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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Notícias

   Foi realizado a segunda grande CRUZADA EVANGELÍSTICA nesta noite de sábado 19.10.19 na cidade de Água Branca PB,  com o tema: AGUA BRANCA,  GENTE, DA GENTE, POVO DE DEUS: UMA NOITE DE GRATIDÃO. 
                                                           
   O evento contou com grande número de pessoas que lotou a praça central. Com a presença do pastor Adegildo Gonçalves de Queiroz e sua esposa (obreiros local). Participação da Banda Genesis da cidade de Tabira e do diácono Betinho. A pregação da Palavra foi efetuada pelo evangelista vindo de João Pessoa PB: Diego Rafael, o qual foi muito usado por Deus. Deus se fez presente e mais de 10 almas se entregaram à Jesus. 
 Estavam presentes o prefeito da cidade (Tom )Everton Firmino Batista e a primeira dama, juntamente com alguns secretários e funcionários públicos municipais. Esteve presente a caravana de Tavares PB e caravanas de outras cidades.
Vangelista vindo de João Pessoa PB: Diego Rafael
       Deus é fiel. Opera milagres e maravilhas.  Basta tão somente crê e obedecer a sua Palavra.
   Este blog visitou a comunidade Filipe, município de Santa Terezinha PE,onde pôde presenciar e entrevistar As MULHERES DE BARRO, nome dado as trabalhadoras, artesãs,  fabricantes de peças de barro daquela comunidade, que mesmo com poucas condições e apoio, estão perseverando num trabalho admirável, feito com afinco e dedicação. 
     Vai os nossos parabéns e desejos: que Deus abençoe essas trabalhadoras que com simplicidade vem se destacando com suas obras. Quebrando e lapidando pedras e barro e transformando em peças artesanais. Mas é preciso pensar no lado financeiro do trabalho também, afinal, para que o artesanato possa ser uma fonte de renda, é preciso reinvestir, ter lucro e perspectiva de crescimento, e isto é feito através da precificação correta dos produtos.

  Estaremos apoiando as mesmas, no sentido de enviar às autoridades para mostrar o potencial das mesmo e do município. 

                                                             

 ACESSEM PARA CONHECER O TRABALHO DAS ARTESÃO.                                                                                                                                               
maca cortada fruta 0919 1400x800   AFRICA STUDIO/SHUTTERSTOCK

Quem faz dieta não precisa gastar uma fortuna na loja de produtos naturais com ingredientes caros e desconhecidos. Existem alimentos baratos, práticos e acessíveis que fazem uma grande diferença no processo de emagrecimento. Um deles é a maçã, que pode ser considerada um símbolo da alimentação saudável. Além de substituir muito bem um lanche ou uma sobremesa, a fruta aumenta a sensação de saciedade e ainda protege o organismo.

Por que comer maçã antes do almoço?

Como explica o post do “Seca Você Renove”, programa de emagrecimento da coach e ex-BBB Mayra Cardi, a maçã contém pectina, substância que ajuda a controlar o nível de açúcar no sangue e cria uma barreira contra a absorção de gordura e colesterol. A maçã ainda ajuda a segurar a fome por mais tempo: ocupado em digerir suas fibras, o organismo demora mais para liberar açúcar no sangue, evitando picos de glicemia que exigem uma produção maior de insulina.

cesta maca frutas 0919 1400x800EVGENY KARANDAEV/SHUTTERSTOCK

Por isso, comer meia maçã 10 minutos antes do almoço pode ajudar a comer na medida certa, melhorar a digestão e reduzir a absorção de açúcar e gordura.

Maçã não substitui almoço

Além de tudo isso, a maçã ainda é fonte de antioxidantes, que ajudam a combater os radicais livres que causam envelhecimento precoce. No entanto, a fruta não deve substituir refeições importantes como o almoço. O truque de comer meia maçã antes de sentar à mesa ajuda a melhorar a digestão e prolongar a sensação de saciedade, mas só vai trazer resultados se for acompanhado de uma alimentação equilibrada e saudável.

vix.com

Ingredientes

Modo de preparo

No liquidificador, bata 2 xícaras de açúcar, os ovos, a manteiga e o leite. Transfira para uma tigela, adicione a farinha de trigo e o coco ralado fino aos poucos e misture.

Junte o fermento.

Em uma fôrma quadrada ou retangular untada com manteiga e enfarinhada, leve ao forno preaquecido a 160°C por cerca de 35 minutos.

Espete com um palito no centro para verificar se o bolo está assado.

Em um bowl, misture o açúcar restante e o leite de coco.

Quando o bolo estiver frio, corte em quadrados e mergulhe-os nessa mistura.

Esprema delicadamente para tirar o excesso de líquido, cubra com o coco ralado grosso e leve para gelar, se preferir embrulhado em papel-alumínio.

CLAUDIA)

Foto: Agência Brasil (Foto: Agência Brasil)
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quinta-feira (17) a jornalistas que prevê um placar de 7 a 4 para derrubar a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Marco Aurélio disse que o seu voto, que será lido na próxima quarta-feira (23) tem entre sete e oito páginas, demandando trinta minutos para ser lido no plenário.
Dentro do STF, ministros de diferentes alas ouvidos pela reportagem dão como certo que o tribunal vai derrubar a prisão após a condenação em segunda instância. A dúvida que permanece é saber se prevaleceria o entendimento de que a execução de pena deve ocorrer após o esgotamento de todos os recursos (o “trânsito em julgado”) ou depois de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que funciona como uma espécie de terceira instância. A tese do STJ já foi defendida pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, que poderá desempatar o placar e definir o resultado do julgamento. O ministro Gilmar Mendes, que votou nesse sentido ao analisar um habeas corpus de Lula em abril do ano passado, já avisou que vai mudar de lado e migrar para a corrente “garantista”, pelo trânsito em julgado.
Para a projeção de Marco Aurélio Mello se confirmar, seria necessário que mais um integrante da Corte “mudasse de lado”. Nos últimos dias, circulou nos bastidores do STF a especulação de que Alexandre de Moraes poderia deixar de defender a execução antecipada de pena e votar pelo “trânsito em julgado”, mas interlocutores do ministro descartam essa hipótese. “Sete a quatro é o meu palpite. Não sei, como é que chegamos a sete? Eu costumo julgar os colegas por mim, às vezes sou otimista em excesso”, disse Marco Aurélio a jornalistas, no intervalo da sessão plenária. “É apenas a minha percepção, eu sempre acredito no melhor.” Indagado pelo Estado/Broadcast sobre o voto que lerá na próxima semana, o ministro Alexandre de Moraes desconversou: “Semana que vem você verá.”Já o ministro Ricardo Lewandowski – contrário à execução antecipada de pena – afirmou que mantém a sua convicção “como uma rocha”. “Minha opinião também, evidente, eu nunca mudei. Não sei o pensamento dos outros ministros, mas espero que o espírito original dos constituintes de 1988 prevaleça, ou seja, reafirmando a presunção de inocência até o trânsito em julgado da sentença condenatória”, disse.
Manifestações
A sessão plenária desta quinta-feira foi dominada por sustentações orais de entidades interessadas na causa e dos autores das três ações sobre a execução antecipada de pena – o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Patriota e o PCdoB. O julgamento será retomado na manhã da próxima quarta-feira, quando deverão se manifestar a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Marco Aurélio prevê que a leitura de seu voto levará 30 minutos. “Eu espero que todos percebam que há necessidade de se conciliar celeridade e conteúdo. Que nós temos um dever para com os contribuintes que é entregar prestação jurisdicional no prazo razoável”, comentou.

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Óleo volta a atingir a costa de Sergipe; mancha chega a Praia dos Artistas, em Aracaju Foto: Márcio Garcez / Agência O Globo
Óleo volta a atingir a costa de Sergipe; mancha chega a Praia dos Artistas, em Aracaju
Foto: Márcio Garcez / Agência O Globo

Os danos, porém, poderiam ter sido reduzidos, se um alerta tivesse sido dado e amplamente divulgado no início de setembro, salientam especialistas em gerenciamento costeiro, como Miguel Accioly, da Universidade Federal da Bahia, que acompanha o desastre. 

Por sua extensão (cerca de 2.200 quilômetros de faixa costeira), o derrame deveria ser classificado na categoria 3, de nível máximo, do protocolo de emergências com óleo da Organização Marítima Internacional, diz o oceanógrafo Jackson Krauspenhar, especialista em emergências por óleo da empresa Sprink, que trabalhou no desastre da Baía de Guanabara, o maior em volume no Brasil, em 2000.

— Se tivéssemos um plano de contingência implantado e encarado a situação como uma emergência nacional, estaríamos mais preparados para alocar recursos, recrutar pessoal e instruir voluntários, por exemplo. Temos visto pessoas limpando as praias a serviço de prefeituras, sem orientação alguma. Além disso, o país está mal informado sobre o que acontece — frisa Krauspenhar. Ele se refere, por exemplo, a pessoas contratadas para limpar a areia sem roupa adequada à proteção — o contato com o óleo pode causar reações — e que colocam o óleo em sacos de lixo comum. Sob sol quente, o óleo faz os sacos derreterem e suja de novo a areia. Além disso, lembra Accioly, se forem fechados, os sacos podem explodir porque o o óleo libera gases inflamáveis. Outra preocupação é para onde levar um material contaminante. — Um alarme nacional deveria ter sido dado e não entendo por que não o foi. Investigar a causa é preciso, mas conter os danos é essencial. Prevenir custa mais do que remediar e agora a conta será cara. Há dez anos, pescadores foram treinados para emergências com óleo e as comunidades que vivem junto a empreendimentos de petróleo também recebem treinamento regular. Esse pessoal poderia ter sido chamado. Só a Bahia até agora tem um comitê de crise, não há nada em âmbito federal e os estados têm poder limitado — lamenta Accioly. Por conta cara entenda-se, por exemplo, a compra de barreiras melhores do que as usadas até agora e que se adequam a impedir danos no abastecimento de navios. Estas custam cerca de R$ 6 mil por dia em cada ponto. Mas existem outras que chegam ao fundo de rios, deixam o óleo passar, mas desviam seu curso. Elas custam cerca de R$ 70 mil por ponto/dia.

— Não é o ideal, mas é o que se pode fazer agora. Elas desviam o óleo dos estuários com manguezais para as praias. A areia pode ser limpa, o mangue, na prática, não. E do mangue vem quase todo o pescado produzido pelo Nordeste. Se tirou cerca de 800 quilos do Rio Pojuca, mais isso é muito pouco, o óleo penetra no sedimento e fica lá liberando substância tóxicas. Nem sabemos ainda o que entrou realmente lá — explica ele. O diretor de Recursos Hídricos da Bahia, Eduardo Topázio, lamenta que todo o planejamento agora tenha efeito apenas paliativo e observa que os estados têm jurisdição limitada sobre o mar. Ele diz que o governo está especialmente preocupado com os manguezais e corais do sul do estado.

— Nossa economia depende dos manguezais. Esses mangues do sul estão entre os maiores e são os mais produtivos do país. Não foram afetados ainda, mas não sabemos se o óleo vai avançar, se continuará a chegar e em que escala. Temos também imensa preocupação com os corais do sul baiano. Eles são um patrimônio inestimável — afirma ele.

Ninguém sabe exatamente quantos e quais corais e mangues foram afetados no Nordeste e a dimensão do dano a áreas já atingidas, caso dos mangues do estuário do Rio do Itapicuru, em Conde, os mais importantes do norte da Bahia. Tampouco já foram colocadas barreiras de contenção ou feita alguma tentativa de limpeza por lá. O trabalho deve começar hoje, por iniciativa do governo da Bahia, que decretou emergência na segunda-feira. Ontem, os ministérios públicos federal e estadual da Bahia ingressaram com uma ação civil pública contra a União e o Ibama em decorrência das consequências e riscos do óleo.

Sergipe, que teve todas as suas 17 praias atingidas por óleo, contesta a informação do governo federal e diz que ontem o óleo continuou a chegar. O estado tem 197 quilômetros de litoral e regiões de alta prioridade, como a foz do Rio São Francisco onde o estado investiga se a mortalidade de crustáceos observada na área está relacionada ao óleo.

“Uma ingovernabilidade, os “políticos” só se preocupam com o seu bel-prazer.”

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11102019 ConquistaMunicipalistaCNM

A semana municipalista foi encerrada com mais uma conquista. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa que o ministro da Economia, Paulo Guedes, publicou nesta sexta-feira, 11 de outubro, a Portaria 558/2019, que desburocratiza repasses a obras, serviços e equipamentos para os Municípios. O texto prevê a simplificação nos repasses e faz parte de uma reivindicação do movimento municipalista.

A simplificação do processo permite a redução dos valores cobrados pela Caixa. Os percentuais cobrados atualmente da taxa de administração chegam até a 11,7%. A reivindicação do movimento municipalista é de que não ultrapasse o limite de 4,5%. Com a publicação dessa Portaria, a previsão é de que o pleito municipalista possa se tornar realidade.

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Depois das alterações na Previdência, a equipe econômica aposta na Reforma Administrativa para evitar o estrangulamento das contas públicas. Pelo menos 80% dos cargos serão extintos

Crédito: Eduardo Rossetti

RESISTÊNCIA O fim da estabilidade e a possibilidade de redução da jornada de trabalho e dos salários estão entre as medidas que devem enfrentar a oposição de grupos de pressão no Congresso (Crédito: Eduardo Rossetti)

Com a votação da Reforma da Previdência entrando na reta final, o governo Bolsonaro aposta suas fichas na reestruturação de carreiras do funcionalismo federal para evitar o estrangulamento das contas públicas. A Reforma Administrativa em elaboração prevê novas regras para contratação, promoção e desligamento de servidores. “Não temos condições de continuar rodando com gastos com folha de pagamento nessa magnitude”, diz Gleisson Rubin, secretário especial adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia. A meta é enviar o projeto ainda em outubro ao Congresso. O Executivo conta com o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que o considera a “prioridade número 1”.

Com as mudanças, o governo federal pretende reduzir o número de categorias do funcionalismo federal em até 80%. Passarão de 117 carreiras para algo entre 20 e 30, diminuindo muito o gasto com pessoal. Também é avaliada a regulamentação da avaliação de desempenho, prevista pela Constituição, que permitirá a premiação de bons servidores e a demissão por atuação insatisfatória. Serão incluídos ainda mecanismos para impedir que os bônus se estendam a todos os servidores. Outras modificações incluem a revisão de licenças e gratificações, a criação de um contrato de trabalho temporário, o estímulo à contratação pela CLT por concurso, a aproximação entre os salários do funcionalismo e do setor privado, a redução dos salários de entrada e a ampliação do prazo para se chegar ao topo da carreira.

Algumas das principais medidas devem encontrar resistência, como a redução da jornada de trabalho e dos salários e o fim da estabilidade no funcionalismo público. Este último item, inclusive, já foi refutado pelo próprio presidente, contrariando sua equipe econômica. Um outro ponto polêmico é a implementação de um novo Código de Conduta a fim de evitar “captura” de órgãos públicos por entidades de classe. Apesar da promessa oficial de tratar somente dos novos servidores, deverão ser estabelecidas regras de transição para os atuais funcionários, o que também deve provocar reações.

Dúvidas

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Esta seria a terceira derrota consecutiva do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, acusado de agir com parcialidade no caso

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, sinalizou, nos bastidores, a possibilidade de votar a favor do pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para derrubar a condenação no caso do tríplex do Guarujá.

Esta seria a terceira derrota consecutiva do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, acusado de agir com parcialidade no caso. Os colegas Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votam a favor. Os ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia votaram contra o pedido do ex-presidente. Integrantes da Corte dizem que o ideal é o julgamento ser retomado apenas quando o voto de Celso de Mello estiver “amadurecido”, já que a definição do resultado deve caber ao decano. Em agosto, por 3 a 1, a Segunda Turma derrubou a condenação que havia sido imposta ao ex-presidente da Petrobrás e do Banco do Brasil Aldemir Bendine, sob a alegação de que o executivo fora obrigado a entregar sua defesa no mesmo momento em que delatores da Odebrecht apresentaram suas alegações finais, sem poder, assim, rebater as acusações. À época, pela primeira vez a ministra Cármen Lúcia não acompanhou o relator da Lava Jato, Edson Fachin, no julgamento de casos cruciais da operação na Segunda Turma, conforme levantamento do Estado. A posição de Cármen foi interpretada como sinal de que mesmo magistrados mais favoráveis à Lava Jato poderiam se opor ao que alguns chamam de excessos de juízes e procuradores. No início deste mês, o plenário também derrubou a condenação do ex-gerente da Petrobrás Marcio de Almeida Ferreira em um caso similar ao de Bendine. Falta ainda definir a tese que pode abrir brecha para a anulação de mais condenações, como a de Lula no caso do sítio de Atibaia.

Com informações do Estadão

A conversa com o deputado federal também pautou recente aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 - Créditos: Fátima Pereira

A conversa com o deputado federal também pautou recente aprovação
da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 / Fátima Pereira

Em entrevista ao Programa Brasil de Fato Pernambuco, que foi ao ar na Rádio Clube 720 AM, na sexta-feira (11), o deputado federal Carlos Veras (PT-PE), comentou sobre sua atuação na Câmara Federal, os projetos apresentados e comissões que tem integrado, além de apontar os retrocessos que as medidas do presidente Jair Bolsonaro (PSL) representam para os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil.

Salário mínimo

A conversa com o deputado federal iniciou em torno da recente aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020, que determina os gastos federais para o próximo ano. Segundo Carlos Veras, o que está previsto é um “congelamento” e desvalorização do salário mínimo, uma vez que o aumento definido pelo executivo federal foi o de acompanhamento da inflação, o que irá reduzir o poder de compra da população.

“Infelizmente, não tem reajuste do salário mínimo. O reajuste só inflacionário significa o congelamento, diminuição do poder de compra, porque alguns itens aumentam em um valor muito mais elevado que o da inflação. Essa política do governo Bolsonaro é uma política de retirada dos pobres do orçamento da União, diferente do que fez o governo Lula, quando houve uma política de valorização do salário mínimo que era [a soma do amento] da inflação e do Produto Interno Bruto (PIB), o que permitia ganho real”, afirma o parlamentar.

Ainda de acordo com Veras, apesar do PT ter apresentado emenda que mantinha valorização do salário, Bolsonaro decidiu por não dar poder de compra à população, o que irá fazer com que a economia local não seja aquecida e a agravar a crise econômica. Isto porque, segundo o deputado, “pessoas que recebem salário mínimo compram produtos como alimentos e medicamentos, o que mantém dinheiro o dinheiro aquecendo a economia local”. Por outro lado, em momento de crise, a diminuição do poder de compra vai aumentar o desemprego, porque não haver dinheiro circulando. “A política do Bolsonaro é recessiva, de retirada de bens da população, cujas condições de vida estão piorando com esse governo”, defende.

Reforma da Previdência

O deputado Carlos Veras também foi titular na Comissão Especial da Previdência Social e votou contrário à Reforma da Previdência nos dois turnos da Câmara Federal. Segundo Veras, houve um empenho dos parlamentares de esquerda para reprovar a proposta de reforma na íntegra por entenderem que 90% das diretrizes da reforma prejudicam aqueles trabalhadores que ganham até dois salários mínimos.

Apesar de aprovação com maioria dos votos dos parlamentares, o petista afirma que foi feito um “trabalho de redução de danos”. “Conseguimos retirar os trabalhadores e trabalhadoras rurais da Reforma da Previdência, tiramos a questão do título de capitalização que era a privatização imediata da previdência pública e mantivemos os 15 anos de contribuição para homens e mulheres poderem se aposentar, esses foram os três itens mais importantes que conseguimos retirar [da proposta inicial]”, avaliou.

Direitos Humanos

Carlos Veras, que é titular na Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara Federal, afirmou que a comissão de direitos humanos tem enfrentado grade desafio no atual contexto político, visto que o presidente desrespeita e ataca os direitos humanos e seus defensores. Ainda na atuação da comissão, o deputado afirmou que foi feita audiência pública sobre o direito à alimentação, que está sendo violado com Reformas como a da Previdência.

Ainda no âmbito dos direitos humanos, no mês de junho, o deputado Carlos Veras, junto à deputada Maria do Rosário (PT-RS) e outros parlamentares da esquerda apresentaram o Projeto de Lei 3347, que defende a garantia da liberdade de expressão para os profissionais da comunicação. Para Veras, se vive no Brasil um “processo crescente de censura à liberdade de imprensa, que ataca os profissionais de comunicação”.

“Nossa proposta é para proteger jornalistas, não podemos aceitar que comunicadores que passaram informações importantes para a sociedade brasileira sejam criminalizados. O que precisa é investigar os processos”, defendeu, afirmando que o projeto está em fase inicial, mas que é uma alternativa importante em defesa da liberdade de imprensa.

Nordeste

Durante a entrevista, Carlos Veras reprovou a postura assumida pelo presidente Jair Bolsonaro em relação à região Nordeste. “Não foi uma simples declaração. Teve uma determinação de que, para o Nordeste, não era para liberar nada. Há um processo de exclusão. Temos tentado superar isso com as bancadas, com o direito que o povo nordestino tem, porque contribuímos com os impostos e aportamos ao desenvolvimento do país”, defendeu.

Veras reforçou que “Bolsonaro é o presidente do país, não só do seu partido, de uma só região, ou apenas de seus seguidores. Então, ele [Bolsonaro] não pode ficar olhando individualmente, fazendo processo de separação”. O deputado relembrou, ainda, a experiência do Consórcio Nordeste, que reúne os governadores dos nove estados da região, a qual ele considera “uma alternativa muito importante para superar esse processo de exclusão”.

Ainda na sua avaliação do governo Bolsonaro, o petista declarou que o atual presidente “não tem capacidade de governar o país” e tem “envergonhado o Brasil internacionalmente”. “Ele [Bolsonaro] coloca o Brasil em um processo de submissão a outra nação, aos Estados Unidos, afirma que nosso país está à venda. É um ‘entreguismo’ muito grande”, avaliou Veras, que também se manifestou contrário à privatização das empresas públicas ameaçadas de venda, como a Petrobras, Eletrobrás e os bancos públicos.

Parlamentares de PE

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Onze pontos importantes do plano nacional de contingência foram desrespeitados por Ricardo Salles, afirmou Carlos Minc - Créditos: Foto: EBC
Onze pontos importantes do plano nacional de contingência
foram desrespeitados por

Ricardo Salles, afirmou Carlos Minc / Foto: EBC

A contaminação do oceano com petróleo cru que atingiu quatro de cada dez cidades do litoral nordestino já é o maior crime ambiental em extensão da história do Brasil, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O vazamento que foi observado no começo de setembro poderia ter sido melhor controlado caso o governo tivesse colocado em prática o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional, previsto no decreto número 8.127, de dezembro de 2013.

Se tivesse seguido o que determina o decreto, o governo de Jair Bolsonaro (PSL) deveria ter acionado um plano de ação, comunicado aos estados e investigado, na época, as prováveis causas do vazamento e os responsáveis.

“No dia seguinte, o ministério deveria solicitar as fotos do Inpe, as fotos dos satélites e a marinha tinha que ver as rotas dos navios na região. Não era para ver isso um mês depois, mas sim no dia”, disse Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente. Em 2009, a equipe do ex-ministro elaborou um estudo rigoroso das principais áreas de risco de vazamento e as medidas a serem tomadas. “Foram oito volumes com os mapas de sensibilidade do litoral, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e onze universidades. Cada volume tinha fotos, mapas por bacias hidrográficas, tinha as marés, as tartarugas, os manguezais e instruções de como fazer e o que fazer”, disse o ex-ministro.

O material de prevenção e os protocolos de ação foram ignorados pelo governo no vazamento ocorrido em setembro.  “O ministro [Salles] é um inepto, não fez nada disso. Cinco semanas depois ele põe o pé numa praia do Nordeste e diz que tem que agir rapidamente”, disse Minc. 

Segundo o ex-ministro, o governo de Bolsonaro não consegue trabalhar com sinergia entre os órgãos públicos, entidades e pesquisadores do setor de proteção ambiental, por conta da política de corte de gastos e da perseguição ideológica. “O Ibama, o ICMBio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade] e o INPE [Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais] foram atacados, foram esvaziados. As direções foram demitidas, ninguém pode falar. Tá todo mundo com medo. Os cientistas também foram desqualificados e afastados. Disseram que as universidades eram balbúrdia”, disse.

Para Minc, o governo também demonstrou que não tem condições de reação fora procurar um culpado.

“Ao invés de colocar esse plano em prática, eles começaram, cinco semanas depois, a colocar todas  as fichas em cima de um inimigo externo. Isso parece ser uma obsessão desse governo. Então, ele esvazia e desacredita os órgão [de fiscalização]. Eles tinham que ter chamado os cientistas e os oceanógrafos para um comitê de crise. O Salles não sabe de nada. No decreto de 2013, eu contei onze pontos que não foram cumpridos”, disse.

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Para o Ministério Público Federal, governo é omisso ao não empregar os esforços necessários para minimizar danos

Óleo atinge o litoral de estados do Nordeste desde o início de setembro - Créditos: Adema/Governo de Sergipe
Óleo atinge o litoral de estados do Nordeste desde o início de setembro / Adema/Governo de Sergipe

A Justiça Federal em Sergipe determinou que a União tome medidas para conter o avanço de óleo que atinge o litoral de diversos estados do Nordeste desde o início de setembro. A ação responsabiliza também o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). De acordo com a determinação, devem ser implantadas barreiras de proteção nos rios São Francisco, Japaratuba, Sergipe, VazaBarris e Real, no litoral sergipano, em até 48 horas.

A União e o Ibama terão que pagar multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento da ordem legal. A decisão do juiz Fábio Cordeiro de Lima atende a um pedido do Ministério Público Federal, que afirma que o governo “não está empregando todos os esforços necessários para minimizar os danos causados pelo derramamento de óleo”. O procurador Ramiro Rockenbach, que assina a ação, explica que, como a causa do acidente não foi identificada, a responsabilidade de proteção do meio ambiente e da saúde da população é da União. Ele também argumenta que a União está sendo omissa ao não adotar medidas de proteção a áreas ambientais sensíveis, que são de sua responsabilidade, de acordo com a Constituição. 

Em sua decisão, o juiz afirma que “a colocação de boias em pontos críticos constitui medida que, se não elimina completamente o risco, atenua os danos, constituindo uma medida necessária e urgente no presente caso”.

O governo brasileiro havia tentado responsabilizar a Venezuela pelo vazamento, mas especialistas mostraram que a hipótese não poder ser levada a sério, já que as coordenadas geográficas da Venezuela levariam o petróleo para bem longe do Brasil. Além do litoral, a chegada do óleo ao rio São Francisco também preocupa técnicos e ambientalistas.

Com informações da Agência Brasil e do Ministério Público Federal

brasildefato

São Paulo – O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que R$ 7 bilhões do lucro anual da Caixa Econômica Federal são “roubados” do trabalhador por meio da taxa de administração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Em entrevista ao programa Poder em Foco, do SBT, na madrugada desta segunda-feira, 14, Maia criticou a alta taxa cobrada pelo banco estatal para administrar o fundo e defendeu que, caso esta taxa não seja reduzida, o governo abra espaço para que outras instituições financeiras sejam elegíveis para gerir o FGTS. Para o deputado, o rendimento do FGTS não deveria ser utilizado pelo governo para subsidiar programas sociais, como o Minha Casa Minha Vida. “Não é justo que o dinheiro do trabalhador, que é sócio deste fundo imenso que é o FGTS, seja usado como subsídio para construir a casa de outra pessoa”, disse. “Para o trabalhador, o FGTS pode ser a única poupança que ele tem”, declarou Maia.

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Chico Mendes foi assassinado em Xapuri em dezembro de 1988, mas deixou legado de luta - Créditos: ArquivoChico Mendes foi assassinado em Xapuri em dezembro de 1988, 
mas deixou legado de luta / Arquivo

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A reportagem Chico Mendes, a voz que não cala, produzida pelo Brasil de Fato, ganhou Menção Honrosa do 41º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, categoria Produção Jornalística em Áudio. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (11). O trabalho vencedor nesta categoria foi “LGBTfobia: Medo de quê?”, produzido pela Rádio CBN.

O Vladimir Herzog é uma das premiações mais importantes do jornalismo brasileiro. A cerimônia de entrega dos prêmios será no próximo dia 24 no teatro Tucarena (Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes – São Paulo), a partir das 20h.

Chico Mendes

A reportagem premiada do Brasil de Fato narrou, em quatro audiodocumentários, a vida de trabalhadores de reservas extrativistas 30 anos depois do assassinato de Chico Mendes, ocorrido em 22 de dezembro de 1988. A série de matérias também focou no legado do líder seringueiro para os povos da floresta.

A jornalista Sarah Fernandes, uma das responsáveis pelo material e indicada ao prêmio, foi a Xapuri com o fotógrafo e produtor Danilo Ramos e conviveu com seringueiros por uma semana. Lá, os dois acompanharam o dia a dia de trabalhadores na Reserva Extrativista Chico Mendes e conversaram com pessoas que lutaram ao lado do seringueiro.

“A luta principal de Chico Mendes era pela qualidade de vida das populações seringueiras. A preservação da floresta era muito importante, pela questão ambiental, mas sobretudo para manter a qualidade de vida dessas populações. A grande luta era para que o seringueiro tivesse acesso à educação, à saúde, à renda fixa mensal através do trabalho dele.” Sarah também destaca que o resultado do audiodocumentário é fruto de um trabalho coletivo. Além da jornalista e do fotógrafo Danilo Ramos, a equipe foi formada pela também fotógrafa Denise Zmekhol; pela jornalista Daniela Stefano, responsável pela edição; pelos operadores de áudio e sonorização Jorge Mayer e Adilson Oliveira; e pelo ilustrador Lucas Milagres.

Prêmio

O prêmio existe desde 1979 e é concedido a trabalhos que valorizam a democracia e os direitos humanos. Este ano, a premiação bateu o recorde histórico de inscrições, com 692 produções em seis categorias.

om taxas de juros reduzidas, a iniciativa beneficiar cerca de 40 mil pequenos empresários de Pernambuco

Com taxas de juros reduzidas, a iniciativa beneficiar
cerca de 40 mil pequenos empresários de Pernambuco
Foto: Heudes Regis

Com o objetivo de promover a geração de emprego e renda em Pernambuco, o governador Paulo Câmara lançou, nesta quinta-feira (10), o Programa Crédito Popular, que disponibilizará linhas de financiamento de até R$ 3 mil para cerca de 40 mil empreendedores formais e informais de todas as regiões do Estado. O diferencial do programa é uma linha de crédito com juros a partir de 1,49%, mais competitivos que os do mercado e que podem ser pagos em até 12 meses. Além disso, o financiamento é menos burocrático, uma vez que o crédito poderá ser liberado em até três dias, permitindo que as pessoas tenham acesso aos recursos de forma rápida e simples. A expectativa é de que a iniciativa movimente cerca de R$ 120 milhões, gerando aproximadamente 80 mil empregos diretos e indiretos até 2022.

“Viemos até Caruaru hoje para lançar um programa voltado para o futuro de Pernambuco: o Crédito Popular, que vai oferecer alternativas que podem fazer a diferença na vida das pessoas e que dialogam e ampliam o raio de atuação em favor dos que mais precisam. Estamos em uma crise que insiste em criar um ambiente desfavorável para que as coisas possam acontecer. Por isso, tenho me esforçado para trazer para Pernambuco oportunidades como essa, que dá condições às pessoas que já têm na cabeça ou já em execução seu pequeno negócio, de investirem ou melhorarem e, dessa forma, gerarem mais emprego e renda para Pernambuco”, afirmou Paulo Câmara.

O governador afirmou que 75 pessoas da Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE), encarregada de gerenciar o projeto, estarão em todo o Estado, realizando orientações financeiras. “São pessoas preparadas para ajudar, para que o povo tenha a oportunidade de empreender, melhorar seu negócio e sonhar em ter uma condição de vida melhor”, completou.

O programa funcionará da seguinte forma: os agentes de crédito da AGE visitarão os estabelecimentos comerciais e empreendedores individuais para identificar potenciais clientes, mas também é possível fazer o caminho inverso, ligando para a AGE para pedir mais informações sobre o Crédito Popular, através do Disque AGE, no número 0800 0818081, ou consultar o site www.age.pe.gov.br.

De acordo com Marcelo Barros, presidente da AGE, a falta de dinheiro é uma preocupação de quem quer iniciar ou ampliar um negócio. Durante o evento, ele apresentou uma pesquisa indicando que o número de pessoas que trabalham por conta própria passou para 24,3 milhões em agosto deste ano, contra 22 milhões do mesmo período em 2015. “Nessa perspectiva, lançamos o Crédito Popular, favorecendo o pernambucano que quer empreender. Além disso, o governador está cumprindo sua palavra ao criar esse programa”, afirmou.

Para o secretário de Trabalho, Emprego e Qualificação, Alberes Lopes, não restam dúvidas de que o programa irá gerar emprego e renda para os pernambucanos. “Além dos 80 mil empregos estimados, vamos conseguir criar ainda mais postos de trabalho, estimulando a cadeia produtiva”, explicou. Após dialogar com responsáveis por diversos arranjos produtivos no Estado, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach, viu a necessidade de assegurar microcrédito dos empreendedores. “Um eixo forte da Missão Desenvolvimento é entender a situação e transformar os pleitos em políticas públicas que fortaleçam essas cadeias”, disse.

Dona de uma lanchonete em Caruaru, Aline Chalegre, de 30 anos, foi uma das primeiras pessoas a se cadastrar, ainda durante o evento, para fazer parte do Crédito Popular. Para ela, o programa será um impulsionador para os pequenos empresários de todo o Estado investirem ainda mais nos seus negócios. “O movimento vem aumentando, então já estávamos pensando em ampliar a lanchonete. O Crédito Popular veio na hora certa, vamos conseguir realizar mais esse sonho e, possivelmente, aumentar a renda da família”, comemorou. Já Paula Dias, 45, também moradora de Caruaru, vende doces e salgados em frente à sua casa, mas sempre pensou em montar um espaço físico para comercializar os quitutes. “Agora, não tenho dúvida de que vou conseguir ter meu próprio negócio”, comemorou.

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Ingredientes

Modo de preparo

Tempere o frango com o suco de limão, 2 dentes de alho, sal e pimenta. Reserve na geladeira por 30 minutos. Lave bem os quiabos e quebre a ponta para ver se estão firmes (esse é o ponto ideal para consumo). Arranque os cabinhos, seque e corte os quiabos em três partes do mesmo tamanho. Em uma panela, aqueça o óleo e sele o frango dos dois lados (primeiro com a pele para baixo) até dourar.

Reserve em uma vasilha. Na mesma panela, refogue a cebola, o alho restante e o tomate com o colorau até murchar. Adicione o quiabo e refogue até evaporar o líquido. Reserve em uma vasilha. Volte o frango à panela, cubra com água e cozinhe até ficar macio. Junte o quiabo, cozinhe por cinco minutos e sirva em seguida.

*Receita cedida pela chef Ana Luiza Trajano. 

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Ingredientes

Modo de preparo

Descasque os camarões e tempere com sal e o suco de limão. Em uma panela com bastante água, leve as cascas ao fogo. Retire a fibra central da mandioca e cozinhe no caldo de camarão até ficar bem macia.No liquidificador, bata a mandioca com o caldo até obter um creme. Na mesma panela, grelhe os camarões em um fio de dendê e reserve em uma vasilha. Aqueça o restante do azeite de dendê e refogue a cebola, o alho, o tomate e os pimentões. Junte o creme de mandioca e o leite de coco e mexa até que a mistura fique homogênea.

Adicione os camarões. Sirva quente com as ervas picadas.

*Receita cedida pela chef Ana Luiza Trajano. 

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Manchas de óleo na praia de Pirambu, em Sergipe: derramamento atingiu todo o litoral do Nordeste e a foz do São Francisco - Créditos: AFP/ADEMAS/Marcos Rodrigues
Manchas de óleo na praia de Pirambu, em Sergipe:
derramamento atingiu todo o litoral do Nordeste e
a foz do São Francisco
/ AFP/ADEMAS/Marcos Rodrigues

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) demorou um mês para se manifestar sobre o vazamento de petróleo em todo o litoral do Nordeste, mas foi rápido para encontrar um “suspeito”. Baseado em suposto relatório da Petrobras e da Marinha – que está sob sigilo e não foi divulgado oficialmente – o governo informou que o óleo está vindo “muito provavelmente da Venezuela”, sem explicar como teria chegado ao litoral brasileiro. A hipótese de um vazamento direto do país vizinho, no entanto, não poder ser levada a sério, já que as coordenadas geográficas da Venezuela levariam o petróleo para bem longe do Brasil.“Seria impossível vir da Venezuela, porque lá predomina a corrente do Caribe, que vai em direção ao Golfo do México, e os ventos alísios do Norte, que vão para a direção oeste”, afirma o oceanógrafo Thiago Oliveira.Ao mesmo tempo em que a acusava a Venezuela, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse no começo da semana, também sem esclarecer a fonte de suas afirmações, que o óleo “veio por um navio estrangeiro, ao que tudo indica, navegando próximo à costa brasileira, com derramamento acidental ou não”.Segundo o Ibama, que trabalha na limpeza das praias, até agora foram retiradas 130 mil toneladas de óleo nos quase 140 pontos de contaminação. O volume equivale à capacidade de um navio petroleiro, entre 140 mil a 175 mil toneladas de óleo cruA área atingida tem cerca de dois mil quilômetros de extensão e vai do norte da Bahia ao meio do litoral do Maranhão.

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São Paulo — O leilão de blocos exploratórios de petróleo e gás desta quinta-feira (10) arrecadou cerca de 8,9 bilhões de reais, mais que o dobro do bônus mínimo de assinatura de 3,2 bilhões de reais previsto para as 36 áreas do certame, com a francesa Total integrando o consórcio que fez o maior lance.Com essa arrecadação em bônus, recorde para leilões em regime de concessão, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, disseram que o certame superou todas as expectativas.As petroleiras QPI, do Catar, Petronas, da Malásia, e Total, da França, fizeram a maior oferta no leilão, arrematando o bloco C-M-541 (Bacia de Campos) com bônus de 4,029 bilhões de reais, segundo informações da reguladora ANP.Em parceira com a BP, a Petrobras arrematou o bloco C-M-477 (Bacia de Campos), com bônus de 2,045 bilhões de reais.A estatal, na verdade, apresentou proposta para levar dois blocos, mas em um deles foi eliminada pelo consórcio formado pela Total, QPI e Petronas. Pela área vencedora, o bloco C-M-477 a Petrobras e a BP pagaram R$ 2,045 bilhões. Isoladamente, a Petrobras vai desembolsar R$ 1,435 bilhão ainda neste ano.“As companhias (Petrobras e BP) identificaram neste bloco um grande potencial geológico, que suporta sua proposta competitiva. Os blocos exploratórios desta região da Bacia de Campos têm sido objeto de interesse e elevada disputa nas rodadas de licitação da ANP realizadas em 2017 e 2018”, afirmou a estatal no comunicado.A Petrobras alegou ainda que a aquisição da área está alinhada à visão estratégica de recomposição do seu portfólio. Assim, espera “assegurar a sustentabilidade da produção futura”.Um consórcio integrado por Shell, Chevron e QPI levou o bloco C-M-659 (Campos), com bônus de 714 milhões de reais.O mesmo consórcio (Shell-Chevron-QPI) arrematou o bloco C-M-713 (Campos), com bônus de 550,81 milhões de reais. A Petronas também arrematou sozinha o bloco C-M-661 (Campos), pagando bônus de 1,115 bilhão, segundo a ANP.

Expectativa

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Gilson Machado Neto, presidente da Embratur (Foto: José Cruz / Agência Brasil)

                                                                                    GILSON MACHADO NETO, PRESIDENTE DA EMBRATUR (FOTO: JOSÉ CRUZ / AGÊNCIA BRASIL)

Presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, atribui a Macron a maior culpa pela ‘pulverização da imagem do Brasil’ a partir de foto falsa

A forte repercussão internacional negativa dos incêndios na Amazônia causou um prejuízo imediato ainda incalculável para o turismo brasileiro, admite Gilson Machado Neto, à frente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Ele reconhece que a imagem do Brasil no exterior foi “pulverizada”, mas indica que vai aproveitar o interesse do mundo pela região para atrair turistas estrangeiros à floresta.“Houve um marketing negativo? Sim. Houve cancelamentos de passagens? Sim. O prejuízo foi muito grande e afetou a imagem do Brasil, que foi pulverizada lá fora de forma superlativa e desnecessariamente”, avalia Machado Neto, em entrevista à RFI, durante a maior feira de turismo da América Latina, a FIT, que aconteceu nesta semana em Buenos Aires.“Tivemos uma queda em torno de 15% dos voos para a Amazônia, de acordo com a companhia American Airlines (a única que voa dos Estados Unidos a Manaus)”, revela Machado Neto, calculando um impacto ainda maior entre os países europeus. “Da Europa, eu não tenho os números ainda, mas o impacto foi maior. Tivemos impacto, principalmente da França. Mas o número exato eu ainda não sei”, indica.

Culpa de Macron

A menção à França não é em vão. Gilson Machado Neto atribui ao presidente Emmanuel Macron a maior culpa pela “pulverização da imagem do Brasil” a partir de uma foto falsa. “Macron publicou uma foto tirada na Índia em 1989 de um fotógrafo que morreu em 2003. Com isso, disparou a reprodução de uma fake news que foi seguida por outras celebridades”, acusa o responsável pela Embratur.

Em agosto, o presidente francês usou uma imagem do fotógrafo da National Geographic, Loren McIntyre, falecido há 16 anos, como sendo uma imagem atual do fogo consumindo a floresta Amazônica. A foto foi reproduzida por famosos como Leonardo DiCaprio.

“Toda a divulgação negativa começou com Macron”, aponta Machado Neto, que, desde então, reverbera ao mundo que “a Amazônia não está pegando fogo”. “Ele deve ter feito isso para desviar a atenção interna. Como ele está mal politicamente, precisa encontrar um novo foco”, justifica.O presidente da Embratur refutou os dados segundo os quais as queimadas em 2019 estão mais graves, citando “documentos da Nasa” segundo os quais “tivemos 60% a menos de incêndios na Amazônia”. Machado Neto mostra a tela do seu celular com imagens de 2019 em comparação com as de 2018, que jura serem da agência espacial norte-americana.“O que pegou fogo foi o Cerrado, uma região pré-amazônica. Não é a Amazônia em si. O capim nativo do Cerrado pega fogo naturalmente na época de seca”, argumenta, antes de diferenciar a Amazônia Legal, que inclui o Cerrado, da Amazônia propriamente dita.

Do limão, uma limonada

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