Ateliê Geilson
Natura
Natália Calçados

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

  • 28
  • 22
  • 24
  • 20
  • 11
  • 09
  • 11
  • 01
  • 29
  • 03
  • 04
  • 05
  • 07
  • 02

Supermercado
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
 

 Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter oFlash Player instalado. 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Educação

Julia Lapa Comarin, de 18 anos, conseguiu neste ano uma vaga no curso de Direito da Universidade Lusófona, em Portugal

Julia Lapa Comarin, de 18 anos, conseguiu neste ano uma vaga no curso de Direito da Universidade Lusófona, em Portugal

Arquivo Pessoal

Além de ser o principal caminho de acesso ao ensino superior público no Brasil, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também abre portas para instituições estrangeiras. No exterior, Portugal é o país com maior número de universidades que aceitam o Enem para selecionar brasileiros.Desde 2014, quando a Universidade de Coimbra, em Portugal, se tornou a primeira instituição estrangeira a utilizar o exame como forma de seleção para brasileiros, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), braço do Ministério da Educação (MEC), passou a firmar acordos de cooperação com as instituições do país.Embora o MEC oficialmente só tenha convênios com Portugal, universidades de outros países, como França, Irlanda, Reino Unido e Canadá, também já utilizam as notas do Enem em seus processos seletivos.

Universidade de Coimbra, em Portugal, foi a primeira estrangeira a aceitar o Enem

Arquivo Pessoal

Segundo o MEC, 35 instituições portuguesas já adotam o Enem. Até abril deste ano, elas aprovaram mais de 1,2 mil brasileiros por meio do exame, de acordo com o ministério. Cada universidade tem autonomia para definir as notas de corte para acesso aos cursos. Pelo acordo firmado, o Inep é acionado para conferência das notas dos candidatos no Enem. Edmilson Motta, coordenador-geral do Colégio Etapa, lembra que, muitas vezes, para aceitar os estudantes, as universidades estrangeiras exigem que eles tenham sido aprovados em alguma instituição de seu país. “Por isso, é muito comum o aluno usar o Enem para estudar no exterior. A Fuvest não é conhecida fora do país, já o Enem, sim. Até pelo tamanho que tem, ele se tornou o segundo maior exame do mundo (só perde para o da China).”Motta reforça que o Enem virou quase “um vestibular para Portugal” e, para conseguir uma vaga em uma universidade portuguesa de ponta, as notas exigidas são consideradas baixas, se comparadas com as do Brasil.“Para cursar Direito no Brasil, por exemplo, é preciso de pelo menos uma média 700 no Enem. Para Portugal, com 600 pontos o aluno é competitivo. Algumas universidades exigem notas bem baixas. E o preço não é tão absurdo, é a média do que se gastaria em uma boa universidade no Brasil.”

Continue reading

                                                                                                                                          

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    Neste dia 18.10.18, às 17 hs, na Escola de Referência em Ensino Médio Santa Terezinha (EREM-ST), aconteceu a abertura dos eventos em comemoração ao aniversário de 70 anos da referida escola. O evento iniciou com o projeto acima descrito,idealizado pelas professoras: Dalvaneide Ferreira de Vasconcelos e Alexandra Soares Quirino, com apoio da Gestora Acidália de Lourdes Pessoa Xavier de Siqueira, da assistente de gestão Maria do Socorro Cruz de Freitas, os alunos do 2º ano e demais colaboradores.

   

 

 

 

 

 

 

 

Idealizado pelas professorasDalvaneide Ferreira

de Vasconcelos e Alexandra Soares Quirino

Com o objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho desenvolvido pelos ex-funcionários da escola. Ao longo do projeto, foi feito documentários (entrevistas) pelos alunos a alguns funcionários, os quais foram exibidos em data show, com a presença de alguns convidados que participaram do evento, onde foram citado o nome de todos que já passaram por esta instituição de ensino, inclusive os que já faleceram.

  A cerimônia foi iniciada com a apresentação dos organizadores, com a citação dos nomes dos homenageados (ex-funcionários), hino nacional, entrega de troféus aos homenageados, e finalizado com um delicioso jantar.

  “Evento muito organizado, onde os presentes saíram do local bastante satisfeito com o resultado. Parabéns a todos”  

 blogdozefreitas.com.br.

                                                         

ACESSEM OS VÍDEOS

                                                         

ACESSEM O VÍDEO

   E as comemorações continuam, no dia seguinte 19.10, ás 17 horas com o jogo futsal, com a participação dos funcionários da referida escola e de escolas convidadas, também um campeonato organizado pelos alunos do 3º ano B.

    O encerramento das comemorações dos 70 anos será neste dia 26.10.18, às 19 horas, na quadra poliesportiva da EREM-ST.

ENSINO MÉDIO INOVADOR, MAIS CULTURA, ESC.DE FRONTEIRA, ATLETA NA ESCOLA, ESC.SUSTENTÁVEL – Valor Total R$ 12.435,00

Esfera Quantidade de Entidades Valor Total
PARTICULAR 3 12.435,00
PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO TRANSP DO ESCOLAR – Valor Total R$ 92.135,51
Esfera Quantidade de Entidades Valor Total
MUNICIPAL 1 92.135,51
TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS FINANCEIROS, A TÍTULO DE APOIO, AOS ENTES FEDERATIVOS QUE RECEBEM O FPM  Valor Total R$ 72.210,07
Esfera Quantidade de Entidades Valor Total
MUNICIPAL 1 72.210,07
QUOTA ESTADUAL / MUNICIPAL – Valor Total R$ 283.062,18
Esfera Quantidade de Entidades Valor Total
MUNICIPAL 1 283.062,18
PROG.NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR Valor Total R$ 176.891,20
Esfera Quantidade de Entidades Valor Total
MUNICIPAL 1 176.891,2
FNDE repassa R$ 983 milhões do salário-educação

Recursos estão disponíveis nas contas correntes de entes federativos de todo o Brasil nesta terça-feira, 16.
Estados, municípios e Distrito Federal já podem investir os recursos referentes à parcela de setembro do salário-educação. Responsável pelo repasse dos valores, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu R$ 983,61 milhões para entes federativos de todo o Brasil na última quinta-feira, 11. Os recursos estão disponíveis a partir desta terça-feira, 16.

Nesta parcela, foram destinados R$ 544,36 milhões para as redes municipais e R$ 439,25 milhões para as redes estaduais e distrital. O montante repassado a cada ente federativo pode ser conferido no portal do FNDE (www.fnde.gov.br), em Liberação de recursos.

Ao lado do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o salário-educação é uma das principais fontes de recursos para a manutenção e o desenvolvimento do ensino. Trata-se de uma contribuição social recolhida de todas as empresas e entidades vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social. A alíquota é de 2,5% sobre a folha de pagamento. Após a arrecadação, feita pela Receita Federal, cabe ao FNDE repartir os recursos, sendo 90% em quotas estadual/municipal (2/3) e quota federal (1/3), e 10% para serem utilizados pela autarquia em programas e ações voltados à educação básica. Distribuída com base no número de matrículas no ensino básico, a quota estadual/municipal é depositada mensalmente nas contas correntes das secretarias de educação. Já a quota federal é destinada ao FNDE, para reforçar o financiamento da educação básica, com o intuito de reduzir os desníveis socioeducacionais entre municípios e estados.

Assessoria de Comunicação Social

                             

O Ministério da Educação lançou nesta quinta-feira, 4, a primeira portaria de avaliação de impacto do Programa de Fomento à Implantação das Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI), em escala nacional. O evento, realizado no Palácio do Planalto, contou com a presença do presidente da República, Michel Temer, e do ministro da Educação, Rossieli Soares. Na ocasião, também foi anunciada a publicação da portaria do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), para apoiar a implementação do Novo Ensino Médio. Juntas, as duas portarias somam investimentos da ordem de R$ 600 milhões.

“Hoje damos uma demonstração de que responsabilidade fiscal e responsabilidade social caminham juntas”, declarou o presidente Michel Temer. “Muito se diz por aí que o teto dos gastos públicos impede investimentos em saúde, em educação. Pois estamos vendo que é exatamente o contrário. Estamos investindo R$ 600 milhões no nosso ensino médio. Queremos uma educação cada vez mais moderna, que prepare os jovens para o mundo contemporâneo”.

Segundo o ministro Rossieli Soares, essas escolas vão ter uma avaliação de impacto específico para gerar eficiência. “Quando formos fazer uma avaliação de impacto real para medir, demonstrar com evidências o que dá certo dentro do ensino médio em tempo integral, primeiramente precisaremos ter o controle das escolas, por exemplo, que não vão estar dentro desse modelo”, explicou o ministro. No total, 312 escolas públicas de ensino médio de todos os estados e do Distrito Federal poderão participar da pesquisa de avaliação de impacto do EMTI. As avaliações serão feitas no âmbito de qualidade de aprendizado, rendimento escolar e redução de desigualdades entre alunos, entre outras variáveis. Para a execução da pesquisa, o MEC vai conceder R$ 200 milhões, a serem pagos, ainda em 2018, às escolas que vão adotar o tempo integral em 2019. A verba será distribuída a cada instituição de acordo com a quantidade de alunos matriculados.

Perfil – Para que a avaliação demonstre os reais efeitos da implementação do EMTI, bem como se essa política está alcançando os resultados esperados, as escolas que receberão ou não os recursos devem ter o mesmo perfil. As escolas pré-selecionadas como elegíveis pelo MEC possuem em comum a alta vulnerabilidade socioeconômica, o mínimo de 100 alunos matriculados no ensino médio e mais da metade dos alunos com menos de sete horas diárias de aula. Também é requisito que, até 2020, essas instituições tenham toda a estrutura física construída (salas de aula, laboratórios e pátio escolar).

Continue reading

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Agência Brasil
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Agência Brasil

“Meu sonho mesmo é dar aula para o ensino médio, pode ser em escola estadual,  municipal ou particular”, diz Lucas dos Anjos Castro, 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio da Escola Estadual Professor Botelho Reis, em Leopoldina, Minas Gerais. “Eu me vejo como professor, igual aos meus, na correria, rodando para lá e para cá, entrando em uma sala e outra. É o que eu gosto”.

O sonho com a carreira docente, como o de Castro, é cada vez mais raro. De acordo com levantamento feito pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com base nos dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2015, apenas 3,3% dos estudantes brasileiros de 15 anos querem ser professores. Quando se trata daqueles que querem ser professores em escolas, na educação básica, esse percentual cai para 2,4%.
Hoje (15), no Dia do Professor, a Agência Brasil, mostra as ideias de quem quer seguir a carreira docente e de professores que não abrem mão da profissão.
“Quando eu contei para a minha mãe, ela me disse: ‘você pode ganhar mal, como será o seu futuro?’ Eu falei que queria e que se eu não trabalhar no que quero, não vou ser feliz”, diz Castro.
Um dos professores que influenciou a decisão do estudante foi João Paulo de Araújo que, além de lecionar história na Escola Estadual Professor Botelho Reis, trabalha também na Escola Estadual Doutor Pompilio Guimarães e no Colégio Equipe, que é particular. “Acho que no primeiro momento, os alunos não escolhem porque a própria família recrimina, a sociedade julga muito. Eu tenho buscado ser um professor melhor, que inspire, que mostre que a profissão é tão boa quanto qualquer outra, que tem desafio como qualquer outra”.
Araújo foi um dos vencedores do prêmio Educador Nota 10, em 2013. “É a forma que posso retribuir tudo que educação fez por mim. Venho de família humilde. Meu pai é ex-presidiário e minha mãe era doméstica. A oportunidade que eu tive foi graças à educação”.
Carreira pouco atrativa
Estudantes que pretendem ser professores tiveram desempenho abaixo da média no Pisa. Foto: Arquivo/Agência Brasil
Estudantes que pretendem ser professores tiveram desempenho abaixo da média no Pisa. Foto: Arquivo/Agência Brasil
O estudo elaborado pelo Iede mostra que a carreira docente não atrai os alunos que têm um melhor desempenho no Pisa. A avaliação internacional da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é aplicada a estudantes de 15 anos que fazem provas de leitura, matemática e ciências. Entre os 70 países e regiões avaliados, o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, 59ª em leitura e 65ª em matemática. Os estudantes que disseram que pretendem ser professores obtiveram 18,6 pontos a menos da média do país em matemática, 20,1 pontos a menos em ciências e 18,5 a menos em leitura.
Dentre os países participantes do Pisa, a Alemanha é o que apresenta a maior diferença entre a nota dos alunos que esperam ser professores e a média geral do país. Aqueles que querem seguir a carreira docente obtiveram 42,9 pontos a mais em matemática, 52,5 em ciências e 59,1 em leitura.
Os países com os maiores percentuais de estudantes que querem ser professores são Argélia, onde 21,7% dos estudantes querem ser professores, e Kosovo, onde esse percentual chega a 18,3%. Nesses países, no entanto, o desempenho desses alunos não é bom, “mas é muito similar ao desempenho geral dos estudantes do país, que é baixo”, diz o estudo. Coreia e a Irlanda estão também entre os países com os maiores percentuais, respectivamente 13,8 e 12,6%. Ao contrário da Argélia e Kosovo, o desempenho dos alunos é bom, chegando, na Coreia, a ser superior à média nacional.
“O que o dado brasileiro revela é o fato que a ocupação de professor está com problemas de atratividade. As pessoas que têm notas mais altas escolhem outras profissões”, diz o professor de economia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Fábio Waltenberg, um dos autores do estudo Ser ou não ser professor da Educação Básica? Salário esperado e outros fatores na escolha ocupacional de concluintes de licenciaturas. Segundo Waltenberg, o salário é um dos  entraves para a escolha da profissão.

Equiparação salarial

Até 2020, o salário dos professores deve ser equivalente ao de outros profissionais com a mesma formação. Foto: Sumaia Vilela / Agência Brasil
Até 2020, o salário dos professores deve ser equivalente ao de outros profissionais com a mesma formação. Foto: Sumaia Vilela / Agência Brasil

Professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)Essa porcentagem subiu desde 2012, quando era 65,2%.

Por lei, pelo Plano Nacional de Educação, esse salário deve ser equivalente ao de outros profissionais com formação equivalente até 2020.
De acordo com o diretor do Iede, Ernesto Martins Faria, três aspectos contribuem para a atratividade da profissão. “Planos de carreira para professores e educadores, ações específicas de valorização, que geram estímulo e permanência, e coesão escolar. O funcionamento da escola tem a ver com visão consistente, semelhante de gestor, coordenador pedagógico e educadores”, diz.
Segundo ele, o fato de os professores serem muitos e estarem ligados a estados e municípios, muitas vezes com orçamentos restritos, dificulta sobretudo a existência de planos de carreira atrativos. “Estamos falando da carreira de 2 milhões de professores, [não apenas o Brasil], o mundo sofre para oferecer uma carreira atrativa”.
Apesar das dificuldades, a estudante de licenciatura em ciências sociais Aniely Silva, 20 anos, não desiste do sonho de ser, assim como Castro, professora de ensino médio. Ela conta que a vontade ficou mais forte após participar das ocupações de escolas em São Paulo.  
“Durante as ocupações das escolas, percebi o quanto de informação não chega para nós, que somos de periferia e de escola pública. Queria conseguir levar informação para as pessoas. Quando a informação chega como conhecimento, muda a realidade das pessoas, como mudou a minha”.
Aniely arremata: “Não escolhi a profissão pelo salário e não me desmotiva. Quero estudar muito para ser muito boa no que eu faço e lutar para melhorar a educação, por mais investimento e valorização dos professores”.
DP

Financiamento oferece crédito de R$ 500 milhões à inovação educacional

Uso de recursos digitais em sala de aula também podem ser financiados

– Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC), vai destinar R$ 500 milhões para projetos de inovação em instituições de ensino superior privadas. Universidades e institutos interessados na linha de crédito devem apresentar propostas voltadas para novas tecnologias de ensino e uso de recursos digitais na aprendizagem.

As inscrições no programa vão até dezembro de 2020 e o valor mínimo para os projetos é de R$ 3 milhões. O Programa de Apoio à Inovação em Educação no Ensino Superior oferece aos participantes condições de crédito mais vantajosas, como o período de carência de 12 anos e juros diferenciados. 

Requisitos

O financiamento é viabilizado pela Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep). Para participar, as instituições devem estar funcionando há pelo menos três anos e ter Receita Operacional Bruta de R$ 16 milhões. Antes de captar os recursos, o projeto da instituição precisa ser aprovado pela Finep.

Cenário

Atualmente, 75% das matrículas no ensino superior estão concentradas na iniciativa privada, o que denota a importância desse setor na educação do País. Além disso, 82% dos professores de escolas públicas são oriundos de universidades privadas.

Estudantes de escolas públicas podem passar a contar com mais bibliotecas escolares. O  PLC 28/2012, em análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), torna obrigatória a criação de bibliotecas com padrões de qualidade específicos em todas as instituições públicas de ensino da educação básica, que vai desde a educação infantil até o ensino médio.

O projeto é do deputado Sandes Junior (PP-GO). O texto prevê a atualização permanente do acervo das bibliotecas escolares, que deve ser mantido em local próprio, atraente e acessível, com disponibilidade de acesso à Internet. O projeto dá um prazo de cinco anos após a publicação da lei para que as mudanças entrem em vigor.

Ainda pela proposta, a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios manterão nos seus sistemas de ensino bibliotecários com formação de nível superior para trabalhar nas bibliotecas escolares. Cada sistema de ensino será responsável por organizar o trabalho dos seus bibliotecários, que podem atender mais de uma escola.

Mudanças

O relator na CAE, senador Pedro Chaves (PRB-MS), sugere que seja retirada do texto a obrigatoriedade de bibliotecários nas escolas. Para ele, a mudança teria impacto financeiro significativo no custeio das escolas. “Nesse sentido, acreditamos que tal obrigatoriedade inviabiliza a proposta, pois muitos municípios, especialmente os menores, não terão condições de custear tal despesa, especialmente no contexto atual de recessão e consequente queda nas receitas correntes”, justificou.

Continue reading

Brasília - Alunos da Escola Classe 29 de Taguatinga participam de atividades do projeto Adasa na Escola, que ensina crianças a ajudar na preservação da água (Marcelo Camargo/Agência Brasil)Marcelo Camargo/Agência Brasil/Agência Brasil

Ipea propõe que todo gasto em educação básica seja feito pelo fundo

Publicado em 12/09/2018 – 06:30

Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) esperam que a próxima legislatura do Congresso Nacional, a ser eleita em 7 de outubro, torne permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), previsto para acabar em 2020. De acordo com o vice-presidente do Consed, Fred Amancio, “existe consenso” sobre a importância do fundo e “o fim do Fundeb não é mais uma preocupação”. Segundo ele, “o fundo é uma garantia de recursos permanentes para a educação”.

creche
Secretários de Educação defendem prorrogação do Fundeb e mais investimentos da União  – Antonio Cruz/Arquivo Agência Brasil

Para o presidente da Undime, Alessio Costa Lima, o Fundeb é a “forma mais descentralizada” de uso de recursos da educação e assegura autonomia a estados e municípios. Além de tornar o fundo perene, estados e municípios querem que a União aumente a complementação estabelecida em lei, como preveem duas propostas de emenda à Constituição (PECs) em discussão no Congresso Nacional, uma na Câmara dos Deputados e outra no Senado Federal.

A expectativa de estados e municípios, tratada nas discussões das duas emendas, é que a União aumente gradativamente os seus repasses e, em dez anos, a complementação suba dos atuais 10% e alcance entre 30% e 40%. O fundo cobre toda a educação básica, da creche ao ensino médio, é a principal fonte para o pagamento dos professores da rede pública em todo o país e ainda pode ser usado para a manutenção de escolas, aquisição de material didático e capacitação dos docentes, entre outras despesas. Em 2017, o Fundeb movimentou R$ 145,3 bilhões (dado do Tesouro Nacional).

O Fundeb é formado por dinheiro proveniente dos impostos e das transferências obrigatórias aos estados, Distrito Federal e municípios (fundos de participação constitucionais). Além desses recursos, a União faz aporte complementar em alguns estados o que, no ano passado, representou R$ 13 bilhões. O recurso da União é repassado quando o valor por aluno no estado não alcança o mínimo definido nacionalmente (atualmente, R$ 3.016,17 ao ano).

Em cada estado, os recursos apurados são redistribuídos conforme o número de alunos das redes de ensino estaduais e municipais. O Fundeb foi instituído pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de dezembro de 2006, em substituição ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), criado em 1996.

Fora da campanha

Apesar do alto volume de recursos mobilizados, da importância do Fundeb para a educação básica e do impacto nas contas da União com eventual aumento de repasse, chama a atenção dos representantes das secretarias de educação e de especialistas a ausência de debate sobre o futuro do fundo na campanha eleitoral. “Eu ainda não vi os candidatos falarem especificamente do Fundeb”, observa Fred Amancio, do Consed.

Brasília - Alunos da Escola Classe 29 de Taguatinga participam de atividades do projeto Adasa na Escola, que ensina crianças a ajudar na preservação da água (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Secretários de Educação defendem prorrogação do Fundeb e mais investimentos da União – Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

“Os mecanismos de financiamento da educação básica deveriam ser uma das prioridades do governo federal. Por causa do vencimento em 2020, a discussão terá que ser feita em 2019. Infelizmente vem sendo pouco debatido nesse período eleitoral”, avalia Gabriel Corrêa, gerente de Políticas Educacionais do movimento Todos pela Educação.

Para Corrêa, “há oportunidades” para o próximo presidente da República perpetuar o Fundeb e “propor avanços na redistribuição de recursos”.Ele defende que a complementação da União e a redistribuição nos estados contemplem a situação do gasto por aluno por município. Segundo ele, a mudança tem potencial de aumentar em 30% o gasto do Fundeb nos municípios mais pobres.

Corrêa defende que a União aumente o repasse de recursos ao Fundeb, mas assinala que é preciso fazer “estudo de viabilidade” respeitando o desafio fiscal. De acordo com projeção do governo federal, em 2021, as despesas obrigatórias atingirão 98% do orçamento da União.

Controle social

Continue reading

 O primeiro dia de desfile cívico neste dia 06.09.18, na cidade de Santa Terezinha PE, foi muito bem representado, com requinte e beleza em todos os detalhes. Após abertura com as bandeiras, a Creche Mônica Tavares Guimarães  iniciou com o pelotão do Projeto LEITURART,  3° A MAGIA DAS FÁBULAS, 4° AVANÇA TERRA SANTA.
 A Escola Municipal José Paulino de Siqueira  com o 5° pelotão UMA VIAGEM FASCINANTE PELA LEITURA DE MONTEIRO LOBATO,  o 6° VIAJANDO NA LEITURA COM OS IRMÃOS GRIMM, o 7° O MUNDO DA LEITURA, o 8° TRADIÇÃO E HISTÓRIA,  o 9° REPRESENTANDO LUIZ GONZAGA,  10° OS REIS DO CANGAÇO,  11° QUADRILHA,  12° CIRANDA, 13° FREVO, 14° MARACATU, 15° BOMBEIROS CIVIS.
  As bandas que se apresentam neste dia foi a do CNC, a da E.M.J.P.S e a Iracema Marques da cidade de Princesa Izabel.
  O desfile percorreu algumas avenidas e concentrou-se nas proximidades do Banco do Brasil.  O palanque contou com a presença da secretária de Educação Marisa Lima, a professora Saledja Sales, da professora  Patrícia Nóbrega, o professor Evanaldo e demais profissionais da educação. Estavam presentes também  Lúcia Soares Silva secretária de ação social e representante do prefeito Geovane Martins,  o professor Eduardo Oliveira proprietário do CNC, os vereadores: José Martins, Lindomar Leite e Júnior de Branco. Além da polícia Militar.        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     ACESSEM OS VÍDEOS VEJAM MARAVILHOSO NESTA DATA CÍVICA

                   

Parabéns aos organizadores do evento grandioso,  numa data memorável e digna de comemoração.  “Resgatando a cultura e os valores, que devem ser preservados”.
   Obs: Pedimos a compreensão de todos pela demora da matéria, mas precisávamos dos dados aqui representados.

             

No ensino médio, nenhum estado atingiu a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2017. Além disso, cinco estados brasileiros apresentaram redução no valor do índice. Os dados do Ideb foram apresentados nesta segunda-feira, 3, pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), durante coletiva de imprensa na sede do MEC.

“Temos um quadro de crescimento nos anos iniciais, especialmente das redes municipais. Tivemos avanços do sexto ao nono ano, mas ainda insuficientes, e uma estagnação do ensino médio, que cada vez mais se distancia da meta. Há uma necessidade muito grande de fazermos logo mudanças estruturantes”, disse o ministro da Educação, Rossieli Soares, destacando a Reforma do Ensino Médio, aprovada no ano passado. “É necessário avançar nessa reforma para trazer este novo ensino médio para o Brasil”, acrescentou.

A presidente do Inep, Maria Inês Fini, destacou a parceria do Instituto com o MEC. “O Inep cria as evidências e o Ministério da Educação estabelece as políticas a partir delas. Esta parceria de interpretação de resultados com a secretaria de educação básica é um fato muito positivo e que acentua o papel do Inep no cenário da educação brasileira”.

Após três edições consecutivas sem alteração, o Ideb do ensino médio avançou apenas 0,1 ponto em 2017. Apesar do crescimento observado, o país está distante da meta projetada. De 3,7 em 2015, atingiu 3,8 em 2017. A meta estabelecida para 2017 é de 4,7. “Foi um crescimento inexpressivo. Estamos muito distantes das metas propostas. É mais uma notícia trágica para o ensino médio do Brasil”, destacou o ministro da Educação, Rossieli Soares.

Até 2015, os resultados do ensino médio, diferentemente do ensino fundamental, eram obtidos a partir de uma amostra de escolas. A partir da edição de 2017, o Saeb passou a ser aplicado a todas as escolas públicas e, por adesão, às escolas privadas. Pela primeira vez o Inep passou a calcular Ideb para as escolas de ensino médio. Apesar do crescimento observado, o país está distante da meta projetada. Neste cenário, cinco estados tiveram redução no valor do Ideb. O registro positivo vai para o Espírito Santo, estado com o melhor desempenho no país.

Anos iniciais – O país segue melhorando seu desempenho nos anos iniciais do ensino fundamental, alcançando, em 2017, um índice igual a 5,8. A meta proposta foi superada em 0,3 ponto. Apenas os estados do Amapá, Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul não alcançaram suas metas. O Ceará se destacou, superando a meta proposta para 2017, em 1,4 ponto. Oito estados alcançaram um Ideb maior ou igual a 6,0: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Ceará, Paraná, Santa Catarina, Goiás e Distrito Federal. Os estados do Ceará, Alagoas e Piauí apresentaram os maiores crescimentos no período. Ainda é possível observar que os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais detêm os maiores Idebs do país nos anos iniciais do ensino fundamental.

Apenas os estados do Rio de Janeiro, Amapá e Rio Grande do Sul não alcançaram a meta proposta nesta edição, mas também é possível observar que o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul têm desempenho no Ideb superior à média nacional. Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Ceará têm as maiores taxas de aprovação. No outro extremo estão Pará, Sergipe e Bahia.

Anos finais – Os resultados do Ideb mostram que, apesar de o país ter melhorado seu desempenho nos anos finais do ensino fundamental, alcançando, em 2017, um índice igual a 4,7, a meta proposta não foi atingida. Das 27 unidades da Federação, 23 aumentaram o Ideb, todavia apenas sete alcançaram a meta proposta para 2017: Rondônia, Amazonas, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Mato Grosso e Goiás. O registro negativo foi a queda do Ideb nos anos finais do ensino fundamental no estado de Minas Gerais.

Continue reading

Aprovada em julho deste ano pelo Parlamento frânces, nova lei estabelece a proibição do uso de aparelhos eletrônicos dentro das salas de aula. Medida, proposta pelo ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, foi implementada já neste novo ano letivo na França, com início nesta segunda-feira (3).  Lei é classificada pelo governo de “medida de desintoxicação” contra a distração nas salas de aula _com alunos de 6 a 15 anos. Segundo a nova regra, serão banidos da escola qualquer aparelho que tenha conexão com a internet, sendo eles aparelhos celulares, tablets e relógios _inclusive no horário do lanche. Porém, algumas exceções podem ser feitas para pessoas com deficiência e se o fim for de “uso acadêmico”. A lei propõe que cada instituição adote a sua maneira de controlar o acesso aos aparelhos tecnológicos dentro das escolas. Desde a retirada em sala de aula, impor que os celulares sejam desligados ou até confiscar os aparelhos são sugestões que podem ser alteradas de escola para escola.

claudia

Na foto, crianças em escola de Brasília

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta segunda-feira, 3, uma abrangente leva de dados que permite comparar o desempenho de estados, cidades e escolas e dar uma visão geral do ensino no país. O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) não é apenas um termômetro estático – ele estabelece metas objetivas para a sala de aula de modo que os governantes possam ser cobrados, boas políticas mapeadas e os pais tenham como saber em que patamar o colégio dos filhos se situa em relação aos outros.

O Ideb é composto pela soma das notas da Prova Brasil (teste de matemática e português aplicado a alunos do 5º e 9º anos do ensino fundamental e aos do 3º ano do médio) com a taxa de aprovação — esta é a diferença relevante em relação ao Saeb, outro indicador oficial divulgado na semana passada.

A radiografia, como era de se esperar, não é animadora, à exceção de um respiro nas primeiras séries do ensino fundamental. O Brasil só conseguiu bater as metas do Ideb nos anos iniciais do ensino fundamental – do 1º ao 5º -, tanto na rede pública quanto na particular. Nos anos finais do ensino fundamental – do 6º ao 9º – e no ensino médio, o país continua abaixo da média.

Antonio Azevedo

Projetar um novo Brasil é necessário compreender o fato histórico de que toda civilização moderna e desenvolvida teve como base a estrutura educacional. Educar o povo está no centro das transformações sociais e, consequentemente, do desenvolvimento, em sentido amplo.

Ainda que atrelado a estados e municípios, o novo presidente do País precisará estabelecer diretrizes para alterar a base educacional, como aconteceu na Coreia do Sul, país que era mais subdesenvolvido que o Brasil, mas que se tornou potência a partir de uma revolução educacional.

Porém, como Educação é processo lento, para gerações, e o povo exige soluções imediatas, principalmente para questões como emprego, saúde e segurança pública, os candidatos concentram suas propostas nestes temas emergenciais. Educação é tema abstrato para a massa e para o voto, assim, acaba relegada as poucas linhas nos planos de governo.

O sistema público educacional brasileiro vem sendo destruído ao longo de seis décadas. Nesse processo de dilapidação da estrutura física e do saber, trituram-se professores, alunos e, consequentemente, o sistema todo da sociedade brasileira, uma vez que a ausência do pensamento/conhecimento determina o país em questões que se estendem de ética, da tecnologia, da política, até o papel que não se dever jogar em vias públicas. Educação é a base civilizatória de um país. O trabalho dos professores, essencial para a formação de um povo, foi desmoralizado financeiramente e moralmente. Devido à desestruturação por parte da classe política, ser professor tornou-se quase que uma vergonha social, sinônimo de fracasso, ainda mais nesses tempos de extrema competitividade e individualidade.

Uma profissão-vocação, que deveria configurar dentre as mais importantes de um país, com valorização e ampara do Estado, tornou-se um apêndice no corpo social. Isso evidencia que o corpo social nacional está na UTI. O processo de desestruturação da educação, como parte de um projeto de dominação e favorecimento do mercado que vende “conhecimento”, desencadeou efeitos dentro do próprio sistema educacional. Evidente que não se pode generalizar, colocando todos os professores como seres desprovidos de boa formação, mas, com a profissão permanentemente desvalorizada, também é afetada a formação de novos professores, os quais serão os responsáveis em formar os futuros cidadãos. A ausência de uma Educação consistente, do Estado para o seu Povo, vem alimentando um ciclo de degradação do país em todos os segmentos, em que, ano após ano, despeja na sociedade milhões de pessoas sem condições de abstraírem o mundo que as rodeia.

Um sistema educacional público, gratuito e qualidade representa um dos poucos momentos em que o povo participa do Estado. Incentivar a privatização do ensino é apartar, definitivamente, o povo de qualquer possibilidade de desenvolver-se, assumindo de vez que se busca um cidadão desprovido de capacidade crítica, forjado para apertar parafusos.

Atualmente existe a Educação pública e gratuita, no entanto, devido aos desgovernos, o que mais se forma são analfabetos funcionais que aprendem noções básicas de Língua Portuguesa e Matemática, que mal sabem ler, compreender e debater sobre o que é estudado. Soma-se a isso, o apartamento de matérias essenciais como à História, Geografia, Ciências, Biologia, Filosofia, dentre outras.

Conforme estudo do professor Naercio Menezes Filho, do Insper e da USP, 61% dos brasileiros não conseguem sequer administrar o tempo para responder todas as questões da prova do PISA (Programme for International Student Assessment (Pisa) – Programa Internacional de Avaliação de Estudantes). Dos 70 países avaliados, o Brasil tem o 55º nível de queda de desempenho. O topo é ocupado por Taipei, Coreia do Sul e Hong Kong.

Essas ausência e desconexão do conhecimento com o ser e a sociedade promovem a alienação, constituída por pessoas que não conseguem contextualizar e interligar as diversas ramificações do conhecimento. O mundo passa a ser um grande ponto de interrogação.

Não dá para conceber um novo Brasil sem que seja reformado o sistema público Educacional.

Dentre os candidatos à presidência, apenas Ciro Gomes demonstra, ainda de forma superficial, que para construir um país é necessário implantar um sistema educacional em período integral.

O programa de Ciro pretende fazer com que o aluno do ensino médio fique o dia todo da na escola, conciliando o conhecimento teórico com o prático, por meio de curso profissionalizante. Os alunos contariam com três refeições diárias, prática de esportes, em ambiente mais atraente (isso não foi explicitado). Ao final do ciclo, promoveria o estágio em empresas privadas com salário pago pelo governo. Diametralmente oposto, outro candidato que aborda o tema é Amoedo, porém, a partir de uma premissa perigosa, que se estabelece pela concessão de um “voucher” aos pobres para ingressarem em instituições de ensino particulares, uma aberração frente ao contexto social brasileiro. Para os liberais que tanto criticaram o Bolsa Família, isso sim soa como esmola e, se analisada detalhadamente, esconde um projeto indireto de privatização, quando o ideal é que o povo tenha um sistema de educação público, gratuito e de qualidade.

Em um país historicamente desigual, além de humilhante, a proposta de Amoedo e outros que defendem o Estado Mínimo é o abandono completo do povo, é a mendicância da Educação.

O Brasil tem o desafio de educar verdadeiramente seu povo. Já os políticos têm o desafio de compreender, que só existirá desenvolvimento e lucros para os empresários com um povo também capacitado em suas funções cognitivas.

Não se pode mais promover um Brasil em que a massa é condicionada à ignorância, como instrumento para exploração da mão de obra no moedor de carne que é o sistema.

Desafio complexo, ainda mais em um país que, historicamente, as elites promoveram 300 anos de escravidão e que ainda parecem preferir afundar-se economicamente que a ver um pobre convivendo em espaços comuns.

Educação Pública de Qualidade tem de estar também no centro dos debates dos presidenciáveis. Um povo sem formação educacional sólida clama por armas no lugar de livros, cobra a construção de presídios em vez de escolas, sem perceber que estão atirando contra o próprio futuro.

147

” Não se deixe engar”

A aprovação automática nas escolas pode deixar de existir caso avance um projeto de lei pronto para votação na Comissão de Educação (CE) do Senado. O texto também estabelece o fim da progressão continuada, em que o aluno estuda por ciclos (da 1ª à 4ª série, por exemplo), sem possibilidade de ser reprovado a cada ano.

Hoje a Lei de Diretrizes e Bases da Educação diz que a classificação em qualquer série, exceto na 1ª série do ensino fundamental, será feita por promoção (para alunos que cursaram, com aproveitamento, a série anterior na própria escola); mediante transferência (para candidatos procedentes de outras escolas); ou por meio de avaliação elaborada pela escola.

Continue reading

Estudar pode ser desesperador, porém com um caminho traçado de forma estratégica e inteligente você pode chegar no seu objetivo de uma maneira muito mais tranquila e consistente (Foto: Reprodução)

Você procura a sua estabilidade? Você gostaria de ser nomeado em um concurso público o quanto antes? Você não aguenta mais familiares e amigos lhe pressionando por resultados nos concursos? Existem milhões de pessoas no país na mesma condição que você, estudando e esperando que chegue o grande dia da nomeação, mas a verdade é que, se você não fizer algo diferente, o resultado sempre será o mesmo.

Segundo especialistas da revista norte americana Science, o que difere o bem-sucedido em provas de concursos públicos não é aquele que estuda mais tempo por dia, ou está há mais tempo estudando, sim, aquele que estuda de forma inteligente, e a única maneira de ter sucesso é aprendendo a estudar antes de começar os estudos. Fomos atrás para descobrir qual é esse segredo entre os aprovados – Confira na matéria:


Neste último mês, uma história causou controvérsia entre os chamados “concurseiros”, pessoas que se dedicam a passar em concursos públicos concorridos. O Jornal, a Folha de SP, publicou uma matéria que trazia uma pesquisa realizada pelo Datafolha (2017) com os aprovados em mais de mil concursos públicos nos últimos anos.

O resultado da pesquisa chamou muito a atenção dos concurseiros e da nossa edição por um fato importante: dos aprovados em concursos federais, 9 em cada 10 haviam estudado alguma maneira eficiente e comprovada de organizar os estudos e responder questões de provas antes de começar a estudar e, o que mais surpreendeu, 6 em cada 10 desses citados começaram a estudar há menos de 1 ano e exerciam outras atividades profissionais durante o dia, além de possuírem um QI entre 90 a 100, que é a média brasileira. Será mesmo que a fila é movida pelos que estudam há mais tempo?

Maria Fernanda, ex-secretária e, agora, Auditora da Receita Federal reforça que o primeiro passo é entender que não existe uma fila de aprovados da qual vai chegar a sua vez uma hora. Que o sucesso para passar em um bom concurso público não é o quanto você estuda, mas como.

Entre os entrevistados, estava Maria Fernanda (33), casada, ex-secretária em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Segundo ela conta, ela já havia tentado prestar concursos públicos para os mais diversos cargos por 2 anos, depois de ter fracassado com resultados muito abaixo da média, ela desistiu, mas, depois de 5 anos, ela voltou a se preparar aprendendo técnicas ​inteligentes de estudo e realização de provas​ e, em pouco menos de um ano, ela conseguiu conquistar a sua tão desejada estabilidade.

​Ela conta: “Larguei os estudos por conta da pressão da família, mas nunca havia desistido do sonho da estabilidade de um concurso público, entretanto, não achava capaz para realizá-lo. Já havia feito cursinhos, comprado apostilas, mas não contribuíam em nada com os meus resultados. Sempre uma nova promessa que só queria tirar o meu tempo e dinheiro. 

“Mas um amigo que havia passado no concurso para Analista no INSS no ano passado em menos de um ano de estudos me convenceu a fazer um Guia Passo a Passo Online de como Estudar para passar ​em Concurso no qual, ensinava ​técnicas inteligentes de estudar e truques para responder as respostas das provas, assim como a redação. Essa foi a melhor sacada que ele poderia ter me dado, foi ai que minha “chave” virou. Fiz o curso online, voltei a estudar e, em 8 meses, fui nomeada ​auditora fiscal da receita federal, realizei meu sonho e não foi fácil” – Salienta Maria Fernanda.

istoe

Mais de 100 mil vagas restantes do ProUni, o Programa Universidade Para Todos, estão com inscrições abertas a partir desta segunda-feira (20) e valem para o segundo semestre de 2018.Do total, 18,07 mil vagas são para bolsas integrais e mais de 88 mil garantem metade do valor das mensalidades, a cada estudante aprovado no programa.Quem não é matriculado em nenhuma instituição de ensino superior tem até a próxima sexta-feira (24), para se inscrever no ProUni. Quem já está matriculado em alguma unidade, tem um prazo maior, até 28 de setembro.As bolsas integrais de curso superior são para estudantes com renda de até um salário mínimo e meio, por pessoa.As bolsas parciais são destinadas a quem tem renda familiar de até três salários mínimos, por pessoa.Para concorrer a uma das duas modalidades, o candidato deve ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), desde 2010, não podendo ter nota menor que 450 pontos e nem ter zerado a redação.Também tem que ser brasileiro sem diploma de curso superior.Além disso, o candidato deve atender a pelo menos uma das seguintes exigências: ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em particular como bolsista integral; ter alguma deficiência, ser professor da rede pública ou ter renda familiar máxima exigida pelo programa.As inscrições que começam nesta segunda devem ser feitas na internet, no site prouni.mec.gov.br.

radioagencianacional
Forças Armadas vão dar suporte à aplicação do Enem 2018

Forças Armadas vão dar suporte à aplicação do Enem 2018

Ricardo Moraes/Reuters

As provas do Enem (Exame Nacional de Ensino Médio) 2018 serão aplicadas com o apoio das Forças Armadas. A determinação foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) nesta segunda-feira (13).

De acordo com o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, a medida é uma resposta do órgão a uma solicitação do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), pasta responsável pelo exame. Na ocasião, 22 de março, o Ministério da Educação solicitou apoio de armazenagem segura das provas em Organizações Militares. Segundo a portaria, a execução do Enem em todo o País exige “grande esforço logístico” e as Forças Armadas “deverão utilizar os meios necessários” para que o exame aconteça, sobretudo de forma segura.O Ministério da Defesa, no entanto, não divulgou o número de soldados que serão postos para garantir o armazenamento das provas. O edital do Enem continua prevendo a realização de revista eletrônica nos locais de prova, por meio do uso de detectores de metais. A novidade deste ano é que os alunos também deverão permitir que os artigos religiosos, como burca e quipá, sejam revistados pelo aplicador das provas. Quem não permitir a revista poderá ser eliminado.

Enem

Continue reading

   Foi realizado neste dia 09.08.18, na quadra poliesportiva do município de Santa Terezinha PE, a entrega de 150 kit’s escolares, às pessoas carentes do município. Os quais foram arrecadados pelo grupo dos Nó Cego, que existe desde a primeira festa do João Pedro de Santa Terezinha PE. Os materiais escolares foram arrecadados na última festa, realizada em julho. O grupo encabeçado por Edson Murilo, Anderson Araújo, Jailson de Janjão e Nicácio Lustosa, os quais estavam representando os demais. Na recepção, encontravam-se também a primeira dama Lucinete Soares Silva (Lúcia de Vaninho) representando o prefeito Geovane Martins, os vereadores: José Lindomar Cordeiro Leite (Lindomar), Júnior Pereira da Silva (Júnior de Branco), José Martins Neto (Neguin de Danda) Elisangela Maria de Lira Feitoza e (Langinha). Encontrava-se também a secretária de Educação Marisa Lima, a gestora da Escola Municipal José Paulino de Siqueira Lucineia Oliveira, a educadora de apoio Vanira Campos, o diretor de cultura Geilson Pereira, Ronilson Veras representando o grupo os cangaceiros do forró e demais pessoas da comunidade. 
ACESSEM OS VÍDEOS

ACESSEM E VEJAM A DISTRIBUIÇÕES E OS AGRADECIMENTOS

                                                               

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
CLIQUE AQUI e fale com os ministros, fiquem de OLHO bem aberto alguma informação entre em contato com os ministros.

CLIQUE AQUI e veja receita e despesa do seu municípios.

Aqui você encontra informações sobre a aplicação do dinheiro público nos municípios e no estado de Pernambuco.

Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Parceiros