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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

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Sistema desenvolvido por startup imita o funcionamento de um tecido vivo natural (Foto: Divulgação)

Em março de 2018, quando o engenheiro agrônomo Sérgio Rocha viu no site da FAPESP a chamada de propostas para o edital Cidades Inteligentes – Cidades Sustentáveis teve a certeza de que essa era a chance que esperava. “Poderíamos ‘tirar da geladeira’ o projeto da patente que tínhamos depositado em 2012 e que pouco tinha evoluído em quatro anos”, conta o sócio-fundador do Instituto Cidade Jardim. A startup teve aprovado o projeto de desenvolvimento de um sistema de telha cultivável que dispensa impermeabilização e, agora, com a ajuda do programa PIPE/PAPPE Subvenção, resultado de acordo de cooperação entre a FAPESP e a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), espera apresentá-la ao mercado no primeiro semestre deste ano.

Instituto Cidade Jardim especializou-se na pesquisa, produção e difusão de telhados verdes desde que foi fundado, há 10 anos, pelo agrônomo Rocha, juntamente com a ecóloga Fabiana Scarda. A empresa tem entre seus clientes desde residências até grandes empreendimentos, como o Condomínio Ilha Pura (Vila dos Atletas), no Rio de Janeiro, e o Hospital da Restinga, de Porto Alegre. “No ano passado, plantamos 200 m² de trigo sobre a cobertura do projeto vencedor da mostra Casa Cor São Paulo 2018, em parceria com o Studio Arthur Casas (arquitetura) e Renata Tilli Paisagismo – dois dos escritórios mais renomados do país”, destaca Rocha. O crescimento dos negócios, contudo, esbarrava em um obstáculo: as características técnicas do modelo convencional de telhados verdes.

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Carteira de trabalho Foto: Rafael Neddermeyer / Rafael Neddermeyer
Carteira de trabalho Foto: Rafael Neddermeyer / Rafael Neddermeyer

RIO – A reforma da Previdência entregue pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso retira a obrigatoriedade de o empregador pagar multa de 40% sobre o valor do FGTS ao trabalhador que for demitido e já estiver aposentado. Hoje, mesmo o empregado que já sacou  seu dinheiro do FGTS ao se aposentar tem  a multa de 40%  calculada sobre o total que a empresa depositou ao longo de seu contrato, acrescido de correções. O texto da reforma da Previdência também prevê que o empregador, a partir do momento em  que seu funcionário se aposenta e permanece na empresa, não precisa mais recolher a contribuição de 8% para o seu  FGTS. 

Calculadora: saiba como chegar ao lucro perfeito (Foto: Reprodução)

O secretário especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, defendeu que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, entregue nesta quarta-feira, 20, ao Congresso Nacional, ataca o problema da desigualdade e os privilégios. Após acompanhar o presidente Jair Bolsonaro ao Congresso, Marinho disse que as alíquotas de contribuição do INSS serão reduzidas para até 70% daqueles que contribuem hoje com a Previdência, caindo de 8% para 7,5%, conforme antecipou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Ele informou ainda que as alíquotas terão uma escala crescente, a exemplo do que ocorre com o imposto de renda. “Quem estiver no teto do serviço público e também do funcionalismo, acima do teto, pagará 22% de alíquota”, disse. Marinho disse que o governo apresentará hoje ou amanhã proposta para endurecer cobrança de dívidas previdenciárias a partir de R$ 15 milhões. Segundo ele, são 4 mil devedores do INSS em todo o Brasil.

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João Zoli e Gabi Prado (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)

Durante a Casa QUEM, nas nossas redes sociais, um pedido específico era unânime: “Levem o casal Prazoli”, diziam os fãs. Para quem não sabe, #Prazoli é o apelido carinhoso que o ator e cantor João Zoli Gabi Prado ganharam quando iniciaram um romance na última edição de A Fazenda, reality show da Record. O filho do cantor Cláudio Zoli e a ex-participante do De Férias com o Ex, da MTV Brasil, se apaixonaram em frente as câmeras e automaticamente conquistaram o amor do público. Para retribuir todo esse afeto, João e Gabi toparam responder algumas perguntas dos fãs numa live mega divertida no Instagram de QUEM. Desse bate-papo com a editora de QUEM, Giulianna Campos, eles contaram qual dos dois é o mais ciumento da relação, revelaram que já planejam casamento e Gabi ainda adianta detalhes de seu vestido de noiva. “Vou casar de abadá”, brinca ela.

DUELO DE CASAIS
“É ele o mais bravo (da relação)”, conta Gabi. “A gente participa de reality show e o que colocam lá é o que as pessoas acham que eu sou. Eu já disse que não. Então, deixa as pessoas pensarem o que elas quiserem. Mas boazinha também não sou”, diz ela.”Na relação entre eu e ela eu devo ser o mais bravo por causa do ciúme. Eu sou mais ciumento. Tenho ciúmes até da sombra. Tenho bastante ciúme”, confirma João.

AMOR DA VIDA
“Depois que eu conheci o João, acho que hoje eu amo alguém, eu não tinha noção. Vou fazer 32 anos e acho que ele é meu grande amor”, diz Gabi. “Ela é a mulher da minha vida, lá dentro (do reality show) eu já sabia disso”, diz João.

João Zoli e Gabi Prado (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)

CASAMENTO
“Ele me pede todos os dias para casar. A gente quer e a gente quer ter filhos também. Casamento mais para o fim do ano e filho daqui 2 anos. Isso que a gente vive já é um casamento”, explica Gabi. “A gente vai chamar pouquíssimas pessoas, não queremos festão. A gente quer que os convidados usem um abadá para ninguém se preocupar. Até meu vestido vou fazer de abadá”, conta Gabi. “Vai nada! Ela já viu, quer que eu case de branco”, desmente João.

“Não quero que a mulherada fique preocupada em passar maquiagem, ir de salto, procurar vestido. Acho o ‘Ó’. Vai quem quiser, por isso que vou fazer abadá”, brinca a futura noiva.

João Zoli e Gabi Prado (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)
João Zoli e Gabi Prado (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)
João Zoli e Gabi Prado (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)
João Zoli e Gabi Prado (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)
João Zoli e Gabi Prado (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)
João Zoli e Gabi Prado (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)revistaquem

Deputados aprovam sustação de decreto assinado pelo vice Hamilton Mourão que amplia a possibilidade de decretar sigilo sobre documentos públicos

O plenário da Câmara dos Deputados confirmou, nesta terça-feira, 19, a primeira derrota imposta pela Casa ao governo Jair Bolsonaro e aprovou a proposta que suspende os efeitos do decreto 9.690/19, que alterava a Lei de Acesso à Informação e ampliava a possibilidade de manter como secretos e ultrassecretos documentos e informações da administração federal.O decreto, assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão durante interinidade na Presidência da República, ampliou o leque de autoridades, inclusive ocupantes de cargos comissionados, com competência para classificar informações públicas nos graus de sigilo ultrassecreto ou secreto.Pelo decreto anterior (7.724/12), a competência decretar algo ultrassecreto era exclusiva do presidente e do vice-presidente da República, de ministros e autoridades equivalentes, comandantes das Forças Armadas e chefes de missões diplomáticas no exterior.Já para classificar uma informação de secreta, também estavam autorizados titulares de autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. O sigilo imposto pelo grau ultrassecreto é de 25 anos; e pelo grau secreto, de 15 anos.A votação final acabou sendo apenas simbólica depois que a discussão para a aprovação da urgência da tramitação do projeto mostrou o tamanho da derrota do governo: 367 deputados votaram a favor, 57 contra e três se abstiveram. O texto também precisa passar pelo Senado.

Presidência

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros afirmou que o governo não enxerga como derrota a votação na Câmara. “Em uma democracia consolidada, as derrotas são aceitas naturalmente, quando se percebe as análises do Congresso. O governo não entende, de forma alguma, como derrota, o fato de que o Congresso esteja a pedir uma análise mais aprofundada no que toca à Lei de Acesso à Informação”, afirmou.

veja

Crédito: Reprodução/Instagram

Após polêmica que ganhou forças nesse fim de semana envolvendo a separação de José Loreto e Débora Nascimento, o apresentador Léo Dias, do ‘Fofocalizando’, do SBT, contou detalhes do caso durante o programa desta segunda-feira (18). Segundo ele, Débora colocou Loreto para fora de casa na quinta-feira (14) dias depois da atriz Marina Ruy Barbosa dar uma festa privada em sua casa. O evento era tão restrito que os convidados foram proibidos de levar namorados (as) e maridos/esposas. “A Débora é uma pessoa muito ciumenta, com opinião forte, muita gente acha ela chata e resmungona, ela nunca deixaria passar uma situação dessa. Ela flagrou mensagens e tinha um certo encantamento com a Marina Ruy Barbosa”, afirmou Léo Dias. O jornalista afirma ainda que não se baseou em perfis de fofoca no Instagram para apurar o caso. De acordo com Léo, algumas atrizes famosos da Globo foram suas fontes reais.“Marina, nós sabemos que não foram os instagrans de fofoca [que deram a notícia]. Respeitamos demais você, mas essa fofoca surgiu na TV Globo e é lá de onde surgiram essas informações. Eu me baseei em fontes e essa moça aqui [Lívia Andrade] acompanhou tudo de perto”, disse.

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BRASÍLIA —  Um dia depois da demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno, a revista “Veja” publicou nesta terça-feira 12 áudios trocados entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Gustavo Bebianno, que revelam a escalada da crise entre os dois na última semana. Em uma das conversas, Bebianno diz a Bolsonaro que ele estava “envenenado”, numa referência às críticas públicas de seu filho Carlos.

Ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência se defendeu das acusações de Bolsonaro, de que ele teria vazado informações do governo à imprensa

Ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência se defendeu das acusações de Bolsonaro, de que ele teria vazado informações do governo à imprensa

Além de reclamar que Bolsonaro está “envenenado”, Bebianno acusa o atual presidente do PSL, Luciano Bivar, de ser o responsável pelas candidaturas laranjas do partido em Pernambuco. Ao fazer a referência às denúncias de candidatos laranjas no PSL, Bolsonaro reclama com Bebianno que “querer empurrar essa batata quente desse dinheiro pro meu colo não vai dar certo”. Diz ao ministro que considera isso uma “desonestidade e falta de caráter”. E faz o alerta de que “a Polícia Federal vai entrar no circuito”, e que “quem deve paga, tá certo?”. Bebianno respondeu atribuindo a responsabilidade a Bivar.

Relação com imprensa

Em mensagem de áudio por Whats App, Bolsonaro reclama com Bebianno sobre a relação do governo com a imprensa. Ele critica o ministro por ter marcado uma audiência no Palácio do Planalto com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo.

Bolsonaro – “ Gustavo, o que eu acho desse cara da Globo dentro do Palácio do Planalto: eu não quero ele aí dentro. Qual a mensagem que vai dar para as outras emissoras? Que nós estamos se aproximando da Globo. Então não dá para ter esse tipo de relacionamento. Agora… Inimigo passivo, sim. Agora… Trazer o inimigo para dentro de casa é outra história. Pô, cê tem que ter essa visão, pelo amor de Deus, cara. Fica complicado a gente ter um relacionamento legal dessa forma porque cê tá trazendo o maior cara que me ferrou – antes, durante, agora e após a campanha – para dentro de casa. Me desculpa. Como presidente da República: cancela, não quero esse cara aí dentro, ponto final. Um abraço aí. ” Em nota, o Grupo Globo informa que “considera que não tem nem cultiva inimigos”, ressalta que a visita constava na agenda pública do ex-ministro e que “mantém relações estritamente institucionais e republicanas”.

Viagem ao Pará

Em um segundo áudio enviado ao ex-ministro, Bolsonaro determina que ele cancele a viagem ao Pará, que seria feita com os ministros Damares Alves e Ricardo Salles.

Bolsonaro –  “Gustavo, uma pergunta: “Jair Bolsonaro decidiu enviar para a Amazônia”? Não tô entendendo. Quem tá patrocinando essa ida para a Amazônia? Quem tá sendo o cabeça dessa viagem à Amazônia? Um abraço aí, Gustavo, até mais.”

“Salles está chateado”

Em nova mensagem sobre a viagem, Bolsonaro explica que a viagem tem de ser cancelada para que a ida dos ministros não crie a impressão de que o governo fará obras na Amazônia em breve. “Daí vai ficar o povo todo me cobrando. Isso pode ser feito quando nós acharmos que vai ter recurso”, diz o presidente.

Bolsonaro –  “Ô, Bebianno. Essa missão não vai ser realizada. Conversei com o Ricardo Salles. Ele tava chateado que tinha muita coisa para fazer e está entendendo como missão minha. Conversei com a Damares. A mesma coisa. Agora: eu não quero que vocês viajem porque… Vocês criam a expectativa de uma obra. Daí vai ficar o povo todo me cobrando. Isso pode ser feito quando nós acharmos que vai ter recurso, o orçamento é nosso, vai ser aprovado etc. Então essa viagem não se realizará, tá OK? Um abraço aí, Gustavo!”

oglobo

O presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (FAEPE) Pio Guerra, participou de reunião da diretoria Executiva da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), na quarta (13), com o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, na sede da entidade, em Brasília. No encontro, foi feita uma apresentação institucional sobre o funcionamento do Sistema CNA. Também foram listados alguns pontos considerados prioritários para o setor agropecuário, como abertura e promoção comercial, redução da carga tributária, melhoria da infraestrutura e logística, mudanças no modelo de seguro rural e assistência técnica, entre outros.O presidente da CNA, João Martins, defendeu o diálogo com o governo para a construção conjunta de políticas que beneficiem os produtores rurais e ampliem a competitividade do setor agropecuário.Neste contexto, um dos setores considerados estratégicos é a produção de leite. “Defendemos oportunidades para a pecuária leiteira. Da mesma forma em que transformamos a pecuária de corte em um setor altamente competitivo, podemos fazer isso com a pecuária leiteira”, destacou Martins.O secretário, por sua vez, defendeu o debate com o setor produtivo e falou sobre as ações do ministério para melhorar a produtividade e a competitividade da economia e para a geração de empregos.Estiveram no encontro o 1º vice-presidente da CNA, Roberto Simões (FAEMG), o 2º vice-presidente, José Mário Schreiner (FAEG), o 1º e o 2º vice-presidentes de Finanças, José Zeferino Pedrozo (FAESC) e Muni Lourenço (FAEA), o 1º e o 2º vice-presidentes de Secretaria, Mário Borba e Júlio da Silva Rocha Júnior (FAES), além do presidente da Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul (FARSUL), Gedeão Pereira.

Informações: Assessoria de Comunicação da CNA

Foto: Wenderson Araújo

Assessoria de Comunicação do Sistema Faepe/Senar-PE

Marina Lima

Telefone: (81) 3312 8950 / 99991 0039

Fernando Collor. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BRASÍLIA – O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu abrir inquérito para investigar o senador Fernando Collor (PROS-AL). A apuração diz respeito às revelações feitas pelo “O Estado de S. Paulo” em 2017 de que a Casa da Dinda – um dos principais símbolos do governo do ex-presidente – teve despesas mantidas com verba do Senado. O caso tramita sob sigilo no Supremo. Conforme informou o Estado em novembro de 2017, o senador por Alagoas gastou cerca de R$ 40 mil mensais de sua cota parlamentar com segurança, conservação, limpeza e jardinagem na propriedade de sua família. O Guia do Parlamentar, porém, estabelece que o Senado não dispõe de serviços de manutenção e limpeza para residências privadas de parlamentares. Collor ocupa um apartamento funcional mantido pelo Congresso, em Brasília, que já inclui esses serviços pagos com recursos públicos.

Casa da Dinda, propriedade da família de Collor, recebe conservação, jardinagem e limpeza com verba pública Foto: André Dusek/Estadão

Nas notas apresentadas por Collor ao Senado, de 2011 a abril de 2017, constam pagamentos mensais à empresa Citel Service. A partir de junho de 2017, ele aumentou as despesas e contratou a Avanço Service. À época, o Estado entrou em contato com as duas empresas e foi atendido pelos mesmos funcionários, que disseram se tratar da mesma empresa. O senador deixou em branco nos comprovantes de pagamento o trecho do documento que pede a descrição dos serviços. A assessoria do parlamentar nega que ele desvirtue a cota. Collor já é réu no STF por investigações da Operação Lava Jato, que envolvem suspeitas dos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Segundo as investigações, pelo menos entre os anos de 2010 e 2014, mais de R$ 29 milhões em propina foram pagos ao senador em função de negócios envolvendo a BR Distribuidora.

COM A PALAVRA, FERNANDO COLLOR

Procurada pela reportagem, a assessoria do senador informou que “houve um erro por parte da empresa prestadora de serviços”. “O erro já foi corrigido e os valores devidamente ressarcidos em 14 de dezembro de 2017”, afirmou.

Hariany (Reprodução/ TV Globo)

Durante o Jogo da Discórdia, Hariany fez declarações sobre o que pensa nessa noite de segunda-feira (18). A sister foi sincera sobre os colegas do BBB19 e cometário de Tiago Leifert após a brincadeira dividiu a opinião do público no Twitter.A brincadeira consistia em colocar os participantes como: protagonista, coadjuvante, vilão e figurantes. A sister não economizou na sinceridade. “Apesar do povo achar que eu não existo aqui dentro da casa eu vou botar eu como protagonista”, disparou.Em seguida Hariany chocou os colegas por falar o que pensava: “Coadjuvantes vou colocar minha amiguinha [Paula], porque povo acha que aqui a gente vive em um mundo que só existe nós duas, mas não é assim, a gente vive isso aqui com muito mais vontade do que todo mundo”, disparou.Hariany finalizou: “E vem acontecendo coias que desde a primeira semana que só cai na cabeça da gente. Acho que o povo lá fora enxerga isso e o povo aqui não, desculpa, mas eu acho isso”. E continuou : “Figurante não vou por o Alan, porque eu acho que o povo aqui dentro não sabe é de b*s*a nenhuma”, provocou. Em seguida colocou Tereza e Rodrigo como figurantes e anteriormente Danrley como vilão.

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Por Gilvandro Filho, para o Jornalistas pela Democracia – O presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, teme pela democracia brasileira, ameaçada por uma série de fatores impeditivos à livre circulação de ideias que, de forma velada ou aberta, fomentam a intolerância e o ódio. Ele vê risco nos rumos que o Direito vem tomando no País, com ameaças constantes de retrocesso em setores como a justiça do trabalho e as leis ambientais. As impressões foram transmitidas por ele em conversa exclusiva, através desta coluna, para os Jornalistas Pela Democracia.

O próprio Felipe sentiu na pele os efeitos dessa intolerância quando foi duramente atacado por setores de extrema-direita e bolsonautas que o criticaram e vincularam sua posição na OAB ao fato de ser “filho de guerrilheiro”. Felipe é filho de Fernando Santa Cruz, pernambucano de Olinda, que desapareceu em fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro, em plena ditadura.

“Desde que se anunciou o meu nome à presidência do Conselho Federal da Ordem, uma militância de extrema direita passou a associar o meu nome a uma conduta guerrilheira do meu pai. Que aliás é uma ignorância. Meu pai nunca foi guerrilheiro. Mas, também não teria problema se tivesse sido. Mas não foi, não fez parte da luta armada. Para essa gente, por meu pai ser um desaparecido político isto deslegitimaria minha presença à frente de uma entidade que tem tão ampla representação da sociedade civil” ressaltou Felipe.

Durante a ditadura militar, Fernando Santa Cruz pertencia a uma organização política, a Ação Popular Marxista Leninista (APML), que pregava e praticava a luta política de massas. Quando sumiu – ou foi sequestrado pelas forças de segurança – ele iria para um “ponto” (encontro) com outro pernambucano, o engenheiro Eduardo Collier Filho, numa esquina de Copacabana, no Rio de Janeiro, em um sábado de carnaval.”Uma campanha de difamação que foi montada nas redes sociais e buscava, claramente, dizer que o filho de um desaparecido político não poderia exercer um cargo, ainda que numa entidade não pública, numa entidade privada. Isto foi feito de maneira sui generis, num momento em que os conservadores detêm o campo majoritário no Brasil. É uma intolerância, uma falta de capacidade de compreender que uma democracia se constrói dessa correlação de pessoas de origens distintas e através do debate, do circular de ideias. Isso parece muito difícil nos tempos atuais, no nosso pais”, acentua o presidente da OAB. 

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Anote: no ritmo crescente de insultos e agressões verbais em que vêm se travando os debates parlamentares, já-já assistiremos a cenas de pugilato em nossas casas legislativas. O pau vai comer, e vai comer feio. A pancadaria verbal há muito tempo extrapolou os limites da civilidade. O “homem cordial” de Sérgio Buarque de Holanda foi expulso da roda e está trancado em casa, de cabeça baixa, se perguntando em que lugar foi parar o país da ginga, do carnaval e do futebol. O bom malandro perdeu o jogo de cintura e está no boteco afogando as mágoas, tentando compor um samba pra esquecer. E o homem da rua, como diz o Chico naquela canção, está em casa, na roda muda em frente à televisão, assistindo aos combates que substituíram os debates, pra ver quem mais bate, quem mais abate.

Nos plenários há tempos não se vê a malemolência de um Moreira da Silva, de um Zeca Pagodinho, de um Jards Macalé, essa gente bronzeada. Pelo contrário. O nível está mais para a truculência de uma luta de sangue, daquelas que se travavam nas arenas romanas, em que um gladiador com a espada apoiada no pescoço do adversário olhava a plateia, todos punham os polegares para baixo e, autorizado, enterrava a lâmina até o fundo, debaixo de aplausos frenéticos.

Não há heróis nem mocinhos

O centro do palco foi ocupado pelos radicais de parte a parte. E atenção: não há heróis nem mocinhos na arena. Todos são boxeadores sem luvas. E tome sopapo. Quem acompanha os debates travados nos plenários, como tenho de fazer por dever de ofício, se preocupa um minuto depois do outro com a possibilidade de palavras grosseiras se converterem em safanões. A polarização ideológica, acutizada durante a campanha, permanece durante os debates. É como se a campanha não tivesse terminado. Está faltando nas arenas parlamentares vozes de bom senso. Alguém que proponha que as armas sejam colocadas no chão e se trave um diálogo minimamente educado e produtivo. Impossível chegar-se a qualquer ponto que represente um avanço nos impasses em que o país está entalado se ambas as partes – e só sobraram duas! – não se conscientizarem de que o país é infinitamente superior às disputas miúdas pelo poder a qualquer custo.

A boçalidade dos bolsonaristas

” É a baixaria popular”

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O Congresso Nacional deve receber, nesta semana, dois projetos cruciais do governo Bolsonaro. O Executivo se comprometeu a enviar aos parlamentares o pacote anticrime do Ministério da Justiça e Segurança Pública na terça-feira (19) e, no dia seguinte, a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da PrevidênciaA chegada dos dois textos à Câmara, por onde começarão a tramitar, marcará apenas o início das discussões no Legislativo. Isso acontece no momento em que o governo enfrenta sua pior crise, com a iminência de demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, chamado de mentiroso pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente Jair Bolsonaro. A saída de Bebianno é dada como certa, mas, ao contrário do que se previa, não foi publicada na edição desta manhã do Diário Oficial da União. Como Bebianno tem aliados no ministério e mesmo na bancada do PSL no Congresso, a expectativa é por eventual contaminação da pauta legislativa. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estimou na semana passada que a reforma da Previdência deverá ser votada em cerca de quatro meses. “Se olharmos a tramitação da proposta do ex-presidente Temer, mais ou menos no mesmo prazo, vai dar ali no início de junho”, calculou Maia na semana passada em um encontro com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI). Maia tem intensificado a agenda de encontros com governadores para “construir um consenso”, segundo tem declarado.

Para começar a costurar apoios aos projetos, o presidente Jair Bolsonaro terá um encontro nesta semana com os parlamentares do PSL e outro com os líderes partidários da Câmara. Apesar das vitórias nas primeiras votações do ano, a base bolsonarista no Legislativo vive problemas internos. O líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), luta contra a desconfiança de colegas do próprio PSL e dos líderes de outras legendas, alguns dos quais ainda desejam que ele seja substituído.

O próprio PSL, envolto em uma crise que chegou ao ministério, tem uma relação turbulenta com a base que reelegeu Maia à frente da Câmara, bloco do qual o partido de Bolsonaro faz parte. “Nós ainda estamos esperando um pedido de casamento do PSL, mas ainda não sabemos a quem a gente deve se dirigir lá dentro”, disse ao Congresso em Foco um dos líderes do bloco governista.

Reforma da Previdência

Para ser aprovada, a reforma da Previdência exigirá votos de três quintos dos parlamentares: 308 deputados e 49 senadores. Sem consenso no Congresso, a proposta do ex-presidente Michel Temer acabou suspensa no início do ano passado com a intervenção federal no Rio de Janeiro.

Mas a nova reforma, capitaneada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo secretário da Previdência Rogério Marinho (PSDB-RN), será mais dura que a de Temer em alguns pontos. A nova idade mínima proposta para a aposentadoria deverá ser a mesma: 62 anos para as mulheres e 65 para os homens. O ex-presidente, no entanto, estipulava um período de transição (tempo que as idades mínimas levariam até chegar nesse patamar, após avanço gradual) de 20 anos, partindo de 53 anos para mulheres e 55 para homens.

O texto de Bolsonaro só será divulgado na terça (20), mas Marinho já adiantou que as idades mínimas já partirão de bases mais altas (55 para mulheres e 60 para homens) e chegarão ao 62/65 em apenas 12 anos.

Atualmente os trabalhadores urbanos de fora da iniciativa privada podem ter a aposentadoria integral de três formas: a partir de 30 anos de contribuição (mulheres) ou dos 35 (homens), sem exigência de idade mínima; a partir de 60 anos de idade (mulheres) ou 65 (homens) com pelo menos 15 anos de contribuição; ou ainda pela regra 86/96, que soma a idade e o tempo de contribuição para mulheres e homens, respectivamente.

Outras novidades importantes, como revelou o Congresso em Foco na última sexta (15), incluem aumentar alíquota de contribuição dos servidores públicos (de 11% para 14% da remuneração bruta) e aumento do prazo de contribuição dos militares para que possam passar à reserva. O período deverá subir de 30 anos para 35.

PL Anticrime

Bolsonaro anunciou por meio do Twitter, no último sábado, que o projeto de lei anticrime chegará ao Congresso nesta terça-feira. O texto foi apresentado ao público pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, no dia 4 de fevereiro, mas aguardava a palavra final do presidente, que ainda estava internado à época, em recuperação da cirurgia no trânsito intestinal.

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A edição desta segunda-feira (18) do Diário Oficial da União trouxe dois atos assinados pelo ministro Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência), mas não sua exoneração do cargo, ao contrário do que se esperava. No sábado o próprio Bebianno confirmou que a “tendência” é que ele deixe o governo. A demissão do ministro, porém, é dada como certa e ainda pode ser publicada em uma edição extra do Diário Oficial nesta segunda ou mesmo amanhã (19). Suspeito de ter liberado R$ 400 mil para uma candidata laranja em Pernambuco, na condição de presidente nacional do PSL, Bebianno foi chamado de mentiroso pelo vereador Carlos Bolsonaro(PSC) e pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. O ministro e o presidente se encontraram na última sexta-feira e, segundo relato de pessoas próximas aos dois, a conversa entre eles foi tensa e marcada pela troca de acusações. Carlos publicou na semana passada a gravação de uma conversa em que o pai diz a Bebianno que não poderia falar com ele por ainda estar se recuperando de uma cirurgia no intestino. A divulgação foi feita para desmentir o ministro, que havia dito que conversara na véspera três vezes com o presidente, numa tentativa de demonstrar que não havia crise na relação em outros dois. Bolsonaro retuitou a mensagem publicada pelo filho no Twitter e voltou a negar que os dois tivessem se falado em entrevista à Record. Na ocasião, também disse que, se fosse comprovado o envolvimento do ministro em irregularidades, ele teria de “voltar às origens”.

Interlocutores do Palácio do Planalto afirmam que Bolsonaro até já assinou no fim de semana a demissão de Bebianno. Em nota, o ministro disse que nem ele nem o presidente cometeram irregularidades na liberação de recursos para campanhas eleitorais.

“Reafirmo que não fui responsável pela definição das candidatas de Pernambuco que foram beneficiadas por recursos oriundos do PSL Nacional”, ressaltou. O ministro disse que tem compromisso com o combate à corrupção. “Reitero meu incondicional compromisso com meu país, com a ética, com o combate à corrupção e com a verdade acima de tudo”, completou.

Advogado de Bolsonaro, Bebianno presidiu o PSL durante a campanha eleitoral a pedido do próprio candidato. O ministro já deixou no ar a possibilidade de fazer revelações comprometedoras em relação a Bolsonaro e ao seu filho Carlos. Ele também publicou mensagens na internet que falam da importância da lealdade, num recado claro ao presidente.

Sabe quando chamamos aquela amiga para sair e dizemos: “Vem se arrumar aqui em casa, nos aprontamos juntas e vamos?”. Foi exatamente o que fizemos com Renata Kuerten. A apresentadora e modelo chegou na Casa QUEM –  que acontece até dia 14 de fevereiro em uma mansão com vista privilegiada para o mar carioca -, para uma tarde de muita maquiagem e bate-papo com a editora de moda e beleza Giulianna Campos.

“O que mais gosto de fazer é uma pele mais fluida, iluminada. Caso eu vá sair, deixo na bolsa um lápis preto que já dá uma cara mais sensual. Senão, gosto muito de uma maquiagem rosada de praia”, conta ela, que só aprendeu a ser mais vaidosa depois que iniciou a carreira de modelo.

No banheiro da suíte master da mansão no bairro do Joá, no Rio, da AlugueTemporada, as duas, enquanto trocavam dicas de makes, conversaram sobre boa forma, Carnaval e até pedido de casamento que, pasmem, tinha acabado de acontecer! Sim, Renata e o namorado Beto Senna, tinham há poucos minutos decididos se casar em Fernando de Noronha ainda este ano. “Tenho que contar pra minha mãe”, brincou ela.

BOA FORMA
Dona de um abdômen mega definido, com direito a quadradinhos e tudo mais, ela diz que a boa forma é resultado de uma alimentação restrita e muita malhação. “Já fui muito mais magra, hoje em dia, depois de malhar tanto, eu sou fortinha.Por não ser muito alta, sempre fui mais modelo comercial…ai coloquei silicone…”, explica ela, que não come doces e nem arroz.

Renata Kuerten (Foto: Léo Lemos/ QUEM Acontece)

CARNAVAL
Pelo quarto ano consecutivo, Renata será uma das musas da Grande Rio. Entretanto, este ano, ela admite que a fantasia virá menor do que todas as outras. “Já estou desesperada. Este ano a fantasia vai vir um pouquinho menor do que os outros anos… O enredo é sobre a educação, falta de educação no país. A gente treina em cima do enredo, como sou musa não tenho que sambar perfeitamente, aí a gente faz uma coreografia em cima do enredo, é muito legal.”

Renata Kuerten (Foto: Léo Lemos/ QUEM Acontece)

CASAMENTO
Namorando há 8 anos o executivo Beto Senna, a apresentadora diz que nunca teve vontade de casar no papel ou fazer uma cerimônia religiosa, apesar de morarem juntos em São Paulo. Entretanto, horas antes de vir a Casa Quem, Renata e Beto decidiram que se casariam em Noronha ainda este ano. “Hoje a gente estava na praia com a minha amiga Jana e ela disse: Casa, logo! Ai eu falei: Tá bom, vamos casar. Ai o Beto disse: Já sei onde a gente vai casar, em Noronha”. Que bafo, gente. Vou ter que ligar pra minha mãe”, contou ela, em primeira mão.

Renata Kuerten com Giulianna Campos, Editora da QUEM (Foto: Leo Lemos/ Ed. Globo)

Resultado de imagem para a mente humana

O problema é que as pessoas estão sendo odiadas quando são reais e estão sendo amadas quando são falsas. (Bob Marley)

Parece ser inerente ao ser humano criar expectativas em relação a tudo, em relação às pessoas. Esperamos o pior ou o melhor do que está por vir e de quem faz parte de nossa jornada. Esperamos que as coisas aconteçam de determinada forma e que todos ajam conforme nossas perspectivas, seja quem conhecemos, sejam políticos, artistas, figuras públicas em geral. Porque ninguém quer frustração, nem dentro de si, nem lá de fora.

Queremos dar certo na vida, no amor. Queremos ter votado acertadamente, queremos que nossos ídolos ajam corretamente. Queremos ser valorizados no trabalho, na escola, nos círculos sociais. Muitos de nós não conseguimos lidar direito com rejeições e quebra de expectativas, pois isso requer equilíbrio, coragem e consciência sobre nossa própria responsabilidade no que ocorre. E é por isso que, muitas vezes, acabamos por nos enganar, conscientemente, alimentando ilusões que falsamente abrandam nosso sentimento de decepção e/ou derrota.

E é assim que, numa era em que a perfeição estética, a felicidade perene e o sucesso financeiro ditam as regras do jogo, torna-se ainda mais difícil digerir o que não dá certo, quem não é perfeito. Nesse contexto, a autenticidade vale menos do que a falsidade, em muitos aspectos, principalmente quando aquilo que não for real trouxer mais conforto do que uma verdade indigesta. Mesmo que se trate de mera aparência forjada, de encenação teatralizada, de perfumaria, verniz, patifaria.

Soma-se a isso a intransigência de muitos, hoje em dia, uma vez que várias pessoas são resistentes a perceber que podem estar erradas, que podem ter escolhido mal, que podem ter optado equivocadamente. Há muita dificuldade em mudar de opinião, em rever conceitos, repensar atitudes, em se olhar no espelho e encarar a necessidade de mudar os rumos das escolhas, dos pensamentos, do modo de vida. Com isso, é mais fácil se manter agarrado ao que já ruiu. Mudar dói.

Podemos até tentar nos confortar com mentiras que iludem, por temermos sair da zona de conforto, a qual, na verdade, nada mais faz do que incomodar. Podemos tentar manter velhas ideias, que já caíram por terra. Podemos tentar investir no que nunca terá futuro e ficar esperando o melhor de pessoas que nunca se dispuseram a nos ver como merecedores de algo. Mas a dor então será contínua e nunca cessará. Por outro lado, aceitar o erro e mudar também dói, mas passa. E a escolha é tão somente de cada um de nós.

psicologiasdobrasil

Fernanda Gentil (Foto: Reprodução)

Jornalista, apresentadora e agora também atriz (este ano, fará sua estreia na área interpretando Paloma no filme Ela disse, Ele disse – que tem história baseada no livro de Thalita Rebouças), Fernanda Gentil é a convidada de hoje do Mister V, programa da TV VogueMãe de Gabriel e de Lucas, seu afilhado a quem considera um filho, a carioca também é, desde novembro do último ano, esposa de Priscila Montandon. Elas fizeram uma cerimônia intimista, que contou com apresentação de Ivete Sangalo – responsável por revelar a notícia ao mundo: “Veveta não sabe guardar segredo”, dispara Fernanda ao apresentador Matheus Mazzafera, com seu costumeiro bom humor. Mais reservadas, elas haviam mesmo optado por manter o momento íntimo restrito aos familiares e amigos mais especiais: “A gente compartilhou com quem a gente queria. Não precisava [comunicar ao grande público], imagina. Todo mundo que casa vai dizer ao Brasil que casou? Eu já fiz isso uma vez. A ideia sempre foi ser uma coisa só entre a gente, com a família”, conta. O casal ainda não teve lua de mel, mas não descarta viver o momento e está na expectativa de um espaço na agenda: “Queremos e merecemos, né? Depois a gente planeja, agora estamos sem tempo”.

Fernanda Gentil (Foto: Reprodução)

No papo, a jornalista esportiva também reflete como chegou a uma carreira de sucesso em um mercado por muitos anos dominado por homens: “É um desafio gostoso. Procuro não me apegar muito aos rótulos do feminino ou masculino. Sempre tive em mente o que eu queria fazer e onde queria chegar, então essas coisas foram passando batidas. Hoje, que muito se fala nisso, refleti e fui ver que realmente vivi isso lá atrás. Principalmente quando era repórter de campo, onde a gente fica mais em contato com a torcida, e tem muito isso mesmo: quando tá ganhando é gostosa, quando perde é piranha. Mas não contabilizei essas coisas, estava muito focada no que eu queria. Mas acontece, sim. Embora hoje já tenha mudado bastante”, dispara.

Sempre extrovertida e conhecida (também) por suas legendas bem-humoradas e brincalhonas nas redes sociais, ela conta como lida com haters: “A pessoa que se dá ao trabalho de botar uma foto que não é dela, criar um nome que não é dela, pra perder o tempo se metendo na vida do outro… Não tenho esse tempo a perder [com isso], não gasto minha energia com coisa ruim”. E continua, refletindo sua interação com os seguidores na web: “Respondo muito menos do que gostaria. Queria poder interagir mais, mas tudo vira uma grande manchete, então dá preguiça”.

E quando o tema é vaidade, entrega: “Sou feminina, mas não sou muito vaidosa. Minha mãe sempre pegou no meu pé por isso. Me cuido e gostaria de me cuidar mais, mas não tenho muito jeito”. Assista tudo isso e mais no vídeo acima!

Fernanda Gentil (Foto: Reprodução)

vogue

Real, dinheiro, nota, dólar, moeda (Foto: Reprodução/Pixabay)

Enquanto começam a circular as novas cédulas de R$ 2 produzidas na Suécia, o Banco Central fechou dois novos contratos sem licitação com a Casa da Moeda que somam mais de meio bilhão de reais. O BC pediu à estatal para produzir quase 1 bilhão de cédulas e mais de 600 milhões de moedas ainda este ano. O preço médio de produção das cédulas será até 40,9% maior que o pago para uma empresa sueca produzir notas de R$ 2 no ano passado. No último dia 13 de abril, BC e a Casa da Moeda fecharam dois contratos. O primeiro, com valor de R$ 279,14 milhões, prevê produção de 980 milhões de cédulas. Assinado no mesmo dia, o segundo contrato soma R$ 272,5 milhões para a fabricação de 660 milhões de moedas. O extrato dos contratos foi publicado no Diário Oficial da União. Assim como em anos anteriores, a Casa da Moeda foi contratada sem licitação. Em documento emitido em 7 de abril, o chefe do departamento de meio circulante do BC, João Sidney de Figueiredo Filho, justifica a operação sem concorrência com a breve explicação: “Aquisição de cédulas para suprimento ao meio circulante nacional, no exercício de 2017”. A mesma argumentação foi dada pelo BC em anos anteriores quando foram fechados contratos com a Casa da Moeda.

Custo

O preço pago para a impressão das notas é mais alto que o declarado pelo próprio BC recentemente. No novo contrato de 2017, o valor médio para produção de mil notas é de R$ 284,83. O pedido contempla todas as cédulas da segunda família do real – que têm notas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.

Há poucos dias, o BC informou que havia pedido 100 milhões de cédulas de R$ 2 para a sueca Crane AB com custo de R$ 202,05 por mil cédulas desse valor. O valor médio por milheiro do novo contrato, portanto, é 40,9% maior que da fornecedora nórdica. Na mesma ocasião, o BC também divulgou que a Casa da Moeda cobrara R$ 242,73 para produzir mil notas de R$ 2. Portanto, o valor médio pago no novo contrato é 17,3% maior que o cobrado pela própria estatal um ano atrás nas cédulas de R$ 2.

Essa comparação é feita com base no valor médio do contrato de 2017 – o que inclui cédulas de todos os valores – ante o pago para aquisição de notas de R$ 2 – que têm as menores dimensões da segunda família do real. Vale observar as dimensões maiores e os elementos de segurança aumentam à medida que o valor da cédula cresce – o que eleva o custo de produção.

Atraso

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Cintia Melo, bailarina do Ratinho e do Faustão

Cintia Melo, bailarina do Ratinho e do Faustão (Reprodução)

Jornada dupla! Em um caso raro na TV, a bailarina Cintia Melo revelou como é trabalhar na Globo e no SBT ao mesmo tempo. Em entrevista ao TV Fama, a profissional falou mais sobre sua rotina e como lida com os patrões Ratinho e Fausto Silva. Cintia contou que trabalha no Programa do Ratinho há cerca de seis anos, e que o apresentador é “o patrão que todo mundo pediu a Deus”. Ela revelou, inclusive, que ele é muito prestativo, assim como toda a equipe de seu programa. Além disso, Cintia assumiu que Ratinho é uma pessoa sincera e que só está no balé por causa dele. Do mesmo modo, ela destacou a humildade do apresentador, que deixa a porta do seu camarim aberta para o acesso de todos os seus colaboradores. “Ele chega muito à vontade no SBT, sempre conversando com todo mundo. Ele deixa a porta do camarim aberta. Quem quiser conversar com ele consegue. Fora que ele vai no nosso camarim, que é mais simples e sempre tem muita gente”, revelou. Cintia também contou que, no início, o apoio de Ratinho foi crucial para que ela fosse aprovada no teste para bailarina. O apresentador a incentivou a buscar a vaga e dar o seu melhor para se destacar no programa.

Sem diferença

Do mesmo modo que tem um carinho especial por Ratinho, a bailarina contou que também está muito satisfeita no Domingão do Faustão. Embora ela não tenha tanta proximidade com o apresentador da Globo, Cintia Melo revelou que ele tem o maior carinho pelas dançarinas e ‘não tem papas na língua’. Questionada se há diferença entre as produções de Globo e SBT, a profissional destacou que, profissionalmente, nenhuma das emissoras deixa a desejar. “Falando profissionalmente, não tem diferença. Os dois exigem muito da técnica e do respeito com as meninas. Onde tem muita mulher, tem que haver muito respeito”, destacou.

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Resultado de imagem para Paulo Guedes

O ministro Paulo Guedes resgatou aquela velha máxima que Roberto Campos repetia, de que quem nunca foi socialista na juventude não tem coração, e quem ainda é na idade adulta não tem cérebro. Foi em uma versão um pouco diferente. Guedes acusou esquerdistas de terem o miolo mole, mas reconheceu que costumam ter bom coração. Sobrou para direitistas, porém, a acusação de que o coração desses já não seria tão bom assim. Entendo o ponto do ministro, mas considero um erro esse tipo de narrativa, ainda que em tom mais jocoso. Considero o principal problema da esquerda hoje justamente o monopólio da virtude. O típico esquerdista parte da premissa de que ele e seus companheiros são do bem, enquanto quem discorda de sua visão de mundo só pode ser maligno, pervertido, preconceituoso. Essa é uma postura não só arrogante e infantil, como terrível para a democracia, pois gera uma segregação que impede qualquer aproximação e acordo.

Se você assume que o outro lado é ruim e tem intenções cruéis, então como chegar a um meio-termo? Como negociar com nazistas? Os eleitores de Trump se tornam, assim, um bando de alienados, na melhor das hipóteses, ou deploráveis, na opinião mais corriqueira. A esquerda desaprendeu a debater com base em argumentos e lógica, exatamente por se enxergar como detentora de uma superioridade moral só por ser esquerda. O sujeito defende certas bandeiras estatizantes na economia e libertinas nos costumes e já se sente a alma mais bondosa do planeta, sem precisar efetivamente fazer qualquer coisa para tanto.

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