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As exportações de carnes bovina, suína e de frango geraram receita 755,8 milhões de dólares de faturamento para o Brasil. O número representa queda de 0,90% se comparado ao mês de outubro. Porém, se comparado com o mesmo período do ano passado, houve uma forte alta: 45% em relação 521,1 milhões de dólares contabilizados em novembro de 2018.

O patamar elevado das exportações ante o ano passado se deve ao aquecimento na demanda externa em geral. A baixa na variação mensal, contudo, é reflexo da dificuldade no fechamento de contratos com compradores importantes, como a China, que aguardam pela redução nos preços dos cortes comercializados pelo Brasil e estão parcialmente abastecidos até janeiro, conforme apurou a reportagem.No registro anual, houve alta 19,23% nos embarques das proteínas bovinas. Se comparados os últimos dois meses, as exportações de carne desaceleraram. As vendas internacionais de carne bovina saíram do recorde de 170,5 mil toneladas em outubro para 155,6 mil toneladas em novembro, queda de 8,74. O preço médio da tonelada alcançou 4.857,60 dólares, ante 4.473,50 dólares do mês de outubro (+8,58%) e 3.993,80 dólares em igual período do ano passado (+21,6%).

Os preços internos da matéria-prima estão altos, como no caso da arroba bovina, que saltou mais de 30% em novembro, e o repasse desses custos pelos frigoríficos encareceu o produto exportado e também para consumo interno. No último sábado, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo não vai interferir no preço da carne bovina, mas disse acreditar que o preço do produto vai cair.  No fechamento de novembro, o aumento nos preços da carne bovina desossada no mercado atacadista nacional foi de 22,9% na média de todos os cortes pesquisados, de acordo com a Scot Consultoria.“Quero deixar bem claro que esse negócio da carne é a lei da oferta e da procura. Não posso tabelar, inventar. Isso não vai dar certo”, disse o presidente na chegada ao Palácio do Alvorada, após viagem a Resende (RJ), onde participou da inauguração de uma cascata de ultracentrífugas, na Fábrica de Combustível Nuclear (FCN).

“Tivemos uma pequena crise agora [no preço da carne], mas vai melhorar. A carne aqui, internamente, daqui a algum tempo, acho que vai diminuir o preço”, completou, dirigindo-se a um dos populares que o aguardavam no local.

Já os preços da carne bovina vendida em supermercados e açougues de São Paulo registraram uma alta de 8%, na média de todos os cortes, segundo a consultoria. No Paraná a alta também foi consistente, 3,5%. Já no Rio de Janeiro e em Minas Gerais as variações foram mais tímidas, de 0,2% e 1%, respectivamente.

Porco e frango

Na carne suína in natura, o Brasil embarcou 57,6 mil toneladas em novembro, 7,84% a menos que no mês anterior e 12,5% superior ante o volume exportado um ano antes. Em faturamento, foram obtidos 138,4 milhões de dólares com as vendas internacionais, recuo de 6,42% ante outubro, mas crescimento de 46,4% na variação anual. O preço médio da tonelada atingiu 2.405,30 dólares , ante 2.365,20 dólares em outubro (+1,69%) e 1.852,10 dólares em igual período do ano passado (+29,86%).

Em carne de frango in natura, o país exportou em novembro 309,2 mil toneladas, 6,24% a menos do que as 329,8 mil toneladas embarcadas em outubro deste ano e 4,24% a mais do que as 296,6 mil toneladas de novembro de 2018. A receita obtida com o produto foi de 492,8 milhões de dólares, redução de 5,79% quando comparado ao mês anterior. Na variação anual, houve alta de 6,02%. O preço médio da tonelada embarcada no mês passado foi de 1.593,70 dólares, contra 1.585,90 dólares em outubro último (+0,49%) e 1.566,80 dólares em novembro do ano anterior (+1,71%).

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 2, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, e consideram 20 dias úteis.

 

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