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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

Precisamos ficar em casa. O problema é que às vezes bate aquele sentimento de ansiedade, não é mesmo? Principalmente quando abrimos as redes sociais e vemos as pessoas sendo super-produtivas: completam treinos intensos, organizam a casa inteira, cozinham, colocam todas as tarefas atrasadas em dia… Affffff!. Mas calma. É importante sentir-se útil durante o período de quarentena, mas também não tem problema não conseguir realizar tudo de uma vez só. Então que tal começar aos poucos e por uma parte essencial: cuidando de si? Abaixo, selecionamos sugestões de produtos que vão te ajudar no processo de isolamento (e, claro, são entregues via delivery para você evitar aglomerações). 

boaforma

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira, 26, que “errou” ao afirmar em documento oficial enviado ao Ministério da Economia que precisaria de R$ 410 bilhões extras para enfrentar a pandemia do novo coronavírus no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a assessoria da pasta, o valor correto é de R$ 10 bilhões. O jornal O Estado de S. Paulo revelou que a pasta enviou na última terça-feira, 24, um ofício assinado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta relatando da necessidade de aporte de recursos. O documento foi encaminhado para o ministro Paulo Guedes.

Em nota, o ministério disse que colocou o número quatro onde deveria estar um cifrão. No documento, contudo, há um cifrão antes do número quatro. “Esclarecemos que, de fato, a cifra consta em documento preliminar enviado ao Ministério da Economia com vistas a negociação de empréstimo junto ao Banco Mundial. Porém, o valor está errado. Trata-se de um erro material. O valor estimado correto seria R$ 10 bilhões. O algarismo “4” foi escrito por engano – deveria ser um cifrão, que fica na mesma tecla do ‘4’. O erro passou despercebido na revisão do documento. O Ministério da Saúde solicitou ao Ministério da Economia na manhã desta quinta-feira a devolução do estudo para as correções devidas”, informou o Ministério da Saúde.

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Açude de Boqueirão, na PB, passou de 60% da capacidade — Foto: Artur Lira/TV Paraíba

         Açude de Boqueirão, na PB, passou de 60% da capacidade 

Pelo menos 24 açudes da Paraíba estão sangrando desde o dia 20 de março até esta quinta-feira (26) conforme dados divulgados pela Agência Executiva de Gestão das Águas do estado (Aesa). Entre os açudes que estão com mais de 100% da capacidade está o reservatório Pocinhos, na cidade de Monteiro, São Gonçalo, na cidade de Sousa e o açude Farinha, em Patos. Segundo a Aesa, dos 134 açudes da Paraíba, 68 estão com capacidade superior a 20% do volume total. 27 ainda estão em observação, com menos de 20% do volume e 15 estão em situação crítica, com menos de 5% do volume. Entre os açudes em situação crítica estão os reservatórios Emídio e Mamanguape, ambos em Mamanguape, no Litoral Norte, que estão secos. O açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, que abastece Campina Grande e região, recebeu uma recarga de 285,80 m³ de água nesta quinta-feira e está com 61,26% de sua capacidade. O reservatório foi o que mais recebeu recarga entre os 11 principais açudes da Paraíba.

Açudes sangrando na Paraíba nesta quinta-feira (26)

Açude Município Volume total
Santo Antônio São Sebastião do Umbuzeiro 122,01%
Lancha I Aguiar 119,34%
Emas Emas 119,08%
Jenipapeiro São José da Lagoa Tapada 114,88%
Poço Redondo Santana de Mangueira 113,77%
Pimenta São José de Caiana 113,17%
Cachoeira dos Alves Itaporanga 113,11%
São José I São José de Piranhas 110,57%
Cafundó Serra Grande 110,54%
Glória Juru 110,21%
Pocinhos Monteiro 108,52%
Frutuoso II Aguiar 107,93%
Pedra Lisa Imaculada 107,41%
Catolé I Manaíra 106,44%
Algodão Algodão de Jandaíra 106,24%
Roçado Conceição 105,09%
Bom Jesus Carrapateira 104,73%
São Gonçalo Sousa 103%
Tavares II Tavares 101,99%
Cochos Igaracy 101,87%
Farinha Patos 101,70%
Cachoeira da Vaca Cachoeira dos Índios 101,45%
Vazante Diamante 100,62%
São José II Monteiro 100,12%
No mesmo período, a área agrícola cresceu 44,8%. (Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília)
Um levantamento publicado hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, de 2000 a 2018, o Brasil perdeu 7,6% de sua vegetação florestal. A área, que era de 4,02 milhões de quilômetros quadrados (km²) em 2000, passou a ser de 3,71 milhões de km² o que equivale a 42,4% do território. De 2016 a 2018, a perda foi 0,2%. A vegetação campestre, que inclui áreas de Cerrado, Caatinga e Pampas, teve uma perda ainda maior no período de 12 anos analisado, de 10,1%. Já de 2016 a 2018, a perda chegou a 0,7%. Por outro lado, a área agrícola cresceu 44,8% no período de 2000 a 2018 e passou a responder por 664,8 mil km2, ou 7,6% do território nacional, considerando a parte terrestre e marítima do país.Segundo o pesquisador do IBGE Fernando Peres, de 2000 a 2012, cerca de 20% das novas áreas agrícolas vieram da conversão de pastagens com manejo, usadas na pecuária. Mas, a partir de 2012, esse número subiu para 53%.“Temos observado que a dinâmica de ocupação, tanto em áreas florestais como de cerrado, segue uma sequência. Primeiro vem a retirada da vegetação nativa, seguida da instalação de pastagens e, depois de alguns anos, a implantação de áreas agrícolas”, explica Peres. O estudo nota, no entanto, que a expansão de áreas agrícolas tem reduzido seu ritmo. Se de 2012 a 2014, elas cresceram 7%, de 2016 a 2018, avançaram 3,3%.De 2000 a 2018, as áreas de pastagens com manejo cresceram 27% e as de silvicultura, 70%.
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                                                Os deputados votaram o texto na primeira sessão remota da Casa. (foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press)

A Câmara aprovou, na noite desta quarta-feira (25/3), o projeto de lei 786/20, que prevê distribuição da merenda escolar para as famílias dos alunos, caso as escolas estejam fechadas devido a calamidade pública, como é o caso da pandemia de coronavírus. Os deputados votaram o texto na primeira sessão remota da Casa.Para entrar em vigor, o projeto ainda precisa ser avaliado pelo Senado. De autoria dos deputados Hildo Rocha (MDB-BA) e Dorinha Seabra (DEM-TO), a versão aprovada pelos deputados vale para todas as situações de suspensão de aulas por motivo de calamidade pública ou emergência, não apenas pela pandemia do novo coronavírus. O dinheiro será repassado aos pais ou responsáveis dos alunos.O PL acrescenta ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) a autorização para compra de ingredientes da merenda escolar, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento a Educação (FNDE). A distribuição será acompanhada pelo Conselho de Alimentação Escolar (CAE), e as regras serão definidas pelas secretarias de Educação. Hildo Rocha afirmou que o objetivo da proposta é “atender situações emergenciais e suprir necessidades de estudantes que se encontram afetados em razão da situação de calamidade pública”. Caberá aos governos estaduais e municipais “garantir a manutenção de alimentos de forma a assegurar o direito humano à alimentação adequada e saudável mesmo fora do ambiente escolar”, resume o deputado, no projeto.
DP

Em Afogados, Barragem rompeu na zona rural e atingiu bairros. Em outras cidades da região, a situação também é preocupante. Em Carnaíba, áreas também foram afetadas. Rio Pajeú tem grande cheia em cidades como Serra Talhada.

Chuvas torrenciais em várias áreas do Pajeú deixam cidades em estado de alerta nesta manhã de quarta-feira.

Em Cachoeira da Onça, uma barragem estourou e atingiu bairros da cidade de Afogados da Ingazeira.  Moradores dos Bairros Borges e Brotas estão ilhados, sem acesso à área central da cidade.

Em Cachoeira da Onça, uma barragem estourou e atingiu bairros da cidade de Afogados da Ingazeira. Moradores dos Bairros Borges e Brotas estão ilhados, sem acesso à área central da cidade. O Riacho do Borges passou a pista seguindo pra Vila Pitombeira. O Rio Pajeú está um pouco próximo da Rua da Lama. Ele desceu com muita força . Muitos ouvintes ligam para a Rádio Pajeú, alguns mais desesperados com a água que cobriu a ponte do Anel Viário, levou móveis. Até um caminhão baú foi visto descendo água abaixo. O acesso à Afogados da Ingazeira pela PE 292 está interditado pelas águas pra quem vem de Iguaracy. A não ponte resistiu e um trecho da pista foi levada pela força da água. A Defesa Civil foi acionada e tenta ajudar as famílias de imóveis mais atingidos. Desabrigados estão sendo levados para o PETI, na área central da cidade. Não há relatos de mortes ou feridos. Mas o nível de apreensão é alto. O pico da chuva foi de madrugada. Há áreas com mais de cem milímetros registrados. Bairros como São Francisco, acessos como o do Bairro Sobreira também estão afetados. Há problemas também em áreas rurais. O riacho do Curral Velho tem grande volume. O volume da Barragem de Brotas e do Rio Pajeú também aumentou muito. Em Iguaracy, moradores do Bairro do Campos estão isolados por conta da força da água. A Prefeitura acompanha e dá suporte aos moradores. Em Carnaíba, o prefeito Anchieta Patriota destacou que foram mais de 200 milímetros em horas. Na Vila São Geraldo, as chuvas invadiram casas. Em Serra Branca, a Barragem estourou e o volume de água chega ao Rio Pajeú. Na cidade de Sertânia, o Açude do Governo na fazenda Cachoeira no IPA, há 16 anos não sangrava. A Prefeitura está em alerta pois tudo deságua no Rio Moxotó, que deve subir o nível. Em Serra Talhada, as chuvas fortes causam grande volume de água no Rio Pajeú. A população está muito apreensiva com a possibilidade de que a água invada ainda mais áreas urbanas. A área do Pátio da Feira da Lagoa Maria Timóteo é a mais afetada.

Veja o Rio Pajeú agora em Serra Talhada:

                                       

Cuidados com a pele: dicas para manter as mãos hidratadas!
                                             Cuidados com a pele: dicas para manter as mãos hidratadas!
O cuidado com a pele precisa ser redobrado em tempos de coronavírus, já que é uma porta de entrada para o vírus no nosso organismo. A higienização deve ser feita diversas vezes ao longo do dia o que pode causar um desequilíbrio na hidratação natural do corpo. Separamos algumas dicas para te ajudar a cuidar das mãos! Spoiler alert: vai muito além da estética! Já cuidou da sua mão hoje? Lavar, higienizar e passar álcool gel se tornou quase um mantra em tempos de coronavírus para prevenir a entrada de alguns vírus e bactérias no nosso corpo. O aumento dos cuidados cria um desequilíbrio na hidratação natural do corpo levando ao ressecamento. Isto pode causar algumas patologias na pele, como alergias e dermatites que diminuem a proteção contra micro-organismos desconhecidos. Te ajudando nisso, o Purepeople listou algumas dicas para você amenizar esse processo.

CUIDADO COM ESFOLIAÇÃO

É essencial fazer a esfoliação da pele com certa regularidade. Porém, em épocas nas quais as mãos estão mais sensíveis, vale a pena espaçar o ritual. Observe a sua pele! Se você notar as mãos secas ou ásperas, faça uma esfoliação suave para remover a pele morta e deixando a região mais macia. Não esqueça do creme após esse procedimento, ok?

O uso contínuo de álcool gel e sabonete acaba sensibilizando a pele e os hidratantes irão te ajudar a fortalecer a barreira cutânea. O ideal é dar preferência para cremes específicos para a área das mãos. Opte por produtos com antioxidantes, porém são componentes que ajudam a pele repor os nutrientes perdidos pelo estresse. Se for o seu caso, vale investir em compostos anti-idade também como vitaminas e ômegas. Além disso, vale investir sempre em soluções com protetor solar.

NÃO ESQUEÇA DAS UNHAS

As unhas também podem sofrer essa sensibilidade, por isso vale dar uma atenção extra. Misture um óleo para cutículas e unhas em um recipiente com água quente. Depois disso, massageie as unhas com ele para aumentar a penetração.

QUAL O MOMENTO IDEAL PARA HIDRATAR?

É importante você ter sempre um creme consigo, segue na mesa onde trabalha ou na bolsa. Passar o hidratante umas três vezes por dia é um número muito bom, pois ajudar a amenizar o ressecamento e não cria o famoso efeito rebote. Porém opte sempre por aplicar o produto após o banho ou depois de lavar as mãos. A pele ainda úmida aumenta a absorção dos compostos e potencializa o resultado

MUITA ÁGUA E BOA ALIMENTAÇÃO SÃO ESSENCIAIS

Quando estamos falando de saúde, precisamos refletir sobre o que estamos ingerindo no nosso corpo. Já que estamos falando de cuidados com a pele, beber muita água é algo fundamental. Lembre-se que a hidratação também vem de dentro para fora. Ao mesmo tempo, fazer refeições equilibradas fortalece o organismo e cria uma fonte de antioxidantes naturais. Não existe creme milagroso se você não segue esse passos, ok?

www.purepeople.com.

Ana Hickmann falou sobre o assunto ao vivo, durante o programa ‘Hoje em Dia’

Ana Hickmann falou sobre o assunto ao vivo, durante o programa 'Hoje em Dia'
Notícia boa! Ana Hickmann testa negativo para coronavírus 

Uma notícia boa na manhã desta terça-feira, 24! A apresentadora Ana Hickmann informou que testou negativo para covid-19. A informação ocorreu ao vivo durante o programa ‘Hoje em Dia’.  artista  surgiu em um telão da atração matinal e contou que está apenas com uma forte gripe e que, segundo recomendações médicas, precisa se cuidar para que a mesma não vire uma pneumonia. Além disso, ela informou que já saiu do isolamento.

                                                                                                                 

“Muito obrigada pelas mensagens de melhoras e orações. Testei negativo para o coronavírus, graças a Deus, mas testei positivo para outros vírus da gripe. Agora eu vou continuar ficando em casa com a medicação correta para que eu tenho porque até então eu estava tomando antitérmico, também sobre a orientação do meu médico, tentado me alimentar bem e com muita hidratação. Vou continuar”, disse ela. 

Quando anunciou sobre a suspeita do covid-19, Ana caiu no choro ao lamentar a possível desconfiança: “A gente acha que é forte para proteger todo mundo, mas não”, disse ela, que contou que estava isolada em um dos quartos de sua mansão.

caras

LAVAR AS MÃOS É UMA DAS PRINCIPAIS AÇÕES DE COMBATE AO CORONAVÍRUS. FOTO: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL

Segundo a Unicef, duas em cada cinco pessoas em todo o mundo não têm instalações básicas com água e sabão para lavar as mãos

Lavar as mãos corretamente é fundamental para se prevenir do novo coronavírus. A ação parece simples, mas a prática é inacessível para 40% da população mundial. É o que informa uma pesquisa da Unicef, divulgada em 13 de março. Segundo a entidade, duas em cada cinco pessoas em todo o mundo não têm instalações básicas com água e sabão para lavar as mãos. O número equivale a cerca de 3 bilhões de pessoas, concentradas principalmente em países menos desenvolvidos. Neste índice, estão incluídos crianças, pais, professores, profissionais de saúde e outros membros da comunidade. De acordo com a Unicef, 47% das escolas não possuem um lavatório com água e sabão, o que afeta 900 milhões de crianças em idade escolar. Além disso, não há banheiros funcionais ou instalações para lavar as mãos em 16% nos pontos de atendimento dos estabelecimentos de saúde, onde os pacientes são tratados.

Na África ao sul do Saara, 63% da população das áreas urbanas, ou 258 milhões de pessoas, não têm como lavar as mãos. Cerca de 47% dos sul-africanos urbanos, equivalente a 18 milhões de pessoas, não possuem instalações básicas para lavar as mãos em casa. Os moradores mais ricos têm quase 12 vezes mais chances de realizar a prática.  Na Ásia Central e Meridional, 22% das populações urbanas, ou 153 milhões de pessoas, também não possuem instalações básicas em casa. São 50% de bengaleses urbanos (29 milhões de pessoas) e 20% dos indianos urbanos (91 milhões) nesta situação. No Leste da Ásia, não têm como higienizar as mãos 28% dos indonésios urbanos (41 milhões) e 15% dos filipinos urbanos (7 milhões). As pessoas que vivem em favelas urbanas estão particularmente em risco, diz a Unicef, por se encontrarem na pior forma de assentamento informal. Nesses locais, o acesso ao saneamento básico é mais difícil.  No Brasil, a situação pode piorar com o novo marco do saneamento básico, aprovado na Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado Federal. O texto facilita a privatização de empresas públicas de saneamento, na distribuição de água e no esgotamento sanitário. Em entrevista a CartaCapital, o relator da Organização das Nações Unidas (ONU) Léo Heller avaliou que o novo marco do saneamento pode aprofundar a desigualdade no país. Segundo ele, os principais problemas podem ser o aumento de tarifas, a falta de interesse das empresas em atender municípios mais distantes e a transferência maciça de recursos públicos para as companhas.

De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), na média brasileira, 83,5% da população é servida por rede de água e apenas 52,4% tem o esgoto coletado, do qual somente 46% é tratado, conforme dados mais recentes divulgados em fevereiro.

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Possibilidade do adiamento já vinha sendo levantada nas últimas semanas. No mundo, a pandemia já atinge mais de 390 mil pessoas

O primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, confirmou nesta terça-feira que a Olímpiada 2020, que aconteceria em Tóquio, capital do país, foi adiada para o próximo ano, devido à gravidade da pandemia do coronavírus.

Logo depois do anúncio de Abe à imprensa japonesa, o Comitê Olímpico Internacional confirmou o adiamento dos jogos, por meio de uma nota em seu site.  A decisão foi tomada após o primeiro ministro japonês e o presidente do Comitê, Thomas Bach, discutirem o assunto nesta terça. De acordo com o Comitê, a aceleração da pandemia do coronavírus, reiterada pelo Organização Mundial da Saúde nesta semana, justifica o adiamento da Olímpiada.  No mundo, a pandemia já atinge mais de 390 mil pessoas segundo o levantamento da universidade Johns Hopkins e deixou mais de 17 mil mortos. Os jogos ainda não tem uma nova data, mas não devem ser adiados para além do meio de 2021, quando será verão no hemisfério norte.O comunicado também afirma que os Jogos Olímpicos em 2021 poderão representar uma “luz no fim do túnel” onde o mundo se encontra no presente. Mesmo com a mudança na data, a Olimpíada deve continuar com o nome de Tokyo 2020. A possibilidade do adiamento já vinha sendo levantada nas últimas semanas. Comitês olímpicos do mundo inteiro pressionaram o Comitê Olímpico Internacional pelo adiamento dos jogos. Nesta semana, o Canadá informou que sua delegação não participaria dos jogos. De acordo com o The New York Times, o governo japonês gastou mais de 10 bilhões de dólares com a organização dos jogos, que estavam previstos para acontecer entre 24 de julho e 9 de agosto. Esta é a primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial que a Olímpiada é adiada. No século XX, o evento foi cancelado em 1916 durante a Primeira Guerra Mundial e em 1940 e 1944 durante o segundo conflito.

Coronavírus

No mundo, a pandemia já atinge mais de 390 mil pessoas segundo o levantamento da universidade Johns Hopkins e deixou mais de 17 mil mortos. Além da China, que já tem registrado uma desaceleração na transmissão da doença e parece voltar à rotina normal, os outros países com o maior número de infectados são Itália e Estados Unidos.

No Brasil, o crescimento no número de casos de coronavírus tem estimulado o debate sobre o adiamento das eleições deste ano, previstas para acontecer em outubro. A Confederação Nacional dos Municípios defende a mudança de data do pleito para que prefeitos possam focar em administrar a pandemia.

 

São Paulo – Pessoas em situação de rua na Praça da Sé, região central.(Rovena Rosa/Agência Brasil)

“Somos pessoas que temos apenas o direito de não ter direitos. Somos o lixo da sociedade, que nossos governantes querem colocar debaixo do tapete”. É assim que as pessoas em situação de rua são vistas pela sociedade, segundo a assistente social Maralice dos Santos, que morou três anos na rua e hoje é coordenadora estadual do Movimento Nacional de População em Situação de Rua, no Rio de Janeiro.

No trabalho diário com esse público, ela lamenta que mais gente esteja sendo forçada a dormir ao relento, devido ao crescimento do desemprego e da crise econômica no estado. “Famílias inteiras estão indo para as ruas, porque perderam suas casas, por falta de emprego, e estão se somando aos que já estavam na rua”, contou.

A afirmação de Maralice é comprovada pelos registros oficiais. A Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro estima que a quantidade de pessoas dormindo nas ruas da cidade aumentou mais de 150% nos últimos três anos. Somente no ano passado, havia cerca de 14,2 mil pessoas nessa situação capital fluminense. Os abrigos disponíveis hoje não comportam nem 20% dessa população. De acordo com a própria secretaria, há na capital 62 abrigos com 2.115 vagas.

“Não há abrigo e albergue para todas essas pessoas e os que têm são precários, as pessoas sofrem maus tratos. Quem passou por lá não quer voltar. Moradores de rua não têm voz dentro das instituições, o que o educador social colocar no livro é o que vale, as duas partes não são ouvidas”, afirmou Maralice.

Segundo ela, nos locais em que essas pessoas deveriam ser acolhidas e protegidas, os casos de agressões e violações são recorrentes. “Quando estava em um abrigo, havia uma menina com problema mental. E toda vez que havia um plantão específico ela tinha medo, pois era violentada”, lembrou. “Nós não podíamos falar nada, pois senão iríamos para a rua também. São muitas as injustiças que essas pessoas vivem. Ninguém vive na rua porque gosta ou porque quer”.

Edmílson Azevedo Santos, 47 anos, vive na rua há cerca de 4 anos e meio. “Perdi minha família, perdi minha casa por causa das drogas. Viver no meio da rua é como se fosse um bicho. Somos tratados como bichos. Sempre fui trabalhador, mas as drogas me levaram para a rua”, disse ele.

“Estou há 16 dias sem usar drogas, porque não aguento mais. Na rua, minhas coisas somem, sou roubado toda hora. Vim aqui tirar meus documentos, porque quero trabalhar. Hoje preciso de um lar e de um trabalho”, contou. Dos abrigos, quer distância. Citou como motivos os percevejos nos quartos, a roupa de cama suja e as agressões.

A assistente social Carla Lima atende pessoas em situação de rua na região da Maré, Penha, Manguinhos e Bonsucesso, na zona norte da capital fluminense, pelo Programa Saúde da Família. Ela observou que o número de mulheres que hoje dormem na rua aumentou muito nos últimos anos. “O Programa Consultório na Rua quando inciou, há seis anos, 80% dessas pessoas eram homens. Hoje em dia, está bem equiparada a porcentagem de homens e mulheres que nos procuram. O desemprego é uma grande questão, pois não dá muita opção, a pessoa é despejada e acaba indo com o filho para a rua”, comentou.

Falta de políticas públicas

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Prezados amigos, o assunto que hoje se sobrepõe a tudo é o coronavírus. Parece que todo o mundo está sofrendo com a “febre do corona”. “Corona” é um termo latino derivado do grego, e significa “coroa da vitória”, ou simplesmente “coroa”. Existem inúmeros comentários, discussões, entrevistas com especialistas e políticos ou mesas redondas envolvendo o “corona”; todavia, acima de tudo isso está Deus e a sua Palavra. O que me faz lembrar a seguinte afirmação do Senhor: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Apocalipse 3.20).

Esses acontecimentos de nosso tempo não seriam um “bater” do Senhor na porta do mundo, ou até na porta de nosso coração? O que a Bíblia tem para nos dizer é o mais importante. Ela aborda cada aspecto da nossa vida e sempre nos conduz à verdade. Por isso, pretendo analisar três pensamentos extraídos da Escritura Sagrada para trazer luz à atual crise do coronavírus. Em primeiro lugar, vemos o desamparo das pessoas. O homem, que imagina dominar a tudo, agora se vê dominado e é jogado de um lado para o outro pelos acontecimentos. Países se isolam, os estoques dos supermercados são esvaziados e o álcool gel se esgota. A população mundial reage com medo diante do coronavírus. Ao mesmo tempo, nessa situação mostra-se mais uma vez a falta de escrúpulos das pessoas. Em alguns estabelecimentos, os artigos para prevenção são vendidos a preços exorbitantes. Aproveita-se a dificuldade para obter vantagem pessoal. Há pouco tempo li uma frase correspondente a isso: “Somente quando a ganância humana for derrotada, todos os outros problemas serão derrotados”.

A histeria crescente que se manifesta em vários lugares mostra o desamparo da nossa sociedade.

É justificável que haja medo, e que as autoridades tomem atitudes preventivas para o amparo da população. Os responsáveis estão tratando a situação adequadamente. Há um grande esforço por parte deles e nós deveríamos fazer o possível para facilitar ao máximo seu trabalho – para o bem de todos e para evitar consequências piores. No entanto, a histeria crescente que se manifesta em vários lugares também mostra o desamparo da nossa sociedade.

Com que rapidez podemos ficar sem chão sob nossos pés! Com que rapidez perdemos a estabilidade! Repentinamente nos conscientizamos de que um minúsculo ser (vírus) consegue desestabilizar o mundo inteiro. De um momento para outro, nossas limitações aparecem diante dos nossos olhos e vemos que todo nosso ser está constantemente preso apenas por um “fio de seda”, mesmo sem o coronavírus. O mundo está inseguro porque não tem segurança em Deus.

Em um dos exemplos citados por Jesus, ele compara uma vida que não está baseada nele com uma casa que foi construída sobre a areia. Quando vem a chuva, torrentes e ventos, ela não tem sustentação e acaba desmoronando (Mateus 7.26-27).

Isso não significa que, se estivermos com Deus, não precisaremos ser cuidadosos nem assumir nossas responsabilidades. Não, mas junto ao Onipotente nós temos um “corrimão na encosta”. Jesus compara isso a uma casa que foi edificada sobre a rocha e que permanece firme mesmo com chuva, torrentes e tempestades (Mateus 7.24-25).

No entanto, cada vez mais o Onipotente é afastado da consciência, de nosso coração, das famílias, escolas e da vida pública. Ele é ridicularizado e considerado como desnecessário. Com isso se destrói o alicerce e se constrói sobre a areia. Sem o Criador, que é o Onipotente e que mantém o mundo todo em suas mãos, não teremos segurança para nossa alma. Por isso a Bíblia nos aconselha: “Recorram ao Senhor e ao seu poder; busquem sempre a sua presença” (Salmos 105.4).

Em um conhecido hino há a seguinte estrofe: “Sem Deus seguimos na escuridão, mas com ele na luz andamos / Sem Deus o medo se alastra, mas com ele nós não tememos”.

A Palavra de Deus diz: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre” (Hebreus 13.8). Em outra passagem, consta: “‘Eu sou o Alfa e o Ômega’, diz o Senhor Deus, ‘o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso’” (Apocalipse 1.8). Em todas os tempos Jesus foi e é a esperança e o amparo para aqueles que creem nele. Ontem ele foi a esperança, hoje ele é e o será futuramente. O mundo não está abandonado à própria sorte, mas está nas mãos do Senhor que sempre foi, que hoje é e que voltará. O Deus imutável mantém tanto o microcosmo, bem como o macrocosmo, em sua onipotente mão.

O mundo não está abandonado à própria sorte, mas está nas mãos do Senhor que sempre foi, que hoje é e que voltará.

Em segundo lugar, a Palavra de Deus se cumpre. Essa situação do coronavírus demonstra como a Palavra de Deus é atual. A Bíblia diz, por exemplo: “Os homens desmaiarão de terror, apreensivos com o que estará sobrevindo ao mundo; e os poderes celestes serão abalados” (Lucas 21.26).

A Bíblia é a Palavra firme e confiável que nos antecipa o futuro (2Pedro 1.19-21). Jesus prediz que no futuro, antes de sua volta, a humanidade terá medo diante da expectativa das coisas que acontecerão na Terra. Também em relação ao coronavírus há medo sobre o que ainda pode acontecer. Como será o desenvolvimento de tudo?Que consequências isso trará? Haverá uma pandemia? Quais serão os efeitos para a economia? Os gêneros alimentícios serão suficientes?

Alguém declarou: “Catástrofes são o megafone de Deus para despertar os que dormem diante dele”. Ele nos desperta, nos sacode, para não passarmos a eternidade sem ele e para não nos descuidarmos do prazo oferecido para aceitarmos a sua graça. O Senhor quer nos mostrar que sem ele nada funciona.

Onde encontramos a resposta? Em terceiro lugar: na coroa da Cruz. Sobre a sua cruz, da sua “corona”, constavam as palavras: “JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS” (João 19.19).

Jesus tomou sobre si todas as dores e venceu a tudo. Colocaram-lhe uma coroa de espinhos. Com ela, porém, ele triunfou sobre o inferno, a morte e o Diabo. Hoje, lemos acerca dele: “Em seu manto e em sua coxa está escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Apocalipse 19.16).

Assim como há medicamentos, uma vacina contra uma grave epidemia, da mesma forma a morte e a ressurreição de Jesus são a cura contra todas essas coisas e contra o pecado e a morte.

Há algo que possa nos acalmar, nos oferecer segurança e amparo para o futuro? Calma em tempos agitados? Relaxamento em meio à tensão? Consolo no medo? Alívio na opressão? Perdão dos pecados? Auxílio para “coronas” que aparecem em nossa vida? Não existe só o coronavírus, mas também o “vírus” da solidão, da culpa, da consciência pesada, do desespero, da dependência, de dores e do sofrimento…

Assim como há medicamentos, uma vacina contra uma grave epidemia, da mesma forma a morte e a ressurreição de Jesus são a cura contra todas as coisas mencionadas acima e contra o pecado e a morte. Quem crê em Jesus encontra amparo e segurança e retorna para a vida – a verdadeira vida. Para este abre-se a porta do perdão, o portão para o céu, a janela da esperança. Com Jesus a alma é curada. Quem crê nele não precisa temer o futuro porque todo o futuro pertence a Jesus.

chamada

Márcia Marba e a irmã, Angélica (

Contaminada com a Covid-19, a empresária Márcia Marba, irmã da apresentadora Angélica e cunhada de Luciano Huck, publicou uma imagem no Instagram neste sábado (21) e disse o coronavírus “não é uma gripizinha chata”.“Corona Vírus não é uma #gripizinhachata !!!! Ela pega o pulmão, Falta o ar e dá pneumonia… Cuidado! #nãoéexagero #oassuntoésério”, publicou a empresária. A informação de que Márcia Marba está com coronavírus foi antecipada pela apresentadora Xuxa, da TV Record, em entrevista na noite deste sábado (21) a Fabio Porchat, nas redes sociais.“Ela [Angélica] está muito preocupada. Conheço também pessoas de mais idade que estão doentes”, disse Xuxa. Em entrevista à Patrícia Kogut, no jornal O Globo, Márcia confirmou que testou positivo para a doença neste sábado (21).“O resultado positivo do exame saiu ontem, confirmando minhas suspeitas. Estou de repouso absoluto por conta da falta de ar. Além do repouso, tomo vitamina C. Sinto muita dor no corpo e calafrios”, disse a empresária, que diz ter dispensado os funcionários e está sob cuidados, de longe, do marido e do filho.

revistaforum

O desgoverno prometeu no pacote contra a pandemia de coronavírus aumentar em 1 milhão de pessoas que recebem do bolsa família e prevê gastar R$ 3,1 bilhões.Veja a reprodução que consta da apresentação do ministério da Fazenda. “Reforço ao programa Bolsa Família: destinação de recursos para possibilitar a ampliação do número de beneficiários –inclusão de mais de 1 milhão de pessoas (até R$ 3,1 bilhões)” Hoje o bolsa família atende, mas de treze milhões de pessoas que recebem R$ 89 reais por mês.O valor médio pago foi de R$ 191. O beneficio concedido tem como contrapartida  a ida a escola e o acompanhamento escolar de  12,5 milhões de pessoas e na saúde de 19,2 milhões, sendo 467 mil mulheres grávidas e milhões  de crianças.O combate a crise deveria pelo menos zerar a fila do bolsa família e atender mais de 2,5 milhões de pessoas, e zerar a fila de mais de dois milhões de pedidos de aposentadoria e cem mil pedidos de salário maternidade que estão parados no INSS. Na capital paulista, apesar do crescimento de 66% da população de rua, o número de beneficiados do bolsa família entre março de 2020 e 2019, teve redução de 82.233 pessoas beneficiadas.

No site dos jornalistas livres mostra que a fila do bolsa família é de 3,5 milhões de pessoas.

jornalistaslivres.org

Secom/Governo da Paraíba
                                         Consórcio é formado por todos os estados do Nordeste – FOTO: Secom/Governo da Paraíba

     O Consórcio Nordeste, composto pelos 9 governadores dos estados nordestinos, procuraram a Embaixada da China no Brasil, na última quarta-feira (18), para pedir ajuda no combate do coronavírus no Nordeste. A China, que teve seu foco do vírus na cidade de Wuhan ainda em dezembro de 2019, agora apresenta queda no número de casos no país.Através de ofício enviado pelo presidente do Consórcio Nordeste, governador da Bahia, Rui Costa (PT), o grupo pede ajuda do governo chinês, “que acaba de viver um problema semelhante, do qual saiu vitoriosos por meio de uma guerra do povo contra o vírus”, apoio no envio de materiais médicos, insumos e equipamentos. Em especial, com leitos de UTI e de respiradores. “Colocamo-nos à disposição de vocês para quaisquer esclarecimentos que sejam necessários e queremos, desde já, reafirmar nossa admiração pela forma como o povo chinês enfrentou a epidemia e pela imensa amizade que une nossos povos”, diz trecho do ofício.  O pedido do consórcio foi feito na mesma semana em que o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, culpou, publicamente, a China pelo coronavírus. A atitude do parlamentar, que causou uma crise diplomática, foi vista como desrespeitosa pela Embaixada da China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil.

O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, também respondeu às provocações do parlamentar. Yang exigiu que Eduardo retirasse imediatamente a publicação e que pedisse desculpas ao povo chinês. Nós, governadores do , oficializamos ao Embaixador Chinês, @WanmingYang, um importante pedido de ajuda para o combate ao novo no . Eles passaram por um momento semelhante ao que estamos vivendo agora e enfrentaram com sucesso a .

Ver imagem no Twitter

*Leandra Felipe

E agora?A pergunta vem da resposta mundial à Pandemia do Covid-19, que expõe nossas debilidades, fragilidades, incoerências e, essencialmente, nossas desigualdades. Há motivos para se preocupar, se entristecer, e estar ansioso. Mas por outro lado, há uma chance de reflexão individual e coletiva, que poderá fazer diferença nos dias incertos que virão. Que bandeira iremos levantar? É tempo de deixar a polaridade, paixões ideológicas, reações infantis e pensar coletivamente.

São vários os motivos que irão exigir de nós, paciência, resiliência, criatividade e mudança de atitude. A começar pelo abismo social que irá se acentuar. A crise mundial dá sinais diários nos mercados financeiros.O cenário piora quando olhamos para a realidade de trabalhadores assalariados e informais no Brasil, e aqui nos Estados Unidos para quem recebe salário baseado em horas trabalhadas, os chamados “hourly workers”.Em janeiro o país registrou índice de desemprego de 3,6%. Contudo, o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, advertiu que o desemprego nos Estados Unidos pode chegar a 20% em consequência das medidas da pandemia.A geração de renda e trabalho será comprometida. Escolas fechadas, empresas com trabalho remoto por tempo indeterminado, eventos cancelados, restaurantes e hotéis com baixíssimo movimento ou fechados. Companhias áreas sem operar. Todos os setores produtivos e de serviço vão sentir os efeitos.Em Seattle, estado de Washington, um dos primeiros a adotar medidas rigorosas, pequenos comerciantes já falam em perdas de 90%. Um mês fechado, poderia ser suficiente para fazer um pequeno café ou restaurante local ter de fechar as portas.

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Repercutiu em Brasília a edição excepcionalmente liberada na quinta-feira (e não na sexta, como de costume) do Farol Político, um dos serviços premium produzidos pelo Congresso em Foco para assinantes. Fontes bem informadas sobre os rumos da crise política atestam que, na mesma direção em que apontou nossa análise, os cenários mais prováveis de evolução da presente catástrofe sanitária são mesmo de   afastamento – informal ou formal – do presidente Jair Bolsonaro.

O monitoramento nas mídias sociais, em geral mais sensível às inversões de tendência que as pesquisas de opinião, indica acelerado encolhimento de Bolsonaro em um território que ele sempre dominou, o Twitter. Politicamente, o presidente também se isola cada vez mais, sobretudo após o conflito diplomático com a China. Representantes do agronegócio, do Congresso, da área militar e de vários setores empresariais se dirigiram diretamente ao governo chinês, ignorando a autoridade presidencial, para pedir desculpas em nome da nação.

Não é, obviamente, um movimento ideológico. É um movimento com objetivos comerciais, feito para preservar o principal importador de bens brasileiros, numa situação em que a própria China enfrenta consequências economicamente desastrosas da pandemia do coronavírus, que acumula até este momento 11,4 mil mortes e mais de 270 mil casos confirmados no mundo.Para políticos e outras fontes de informação ouvidas em Brasília, a manifestação do embaixador chinês no país pode ter sido uma tentativa de apressar a resolução da crise brasileira e encontrar um interlocutor confiável com o país. Reforça essa suspeita a informação, veiculada pelo jornal Valor Econômico, de que Bolsonaro tentou, mas não conseguiu ser atendido ao telefone pelo presidente chinês Xi Jinping. O vice Hamilton Mourão, habitualmente discreto e que mantém boas relações com o Legislativo, o Judiciário e os setores empresariais, caberia bem nesse figurino.

A hipótese dada hoje como mais provável é o afastamento de Bolsonaro para tratamento de saúde, já que ele próprio tem colaborado para ampliar as suspeitas de estar infectado. Outra possibilidade seria uma espécie de “parlamentarismo branco”, no qual se aprofundaria uma realidade que já se nota hoje, na qual o Congresso – sob a liderança de Rodrigo Maia, principalmente – amplia o seu papel na elaboração e aprovação de políticas públicas. A prioridade de todos é o enfrentamento eficaz da crise sanitária causada pelo coronavírus 2 e a mitigação dos seus efeitos nos campos econômico e social.Menos provável, embora conte com crescente simpatia popular, seria a deflagração de um novo processo de impeachment, algo por sua natureza intrínseca demorado e traumático. Opõem-se à ideia Maia, Lula e todos os governadores pré-candidatos a presidente, que estão interessados em concluir antes o mandato.Com Dilma, desgastada inicialmente pelos protestos de 2013 e posteriormente alvo de crescente pressão popular até ser afastada por impeachment, o Congresso em Foco cunhou a imagem da “morte da tartaruga”, dado o penoso e sofrido processo por que passa o quelônio no momento da morte. Com Bolsonaro, usamos aqui alguma liberdade de estilo para dizer que há possibilidade de se ver o cenário da “morte da mosca”. O inseto, como se sabe, é bastante barulhento, mas tem vida breve.

Vice-presidente, Hamilton Mourão. 

Alan Santos/PROs outros cenários possíveis, traçados no Farol Político junto com os cientistas políticos e economistas André Sathler e Ricardo de João Braga, ambos doutores, são: Bolsonaro promover um golpe de Estado, alternativa que perdeu força com as desastrosas manifestações do dia 15, o panelaço e o processo de derretimento que o presidente começa a experimentar nas mídias sociais, território onde sempre reinou; ou se reinventar como chefe de governo, mostrando uma face de estadista que até aqui nem de longe exibiu. A questão não é política, no sentido estrito. É, sobretudo, sanitária. Nos últimos dias, milhões de brasileiros usaram espontaneamente a internet para passar a mensagem de que não veem nenhum chance de superação da trágica pandemia do coronavírus com o país sob o comando inepto de Bolsonaro e seus filhos trapalhões. Setores das elites políticas e econômicas convertem-se gradativamente ao mesmo pensamento. Mourão, enquanto isso, aguarda paciente, dando-se agora ao luxo de pequenas provocações (“Eduardo Bananinha”, lembram?). A esquerda está, até aqui, a reboque dos acontecimentos. Mas os mesmos setores de classe média que contribuíram para a queda de Dilma agora se divertem com uma musiquinha pró-Mourão.

congressoemfoco
LEO MOTTA/JC IMAGEM
                                            Movimentação no comércio do centro do Recife devido a epidemia do Coronavírus.
 FOTO: LEO MOTTA/JC IMAGEM

O Governo de Pernambuco mandou fechar shoppings, salões de beleza e correlatos, clubes sociais, bares, restaurantes, lanchonetes e comércio de praia para tentar conter o avanço coronavírus no Estado. A determinação, válida a partir do próximo sábado (21) foi anunciada durante um pronunciamento do governador Paulo Câmara (PSB) nesta quinta-feira (19). Até essa quarta-feira (18), a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) divulgou que 22 pessoas estavam infectadas pela doença em Pernambuco, e 364 casos estão em investigação. Um novo boletim será divulgado ainda nesta quinta-feira. Segundo o governador de Pernambuco, bares e restaurantes poderão continuar a funcionar, desde que apenas para a realização de entregas. Os parques e praias permanecerão abertos, segundo determinação do Governo Estadual, para corridas, caminhadas e outras práticas esportivas.Durante o pronunciamento, Paulo Câmara estava com os olhos marejados e pediu para as pessoas ficarem em casa. “A mensagem principal que quero deixar para cada um dos senhores e das senhoras é que precisamos que o máximo possível de pessoas permaneçam em suas casas. Limitem, efetivamente, suas saídas, a ir ao supermercado, farmácia, itens de primeira necessidade”, declarou. 

Veja o pronunciamento na íntegra

“Boa tarde amigos e amigas,

quero falar diretamente a cada dos senhores e das senhoras junto com o prefeito Geraldo Júlio, e os secretários de saúde do Estado de Pernambuco, André Longo, e do município do Recife, Jailson Correia. E dizer aos senhores que hoje vamos anunciar novas medidas importantes com o objetivo de minimizarmos o avanço do novo coronavírus no nosso Estado. A experiência tem mostrado que todos os lugares do mundo estão conseguindo inverter a escalada da epidemia, só o fizeram com a diminuição da frequência de pessoas nas ruas. Por isso, estamos anunciando novas medidas que valerão a partir deste sábado, 21 de março, com a determinação de fechamento dos shoppings, salões de beleza e correlatos, clubes sociais, bares, restaurantes, lanchonetes e comércio de praia. Os bares e restaurantes podem continuar atendendo para entregas, e os parques e praias permanecerão abertos, exclusivamente, para corrida, caminhada e outras práticas esportivas.

A mensagem principal que quero deixar para cada um dos senhores e das senhoras é que precisamos que o máximo possível de pessoas permaneçam em suas casas. Limitem, efetivamente, suas saídas, a ir ao supermercado, farmácia, itens de primeira necessidade. Hoje teremos também a oportunidade, às 17h, durante uma entrevista coletiva online para informar também novas ações que estão sendo realizadas justamente para minimizar os impactos no enfrentamento à covid-19 na vida de todos. Então, estamos nesse momento anunciando medidas restritivas que valerão a partir do próximo sábado e contamos com a colaboração de cada pernambucano e de cada pernambucana para que possamos atravessar esse período difícil com trabalho, com dedicação, mas acima de tudo com unidade de cada um de nós para cumprir as recomendações que são fundamentais para a gente ter uma possibilidade de atravessar esse momento difícil, trazendo condições à população atravessar e salvando vidas que é o objetivo principal de cada um de nós. Muito obrigado.”

Acessem o vídeo acima

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Tirar as roupas no quintal e ensacar, lavar as áreas expostas antes de entrar em casa, desinfetar celular são algumas medidas importantes

                                                                                                               (Foto: Reprodução)

Rede Brasil Atual – Com o avanço da epidemia de por falta de cuidados com coronavírus, muitos setores econômicos de São Paulo estão recebendo determinação para fechar as portas, com objetivo de reduzir a propagação. O país tem mais de 500 casos confirmados, seis mortes e quase 12 mil em análise.

No entanto, supermercados, restaurantes, serviços de entrega, postos de gasolina, farmácias e unidades de saúde vão seguir trabalhando para manter o abastecimento da população. Nesse caso, alguns cuidados extras são importantes para evitar a contaminação e a transmissão do vírus, sobretudo ao retornar para casa, seja para quem trabalha ou para quem precisou fazer compras.

“O ideal é já trocar a roupa no quintal e lavar as mãos antes de entrar em casa. Se não der para lavar as mãos na área externa, evite tocar nos objetos de dentro de casa e vá direto lavar as mãos e outras áreas expostas. Se possível, já tome banho. E também é importante limpar o celular com álcool a 70%”, orientou o ex-ministro da Saúde e médico sanitarista Arthur Chioro.

As roupas têm menos potencial de transmissão, mas também podem armazenar o vírus. “Por isso é importante trocar a roupa antes de cumprimentar filhos, cônjuges ou outras pessoas que morem na casa, sobretudo idosos”, destacou.

Além disso, no ambiente de trabalho, quem tem contato com clientes deve tomar algumas medidas, como aumentar a distância entre cliente e caixa, ter álcool gel disponível durante todo o expediente, controlar o fluxo de entrada de clientes para evitar filas e outras aglomerações.

O uso de luvas e máscaras também deve ser considerado para garantir a proteção dos trabalhadores. “Esses serviços essenciais à sobrevivência não podem parar, mas seus trabalhadores precisam ser preservados o máximo possível”, defendeu Chioro.

Outro cuidado importante para a população em geral é higienizar os produtos trazidos do supermercado. As embalagens podem ser limpas com uma solução de água sanitária. E os alimentos devem ser lavados e mergulhados em solução de hipoclorito ou água sanitária. O Ministério da Saúde mantém uma página com as principais atualizações sobre cuidados com o coronavírus.

Cuidados com o coronavírus ao retornar para casa

  • Tire as roupas e calçados no quintal (deixe sempre uma muda de roupa pronta ao sair);
  • Se precisar trazer as roupas para dentro, coloque-as em um saco plástico;
  • Se possível, lave as mãos na área externa da casa;
  • Se não puder lavar as mãos antes de entrar, evite tocar nas coisas antes de lavar as mãos;
  • Não cumprimente crianças, cônjuges ou outras pessoas que morem na casa antes de trocar de roupa e lavar as mãos;
  • Se possível, tome banho assim que chegar;
  • Desinfete celular, chaves e cartões bancários com álcool a 70%;
  • Mochilas e bolsas de uso diário devem ficar em uma caixa, na área externa da casa;
  • Limpe as embalagens que trouxe com solução de água sanitária (20 ml para cada 1 litro de água);
  • Lave alimentos com água e sabão e os deixe 10 minutos imersos em solução de água sanitária (20 ml para cada 1 litro de água).
  • brasil247

Ao desautorizar o deputado Eduardo Bolsonaro, afirmando que ele não fala pelo governo, Mourão lançou um apelido no filho Zero Três do clã. “Se o sobrenome dele fosse Eduardo Bananinha, não era problema nenhum. Só por causa do sobrenome. Ele não representa o governo”

247 – O vice-presidente Antonio Hamilton Mourão reagiu à acusação infundada do deputado Eduardo Bolsonaro contra a China, acusando o país de ser o culpado pela pandemia de coronavírus.  Ao desautorizar o filho de Jair Bolsonaro, afirmando que ele não fala pelo governo, Mourão lançou um apelido no ex-candidato a embaixador do Brasil nos Estados Unidos.  “O Eduardo Bolsonaro é um deputado. Se o sobrenome dele fosse Eduardo Bananinha, não era problema nenhum. Só por causa do sobrenome. Ele não representa o governo. Não é a opinião do governo. Ele tem algum cargo no governo?”, afirmou. 

brasil247

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