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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Educação

O governador João Azevêdo faz, nesta segunda-feira (9), a entrega de 10 mil notebooks do Programa Paulo Freire – Conectando Saberes, que tem como objetivo principal a valorização da prática docente.Criado em 2020, o Programa Paulo Freire possibilitou aos professores da Rede Estadual, por meio de edital, efetuar adesão ao programa, sem a existência de concorrência para recebimento de notebooks. A entrega será festa às 10h, no ECIT, no bairro de Jaguaribe.

MaisPB

O pregão estabelecia preço de até R$ 2,045 bilhões. A Controladoria-Geral da União (CGU) e a própria equipe técnica do FNDE avaliaram, entretanto, que havia nesse valor um sobrepreço de até R$ 732 milhões.

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) recuou e reduziu o preço máximo para a compra em leilão de 3.850 ônibus escolares rurais. A operação para salvar o pregão eletrônico que está sob suspeita de sobrepreço foi desencadeada, ainda na tarde desta segunda-feira, 4, pela cúpula do fundo presidido por um apadrinhado do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Ao mesmo tempo, na manhã desta terça-feira, 5, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Walton Alencar Rodrigues decidiu embargar o resultado do leilão até que passe por análise pela corte de contas.O Pregão 2/2022 estabelecia o preço máximo de R$ 2,045 bilhões. A Controladoria-Geral da União (CGU) e a própria equipe técnica do FNDE avaliaram, entretanto, que havia nesse valor um sobrepreço de até R$ 732 milhões. A projeção dos técnicos do fundo foi elaborada aplicando um índice de inflação, o IGP-M, aos valores praticados pelo órgão nove meses antes, no Pregão Eletrônico 6/2021, também aberto para a compra de ônibus escolares. Tenha acesso a todos os conteúdos exclusivos, colunistas, acessos ilimitados e descontos em lojas, farmácias e muito mais.Durante o período de alertas da CGU e da área técnica do FNDE, o ministro Ciro Nogueira teve duas reuniões no Palácio do Planalto com Marcelo Ponte, presidente do FNDE indicado por ele. Numa reviravolta, um despacho assinado na segunda-feira por Garigham Amarante, que comanda a Diretoria de Ações Educacionais (Dirae) do FNDE, o novo valor máximo estabelecido pelo governo passou a ser de R$ 1,5 bilhão, preço sugerido pela CGU numa manifestação anterior do órgão sobre o assunto, em 10 de março. Esse valor de R$ 1,5 bilhão corresponde à atualização dos preços do Pregão 6/2021 pelo IPP (Índice de Preços ao Produtor), um outro indicador de inflação. O cálculo representa um recuo do diretor indicado por Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, que divide com Ciro Nogueira os cargos do fundo da Educação. Com as mudanças da tarde de ontem, os preços voltam a se aproximar do limite máximo sugerido pela área técnica do FNDE. No caso do ônibus de 29 lugares, identificado pelo código ORE 1, o valor máximo sugerido pelos técnicos do FNDE era de R$ 237,8 mil. Depois, no edital válido até a tarde de ontem, foi cotado a R$ 480 mil – uma diferença de 77%. Agora, no novo despacho, passou a R$ 338,5 mil.

Decisão do TCU

O Pregão Eletrônico 2/2022 está previsto para acontecer nesta terça-feira, 5. Pouco antes do início do certame, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Walton Alencar Rodrigues decidiu embargar o resultado até que o assunto possa ser analisado pela corte de contas. Formalmente, a licitação não está suspensa: os fabricantes poderão apresentar suas propostas nesta terça-feira. Apesar disso, o FNDE não poderá utilizar a ata de registro de preços resultante até obter o aval do TCU.A área técnica do TCU afirmou que não era o caso de suspender o pregão porque era preciso analisar os documentos do FNDE, que não foram repassados oficialmente ao tribunal até agora. Em sua decisão, o ministro Walton criticou o FNDE por não ter entregado os documentos e alertou para a gravidade do caso.Walton Rodrigues escreveu que, em reunião ontem do FNDE com auditores do TCU, ficou acertado que seria dado acesso aos “arquivos do certame, gravados no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do Poder Executivo. “Contudo, lastimavelmente, tal medida não restou implementada até o final do dia, impedindo que o TCU avaliasse, adequadamente, os preços de referência do certame”, ressaltou o relator.“Tal fato singular, aliado ao grande valor da licitação que ora se enceta, gera a perspectiva de eventual prejuízo ao Erário”, afirmou Walton Rodrigues. Diante da constatação, o ministro foi mais duro do que os auditores e resolveu determinar que o FNDE se abstenha de homologar o resultado da licitação.“Identifico a presença da probabilidade do direito em relação aos fatos narrados. O fumus boni juris decorre, portanto, da ausência de acesso, por parte dos auditores do Tribunal de Contas da União, a todos os elementos de convicção, necessários à elucidação das dúvidas relevantes, em razão da omissão, ou inércia, ou volição da Administração.

“Desvio de assombrosa importância”

” AJÁ CORRUPÇÃO  ATÉ QUANTO?.

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HEUDES RÉGIS / DIVULGAÇÃO
Governador Paulo Câmara (PSB) – FOTO: HEUDES RÉGIS / DIVULGAÇÃ

O governador Paulo Câmara sanciona, nesta quinta-feira (31.03), a lei que estabelece um reajuste de 35% no piso salarial dos professores da rede pública estadual de ensino.A cerimônia será realizada no Salão das Bandeiras, Palácio do Campo das Princesas, às 15h.

Funcionalismo

A Alepe encerrou nesta quarta-feira, em duas sessões plenárias consecutivas, a aprovação de projetos de lei que beneficiam o funcionalismo público estadual. Uma das matérias, aprovada com emenda da Casa e graças ao trabalho de articulação do presidente da Alepe, deputado Eriberto Medeiros, reajusta o valor do auxílio-invalidez destinado aos militares incapacitados ao trabalho.Outro projeto trata da designação de policiais e bombeiros militares inativos para atuar na Guarda Patrimonial que passa a se chamar Guarda Militar. A matéria também reajusta de R$ 400 para R$ 800 o valor do auxílio-invalidez que é pago ao militar estadual considerado inválido, ou seja, que esteja impossibilitado total e permanentemente para qualquer trabalho. Os deputados estaduais incorporaram ao projeto regras mais específicas para a readaptação desses profissionais.O presidente da Alepe, Eriberto Medeiros, enfatizou o papel do Legislativo na aprovação dos projetos que ampliam benefícios para os funcionários públicos. “Deputados e deputadas estaduais deram uma demonstração de trabalho, dedicação e zelo com a coisa pública. Este Parlamento garantiu avanços e reconhecimento para os servidores estaduais, assim como oportunidades para servir ao povo pernambucano”. Foram aprovadas, ainda, duas iniciativas da Mesa Diretora da Alepe com mudanças na estrutura administrativa da Casa e reajuste de 5% nos subsídios e vencimentos-base de cargos efetivos e comissionados.

jc.ne

Polícia cumpre mandado de busca e apreensão em escola infantil na Zona Leste de SP — Foto: Anselmo Caparica/TV Globo

Polícia cumpre mandado de busca e apreensão em escola infantil na Zona Leste de SP — Foto: Anselmo Caparica/TV Globo

A Polícia Civil cumpre nesta quinta-feira (24) mandado judicial de busca e apreensão na escola infantil particular da Zona Leste de São Paulo que é investigada por vídeos que mostram maus-tratos a crianças. Policiais buscam materiais e objetos que possam ajudar na investigação.A operação é acompanhada pelos advogados de Roberta Regina Rossi Serme, de 40 anos, diretora e também uma das sócias proprietárias da Escola de Educação Infantil Colmeia Mágica, na Vila Formosa. A defesa não conversou com a imprensa, que acompanha os trabalhos. Roberta passou a ser considerada foragida da Justiça depois da decretação da sua prisão temporária, na última terça-feira (22). Ele é investigada por suspeita de maus-tratos, periclitação de vida, que é colocar a saúde das crianças em risco, submissão delas a vexame ou constrangimento e tortura.

Roberta Sermes, diretora da Escola Infantil Colmeia Mágica, onde crianças foram amarradas; vídeo que circula nas redes sociais mostra maus-tratos — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Vídeos que começaram a circular neste mês nas redes sociais mostram bebês amarrados com lençóis e chorando num banheiro da escolinha. As crianças aparecem com os braços imobilizados, presas em cadeirinhas de bebês embaixo de uma pia e próximas a uma privada. A Colmeia Mágica foi fundada em 2002 e atende crianças 0 a 5 anos, do berçário ao ensino infantil (veja abaixo).Até a última atualização desta reportagem, Roberta não havia sido presa ou se entregado à polícia. A investigação foi a três endereços ligados à diretora e não a encontrou neles. g1 não conseguiu falar com Roberta ou com a sua defesa para comentar o assunto. Num áudio gravado por uma das mães de alunos durante reunião com os pais das crianças na escolinha, no último dia 11 de março, a diretora havia se defendido, dizendo: “Denúncia completamente descabida e com coisas sem contexto”. O áudio foi divulgado neste domingo (20) pelo Fantástico.

Em seu depoimento à polícia, Roberta negou que tenha amarrado ou mandado alguém amarrar as crianças que aparecem nos vídeos.

Defesa diz que cenas foram forjadas

Roberta Serme é diretora da Escola Infantil Colmeia Mágica — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal/Redes sociais

Roberta Serme é diretora da Escola Infantil Colmeia Mágica — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal/Redes sociais

Em outras ocasiões, André Dias, advogado da diretora, chegou a negar à imprensa que sua cliente tenha amarrado ou mandado amarrar os bebês. Alegou ainda que alguém de dentro da escola, possivelmente alguma funcionária descontente, forjou a cena para prejudicar a direção. “Considerando que a Justiça determinou o sigilo das investigações, algumas informações ainda não podem ser divulgadas. Por exemplo, a pessoa que efetivamente gravou esses vídeos, montou aquela cena pra fazer a gravação dos vídeos, e também ainda não podemos divulgar o apoio externo que essa pessoa recebeu pra fazer a confecção desses vídeos”, disse André, na semana passada ao Jornal Nacional.

“A escola reconhece os alunos, o ambiente, aparentemente é dentro da escola”, falou André. “Porém as circunstâncias com que os vídeos foram gravados não condizem com a realidade da escola. Foi feito sem nenhum conhecimento por parte das diretoras, das demais professoras.”

Em entrevista ao Fantástico, o advogado ainda criticou a forma como a polícia vem conduzindo os depoimentos dos funcionários da escola. “A professora diz assim: ‘Gente, quando eu pedi que eu queria ler aquele documento, me disseram, ó, você assina isso aí, fica quietinha'”, falou André. Por meio de nota, divulgada pela assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública (SSP), a Polícia Civil informou que “é pautada pelo respeito às leis.” E que “declarações infundadas não impedirão que o trabalho seja concluído e encaminhado ao Ministério Público [MP] e à Justiça.” Foi a Polícia Civil que pediu a prisão de Roberta. O Ministério Público concordou com o pedido e a Justiça a decretou, expedindo o mandado de prisão temporária de 30 dias. Ainda na terça policiais foram até a casa da diretora e outros dois endereços ligados a ela para tentar prendê-la, mas a mulher não estava nos locais. Procurado nesta quarta para comentar o assunto, o MP informou por meio de nota que “as investigações prosseguem” e que não poderia dar mais detalhes porque “o caso corre em segredo de Justiça”.

“Esse desdobramento, da decretação das prisões, era esperado, em razão da gravidade dos crimes e da repercussão dos fatos. Com a prisão da dirigente da escola, possivelmente, outras ex funcionárias, mães e pais, acabem procurando a polícia para prestarem depoimentos, sem se sentirem temerosas de possíveis ameaças e retaliações”, disse o advogado Ariel de Castro Alves, advogado, Membro do Instituto Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e Presidente do Grupo Tortura Nunca Mais.A Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco) da 8ª Delegacia Seccional investiga se mais pessoas que trabalham dentro da escola podem ter participado dos maus-tratos aos alunos. A polícia quer saber, por exemplo, quem amarrou os bebês ou quem ordenou que eles fossem amarrados. E busca identificar quem gravou o vídeo. Dezenove pessoas já foram ouvidas no inquérito, sendo 12 pais de alunos e sete funcionários da escolinha, incluindo professoras, empregadas e a diretora. Mais 21 pessoas serão ouvidas nesta semana.

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O ministro da Educação Milton Ribeiro admitiu nesta quarta-feira, 23, em entrevista à CNN Brasil que teve conhecimento de “conversas estranhas” do pastor Arilton Moura, envolvendo recursos do ministério. O ministro disse que recebeu denúncia anônima sobre pedido de dinheiro feito pelo pastor em troca de benefícios no MEC em agosto de 2021 e relatou o caso à Controladoria Geral da União (CGU). Foi aberta uma investigação sigilosa. Ribeiro confirmou que, mesmo após receber a denúncia, seguiu recebendo o pastor dentro do MEC, mas alegou que deixou de participar de agendas externas com ele. Levantamento feito pelo Estadão mostrou, no entanto, que o ministro teve cinco agendas com o pastor no MEC e ao menos duas fora da Pasta. Uma delas em outubro de 2021 na cidade de Camburiú. Na ocasião, o ministro ressaltou em discurso a amizade “ao pastor Gilmar e Arilton, que estão lá em Brasília mais perto”.

O ministro da educação Milton Ribeiro
O ministro da educação Milton Ribeiro

Foto: Foto: Isac Nóbrega/PR

Na entrevista, o ministro disse que se ocorreu alguma cobrança de propina foi sem seu conhecimento. “Se fizeram algo errado, fui enganado”, afirmou. Segundo Ribeiro, ele seguiu se encontrando no ministério com o pastor Arilton apenas no ministério, o que não é verdade, para não prejudicar as investigações que corriam em sigilo. Ele afirmou que, a partir de então, se limita a tirar “fotos com prefeitos”, mas depois encaminhava o pastor para o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), justamente o órgão que seria alvo da intermediação com suposta cobrança de propina pelo religioso.

O ministro da CGU, Wagner Rosário, disse ao Estadão que abriu uma instrução preliminar em setembro do ano passado com base na denúncia encaminhada pelo MEC por ordem do ministro Milton Ribeiro. Segundo ele, o ministro encaminhou o relato em agosto. Durante a entrevista, Milton Ribeiro negou que os pastores tenham viajado com ele no avião da FAB. “Jamais esses pastores viajaram comigo na minha comitiva. Nunca fizeram parte da minha comitiva. Nunca entraram em um avião da FAB”, disse.O Ministério da Educação respondeu, no ano passado, via Lei de Acesso à Informação, a um questionamento sobre “voos da FAB em que ministro esteve presente” entre julho de 2020 e junho de 2021. A pasta divulgou uma planilha que registrou o pastor Arilton Moura como “convidado do MEC” em um voo da FAB, no qual também estava Milton Ribeiro, em maio de 2021. Ribeiro confirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu para ele receber os pastores no MEC, mas negou que o presidente tenha solicitado tratamento privilegiado.

terra

Escola foi invadida pelos fundos -  (crédito:  Reprodução/Google Street View)
Escola foi invadida pelos fundos – (crédito: Reprodução/Google Street View)

Dois homens invadiram uma escola municipal de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e roubaram celulares de alunos e de um professor, na manhã desta segunda-feira (21/3). Ele estariam armados e ameaçaram as vítimas. A Polícia Militar (PM) não descarta a participação da mesma dupla em um tentativa de roubo próximo da instituição de ensino. Segundo o que apurou a PM, os ladrões arrombaram um portão nos fundos da escola municipal Professor Leôncio Carmo Chaves, no Bairro Planalto, invadiram uma sala e tomaram 10 celulares dos estudantes e do professor no local. Um deles estava com uma arma de fogo. Eles fugiram em seguida. Apesar do medo da situação e das ameaças para que o roubo acontecesse, ninguém se feriu. Existe a possibilidade da arma usada pelos ladrões ser uma réplica. O motivo da desconfiança, segundo a polícia, é que os ladrões tentaram roubar uma pessoa minutos antes da invasão da escola e a vítima reagiu ao assalto por perceber que a arma era falsa.Só depois dessa tentativa de roubo frustrada, que os ladrões entraram na escola. A dupla não foi presa, mas imagens de câmeras de segurança da escola municipal foram entregues à PM.

Pais de alunos foram até a escola e cobraram segurança.

Em nota, a Prefeitura de Uberlândia informou, por meio da Secretaria Municipal de Educação, que, após o roubo ocorrido na escola Prof. Leôncio do Carmo Chaves, “a direção da unidade acionou a Polícia Militar, que compareceu ao local e registrou Boletim de Ocorrência. As imagens do circuito interno de monitoramento da escola já estão sendo analisadas para que sejam tomadas a medidas cabíveis. As famílias dos alunos também foram comunicadas sobre o ocorrido e as atividades da escola continuam ocorrendo conforme programadas”.

correiobraziliense.

Recursos não utilizados do fundo serão destinados ao pagamento de professores da educação básica da rede pública. O projeto segue para sanção presidencial.

Divulgação/UEPG
Escolas: pagamento será para educação básica. (Getty Images/Patricia Monteiro/Bloomberg via)

Senado aprovou, hoje (16), um projeto de lei (PL) que destina recursos não utilizados do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) para o pagamento de professores da educação básica da rede pública. O projeto segue para sanção presidencial.Também foi definido que os recursos extraordinários recebidos por estados, Distrito Federal e municípios, em razão de decisões judiciais relativas ao cálculo do valor anual por aluno para a distribuição dos fundos e da complementação da União aos fundos relativos à educação, dentre eles o Fundeb, sejam investidos na educação. Dentro desse investimento, o projeto destaca os professores da educação básica que estavam em efetivo exercício na rede pública durante o período em que ocorreu o repasse a menor ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), de 1997 a 2006, e ao Fundeb, de 2007 a 2020. Segundo o projeto, o valor pago aos professores saído dessa fonte não ser incorporado à sua remuneração, tendo, portanto, um “caráter indenizatório”. Os percentuais desse pagamento e os critérios para a divisão do rateio entre os profissionais beneficiados ficarão a cargo de cada estado e município, que deverão aprovar leis específicas. O relator da matéria, senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), destacou a luta judicial que os profissionais do magistério enfrentam há vários anos para receberem recursos oriundos dos precatórios do Fundef, a chamada subvinculação. Segundo ele, o projeto busca mostrar o direito dos professores à subvinculação. “A valorização do professor é o primeiro passo para garantir educação de qualidade. A atuação do docente tem impacto dentro e fora de sala de aula, seja no desempenho dos estudantes, na qualidade da escola e no progresso do país”.

exame

Luiz Nishimori assinou termo junto à multinacional, apoiadora do PL, em dezembro de 2020

Família do deputado Luiz Nishimori (PL-PR) é proprietária da Mariagro Agrícola Ltda. – De olho nos ruralistas

A Mariagro Agrícola Ltda, que pertence à família do deputado federal Luiz Nishimori (PL-PR), fez um acordo de R$ 1,5 milhão para quitar uma dívida com a Syngenta, líder do mercado mundial de agrotóxicos. A “composição amigável” foi assinada em dezembro de 2020, quando já tramitava na Câmara o Projeto de Lei 6.299/02, conhecido como PL do Veneno, por flexibilizar o uso dos pesticidas no Brasil. O PL é uma das prioridades do governo Bolsonaro e da bancada ruralista.

Membro ativo da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o deputado foi o relator do texto, que atende aos interesses da multinacional suíça, recentemente adquirida pela estatal chinesa ChemChina, e de outras gigantes do agronegócio. A Syngenta chegou a divulgar nota e vídeo em apoio ao projeto de lei. A FPA é bancada por organizações do setor privado, inclusive aquelas que defendem agrotóxicos, como a CropLife e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegeta (Sindiveg) — que tem como associada uma empresa ligada à ChemChina, a Adama.

O PL que já dura vinte anos é de autoria do ex-ministro da Agricultura, ex-governador matogrossense e ex-senador Blairo Maggi. A matéria relatada por Nishimori passou em regime de urgência na Câmara, no dia 09, após forte lobby da FPA e do governo federal. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é comandado por uma ex-presidente da frente, Tereza Cristina, aliada da Syngenta. Foram 301 votos a favor, 150 contra e duas abstenções.

De Olho nos Ruralistas iniciou nesta semana uma série sobre possíveis conflitos de interesses na tramitação de leis relativas a agrotóxicos no Congresso. A primeira reportagem foi ao ar na quarta-feira (16): “Relator do PL do Veneno teve bens bloqueados em caso de funcionários fantasmas“. Nos próximos dias serão descritas outras atividades do político e empresário paranaense.

Empresa deve desistir de ações judiciais contra a Mariagro

As dívidas de Nishimori e de sua esposa, Elizabeth Akemi Ueta, datam dos anos 2000. Ambos assinaram o termo de acordo junto à Syngenta Proteção de Cultivos Ltda na condição de “intervenientes garantidores solidários”. Ambos se comprometeram a quitar cinco parcelas: duas de R$ 450 mil, na data de assinatura e em abril de 2021; e três de R$ 200 mil, sendo a primeira até maio de 2022 e a última até 30 de abril de 2024.

Realizados os pagamentos, a Syngenta concorda em desistir de duas ações judiciais que mantém contra a Mariagro. Em 2016, o juiz Devanir Cestari, de Marialva (PR), terra natal do deputado, tinha autorizado que os bens do grupo, avaliados em R$ 81.737, fossem a leilão por causa da dívida com a multinacional, contraída quinze anos antes e então na ordem de R$ 5,36 milhões.

A lista incluía: uma Kombi 1982, uma Parati e um Gol 1994, um caminhão Mercedes-Benz LS 1929, ano 1984, e uma carreta Randon 1990. Nenhum imóvel, rural ou urbano, foi leiloado.


Trecho de acordo da Mariagro com a Syngenta / Reprodução

Dois anos depois do acordo, em agosto de 2018, a empresa produziu um vídeo no qual reafirmava sua posição a favor do PL. Segundo a companhia, muitas pessoas são “levadas a acreditar” que o projeto foi criado para aumentar o uso desses produtos nas plantações e prejudicar a população. “No entanto, ele tem como objetivo modernizar o conjunto de leis atual que regula o uso dos agrotóxicos em nosso país, que foram criadas há mais de 50 anos e não acompanharam a evolução do setor”, diz um trecho. “Se implementadas as propostas, a regras passarão a ser baseadas em metodologias científicas adotadas internacionalmente”.

Político fez lobby do veneno com multinacional

Enquanto negociava o pagamento de sua dívida pessoal com a Syngenta, o relator do PL do Veneno participou de diversas reuniões com líderes do agronegócio para debater pautas de interesse do setor. Ele foi um dos primeiros congressistas a se encontrar com executivos da holding formada pela ChemChina e pela Sinochem, que em 2020 se uniram à israelense Adama. Em 18 e 19 de novembro de 2019, Nishimori esteve com o presidente do grupo, Frank Ning, e com diretores da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), em São Paulo. Em pauta, mais uma vez, o uso de agrotóxicos. “É necessário divulgar ao público o impacto muito pequeno dos resíduos de pesticidas na qualidade dos alimentos, graças ao progresso da ciência e tecnologia agrícola”, discursou Ning. O site da própria multinacional falou a respeito do encontro. Na ocasião, Nishimori defendeu o PL do Veneno: “Isso é importante para todo o setor e, acima de tudo, nos dá previsibilidade. Não podemos ficar como estamos hoje, esperando até dez anos numa fila até que o produto seja aprovado”. As falas foram divulgadas pela assessoria de imprensa do político. Meses antes, em junho, ele e o presidente da Abrapa foram juntos ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) relatar como estavam os trabalhos relacionados ao PL 6.299. O setor do algodão será tema de outra reportagem desta série. O deputado já havia participado da comitiva brasileira do Mapa, que visitou o país asiático em maio, com o objetivo de “promover os produtos brasileiros no mercado chinês”. Na época ele era vice-presidente da FPA para a região Sul.

Entusiasta do projeto, Tereza Cristina chefiou a missão, que contou ainda com a participação do presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS). O encontro de novembro, na sede da Companhia das Cooperativas Agrícolas do Brasil (CCAB Agro), foi uma retribuição à visita ao chairman do conglomerado chinês, em Pequim. A ministra da Agricultura é um dos nomes cotados para ser vice de Bolsonaro nas eleições presidenciais.


Nishimori, no meio e à direita, com líderes do Agro China-Brasil, em SP; Frank Ning, da ChemChina, está acima dele, à esquerda / Divulgação

Nishimori apresentou projeto em favor da Syngenta

Foi a Syngenta que criou o paraquat, um dos agrotóxicos mais letais do mundo, associado a doenças como depressão, Parkinson e câncer. Em 2017, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma resolução proibindo o uso e a comercialização do produto no país, algo que já acontece na União Europeia desde 2003. A regra começou a valer em setembro de 2020.

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Governo regulamenta MP do Fies; estudantes poderão renegociar dívidas em março

Estadão Conteúdo

O governo federal regulamentou nesta quinta-feira, 10, a Medida Provisória (MP) 1.090, que permite a renegociação de contratos do Financiamento Estudantil (Fies) firmados até 2017. Estudantes com dívidas no programa poderão negociar a revisão dos contratos a partir de 7 de março, informa o Ministério da Educação.Publicada no fim do ano passado, a MP prevê descontos de 92% para inscritos no CadÚnico e Auxílio Emergencial – o que representa cerca de 548 mil estudantes inadimplentes. Para os demais 524,7 mil estudantes com débitos em aberto, o desconto será de 86,5%. O saldo remanescente poderá ser parcelado em até dez vezes. Para renegociação de dívidas com 90 a 360 dias de atraso, a medida prevê parcelamento em até 150 vezes.Todos os que buscarem salvar as dívidas do Fies deverão pagar uma entrada no ato da renegociação, correspondente à primeira parcela, de no mínimo R$ 200. Hoje, o valor total do saldo devedor do programa é de R$ 87,2 bilhões.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, aproveitou a solenidade de formalização da MP para fazer críticas ao programa, lançado no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principal adversário do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições deste ano. “Foi mal estruturado. Mais um programa mal estruturado, porque nós temos muitas pessoas que efetivamente não tinham condições e não tiveram condições de pagar”, declarou.

Guedes: custo fiscal é irrisório

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse há pouco que o perdão de dívidas do Financiamento Estudantil (Fies) em contratos firmados até 2017 tem um custo fiscal irrisório para os cofres públicos, já que se tratam de débitos que dificilmente seriam pagos pelos jovens.“Esses jovens se endividaram no governo anterior, não foi nesse governo. São jovens sem esperança, sem emprego, que saíram das universidades devendo R$ 30 mil, R$ 40 mil, R$ 50 mil sem dinheiro para pagar. Os jovens começam a vida negativados. Temos milhões de jovens com sonhos que se endividaram com excesso de crédito em governos anteriores”, afirmou, em cerimônia no Palácio do Planalto.“Uma experiência que me impressionou muito nos Estados Unidos em 2008, quando US$ 1,5 trilhão de endividamento de estudantes jamais foram perdoados. Salvaram bancos, companhias imobiliárias, empresas de investimentos, mas ninguém se lembrou dos estudantes. Isso me impressionou na época”, contou Guedes. “O ministro (da Educação) Milton Ribeiro me convocou pra uma reunião e eu me lembrei desse episódio. Examinamos a questão juntos e vimos que custo fiscal era irrisório, porque jovens já não estavam pagando”, acrescentou.

 

Para a professora Maria Eduarda, faltou incentivo do governo à leitura e à inclusão de crianças durante a pandemia

 Assunto foi debatido no programa Central do Brasil, que vai ao ar sempre de segunda a sexta, às 19h45
Assunto foi debatido no programa Central do Brasil, que vai ao ar sempre de segunda a sexta, às 19h45 – Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas

Nestes dois anos de pandemia, muitas crianças ficaram em um limbo educacional

Uma pesquisa recente divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com organização Todos Pela Educação, apontou que 40,8% das crianças brasileiras entre 6 e 7 anos de idade não sabiam ler e escrever em 2021, dado que representa um aumento de 65,6% em relação ao ano anterior da pandemia, em 2019.

A professora da rede municipal do Rio de Janeiro e coordenadora do Sindicato dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro, Maria Eduarda Quiroga, participa do Central do Brasil, no quadro Entrevista Central, e evidencia os principais fatores que influenciaram neste aumento de crianças analfabetas.

“Faltou e faltam políticas públicas para garantir o acesso à educação das crianças durante a pandemia. O diálogo entre os educadores e os responsáveis por estes alunos também prejudicou essas crianças, sobretudo, nas escolas públicas. Poderia ter feito diferente, pensado em maior inclusão”, analisou. A pesquisa também mostra que o impacto da pandemia na escolarização nesta faixa etária foi maior entre as crianças pretas, totalizando 47,4%; em seguida,  as crianças pardas com 44,5%, e 35,1% entre as brancas.
A educadora expõe que, com as escolas fechadas devido ao avanço do vírus do país, as crianças negras e pobres tiveram menos oportunidades, principalmente por terem tido menos acesso ao ensino remoto. “A desigualdade social existente no Brasil também recai sobre essas crianças. Muitos estudantes de escola pública não têm local para estudar, não têm alguém para tirar uma dúvida, não têm acesso a internet. Há uma série de fatores que foram agravados com a pandemia que influenciaram na aprendizagem das crianças”, explica.

E tem mais!

A inclusão do nome social no título eleitoral é um direito assegurado desde 2018. O quadro Nacional conversa com pessoas transsexuais e travestis que mudaram ou estão tentando ter acesso à esse direito para exercerem plena cidadania. A Parada Cultural indica o lançamento da canção “Oda a Neruda” do artista, Felipe Lacerda

Sintonize

Para acompanhar o Central do Brasil, basta sintonizar a TVT em uma antena digital, interna ou externa. Na grande São Paulo, o canal é o 44.1 (sinal digital HD aberto); na NET o canal é o 512 (NET HD-ABC); no UHF, a sintonia é 46; 13 na NET-Mogi; e Canal 12 na Vivo São Caetano do Sul.

A sintonia da Rádio Brasil Atual é 98,9 FM na Grande São Paulo. Também é possível acompanhar a programação radiofônica pelo site do Brasil de Fato. Quem está fora de São Paulo, pode sintonizar a TVT com a parabólica, via satélite. É necessário direcionar a antena para StarOne C3 Freq: 3973 Mhz Pol: Vertical, DVB-s2; SR: 5000 FEC ¾. Confira mais informações neste link.

Dados da menor estação receptora

Antena: Embrasat modelo RTM 2200Std
Focal-Point
Diâmetro 2,2m
Ganho de recepção no centro do Feixe (Dbi) 37,5
G/T da estação (dB/K) 18,4

Edição: Afonso Bezerra

brasildefato

Com o desempenho na prova é possível conseguir vagas em universidades públicas e privadas e até mesmo em instituições de ensino no exterior – Marcelo Camargo / Agência Brasil

As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 já estão disponíveis para consulta. Com o desempenho na prova é possível conseguir vagas em universidades públicas e privadas e até mesmo em instituições de ensino no exterior. Cada unidade, no entanto, possui as suas regras.  

A consulta ao resultado do exame deve ser feita na Página do Participante

Como a nota do Enem pode ser utilizada?

De uma forma geral, a nota do Enem pode ser utilizada no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de instituições de ensino particulares e internacionais. 

Sisu

Sisu permite que estudantes com melhores desempenhos no Enem conquistem vagas em universidades públicas. Para se inscrever, o estudante deverá necessariamente ter participado do Enem de 2021 e não ter zerado a redação. No ato da inscrição, o candidato deve escolher até duas opções de vaga em cursos e instituições de ensino participantes do sistema, podendo concorrer por meio das vagas de ampla concorrência ou entre aquelas reservadas a políticas de ações afirmativas.  Após o primeiro dia de inscrição, o Sisu disponibilizará a nota de corte de cada curso das instituições, que será atualizada frequentemente, conforme mais inscrições são contabilizadas.  Além disso, é possível modificar as opções até o encerramento das inscrições. Ainda assim, o ideal é que os interessados não deixem para última hora para fazer as inscrições, pois são poucos dias para escolher a vaga que se pretende cursar na graduação.  

As inscrições para o Sisu começam em 15 de fevereiro.  

Prouni

ProUni oferece bolsas integrais e parciais em universidades particulares para estudantes que cursaram os três anos do ensino médio em escolas da rede pública ou em escolas particulares com bolsa integral.  O programa também é destinado a portadores de alguma deficiência e professores da rede pública de ensino na educação básica. Com exceção dos professores, aqueles que já obtiveram o diploma estão automaticamente desclassificados do processo. O candidato ao Prouni precisa, necessariamente, ter conseguido uma nota superior a 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 e não ter zerado a nota da redação.  Há também os critérios de renda para a distribuição de bolsa integral e parcial. Aqueles que têm renda familiar mensal per capita de até 1,5 salário mínimo possuem direito à bolsa integral. Quando a renda familiar mensal per capita é entre 1,5 a 3 salários mínimos, o direito é à bolsa parcial.  As inscrições do Prouni para o primeiro semestre de 2022 estarão abertas entre 22 e 25 de fevereiro. 

Fies

Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, em instituições particulares de educação superior.  O fundo é um modelo de financiamento estudantil moderno, dividido em diferentes modalidades, podendo conceder juro zero a quem mais precisa. A escala varia conforme a renda familiar do candidato. O programa oferece um crédito de 50% a 100% sobre a mensalidade do curso.  O candidato não pode ser uma renda familiar mensal per capita superior a 3 salários mínimos (R$ 3.636). Para participar, é necessário ter participado de alguma edição do Enem desde 2010, com nota média aritmética das provas igual ou superior a 450 pontos e nota superior a zero na redação. 

Análise | O “novo ensino médio”: traição à juventude que frequenta a escola pública

Instituições privadas e internacionais 

Algumas instituições particulares oferecem desconto na mensalidade diretamente por meio do Enem e outras utilizam o exame como processo seletivo. Para saber se uma universidade se enquadra em um dessas situações e quais são os requisitos, o ideal é procurar as informações diretamente na instituição. O caminho é o mesmo para as instituições de ensino do exterior. Por meio do Enem, é possível conseguir vagas em algumas universidades de países como Portugal, Inglaterra, França, Irlanda e Canadá. Em alguns casos pode ser exigido do candidato a realização do processo seletivo local. 

Edição: Daniel Lamir

brasildefato

O Plenário vota, a partir das 16h desta quarta-feira (9), a medida provisória que obriga planos de saúde a cobrirem despesas do tratamento oral contra o câncer (MP 1.067/2021). A proposição estava na pauta da terça-feira (8) do Plenário, mas a sessão foi cancelada e a pauta adiada. A medida provisória já esteve na pauta do Senado na primeira sessão deliberativa do ano, em 2 de fevereiro, mas foi adiada a pedido do senador Reguffe (Podemos-DF). Ele é autor de um projeto (PL 6.330/2019) com teor semelhante, aprovado pelo Congresso, mas vetado pelo presidente Jair Bolsonaro – na sessão de hoje, o Congresso manteve o veto. A MP tranca a pauta de votações e perde a validade na quinta-feira (10). Também foi transferida para a sessão desta quarta-feira a votação de dois projetos sobre condomínios. Um deles, o substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei (PL) 548/2019, permite a realização de assembleias e votações de modo virtual em condomínios e órgãos deliberativos de pessoas jurídicas. Outro item na pauta é o PL 4.000/2021, que exige quórum de dois terços dos votos para a mudança da destinação de salas ou apartamentos em condomínios. A proposta, do senador Carlos Portinho (PL-RJ), aguarda parecer do relator, senador Carlos Viana (MDB-MG).

Sistema Nacional de Educação

Duas propostas na área educacional também estão pautadas para análise nesta quarta-feira. A primeira é o Projeto de Lei Complementar (PLP) 235/2019, que institui as diretrizes do Sistema Nacional de Educação (SNE). De autoria do senador Flávio Arns (Podemos-PR), o PLP foi aprovado em novembro na Comissão de Educação (CE), na forma de substitutivo apresentado pelo senador Dário Berger (MDB-SC), que continua com a relatoria do texto no Plenário. Com o SNE pretende-se alinhar e harmonizar políticas, programas e ações da União, estados e municípios, em articulação colaborativa dos entes da Federação na área educacional. A ideia é universalizar o acesso à educação básica e garantir seu padrão de qualidade; erradicar o analfabetismo; garantir equalização de oportunidades educacionais; articular os níveis, etapas e modalidades de ensino; cumprir os planos de educação em todos os níveis da Federação; e valorizar os profissionais da educação, entre outras ações.

De acordo com Arns, o PLP tem por base oito audiências públicas promovidas pelo Senado e aborda aspectos como a acessibilidade de crianças e adolescentes à escola, com a adoção da busca ativa daqueles que abandonaram os estudos, e a permanência dos estudantes no ambiente educacional, com a garantia de alimentação, segurança, atendimento e acolhimento, inclusive na área da saúde mental.

Nas redes sociais, o relator comemorou a inserção do PLP na pauta do Plenário desta semana.

“Vamos tirar do papel o Sistema Nacional de Educação. Foco em gestão, integração, metas e resultados para modernizar e melhorar a qualidade do ensino no Brasil”, expôs Dário.

Outra proposta na pauta institui a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares. O PLS 3.383/2021, do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), prevê que a política nacional tenha atuação intersetorial, envolvendo as áreas de educação, saúde e assistência social, de forma a garantir o desenvolvimento pleno de crianças e adolescentes e dos públicos relacionados à formação e educação dessa população, como os trabalhadores da educação, além dos pais ou responsáveis. Tudo isso com o objetivo de promover a saúde mental da comunidade escolar.

A proposta delega à União a responsabilidade de fomentar e promover ações para a execução dessa política, bem como subsidiar o trabalho dos comitês gestores de atenção psicossocial. Na Comissão de Educação, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) apresentou relatório favorável à matéria, com apenas uma emenda de redação.

Reinvestimento

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 (Foto: Carlos Lima)Foto: Carlos Lima
O Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere) compareceu à sessão realizando um protesto contra a falta de pagamento do piso salarial, com aumento de 33,24%, anunciado na última quinta-feira (27) pelo Governo Federal.  O decreto tem força de lei e vem dividindo especialistas que debatem se o valor é possível de ser pago pelos caixas dos estados e prefeituras, e os motivos do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL) ter determinado tal percentual enquanto ministérios como o da Economia e a Casa Civil buscavam um valor de aproximadamente 7,5%, cobrindo apenas a inflação.  Na Câmara do Recife, os professores – que receberam seus últimos salários sem nenhum reajuste – gritavam palavras de ordem, como “prefeito, pague o piso!” enquanto o prefeito João Campos fala sobre ações de educação promovidas pelo seu governo. Ele afirmou, em dado momento, que o município fechou uma parceria com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para estudar a realização de uma Parceria Público-Privada (PPP) para, em suas palavras, “viabilizar até 44 novas creches no Recife. Nessas futuras unidades, o privado será responsável pela construção e pela manutenção e toda a gestão pedagógica e os profissionais serão de responsabilidade da Prefeitura do Recife”. Os professores do sindicato reagiram, gritando frases como “Não à privatização” e “escola pública, gratuita e de qualidade”. Ao Diario de Pernambuco, uma das professoras que estava no protesto afirmou que desde a decretação do novo piso nacional até o presente momento, a Prefeitura do Recife não se comunicou com a categoria, nem através do Prefeito, nem do secretário de Educação, Fred Amancio.  Ao terminar seu discurso, João Campos voltou ao seu lugar compondo a mesa, quando os membros do sindicato se levantaram todos gritando fortemente: “prefeito pague o piso!”, o que levou o chefe do Executivo a se dirigir à categoria. 
“[Quero] saudar o pessoal do Simpere e informar que a gente marcou, para a próxima semana, o secretário Bruno vai ter uma reunião com a mesa. Faz parte da Secretaria de Desenvolvimento e Gestão, como faz com todos os sindicatos, também vai fazer com o Simpere. Os nossos profissionais da educação, tendo em vista nosso respeito pela categoria de todos os trabalhadores de educação da cidade”, disse o prefeito. 
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Diante de anúncio do governo federal sobre o reajuste do piso do magistério para 2022, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta para a grave insegurança jurídica que se põe em decorrência do critério a ser utilizado. A entidade destaca que o critério de reajuste anual do piso do magistério foi revogado com a Lei 14.113/2020, que regulamentou o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), entendimento que foi confirmado pelo próprio Ministério da Educação, no dia 14 de janeiro, com base em parecer jurídico da Advocacia-Geral da União (AGU). Afinal, o que deve ser de fato levado em consideração: parecer da AGU, Nota de Esclarecimento do MEC ou Twitter do presidente da República?

Ao colocar em primeiro lugar uma disputa eleitoral, o Brasil caminha para jogar a educação pelo ralo. A CNM lamenta que recorrentemente ambições políticas se sobressaiam aos interesses e ao desenvolvimento do país. Cabe ressaltar, ainda, que, caso confirmado o reajuste anunciado pelo governo federal, de 33,24%, os Municípios terão um impacto de R$ 30,46 bilhões, colocando os Entes locais em uma difícil situação fiscal e inviabilizando a gestão da educação no Brasil. Para se ter ideia do impacto, o repasse do Fundeb para este ano será de R$ 226 milhões. Com esse reajuste, estima-se que 90% dos recursos do Fundo sejam utilizados para cobrir gastos com pessoal.

Durante todo o ano de 2021 a CNM atuou junto ao Legislativo e ao Executivo para mostrar que o critério de reajuste do piso nacional do magistério, fixado na Lei 11.738/2008, perderia a eficácia com a entrada em vigor do novo Fundeb. Desde 2010, o piso nacional do magistério passou a ser atualizado, anualmente, em janeiro, pelo mesmo percentual de crescimento, nos dois anos anteriores, do valor anual mínimo por aluno dos anos iniciais do ensino fundamental urbano, definido nacionalmente, nos termos da Lei 11.494/2007. Um novo critério de reajuste tem sido uma bandeira defendida pela CNM há mais de 13 anos, que luta pela aprovação do texto original do Projeto de Lei (PL) 3.776/2008, com a adoção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) nos doze meses anteriores para reajuste do piso.

Isso porque há um aumento real muito acima da inflação e do próprio Fundeb. O piso do magistério cresceu 204% entre 2009 e 2021, superando o crescimento de 104% da inflação mensurada pelo INPC e de 143% do Fundo, recurso que serve para o financiamento de todos os níveis da Educação Básica. Esse mesmo cenário, em menor magnitude, ocorreu com o salário-mínimo (137%). Importante ressaltar que o piso hoje não serve apenas como remuneração mínima, mas como valor abaixo do qual não pode ser fixado o vencimento inicial, ou seja, repercute em todos os vencimentos do plano de carreira dos professores. Então o impacto é enorme e prejudica diretamente os investimentos em educação no país, na medida em que grande parte dos repasses para a Educação estão sendo gastos com folha de pagamento.

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Logo Agência BrasilProfessora Eliane Conconi conversa com alunos em sala de aula da escola Thomaz Rodrigues Alckmin, no primeiro dia de retorno das escolas do estado de São Paulo para atividades extracurriculares em meio ao surto de coronavírus (COVID-19) em São

Em 2022, o valor será corrigido e o piso da categoria será de R$ 3.845

O presidente Jair Bolsonaro anunciou agora à tarde, pelo Twitter, reajuste de 33,24% no piso salarial dos professores da educação básica. “É com satisfação que anunciamos para os professores da educação básica um reajuste de 33,24% do piso salarial. Esse é o maior aumento já concedido pelo governo federal , desde o surgimento da Lei do Piso”, afirmou.  Em 2022, o valor será corrigido e o piso da categoria será de R$ 3.845,63. O aumento leva em consideração o valor, por aluno, pela variação da inflação nos últimos dois anos, conforme prevê a Lei do Magistério. Segundo o presidente, mais de 1,7 milhão de professores de estados e municípios, que lecionam para mais de 38 milhões de alunos nas escolas públicas, serão beneficiados.

Edição: Graça Adjuto

Os cortes na verba destinada ao ministério da Educação atingem profundamente as universidades federais, que já se encontravam em situação precária – Marcelo Camargo / Agência Brasil

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Vanessa Grazziotin  

 

 

As prioridades do atual governo são lamentáveis, mas não surpreendem

Os cortes no Orçamento de 2022 pelo governo Bolsonaro demonstram mais uma vez quais são suas prioridades. Do montante de R$ 4,7 trilhões previsto para esse ano, R$ 1,8 trilhão será para pagar juros da dívida pública. E Bolsonaro manteve R$ 16,5 bilhões para as emendas de relator, as chamadas verbas do orçamento secreto – emendas parlamentares que são distribuídas sem total transparência sobre os recursos. Enquanto isso, as áreas com mais cortes são educação e trabalho, com vetos de mais de R$ 1 bilhão para Trabalho e Previdência e mais de R$ 739 milhões no ministério da Educação. A Saúde, que deveria ter o orçamento ampliado, diante da necessidade de continuar combatendo a pandemia ficará sem R$ 74,2 milhões. Nada garante que teremos um ano tranquilo nessa área. Com a variante ômicron, os casos continuam aumentando, e muitas cidades já ocupam a quase totalidade dos leitos, em outras, novos estão sendo abertos, porque a demanda cresce rapidamente.

A Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), cujos profissionais se desdobram na produção de vacinas, teve um corte de 11 milhões que iriam para pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde. Vários itens muito importantes foram tesourados, como pesquisa, desenvolvimento científico, difusão do conhecimento e popularização da ciência nas unidades de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia; apoio a projetos de tecnologias aplicadas, tecnologias sociais e extensão tecnológica articulados às políticas públicas de inovação e desenvolvimento sustentável do Brasil; fomento à pesquisa e desenvolvimento voltados à inovação, a tecnologias digitais e ao processo produtivo nacional; fomento a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico nacional; formação, capacitação e fixação de recursos humanos para o desenvolvimento científico; fomento às ações de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão – nacional. Os cortes na verba destinada ao ministério da Educação atingem profundamente as universidades federais, que já se encontravam em situação precária. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em entrevista ao UOL, o valor destinado às federais é insuficiente, menor do que 2019. São R$ 2 bilhões a menos do que o mínimo necessário para garantir o funcionamento pleno das universidades.

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www.brasil247.com -

247 – A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) divulgou neste domingo (23) um informe que revela o cenário devastador na educação mundial após o impacto da pandemia de Covid-19. Uma geração inteira será profundamente afetada pelo fechamento de escolas nos últimos dois anos no mundo, com perdas “quase irrecuperáveis”, diz o documento.Em relação ao Brasil, a organização que é um braço da ONU aponta “erosão” e danos “severos” no setor, com retrocesso de quase uma década em disciplinas como português e matemática para os alunos que estudaram à distância ou ficaram sem aulas. A expectativa é de que dez por cento dos alunos jamais voltarão à escola e que estudantes tenham aprendido apenas um quarto do que teriam nas aulas presenciais. 

Os exames estaduais de São Paulo em 2021 mostram perdas de aprendizado em todos os níveis, com os alunos pontuando abaixo das provas de 2019 em cada série, com maiores perdas para os alunos mais jovens, informa o jornalista Jamil Chade, que traz os dados do relatório em sua coluna no UOL Há ainda informações sobre o impacto na leitura, participação dos alunos, evasão escolar e até doenças como ansiedade e depressão. Para chegar a essas conclusões, o Unicef usou estudos da Seduc-SP, Fundação Lemann, o Instituto Natura e o Datafolha. 

 

  A Escola Municipal José Paulino de Siqueira convida toda comunidade para comparecerem a mesma para renovação de matrícula para o ano de 2022, será a última semana de renovação  e estamos funcionando das 8:00 às 11: 30 da manhã e das 13:00 às 16:30 da tarde.

Oferecemos as seguintes séries:
4° ao 9° ano do ensino fundamental

6° ao 9° ano do ensino de Jovens e Adultos ( EJA)

A EREM SANTA TEREZINHA parabeniza José Antônio Sales de Souza, pelo excelente resultado na OBMEP 2021 – Menino de ouro em tudo que faz, prova viva de que na vida “QUERER É PODER!” – Estudioso, dedicado, atencioso, educado e de uma tremenda determinação com foco nos objetivos e metas desejadas – José Antônio comprova fielmente a frase do escritor Euclides da Cunha quando afirma que ” O sertanejo é, antes de tudo, um forte”! Além do estudante em destaque, tivemos também relevantes resultados dos estudantes: Clodoaldo Teixeirade Souza (1º A), Eliese Naédila Gouveia De Sousa (1º B), João Lucas Da Silva Siqueira (1º C), Ariane Vitória De Souza (2º A), Julio Marcos Silva Gonçalves (2º C), Daniel Santana Domingos (3º A), Karen Vitoria Siqueira Araujo (3º C), Lourdes Heloisa Silva Feitosa (3º C), Liedson Bezerra Melo (3º C), que receberam o títulos de Menção Honrosa.


A todos, o reconhecimento e gratidão de todos que fazem a EREM SANTA TEREZINHA!

De origem humilde, aluno da zona rural, José Antônio Sales sempre gostou de matemática e estando no 3º ano do ensino médio em 2021, resolveu se dedicar ainda mais aos estudos e investir na OBMEP porque muito sonhou em passar para a segunda fase e buscar uma medalha. Ele não só se dedicou a estudar como também incentivou os alunos que se classificaram para a segunda fase a estudar e lutar por um resultado melhor, criou grupo de estudos e fez aulões para os outros alunos, orientando sobre a sistemática da prova da segunda fase, dando dicas e resolvendo questões. O resultado está aí. Ele é medalha de ouro, 2º colocado em Pernambuco e 72º no Brasil, mais 9 alunos certificados com menções honrosas e toda a escola explodindo de alegria. Além deste desempenho na OBMEP, José Antônio fechou a prova de matemática do SAEPE, provavelmente fechou também a prova de matemática do Saeb (o resultado ainda não saiu) e está aguardando uma ótima classificação no ENEM porque acertou 40, das 45 questões de matemática. Ele é de fato um dos talentos que a OBMEP sempre busca descobrir, e é um orgulho enorme este talento ser da EREM SANTA TEREZINHA.

Ter um aluno medalhista de ouro na OBMEP é um grande orgulho e em tempos de pandemia, mais ainda. É uma satisfação inexplicável!

Sandra Lustosa,

Prof.ª de matemática.

A EREM SANTA TEREZINHA parabeniza José Antônio Sales de Souza, pelo excelente resultado na OBMEP 2021 – Menino de ouro em tudo

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