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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Notícias

Resultado de imagem para Caixa cria linha financiamento corrigida pelo IPCA e prestação pode cair até 51%

(foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil )
Caixa cria linha financiamento corrigida pelo IPCA e prestação pode …
em.com.br
presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta terça-feira que a nova linha de crédito imobiliário lançada pelo banco, que será indexada ao IPCA, terá taxas variando de 2,95% a 4,95% ao ano. Para esses contratos, a mudança significará uma queda de 51% no valor das prestações em contratos com a taxa mais barata e de 35% no caso mais caro.

Dessa forma, os contratos de crédito imobiliário não serão mais atualizados pela Taxa Referencial (TR), utilizada nos vínculos mais antigos. Hoje, as taxas dos contratos da Caixa indexados à TR possuem juros variando entre 8,30% e 9,95%, citou Guimarães.”Vamos manter linhas atuais e vamos oferecer linha nova, com o IPCA”, disse Guimarães durante o anúncio. Segundo ele, com a adoção do IPCA, haverá queda de 35% no valor da prestação no caso de um financiamento com taxa mais cara (4,95%). Isso na comparaçãocom os contratos tradicionais, ligados à TR. No caso de contratos com taxa mais barata (2,95%), a queda no valor da prestação foi estimada em 51%. “Acreditamos que a linha corrigida pelo IPCA é o futuro“, disse Guimarães. De acordo com o banco, os contratos com financiamento indexado ao IPCA serão aplicados em novos contratos no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) e no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Os contratos indexados ao IPCA terão prazo de 360 meses e financiamento máximo de 80%.

em.com.br

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Com a chegada do verão amazônico, a floresta seca e fica suscetível a incêndios, o principal método de derrubada - Créditos: Foto: Prefeitura de Diamantino (MT)
Com a chegada do verão amazônico, a floresta seca e fica suscetível a incêndios, o principal método de derrubada / Foto: Prefeitura de Diamantino (MT)

 A fumaça originada nas queimadas em ritmo acelerado na floresta amazônica tornou-se visível nesta segunda-feira (19) na capital paulista. As partículas das queimadas viajaram milhares de quilômetros, primeiro rumo ao oeste do continente, chocando-se contra a cordilheira dos Andes, para depois vir para o sul. A fumaça que atingiu São Paulo retornou ao Brasil potencializada pelos incêndios da floresta na Bolívia e no Paraguai. O Brasil vive a maior onda de queimadas dos últimos cinco anos, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).  Se bem nesta época de seca na Amazônia e em outras zonas de florestas do Brasil, a mata torna-se suscetível a incêndios, o fogo tem origem majoritariamente na ação predatória de fazendeiros, em busca de expansão das áreas de pastagem ou para plantações de soja, por exemplo. No sudoeste do Pará, fazendeiros chegaram a realizar um “dia do fogo”, promovendo queimadas simultâneas às margens da BR 163, para chamar a atenção do governo de que “o único jeito que tem para trabalhar é derrubando”. Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), que se autointitulou“capitão motosserra” segue brigando com os dados divulgados pelo Inpe e já trocou o comando do Instituto, substituindo o físico Ricardo Galvão por um oficial da Força Aérea. Desde janeiro, foram registrados 71.497 focos de incêndio, um número 82% maior do que o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 39.194 focos. Ao G1, o pesquisador do programa de queimadas do Inpe, Alberto Setzer enfatizou que a seca pode ajudar alastrar o fogo, mas que as queimadas são todas de origem humana. 

Imagem do sistema de monitoramento climático Windy do dia 18 de agosto mostra alta concentração atmosférica (manchas vermelhas) de monóxido de carbono (CO) nos Estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, passando por Bolívia e Paraguai.  (Foto: windy.com) Os estados onde as queimadas mais cresceram foram Mato Grosso do Sul (260%), Rondônia (198%), Pará (188%), Acre (176%) e Rio de Janeiro (176%). Somente entre 17 e 19 de agosto, o Inpe registrou 5.253 focos de queimadas no Brasil, 1.618 na Bolívia, 1.116 no Peru e 465 no Paraguai.

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Crédito: Reprodução/Instagram

Rachel Sheherazade usou as redes sociais para explicar o por quê de ter sido afastada do comando do SBT Brasil às sextas-feiras. “Peço desculpas aos meus amigos jornalistas, pois recebi muitos pedidos de entrevista mas, por uma questão contratual, não posso dar entrevista”, afirmou. Ela apresenta o jornal da emissora de Silvio Santos desde 2011. Para dar uma satisfação aos seguidores, Sheherazade explica que recebeu uma determinação da empresa. “Também fui pega de surpresa. Recebi uma determinação, na semana passada, de que eu estaria afastada às sextas-feiras, por tempo indeterminado. Então, não tenho como precisar quando e se vou voltar a apresentar o SBT Brasil às sextas-feiras”, disse.

Sheherazade esclarece que segue contratada da emissora até setembro de 2020. “É um contrato que pretendo seguir, como sempre cumpri meus contratos em quase 20 anos de profissão. Nunca descumpri nenhuma cláusula de nenhum contrato”, alega. “Resumindo, gente, ‘sextou’ mais cedo pra mim. Toda quinta-feira ‘sextou’ pra mim. E pretendo fazer um bom uso desses dias que terei de folga”, concluiu a jornalista, que não deixou claro os motivos desse afastamento determinado pelo SBT.

No Twitter, internautas estranharam a situação. “Padre Fábio de Melo e Rachel Sheherazade abandonaram o Twitter após serem veementemente atacados por darem opiniões”, escreveu um seguidor.

Em abril de 2017, durante a entrega do Troféu Imprensa, Silvio Santos, em tom de brincadeira, repreendeu a jornalista por dar opiniões. “Você começou a fazer comentários políticos no SBT e eu pedi para você não fazer mais, porque você foi contratada para ler notícias, não para dar sua opinião. Eu contratei você para você continuar com sua beleza e com sua voz para ler as notícias do teleprompter”, afirmou na época o dono da emissora. Depois do episódio, Sheherazade saiu em defesa de Silvio Santos: “Patrão, há que haver um mínimo de inteligência para entender nossas brincadeiras! Obrigada pela chance de fazer brilhar o meu intelecto!”, escreveu a jornalista.

No mesmo Troféu Imprensa de 2017, Silvio Santos alertou Danilo Gentili também. “Não fala sobre política porque aí você me complica”, disse o dono do baú, que pediu para o apresentador “puxar o saco dos políticos”.

 BOMBA: RACHEL SHEHERAZADE QUEBRA O SILÊNCIO SOBRE CENSURA NO SBT

istoe

Fotos: Divulgação
Fotos: Divulgação
Com o fim de setembro, mudanças vão tomar conta do jornalismo da Rede Globo. Sérgio Chapelin se despede, a pedido, do Globo Repórter. Glória Maria e Sandra Annenberg assumem o posto de Chapelin na apresentação do programa. E, Maju Coutinho entra no posto que será deixado por Sandra no Jornal hoje. As informações foram comunicadas pelo diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel.
Sérgio Chapelin estreou na Globo em 1972, quando foi âncora do Jornal hoje substituindo Ronaldo Rosas. Logo foi comandar o maior telejornal do país, o Jornal nacional, onde fez dupla com Cid Moreira. Em 1973, quando assumiu o posto no Globo repórter, o jornalista ainda participava do Fantástico e do Jornal nacional. “Naquela época, eu apresentava o Jornal nacional, o Fantástico e o Globo repórter, não tinha moleza, mas era tudo uma grande prazer”, disse Chapelin a Ali Kamel, segundo comunicado oficial da emissora.
Ninguém melhor que Glória Maria para substituí-lo, afinal, ela é um dos grandes ícones do jornalismo brasileiro que gravou seu nome na história da emissora com diversas reportagens e grandes coberturas de eventos como a Guerra das Malvinas, em 1982, além de ter entrevistado grandes nomes mundiais como o ex-presidente americano Gerald Ford, Michael Jackson, Madonna e Fred Mercury.
Sandra, que se junta a Glória no programa, é âncora do Jornal hoje, programa que ela assumiu e dá a cara há tantos anos. Não tem como não lembrar de Jornal hoje sem atrelar a imagem de Sandra Annenberg. Quando ingressou na Globo, estreou na previsão do tempo do Jornal nacional, apresentado pela dupla Cid e Chapelin, e foi a primeira mulher a aparecer todas as noites no programa. “Foi uma transformação radical, o tempo ganhou espaço, ganhamos uma assessoria de técnicos, desenvolvemos uma linguagem própria, o clima virou notícia diária”, lembrou a jornalista, no comunicado.
Maju Coutinho iniciou a carreira na TV Cultura. Chegou a Globo em 2007, fazendo reportagens locais de São Paulo. Em 2015 estreou no Jornal nacional, introduzindo o estilo próprio de apresentação da previsão do tempo, ao vivo. Ela assume, sozinha, a bancada do Jornal hoje. Nenhuma novidade para ela, que já assumiu o posto uma vez em 2017.
diariodepernambuco

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo IBGE, 3,347 milhões de desempregados procuram emprego há pelo menos 2 anos. A pesquisa também aponta que a taxa de desocupação recuou no segundo trimestre de 2019 para 12%, 0,7 pontos percentuais a menos que os primeiros três meses do ano.

(Foto: Reuters)

247 – No Brasil do golpe-Bolsonaro, o cenário é desolador para a classe trabahadora. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (15) (IBGE), 3,347 milhões de desempregados procuram emprego há pelo menos 2 anos.

A pesquisa também aponta que a taxa de desocupação recuou no Brasil no segundo trimestre de 2019 para 12%, 0,7 pontos percentuais a menos que os primeiros três meses do ano, conformedivulgou o jornal Folha de S.Paulo. No levantamento divulgado em maio, sobre janeiro, fevereiro e março, as maiores taxas de desocupação foram registradas no Amapá (20,2%), Bahia (18,2%) e Acre (18%). Na ocasião, aqueles que registraram os menores números foram Santa Catarina (7,2%), Rio Grande do Sul (8%), Paraná e Rondônia (8,9%).Segundo o IBGE, esses números são os maiores para um trimestre desde 2012. No 1º trimestre, eram 3,319 milhões de brasileiros nessa situação, que representavam 24,8% do total. A informaçãoé do Portal G1. Em um ano, houve acréscimo de 196 mil pessoas que estão à procura de emprego há dois anos ou mais.”Esse total era de 1,435 milhões de pessoas em 2015, um indicador com tendência de crescimento em função da dificuldade da inserção no mercado de trabalho a partir do início da crise econômica, em finais de 2014″, destacou o IBGE.

Austeridade e desigualdade 

A política de austeridade pós-golpe de Estado também trouxe um grave cenário de desigualdade no Brasil. A FGV Social, sob o comando de Marcelo Neri, lança nesta quinta-feira (15) uma pesquisa sobre a evolução da distribuição de renda brasileira. A pesquisa aponta que, nos últimos quatro anos, após o golpe contra Dilma Rousseff, em 2016, a desigualdade brasileira subiu todos os trimestres. A renda do trabalho da metade mais pobre caiu 18,1% em termos reais e a dos 1% mais rico aumentou 9,5%.

brasil247

Foto: Evaristo Sá/AFP (Foto: Evaristo Sá/AFP)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) –

O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta quarta-feira (14) reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre a internação da avó da primeira-dama, Michelle, e disse que o SUS (Sistema Único de Saúde) deve atender a todos, sem privilégios.

“O SUS é para todos. Não vai ter um SUS pessoal para o Bolsonaro, presidente. O SUS é para todo mundo”, disse o presidente.

Após mais de dois dias aguardando atendimento deitada em uma maca no corredor de um hospital na periferia do Distrito Federal, a avó materna da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, foi transferida e submetida a uma cirurgia de urgência no último domingo (11). A Folha de S.Paulo encontrou Maria Aparecida Firmo Ferreira, 78, na tarde de sábado (10) em uma maca, com outros pacientes, no corredor do Hospital Regional de Ceilândia, a 37 km do Palácio da Alvorada, onde Michele vive com Bolsonaro. Logo após o jornal procurar a assessoria do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), Maria Aparecida foi transferida para o Hospital de Base, unidade com mais estrutura.

“Ela [Michelle] deve ter uns 50 parentes só na Ceilândia. Estavam atrás para fazer uma matéria por outro motivo, para dar uma baixaria. Não vou falar. Uma baixaria total. Um problema que ela [a avó] teve na Justiça há mais de 30 anos”, disse Bolsonaro, sem citar que problema seria esse.

“E daí encontraram no hospital. Daí não fizeram essa matéria da baixaria total. Fizeram apenas para tentar desacreditar. Como é que pode uma senhora que trata de deficientes abandonar a vovozinha querida, né. Isso aí que a Folha de S.Paulo fez. Não desiste”, ressaltou. 
O presidente ainda comentou a relação dele com a avó da primeira-dama. “Acho que falei com essa senhora uma vez na minha vida. Eu conheci a Michelle na Câmara. Ela estava separada. Em quatro meses, namorei, noivei, casei com ela. Tinha uma filha e ela foi, logicamente, morar comigo. Naquela época, nesses quatro meses, eu fui umas 30 vezes na Ceilândia. Depois disso, duas ou três. Não conheço a família dela. E a família dela é enorme”, disse.
“Aqui estão abertas as portas se quiserem visitar a gente, os familiares. Agora, a avó dela tem uma vida pessoal. É bastante idosa. Pessoa completamente livre, né. Não sei o relacionamento dela com seus oito filhos, não sei, está certo!? E isso é família, né. O meu pai dizia lá trás: ‘Parente bom é parente longe’. Meu pai dizia isso, não sei se vocês concordam comigo. Cunhado, para que serve cunhado? Para buscar cerveja na geladeira, mais nada”, acrescentou.

” É muito cinismo”

Texto foi aprovado pelo plenário em votação simbólica

© Pablo Valadares Texto foi aprovado pelo plenário em votação simbólica

A Câmara dos Deputados aprovou nesta 4ª feira (14.ago.2019) o projeto de lei do Senado 7596 de 2017, que dá novas regras para o abuso de autoridade em todas as esferas da República. A votação foi simbólica –quando não são contados os votos individuais dos deputados. Ainda faltam ser apreciados os destaques. Como já foi apreciado pelos senadores, se não houver nenhuma alteração, a matéria vai para sanção presidencial.

O texto de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) –eis a íntegra– diz que constitui crime quando, entre outros casos, o agente público prende alguém em caso claro de desconformidade com as leis ou constrange o preso ou o detento, mediante violência, grave ameaça ou redução de sua capacidade de resistência. Em outro artigo configura como crime “permitir que fotografem ou filmem, divulgar ou publicar fotografia ou filmagem de preso, internado, investigado, indiciado ou vítima, sem seu consentimento ou com autorização obtida mediante constrangimento ilegal, com o intuito de expor a pessoa a vexame ou execração pública”.

O texto foi apreciado pelos deputados graças à aprovação de 1 regime de urgência na tarde desta 4ª. Ele permite que a matéria seja analisada diretamente em plenário e tão logo seja posta em pauta. Na mesma sessão também foi aprovada a urgência para 1 projeto do governo que trata de porte de armas. Este, por sua vez, estava com prioridade constitucional pedida pelo presidente da República. Bolsonaro, contudo, retirou a urgência após acordar com congressistas que o Legislativo aprovaria tal pedido.

Alvo de críticas no plenário da Câmara por parte dos deputados governistas e do partido Novo, o trecho que enquadra como abuso de autoridade algemar suspeitos em casos em que este não resistir à prisão, não houver risco de fuga ou contra a sua integridade física. As penas estipuladas para os agentes públicos que cometerem alguma das infrações que estejam definidas como o crime vão de 3 meses a 4 anos de prisão, além de multas, dependendo de qual for o caso especificado. A pena mínima pode ser aplicada quando a autoridade “coibir, dificultar ou impedir, por qualquer meio, sem justa causa, a reunião, a associação ou o agrupamento pacífico de pessoas para fim legítimo”, de acordo com o texto.

Já a maior pena possível pode ser aplicada, por exemplo, quando 1 juiz decretar a condução coercitiva de testemunha ou investigado claramente sem necessidade ou sem prévia intimação de comparecimento ao juízo.

Juizes se posicionam

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Crédito: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Mutirão de emprego em São Paulo (Crédito: Marcello Casal

jr/Agência Brasil)

Estadão Conteúdo

O governo calcula que a medida provisória (MP) da Liberdade Econômica, cujo texto-base foi aprovado na noite de terça-feira no plenário da Câmara, permitirá a geração de 3,7 milhões de novos empregos em um prazo de até dez anos. O número, já antecipado pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) no início de julho, faz parte de um estudo da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia e foi reiterado nesta quarta-feira, 14, pelo secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel. Segundo ele, também em um prazo de dez anos, a medida provisória permitirá um acréscimo de 7% ao Produto Interno Bruto (PIB). “Isso é um crescimento muito expressivo. Em 2019, por exemplo, o PIB poderia dobrar, se as mudanças pudessem ser introduzidas no início do ano”, afirmou Uebel a jornalistas na saída do Ministério da Economia, após reunião com o ministro Paulo Guedes e uma série de representantes do setor empresarial. O impacto previsto pelo governo será consequência do processo de desburocratização de uma série de atividades econômicas. “A MP facilita a abertura e o fechamento de empresas”, citou o secretário. “Estabelecimentos de baixo risco não dependerão mais de alvará, de licença”, acrescentou, lembrando que a espera por alguns documentos, atualmente, chega a durar seis meses.

Para Uebel, é difícil mensurar o impacto de curto prazo da MP, mas já há sinais positivos. “Justamente porque os micro e pequenos empreendedores, que são a maior parte dos serviços no Brasil, com atividades de baixo risco, contarão com um efeito imediato. Eles não precisarão mais esperar por um alvará, uma autorização, para começar uma atividade de costureira, um pequeno comércio de rua, uma atividade de sapateiro”, disse o secretário “Isso daí faz muita diferença na vida das pessoas.” Uebel destacou ainda a possibilidade, trazida na nova lei, de as empresas promoverem a digitalização de documentos. Além disso, defendeu a criação de uma “imunidade tributária” para a inovação, o que tornaria o Brasil mais próximo das regras adotadas pelos membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Com a harmonização de regras, segundo ele, o Brasil poderá fazer parte da OCDE em breve.

Destaques

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Resultado de imagem para Grupos indígenas ocupam prédio do Ministério da Saúde na 702 Norte
Grupos indígenas ocuparam o prédio do Ministério da Saúde localizado na quadra 702 da Asa Norte, na manhã desta segunda-feira (12/8). Cerca de 1500 mulheres índigenas reivindicam melhorias na saúde, se colocam contra a municipalização da saúde índígena, que prevê que eles sejam atendidos em centros de saúde, junto aos demais cidadãos (Hoje, o atendimento é feito nas próprias aldeias, com treinamento específico dos profissionais) e pedem a saída da secretária Especial de Saúde indígena, Sílvia Waiãpi.
Os indígenas acessaram o 4º e 7º andar do prédio e entoaram cânticos e danças. A Polícia Militar reforçou a segurança no local e acompanhou a manifestação. As lideranças indígenas exigem ainda a presença do ministro da saúde, Luiz Mandetta. Os povos estão reunidos em Brasília desde domingo (11/8) para a primeira edição da Marcha das Mulheres Indígenas. A marcha, organizada pela Articulação Brasileira dos Povos Indígenas (Apib), visa discutir o que é ser mulher nas comunidades indígenas. As atividades continuam até quarta-feira (14/8).

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Era noite de 23 de outubro de 2018, faltando alguns dias para o segundo turno, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rodava na voltagem máxima. Saíra havia pouco do tribunal o então ministro Sérgio Etchegoyen, após uma reunião tensa com os outros ministros. Na mesa, a punição ou não de um coronel que insultara Rosa Weber. Luís Roberto Barroso, especialmente, estranhou-se com Etchegoyen. Chegou então o aviso de que Dias Toffoli estava a caminho. Só Rosa Weber e Edson Fachin o esperaram, Barroso foi para seu gabinete. Ao chegar, Toffoli relatou uma situação preocupante. Sem usar a palavra golpe, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) lembrou que o então comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, tinha 300 mil homens armados que apoiavam Jair Bolsonaro, um candidato que duvidava da lisura do processo eleitoral e incitava seus seguidores, os militares aí incluídos, a questionar as urnas eletrônicas. O TSE deveria ser, mais do que nunca, claro em seus posicionamentos.

A cena, narrada pelos repórteres Felipe Recondo e Luiz Weber, é uma das mais fortes do livro-reportagem Os onze , lançado na quarta-feira 31 pela Companhia das Letras. Ele revela os bastidores do STF, desde o mensalão, em 2005, ao governo do capitão, neste ano. O episódio é mais um a receber a luz do sol num momento em que, mais do que nunca, está posta a discussão: a que ponto chega a influência dos militares na vida nacional?

Qual é o tamanho que as Forças Armadas têm no governo Bolsonaro? A República, embora não subjugada como entre 1964 e 1985, ainda é tutelada pelas fardas? Mas que tutela é essa, em que, no mais militarizado governo desde 1985, os generais têm sido recorrentemente esnobados ou humilhados por Bolsonaro?

A referência a uma tutela vem de outro livro, que voltou recentemente às prateleiras, Forças Armadas e política no Brasil , lançado em 2005 pelo historiador José Murilo de Carvalho e até então esgotado. Agora reeditada pela Todavia, a obra ganhou um novo capítulo, “Uma República tutelada”, em que Carvalho analisa o papel dos militares sob a égide da Constituição de 1988.

O historiador registrou algumas melhorias nas relações entre civis e militares depois da redemocratização até poucos anos atrás. A principal delas foi um distanciamento, principalmente da Marinha e da Aeronáutica, da política. O anteparo do Ministério da Defesa passou a ser progressivamente respeitado. Mas restaram alguns pontos negativos dos dois lados. Do militar, a insistência em não reconhecer abusos praticados durante a ditadura e a resistência em abrir os arquivos da repressão — ao contrário do Chile e da Argentina, por exemplo. Do lado civil, a pouca importância dada à defesa nacional e a hostilidade de alguns políticos contra os fardados. Carvalho aponta um elemento definidor dessa relação: a Constituição de 1988.

Ele avalia que o texto constitucional deu um papel político e social às Forças Armadas ao expressar, no artigo 142, que elas se destinam à defesa da pátria e à garantia dos Poderes constitucionais e da lei e da ordem, por iniciativa de qualquer um desses Três Poderes. “É como se a República desconfiasse de sua capacidade de exercer o autogoverno civil e entregasse às Forças Armadas o papel político de tutela”, escreveu o historiador. “Não por acaso, chefes militares repetem sistematicamente que é seu dever constitucional intervir quando julgarem que as instituições correm risco.”

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O promotor Deltan Foto: Marcelo Silva / Agência O Globo
O promotor Deltan Foto: Marcelo Silva / Agência O Globo

Deltan Dallagnol falou pela primeira vez, em entrevista à edição desta semana de ÉPOCA, sobre a possibilidade de ser afastado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Segundo Dallagnol, seu afastamento seria algo contra a Lava Jato e contra o combate à corrupção como um todo.”Tenho visto essa questão [o afastamento] na imprensa nos últimos dias como uma possibilidade. Agora, quando eu penso nisso, eu penso que não se trata de Deltan. Se trata, sim, de um procurador que fez um trabalho consistente contra a corrupção, junto com vários outros agentes públicos e instituições, que está sendo agora… Cujo afastamento está sendo cogitado num movimento de reação às investigações”, afirmou.Segundo Dallagnol , caso o CNMP opte por afastá-lo, ele continuará ligado ao combate à corrupção.”Meu compromisso é com a causa pública e com o serviço à sociedade. Sempre vou usar, dentro da lei, dos instrumentos e das minhas habilidades para buscar servir à sociedade, seja como procurador da Lava Jato, como procurador fora da Lava Jato. Nós temos, ao longo de nossa vida, um compromisso com a causa pública”, afirmou.

” A corrupção é como uma especia de doença cronica e talvez contagiosa.”

Malafaia contou que havia tentando pedir um empréstimo de R$ 12 milhões ao Bradesco, onde tem conta, mas não conseguiu. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A Central Gospel, empresa criada há 20 anos pelo pastor Silas Malafaia e sua esposa, a também pastora Elizete, entrou com um pedido de recuperação judicial no valor de quase R$ 16 milhões. Mais precisamente: R$ 15.644.138,72.

Com isso, diz Malafaia à reportagem, só sobraram 120 dos cerca de 300 funcionários que mantinha na folha de pagamento. Ele culpa a crise financeira “causada pelo PT” pela situação da Central Gospel, que tem mais de 650 títulos em seu catálogo, todos voltados ao consumidor evangélico – como a “Bíblia da Turma do Cristãozinho” para os pequenos, ou “31 Segredos de uma Mulher Inesquecível” para as fiéis.Na petição inicial enviada no dia 19 de junho à Vara Empresarial do Rio, os advogados de Malafaia defendem a ideia de uma empresa com “forte cunho social” que “chegou a ser intitulada como a 2ª maior editora cristã em atuação no Brasil”, atrás apenas de uma a serviço das Assembleias de Deus. Destacam ainda, como exemplo de “sua grandiosa expressão no mercado gospel”, parcerias da editora com grandes redes como Avon, Prezunic e Amazon.Bíblias são o maior filão da casa. Uma delas chegou a vender, anos atrás, cem mil exemplares em cinco meses. A tiragem inicial de um livro, no país, costuma ser de 3.000 cópias.Tudo ia bem até 2014, quando a Gospel teve faturamento, ainda segundo advogados de Malafaia, de R$ 51 milhões. Mais do que triplicou os R$ 15 milhões de 2000. Os tempos mudaram. Malafaia diz que, em 2018, as vendas da Central Gospel equivaleram a 30% da cifra atingida quatro anos antes. A empresa cita perdas de R$ 104 milhões com a queda da receita entre 2015 e 2018. Na última trinca de anos, a Gospel apontou prejuízo acumulado de R$ 4,3 milhões, gerando aumento da dívida bancária e atraso junto aos fornecedores.A companhia lista dívidas trabalhistas de R$ 1,5 milhão, R$ 2 milhões com credores em pessoa jurídica e R$ 12,1 milhões com outros tipos de credores. Isso totaliza R$ 15,6 milhões em débitos com mais de 200 pessoas ou empresas.
A Gospel anexou mais de 1.700 páginas de documentos ao processo para explicar sua situação. Num deles, culpa as suscetíveis desacelerações econômicas no país e a mudança no comportamento do consumidor, que migrou para mídias sociais e serviços de streaming.

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Resultado de imagem para Mesmo com aumento nas refinarias, gasolina ainda está abaixo dos R$ 4

Após a queda média de R$ 0,20 no preço da gasolina comum, na última semana, alguns postos do DF baixaram os valores mais ainda e, agora, o litro do combustível pode ser encontrado até por R$ 3,84. Mesmo depois do aumento de R$ 0,06 na refinaria, anunciado nesta segunda-feira (5/8), o Correio percorreu 33 postos e verificou que 13 reduziram o preço em, pelo menos, R$ 0,04. Para especialistas, a queda reflete a guerra comercial entre postos do DF, embora, na maioria dos casos, os revendedores estampem praticamente os mesmos preços da concorrência.

O menor preço encontrado foi no posto Petrobras da 313 sul, onde a gasolina era vendida a R$ 3,84. No SIA, o posto Petrobras tinha combustível por R$ 3,89. Em grande parte da Asa Norte, a gasolina comum era vendida, em média, a R$ 3,93. Já na Asa Sul, o preço médio foi de R$ 3,99. Na EPTG e em Taguatinga, os valores não mudaram muito em relação à semana passada e permaneceram entre R$ 3,95 e R$ 3,99.
A professora Cláudia, de 37 anos, aproveitou os preços baixos para abastecer, mas reclamou das constantes variações da gasolina. “O carro é meu meio de transporte para chegar ao trabalho todos os dias. Seria interessante se tivesse uma constância maior dos preços, até para a gente se organizar em relação às despesas, mas fica nesses altos e baixos”, reclamou. O presidente do Sindicombustíveis-DF, Paulo Tavares, acredita que “existe algo por trás” das sucessivas quedas nos preços, como a possibilidade de adulteração no combustível. “Hoje, o revendedor comprar a gasolina em torno de R$ 3,85, e vender a R$ 3,90 é puro prejuízo. Trata-se de uma briga de preços, porque, na verdade, o etanol subiu R$ 0,04, e a gasolina também teve alta na última semana. Não era para os preços estarem caindo”, afirmou.

Gás de cozinha

 

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© TV Globo

A TV Globo foi obrigada pela Justiça a recontratar o terceiro funcionário que havia sido do demitido. Além de Izabella Camargo, a emissora carioca reintegrou mais duas outras pessoas que foram dispensadas enquanto enfrentavam problemas de saúde.De acordo com o colunista Ricardto Feltrin, a desembargadora do Tribunal Reginal do Trabalho da 2ª Região, Mariângela Anrgento Murano, determinou que o canal admitisse novamente um técnico de sistemas que foi demitido há um ano. O rapaz, é portador da doença de Crohn (grave enfermidade inflamatória que pode atacar qualquer parte do sistema digestivo). Apesar de já ter voltado a fazer parte do staff da empresa, o homem está afastado novamente para tratar a doença.Vale lembrar que além de Izabella, que sofre de síndrome de Burnout, tem também o caso de um câmera que fazia tratamento contra o alcoolismo.

msn

Paula Fernandes (Foto: Divulgação/TV Globo)
Paula Fernandes descobre que tem irmã por parte de pai e matéria é exibida na Record (Foto: Divulgação/TV Globo)

Paula Fernandes descobre que tem uma irmã por parte de pai em Minas Gerais. No entanto Ana Maria diz que ainda não conseguiu conversar com a cantora.

A cantora Paula Fernandes foi destaque de ontem em uma matéria exibida pelo Domingo Espetacular na Record que foi atrás de uma irmã da sertaneja que conseguiu recentemente provar que é filha do mesmo pai.Na matéria, Ana Maria Martins Fernandes, de 42 anos afirma que sempre soube que era irmã de Paula Fernandes, mas que nunca conseguiu provar. Ela afirma que esse afastamento da família lhe causou um grande trauma. “Eu tenho cinco irmãos e uma delas é Paula Fernandes”, diz a mineira.O pai de Paula , Osvaldo Fernandes, diz que Ana Maria busca ser famosa através da irmã, já que não procurou por ele diretamente e sim a TV e a mídia: “Ela sentia falta de uma pai agora ela tem um pai, só que ela não precisa contar comigo para nada. Eu não reconheço ela como minha filha, mas o juiz deu.”

Vale lembrar que Osvaldo Fernandes, é pai de Paula Fernandes e Nilmar Fernandes, ele também é cantor. Ana Maria é uma comerciante, ela diz que gostaria de conhecer a irmã melhor para saber seus gostos e afinidades parecidas.

Ana Maria disse que o mais próximo que chegou da irmã, foi quando compareceu em um lançamento de livro da cantora, Pássaro de Fogo, ela chegou a ganhar um autógrafo de Paula Fernandes e disse em seu ouvido que era sua irma. Ana disse que Paula e ela ficaram nervosas no momento da revelação, mas que o assunto não se prolongou.

O próprio Osvaldo Fernandes já teve uma reportagem exibida no Domingo Espetacular onde mostrava sua vida simples e confessava que tinha pouco contato com a filha cantora, que não o procurava. Paula disse que já tentou alguns contatos com o pai, mas que ele recusa sua ajuda. Osvaldo fala que Paula sofreu muito com a separação dele com a mãe da cantora, que isso lhe causou depressão que Fernandes enfrenta até os dias atuais e que na época chegou a desistir de cantar.

A reportagem da Record tentou contato com a assessoria de Paula mas obteve a resposta que a cantora não quer falar com o assunto. Osvaldo Fernandes diz que Ana foi precipitada, e que estava mais interessada em ser irmã da cantora famosa, ele disse que assim que descobriu que era irmã de Paula foi até o escritório da cantora atras de contato. Já Ana disse que tem interesse em manter contato com o pai.

otvfoco

    Acontecerá em São José do Egito nos dias 09 e 10 de agosto, um curso de Aperfeiçoamento, através da SL Consultoria Educacional, tendo como tema Vivências Psicopedagógicas, com as palestrantes Prof. Saledja Sales e Prof. Lidiane Quirino, com carga horária 32 horas.

    O curso tem como público alvo: professores, estudantes, psicólogos e demais profissionais que queiram aprofundar seus conhecimentos sobre a área da psicopedagogia na prática.

Além de Marcos Pontes, Christiane Correa é sócia da mulher e da filha do ministro Foto: Daniel Marenco/Agência O Globo
Além de Marcos Pontes, Christiane Correa é sócia da mulher e da
filha do ministro Foto: Daniel Marenco/Agência O Globo

Marcos Pontes emplacou sua sócia e assessora no Ministério da Ciência e Tecnologia no conselho de administração da EBC. Christiane Gonçalves Correa foi empossada no conselho da estatal na semana passada, como representante do ministério. Ganhará remuneração extra de R$ 3 mil a cada reunião mensal de que participar.Correa é chefe da Assessoria Especial de Assuntos Institucionais do Ministério da Ciência e Tecnologia. Seu salário na pasta é de R$ 13.600. Ela é sócia do ministro em duas empresas: a Agência Marcos Pontes Turismo de Aventuras, cuja atividade econômica principal registrada na Receita Federal é “agência de viagens”, e a Portally Eventos e Produções, que consta como “comércio varejista de suvenires, bijuterias e artesanatos”.

Em outras duas empresas de que Correa é sócia, também há laços com Pontes.

Na Marcos Pontes Engenharia e Eventos, ela é sócia com a mulher do ministro, Fátima Cavalcanti Pontes, e com sua mãe, Maria Olinda Correa.Já na Chris Mchilliard Editora, que publicou quatro livros de Marcos Pontes, Christiane Correa é sócia com a filha do ministro, Ana Carolina Pontes.A assessora é a mesma que, conforme mostrou a colunista Bela Megale, do jornal O Globo , viajou com Pontes durante sua folga aos Estados Unidos. O próprio Pontes autorizou o afastamento dela do país, para acompanhá-lo. Dos 12 dias em que os dois passaram, a Ciência e Tecnologia só publicou a agenda de seis.Procurado, o ministério afirmou que “não há nenhum impedimento ético, moral nem legal” na posse de Correa no conselho da EBC e que ela está afastada da “administração gerencial” das empresas.

” O público serve para estas regalias”

Revelada pelo The Intercept e pela Folha de S. Paulo, irregularidade de Moro foi justificada como "puro lapso" - Créditos: Foto: Lula Marques
Revelada pelo The Intercept e pela Folha de S. Paulo, irregularidade de
Moro foi justificada como “puro lapso” / Foto: Lula Marques

Em mais um capítulo dos vazamentos que envolvem o ex-juiz federal Sérgio Moro e integrantes da força-tarefa da Lava Jato, o site The Intercept Brasil e o jornal Folha de São Paulo divulgam que uma palestra remunerada do atual ministro da Justiça, feita em 2016, foi omitida em sua declaração de eventos à Justiça. Na época, como juiz responsável pelas ações da Lava Jato em Curitiba (PR), em setembro daquele ano Moro deu uma palestra em Novo Hamburgo (RS) a convite do grupo Sinos, dono de uma emissora de rádio e vários jornais na região do Vale do Sinos. O tema foi combate à corrupção. Segundo apuração da Folha, em consulta a uma pessoa da organização do evento, o atual ministro ganhou um cachê entre R$ 10 mil e R$ 15 mil.Consultado pela Folha, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, responsável pela revisão dos processos da primeira instância do Paraná, informou que Moro declarou ter participado de 16 eventos externos em 2016, contudo este evento não está incluído.Ao não registrar a realização da palestra, Moro descumpriu resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em junho de 2016. No acordo, torna-se obrigatório a juízes de todas as instâncias o registro de palestras e eventos classificados como “atividades docentes”, em um prazo de até 30 dias. As informações que devem ser prestadas são data, assunto, local e entidade responsável pela organização, porém, não é obrigatório declarar remuneração.Questionado pela Folha, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Moro, disse que a omissão da palestra ocorreu por “puro lapso”. Além disso, afirmou que o cachê recebido trata-se de uma “questão privada”, mas parte dele foi doada a uma entidade beneficente que trata de pessoas com deficiência.

Descoberta do caso

A irregularidade foi descoberta a partir de uma troca de mensagens pelo Telegram entre Moro e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, em 2017, um ano após a palestra. O então juiz disse ao colega que um executivo do grupo Sinos queria seu contato para fazer um convite: “Ano passado dei uma palestra lá para eles, bem organizada e bem paga”, escreveu. “Passa sim!”, respondeu o procurador.Meses após receber esta mensagem de Moro, em 15 de março de 2018, Deltan fez uma palestra no mesmo teatro que Moro anos antes. Em mensagem à sua mulher neste dia, o procurador relatou a cobrança de R$ 10 mil, valor menor que ser cachê comum, de R$ 30 mil. Na mensagem, Deltan justifica: “Rádio ganha em imagem etc, preferi fazer essa concessão, até porque nosso objetivo não é financeiro”.Consultada pela Folha, a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba disse que as palestras do procurador têm o objetivo de “promover cidadania, integridade e ampliar o debate sobre o combate à corrupção aos mais diversos públicos”.Ainda que tenham respondido por meio dos órgãos que comandam aos questionamentos da imprensa, Moro e os procuradores dizem não reconhecer a autenticidade do material vazado. Desde junho deste ano o site The Intercept Brasil vem divulgando, em parceria com outros meios, mensagens entre os membros da Operação Lava Jato e obtidas a partir de envio anônimo a esse veículo. O conteúdo das mensagens expõe a proximidade entre Moro e os procuradores da Lava Jato e colocam em xeque a imparcialidade de Moro como juiz no julgamento dos processos da operação, incluindo o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso a quase 500 dias na sede da Polícia Federal em Curitiba (PR).

O Congresso Nacional não pode virar refém da insensatez do presidente Jair Bolsonaro e abrir mão do trabalho fundamental que tem a fazer, particularmente nesta fase tão difícil da vida nacional. A conclusão é do líder do PSB na Câmara, deputado federal Tadeu Alencar (PE), ao antever problemas que o Legislativo pode encontrar na volta do recesso, na próxima semana, com a possibilidade de travamento de matérias importantes em função das posturas erráticas e inconsequentes do presidente da República. Ele citou, entre essas pautas estruturadoras, a Medida Provisória 881 da Liberdade Econômica, a reforma Tributária, além da própria reforma da Previdência, cujo segundo turno deve ocorrer nos próximos dias. “Não fora o presidente (da Câmara) Rodrigo Maia a conduzir o processo de discussão e mediação da reforma da Previdência no Congresso, não teríamos a aprovação do que era a principal pauta do primeiro semestre para o governo. E estaríamos só falando das sandices verbalizadas pelo presidente, o que ocorre quase que diariamente e numa escala autoritária inacreditável”, afirmou o parlamentar.

Tadeu Alencar enumerou alguns dos “absurdos” proferidos por Bolsonaro que ganharam as manchetes e praticamente todo o espaço de discussão na sociedade e, consequentemente, no Legislativo. A relação abrange quase todas as áreas do governo, de temas como a flexibilização da segurança no trânsito – exemplos que vão do uso da cadeirinha para bebês nos carros de passeio à retirada de radares das rodovias – à tentativa de armamento da população, a primeira promessa de campanha que o presidente quis cumprir. Do nepotismo ao indicar o filho Eduardo Bolsonaro a embaixador nos Estados Unidos, ao desmonte da política de proteção ao meio ambiente, com ataques a organismos de prestígio internacional (como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), a liberação de novos agrotóxicos, alguns implicando riscos à saúde da população e culminando, como lembrou o deputado, com a “agressão torpe e covarde” à memória do desaparecido político Fernando Santa Cruz, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz.

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A ginasta Flávia Saraiva (à dir.), 19, que levou bronze, tem 1, 45 m de altura

EFE/ Orlando Barría – 29.7

Flávia Saraiva, 19, é a ginasta mais baixa da delegação brasileira. Tinha 1,33 m no Pan Toronto 2015 e hoje, no Pan Lima 2019, tem 1,45 m. Outra grande estrela da ginástica artística, Arthur Zanetti, 29, mede apenas 1,56 m.

A baixa estatura dos atletas da modalidade chama a atenção, levantando a dúvida: ginastas são menores por causa do exercício ou os melhores atletas são pequenos porque isso ajuda na performance? As duas respostas estão corretas. O centro de gravidade mais próximo da terra contribui para o desempenho dessa atividade e o alto impacto do exercício pode influenciar no fechamento da cartilagem entre os ossos, interferindo no crescimento, segundo a endocrinologista pediatra Louise Cominato, presidente do Departamento de Endocrinologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). “O hormônio do crescimento é estimulado pela atividade física, portanto a prática de qualquer esporte, inclusive da ginástica artística, ajuda a criança a crescer. No entanto, o impacto mais alto pode fechar a cartilagem de crescimento, levando a criança ficar menor antes da hora. Isso é uma possibilidade, não uma regra”, afirma. Ela explica que estudos mostram que a ginástica artística não interfere no crescimento. No entanto, existe a possibilidade de que o alto impacto, praticado todos os dias, como fazem os atletas profissionais, atrapalhe o crescimento.

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