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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

Médicos cubanos que permaneceram no Brasil estão impedidos há 8 meses de exercer profissão. - Créditos: Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

                                                                 

Médicos cubanos que permaneceram no Brasil estão impedidos                                                               há 8 meses de exercer profissão. / Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

O governo Bolsonaro continua enfrentando problemas paras preencher as vagas deixadas pelos 8 mil cubanos que atendiam pelo Mais Médicos no país – e que deixaram o programa após os ataques do presidente ao trabalho dos profissionais. Desde então, o governo lançou sucessivos editais para preenchimento das vagas ociosas, sem êxito. Além disso, cerca dos 15% dos médicos brasileiros que aderiram ao programa, em substituição aos cubanos, abandonam os postos após três meses de atuação.

Nesta sexta-feira (12), encerra-se o prazo de um novo edital para preencher 600 vagas do programa. A primeira etapa era voltada a profissionais formados no Brasil e agora é para brasileiros titulados no exterior (sem a necessidade de revalidação do diploma no país). Anunciada desde janeiro de 2019, a substituição do programa agora é esperada para agosto e o governo já admire reincorporar os 2 mil cubanos que não voltaram ao país de origem após o rompimento do convênio.

“Eles viram que o que fizeram com o Mais Médicos não deu resposta para o que o povo precisava”, avalia o médico e mestre em Saúde Pública, Thiago Henrique Silva, integrante da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares (RNMMP).

Para ele, há uma incapacidade em resolver os problemas do povo e uma persistência em manter uma “guerra ideológica”, mas a realidade falou mais alto. [O governo Bolsonaro] fez de tudo para prescindir dos cubanos, de tudo mesmo, mas não conseguiram. Agora estão apelando para os cubanos que ficaram meses aí vendendo espetinho, fazendo bicos, para atender nas áreas remotas; lugares que os brasileiros não quiseram e nem os brasileiros formados fora do Brasil. Eles desqualificaram os médicos cubanos e agora estão apelando pra eles”, lembrou Thiago Silva.

Enquanto o governo federal não consegue resolver o problema criado pelos preconceitos de Bolsonaro e seus seguidores, há regiões do país onde alternativas já estão em curso, como o Mais Médicos do Nordeste e o Mais Médicos Campineiro, para ficar em dois exemplos.

O deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR) vê o anúncio da proposta do governo com ceticismo. “Várias vezes o governo anunciou ter recomposto todas as vagas abertas e nunca foi verdade”. Para o parlamentar, a possível volta dos cubanos é uma admissão do governo sobre o “valor dos médicos” e, caso se concretize, a garantia dos “direitos humanos” desses profissionais. Em fevereiro, o governo Bolsonaro se limitava a prometer asilo e ajuda humanitária a estes profissionais, por meio do Ministério da Justiça. No final de maio, durante entrevista ao programa Roda Viva, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, colocou em dúvida a capacidade dos profissionais cubanos que atuaram no programa entre 2013 e 2018. “Eu não vi nenhum cubano atendendo no Albert Einstein, na avenida Paulista, porque decerto se fizesse algo com alguém da elite paulista seria um absurdo, mas para o interior vale”, disse ele.

Revalidação

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Educação Básica está na prioridade do governo  — Foto: Reprodução/JN

Educação Básica está na prioridade do governo — Foto: Reprodução/JN

Especialistas em educação ouvidos pelo G1 apontam que a “carta-compromisso” com foco na educação básica, divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Ministério da Educação, é um “primeiro passo” para concretizar os objetivos do governo Jair Bolsonaro na área, mas deixa de lado o Plano Nacional de Educação (PNE).

O texto, apresentado pelo ministro Abraham Weintraub, foi chamado de “Compromisso Nacional pela Educação Básica”, e deverá ser usado como um plano estratégico para as políticas da pasta.

O documento apresenta objetivos como a construção de 4,9 mil creches até 2022, ampliação da carga horária de escolas públicas para diminuir a evasão escolar, acesso à internet em escolas rurais, a implantação de 108 colégios cívico-militares e formação de professores da educação básica por meio de ensino a distância.

“O lado bom é que finalmente o MEC conseguiu se movimentar em direção à educação básica de forma concreta. Até então, os anúncios eram muito genéricos. O fato de ter agora alguns compromissos é um primeiro passo”, diz Priscila Cruz, presidente-executiva do Todos pela Educação.

Foco em escolas militares e ausência da alfabetização

Para Priscila Cruz, do Todos pela Educação, há dois pontos de atenção na carta-compromisso: a criação de 108 escolas cívico-militares e a ausência de objetivos para a alfabetização. Para ela, a criação das escolas cívico-militares se baseia em um “erro técnico” porque compara resultados de colégios militares (com seleção de ingresso de alunos, estudo em tempo integral e melhor infra-estrutura) com os das escolas regulares. “O foco deveria ser as escolas de educação integral, e não os colégios cívico-militares”, afirma. Já a alfabetização deveria estar entre as metas da gestão porque o país não está apresentando resultados satisfatórios nesta área.

“Ter um plano para a educação básica que não cita a alfabetização é preocupante”, diz Cruz.

Segundo os dados mais recentes da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), divulgados em 2016, 55% dos alunos de 8 anos que estão no final do 3º ano do ensino fundamental nas escolas públicas brasileiras tem conhecimento insuficiente em matemática e leituraIsso significa que mais da metade dos estudantes têm dificuldade de reconhecer figuras geométricas, valor monetário de uma cédula e contar objetos, por exemplo, ou apresenta dificuldade para ler palavras com mais de uma sílaba e para identificar o assunto de um texto mesmo estando no título.

Plano Nacional de Educação não é citado

Plano Nacional de Educação está com 80% das metas estagnadas. — Foto: NeONBRAND/ Unsplash

Plano Nacional de Educação está com 80% das metas estagnadas.

— Foto: NeONBRAND/ Unsplash

Para Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a principal crítica ao “Compromisso Nacional pela Educação Básica” está na ausência de objetivos para cumprir o Plano Nacional de Educação (PNE). O PNE foi aprovado em lei em 2014 após três anos de debate no Congresso Nacional. Ele estabelece um conjunto de 20 metas e submetas para serem cumpridas entre 2015 e 2024. Passado parte do prazo para atingir estes objetivos, 80% destas metas ainda estão estagnadasA gestão de governo entre os anos de 2019 a 2022 é a que terá mais responsabilidades no cumprimento do plano, devido aos prazos estabelecidos em lei. Por isso, a ausência do PNE é criticada por Cara.

“Esse compromisso é uma tentativa de adaptar o MEC e a educação ao governo Bolsonaro. Isso é natural, mas ignora na prática o Plano Nacional de Educação. A desculpa [para a ausência] é a falta de recursos, mas o que falta mesmo é vontade política e o respeito a uma lei aprovada por unanimidade e que contou, inclusive, com o voto de Bolsonaro”, avalia Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

A ausência do PNE na carta-compromisso foi apontada pelo ministro Abraham Weintraub durante a apresentação do documento nesta quinta, em Brasília. Weintraub citou a alteração da meta orçamentária do Plano Nacional de Educação que, até 2024, prevê que 10% do PIB brasileiro terá de ser investido no setor. “Ou a gente muda o PNE ou a gente aumenta imposto, o que eu sou contra”, disse Weintraub. Segundo o ministro, o governo é favorável a ampliar os recursos para a educação mas, em contrapartida, quer cobrar “metas de desempenho” – que ainda não foram detalhadas

Pontos do Compromisso Nacional pela Educação Básica

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São Paulo – O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (11) que pode indicar o seu filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro como embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Em entrevista coletiva relatada pela Folha de São Paulo e pelo G1, o presidente justificou afirmando que Eduardo fala inglês com fluência e tem uma relação boa com a família do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Já foi cogitado no passado. Levamos em conta o custo-benefício”, disse o presidente.

“Imagina o filho do Macri [Maurício Macri, presidente da Argentina] aqui como embaixador da Argentina. Teria tratamento diferenciado. Está no meu radar, sim, e, no meu entender, poderia ser uma pessoa adequada e daria conta em Washington”, completou. O site Brazil Journal havia reportado mais cedo que a nomeação aconteceria nas próximas horas, de acordo com uma fonte com acesso direto ao Planalto. O timing teria a ver com o fato de que Eduardo completou ontem 35 anos, a idade mínima para ocupar o cargo de embaixador. O deputado, que está em seu segundo mandato, é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.

Uma eventual nomeação precisaria ser aprovada pelo Senado Federal após sabatina.

exame

Wesley Safadão (Foto: Reprodução/Instagram)
O cantor Wesley Safadão precisou cancelar show às pressas (Foto: Reprodução/Instagram)

Wesley Safadão acabou sendo obrigado a cancelar show no Maranhão após envolvimento da polícia

Isso mesmo! O cantor Wesley Safadão se deu mal e foi obrigado pela polícia a cancelar um show que estava fazendo no Maranhão, estado nordestino.

Na última semana, em vídeos que já circulam nas redes sociais, Wesley Safadão foi surpreendido pela polícia e precisou encerrar sua apresentação às pressas na Exposição Agropecuária de Imperatriz. Segundo informações do jornalista Leo Dias, do UOL, Wesley Safadão estava se apresentando normalmente quando a polícia ordenou que o ex marido de Mileide Mihaile encerrasse a sua apresentação. Os policiais alegaram que o local onde Wesley Safadão estava fazendo o seu show não possuía alvará de funcionamento para apresentações até a madrugada.

Dessa forma, os policiais obrigaram Wesley Safadão a encerrar seu show e o cantor entrou em desespero. Bastante decepcionado com o imprevisto, o forrozeiro se despediu de seus fãs no local e pediu desculpas pelo contratempo.

Em alguns vídeos que já circulam nas redes sociais, é possível ver Wesley Safadão se mostrando ressentido. “Me perdoem, eu gostaria de encerrar o show de forma correta”, disse ele. Em nota enviada para Leo Dias, a assessoria do famoso esclareceu os problemas no show do artista e explicaram que o cantor não tinha nenhuma culpa do que tinha acontecido. “Wesley subiu ao palco por volta da 1h e o show foi interrompido por volta das 2h40 da manhã. Os policiais que estavam presentes entenderam que o evento não tinha alvará para funcionar até tarde, mas eles tinham sim autorização para tocar som até às 4h. Faltava pouco para o show do Wesley acabar, não teria problema. Os policiais agiram sem o conhecimento do documento, segundo a organização do evento”, diz a nota enviada pela equipe do artista.

otvfoco

Patrícia Abravanel e Fábio Faria (Foto: Reprodução/Instagram)
Patrícia Abravanel e Fábio Faria (Foto: Reprodução/Instagram)

Marido de Patrícia Abravanel, Fábio Faria foi detonado por internautas que se revoltaram com o seu voto a favor da reforma da previdência.

Fábio Faria, marido de Patrícia Abravanel, foi duramente punido pelo público em suas redes sociais, nesta quinta-feira (11), após dar o seu posicionamento sobre a reforma da previdência do Brasil. Ontem, o político publicou um clique no Instagram mostrando que votou a favor das mudanças e acabou não agradando uma grande parte de seus seguidores. O deputado federal fez uma postagem na Câmera dos Deputados, em Brasília, mostrando a urna que recebeu os votos dos políticos. Sorridente, o genro de Silvio Santos deu um ar de satisfação ao avisar os fãs que estava tomando uma importante decisão, contudo, muitos ficaram incomodados com a sua atitude. Nos comentários, internautas detonaram Fábio Faria. “Será punido na próxima eleição”, avisou um de seus seguidores mais preocupados com o futuro. “Fica decretado que a partir de hoje ninguém mais se aposenta”, lamentou uma mulher. Já um terceiro se revoltou: “O triste é que ainda existem pessoas que votam em um ser desse. Precisamos urgentemente, políticos com empatia social”.

Patrícia Abravanel e o marido, Fábio Faria (Foto: Instagram)

O deputado ainda voltou a usar as redes sociais um dia depois para avisar que ainda falta mais um dia de votação para que a PEC seja enviada para o Senado Federal. Uma das seguidoras percebeu que o marido de Patrícia Abravanel estava apagando alguns dos comentários contrários ao que ele fez nas urnas. “Interessante é você apagar os comentários que desaprovam sua atitude”, escreveu.

O espaço da publicação de Fábio Faria, depois disso, foi limitado apenas a amigos, ou seja, não é qualquer pessoa que pode dar sua opinião no Instagram do genro de Silvio Santos. Teve até gente chamando o político de “traidor” por apoiar a reforma da previdência brasileira. Enquanto tudo isso acontece, Patrícia Abravanel tem focado em seu trabalho e até gravou com Neymar durante a tarde. A esposa do deputado disputou com o jogador no “Jogo das Três Pistas”, no “Programa Silvio Santos”, no mesmo dia que o atleta deveria ter se apresentado no Paris Saint-Germain, na capital francesa, para cumprir com os seus compromissos com o grande time.

otvfoco

Presidente deposta Dilma Rousseff destacou como a Vaza Jato deixa clara a perseguição ao ex-presidente Lula, a quem visitou nesta quinta-feira 11, e coloca um problema sério para a Justiça, retratada como parcial; “Não somente aos olhos da sociedade brasileira, mas do mundo”, diz; “Uma Justiça só merece o nome de Justiça se ela for imparcial. No momento que ela passa a ser parcial, ela passa a ser injusta”

247 – A presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff, visitou Lula na tarde desta quinta-feira 11 na sede da Polícia Federal em Curitiba e destacou como os vazamentos da Lava Jato, que vêm sendo publicados pelo site The Intercept, em parceria com outros veículos de comunicação, deixa clara a perseguição ao ex-presidente. Dilma fez a visita acompanhada da escritora espanhola Pilar Del Río, viúva do escritor José Saramago. Os vazamentos, afirmou Dilma, “colocam um problema seríssimo para a Justiça brasileira, não somente aos olhos da sociedade brasileira, mas do mundo. Porque isso é inadmissível num Estado que se diz democrático. Imagino que ao longo desse processo será avaliado o impacto disso em torno do inquérito”. “Uma Justiça só merece o nome de Justiça se ela for imparcial. No momento que ela passa a ser parcial, ela passa a ser injusta”, completou Dilma Rousseff. Em sua avaliação, “todo o processo em relação ao ex-presidente Lula está viciado”.

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Um investimento público total por aluno de R$ 4.300 por ano, considerando um estudante do ensino fundamental da zona urbana que estuda em tempo parcial. Esse é o patamar mínimo necessário estimado pelo Movimento Todos pela Educação para que uma rede pública de ensino atinja bons resultados em aprendizagem no país, como notas satisfatórias no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo. De acordo com levantamento inédito feito pela ONG, em 2015, ano mais recente com dados completos sobre financiamento público, 2.372 municípios brasileiros (43% dos 5.570 existentes) e cinco estados (Amazonas, Pará, Maranhão, Paraíba e Minas Gerais) investiram menos do que isso. A estimativa do Todos pela Educação considerou apenas o investimento realizado no ensino fundamental (1º ano ao 9º ano). O valor de R$ 4.300 por ano é o investimento considerado mínimo necessário pela estimativa da ONG, mas ficar abaixo disso, a rigor, não representa uma ilegalidade.

Escola de ensino fundamental integral em Alagoas — Foto: Valdir Rocha e José Demétrio/Seduc-AL

Escola de ensino fundamental integral em Alagoas

— Foto: Valdir Rocha e José Demétrio/Seduc-AL

“Não se trata de uma análise de causa e efeito, mas sim de uma correlação que tem por objetivo maior evidenciar a necessidade de se aumentar os patamares mínimos de investimento no país”, explica Olavo Nogueira Filho, diretor de políticas educacionais do Todos Pela Educação.

Segundo os dados, enquanto algumas redes investem entre R$ 15 mil e R$ 18 mil por aluno por ano, mais de 40% das redes brasileiras estão abaixo dessa faixa de R$ 4.300, sendo que 25% estão abaixo de R$ 3.600.

“Por isso, a discussão de um novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, o Fundeb, ainda mais redistributivo é tão central”, afirma Nogueira Filho. O Fundeb financia a maior parte da educação básica pública e, por lei, deixa de valer no fim do ano que vem.

Anuário da Educação

A entidade divulgou nesta terça-feira (25) a edição 2019 de seu Anuário Brasileiro da Educação Básica. Feito em parceria com a Editora Moderna, o estudo traz uma série de análises sobre os temas das 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que nesta semana chega oficialmente à metade de seu período de vigência.

O documento, que está em sua oitava edição, ainda destaca os principais desafios a serem enfrentados para o país avançar na qualidade da educação. Um dos destaques da pesquisa é o financiamento público da educação e a desigualdade entre os valores investidos pelas diferentes redes de ensino espalhadas pelo país.

Desigualdade

O estudo aponta, por exemplo, que, em 2015, enquanto um município localizado no Rio Grande do Sul destinava cerca de R$ 19,5 mil por aluno, o valor mais alto contabilizado em todo o país, outro município, no Maranhão, dispôs de apenas R$ 2,9 mil. Ou seja, quase sete vezes mais. Esses dois extremos foram registrados pela cidade gaúcha Pinto Bandeira e pela maranhense Buriti.

De acordo com Nogueira Filho, se o Fundeb não estivesse em vigor, essa proporção de quase 7 para 1 chegaria, em alguns casos, a 100.

“O Fundeb tem um papel de redutor de desigualdade. Sem ele, caso cada Município e Estado só contasse com arrecadação própria, a diferença entre o financiamento público de dois Municípios poderia chegar a 100 vezes”, explica o diretor do Todos pela Educação.

Ainda de acordo com o Anuário, enquanto os municípios maranhenses dispõem em média de R$ 3,4 mil por aluno/ano, em São Paulo, essa média é de R$ 6,5 mil. No Distrito Federal, unidade da Federação não dividida em municípios, o gasto médio por aluno é de R$ 11,5 mil. Todos esses dados se referem também ao ano de 2015.

Verba por aluno chega a ser 7 vezes menor entre cidades do país

Verba por aluno chega a ser 7 vezes menor entre cidades do país

Clube dos ricos

O estudo também aponta as diferenças entre o gasto anual por estudante no Brasil e na média da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), também conhecido como o “clube dos ricos”, por reunir as maiores economias do mundo. Em 2015, levando-se em conta as séries de ensino do ensino fundamental ao superior, o investimento por estudante no Brasil foi de US$ 4.451, menos da metade do realizado pela média da OCDE (US$ 10.520).

g1

O prefeito de Ingazeira, Lino Morais (PSB), tomou um grande
susto na noite desta quarta-feira (10).
O carro em que seguia se chocou com dois animais na PE 275. O mesmo tinha participado na capital pernambucana do Seminário promovido pela AMUPE. Próximo do Distrito de Albuquerque Né o carro foi atingido por um boi que surgiu na pista com um segundo animal. O prefeito e seu motorista Juninho não tiveram ferimentos, o carro ficou parcialmente destruído.
maispajeu

Resultado de imagem para "Só ser filho de alguém importante não vai te levar à lugar algum", diz Lívian Aragão

Lívian Aragão (Foto: Reprodução/Instagram)

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Resultado de imagem para "Só ser filho de alguém importante não vai te levar à lugar algum", diz Lívian Aragão

Após passar uma temporada em Los Angeles, nos Estados Unidos, para estudar artes cênicas, Lívian Aragão está de volta ao Brasil. A atriz de 20 anos, filha de Renato Aragão LílianTaranto, agora aplica seus novos conhecimentos em uma espécia de “reality show” com os amigos nas redes sociais. Ela conversou com a QUEM sobre o projeto Acampamento 59 e a experiência de morar sozinha fora do país.

“O maior desafio é deixar o conforto e a segurança que se tem perto do pais, amigos, no seu país de origem, onde você tem ajuda de todo mundo, o acesso à tudo é muito fácil. Quando você deixa tudo isso para trás, vai para um país que você vai estar inicialmente sozinha, longe de tudo isso, é muito desafiador! Você precisa aprender a resolver tudo sozinha, desde se cuidar quando fica doente até resolver assuntos burocráticos como ir no banco, etc. Tudo depende de você agora! (risos). É desafiador, mas é muito gratificante também, você aprende a se virar muito rápido, o que traz um crescimento pessoal maravilhoso”, diz Lívian, que viajou para os Estados Unidos em agosto do ano passado.

Os pais da jovem sempre a visitavam, inclusive no aniversário de 20 anos de Lívian. Ela também falou sobre as dificuldades de se desvincular da imagem de Didi para seguir seu próprio caminho. “Acham que ser filha de alguém com uma trajetória na TV torna isso mais fácil para muitas coisas, mas a verdade é que se você não for um bom profissional e ter comprometimento com o que faz, só ser filho de alguém importante não vai te levar à lugar algum”, fala a atriz. Lívian começou a carreira bem cedo, com apenas 8 meses, quando participou do filme de Didi, O Trapalhão e a Luz Azul. Em 2013, ela fez sua primeira novela na Globo, Flor do Caribe, e se destacou em Malhação em 2015. O incentivo dos pais para continuar estudando foi essencial para a trajetória dela. “Quando fiz meu primeiro curso de atuação fora do país, acabei ganhando como a melhor daquela turma, e isso me trouxe uma satisfação muito grande, pois me fez perceber que apesar de tudo, aquilo era fruto do meu esforço, meu trabalho, e estava dando resultado independente de qualquer coisa. É isso que me faz continuar”, pontua.

Com quase 230 mil inscritos no YouTube, Lívian se dedica ao canal e na produção do projeto Acampamento 59, em que reuniu os amigos para filmar o dia a dia em Los Angeles e no Rio. Lívian chegou a gravar com Lele Pons, uma das influencers mais conhecidas nos Estados Unidos. “Ela foi extremamente simpática e supertopou participar de um game para a gravação da série ali mesmo. Foi incrível!”, diz a jovem.

revistaquem

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O antes 

O depois

    É lamentável o estado que se encontra as vias públicas da cidade de Santa Terezinha – PE. Alem da péssima iluminação, o calçamento está em inúmeras ruas afundando. Buracos pequenos, médios e afundamentos, prestes a se tornar grandes crateras. O que deixa a sociedade e turistas vulneráveis a riscos de acidentes. As crateras que já foram consertadas várias vezes estão afundando.  Por falta de saneamento básico que necessita há bastante tempo. É preciso muita cautela para não sofrer qualquer tipo de acidente. Para quem conhece é um problema sério, para quem não conhece pior ainda.

        Outro problema sério está nos canteiros do centro da cidade (antigos bancos localizados no centro das ruas: Edson Morato de Holanda e José Romão de Araújo). Na verdade, não podemos nem sequer chamar banco, porque a maioria já foram arrancados e colocados em algumas calçadas residenciais, ficando alguns poucos bancos e as paredes que os rodeiam, estão na maioria trincadas, prestes a cair. Se alguma pessoa ou veículos, ao passar em momento de desabamento destas mal feitas construções de mais de dezesseis anos atrás, poderão causar sérios prejuízos materiais e danos a saúde.

        Tudo isso é do conhecimento dos políticos, bem como de seus familiares, e de toda sociedade porque está a céu aberto.

       A prefeitura vem tomando providências, mas são muitas crateras e poucos funcionários para trabalhar. Pois não adianta de nada lamentar depois dos ocorridos. Tem que agir antes que o mal venha acontecer. Temos arquivados inúmeros pronunciamentos do atual prefeito, Geovane Martins, que ao assumir o mandato, pediu a sociedade terezinhense que ajudasse o mesmo a governar. Até mesmo agora, recentemente em um vídeo, o qual fala da festa do João Pedro, ele torna a repetir que o povo o ajude a governar. A bastante tempo o nosso blog vêm noticiando e orientando as pessoas em prol do bem estar social, e procurando ajudar na governabilidade do município.

        Apelamos aos pais de famílias para conversarem com seus filhos, que estão em motos em alta velocidade nas ruas, coisa que acontece constantemente, o que pode provocar vários acidentes, como já aconteceu, e até mesmo mortes.

         Bem como aos motoristas da PE 285, onde o mato está muito fechado e alem do mais alguns animais soltos, deixando assim a situação cada vez mais caótica, é preciso fazer divulgação através de carro de som pedindo aos moradores das comunidades que ajude a evitar os animais soltos na PE, para que não venha causar acidentes graves.

   Nosso blog está sendo solidário para com todos. Imparcial, social, sempre transparente. Buscando valorizar e se preocupando com o melhor para nossa terra. Vamos zelar e cuidar do nosso patrimônio, pois isso vêm de muitas décadas passadas.      

   “Que fique bem claro, que esta publicação não é em hipótese nenhuma politicagem, que é o que muitos fazem em algumas cidades de pequeno porte. Mas é uma publicação  de utilidade pública, para o bem de todos”.

Paralmentares vão receber R$ 3 bilhões até o final do ano - Créditos: Câmara dos Deputados
Paralmentares vão receber R$ 3 bilhões até o final do ano
/ Câmara dos Deputados

O governo federal liberou R$ 1 bilhão para atender pedidos de deputados. O agrado é mais uma tentativa de conseguir apoio dos parlamentares para aprovar, o mais rápido possível, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência, que altera o modelo previdenciário brasileiro com a criação da capitalização individual, redução do valor inicial das aposentadorias, corte de pensões, idade mínima e maior tempo de contribuição.O ex-ministro da Previdência e Trabalho Ricardo Berzoini disse que essa manobra do governo para conseguir o voto dos deputados e aprovar a reforma da Previdência é o “velho balcão de negócios”.“Trata-se de um vergonhoso toma-lá-dá-cá, para aprovar uma reforma que visa retirar os direitos previdenciários e assistenciais do povo e abrir o bilionário negócio da capitalização, que aumentará o lucro dos bancos e a pobreza da maior parte do povo brasileiro. Um crime”, disse o ex-ministro. De acordo com a reportagem publicada nesta terça-feira, 12 de março, pela Folha de S.Paulo, cerca de R$ 700 mil são para emendas diretamente propostas pelos parlamentares e os outros R$ 300 mil são de emendas de bancadas. O deputado da base aliada do governo de extrema-direita, Major Vitor Hugo (PSL-GO), disse à Folha que o dinheiro foi liberado e deve chegar para os beneficiários na semana que vem. A intenção do governo federal é liberar, até o final do ano, um total de R$ 3 bilhões para as emendas de deputados. As emendas são pedidos de verbas que os deputados fazem, muitas vezes para conseguir apoio político com melhorias em locais de influência, mas que não estão no Orçamento.

” Quase todos alegres a custa da miserabilidade da pobreza.”

Crédito: Reprodução/ Instagram

Diversas personalidades lamentaram a morte do jornalista e apresentador Paulo Henrique Amorim, após sofrer um enfarte, aos 77 anos, nesta quarta-feira, 10. Entre eles, sua colega de Record TV, Ana Hickmann.“Em agosto, completo 15 anos de televisão e o responsável pelo que sou hoje é o Paulo Henrique. Grande jornalista e comunicador, ele foi meu mestre, amigo e conselheiro. Meu padrinho!”, escreveu a apresentadora em seu Instagram.“Obrigada, Paulo Henrique, pela sua amizade, inteligência, profissionalismo e bom humor! Minha eterna gratidão! Força para toda família. Vamos sentir sua falta! Descanse em paz, Paulo Henrique Amorim”, concluiu.Outros nomes conhecidos como Fernanda Paes Leme, Walcyr Carrasco e Sabrina Sato também lamentaram a morte de Paulo Henrique Amorim. “Pude aprender muito sobre TV e comunicação quando entrevistei o Paulo Henrique Amorim!”, escreveu Fabio Porchat.

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  Aprovado o texto-base da reforma da Previdência, a Câmara dos Deputados deu início à votação das propostas de mudança do texto. O único destaque apreciado nesta quarta-feira (10), porém, acabou rejeitado por 265 votos a 184. Era a emenda que retirava os professores da reforma, mantendo as atuais regras de aposentadoria da categoria. Veja abaixo como cada deputado votou neste destaque.Proposta pelo deputado Wellington Roberto (PL-PB), a emenda pedia que os professores continuassem sem idade mínima para se aposentar e também foi rejeitada na comissão especial. De acordo com as regras atuais, essa categoria precisa contribuir por 25 anos no caso das mulheres e por 30 anos no caso dos homens para se aposentar. O texto da reforma, contudo, exige, além desse tempo de contribuição, a idade mínima de 57 anos (mulheres) e 60 anos (homens) dos professores. Um grupo de manifestantes chegou até a protestar contra esse ponto da PEC antes da votação.

Veja como os deputados votaram o pedido para retirar os professores da reforma:

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Plenário da Câmara dos Deputados votou texto da reforma da Previdência em clima eletrizante e sob protestos de opositores - Créditos: Michel Jesus/Câmara dos Deputados
Plenário da Câmara dos Deputados votou texto da reforma da Previdência em
clima eletrizante e sob protestos de opositores / Michel Jesus/Câmara dos Deputados

A reforma da Previdência foi aprovada em primeiro turno na noite desta quarta-feira (10), na Câmara dos Deputados, sob protestos das siglasPT, PSOL, PCdoB, PSB, PDT e Rede, que orientaram seus membros a votarem contra a proposta.

Do outro lado da disputa, estiveram PP, MDB, PTB, PL, PSD, PSDB, DEM, Solidariedade, Podemos, Pros, PSC, Cidadania, Novo, Avante, Patriota, PHS e PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, que pediram aos correligionários um voto favorável à medida. O PV, que tem quatro membros, liberou a bancada para votar livremente, tendo registrado dois votos de cada lado.

O placar terminou em 379 votos contrários e 131 favoráveis, com a participação de 510 dos 513 parlamentares da Casa.    

“É uma decisão lamentável de uma maioria que votou olhando apenas os números, sem ver as pessoas. É preciso achar o equilíbrio ideal entre estes dois lados, para que a dose do remédio não vire veneno, tanto para o povo como para a nossa economia. Infelizmente, não foi isso que vimos aqui hoje”, disse o líder da oposição na Câmara dos Deputados, Alessandro Molon (PSB-RJ), ao ressaltar que os parlamentares do campo defendem mudanças no sistema previdenciário, mas rejeitam as regras propostas pelo governo. “Essa fatura será cobrada da Câmara quando o povo brasileiro sentir na pele os efeitos das crueldades aprovadas esta noite. Tenho certeza de que a Casa será obrigada a rever essa decisão mais à frente”, acredita Molon.A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6/2019, nome técnico da reforma, entra agora na fase de votação dos destaques (sugestões de alteração) e, depois, precisa de um segundo turno de votação, que pode ocorrer ainda esta semana.Em linhas gerais, o texto aprovado exige idade mínima para requerer aposentadoria, fixando a norma em 65 anos para homens e 62 para mulheres, impõe alterações no cálculo dos benefícios e regras de transição para quem está na ativa atualmente. Também determina, por exemplo, que o piso do benefício será de 60% da média das contribuições feitas pelo trabalhador, enquanto exige 40 anos de contribuição para ter direito a 100% dessa marca. “É a reforma mais perversa e mais cruel que um presidente encaminhou a esta Casa. Nem nos tempos do FHC e do Temer [foi assim]. Todos queriam reforma. O Lula fez, a Dilma fez, mas ninguém teve a ousadia que o Bolsonaro está tendo de quebrar a ordem constitucional e fazer a mais drástica e ampla restrição de direitos”, criticou o deputado José Guimarães (PT-CE), um dos articuladores políticos da bancada petista.

“Eu duvido que cada um desses deputados que votam na reforma tenha coragem de voltar às suas cidades para apertar a mão do motorista, do operário da construção civil, do cobrador de ônibus, daqueles que fazem a vida das cidades e do Brasil crescer e dizer ‘olha, eu pedi o seu voto ano passado para ser deputado em Brasília e agora estou voltando para dizer que aprovei uma reforma da Previdência que ferra com sua aposentadoria’”, provocou Lídice da Mata (PSB-BA) durante os debates desta quarta, que se deram em clima eletrizante.

Obstrução

A oposição tentou insistentemente obstruir o processo de votação e utilizou, para tanto, recursos previstos no regimento para desacelerar as sessões da PEC. Na sessão desta quarta-feira, um requerimento de retirada de pauta, por exemplo, terminou com o placar de 334 votos contrários e 29 favoráveis, com três abstenções. Na terça (9), quando começou oficialmente o debate no plenário, um requerimento do campo pediu a retirada da proposta de pauta. O resultado, no entanto, foi favorável aos aliados do governo, que exerceram pressão do outro lado para atropelar as discussões.

Um requerimento apresentado pelo PSL, partido de Bolsonaro, para encerrar o debate e agilizar o processo de votação, por exemplo, terminou em 353 votos favoráveis e 118 contrários. O placar serviu de termômetro para indicar a configuração de forças que se revelaria adiante na votação da PEC.

Instabilidade

A tramitação da reforma até a fase atual de análise teve como traço fundamental a instabilidade política. Apesar das fortes investidas de Rodrigo Maia, considerado o embaixador da proposta no Poder Legislativo, nos últimos meses, o andamento da PEC cambaleou diante de uma soma de intempéries que cercam a gestão Bolsonaro. Os problemas de articulação política do governo, que ainda não formou uma base oficial de partidos apoiadores na Câmara, e a impopularidade da reforma tiveram destaque entre os elementos da disputa, que se manteve em nível de insegurança até esta quarta-feira.

Na terça (9), enquanto o Palácio do Planalto e aliados afirmavam ter uma média de 320 a 340 votos, cálculos feitos pela oposição após consulta aos parlamentares da Casa apontavam que o governo não teria mais de 260, segundo anunciado pela líder da minoria, Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Como os nomes dos apoiadores de cada lado não foram publicamente divulgados, o placar da corrida esteve imerso em dúvidas até o momento da votação. Por consequência desse cenário, os últimos dias foram marcados por intensas articulações de ambos os lados, com diversas reuniões paralelas nos bastidores de Brasília para tentar alinhavar apoios. A instabilidade fez com que o governo investisse, mais uma vez, num troca-troca de parlamentares. Os ministros Onyz Lorezoni (Casa Civil), Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) e Tereza Cristina (Agricultura), que têm mandatos de deputado federal e estavam licenciados para atuar no Poder Executivo, foram exonerados temporariamente por Bolsonaro para retornar à Câmara e garantir mais três votos em favor da PEC no plenário.O ministro da Cidadania, Osmar Terra, que também tem mandato na Casa, não passou pelo mesmo procedimento porque tem como suplente o deputado Darcísio Perondi (MDB-RS), vice-líder do governo e um dos principais interlocutores da reforma. A dança das cadeiras também foi adotada pelos governistas nas vésperas da votação da PEC na comissão especial que avaliou a proposta.  

Dissidências

O apoio à reforma foi marcado por dissidências dentro de diferentes siglas, com destaque especial para o chamado “centrão”, grupo situado no espectro da direita liberal, em que houve divergências em partidos como PL e PSD, que registraram, respectivamente, 95% e 94% de adesão à PEC, segundo levantamento da consultoria XP Política.No campo progressista também houve fissuras. PDT e PSB chegaram a ter, respectivamente, 30% e 34% de apoios à reforma, apesar de o diretório nacional dos dois partidos ter fechado questão contra a pauta. Com isso, os deputados que se posicionaram a favor podem sofrer processos no âmbito institucional e exclusão do quadro partidário. Somente PT, PSOL, PCdoB, Rede e PMN, este último com apenas um membro, tiveram 100% de votos contrários.

“Velha política”

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Foto: Reprodução/Youtube
 A morte do jornalista Paulo Henrique Amorim durante esta madrugada de terça-feira para quarta-feira (10), se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil com diversos jornalistas, políticos e artistas lamentando sua morte e homenageando sua trajetória. O nome do jornalista está, desde a manhã, entre os assuntos mais comentados do Twitter.

O jornalista Glenn Greenwald, editor do The Intercept Brasil, foi um dos que usou as redes para lamentar a partida do jornalista do Conversa Afiada.

Morre o jornalista Paulo Henrique Amorim

Ver imagem no Twitter

O blogueiro Eduardo Guimarães, conduzido coercitivamente pelo ex-juiz Sérgio Moro, também prestou suas condolências e lamentou a perseguição que vivia PHA. “Morre Paulo Henrique Amorim. Como dona Marisa Letícia, vítima de perseguição política”, disse.

Morre Paulo Henrique Amorim. Como dona Marisa Letícia, vítima de perseguição política. Falamo-nos anteontem por mensagem. Mais de cem processos fraudulentos na “justiça”, perda do emprego na Record por ação do nazifascista que nos “governa”. O fascismo faz mais uma vitima.

O ator José de Abreu também falou sobre a perseguição que vivia o jornalista: “mais uma morte na conta dos fascistas”.

revistaforum

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Quatro meses depois de seu casamento com Alok, Romana Novais tirou um tempinho de folga e embarcou em uma rápida viagem de férias pelo Egito. Sem o marido, ela visitou diversos pontos turísticos do país e ainda deu um show com looks estilosos.

Um dos figurinos usados pela médica acabou chamando atenção especialmente por ter um detalhe inusitado no busto – ele parecia ter um verdadeiro colar de argolas preso ao tecido. Saiba tudo sobre o modelito e quanto custa ter um igual:

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Para combinar com o clima do lugar, Romana elegeu um vestido longo de tecido bem leve, que tinha caimento reto e esvoaçante. Feito com estampa animal print de oncinha, ele ainda trazia duas fendas no saiote que tornaram o look confortável e sexy.

Deixando os ombros da morena à mostra, o modelo se destacava justamente pela parte de cima. Isso porque ele possuía uma espécie de “alça” toda diferentona no pescoço, que até funcionava como um acessório.Essa peça, que roubava a cena no visual, se tratava de um perfeito “colar” de três argolas marrons, confeccionadas em linha e decoradas com pequenos detalhes metálicos. Exibido no busto, ele contornava o pescoço e terminava nas costas da médica com outra argola, que “segurava” o tecido da parte de trás.

Criado pela marca brasileira Animale, o vestido passa longe de ser simples. No site da grife, um modelito idêntico, fabricado em viscose, sai por R$ 1.998,00. Para arrematar seu look étnico, Romana ainda optou por usar um cinto preto largo de couro, amarrado bem no alto da cintura, e sandálias rasteirinhas.

revistaquem

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Shawn Mendes e Camila Cabelloforam flagrados juntos em clima de romance no último domingo (7). Sorridentes, eles estavam saindo de um brunch em West Hollywod, na Califórnia.

Na ocasião, saíram de mãos dadas em clima romântico e, depois, apareceram abraçadinhos. Camila, inclusive, andava saltitando enquanto olhava e sorria para o cantor. O suposto affair vem sendo especulado pela mídia há algum tempo, especialmente após o lançamento da música Señorita que os dois protagonizam juntos. A cena acontece após Shawn negar que esteja se relacionando com Camila. No último sábado (6), em Los Angeles, uma fã questionou a respeito do namoro e Shawn prontamente balançou a cabeça de um lado pro outro, negando o romance.Os dois já haviam feito bastante sucesso com a parceria I Know What You Did Last Summer em 2015 e repetiram a dose no novo single do cantor canadense.

revistaquem

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