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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Educação

Créditos: Fernando Frazão / Agência Brasil

Um núncio publicitário da “Universidade Anhanguera” veiculado em agosto teve o dom de expor para toda a população alguns aspectos estruturantes do processo golpista que estamos vivendo no Brasil e que sustenta Michel Temer na Presidência da República: a quebra dos direitos trabalhistas conquistados ao longo de décadas, o desmonte da educação brasileira, direcionando-a para o caminho da privatização e a desvalorização ainda maior do magistério.

No anúncio, o apresentador da Rede Globo, Luciano Huck, incentiva as pessoas a frequentarem cursos de pedagogia para complementarem sua renda. Assim, não apenas transforma a docência em um “bico”, como deixa muito claro o lugar da educação no país, que está sendo formatado pelos que agora ocupam o poder em Brasília, associados aos comunicadores de massa engajados politicamente neste projeto de destruição.

Em tempos de “Uber da educação”, terceirização ilimitada, extinção da Consolidação das Leis do Trabalho (passando a valer simplesmente a vontade dos patrões por meio de “negociações” diretas com seus funcionários), reforma do Ensino Médio, “notório saber”, Escola Sem Partido e tantos outros ataques à classe trabalhadora e ao direito à educação de qualidade, o tal anúncio parece sintetizar tudo isso em uma advertência: os tempos mudaram definitivamente. Com a forte repercussão negativa, a Universidade Anhanguera retirou o anúncio do ar e “pediu desculpas”. É bem possível que isso tudo já estivesse, inclusive, previsto no “script”. O que importa é que o recado foi dado. Nós, professores, estamos por nossa conta. A educação pública é um detalhe para os atuais donos do poder. Condições de trabalho, valorização profissional, respeito, carreira, nada disso está nos planos dos que hoje mandam no nosso país. Em São Paulo já vivemos um pouco dessa realidade desde que o PSDB assumiu o poder em 1995. A situação dos professores temporários (a chamada “categoria O”) é o exemplo mais evidente. Trabalham em regime de semi-escravidão, com baixos salários, jornada incerta, direitos escassos e, ainda, são obrigados a permanecer 180 dias fora da rede estadual de ensino ao final de seus contratos. Mas os professores efetivos, os estáveis, os demais cargos da carreira do magistério, como diretores e supervisores, também estão sendo desrespeitados e desvalorizados por um governador que nos mantém há três anos sem reajuste salarial. Nós, professores e professoras, constituímos a mais importante profissão e a sociedade nos reconhece e nos valoriza, sobretudo a esmagadora maioria das famílias de nossos estudantes nas escolas públicas. Entretanto, não temos o devido reconhecimento por parte da maioria dos governantes, que veem a educação e os professores apenas como despesa e não como o mais importante investimento que pode ser feito no futuro de uma nação.

cartacapital

Michel Temer

Michel Temer em cerimônia de lançamento do novo modelo para o

Ensino Médio, em fevereiro.

Divulgado na terça-feira 12 , o último relatório Education At Glance da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que compara dados educacionais de 45 países, mostra, mais uma vez, que apesar dos avanços obtidos na última década, os resultados brasileiros para a educação continuam insatisfatórios.

Um dos dados que chamaram mais atenção foi a informação de que, em 2015, mais da metade dos adultos entre 25 e 64 anos não concluíram o Ensino Médio – outros 17% não concluíram o Ensino Fundamental. Tais índices estão abaixo da média observada nos outros países analisados pela OCDE, na qual 22% dos adultos não chegaram ao Médio e 2% concluíram as etapas do Ensino Fundamental.

Outro avanço observado, por outro lado, foi o aumento do percentual de adultos (25 a 34 anos) que completou a última etapa da Educação Básica de 53% em 2010 para 64% em 2015.

Mesmo que poucos consigam chegar ao final do percurso educacional, aqueles que cruzam a linha de chegada ganham mais e tem mais condições de empregabilidade do que os demais – mantendo o fosso de desigualdade social no País. Outro dado é que o percentual do PIB destinado à educação é 4,9%, próximo da média dos países, mas que o investimento por aluno está abaixo do aplicado pelas demais nações que participam do estudo. 

Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, não é possível analisar os dados educacionais brasileiros sem olhar para o quadro maior de falta estrutural de investimentos no setor no Brasil. “A verdade é que desde 2010 não temos uma evolução real nos indicadores educacionais, pois não houve políticas públicas para que isso acontecesse”, explica.

“No caso da Educação Básica, o Brasil deu uma acertada de rumo nos últimos anos, tudo o que poderia ser corrigido ou aprimorado em termos de gestão foi feito. Mas, agora, é preciso uma política estrutural. A ideia era que tal política fosse o Plano Nacional de Educação (PNE), mas ele não foi implementado por Dilma e muito menos por Michel Temer”, critica.

Outro ponto levantado pelo relatório da OCDE foi o baixo salário pago aos professores brasileiros. Identificados pelo próprio documento como “espinha dorsal do sistema educacional”, o texto afirma que os salários são baixos em comparação com o de outros trabalhadores em tempo integral com nível educacional similar – o que, consequentemente, precariza e torna menos atraente a profissão.

“Esse é um grande obstáculo para atrair jovens para o ensino. Embora os salários aumentem de acordo com o nível de educação prestado, eles ainda estão entre 78% e 94% dos salários dos trabalhadores com formação universitária em tempo integral”, diz o relatório Education At Glance.

“Nos últimos dias, foi anunciado um novo programa de formação de professores pelo Ministério da Educação em que apresentam-se alternativas, mas dizendo que o problema da carreira docente é a formação, e não o salário. Assim, o professor vai continuar ganhando mal e tendo uma formação, que, sinceramente, talvez seja pior do que aquela que ele já recebeu”, critica Cara.

Diante do cenário de desmonte dos investimentos públicos em educação, porém, é pouco provável que tal quadro mude. A maior barreira atual é a aprovação da proposta de emenda constitucional que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos, que ficou conhecida como “PEC dos Gastos”. 

“Não existe milagre. É preciso melhorar a educação aumentando a cobertura e a qualidade. Para isso, é preciso recurso”, afirma Cara. 

Foto: Wanderley Pessoa/MEC
Foto: Wanderley Pessoa/MEC

Inscrições vão até dia 20 de setembro

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC, está com as inscrições abertas para o curso do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até dia 20 de setembro. Com modalidade a distancia, a carga horária será de 60 horas.

Com objetivo de construir conhecimento teórico e prático na operacionalização, controle social e no acompanhamento do Pnae, o curso é voltado para nutricionistas,  conselheiros, merendeiras, gestor em educação, secretários de educação, professores, técnicos em prestação de contas e demais atores envolvidos com a alimentação escolar.

Serão abordadas questões relacionadas à política pública e ao histórico da alimentação escolar no Brasil, apresentando o papel do nutricionista e suas responsabilidades em relação à conservação dos alimentos, com menção ao cardápio da alimentação escolar. Formas de gestão, repasses de recursos financeiros às escolas e o processo de aquisição de produtos alimentícios também serão tratados. Serão abordados ainda temas relacionados a agricultura familiar, etapas da prestação de contas e o papel do controle social, por meio do Conselho de Alimentação Escolar (CAE).

O curso está previsto para começar no próximo dia 1º de outubro e vai até dia 31 do mesmo mês. Para participar é necessário preencher o formulário para inscrição está disponível no link Ficha de inscrição. Após o preenchimento do formulário, será necessário enviá-lo para o e-mail informar@fnde.gov.br. Em caso de dúvidas, o candidato poderá pedir esclarecimento pelo mesmo e-mail.

   No segundo dia (08/09), de comemoração à Independência do Brasil, a Escola Municipal José Paulino de Siqueira, na cidade de SANTA TEREZINHA-PE, realizou um desfile memorável, com belíssimas apresentações: Abertura com porta bandeiras e pelotões: Viva a Diferença, Valores Humanos, Guardiões da Escola, Escola/Família, Xadrez na Escola, Projeto PROERD, Programa Mais Educação, Artesanato e Esporte, Resgatando a Identidade, A Evolução da Tecnologia na Educação, Tecnologia Um Amor Quase Perfeito, Redes Sociais: Prós e contras e os pelotões de farda. Alem da participação da banda de fanfarra Cajuaz da cidade de Patos-PB, da banda marcial Prof. Moaci Ferreira de Vasconcelos do Colégio Nova Conquista e do resgate emocionante da banca da EMJPS, que após 20 anos apresentou-se com os veteranos da nossa cidade, entre profissionais da educação e pessoas da sociedade.

  Estavam presentes o prefeito Geovane Martins, o vice-prefeito Adarivan Santos, o vereador José Martins (Neguim de Danda), a vereadora Elizângela Lira, o vereador Júnior de Branco, o vereador Lindomar Leite, a gestora da escola Mariza, o secretário municipal de educação Uilson Souza.

               

O desfile merece nossos aplausos e reconhecimento pelo trabalho dos professores alunos e de toda comunidade escolar. PARABÉNS!

” A falta do sinal da internet impossibilitou de ser postado a matéria.”

 Neste dia 07 de setembro de 2017, data alusiva a Independência do Brasil,  foi comemorado na cidade de Santa Terezinha – PE, com desfile no centro da cidade, as escolas: CNC (Colégio Nova Conquista) e a Cheche Municipal Mônica Tavares Guimarães. 

  O dia 7 de setembro, a qual comemora-se A Independência do Brasil, é uma data importante para nós brasileiros e  nos faz voltar no tempo, onde décadas atrás, estavamos nós participando de belos desfiles nesta cidade. O resgate da cultura  trás  a lembrança o passado, pelo qual sentimos saudades e ao mesmo tempo nos faz sentir esperança de dias melhores onde os valores são resgatados. Com a participação da banda marcial de Princesa Izabel-PB e da banda Marcial Prof. Moaci Vasconcelos,  do CNC.

  Estavam presentes várias pessoas daqui, de Imaculada- PB, o secretário de educação Uilson Souza, o gestor do CNC Eduardo Oliveira, a gestora da EMJPS Maria do Rosário(Marisa), professores das referidas escolas  e autoridades, Geovane Martins (prefeito), Adarivan Santos (vice-prefeito).

        Neste dia 08 (sexta-feira), desfilará a Escola Municipal José Paulino de Siqueira, a partir das 16 horas.


                                                           

Obs: O motivo pelo qual a matéria do 7 de Setembro não ter indo ao ar, foi um problema no nosso sistema. 

Tema do desfile de 7 de setembro do Colégio Nova  Conquista: AS RELIGIÕES.. 
Início do desfile 16 hs saindo do pátio de eventos.
Participação da Banda do C.N.C.  e outra Banda de Princesa Isabel-PB. Trajeto do desfile do dia 7: Trav. Salomão Ferreira de Oliveira , Rua Afonso Ferreira Neto, Trav. Pedro Ferreira Leite, Rua José Romão de Araújo. Encerrando da Praça da Prefeitura.

A Creche Mônica Tavares, desfila com o CNC com o tema: Cantando agente brinca, brincando agente aprende.
No dia 8 desfila a Escola Municipal José Paulino de Siqueira.

Prorrogado o prazo para a escolha do livro didático do ensino médio
Foto: João Bittar/MEC

Professores devem selecionar as obras no portal eletrônico do FNDE até dia 6 de setembro

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou o prazo da escolha do livro didático para o dia 6 de setembro. Com isso, professores, diretores e coordenadores educacionais das redes públicas de todo o país terão mais dois dias para efetivar a seleção das obras no portal eletrônico do FNDE. Os livros serão usado pelos alunos do ensino médio a partir do próximo ano letivo. Para auxiliar na escolha, o FNDE disponibilizou, em seu portal eletrônico, o Guia de Livros Didáticos 2018, que contem resenhas e informações das coleções aprovadas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Com o guia em mãos, os docentes podem conhecer melhor as obras disponíveis e selecionar as mais adequadas ao processo pedagógico de cada escola. Depois disso, basta entrar no portal do FNDE e formalizar a escolha.

Nesta edição do PNLD, serão selecionadas coleções didáticas que englobam todos os componentes curriculares do ensino médio: língua portuguesa, matemática, língua estrangeira moderna (inglês e espanhol), física, química, biologia, filosofia, geografia, história, arte e sociologia.

O registro da escolha deve ser feito pelo diretor da escola no Sistema PDDE Interativo. Caso algum diretor ainda não tenha acesso a esse sistema, deverá entrar em contato com sua secretaria de educação para solicitá-lo.

Como regra básica, devem ser selecionadas duas opções de coleções cada componente curricular, de editoras diferentes. Caso não seja possível a aquisição dos livros da 1ª opção, o FNDE negociará as obras da 2ª opção.

Caso a escola não queira receber livros de algum componente, basta manter a indicação inicial do sistema: “Não desejo receber livros deste componente”. Ou seja, se registrar escolha para alguns componentes e deixar de marcar em outros, só receberá os livros que escolheu. Se gravar a escolha sem marcar nenhum componente, não receberá qualquer obra.

Por outro lado, se o colégio não acessar o sistema ou não registrar opção em nenhum momento, será encaminhada, compulsoriamente, uma das coleções aprovadas de cada componente curricular.

Negociação – Após trabalhar os dados sobre os pedidos feitos por escolas públicas de todo o país, o FNDE negocia a aquisição das obras com as editoras e, em função da escala da compra, consegue preços bem abaixo dos praticados no mercado.

CIDADANIA E JUSTIÇA

Grito da Independência – A independência não ocorreu no mesmo dia em todo o País: apesar de o grito de independência ter sido em 7 de setembro de 1822, a totalidade do território brasileiro não ficou independente de Portugal de imediato. Diversas batalhas aconteceram em outros estados nos meses seguintes para expulsar tropas portuguesas.


François-René Moreau

Grão-Pará – No Pará, a independência é comemorada no dia 15 de agosto: na então província do Grão-Pará e Maranhão, muito ligada a Portugal e sem muitas relações com o centro-sul do País, a independência foi reconhecida apenas em 15 de agosto de 1823, quase um ano após o grito. Os paraenses foram, portanto, os últimos a aderirem e, ainda hoje, comemoram o feriado em agosto.

Universidade Federal do Pará

Hino da Independência – A melodia do Hino da Independência do Brasil foi criada por Dom Pedro I. “Brava gente brasileira/longe vá temor servil/ou ficar a pátria livre/ou morrer pelo Brasil”, frases célebres do hino, foram escritas por Evaristo da Veiga em agosto de 1922, e o próprio Dom Pedro I musicou a obra. O imperador dedicava-se à música e sabia tocar diversos instrumentos.

Acervo Alesp

Independência ou morte – O quadro de Pedro Américo somente foi pintado em 1888. Além de ter ficado pronto 66 anos após a independência, o artista modificou alguns detalhes. Historiadores indicam que a tropa não andava a cavalo, mas em burros, por exemplo.

Pedro Américo

A Capital – José Bonifácio, considerado o “Patriarca da Independência”, sugeriu a fundação de uma cidade central no interior do Brasil. À época da independência, a capital do País era o Rio de Janeiro (RJ). José Bonifácio de Andrada e Silva, ministro de Estado e consultor de Dom Pedro I, já sugeria que a capital brasileira fosse transferida para o interior, para reforçar a segurança, muito antes da fundação de Brasília.

José Bonifácio

Fundação Alexandre de Gusmão

Fonte: Portal Brasil, com informações da EBC, da TV NBR, da Fundação Alexandre de Gusmão e da Universidade Federal do Pará (UFPA)

Brasília – DF, 07/09/2011. Esquadrilha da fumaça durante o desfile cívico-militar de 7 de setembro. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Uma das funções da escola é contribuir para a formação do cidadão crítico e atuante na sociedade, e isso se dá quando ela ensina e pratica em seu dia-a-dia valores, costumes e conhecimentos que levam o aluno a adquirir condições para efetivar tal formação. Partindo desse pressuposto, desenvolvemos na escola, projetos que visam alcançar esse e outros objetivos, também, ligados a formação humana e social do aluno, bem como, levar esses conhecimentos a comunidade, como forma de enriquecimento cultural e intelectual.

Dessa forma, comemorar a data 7 de setembro não é só comemorar uma data cívica, ou cumprir com a proposta do calendário escolar, mas antes, informar, formar, levar conhecimentos, atualizar informações, fazer com que o aluno cresça em conhecimentos e valores.

A Escola proclamando a “Independência do Brasil”, tem por justificativa a necessidade de valorizar, junto aos alunos o Brasil como um país diversificado desde sua formação humana, suas riquezas, suas belezas naturais, sua história de “Independência” sobre os olhares críticos e construtores de novos conhecimentos, além do que o livro didático pode oferecer, mas reconhecendo tal diversidade no próprio aluno, na sua família, na sua cidade, seu estado e finalmente no seu país.

Pelo segundo ano consecutivo o município de Afogados da Ingazeira se destaca na avaliação da educação pública em Pernambuco. Na manhã desta segunda (28), em solenidade no Palácio do Campo das Princesas, o Governo do Estado divulgou os números do IDEPE, índice que mede a qualidade do ensino nas escolas públicas, seja da rede Estadual, seja das redes municipais.E Afogados mais uma vez ficou entre as dez melhores notas, tanto nos anos finais quanto nos anos finais. O anúncio foi feito pelo Secretário Estadual de Educação, Fred Amâncio, e contou com as presenças do Governador Paulo Câmara, Secretários de Estado, Deputados e Prefeitos de todo o Estado. Afogados foi representada pelo Prefeito, José Patriota, Secretária Municipal de Educação, Veratânia Moraes; e de professores e gestores responsáveis pelo sucesso da educação pública ofertada pelo município. “Fico muito feliz com esses números e gostaria de agradecer a todos os responsáveis por isso. Alunos, pais, responsáveis, professores, gestores escolares, enfim, toda a comunidade escolar que contribui todos os dias para qualificarmos ainda mais o ensino que ofertamos a nossa população,” destacou Veratânia Moraes.

O Prefeito José Patriota afirmou estar orgulhoso de mais um resultado positivo. “Esses indicadores mostram o acerto da gestão em inaugurar sete novas unidades de ensino, garantir merenda de qualidade e implantar instrumentos de aperfeiçoamento do binômio ensino/aprendizado,” destacou Patriota. Nos anos iniciais do ensino fundamental, os dez municípios, de um total de 184, que se destacaram em Pernambuco foram, por ordem alfabética: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Ingazeira, Jucati, Orobó, Quixabá, Solidão, Triunfo e Tuparetama. Nos anos finais, a relação dos dez melhores é composta por: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Ingazeira, Orobó, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Trindade e Triunfo.

                       

O Prêmio Professores do Brasil, iniciativa do Ministério da Educação, reconhece o trabalho de quem inova no ambiente escolar e destaca experiências pedagógicas inovadoras da rede pública de ensino. A décima edição do prêmio está com as inscrições abertas até 25 de agosto. Em 2017, serão distribuídos R$ 255 mil reais em prêmios, viagens educativas pelo Brasil e pelo exterior, além de equipamentos de informática e de atletismo.

“O Prêmio Professores do Brasil é um incentivo muito grande aos professores para que pensem novas formas de trabalhar com os alunos e estimulá-los, envolvendo-os em uma educação de qualidade”, explica a diretora de formação e desenvolvimento dos profissionais da educação da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Carmen Neves. Ela lembra que o prêmio é parte da política de valorização dos professores do MEC.

O prêmio tem seis categorias e três etapas de avaliação: a estadual, com 162 vencedores; a regional, com 30, e a nacional, com seis. Todos os professores de escolas públicas da educação básica podem se inscrever para esta edição.

“É importante que os professores participem. Às vezes o professor pensa que precisa ser um projeto muito grande e não é verdade. Pode ser um projeto simples, mas que seja eficiente e que realmente ajude seus alunos a aprender e a vivenciar a educação no dia a dia”, ressalta a diretora.

Para a edição deste ano há uma nova ferramenta à disposição dos participantes: um curso, por meio de um aplicativo para celular, que auxilia os professores no desenvolvimento de seus projetos. Chamado de Na Trilha das Boas Práticas, orienta o professor a construir o seu projeto. O curso não é obrigatório, mas contribui para que ele qualifique melhor o seu projeto.

Para a diretora de formação e desenvolvimento dos profissionais da educação do MEC, Carmen Neves, o prêmio incentiva os professores a inovar na educação (Frame: TV MEC)Compartilhar – Para inspirar professores e multiplicar as boas experiências, o site do prêmio está sendo aperfeiçoado. A proposta é que, com as experiências bem-sucedidas destacadas em cada edição do prêmio, outras escolas da rede pública de ensino aprimorem seus planos de aula e o processo de aprendizado dos alunos. 

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População sergipana assiste atento ao título de Doutor Honoris Causa entregue a Lula nesta segunda-feira (21) pela UFS. - Créditos: Julia Dolce

População sergipana assiste atento ao título de Doutor Honoris

Causa entregue a Lula nesta segunda-feira (21) pela UFS. / Julia Dolce

Na manhã desta segunda-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou seu 53º título de Doutor Honoris Causa. Dessa vez a honraria foi concedida pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), no campus de Lagarto, interior do estado. Na ocasião, o reitor da UFS, Angeli Antoniolli, comentou que a inauguração do campus, em 2015, representou uma “quebra de paradigmas”, ao se construir um campus com especialidades na área da saúde no interior de um estado nordestino.

Dois anos após sua inauguração, o resultado é que “em cada canto desse município temos nossa universidade, alunos e professores presentes. Não formamos produtos, formamos sujeitos transformadores da realidade social”, disse Angeli Antoniolli ao conceder a honraria a Lula.

O surgimento de um campus no interior do estado, no entanto, não se resume apenas a realidade de Sergipe. Segundo dados da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes), entre 2003 e 2016 foram criadas 18 universidades públicas no Brasil por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (Reuni). Quando se trata do aumento do número de campi, principal fator que possibilitou a interiorização dessas universidades pelo país, esse número se eleva para mais 173 campi, passando dos 143, em 2003, para os atuais 316 espalhados pelo Brasil. No mesmo intervalo de tempo o número de professores doutores no quadro das Universidades Federais subiu 189%, passando de 20.711 para 59.658 docentes efetivos com o título de doutor.

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Para coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, veto do governo oficializa o descumprimento do PNE - Créditos: Divulgação

Para coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação,

veto do governo oficializa o descumprimento do PNE

O governo federal decidiu vetar o artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que incluía entre as prioridades para 2018 o cumprimento das metas previstas pelo Plano Nacional de Educação (PNE). A LDO, que estabelece as metas e prioridades do governo para o ano seguinte e orienta a elaboração da lei orçamentária anual, foi sancionada nesta quarta-feira (9), com vetos, pelo presidente Michel Temer.

Temer vetou um artigo que previa que a alocação de recursos na área de educação deveria ter por objetivo, no Projeto e na Lei Orçamentária de 2018, o cumprimento das metas previstas no PNE. A razão do veto foi que a medida restringiria a liberdade do Poder Executivo de alocar recursos para a implementação das políticas públicas e reduziria a flexibilidade na priorização das despesas discricionárias em caso de necessidade de ajustes previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), “colocando em risco o alcance da meta fiscal”.

Para o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, o veto do governo oficializa o descumprimento do PNE. “A gente sempre viveu o gosto amargo de ver o PNE vinculado às leis orçamentárias e não sendo cumprido. Ainda assim, isso dava um espaço para a gente, porque o descumprimento do plano continuava gerando tensão dentro do governo. Agora, eles oficializaram o descumprimento do plano na peça orçamentária”, diz.

O Ministério da Educação (MEC) disse que os vetos à LDO não mudam a prioridade da pasta em relação ao PNE. “O MEC tem envidado esforços para cumprir a execução e as metas do Plano Nacional de Educação”, informou o ministério, em nota.

PNE

O PNE é uma lei federal, sancionada em 2014, que prevê metas para melhorar a qualidade do ensino brasileiro em um prazo de 10 anos, desde a educação infantil até a pós-graduação. O texto estabelece 20 metas para serem cumpridas até 2024, das quais oito têm prazos intermediários, que já venceram. A lei também aponta 254 estratégias relacionadas a cada uma das metas e 14 artigos que definem ações a serem realizadas no país.

Um balanço do Observatório do PNE (OPNE) divulgado em junho mostrou que, após três anos de vigência do Plano Nacional de Educação (PNE), apenas 20% das metas e estratégias que deveriam ter sido cumpridas até 2017 foram alcançadas total ou parcialmente.

O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) destina recursos financeiros, em caráter suplementar, a escolas públicas da educação básica (e casos específicos) para uso em despesas de manutenção do prédio escolar e de suas instalações (hidráulicas, elétricas, sanitárias etc.); de material didático e pedagógico; e também para realização de pequenos investimentos, de modo a assegurar as condições de funcionamento da unidade de ensino, além de reforçar a participação social e a autogestão escolar. Os repasses são feitos anualmente, em duas parcelas iguais.

Existem ainda as “Ações Agregadas ao PDDE”, transferências financeiras para fins específicos classificadas em três grupos: o Novo Mais Educação, que compreende as atividades de educação integral em jornada ampliada; o PDDE Estrutura, constituído das ações Água na Escola, Escola do Campo, Escola Sustentável e Escola Acessível; e o PDDE Qualidade, composto das ações Atleta na Escola, Ensino Médio Inovador, Mais Cultura nas Escolas e Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola).

A quem se destina?

Escolas públicas de educação básica estaduais, do Distrito Federal e municipais; unidades de ensino privadas de educação especial qualificadas como beneficentes de assistência social ou de atendimento direto e gratuito ao público; e polos presenciais do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) que ofertem programas de formação inicial ou continuada a profissionais da educação básica.

Segundo dados do censo escolar de 2016, são cerca de 145 mil escolas potenciais beneficiárias do PDDE, nas quais estão matriculados em torno de 39 milhões de alunos. Tomando-se a média dos últimos três anos, o programa e suas ações agregadas envolveram investimento da ordem de R$ 2,08 bilhões anuais.

Como acessar?

Requisitos básicos para acesso aos recursos do PDDE:
• As escolas e os alunos da rede pública e privada de educação especial precisam estar inscritos no censo escolar do ano anterior e a lista de alunos dos polos da UAB deve ser informada ao FNDE pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes);
• As unidades executoras próprias (UEx) e entidades executoras (EEx) devem aderir ao programa por meio do Sistema PDDEweb (https://www.fnde.gov.br/pdde) até 30 de junho. Já as entidades mantenedoras (EM) precisam regularizar, até 30 de setembro, os procedimentos de habilitação estabelecidos em resolução do Conselho Deliberativo do FNDE;
• As escolas públicas com mais de 50 alunos matriculados têm de criar suas UEx;
• As UEx, EEx e EM devem estar adimplentes com a prestação de contas de exercícios anteriores.

Atendidos os requisitos acima, a assistência financeira ao público-alvo do programa é concedida sem a necessidade de celebração de convênio, acordo, contrato, ajuste ou instrumento congênere.

Órgãos Gestores / Áreas Gestoras

O regime de parceria para a descentralização de recursos às escolas envolve tanto as secretarias do MEC na implementação de suas atividades e projetos, quanto os governos estaduais, distrital e municipais e, ainda, as entidades mantenedoras das escolas de educação especial.

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Resultado de imagem para Alimentação Escolar

O que é?

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) oferece alimentação escolar e ações de educação alimentar e nutricional a estudantes de todas as etapas da educação básica pública. O governo federal repassa, a estados, municípios e escolas federais, valores financeiros de caráter suplementar efetuados em 10 parcelas mensais (de fevereiro a novembro) para a cobertura de 200 dias letivos, conforme o número de matriculados em cada rede de ensino.

O PNAE é acompanhado e fiscalizado diretamente pela sociedade, por meio dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE), e também pelo FNDE, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Ministério Público.

A quem se destina?

São atendidos pelo programa os alunos de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público). Vale destacar que o orçamento do PNAE beneficia milhões de estudantes brasileiros, como prevê o artigo 208, incisos IV e VII, da Constituição Federal.

Como acessar?

A escola beneficiária precisa estar cadastrada no Censo Escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC). As escolas filantrópicas, comunitárias e confessionais, sem fins lucrativos, que atendam aos critérios estabelecidos na Resolução FNDE nº 26/2013, são consideradas integrantes da rede pública de ensino.

É importante observar que o cardápio escolar deve ser elaborado por nutricionista, respeitando os hábitos alimentares locais e culturais, atendendo as necessidades nutricionais específicas, conforme percentuais mínimos estabelecidos no artigo 14 da Resolução nº 26/2013.

Órgãos Gestores / Áreas Gestoras

Do ponto de vista operacional, participam do PNAE:

Governo Federal, por meio do FNDE – Responsável pela definição das regras do programa. É aqui que se inicia o processo de financiamento e execução da alimentação escolar.

Entidades Executoras (EEx) – Secretarias de Educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e as escolas federais, que se responsabilizam pelo desenvolvimento de todas as condições para que o PNAE seja executado de acordo com o que a legislação determina.

Unidade Executora (UEx) – Sociedade civil com persona¬lidade jurídica de direito privado, vinculada à escola, sem fins lucrativos, que pode ser instituída por iniciativa da escola, da comunidade ou de ambas. As Unidades Executoras podem ser chamadas de “Caixa Escolar”, “Associação de Pais e Mestres”, ‘Círculo de Pais e Mestres” ou “Unidade Executora”. Representam a comunidade educativa.

Conselho de Alimentação Escolar – Responsável pelo controle social do PNAE, isto é, por acompanhar a aquisição dos produtos, a qualidade da alimentação ofertada aos alunos, as condições higiênico-sanitárias em que os alimentos são armazenados, preparados e servidos, a distribuição e o consumo, a execução financeira e a tarefa de avaliação da prestação de contas das EEx e emissão do Parecer Conclusivo.

Existem outras instituições que apoiam o PNAE:

Tribunal de Contas da União e Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União – Órgãos de fiscalização do governo federal.

Ministério Público Federal – Em parceria com o FNDE, recebe e investiga as denún¬cias de má gestão do programa.

Secretarias de Saúde e de Agricultura dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios –
Responsáveis pela inspeção sanitária, por atestar a qualidade dos produtos utilizados na alimentação ofertada e por articular a produção da agricultura familiar com o PNAE.

Conselho Federal e Conselhos Regionais de Nutricionistas – Fiscalizam a atuação desses profissionais.

Atuação

FNDE – Responsável pela assistência financeira em caráter complementar, normatização, coordenação, acompanhamento, monitoramento e fiscalização da execução do programa, além da avaliação da sua efetividade e eficácia.

A influencer Mari Gonzalez, 23 anos, sempre curtiu suar o top. E fazer atividade física ficou ainda mais divertido há um ano e meio, quando ela começou a namorar Jonas Sulzbach, 31 anos, e ganhou um superparceiro para os treinos Mahamudra.

“Esse tempo que passamos juntos nos tornou mais próximos”, conta ela. Mas malhar acompanhada traz mesmo mais resultados? Segundo a dupla, sim. Primeiro porque fica difícil desistir de ir para a academia ou para o parque quando o convite vem de quem a gente gosta, né? “E o incentivo da Mari faz com que eu me empenhe mais mesmo quando o cansaço bate”, diz Jonas.

Para inspirar você e o seu amor, pedimos à educadora física Alessandra Oliveira, treinadora do Mahamudra Brasil, uma série para executar em dupla – que Mari e Jonas demonstram aqui. Aproveite para
perder calorias e ganhar muito carinho!

Iniciantes: 2 séries de 12 repetições com 1 minuto de intervalo
Intermediários: 3 séries de 15 repetições com 50 segundos de intervalo
Avançados: 4 séries de 20 repetições com 40 segundos de intervalo

1. Pistol

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

                                               (Nino Andrés//BOA FORMA)

a. Fiquem de frente e deem as mãos.
b. Agache como se fosse sentar em uma cadeira, estendendo a perna e o braço esquerdos à frente. Retorne.

2. Elevação de pélvis

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

(Nino Andrés/BOA FORMA)

a. Deite-se de barriga para cima e flexione os joelhos com os pés no solo.
b. Enquanto o parceiro empurra seu quadril para baixo, você faz força para elevá-lo. Aplique força nos calcanhares. Depois desça o quadril.

3. Burpee

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

(Nino Andrés/BOA FORMA)

a. Enquanto seu parceiro fica em postura de prancha frontal, pule as pernas dele lateralmente.
b. Ao chegar ao outro lado, encoste as mãos no solo, com as pernas afastadas na largura dos ombros.
c. Jogue os pés para trás, formando uma prancha, e em seguida encoste o peitoral no solo. Faça o caminho inverso para retornar e salte para o outro lado.

4. Abdominal reto com apoio

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

(Nino Andrés/BOA FORMA)

a. Deitada de barriga para cima, flexione os joelhos com os pés apoiados no solo e leve os braços acima da cabeça.
 O parceiro segura na sua panturrilha para lhe dar mais estabilidade.
b. Suba o corpo até ficar em pé, mantendo sempre os braços estendidos acima da cabeça. Volte à posição inicial.

5. Barras

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

(Nino Andrés/BOA FORMA)

Com a ajuda do parceiro, agarre uma barra no alto com as mãos afastadas a uma largura um pouco maior que a dos ombros e com a palma das mãos virada para o corpo. Flexione os joelhos com os pés para trás e apoie as canelas nas mãos do seu parceiro – esse suporte vai facilitar o movimento de subida e descida.

6. Agachamento com chute

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

(Nino Andrés/BOA FORMA)

a. Afaste as pernas na largura dos ombros e agache, flexionando os joelhos como se fosse sentar numa cadeira.
b. Ao subir, dê um chute frontal, empurrando o aparador que seu companheiro está segurando. Alterne as pernas.

7. Jabs e diretos

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

(Nino Andrés/BOA FORMA)

Se for destra, coloque o pé esquerdo à frente. Dê socos frontais, alternando os braços, na manopla que seu parceiro segura.

8. Abdominal reto com bola medicinal

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach                                      (Nino Andrés/BOA FORMA)

a. Faça o abdominal reto tradicional, só que, quando começar a subir o tronco, arremesse uma bola medicinal para seu parceiro, que deve estar em pé a 1 metro de você.
b. Ele devolve a bola quando você estiver começando a descer.

9. Leg press

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

                         (Nino Andrés/BOA FORMA)

a. Deite-se de barriga para cima e, com as pernas estendidas, apoie os pés no peitoral do seu parceiro, que deve manter o corpo levemente inclinado para a frente.
b. Flexione os joelhos. Seu parceiro pode dificultar ao se apoiar com mais peso nos seus pés.

10. Abdominal com as pernas entrelaçadas na cintura do parceiro

Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach

                                         (Nino Andrés/BOA FORMA)

a. Entrelace as pernas em torno da cintura do seu parceiro e segure nos ombros dele.
b. Desça o tronco o máximo que conseguir. Dica: ele deve estar com os pés afastados na largura dos ombros e os joelhos um pouco flexionados.

boaforma

Um grupo de 20 alunos da rede pública de Pernambuco embarcou neste domingo para uma temporada de dois meses de intercâmbio esportivo em Montreal, no Canadá. São estudantes da capital, Agreste e Sertão, praticantes de seis modalidades esportivas: atletismo (10); judô (3); luta olímpica (3); natação (2); ciclismo (2) e caratê (1). O Recife foi a cidade com mais escolhidos, 6. Em seguida vêm Petrolina (4);  Jaboatão dos Guararapes (3); Paulista (1); Abreu e Lima (1); Ouricuri (1); Arcoverde (1); Bezerros (1); Bodocó (1) e Trindade (1).
Eles integram a terceira edição do programa Ganhe o Mundo Esportivo, do governo estadual, que já beneficiou com bolsas de estudo de inglês e treinamento em centros de excelência de universidades de referência outros 11 estudantes em 2015 e 20 em 2016.“Esses alunos foram contemplados não só pelo mérito esportivo, mas porque são bons alunos e se preparam para ganhar o mundo”, disse o governador Paulo Câmara, que esteve no embarque deles. “É uma experiência importante, que vai oportunizar o conhecimento de um outro idioma e aperfeiçoar as técnicas do esporte que cada um pratica”. Dos 20 escolhidos para esta terceira edição,  16 foram campeões dos Jogos Escolares de Pernambuco.  Uma dos estudantes do grupo, Ingrid Gomes, foi campeã Norte/Nordeste do hepttatlo em 2015 e 4º lugar no brasileiro do ano passado. Sua irmã gêmea, Yasmim Gomes, participou do intercâmbio de 2015. Ao retornar, bateu o recorde de salto em altura do Norte/Nordeste (1,59m, marca que ainda não foi batida) e obteve a 3ª colocação do Campeonato Brasileiro Interclubes. Quem descobriu as duas foi o treinador Daniel Gonçalves, da  Escola Manoel Borba do Centro de Esporte Lazer e Cultura Alberto Santos Dumont, onde elas estudam. “Elas passavam para ir para a ginástica, eu via aquelas meninas altas (1,75 m) e insisti tanto que elas começaram a treinar, mas ainda sem compromisso, faltavam muito. Quando ganharam as primeiras medalhas, começaram a se interessar. Depois da iniciação,coordenação, despertaram para o esporte”, conta ele. A agenda do programa continua esta semana. Na próxima sexta-feira acontece o segundo embarque do ano do Ganhe o Mundo tradicional, quando 71 estudantes seguem para o Chile e 28 para a Argentina. No sábado, mais 47 alunos viajam para a Argentina. “A partir do dia 31 de agosto e até o dia oito de  setembro, mais 400 irão para o Canadá e no dia cinco de setembro, dez estudantes beneficiados pelo Ganhe o Mundo Musical embarcam para o Canadá”, pontua Renata Serpa Vieira, superintendente do programa que já beneficiou cerca de 5.500 estudantes da rede pública em Pernambuco. Para participar, os estudantes precisam atender a critérios como ter entre 14 e 17 anos (completos em 2017), ser matriculado em uma escola da rede estadual de ensino, possuir média anual mínima de 6,0 nas disciplinas português e matemática. No caso da edição esportiva, os alunos devem ser beneficiado pelo Bolsa Atleta Estadual ou nos últimos 12 meses ter obtido os melhores resultados esportivos em sua modalidade olímpica individual (resultado deve ser referendado pela respectiva Confederação da modalidade) e ter obtido na fase estadual o título de campeão dos Jogos Escolares de Pernambuco 2016 (JEPs). 

Estados e municípios recebem R$ 393 milhões para alimentação e transporte escolar

Os recursos referentes à quinta parcela de 2017 do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) estão disponíveis a partir desta quinta-feira, 6, nas contas correntes de estados e municípios de todo o país. Responsável pelos repasses dos dois programas, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC, transferiu R$ 393,3 milhões aos entes federativos na última terça-feira, 4. FNDE repassou, esta semana, a quinta parcela de 2017 para entes federativos de todo o Brasil Os recursos referentes à quinta parcela de 2017 do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) estão disponíveis a partir desta quinta-feira, 6, nas contas correntes de estados e municípios de todo o país. Responsável pelos repasses dos dois programas, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC, transferiu R$ 393,3 milhões aos entes federativos na última terça-feira, 4. Para apoiar a alimentação escolar de estudantes da educação básica de todo o país, o FNDE repassou R$ 322,8 milhões. No caso do transporte de alunos residentes em áreas rurais às escolas públicas de ensino básico, foram transferidos R$ 70,5 milhões.

Somente este ano, o FNDE já repassou R$ 1,8 bilhão para alimentação escolar e R$ 292,2 milhões para o transporte dos alunos das redes públicas. O montante transferido a cada beneficiário pode ser conferido no portal eletrônico do FNDE, em Liberação de recursos.

Os recursos do Pnae são liberados em dez parcelas, de forma a cobrir os 200 dias do ano letivo da educação básica. As secretarias da educação, que são responsáveis pelas redes de ensino, recebem os valores e operam a alimentação escolar.

São atendidos pelo Pnae os alunos de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público). Um mínimo de 30% dos recursos transferidos deve ser utilizado na compra de produtos da agricultura familiar.

Transporte – O Pnate também repassa recursos em dez parcelas a cada ano. São beneficiados estados e municípios que possuem estudantes da educação básica pública residentes nas zonas rurais. A transferência é automática, sem necessidade de convênio, e os recursos devem ser utilizados no custeio de despesas diversas, como consertos mecânicos, compra de combustível ou terceirização do serviço de transporte escolar.

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