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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Notícias

O ministro Alexandre de Moraes publicou nesta quarta-feira (17) em suas redes sociais que a cerimônia em que ele tomou posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) simbolizou o respeito pelas instituições e a força da democracia. O evento aconteceu nesta terça-feira (16) e reuniu mais de 2 mil convidados no plenário da Corte, entre eles, o presidente Jair Bolsonaro e os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da SilvaDilma RousseffMichel Temer e José Sarney.

Moraes assume presidência do TSE, faz enfática defesa das urnas e é aplaudido de pé
Moraes assume presidência do TSE, faz enfática defesa das urnas e é aplaudido de pé

Também estavam presentes o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), deputados, senadores e 22 governadores.

“A cerimônia do TSE simbolizou o respeito pelas Instituições, como único caminho de crescimento e fortalecimento da República e a força da Democracia, como único regime político onde todo o poder emana do povo e que deve ser exercido pelo bem do povo”, escreveu Moraes. O evento também oficializou a posse do ministro Ricardo Lewandowski como vice-presidente do TSE. Os ministros comandarão o tribunal durante a campanha, a votação e a homologação do resultado das eleições 2022, além da posse dos eleitos em 2023.

Discurso de Moraes

Nos dias que antecederam a cerimônia, a posse de Moraes ganhou caráter de reafirmação da democracia e de defesa do sistema eleitoral do país, principalmente diante dos ataques sem provas de Bolsonaro às urnas eletrônicas. Em seu discurso, o ministro fez uma defesa da urna eletrônica e do sistema eleitoral e foi aplaudido de pé pelos mais de 2 mil convidados no plenário da Corte. Moraes também defendeu a democracia, diferenciou liberdade de expressão de “liberdade de destruição da democracia” e fez críticas ao discurso de ódio e às fake news.

g1.globo.

Mayra Cotta, advogada de Dani Calabresa e de outras mulheres que acusam Marcius Melhem de assédio sexual e moral, foi condenada pelo Tribunal de Ética e Disciplina da OAB, em Brasília, por comportamento profissional antiético.O julgamento ocorreu na noite desta segunda-feira (15). Ela recebeu uma censura transformada em advertência, mas ainda poderá recorrer da decisão.Cotta foi acusada pela defesa de Melhem de cometer irregularidades profissionais por acusar publicamente o ex-diretor de crimes não comprovados, além de “mercantilizar” a profissão. A advogada Mayra Cotta assumiu o caso de Calabresa e outras sete mulheres, além se tornar também porta-voz das vítimas na imprensa.Cotta afirmou em uma entrevista dizia ver no caso uma provável ou possível tentativa de estupro. Melhem negou as acusações à época.

Consultoria em compliance

Cotta e Manoela Miklos, que é cientista política, montaram um escritório de consultoria em compliance em casos de assédio, a Bastet. A partir de então, passaram a dar entrevistas sobre o caso Calabresa, mas de acordo com a acusação, quase sempre fazendo “propaganda” da nova empresa, inclusive em uma entrevista que foi dada para o UOL. Ela foi então foi acusada de tentar obter algum tipo de vantagem, financeira ou publicitária, com um caso próprio, o caso Calabresa e a Ordem dos Advogados do Brasil proíbe isso. Cotta e Miklos fecharam a Bastet após a denúncia e abriram a Veredas, cuja função é a mesma da anterior. Posts das duas que vinculavam a Bastet ao caso Calabresa foram deletados. A defesa de Melhem fez ainda outras denúncias, entre elas o fato de Cotta ter falado em nome de Dani Calabresa e de outras 11 supostas vítimas publicamente.A notícia é exclusiva da coluna Splash, de Ricardo Feltrin, que pediu que a equipe de Mayra Cotta se pronuncie sobre o veredito. Até o fechamento, a coluna não obteve resposta.

 

Outro lado

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que integra a equipe que defende as oito acusadoras desde 2021, negou que houve mercantilização da profissão. “Ela montou a primeira empresa com uma menina que nem era advogada. Depois, ela fechou e montou outra empresa. É inacreditável imaginar qualquer tipo de tentativa de se vangloriar ou de ganhar qualquer espaço por isso.

revistaforum

Atividades comuns da infância como brincar, ir para a escola e ser alfabetizado estão distantes da realidade de pelo menos 160 milhões de jovens em todo o mundo, que se encontram no trabalho infantil. Quanto mais cedo um indivíduo entra no mercado de trabalho, menor é a renda obtida ao longo da sua vida adulta, conforme aponta o Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador. No entanto, a realidade vivida pela camada mais carente da população mostra uma desigualdade de oportunidades de acesso à educação, trazendo um outro problema como consequência: a evasão escolar. Nos últimos quatro anos houve aumento de 8,4 milhões de crianças e adolescentes trabalhando, segundo dados do relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Se nada for feito para minimizar a situação, até o final do ano mais 8,9 milhões de jovens correm o risco de ingressar no trabalho infantil, segundo a organização.

O relatório Child Labour: Global estimates 2020, trends and the road forward (Trabalho infantil: Estimativas globais de 2020, tendências e o caminho a seguir – disponível somente em inglês) aponta que 79 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos realizam trabalhos perigosos que podem prejudicar a saúde, segurança ou sua moral. Além do que, quase 28% das crianças de 5 a 11 anos e 35% dos meninos e meninas de 12 a 14 anos nessas condições estão fora das escolas.

“Estamos perdendo terreno na luta contra o trabalho infantil e o ano passado não tornou essa luta mais fácil. Instamos os governos e bancos internacionais de desenvolvimento a priorizar os investimentos em programas que podem tirar as crianças e os adolescentes da força de trabalho e levá-los de volta à escola, e em programas de proteção social que podem ajudar as famílias a evitar essa escolha em primeiro lugar”, disse a diretora executiva do UNICEF, Henrietta Fore.

Mais trabalho, menos estudos 

No Brasil, em 2021, cerca de 244 mil crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos estavam fora da escola, segundo relatório do Todos Pela Educação. A estimativa indica um aumento de 171% em comparação a 2019, quando 90 mil crianças não estavam estudando.

A necessidade de trabalhar cedo levou 39,1% dos jovens brasileiros a abandonarem a escola, seja por pressão dos pais ou iniciativa própria para ajudar a família. Para reverter essa situação, diversas iniciativas estão sendo adotadas por educadores, instituições de ensino, iniciativas públicas e privadas como estratégias.Para o líder de políticas educacionais do Todos pela Educação, Gabriel Corrêa, “o que vai acontecer nos próximos meses e anos enquanto resposta do poder público é o que vai ditar o futuro dessas crianças e jovens e, consequentemente, o futuro do Brasil”.

Em São Paulo, a profissional de Recursos Humanos Silvana Cotrim se dedicou a ir nas escolas do seu município para falar sobre a importância da educação para um futuro melhor. Assim como ela, outras pessoas se uniram em prol da causa. Em 2020, a ONG Sonho Grande tomou a iniciativa de enviar frases de texto com motivações para mais de 15 mil estudantes de Goiás, para evitar a evasão escolar durante a pandemia, e a intervenção teve um impacto de 43,7% na redução do abandono. 

Entre as iniciativas de alcance global, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), indica que “as nações signatárias devem focar em prioridades para transformar o mundo”. Dentre os seus objetivos estão: assegurar a Educação inclusiva e de qualidade, com oportunidades de aprendizagem para todos e gerar crescimento econômico com emprego pleno e trabalho decente para promover a justiça social.

Como combater o trabalho infantil

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O TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) decidiu hoje anular o julgamento dos quatro condenados pelo incêndio na boate Kiss, que matou 242 pessoas e deixou outras 636 feridas em 2013. Em dezembro de 2021, os quatro haviam sido condenados pelo Tribunal do Júri em um julgamento que durou dez dias. Todos serão soltos. A decisão foi tomada na tarde desta quarta-feira pela 1ª Câmara Criminal, em Porto Alegre. Foram dois votos a favor da anulação e um contrário. Com a decisão, da qual cabe recurso, um novo júri deve ser marcado.

Após a condenação, a defesa dos quatro condenados ingressou com apelações na Justiça, alegando nulidades no processo e durante o julgamento. Um dos pontos questionados pelos advogados foi a sentença por dolo eventual, ou seja, quando, mesmo sem desejar o resultado, se assume o risco de matar.

Na época do julgamento, foram sentenciados por dolo eventual os dois sócios da boate —Elissandro Callegaro Spohr, conhecido por Kiko, e Mauro Londero Hoffmann— e dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira —o produtor Luciano Bonilha Leão e o vocalista, Marcelo de Jesus dos Santos. Hoje, o advogado de Spohr, Jader Marques, disse que a sentença por dolo eventual “deveria anular o julgamento”. Já Jean Severo, que defende Luciano Bonilha, observou que até “um acadêmico” ou um estudante “que cabula aula” saberia que a sentença não poderia ser por dolo eventual. Os advogados pediram a anulação do julgamento devido a escolha dos jurados, selecionados após três sorteios, por manifestações da plateia durante o julgamento e pela conduta do juiz Orlando Faccini Neto considerada por eles como “parcial”, entre outros motivos.

Julgamento foi feito pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul - Reprodução/TJ-RS - Reprodução/TJ-RS
Julgamento foi feito pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul

Imagem: Reprodução/TJ-RS

Na análise, o desembargador Manuel José Martinez Lucas, relator dos recursos e presidente da sessão, observou que foram apresentados pelos advogados 19 pedidos de nulidade. Porém, todos foram desconsiderados pelo magistrado. Martinez salientou que, apesar de alguns pontos pudessem resultar na nulidade do julgamento, é preciso que o processo tenha um fim. “As famílias esperam uma resposta e os próprios réus”, disse.

O desembargador destacou o risco de outros júris serem anulados, caso se decidisse fazer o mesmo no da Kiss Já o desembargador José Conrado Kurtz de Souza se manifestou favorável a algumas nulidades, como sobre o sorteio dos jurados e de uma conversa em privado do magistrado com as defesas – sem a presença do Ministério Público. Já nos outros pontos acompanhou o relator.

Último a se manifestar, o desembargador Jayme Weingartner Neto votou para anular o Tribunal do Júri e realizar um novo julgamento. Uma das justificativas está relacionada à “paridade de armas”, que é a igualdade no tratamento das partes do processo. Segundo o magistrado, houve desequilíbrio na atuação do Ministério Público em relação aos advogados de defesa.

Além disso, Weingartner Neto observou que regras foram descumpridas na escolha dos jurados e que os “atos praticados foram atípicos”.

“Foram descumpridas no sorteio de número excessivo de jurados, e foram descumpridas na realização de três sorteios, sendo o último flagrantemente fora do prazo legal (24/11/2021), a menos de dez dias úteis da data da instalação da sessão (1º/12/2021)”, disse o desembargador.

Antes dele, Conrado já havia salientado que a lei não tinha sido seguida neste quesito. “É preciso zelar para que todos julgamentos, complexos ou não, obedeçam à lei. Não há dois Códigos de Processo Penal. O sorteio de 25 jurados é o ponto fulcral da questão”, disse.

Réus foram condenados de 18 a 22 anos de prisão

Em dezembro do ano passado, as penas foram lidas pelo juiz Orlando Faccini Neto, que considerou “elevada a culpabilidade dos réus”.

As penas foram definidas assim:

  • Elissandro Spohr – 22 anos e seis meses de prisão
  • Mauro Hoffmann – 19 anos e seis meses de prisão
  • Luciano Bonilha – 18 anos de prisão
  • Marcelo de Jesus – 18 anos de prisão

Vejam mais uma da inúmeras impunidades que acontece no nosso país.”

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 (crédito: ED ALVES/CB/D.A.Press)

A Câmara aprovou nesta quarta-feira, 3, um projeto de lei que acaba com a saída temporária de presos. Foram 311 votos a favor, 98 contra e uma abstenção. Relatado pelo deputado bolsonarista Capitão Derrite (PL-SP), a proposta foi vista pela oposição como eleitoreira, já que a pauta de segurança pública agrada a uma das principais bases eleitorais do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição. O texto segue agora para o Senado.De autoria da ex-senadora Ana Amélia Lemos (PSD-RS), o projeto inicial, que muda a Lei de Execução Penal, apenas limitava a saída temporária de presos, mas os aliados de Bolsonaro preferiram acabar de vez com o benefício que é concedido aos que cumprem pena em regime semiaberto. O texto aprovado pelos deputados também atribuiu ao juiz da execução penal a prerrogativa de determinar o uso de tornozeleira eletrônica.  É atribuída também ao juiz, no projeto, a competência para estabelecer condições especiais para a concessão de regime aberto a presos, o que inclui a fiscalização por monitoramento eletrônico. “Em todos os casos, o apenado só terá direito à progressão de regime se ostentar boa conduta carcerária, comprovada pelo diretor do estabelecimento, e pelos resultados do exame criminológico, respeitadas as normas que vedam a progressão”, diz um trecho do texto.Ao justificar o projeto, o relator cita as saídas de presos em datas comemorativas como o Dia das Mães, Dia dos Pais e Natal. “Há casos, como o da condenada Suzanne von Richtofen, parricida, que gozou do favor legal, mesmo não tendo mais o pai que assassinou, simplesmente porque a lei concede o benefício”, argumentou.Capitão Derrite também cita o caso de Lázaro Barbosa, que foi morto em 2021 em uma perseguição policial depois de ter matado quatro pessoas da mesma família, no Distrito Federal (DF). Ele ficou escondido em matas e fazendas por 20 dias até ser encontrado pela polícia e era considerado foragido, já que deixou de voltar para a prisão após ter usado o benefício da saída temporária.

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Protesto em São Paulo (SP) pela demarcação de terras indígenas e por justiça pelas mortes de Bruno Pereira e Dom Phillips – Nelson Almeida/AFP
Protesto em São Paulo (SP) pela demarcação de terras indígenas e por justiça pelas mortes de Bruno Pereira e Dom Phillips – Nelson Almeida/AFP

As mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips atraíram olhares de todo o mundo para os riscos que correm os defensores da Floresta Amazônica. Quase dois meses depois, porém, a insegurança persiste no Vale do Javari, e não se sabe se houve mandante dos crimes.A dupla se locomovia de barco para a cidade de Atalaia do Norte, no Amazonas, quando desapareceram quase sem deixar vestígios, no dia 5 de junho. Com a ajuda dos povos indígenas do Vale do Javari, as autoridades encontraram o barco usado por eles e o local dos corpos na mata.

Assista ao vídeo:

                                           

As investigações não revelaram um possível mandante, mas chegaram a três pescadores ilegais que teriam participado diretamente dos assassinatos. Eles estariam descontentes com o monitoramento de crimes ambientais conduzidos pelo indigenista. Ambos estão presos e viraram réus por homicídio.

Ao denunciar os pescadores à Justiça, o Ministério Público Federal (MPF) escreveu que o duplo homicídio teve motivo fútil, pois foi cometido por causa de uma foto tirada por Dom Phillips do barco onde estavam os suspeitos. O único suspeito de ser o mandante dos crimes é o homem conhecido como Colômbia, um financiador da pesca ilegal no Vale do Javari. Ele apresentou documentos falsos, e a Polícia Federal não sabe qual é sua identidade real. Até agora, ele não foi acusado formalmente de nenhum crime. 

“Não podemos deixar o assunto esfriar”, diz Sydney Possuelo

Indígenas e indigenistas que defendem o Vale do Javari seguem desprotegidos. A Força Nacional foi enviada, mas não tem barcos nem armas de grosso calibre. As tropas se restringem a patrulhar a área urbana. Na floresta, servidores seguem vítimas de ameaças e foram orientados a afrouxar a fiscalização para evitarem conflitos com criminosos.  Um dos mais respeitados indigenistas do Brasil, o ex-presidente da Funai Sydney Possuelo afirma que as mortes do indigenista e do jornalista não podem cair na vala comum dos escândalos sucessivos produzidos pelo governo de Jair Bolsonaro

“A primeira coisa é não deixar esse assunto esfriar. É criar situações para a gente estar sempre lembrando e para ativar as nossas autoridades e também o engajamento do homem brasileiro comum que se preocupa com os povos indígenas e com a grande Floresta”, afirmou Possuelo.  

Amigo de Bruno pede que se chegue a mandantes

Amigo de Bruno Pereira e ex-chefe da Funai no Vale do Javari, o indigenista Armando Soares diz que fará tudo para as mortes não serem esquecidas. Ele aponta que é preciso esgotar todas as linhas de investigação em busca de um mandante.

Os conflitos na região, segundo Soares, são normalmente motivados por questões econômicas envolvendo a atuação de caçadores e pescadores ilegais. “Cadê o trabalho da Polícia Federal com os homens que financiam essas atividades lá dentro? Com os políticos locais que sabidamente têm relação com isso. Como o ‘Pelado’ conseguiu aquele barco de 50 a 60 mil reais?”, diz o servidor aposentado. 

“Pelado” é o apelido de Amarildo Oliveira, que confessou participação nas mortes. Segundo indígenas do Vale Javari ouvidos pelo Brasil de Fato, a pesca ilegal conduzida por ele era financiada por pessoas ligadas ao narcotráfico e a políticos locais, personagens que não foram implicados pelas investigações.  

Falta de apoio provocou mortes, diz indigenista 

O ex-chefe da Funai no Vale do Javari afirma temer que a impunidade resulte em mortes de mais colegas de trabalho. Ele considera que a situação só vai melhorar quando a Funai superar o desmonte promovido pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) e voltar a ser respeitada.

“Eu tive algumas situações de risco, fiz várias apreensões de pescado e carne de caça. Chegaram a cogitar, na cidade de Atalaia do Norte (AM), de me matar. Mas não fizeram porque sabiam que eu tinha o apoio da Polícia Federal e Exército?”

“Eu só posso chegar à conclusão de que, se o Bruno estivesse lá na minha época [início dos anos 2000], ele não teria morrido”, lamenta Soares. 

” Sempre vai continuar desse jeito, uma boa parte das autoridade sempre dando prioridade a corrupção”

Edição: Rodrigo Durão Coelho

brasildefato

Instagram logo

O Instagram anunciou a suspensão do lançamento de novas funções do seu aplicativo após as críticas que recebeu de usuários, influenciadores e celebridades.

 

Entre os novos recursos estava o aumento no conteúdo de vídeos recomendados, em um estilo similar ao aplicativo rival TikTok.Os modo de exibição da tela e o feed (onde ficam publicações de fotos e vídeos) foram criticados, porque usuários disseram que sentiram que não podiam ver fotos de amigos e familiares como antes.A Meta, empresa que controla o Instagram, disse que quer “um tempo” para fazer as mudanças corretas.

‘Imitando’ a concorrência

A mudança do Instagram para mais conteúdo de vídeo parece responder à crescente popularidade do TikTok, onde os usuários postam e assistem a gravações em vez de fotos.

Segundo dados da empresa de análise digital Sensor Tower, o TikTok foi baixado mais de três bilhões de vezes em todo o mundo, tornando-se o primeiro aplicativo não pertencente à Meta a atingir esse número.

O chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse ao portal de notícias The Verge que a versão de teste de renovação do aplicativo será descontinuada gradualmente em algumas semanas.”Estou feliz por termos arriscado. Se não falharmos de vez em quando, não estamos pensando grande o suficiente ou sendo ousados ​​o suficiente”, disse ele por meio de sua conta no Twitter.”Definitivamente, precisamos dar um grande passo para trás. Precisamos aprender e depois voltaremos com alguma ideia nova. Então, vamos trabalhar nisso”, acrescentou.Mosseri já havia postado um vídeo explicando as mudanças, dizendo que vídeos em tela cheia seriam promovidos em vez de fotos.Mas depois de algumas críticas duras, ele esclareceu que eles continuarão “apoiando as fotos”.

As reações das celebridades

Em resposta ao vídeo inicial de Mosseri, a modelo americana Chrissy Teigen disse que os usuários da plataforma “não querem fazer vídeos”.

Kim Kardashian

Kim Kardashian foi uma das diversas celebridades que questionaram as mudanças no Instagram

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WhatsApp messenger logo

O comando do WhatsApp diz que não vai “baixar a segurança” do aplicativo de mensagens por exigência de nenhum país.

Seria uma “tolice” acatar qualquer governo que pedisse que o aplicativo enfraquecesse sua criptografia, afirma Will Cathcart, diretor do WhatsApp, em entrevista à BBC.

No Reino Unido, um projeto do governo para identificar imagens de abuso sexual infantil prevê a possibilidade de analisar mensagens privadas.Ante a posição do WhatsApp perante o tema, a Sociedade Britânica para a Prevenção de Crueldade contra Crianças (NSPCC, na sigla em inglês) criticou o aplicativo, alegando que ele é a “linha de frente” do abuso sexual infantil.O governo britânico afirma que as empresas de tecnologia têm a obrigação de lidar com o problema. Seu projeto é parte de uma Lei de Segurança Online, cuja análise foi adiada para os próximos meses (quando será oficializada a saída de Boris Johnson como premiê, e um novo líder conservador será alçado ao cargo).”Eles (empresas) não devem ignorar os claros riscos que a criptografia de ponta a ponta possa cegá-los a esse conteúdo (de abuso infantil) e prejudicar os esforços em identificar perpetradores”, afirmou um porta-voz do governo britânico.”Vamos continuar a trabalhar com o setor de tecnologia para apoiar o desenvolvimento de métodos inovadores que protejam a segurança pública sem comprometer a privacidade.”

Apps on a phone

A equipe da BBC News Brasil lê para você algumas de suas melhores reportagens

A criptografia de ponta a ponta (E2EE em inglês) oferece o nível mais robusto de segurança às mensagens, porque apenas o destinatário tem a chave para decodificar a mensagem. Isso é considerado essencial para a privacidade da comunicação. Essa tecnologia escora as trocas online em aplicativos como WhatsApp e Signal e, de modo opcional, pode ser usada no Facebook Messenger e no Telegram. Apenas o remetente e o destinatário conseguem ler essas mensagens – com isso, nem as empresas de tecnologia nem a polícia têm acesso a elas. Agora, o debate na comunidade de tecnologia é que o governo britânico prometeu apoiar o desenvolvimento de ferramentas que possam detectar imagens ilegais dentro ou ao redor do ambiente de E2EE, em tese sem desrespeitar a privacidade do usuário. Especialistas questionam se isso é algo viável – e muitos avaliam que a única opção seria por meio do chamado “client-side scanning”. Trata-se de sistemas que escaneiam mensagens (como textos, fotos, vídeos e arquivos) e comparam seu conteúdo com bases de dados de conteúdo considerado questionável – no caso, material envolvendo abuso infantil. Esse processamento acontece antes de a mensagem chegar ao seu destinatário. Para críticos, isso, na prática, destrói as bases do E2EE, uma vez que as mensagens deixam de ser privadas.

‘Tolice’

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O último levantamento anual do IBGE mostra quais são as unidades da Federação que têm o menor PIB, indicador que mede a riqueza

A Intelis, que representa profissionais de inteligência da Abin, se soma a delegados da PF, magistrados e procuradores na defesa das urnas

Testes das urnas eletrônicas no TSEGustavo Moreno/Metrópoles

A União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) emitiu, nesta quarta-feira (20/7), um manifesto em defesa do processo eleitoral brasileiro. A Intelis, como é chamada a associação, afirma que “não há qualquer registro de fraude nas urnas eletrônicas desde a implantação do atual sistema”

O posicionamento se soma ao de outras categorias que repudiaram as declarações golpistas de Bolsonaro contra a lisura das eleições. Peritos e delegados da Polícia Federal, magistrados e procuradores de todo o país se colocaram em defesa das urnas eletrônicas.

Segundo a Intelis, os profissionais de inteligência têm “prestado apoio técnico especializado à Justiça Eleitoral no fornecimento e na implementação de sistemas e dispositivos criptográficos, que contribuem para a autenticidade, confidencialidade e inviolabilidade dos programas e dados das urnas utilizadas no país”.A associação afirma que os sistemas desenvolvidos e aperfeiçoados pelos servidores “fazem parte do ecossistema complexo de barreiras que têm resistido com sucesso às diversas tentativas de ataques executadas durante testes públicos de segurança da plataforma, como reconhece publicamente o Tribunal Superior Eleitoral”. “Como servidores públicos de um órgão de Estado essencial à proteção e à projeção dos interesses estratégicos da nação, reforçamos nosso compromisso com o Estado Democrático de Direito, a Constituição da República e o respeito irrestrito e inegociável aos direitos e garantias dos cidadãos”, disse a Intelis.

metropoles

Onda de calor eleva temperaturas na Espanha e em PortugalOnda de calor eleva temperaturas na Espanha e em Portugal  NurPhoto via Getty Images

Brandon Millerda CNN

Pelo menos 21 países, da Irlanda à Grécia, emitiram alertas de calor nesta terça-feira (19), de acordo com o Meteoalarm, uma integração dos serviços meteorológicos nacionais europeus e parte da Rede de Serviços Meteorológicos Europeus.Vários países, incluindo o Reino Unido, Bélgica e Polônia, publicaram seu nível mais alto de avisos, alertando sobre o calor perigoso e com risco de vida.



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Aqui está a lista completa de países com avisos relacionados ao calor na terça-feira:

  • Áustria
  • Bélgica
  • Bósnia e Herzegovina
  • Croácia
  • República Checa
  • França
  • Alemanha
  • Grécia
  • Hungria
  • Irlanda
  • Itália
  • Luxemburgo
  • Holanda
  • Polônia
  • Portugal
  • Sérvia
  • Eslováquia
  • Eslovênia
  • Espanha
  • Suíça
  • Reino Unido
  •          ACESSEM E VEJAM A LETRA DESTA HINO, QUASE TUDO ESTAR ACONTECENDO UMA BOA PARTE DA HUMANIDADE TENDO ELIMINAR  O PLANETA, SERÁ QUE CONSEGUE. PENSEM BEM.

Reino Unido registra temperatura mais alta de sua história

Uma temperatura de mais de 40°C foi registrada provisoriamente nesta terça-feira (19) pela primeira vez na Grã-Bretanha, disse o Met Office. Segundo o órgão, a temperatura de 40,2ºC foi registrada em Heathrow às 11h50 no horário local. Reino Unido registrou temperatura de 39,1ºC, superando provisoriamente seu recorde anterior de 38,7ºC. O recorde de calor foi registrado em Charlwood, de acordo com o Met Office do Reino Unido.

As temperaturas devem subir ainda mais nesta terça-feira (19), disse o escritório.

Espanha e Reino Unido suspendem linhas ferroviárias devido a altas temperaturas

A administradora ferroviária da Espanha, RENFE, suspendeu os serviços entre duas localidades no noroeste do país na manhã desta segunda-feira (18), devido a um incêndio próximo aos trilhos.

Imagens de mídia social filmadas de dentro de um dos vagões mostram um trem parado com passageiros preocupados ao se virem cercados por chamas dos dois lados do veículo.

A suspensão afeta todos os trens na rota Madrid-Galiza e ficará ativa até novo aviso da empresa.

CNN entrou em contato com a RENFE, mas não recebeu uma resposta imediata.

A empresa organizou uma rota rodoviária alternativa entre a estação de Zamora e Sanabria na região de Castela e Leão para passageiros cujos trens já haviam saído de suas estações.“As ações empreendidas pela RENFE têm como objetivo manter a segurança do serviço e garantir a integridade dos passageiros”, disse em comunicado.O primeiro-ministro espanhol Pedro Sanchez informou nesta que mais de 70.000 hectares foram destruídos na Espanha por causa de incêndios este ano. “70 mil hectares, para se ter uma ideia, é quase o dobro da média da última década. Até agora, tivemos 11 grandes incêndios este ano”, disse ele.Quase todo o país enfrenta risco de incêndio, com muitas regiões agora classificadas como um nível “extremo” de calor, de acordo com a Agência Estatal de Meteorológica da Espanha (AEMET.) Nesta segunda-feira, a Espanha enfrentou a oitava de uma onda de calor de mais de uma semana, que causou mais de 510 mortes relacionadas ao calor, segundo os últimos números do Instituto de Saúde Carlos III.

Diretoria que ele chefiava tem relação com apuração do escândalo de assédio na cúpula da instituição

funcionarios passam proximo local onde diretor da caixa Sérgio Ricardo Faustino Batista, foi encontrado morto no predio da caixa em brasilia
Rafaela Felicciano/Metrópoles

O diretor de Controles Internos e Integridade da Caixa, Sérgio Ricardo Faustino Batista, foi encontrado morto na noite desta terça-feira no edifício-sede do banco, na região central de Brasília.O caso está sob investigação. Apurações preliminares indicam tratar-se de suicídio.O corpo foi encontrado na área externa do prédio por vigilantes que estavam de plantão. A ocorrência foi registrada pela Polícia Civil do Distrito Federal. A Polícia Federal foi comunicada.

local onde diretor da caixa Sérgio Ricardo Faustino Batista, foi encontrado morto no predio da caixa em brasilia

Crédito: Geraldo Falcão/Agência Petrobras

Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou neste sábado, 9, que seus 12 sindicatos rejeitaram contraproposta da Petrobras (foto, sede no RJ) para acordo coletivo (Crédito: Geraldo Falcão/Agência Petrobras)

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou neste sábado, 9, que seus 12 sindicatos espalhados pelo país rejeitaram a contraproposta da Petrobras para acordo coletivo de trabalho (ACT) e aprovaram indicativo de greve por tempo indeterminado. Um comunicado oficial será encaminhado na segunda-feira, 11, à direção da Petrobras e aos presidentes da Câmara dos Deputados e Senado Federal.A FUP informou que a data de uma greve ainda deve ser definida pela federação e que o processo está condicionado ao avanço de um processo de privatização da companhia pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. Em nota, a FUP fala em greve “caso o governo federal encaminhe ao Congresso Nacional projeto de lei de privatização da Petrobras, como tem sido cogitado desde o ano passado”.No fim de maio, o Ministério de Minas e Energia (MME) pediu a inclusão da Petrobras na lista de estudos para privatização. Para tanto, é preciso que o conselho do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) ratifique a recomendação e que o presidente Jair Bolsonaro publique decreto nesse sentido.Sobre a contraproposta da Petrobras, rejeitada pela categoria, a Fup informou que a companhia propunha reajuste salarial de 5%, “o que equivaleria a menos da metade da inflação do período”, além da retirada do plano de saúde do acordo coletivo trabalhista e mudanças relacionadas a banco de horas.Os petroleiros reivindicavam reposição da inflação entre setembro de 2021 e agosto de 2022, além de reposição salarial das perdas dos últimos seis anos entre 2016 a 2021, equivalente a reajuste de 3,8%. Com isso, diz a FUP, a categoria não reivindica aumento real de salário. A entidade informou, ainda, que a proposta de reajuste da Petrobras é 8,5% inferior ao reivindicado pela categoria segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

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MPF já reconheceu responsabilidade direta do governo federal em mortes no Vale do Javari – Isac Nóbrega/PR e Ascom/Funai

A Justiça de Atalaia do Norte (AM), onde o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados, decidiu remeter o caso à Justiça Federal. O motivo foi o reconhecimento de que as mortes têm relação com os direitos indígenas, tema de competência federal. A decisão foi tomada na última quinta-feira (7).Com a mudança, cresceu a expectativa pela responsabilização do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do titular da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Xavier. A função de apresentar a ação penal à Justiça deixa de ser do Ministério Público do Amazonas e passa a ser do Ministério Público Federal (MPF).O MPF já manifestou o entendimento de que o desmonte da Funai promovido pelo governo Bolsonaro teve papel decisivo nas mortes do indigenista e do jornalista. O entendimento está em uma petição judicial assinada na última semana pelo procurador da República no Amazonas, Fernando Merloto Soave, em conjunto com a Defensoria Pública da União.  “Os graves e tristes acontecimentos dos últimos dias, em que ocorreu o assassinato de dois grandes defensores de direitos humanos, são reflexo direto do aprofundamento da omissão estrutural do Estado em relação aos povos indígenas isolados”, escreveram MPF e DPU.  “Bases precárias, desestruturadas, sem recursos humanos, materiais, técnicos e orçamentários, estavam esquecidas no meio da floresta no ano de 2018. A União, por sua vez, falhou ao não conferir recursos orçamentários que permitiriam o cumprimento da função constitucional conferida ao órgão indigenista”, continuam.

Responsabilização de Bolsonaro é improvável, diz advogado

A transferência do caso à Justiça Federal pode resultar em uma condenação penal de Bolsonaro e os responsáveis pela atual política indigenista? É improvável, na avaliação do advogado, especialista em Direito Penal, mestre em Antropologia e doutorando pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Felipe Jucá. Ele explica que a competência federal não significa que Funai e governo federal serão, automaticamente, objetos da investigação do duplo homicídio. “Os dirigentes do alto escalão podem ser responsabilizados, mas não diretamente pelo homicídio. Acho muito difícil, juridicamente falando, que eles sejam incluídos na denúncia desse crime”, diz. Para isso acontecer, segundo Jucá, teria que ficar provado o mínimo de nexo causal, que é o vínculo de causa e efeito entre uma ação e outra. “Não acredito que chegue a tanto, porque, no Direito Penal, a responsabilidade é subjetiva, ou seja, pertence ao autor do crime”, explicou. Ainda assim, Bolsonaro, Xavier e outros membros do governo poderiam ser investigados, porém, não pelo homicídio. “Mas sim havendo indícios de outras condutas criminosas. Inclusive por improbidade ou por omissão na demarcação e proteção das terras indígenas”, diz Jucá.

Transferência aumenta rigor da fiscalização

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Gastronomia: Só Precisa Saber Cozinhar Para Ganhar Dinheiro?

Na onda dos programas culinários e de gastronomia, a aparente facilidade em fazer as receitas, todo mundo já se aventurou na cozinha. Seja em pratos com procedimentos mais simples ou mais complexos, certeza que já se surpreendeu ou se decepcionou com o resultado. Quando tudo dá certo, sentir-se um chef de cozinha é natural. E vem até a vontade de se inscrever em um reality show culinário. 

Eu sei fazer um risoto maravilhoso!

Bem, todo mundo conhece ou tem alguém na família que manda muito bem na cozinha ou esse alguém pode ser você mesmo. Aposto que várias e várias vezes ouviu os elogios aos pratos e pensou: “Acho que eu poderia ganhar dinheiro com isso e viver da gastronomia”. Então, tenho uma boa notícia. Sim! Você poderia ganhar com isso e viver da gastronomia. 

Mal dei a boa notícia e já venho com uma não tão boa, mas que pode te ajudar a dar a volta por cima. Quando se trata em atuar com gastronomia, saber cozinhar apenas para os amigos não basta. O conjunto de processo e práticas que te profissionalizam na gastronomia vão além do final de semana com os parças. Mas pode ser o pontapé inicial para um futuro dentro da gastronomia. 

O que é a gastronomia? 

Considerado por muitos como arte, a gastronomia faz parte de uma área de conhecimento que atua com a culinária, as bebidas e os produtos usados na alimentação. A gastronomia reúne técnicas, tradições, inovações, mais técnicas, invenções, tecnologia e mais um pouco de técnicas. Ela traduz o que cada cultura oferece de melhor ao mundo, sendo um dos fatores mais atrativo a ser levado em consideração durante uma viagem nacional ou internacional. 

Esse estudo possibilita identificar o que combina com o quê e gerar a melhor experiência, seja ao ver o prato, quanto ao consumi-lo. Assim, como muitos compram um livro pela capa, na culinária o atrativo do prato bonito no cardápio também atrai ao dar água na boca. Por isso, também ocorrem muitas decepções culinárias quando a beleza do prato não condiz com seu sabor. Ou quando o sabor do prato surpreende mais que a aparência. 

Sendo assim, a gastronomia é uma experiência tanto para quem faz, pois a cozinha pode ser considerada um grande laboratório onde junta-se um pouco de sal e tempero, com um molho de tomate e o sabor muda drasticamente. Além disso, é necessário manter o padrão de qualidade dos produtos, preparação e aparência do prato que é entregue para todos os clientes. Como para quem está comendo, pois a sensação gerada ao experimentar o prato pode elevar aquele momento ou reduzi-lo a pedir a conta e sair insatisfeito.

Mas cozinhar parece ser tão fácil…

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Frentista segurando mangueira de bomba de gasolina- Metrópoles

(por Hubert Alquéres)

O livro “Para não esquecer – políticas públicas que empobreceram o Brasil”, organizado por Marcos Mendes, revê políticas adotadas nas últimas décadas e tem feito a cabeça de muita gente. Há dois capítulos que tratam especificamente do intervencionismo do estado no setor de combustíveis, desde a alteração do marco regulatório da exploração do pré-sal, com a instituição do regime de partilha, até a questão do controle dos preços.  Adotada no governo Dilma Rousseff em 2013 e mantida até o fim do segundo turno de 2014, essa política gerou uma dívida astronômica para Petrobras, comprometendo sua capacidade de investimento.

O represamento de preços traz algum benefício para a vida das pessoas no curto prazo, mas é extremamente danoso em seguida, provocando aumento da inflação, dos juros, recessão e desemprego. Foi o que aconteceu nos anos finais do governo Dilma, quando o PIB brasileiro teve uma queda de 7,1%, os juros chegaram a 14,5% e o exército de desempregados chegou à casa de 14 milhões de pessoas.

O Brasil tem uma larga tradição de intervencionismo desde os tempos da famigerada Comissão Interministerial de Preços, que arbitrava até o preço do chuchu.

O governo Geisel foi um dos mais intervencionistas de nossa história, inclusive no primeiro choque de petróleo da década de 70. O intervencionismo não é monopólio de nenhuma corrente ideológica. Governos de direita e de esquerda utilizaram desse expediente em momentos diferentes, embalados por um mesmo projeto: o nacional-desenvolvimentismo. Refletir sobre os erros do passado torna-se necessário no momento em que o mundo vive um novo choque de petróleo em decorrência da guerra de Putin na Ucrânia – com o bloqueio do petróleo da Rússia, segundo maior produtor do mundo – e da retomada da economia mundial no pós-pandemia. Os preços do petróleo são inflados, ainda, pela inflação mundial.

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delegado da Polícia Civil de São Paulo Daniel Vaz Rocha, do 1° DP de Registro (SP), pediu à Justiça na tarde desta quarta-feira (22) a prisão preventiva do procurador municipal Demétrius Oliveira de Macedo, de 34 anos, que agrediu brutalmente a procuradora-geral da cidade, Gabriela Samadello Monteiro de Barros, de 39 anos, na tarde da última segunda-feira (20). O espancamento, que foi filmado por colegas dos dois, dentro da Procuradoria Municipal, viralizou nas redes sociais e gerou uma imensa onda de indignação revolta.

Encaminhado à 1ª Vara Criminal do Fórum de Registro, o pedido de prisão preventiva lavrado pelo delegado se baseia no argumento de que o agressor “vem tendo sérios problemas de relacionamento com mulheres no ambiente de trabalho, sendo que, em liberdade, expõe a perigo a vida delas, e consequentemente, a ordem pública”. Caberá agora ao magistrado responsável por essa Vara acatar ou não o pedido de Vaz Rocha.

O caso gerou tanta repercussão que até o governador do Estado de São PauloRodrigo Garcia (PSDB), em visita oficial às cidades de Peruíbe e São Vicente, na Baixada Santista, se pronunciou sobre o bárbaro episódio.

“A agressão do procurador de Registro a uma colega não ficará impune. A Polícia Civil acaba de pedir a prisão do agressor Demétrius Macedo. Que a Justiça faça a sua parte e puna todo e qualquer covarde que agrida uma mulher”, disse o governador.

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Ao contrário da bolha pontocom, as empresas de hoje têm centenas de milhões de dólares em receitas, milhares de clientes e, em muitos casos, uma enorme avenida de crescimento pela frente.

homem tenta furar bolha financeira

Muitas ações de empresas de tecnologia estão significativamente abaixo de suas máximas – Imagem: ShutterstockOlá, seja bem-vindo à Estrada do Futuro, que reestreia em um clima “de volta para o futuro”. Depois de alguns meses de ausência, estou de volta ao Seu Dinheiro para escrever, todas as quintas-feiras, sobre a intersecção entre investimentos e tecnologiaQuando chamei o Vinicius Pinheiro (editor-chefe do Seu Dinheiro) para conversar, fui bastante claro: o que eu vejo hoje, olhando para o longo prazo, é uma das maiores oportunidades de se construir patrimônio com tecnologia nos últimos 20 anos.Para tangibilizar o que estou dizendo, veja a tabela abaixo, que compila a performance da ação de algumas empresas de tecnologia bastante conhecidas do público, desde o seu ponto mais alto:
Elaboração: Empiricus | Fonte: Koyfin

Nomes como PayPal, que processa mais de 20% de todos os pagamentos digitais dos EUA, caem mais de 60% das suas máximas.Outras empresas como o famoso Zoom (sim, o Zoom que você usa todos os dias), caem mais de 70% das máximas.Outros casos, ainda mais extremos, como a famosa corretora Robinhood (onde aconteceu a farra das “meme stocks”), caem mais de 80% das máximas. 

Isso já aconteceu antes.

Era uma vez, um novo milênio

Na virada do milênio tivemos a famosa bolha das empresas pontocom. Ela será um assunto recorrente neste espaço. Em resumo (e bem resumido mesmo), você pode pensar a “bolha.com” como um frenesi de otimismo infinito em relação a qualquer empresa que estivesse associada à disseminação da internet.

O ápice da “bolha.com” foi o ano 2000. E os melhores exemplos podem ser encontrados (assim como neste 2022), no Super Bowl da época!O Super Bowl é um dos maiores eventos esportivos do mundo. É a “final do futebol americano”.Como mais de 100 milhões de pessoas assistem ao evento, o espaço publicitário dos seus intervalos é extremamente caro e concorrido.Em 1999, o intervalo do Super Bowl apresentou apenas 2 empresas de internet aos telespectadores.

No ano seguinte, no ápice da bolha, foram 17!

Um dos mais emblemáticos para mim, em retrospecto, é o caso do “OurBeginning.com”, um site para listas de presentes de casamentos. O “OurBeginning.com” gastou US$ 4 milhões num comercial de 30 segundos no Super Bowl.  Só um detalhe: no ano anterior, a empresa tinha feito apenas US$ 2 milhões em receitas.

Numa entrevista para a CNN, na época, o fundador da empresa disse estar muito animado, pois a “OurBeginning.com” tinha um modelo de negócios sólido que ele não via como poderia dar errado.Em menos de 12 meses após o anúncio, a empresa estava oficialmente falida.

Aos mais curiosos, aqui o link para o comercial:

                                           

Os mesmos erros da bolha, mas…

Como mostrei para você na tabela anterior, muitas ações de empresas de tecnologia caem significativamente das suas máximas.A pandemia trouxe uma onda de crescimento massiva para o setor e muitos investidores extrapolaram esse crescimento para o infinito.Como um déja vu da virada do milênio, casos que caem mais de 60% das suas máximas estão “apenas” na média.

Comparações imperfeitas

É neste ponto que as comparações com 2000, na minha opinião, tornam-se imperfeitas.

Diferente da “OurBeginning.com”, que não tinha nem um modelo de negócios sustentável, nem uma avenida de crescimento pela frente, as empresas que vejo hoje no segmento de tecnologia, são empresas com centenas de milhões de dólares em receitas, milhares de clientes e em muitos casos, ainda com uma enorme avenida de crescimento pela frente.Peguemos o Zoom, apenas como um exemplo básico, que todos conhecem…A empresa atende mais de 500 mil clientes com até 10 funcionários, somou mais de US$ 1 bilhão em receitas e US$ 350 milhões em geração de caixa, apenas no último trimestre.

Assim como o Zoom, há dezenas de outras empresas incríveis de tecnologia que, neste momento, são tratadas pelos investidores como similares à “OurBeginning.com”.Essas empresas estão nos setores que mais deverão crescer nos próximos anos: computação em nuvem, cibersegurança, veículos elétricos, games e muitos outros.Meu objetivo, às quintas-feiras, será contar para você as histórias dessas empresas. Te apresentar a um universo imenso de oportunidades de investimentos que irão crescer substancialmente nos próximos anos.

.seudinheiro

Policiais federais escoltam um homem acusado de estar envolvido no desaparecimento do jornalista britânico desaparecido Dom Phillips e do especialista indígena Bruno Pereira, que desapareceu enquanto fazia uma reportagem em uma parte remota e sem lei da floresta amazônica, perto da fronteira com o Peru, em Atalaia do Norte, Amazonas, Brasil, 15 de junho de 2022. (Foto: REUTERS/Bruno Kelly)

O ministro da Justiça, Anderson Torres, informou que “remanescentes humanos” foram encontrados nas buscas desta quarta-feira (15) pelo indigenista Bruno Pereira e pelo jornalista Dom Phillips. “Eles serão submetidos à perícia. Ainda hoje, os responsáveis pelas investigações farão uma entrevista coletiva em Manaus”, disse o ministro, no Twitter.

Nesta quarta-feira (15), a Polícia Federal levou ao local do desaparecimento um dos suspeitos investigados.

A embarcação com policiais federais subiu o rio Itaquaí, percorrido por Pereira e Phillips, pouco antes das 13h (15h no horário de Brasília). O suspeito estava totalmente coberto, não sendo possível saber se se tratava de Amarildo Oliveira, o Pelado; seu irmão, Oseney de Oliveira, o Do Santos; ou até mesmo outro suspeito. Pelado e Dos Santos vivem na comunidade São Gabriel, onde moram ribeirinhos que sobrevivem da pesca e da agricultura tradicional.

Mapa do lugar das buscas pelo jornalista inglês Dom Phillips e pelo indigenista Bruno Pereira — Foto: O Globo Mapa do lugar das buscas pelo jornalista inglês Dom Phillips e pelo indigenista Bruno Pereira — Foto: O Globo 

As buscas por vestígios de Pereira e Phillips estão concentradas num trecho um pouco abaixo da comunidade, entre São Gabriel e a comunidade Cachoeira. A PF e a Polícia Civil do Amazonas mantêm sigilo sobre a diligência. Eles não informaram se o destino dos policiais era a comunidade; se era a área de buscas; ou mesmo quem era o suspeito conduzido.

Suspeito diz à polícia que esquartejou e enterrou corpos de Dom e Bruno 

pescador Amarildo da Costa Oliveira, o “Pelado”, 41, afirmou à Polícia Federal que esquartejou e enterrou os corpos do indigenista Bruno Araújo Pereira, servidor licenciado da Funai (Fundação Nacional do Índio), e do jornalista Dom Phillips, correspondente do jornal The Guardian. Em depoimento recente (entre terça (14) e quarta (15), Amarildo negou ter atirado na dupla, segundo fonte da PF ouvida pelo UOLO pescador disse aos policiais que recebeu os corpos queimados, mas de forma que seria possível identificá-los.

O indigenista Bruno Araújo Pereira e o jornalista Dom Phillips — Twitter/Getty ImagesO indigenista Bruno Araújo Pereira e o jornalista Dom Phillips

— Twitter/Getty Images

Nesse depoimento, Amarildo afirmou que uma segunda pessoa o ajudou a esquartejar e a enterrar os corpos. O pescador ainda acusou uma terceira pessoa de disparar contra o indigenista e o repórter -as identidades dos suspeitos apontados por Amarildo não foram reveladas à reportagem. As buscas continuam na Amazônia. A Polícia Federal do Amazonas levou hoje Amarildo ao local das buscas. Uma embarcação com o suspeito e policiais subiu o rio Itaquaí, percorrido por Bruno e Dom quando foram vistos pela última vez no dia 5 no trajeto entre a comunidade ribeirinha São Rafael e a cidade de Atalaia do Norte (AM). Até as 17h (horário de Brasília), os policiais federais continuavam na mata com Amarildo em busca do local onde ele diz ter enterrado os corpos. Em nota, o comitê de crise coordenado pela Polícia Federal disse que “há previsão de conclusão de parte das análises periciais ainda nesta data [hoje]”. A Polícia Federal prendeu ontem Oseney da Costa de Oliveira, 41, o segundo suspeito de envolvimento no crime. Ele é irmão de Amarildo, que foi preso em flagrante no dia 7 por porte de munição de uso restrito. Após agentes encontrarem vestígios de sangue no seu barco, Amarildo teve a prisão temporária decretada por suspeita de envolvimento no desaparecimento. O material está sob análise de peritos em Brasília. Segundo depoimentos à PF, Amarildo seguia de lancha a embarcação de Bruno e Dom. Na sexta (10), uma testemunha disse à Polícia Civil ter visto Amarildo acompanhado de outro homem no barco. No entanto, a PF não divulgou se o suspeito é Oseney. Amarildo e o irmão moram na comunidade São Gabriel, habitada por ribeirinhos que vivem de pesca e da agricultura.

Bombeiros mergulhadores encontraram durante as buscas uma mochila de Dom submersa amarrada junto a uma árvore, segundo a PF. Também foram localizadas roupas, calçados e um documento de Bruno. Segundo os profissionais envolvidos nas buscas, havia indicativo de tentativa de ocultar o material, já que os pertences estavam presos à vegetação. O material foi levado para perícia em Tabatinga (AM). As equipes de buscas intensificaram os trabalhos em uma região onde havia vestígios na vegetação de ingresso de uma embarcação.

Bruno e Dom foram vistos pela última vez na tarde de 5 de junho no trajeto entre a comunidade ribeirinha São Rafael e a cidade de Atalaia do Norte (AM), no Vale do Javari.

meionorte

Indigenista Bruno Araújo Pereira e jornalista Dom Phillips. O indigenista Bruno Araújo Pereira e o jornalista Dom Phillips desapareceram no domingo (5/6)

A Polícia Federal (PF) concluiu o caso envolvendo as execuções do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira, que estavam desaparecidos desde 5 de junho. Os homens suspeitos de matar as vítimas estão sendo procurados. Tratam-se de novos suspeitos no cenário das investigações. Os corpos também foram encontrados.As informações serão reveladas durante coletiva realizada na superintendência da PF, no Amazonas.A coluna apurou que restos humanos foram encontrados no local onde estavam sendo feitas as escavações. Eles serão submetidos a perícia. Ainda nesta quarta-feira (15/6), os responsáveis pelas investigações farão uma entrevista coletiva em Manaus. Nas redes sociais, o ministro da Justiça, Anderson Torres, confirmou que a PF encontrou restos humanos no local indicado pelos suspeitos.

Ouviu os disparos

Ao longo do dia, investigadores da PF colheram novos detalhes sobre a confissão de Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, de 41 anos. O pescador ilegal revelou aos policiais que chegou a ouvir os disparos que tiraram a vida do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira. No entanto, Pelado negou que tivesse participado diretamente das execuções. “Ele falou que, quando chegou no local, o indigenista e o jornalista já estavam mortos. Logo depois, os corpos foram parcialmente carbonizados, mas que ainda poderiam ser identificados. Seu envolvimento mais efetivo teria sido enterrar as vítimas”, afirmou uma fonte da PF ouvida pela coluna. Dom Phillips é colaborador do jornal britânico The Guardian. Ele se mudou para o Brasil em 2007 e mora em SalvadorTwitter/Reprodução

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