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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

admin

247 – O governo de Pernambuco mandou fechar shoppings, bares, restaurantes, salões de beleza e correlatos, clubes sociais, lanchonetes e comércio de praia, com o objetivo de conter o avanço coronavírus no estado. A determinação, válida a partir do próximo sábado (21), foi anunciada durante um pronunciamento do governador Paulo Câmara (PSB) nesta quinta-feira (19). A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) divulgou que, até essa quarta-feira (18), que 22 pessoas estavam infectadas pela doença em Pernambuco. 

De acordo com o chefe do Executivo estadual, bares e restaurantes poderão continuar a funcionar, desde que apenas para a realização de entregas. Os parques e as praias continuarão abertos para corridas, caminhadas e outras práticas esportivas. 

“A mensagem principal que quero deixar para cada um dos senhores e das senhoras é que precisamos que o máximo possível de pessoas permaneçam em suas casas. Limitem, efetivamente, suas saídas, a ir ao supermercado, farmácia, itens de primeira necessidade”, disse.

Confira a íntegra da mensagem:

Boa tarde amigos e amigas, 

quero falar diretamente a cada dos senhores e das senhoras junto com o prefeito Geraldo Júlio, e os secretários de saúde do Estado de Pernambuco, André Longo, e do município do Recife, Jailson Correia. E dizer aos senhores que hoje vamos anunciar novas medidas importantes com o objetivo de minimizarmos o avanço do novo coronavírus no nosso Estado. A experiência tem mostrado que todos os lugares do mundo estão conseguindo inverter a escalada da epidemia, só o fizeram com a diminuição da frequência de pessoas nas ruas. Por isso, estamos anunciando novas medidas que valerão a partir deste sábado, 21 de março, com a determinação de fechamento dos shoppings, salões de beleza e correlatos, clubes sociais, bares, restaurantes, lanchonetes e comércio de praia. Os bares e restaurantes podem continuar atendendo para entregas, e os parques e praias permanecerão abertos, exclusivamente, para corrida, caminhada e outras práticas esportivas. 

A mensagem principal que quero deixar para cada um dos senhores e das senhoras é que precisamos que o máximo possível de pessoas permaneçam em suas casas. Limitem, efetivamente, suas saídas, a ir ao supermercado, farmácia, itens de primeira necessidade. Hoje teremos também a oportunidade, às 17h, durante uma entrevista coletiva online para informar também novas ações que estão sendo realizadas justamente para minimizar os impactos no enfrentamento à covid-19 na vida de todos. Então, estamos nesse momento anunciando medidas restritivas que valerão a partir do próximo sábado e contamos com a colaboração de cada pernambucano e de cada pernambucana para que possamos atravessar esse período difícil com trabalho, com dedicação, mas acima de tudo com unidade de cada um de nós para cumprir as recomendações que são fundamentais para a gente ter uma possibilidade de atravessar esse momento difícil, trazendo condições à população atravessar e salvando vidas que é o objetivo principal de cada um de nós. Muito obrigado.”

 

KLEYVSON SANTOS/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E ESPORTES
Decreto que trata da suspensão das aulas foi divulgado nesta segunda (16) – FOTO: KLEYVSON SANTOS/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E ESPORTES

Rau Seixas

Veja a letra de música

Devido ao avanço do novo coronavírus (covid-19), o governo de Pernambuco determinou, por tempo indeterminado, a suspensão das aulas em toda a rede estadual de educação, pública e privada, a partir desta quarta-feira (18). Nesta segunda-feira (16), a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) divulgou que há 18 infectados, incluindo uma criança de 10 anos. “Fica determinada, a partir do dia 18 de março de 2020, a suspensão do funcionamento das escolas, universidades e demais estabelecimentos de ensino, público ou privados, em todo o Estado de Pernambuco”, diz trecho do decreto assinado pelo governador Paulo Câmara (PSB) nesta segunda-feira (16).Cidades como RecifeOlindaJaboatão dos Guararapes e Ipojuca já tinham anunciado a suspensão de aulas na rede municipal.

Novas medidas contra o coronavírus

Além da suspensão das aulas, o governador Paulo Câmara anunciou, em entrevista coletiva na noite desta segunda-feira (16), no Palácio do Campo das Princesas, novas medidas sanitárias para diminuir o contágio do coronavírus. Ficou acertado que haverá a higienização dos coletivos após todas as viagens realizadas, triplicando o número de limpezas feitas atualmente. O governo informou que estações e terminais também serão higienizados frequentemente. 

 Casos confirmados de coronavírus em Pernambuco

A SES-PE informou, nesta segunda-feira (16) que já foram confirmados laboratorialmente, pelo Instituto Evandro Chagas (Pará) e Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE), 18 casos do novo coronavírus em Pernambuco.

“Ao todo, foram notificados, entre o dia 25 de fevereiro e a manhã desta segunda-feira (16), 183 casos suspeitos para covid-19, com as 18 confirmações, três prováveis (pessoas investigadas que tiveram contato próximo ou domiciliar com caso confirmado), 81 descartados e outros 81 ainda em investigação. Entre os 18 casos confirmados, 4 são de pessoas que tiveram contato com confirmados, o que configura transmissão local do vírus. Até o momento, não há transmissão comunitária em Pernambuco, ou seja, o vírus não está circulando na sociedade sem conhecimento da sua origem. Está restrito e circulando em um grupo determinado de pessoas”, diz o boletim divulgado pelo órgão.

Casos confirmados do novo coronavírus no Brasil ultrapassam 230

Os casos confirmados do novo coronavírus alcançaram 234 nesta segunda-feira (16), segundo a atualização divulgada pelo Ministério da Saúde. É mais do que o dobro de três dias atrás. Na sexta-feira (13), o total passou de 100 pela primeira vez e agora já ultrapassa os 200. Nesse domingo (15), o balanço registrou 200 pessoas infectadas.

Prevenção

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de
  • papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

  • Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

O que é coronavírus?

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China.Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43,                                                                                                                                                                             

Pandemia

Nessa quarta-feira (11), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus (covid-19) como uma pandemia. Uma doença infecciosa é considerada uma pandemia quando sua disseminação sai do controle e se espalha por uma região geográfica ou mesmo por todo o planeta, afetando uma grande quantidade de pessoas. Mais de 118 mil pessoas foram infectadas em 114 países. Ao todo, mais de 4.300 mortes foram registradas.

Coronavírus pelo mundo

Roberto Carlos (Foto: Reprodução/Instagram) - Roberto Carlos (Foto: Reprodução/Instagram)                                                                                               Roberto Carlo

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BOBBY FABISAK/JC IMAGEM
Protesto em favor do Governo Bolsonaro e contra o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional, na Avenida Boa Viagem. – FOTO: BOBBY FABISAK/JC IMAGEM

Filhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Carlos e Eduardo Bolsonaro, alfinetaram o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), após a notícia de que manifestantes foram detidos em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, nesse domingo (15). Segundo a Polícia Civil, dois homens foram detidos. Um deles por descumprir o decreto do governo do Estado que proíbe reuniões e eventos com mais de 500 pessoas, devido à pandemia mundial do novo coronavírus (Covid-19), e o outro, por desacato.Eduardo Bolsonaro (PSL), chegou a falar em “fascismo” ao comentar o assunto. “Prender um cara porque estava segurando uma plaquinha? Já sei que vão falar do coronavírus. Mas o corona só se pega em manifestação ou em estádio e ônibus também? Revolta seletiva do governador? É o Estado acima das liberdades. Se isso não é fascismo eu não sei o que é…”, escreveu o deputado federal em sua conta no Twitter.O decreto de Paulo Câmara foi publicado no sábado (14), para tentar conter a epidemia do vírus, que já tem oito casos confirmados. Em nota, o Palácio do Campo das Princesas afirmou que “todo evento que descumprir o decreto será alvo de investigação policial e seus organizadores podem ser enquadrados no artigo 268, do Código Penal (Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa: Pena – detenção, de um mês a um ano, e multa)”.Governador de Pernambuco mandou prender manifestantes em Recife por atentado à saúde pública.3.930 pessoas estão falando sobre isso.O vereador Carlos Bolsonaro também comentou, no Twitter, sobre o ocorrido. “Esperavam o que de quem admira “liberais” como Barack Obama? Se prender manifestante com prudência e sofisticação parece que tá tudo bem….”.Segundo a polícia, para os dois casos foram lavrados Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). Os homens prestaram depoimento e foram liberados para responder em liberdade. 

O ato aconteceu em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, mesmo após decreto do governo do Estado proibindo eventos com mais de 500 pessoas.

Vídeo incorporado
Durante o ato desse domingo (15), a reportagem do JC conversou com Mateus Henrique, que é presidente do Direita Pernambuco, e ele criticou o decreto do governo estadual. “O decreto com certeza atrapalhou (o ato) porque todo mundo estava motivado e sabendo que iria vir pra cá, mas no final das contas sai esse decreto e existe o medo de repressão do governo. Esse governo (Paulo Câmara) a gente sabe que tem uma postura bem ditatorial, então muita gente ficou com o pá atras de vir”, disse.

Sobre as críticas de Carlos e Eduardo Bolsonaro, a assessoria do governador Paulo Câmara respondeu que o socialista não irá se pronunciar.

Nota da Polícia Civil sobre manifestantes detidos em Boa Viagem

A Polícia Civil de Pernambuco informa que autuou o líder de uma manifestação, de 21 anos, que ocorreu, neste domingo (15), em Boa Viagem, em função do descumprimento do artigo 268 do Código Penal (“Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”).

Com base no artigo 196 da Constituição de 1988 (“A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e outros agravos…”) e na Lei Federal Nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, diante da pandemia mundial e dos riscos de transmissão do COVID -19, o Ministério Público de Pernambuco, por meio da Promotoria de Justiça Plantonista da Capital, recomendou à Secretaria de Defesa Social a “adoção de medidas para evitar a realização de eventos de qualquer natureza com público superior a 500 pessoas”.

Decisões proferidas hoje (domingo (15), em plantões judiciários, determinaram a não-realização de dois eventos – a Festa da Tainha, no município de Goiana, e os Fanfarrões Bora Bora, em Jaboatão dos Guararapes – pelo risco de propagação do COVID -19. Na mesma direção, como forma de prevenir o avanço do corona vírus no território pernambucano, o Governo do Estado publicou o decreto 48.809/20, proibindo a eventos com grande aglomeração de pessoas. O rapaz de 21 anos foi ouvido na Delegacia de Boa Viagem. Além dele, um homem, de 57 anos, também foi autuado. Nesse último caso, por desacato à autoridade policial por ter invadido a delegacia e desrespeitado a equipe de servidores de plantão neste domingo.

Nos dois casos, foram lavrados Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). A PCPE reforça que está cumprindo a legislação e a recomendação das autoridades sanitárias, sem qualquer avaliação da orientação ou motivação do protesto em questão.

Protesto pró-Bolsonaro no Recife

Pernambucanos em verde e amarelo foram às ruas dar um recado ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF): “deixem o presidente Jair Bolsonaro trabalhar”, assim gritava um dos grupos que seguiu pela Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, nesse domingo (15).

Mesmo quem estava receoso com o Covid-19 não perdeu a chance de se manifestar. Cartazes afirmavam que o “maior vírus do Brasil é a corrupção” e alguns dos presentes no ato conseguiram até máscaras cirúrgicas nas cores da bandeira do Brasil.

No quis diz respeito aos cartazes, o foco estava mesmo em Rodrigo Maia (presidente da Câmara) e Dias Toffoli (presidente do STF), alguns pediam eles fora, outros chegavam até a citar intervenção militar. “Esse ato é contra a corrupção, contra tudo o que está atrapalhando Bolsonaro de governar. É contra isso, pois, enquanto ele está trabalhando para que o Brasil melhore e venha a ser um país de ponta, de primeiro mundo, tem muita gente para atrapalhar”, afirmou Edirce Pinto, 60, que é professora e empresária.

veja

AG CNMCom discussão e votação convocadas para esta semana na Comissão Especial da Câmara, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 15/2015 – que torna o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) mecanismo permanente – tem sido tema de articulação técnica e política da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Desde que a matéria começou a tramitar, a entidade tem se debruçado sobre o tema para garantir que as demandas da gestão local sejam atendidas. Nesta terça-feira, 10 de março, ocorreu mais uma reunião do presidente da CNM, Glademir Aroldi, com a relatora da PEC, professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), e o presidente da Comissão, deputado Bacelar (Pode-BA), para reforçar os pleitos.

Entre os pontos citados, Aroldi destacou o pedido de não inclusão na cesta do Fundeb dos dois 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) repassados aos Municípios em julho e dezembro de cada ano. Para a Confederação, esses adicionais auxiliam as prefeituras em períodos de crescimento de despesa, como o pagamento do 13º salário em dezembro e de queda na receita em julho em razão da restituição do IR.

Além de não ser justo incluir o montante de natureza extraordinária e com caráter de apoio financeiro, o movimento municipalista lembra que que os referidos valores, por incorporarem à receita de impostos do Município, consequentemente já são aplicados em ações de Manutenção e Desenvolvimento de Ensino (MDE) e se traduzem em mais recursos aplicados na educação local.

Aprimoramentos e pontos positivos
Ag CNMOutras demandas do movimento municipalista referem-se ao salário educação – hoje destinado a programas federais, como os de alimentação e transporte escolar, dinheiro direto na escola, livro didático e outros –; ao Custo Aluno Qualidade (CAQ); à participação social nas políticas; e aos recursos adicionais à complementação da União para manutenção e custeio das creches.

Vale destacar que as definições acerca do Fundeb são endossadas pelo Conselho Político da CNM, que reúne as 27 associações/federações estaduais. A PEC transforma o Fundeb – previsto para acabar neste ano – em mecanismo permanente de financiamento da educação básica pública e aperfeiçoa os critérios de distribuição, aumentando a complementação por parte da União.

Apesar das sugestões de aprimoramento, a Confederação reconhece que o texto apresentado na comissão pela relatora contempla outras demandas municipalistas, como o estabelecimento de um modelo híbrido para divisão dos recursos: 10% distribuídos por Estado como no Fundeb atual e 7,5% distribuídos por rede de ensino pelo valor aluno-ano total. O último critério visa a um maior equilíbrio da rede municipal, já que Municípios de Estados que hoje não são beneficiados com a complementação poderão receber recursos.

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Isis Valverde desenvolveu melasmas na gravidez (Foto: Reprodução/Instagram)

Durante o Verão ou longa exposição solar (principalmente sem proteção) é comum surgirem no rosto algumas manchas que se assemelham à sardas. Mas na verdade essa pigmentação tem nome e atende por melasma. Como o Brasil é um país tropical, que faz calor quase o ano todo, o problema acaba sendo muito comum, especialmente nas mulheres. Famosas como Isis ValverdeMariana GoldfarbFernanda SouzaDaniela Albuquerque, Kelly Key, já admitiram que sofrem com esse problema.

revistaquem

De biquíni, Mariana Rios exibe corpão e recebe chuva de elogios
                                                                                 Mariana Rios esbanja beleza em clique de biquíni 

Mariana Rios começou o fim de semana neste sábado, 14, com um clique de parar tudo.Na água em São Miguel dos Milagres, em Alagoas, a atriz e cantora posou deslumbrante com um biquíni muito elegante.Além da peça, a morena apostou em chapéu e óculos escuros. “Bom dia, Milagres!”, escreveu ela na legenda da publicação que logo rendeu uma chuva de elogios.“Muito deusa”, disse um internauta. “Linda”, elogiaram vários admiradores. 

caras

247 – Em editorial intitulado “As falsas crises, e a verdadeira”, o jornal O Estado de S.Paulo afirma que atualmente “já é possível dizer que a grande crise que o Brasil enfrenta não é a economia travada ou a ameaça epidêmica do coronavírus; a verdadeira crise do País é não ter governo justamente quando ele é mais necessário”.

“A crise do coronavírus é concreta, não uma ‘fantasia’ criada pela ‘grande mídia’, como disse o presidente Jair Bolsonaro. Preocupa sobremaneira que o governo brasileiro, a julgar pelas declarações inconsequentes do presidente, esteja propenso a considerar a pandemia como sendo apenas uma ‘pequena crise’. Isso é ‘brincar com fogo’, como comentou o biólogo Fernando Reinach em sua coluna no Estado”, diz o jornal paulista.

De acordo com o texto, “é assim que Bolsonaro encara crises verdadeiras: menospreza seus riscos e as considera criações da imprensa”. “Infelizmente, esse tem sido o padrão de comportamento do presidente Bolsonaro ante os inúmeros desafios que se lhe apresentam desde que tomou posse, e nada indica que será diferente até o final do mandato, especialmente à medida que fica mais clara a sua incapacidade de governar, qualquer que sejam as circunstâncias”.

brasil247

É possível comparar a pandemia de coronavírus e a gripe de 1918?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mulher utiliza máscara diante de restaurante fechado na

cidade francesa de Nice – AFP

A gripe espanhola de 1918, com 50 milhões de mortos em todo o planeta, é um ponto de referência entre as pandemias modernas, mas poderia servir para avaliar a atual epidemia de coronavírus? O presidente francês Emmanuel Macron afirmou que atualmente o mundo vive a “crise de saúde mais grave em um século”, em uma referência à gripe espanhola.

Os balanços no momento não têm qualquer semelhança: milhões de mortos nos cinco continentes, há um século, contra poucos milhares na pandemia atual. Os vírus que provocam a doença tampouco são os mesmos, do tipo gripal A (H1N1) no primeiro caso e um coronavírus atualmente.Os “contextos” também são radicalmente diferentes, ressalta o geógrafo Freddy Vinet da Universidade Paul Valéry de Montpellier, que publicou em 2018 um livro sobre a história da gripe espanhola. Existe uma diferença essencial: a gripe espanhola aconteceu “à sombra midiática” da I Guerra Mundial, recorda. “A guerra ocupou as manchetes dos jornais. Com o coronavírus acontece o contrário”, destaca o especialista em catástrofes e riscos naturais.A atitude dos Estados tampouco é a mesma: durante a primeira onda de epidemia em maio-junho de 1918 na Europa, “as autoridades, que tinham outros assuntos a lidar, não avaliaram bem o problema”, explica Vinet. Na França, a verdadeira conscientização sobre a gravidade da situação só aconteceu no outono (hemisfério norte, primavera no Brasil) de 1918, quando a epidemia praticamente atingiu o ponto máximo. Foram aplicadas medidas para fechar locais públicos, mas de maneiras diferentes: as autoridades atuaram com base no improviso.“Havia tantos pacientes que não existia mais mão de obra nem material para aplicar as medidas, como higienizar locais públicos”, explica Vinet.

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Fábio Wajngarten
                                                                          Fábio Wajngarten (Foto: Anderson Riedel/PR)

247 – Sophie Wajngarten, esposa do secretário de Comunicação do governo federal, Fábio Wajngarten, afirmou nesta quinta-feira (12) que seu marido fez o teste do coronavírus e deu positivo. “Meninas , bom dia: conforme e-mail da escola ontem, meu marido voltou de viagem de Miami ontem e fez o exame de covid que deu positivo”, disse Sophie no grupo de Whatsapp das mães da escola onde estudam suas filhas.

Bolsonaro também cancelou uma viagem a Mossoró (RN) por suspeita da doença. Um áudio do dr. Fábio Jatene, diretor do Serviço de Cirurgia Torácica do Instituto do Coração (InCor), relata reunião com alguns dos mais renomados médicos de São Paulo que preveem 45 mil pessoas com coronavírus só na Grande São Paulo em 4 meses haverá. Do total, 11 mil precisarão de UTIs, que não existem nesse número.

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Deltan Dallagnol e FBI
Deltan Dallagnol e FBI (Foto: Pedro de Oliveira/ALESP | Reuters)

Natalia Viana, Andrew Fishman, Maryam Saleh, Agência Pública/The Intercept Brasil – No dia 5 de outubro de 2015, Deltan Dallagnol, procurador-chefe da força-tarefa da Lava Jato, mal dormiu; chegou de uma viagem e foi direto para a sede do Ministério Público Federal (MPF) no centro de Curitiba, onde trabalhou até depois da meia-noite. No dia seguinte, acordou às 7 da manhã e correu de volta para o escritório. Ele já havia avisado a diversos interlocutores que aquela seria uma semana cheia e não poderia atender a nenhuma demanda extra.

Não era para menos. Naquela terça-feira, uma delegação de pelo menos 17 americanos apareceu na capital paranaense para conversar com membros do MPF e advogados de empresários que estavam sob investigação no Brasil. Entre eles estavam procuradores americanos ligados ao Departamento de Justiça (DOJ, na sigla em inglês) e agentes do FBI, o serviço de investigações subordinado a ele. Todas as tratativas ocorreram na sede do MPF em Curitiba. Em quatro dias intensos de trabalho, receberam explicações detalhadas sobre delatores como Alberto Youssef e Nestor Cerveró e mantiveram reuniões com advogados de 16 delatores que haviam assinado acordos entre o final de 2014 e meados de 2015 em troca de prisão domiciliar, incluindo doleiros e ex-diretores da Petrobras.

Mas nem tudo foram flores para a equipe de Deltan Dallagnol. No final do dia 6 de outubro, às 23h16, ele foi chamado ao Telegram pelo diretor da Secretaria de Cooperação Internacional (SCI) da Procuradoria-Geral da República (PGR), Vladimir Aras: “Delta, MSG DO MJ”.

A mensagem era grave. O Ministério da Justiça acabara de tomar conhecimento da visita dos americanos pelo Itamaraty – quando eles já estavam em Curitiba.

Segundo um acordo bilateral, atos de colaboração em matéria judicial entre Brasil e Estados Unidos – tais como pedir evidências como registros bancários, realizar buscas e apreensões, entrevistar suspeitos ou réus e pedir extradições – normalmente são feitos por meio de um pedido formal de colaboração conhecido como MLAT, que estipula que o Ministério da Justiça deve ser o ponto de contato com o Departamento de Justiça americano. O procedimento é estabelecido pelo Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal, tratado bilateral assinado em 1997.

Naquela época, o ministério era chefiado pelo ministro José Eduardo Cardozo, sob a presidência de Dilma Rousseff (PT).

A mediação é feita pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, o DRCI, então chefiado pelo delegado da Polícia Federal (PF) Ricardo Saadi. Era dele a interpelação que dizia que o governo não fora informado da visita dos procuradores e agentes americanos. No final, o encontro ocorreu à revelia do Executivo, em tratativas diretas entre os americanos e os procuradores de Curitiba.

O email enviado por Saadi dizia o seguinte: “Fomos informados hoje pelo Ministério de Relações Exteriores (MRE) sobre possível vinda de autoridades americanas para o Brasil para conversar com autoridades brasileiras e/ou realizar investigações no âmbito da Operação Lava Jato. Considerando que, até a presente data, este DRCI não tinha qualquer conhecimento dessa possibilidade, pergunto: 1. O MPF tem conhecimento sobre eventual vinda de autoridades norte-americanas para o Brasil para conversar com autoridades brasileiras e/ou para praticar atos de investigação ? 2. Em caso positivo, qual o período que ficariam em solo nacional ? 3. Foi feito algum contato oficial nesse sentido ? 4. Quais seriam as atividades desenvolvidas pelos norte-americanos em solo nacional ? 5. O MPF teria nome/função das autoridades americanas que viriam ? 6. Outras informações que entender relevantes”.

 Coronavírus de um lado e a corrupção do lada, é complicado. Maior parte da não brasileiro já vinha em situação difícil com os corruptos e agora?”

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Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Alinne Moraes está deixando saudade em seus fãs. Longe das telinhas desde Espelho da Vida, na TV Globo, a atriz garante que não demora para voltar. Enquanto isso, na vida pessoal ela está vivendo tranquilamente ao lado de seus dois amores (o filho Pedro e o companheiro Mauro Lima) e, por isso, topou posar para um ensaio inspirador. Aos 36 anos, Alinne bateu um papo exclusivo com a Vogue Brasil e contou um pouco sobre seus projetos atuais que incluem uma peça no Teatro Petra Gold. “Estreei a peça do Gustavo Pinheiro, ‘Relâmpago Cifrado’, nela interpreto uma médica ao lado de Ana Beatriz Nogueira. É um embate que abala as estruturas de duas pessoas de perfis muito diferentes. Uma peça que trata de individualismo e altruísmo”, disse sobre a temporada em cartaz até 22 dezembro. “Em Janeiro começo a pré da próxima novela da Lícia Manzo. A novela está prevista pra começar em maio de 2020”, adiantou ela que além do trabalho como atriz se encontrou no papel de mãe: “Me encontrei mais do que em qualquer outro papel nesses anos de carreira. Ser mãe é minha maior motivação hoje em dia, sem dúvida. Vivo pra minha família. Mas por ora, não pensamos em mudar o “combo”, continuou a bela sobre não ter planos de aumentar a família. 

Com trabalhos marcantes na carreira, ela ainda tem sonhos para realizar como atriz e conta o que mais mudou desde que estreou na televisão em 2002. “Tenho alguns… uma peça infantil por exemplo. E, na realidade, a cada dia aprendo um pouco mais, pessoal e profissionalmente. Aprendo com cada personagem que faço, a cada trabalho, com cada elenco com quem contraceno, cada diretor, cada autor e assim por diante. Enxergo a como terapia, principalmente”.

Alinne Moraes 

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Alinne Moraes (Foto: FOTO: BRUNNO RANGEL; DIRECAO CRIATIVA: MARCELO FEITOSA)

Vivendo um lindo amor com Mauro Lima, em 2014 ela deu à luz seu primeiro filho Pedro, fruto da sua união com o cineasta e contou como tudo começou. “Não casamos em cartório, nem igreja, tampouco cerimônia. Há sete anos me mudei pro apartamento do Mauro por conta de uma reforma na minha casa. Foi assim que oficializamos (risos): com uma muda de roupa e paixão de sobra. Dessa união nasceu nosso filho, Pedro. Se isso não é um casamento não sei o que seria”, dispara. 

Sobre seu maior sonho como casal, Alinne surpreende novamente: “Sonho é o que eu tinha no começo, agora estou no modo ‘realizando'”, conta ela que não se arrisca a dar dicas sobre o amor: “Não me arrisco a empurrar fórmulas pra ninguém no que diz respeito a relações amorosas e conjugais. Acho que não existe segredo. Talvez ter sempre em mente que o casamento não é uma empresa, que precisa apresentar balancetes, receita líquida positiva, coisas do tipo”. 

vogue

O Ministro da Educação  Abraham Weintraub. Foto: Evaristo Sa/AFP

O MINISTRO DA EDUCAÇÃO ABRAHAM WEINTRAUB. FOTO: EVARISTO SA/AFP

Combate ideológico permitiu a Weintraub bancar uma espécie de ação entre amigos, o que seguidores de Bolsonaro chamariam de ‘mamata

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, é inimigo das pesquisas de pós-graduação. Em 2019, sua pasta cortou quase 12 mil bolsas de mestrado e doutorado. Neste ano, o órgão do MEC que financia esses estudos, a Capes, terá 600 milhões de reais a menos, um total de 3,6 bilhões. No orçamento original desenhado pelo governo, a perda era de 2 bilhões. O combate ideológico a essas pesquisas permitiu a Weintraub bancar uma espécie de ação entre amigos em cargos federais sob sua jurisdição. Uma situação que os seguidores de Jair Bolsonaro chamariam de “mamata”, se tivesse ocorrido na era PT. Além do ministro, os protagonistas dessa história são Heloísa Candia Hollnagel, diretora de Relações Internacionais da Capes, e Matheus Ghitti Baione, coordenador-geral de Acompanhamento e Monitoramento de Resultados da mesma diretoria. Uma dupla egressa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde Weintraub era professor.Baione foi nomeado em 4 de março, com salário de 10.373,30 reais. Sua designação foi assinada pela Secretaria Executiva do MEC. Só não foi pelo próprio Weintraub porque, em fevereiro, o ministro baixou uma portaria a terceirizar certas admissões. A nomeação exigiu a demissão de um funcionário de carreira da Capes, Adi Balbinot Junior, servidor concursado há 20 anos. A função de Baione será controlar e decidir todas as parcerias internacionais de pesquisas do Brasil. Possui credenciais para tanto?

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jair bolsonaro
Não bastasse o agravamento da crise econômica, ele ainda adota medidas que agravam a crise política. E se for preciso ele governar dentro de um regime autoritário ele o fará – Zak Bennett/AFP

Bolsonaro decidiu enfrentar a crise com mais medidas restritivas. O oposto do que deveria fazer

Iniciamos a semana com um elevado nível de tensão. Não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro, em decorrência do agravamento dessa crise crônica pela qual passa o sistema capitalista. E eu digo o agravamento por conta, sobretudo, do coronavírus, que tem feito com que a produção diminua no mundo inteiro, sobretudo nos grandes centros – produtores e consumidores – como a China e a União Européia. 

Por conta de uma falta de acordo entre Arábia Saudita e Rússia, dois membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), no sentido de diminuir o volume de produção para manter estabilizados os preços – a Rússia não acatou este acordo –, a Arábia Saudita diminuiu significativamente o preço do seu combustível petróleo, provocando uma queda brusca de aproximadamente 30% no valor do barril do petróleo.

O mundo inteiro acordou na segunda feira – ou dormiu no domingo – abalado pelas quedas drásticas nas bolsas de valores. No Brasil, a bolsa teve que dar uma parada momentânea por conta, repito, deste agravamento de uma crise econômica.

Muitos analistas econômicos dizem que a culpa de tudo é o coronavírus. Não é verdade. O coronavírus somente agravou uma crise sistêmica do capitalismo que vem em curso desde 2008. Aqui no Brasil, as consequências e as previsões são dramáticas, porque nós já passamos por um momento muito difícil. 

Bolsonaro decidiu enfrentar essa crise da pior forma possível. Nós defendemos que em um momento de contração da economia, o governo tem a obrigação de promover incentivos, com investimentos públicos, ampliação dos programas sociais, garantias de maiores e mais benefícios ao conjunto dos trabalhadores. 

E o governo Bolsonaro vem fazendo exatamente o contrário. Exatamente todas as reformas encaminhadas ao Congresso Nacional e aprovadas até agora são reformas que prejudicam e pioram ainda mais esse momento de recessão econômica que nós estamos vivendo. A reforma trabalhista retira direitos; o congelamento do salário mínimo retira renda dos trabalhadores e das trabalhadoras; a reforma previdenciária, pior ainda, porque em média 40% a menos que os aposentados receberão. 

Isso tudo vai piorar a nossa crise. E diante destes últimos fatos o que continua a fazer o governo Bolsonaro e a maioria do congresso nacional? Acenando para a aprovação de mais reformas restritivas, de arrocho fiscal. Ou seja, de retirada de direitos e renda do povo e de aumento apenas para aqueles que já ganham muito. O Brasil pode se deparar com uma situação extremamente grave. Sabedor disso, o que faz Bolsonaro? Não bastasse o agravamento da crise econômica, ele ainda adota medidas que agravam a crise política, em uma sinalização clara de que quem vai governar é ele. E se for preciso ele governar dentro de um regime autoritário ele o fará.

É exatamente isso que o presidente faz quando, pessoalmente, se dedica à mobilização dos atos do dia 15, que não são só atos contra o orçamento impositivo que o Congresso está aprovando. São atos contra o próprio sistema democrático, contra o Supremo Tribunal Federal, contra o Congresso Nacional, contra a nossa própria democracia. 

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O Paulo Guedes não tem uma saída muito elegante para a situação”, ressalta o economista Paulo Nogueira Batista Jr. – Bryan R. Smith / AFP

Os dias de pânico para a economia mundial, com o registro de dois “circuit breaker” (mecanismo disparado pela bolsa de valores que suspende as negociações em momentos atípicos) durante a semana, é resultado de uma “máquina de instabilidade” inflada pelos mercados.

É o que afirma o economista Paulo Nogueira Batista Jr., ex-vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento estabelecido pelo Brics, o grupo econômico de países de mercado emergente. Para ele, os mercados estimulam o lucro por meio de incertezas.

É o que ocorre no momento, diz o economista: o cenário de completa obscuridade, causado pela pandemia do coronavírus e pela guerra de preços do petróleo, caracteriza o que economistas chamam de “momento Minsky”, quando a euforia do mercado financeiro é, abruptamente, transformada em pânico após uma reversão inesperada. . “Quando a maré baixa é que você vê quem estava nadando nu”, ilustra. 

Nesta quarta-feira (11), o Ministério da Economia brasileiro informou que a estimativa oficial de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi revisada de 2,4% para 2,1%. Ao mesmo tempo, o risco-país, medido por meio dos contratos CDS (Credit Default Swap), subiu 34% – a maior alta desde 2002. Ainda nesta quarta, após a revisão da estimativa, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, no pior cenário, em decorrência da pandemia de coronovírus, o PIB em 2020 seria de 1%, menor que o crescimento registrado em 2019, que ficou em 1,1%. Confirmado esse quadro, o Brasil registraria o quarto ano de baixo crescimento da economia.

Diante da crise, Batista Jr. prevê um ano de retração à economia global. Ele calcula que, na esteira do mercado internacional, o Brasil, que antes previa um “voo de galinha” na economia, em 2020, deve ficar estagnado. A expressão é utilizada popularmente para caracterizar um crescimento pequeno, quase nulo.

O economista ressalta, no entanto, que a causa para o baixo crescimento da economia brasileira este ano não é decorrência apenas da pandemia de coronavírus, mas também das ações do governo brasileiro. “Não é só o coronavírus que causa prejuízo nacional. Temos as restrições internas do governo. O coronavírus começou a gerar preocupação em fevereiro. Antes disso, as expectativas de crescimento já vinham sendo rebaixadas um pouco no Brasil”, ressalta.  Resta saber, agora, se a crise vem para ficar ou é passageira. De acordo com Batista Jr., não há uma resposta concreta para a dúvida, apenas apostas – quem prever o futuro com mais clareza ganhará mais dinheiro.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Paulo Nogueira falou dos possíveis cenários futuros, das consequências da crise ao trabalhador comum e da tentativa do governo de contornar a recessão com reformas. “O Paulo Guedes não tem uma saída muito elegante para a situação”, ressalta.

Paulo Nogueira Jr. é ex-vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento / UFRGS/Divulgação

Confira a entrevista completa:

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Globo surpreendeu ao deixar plateia do ‘Encontro’ vazia por coronavírus; entenda

Globo surpreendeu ao deixar plateia do 'Encontro' vazia por coronavírus; entenda

 ‘Encontro’ reduz plateia pela metade
 – Reprodução/TV Globo

As medidas de segurança da Globo a respeito do coronavírus estão cada vez mais intensas.

Na manhã desta quinta-feira (12), o Encontro com Fátima Bernardes contou com uma plateia bem reduzida para evitar contágio da doença pandêmica.

Fátima começou o programa com a nuvem de palavras costumeira, quase todas relacionadas ao novo coronavírus. Depois, ela explicou as medidas que estão sendo tomadas, incluindo cancelamentos de eventos, para conter a propagação do vírus. Então a apresentadora explicou que o programa também adotou uma medida drástica. “A nossa plateia hoje está com um número menor. Essa foi uma medida de segurança que foi adotada aqui nos estúdios Globo“, contou, mostrando a plateia claramente mais vazia. Ela explicou: “A gente normalmente tem até 120 pessoas, hoje esse número foi reduzido à metade. A nossa torcida é que a gente possa logo ter os lugares ocupados e receber as pessoas com segurança“. A redução nas plateias deve atingir também o BBB20.

Ao responder um comentário de um seguidor nas redes sociais, Boninho soltou até palavrão para contar a decisão que deverá ser anunciada oficialmente ao público nos próximos dias“Como faz para ir de plateia no paredão?“, perguntou o fã “Com essa m**** de covid-19 vamos fazer sem”, respondeu o comandante da atração.

Foi lançado, nesta terça, o Programa Taça das Favelas, iniciativa de prevenção social que une esporte, educação e cultura 

por meio de competições de futebol de campo

Mais um passo em favor da cidadania em Pernambuco foi dado nesta terça-feira (10.03). O governador Paulo Câmara lançou, no Palácio do Campo das Princesas, a Taça das Favelas, programa que une esporte, educação e cultura para promover a inclusão social por meio do futebol, de forma a influenciar positivamente a realidade dos adolescentes e jovens pernambucanos. Considerado o maior torneio de futebol de campo entre comunidades do mundo, com mais de 100 mil participantes, a Taça das Favelas, em Pernambuco, contemplará jovens de municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR).

“Estamos lançando, hoje, a Taça das Favelas. Mais uma ação coordenada pela Secretaria de Políticas de Prevenção à Violência e às Drogas. Com esse projeto, educação, cultura e esportes caminham juntos pela cidadania com o apoio de todos. A taça trabalhará em favor da cidadania, do esporte, da paz e da prevenção, e isso vai originar muita coisa boa. Talentos serão revelados, mas, acima de tudo, o projeto vai mostrar aos nossos jovens que existem caminhos, alternativas, para que eles não se envolvam com coisa ruim. E que, com cultura, educação e esportes é possível alcançar todos os sonhos”, afirmou Paulo Câmara. A Taça das Favelas é organizada pela Central Única das Favelas (CUFA) nos vários Estados do País. As inscrições são abertas para meninos de 14 a 17 anos e, entre as meninas, a partir de 17 anos, com espaço igualitário para times masculinos e femininos. As inscrições são feitas por meio de aplicativo disponível nas plataformas Android e IOS, ou pelo site www.tacadasfavelas.com.br. A disputa começa na fase de peneiras, nas próprias comunidades, com chaves montadas por sorteio. Em seguida, vem a fase de grupos, as quartas-de-final, as decisões e a grande final.  Secretário da pasta que coordenará a Taça das Favelas, Cloves Benevides registrou que, além da cidadania, o projeto está intrinsecamente atrelado à palavra esperança. “A linguagem do futebol é universal, sobretudo para os brasileiros, e se soma às perspectivas de futuro e de inclusão social. Será um grande momento de celebrar o esporte, mas também de pensar no futuro”, pontuou.  O secretário destacou que as principais etapas do torneio irão ocorrer em conjunto com uma etapa da Ação de Cidadania (parte do Programa Governo Presente) na própria comunidade, quando são oferecidos cerca de cem serviços públicos e privados, além de exames preventivos de saúde e difusão de direitos para o cidadão. Entre os serviços, estão a emissão de RG, CPF, certidões em geral, exames preventivos para saúde da mulher, aferição de pressão, além da distribuição de itens de cuidados pessoais. O Programa Juventude Presente também integrará a Taça das Favelas, oferecendo aos atletas amadores inscritos vagas em cursos de qualificação profissional e atividades de prevenção à violência

Gilberto Prazeres
Secretário Executivo de Imprensa
gilberto.prazeres@gmail.com
(81) 98235.1065 | 3181.2226

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Relatório preliminar de uma comissão de educação formada por 50 deputados concluiu que 'o planejamento e a gestão do MEC (estão) aquém do esperado' Foto: GETTY IMAGES
Relatório preliminar de uma comissão de educação formada por 50 deputados concluiu que ‘o planejamento e a gestão do MEC (estão) aquém do esperado’ Foto: GETTY IMAGES
BBC topo (Foto: BBC)

Resolução homologada pelo MEC prevê mudanças na formação de professores Foto: GETTY IMAGES

Desde o dinheiro que financia a maior parte da educação básica pública e mudanças na formação de professores até o modelo de funcionamento das universidades federais e a própria permanência do ministro da Educação no cargo. Esses são alguns dos temas que devem dominar os debates educacionais do Brasil em 2020, depois de um ano turbulento em um dos ministérios mais importantes do país.Em 2019, primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro, Abraham Weintraub assumiu o Ministério da Educação (MEC) em abril, com o objetivo de “acalmar os ânimos” depois das polêmicas envolvendo seu antecessor, Ricardo Vélez. As polêmicas, porém, estavam longe de terminar: primeiro, o MEC teve um contingenciamento de verbas de cerca de R$ 6 bilhões (segundo o ministério, esse dinheiro já foi liberado), à espera da reforma da Previdência e por causa do que o ministro chamou de “situação dramática do país do ponto de vista fiscal”.

Quem primeiro sentiu os efeitos foram as universidades federais, que tiveram recursos congelados e foram alvo de acusações, por parte de Weintraub — sem que tenham sido oferecidas provas concretas —, de “balbúrdia” e de terem “plantações de maconha” e “laboratórios de drogas”.

O ensino superior foi afetado também pelo congelamento do orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que levou ao corte de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Segundo a Capes, o orçamento da instituição já foi restaurado.

Na educação básica, o panorama tampouco foi alentador. Um relatório preliminar de uma comissão de educação formada por 50 deputados, tornado público em novembro pelo jornal O Estado de S. Paulo, concluiu que “o planejamento e a gestão do MEC [estão] aquém do esperado”, sem que haja “priorizações, clareza nas metas, prazos ou responsáveis para as ações propostas”.O MEC se disse “aberto ao diálogo” e afirmou que áreas técnicas estão analisando o relatório para avaliar possíveis contribuições a ele. Sobre as opiniões de especialistas citadas na reportagem abaixo, o ministério afirmou que não se manifestaria.

Essas discussões provavelmente vão se estender ao longo de 2020, ao lado de questões decisivas para a educação brasileira no ano que vem. Veja a seguir algumas delas:

FUNDEB, O FUNDO BILIONÁRIO DA EDUCAÇÃO QUE VAI EXPIRAR

Audiência pública sobre o Fundeb na Câmara, em junho; existe um impasse em torno de o quanto a União deve contribuir ao fundo Foto: LUIS FORTES/MEC
Audiência pública sobre o Fundeb na Câmara, em junho; existe um impasse em torno de o quanto a União deve contribuir ao fundo Foto: LUIS FORTES/MEC

A maior parte (cerca de 60%) dos gastos na educação pública brasileira vem do Fundeb, um fundo bilionário de dinheiro público que entrou em vigor em 2007, mas que, por lei, expira em 31 de dezembro de 2020. Ou seja, obrigatoriamente até o final do ano que vem, governo e Congresso têm de aprovar o que vai acontecer com o Fundeb — caso contrário haverá uma desordem total no pagamento de salários de professores, manutenção e construção de escolas etc. “Sem o Fundeb seria o caos absoluto, porque a maior parte dos municípios depende do fundo para garantir a folha de pagamento”, explicou à BBC News Brasil Binho Marques, que foi secretário de Educação e governador do Acre pelo PT e hoje é gestor de políticas públicas.

É que estamos falando de muito dinheiro: em 2018, o Fundeb contou com R$ 150 bilhões, sendo 90% deles pagos por estados e municípios (via impostos como ICMS) e 10% pagos pelo governo federal. A discussão sobre o Fundeb se estendeu por boa parte de 2019 no Congresso, mas sem um consenso. Um relatório preliminar apresentado pela deputada Professora Dorinha (DEM-TO), relatora do tema na Câmara, prevê que o dinheiro injetado pelo governo federal aumente desses atuais 10% para 15% a partir de 2021 e, gradativamente, chegue até 40%, desafogando assim Estados e municípios.

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Agênci dos Correios Foto: Agência Brasil
Agência dos Correios Foto: Agência Brasil

Sob fogo cerrado de Jair Bolsonaro desde o ano passado, os Correios caminham para privatização em 2021. A definição do futuro da instituição será dada por um parecer técnico que deverá estar pronto em outubro. Depois, passará pela apreciação do presidente da República.  Ainda em janeiro deverá ser assinado o contrato para que o BNDES escolha a empresa que fará a análise da estatal. O trabalho deve começar até abril. Os Correios foram incluídos em agosto no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e, para o governo, sua venda tornou-se o trunfo da agenda de privatização. Depois que se mostrou politicamente inviável a desestatização de gigantes como Caixa, Banco do Brasil e Petrobrás, eles são a mais vistosa vitrine do programa.

Enquanto isso, seus funcionários correm contra o tempo para tentar reverter esse cenário. Essa movimentação passa por tentar sensibilizar a sociedade, parlamentares e formadores de opinião sobre as consequências da transferência do serviço postal para a iniciativa privada.

Esse trabalho esbarra no dilema com o qual a instituição vem convivendo há alguns anos. Em uma era cada vez mais digital, é inexorável a redução gradual do envio de correspondências no Brasil e no mundo. Em 2018, eles entregaram cerca de 6 bilhões de unidades, o que corresponde a 46% do negócio da empresa. Anos antes, foram 8 bilhões. O principal trunfo dos Correios é justamente o monopólio constitucional da entrega de cartas, mensagens e telegramas. A privatização, portanto, terá necessariamente de ser aprovada no Congresso, para rever a Constituição. Mas o filé mignon do serviço postal atualmente são as encomendas. As compras pela internet aumentam a demanda por serviços de entrega, porém nessa seara a competição é acirrada. Até mesmo aplicativos de entrega por motocicleta ou bicicleta concorrem com multinacionais e o tradicional Sedex, dos Correios.

Para justificar a permanência dos Correios como uma instituição pública, a Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap) argumenta que, em um país continental “a logística postal é bem complexa”. A Adacp questiona se na lógica empresarial  de redução de custos e otimização de resultados haveria espaço para o atendimento a cidades longínquas e sem atrativo comercial. A estatal está presente nos 5.570 municípios do país e tem um importante papel social.

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Sasha Meneghel (Foto: Reprodução/Instagram)

Frases motivacionais
Sasha Meneghel elegeu o que sente mais falta do Brasil em conversa com Quem. A estudante de moda vive em Nova York, nos Estados Unidos, por conta da faculdade e cita os irmãos Mikael, de 4 anos, e Davi, de 6 anos, filhos de Luciano Szafir com Luhanna Melloni.

“Sinto falta de ver meus irmãos crescendo e da praia. Normalmente venho mais para São Paulo que para o Rio, sempre de bate e volta para trabalhar. Esse ano vim bem menos por conta do meu TCC, da faculdade, tive que dar uma regulada nisso. Mas consigo vir com bastante frequência, graças a Deus”, disse em entrevista para Quem.

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