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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Educação

As inscrições começam nesta quinta-feira (15) para a modalidade subsequente.

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Educação (SEE), divulga o edital para o processo seletivo das Escolas Técnicas Estaduais (ETE) na modalidade subsequente. Ao todo, estão sendo ofertadas 4.410 vagas em 21 cursos técnicos em 35 unidades de ensino. Podem participar da seleção candidatos que já concluíram o Ensino Médio. As inscrições começam no dia 15 de fevereiro e se encerram no dia 02 de março pelo site www.educacao.pe.gov.br.

As vagas ofertadas são para cursos como Enfermagem, Segurança do Trabalho, Administração, Logística, Redes de Computadores, Mecatrônica, Eventos, entre outros, distribuídos em ETEs da Região Metropolitana do Recife (RMR), Agreste, Zona da Mata e Sertão. O processo seletivo será realizado em etapa única, por meio de uma prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório, que será realizada de 05 a 07 de março conforme agendamento no ato da inscrição. O resultado definitivo sai no dia 14 de março, e as aulas começam no dia 19 do mesmo mês.

ETE – Desde 2007, o Governo de Pernambuco vem realizando a expansão da rede de escolas técnicas no Estado, visando garantir não só uma melhor infraestrutura, mas uma melhor educação para os estudantes pernambucanos, com a oferta da formação profissional. Naquele ano, Pernambuco tinha apenas seis escolas técnicas e hoje conta com 41 unidades. Tudo isso para que a unidade federativa continue evoluindo na qualidade da educação pública.

SERVIÇO:
Secretaria Estadual de Pernambuco divulga edital para inscrições nas Escolas Técnicas Estaduais
Inscrições de 15 de fevereiro a 02 de março pelo site www.educacao.pe.gov.br
Mais informações: (81) 3183.9300

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1. O que é febre amarela (FA)?

A febre amarela (FA) é uma doença viral aguda, imunoprevenível, transmitida ao homem e a primatas não humanos (macacos), por meio da picada de mosquitos infectados.

2. Onde ocorre a FA?

Nas últimas décadas, a Febre Amarela (FA) tem sido registrada a ocorrência de casos e epizootias, além dos limites da área considerada endêmica (região amazônica), a exemplo do Espirito Santo, Bahia e Rio de Janeiro.

3. O que são áreas com recomendação de vacinação (ACRV) e áreas sem recomendação de vacinação (ASRV) e Área de Recomendação de Vacinação Parcial (ASRVP)?

Área Com Recomendação de Vacinação (ACRV): Área com registro histórico de febre amarela (FA) silvestre e, portanto, com recomendação permanente de vacinação. 
Área Sem Recomendação de Vacinação (ASRV): Área sem registro histórico de FA silvestre e, portanto, sem recomendação de vacinação. Área de Recomendação de Vacinação Parcial (ASRVP): Área afetada quando registrada em regiões metropolitanas, com grandes centros urbanos e elevados contingentes populacionais, para efeito de priorização das populações sob maior risco e priorização da vacinação para bloqueio de foco.

4. Existe tratamento para a FA?

Não existe um tratamento específico, é apenas sintomático. Os pacientes que necessitarem de hospitalização devem ter uma cuidadosa assistência, permanecendo em repouso, com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado.

5. Como se previne a doença FA?

A principal forma de prevenção da FA é por meio da vacinação.

6. Quais outras medidas se previne a doença FA?

Recomenda-se que outras medidas de proteção individual sejam adotadas, principalmente para quem tem alguma contraindicação para receber a vacina como: usar repelente de insetos de acordo com as indicações do produto; proteger a maior extensão possível de pele através do uso de calça comprida, blusas de mangas compridas e sem decotes, de preferência largas, não coladas ao corpo, meias e sapatos fechados; evitar na medida do possível o deslocamento para áreas rurais e, principalmente, adentrar em matas, seja a trabalho ou turismo; passar o maior tempo possível em ambientes refrigerados, uso de mosquiteiros e telas nas janelas. Atenção às crianças menores de 9 meses de idade, pois não irão receber a vacina, devendo utilizar-se repelente de acordo com as orientações de faixa etária de cada produto, bem como utilizar mosquiteiros e ou ambiente protegido.

7. Qual é a vacina febre amarela utilizada no país e oferecida pelo SUS?

Desde 1937, a vacina utilizada no Brasil, é composta de vírus vivo atenuado, contendo subcepa 17DD do vírus da febre amarela, cultivado em ovos de galinha embrionados livres de germes patogênicos. É produzida no Brasil, pelo Laboratório Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz, do Ministério da Saúde, credenciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

8. O que é dose fracionada da vacina febre amarela?

É a utilização de um quinto (1/5) de uma dose padrão (0,5 mL) da vacina febre amarela (VFA), ou seja, 0,1mL. Retira-se do frasco da vacina uma dosagem menor do que habitualmente é utilizado. No entanto, a proteção e segurança da dose fracionada é a mesma do que a dose padrão.

9. Qual é a diferença da dose fracionada para a dose padrão?

A diferença está na dosagem e no tempo de proteção. Na dose padrão será aplicado 0,5 mL da vacina febre amarela, enquanto da dose fracionada será aplicado 0,1 mL. O tempo de proteção da dose padrão é para toda a vida, já com a dose fracionada ela tem duração de pelo menos 8 anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período.

10. Qual a via de administração da vacina febre amarela, dose fracionada?

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Ensino médio

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Matrículas no ensino integral cresceram em toda a educação básica

Dados do Censo Escolar 2017, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam que as matrículas no ensino integral da rede pública cresceram em todos os níveis da educação básica. Nas escolas de ensino médio, esse aumento foi de 22% e o percentual de alunos matriculados nessa modalidade também cresceu: em 2016, era 6,7%; no ano passado, chegou a 8,4%.

Ensino fundamental

Matrículas no ensino integral cresceram em toda a educação básica

Matrículas em tempo integral do ensino fundamental na rede pública também cresceram entre 2016 e 2017: saíram de 10,5% para 16,2%. Segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (31) pelo Ministério da Educação (MEC), “o percentual de alunos, contando as redes pública e privada, passou de 9,1%, em 2016, para 13,9%”.

Educação infantil

Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Matrículas no ensino integral cresceram em toda a educação básica

Na educação Infantil, o levantamento do Inep considerou a variação no número de matrículas entre 2013 e 2017. O grande destaque foram as creches, cujos registros de alunos inscritos tiveram, nesse período, um crescimento de 94,5%. Apenas no ano de 2017, esse aumento foi de 5,2%, segundo os dados do censo escolar. De acordo com o MEC, a educação infantil pública possui 8,5 milhões de matrículas e tem potencial para ampliar a oferta.

Investimento e resultado

Segundo a ministra substituta da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, os dados refletem a prioridade do MEC com a educação em tempo integral. Só este ano, a pasta já liberou R$ 406 milhões para a implementação do ensino médio integral nos estados.

No caso do ensino fundamental, ela afirma que o sucesso deve-se ao programa Novo Mais Educação, que visa melhorar a aprendizagem em português e matemática ampliando a jornada escolar. O programa recebeu, em 2016 e 2017, R$ 900 milhões.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Educação

O Plenário do Senado está pronto para promover a primeira sessão de discussão, em primeiro turno, de proposta de emenda à Constituição (PEC 115/2011) que proíbe a cobrança de impostos sobre medicamentos de uso humano. Apesar de a proposta ter recebido parecer pela rejeição na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), recurso apresentado em Plenário pelo seu autor, o senador Paulo Bauer (PSDB-SC), permitiu a continuidade de sua tramitação.

A PEC 115/2011 havia recebido parecer favorável, na forma de substitutivo, do relator na CCJ, o falecido senador Luiz Henrique (PMDB-SC). Mas, durante sua discussão e votação na comissão, acabou prevalecendo parecer alternativo, contrário à iniciativa sob argumento de inconstitucionalidade, capitaneado pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Como a rejeição da proposta não teve o apoio unânime da CCJ, Bauer decidiu apresentar recurso e levar a decisão sobre o assunto para o Plenário.

Governo contrário

Ao defender a rejeição da PEC 115/2011 – contrária aos interesses do governo federal quando da votação na CCJ (2014) -, Gleisi ponderou que a redução de carga tributária prevista resultaria em impacto negativo sobre os orçamentos estaduais e municipais. Isso ocorreria tanto pela redução da arrecadação de IPI nas localidades que sediam indústrias farmacêuticas quanto pela queda nos repasses dos Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM).

– Não sou contra a redução de tributos sobre medicamentos e não sou contra a redução do preço de medicamentos, mas não podemos solucionar o problema criando um problema maior – argumentou Gleisi à época.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) concordou com as ponderações feitas pela petista. E atribuiu o elevado preço dos medicamentos ao monopólio assegurado pela lei de patentes.

Pagar pela dor

Em defesa da proposta, Bauer observou, na ocasião, que a Constituição isentou de impostos partidos políticos, igreja, jornais e revistas.

– Ora, se nós não pagamos imposto por pensamento ideológico, por informação e por fé, porque vamos pagar pela dor? A falta de saúde produz dor e a dor só se cura com medicamentos – argumentou o autor da PEC 115/2011.

Segundo manifestação do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) – outro apoiador da iniciativa -, o preço elevado dos remédios se deve à alta carga tributária incidente sobre esses produtos. No Brasil, estaria na casa dos 34%, contra uma média mundial em torno de 6%, conforme assinalou.

Substitutivo

De acordo com o substitutivo de Luiz Henrique, as contribuições e os impostos federais – exceto o de importação – e as taxas cobradas por União, estados, Distrito Federal e municípios em razão do poder de polícia (taxas sanitárias, alvarás e licenças de funcionamento, entre outras) deixariam de incidir sobre os medicamentos.

Esse parecer previa ainda a adoção gradual da imunidade tributária. Assim, a incidência de contribuições federais e taxas seria reduzida aos poucos, à razão de 20% ao ano, até ser extinta no quinto ano após a promulgação da emenda constitucional.

Idas e vindas

Por tratar de assunto controverso, a PEC 115/2011 já passou por muitas idas e vindas em sua tramitação no Senado. A proposta já havia sido aprovada pela CCJ em 2012 e aguardava votação pelo Plenário do Senado quando, em meados de 2013, o ex-senador Francisco Dornelles (PP-RJ) solicitou seu reexame pela comissão. A motivação foi a entrada em vigor da Lei Complementar 143/2013, que reformulou a divisão dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Originalmente, Bauer pretendia instituir imunidade de impostos federais, estaduais e municipais sobre os medicamentos de uso humano. Mas, com o reexame da matéria pela CCJ, o autor decidiu modificar a PEC 115/2011 e ampliar o alcance da isenção, mudança que acabou encampada por Luiz Henrique. Continue reading

Escolher uma carreira é um dos maiores desafios na vida de um jovem, que precisa decidir o destino da vida profissional depois do ENEM e dos demais vestibulares. Nesse momento de indecisão, os pais podem ser de grande ajuda, contribuindo com a descoberta dos interesses e sinalizando as habilidades mais notáveis de seus filhos.

Recuperar lembranças de eventos em que o filho evidenciou alguma habilidade pode ser um boa ajuda na descoberta pessoal. Porém, é o diálogo e o apoio dos pais neste momento de avaliação de perspectivas futuras que irá auxiliá-lo na escolha da melhor carreira.

Sabemos que a decisão profissional é um momento chave da juventude e, por isso, separamos algumas dicas para deixar a tarefa de ajudar seu filho neste momento tão importante um pouco mais fácil. Continue lendo!

  1. LISTE OPÇÕES DE CARREIRAS

A descoberta das habilidades e a listagem das possíveis carreiras que fazem parte dos interesses de seu filho é uma tarefa conjunta, que deve ser feita com muito diálogo e atenção às suas aspirações e vontades. Analisar as disciplinas que ele mais obteve nota positiva no ENEM também pode ser uma boa alternativa, mas sempre questione se isso ocorreu por maior dedicação e empatia ou se algum episódio desmotivou os estudos da matéria.

Outra forma de elencar profissões é analisando as coisas de que ele mais gosta. Por exemplo, seu filho amava cuidar dos animais de estimação, se preocupava quando o bichinho estava doente, passava a maior parte do tempo desmontando os brinquedos e criando novas formas de aproveitá-los, gostava muito de praticar esportes e estar sempre no clube conversando com os amigos e colegas, não via a hora de chegar nas aulas de línguas, vivia brincando com jogos de memória e jogos eletrônicos etc.

Após listar as prováveis carreiras, sente com seu filho, comente sobre os episódios e ajude-o a recordar. Mostre as carreiras que elencou e explique o motivo, mas não se esqueça de ouvir o que ele tem a dizer e o que ele está pensando em fazer com o resultado do ENEM.

  1. INFORME-SE SOBRE AS CARREIRAS

A informação pode ser um dos passos mais importantes antes de escolher o curso. Procure em sites e periódicos sobre as profissões, sobre os cursos, procure notícias sobre as instituições de ensino superior, os valores, qual a melhor maneira de aproveitar a nota do ENEM para ingressar em uma faculdade, quais as possibilidades de crescimento profissional de determinado curso, as opções depois da formação e quais as chances no mercado de trabalho.

As redes sociais são ferramentas muito ricas na hora da busca por informações, inclusive para tirar dúvidas sobre a decisão profissional. Procure por grupos de alunos do curso escolhido ou até mesmo por páginas que acompanham os resultados do ENEM e dão dicas de cursos que estão em alta no momento e quais são os que não valem a pena. Converse com os alunos que encontrar na redes e aproveite tudo o que eles já vivenciaram na prática.

  1. CONVERSE COM PROFISSIONAIS FORMADOS

Para a decisão, procure a ajuda de profissionais que já se formaram na área em que seu filho está motivado a seguir e conversem sobre o curso, fale para ele aproveitar e tirar todas as dúvidas e tire as suas, já que também está cheio de preocupações pela escolha da profissão do seu filho. Questione sobre a grade curricular ideal, sobre as instituições que oferecem o curso desejado e veja se realmente é uma boa opção.

Veja com o que os profissionais estão trabalhando após a formação e quais foram as chances de ingressar em um bom estágio durante a graduação. Se encontrar um professor do curso desejado, melhor ainda, questione sobre o ensino e tudo o que pode ser agregado ao conhecimento de seu filho.

  1. CONHEÇA A FACULDADE IDEAL

Escolher a faculdade ideal também é uma etapa essencial na decisão profissional. Procure informações sobre a organização da grade curricular, sobre a forma de ingresso, a distribuição das aulas, quais são os períodos, como é a organização do ambiente, bem como  a estrutura, os recursos disponíveis e a segurança que a faculdade apresenta.

Vá conhecer a instituição com seu filho, converse com os funcionários sobre o comportamento dos alunos e da faculdade em situações específicas e busque o histórico da capacitação dos professores.

Para finalizar, compare todos os resultados que foram captados por você e seu filho e selecione os que têm relação com as habilidades dele. Agora, mais do que nunca, ouça-o e compreenda quais são suas vontades e anseios, tente acalmá-lo caso não obtenha um bom resultado no ENEM ou consiga uma nota positiva. Não deixe que ele tome decisões precipitadas.

Lembre-se: a nota não define capacidade, e o ENEM é apenas mais uma etapa na vida de um estudante. Acima de tudo, escute seu filho e dê todo o apoio necessário, afinal, são os sonhos e futuro dele que estão em jogo.

Na DeVry, o aluno pode inscrever-se com a nota do ENEM. Confira as possibilidades de ingresso e tire suas dúvidas.

Créditos: Ademar Filho

O Ministério da Educação (MEC) assinou nesta quarta-feira (17), em Brasília, a liberação de R$ 406 milhões para o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI) para todas as 27 unidades de federação. Em Pernambuco, serão 24 escolas em tempo integral beneficiadas com o Programa de Fomento, atendendo 21 mil estudantes da Rede Estadual. Com as novas unidades, a Rede Pública Estadual já conta com 387 escolas em tempo integral e 170 mil estudantes, sendo 345 Escolas de Referência (Erem) e 42 Escolas Técnicas (ETE).
Na ocasião, o secretário de Educação de Pernambuco, Fred Amancio, falou sobre a importância da inclusão das escolas no Programa de Fomento. “Pernambuco já vinha com a expansão das escolas em tempo integral e esse apoio do Ministério da Educação fortalecerá as ações da Secretaria nas escolas para o início do ano letivo de 2018, a exemplo de manutenção”, explicou.
O programa do MEC é inspirado em uma experiência exitosa de Pernambuco, que foi um dos primeiros na implantação desse modelo de ensino. As escolas em tempo integral obtiveram resultados superiores comparadas às demais. As notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dessas escolas tiveram média 1,1 superior, além de menores taxas de evasão e de reprovação – de 90% e 40% menores, respectivamente.
Além do Programa de Fomento às Escolas de Tempo Integral do Ensino Médio, com a aprovação das alterações na Lei 9.394/96, as mudanças introduzidas nessa etapa de ensino incentivam as formações técnicas e a flexibilização do currículo do ensino médio. Isso permitirá aos estudantes optarem pelas áreas do conhecimento e itinerários formativos que estejam de acordo com suas vocações. A carga horária anual também vai aumentar de 800 para 1000 horas, obrigatoriamente.
Outra importante questão é a inclusão de jovens em maior situação de vulnerabilidade, já que 70% das escolas atendem a estudantes nessa condição, segundo o Indicador de Nível Socioeconômico (Inse) do Inep. Este é um dos pré-requisitos do programa.
Adesão – Para participar do programa, as secretarias de educação dos Estados e do Distrito Federal devem apresentar um plano de implementação ao MEC, que fará a avaliação seguindo critérios, tais como o número mínimo de 60 matrículas em tempo integral por ano escolar e carga horária de nove horas diárias – conforme dados oficiais do censo escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A exceção serão as escolas de tempo integral em dois turnos, cuja carga horária deverá ser de sete horas diárias.
Além disso, as escolas que se habilitarem deverão oferecer infraestrutura mínima que disponha de biblioteca ou sala de leitura com no mínimo 50 metros quadrados; oito salas de aula com no mínimo 40 metros quadrados cada; quadra poliesportiva de 400 metros quadrados; vestiários masculino e feminino com 16 metros quadrados cada; cozinha de pelo menos 30 metros quadrados; e refeitório. Os recursos liberados pelo MEC também podem ser investidos na melhoria dessa infraestrutura.

Lista das escolas beneficiadas em Pernambuco:

Escola Município
ESCOLA PROF VICENTE MONTEIRO                                 Caruaru
ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI                      Macaparana
ESCOLA COSTA AZEVEDO                                                     Catende
ESCOLA GUEDES ALCOFORADO                                         Olinda
ESCOLA SATURNINO DE BRITO                                           Jaboatão dos Guararapes
ESCOLA POMPEIA CAMPOS                                                Recife
ESCOLA VIDAL DE NEGREIROS                                                Recife
ESCOLA SOLIDONIO LEITE                                                      Serra Talhada
ESCOLA ESTADUAL PAU BRASIL                                             Santa Maria da Boa Vista
ESCOLA JOÃO DE DEUS                                                             Petrolina
ESCOLA ESTADUAL SÃO GONÇALO                                     Petrolina
ESCOLA PROFª JANDIRA DE ANDRADE LIMA                Limoeiro
ESCOLA MARIA DO CEU BANDEIRA                                                               Moreno
ESCOLA DE REFERENCIA EM ENSINO MEDIO GINASIO PERNAMBUCANO – CRUZ CABUGA   Recife
ESCOLA DE REFERENCIA EM ENSINO MEDIO MANOEL GONCALVES DE LIMA                         Cumaru
ESCOLA ESTADUAL DE PAULISTA                                                                                        Paulista
ESCOLA DE REFERENCIA EM ENSINO MEDIO PADRE FRANCISCO CARNEIRO    Olinda
ESCOLA PINTOR MANOEL BANDEIRA                                           Olinda
ESCOLA ALBERTO TORRES                                                                   Recife
ESCOLA DE REFERENCIA EM ENSINO MEDIO JOSE JOAQUIM DA SILVA FILHO  (ETE JOSÉ JOAQUIM DA SILVA FILHO) Vitória de Santo Antão
ESCOLA TECNICA ESTADUAL LUIZ DIAS LINS Escada
ESCOLA TECNICA ESTADUAL DE PALMARES Palmares
ESCOLA TECNICA ESTADUAL ALMIRANTE SOARES DUTRA Recife
ESCOLA DE REFERENCIA EM ENSINO MEDIO PORTO DIGITAL  ( ETE PORTO DIGITAL) Recife

 

Apesar de prevista no Decreto nº 5.154, emitido em 23 de Julho de 2004, a possibilidade de integração curricular entre o Ensino Médio e a Educação Profissional começa a se consolidar, tanto como política pública quanto a partir das experiências construídas na realidade das escolas, no ano de 2007.

O referido decreto representou importante avanço em relação às formas aligeiradas e mercadológicas segundo as quais a Educação Profissional Técnica de Nível Médio (EPTNM) vinha sendo organizada no Brasil, principalmente como resultado da impossibilidade, prevista em lei, de articular de maneira integrada os conteúdos propedêuticos do Ensino Médio e a formação técnico-profissional. Dois marcos localizados no ano de 2007 e outro no ano de 2008 foram decisivos para que o Ensino Médio Integrado passasse a ser encarado como política pública e como prioridade no que se refere à oferta de EPTNM, sobretudo no âmbito da educação não privada.

Dois são os objetivos desse texto. Em primeiro lugar, comemorar os 10 anos de consolidação da política e das experiências de integração curricular, fazendo-o a partir de dados concretos e de uma retomada histórica que evidenciam os avanços obtidos na Educação Profissional brasileira. Em segundo lugar, tratar essa comemoração como um ato de resistência, evidenciando as ameaças à integração curricular presentes na contrarreforma do Ensino Médio (Lei nº 13.415/2017), imposta autoritariamente por um governo sem legitimidade.

A emissão do Decreto 5.154/2004, cujo conteúdo representava a reivindicação de importantes setores do movimento educacional, foi o marco político de uma ruptura provocada na Educação Profissional brasileira. A partir dali, a dualidade estrutural que sempre caracterizou o Ensino Médio como etapa de ensino passava a ser enfrentada, ainda que as maneiras como os arranjos curriculares absorveriam essa questão ou como se organizaria a materialidade da política nas salas de aula fossem interrogações.
O fato é que, a partir de 2004, iniciou-se um debate importante entre as escolas, entidades e movimentos sociais ligados à educação sobre como seria colocada em prática a perspectiva político-pedagógica, até então proibida, que tem como fundamento a articulação integral entre os conhecimentos científicos historicamente acumulados pela humanidade e a formação técnica para uma profissão.
Muitos foram os eventos organizados pela academia, pelos sindicatos, escolas e coletivos de educadores para debater o tema e encontrar saídas que consolidassem o que estava, então, apenas apontado em um decreto. Vale destacar que esse processo foi construído e vivido no bojo de novas perspectivas que se abriam para a disputa dos rumos de um novo projeto de país. Muitos foram os resultados, desde experiências educacionais muito específicas até marcos legais que fundamentaram o que temos hoje, materializados na oferta de quase 400 mil matrículas na modalidade da EPTNM integrada ao Ensino Médio.

Três desses resultados são especialmente importantes. Em primeiro lugar, o Programa Brasil Profissionalizado, marco político fundamental para garantir a implementação da medida nas escolas e previsto no Decreto nº 6.302, de 12 de dezembro de 2007, portanto exatos dez anos atrás.

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A complementação do Fundeb garante a educação básica pública a estados e municípios que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo a ser investido por aluno (Foto: Júlio César Paes/Arquivo MEC)

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) terá R$ 14,05 bilhões de complementação da União garantidos para 2018. A complementação está preservada com ganhos em relação a 2017. “Na nossa gestão à frente do MEC, entre 2016 e 2018, aumentamos em R$ 1,5 bilhão a complementação do Fundeb”, afirmou o ministro da Educação, Mendonça Filho. A verba complementar está prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018.

O valor de R$ 14,05 bilhões é maior que a estimativa de receita dos Fundos, publicada na Portaria Interministerial MEC/MF nº 10, de 28 de dezembro de 2017, que previa o montante de R$ 13,6 bilhões de verba complementar. A atual gestão reajustou o repasse da complementação devida pela União aos estados e municípios e antecipou o fluxo do pagamento da Complementação ao Piso em quatro meses em 2016, além de assumir parcelas mensais a partir de 2017.

Na atual gestão, considerando os períodos de 2016, 2017 e 2018, a complementação do Fundeb aumentou R$ 1,5 bilhão – de R$ 12,54 bilhões em 2016 para R$ 13,9 bilhões em 2017 e R$ 14,05 bilhões este ano de 2018. Por Lei, a complementação da União é de 10% das receitas estaduais projetadas para o ano. A memória de cálculo do valor previsto na Lei Orçamentária Anual de 2018 considerou as receitas estaduais de 2018 projetadas a partir da arrecadação/projeção de 2017, levando-se em conta o realizado até junho, e receitas federais constantes do LOA 2018, um montante de R$ 140,5 bilhões – recursos do Fundeb.

A União repassa a complementação aos estados e respectivos municípios que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno, estabelecido a cada ano. O Fundeb é a principal fonte de financiamento da educação básica pública e é composto por percentuais de diversos impostos e transferências constitucionais, a exemplo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Assessoria de Comunicação Social

Apesar de o Plano Nacional de Educação (PNE) estabelecer como meta a erradicação do analfabetismo no Brasil até 2025, os dados apresentados nesta quinta-feira (21) revelam que ainda há um longo caminho a percorrer.O Brasil ainda tem 12 milhões de analfabetos acima de 15 anos, o que corresponde a uma taxa de analfabetismo de 7,2%. O mesmo PNE estabelecia que esta taxa deveria ser 6,5 %, em 2015. O índice de analfabetismo é maior entre as pessoas mais velhas. A taxa atinge 20% entre as pessoas com 60 anos ou mais de idade.

Mais uma vez, os dados revelam as desigualdades regionais do Brasil e também raciais.

A taxa de analfabetismo da Região Nordeste é cerca de quatro vezes maior do que a taxa apresentada nas regiões Sudeste e Sul.Para as pessoas pretas ou pardas a taxa foi mais do que o dobro da observada entre as pessoas brancas.A pesquisadora do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Helena Oliveira Monteiro destaca que os dados têm a função de monitorar como está o país em relação às metas do PNE.Apenas 30% das crianças de 0 a 3 anos estão na creche. A partir da idade obrigatória para a matrícula, que é 4 anos, a taxa de escolarização chega a 90%, nas idades de 4 e 5 anos.No Ensino Fundamental, que abrange a faixa etária de 6 a 14 anos, o país praticamente já alcançou a universalização, com uma taxa de 99%.O índice cai novamente na faixa etária de 15 a 17 anos, cuja taxa de escolarização é de 87,2%.

Ao contrário do que afirma o governo, busca-se maximizar a formação de força de trabalho precarizada em uma economia capitalista dependente.

” Será”? De a nação brasileira de OLHOS, OLHOS abertos para o dinheiro não ir a rumos diferentes.”

A cinco dias do Natal, a página das Nações Unidas¹ anunciava o presente do Banco Mundial ao Brasil, 250 milhões de dólares como contrapartida para “auxiliar” o governo a implementar a reforma do ensino médio. Sufocados pelo debate da reforma da previdência, deixamos passar desapercebidamente mais um capítulo deste acordo de cúpulas que vêm transformando as estruturas do país. Neste trabalho, portanto, vamos abordar algumas nuances da reforma do ensino médio e da disputa no entorno do projeto de educação e de nação no qual ela se insere.

Embora o cenário político atual seja marcado por uma suposta polarização, ambas as forças políticas nacionais reverberam em seus discursos a defesa de uma educação de qualidade. A aparente disputa no interior do sistema educacional brasileiro, expressa, portanto, sobretudo, uma disputa pelo significado de qualidade atribuído ao processo educacional; tal disputa, que compreende, de forma mais incisiva, desde a expressão de setores progressistas referenciados em um modelo de educação laica, histórica e socialmente referenciada, até nichos conservadores, que se visibilizam através de projetos como escola “sem” partido, ganha recentemente novos capítulos que acentuam a educação através de um viés tecnicista, aprofundando o fosso educacional entre distintas classes sociais, a partir da adoção de reformas no sistema educacional, como a reforma do ensino médio.

Tais reformas se referenciam em padrões genéricos de aferição de qualidade estipulados por organizações internacionais, como o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), e a nível nacional, tais como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), ambos referenciados, por sua vez, nas diretrizes de qualidade estipuladas pela Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Seguindo a corrente de pensamento Marxista clássico, que trata da configuração do ambiente escolar enquanto uma instituição voltada para a cristalização e reprodução do modelo sistêmico vigente, teremos algumas brechas de análise no que se refere às estratificações das perspectivas de construção de sujeitos, que se expressam de formas diferenciadas de acordo com o modelo de escola e o perfil socioeconômico; segundo Mariano Enguita(1989), em A Face Oculta da Escola, esta seleção se configura na seguinte forma:

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Prefeitura da cidade também foi alvo de buscas e apreensão

Uma operação deflagrada nesta 5ª feira (14.dez.2017) mira uma organização criminosa que teria desviado R$ 3,5 milhões de recursos federais em licitações de merenda escolar na cidade de Quipapá, zona da mata sul de Pernambuco. A operação Gênesis é uma parceria da CGU (Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União) com o MP-PE (Ministério Público de Pernambuco) e Polícia Civil. As empresas atuavam em conluio, mas se apresentavam como concorrentes nas licitações da prefeitura. Um dos locais onde os agentes fizeram buscas é na prefeitura de Quipapá. O foco, segundo a CGU, são contratos para a oferta de alimentação escolar aos estudantes matriculados em todas as etapas e modalidades da educação básica da rede pública e de entidades qualificadas como filantrópicas ou por elas mantidas.Os investigados devem responder pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e associação criminosa. Os cerca de 90 agentes também cumprem mandados de busca e apreensão em outras 5 cidades pernambucanas: Caruaru, Garanhuns, Terezinha e Correntes, além da capital Recife. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Quipapá tem cerca de 24,1 mil habitantes. A renda média dos moradores da cidade é de 3 salários mínimos (R$ 1.592,20).

Recursos foram liberados na gestão do ministro Ricardo Barros. Em Campina Grande, o ministro anunciou que serão distribuídas 130 ambulâncias para municípios do estado.Os municípios da Paraíba vão receber mais 130 ambulâncias. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, neste sábado (09), durante encontro com os gestores e prefeitos no município de Campina Grande. Os recursos para Paraíba já contabilizam R$ 303,8 milhões recebidos, do Governo Federal na gestão de Ricardo Barros, para qualificar e ampliar os serviços oferecidos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Os investimentos foram na Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, serviços de média e alta complexidade e a emendas parlamentares que estavam paradas desde 2014.

“Transparência e eficiência sempre foram os pilares da minha gestão e justamente por isso estou prestando contas do que foi feito até agora. Quero reforçar meu compromisso com a saúde da população, não apenas no estado da Paraíba, mas também em todas as regiões do Brasil. Estar à frente de um ministério complexo, como o da Saúde, demanda passos firmes. Os desafios ainda são grandes, mas já provei que é possível qualificar a saúde e fazer muito mais com os mesmos recursos”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Do total de R$ 303,8 milhões, foram destinados R$ 54,5 milhões à habilitação e/ou qualificação de 279 serviços e 134 leitos de média e alta complexidade que funcionavam sem a contrapartida do Governo Federal. Os recursos reforçam serviços como a Estratégia Rede Cegonha, Rede de Atenção Psicossocial, Saúde Bucal, Rede de Urgência e Emergência e outros serviços em diversas especialidades, pontos importantes e estratégicos para um bom atendimento à população. Apenas este ano, foram investidos R$ 15,6 milhões em todo o estado.

Além disso, em julho deste ano a pasta investiu R$ 5,5 milhões para reforçar a atenção básica dos municípios da Paraíba. O dinheiro refere-se à habilitação de 15 novos Agentes Comunitários de Saúde, 23 novas Equipes de Saúde da Família, 26 novas Equipes de Saúde Bucal e 10 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família. No quesito urgência e emergência, foram investidos entre 2016 e 2017 o montante de R$ 11,6 milhões anuais para habilitação ou qualificação de oito novas Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h), situadas nos municípios de Cajazeiras, João Pessoa, Santa Rita, Sousa, Patos e Bayeux.

EMENDAS PARLAMENTARES – Ano passado, foram pagos R$ 112,4 milhões, referentes a 471 propostas de emendas parlamentares em 153 municípios da Paraíba. Este ano, já foram liberados mais R$ 119,6 milhões para liberação de outras 718 emendas, beneficiando 201 municípios. Todas estavam aguardando autorização do Governo Federal desde 2014 e são voltadas para aquisição de equipamentos e materiais permanentes, aquisição de produtos médicos de uso único, custeio da Atenção Básica, manutenção de unidades hospitalares, reforma de unidade de atenção especializada em saúde e custeio de serviços de média e alta complexidade.

TIPO DE SERVIÇO

VALOR

Média e alta complexidade – habilitação/qualificação de serviços ou leitos que funcionavam sem contrapartida federal

R$ 54,5 milhões

Atenção Básica – habilitação de 15 novos Agentes Comunitários de Saúde, 23 novas Equipes de Saúde da Família, 26 novas Equipes de Saúde Bucal e 10 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família

R$ 5,5 milhões

Emendas parlamentares – liberação de 1.189 emendas que estavam paradas desde 2014

R$ 232,1 milhões

*Média e alta complexidade são procedimentos como transplantes, cirurgias cardíacas, oncológicas, ortopédicas, neurológicas, renais, órteses e próteses, leitos de UTI, entre outros.

Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315- 3533 / 3580

Sandra, que também é presidente do grupo de apoio pedagógico do Comitê Nacional de Educação Financeira, adverte: “As pessoas precisam saber qual o trabalho feito com educação financeira no país” (Frame: TV MEC)

Aprender sobre educação financeira dentro da sala de aula é fundamental para o fortalecimento da cidadania. Ao estar ambientado com o assunto, o aluno se torna mais consciente sobre a importância de tomar decisões acertadas sobre finanças e consumo. Este é o tema do programa Educação no Ar, exibido pela TV MEC nesta quinta, 7.

O decreto presidencial 7.397/2010 instituiu a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), que tem como objetivos promover a educação financeira e previdenciária, aumentar a capacidade do cidadão para realizar escolhas conscientes sobre a administração dos seus recursos e contribuir para a eficiência e a solidez dos mercados financeiro, de capitais, de seguros, de previdência e de capitalização.

O documento criou um colegiado formado pelo Ministério da Educação, por reguladores e várias instituições privadas. Segundo a presidente do grupo de apoio pedagógico do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) e assessora técnica da Secretaria de Educação Básica do MEC, Sandra Tiné, trata-se de uma ação pública que conta com os parceiros privados. “Ele [o decreto] é importante para que a gente consiga levar essa temática a todas as pessoas da população, particularmente, nas escolas”, afirma a assessora. “O decreto precisa, de fato, ser conhecido. As pessoas precisam saber efetivamente o que se faz e qual o trabalho feito com educação financeira no país. ”

Educação financeira é um tema pouco familiar. Sandra Tiné chama atenção sobre a falta de conhecimento sobre o que é ser financeiramente educado, como gerir finanças, planejamentos e projetar sonhos. “Isso são coisas que devem ser trabalhadas desde o início da escolarização, com as crianças”, explica. “Se olharmos as últimas pesquisas, vemos que ainda somos um país de pessoas superendividadas e isso compromete o desenvolvimento do país. Queremos e precisamos ser um país de poupadores. ”

Hoje o MEC ocupa uma posição importante dentro do Conef. Todas as ações de ordem pedagógica passam pelo grupo de apoio pedagógico, que é dirigido pela pasta. O MEC também distribui, gratuitamente, por meio do site www.vidaedinheiro.gov.br, informações que as escolas podem utilizar. “Lá nós temos material para download e distribuição de livros impressos tanto do ensino médio quanto do ensino fundamental”, enumera Sandra Tiné.

Ao aprender educação financeira na escola, a criança se torna um exemplo para os pais e isso se reflete dentro de casa. “Desde pequeno, quando a criança volta da escola, ela adquire hábitos e socializa seus conhecimentos”, argumenta a assessora técnica, reforçando que a ideia é que a escola seja também um elo, entre as ações praticadas no âmbito das aulas e as ações da família. “Uma criança que aprende a poupar, que fecha a torneira e que tem essas preocupações com a sustentabilidade, leva tudo isso para casa. Isso se reflete nas famílias, é uma ação que parte da escola para toda a sociedade”, conclui.

Ensinar o tema é uma forma também de preparar as crianças e os adolescentes para o futuro. “Não só o futuro desses jovens, mas do país”, destaca Sandra. “Um país que não poupa dificilmente é um país que cresce. Precisamos ter um país que aprenda a poupar, que entenda a trabalhar o seu dinheiro. E isso começa dentro de casa, nas nossas finanças pessoais. ”

Assessoria de Comunicação Soci

Escola

A educação precisa ser renovada

O ego é um termo cuja compreensão é importantíssima para efeitos de se obter despertamento de consciência e crescimento enquanto ser pleno, equilibrado e sábio.

Na linguagem mais comum do dia a dia, o ego ficou muito associado, até por questões etimológicas, à ideia de (ego)ismo. Ego significa em latim “eu”. Entende-se egoísmo por ensimesmar-se, focar demais no individual. É o oposto da caridade, da fraternidade, do se abrir para o outro, para ajudar. Como tudo na vida, é preciso encontrar um equilíbrio entre esses polos, não deixando nem que o lado sombra egoísta, nem que o lado luz caridoso se exacerbem.

Encontrar esses equilíbrios no pensar, no sentir e no agir depende de uma educação voltada para tal fim, que não é a regra hoje. O que se chama de educação no Brasil é, na verdade, muito mais uma instrução, preparação acadêmica para fazer provas escolares, o Ideb, o Enem e o vestibular. Não há uma adequada educação para o ser, que trabalhe as habilidades naturais, as capacidades, as múltiplas inteligências, como propõem os maiores nomes da humanidade há séculos.   

Numa visão mais ampla e conectada com a psicanálise e a educação, o ego é a personalidade; é a mente, segundo Jung, Osho, Eckhart Tolle e outros sábios. Trata-se do “eu” criado pelas vivências socioculturais de cada indivíduo, que se associa a um conjunto de ilusões, condicionamentos e preconceitos formados a partir da compreensão limitada de mundo que todos temos e da falta de uma educação voltada para as inteligências intrapessoal (autoconhecimento e automelhoramento) e interpessoal (sociabilidade, empatia, paciência, tolerância etc.).

Ensimesmados, a imensa maioria dos indivíduos, especialmente os ocidentais, vive pautada em ganhar dinheiro, adquirir bens materiais, ser famoso, obter destaque e outras finalidades que não são males em si, mas que se tornam muito perniciosas quando se tornam fins em si, e não apenas consequências do sucesso obtido naquilo que se faz de melhor, com verdade, honestidade, esforço e talento.

Como criam diversas falsas necessidades, a exemplo de ser necessário ter um determinado tipo de trabalho, ter uma renda “x”, ter um marido ou uma mulher, ter filhos, os indivíduos estão quase sempre se sentindo incompletos, correndo atrás de um algo mais que julgam ser imprescindível ter para atingirem a felicidade que supostamente apenas pode ser obtida no externo, por meio de novas conquistas de necessidades criadas rotineiramente.

A imensa maioria das pessoas vive deseducada socioemocionalmente, desequilibrada internamente e no convívio, por não ter sido preparada para tanto. Não é algo que se deva julgar ou de que se deva se culpar. A causa dessa situação é, acima de tudo, a educação tanto familiar quanto escolar, que não as preparou para viver nessa sociedade complexa, mal organizada e desequilibrada.

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Alunos da UnB conversando no Instituto de Central de Ciências do Campus Darcy Ribeiro, em imagem de arquivo (Foto: Emília Silberstein/Agência UnB)

Alunos da UnB conversando no Instituto de Central de Ciências do Campus Darcy Ribeiro, em imagem de arquivo (Foto: Emília Silberstein/Agência UnB)

Cerca de 52,3 mil alunos do ensino médio realizaram, neste domingo (3), as provas das três etapas do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB). Segundo o Cebraspe – responsável pela organização do exame –, apenas 2,6% dos estudantes inscritos faltaram ao teste. O número corresponde a 1.401 inscrições. Para cada uma das três etapas, os estudantes receberam propostas diferentes de redação. Alunos do 1º ano do ensino médio tiveram de escrever um texto narrativo pela visão de alguém que descobre estar na última semana de vida – uma ideia inspirada em “As intermitências da morte”, de José Saramago. Na segunda etapa, a proposta de redação pediu que os alunos entrassem na mente de um androide em 2019, e escrevessem “argumentando, de forma convincente, que não há diferença entre ele e um ser humano”.

Já na etapa 3 – aplicada para alunos que já estão concluindo o ensino médio –, o desafio foi redigir uma carta ao Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (Conar) para defender a retirada de circulação de um anúncio. Para isso, o estudante tinha que escolher uma das peças apresentadas na prova.

Gabarito na quarta

O gabarito preliminar das provas deve ser divulgado nesta quarta (6), e o resultado, em janeiro. Após saberem das próprias notas, os estudantes terão a oportunidade de trocar o curso escolhido inicialmente. O sistema é similar ao adotado no vestibular tradicional da UnB e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

No caso de quem faz a terceira etapa, a UnB oferece 4.222 vagas. Destas, 2.112 são para o primeiro semestre e as demais para o segundo. As oportunidades são para os campi Darcy Ribeiro, Ceilândia, Planaltina e Gama, todos no Distrito Federal.

Há reserva de vagas para estudantes de escolas públicas (independentemente da etnia e autodeclarados pretos, pardos e indígenas), sistema de cotas para negros e reserva para pessoas com deficiência.

Resultado

Para a terceira etapa, as notas da redação serão divulgadas em 21 de dezembro. Já a primeira chamada é esperada para 22 de janeiro de 2018. O desempenho individual poderá ser consultado em 12 de março.

As demais etapas do PAS poderão acessar suas notas preliminares em 21 de fevereiro e a versão final sairá em 15 de março. Já o boletim definitivo estará disponível em 4 de maio.

g1

 

Tereza Martins gestora da Unidade Mista Santa Terezinha – PE

Aparti das 7:00 hrs por ordem de chegada.
*Exame de sangue da próstata PSA
*Ultrassom da próstata
*Teste rápido de sífilis HIV e Hepatite
*Atualização de cartão de vacina
*HGT e aferição de pressão
*Palestra com o médico Dr Rogério

 ” O blogdozefreitas.com.br – A bem da saúde pública”

A EREM-ST está de parabéns, pela belíssima apresentação do evento da IV FEIRA DE IDEIAS, “PERNAMBUCO: PALAVRA, IMAGEM E SOM.

16.11.17 EXPOSIÇÕES: de 10 hs da manhã às 16 hs. na referida escola.

SALA 1 TEMA: EMPREENDEDORISMO SUSTETÁVELpúblico alvo3º B, organização da profª.  Glécia Simone.

SALA 2 TEMA: ROBÓTICA: PRIMEIROS PASSOPúblico alvo: 1º B e D, organização da profª. Sandra Lustosa.

SALA 3 TEMA: MATElMATICANDO, público alvo: 1º Corganização da profª. Rogéria Moreira.

SALA 4 TEMA: VIDA E OBRA DE ROMERO BRITO, público alvo: 1º, 2º e 3º, organização da profª. Verônica Samara.

SALA 5 TEMA: NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS, público alvo3º Corganização da profª. Claudeci Campos.

SALA 8 TEMA: LABORATÓRIO DE FÍSICA E MATEMÁTICApúblico alvo: 3º A, B E C, organização do profº. Djalma.

SALA 9 TEMA: EMPREENDENDO NA TERRApúblico alvo3º A.

SALA 10 TEMA: ARTE E VIDA NO CAMPOorganizadores: alunos, professores e coordenadora do EJA Campo.

SALA 11 TEMA: MATEMÁTICA NA PRÁTICAorganização do profº. Marcelo Oliveira.

SALA 12 TEMA: AUTOMAÇÃO COMO MELHORAMENTO DA QUALIDADE DE VIDApúblico alvo: 2º B, org. profº Djalma.

SALA 13 TEMA: FILÓSOFOS PERAMBUCANOS – PALAVRA , IMAGEM E SOMpúblico alvo: 2º A, org. Glécia Simone.TENDA TEMA: EMPREENDA DESDE CEDOpúblico alvo: 3º A e B, organizadores Profs Diego e Glécia.

BIBLIOTECA TEMA: A ARTE DO DESENHOpúblico alvo: 1º A, B e C, 2º C e 3º A e B, organização do profº Anderson Araújo.

REFEITÓRIO TEMA: MEU POVO, MINHA HISTÓRIApúblico alvo: 1º A, B e C, 2º C e 3º A e B, org. profs. Manoel Miguel e Márcia Oliveira.

AUDITÓRIO TEMA: ACADEMIA PERNAMBUCANA DE LETRASpúblico alvo: 2º A, 3º A, B e C, organização da prof. Vera Siqueira.

17.11.17 APRESENTAÇÕES CULTURAIS no clube municipal que aconteceu das 17 às 22 horas. 

Com a seguinte programação:

1 – ABERTURA: Com a gestora Acidália de Lourdes Xavier de Siqueira.

2 – CORAL; HINO DE PERNAMBUCOcom alunos da EREM-ST, organização da profª. Vera Siqueira.

3 – APRESENTAÇÃO DA BANDA DA ESCOLA COM A MÚSICA ASA BRANCA DE LUIZ GONZAGA, público alvo: 3º B org. Vera Siqueira.

4 – PEÇA TEATRAL: AUTO DA COMPADECIDA – Ariano Suassuana. Participação dos alunos do 9º ano da E.M.J.P.S.org. da profª. Dalvaneide Vasconcelos.

5 – DANÇA DO FREVO: público alvo: 2º B, organização da profª. Sandra Quirino e Dalvaneide.

6 – DANÇA XAXADO: Público alvo 1 A, organização da profª. Dalvaneide Vasconcelos.

– I JUCA PIRAMA – O MUSICAL – GONÇALVES DIASpúblico alvo: 2º A, organização da profª. Vera Siqueira8 – TEATRO ROMEU E JULIETA – ARIANO SUASSUNA, público alvo: 1º B, organização da profª. Dalvaneide Vasconcelos.

9 – XOTE ECOLÓGICOpúblico alvo: alunos do EJA Campo, organização do profº. Antonio Vieira.

10 – SARAU POÉTICO: CONCURSO PARA ESCOLHA DO HINO DA ESCOLAparticipação dos poetas locais.

  Estavam presentes ao evento das apresentações culturais, no dia 17.11, entre alunos, professores, gestores, pais de alunos, ex-professoras, como a senhora Eulina Morato (Juja), ex-diretoras, como as senhoras Marluce Cruz (De 05 Fevereiro de 1998 a Janeiro de 2001)  e Analice Guimarães. Estavam presentes a diretora da Escola M.J.P.S Mariza Lima e a ex- professora Elena Brito, o vereador Lindomar Leite, a secretária de ação social Francimeire Lucena o diretor de cultura do município Geilson Pereira.

  Agradecemos também ao prefeito do município Geovane Martins, pelo apoio em ceder o club municipal e a sua assessora e irmã Lindeci Martins, que nos atendeu, mandando colocar refletores dentro e fora do clube, o que sem dúvida, fez uma grade diferença na iluminação do mesmo.

  Todos que fazem a EREM-ST: alunos, professores, coordenadores, cozinheiros, porteiros, pessoal da limpeza, enfim todos,  se empenharam e apresentaram um belíssimo trabalho, digno de admiração por parte da população e das autoridades. A gestora Acidália Siqueira e a Assistente de gestão Mª do Socorro Cruz, que apesar de estarem a pouco tempo a frente desta Escola, mostraram o grande potencial em gerenciar a educação desta instituição de ensino, digno de nosso reconhecimento e admiração.

“É NA FEIRA DE IDEIAS,

ONDE TODOS FAZEM PARTE,

UM RECORTA, OUTRO PINTA 

E TODOS MOSTRAM O ENCARTE, 

INTEGRADOS E UNIDOS 

MOSTRANDO A NOSSA ARTE”…

                                     

Acessem os vídeos

                

Reprodução

“educação de qualidade derruba um governo”

Bacelar *

Há quem diga que o governo não dá educação porque a educação derruba o governo. Esta é uma das frases mais verdadeiras que já ouvi. É impressionante o quanto a educação é tratada com desprezo no Brasil. Nossos alunos e professores convivem diariamente com problemas de infraestrutura e pedagógicos que vão deixando o trabalho do educador mais fragilizado. Na área educacional falta de tudo, inclusive respeito com os profissionais da área, com os alunos, com a sociedade. Enfim, com o próprio país.

Nossos governantes sabem que a construção de uma nação sólida, mais produtiva e desenvolvida, depende da educação, mas eles ignoram completamente tudo o que deve ser feito. E por quê? Porque a educação derruba o governo.

Poderíamos muito bem aumentar os investimentos, oferecer melhores salários e melhores condições de trabalho, mas infelizmente tudo isso fica apenas nas promessas de campanha. Porque falar é bem mais fácil do que agir e prometer é mais fácil do que cumprir . Isso porque a educação derruba o governo.

Tenho que reconhecer que em todos esses anos tivemos alguns avanços. Reduzimos a taxa de analfabetismo, por exemplo, mas muita coisa ainda precisa ser feita. A implementação do Plano Nacional de Educação em sua totalidade é uma delas. Ele está em vigor desde 2015 e estipula 254 metas e estratégias a serem cumpridas até 2020, pelos estados e municípios, mas infelizmente apenas seis ( sim, “seis”, você leu certo! ) foram implementadas total ou parcialmente até agora.

Você também acha um absurdo, né? Agora, e se eu te contar que ninguém responde por esse cenário caótico da educação. Você acreditaria? É por isso que continuo defendendo a responsabilização do gestor público que apresentar retrocesso nos índices educacionais.

Eu sei que alcançar a qualidade educacional não é uma tarefa fácil. E também não acontece da noite paro o dia. Requer tempo e ações integradas que vão desde a formação de professores, valorização, estabelecimento de um piso nacional, passando pela infraestrutura e chegando à gestão escolar. E a nota boa não vem de graça: exige mais investimentos e boa vontade dos governantes.

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Foto: MEC
Foto: MEC

Estados e municípios podem investir os recursos a partir desta segunda-feira, 30

A parcela de outubro da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) está disponível a partir desta segunda-feira, 30, nas contas correntes de estados e municípios beneficiários. Responsável pela transferência dos recursos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) repassou R$ 873 milhões aos entes federativos na última quinta-feira, 26, sendo que R$ 45,9 milhões referem-se à complementação para o pagamento do piso do magistério.

Conforme a lei que instituiu o Fundeb, a União repassa a complementação aos estados e respectivos municípios que não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno estabelecido a cada ano. Em 2017, esse valor é de R$ 2.875,03 e os estados que recebem a complementação são: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Principal fonte de financiamento da educação básica pública, o Fundeb é formado por percentuais de diversos impostos e transferências constitucionais, a exemplo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Pelo menos 60% dos recursos do Fundeb devem ser usados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais. O restante serve para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, compreendendo, entre outras ações, o pagamento de outros profissionais ligados à educação, bem como a aquisição de equipamentos e a construção de escolas.

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