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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Notícias

Força Nacional está nas ruas no CE após 3ª noite de ataques criminosos

Os ataques criminosos no Ceará, que acontecem desde quarta (2) com ações contra prédios públicos e privados, delegacias, agências bancárias e ônibus, continuaram pela terceira madrugada seguida neste sábado (5). Os crimes ocorreram na mesma noite em que parte do efetivo da Força Nacional de Segurança começou a chegar a Fortaleza -o total de homens enviado pelo governo federal para ajudar no policiamento em todo o estado chega a 300, além de 30 viaturas. Parte desse efetivo já foi às ruas de Fortaleza e da região metropolitana para fazer patrulhamento na noite deste sábado -os ataques têm se concentrado à noite. Os agentes da Força Nacional ficarão concentrados no Centro de Formação Olímpico, equipamento com alojamentos do governo estadual ao lado da Arena Castelão. Na manhã deste sábado já era possível ver carros da Força Nacional circulando por vias de Fortaleza. Neste sábado, a capital cearense amanheceu com lojas fechadas, principalmente no centro da cidade. Um dos principais pontos de comércio popular, o Centro Fashion, informou que não abriria as portas. Pouco mais de cem ônibus, em apenas 41 linhas, circularam pela capital do Ceará, número que não chega a 30% da frota habitual aos finais de semana. Todos foram escoltados por viaturas ou tiveram policiais viajando junto. Aos menos 12 ônibus foram queimados na capital e no interior desde o início dos ataques, na noite de quarta-feira. O envio do reforço policial foi autorizado na sexta-feira pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. A Força Nacional de Segurança Pública atuará por 30 dias no Ceará. Um dia antes, Moro já havia determinado providências, com a mobilização da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional. A decisão se deu após pedidos feitos pelo governador Camilo Santana (PT). O ministro sugeriu a formação de um gabinete de crise, com a integração de polícias federais e estaduais. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) elogiou a decisão de Moro e disse que o fato de o PT comandar o estado, mesmo sendo oposição ao governo federal, não influenciaria a medida. “Jamais faremos oposição ao povo de qualquer estado e o povo do Ceará precisa neste momento”, afirmou. Moro “foi muito rápido, hábil e eficaz para atender o estado, cujo governador reeleito tem posição radical à nossa (sic).”

ATAQUES

Concentrados nos primeiros dias em Fortaleza e região metropolitana, os ataques agora também ocorreram no interior, desde a manhã de sexta-feira (4). Ao menos 21 cidades de todas as regiões, incluindo a capital, registraram ocorrências ligadas a membros de facções criminosas desde quarta (2). Até o momento, só houve registro de três pessoas feridas, um casal de idosos e um motorista de um ônibus, anda no primeiro dia dos ataques. Um suspeito foi morto em troca de tiros com a polícia quando tentava, com outras pessoas, danificar um radar de trânsito na cidade de Eusébio, na Grande Fortaleza. A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará informou que até a tarde deste sábado 86 pessoas foram detidas ou apreendidas sob suspeita de envolvimentos nos ataques. Ao todo, 80 ações foram registradas até o momento, entre ônibus e carros incendiados, ataques a prédios públicos e privados, a radares e câmeras de trânsito e até há um viaduto na BR-020, que liga Fortaleza a Brasília. Segundo o governo, neste sábado houve diminuição nas ocorrências.

‘MEDIDAS FORTES’

“Esse tem sido justamente o motivo desses atos criminosos: fazer com que o Estado recue dessas medidas fortes, o que não há nenhuma possibilidade de acontecer. Pelo contrário: endureceremos cada vez mais contra o crime”, disse o governador Santana, por meio de uma rede social, na tarde deste sábado. Há suspeita de que a ordem para os ataques realizados em todo o Ceará tenha partido de dentro de penitenciárias. Foram indiciados 52 detentos por desobediência, resistência e motim e outros 250 devem ser indiciados, segundo o secretário de Segurança do estado, André Costa. Os ataques ocorrem depois de o governador anunciar que uma das prioridades de seu segundo mandato será endurecer as regras em presídios, que hoje têm unidades divididas entre facções criminosas: as três mais fortes no estado são o PCC (Primeiro Comando da Capital) e GDE (Guardiões do Estado), que são aliados, e o CV (Comando Vermelho).

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O ex-juiz federal e agora Ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro Sérgio Moro, declarou que a maior operação contra a corrupção de todos os tempos, vai agora atacar todo território nacional incluído geral as prefeituras municipais e palácios governamentais. O ministro prometeu atacar o crime organizado e apreender seus bens, inclusive dinheiro sem procedências de origem duvidosa e não declarados. Disse que a operação vai atacar também, agiotas especializados em emprestar recursos para candidatos a cargos políticos de vários estados de nosso país, sacrificando administrações de cidades pobres com juros catastróficos e usuras sem limites.

Segundo informações já houve casos do credor esperar o prefeito na porta da agência bancária, para apoderar-se das verbas federais que vêem para saúde e, educação. Deixando os gestores em constrangimentos, o ministro disse ainda que a Lava Jato vai atacar também prefeituras suspeitas do uso de irregularidades do dinheiro federal. Diante dessas declarações da expansão da Lava Jato, só podemos dizer: “Os municípios que se cuidem”.

realidadenatela.blogspot.com

Michael Melo/ Metrópoles

A nova regra recebeu, também, a assinatura do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

metropoles

Nem Olinda, nem Salvador, nem Rio de Janeiro. Uma notícia pode abalar os foliões de todo o país. Presidente Jair Bolsonaro pode assinar decreto cortando verba do carnaval e parada gay em todo o Brasil. 

Com as contas no “vermelho”, o presidente Jair Bolsonaro acredita que não há mais espaço para supérfluos com festejos como o carnaval e a ‘parada gay’ Parada do orgulho LGBT. O decreto pode já cancelar o financiamento do carnaval de 2019 em cidades por todo o brasil, quem quiser realizar eventos do tipo terá que tirar dinheiro do seu próprio bolso.
“Temos que pensar primeiramente em nossas necessidades principais. Ninguém está autorizado á realizar financiamentos com os carnavais, principalmente os Prefeitos das Cidades, o calendário trabalhista continuará normal sem nenhuma exceção”.”, afirmou. Com o decreto, o presidente Jair Bolsonaro, propõe então, o fim do patrocínio para o carnaval e também para a parada gay no Brasil para que o dinheiro gasto com essas festas e comemorações, sejam investidos na educação e segurança do país. Outro Decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado nesta última terça-feira (1º) em edição extra do “Diário Oficial da União” fixou o salário mínimo em R$ 998 neste ano. O valor atual é de R$ 954.  Presidente Jair Bolsonaro também prometeu por meio de decreto a posse de armas de fogo a cidadão sem antecedentes criminais. Na campanha, ele defendeu regras mais simples para permitir a cidadãos terem arma em casa. O presidente, escreveu neste sábado (29) no Twitter que pretende cumprir sua promessa.

folhabrasilnews.com

Aliado de Jair Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia comemorou numa rede social a demissão, segundo ele, “de mais de 300 petistas”. Trata-se de uma referência à decisão do ministro da Casa Civil, Ônyx Lorenzoni, de exonerar 320 servidores com cargos comissionados. Essas pessoas, de acordo com Onyx, poderão ser recontratadas se não tiverem ligações com o PT. O curioso é que o ex-presidente Michel Temer pertence aos quadros do MDB e não ao PT.

” O oficio para quem tem chamada de DEUS, para ser pastor, é outro”

Isaías 29:13 

O Senhor disse: Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu.

Como quem consulta um oráculo, abri ao acaso um livrinho de 95 páginas, Elegias de Duíno, e Rainer Maria Rilke, poeta da vida e da morte, do amor e da dor, do belo e do terrível, me entregou os versos abaixo:

“Estranhas ruas da Cidade-Aflição, onde, 
no aparente silêncio feito de estrépito 
irrompe violento, gerado no molde do vazio, 
o ruído do ouro, o monumento trepidante.
Oh, como, sem deixar vestígios, um Anjo andaria
em seu mercado de consolo que a igreja limita,
a igreja comprada feita: limpa, fechada e tristonha
como os correios aos domingos… Fora, está sempre
a feira de encapelado contorno. Balanças de liberdade!”

Quando fizer 60 anos, e falta um ano e pouco, a Cidade-Aflição vai se partir em duas – uma vai tirar proveito da data redonda para festejar uma cidade que não lhes pertence e com a qual não se identificam e a outra… A outra vai ter de honrar o comunista (Oscar), o humanista (Lucio), o democrata (Juscelino) e os 60 mil brasileiros que a construíram.

Em 1964, uma revista italiana publicou um texto que culpava Brasília pelo golpe militar (vejam até onde pode chegar o raciocínio delirante). Em resposta, a arquiteta Lina Bo Bardi enviou aos editores uma carta memorável na qual, lá pelas tantas, dizia que a construção da cidade representou “um impulso de libertação de um grande país.” Foi esse desesperado desejo que criou as condições para que Brasília fosse construída em tão pouco tempo e em condições tão improváveis.Vale a pena ler mais um pouco da carta de Lina: “A fragilidade dialética de Brasília é apenas a fragilidade de hoje. A pesada alternativa de toda a cultura atual: uma cultura pobre – milhões de homens desesperados, prontos para o ataque –, uma herança totalmente desmistificada – um mundo totalmente nu, seco, feito de milhões de homens, sem arrebatamentos, sem saídas. O problema de todos, hoje, é o de construir, com esse pobre material, uma cultura.”O impulso libertador que construiu Brasília ainda deve estar por aqui, no fundo do Lago, na raiz profunda das árvores do cerrado, nos jardins de pedra, na ferrugem da terra. É dele que vamos nos alimentar e é com ele que temos de aprender a suportar com altivez e paciência, com silêncio e ao mesmo tempo com alegria, os tempos de trevas. O silêncio pode ser revolucionário. Mais ainda, se usado quando a vontade for de avançar sobre quem nos ameaça. Faz muitos anos, o psicanalista Humberto Haydt lembrou, num de seus seminários, a cena em que a personagem de Meryl Streep, em A escolha de Sofia, tem de escolher qual dos filhos vai entregar ao nazista – ele pede a mãe que entregue um dos meninos. Ou os dois seriam mortos. Sofia, sugeriu Haydt, deveria ter dito ao nazi: “Escolha você”. Assim, devolveria a ele a carga da decisão. Se desejava ativar a crueldade ao nível máximo, ele que lidasse com sua perversidade. O exemplo é absurdamente extremo – e esperemos que continue sendo. Deu pra ver já no dia 1º que há um chamamento para o confronto. A cada provocação, a cada derrota, é preciso pelo menos tentar devolver ao outro aquilo que não nos pertence. Brasília nos pertence – ela é muito mais que um projeto urbanístico com alguns equívocos. É um gesto de fé na humanidade, na democracia, na cultura, na educação libertadora – aqui estavam Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira, aqui se tentou inventar uma cidade melhor para um mundo melhor. Juscelino não alimentava rancor nem ódio nem desejo de vingança – ele tinha coisa mais importante a fazer. Brasília é propositiva, afirmativa. É fonte de inspiração, Brasília. Mais ainda agora.

metropoles

Marcos Corrêa / Divulgação
Bolsonaro participou nesta quinta-feira da primeira reunião com seus 22 ministrosMarcos Corrêa
/ Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro determinou aos 22 ministros do governo, nesta quinta-feira (3), que seja feito um pente-fino nos recursos repassados pela gestão de Michel Temer, especialmente nos últimos 30 dias. Segundo o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, “o alto volume” de movimentação financeira chamou atenção. Bolsonaro também pediu um levantamento do número de imóveis da União e deu carta branca para que os ministros exonerem servidores sem estabilidade que foram indicados nos últimos governos. reunião ministerial durou mais de três horas, no Palácio do Planalto. Foi o primeiro encontro de Bolsonaro, após a posse, com os 22 ministros. Em coletiva de imprensa, Onyx disse que houve “movimentação incomum de exonerações e indicações nos últimos 30 dias” e que a revisão dos últimos atos do governo anterior buscará o destino de repasses e a revisão sobre a necessidade dos atos. — Foi solicitado que todos os ministros façam revisão, pasta por pasta, de exonerações, transferências, e também sobre a movimentação financeira dos últimos 30 dias, particularmente dos últimos 15 dias. O alto volume (financeiro) causou estranheza, o presidente quer um relatório de cada um (dos ministros) para saber para onde foi o dinheiro, por que foi e se tem suporte — explicou. A equipe ministerial voltará a se reunir na próxima terça-feira (8), quando os primeiros dados e projetos solicitados por Bolsonaro já deverão ser apresentados. O levantamento de imóveis, por exemplo, servirá para uma futura redução da estrutura. — Queremos racionalizar e permitir a venda destes imóveis. As primeiras informações são gigantescas, a União teria cerca de 700 mil imóveis — pontuou, destacando que, mesmo com imóveis próprios, o governo federal possui contratos como locatário. De acordo com Onyx, a ideia do governo federal seria centralizar em cada capital brasileira em uma “Casa Brasil”, onde seriam reunidas “todas as estruturas dos ministérios, da administração direta, com o objetivo de racionalizar o uso e, depois, permitir a venda desses imóveis”.

Exonerações

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Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Após uma eleição marcada por cobranças ao agora ex-presidente Michel Temer (MDB) por recursos, mesmo continuando na oposição, o novo secretariado do governador Paulo Câmara (PSB) fala em esperar dinheiro federal para obras estratégicas. O primeiro escalão do socialista tomou posse nesta quarta-feira (2), no Palácio do Campo das Princesas.

De acordo com o secretário da Casa Civil, Nilton Mota, afirmou que haverá um ambiente de “parcerias institucionais”. Paulo Câmara também falou em diálogo, um dia após ter mandado recados para o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em seu discurso de posse“A pauta de Pernambuco a gente vai levar, sim, para o governo federal e tratar as coisas que interessam não só a Pernambuco, mas também ao Nordeste, como a transposição e a ferrovia (Transnordestina). É importante dizer que será uma relação institucional, de parceria, não só com o governo federal, mas também com os municípios”, disse Mota. “No momento o que a classe política e a sociedade querem não são conversas políticas, e sim trabalho trazendo cada vez mais olhar para as pessoas que mais precisam”. Apesar disso, o secretário afirmou que não há ainda nenhuma conversa agendada com representantes do governo federal.

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

“Vamos ter calma nesse processo, isso tudo tem seu tempo. A gente tem que respeitar o tempo de cada um. Estamos muito otimistas nessa possibilidade das parcerias que são necessárias para Pernambuco”, disse o secretário da Casa Civil. “Os palanques já estão desarmados”. O secretário de Desenvolvimento Urbano, Marcelo Bruto, afirmou que a relação do governo estadual com o federal vai ocorrer “naturalmente”. “A partir de pautas que interessam tanto ao Estado quanto ao governo federal. Há várias pautas comuns que dependem de atuação conjunta. Então acho que isso vai acontecer naturalmente, ao longo do tempo as equipes, técnicas além dos atores políticos vão se entrosando para alcançar aí os melhores resultados”. Em entrevista coletiva após a posse do secretariado, o governador evitou comentar as primeiras medidas do novo governo. “Eu acompanhei pouco, mas não tem surpresa. Ele está fazendo o que disse que ia fazer na campanha. Eu espero que nós tenhamos oportunidade de apresentar agendas de Pernambuco e do Nordeste”, frisou.

Obras

Agora à frente de obras estratégicas e que dependem de recursos federais, a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, prometeu que o governo vai dar andamento a empreendimentos como as barragens na Mata Sul, prometidas desde o governo Eduardo Campos (PSB), a Adutora do Agreste e ao Miniarco.

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

De acordo com Batista, a prioridade é de dar eficiência aos gastos públicos. “Toda a equipe que foi montada vai trabalhar nesse sentido de utilizar melhor os recursos, sejam de fontes próprias do Governo do Estado ou de fontes do governo federal. E fazer tanto o aumento de captação como a melhora no uso do recurso, fazer mais serviços utilizando menos, trazer efetividade”, afirmou. “Essa equipe que o governador Paulo Câmara montou já tem toda a estratégia definida para trazer os recursos, para executar as obras”, disse ainda. “Há todo um entendimento com o foco de trazer os recursos e fazer as obras, prestar contas na maior brevidade possível e atingir essas metas”.

blogs.ne10.uol.

© Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou nesta quarta-feira (2) que pretende focalizar a atuação do banco estatal no crédito imobiliário e no atendimento a correntistas de renda mais baixa, deixando de lado operações com grandes empresas. Guimarães criticou atuação do banco nos governos do PT, que liberou empréstimos a empresas como a Petrobras no balcão da Caixa.

 “Até que ponto a Caixa tem que ter mais de R$ 100 bilhões em empréstimos a grandes empresas, que podem tranquilamente tomar esses recursos no mercado interno e no mercado externo? Por que a Caixa, com 93 milhões de clientes, que não consegue financiar microcrédito e não tem operação relevante de consignado, tem que emprestar para uma empresa gigante? Não vejo nenhum sentido”, afirmou.

Guimarães, que antes assumir a Caixa dirigia o banco de investimentos Brasil Plural, chegou ao governo pela indicação do ministro Paulo Guedes (Economia). Ele se disse afinado com o ministro, que em seu discurso de posse afirmou que pretende desestatizar o mercado de crédito. A cerimônia de transmissão de cargo ocorreu nesta quarta-feira (2), em Brasília. Guedes mencionou explicitamente o BNDES. Disse que quer de volta os recursos que a União injetou no banco nos governos Lula e Dilma Rousseff. Na época, o governo esperava ampliar o crédito e recuperar o crescimento econômico, que desacelerava. “Queremos o dinheiro da União de volta, queremos despedalar. Queremos de volta os R$ 500 e poucos bilhões que foram dados”, afirmou. Segundo ele, o crescimento dos empréstimos dos bancos estatais criou dois mercados paralelos de crédito, um de recursos livres e outro de “amigos, com juros lá embaixo”.

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Novo governo vai acelerar os procedimentos de efetivação de cancelamento dos benefícios previdenciários e assistenciais.Estadão Novo governo vai acelerar os procedimentos de efetivação de cancelamento dos benefícios previdenciários e assistenciais.

O governo do presidente Jair Bolsonaro vai acelerar os procedimentos de efetivação de cancelamento dos benefícios previdenciários e assistenciais irregulares. Hoje, depois de comprovada a fraude no benefício, o procedimento é muito burocrático e lento. É preciso notificar o beneficiário, publicar um edital e dar prazo para que o segurado possa recorrer da decisão. Medida Provisória (MP) que deverá ser publicada em brevevisa a economizar pelo menos R$ 17 bilhões ao ano com a revisão dos benefícios fraudulentos. A MP vai ampliar a força-tarefa de análise do estoque de R$ 49 bilhões de benefícios com indícios de irregularidades que foram identificados pelas rotas de auditoria, mas nem todos serão cancelados. O pente-fino também será feito nos pedidos que estão na fila de concessão de aposentadorias e auxílios.

Uma fonte que participou da elaboração da MP informou que há gordura para cortes “em todos os benefícios”, inclusive o de assistência social para baixa renda, conhecido como BPC, e no auxílio-doença (que já foi alvo de revisões que resultaram no cancelamento de mais de 70% dos benefícios concedidos havia mais de dois anos). No caso do auxílio reclusão, que custa por ano cerca de R$ 2 bilhões por ano, a expectativa é de uma economia entre R$ 600 milhões e R$ 800 milhões.

Essas mudanças já vinham sendo estudadas pelo Comitê de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (CMAP) e foram aprofundadas pela equipe de transição do governo Bolsonaro.

Muitas vezes, as auditorias identificam a irregularidade, mas o processo é muito demorado. A Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União já alertaram diversas vezes para a necessidade de cancelar os benefícios identificados como irregulares. Uma dessas auditorias deu prazo, no ano passado, para o INSS traçar um plano de ação para revisão dos benefícios. Os auditores cobraram da Dataprev, empresa de tecnologia da informação da União, a suspensão dos benefícios irregulares, a apuração das responsabilidades pelas concessões e o ressarcimento dos valores devidos.

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O preço da gasolina negociada hoje (3) nas refinarias está mais baixo: o litro passou de R$ 1,5087 para R$ 1,4675. A última redução no preço do combustível ocorreu no dia 28 de dezembro do ano passado, quando passou de R$ 1,5554 para R$ 1,5087.

Foto: Agência Brasil

                                  Foto: Agência Brasil

De acordo com a Petrobras, a política de preços da empresa para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras “tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo”.Segundo a estatal, essa “paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”.A Petrobras informa ainda que, “o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”.

Reprodução/TV Globo

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William Bonner salvaguardando a dignidade do
jornalismo nesses tempos estranhos de apologia à
ignorância de uma despedida e reverência à colega
de trabalho.
metropoles

Em seu primeiro discurso após assumir o cargo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, defendeu nesta quarta-feira (2) o endurecimento da legislação contra a corrupção e o crime organizado e a execução imediata das penas determinadas em segunda instância. Após receber simbolicamente o cargo das mãos dos ex-ministros Torquato Jardim (Justiça) e Raul Jungmann (Segurança Pública), Moro prometeu encaminhar ao Congresso um projeto de lei anticrime com essas medidas assim que começar a nova legislatura, em fevereiro.

O ministro disse que não vai propor apenas a elevação das penas, pois considera essa estratégica ineficaz, mas enfrentar os “pontos de estrangulamento” da legislação penal e processual penal. “Propostas simples, mas eficazes, como, entre outros, a previsão de operações policiais disfarçadas para combater o crime, proibição de progressão de regime para membros de organizações criminosas armadas, e o plea bargain para que a Justiça possa resolver rapidamente casos criminais nos quais haja confissão”, apontou.

Moro também defendeu que, em quatro anos, sejam inseridos em banco de dados o perfil genético de todos os condenados por crimes dolosos no Brasil ou, se não for possível, de todos os condenados por crimes dolosos violentos.

O novo ministro fez críticas indiretas aos governos anteriores. “O Brasil não será um porto seguro para criminosos e jamais, novamente, negará cooperação a quem solicitar por motivos político partidários. Pretendo que a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e todos os demais órgãos de controle e inteligência, entre eles o Coaf, possam agir com os recursos e as liberdades necessárias.

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Rafaela Felicciano/Metrópoles

Repórteres brasileiros e estrangeiros foram obrigados a chegar ao Ministério das Relações Exteriores às 11h, mas o evento está marcado para começar apenas às 19h. A justificativa para a espera de oito horas é o esquema de segurança. Além disso, todos os jornalistas foram colocados em um espaço minúsculo batizado de “chiqueirinho” e impedidos de circular pelo Itamaraty.

Por volta das 13h, cinco profissionais da imprensa estrangeira foram embora após os seguranças do ministério descartarem as garrafas de água mineral levadas por eles. Procurada, a assessoria de imprensa do futuro governo Bolsonaro disse à reportagem que quem iria comentar a saída dos repórteres seria o Itamaraty. Mas, segundo o ministério, os jornalistas estão sendo bem tratados:   foram oferecidos a eles café da manhã e almoço. Aqueles que prefeririam se retirar foram acompanhados até a saída.

Profissionais credenciados no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional também foram obrigados a se apresentarem cedo às áreas destinadas à imprensa. Pela primeira vez em uma posse presidencial, os jornalistas só tiveram acesso aos locais de trabalho por meio de um ônibus fretado pelo governo. O primeiro veículo saiu do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) às 9h30 levando os repórteres para a Câmara dos Deputados, mas a cerimônia estava marcada para começar por volta de 15h.

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Quem são os líderes estrangeiros que assistirão à posse de Bolsonaro

noticiasaominuto.

Silvio Santos entrevistou Bolsonaro no Teleton (Reprodução/SBT)Silvio Santos entrevistou Bolsonaro no Teleton (Reprodução/SBT)

A aproximação do SBT com a família Bolsonaro e seu futuro governo tem incomodado o público, que vem detonando a emissora nas redes sociais. Há quem tenha apelidado a emissora de canal oficial do presidente eleito. As críticas foram endurecidas após a entrevista exclusiva concedida por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, à jornalista Débora Bergamasco no SBT Brasil. Trechos da entrevista ainda foram ao ar na Globo, no Jornal Nacional, o que aumentou a repercussão.Internautas chamaram o SBT de “Sistema Bolsonaro de Televisão” e criticou a aproximação do canal de Silvio Santos com o governo que está para assumir o poder no Brasil.“Entre a Globo e o SBT (Sistema Bolsonaro de Televisão), assistam a TV Cultura, é isto”, publicou uma internauta.“O Queiroz vendia seus carrinhos laranjas, no estacionamento da ALERJ, faltou o Sistema Bolsonaro de Televisão procurar quantas unidades ainda tem pra vender”, alfinetou um perfil. “Sistema Bolsonaro de Televisão reforça o ame-o ou deixe-o lema da ditadura militar. E viva a democracia”, escreveu outro internauta, no Twitter. “Sistema Bolsonaro de Televisão (SBT) ‘adotou’ esse mentiroso profissional. Esse bobo da corte. Esse meme ambulante, grotesco e ridículo. Quanto maior a altura maior é a queda. E vamos rir muito”, falou mais um.

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O PT e o Psol comunicaram, no fim da manhã desta sexta-feira (28), que não comparecerão à posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), na próxima terça-feira, dia 1º de janeiro. Os líderes dos partidos afirmam respeitar a eleição de Bolsonaro como resultado legítimo, mas que boicote à posse é ato de resistência e de protesto.“Mantemos o compromisso histórico com o voto popular, mas isso não nos impede de denunciar que a lisura do processo eleitoral de 2018 foi descaracterizada pelo golpe do impeachment, pela proibição ilegal da candidatura do ex-presidente Lula e pela manipulação criminosa das redes sociais para difundir mentiras contra o candidato Fernando Haddad”, diz a nota do partido (leia a íntegra mais abaixo), assinada pelos líderes do partido na Câmara e no Senado, Paulo Pimenta (RS) e Lindbergh Farias (RJ), respectivamente, e pela presidente da sigla, a senadora Gleisi Hoffman (PR), que assumirá uma cadeira na Câmara a partir do ano que vem.

O PT terá 56 deputados em 2019, a maior bancada eleita para a Câmara a partir do ano que vem. No Senado, quatro petistas conseguiram se eleger.Pouco após a nota do PT, Juliano Medeiros, presidente do Psol, também afirmou que representantes de seu partido não comparecerão à posse de Bolsonaro. “Como prestigiar alguém que despreza os direitos humanos, promete colocar o Brasil de joelhos diante dos EUA e destruir os direitos sociais? Não vamos à posse”, disse em sua conta no Twitter.

Como é de praxe, o TSE convidou toda a bancada do PSOL para a posse do novo presidente. Mas como prestigiar alguém que despreza os direitos humanos, promete colocar o Brasil de joelhos diante dos EUA e destruir os direitos sociais? Não vamos à posse. Nossa resistência já começou

O Partido dos Trabalhadores nasceu na luta da sociedade brasileira pelo restabelecimento da democracia, em 1980. Em quase quatro décadas de existência, o PT sempre reconheceu a legitimidade das instituições democráticas e atuou dentro dos marcos do Estado de Direito; combinando esta atuação com nossa presença nas ruas e nos movimentos sociais, aprofundando a participação da sociedade na democracia.

Participamos das eleições presidenciais no pressuposto de que o resultado das urnas deve ser respeitado, como sempre fizemos desde 1989, vencendo ou não. Mantemos o compromisso histórico com o voto popular, mas isso não nos impede de denunciar que a lisura do processo eleitoral de 2018 foi descaracterizada pelo golpe do impeachment, pela proibição ilegal da candidatura do ex-presidente Lula e pela manipulação criminosa das redes sociais para difundir mentiras contra o candidato Fernando Haddad.

O devido respeito à Constituição também torna obrigatórios a denúncia e o protesto contra as ameaças do futuro governo de destruir por completo a ordem democrática e o Estado de Direito no Brasil. Da mesma forma denunciamos o aprofundamento das políticas entreguistas e ultraliberais do atual governo, o desmonte das políticas sociais e a revogação já anunciada de históricos direitos trabalhistas.

O resultado das urnas é fato consumado, mas não representa aval a um governo autoritário, antipopular e antipatriótico, marcado por abertas posições racistas e misóginas, declaradamente vinculado a um programa de retrocessos civilizatórios.

O ódio do presidente eleito contra o PT, os movimentos populares e o ex-presidente Lula é expressão de um projeto que, tomando de assalto as instituições, pretende impor um Estado policial e rasgar as conquistas históricas do povo brasileiro.

Não compactuamos com discursos e ações que estimulam o ódio, a intolerância e a discriminação. E não aceitamos que tais práticas sejam naturalizadas como instrumento da disputa política. Por tudo isso, as bancadas do PT não estarão presentes à cerimônia de posse do novo presidente no Congresso Nacional.

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Informações enviadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), pela Polícia Federal e pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) à Força Aérea Brasileira (FAB), fizeram o presidente Michel Temer assinar um decreto, que deve será publicado hoje, dando à Aeronáutica diversas prerrogativas de segurança na posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, no próximo dia 1º. Será a primeira vez que uma cerimônia de transmissão de faixa presidencial precisará contar com o suporte da defesa aérea.

Comandante de Operações Aeroespaciais da Aeronáutica, o major-brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich afirma que, no dia da posse, a Esplanada dos Ministérios será “o ponto mais defendido da história de todo o nosso sistema aeroespacial brasileiro”, mas garante que será uma “ação normal para uma situação excepcional”. A situação é considerada excepcional, porque, segundo o major-brigadeiro, informações de órgãos de inteligência apontaram movimentos suspeitos que podem trazer riscos à cerimônia.

“Nós entendemos que a Força Aérea tinha que estar à altura dessa excepcionalidade num momento em que nós interpretamos informações que vieram da Abin, do GSI, da Polícia Federal e até da nossa própria inteligência, e que indicavam algum risco durante a exposição de tantas autoridades a céu aberto. Então, o Comando da Aeronáutica decidiu solicitar ao presidente (Temer) a assinatura de um decreto que foi assinado hoje (ontem) e será publicado amanhã (hoje) no Diário Oficial da União”, explicou. As informações tidas como “anormais” não foram detalhadas.Especificamente para a “Operação posse”, que deve durar das 12h às 0h do dia 1º, o decreto solicitado pela FAB dará à Força prerrogativas de segurança no tocante à defesa aeroespacial. Da chamada “Sala de Decisão”, localizada no Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), no Lago Sul, poderão ser definidas ações instantâneas, como, por exemplo, a destruição de drones que invadam o raio de 7,4km em volta da Esplanada dos Ministérios, a área vermelha.“

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A crise que afeta o mercado do petróleo, com baixo valor do barril, provocou prejuízos nas mais importantes empresas do setor. - Créditos: Reprodução

A Petrobras reduzirá o preço médio da gasolina nas refinarias em 0,74% a partir desta quarta-feira (7). Com a alteração, o valor médio do combustível cairá de R$ 1,7293 para R$ 1,7165 por litro, o menor valor desde 14 de abril (R$1,7072)Na véspera, a estatal já tinha diminuído o preço da gasolina em 6,35%, no maior corte já feito pela estatal desde o anúncio de uma política de reajustes até diários do combustível, em vigor desde julho do ano passado. O corte se dá em meio a uma valorização do real ante o dólar e também a um enfraquecimento das referências internacionais do petróleo, parâmetros utilizados pela companhia para a formação de preços dos combustíveis.

O repasse dos reajustes da Petrobras aos consumidores depende de distribuidores, revendedores, impostos, além da mistura obrigatória de etanol anidro na composição da gasolina vendida nos postos.

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© Foto: Demy Sanjaya/AFP

As equipes de emergência procuravam nesta segunda-feira sobreviventes do tsunami que deixou pelo menos 373 mortos em Sumatra e Java, ao mesmo tempo que os especialistas alertam para a possibilidade de novas ondas gigantes em consequência da atividade vulcânica. Brigadas de socorristas com máquinas e equipamentos pesados tentavam retirar os escombros deixados pelo tsunami. Alguns funcionários utilizavam as mãos para levantar objetos com a esperança de encontrar desaparecidos. Milhares de pessoas foram levadas para zonas elevadas.O tsunami atingiu praias do sul da ilha de Sumatra e do extremo oeste de Java às 21H30 locais (12H30 de Brasília) de sábado. A onda gigante, provocada pela erupção do vulcão que é considerado o “filho” do lendário Krakatoa, o Anak Krakatoa, deixou 373 mortos e cerca de 1.400 feridos, de acordo com o balanço mais recente. “O número de vítimas e de danos continuará aumentando”, afirmou o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres, Sutopo Purwo Nugroho. A onda deixou em sua passagem um acúmulo gigantesco de escombros, com fragmentos de telhados, pedaços de madeira e árvores arrastadas. Um vídeo dramático que circula pelas redes sociais mostra o momento em que uma onda gigantesca atinge a área externa de um resort, no momento em que acontecia um show do grupo de música pop “Seventeen

O vulcão Anak Krakatoa ('filho do Krakatoa') em 18 de julho de 2018

O vulcão Anak Krakatoa (‘filho do Krakatoa’) em 18 de julho de 2018

Os integrantes da banda correm desesperados do palco, enquanto a onda chega aos espectadores. Em uma mensagem no Instragram, o vocalista do grupo, Riefian Fajarsyah, anunciou, sem conter as lágrimas, as mortes do baixista e do empresário que organizava a turnê, assim como o desaparecimento de outros dois músicos, um técnico e de sua esposa.O presidente indonésio Joko Widodo visitou nesta segunda-feira as zonas devastadas, menos de três meses depois de outro tsunami, provocado por um terremoto, que deixou milhares de mortos em Palu e sua região, na ilha Célebes.Em Carita, Muhammad Bintang, de 15 anos, viu a aproximação da onda. “Chegamos às 21H00 para as férias e logo a água chegou. Tudo ficou escuro. Não havia energia elétrica”, disse o adolescente.Na província de Lampung, do outro lado do Estreito de Sunda, Lutfi al Rasyid, 23 anos, contou à AFP como fugiu da praia de Kalianda.

“Não consegui ligar a moto, então saí correndo. Rezei e corri o mais rápido que consegui”.

Avalanche submarina

De acordo com autoridades, o tsunami pode ter sido provocado por um aumento repentino da maré provocado pela lua cheia, combinado com uma avalanche no fundo do mar após a erupção do Anak Krakatoa, que forma uma pequena ilha no Estreito de Sunda.

© Foto: Azwar Ipank/AFP

“A combinação provocou um tsunami repentino que atingiu a costa”, afirmou Nugroho, antes de destacar que a Agência Geológica da Indonésia trabalha para elucidar o que aconteceu exatamente.”O risco de tsunami no estreito de Sunda prosseguirá alto enquanto o vulcão continuar em sua fase de atividade, porque pode provocar novos deslizamentos de terra submarinos”, adverte Richard Teeuw, da Universidade de PortsmouthAs erupções vulcânicas submarinas, que são relativamente incomuns, podem provocar tsunamis pelo deslocamento repentino de água ou deslizamentos em encostas, de acordo com o Centro Internacional de Informação sobre Tsunamis.O presidente americano, Donald Trump, que lamentou a devastação, tuitou: “Rezamos por sua recuperação. Os Estados Unidos estão com vocês!”. A ONU se mostrou disposta a apoiar os esforços do governo, indicou o porta-voz de Antonio Guterres, secretário-geral da organização.

Ondas ‘vulcânicas’ 

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