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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

I Reis 2:1-2 – E aproximaram-se os dias da morte de Davi; e deu ele ordem a Salomão, seu filho, dizendo:  Eu vou pelo caminho de toda a terra; esforça-te, pois, e sê homem. Caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo. É um feitio moral. É a firmeza e coerência de atitudes. (www.significados.com.br/carater/Quando Davi propôs a seu filho que o mesmo fosse homem, ele falava do caráter que Salomão teria que desenvolver como rei em Israel, não seria bom ou aprazível que um rei não tivesse firmeza no falar, ou usasse de falácias para promover o seu reino, em detrimento do tal. Muitos se apresentam como representantes da classe masculina,   vigorosos, arrogantes, destemidos, graves, fortes, mas não sustentam o que falam, negam suas afirmativas diante de qualquer situação. Podem ser fortes no físico, mas são fracos nas atitudes. Prometem e não cumprem. Falam, mas não se podem escrever suas palavras, porque elas mudarão em conformidade com a situação no momento.

A fraqueza de um homem, em suas palavras, é pior que sua fraqueza no físico, porque as palavras falam do seu caráter, enquanto um tratamento médico pode restaura-lo de uma fraqueza física, a fraqueza na índole ou falta de caráter, é muito difícil de tratar, às vezes, não tem cura. Há situações em que é necessário mais esforços para podermos atender aos nossos compromissos, mas, depois  nos confortamos ao vermos que cumprimos com tudo quanto acertamos. Bem verdade que, como somos humanos e tendentes a falhas,  poderemos, uma ou outra vez, não chegarmos a tempo, mas quem assume a vantagem deve também arcar com a desvantagem, e deve assumir a responsabilidade e procurar, o mais breve possível,  uma solução para a situação criada. Se quebramos o pacto, devemos assumir também o prejuízo.

É complicado colocar toda uma confiança em alguém e, no dia marcado, esse alguém falhar, sem motivos aparentes, sem explicação, simplesmente diz que não dá mais. É o vendedor que garantiu que lhe venderia, mas na hora apareceu outro que ofertou mais e ele vendeu, quebrando a promessa que havia feito. É alguém que falou que lhe compraria algo, e você,  acreditando,  rejeita outras propostas, querendo honrar a sua palavra e então chega o que queria comprar  e diz: Não quero mais, achei outro melhor que o seu. Na verdade falta, nestes,  uma característica muito importante: Ser homem de verdade.

No salmo de numero 15 encontramos as características daquele que se apresenta perante o Senhor.

Salmos 15:1-5  SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. Aquele que não empresta o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado.

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Jonas Pereira/Agência Senado

Líder do PMDB, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) declarou nesta quarta-feira 3, durante reunião com lideranças de centrais sindicais, que o governo Temer pode ser comparado com o do presidente Artur Bernardes (1922-1926), “considerado o governo da vingança”; Renan, que tem feito críticas públicas a Michel Temer, defendeu ainda que “é preciso resistir” às reformas Trabalhista e da Previdência e disse que não se pode “permitir que esse desmonte se faça no calendário que essa gente quer”

247 – O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do PMDB no Senado, praticamente declarou guerra com o governo Michel Temer ao reforçar críticas às reformas Trabalhista e da Previdência na tarde desta quarta-feira 3. 

Durante reunião com lideranças de centrais sindicais, Renan cumprimentou os representantes das entidades pela greve geral de sexta-feira 28 e disse que o governo Temer pode ser comparado com o do presidente Artur Bernardes (1922-1926), “considerado o governo da vingança”O líder do PMDB defendeu ainda que “é preciso resistir” às reformas Trabalhista – que segundo ele, “revoga a CLT” – e da Previdência, “contra os trabalhadores e as regiões mais pobres do País” – e disse que não se pode “permitir que esse desmonte se faça no calendário que essa gente quer”.

brasil247

Com seu texto base aprovado na quarta-feira, 26, na Câmara dos Deputados, a Reforma Trabalhista poderá modificar de maneira substancial a a CLT.  Vale destacar que a proposta da reforma ainda precisa ser aprovada no Senado. Confira alguns pontos importantes que vão mudar e terão impacto direto ou no salário de profissionais contratados no regime CLT ou nas relações de trabalho para eles:

1. Ajuda de custo não vai integrar salário

Valores relativos a prêmios, importâncias pagas habitualmente sob o título de “ajuda de custo”, diária para viagem e abonos, assim como os valores relativos à assistência médica ou odontológica, não integrarão o salário. Na prática, isso significa que boa parte do salário do empregado poderá ser paga por meio dessas modalidades, sem incidir nas verbas do INSS e FGTS.

2. Vai ficar mais difícil pedir equiparação salarial

O requisito, para equiparação salarial, da prestação do serviço precisar ser na “mesma localidade”, será alterado para o “mesmo estabelecimento empresarial”. Devendo ser prestado “para o mesmo empregador”, por tempo não superior a quatro anos. Tal alteração diminui as chances de se pedir equiparação nos casos de empregados que exercem a mesma função, mas recebem salários diferentes, pois trabalham em empresas diferentes do grupo econômico. Além disso, se exclui a possibilidade de reconhecimento do “paradigma remoto”, quando o pedido de equiparação se dá com um colega que teve reconhecida, por via judicial, a equiparação com outro colega.

3. Gratificação para quem tem cargo de confiança não vai integrar salário depois de 10 anos

Atualmente a gratificação paga para quem está em cargo de confiança, que hoje é em torno de 40% do salário básico, é incorporada ao salário do empregado, caso este fique no cargo por mais de 10 anos. A proposta remove essa exigência temporal, não incorporando mais a gratificação à remuneração quando o empregado é revertido ao cargo anterior.

4. Homologação de rescisão pelo sindicato deixa de ser obrigatória para quem tem mais de um ano de casa

Não haverá mais necessidade de homologação do Termo de Rescisão pelo sindicato ou Ministério Público para os empregados que trabalharem por mais de um ano, valendo a assinatura firmada somente entre empregado e empregador.

5. Demissão em massa não precisará mais ter a concordância do sindicato

As dispensas coletivas, também conhecidas como demissões em massa, não precisarão mais da concordância do sindicato, podendo ser feitas diretamente pela empresa, da mesma forma que se procederia na dispensa individual.

6. Quem aderir a plano de demissão voluntária não poderá reclamar direitos depois

A adesão a plano de demissão voluntária dará quitação plena e irrevogável aos direitos decorrentes da relação empregatícia. Ou seja, a menos que haja previsão expressa em sentido contrário, o empregado não poderá reclamar direitos que entenda violados durante a prestação de trabalho.

7. Perder habilitação profissional vai render demissão por justa causa

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São Paulo – Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha mostra que 70% dos eleitores brasileiros defendem o fim da prerrogativa de foro privilegiado para juízes e políticos com mandato.

Segundo o levantamento, publicado nesta quarta-feira (3) pelo jornal Folha de S. Paulo, outros 24% defendem a manutenção do foro e 6% disseram que não sabem qual é a melhor saída para a questão. Quanto maior o grau de escolaridade, de acordo com a pesquisa, maior a rejeição: 82% dos que têm ensino superior, 74% dos que terminaram o ensino médio e de 57% dos que estudaram até o ensino fundamental.Nas regiões do país, a rejeição a esse dispositivo é maior no Sul, com 75%. Em seguida aparece o Sudeste, com 74%. No Centro-Oeste são 64% e no Norte são 61%.Para entender algumas das nuances, como o por que da existência do foro por prerrogativa de função e quem se enquadra nas posições de foro, EXAME.com se propõe a elucidar algumas dúvidas comuns sobre a matéria.

Por que existe o foro por prerrogativa de função?

Como diz o nome, o foro denota uma proteção extra para que parlamentares e altos funcionários da administração pública possam exercer suas funções com tranquilidade.Trata-se de uma forma de cercear abusos e dar algumas imunidades para tomadores de decisão, que sem isso ficariam sujeitos à ameaças políticas e funcionais. Evita, assim, ações que poderiam ser movidas de forma desproporcional apenas para intimidar quem fala em nome do povo.Quem detém o foro, responde apenas a uma corte mais qualificada, constitucional, e que teria melhor visão para julgar indivíduos que ostentam cargos importantes.

O STF é o único órgão competente para julgar políticos com foro por prerrogativa de função?

Não. A depender da competência, além do Supremo Tribunal Federal (STF), entram no jogo o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais de Justiça dos Estados.

O que define quem responde a qual tribunal é a Constituição Federal nos artigos 29, 102 e 105. A tipificação é importante: crimes comuns caem para tribunais, enquanto crimes de responsabilidade são levados ao Legislativo correspondente. A lista é extensa e confusa, mas está sempre atualizada neste link.

Quem tem direito ao foro?

A lista não é tão curta e há várias nuances, mas essencialmente cabe ao STF julgar o presidente da República, o vice-presidente, os membros do Congresso Nacional, seus próprios ministros e o procurador-geral da República em casos de infrações penais comuns.

Há autoridades que o Supremo julga tanto em infrações penais comuns como em crimes de responsabilidade. É o caso dos ministros de Estado e comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica (ressalvados os crimes de responsabilidade conexos com os do presidente da República, aí o trâmite é outro, passando pelo Congresso), os membros dos Tribunais Superiores, os do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática de caráter permanente.

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O deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG) foi substituído pelo líder do partido, deputado Ricardo Tripoli (SP).

Tripoli disse que Barbosa pediu para negociar mais dois pontos da reforma e, como não haveria mais tempo para fazer isso na comissão, ele pediu para ser substituído. O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) foi substituído pelo deputado Carlos Melles (DEM-MG). E o deputado Mandetta (DEM-MS), que era suplente, foi substituído pelo deputado Paulo Azi (DEM-BA).

REUTERS/Ueslei Marcelino

Vendo o pronunciamento do golpista Michel Temer – o qual me recuso a chamar de presidente porque não teve nenhum voto – tenho certeza de que ele misturou as datas. Explico.Ontem, primeiro de maio, é comemorado o Dia do Trabalhador. No entanto, o discurso mentiroso proferido por Temer no dia de hoje é digno do primeiro de abril, o Dia da Mentira.

Vejamos bem:

Primeiramente, Temer teve o cinismo de afirmar que a reforma trabalhista vai criar novos empregos. Isso é mentira! Esse trambolho não vai gerar sequer um emprego novo. Muito pelo contrário, vai precarizar ainda mais as relações de trabalho atuais e, em consequência disso, causar demissões de mais trabalhadores. O segundo ponto foi quando ele afirmou que estarão assegurados, com a modernização trabalhista aprovada pela Câmara, a criação de novos postos de trabalho, inclusive, para os jovens. Isso também é mentira! Não serão criados empregos para os jovens. Ao contrário, vai tirar a possibilidade de empregos com segurança trabalhista para os jovens no futuro.

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O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) realizou, em Brasília (DF), nessa quinta-feira (27), o evento Dados Abertos: Nova Cultura de Transparência. O objetivo foi difundir a importância do tema para a geração de negócios e fomento do controle social. O encontro contou com a participação de servidores públicos; empresas e organizações interessadas; startups e desenvolvedores de aplicativos; e sociedade civil.

O evento foi organizado em parceria com o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), a Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-DAPP) e a organização Open Knowledge Brasil (OKBr).“Esse debate é muito importante. Já temos resultados, como o Portal da Transparência, mas precisamos ir além. Não devemos apenas disponibilizar os dados, mas fazer uma análise crítica e profunda para que possamos atingir diversos propósitos, entre eles o combate à corrupção, mal que assola o país e coloca em risco a esperança do povo”, destacou o secretário-executivo da CGU, Wagner Rosário.

Disponibilidade e acessibilidade

Na ocasião, houve o lançamento do Open Data Index Brasil. A iniciativa, fruto de parceria entre a OKBr e a FGV-DAPP, busca mapear o estado dos dados abertos em nível nacional. O Índice é construído com base na disponibilidade e acessibilidade em 15 categorias essenciais, incluindo gastos governamentais, resultados das eleições, compras públicas, níveis de poluição, qualidade da água, posse de terras, clima, entre outros. O país alcançou, no balanço geral, pontuação de 64%, o que o coloca em oitavo lugar no ranking mundial, uma posição antes dos Estados Unidos. Numa comparação entre os países da América Latina, o Brasil lidera. De acordo com o levantamento, foram consideradas totalmente abertas as informações sobre Orçamento Público, Resultados Eleitorais, Mapas Nacionais, Estatísticas Socioeconômicas, Leis em vigor e Atividade Legislativa. Já para Localizações, Qualidade da Água e Propriedade da Terra não foram sequer encontrados bancos de dados públicos.

O Open Data Index já é utilizado por governos em todo o mundo, como uma ferramenta para estabelecer prioridades em relação às políticas de transparência, e pela sociedade civil, como mecanismo de monitoramento e de pressão para aprimoramento institucional do Estado. “É algo importante para um país, pois melhora a qualidade da democracia”, afirmou Andressa Falconiery, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas.

Política Nacional

Em seguida, houve apresentação da Política Nacional de Dados Abertos do Executivo Federal. A ação, coordenada pelo MP e monitorada pela CGU, visa proporcionar benefícios à sociedade, tais como o aumento da transparência no governo e melhores possibilidades de controle social das políticas públicas. A Política foi instituída pelo Decreto nº 8.777/20116, que obriga todos os órgãos da Administração Direta Autárquica e Fundacional a publicarem suas bases de dados.

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No primeiro trimestre de 2017, os gastos administrativos do governo federal foram de R$ 3,114 bilhões, uma queda de 10,2% em relação ao mesmo período do ano passado, descontado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em valores nominais, as despesas somaram R$ 3,109 bilhões, uma queda de 6% em relação aos três primeiros meses de 2016.

Os dados são da Secretaria de Orçamento Federal (SOF), do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. De acordo com o órgão, a redução é resultado do controle de gastos e custeios e da implementação de novos modelos de gestão, como compra direta de passagens aéreas e o TáxiGov. “A ideia é acompanhar a parte de custeio administrativo para que se comporte de forma aderente ao resto do fiscal para que consigamos ter espaço para investimentos”, afirma o Secretário de Orçamento Federal, George Soares. A redução nas despesas foi influenciada principalmente pelo menor gasto com energia elétrica e água, que passou de R$ 420,2 milhões para R$ 282,4 milhões (queda de 32,8%). O gasto com material de consumo registrou queda de 25% e com comunicação, de 12,6%. A categoria Locação e Conservação de Bens Imóveis recuou 8,9% e Serviços de Apoio, 8%. Despesas com serviços bancários, na contramão, apresentaram alta de 30,6% em razão do restabelecimento do fluxo de pagamento de serviços aos bancos. 

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Brasília – O governo federal deve investir R$ 260 milhões em compras de alimentos da agricultura familiar em 2017. As aquisições serão feitas por meio da modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA). A atual legislação determina que órgãos da administração pública federal comprem, no mínimo, 30% dos gêneros alimentícios dos agricultores familiares.O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDSA, Caio Rocha, explica que foram investidos R$ 61 milhões em 2016. “Estamos incentivando as universidades federais, os Institutos Federais de Educação e as Forças Armadas a comprarem cada vez mais da agricultura familiar. Nossa previsão é chegar a R$ 260 milhões com esse tipo de compra”. 

O Ministério da Defesa é um dos principais compradores da modalidade. Em outubro do ano passado, o órgão fez a maior aquisição em um único edital. Foram investidos mais de R$ 13 milhões na compra de 102 tipos de alimentos. Os produtos foram destinados para atender as demandas da administração central do ministério e das unidades do Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira no Distrito Federal. 

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São Paulo – O município de São Paulo vai aderir ao Programa Criança Feliz, do governo federal. A afirmação foi feita pelo prefeito da capital paulista, João Doria, durante reunião com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, secretários e técnicos do ministério e da prefeitura, na manhã desta terça-feira (2).

Na ocasião, o ministro Osmar Terra detalhou as razões científicas do programa e destacou que cerca de 150 mil crianças poderão ser atendidas na cidade. A implementação do Criança Feliz na capital paulista foi interrompida após o Conselho Municipal da Assistência Social não autorizar a adesão. Para o ministro, não há justificativa para esta negativa.

Na origem dos conselhos está a função de fiscalizar, orientar a implantação dos programas e não vetar programas que vão atender as crianças. Um conselho de 20 pessoas vai impedir mais de 100 mil famílias de ter atendimento em casa para os seus filhos pequenos? Acho que o conselho pode rever isso”, afirmou. O prefeito João Doria destacou a importância da atenção à primeira infância. Ele garantiu que tomará todas as medidas necessárias para que a população de São Paulo seja atendida pelo Criança Feliz. “Agora vai ter. Já orientei os secretários para que o programa possa ser adotado, de preferência com a aprovação do conselho, ou de alguma outra maneira, mas não faz sentido que a maior cidade brasileira não tenha um programa como este que é importante para a população carente da cidade, especialmente para a população infantil. O ministro pode estar certo que, a partir de agora, este programa será implantado”, garantiu.

Na reunião também foram discutidas ações conjuntas para o enfrentamento à pobreza. Uma das principais preocupações da prefeitura é o aumento do número de pessoas em situação de rua. A troca de experiências evidenciou que município e governo federal estão focados em ações que estimulem a autonomia das pessoas por meio de oportunidades de geração de renda e emprego. Medidas de assistência, inclusão produtiva e microcrédito serão desenvolvidas. Uma nova reunião foi marcada para a próxima semana.

Programa – Com atenção voltada para a primeira infância, o Criança Feliz acompanhará mais 4 milhões de beneficiários do Bolsa Família nos primeiros mil dias de vida e as crianças de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Em todo o país, 2.547 municípios já aderiram à iniciativa. Com foco na visitação domiciliar, o programa reunirá ações em áreas como saúde, educação, cultura e justiça.

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Trabalhador saca recursos em conta inativa do FGTS – Bárbara Lopes

/ O Globo/Arquiv

BRASÍLIA – O governo vai dividir com os trabalhadores que têm contas vinculadas ao FGTS — ativas e inativas — R$ 7 bilhões do lucro que o Fundo obteve em 2016, conforme dados inéditos do balanço. Segundo informações da Caixa Econômica Federal, serão beneficiadas 259,6 milhões de contas com saldo até 31 de dezembro de 2016. O valor a ser repartido corresponde a 1,88% do saldo das contas, de R$ 397,7 bilhões .Em 2016, o FGTS registrou lucro de R$ 14,5 bilhões, segundo técnicos do governo. O valor ainda está sendo auditado e pode sofrer ajuste, devendo ficar na casa dos R$ 15 bilhões . A Caixa deverá fazer o crédito em agosto, de forma proporcional ao saldo existente na conta de cada trabalhador em 31 de dezembro do ano passado. Considerando contas ativas e inativas, quase 70% delas eram de até um salário mínimo.Os trabalhadores serão beneficiados com parte do lucro porque o presidente Michel Temer editou em dezembro a medida provisória (MP) 763 como uma forma de compensar o cotista pelo baixo rendimento do FGTS — que é de 3% ao ano mais Taxa Referencial (TR). A decisão atende um pleito antigo dos cotistas que ficam com os recursos presos, rendendo abaixo da inflação conforme aconteceu nos últimos anos. Até então, o resultado líquido do Fundo era usado somente para fazer política social, como o programa Minha Casa Minha Vida, por exemplo.

SAQUE NÃO É AUTOMÁTICO

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Em paralelo ao discurso, mobilizações em todo o Brasil denunciavam os retrocessos da reforma. - Créditos: ASCOM - VPR

Em paralelo ao discurso, mobilizações em todo o Brasil denunciavam os retrocessos da reforma.

/ ASCOM – VPR

Neste 1º de maio, dia em que trabalhadores de todo o mundo saem às ruas para relembram as lutas trabalhistas e comemoram as conquistas obtidas ao longo de anos de lutas, o presidente golpista Michel Temer divulgou um vídeo afirmando as “inúmeras vantagens” da reforma trabalhista para o trabalhador, e que o país estaria iniciando “uma fase em favor do emprego”. O peemedebista se referiu à reforma como uma “modernização” da legislação, acrescentando que a medida tende a ampliar a geração de empregos. No entanto, para o presidente da Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal (CUT-DF), Rodrigo Brito, o discurso seria uma armadilha discursiva arquitetada para enganar os trabalhadores que têm menos acesso à informação e que por isso desconhecem os detalhes da reforma. “Na verdade, só faz com que o trabalhador tenha um aumento da jornada de trabalho, redução de salários, contratação mais precarizada, e burla as convenções coletivas existentes hoje. Isso não vai gerar novos empregos. Vai acabar com os empregos que hoje têm garantias de direitos, colocando eles numa situação de subcontratação. Quem ganha com isso é só o empresariado, que vai ter um aumento do seu lucro”, expôs o dirigente durante o ato na capital federal em que se celebrava o Dia do Trabalhador.  Brito destacou ainda que a Greve Geral, realizada na última sexta-feira (28), mostrou o estado de alerta em que estaria a classe trabalhadora brasileira, abrindo caminho para mobilizações ainda mais amplas.“Nosso balanço é de que o terreno está fértil e temos que continuar dialogando com os trabalhadores e reforçando ainda mais a luta nas trincheiras contra as temerosas reformas contra a classe trabalhadora”, avaliou o dirigente.

Ato

Trabalhadores de diversas categorias se reuniram nesta segunda-feira em Brasília para celebrar o Dia do Trabalhador e engrossar o coro contra as medidas de austeridade do governo golpista de Michel Temer. Debates, apresentações culturais e informes políticos integraram a programação, organizada no entorno da Torre de TV de Brasília pela CUT-DF e pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Nas rodas de conversa e no palco, duas pautas dominavam as preocupações do público presente: as reformas trabalhista, aprovada no último dia 27 na Câmara Federal, e a da Previdência, que tramita atualmente na mesma casa legislativa.  

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Brasília - O Facebook lançou plataforma com ferramentas para ajudar adolescentes, pais e professores a evitar e combater o bullying em redes sociais (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Um em cada dez estudantes no Brasil é vítima frequente de bullyingMarcello Casal Jr

/Agência Brasil

“Depressão é uma doença que faz a gente parar de enxergar a realidade que está a nossa volta. Por mais que alguém diga que você é bonita, bem-sucedida, nada disso adianta quando a gente está com esse defeito na cabeça, que diz exatamente o contrário”, conta Nauzila Campos, de 25 anos. A jornalista, advogada e modelo convive com a doença desde 2015. No mês em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para o aumento de casos de depressão, especialistas e pessoas em tratamento destacam a necessidade de debater o assunto e de lidar com a influência do bullying sobre a depressão e da depressão sobre o suicídio. O número de pessoas que vivem com depressão, segundo a OMS, cresceu 18% entre 2005 e 2015. A estimativa é de que, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofram com a doença no mundo. “No pior dos casos, a depressão pode levar ao suicídio, segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos”, destaca a OMS. “O problema da depressão é que, mesmo que ela não seja crônica, ela é um fantasma que fica ali na moita, à espreita, pronta para atacar novamente”, acrescenta Nauzila. Em uma das crises, a advogada ficou horas vagando pelas ruas. Hoje, ela usa as redes sociais para falar do problema. A coordenadora da Comissão de Estudo e Prevenção ao Suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria, Alexandrina Meleiro, destaca que a falta de conhecimento faz com que o assunto se torne tabu, por isso, é tão importante discutir o tema. “Só sabe o que é depressão quem já passou ou está passando [por isso]. Quem está de fora claro que tem preconceito: é por que não tem o que fazer, é por que é preguiçoso. Então, [o doente] tem mil rótulos.”O quadro de diminuição de autoestima, tristeza, desânimo e perda cognitiva é resultado de alterações nos neurotransmissores. “Então, a pessoa fica mais lenta nas reações emocionais, no sono, no peso que pode alterar para mais ou para menos. Uma infinidade de sintomas vai expor o quadro depressivo”, conta Alexandrina. Segundo a OMS, a depressão será em uma década a doença que mais vai afastar as pessoas do seu dia a dia. Além das redes sociais, séries na internet, desafios virtuais e brincadeiras perigosas colocam esses assuntos em destaque.

Bullying

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Queda nos preços dos combustíveis ocorre em meio a uma fraqueza no consumo no Brasil 
07/11/2014 – Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas/

O preço médio da gasolina nos postos do Brasil caiu na semana passada, apesar de aumento do preço nas refinarias feito pela Petrobras, atingindo o menor nível em mais de um ano e quatro meses, e o etanol e o diesel também recuaram, conforme levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O preço médio da gasolina caiu 0,08% na semana passada ante a semana anterior, para R$ 3,626 por litro. É o menor patamar desde a semana encerrada em 12 de dezembro de 2015, quando o combustível fóssil foi vendido a R$ 3,625 por litro. A queda nos preços dos combustíveis ocorre em meio a uma fraqueza no consumo no Brasil, diante da crise econômica, e também por conta de uma nova política da Petrobras, de reajustes mais frequentes, que resultaram uma queda acumulada das cotações nas refinarias nos últimos meses. Já o etanol hidratado no mesmo período caiu 0,1% na semana passada, para R$ 2,615 por litro, segundo a ANP. O preço do diesel na bomba, por sua vez, caiu 0,5% para R$ 3,012 por litro. A queda ocorreu mesmo depois da Petrobras decidir na última quinta-feira aumentar o valor do diesel nas refinarias em 4,3% e o da gasolina em 2,2%, em média, a partir da sexta-feira passada.

Segundo a Petrobras, a decisão deveu-se principalmente à elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais, além de ajustes na competitividade no mercado interno. O reajuste mais frequente dos preços dos combustíveis pela Petrobras foi adotado desde que a empresa anunciou em outubro de 2016 sua nova política de preços, que prevê que os valores permaneçam com margem em relação à paridade internacional. A revisão acontece pelo menos uma vez a cada 30 dias. Desde que a nova política foi posta em prática, a Petrobras elevou os valores da gasolina em duas oportunidades, manteve os preços em outras duas e reduziu as cotações em quatro vezes. No acumulado desde outubro, a gasolina teve queda acumulada nas refinarias de 3,3%. No caso do diesel, houve três altas, uma manutenção e quatro reduções, com queda desde outubro de cerca de 4,5%.

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As principais centrais sindicais do país divulgaram nesta segunda-feira, Dia do Trabalhador, uma nota conjunta sinalizando com uma nova greve geral, desta vez de dois dias, e uma “invasão de trabalhadores” a Brasília para pressionar o Congresso a não aprovar as reformas trabalhista e da PrevidênciaNa sexta-feira, uma greve geral convocada contra as reformas propostas pelo presidente Michel Temer (PMDB) atingiu parcialmente todos os estados, deixou algumas capitais com “cara de feriado”, mas não registrou grandes concentrações de manifestantes nas ruas e terminou em confrontos violentos com a polícia no Rio e em São Paulo.

“O dia 28 de abril de 2017 entrará para a história do povo brasileiro como o dia em que a maioria esmagadora dos trabalhadores disse não à PEC [proposta de emenda constitucional] 287 [da reforma da Previdência], que destrói o direito à aposentadoria, não ao projeto de lei 6.787 [da reforma trabalhista], que rasga a CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], e não à lei 4.302, que permite a terceirização de todas as atividades de uma empresa”, dizem as centrais no documento.

O documento, assinado pela CUT, CTB, CSB, UGT, Força Sindical e Nova Central, foi intitulado “A greve do 28 de abril continua” e foi lida em todos os eventos deste 1º de Maio. As centrais sindicais voltarão a se reunir nesta semana para discutir as próximas ações.

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Antônio Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 29 de abril de 2017) sai de cena aos 70 anos sem que ninguém tenha decifrado o enigma existencial deste cearense nascido em Sobral que abandonou a vida artística a partir de 2007, afundado em dívidas, crises e angústias. Compositor fundamental na corrente migratória que deslocou artistas nordestinos para o eixo Rio–São Paulo ao longo da década de 1970, Belchior logo se desgarrou do pessoal do Ceará para construir obra de identidade própria, ainda que o primeiro sucesso desse cancioneiro autoral, Mucuripe, música lançada em 1972 na voz icônica da cantora Elis Regina (1945 –  1982), tenha sido composto com o conterrâneo Raimundo Fagner. Belchior estreou em disco em 1971 com a gravação e edição de compacto simples que apresentou a música Na hora do almoço. O primeiro álbum sairia somente em 1974, com a regravação dessa canção Na hora do almoço entre músicas então inéditas como A palo seco e Todo sujo de batom. Lançado pela extinta gravadora Continental, companhia fonográfica de origem brasileira, o álbum não alcançou o público, talvez por conta do canto torto do artista, cortante como faca e como as letras carregadas de urgência e paixão. Belchior precisou esperar dois anos para alcançar o sucesso nacional com a edição do segundo álbum, Alucinação, obra-prima da discografia do cantor e compositor, então já contratado pela multinacional Philips. Produzido pelo então iniciante Marco Mazzola, Alucinação (1976) contou com arranjos de José Roberto Bertrami e apresentou repertório inteiramente autoral (composto sem parceiros) que destacou o hit radiofônico Apenas um rapaz latino-americano e os dois petardos roqueiros detonados por Elis Regina no ano anterior no roteiro do antológico show Falso brilhante (1975 / 1977), além de nova regravação de A palo secoEm Alucinação, Belchior fez uma espécie de inventário emocional das perdas e ganhos da geração que tentou mudar o mundo na década de 1960. O disco já embutia uma amargura na constatação de que tudo continuava como antes. Mas o cantor, seduzido pelo sucesso, diluiria essa desilusão no toque pop do terceiro álbum, Coração selvagem (1977), lançado há 40 anos e alavancado pelo sucesso da passional canção-título, gravada recentemente pela cantora Ana Carolina.

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Com a decisão, definitiva, está mantido ato dos trabalhadores em defesa dos direitos na avenida Paulista.São Paulo – O juiz Alexandre David Malfatti, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), acolheu na manhã de hoje (30) recurso da CUT-SP para a realização do ato político do 1º de Maio na Avenida Paulista.Em sua decisão, Malfatti considera a necessidade de “se dar a isonomia à manifestação da CUT e a outras já ocorridas” ali, “inclusive com a utilização de caminhão de som.”Com a decisão, definitiva, o ato político de resistência do 1º de Maio da CUT será realizado avenida Paulista, com concentração a partir das 12 horas.Na tarde de ontem, o juiz Emanuel Brandão Filho, havia concedido liminar favorável ao prefeito João Doria (PSDB), proibindo o encontro de trabalhadores no local porque “fere as normas municipais”. E estabeleceu multa de R$ 10 milhões em caso de descumprimento.Para o prefeito tucano, que anunciou a proibição durante a greve geral, na sexta-feira, a Paulista não deve ficar interditada por tempo prolongado. No entanto, desde junho do ano passado, durante a gestão de Fernando Haddad (PT), a avenida passou a ser fechada aos domingos para o lazer da população. E já houve ali inúmeras manifestações de grupos conservadores, aliados a Doria. Organizado pela CUT, CTB e Intersindical, com o apoio dos movimentos que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o ato é de luta e resistência contra o maior ataque aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais já ocorridos na história do Brasil.Após os discursos das lideranças dos trabalhadores, os manifestantes seguirão em caminhada até a Praça da República, na região central, onde haverá a programação cultural. “Por isso trabalhamos para manter as intervenções culturais que encerrarão as atividades, assim como estava previsto. O ato político está mantido na Paulista, palco das grandes últimas manifestações protagonizadas pela população de São Paulo”, explica o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo.

De volta à TV depois de um ano dedicado exclusivamente ao filho Otto, Sophie Charlotte estampa a capa da QUEM Acontece da semana, nas bancas a partir de quarta-feira (26), fala sobre contracenar com o marido, Daniel de Oliveira, em Os Dias Eram Assim, e diz que a maternidade a transformou e faz planos de aumentar a família. “Tento fazer meu melhor, mas sou humana. Assim como passamos a olhar para nossos pais de outra forma quando somos mães, tento olhar para mim mesma com generosidade e paciência. Aprendemos na prática, quando a situação aparece. Sou uma mãe em construção”, afirma. Nascida e criada na Alemanha até os 7 anos, a atriz conta que já conversa com Otto na língua. “Falo com ele em alemão, mas não o tempo todo. Como é minha língua materna, quero passar para ele”, diz. A atriz falou ainda sobre ser mãe novamente. “Quero dar um irmão ou irmã para o Otto, próximo de idade. Tive essa vivência com meu irmão. Mas não agora. Agora, vou trabalhar. Tudo com calma.”

A ENTREVISTA COMPLETA ESTÁ NA NOVA QUEM, NAS BANCAS A PARTIR DE QUARTA (26). A edição traz ainda uma entrevista exclusiva com Miguel Ángel, do Sense8, em São Paulo, o casamento de Gabriela Pugliesi em Trancoso, a moda da meia arrastão, e muito mais!

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São Paulo / Rio de Janeiro – A taxa de desemprego no Brasil continuou em trajetória de alta e fechou o primeiro trimestre em 13,7 por cento, novo recorde histórico e com contingente de mais de 14 milhões de pessoas sem emprego em meio à dificuldade de a economia dar sinais consistentes de recuperação após dois anos seguidos de recessão. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, nos três meses até fevereiro, a taxa de desemprego estava em 13,2 por cento e, no primeiro trimestre de 2016, em 10,6 por cento. O resultado de março ficou em linha com pesquisa da Reuters junto a economistas. “Fechamos o trimestre com notícias nada favoráveis para o mercado de trabalho. As pessoas estão tendo que se jogar no mercado em busca da sobrevivência”, destacou o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

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