

                                                     

Ainda vão ser beneficiados, assim como os professores que terão transmissões das aulas pela internet, além de 30 mil professores da educação básica e cinco mil estudantes de baixa renda da Universidade de Pernambuco (UPE). 

“Esse é mais um importante passo para fortalecer a educação em nosso Estado, valor fundamental do nosso governo, e assegurar o acesso à internet neste período tão desafiador para todos. A pandemia da Covid-19 impôs desafios na educação, tanto para a administração pública quanto para as famílias e, sobretudo, para os professores e estudantes. Enquanto tivermos que conviver com as restrições provocadas pelo novo coronavírus, o ensino remoto fará parte do processo de aprendizagem”, afirmou o governador Paulo Câmara. 

Protocolo

O protocolo do Governo de Pernambuco para o setor de Educação contempla regras como o uso obrigatório de máscara por alunos, professores e funcionários e distanciamento mínimo de 1,5 metro dos estudantes em sala de aula são algumas das regras. Também a suspensão de esportes coletivos e de eventos presenciais. Confira abaixo as determinações do Governo de Pernambuco para o setor da Educação:

Distanciamento social 

  • Manter pelo menos 1,5 m (um metro e meio) de distância entre os estudantes, trabalhadores em educação e colaboradores em todos os ambientes do estabelecimento de ensino;
  • Estabelecer o número de estudantes por turma, observando rigorosamente as normas de distanciamento 1,5m (um metro e meio) entre as bancas escolares, reduzindo a quantidade de estudantes se necessário;
  • Promover diferentes intervalos de entrada, saída e alimentação entre as turmas, com o objetivo de evitar aglomerações.

Prevenção/proteção

  • Utilizar a máscara de forma obrigatória e contínua por todas as dependências do estabelecimento de ensino, devendo ser observadas as orientações específicas quando se tratar de crianças até dois anos de idade;
  • Disponibilizar, para uso dos estudantes, trabalhadores em educação e colaboradores local para lavagem frequente das mãos, provido de sabão, toalhas de papel além da disponibilização do álcool 70%, em pontos estratégicos de fácil acesso;
  • Higienizar grandes superfícies com os seguintes produtos: hipoclorito de sódio a 0.1%; alvejantes contendo hipoclorito (de sódio, de cálcio) a 0,1%; dicloroisocianurato de sódio (concentração de 1,000 ppm de cloro ativo); iodopovidona (1%); peróxido de hidrogênio 0.5%; ácido peracético 0,5%, quaternários de amônio, por exemplo, o Cloreto de Benzalcônio 0.05%; compostos fenólicos; desinfetantes de uso geral aprovados pela Anvisa, observando as medidas de proteção, em particular o uso de
    equipamentos de proteção individual (EPI) quando do seu manuseio.

Monitoramento e educação

  • Elaborar cartilha de orientação sobre os cuidados básicos de prevenção do novo coronavírus para disponibilizar pela internet para estudantes, trabalhadores em educação e colaboradores;
  • Orientar estudantes, trabalhadores em educação e colaboradores dos estabelecimentos de ensino que apresentarem sintomas gripais, e os seus contatos domiciliares, a acessarem o aplicativo “Atende em Casa” (www.atendeemcasa.pe.gov.br). Durante o acesso, serão orientados sobre como proceder com os cuidados, inclusive sobre a necessidade de procurar um serviço de saúde.
    Afixar as medidas de prevenção por meio de Materiais visuais nos estabelecimento de ensino.

Pernambuco nega data vazada

O Governo de Pernambuco também negou uma possível data de retorno das aulas. De acordo com o que foi vazado, a primeira etapa do retorno das atividades presenciais aconteceria no dia 1° de setembro com a educação básica. Já a segunda etapa aconteceria no dia 8 de setembro, a terceira no dia 15 do mesmo mês, e a quarta no dia 22.

uol.com.br

Cleo afirmou que 2020 tem sido “um ano diferente, de mudanças”

A atriz Cleo Pires revelou, nesta sexta-feira, 25, pelas redes sociais, que seu contrato com a Rede Globo vai mudar. A partir de agora, ela só fará projetos pontuais para a emissora. Cleo deixou claro que não será cortada definitivamente, mas que não vai ser mais uma artista exclusiva da Globo. “O que vai acontecer é que eu não vou ser uma atriz exclusiva da empresa. É um lance que eu venho estudando há bastante tempo, tenho uma inquietude artística que está me impulsionando para novos rumos há um tempo e estou pronta para esse novo ciclo”, disse a atriz.

Cleo afirmou que “é grata à Rede Globo”, por todas as pessoas que conheceu e personagens que pode viver. Seu último papel na teledramaturgia foi em “O Tempo Não Para” (2018). Ela também fez papeis em novelas de grande sucesso, como “Páginas da Vida” (2006) e “Caminho Das Índias” (2009). “Eu amo toda a minha trajetória na Globo, a gente vai continuar parceiro sempre, mas eu vinha sentindo essa vontade de me experimentar em novos formatos, novas linguagens. Eu fico muito grata por tudo que aprendi lá, todas as pessoas que conheci, as personagens que pude viver. A experiência que ganhei na Globo me permitiu ser a artista que sou hoje”, disse a filha de Gloria Pires em uma série stories em sua página no Instagram. No encerramento do vídeo, Cleo afirmou que 2020 tem sido “um ano diferente, de mudanças”, e que está muito empolgada pelos projetos que virão daqui pra frente. “Vocês me conhecem, não consigo ficar parada muito tempo no mesmo lugar então vem coisa muito legal por aí”, completou.

jovempan

Sandy compartilha foto dos tempos de “Estrela-Guia”© Fornecido por Novelando Sandy compartilha foto dos tempos de “Estrela-Guia”

Neste dia de #TBT nas redes sociais, a cantora Sandy compartilhou em sua conta no Instagram nesta quinta-feira (23) um clique do tempo em que trabalhou na novela “Estrela-Guia” (2001).“#TBT de 2001, nas gravações da novela Estrela Guia. Saudade dessa época…”, comentou ela na legenda do post. Na trama, os irmãos Sandy e Júnior interpretaram os personagens Cristal e Zeca.

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Paralisação foi encaminhada pelos trabalhadores em assembleia nesta terça-feira

Cerca de 100 mil trabalhadores dos Correios em todo o Brasil entrarão em greve por tempo indeterminado a partir das 22 horas de 17 de agosto, em protesto ao acordo coletivo de trabalho oferecido pela estatal. A paralisação foi definida em assembleias realizada em todo o país nesta terça-feira, 4, entre os trabalhadores associados a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) e a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect). Juntas, as entidades somam 36 sindicatos em todos os estados brasileiros. “Se o governo fizer alguma proposta nesses próximos dias, iremos submeter para avaliação dos trabalhadores. Nós não vamos aceitar o que eles nos ofereceram até agora”, afirma José Rivaldo da Silva, presidente da Fentect. Uma nova assembleia no dia 16 deverá oficializar a paralisação das atividades.O pacote de ajustes dos Correios inclui a redução do bônus de férias de 2/3 para 1/3 do salário, diminuição do adicional noturno de 60% apara 20% a hora, extinção do bônus de R$ 1.000 pagos aos funcionários em dezembro e alteração da licença maternidade de 180 para 120 dias, além de reduzir o intervalo para amamentação de 60 minutos para 30 minutos por dia. Segundo a estatal, a mudança dos benefícios está de acordo com o estabelecido pela CLT. O pacote prevê uma redução de R$ 600 milhões por ano dos cofres públicos. “Tendo em vista a realidade financeira da empresa, com um cenário de dificuldades que tem se agravado a cada ano que passa, os Correios precisam se adequar não só ao que o mercado está praticando, mas, também, ao que está previsto na legislação”, informou a estatal em nota. A crise do novo coronavírus piorou a situação fiscal da estatal, que há anos enfrenta dificuldade para equilibrar as contas. Segundo a empresa, as solicitações feitas pelos trabalhadores impactariam no acréscimo de R$ 961 milhões nas despesas dos Correios, quase dez vezes o lucro do ano de 2019. “Com a pandemia, surgiram ainda novos desafios de adaptação para a empresa continuar prestando serviços com qualidade e segurança para todos, além de mudanças na característica de obtenção de receita da estatal. Isso porque uma tendência que deveria acontecer daqui a alguns anos foi acelerada, ocasionando a queda brusca nas postagens de cartas e um forte impacto na fonte de receita dos Correios”, informa a estatal.O movimento ocorre em meio à pressão para a privatização da estatal.

“Estão querendo vender algo de bom que ainda resta”

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Fernanda Keulla quer focar nos treinamentos - Reprodução/Instagram @fernandakeulla
Fernanda Keulla quer focar nos treinamentosImagem: Reprodução/Instagram @fernandakeulla

A apresentadora Fernanda Keulla está disposta a entrar de vez em ritmo de treinamento. Ela postou um vídeo nas redes sociais em que aparece realizando exercícios e comentou sobre o aumento de peso durante a quarentena. “Engordei 9 kg na quarentena. O projeto máquina começou! Ganhei gordura, perdi massa muscular, machuquei o joelho, meu metabolismo ficou mais lento e eu perdi minhas roupas. Não estou triste, pois em meio a uma pandemia ter saúde é omais importante”, explicou em publicação no Instagram.Fernanda também destacou que não é uma questão de beleza, mas sim de bem-estar. “Posso melhorar o que me incomoda? Sim! Melhorar minha disposição, minha dor no joelho, e claro, usar minhas roupas novamente. Com muito bom humor e longe de padrões”. A vencedora do BBB 13 também anunciou que está programando treinos com o auxílio de profissionais da área. Ela promete mostrar todos os passos deste projeto em seus stories nos próximos dias. “Bora transformar uma máquina estragada em uma locomotiva a todo vapor!”, brinca a apresentadora.

Crédito: AFP

A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, durante sessão em Brasília, em 4 de abril de 2018 (Crédito: AFP)

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (4) cobrar explicações do Ministério da Justiça sobre um dossiê elaborado pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) contra 579 servidores federais e estaduais identificados como “antifascistas”. A ministra determinou que os esclarecimentos sejam enviados ao Supremo dentro de um prazo de 48 horas.“A gravidade do quadro descrito, que – a se comprovar verdadeiro – escancara comportamento incompatível com os mais basilares princípios democráticos do Estado de Direito e que põem em risco a rigorosa e intransponível observância dos preceitos fundamentais da Constituição da República e, ainda, a plausibilidade dos argumentos expostos, pelos quais se demonstra a insegurança criada para os diretamente interessados e indiretamente para toda a sociedade brasileira impõem o prosseguimento da presente arguição de descumprimento, com tramitação preferencial e urgente”, escreveu a ministra.

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Exclusivo: o Fantástico traz detalhes inéditos da investigação do Facebook que levou, no começo de julho, à derrubada de páginas em redes sociais ligadas ao presidente Jair Bolsonaro e a políticos do PSL.

Por trás desses perfis, estavam assessores, pagos com dinheiro público. Eles estão sendo acusados de manipular o debate público na internet, usando fake news, desinformação e ataques a adversários do presidente.

O anúncio do Facebook da remoção de um conjunto de contas e páginas brasileiras devido ao chamado comportamento inautêntico coordenado foi no dia 8 de julho. Segundo a plataforma, era um esquema com dezenas de perfis, que escondiam a verdadeira identidade dos criadores. Essas contas acumulavam cerca de 2 milhões de seguidores no Facebook e no Instagram – rede social que também pertence à empresa.

O Fantástico teve acesso exclusivo às principais páginas derrubadas pelo Facebook, e nossa equipe analisou as postagens em detalhes, mostrando o mecanismo dessa rede e revelações sobre o perfil dos integrantes.

Um deles é assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, que trabalha dentro do Palácio do Planalto: Tércio Tomaz recebe um salário de mais de R$ 13 mil. Além de uma conta pessoal, Tércio mantinha outras duas, anônimas, chamadas Bolsonaro News.A investigação também apontou que a rede de contas falsas era operada por dois assessores ligados ao deputado federal Eduardo Bolsonaro. Um deles é Eduardo Guimarães, que já tinha sido descoberto na CPI das Fake News por ter usado um computador da Câmara dos Deputados para criar a conta de ataques virtuais “Bolsofeios”; o outro assessor é Paulo Eduardo Lopes, ou Paulo Chuchu, como ele se apresenta – ele teve seis contas derrubadas: quatro se passavam por redações jornalísticas, como The Brazilian Post, The Brazilian Post ABC e Notícias São Bernardo do Campo, segundo o Facebook.

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Graciele Lacerda posa para as lentes de João Passos
Graciele Lacerda posa para as lentes de João Passos
Foto: Hélia Scheppa/Divulgação

Um decreto do governador Paulo Câmara (PSB), publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (31), chamou a atenção de parte da oposição e de técnicos do Governo.

Pelo texto do decreto, o governador retirou R$ 70 milhões da fonte de recursos “Enfrentamento ao Coronavírus – Livre Aplicação” e transferiu os recursos para a Secretaria Estadual de Fazenda, para a despesa de “Encargos da Dívida Pública Externa”. A informação está detalhada no artigo 2º do decreto do governador. “Os recursos necessários ao atendimento das despesas de que trata o art. 1º são os provenientes do excesso de arrecadação de recursos do Tesouro do Estado previsto para o presente exercício, nos termos do art. 43 da Lei Federal 4.320, de 17 de março de 1964, na fonte de recursos 0165 – Recursos do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus – Livre Aplicação, no valor de R$ 70.000.000,00 (setenta milhões de reais), especificado no Anexo II”, diz o texto do decreto.,Segundo um anexo do decreto, também publicado no Diário Oficial, estes R$ 70 milhões para o coronavírus foram enviados pela União ao Governo do Estado. O dinheiro foi enviado pelo governo Bolsonaro dentro do “Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus”. “É surreal que se destinem recursos do enfrentamento do coronavírus para o pagamento de dívida do Governo do Estado sem relação com a pandemia”, critica uma fonte, no Poder Executivo, sob reserva.

 

10.uol

Vitamina C (Foto: Freepik)

Vitamina C 

Todo mundo quer ter uma pele linda e saudável. Mas para isso, precisamos cuidar direitinho dela. Além dos cuidados básicos na rotina de skincare, como limpeza e proteção, chega uma hora em que precisamos investir em produtos que oferecem benefícios mais completos, com diferentes ativos para ajudar no cuidado.Um dos mais queridinhos é a Vitamina C, um poderoso antioxidante que ajuda a combater os radicais livres e auxilia na produção de colágeno. A substância, encontrada em alimentos naturais e utilizada em dermocosméticos, é muito eficaz no combate às manchas, rugas e linhas de expressão.Para tirar todas as dúvidas sobre a Vitamina C, preparamos um quadro de mitos e verdades e ainda indicamos alguns produtos com o ativo que são indicados para todos os tipos de pele (e bolsos!).

Mito! Apesar de muito mais efetiva, a molécula de ácido L- Ascórbico (Vitamina C Pura) é muito instável e oxida facilmente em contato com a água e o ar, dificultando muito sua manipulação. Dessa forma, houve uma busca para conseguir estabilizar o ativo e adiar o seu processo natural de oxidação, surgindo algumas opções estabilizadas e derivadas da molécula original. No entanto, apesar de a estabilização garantir a integridade da validade das derivadas da vitamina C por mais tempo, descobriu-se que a versão pura – e mais instável – é a que traz os grandes benefícios à pele. É, por isso, é importante escolher um dermocosmético que contenha vitamina C pura (ácido L-ascórbico) – e não derivada ou estabilizada, pois assim a pele receberá o melhor ativo.

Vitamina C age de forma preventiva?

Verdade! A Vitamina C é eficaz em qualquer idade. Ela ajuda a minimizar rugas e linhas de expressão em peles mais maduras, mas também é indicada para prevenir o envelhecimento precoce. Além disso, contribui com a produção de colágeno, proporcionando firmeza a pele.

Vitamina C e Sol não combinam?

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Foto: Filipe Jordão/JC Imagem

O Governo de Pernambuco prorrogou a suspensão das atividades presenciais nas instituições de ensino em todo o Estado até o dia de 15 de agosto. O plano de retomada, que contém os cronogramas de retorno às aulas presenciais para a educação básica, para o ensino superior e para os cursos livres deverá ser divulgado nos próximos dias. As aulas em todo o Estado estão suspensas desde o dia 18 de março, devido ao isolamento social como forma de prevenção e propagação do novo coronavírus. Desde o mês de abril, os estudantes da Rede Pública Estadual estão assistindo às aulas online, através do Educa-PE, iniciativa da Secretaria de Educação e Esportes, que transmite aulas não presenciais pela internet e por TV aberta para os estudantes do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental durante o período de isolamento, além da possibilidade de acessar e utilizar outros materiais. No dia 13 de julho, o Governo de Pernambuco, por meio de um decreto estadual, autorizou a realização de aulas práticas presenciais e de estágio para estudantes que estão concluindo o primeiro semestre letivo, contemplando cursos de instituições de ensino superior e de Formação Inicial e Continuada (FIC) ou de qualificação profissional em instituições de educação profissional e técnica.

PROTOCOLO SETORIAL

Para o retorno às aulas presenciais, os estabelecimentos de ensino deverão seguir o protocolo sanitário estabelecido, respeitando as orientações para preservação do distanciamento social, além da adição das medidas de proteção, prevenção e monitoramento das ações.O documento foi apresentado à sociedade no dia 15 de julho e ficou disponível para consulta pública até o último dia 24. A versão final do protocolo, elaborado em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado, será divulgada nos próximos dias.

10.uol.

Cerca de 300 pessoas foram orientadas e retiradas da areia das praias da cidade do Rio de Janeiro por agentes da Guarda Municipal do Rio neste sábado (1º), de acordo com balanço divulgado pelo órgão. Hoje a cidade entrou na Fase 5 de abertura e o banho de mar passou a ser permitido. Os banhistas, no entanto, não podem permanecer na areia. A Guarda Municipal do Rio realizou patrulhamento na orla das zonas sul e oeste da cidade com agentes orientando banhistas sobre a proibição da permanência na faixa de areia e também fiscalizando o uso de máscaras de proteção facial. Além das 300 pessoas retiradas da areia, ao todo, 51 pessoas foram multadas após serem flagradas sem máscaras de proteção facial. O balanço é referente às ações feitas até as 16h deste sábado.

Também a partir de hoje, foram autorizados a trabalhar na areia os vendedores ambulantes legalizados, que atuaram das 7h às 18h. Eles foram liberados apenas para a venda de alimentos industrializados e bebidas não alcoólicas. O aluguel de cadeiras, mesas e barracas ainda está suspenso. De acordo com a Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Secretaria Municipal de Fazenda, ao todo, 20 ambulantes que atuavam no calçadão sem autorização foram orientados pelos agentes de controle urbano a se retirarem do local. Não foram identificadas irregularidades relacionadas aos ambulantes que atuavam em pontos fixos das praias, os barraqueiros. A subsecretaria informou que a maioria deles atuava nas praias de Ipanema e do Leblon, na zona sul do Rio. “A presença de ambulantes no calçadão permanece proibida e que nesta nova fase de reabertura apenas os ambulantes devidamente cadastrados no Programa Ambulante Legal podem atuar nos pontos fixos ou de forma itinerante”, informou o órgão em nota. Entre os dias 5 de junho e 26 de julho, a Guarda Municipal registrou 3.677 infrações sanitárias em 55 dias de fiscalização voltada a ampliar o enfrentamento à pandemia da covid-19, em apoio à Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses (Subvisa). Do total de infrações aplicadas até o dia 26 de julho, 2.843 foram pela falta do uso de máscaras.

exame

Thais Fersoza postou um divertido vídeo em suas redes sociais e falou sobre a importância das pessoas se cuidarem

Thais Fersoza postou um divertido vídeo em suas redes sociais e falou sobre a importância das pessoas se cuidarem
Use máscaras! Thais Fersoza manda importante recado na web 

Thais Fersoza usou o seu espaço nas redes sociais para mandar uma importante mensagem aos seus milhares de seguidores!Em sua conta do Instagram, a artista postou um vídeo em que aparece usando diversas máscaras e fez um lembrete sobre os cuidados que todos devemos tomar. Além disso, ela relembrou quantas pessoas já morreram, vítimas de Covid-19. “Passando pra lembrar vocês de se cuidarem! Muito! Cuidarem do próximo também … eu sei … já tem muito tempo que estamos nessa …. mas não podemos ignorar o fato de que já são quase 100 mil vidas que se foram … só no Brasil … não sejam egoístas, nem incoerentes… é um fato!”, começou. Em seguida, ela citou algumas dicas de extrema importância: “É sim muito necessário a gente tomar todos os cuidados! Quem puder, fica em casa. Quem não puder, saia com segurança! Não coloquem as mãos no rosto, usem a máscara, mantenham o distanciamento social”, escreveu. No final, ela lamentou o fato de algumas pessoas já terem banalizado a atual situação: “eu fico assustada de ver como as pessoas parecem ter banalizado o momento que estamos vivendo … é tão importante a gente se conscientizar! Por favor, cuidem tá? De vocês e dos outros! Incentivem as pessoas a usarem a máscara!”, encerrou. 

Confira:

thais

dinheiro
Cerca de 42% da população brasileira não tem acesso a conta bancária, segundo os últimos dados do Instituto Locomotiva – Divulgação

Nesta semana, o governo federal anunciou o lançamento da primeira nova nota de real em 18 anos: uma nota de R$ 200, com um lobo-guará estampado na cédula, que deve entrar em circulação até o final agosto. É a primeira nova nota de real em 18 anos. Mas qual é o objetivo da medida? Segundo Fábio Terra, pesquisador em política monetária e professor de Economia na Universidade Federal do ABC (UFABC),  trata-se de uma questão de logística. “O Brasil é, por conta da desigualdade social, um país em que uma vasta parcela da população não acessa o sistema bancário. Então, eles não vão usar moeda bancária, cartão de débito, conta corrente, depósito à vista, transferência. Eles vão usar dinheiro vivo”, afirma.  Cerca de 42% da população brasileira não tem acesso a conta bancária, segundo os últimos dados do Instituto Locomotiva.  Outra questão colocada por Terra é que quando chega um momento de crise econômica, como a que o Brasil vive agora, intensificada pela pandemia de covid-19, as incertezas aumentam. Isso faz com que aquelas pessoas que têm dívidas tirem o dinheiro do banco, com medo de perdê-lo para esses débitos, e usem a moeda viva. Mesmo com o valor do auxílio emergencial de R$ 600, as pessoas sacam, com medo dos bancos tomarem o dinheiro, explica Terra. “Aquilo que já é um uso comum no Brasil do dinheiro vivo em momentos de crise claramente aumenta ainda mais. Então, a razão do Banco Central é construir uma facilidade maior de distribuir as notas e, desta forma, como a nota de R$ 200, acaba fazendo com que as pessoas acessem o auxílio emergencial em um volume menor de notas, sendo mais fácil chegar nos rincões do Brasil”, afirma. Para o professor, nesse sentido, a medida veio tardiamente. Houve ocasiões em que os beneficiários do auxílio ficaram horas nas filas de banco para retirar o valor e, quando chegaram na boca do caixa, não havia mais dinheiro em papel. “Com a nota de 200 reais, essa movimentação é mais fácil, porque será agora necessário o uso de menos notas para se conseguir o mesmo valor, então isso facilita o volume físico da distribuição”, afirma o professor.

Volta da inflação?

O anúncio de lançamento da nota de R$ 200 acendeu em muitas pessoas o temor da volta da inflação. Em períodos de alta inflação, o dinheiro perde valor rapidamente e notas de maiores valores são lançadas o tempo todo. Na década de 1990, o Brasil chegou a ter uma nota de R$ 500 mil cruzeiros, com o rosto de Mário de Andrade estampado. Uma nota de R$ 200 pode, de fato, trazer essa memória. Mas, segundo Terra, não se trata de uma questão inflacionária, visto que o Brasil se encontra em um processo de deflação, ocasionado pela crise econômica. “Isso é absolutamente irrealista, porque a gente está entrando na verdade em um processo deflacionário em função da atividade econômica profundamente recessiva”, explica.  Uma outra narrativa que entrou em torno do lançamento da nota é que isso estimularia a corrupção, uma vez que ficará mais fácil transportar maiores quantidades de dinheiro. Terra pondera que não se pode julgar a causa pelo efeito. “A causa da corrupção não é uma nota de R$ 200“, pontua. Para o especialista, um dos principais problemas que se impõe é a oferta de troco nas transações realizadas com notas de maior valor.

brasildefato

“Não ouvi… vai faltar energia até quando? E a internet também está ruim?”, pergunta a amiga aflita no WhatsApp. Bip bip bip, cai a ligação. A internet não volta. Diálogos como esse, de parentes e amigos preocupados com os entes queridos que moram no Líbano, têm se tornado cada vez mais comuns. Agora, não há mais nem luz elétrica em muitos bairros, a internet dá problema e o lixo se amontoa nas ruas.

O país passa por uma crise econômica sem precedentes. Com uma dívida que chega a 170% do PIB, o governo não tem mais recursos nem para pagar as suas próprias contas de energia, telefone e internet. Como resultado, as operadoras de celular reduziram a velocidade de conexão em vários lugares onde há repartições públicas. Também acabou o dinheiro para importar o combustível que gera a eletricidade. Resultado: boa parte das cidades está às escuras. “O Líbano simplesmente faliu, depois de anos de uma política econômica que não fazia sentido e partidos políticos corruptos”, diz a pedagoga Layla Salash, de 40 anos, que está desempregada. Layla fez um estoque de velas para não ficar no escuro durante a noite.

Ela mora com seu marido e dois filhos em um apartamento em um bairro de classe média de Beirute. Layla também diminuiu as compras no supermercado e têm contado cada centavo do que gasta. Infelizmente, ela não é a única. Nas embaixadas, os geradores garantem o fornecimento de eletricidade, mas não se sabe por quanto tempo. As empresas estrangeiras das quais o governo compra óleo diesel, distribuído para os condomínios, hospitais e escolas, já avisaram que vão suspender o fornecimento por falta de pagamento. Por muitas décadas, Beirute foi um oásis de calma – e diversão – no Oriente Médio, atraindo desde europeus endinheirados em busca de belas praias e festas animadas até príncipes e princesas do Golfo Pérsico que investiam em apartamentos suntuosos e iates. A vida glamourosa, no entanto, aos poucos foi se desvanecendo.

Em 1997, o governo decidiu equiparar a cotação da libra libanesa ao dólar, artificialmente, o que, para muitos especialistas, era visto como uma bomba-relógio. A dolarização da economia foi outra decisão que se revelou nefasta.

“Esse esquema dependia de investimentos pesados no mercado imobiliário, feitos por estrangeiros endinheirados, e as transferências em dólar feitas para bancos libaneses”, diz James Worral, professor de relações internacionais e estudos do Oriente Médio da Universidade de Leeds, no Reino Unido. Os bancos cobravam taxas de juros de 10% para atrair o capital estrangeiro e emprestavam seu capital para o Banco Central a taxas ainda mais altas. O Líbano se tornou um dos países mais endividados do mundo e, em março, declarou que as reservas estavam próximas do fim. “Muitos libaneses temem que o país possa repetir o que aconteceu na Venezuela“, diz Layla. A comparação não é infundada. Este ano, o PIB da Venezuela deve cair 15%. Nos últimos sete ano, a que foi de 60%. O Líbano não deve ficar muito atrás. As estimativas apontam que a economia deve encolher 12% este ano. Caso as previsões se confirmem, será um dos piores resultados desde a guerra civil (1975-1990), marcada por conflitos entre libaneses de diferentes religiões e invasões territoriais de Israel. Com o fim do conflito, ficou definido que o presidente seria sempre cristão, o primeiro-ministro, um muçulmano sunita (a corrente majoritária do islã), e o porta-voz, um muçulmano xiita.

Já era um sistema que não favorecia escolhas baseadas em critérios técnicos para postos-chave no governo, e abria as portas para conversas palacianas pouco ortodoxas. Nos últimos anos, o xadrez político ficou ainda mais complexo, o que acabou exercendo um papel relevante no desastre econômico.

“O aumento do poder de grupos radicais xiitas como o Hezzbollah, que recentemente passou a ocupar vários assentos no parlamento, afugentou os investidores do Golfo e de outros países, que alimentavam uma parte da economia libanesa”, diz Simon Mabon, professor de relações internacionais da Universidade de Lancaster, no Reino Unido. Com os depósitos em dólar minguando, a cotação da moeda disparou. Em poucos meses, a lira desvalorizou 80%, os preços triplicaram e o país não honrou o pagamento de sua dívida em eurobônus, em março.

Fundo Monetário Internacional (FMI) ofereceu um empréstimo, mas com a condição de que o país realizasse reformas estruturantes, o que não foi feito. A inflação chega hoje a mais de 400% ao ano. O preço dos alimentos aumentou quase 200% desde maio. Só não é uma situação pior do que a da Venezuela, em que inflação tem bateu a casa dos 2.000%, e do Zimbábue (800%). A crise do coronavírus piorou ainda mais a situação. O país precisou fechar a economia durante dois meses, em março e abril, para evitar a propagação da doença. A medida parece ter funcionado, já que o Líbano apresenta hoje apenas cerca de 4.500 casos confirmados. Mas a economia, que já estava bastante cambaleante, começou a descer ladeira abaixo. Começaram as demissões em massa e as remodelações dos pagamentos dos funcionários públicos, que sofreram uma redução. Hoje, quase metade da população libanesa vive abaixo da linha da pobreza.

“Agora, ninguém sabe o que vai acontecer”, diz Layla. “Acho que chegamos ao fundo do poço”.

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Professores de escolas particulares decidem manter greve
Professores de escolas particulares decidem manter greve – Reprodução
Rio – Professores das escolas particulares da cidade do Rio de Janeiro decidiram neste sábado, em assembleia virtual, manter a greve iniciada no dia 6 de julho. Diante da possibilidade de retorno às aulas presenciais no município, os docentes dizem que não se sentem seguros para voltar às salas de aula em meio a pandemia do novo coronavírus. Os professores permanecem atuando no trabalho remoto. “Decidimos manter a greve por ainda não visualizarmos segurança para esse retorno”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), Afonso Celso Teixeira. “Nenhum órgão de saúde que temos consultado nos assegura que o momento de retorno é esse. O número de casos de covid-19 tem aumentado. No Rio está estabilizado, mas estabilizado em uma alta”.
A assembleia, que ocorreu nesta tarde, teve a presença, segundo o Sinpro-Rio, de mais de 500 professores. A maioria, 98%, foi favorável a manutenção da greve.
“Mesmo o trabalho remoto sendo um trabalho estafante, extenuante, que tem causado muitos transtornos aos professores, mesmo assim, a preferência é por continuar nesse modelo até que a gente tenha uma segurança para o retorno das atividades presenciais”, diz Teixeira.
O Sinpro-RJ diz que vai acionar a Vigilância Sanitária do município para que o protocolo de saúde e segurança seja cumprido, assim como as regras municipais. A entidade estará de plantão esta semana para atender os professores.
Impasse
A prefeitura do Rio de Janeiro autorizou, no dia 20 de julho, o retorno às atividades presenciais nas escolas privadas a partir do dia 3 de agosto. A medida, conforme explicada pela prefeitura, vale para os 4º, 5º, 8º e 9º anos do ensino fundamental. O governo do estado, no entanto, que ainda não definiu data para o retorno das aulas, afirmou que cabe à Secretaria de Estado de Educação, e não ao município, a responsabilidade pela retomada das aulas nas escolas da rede privada, tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio. Neste sábado, a prefeitura disse que deu o aval apenas ao que lhe cabe, a parte da Vigilância Sanitária, para que escolas particulares reabram se os donos delas assim decidirem junto a seus respectivos sindicatos e representantes do setor e reforçou a data de 3 de agosto para a retomada. “Não cabe à prefeitura essa regulação sobre reabertura de escolas particulares nem creches privadas. A posição da prefeitura do Rio é apenas autorizativa quanto aos protocolos e ao cumprimento deles por parte Vigilância Sanitária”, informou a prefeitura. A data não coincide com as medidas do estado. No estado do Rio de Janeiro estão em vigência medidas restritivas para evitar a propagação do novo coronavírus até, pelo menos, o dia 5 de agosto. Segundo o decreto, do dia 22 de julho, as aulas presenciais das redes de ensino estadual, municipal e privada permanecem suspensas em todo o estado. A Secretaria de Estado de Educação, em nota, diz que, assim que a Secretaria de Saúde informar que há condições de voltar, será iniciado o protocolo de 15 dias para a retomada das aulas presenciais nas unidades escolares fluminenses. A secretaria afirma que trabalha, junto com um comitê de especialistas, desde o início do isolamento avaliando a volta às aulas presenciais.
Falta de clareza
Diante da falta de clareza, as escolas particulares da cidade do Rio aguardam uma definição da data para o retorno. “A escola particular está aguardando uma definição das autoridades para o retorno das atividade presenciais e está preparada para voltar dentro dos protocolos que foram criados pela autoridades”, disse o diretor do Sindicato dos Estabelecimentos de Educação Básica do Município do Rio de Janeiro (Sinepe-Rio), Frederico Venturini.
Segundo Venturini, o Sinepe-Rio não tem uma estimativa de quantas escolas devem retomar as aulas presenciais na segunda-feira.
Quanto à greve dos professores, o diretor diz que a relação da escola particular com os professores “sempre foi melhor possível”. “Estamos abertos ao diálogo. A escola não existe sem professor”, disse. “A gente entende que com a autorização da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Educação, as aulas presenciais terão que voltar. No início, com ensino híbrido, mesclando presencial com distância. Mas, estamos sempre dialogando com os professores”.
Recomendação
Nesta semana, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e a Defensoria Pública do Estado emitiram uma recomendação ao prefeito Marcelo Crivella para que mantenha as medidas restritivas de isolamento nas unidades de ensino da rede municipal e nas escolas e creches privadas. O documento diz que a reabertura não deve ocorrer até que haja evidências científicas, fornecidas por autoridade médica ou sanitária, de possível retomada segura das atividades.
Os órgãos consideram prematuro o retorno das atividades “na ausência de comprovação de requisitos mínimos de segurança e fundamenta sua recomendação em diversos fatores, como notas técnicas, a legislação vigente e estudos científicos”.
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