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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Notícias

Sérgio Moro ficou conhecido por julgar casos da operação Lava Jato em Curitiba (PR) - Créditos: Agência Brasil

Sérgio Moro ficou conhecido por julgar casos da operação Lava Jato em Curitiba

(PR Agência Brasil0)

Um grupo formado por 39 movimentos sociais com atuação voltada para a garantia dos direitos da população negra se uniu para cobrar da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), ações contra o pacote anticrime proposto pelo ministro Sérgio Moro. Responsável pela Justiça e Segurança Pública no governo Jair Bolsonaro (PSL), ele propõe alterações legais para solucionar a atual crise na segurança.Segundo o documento enviado pelo grupo, as alterações propostas por Moro terão o resultado inverso do que dito pelo ministro. Há o entendimento de que essas mudanças acarretariam em aprofundar ainda mais a desigualdade social no país, bem como manter e agravar o encarceramento e genocídio da juventude negra e periférica, como sustentam.O pacote anticrime de Sérgio Moro é criticado por especialistas, que consideram possível haver uma brecha legal para policiais matarem em serviço, uma espécie de “licença para matar”.Há detalhamento das críticas feitas pelo movimento negro ponto a ponto, desde a prisão em segunda instância, que “abre-se mão do direito à presunção da inocência, o que levará ao cárcere inúmeras pessoas que não tiveram sua sentença definida”, ao excludente de ilicitude para policiais, ação com poder cujo reflexo pode ser em “diminuir as investigações de mortes cometidas por policiais, dando margem para o aumento da letalidade policial”, sustenta os movimentos.“O ‘Pacote Anti Crime’ ignora fatos, evidências, pesquisas, elaborações acadêmicas e científicas, além de toda a mobilização da sociedade em torno do tema, e propõe algo dissonante ao que vem sendo discutido e defendido como solução para o grave problema de segurança pública vivida no Brasil. Como não caracterizar tais iniciativas como deliberados ataques e violações aos direitos humanos em nosso país?”, questiona o texto.O documento traz análises de oito especialistas sobre o pacote, entre eles Paulo Sérgio Pinheiro, ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos.

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Governo propõe que BPC fique abaixo do salário mínimo - Créditos: Elza Fiuza/Agência Brasil
Governo propõe que BPC fique abaixo do salário mínimo / Elza Fiuza/Agência Brasil

A primeira Comissão permanente no Congresso onde deverá tramitar o projeto de reforma da Previdência do governo Bolsonaro (PSL) será a de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Segundo juristas ouvidos pelo Brasil de Fato, um dos pontos de questionamento que podem ser levantados no órgão é a redução do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para menos da metade de um salário mínimo. Hoje, o valor é de um salário mínimo, equivalente a R$ 998.

Com representação partidária proporcional ao plenário, a CCJ é responsável pela avaliação da constitucionalidade dos projetos que são propostos no Congresso. Apesar da missão institucional, os debates em seu interior costumam manifestar mais juízos políticos do que estritamente técnicos.  Como o projeto do governo foi enviado em forma de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), tipo normativo que altera o próprio texto constitucional, as possíveis inconstitucionalidades devem ser observadas em relação às cláusulas pétreas, como são chamados os direitos presentes na Constituição que não podem ser alterados. Além disso, as Emendas Constitucionais aprovadas podem ser apreciadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). É o que explica o advogado Ronaldo Pagotto. “Se fosse a tentativa de uma lei ordinária, ou uma proposta sem dizer qual é o caminho, poderíamos apontar vários pontos inconstitucionais. [Como se trata de PEC] devemos questionar o seguinte: existe alguma cláusula pétrea da Constituição que está sendo violada?”, aponta. BPC O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é concedido a idosos, a partir de 60 anos, que tenham renda menor a um quarto de salário mínimo. A proposta do governo é que o valor do BPC passe de um um salário minimo (R$ 998) para R$ 400. 

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Militares leais ao governo de Nicolás Maduro atiraram contra um grupo de civis que tentava impedir o fechamento de parte da fronteira da Venezuela com o Brasil para a entrega de ajuda humanitária, deixando ao menos uma pessoa morta e várias feridas, de acordo com deputados da oposição e ativistas.O conflito aconteceu no vilarejo indígena de Kumarakapai, na região de Gran Sabana, na fronteira com o Estado de Roraima, por volta das 6h manhã do horário local (7h em Brasília) desta sexta-feira, 22.De acordo com o jornal americano The Washington Post, tudo começou quando um comboio militar se aproximou do vilarejo, que fica em uma das principais estradas que ligam a Venezuela ao Brasil. Alguns moradores se posicionaram em frente aos veículos dos soldados, para impedir sua passagem, e foram atingidos por tiros.Uma mulher, Zorayda Rodriguez, de 42 anos, foi morta, de acordo com o advogado e ativista Olnar Ortiz. Segundo o deputado da Assembleia Nacional Américo de Grazia, outras 15 pessoas ficaram feridas pelos disparos, três delas em estado grave.

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Brumadinho (MG)
SANTA TEREZINHA – PE. LEMBRAM???
 O Tenente Flávio Lanes Silva Rodrigues, que esteve na Missão Cruzex em 02.11.18 na cidade de Santa Terezinha PE,  o qual na oportunidade concedeu entrevista a este blog, entrou em contato neste dia 19.02.19, com exclusividade, para informar que os militares que atuaram aqui em Santa Terezinha, também atuaram na missão de apoio em Brumadinho (MG).
 Agradecemos ao Tenente e parabenizamos pela respeitável bravura, humanidade e humildade que aturam nesta admirável profissão. 
 

DIA 22/01       7,7

DIA 28/01       4,4

DIA 30/01       13,9

DIA 23 / 02     23,08

DIA 05/ 02     3,5

DIA 14/ 02      2,5

DIA 15/02       81,02

DIA 16/02      45,05

DIA 17/02      14,07

DIA 19/02      28,07

Total até 19.02: 223,47

FONTE: Secretário Adjunto da Secretaria Municipal de Agricultura: José Carlos Leite Silva (Teixeira de Joca Balduino)

Obs: Este resultado foi até o fechar da matéria

” Uma verdadeira bagunça, é mesmo que misturar… com”….

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O vice-presidente eleito General Mourão afirmou no último domingo, 28, que a Reforma da Previdência deve ser prioridade no governo de Jair Bolsonaro. O militar da reserva, inclusive, deixou clara a intenção de aprovar a proposta do presidente Michel Temer, pelo menos em parte, ainda em 2018. Porém, a equipe que assessora o presidente eleito já havia deixado claro que a Reforma da Previdência de Temer precisava de mudanças. O futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, já declarou que a pauta é prioritária e deseja que seja aprovada neste ano. O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), escolhido como ministro da Casa Civil do governo de Bolsonaro, chamou a proposta de Temer de “remendo”, afirmando querer um projeto de longo prazo, para cerca de 30 anos. Paulo Guedes defende a adoção do sistema de capitalização, no qual a aposentadoria de cada trabalhador é resultado do que ele poupou individualmente ao longo da vida, no texto da Reforma.  A equipe liderada por Paulo Guedes, que orienta Bolsonaro na questão da economia, citou ao O Estado de S. Paulo a necessidade de um ajuste no sistema vigente para “acalmar o mercado” e “ganhar tempo” enquanto uma reforma mais radical é elaborada. A ideia é que a reforma contemple os eixos da assistência social, da capitalização e de repartição sob novas bases, portanto, com maiores exigências para que se possa ter acesso ao benefício. É previsto pela equipe que um híbrido entre o sistema atual de repartição (em que as contribuições atuais bancam os benefícios de quem já é aposentado) e o de capitalização traga uma economia estimada em R$ 1,3 trilhão em dez anos.

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Vivo

Foto: Divulgação/Telefônica Brasil

São Paulo – O lucro líquido da Telefônica Brasil diminuiu 2% no quarto trimestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 1,486 bilhão. A receita líquida da companhia aumentou 0,5% na mesma base de comparação, para R$ 11,085 bilhões. A receita vinda dos serviços móveis teve alta de 7,5%, para R$ 7,047 bilhões. A receita obtida com os serviços fixos caiu 3,5%, para R$ 4,037 bilhões, enquanto a receita com aparelhos aumentou 90,8%, para R$ 567,3 milhões. O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Telefônica cresceu 7,4% no quarto trimestre de 2018 em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 4,046 bilhões. A margem ebitda teve alta de 2,4 pontos porcentuais, a 36,5%. A base de clientes do serviço de telefonia móvel teve queda de 2,4%, para 73,16 milhões. O número de clientes com serviços pré-pagos caiu 14,2%, para 32,75 milhões, enquanto o de clientes com pacotes pós-pagos cresceu 8,9%, para 40,05 milhões. A taxa de cancelamentos (churn rate) teve alta de 0,8 ponto porcentual, a 4,1%. A receita média por usuário (Arpu, na sigla em inglês) no segmento móvel cresceu 1,4%, para R$ 29,60. No segmento pré-pago, a Arpu diminuiu 17,8%, para R$ 6,00, enquanto no segmento pós-pago o indicador subiu 7,8%, para R$ 23,60A base de clientes de serviços fixos teve queda de 3,6%, para 22,03 milhões. A Arpu dos serviços de voz caiu 15%, para R$ 32,90, enquanto a dos serviços de internet banda larga subiu 11,9%, para R$ 62,80. A Arpu dos serviços de tevê por assinatura subiu 6,1%, para R$ 104,30.

agenciacma.com.br

Dinheiro  (Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil)

O  Ministério da Economia confirmou na manhã desta quarta-feira, 20, que impacto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Nova Previdência entregue nesta data ao Congresso Nacional será de R$ 1,072 trilhão em dez anos. Considerando também o efeito de R$ 92,3 bilhões pelas mudanças para a aposentadoria dos militares, o impacto da reforma chegará a R$ 1,164 trilhão em dez anos. De acordo com a apresentação da pasta, o impacto da PEC nos primeiros quatro anos será de R$ 168 bilhões. Já as mudanças para o regime dos militares teriam impacto de R$ 28 bilhões nos quatro primeiros anos. Com isso, o impacto total seria de R$ 189 bilhões no primeiro quatriênio de validade das medidas.

revistapegn.globo.com

Calculadora: saiba como chegar ao lucro perfeito (Foto: Reprodução)

O secretário especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, defendeu que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, entregue nesta quarta-feira, 20, ao Congresso Nacional, ataca o problema da desigualdade e os privilégios. Após acompanhar o presidente Jair Bolsonaro ao Congresso, Marinho disse que as alíquotas de contribuição do INSS serão reduzidas para até 70% daqueles que contribuem hoje com a Previdência, caindo de 8% para 7,5%, conforme antecipou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Ele informou ainda que as alíquotas terão uma escala crescente, a exemplo do que ocorre com o imposto de renda. “Quem estiver no teto do serviço público e também do funcionalismo, acima do teto, pagará 22% de alíquota”, disse. Marinho disse que o governo apresentará hoje ou amanhã proposta para endurecer cobrança de dívidas previdenciárias a partir de R$ 15 milhões. Segundo ele, são 4 mil devedores do INSS em todo o Brasil.

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Deputados aprovam sustação de decreto assinado pelo vice Hamilton Mourão que amplia a possibilidade de decretar sigilo sobre documentos públicos

O plenário da Câmara dos Deputados confirmou, nesta terça-feira, 19, a primeira derrota imposta pela Casa ao governo Jair Bolsonaro e aprovou a proposta que suspende os efeitos do decreto 9.690/19, que alterava a Lei de Acesso à Informação e ampliava a possibilidade de manter como secretos e ultrassecretos documentos e informações da administração federal.O decreto, assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão durante interinidade na Presidência da República, ampliou o leque de autoridades, inclusive ocupantes de cargos comissionados, com competência para classificar informações públicas nos graus de sigilo ultrassecreto ou secreto.Pelo decreto anterior (7.724/12), a competência decretar algo ultrassecreto era exclusiva do presidente e do vice-presidente da República, de ministros e autoridades equivalentes, comandantes das Forças Armadas e chefes de missões diplomáticas no exterior.Já para classificar uma informação de secreta, também estavam autorizados titulares de autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. O sigilo imposto pelo grau ultrassecreto é de 25 anos; e pelo grau secreto, de 15 anos.A votação final acabou sendo apenas simbólica depois que a discussão para a aprovação da urgência da tramitação do projeto mostrou o tamanho da derrota do governo: 367 deputados votaram a favor, 57 contra e três se abstiveram. O texto também precisa passar pelo Senado.

Presidência

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros afirmou que o governo não enxerga como derrota a votação na Câmara. “Em uma democracia consolidada, as derrotas são aceitas naturalmente, quando se percebe as análises do Congresso. O governo não entende, de forma alguma, como derrota, o fato de que o Congresso esteja a pedir uma análise mais aprofundada no que toca à Lei de Acesso à Informação”, afirmou.

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O presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (FAEPE) Pio Guerra, participou de reunião da diretoria Executiva da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), na quarta (13), com o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, na sede da entidade, em Brasília. No encontro, foi feita uma apresentação institucional sobre o funcionamento do Sistema CNA. Também foram listados alguns pontos considerados prioritários para o setor agropecuário, como abertura e promoção comercial, redução da carga tributária, melhoria da infraestrutura e logística, mudanças no modelo de seguro rural e assistência técnica, entre outros.O presidente da CNA, João Martins, defendeu o diálogo com o governo para a construção conjunta de políticas que beneficiem os produtores rurais e ampliem a competitividade do setor agropecuário.Neste contexto, um dos setores considerados estratégicos é a produção de leite. “Defendemos oportunidades para a pecuária leiteira. Da mesma forma em que transformamos a pecuária de corte em um setor altamente competitivo, podemos fazer isso com a pecuária leiteira”, destacou Martins.O secretário, por sua vez, defendeu o debate com o setor produtivo e falou sobre as ações do ministério para melhorar a produtividade e a competitividade da economia e para a geração de empregos.Estiveram no encontro o 1º vice-presidente da CNA, Roberto Simões (FAEMG), o 2º vice-presidente, José Mário Schreiner (FAEG), o 1º e o 2º vice-presidentes de Finanças, José Zeferino Pedrozo (FAESC) e Muni Lourenço (FAEA), o 1º e o 2º vice-presidentes de Secretaria, Mário Borba e Júlio da Silva Rocha Júnior (FAES), além do presidente da Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul (FARSUL), Gedeão Pereira.

Informações: Assessoria de Comunicação da CNA

Foto: Wenderson Araújo

Assessoria de Comunicação do Sistema Faepe/Senar-PE

Marina Lima

Telefone: (81) 3312 8950 / 99991 0039

Por Gilvandro Filho, para o Jornalistas pela Democracia – O presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, teme pela democracia brasileira, ameaçada por uma série de fatores impeditivos à livre circulação de ideias que, de forma velada ou aberta, fomentam a intolerância e o ódio. Ele vê risco nos rumos que o Direito vem tomando no País, com ameaças constantes de retrocesso em setores como a justiça do trabalho e as leis ambientais. As impressões foram transmitidas por ele em conversa exclusiva, através desta coluna, para os Jornalistas Pela Democracia.

O próprio Felipe sentiu na pele os efeitos dessa intolerância quando foi duramente atacado por setores de extrema-direita e bolsonautas que o criticaram e vincularam sua posição na OAB ao fato de ser “filho de guerrilheiro”. Felipe é filho de Fernando Santa Cruz, pernambucano de Olinda, que desapareceu em fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro, em plena ditadura.

“Desde que se anunciou o meu nome à presidência do Conselho Federal da Ordem, uma militância de extrema direita passou a associar o meu nome a uma conduta guerrilheira do meu pai. Que aliás é uma ignorância. Meu pai nunca foi guerrilheiro. Mas, também não teria problema se tivesse sido. Mas não foi, não fez parte da luta armada. Para essa gente, por meu pai ser um desaparecido político isto deslegitimaria minha presença à frente de uma entidade que tem tão ampla representação da sociedade civil” ressaltou Felipe.

Durante a ditadura militar, Fernando Santa Cruz pertencia a uma organização política, a Ação Popular Marxista Leninista (APML), que pregava e praticava a luta política de massas. Quando sumiu – ou foi sequestrado pelas forças de segurança – ele iria para um “ponto” (encontro) com outro pernambucano, o engenheiro Eduardo Collier Filho, numa esquina de Copacabana, no Rio de Janeiro, em um sábado de carnaval.”Uma campanha de difamação que foi montada nas redes sociais e buscava, claramente, dizer que o filho de um desaparecido político não poderia exercer um cargo, ainda que numa entidade não pública, numa entidade privada. Isto foi feito de maneira sui generis, num momento em que os conservadores detêm o campo majoritário no Brasil. É uma intolerância, uma falta de capacidade de compreender que uma democracia se constrói dessa correlação de pessoas de origens distintas e através do debate, do circular de ideias. Isso parece muito difícil nos tempos atuais, no nosso pais”, acentua o presidente da OAB. 

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O Congresso Nacional deve receber, nesta semana, dois projetos cruciais do governo Bolsonaro. O Executivo se comprometeu a enviar aos parlamentares o pacote anticrime do Ministério da Justiça e Segurança Pública na terça-feira (19) e, no dia seguinte, a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da PrevidênciaA chegada dos dois textos à Câmara, por onde começarão a tramitar, marcará apenas o início das discussões no Legislativo. Isso acontece no momento em que o governo enfrenta sua pior crise, com a iminência de demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, chamado de mentiroso pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente Jair Bolsonaro. A saída de Bebianno é dada como certa, mas, ao contrário do que se previa, não foi publicada na edição desta manhã do Diário Oficial da União. Como Bebianno tem aliados no ministério e mesmo na bancada do PSL no Congresso, a expectativa é por eventual contaminação da pauta legislativa. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estimou na semana passada que a reforma da Previdência deverá ser votada em cerca de quatro meses. “Se olharmos a tramitação da proposta do ex-presidente Temer, mais ou menos no mesmo prazo, vai dar ali no início de junho”, calculou Maia na semana passada em um encontro com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI). Maia tem intensificado a agenda de encontros com governadores para “construir um consenso”, segundo tem declarado.

Para começar a costurar apoios aos projetos, o presidente Jair Bolsonaro terá um encontro nesta semana com os parlamentares do PSL e outro com os líderes partidários da Câmara. Apesar das vitórias nas primeiras votações do ano, a base bolsonarista no Legislativo vive problemas internos. O líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), luta contra a desconfiança de colegas do próprio PSL e dos líderes de outras legendas, alguns dos quais ainda desejam que ele seja substituído.

O próprio PSL, envolto em uma crise que chegou ao ministério, tem uma relação turbulenta com a base que reelegeu Maia à frente da Câmara, bloco do qual o partido de Bolsonaro faz parte. “Nós ainda estamos esperando um pedido de casamento do PSL, mas ainda não sabemos a quem a gente deve se dirigir lá dentro”, disse ao Congresso em Foco um dos líderes do bloco governista.

Reforma da Previdência

Para ser aprovada, a reforma da Previdência exigirá votos de três quintos dos parlamentares: 308 deputados e 49 senadores. Sem consenso no Congresso, a proposta do ex-presidente Michel Temer acabou suspensa no início do ano passado com a intervenção federal no Rio de Janeiro.

Mas a nova reforma, capitaneada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo secretário da Previdência Rogério Marinho (PSDB-RN), será mais dura que a de Temer em alguns pontos. A nova idade mínima proposta para a aposentadoria deverá ser a mesma: 62 anos para as mulheres e 65 para os homens. O ex-presidente, no entanto, estipulava um período de transição (tempo que as idades mínimas levariam até chegar nesse patamar, após avanço gradual) de 20 anos, partindo de 53 anos para mulheres e 55 para homens.

O texto de Bolsonaro só será divulgado na terça (20), mas Marinho já adiantou que as idades mínimas já partirão de bases mais altas (55 para mulheres e 60 para homens) e chegarão ao 62/65 em apenas 12 anos.

Atualmente os trabalhadores urbanos de fora da iniciativa privada podem ter a aposentadoria integral de três formas: a partir de 30 anos de contribuição (mulheres) ou dos 35 (homens), sem exigência de idade mínima; a partir de 60 anos de idade (mulheres) ou 65 (homens) com pelo menos 15 anos de contribuição; ou ainda pela regra 86/96, que soma a idade e o tempo de contribuição para mulheres e homens, respectivamente.

Outras novidades importantes, como revelou o Congresso em Foco na última sexta (15), incluem aumentar alíquota de contribuição dos servidores públicos (de 11% para 14% da remuneração bruta) e aumento do prazo de contribuição dos militares para que possam passar à reserva. O período deverá subir de 30 anos para 35.

PL Anticrime

Bolsonaro anunciou por meio do Twitter, no último sábado, que o projeto de lei anticrime chegará ao Congresso nesta terça-feira. O texto foi apresentado ao público pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, no dia 4 de fevereiro, mas aguardava a palavra final do presidente, que ainda estava internado à época, em recuperação da cirurgia no trânsito intestinal.

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Real, dinheiro, nota, dólar, moeda (Foto: Reprodução/Pixabay)

Enquanto começam a circular as novas cédulas de R$ 2 produzidas na Suécia, o Banco Central fechou dois novos contratos sem licitação com a Casa da Moeda que somam mais de meio bilhão de reais. O BC pediu à estatal para produzir quase 1 bilhão de cédulas e mais de 600 milhões de moedas ainda este ano. O preço médio de produção das cédulas será até 40,9% maior que o pago para uma empresa sueca produzir notas de R$ 2 no ano passado. No último dia 13 de abril, BC e a Casa da Moeda fecharam dois contratos. O primeiro, com valor de R$ 279,14 milhões, prevê produção de 980 milhões de cédulas. Assinado no mesmo dia, o segundo contrato soma R$ 272,5 milhões para a fabricação de 660 milhões de moedas. O extrato dos contratos foi publicado no Diário Oficial da União. Assim como em anos anteriores, a Casa da Moeda foi contratada sem licitação. Em documento emitido em 7 de abril, o chefe do departamento de meio circulante do BC, João Sidney de Figueiredo Filho, justifica a operação sem concorrência com a breve explicação: “Aquisição de cédulas para suprimento ao meio circulante nacional, no exercício de 2017”. A mesma argumentação foi dada pelo BC em anos anteriores quando foram fechados contratos com a Casa da Moeda.

Custo

O preço pago para a impressão das notas é mais alto que o declarado pelo próprio BC recentemente. No novo contrato de 2017, o valor médio para produção de mil notas é de R$ 284,83. O pedido contempla todas as cédulas da segunda família do real – que têm notas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.

Há poucos dias, o BC informou que havia pedido 100 milhões de cédulas de R$ 2 para a sueca Crane AB com custo de R$ 202,05 por mil cédulas desse valor. O valor médio por milheiro do novo contrato, portanto, é 40,9% maior que da fornecedora nórdica. Na mesma ocasião, o BC também divulgou que a Casa da Moeda cobrara R$ 242,73 para produzir mil notas de R$ 2. Portanto, o valor médio pago no novo contrato é 17,3% maior que o cobrado pela própria estatal um ano atrás nas cédulas de R$ 2.

Essa comparação é feita com base no valor médio do contrato de 2017 – o que inclui cédulas de todos os valores – ante o pago para aquisição de notas de R$ 2 – que têm as menores dimensões da segunda família do real. Vale observar as dimensões maiores e os elementos de segurança aumentam à medida que o valor da cédula cresce – o que eleva o custo de produção.

Atraso

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Resultado de imagem para Paulo Guedes

O ministro Paulo Guedes resgatou aquela velha máxima que Roberto Campos repetia, de que quem nunca foi socialista na juventude não tem coração, e quem ainda é na idade adulta não tem cérebro. Foi em uma versão um pouco diferente. Guedes acusou esquerdistas de terem o miolo mole, mas reconheceu que costumam ter bom coração. Sobrou para direitistas, porém, a acusação de que o coração desses já não seria tão bom assim. Entendo o ponto do ministro, mas considero um erro esse tipo de narrativa, ainda que em tom mais jocoso. Considero o principal problema da esquerda hoje justamente o monopólio da virtude. O típico esquerdista parte da premissa de que ele e seus companheiros são do bem, enquanto quem discorda de sua visão de mundo só pode ser maligno, pervertido, preconceituoso. Essa é uma postura não só arrogante e infantil, como terrível para a democracia, pois gera uma segregação que impede qualquer aproximação e acordo.

Se você assume que o outro lado é ruim e tem intenções cruéis, então como chegar a um meio-termo? Como negociar com nazistas? Os eleitores de Trump se tornam, assim, um bando de alienados, na melhor das hipóteses, ou deploráveis, na opinião mais corriqueira. A esquerda desaprendeu a debater com base em argumentos e lógica, exatamente por se enxergar como detentora de uma superioridade moral só por ser esquerda. O sujeito defende certas bandeiras estatizantes na economia e libertinas nos costumes e já se sente a alma mais bondosa do planeta, sem precisar efetivamente fazer qualquer coisa para tanto.

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Veículos militares portando mísseis DF-26 numa apresentação em Pequim

Veículos militares portando mísseis DF-26 numa apresentação em Pequim

Getty Images

A ameaça de uma guerra nuclear gera grande temor ao redor do mundo. E, para piorar, os riscos de um conflito aumentam com as linhas cada vez mais tênues entre armas nucleares e convencionais. O bombardeiro B-29, por exemplo, foi projetado e construído para atirar bombas convencionais, mas, em 6 de agosto de 1945, uma aeronave americana desse modelo – Enola Gay – lançou uma bomba nuclear na cidade japonesa de Hiroshima. Cerca de 135 mil pessoas morreram em decorrência desse ataque.Hoje, 74 anos depois, nove países possuem milhares de armas nucleares, que estão se tornando cada vez mais parecidas com o arsenal não nuclear. Mesmo que o estoque global de armas nucleares esteja em seu menor nível – o ápice foi em 1986 com 64 mil unidades -, alguns dos armamentos contemporâneos são cerca de 300 vezes mais poderosos que a bomba jogada em Hiroshima.

Exceto pelo Reino Unido, todos os países com armas nucleares têm equipamentos que podem ser usados para lançar ogivas nucleares ou convencionais. Esses equipamentos incluem mísseis de alcance cada vez maior. A Rússia, por exemplo, recentemente apresentou um novo lança-mísseis de longo alcance, o 9M729. Os EUA avaliam que esse míssil seja de uso duplo (nuclear e não nuclear) e tenha ultrapassado distâncias de 500 km nos testes. O míssil fez com que os americanos acusassem os russos de violarem um tratado que bane o uso de mísseis de alcance médio e intermediário. Os EUA decidiram deixar o pacto, gerando novas preocupações acerca de uma corrida armamentista. Enquanto isso, a China tem exibido seu míssil mais novo, o DF-26. Capaz de viajar mais de 2.500 km, ele parece ser o míssil de uso duplo com maior alcance do mundo.

 Míssil norte-coreano decolando

Míssil norte-coreano decolando

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Há vários cenários em que esses mísseis poderiam aumentar exponencialmente a chance de uma guerra nuclear. O mais óbvio é que, em um conflito, eles sejam lançados com armas convencionais, mas confundidos com armas nucleares. Essa ambiguidade pode levar o adversário a lançar uma resposta nuclear imediata. É difícil saber se o país atacado aguardaria a detonação da arma para avaliar o que ela continha. Na prática, o maior perigo de mísseis de uso duplo é outro: a dificuldade de identificá-los antes mesmo que sejam lançados. Num cenário hipotético, China pode espalhar seus mísseis DF-26 carregados com armamentos nucleares por todo seu território. Um eventual inimigo, caso pense erroneamente que os mísseis tenham armamentos convencionais, pode decidir destruí-los. Com o ataque, a China poderia ser provocada a lançar essas armas nucleares antes mesmo que sejam destruídas.

Sistemas de satélites

Mísseis de uso duplo não são a única maneira pela qual armas nucleares e não nucleares estão cada vez mais intrincadas. Todas as potências nucleares precisam de um sistema de comunicação, que pode incluir satélites e também pode ser usado para planejar operações não nucleares. Os EUA, por exemplo, operam satélites capazes de alertar sobre ataques com mísseis balísticos com armas nucleares ou convencionais.

Rússia exibe seu míssil 9M729

Rússia exibe seu míssil 9M729

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Em um conflito entre a Rússia e países da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), esses satélites poderiam ser usados para detectar mísseis balísticos de curto alcance lançados pelos russos – e permitir que sejam abatidos no caminho. Se a estratégia for bem sucedida, a Rússia pode decidir atacar os satélites americanos em resposta. Especialistas em defesa nos EUA têm, inclusive, alertado que os russos estão desenvolvendo armas de laser com esse objetivo. Neutralizar satélites impediria o país de identificar tanto mísseis com armas convencionais quanto nucleares. A última US Nuclear Posture Review – documento oficial sobre a política nuclear dos EUA – explicitamente ameaça usar armas nucleares contra qualquer Estado que ataque seus sistemas de controle e comando. A estratégia poderia ser adotada mesmo que o inimigo não tenha usado inicialmente armas nucleares.

Armas controladas

As potências nucleares estão conscientes da relação cada vez mais intrincada entre armas nucleares e convencionais e estão a par dos riscos envolvidos. Mas a mitigação dessas ameaças não parece ser uma prioridade. O foco continua sendo a ampliação da capacidade militar que visa dissuadir uns aos outros. Uma opção no sentido oposto seria os países fazerem um acordo para banir armas que podem ameaçar satélites de comando e controle, mas as potências nucleares relutam em se sentar à mesma mesa. Como resultado, a perspectiva de acordo permanece bem distante, e a tensão sobre um conflito global está longe de cessar.

O corregedor do Senado Federal, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), vai pedir apoio da Polícia Federal na investigação de eventual fraude na eleição da Mesa Diretora, realizada no início do mês. A medida foi definida durante café da manhã com o presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). “Sobre o trabalho da corregedoria, na investigação da fraude do dia da eleição, atualizamos as informações e decidimos pedir a Polícia Federal que apoiasse a Polícia Federal Legislativa na perícia das imagens de todos os 81 senadores”, informou o corregedor. “Falamos com o ministro Sérgio Moro para acompanhar esse trabalho e não permitir exploração política. Não queremos espetacularização do caso”, concluiu Rocha.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, falam à imprensa após se reunirem na residência oficial da Presidência do Senado.
Davi Alcolumbre foi eleito num segundo pleito Fabio
Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Entenda

Durante apuração de votos na eleição do Senado, no último dia 2, foi constatado que havia 82 votos na urna – um a mais que o número total de senadores. Além do voto a mais, duas cédulas estavam fora dos envelopes. A votação foi anulada e Alcolumbre foi eleito em um segundo pleitoPoucos dias depois, o próprio presidente do Senado pediu que o corregedor da Casa apurasse possível fraude na eleição da Mesa Diretora.

Janaína diz que há outro membro do governo acusado de envolvimento com esquema de laranjas como Gustavo Bebianno

Marcos Oliveira/Agência Senado

Janaína diz que há outro membro do governo acusado de envolvimento com esquema de laranjas como Gustavo Bebianno.

A deputada estadual por São Paulo Janaína Paschoal (PSL) comentou neste sábado (16) a eminente exoneração do ministro da Secretaria-Geral do Governo, Gustavo Bebianno. Para a parlamentar, o motivo do afastamento do ministro não está claro e ressaltou que “um líder precisa adotar critérios minimamente claros”. No início da tarde, Gustavo Bebianno confirmou que deve deixar o cargo na próxima segunda-feira (18). A demissão deve acontecer por vontade do presidente Jair Bolsonaro, após o ministro ser acusado de participar de um suposto esquema de candidatos laranjas do PSL , quando era presidente do partido. Ele também teria mentido sobre ter conversado com o presidente sobre o assunto. “Se é verdade que Bebbiano [Bebianno] está saindo por um eventual envolvimento com as supostas laranjas, outro membro da equipe citado em situação ainda mais problemática deve ser afastado também”, escreveu Janaína, referindo-se ao ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) , que também foi acusado se envolvimento em esquema com laranjas. “Uma vez mais, não estou defendendo ou acusando quem quer que seja, estou preocupada com o engessamento de um país que já não aguenta mais. Crises, por força de questões substanciais, infelizmente, já fazem parte de nossa história. Crise por falta de definição não pode haver”, defendeu a deputada estadual.

Janaína Paschoal ressaltou que o presidente teve alta do hospital no último dia 13e que ainda está se recuperando. “Todos entendemos e oramos por ele. Mas é preciso entender que não é possível conduzir o governo como a campanha. No governo, a caneta está na mão do Presidente, ele terá que assumir os ônus das decisões”, concluiu.

Entenda a crise que envolve Gustavo Bebianno

Depois de ser acusado de participar de um suposto esquema de candidatos laranjas do PSL , quando era presidente do partido, Bebianno tentou afastar os boatos de que estava mal visto pelo presidente afirmando que ambos conversavam com frequência. “Só hoje falei com o presidente três vezes”, disse Bebianno, na última terça-feira (12). Depois disso, na quarta-feira (13), o filho do presidente e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro , divulgou um áudio do pai afirmando que era uma “mentira absoluta” que ele teria conversado com Bebianno. A publicação foi repostada pelo presidente. Desde então, há pressão no Palácio do Planalto pela demissão de Gustavo Bebianno .

 iG

Ministro diz que o “ciúme exacerbado” que Carlos tem do pai foi posto acima do projeto de melhorar o País; ex-presidente do PSL deve ser exonerado

Gustavo Bebianno e Carlos Bolsonaro protagonizaram nova crise no governo de Jair Bolsonaro
Gustavo Bebianno e Carlos Bolsonaro protagonizaram nova crise no governo de Jair Bolsonaro

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, disse a aliados que se sente traído, abandonado e não deve poupar o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, caso se concretize sua exoneração nesta segunda-feira (18) .De acordo com interlocutores ouvidos pelo jornal O Estado de S.Paulo , Gustavo Bebianno tem deixado clara sua mágoa com a atitude do vereador do Rio de Janeiro que o chamou de mentiroso . Segundo o jornal, o ministro teria dito que o “ciúme exacerbado” que Carlos tem do pai foi posto acima do projeto de melhorar o País.Para o ministro e seus interlocutores, ao conquistar a empatia de Jair Bolsonaro, Bebianno virou automaticamente um alvo de Carlos Bolsonaro . O ex-presidente do PSL disse ainda que enxerga no vereador uma pedra no sapato do presidente e só se refere a Carlos com adjetivos que desqualificam sua capacidade intelectual.

Apesar do clima tenso, o ministro nega que tenha chamado o presidente de “louco, um perigo para o Brasil” , como relatou mais cedo o colunista Lauro Jardim, no O Globo . “Não, não disse isso”, afirmou Bebianno ao Estado de S.Paulo .O ministro disse ainda que quer aguardar o desfecho oficial de seu papel no governo, com a publicação de sua saída no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira. “Preciso esfriar a cabeça”, disse Bebianno a interlocutores. Segundo confirmação do jornal Estado de S. Paulo , Bolsonaro assinou, no sábado (16), a demissão do ministro , que deve ter sua dispensa publicada no Diário Oficial da União (DOU) já na próxima segunda-feira (18).A decisão de Jair Bolsonaro de exonerar o ministro foi tomada após um encontro tenso com Bebianno no fim da tarde desta sexta-feira (15) no Palácio do Planalto, em Brasília. Bebianno tentava um encontro com o Bolsonaro desde quarta-feira (13), mas havia sido colocado “na geladeira” pelo presidente.Mais cedo, na sexta-feira (15), Bebianno se encontrou com os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Santos Cruz (Secretaria de Governo), e foi informado por eles que permaneceria com seu cargo no governo. Depois da confirmação da demissão, o ministro chegou a postar um desabafo nas redes sociais sobre lealdade.Em sua conta oficial no Instagram, Gustavo Bebianno publicou uma foto de um texto, atribuído ao escritor Edgard Abbehusen, em que diz que “a lealdade é um gesto bonito das boas amizades.” A mensagem também diz que “saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade” e encerra dizendo que “uma pessoa leal, sempre será leal. Já o desleal, coitato, vivera sempre esperando o mundo”.

 iG 

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