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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

O presidente do Senado, senador Eunício Oliveira, afirmou, nesta quarta-feira (2), que irá se reunir com os líderes partidários e demais senadores, a partir da semana que vem, com o objetivo de definir uma pauta prioritária sobre segurança pública. – Queremos fazer, a partir da semana que vem, uma discussão com o Plenário, com os líderes sobre a questão da segurança pública. Vamos pegar todos os projetos que estão nas comissões e vamos fazer uma pauta da segurança pública – disse. Diversos senadores se manifestaram a favor de uma pauta prioritária sobre o tema. O senador Jorge Viana (PT-AC) disse que, ao discutir segurança pública, Eunício aproximará o Senado da opinião pública brasileira. O senador alertou que o país vive uma enorme insegurança e destacou que há uma ação do crime organizado se deslocando do Rio e de São Paulo para a Região Norte, especialmente para as áreas próximas às fronteiras, para chegar mais perto da produção de drogas.

– Se for perguntado hoje aos brasileiros que tema o Senado deveria não só debater, mas também tomar atitudes em relação a ele, certamente, a questão da insegurança estaria em primeiro lugar ou entre os mais cotados. É muito grave o que nós estamos vivendo – disse.

Fronteiras

O senador João Capiberibe (PSB-AP) defendeu a elaboração de uma política nacional de segurança pública para controlar as fronteiras.  O senador lembrou que, como as fronteiras são nacionais, as polícias estaduais não têm a formação e o conhecimento necessário para o seu controle. Capiberibe destacou a importância da aprovação da PEC 24/2012, que propõe a criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Segurança Pública. Ele disse que a medida obrigará a União a interagir com os estados.

– Mais do que recursos, esse fundo criará uma vinculação da União com os estados. Ela vai ser obrigada a ter uma política de segurança pública e interagir com os estados, com os governos estaduais e com as polícias – explicou.

Sugestões

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) destacou que há vários projetos prontos para serem votados, entre eles, o PLS 239/2016, que altera o Código de Processo Penal (CPP), suprimindo do artigo 292 o chamado “auto de resistência”.

O senador sugeriu que o presidente Eunício solicite também dos partidos algumas sugestões de projetos para serem votados.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Cássio Cunha Lima e o filho Pedro Cunha Lima: unidos pelo sobrenome e pelo mandato no Congresso

Palco de escândalos políticos, troca de acusações e agressões verbais, o Congresso Nacional é também um ambiente familiar. Pelos plenários, corredores e gabinetes, uma bancada expressiva de  parlamentares bem poderia chamar de pai, filho, tio, sobrinho, primo ou, até mesmo, de amor aqueles que tratam pelo formal Vossa Excelência. Ao menos 60 deputados e senadores têm familiares no exercício do mandato, na suplência ou licenciados na Câmara e no Senado. Eles estão longe de ser exceção. De pai para filho, a política brasileira virou um grande negócio de família. Levantamento da Revista Congresso em Foco revela que pelo menos 319 deputados (62%) e 59 senadores (73%) têm laços de sangue com outros políticos. Há parlamentares com sobrenomes associados nacionalmente à política, como Maia, Calheiros, Cunha Lima, Caiado, Barbalho e Magalhães, outros de influência regional e aqueles que inauguraram essa tradição.Os números são tão expressivos que fazem o Brasil superar nesse quesito a Índia e sua conhecida sociedade de castas. Pesquisa publicada em 2011  pelo historiador britânico Patrick French mostra que 28% das cadeiras da Câmara indiana eram ocupadas por deputados com políticos na família.

Caso a caso

No Parlamento brasileiro, a árvore genealógica política é mais enraizada no Nordeste, mas tem ramificações frondosas por todos os estados e partidos representados no Congresso. O papel da família na eleição de cada um desses parlamentares deve ser analisado caso a caso. Há descendentes de ex-senadores, ex-deputados e ex-governadores, assim como familiares de políticos de expressão regional, bem como aqueles que se elegeram conciliando a força do nome com atuação destacada em outras áreas.

Também há casos de congressistas que, a despeito do parentesco, ou não fizeram uso do sobrenome ou até que são adversários políticos. Existem, ainda, os que desbravaram sozinhos o espaço na política e agora preparam, dentro de casa, seus sucessores. Qualquer que seja a situação, é inegável que o capital político familiar representa uma vantagem em relação aos adversários e um atalho para o sucesso eleitoral.

Conhecer desde o berço os bastidores do meio é apenas um dos diferenciais. Além do poder político, muitos herdam o poder econômico. São mais ricos ou têm mais facilidade de arrecadar dinheiro  para as campanhas eleitorais do que seus concorrentes. Muitos são donos de veículos de comunicação, como rádios e TVs e controlam ainda as principais máquinas partidárias de seus estados.

Caça ao dinheiro

O cientista político Ricardo Costa Oliveira, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), observa que, em vez de diminuir, a influência do parentesco na política, herança da colonização portuguesa, tem crescido no país, principalmente por causa do encarecimento das campanhas eleitorais.

“A política é cada vez mais um negócio de família no Brasil. As eleições estão cada vez mais caras. Muitos políticos bem sucedidos têm de organizar e  possuir uma estrutura de dinheiro, uma estrutura familiar política para beneficiá-los. Os candidatos mais fortes e com boas condições de elegibilidade concentram mais dinheiro e muitas vezes contam com a família na política. Isso é um fenômeno também de reprodução do poder político”, explica o professor.

Nesse ciclo vicioso, sobra pouco espaço para renovação de nomes e ideias. “No atual sistema político, só se elege quem é profissional, quem tem muito dinheiro, quem tem muita estrutura. Quem é amador,  político novo, só com suas idéias, não consegue se eleger de primeira vez, ressalvadas as exceções. Somos uma república de famílias”, avalia o professor, que estuda o tema há mais de 20 anos. Esse tipo de relação não se restringe ao Congresso e à política.

Todos os poderes

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“Quem é que fica andando com 500 mil de um lado para o outro?!”, perguntou, entre nervoso e espantado, o empresário Frederico Pacheco ao lobista Ricardo Saud, da JBS, na tarde do dia 12 de abril deste ano. Fred, como é conhecido o primo do senador Aécio Neves, estava no escritório de Saud, em São Paulo, para apanhar a segunda parcela de R$ 500 mil dos R$ 2 milhões acertados entre o presidente do PSDB e Joesley Batista dias antes. Fred fora designado para a tarefa por Aécio, como registrado em áudio pelo próprio senador: “Um cara que a gente mata antes de fazer delação”. A Polícia Federal monitorava o encontro – uma ação controlada, autorizada pelo ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Fred estava desconfortável. Não aceitou água nem café. Diante dele, numa mesa da sala de Saud, havia uma mala preta abarrotada de pacotes com notas de R$ 50, amarrados com liguinhas de plástico. Fred parecia verbalizar, um atrás do outro, todos os pensamentos que lhe assaltavam: “Onde eu tô me metendo, cara?”. A mala fora providenciada por Florisvaldo de Oliveira. Ele sempre auxiliava Saud nas entregas de dinheiro e mantinha um pequeno estoque delas à disposição. Para entregas a partir de R$ 500 mil, a mala preta era a mais adequada. Acomodava bem meio milhão de reais, até quase R$ 1 milhão em notas de R$ 50, se observado o método correto de organização de maços. Florisvaldo ajudara a recolher o cash para a propina de Aécio na central da JBS que reunia dinheiro vivo de clientes da empresa, como supermercados e distribuidores de carnes – clientes que giravam bastante dinheiro vivo. Essa central era chamada internamente de “Entrepostos”. Abastecia boa parte dos políticos que, como Aécio, pediam a sua parte em dinheiro vivo.

ÉPOCA reconstituiu a cena por meio de gravações autorizadas pela Justiça (ouça um dos áudios) de entrevistas reservadas com participantes da ação controlada. Reconstituiu, também, as outras quatro entregas de dinheiro vivo acompanhadas pela PF entre abril e maio deste ano, na Operação Patmos, resultado das delações dos executivos da JBS. Os cinco pagamentos somaram R$ 2,4 milhões. Foram três entregas de R$ 500 mil destinadas a Aécio, uma de R$ 400 mil destinada ao doleiro Lúcio Funaro e, por fim, uma de R$ 500 mil. Aquela mala preta com rodinhas, que cruzou velozmente as calçadas de São Paulo graças às mãos marotas de Rodrigo Rocha Loures, o “longa manus” de Michel Temer, nas palavras da denúncia da Procuradoria-Geral da República. A reportagem teve acesso, com exclusividade, a dezenas de imagens das malas, pastas e bolsas de dinheiro da JBS sendo estufadas com notas de R$ 50 e de R$ 100. Algumas poucas já eram públicas e outras estavam reproduzidas, em preto e branco, quase que como borrões, em processos no Supremo. O restante do conjunto, no entanto, permanecia inédito. ÉPOCA publica agora as imagens mais pertinentes. A força da íntegra desse material reside na exposição visceral e abundante do objeto que mobiliza o desejo e os atos dos corruptos, políticos ou não, no Brasil ou fora dele: notas, muitas notas, de dinheiro. Amarelas ou azuis. Em malas ou pastas. Recolhidas por familiares ou assessores. Dois meses após a delação da JBS, após semanas e semanas de discussões jurídicas e políticas sobre a crise que se instalou no Brasil, esse elemento tão primário, tão fundamental, ficou convenientemente esquecido.

De acordo com a reconstituição de ÉPOCA, Fred buscou todas as parcelas de R$ 500 mil de Aécio. Começou no dia 5 de abril, voltou no dia 12, já sob monitoramento da PF, e manteve o cronograma nas semanas seguintes: encontrou Saud, no mesmo local, também nos dias 19 de abril e 3 de maio. Cumpria a tarefa enquanto o Brasil conhecia o teor das delações da Odebrecht; enquanto o país assistia aos depoimentos dos executivos da empreiteira, que tanto incriminavam Aécio. “Eu durmo tranquilo”, disse Fred no segundo encontro, logo após racionalizar os crimes que cometia como um ato isolado, que não o definia. “Se eu te contar uma coisa, você não vai acreditar: a única pessoa com quem eu tratei em espécie foi você. A única pessoa que pode falar de mim é você.” Saud deixou-o à vontade para desabafar. “Como é que eu não faço? Tenho um compromisso de lealdade com o Aécio”, disse, antes de começar a contar o dinheiro:

 Um, dois, três, quatro, cinco… Ih, fiz a conta errada. Peraí. O que tem em cada pacotinho desses?
– Eu te ajudo a fechar aqui [a mala].
– Cem, 200, 300…

Foto da mala de dinheiro entregue ao emissário de Aécio Neves em 12 de abril (Foto: reprodução)
Foto da mala de dinheiro entregue ao emissário do senador Aécio Neves em 12 de abril (Foto: reprodução)
Fotos da mala de dinheiro entregue ao emissário do senador Aécio Neves em 12 de abril (Foto: reprodução)

Naquele mesmo dia, relatórios do Conselho de Controle das Atividades Financeiras, o Coaf, registram operações com suspeita de lavagem envolvendo empresas e um assessor do senador Zeze Perrella, aliado de Aécio. Mendherson Souza trabalhava no gabinete do senador e tinha procuração para movimentar contas dele. Já aparecera em outras operações bancárias em cash, com suspeitas de lavagem. Acompanhava o primo de Aécio, como seu ajudante. No mesmo dia, também, Fred telefonou para um conhecido doleiro de São Paulo, de modo a buscar formas de esquentar o dinheiro. Enquanto conferia os valores e colocava parte dos bolos de dinheiro numa bolsa que levara a São Paulo, o primo de Aécio não parava de falar sobre os riscos aos quais estava submetido. “Amanhã eu vou estar com Aécio na fazenda, em Cláudio, e vou falar que já fiz duas e faltam duas. [Fala como se estivesse se dirigindo a Aécio] ‘Só para você entender: estamos nos cercando de cuidados, mas não é uma operação 100% sem riscos.” Ele bolava maneiras de se proteger. E se fosse parado numa blitz? O que diria? “Pensei em fazer um contrato de compra e venda de uma sala, só para andar com um documento na pasta. ‘Não, acabei de vender uma sala. O cara quis pagar em dinheiro’…” Saud só assentia. Prosseguiu Fred: “O país está num momento esquisito. Se eu tiver de voltar aqui, eu faço uma promissória para você, uma mise-en-scène. Mas Deus vai nos proteger”. Antes de sair com a mala, insistiu: “Não tem perigo de filmar aqui? Vocês fazem varredura?”. “Sim, duas vezes por semana. Tranquilo”, disse Saud. A PF registrara tudo. No terceiro encontro, Fred já estava mais à vontade. Pudera. Apesar do discurso, fora ele, segundo as planilhas de propina da JBS, que buscara R$ 5,3 milhões em cash para Aécio, durante a campanha de 2014. Desta vez, as notas eram de R$ 100 – seis pacotões numa mochila cinza. Após repassar a dinheirama para o assessor de Zeze Perrella, ficou para almoçar com Saud. Traçou uma picanha importada, enquanto falava de política e negócios. Lá pelas tantas, Fred perguntou: “Tem alguma chance de Joesley fazer delação? Se fizer, acaba o Brasil. Tem de inventar outro”. Saud só riu.

Fotos da mochila de dinheiro entregue ao emissário de Aécio no dia 19 de abril (Foto: reprodução)
Fotos da mochila de dinheiro entregue ao emissário de Aécio no dia 19 de abril (Foto: reprodução)

No dia seguinte, Florisvaldo teve mais trabalho. Saud precisava entregar R$ 400 mil a Roberta Funaro, irmã do doleiro. Era o mensalinho para manter Funaro, parceiro de negociatas do grupo, em silêncio dentro da prisão. Florisvaldo arrumou uma pasta preta; como as notas eram de R$ 100, seria possível preencher os R$ 400 mil nela. Saud entregou o dinheiro à irmã de Funaro num Corolla. Pediu à filha pequena de Roberta, que acompanhava a empreitada, para esperar num táxi que aguardava as duas: “Deixa o tio conversar com a mãe um pouquinho”. O lobista se sentiu mal com a situação, mas não havia jeito. Era preciso liquidar o assunto. Ele abriu a pasta e pediu que ela contasse o dinheiro. Roberta dispensou. Disse que não era necessário. Agradeceu e embarcou no táxi – e, minutos depois, num Jaguar que a levou para casa.

 Foto da pasta com dinheiro entregue à mulher do operador Lucio Funaro, em 20 de abril (Foto: reprodução)
 Foto da pasta com dinheiro entregue à mulher do operador Lucio Funaro, em 20 de abril (Foto: reprodução)
 Foto da pasta com dinheiro entregue à mulher do operador Lucio Funaro, em 20 de abril (Foto: reprodução)

Uma semana depois, Florisvaldo pôs-se a trabalhar novamente. Mais uma mala preta. Mais R$ 500 mil. Daquela vez, em notas de R$ 50. Era a primeira entrega da semanada acertada entre Saud e Rocha Loures, em troca de um benefício ilegal no Cade a uma empresa do J&F que detinha contrato com a Petrobras. 

Fotos da mala de dinheiro entregue ao emissário de Michel Temer, em 28 de abril (Foto: reprodução)
Foto da mala de dinheiro entregue ao emissário de Michel Temer, em 28 de abril (Foto: reprodução)

A farra das malas da JBS encerrou-se no dia 3 de maio. Foi a vez de Fred, o primo de Aécio, apresentar-se para sua derradeira missão. Florisvaldo cumpriu antes a sua: arranjou uma mala preta semelhante à usada nas entregas anteriores. Separou seis bolos de notas de R$ 100, perfazendo pela quarta vez R$ 500 mil. No total, R$ 2 milhões ao presidente do PSDB. Em troca da promessa de obstruir a Lava Jato e de obter favores ilegais na Vale, onde detém influência, ao grupo J&F. Usou-se o mesmo método das operações anteriores. O primo de Aécio já parecia se acostumar com o papel de mula. 

Quando a operação foi deflagrada, as mulas que botavam a mão no dinheiro da JBS foram presas, a pedido da PGR e por autorização de Fachin. Rocha Loures, Fred, o assessor de Perrella, a irmã de Aécio (que também organizara os pagamentos) – todos presos. A irmã de Funaro foi levada a depor. As semanas se passaram, e as solturas, tão criticadas por aqueles que combatem e estudam crimes de colarinho branco, não tardaram. Fachin concedeu prisão domiciliar a Rocha Loures – e este conseguiu furar a fila por uma tornozeleira. A Primeira Turma do Supremo, sob relatoria do ministro Marco Aurélio Mello, concedeu domiciliar para os demais envolvidos. O primo de Aécio ganhou domiciliar. A irmã de Aécio ganhou domiciliar. O assessor que ajudou Aécio ganhou domiciliar.

Aécio foi afastado por Fachin do exercício do mandato de senador e denunciado pela PGR, mas o Supremo devolveu-o ao cargo – e ainda não analisou a denúncia. Marco Aurélio Mello disse que Aécio tem uma “carreira política elogiável”. Até agora, o Supremo gastou mais tempo debatendo a validade das malas de dinheiro da JBS do que os casos daqueles que as receberam. Temer derrubou a primeira denúncia contra ele, por corrupção passiva, na Câmara. 

Em nota enviada a ÉPOCA, a defesa do senador Aécio Neves disse que os recursos recebidos da JBS são provenientes de um contrato de empréstimo, e que Joesley Batista se usou desse empréstimo para “única e exclusivamente forjar uma situação criminosa que lhe desse o benefício da delação premiada”. A nota não esclarece se Aécio pagou o empréstimo. A defesa diz que o senador é vítima de uma farsa. “Não existem provas que fundamentem as acusações de propina e favorecimentos ilegais. Também inexistem quaisquer atos do senador que possam ser considerados de obstrução aos trabalhos da Lava Jato.”

A defesa do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures disse que não vai se manifestar. A defesa de Roberta Funaro afirmou que em momento algum sua cliente teve ciência de que poderia estar envolvida em objeto ou ação ilícita. Os advogados de Lúcio Funaro disseram que têm atendido a todas as necessidades processuais.

Procurado, o Palácio do Planalto não se manifestou.

Fotos da mala de dinheiro entregue ao emissário do senador Aécio Neves em 3 de maio (Foto: reprodução)
Foto da mala de dinheiro entregue ao emissário do senador Aécio Neves em 3 de maio (Foto: reprodução)

A conta do ex-prefeito Adeilson Lustosa (Delson), referentes ao mandato do ano de 2010 foi rejeitada, na sessão ordinária da Câmara Municipal de Santa Terezinhade – PE, desta quarta-feira 02.08.17. Seriam necessários 2/3 (seis votos) para ser aprovada a referida conta. Mas só cinco (05) parlamentares votaram a favor e quatro (04) votaram contra. 

  Este blog é um canal de informação e imparcialidade. 

TCE

O presidente Manoel Gonçalves (Manoel Grampão) deu abertura a sessão da Câmara Municipal de Santa Terezinha – PE.

Acesse o vídeos

TCE

PARECER Nº 006/2017 EMENTA: Analisa a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Santa TerezinhaPE

TCE

Vejam como votaram cada vereador.

Acessem o vídeo.

PAUTA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 02/08/2017.

EXPEDIENTE

N°. DE ORDEM. PROPOSIÇÃO ASSUNTO

  1. Leitura da Ata da Sessão Anterior.

ORDEM DO DIA (PARA VOTAÇÃO)

Nº. DE ORDEM  PROPOSIÇÃO ASSUNTO

  1. PARECER Nº 006/2017 EMENTA: analisa a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Santa Terezinha, referente ao Exercício Financeiro de 2010, as quais o tribunal de Contas do Estado julgou irregulares, e dá outras providências.

COMISSÃO DE PLANEJAMENTO, FINANÇAS, ORÇAMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO.

  1. PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 002/2017
  2. EMENTA:  Aprova as Contas do Executivo Municipal relativo ao exercício de 2017.COMISSÃO DE PLANEJAMENTO,FINANÇAS,ORÇAMENTO E DESENVOLVIMENTO 

ANDRÉ FERREIRA DE OLIVEIRA

1°. SECRETÁRIO

“…tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4.13).

É muito fácil entender mal um versículo assim. O lemos e imediatamente pensamos em centenas de coisas que não conseguimos fazer. No mundo físico, por exemplo, pensamos em alguma acrobacia ridícula que exigiria poderes sobre-humanos. Ou pensamos em alguma grande proeza mental que está muito além de nós. Então estas palavras se tornam uma tortura para nós, ao invés de um conforto.

O que o versículo na verdade quer dizer, claro, é que o Senhor nos dará poder para fazer qualquer coisa que Ele queira que façamos. Dentro do círculo da Sua vontade não há impossibilidades.

Pedro sabia deste segredo. Ele sabia que, por si só, não poderia andar sobre as águas. Porém, também sabia que se o Senhor lhe havia dito para fazê-lo, ele conseguiria. Assim que Jesus disse “Venha”, Pedro saiu do barco e caminhou sobre as águas até Ele.

Normalmente uma montanha não vai se lançar ao mar ao meu comando. No entanto, se esta montanha estiver entre mim e o cumprimento da vontade de Deus, então posso dizer “Saia do caminho” e ela o fará.

O ponto central é que “Sua vontade é Sua capacidade”. Portanto, Ele proverá a força para enfrentarmos qualquer desafio. Ele me capacitará para resistir a cada tentação e vencer cada hábito. Ele me fortalecerá para ter uma vida de pensamentos limpos, motivos puros e para sempre fazer aquilo que agrada ao Seu coração.

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… uma luz brilhou na cela” (Atos 12.7).

“Tiago – meu irmão!” – Como Pedro deve ter sofrido quando soube da execução de Tiago. Ele foi decapitado por ordem de Herodes. Agora o próprio Pedro estava na prisão. Acorrentado. Vigiado por 16 soldados. O choque sofrido pela igreja foi profundo. Quem seria o próximo?

Você conhece algo semelhante? Subitamente tudo escurece em sua vida. Nuvens negras o amedrontam. A pressão das circunstâncias está como um peso em sua alma. A sua fé começa a vacilar. E agora? Como consigo me arranjar com a realidade da situação? Devo me resignar? Devo contar com o pior? Ah, como me alegro toda vez que leio essas palavras: “… mas a igreja orava intensamente a Deus por ele” (Atos 12.5). Enquanto isso, Pedro dormia tranquilamente como uma criança nos braços de sua mãe. No entanto, o céu estava alarmado. Um anjo desceria para libertar Pedro da prisão. E, devido à presença do anjo, subitamente ficou claro como o dia na cela. A luz de Deus preencheu o local.

Então houve a imediata ação de libertação. Um toque no lado e o chamado: “Pedro, depressa, levante-se!”. As correntes caíram de seus braços – simples assim! Pedro vestiu o manto, pegou o cinto e as sandálias e, sonolento, seguiu caminhando após o anjo. A porta para a liberdade abriu-se por si. Somente então Pedro se deu conta de que a mão de Deus estava agindo.

Enquanto isso, a igreja estava de joelhos. Os intercessores estavam batendo incessantemente às portas de Deus. Que maravilhosa comunhão de oração é essa quando o coração do Pai Celestial é importunado!

A seguir, Pedro estava diante da porta. Ele bateu, insistiu, queria entrar na casa, esperou impaciente que alguém lhe abrisse. A serva da casa, a querida Rode, ouviu a conhecida voz de Pedro e imediatamente voltou para a sala e anunciou, alarmada, aos intercessores que estavam aos prantos: “Pedro está diante da porta!”. Os outros, porém, achavam que ela não estava bem da cabeça: “Você não é normal! – Você está fora de si!”.

Sim, nós somos exatamente assim! Oramos, mas não cremos. Clamamos, mas não esperamos que algo aconteça. Deus, já há algum tempo, ligou a luz, mas nós ainda permanecemos com os olhos fechados.

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O encerramento do terceiro encontro de mulheres da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São José do Egito-PE, na noite de 30/07/17, foi um pentecoste total, o  qual deixou os presentes com o coração cheio de alegria, pela presença do Espírito Santo no meio da Igreja. 

  O coral formado por cerca de 100 mulheres contagiou de alegria o ambiente, deixando todos felizes e regozijados. A pregação da Palavra ficou por conta do irmão Júnior, vindo de Afogados da Ingazeira-PE, que falou fortemente aos corações dos presentes, onde três pessoas aceitaram Jesus.

  O encontro deste ano trouxe o tema que está no livro de Atos 1:14 “E as mulheres perseveravam unânimes em oração e súplicas”.

A IEAD tem a direção geral do Pastor Ailton José Alves (pastor presidente) e o pastor supervisor do campo de São José do Egito (evangelista Dário Gomes)

(Evangelista Dário Gomes)

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Este blog fez a cobertura do evento nas duas noites (sábado e domingo). Veja na íntegra fotos e vídeos.

O 3°Encontro de Mulheres da IEAD, aconteceu neste dia 29/07/17, em São José do Egito- PE. Reunindo mulheres de comissão,  pertencente ao campo da referida cidade: São José, Santa Terezinha, Itapetim, Tuparetama e Brejinho. Estavam presesentes dentre outros, a comissão de Afogados da Ingazeira e o preleitor enviado pelo o pastor presidente, o qual pregou a Palavra no texto do Livro de Ester.

  As mulheres juntas, formaram um lindo coral, com louvores de agradecimento e engrandecimento ao nome que é sobre todos os nomes: o Senhor e Salvador JESUS CRISTO. Todos unânimes numa só fé foram alimentados espiritualmente e saíram regozijados pela presença do Senhor.


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A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São José do Egito PE, estará realizando o 3°Encontro de Mulheres nos dias 29 e 30/07/17 (sábado e domingo).
           Com o tema: E COM AS MULHERES PERSEVERAVAM UNÂNIMES EM ORAÇÃO E SÚPLICASAtos 1:14. No sábado será a abertura às 19 hs, domingo à tarde festividade e a noite encerramento. 
          A Igreja fica localizada na Rua Francisco Santana, 6 – centro.
A direção sob o pastor presidente Ailton José Alves e o pastor e evangelista local Dário Gomes.
          Sintam-se convidados.  Deus tem uma Palavra para vocês e louvores, com convidados e com as mulheres dos círculos de oração que fazem parte das igrejas pertencentes a este campo. Não percam.
          Este www.blogdozefreitas.com.br – fará a cobertura total das duas noites de festividades.

No mês de setembro no mundo todo acontece a “Campanha de prevenção ao suicídio”, conhecido como o “Setembro Amarelo”. No Brasil a campanha passou a existir no ano de 2013, trazida pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria. Em Santa Terezinha-PE este foi o primeiro ano em que foi promovido um evento no qual abordou sobre a temática. O evento aconteceu na última quarta-feira, dia 28, organizado pelo Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) e contou com a participação de palestrantes convidados, o Padre Elton Ferreira, o Pastor Sheidi Takehiro e o médico psiquiatra Darllyson Rocha. O objetivo foi capacitar os profissionais da saúde e da assistência social do município, trazendo informações que podem ajudar a desmitificar a cultura e o tabu em torno do tema e auxiliar estes profissionais a identificar, acolher, cuidar, instruir seus pacientes e saber que medidas tomar. Todos os anos são registrados cerca 11 mil suicídios no Brasil e mais de um milhão em todo o mundo, o que é um dado alarmante. As entidades médicas acreditam em uma sociedade engajada na defesa pela vida e em gestores comprometidos com políticas públicas que realmente transformem esse cenário. É possível prevenir o suicídio, desde que os profissionais de saúde, de todos os níveis de atenção, estejam aptos a reconhecer os seus fatores de risco.

'Tesourômetro' é inaugurado na UFMG.  (Foto: Carol Prado/UFMG/Divulgação)

‘Tesourômetro’ é inaugurado na UFMG.

(Foto: Carol Prado/UFMG/Divulgaçã

Representantes de universidades e de trabalhadores do ensino superior afirmam que o impacto do corte de gastos imposto pelo Ministério da Educação (MEC) já muda a rotina de campi pelo país, e que muitas instituições só têm dinheiro para custeio até setembro. Cortes em diferentes setores, demissões de terceirizados e busca por parcerias viraram estratégia para fugir das dívidas (veja, abaixo, exemplos de medidas tomadas pelas universidades).

O “custeio” das universidades representa os gastos como contas de luz, água, manutenção e pagamento de funcionários terceirizados. Por lei, não são despesas obrigatórias para o governo e, por isso, estão sujeitas a cortes, caso haja contingenciamento. Também pode sofrer cortes a verba de despespas de “capital”, ou “expansão e reestruturação”, ou seja, as obras realizadas nos prédios das instituições.

Neste ano, o contingenciamento foi anunciado pelo governo federal em março, e atingiu R$ 3,6 bilhões de despesas diretas do Ministério da Educação (além de R$ 700 milhões em emendas parlamentares para a área de educação). Em nota enviada ao G1, o MEC deu detalhes sobre como esse contingenciamento afetou as universidades e institutos federais considerando os gastos de funcionamento das instituições e de obras. Levando em conta o total previsto no orçamento de 2017 para essas duas despesas, o corte foi de 15% do orçamento para o custeio e de 40% da verba para as obras. A pasta explicou ainda que esse corte não é definitivo.

A situação fez com que as universidades e institutos apertassem ainda mais os gastos, já que o orçamento para essas duas despesas em 2017 já era entre 8,1% e 31,1% menor do que o de 2016 (compare nas tabelas abaixo):

Orçamento das universidades federais

  2016 2017 Diferença
Gastos de funcionamento R$ 5,211 bilhões R$ 4,733 bilhões -9,2%
Gastos com obras R$ 1,630 bilhão R$ 1,123 bilhão -31,1%

Orçamento dos institutos federais

  2016 2017 Diferença
Gastos de funcionamento R$ 2,058 bilhões R$ 1,892 bilhão -8,1%
Gastos com obras R$ 285,2 milhões R$ 257,4 milhões -9,8%

Verba cobre gastos até setembro, diz sindicato

O Sindicato Nacional dos Docentes (Andes) diz que os reitores das universidades federais relatam que o dinheiro proveniente dos recursos federais para despesa e manutenção será suficiente somente até o mês de setembro. Para tentar contornar o problema, renegociações de contratos e outras economias básicas se tornaram prioridade, segundo explica o professor Jacob Paiva, secretário do Andes.

“Em muitos lugares os funcionários terceirizados foram demitidos e as universidade estão quase inviáveis. Como funcionar sem ter alguém que faça a limpeza ou que faça a segurança” – Jacob Paiva, secretário do Andes

Segundo Paiva, as instituições não conseguem reverter o acúmulo de um possível saldo devedor com pequenas ações. “Como, por exemplo, com campanhas de uso racional de energia elétrica como fez a Universidade Federal do Amazonas. Mas de qualquer forma a economia é muito pequena.”

Jacob Paiva é contrário à cobrança de cursos de qualquer finalidade por parte de instituições públicas e rebate a crítica de que não falta dinheiro, e sim, eficácia na gestão dos recursos. “Há um controle da gestão, sempre dá para aprimorar, mas o problema é a diminuição de recursos em um contexto de expansão. Há precarização e diminuição da qualidade do trabalho.” Como solução, a Andes defende a aplicação de 10% do PIB na educação exclusivamente em instituições públicas.

MEDIDAS PARA BUSCAR ECONOMIA

Detentos na limpeza dos prédios

O pró-reitor de Planejamento da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Anilton Salles, afirma que a instituição firmou parceria com a secretaria estadual de Justiça para que até 150 presos atuem na limpeza do campus. A Ufes começou este mês com 20 detentos atuando no setor.

Mato alto e falta de limpeza eram reclamações de frequentadores da Ufes (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Mato alto e falta de limpeza eram reclamações de frequentadores da Ufes

(Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Renegociação de contrato com terceirizados

A maioria das universidades consome a maior parte dos recursos de custeio com o pagamento de serviços terceirizados, como limpeza e segurança. Na UnB, 75% dos orçamentos é para terceirizados. Em praticamente todas as instituições há relatos de diminuição dos serviços, e em algumas já foram praticadas demissões de funcionários.A UnB já demitiu 134 trabalhadores da limpeza, 14 jardineiros, 37 da manutenção, 22 da garagem, 32 vigilantes, 62 das portarias e 8 da copa. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), dos 129 vigilantes da instituição, 56 já foram demitidos. Já a reitoria da UFPel demitiu 50 funcionários e extinguiu 30% das bolsas de pesquisa e de extensão.

Cartazes espalhados pelo campus Darcy Ribeiro contra a demissão de terceirizados (Foto: Arquivo Pessoal)

Cartazes espalhados pelo campus Darcy Ribeiro contra a demissão de terceirizados

(Foto: Arquivo Pessoal)

Controle de gastos com laboratórios, telefone, água e luz

Na Universidade Federal do Paraná (UFPR), uma das formas de contornar a falta de verba foi trocando lâmpadas menos eficientes por mais modernas, de LED. Além disso, a ordem geral é para redução de gastos de custeio, diminuindo o uso de papel, água, telefone e energia elétrica em geral. Na Universidade Federal do Piauí (UFPI) já há reclamação por falta de insumos nos laboratórios da graduação. Na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o reitor Pedro Rodrigues Curi Hallal afirma que já há dificuldade para quitação de boletos básicos. “Afora a absoluta insuficiência da verba de capital, estamos tendo dificuldades quanto ao pagamento das contas regulares da universidade, especialmente as que dizem respeito aos serviços terceirizados e às despesas com energia elétrica, água e telefone”, disse. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) critica o contingenciamento, mas busca sobretudo avançar na economia de energia. A instituição, que, em junho, sofreu com o corte do fornecimento de energia elétrica, lançou uma campanha interna para reduzir 25% do consumo. “Logramos redução significativa em gastos com limpeza e segurança, mas ainda não conseguimos reduzir a nossa maior conta: o gasto com energia elétrica”, afirmou a UFRJ em nota.

Paralisação de obras e redução em bolsas

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) afirma que tem 42 obras paradas, algumas já desde 2013. E que a estimativa é que somente um aporte de R$ 20 milhões exclusivamente para esse fim poderia garantir a retomada dos projetos. A Universidade Federal do Acre (Ufac) é uma das instituições onde os administradores apontam que até obras de manutenção dos campi e investimento em infraestrutura prejudicados. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), os pesquisadores relatam redução em bolsas e pesquisas, o que compromete a qualidade do ensino.

BRASÍLIA – Diante de um quadro fiscal marcado por dificuldades, a equipe da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, está fechando uma proposta orçamentária que não deve incluir aumento para os ministros da Corte. Atualmente o salário dos ministros é de R$ 33,7 mil, o teto do funcionalismo público.  A previsão orçamentária do STF para 2018 deve ficar na faixa de R$ 700 milhões, segundo apurou o Estado.

Cármen Lúcia
A ministra Cármen Lúcia preside sessão no Supremo Tribunal Federal Foto: André Dusek/Estadão

 Apesar da movimentação política do Conselho Superior do Ministério Público Federal, que incluiu um aumento de 16,3% para os procuradores do MPF ao custo de R$ 116 milhões em 2018, a presidente do STF segue sem disposição de levantar a bandeira do reajuste dos ministros em um cenário de crise. Cármen está empenhada em cortar mais despesas da Corte. A proposta orçamentária elaborada pela equipe de Cármen deve ser discutida em uma sessão administrativa do STF prevista para o dia 9 de agosto. Os ministros do STF costumam aprovar o que for recomendado pela administração sem criar polêmicas – mesmo assim, a expectativa é a de que o reajuste seja um dos principais temas discutidos na sessão. A falta de engajamento de Cármen no aumento dos ministros pode enfraquecer o pleito dos procuradores, já que as duas questões estão atreladas – o salário do procurador-geral da República é o mesmo dos ministros do STF. Mesmo assim, o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti, acredita que a ministra pode ser convencida pelos colegas a ceder. “O orçamento não é da presidente do STF, e sim do STF, avaliado pelo plenário da Corte. A ministra Cármen Lúcia tem a característica de ouvir o colegiado, é uma pessoa que tem muito respeito pelos seus colegas”, disse. Um dos temores da ministra é o efeito cascata que um reajuste para os ministros da Corte provocaria no Judiciário e Ministério Público dos Estados. 

Inicial. A inclusão do reajuste dos procuradores do MPF não estava na proposta orçamentária inicial elaborada pela equipe do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

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O número de acessos móveis à internet no país ultrapassou a marca de 200 milhões, de acordo com balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). A associação disse que, no mês de junho, o número de acessos nas tecnologias 3G e 4G chegou a 202 milhõesSegundo a Telebrasil, associação que representa as operadoras do setor, ao todo 5.030 municípios já contam com infraestrutura móvel de internet, cobrindo localidades onde moram 98,4% da população brasileira.

Os acessos em 4G apresentaram o maior crescimento, subindo 103% nos últimos 12 meses. A Telebrasil informou que o sinal 4G já chega a 2.654 municípios, atingindo 80,6 milhões de acessos em junho.

No que diz respeito a cobertura 3G, houve a ativação das redes em 226 novos municípios nos últimos 12 meses, alcançando um total de 5.030 municípios. ˜Esse número de cidades ultrapassa em muito a meta que deveria ser cumprida somente em dezembro de 2017, que é de 4.417 municípios”, disse a associação.

Segundo a Telebrasil, os dados de junho de 2017 “mostram um total de 229,6 milhões de acessos no país”, se consideradas as redes de internet fixa e móvel. “Destes, 27,5 milhões são de acessos fixos de internet, segmento que cresceu 5% desde junho do ano passado, com 1,3 milhão de novos acessos.”

istoé

147 – O presidente da Câmara e primeiro na linha sucessória presidencial, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou as movimentações de articulação política feitas por Michel Temer sob a alegação de que não haverá quórum para votar a denúncia de corrupção passiva feita pela Procuradoria Geral da República na semana que vem. “Na minha opinião, haverá quorum”, disse Maia. Planalto reconhece que possui apenas 247 dos 342 votos necessários para barrar o andamento da denúncia. 

“O Brasil precisa de uma definição sobre esse assunto e não se pode, do meu ponto de vista, respeitando a opinião de cada um, se jogar com um assunto tão grave como uma denúncia oferecida pela PGR contra o presidente da República”, disse Maia após um almoço com o prefeito de São Paulo em exercício, Milton Leite (DEM).

Maia negou que o jantar que teve com Temer, realizado no Jaburu nesta quinta-feira (27), tenha servido para definir estratégias para a votação da denúncia pelo plenário da Câmara. “Nosso papel é votar. Quem quiser vota sim, quem quiser vota não. Mas não votar é manter o país parado”, enfatizou.

Agência Brasil

Entre as obras impactadas com a redução do PAC está o programa Minha Casa Minha Vida

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciou um novo contingenciamento no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Dessa vez, o corte será de R$ 7,487 bilhões do orçamento para 2017 destinado ao programa, que inicialmente era de R$ R$ 36,071 bilhões. Com o corte, o programa vai encolher para R$ 19,686 bilhões, queda de 45,3%. Em março, o Ministério do Planejamento já havia anunciado o congelamento de R$ R$ 10,5 bilhões no principal programa na área de infraestrutura do país. No total, o governo vai bloquear e remanejar recursos no valor de R$ 8,1 bilhões com o objetivo de cumprir a meta fiscal, que tem como déficit R$ 139 bilhões.

Na última semana, o presidente autorizou o aumento das alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina, o diesel e o etanol. Com a medida, o governo espera arrecadar o valor de R$ 10,4 bilhões até o final deste ano. O aumento não deve parar por aí. De acordo com a equipe econômica, o aumento de novos tributos para equilibrar as contas públicas também não está descartado pelo governo.

Na contramão do corte de verbas, do remanejamento e do aumento de tributos para cumprir a meta fiscal de 2017, nos últimos meses Temer distribuiu R$ 15 bilhões em programas e emendas parlamentares em troca de voto para barrar a denúncia da Procuradoria-geral da República (PGR) contra ele por corrupção passiva na Câmara.

Impactos do remanejamento

O corte no orçamento do programa impactará investimento em infraestrutura, em áreas como saneamento, habitação, transporte, energia e recursos hídricos. De acordo com o ministro, o bloqueio de recursos do PAC não deve resultar, de imediato, na paralisação de obras públicas. “Em princípio, isso não deve implicar na suspensão imediata de obra nenhuma, uma vez que há a perspectiva de que haja uma recomposição desses recursos ainda no decorrer do ano”, disse o ministro.

A redução dos repasses para o programa impactou, principalmente, o Ministério das Cidades, órgão responsável pela maioria das obras do programa. A pasta teve corte de R$ 3,476 bilhões, o maior da Esplanada. Em seguida, aparecem os ministérios da Defesa, com corte de R$ 1,358 bilhões, Transportes sofreu impacto de R$ 1.168 bilhões, Educação de R$ 550 milhões, e Integração Nacional de R$ 400 milhões.

Os outros ministérios atingidos pelo novo contingenciamento são: Cultura, Desenvolvimento Social e Agrário, Ciência, Tecnologia, Esporte, Minas e Energia, Planejamento e a Presidência da República.

O governo também pretende remanejar recursos de emendas parlamentares. De acordo com o ministro, o governo procura reaver R$ 2,1 bilhões em precatórios não sacados por seus beneficiários; R$ 2,5 bilhões com a outorga de aeroportos; e R$ 1 bilhão com a privatização da Lotex.  O remanejamento beneficiará áreas consideradas essenciais pelo governo. Pelo menos R$ 2,2 bilhões serão destinados a fiscalização de trabalho escravo; defesa civil; Polícia Rodoviária Federal; Polícia Federal; sistema de controle do espaço aéreo; agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

brasil247

Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Faz alguns dias, o procurador federal Carlos Fernando Lima, da força tarefa do Ministério Público Federal, em Curitiba, tem acusado o golpe – literalmente. Primeiro, admitiu que os golpistas que estão no poder nunca quiseram combater corrupção nenhuma, mas apenas tirar a presidenta Dilma Rousseff do poder. Agora, reconhece que a Operação Lava Jato ficou velha e sem recursos. Faltou a Carlos Rodrigues, contudo, a hombridade para admitir qual foi o verdadeiro objetivo da Lava Jato e de seus apoiadores de ocasião: transformar uma operação policial em um instrumento para derrubar um governo popular, eleito democraticamente, para, daí então, iniciar um processo contínuo de destruição de setores essenciais da economia do Brasil: construção pesada, gás, petróleo e carnesE, claro, destruir o projeto político do Partido dos Trabalhadores e inviabilizar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. Mas foi justamente aí que a Lava Jato fracassou. Não imaginavam que um homem como Lula, atacado covardemente por grupos encastelados no Judiciário, no Ministério Público e na mídia, fosse resistir bravamente a tudo e a todos – e ressurgir ainda mais forte e popular, como o próprio PT e seus militantes. Não sabiam, esses heróis de papelão da Lava Jato, que o PT são milhões de Lulas que não se dobram às injustiças, venham elas de onde vierem. E é isso que nos anima, a mim e a todos os companheiros do partido, a continuar lutando, até que consigamos trazer a democracia de volta ao País e, finalmente, restabelecer o patamar de desenvolvimento e dignidade dos tempos em que Lula e Dilma governaram a nação. Por isso, o procurador Carlos Fernando, ao invés de ficar choramingando, cinicamente, na mesma mídia na qual se apoiou para destruir o País, deveria era pedir desculpas ao povo brasileiro.

brasil247

Motivação: o líder é responsável pelo ânimo da equipe: size_960_16_9_desmotivacao.jpg© AndreyPopov size_960_16_9_desmotivacao.jpg

Dúvida de leitor: Sou líder, mas algumas pessoas da minha equipe estão acomodadas, desmotivadas ou estagnadas. Podem dar indicações de livros para lidar com esse tipo de funcionário?

Constantemente sou consultado sobre como lidar com pessoas que se mostram acomodadas e desmotivadas. No trabalho, normalmente a motivação surge, ou desaparece, como consequência das atitudes da liderança, que em alguns casos são responsáveis pelo baixíssimo grau de motivação e comprometimento da equipe – essa é uma das queixas mais frequentes entre profissionais que ocupam cargos de liderança e gestão de pessoas. Entretanto, eles esquecem que, ao apontar o dedo indicador para os colaboradores, na verdade, há outros três dedos da mão apontando para si próprios. A base da motivação está no relacionamento e na comunicação entre o líder e seus liderados, e é justamente aí que os problemas são mais recorrentes, por uma série de fatores, tais como: comunicação agressiva, relacionamento distante, falta de objetivos claros, ausência de feedback, broncas inúteis e depreciativas. Manter uma equipe motivada exigirá atitudes que estejam alinhadas com os anseios dos colaboradores e os façam se sentir respeitados e valorizados.

Necessidades

O ser humano tem necessidades que são fundamentais e precisam ser atendidas no ambiente de trabalho. Uma dessas necessidades é a de ser ouvido. O indivíduo quer expressar suas opiniões, dar suas ideias, usar da criatividade, mas muitas vezes é tolhido e se sente pouco valorizado. Portanto, se você como líder dispuser de 60 minutos para conversar com sua equipe, dedique 45 minutos para ouvir e 15 para falar. Desses 15 minutos que você tem para falar, dedique 10 para fazer perguntas e use os 5 minutos restantes para dar sua palavra final. Com essa atitude você estará praticando o “saber ouvir” e atendendo à primeira necessidade básica. Outra necessidade é a de ser reconhecido. Toda pessoa precisa de reconhecimento. Não é uma questão de orgulho, egoísmo ou imaturidade. O ser humano, desde suas etapas mais jovens, precisa do respeito e do carinho de todos aqueles que o rodeiam. Isso se inicia no círculo familiar e se estende para todos os outros núcleos de convívio, como escola, faculdade e trabalho. Uma forma de você, como gestor de equipe, suprir essa necessidade é expressar seu reconhecimento quando perceber que houve uma dedicação especial por parte da equipe, ou de um membro isoladamente, para um trabalho ficar bem feito. Cumprimente, elogie! As pessoas se sentem felizes quando são notadas, amadas, reconhecidas, e assim você estará atendendo a essa segunda necessidade básica. E há também o direito de o ser humano errar. Já dizia Einstein: “Quem nunca errou nunca experimentou nada novo”. As pessoas querem fazer diferente, inovar, sair do rotineiro, fazer melhor. Quando esses anseios são tolhidos, as pessoas se sentem acomodadas dentro de um sistema que não muda e não progride. É preciso que o gestor incentive, desafie os membros da equipe a inovar, mesmo que com isso eles cometam erros. As pessoas querem crescer aprendendo com seus tropeços. O verdadeiro sentido de ter o direito de errar diz respeito ao entendimento de que erros acontecem justamente pela tentativa de realizar coisas. E é isso que as pessoas querem. Quando essas necessidades são atendidas, a probabilidade de manter as pessoas talentosas motivadas e comprometidas é grande.

msn

Atos serão realizados em várias capitais do país para acompanhar a votação da denúncia contra Temer

Os movimentos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular organizam, para a próxima quarta-feira (2), um protesto contra o presidente Michel Temer (PMDB) em frente ao Congresso. O ato será realizado no dia em que a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o peemedebista, por corrupção passiva, será analisada no plenário da Câmara, em votação aberta, nominal e transmitida ao vivo por canais de comunicação. Anunciada com o objetivo de acompanhar a deliberação dos deputados, a iniciativa servirá para protestar também contra as reformas da Previdência e trabalhista – no caso da reforma trabalhista, já transformada em lei –, e reforçar bandeiras como “fora Temer” e “Diretas Já”. A decisão da Câmara, prevista para ter início na próxima quarta-feira (2), será tomada na esteira de mais um recorde negativo da gestão Temer. O ato, que conta com o apoio dos principais movimentos sociais do país, reproduzir-se-á por várias capitais brasileiras. A denúncia contra Temer – inédita ao envolver um presidente por suspeita de crime no exercício do mandato – inicialmente estava prevista para ser analisada antes do recesso parlamentar, como queria o governo, mas acabou ficando para a volta da pausa legislativa. Sob pressão da oposição e com a maior rejeição popular de um chefe de Estado em 30 anos, o Congresso decidirá se o Supremo Tribunal Federal (STF) pode ou não dar andamento à investigação, que apura acusações de que o peemedebista, entre outros desmandos, recebeu propina do Grupo JBS. O caso ficou marcado pela mala de R$ 500 mil transportada pelo deputado suplente Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), um dos principais auxiliares do presidente, correndo por uma rua de São Paulo.

Cada estado definirá o formato do ato ou atividade, mas a secretaria da Frente divulgou uma circular para que as organizações se empenhem para colocar telões para acompanhamento da votação. Além disso, a Frente orientou que as entidades façam pressão até o último momento para mudar o posicionamento dos deputados favoráveis ao presidente.

No dia 13 de julho, após liberar bilhões em emendas parlamentares e operar mais de 20 trocas de deputados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, na fase inicial da análise sobre o caso, o governo conseguiu mobilizar a base aliada para rejeitar o relatório do deputado Sérvio Zveiter (PMDB-RJ), favorável à admissão da denúncia. O relatório aprovado e a ser examinado em plenário, de autoria do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), recomenda o arquivamento da denúncia.

Dados divulgados nessa quinta-feira (27) pela pesquisa Ibope/CNI apontam que o presidente tem apenas 5% de aprovação na sociedade. E o percentual pode ser ainda menor, pois a pesquisa foi realizada antes do anúncio do aumento dos combustíveis autorizado por Temer, fato que pesaria ainda mais sobre ele diante da opinião popular. Na última semana, por meio de decreto, o governo aumentou as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina, o diesel e o etanol.

Em todo o país

No Rio de Janeiro, será feita uma vigília no centro da cidade. Em Brasília, a manifestação será em frente ao Congresso Nacional, palco de protestos que descambaram para a batalha campal, em 24 de maio, depois da ação de vândalos – para a oposição a Temer, algo tramado e executado por infiltrados ligados ao governo com o objetivo de provocar o uso da força pela polícia e, consequentemente, a confusão generalizada, passível de dispersão forçada. A concentração na área central do poder está prevista para as 17 horas. Durante a reunião do coletivo nacional, os movimentos ressaltaram os impactos da reforma trabalhista para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras. Nesse sentido, encaminharam a realização de uma outra campanha para revogar a lei recentemente aprovada, que desmonta a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) ao alterar ou revogar mais de cem de seus dispositivos. No dia 13 de julho, após aprovação na Câmara e no Senado, Temer sancionou a reforma trabalhista. Na ocasião, os protestos estavam enfraquecidos, com adesão restrita a centrais sindicais e representantes de classe. Para as lideranças que compõem a Frente Brasil Popular, é fundamental que as atividades para conscientizar a sociedade sobre o impacto da reforma da Previdência sejam retomadas, agora que a trabalhista já virou lei.

Durante o mês de agosto, os movimentos pretendem promover diversos atos. Serão promovidos debates reunindo entidades como a Jornada das Juventudes Brasileiras, formada por jovens de diferentes organizações, a União Nacional dos Estudantes e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas.

SERVIÇO

Calendário da Frente Brasil Popular:

2 de agosto – Atos públicos na capitais para exigir dos deputados o voto contra Temer na denúncia da PGR.

14 a 18 de agosto – Jornada de lutas da Juventude Brasileira. A Frente incorporará essa semana no seu calendário para realizar ações de agitações nos municípios de denúncia à Reforma da Previdência. O dia 17 de agosto será o dia central de mobilizações, que se chamará Ocupa Brasil.

1 a 3 ou 8 a 10 de dezembro – De acordo com definição do Coletivo nacional será realizado a II Conferência da Frente Brasil Popular em dezembro deste ano. A Operativa está apontando o indicativo de duas datas possíveis para a realização dessa atividade em função da disponibilidade de estrutura. Nos próximos dias será anunciada a data definitiva.

Calendário Geral dos Movimentos:

2 de agosto – Dia da votação no Congresso Nacional do afastamento de Temer – Grande Ato político pelo Fora Temer.

11 de agosto – Tribunal popular que julgará a Lava Jato, em Curitiba

11 de agosto – Posse da Diretoria da UNE no Largo São Francisco em São Paulo

14 a 18 agosto – Jornada Nacional da Juventude Brasileira e Ocupa Brasil: realização de ações de agitação nos municípios.

17 de agosto – Dia central de mobilização do Ocupa Brasil: atos nos municípios denunciando Reforma da Previdência.

28 e 31 de agosto – Congresso da CUT – São Paulo

4 a 7 de setembro: Jornada Nacional em Defesa da Soberania: atividades em defesa da Petrobras, das estatais, e denúncia da ação do capital estrangeiro nas terras, recursos naturais, transnacionais, etc.

3 de outubro – Aniversário da Petrobrás – Grande ato no Rio de Janeiro

16 a 18 de novembro – Encontro da Jornada pela Democracia e contra o neoliberalismo em Montevideo.

1 a 3 ou 8 a 10 de dezembro – II Conferência Nacional da FBP

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