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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

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Resultado de imagem para ENTREVISTA-Caixa Econômica vai acelerar negócios ligados ao setor imobiliário em 2020

Por Aluisio Alves

SÃO PAULO (Reuters) – A Caixa Econômica Federal vai ampliar linhas de negócio ligadas ao financiamento imobiliário em 2020, valendo-se de posição de liderança no setor para ampliar receitas num mercado que vem se recuperando rapidamente no país.

Enquanto prevê crescimento de 30% das concessões de crédito para compra de residências neste ano, a Caixa também planeja acelerar o home equity, empréstimos em que o tomador oferece imóvel como garantia em troca de taxas de juros menores. “Isso pode nos ajudar a ampliar o relacionamento com muitos dos nossos clientes”, disse o presidente-executivo da Caixa, Pedro Guimarães. Com uma carteira de cerca de 480 bilhões de reais no final de 2019, a Caixa lidera com folga o crédito imobiliário no país, com cerca de 60% do setor. Mas embora também seja a maior no segmento de home equity, seus ativos no setor somam cerca de 6 bilhões de reais, número considerado tímido por especialistas. Além disso, a Caixa está começando financiamento para interessados em comprar cerca de 70 mil imóveis retomados pelo banco por conta de inadimplência, ativos avaliados em cerca de 5 bilhões de reais. Há cerca de dois anos, o banco tentou vender parte dessa carteira em grandes lotes a investidores, mas o leilão fracassou.

“Achamos que podemos ganhar mais financiando a compra deles”, disse ele.

Desde que assumiu o comando da Caixa no começo do ano passado, Guimarães, um veterano do mercado financeiro, tem defendido o maior uso de instrumentos de mercado como forma de ampliar o volume de recursos para empréstimo imobiliário. No segundo semestre de 2019, a Caixa lançou uma linha no setor atrelada ao IPCA, principal índice de inflação do país. Segundo Guimarães, o banco já emprestou 5 bilhões de reais por esta linha e aprovou outros 11 bilhões de reais. Em março, o banco vai lançar ma linha imobiliária prefixada. O plano de Guimarães é de que metade do que for originado nestas duas linhas seja securitizado e vendido a investidores.

VENDAS DE ATIVOS

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              (foto: Valério Ayres/CB/D.A Press)

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do Ministério da Educação (MEC), quer descartar livros didáticos considerados sem utilidade, que nunca foram entregues a alunos das escolas públicas do País. Com isso, ao menos 2,9 milhões de exemplares, comprados em gestões anteriores, podem ser descartados.

O processo para “desfazimento dos livros inservíveis” começou no fim de 2019, quando a área de logística e distribuição do FNDE alertou, em documento, para a necessidade de reduzir o estoque armazenado em depósito alugado dos Correios, em Cajamar, Grande São Paulo. O documento, obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo, aponta que o total de exemplares no local não é nem mesmo conhecido pelo órgão, por isso, indica a necessidade de se montar uma comissão para levantar o número de livros e sua “validade”.
Levantamento preliminar do estoque feito em dezembro apontou que a reserva técnica tinha 4,2 milhões de livros didáticos, sendo que 2,9 milhões “venceram” entre 2005 e 2019. O Estado apurou que esses livros, de todas as disciplinas e de todas as séries (do ensino fundamental e do médio), estão ainda embalados e nunca foram abertos. Há ainda uma quantidade desconhecida de exemplares, que chegaram a ser entregues nas escolas antes de 2012, e depois foram levados ao local.Contando só os 2,9 milhões de livros nunca usados, o gasto estimado é de mais de R$ 20,3 milhões – em média, a compra de cada unidade custa R$ 7. Segundo o Estado apurou, servidores calculam que o estoque possa ser até três vezes maior.

Os exemplares foram comprados pelo MEC no Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), que distribui obras a todas as escolas públicas municipais e estaduais. Para evitar que alunos fiquem sem livro no caso de abertura de turmas ou colégios, sempre é adquirida uma reserva técnica. Há ainda escolas que rejeitam exemplares recebidos muito tempo após iniciar o ano letivo. Essas unidades vão para o depósito.

A minuta da portaria para formar a comissão que vai levantar o tamanho do estoque foi feita, mas ainda não foi publicada. No documento a que o Estado teve acesso, o grupo deverá listar os livros “desatualizados, obsoletos, ociosos, irrecuperáveis, antieconômicos ou em desuso” para serem descartados. A expectativa é de concluir o mapeamento até o fim de abril.

O desafio é dar um destino para esses livros, que trazem gasto, uma vez que há custo para manter o estoque. Mas exemplares desatualizados não podem ser entregues aos alunos. Outra saídas, como doar parte do material, também são complexas, segundo especialistas ouvidos pela reportagem.

Este mês, o presidente Jair Bolsonaro classificou os livros didáticos como “péssimos” e com “muita coisa escrita”. Dias depois, o ministro Abraham Weintraub reforçou a crítica e disse que já deu “boa limpada” no material. A necessidade de descarte de livros “inservíveis” foi apresentada a ele no fim do ano, pouco antes da troca do comando do FNDE. No dia 24, a servidora Karine dos Santos, que já chefiou a área responsável pelo PNLD, foi nomeada para a presidência do órgão.

Em nota, o FNDE disse que “não há efetivamente nenhum prejuízo” com a reserva de livros e defende ter cota extra para atender “as escolas novas criadas a cada ano, os alunos que ingressam no sistema de ensino e a eventual falta de livros em determinada unidade”. Também afirmou ter controle de “quais e quantos exemplares estão armazenados e disponibilizados para solicitações das escolas”. Mas não comentou sobre o estudo de descarte.

Problema

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Resultado de imagem para Governo retira 1,3 milhão de beneficiários do programa Bolsa Família
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Criado em 2003, o Bolsa Família é um programa de transferência de renda do governo federal
(foto: Rafael Lampert Zart/Agência Brasil )

Até novembro do ano passado, o governo federal retirou 1,3 milhão de beneficiários do programa Bolsa Família devido a irregularidades no cadastro. De acordo com Ministério da Cidadania, o cancelamento de benefícios gerou economia de R$ 1,3 bilhão para os cofres públicos. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, o governo está com estudos adiantados para reformular o programa. No entanto, ainda não há prazo para que a reformulação seja lançada. O porta-voz ainda confirmou à Agência Brasil que a mudança de nome do Bolsa Família está sendo analisada. “É uma das propostas, mas ainda não está fechada. Tudo indica [que sim]”.

Transferência de renda

Criado em 2003, o Bolsa Família é um programa de transferência de renda do governo federal que tem o objetivo de combater a extrema pobreza no país. Em 2020, o Orçamento da União prevê que R$ 29,5 bilhões sejam pagos em benefícios do programa. O público-alvo do programa é formado, prioritariamente, por famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e de pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais por membro. O benefício médio pago a cada família é de R$ 189,21. Para receber o benefício, é necessário que haja na família crianças ou adolescentes com idade até 17 anos. Para garantir o acesso ao benefício, as famílias devem seguir as condicionantes impostas pelo governo, como matrícula na escola e levar as crianças até 7 anos para serem vacinadas conforme o calendário de vacinação do Ministério da Saúde.
“As propositas para melhoria para vidas dos mais carente para o ano 2020 já começam a aparecer.”
em.com.br

São Paulo — “O ano de 2020 parece realmente preocupante”, diz o grupo Eurasia em relatório publicado nesta semana. No documento, a consultoria americana aponta os maiores riscos políticos e econômicos previstos para este ano, entre eles, a relação entre Estados Unidos e China e o descontentamento em países da América LatinaNo caso do Brasil, a consultoria vê como um avanço as reformas propostas pela equipe econômica, com destaque para a da Previdência, aprovada em outubro, e para a tributária, ainda em tramitação no Congresso. Mas alerta para o risco de as medidas não se converterem no crescimento econômico esperado. A Eurasia alerta que o momento pelo qual o mundo passa, de deterioração das relações entre os países e consequente redução do comércio, é mais propício para uma crise global. Ao mesmo tempo, os recursos disponíveis para que governos e setor privado lutem contra isso, estão cada vez mais escassos.

“A economia global, depois de ter emergido da grande recessão de 2008 com a mais longa expansão do período pós-guerra, agora está arrefecendo. Mais economistas esperam uma recessão em 2020 ou 2021. E o o mundo está entrando agora em uma recessão geopolítica cada vez mais profunda, com uma falta de liderança global como resultado do unilateralismo dos EUA, do declínio ma Rússia, que quer minar a estabilidade e a coesão dos Estados Unidos e de seus aliados, e um crescente empoderamento da China. E, finalmente, as mudanças climáticas, que já atrapalham o avanço econômico. Isso só vai aumentar com o tempo”, diz.

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP)
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Estadão

Giulia Raphaela – que é assessora parlamentar de Alcolumbre desde a época em que ele atuava na política local do Macapá – e Paulo Augusto, que é chefe de gabinete do senador, receberam diárias por 10 dias consecutivos, incluindo no dia de Natal. A dupla foi beneficiada por diárias até mesmo em dias que Alcolumbre não esteve no Amapá.

No dia 27 de dezembro, por exemplo, Alcolumbre postou em suas redes sociais que havia passado o dia em Brasília resolvendo questões de seu Estado. Apenas no dia seguinte, um domingo, dia 28, ele voltou ao Macapá. Os dois assessores receberam R$ 1.276,17 em diárias para assessorar o senador “em viagem oficial no Amapá” naquele dia 27, mesmo com o parlamentar em Brasília. Dois policiais legislativos do Senado também receberam o mesmo valor, com a mesma justificativa. Nas redes sociais, Alcolumbre afirmou: “27 de dezembro e a gente tá como?! Trabalhando muito em Brasília! Ao longo dos últimos meses temos dado muitas notícias boas para o nosso Amapá. Não poderia ser diferente nestes últimos dias do ano. E, especialmente neste 27 de dezembro, aqui em Brasília, estou muito feliz em compartilhar com vocês a liberação que conseguimos de R$ 110 milhões, para a finalização das obras estruturantes da nossa capital.”

Por meio de nota, o Senado confirmou que, no dia 27, Alcolumbre esteve em Brasília e retornou na manhã seguinte o Amapá. Mas afirmou que os servidores ganharam diárias porque “permaneceram no Estado cuidando dos preparativos para os eventos subsequentes”.

Durante a jornada de recesso em Macapá, Alcolumbre fez vários vídeos e postagens nas redes sociais das suas atividades políticas locais, onde aparecia inaugurando obras e exibindo suas benfeitorias políticas. Em um desses vídeos, gravado em 30 de dezembro, o presidente do Senado lamentou que as atividades do dia teriam de ser canceladas por causa da chuva, já que o aeroporto da capital do estado estava interditado e ele e sua comitiva estavam impedidos de partir para o interior do Estado.

“Estávamos com tudo pronto para irmos ao encontro de vocês (se referendo à população do Jari), mas infelizmente nossa viagem teve que ser adiada, por conta do mau tempo”, disse. Apesar do cancelamento da agenda, logo pela manhã, as diárias aos assessores foram devidamente pagas.

A assessoria do Senado confirmou que os quatro assessores estão lotados no gabinete de Alcolumbre, mas ressaltou que eles não cometem nenhuma irregularidade ao receber diárias em viagem oficial, já que a lotação de trabalho dos servidores é Brasília.

” O povão deve ir analisando a situação caótica que passa o nosso país”

Ana Arraes foi às turras com o neto, João Campos / Fotos: Agência Câmara e JC Imagem
Ana Arraes foi às turras com o neto, João Campos
Fotos: Agência Câmara e JC Imagem
Igor Maciel, da coluna Pinga-fogo

Igor Maciel*

Monarquias, quando bem estabelecidas na cultura popular, costumam só serem abaladas por eventos internos. São raras as que não caem somente de dentro pra fora, expostas por algum escândalo. Em tempos nos quais Pernambuco é exaltado no Twitter com a expressão #Pernambucomeupaís, a “monarquia socialista” que governa o Estado parece começar a se abalar, não pela voz da oposição que grita à porta dos palácios há anos sem muito sucesso, mas pelos verbos e, principalmente, pelos adjetivos e substantivos que saem da boca da matriarca da família, Ana Arraes.

Desde a morte do filho, o ex-governador Eduardo Campos, a filha de Miguel Arraes parecia que iria manter-se quieta em seu cargo no TCU, sendo mais técnica que política. Até que os ataques de João Campos contra o próprio tio, e filho de Ana, Antônio Campos, despertaram a mulher que, até antes de João, tinha a maior votação da história de PE para a Câmara Federal. Em 2010, Ana teve 387 mil votos. João Campos teve 460 mil votos em 2018.

Mas, apenas ter poderio histórico e político não é o mais importante nessa análise. O fato é que às vozes da oposição que gritavam para os muros dos palácios ganharam o reforço de ninguém menos que a avó do principal herdeiro, de forma ativa e disposta a não deixar passar nenhuma oportunidade para desnudá-lo perante os súditos e até mesmo dentro dos muros, entre os mais fieis companheiros. Estava faltando em Pernambuco, uma boa história de crise familiar monárquica. A família real, pelo que se sabe, já existe.

                                                                                               

Caso seja candidato, João Campos terá que ir além de provar que mesmo não tendo experiência terá capacidade de governar o Recife a partir de 2021. Seu segundo maior problema, depois desse, será explicar por qual motivo nem a própria avó, mãe de Eduardo Campos e filha de Miguel Arraes, apoia sua candidatura. No imaginário popular, avós são seres capazes de apoiar tudo que os netos façam pelo amor que sentem por eles. Isso pode pesar.

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Plataforma de petróleo na Baía de Guanabara Foto: Bloomberg / Agência O Globo
Plataforma de petróleo na Baía de Guanabara
Foto: Bloomberg / Agência O Globo
BRASÍLIA – O Ministério Público Federal apresentou denúncia contra 29 envolvidos em fraudes no aporte de recursos milionários dos fundos de pensão da Caixa (Funcef), Petrobras (Petros), Banco do Brasil (Previ) e Vale (Valia) na empresa Sete Brasil, responsável pela construção de sondas para exploração do petróleo na camada pré-sal. Na denúncia, a Força-Tarefa Greenfield calcula que o prejuízo aos aposentados foi de R$ 5,5 bilhões e solicita a reparação no valor do triplo desse prejuízo, que chega a R$ 16,5 bilhões. É o maior caso já denunciado pela Greenfield, força-tarefa da Procuradoria da República no Distrito Federal que apura investimentos fraudulentos dos fundos de pensão, com prejuízos aos seus aposentados. De acordo com a denúncia, o governo federal, à época comandado pelo então presidente Lula, usou sua influência política no comando dos fundos de pensão para que eles aportassem recursos milionários na Sete Brasil ignorando os riscos do investimento, assumindo a possibilidade de prejuízos para os pensionistas.

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Nathalia Dill pratica atividade esportiva na praia do Leblon (Foto: AgNews)

Nathalia Dill foi fotografada jogando volêi na praia do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (8). De maiô e shorts, a atriz mostrou sua habilidade na prática esportiva.

Em entrevista para Quem, Nathalia contou que o vôlei de praia é uma modalidade nova para ela. “Tento cuidar do corpo o ano todo, só que às vezes isso não acontece (risos). No verão tento manter as atividades que já costumo fazer: yoga e funcional com levantamento de peso olímpico. O que eu adicionei de diferente foi o vôlei de praia, ele faz parte da preparação do filme, mas com certeza vou incorporar pra vida.”

Em férias da televisão desde o fim da novela A Dona do Pedaço, em que interpretou a vilã Fabiana, a atriz pretende concluir as filmagens do longa Um Casal Inseparável no primeiro semestre de 2020, em que viverá justamente uma jogadora de vôlei de praia.Por conta do novo trabalho no cinema, Nathalia precisou passar por uma transformação na terça-feira (7) e mostrou o resultado em seu Instagram. “Mudança pronta. Vem aí, Manuela!”, escreveu.“Como é uma personagem que está sempre na praia, pensamos em mudar um pouco a cor, dar um efeito mais praiano, e também diminuir um pouco o comprimento”, comentou Nathalia sobre a mudança.

Nathalia Dill tem vôlei de praia como aliado a seus cuidados com o corpo (Foto: Agnews)Nathalia Dill conta que vôlei de praia é aliado a seus cuidados com o corpo (Foto: AgNews)

Antes e depois: Nathalia Dill (Foto: Reprodução/Instagram)

Nathalia Dill tem vôlei de praia como aliado a seus cuidados com o corpo

(Foto: Agnews)

Nathalia Dill joga vôlei em praia carioca (Foto: AgNews)Nathalia Dill se exercita em praia carioca (Foto: AgNews)Nathalia Dill joga vôlei nas areias do Leblon (Foto: AgNews)

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Katie Holmes (Foto: Splash News/ Vogue Runway)

Não é preciso ser muito antenado aos sites de moda ou contas do gênero nas redes sociais para receber de todos os cantos as mais diversas referências de looks de celebridades. Não é preciso copiar qualquer um deles ao pé da letra. A grande maioria das vezes, as imagens servem de boas referências que nos ensinam a olhar para uma cor de um jeito novo ou experimentar uma silhueta que jamais consideramos antes, ou mesmo observar uma nova tendência.

O maior ícone de estilo de 2019, porém, não brincou com grandes tendências, não experimentou novas cores, não deu a dica de novas silhuetas. Bastou, na verdade, um simples sutiã de cashmere para que todos notassem que Katie Holmes é, atualmente, a dona do guarda-roupa mais invejado de Hollywood.

ttega Veneta de Daniel Lee (a nova sucessora da Celine de Phoebe Philo). Mas em meio a muitos babados, brilhos, cores elétricas e exageros deliciosos que nos fazem suspirar e sonhar em sair com looks de passarelas pelas ruas, Katie Holmes soube mostrar toda a sedução de um closet conciso, esperto, feito para o dia a dia de absolutamente qualquer mulher.

Seu armário é repleto de bons tecidos, peças de alfaiataria com cortes impecáveis – tudo em tons clássicos. Pense em muito bege, off-white, azul marinho e ocasionalmente o preto. Pense também em muita repetição. A atriz já disse que não é de fazer muitas compras, e só compra mesmo o que sabe que vai usar muitas vezes. É o caso de seu sobretudo de lã azul marinho, ou de sua calça de lã xadrez de boca larga, que ela já usou com suéter ou com camiseta vintage cor-de-rosa.

Katie Holmes em Nova York (Foto: Vogue Runway/ Splash News)

                                             Katie Holmes em Nova York (Foto: Vogue Runway/ Splash News)

Entre seus truques mais inspiradores estão poucas peças statement em texturas surpreendentes (saia de vinil, casaco Teddy Bear) em tons clássicos, como marrom ou caramelo, sempre combinados ao que ela já tem em seu armário com um toque preppy: uma camisa social azul clara, uma calça de lã em preto e branco.

Katie Holmes (Foto: Backgrid)

Entre tantos looks montados por stylists que nos deixam com vontade de experimentar todas as tendências que piscam no universo fashionista, Katie Holmes chegou discreta mostrando todo o apelo da atemporalidade: um closet simples, que qualquer mulher consegue montar sem quebrar o orçamento, e a mensagem tão sustentável de que poucas e acertadas compras são o grande segredo de um estilo marcante e de looks charmosos. Na verdade, é aí que mora boa parte de seu apelo: os looks de street style de Katie Holmes são mais sobre consistência do que sobre novas compras. São sobre enxergar o potencial das peças de vida real que você tem no armário, apenas sob um olhar mais inspirado, tirando o máximo de proveito delas. O guarda-roupa vida real não precisa ser monótono, afinal. A fantasia da moda é maravilhosa. É o antídoto perfeito para dias de notícias tão amargas, um respiro entre rotinas corridas. Mas quando a vida real é assim tão chique e cheia de boas ideias, a realidade também não é nada mal, não?

Entre praia, piscina e outros passeios, a pausa para um lanche é indispensável. Por quê então não aproveitar a companhia das crianças e convidá-las para auxiliar na preparação das comidinhas? Além de um divertido passatempo, a atividade estreita laços e pode ainda revelar talentos escondidos para as artes culinárias.

A seguir, preparamos uma seleção de 30 receitas saborosas que podem ser feitas com os pequenos. De doces a salgados, não faltarão opções de lanchinhos para as férias. Confira:

Lanche colorido

Biscoito recheado com geleia

Broinha de fubá com goiabada

Broinha de fubá com goiabada

Muffins de chocolate

Muffins de chocolate

Torta bauru

Receita Torta Bauru

Pão de queijo fofinho

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Longe das passarelas desde 2015, mas eternamente influente no mundo fashion, Gisele Bündchen pode também ser considerada um ícone do estilo de vida saudável. Basta uma rápida olhada no Instagram dela para perceber o quanto a top model valoriza o bem-estar, investindo em meditação, sustentabilidade e, claro, bons momentos na companhia de pessoas queridas. Mas com uma rotina naturalmente atarefada, é claro que ela enfrenta situações de estresse. Para lidar com estes momentos, ela possui algumas técnicas especiais, que revelou em uma série de lições de beleza na nova campanha para a linha de skincare Capture Totale, da Dior.Sofrendo com ataques de pânico aos 20 anos, a modelo sentia que estava se tornando uma prisioneira da própria vida. “Por fora, parecia que eu tinha tudo, mas na realidade eu sentia como se não conseguisse respirar. Foi nesse momento que percebi que precisava mudar alguns dos meus hábitos” revelou a gaúcha, afirmando que deu início a uma nova vida.Uma de suas fontes de felicidade é a natureza, pela qual a modelo é apaixonada. “Quando quero desestressar, não há nada como estar na natureza.

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Bolsonaro e Moro. Foto: Agência Brasil.

BOLSONARO E MORO. FOTO: AGÊNCIA BRASIL.

Bolsonaro chegou a vetar 33 pontos da nova lei, mas 18 desses vetos acabaram derrubados no Congresso. A Lei de abuso de autoridade, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em setembro, entra em vigor nesta sexta-feira (3), tornando crime, a partir de agora, uma série de condutas por parte, por exemplo, de policiais, juízes e promotores.

CartaCapital precisa de você para continuar fazendo um jornalismo que vigia a fronteira entre a civilização e a barbárie. Um jornalismo que fiscaliza o poder em todas as suas dimensões. Sua luta é a nossa luta. Seja Sócio CartaCapital. A democracia agradece. Associações de magistrados, de membros do Ministério Público, de policiais e de auditores fiscais foram ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir uma liminar (decisão provisória) para tentar suspender a lei antes que entrasse em vigor, mas não foram atendidas a tempo pelo ministro Celso de Mello, relator de ao menos quatro ações diretas de constitucionalidade (ADI) que foram abertas contra a norma. Não há prazo definido para que o assunto seja julgado. Atendendo a alguns apelos, Bolsonaro chegou a vetar 33 pontos da nova lei, mas 18 desses vetos acabaram derrubados no Congresso. Dessa maneira, a Lei de Abuso de Autoridade passou a prever punição de multa ou até mesmo prisão para condutas como negar habeas corpus quando manifestamente cabível (um a quatro anos de prisão, mais multa) e negar o acesso aos autos do processo ao interessado ou seu defensor (seis meses a dois anos de prisão, mais multa).

Além de penas de prisão e multa, diversos pontos preveem ainda sanções administrativas, como a perda ou afastamento do cargo, e cíveis, como indenização. Para incorrer em crime, a lei prevê que as condutas sejam praticadas com a finalidade de beneficiar a si mesmo ou a terceiro, ou com o objetivo de prejudicar alguém, ou ainda “por mero capricho ou satisfação pessoal”.

Confira abaixo outros pontos que passam a ser crime, de acordo com a nova lei de abuso de autoridade:

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O ministro Weintraub reafirmou a presença de maconha nas universidades federais. Créditos: EBC

O MINISTRO WEINTRAUB REAFIRMOU A PRESENÇA DE MACONHA NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS.

CRÉDITOS: EBC

Após escrever ‘paralisação’, Abraham Weintraub volta a cometer erro ao responder o deputado Eduardo Bolsonaro
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a agitar as redes sociais na noite desta quarta-feira 8. O motivo foi um uma resposta do ministro para o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) na qual ele escreve impressionante utilizando a letra ‘c’.CartaCapital precisa de você para continuar fazendo um jornalismo que vigia a fronteira entre a civilização e a barbárie. Um jornalismo que fiscaliza o poder em todas as suas dimensões. Sua luta é a nossa luta. Seja Sócio CartaCapital. A democracia agradece.

“Caro @BolsonaroSP, agradeço seu apoio. Mais imprecionante (sic): Não havia a área de pesquisa em Segurança Pública. Agora, pesquisadores em mestrados, doutorados e pós doutorados poderão receber bolsas para pesquisar temas, como o mencionado por ti, que gerem redução da criminalidade”, escreveu Weintraub, que apagou a mensagem minutos depois da publicação.

É possível????

A escalada na tensão entre Estados Unidos e Irã acendeu alerta dos produtores de milho brasileiro, que temem que as exportações do grão sejam prejudicadas. O país persa é um dos maiores compradores desse produto brasileiro. “É uma situação que nos preocupa bastante porque é um grande mercado”, disse o diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Mendes.

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia, entre janeiro e novembro de 2019 o país persa comprou 5,108 milhões de toneladas, atrás apenas do Japão (5,515 milhões de toneladas). Em 2018, o país foi o maior importador de milho produzido por aqui, com 6,379 milhões de toneladas.

Segundo Mendes, embora o comércio de alimentos esteja livre de sanções, se houver restrições a transações bancárias de câmbio da moeda iraniana para o dólar, exportadores brasileiros podem ter problemas em receber o pagamento referente aos embarques de milho, pois segundo ele é necessário o envolvimento de bancos americanos nesse tipo de transação.

Caso o Brasil tenha de fato mais dificuldade em exportar para o Irã, parte do milho brasileiro poderá ser redirecionada a outros destinos no exterior ou ficar no mercado interno. “O que preocupa é o milho. Na medida que milho alterna com a soja (no sistema de exportação brasileiro), e o Irã é um destino tão importante, não teria o que fazer com esse milho”, avaliou. Segundo Mendes, isso aconteceu em 2012, quando o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, baixou sanções proibindo transações de bancos americanos no Irã. “Foi um tombo terrível para o nosso mercado”, disse. De acordo com o dirigente, sanções econômicas internacionais preocupam mais do que  posicionamento diplomático do Brasil, que é de apoio aos Estados Unidos. “O Ministério da Agricultura tem uma relação muito boa com os nossos compradores e dificilmente eles deixariam de consumir milho por isso. A consulta ao embaixador é algo normal. Agora, se houver problema com as transações em dólar, vai nos complicar.”

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O consumo de antidepressivos no Brasil cresceu 23% entre 2014 e 2018, de acordo com um estudo da Funcional Health Tech, líder em inteligência de dados e serviços de gestão no setor de saúde. Para Eduardo Tancredi, psiquiatra e sócio da eCare Life, grupo focado em melhorar os cuidados com a saúde mental, ainda é cedo para dizer que houve um aumento no número de pessoas com depressão a partir desses dados. Na eCare, por exemplo, houve um aumento de aproximadamente 220% no número de pacientes nos últimos cinco anos. “Hoje, as pessoas estão mais informadas e isso contribuiu para reduzir o preconceito em relação às doenças mentais e aumenta a procura de tratamento”, diz o psiquiatra.

Ainda segundo o levantamento, feito com base em 327.000 clientes da empresa, mulheres na faixa de 40 anos são as que mais utilizam esse tipo de medicamento. “Estatisticamente, a mulher corre um risco de depressão até três vezes maior do que os homens. A variação do estrogênio está diretamente relacionada à química da serotonina e de outros neurotransmissores”, diz Tancredi. Fatores como stress, crise econômica e o fato de as mulheres serem mais abertas a procurar ajuda – em comparação com os homens – também contribuem para esse dado.

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No total, a PF expediu dois pedidos de prisões temporárias, além de seis mandados de busca e apreensão, sendo dois deles no Distrito Federal e os outros divididos entre Pará e Tocantins. Os crimes investigados são de falsidade ideológica eleitoral (caixa dois), formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.De acordo com a corporação, a investigação começou a partir de delação premiada de executivos da empreiteira Odebrecht no âmbito da Lava Jato, que revelou que “um candidato ao governo do Pará recebeu três pagamentos de 500 mil reais cada, intermediados por um ex-senador ligado ao então governo paraense”.“Durante o trabalho investigativo, foram encontrados indícios de que pelo menos um dos pagamentos foi realizado em endereço ligado a parentes do ex-senador da República citado pelos executivos”, afirmou a PF, em nota, sem nomear os suspeitos, conforme os regulamentos da corporação sobre a identificação de seus alvos.

O caso investigado inicialmente tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF), mas foi encaminhado à Justiça Eleitoral em Belém após decisão que confirmou entendimento sobre a competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar crimes comuns em conexão com crimes eleitorais.

veja

A Escola de Referência em Ensino Médio Santa Terezinha está com as matrículas abertas das 8hs as 17hs até o dia 17/01/2020, bem como renovação das existentes, para o ano de 2020. Pais ou responsáveis pelos alunos procurem o estabelecimento de ensino para realização das mesmas. 

  “ É importante que os pais e toda comunidade escolar se empenhem em incentivar os estudantes, conscientizando-os que o futuro profissional e social de cada um depende do compromisso com os estudos. ”

Ilustração de papinha e frutas

Os dois primeiros anos de vida são os mais decisivos para o crescimento e desenvolvimento da criança, com repercussões para a vida toda. Sendo assim, uma alimentação adequada e saudável contribui para a saúde infantil como um todo, e deve ter como base a “comida de verdade”, ou seja, refeições preparadas com alimentos frescos, obtidos direto da natureza, que passam por quase ou nenhum processo, como frutas, legumes, verduras, tubérculos e ovos.

Essas e outras recomendações sobre como alimentar a criança logo nas primeiras fases da vida estão no novo Guia Alimentar Para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos, produzido pelo Ministério da Saúde. A publicação traz informações, explicações fundamentadas e orientações práticas sobre a amamentação e a alimentação no começo da vida, e apresenta as informações que você confere a seguir.

Afinal, a chegada de um novo membro à família é sempre um momento de alegria, mas também de muitas dúvidas. Conheça a seguir o caminho para a transição entre o aleitamento e a alimentação sólida.

O primeiro alimento

Desde o nascimento até os seis meses de vida, o leite materno é o primeiro e deve ser o único alimento na vida da criança. Ele contém anticorpos e outras substâncias que protegem o bebê de infecções, como as respiratórias, de ouvidos, diarreias e outras. Durante esse período de amamentação exclusiva, o bebê não necessita de outro tipo de alimento, nem mesmo da água. Mas depois desse primeiro semestre do novo membro da família, o leite ainda continua fazendo parte da alimentação até os dois anos ou mais, não sendo mais o único alimento da criança. A amamentação é super benéfica para o desenvolvimento infantil, sendo um importante exercício para a boca e os músculos da face, que irão ajudar a criança a não ter problemas na fala, nos dentes, na respiração, na mastigação e na deglutição. Além disso, por meio da amamentação também são estabelecidos os laços afetivos entre mãe e filho.

O leite materno pode variar de acordo com o que a mulher come. Esse detalhe ajuda o bebê a ter contato desde cedo com os alimentos, mesmo que de forma indireta. Conforme vamos falar a seguir!

Uma diversidade de cores, sabores, texturas e cheiros

A partir dos seis meses, é chegada a hora de conhecer os alimentos! A partir dessa idade, o organismo da criança já está pronto para receber as comidinhas. Surge também a necessidade de obter mais nutrientes, já que o leite por si só não é mais capaz de suprir as demandas desse desenvolvimento. A variedade do cardápio é fundamental na evolução da mastigação. Apesar de ainda não ter dentes, a criança já consegue amassar os alimentos com a gengiva, que nessa altura da vida está se preparando para o surgimento dos primeiros dentes. Na verdade, esse atrito até favorece o processo. A alimentação da criança começa no leite materno, passa pelas papinhas, evolui para a comida picadinha até alcançar a refeição da família. É importante que esse processo seja feito de forma saudável, pois ele vai estabelecer os hábitos futuros e a relação da criança com a comida.

Evolução da consistência

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Letícia Lima tinha um prazo na vida: 29 anos, a idade que decidiu ser o limite para se tornar uma atriz bem-sucedida.  A ideia era viver só da atuação, sem precisar fazer qualquer tipo de bico, que foram muitos, de animadora de festas a vendedora de loja. O deadline foi cumprido à risca e hoje, aos 35 anos, Letícia, um dos nomes mais conhecidos do humor do Porta dos Fundos, dá vida a Estela, uma piloto de avião que tem uma paixão pouco saudável por Raul (Murilo Benício) em Amor de Mãe. “Se não rolasse, ia fazer arquitetura. Ainda bem que rolou”, brinca.

Mas nem sempre foi assim. Chamada de “neta mais feia” pela avó, cresceu achando que não era bonita e levou anos até saber lidar com a insegurança com a aparência, chegando a ter dúvidas se poderia mesmo ser atriz, uma profissão que ela acreditava ser de “gente bonita”. O trauma da infância foi e ainda é superado com terapia, que ajuda Letícia a também lidar com a depressão. Diagnosticada com a doença, ela define suas crises como “um grande vazio”. “Sem motivo nenhum, ela (a depressão) só aparece. Um dia, de manhã, você acorda e fala: porra, sério?”, explicando que, sempre que pode, fala sobre o assunto.

                                “Eu, Letícia, atriz, vim do drama. Eu vim do teatro, do drama”

“A maioria das pessoas tem preconceito com o tema. Decidi falar sobre isso em toda oportunidade que tenho. Porque é bom estar ali para as pessoas saberem: elas não estão sozinhas”, diz a atriz, que também abraça a bandeira do feminismo. “Minha família é muito simples, imagina, a gente não falava de sororidade. Mas a a gente sempre teve isso, as mulheres unidas”, conta Letícia, que já foi vítima de situações de machismo. De um stalker que a seguia pelo bairro onde mora ao assédio de um motorista de aplicativo.

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– Foto: Ana Nascimento/CCE

Brasília/DF – O calendário de pagamentos do Programa Bolsa Família em 2020 já está disponível para consulta. O benefício é pago de forma gradual nos dez últimos dias úteis de cada mês. Em janeiro, os saques poderão ser feitos do dia 20 até o dia 31. Para saber o dia certo, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão. Depois de identificá-lo, será necessário observar no calendário do programa a data em que a família pode fazer o saque, mês a mês. Assim, os beneficiários que possuem o cartão com NIS final 1 podem sacar no primeiro dia do pagamento. Já aqueles com o final 2 podem resgatar o recurso no segundo dia, e assim por diante.Conforme a diretora do Departamento de Benefícios do Ministério da Cidadania, Caroline Paranayba, é muito importante que as famílias verifiquem o novo calendário, disponível desde a semana passada em diversos terminais de pagamentos da Caixa Econômica Federal. “Isso inclui agências, terminais de autoatendimento e unidades lotéricas. Centros de Referência de Assistência Social também estão recebendo os cartazes com as informações”, informou.

 Maior poder de compra da história

Neste ano, os beneficiários do Bolsa Família estão usufruindo do maior poder de compra da história do programa, graças à 13ª parcela. A medida inédita foi oficializada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril. Com o recurso, o Ministério da Cidadania teve um aumento de R$ 2,58 bilhões no orçamento. O repasse do benefício extra acompanha o pagamento de dezembro – o que significa, neste mês, pagamento do benefício em dobro. No total, mais de R$ 5 bilhões foram pagos neste mês a 13.170.607 famílias em todo o Brasil.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

Informações para a imprensa:
(61) 2024-2266 / 2412
www.cidadania.gov.br/imprensa

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