Dr. Antônio Segundo Neto

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Dr. Antônio Segundo Neto Urologista. CRM 4891 MEDICAL CENTER Rua: Fenelon Bonvavides S/N – Andar Sala 306 Bairro: Brasília – Patos- PB. (83) 34213865 -98724.654-9993865 Tim Email agcsegundoneto@ig.com.br

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Educação

Escola

A educação precisa ser renovada

O ego é um termo cuja compreensão é importantíssima para efeitos de se obter despertamento de consciência e crescimento enquanto ser pleno, equilibrado e sábio.

Na linguagem mais comum do dia a dia, o ego ficou muito associado, até por questões etimológicas, à ideia de (ego)ismo. Ego significa em latim “eu”. Entende-se egoísmo por ensimesmar-se, focar demais no individual. É o oposto da caridade, da fraternidade, do se abrir para o outro, para ajudar. Como tudo na vida, é preciso encontrar um equilíbrio entre esses polos, não deixando nem que o lado sombra egoísta, nem que o lado luz caridoso se exacerbem.

Encontrar esses equilíbrios no pensar, no sentir e no agir depende de uma educação voltada para tal fim, que não é a regra hoje. O que se chama de educação no Brasil é, na verdade, muito mais uma instrução, preparação acadêmica para fazer provas escolares, o Ideb, o Enem e o vestibular. Não há uma adequada educação para o ser, que trabalhe as habilidades naturais, as capacidades, as múltiplas inteligências, como propõem os maiores nomes da humanidade há séculos.   

Numa visão mais ampla e conectada com a psicanálise e a educação, o ego é a personalidade; é a mente, segundo Jung, Osho, Eckhart Tolle e outros sábios. Trata-se do “eu” criado pelas vivências socioculturais de cada indivíduo, que se associa a um conjunto de ilusões, condicionamentos e preconceitos formados a partir da compreensão limitada de mundo que todos temos e da falta de uma educação voltada para as inteligências intrapessoal (autoconhecimento e automelhoramento) e interpessoal (sociabilidade, empatia, paciência, tolerância etc.).

Ensimesmados, a imensa maioria dos indivíduos, especialmente os ocidentais, vive pautada em ganhar dinheiro, adquirir bens materiais, ser famoso, obter destaque e outras finalidades que não são males em si, mas que se tornam muito perniciosas quando se tornam fins em si, e não apenas consequências do sucesso obtido naquilo que se faz de melhor, com verdade, honestidade, esforço e talento.

Como criam diversas falsas necessidades, a exemplo de ser necessário ter um determinado tipo de trabalho, ter uma renda “x”, ter um marido ou uma mulher, ter filhos, os indivíduos estão quase sempre se sentindo incompletos, correndo atrás de um algo mais que julgam ser imprescindível ter para atingirem a felicidade que supostamente apenas pode ser obtida no externo, por meio de novas conquistas de necessidades criadas rotineiramente.

A imensa maioria das pessoas vive deseducada socioemocionalmente, desequilibrada internamente e no convívio, por não ter sido preparada para tanto. Não é algo que se deva julgar ou de que se deva se culpar. A causa dessa situação é, acima de tudo, a educação tanto familiar quanto escolar, que não as preparou para viver nessa sociedade complexa, mal organizada e desequilibrada.

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Alunos da UnB conversando no Instituto de Central de Ciências do Campus Darcy Ribeiro, em imagem de arquivo (Foto: Emília Silberstein/Agência UnB)

Alunos da UnB conversando no Instituto de Central de Ciências do Campus Darcy Ribeiro, em imagem de arquivo (Foto: Emília Silberstein/Agência UnB)

Cerca de 52,3 mil alunos do ensino médio realizaram, neste domingo (3), as provas das três etapas do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB). Segundo o Cebraspe – responsável pela organização do exame –, apenas 2,6% dos estudantes inscritos faltaram ao teste. O número corresponde a 1.401 inscrições. Para cada uma das três etapas, os estudantes receberam propostas diferentes de redação. Alunos do 1º ano do ensino médio tiveram de escrever um texto narrativo pela visão de alguém que descobre estar na última semana de vida – uma ideia inspirada em “As intermitências da morte”, de José Saramago. Na segunda etapa, a proposta de redação pediu que os alunos entrassem na mente de um androide em 2019, e escrevessem “argumentando, de forma convincente, que não há diferença entre ele e um ser humano”.

Já na etapa 3 – aplicada para alunos que já estão concluindo o ensino médio –, o desafio foi redigir uma carta ao Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (Conar) para defender a retirada de circulação de um anúncio. Para isso, o estudante tinha que escolher uma das peças apresentadas na prova.

Gabarito na quarta

O gabarito preliminar das provas deve ser divulgado nesta quarta (6), e o resultado, em janeiro. Após saberem das próprias notas, os estudantes terão a oportunidade de trocar o curso escolhido inicialmente. O sistema é similar ao adotado no vestibular tradicional da UnB e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

No caso de quem faz a terceira etapa, a UnB oferece 4.222 vagas. Destas, 2.112 são para o primeiro semestre e as demais para o segundo. As oportunidades são para os campi Darcy Ribeiro, Ceilândia, Planaltina e Gama, todos no Distrito Federal.

Há reserva de vagas para estudantes de escolas públicas (independentemente da etnia e autodeclarados pretos, pardos e indígenas), sistema de cotas para negros e reserva para pessoas com deficiência.

Resultado

Para a terceira etapa, as notas da redação serão divulgadas em 21 de dezembro. Já a primeira chamada é esperada para 22 de janeiro de 2018. O desempenho individual poderá ser consultado em 12 de março.

As demais etapas do PAS poderão acessar suas notas preliminares em 21 de fevereiro e a versão final sairá em 15 de março. Já o boletim definitivo estará disponível em 4 de maio.

g1

 

Tereza Martins gestora da Unidade Mista Santa Terezinha – PE

Aparti das 7:00 hrs por ordem de chegada.
*Exame de sangue da próstata PSA
*Ultrassom da próstata
*Teste rápido de sífilis HIV e Hepatite
*Atualização de cartão de vacina
*HGT e aferição de pressão
*Palestra com o médico Dr Rogério

 ” O blogdozefreitas.com.br – A bem da saúde pública”

A EREM-ST está de parabéns, pela belíssima apresentação do evento da IV FEIRA DE IDEIAS, “PERNAMBUCO: PALAVRA, IMAGEM E SOM.

16.11.17 EXPOSIÇÕES: de 10 hs da manhã às 16 hs. na referida escola.

SALA 1 TEMA: EMPREENDEDORISMO SUSTETÁVELpúblico alvo3º B, organização da profª.  Glécia Simone.

SALA 2 TEMA: ROBÓTICA: PRIMEIROS PASSOPúblico alvo: 1º B e D, organização da profª. Sandra Lustosa.

SALA 3 TEMA: MATElMATICANDO, público alvo: 1º Corganização da profª. Rogéria Moreira.

SALA 4 TEMA: VIDA E OBRA DE ROMERO BRITO, público alvo: 1º, 2º e 3º, organização da profª. Verônica Samara.

SALA 5 TEMA: NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS, público alvo3º Corganização da profª. Claudeci Campos.

SALA 8 TEMA: LABORATÓRIO DE FÍSICA E MATEMÁTICApúblico alvo: 3º A, B E C, organização do profº. Djalma.

SALA 9 TEMA: EMPREENDENDO NA TERRApúblico alvo3º A.

SALA 10 TEMA: ARTE E VIDA NO CAMPOorganizadores: alunos, professores e coordenadora do EJA Campo.

SALA 11 TEMA: MATEMÁTICA NA PRÁTICAorganização do profº. Marcelo Oliveira.

SALA 12 TEMA: AUTOMAÇÃO COMO MELHORAMENTO DA QUALIDADE DE VIDApúblico alvo: 2º B, org. profº Djalma.

SALA 13 TEMA: FILÓSOFOS PERAMBUCANOS – PALAVRA , IMAGEM E SOMpúblico alvo: 2º A, org. Glécia Simone.TENDA TEMA: EMPREENDA DESDE CEDOpúblico alvo: 3º A e B, organizadores Profs Diego e Glécia.

BIBLIOTECA TEMA: A ARTE DO DESENHOpúblico alvo: 1º A, B e C, 2º C e 3º A e B, organização do profº Anderson Araújo.

REFEITÓRIO TEMA: MEU POVO, MINHA HISTÓRIApúblico alvo: 1º A, B e C, 2º C e 3º A e B, org. profs. Manoel Miguel e Márcia Oliveira.

AUDITÓRIO TEMA: ACADEMIA PERNAMBUCANA DE LETRASpúblico alvo: 2º A, 3º A, B e C, organização da prof. Vera Siqueira.

17.11.17 APRESENTAÇÕES CULTURAIS no clube municipal que aconteceu das 17 às 22 horas. 

Com a seguinte programação:

1 – ABERTURA: Com a gestora Acidália de Lourdes Xavier de Siqueira.

2 – CORAL; HINO DE PERNAMBUCOcom alunos da EREM-ST, organização da profª. Vera Siqueira.

3 – APRESENTAÇÃO DA BANDA DA ESCOLA COM A MÚSICA ASA BRANCA DE LUIZ GONZAGA, público alvo: 3º B org. Vera Siqueira.

4 – PEÇA TEATRAL: AUTO DA COMPADECIDA – Ariano Suassuana. Participação dos alunos do 9º ano da E.M.J.P.S.org. da profª. Dalvaneide Vasconcelos.

5 – DANÇA DO FREVO: público alvo: 2º B, organização da profª. Sandra Quirino e Dalvaneide.

6 – DANÇA XAXADO: Público alvo 1 A, organização da profª. Dalvaneide Vasconcelos.

– I JUCA PIRAMA – O MUSICAL – GONÇALVES DIASpúblico alvo: 2º A, organização da profª. Vera Siqueira8 – TEATRO ROMEU E JULIETA – ARIANO SUASSUNA, público alvo: 1º B, organização da profª. Dalvaneide Vasconcelos.

9 – XOTE ECOLÓGICOpúblico alvo: alunos do EJA Campo, organização do profº. Antonio Vieira.

10 – SARAU POÉTICO: CONCURSO PARA ESCOLHA DO HINO DA ESCOLAparticipação dos poetas locais.

  Estavam presentes ao evento das apresentações culturais, no dia 17.11, entre alunos, professores, gestores, pais de alunos, ex-professoras, como a senhora Eulina Morato (Juja), ex-diretoras, como as senhoras Marluce Cruz (De 05 Fevereiro de 1998 a Janeiro de 2001)  e Analice Guimarães. Estavam presentes a diretora da Escola M.J.P.S Mariza Lima e a ex- professora Elena Brito, o vereador Lindomar Leite, a secretária de ação social Francimeire Lucena o diretor de cultura do município Geilson Pereira.

  Agradecemos também ao prefeito do município Geovane Martins, pelo apoio em ceder o club municipal e a sua assessora e irmã Lindeci Martins, que nos atendeu, mandando colocar refletores dentro e fora do clube, o que sem dúvida, fez uma grade diferença na iluminação do mesmo.

  Todos que fazem a EREM-ST: alunos, professores, coordenadores, cozinheiros, porteiros, pessoal da limpeza, enfim todos,  se empenharam e apresentaram um belíssimo trabalho, digno de admiração por parte da população e das autoridades. A gestora Acidália Siqueira e a Assistente de gestão Mª do Socorro Cruz, que apesar de estarem a pouco tempo a frente desta Escola, mostraram o grande potencial em gerenciar a educação desta instituição de ensino, digno de nosso reconhecimento e admiração.

“É NA FEIRA DE IDEIAS,

ONDE TODOS FAZEM PARTE,

UM RECORTA, OUTRO PINTA 

E TODOS MOSTRAM O ENCARTE, 

INTEGRADOS E UNIDOS 

MOSTRANDO A NOSSA ARTE”…

                                     

Acessem os vídeos

                

Reprodução

“educação de qualidade derruba um governo”

Bacelar *

Há quem diga que o governo não dá educação porque a educação derruba o governo. Esta é uma das frases mais verdadeiras que já ouvi. É impressionante o quanto a educação é tratada com desprezo no Brasil. Nossos alunos e professores convivem diariamente com problemas de infraestrutura e pedagógicos que vão deixando o trabalho do educador mais fragilizado. Na área educacional falta de tudo, inclusive respeito com os profissionais da área, com os alunos, com a sociedade. Enfim, com o próprio país.

Nossos governantes sabem que a construção de uma nação sólida, mais produtiva e desenvolvida, depende da educação, mas eles ignoram completamente tudo o que deve ser feito. E por quê? Porque a educação derruba o governo.

Poderíamos muito bem aumentar os investimentos, oferecer melhores salários e melhores condições de trabalho, mas infelizmente tudo isso fica apenas nas promessas de campanha. Porque falar é bem mais fácil do que agir e prometer é mais fácil do que cumprir . Isso porque a educação derruba o governo.

Tenho que reconhecer que em todos esses anos tivemos alguns avanços. Reduzimos a taxa de analfabetismo, por exemplo, mas muita coisa ainda precisa ser feita. A implementação do Plano Nacional de Educação em sua totalidade é uma delas. Ele está em vigor desde 2015 e estipula 254 metas e estratégias a serem cumpridas até 2020, pelos estados e municípios, mas infelizmente apenas seis ( sim, “seis”, você leu certo! ) foram implementadas total ou parcialmente até agora.

Você também acha um absurdo, né? Agora, e se eu te contar que ninguém responde por esse cenário caótico da educação. Você acreditaria? É por isso que continuo defendendo a responsabilização do gestor público que apresentar retrocesso nos índices educacionais.

Eu sei que alcançar a qualidade educacional não é uma tarefa fácil. E também não acontece da noite paro o dia. Requer tempo e ações integradas que vão desde a formação de professores, valorização, estabelecimento de um piso nacional, passando pela infraestrutura e chegando à gestão escolar. E a nota boa não vem de graça: exige mais investimentos e boa vontade dos governantes.

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Foto: MEC
Foto: MEC

Estados e municípios podem investir os recursos a partir desta segunda-feira, 30

A parcela de outubro da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) está disponível a partir desta segunda-feira, 30, nas contas correntes de estados e municípios beneficiários. Responsável pela transferência dos recursos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) repassou R$ 873 milhões aos entes federativos na última quinta-feira, 26, sendo que R$ 45,9 milhões referem-se à complementação para o pagamento do piso do magistério.

Conforme a lei que instituiu o Fundeb, a União repassa a complementação aos estados e respectivos municípios que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno estabelecido a cada ano. Em 2017, esse valor é de R$ 2.875,03 e os estados que recebem a complementação são: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Principal fonte de financiamento da educação básica pública, o Fundeb é formado por percentuais de diversos impostos e transferências constitucionais, a exemplo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Pelo menos 60% dos recursos do Fundeb devem ser usados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais. O restante serve para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, compreendendo, entre outras ações, o pagamento de outros profissionais ligados à educação, bem como a aquisição de equipamentos e a construção de escolas.

FNDE em Ação que acontece em Brasília terá transmissão ao vivo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Evento, que ocorre entre os dias 6 e 9 de novembro, também prestará atendimento individualizado a gestores

O FNDE em Ação, evento que reunirá uma série de palestras e oficinas sobre os principais programas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ocorrerá entre os dias 6 e 9 de novembro, em Brasília, e será transmitido ao vivo, neste link. Gestores educacionais de todo o país que estão inscritos no evento também receberão atendimento individualizado para solução de pendências e esclarecimentos de dúvidas.

Este FNDE em Ação será diferente dos que costumam acontecer em outras capitais brasileiras, pois vai reunir palestras e oficinas especializadas sobre monitoramento e execução de obras, Plano de Ações Articuladas (PAR), Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) e prestação de contas.

As palestras serão sobre os Programas do Livro, Programa Nacional de Alimentação Escolar, Programa Caminho da Escola, Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope), Programa Dinheiro Direto na Escola, monitoramento e execução de obras, prestação de contas e Plano de Ações Articuladas (PAR).

A programação do evento está na tabela abaixo.

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                                     Alunos do 6º ano do Ensino Fundamental programam no tablet a trajetória do robô Sphero (Foto: Agência Ophelia)

O que é preciso para ser bem-sucedido em um mundo globalizado? De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), uma educação pautada no ensino de ao menos três línguas é uma das formas de responder às exigências de uma necessária atuação no plano mundial e nacional, assim como de atender às necessidades específicas de comunidades distintas com relação à sua cultura e língua.

“Nós concordamos com a UNESCO e sabemos quanto é importante a aprendizagem de línguas. A Móbile é reconhecida, admirada e valorizada porque oferece há décadas uma formação muito sólida aos seus alunos: acadêmica, ética e voltada ao desenvolvimento de competências socioemocionais. Investimos na formação de alunos em nível avançado de proficiência em Inglês e em Espanhol, mas sem perder de vista a necessária formação acadêmica consistente nas demais áreas”, explica Maria Helena Bresser, fundadora da Escola Móbile, cuja metodologia e tradição de mais de 40 anos serviram de base para a Móbile Integral, que, em 2018, abrirá turmas de 3º e 6º ano do Ensino Fundamental (hoje já conta com Infantil 4, 5, 1º e 2º ano)”.

A Móbile Integral forma alunos bilíngues, capazes, por isso, de se comunicarem oralmente e por escrito em nível avançado em Inglês, Espanhol e Português. Ao fim do 9º ano, os alunos estarão aptos a obter certificações em nível avançado de Inglês (CAE – Cambridge) e de Espanhol (DELE – Instituto Cervantes). “Quando você cria um ambiente multilinguístico, a criança e a família tornam-se livres para escolher o futuro mais adequado ao seu projeto. Não ficam restritas a uma única possibilidade. Os alunos podem escolher continuar seus estudos no Brasil ou no exterior. É esse o princípio que norteia a Móbile Integral: educar é permitir que os alunos tenham liberdade de escolha de seu futuro, em lugar de restringir um caminho”, defende Maria Helena.

Alunos em aula de Pensamento Computacional e Programação: letramento digital usando o Cubetto (Foto: Agência Ophelia)

Tecnologia a serviço da aprendizagem

A carga horária estendida da Móbile Integral permite também que haja mais tempo para o estímulo da capacidade criativa, do trabalho colaborativo, da perseverança e da resiliência, e tudo isso é potencializado com o uso da tecnologia, ferramenta para a resolução de desafios. A escola é a primeira no Brasil a incluir o Letramento Digital em seu currículo. “Por meio da resolução de desafios, os alunos desenvolvem sua capacidade de buscar informação de forma crítica, de trabalhar colaborativamente e de utilizar recursos tecnológicos diversos como ferramenta de trabalho. Além disso, desenvolvemos neles um comportamento ético e responsável no uso da tecnologia. Queremos que os alunos articulem todos os conhecimentos adquiridos de forma a criar e a se expressar por meio da tecnologia, fazendo dela uma parceira no processo cognitivo”, afirma Julio Ribeiro, coordenador de Tecnologia Educacional da Móbile. “Nós não queremos apenas ensinar programação. Trabalhamos para que os alunos desenvolvam um pensamento computacional que lhes permita resolver problemas abstratos. Isso certamente amplia seu poder cognitivo”, completa.

Os alunos do 6º ano de 2018 serão desafiados a desenvolver, por exemplo, competências em Ciências, Matemática e em Pensamento Computacional em um projeto integrador. Terão como principal meta inventar animais que tenham condição de sobrevivência em determinados ambientes, levando em consideração parâmetros diversos, como alimentação, locomoção e hábitat. Utilizarão, para isso, estratégias de “prototipação” em 3-D para criar essas novas espécies, enquanto aprendem sobre ecologia, seleção natural e modelos matemáticos. “O desenvolvimento se dá individualmente, com muita reflexão sobre o próprio aprendizado, e, ao mesmo tempo, há um intenso trabalho colaborativo, compartilhando repertório, dificuldades e soluções”, ressalta Victor Menna, professor de Práticas Computacionais e Programação.

Mais do que proporcionar aos seus alunos reconhecidos resultados acadêmicos, a escola promove uma formação que ultrapassa o conhecimento formal. “O ensino na Móbile vai muito além da aprovação em concursos vestibulares concorridos, como Medicina, Engenharia e Direito; ele oferece ferramentas para que os alunos possam interpretar o mundo, relacionar-se com ele e assumir o protagonismo de sua aprendizagem ao longo de toda a vida, fazendo escolhas responsáveis e transformando em realidade aquilo em que acreditam”, diz Julio Ribeiro.

época

O Ministério da Educação liberou nesta quarta-feira, 1°, R$ 449,23 milhões para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia da pasta. Os recursos se destinam ao pagamento de bolsas, auxílios e fomento às ações de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão.

A maior parte dos recursos, R$ 209,9 milhões, é destinada ao pagamento de cerca de 92,5 mil bolsas de estudos no país e no exterior, em diversas modalidades: mestrado, doutorado, pós-doutorado, professor visitante sênior, iniciação cientifica e supervisão. Outros R$ 61,8 milhões serão empregados no pagamento de 98,4 mil bolsas de educação básica dos seguintes programas: Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), Universidade Aberta do Brasil (UAB), Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor) e Observatório da Educação.

Também serão empregados em pagamentos relacionados ao Portal de Periódicos outros R$ 131,76 milhões. O restante do valor, R$ 45,76 milhões, será destinado ao fomento de ações de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão e custeará as demais despesas administrativas do órgão.

Entre os assuntos tratados na audiência, está a liberação de recursos do FNDE para 70 obras em execução de quadras cobertas em escolas (Foto: Luís Fortes/MEC)
O ministro da Educação, Mendonça Filho, recebeu nesta quarta-feira, 1º, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, para tratar da liberação de recursos para projetos em parceria entre os governos federal e estadual. A construção e reforma de escolas e quadras poliesportivas, além de obras de reconstrução de unidades atingidas pelas enchentes deste ano, estão na pauta apresentada pelo governador ao ministro, que assegurou prioridade.

“O ministro foi receptivo às nossas demandas. Mendonça conhece a nossa realidade e sabe que a educação de Pernambuco tem aplicado muito bem, ao longo dos anos, os recursos que recebe. Essas parcerias são fundamentais para que nossa educação continue a ser a melhor do Brasil”, afirmou Paulo Câmara.

“Nosso objetivo sempre é investir para melhorar e avançar na qualidade da educação pública no Brasil e, evidentemente, com Pernambuco eu tenho uma atenção especial. Já desenvolvemos várias parcerias com municípios e o estado para construção de quadras e escolas; para a educação em tempo integral, que contemplou 36 escolas com financiamento e apoio do ministério da Educação; entre outras políticas que destinam recursos e apoio técnico do MEC”, disse Mendonça Filho.

“Ao mesmo tempo, temos ações em Pernambuco em áreas de educação técnica e tecnológica, tanto com o estado na área de educação técnica, como com institutos federais e universidades federais. Então, a presença do governador reforça o compromisso da nossa gestão com Pernambuco”, acrescentou o ministro.

Entre os assuntos tratados na audiência, está a liberação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para as 70 obras em execução de quadras cobertas em escolas. Paulo Câmara também solicitou análise de proposta para iniciar, em 2018, a construção de novas 68 quadras cobertas em escolas que já estão conveniadas com o FNDE, autarquia vinculada ao MEC.

Também foi pedida a liberação de recursos para 22 obras de reforma de escolas estaduais atingidas por enchentes, que já estão aprovadas e em execução. Foi solicitada também agilidade na análise e aprovação de obras de reformas de outras 17 escolas na mesma situação. “Pedimos, ainda, a aprovação da construção de dois novos prédios de escolas atingidas pelas enchentes em Primavera e Catende”, informou o secretário estadual de Educação, Fred Amâncio.

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Quando o assunto é a preparação para o Enem, especialistas são unânimes em afirmar que, durante a reta final, só existe uma palavra chave: revisão. O conteúdo presente no edital é bastante extenso, por isso, tentar estudá-lo por completo nos dias que antecedem as provas pode causar ainda mais nervosismo, em um momento em que a ansiedade já toma conta dos jovens. Para ajudar a controlar os nervos nesta etapa, o apoio dos pais e responsáveis continua sendo fundamental. É importante ajudar os estudantes a manterem a disciplina.

É comum que aqueles que estão acompanhando de perto a dedicação dos jovens ao Exame também se envolvam na preparação. Mas um alerta precisa ser feito neste momento: é importante garantir a autonomia do estudante. Afinal, ele conhece melhor que ninguém suas forças e fraquezas diante das disciplinas e qual investimento deve ser feito para tentar neutralizar as dificuldades. Para que pais e responsáveis ajudem os estudantes a manterem a disciplina na reta final do Enem, existem algumas dicas que podem ser bastante úteis. Confira:

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Concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar chega à etapa final

 Prova final será na próxima quarta-feira, 25, em Brasília, quando as concorrentes irão preparar as receitas ao vivo para o júri.

Chegou a hora da “prova de fogo” do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar. As 15 merendeiras selecionadas na etapa regional se reúnem na próxima quarta-feira, 25/10, em Brasília, para prepararem, ao vivo, as receitas que fazem sucesso em suas regiões. Promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, o concurso visa valorizar o papel das merendeiras que trabalham diariamente em prol da alimentação de qualidade nas escolas do Brasil.

“Além de destacar o trabalho de quem tanto se esforça para garantir uma alimentação adequada às nossas crianças, queremos mostrar o quanto o Brasil é rico em variedades de alimentos que podem ser oferecidos de maneira saudável e criativa nas escolas.

Acreditamos que as receitas apresentadas poderão inspirar profissionais que trabalham com a merenda nos mais variados lugares do país”, afirmou o presidente o FNDE, Silvio Pinheiro.

De preparações com pupunha e tucupi à lasanha de fubá e rocambole de baru, as receitas que serão apresentadas para os jurados na quarta-feira remetem às mais variadas tradições alimentares das regiões brasileiras. Os 15 pratos selecionados se destacaram entre os mais de dois mil inscritos na primeira etapa do concurso. A lista das receitas finalistas está disponível aqui.

Na prova final, que ocorrerá no Senai de Taguatinga, as merendeiras se revezarão em dois turnos (manhã: de 8h a 12h30 e tarde: de 14h30 às 18h) para apresentarem suas receitas ao júri. Serão cinco jurados: um estudante da rede pública acima de 12 anos, um nutricionista, um conselheiro de alimentação escolar, um chefe de cozinha reconhecido pela crítica e um representante das entidades parceiras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Serão escolhidas cinco merendeiras, uma de cada região do país, que ganharão uma viagem internacional e um prêmio no valor de R$ 6 mil. As vencedoras serão premiadas na quinta-feira, 26, em cerimônia no auditório do Sebrae Nacional, em Brasília, com participação do presidente do FNDE e do Ministro da Educação, Mendonça Filho.

Curso de boas práticas da alimentação e preparações – Na segunda e terça-feira que antecedem a prova final, 23 e 24/10, as merendeiras participam, em Brasília, do curso de boas práticas da alimentação e preparações, oferecido pelo FNDE, no Senai de Taguatinga. As finalistas terão aulas teóricas e práticas sobre preparação e apresentação de pratos.

Professora

A minorias religiosas são obrigadas a concordar?

Ao liberar o ensino religioso confessional nas escolas públicas, o Supremo Tribunal Federal enfraqueceu o debate sobre a diversidade de crenças. Enquanto o Judiciário entende que as aulas ministradas por bispos, padres, pastores e líderes de religiões específicas não ferem a laicidade do Estado, por serem facultativas, educadores questionam as implicações práticas da medida. Para um grupo, o equívoco remonta a 1988, quando os constituintes incluíram o tema como disciplina do Ensino Fundamental. Outra vertente alerta para a necessidade de impor limites à oferta, de modo a assegurar o respeito às liberdades individuais dos estudantes.
“O ensino religioso não é o espaço para discutir diversidade. Isso é uma armadilha criada para justificar a sua presença nas escolas”, afirma Salomão Ximenes, professor do programa de pós-graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC, um dos que puxam o coro pela retirada do tema da Constituição. Para ele, há uma confusão normativa intencional, que serve de justificativa para diversas violações da liberdade de pensamento e crença. “No placar do julgamento, foram 6 votos a favor do ensino confessional, 5 pelo modelo não confessional e zero pela laicidade. Não faz o menor sentido ter aulas de ensino religioso, seja ele qual for.”
Na avaliação do especialista, o Supremo deveria lançar mão de uma interpretação não literal da Constituição, capaz de fortalecer as Diretrizes Curriculares Nacionais, sobretudo no campo de Direitos Humanos, reguladas pelo Ministério da Educação. “Elas contemplam os temas da diversidade e do pluralismo religioso em uma perspectiva laica”, emenda.
O posicionamento é comungado por Denise Carreira, coordenadora da ONG Ação Educativa. Doutora pela Faculdade de Educação da USP, ela entende que o ensino religioso não pode ser abordado no âmbito da educação pública. “Deve ser reservado às famílias, ao espaço das próprias denominações religiosas e às escolas particulares confessionais.”

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O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) divulgou, no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (05), a abertura de um inquérito civil público contra a Secretaria de Educação de Pernambuco, devido a contratações supostamente irregulares, realizadas em detrimento à nomeação dos candidatos aprovados no último concurso público realizado pelo órgão, em 2015. 

Uma das justificativas apresentadas pelo ministério para a abertura do inquérito é a Lei nº14.547, de 21 de dezembro de 2012, que determina a proibição da realização de contratações temporárias para cargos de natureza permanente no serviço público. O ministério também cita, no texto publicado, que recebeu representações reclamando da “manutenção, pela Secretaria de Educação deste Estado, de contratos temporários de professores, apesar da existência de vários candidatos aprovados nos últimos concursos públicos aguardando as nomeações”, e que de acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal, havendo a comprovação da necessidade de contratação de pessoal, devem-se nomear os candidatos aprovados no certame em vigor. 

De acordo com Severino Barros, que trabalha no setor jurídico do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), na última reunião realizada pelo sindicato com o ministério foi informado que as representações junto ao MPPE foram realizadas por candidatos aprovados que aguardam as nomeações e o MPPE, afirmando necessitar de mais evidências para analisar os fatos, deu início ao inquérito. Além disso, o ministério público também determinou que a Gerente Geral de Desenvolvimento de Pessoas e Relações de Trabalho da Secretaria de Educação do Estado, Elizabeth Cavalcanti Jales, seja oficiada e envie  informações acerca de cada irregularidade noticiada dentro de 10 dias úteis, além de comparecer à sede do MPPE  no dia 27 de outubro  para prestar esclarecimentos. 

Procurado, o Ministério Público de Pernambuco afirmou que “o inquérito civil foi recentemente instaurado, dando início às apurações, portanto não há ainda possibilidade do Ministério Público de Pernambuco se pronunciar sobre o assunto”. Nossa equipe também entrou em contato com a Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, que recebeu questionamentos a respeito do caso, mas até o momento não respondeu à solicitação por mais informações.

portalpe10.

Crédito: Pedro Accioly

ATIVISTA Samira Soares, estudante e membro de comitê contra fraudes da UFBA: denúncia de 30 casos levada ao Ministério Público (Crédito: Pedro Accioly )

Branco, loiro e de olhos claros, Vinicius Loures, 23 anos, obteve uma vaga no curso de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ao se declarar negro. Depois que seu caso veio à tona, junto com os de outros estudantes que se beneficiaram do sistema de cotas para entrar na faculdade, Loures afirmou que vai sair do curso e estudar para entrar de novo — da próxima vez, de maneira legítima. Enquanto isso, ele prefere não se pronunciar: “Agora é bola pra frente que eu tenho muito trabalho até resolver essa situação”, afirmou. Em Minas Gerais, além da UFMG, são conhecidos casos de fraudes na Universidade Federal de Viçosa (UFV) e na Federal de Uberlândia (UFU). Pelo menos outras cinco instituições, em diferentes estados brasileiros, estão envolvidas com processos parecidos. Instituído por lei em 2012, o sistema de cotas obriga as universidades federais a destinarem uma porcentagem de vagas para pretos, pardos e indígenas proporcional à representação demográfica em cada estado. Em 2016, o número de vagas para cotas sociais e raciais já era maior do que para concorrência direta, afunilando chances dos candidatos. Com a medida já cristalizada social e juridicamente, o desafio é assegurar o benefício a quem a lei se destina. Mas como garantir a legitimidade do sistema?

Quem se inscreve por meio de cotas para um curso de Ensino Superior faz uma autodeclaração de raça. É o próprio candidato quem vai dizer se é branco, preto ou pardo. “Confiar nas pessoas sempre foi o melhor caminho”, afirma Marcelo Paixão, coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor da Universidade do Texas em Austin (EUA). “Mas diante do momento que vivemos, em que o mero estatuto da autodeclaração pode abrir margem para subversão do que está na lei, considero que deveria haver uma entrevista.” Após as denúncias na UFMG, a instituição afirmou que adotará medidas mais rigorosas para 2018, inclusive com uma comissão para acompanhar as políticas de ações afirmativas. O comitê seguirá o exemplo de outras instituições que coíbem irregularidades. Em janeiro, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) montou uma banca para verificar a autodeclaração dos candidatos de serem pretos ou pardos. Das 571 pessoas convocadas, cerca de 50 não compareceram e 81 tiveram a matrícula indeferida pela comissão.

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Professores e técnicos universitários, médicos e demais profissionais da saúde foram os servidores que mais ingressaram no governo federal em 2017, indica o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.  Os dados extraídos do Painel Estatístico de Pessoal (PEP), divulgados nesta quinta-feira (28), revelam que essas carreiras representam 83% do total de pessoas que ingressaram no serviço público entre janeiro e agosto deste ano.Desse grupo, 11.042 entraram por concurso público e 27.216 por processo seletivo, que são contratações temporárias. Atualmente, o total de servidores é de 634.255. “Esse número demonstra o esforço do governo em atender melhor os brasileiros, pois esses profissionais prestam serviços essenciais à sociedade”, afirma Augusto Chiba, secretário de Gestão de Pessoas da pasta.

Inovações

Entre as novidades do Painel para o mês de agosto estão a divulgação das informações por carreiras na seção de “Servidores”. A partir de agora, ao acessar esses indicadores, o usuário irá visualizar os dados de qual Plano ou Carreira a que servidor pertence.

“Nosso trabalho na secretaria é tornar a divulgação dos dados de gestão de pessoas mais amigável, ágil e simples. É isso que essa evolução pretende”, explica Chiba. Nos próximos meses, será incorporada ao Painel a série histórica dos últimos 20 anos de dados de gestão de pessoas, o que representa cerca de 40 mil páginas de informação em papel.

O Painel foi lançado, em junho deste ano, com o objetivo de ampliar a transparência ativa e simplificar o acesso às informações estatísticas da gestão de pessoas do governo federal. O estudo concentra informações sobre despesas, distribuição e perfil do pessoal civil e militar do Poder Executivo Federal, e das Polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. O sistema permite ao usuário, ainda, o cruzamento de dados e diferentes análises.

Fonte: Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão

Sete educadores entraram em greve de fome na última quarta-feira, 19; desde o dia 13 eles ocupam a Câmara Municipal

Após dias de greve de fome, os professores estão bem debilitados segundo relatos recebidos pela reportagem - Créditos: Divulgação
Após dias de greve de fome, os professores estão bem debilitados segundo relatos recebidos pela reportagem / Divulgação

Desde 5 de setembro profissionais da educação de Palmas, capital do Tocantins, estão em greve. As/os grevistas reivindicam pagamento de reajuste salarial e de direitos garantidos em lei, atrasados desde 2013..  Jeffirson Ramos, professor da rede pública municipal em Palmas afirma que a greve de fome ocorre por falta de diálogo com prefeito da cidade, Carlos Amastha (PSB).

E a greve de fome foi o último instrumento de luta que a gente teve porque o prefeito se nega a negociar e a dialogar com o sindicato que representa a categoria Ao todo sete professores estão em greve de fome neste momento. São eles: Antônio Chadud, Neilon William, Pinheiro Alves, Márcio Brasil, Tahina Paz, Vinícius Luduvice e Fábio Lopes.

O estopim para a greve de fome foi a declaração do prefeito afirmando que cortaria o ponto dos mil professores que seguem em greve. 

Segundo nota do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins, a categoria tentou diálogo com o prefeito no último dia 19, uma vez que, a proposta feita não atendia aos anseios da categoria. O Sintet enviou ofício solicitando com urgência a realização de uma audiência, porém, não houve resposta. “A questão é que o prefeito não dialoga e age como se fosse ditador, só ele tem razão, não quer escutar os grevistas ou o sindicato e se nega a abrir mesa de negociação”, disse Ramos. O professor afirma que outra pauta importante é o cumprimento por parte da prefeitura de direitos conquistados como os acordos feitos em torno dos planos de cargos e carreira do município e as negociações da greve de 2015. “A gente reivindica eleições para direção de escola porque, desde quando assumiu o cargo da prefeitura em 2012, ele nunca cumpriu a pauta apesar de todo ano prometer. Além de várias outras coisas que dizem respeito à qualidade da educação, e que tem a ver com a luta por uma educação pública e de qualidade”, completa. Na manhã desta sexta-feira, os pais fizeram uma manifestação de apoio aos professores e reuniram cerca de 400 pessoas. Segundo o professor Ramos, a greve de fome serviu para criar uma rede de apoio aos professores. No terceiro dia da medida, que não tem prazo para findar, os sete professores já estão bem debilitados e seguem sendo acompanhados por médicos e enfermeiros. Procurada, a prefeitura por meio de sua Secretária de Comunicação afirmou que as informações de falta de diálogo não procedem. “A Prefeitura de Palmas sempre esteve aberta ao diálogo, entrou em acordo com a categoria e já iniciou o pagamento dos direitos dos servidores” afirmou. 

Edição: Vanessa Martina Silva

Agência UniCeub

Paranoá oferece poucas opções de estudo na rede pública

Desempregado, o ajudante de pedreiro Antonio Carlos Bastiliano de Carvalho, de 43 anos, lamenta nunca ter estudado. Ele mostra, com tristeza, o documento de identidade, com apenas a digital para “comprovar” que é analfabeto. Nascido na cidade de Lago da Pedra (a 300 km da capital São Luís-MA), veio tentar a vida na capital do país, mas com o pouco estudo, nada tem dado certo. Ele conta que as escolas na cidade natal eram bastante precárias. “Era muito atrasado, tinha aula hoje e passava uma semana todinha sem ter. Meu pai achou melhor botar pra trabalhar, mas eu me arrependi”. Histórias como a de Antonio não são raras na região administrativa do Paranoá, lugar que fica apenas a 16 quilômetros do Centro de Brasília.

No Paranoá, que surgiu na década de 1950 como um acampamento para pioneiros que participavam da construção do principal lago do Distrito Federal, que deu nome à região administrativa, pelo menos 44% das pessoas que moram no lugar não completaram o ensino fundamental, um dos piores dados conforme indica a última pesquisa da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). O número é maior inclusive do que na maior favela do Distrito Federal (o Sol Nascente, com 39,1% de pessoas que não terminaram o fundamental). Para se ter uma ideia, no Plano Piloto (que reúne Asa Sul e Ana Norte), esse número é de 3,19%. As diferenças de oportunidades educacionais têm reflexos na renda per capita. Enquanto que no Paranoá é de R$ 868, no Plano Piloto chega a R$ 5.569.

No caso de Antonio Carlos, o desemprego é uma história que o acompanha desde 2006, quando sofreu um acidente no trabalho, pelo o qual nunca foi indenizado. “Eu caí de uma escada e rompi o ligamento dos dois joelhos, operei duas vezes de um, uma vez de outro de outro e agora vou ter que fazer outra cirurgia”, conta. Antonio vive com pensão do INSS e afirma que o órgão insiste que ele volte a estudar para poder trabalhar em outra área e não poder se aposentar por invalidez. “Mas tô com quase 50 anos, não tenho vontade não, até porque isso aqui dói demais, dói tanto, principalmente a noite, tem platina nos dois”, diz ele apontando para os joelhos.

Saiba mais sobre acidentes trabalhistas

Jaqueline também veio do Maranhão e é amiga de Antonio. Está no Paranoá há 23 anos. Ela explica que não concluiu os ensino básico por uma série de contextos. “Casei cedo, na verdade. Era cansativo você está em sala de aula tantas horas, pra eu que sou uma doméstica, dona de casa…”.

Canta ou assovia

José Paulo de Oliveira, de 60 anos, também está afastado do trabalho por motivos de saúde. Ele trabalhou por mais de 20 anos como vigilante de restaurante na Asa Norte e agora sente fortes dores nas costas. A pensão do INSS foi suspensa no último dia 11, ele diz. Cearense, José estudou até a 4 série. “Ou você canta ou assovia, não tem como você cantar e assoviar de uma vez só. Meu sonho era estudar mas tive que parar pra trabalhar. Trabalho desde os 12 anos tocando boteco, aí vim pra cá em 83”.

Ao ser questionado se tem vontade de voltar aos estudos, ele diz não ser possível. “Não tem como. Eu estudei no ano de 2016 por dois meses, mas eu tinha que trabalhar para complementar a renda”, justifica. Um amigo de José, da mesma idade, é pedreiro e retomou os estudos nesse semestre, “ele não sabia ler, nem escrever, dei muita força para ele voltar”, conta ele.

José acredita que, mesmo com estudo, as oportunidades continuam difíceis pra quem não vem de uma família com recursos, “minha filha é formada em jornalismo, mas filha do pobre, não colocam lá dentro da Globo não. Colocam se for filha do Alexandre Garcia, se for filha dos apadrinhados”, ele afirma.

Faltam recursos

O ambulante Flávio Moreira, de 36 anos, não volta a estudar por falta de opção. “O EJA (Educação de Jovens e Adultos), aquele que você conclui dua séries em um ano, só tem uma escola. Quando você vai atrás de vaga, não têm vaga, entendeu? No meio do ano quando você vai tentar de novo, não têm, mesmo que tenha alunos desistentes, não tem vaga”, ele explica.

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