Ateliê Geilson
Natura
Natália Calçados

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

  • 28
  • 22
  • 24
  • 20
  • 11
  • 09
  • 11
  • 01
  • 29
  • 03
  • 04
  • 05
  • 07
  • 02

Supermercado
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
 

 Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter oFlash Player instalado. 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Notícias

A possibilidade de contribuição por negociação coletiva ou assembleia foi eliminada pela MP  - Créditos: (Foto: Lu Sudré)
A possibilidade de contribuição por negociação coletiva ou assembleia foi eliminada pela MP
/ (Foto: Lu Sudré)

A frágil situação financeira dos sindicatos brasileiros tende a piorar com Jair Bolsonaro na presidência. Isso porque as entidades estão na mira do atual governo que, sem discussão prévia, aprovou a Medida Provisória (MP) 873, que determina novas regras para o recolhimento da contribuição sindical.  Publicada no dia 1º de março, na véspera do Carnaval, a MP estabelece que a colaboração do trabalhador está condicionada à autorização “prévia e voluntária do empregado”. Agora, também é necessário que a autorização seja “individual, expressa e por escrito”.  Até mesmo a possibilidade de contribuição por negociação coletiva ou assembleia foi anulada pela medida, que determina ainda ser obrigatório o pagamento da colaboração via boleto, excluindo a possibilidade do desconto em folha.  Na opinião de Clemente Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a MP tem como finalidade o desmonte das estruturas sindicais no país para facilitar aprovação dos projetos defendidos pelo governo.   “A intenção do governo é criar mais um problema [para os sindicatos] no momento em que ele prioriza a aprovação da reforma da Previdência. O governo sabe que os sindicatos atuarão rigorosamente contra essa reforma. Fazer essa iniciativa é criar mais um obstáculo para a vida sindical, criar uma adversidade no enfrentamento ao Congresso”, avalia Ganz. Marcos Verlaine, analista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), compartilha a opinião de que a ofensiva do governo contra as entidades sindicais tem como objetivo enfraquecer as críticas e articulações populares contra as alterações na aposentadoria. “O governo Bolsonaro com essas atitudes, demonstra que escolheu inimigos frontais. Um deles é o movimento sindical. E no plano político, o que está por trás disso é a reforma da Previdência porque o governo já percebeu que um dos principais atores sociais adversários da reforma com esse conteúdo, vai ser exatamente o movimento sindical”, destaca Verlaine. “O combate à proposta do governo, por parte do movimento sindical, poderá ser muito mais complicado por falta de recursos, de condições materiais de atuar efetivamente na sociedade e nas categorias profissionais”. 

Mesmo projeto

Continue lendo

São Paulo – A cada ano, cerca de 10 milhões de toneladas de plásticos chegam aos oceanos, o que equivale à 23 mil aeronaves Boeing 747 pousando nos ecossistemas marinhos. Nesse ritmo, até 2030, o lixo plástico será praticamente onipresente nos oceanos, com volume equivalente a 26 mil garrafas de 500 ml de água a cada km². Os dados alarmantes, divulgados nesta terça-feira (05), fazem parte de um relatório da organização ambiental WWF International, o “Global Plastics Report”, que faz um raio X do impacto do plástico no meio ambiente, na economia e na sociedade. Sinônimo de praticidade e resistência, o plástico se tornou tão útil na vida moderna a ponto de ser encontrado por todos os lados, até onde não deveria. Estudos científicas demonstram que vasta presença do material em produtos cotidianos — de embalagens a cosméticos, passando por roupas e artigos domésticos — associada à má gestão dos resíduos têm contribuído para uma poluição sem precedentes no meio ambiente, e que não respeita fronteiras. A contaminação das águas dos oceanos por detritos do material é um dos efeitos mais estudados pelos cientistas. Além de atingir as remotas águas do Polo Norte e as regiões mais profundas dos oceanos, micropartículas do material são encontradas até mesmo na água potável que é servida à populaçãoem vários países do mundo. O plástico não é inerentemente nocivo. É uma invenção criada pelo homem que gerou benefícios significativos para a sociedade. Infelizmente, a maneira com a qual indústrias e governos lidaram com o plástico e a maneira com a qual a sociedade o converteu em uma conveniência descartável de uso único transformou esta inovação em um desastre ambiental mundial.

— Trecho do relatório “Global Plastics Report”.

O relatório da WWF compila números do Banco do Mundial e analisa a relação de mais de 200 países com o plástico. Na lista de maiores geradores de resíduos do material, o Brasil aparece em 4º lugar, com 11,3 milhões de toneladas produzidas anualmente, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. Em média, o brasileiro produz 1 quilo de lixo plástico a cada semana. Para piorar, o país só recicla 1,28% do total produzido, um dos menores índices da pesquisa e bem abaixo da média global de reciclagem plástica que é de 9%. No Brasil, segundo dados do Banco Mundial, mais de 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas de forma irregular, sem qualquer tipo de tratamento, em lixões a céu aberto. Outras 7,7 milhões de toneladas são destinadas a aterros sanitários. Em fevereiro, o WWF lançou uma petição global pedindo um acordo legalmente vinculativo sobre a poluição dos plásticos marinhos.

Confira na tabela abaixo os 10 países que mais geram resíduos plásticos (em toneladas/ano) e a destinação final dos rejeitos:

País Total de lixo plástico gerado Total incinerado Total reciclado Relação produção e reciclagem
Estados Unidos 70.782.577 9.060.170 24.490.772 34,60%
China 54.740.659 11.988.226 12.000.331 21,92%
Índia 19.311.663 14.544 1.105.677 5,73%
Brasil 11.355.220 0 145.043 1,28%
Indonésia 9.885.081 0 362.070 3,66%
Rússia 8.948.132 0 320.088 3,58%
Alemanha 8.286.827 4.876.027 3.143.700 37,94%
Reino Unido 7.994.284 2.620.394 2.513.856 31,45%
Japão 7.146.514 6.642.428 405.834 5,68%
Canadá 6.696.763 207.354 1.423.139 21,25%
*Valor total de lixo plástico descartado em resíduos sólidos urbanos, resíduos industriais, resíduos de construção, lixo eletrônico e resíduos agrícolas, na fabricação de produtos durante um ano. Fonte: WWF / Banco Mundial (What a Waste 2.0: A Global Snapshot of Solid Waste Management to 2050)

Problemas e soluções

Continue lendo

Pró-Bolsonaro, agente Danilo Campetti fez um curso de especialização de 80 horas com a polícia de Miami - Créditos: (Foto: Ricardo Stuckert/Institutlo Lula)
Pró-Bolsonaro, agente Danilo Campetti fez um curso de especialização de 80 horas com a polícia de Miami /(Foto: Ricardo Stuckert/Institutlo Lula) 

No último sábado (2), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao velório de seu neto, Arthur Araújo Lula da Silva, vítima de meningite, aos 7 anos, escoltado por ostensivo aparato policial. Em meio a tantos agentes, as imagens de um policial federal utilizando um distintivo da polícia de Miami chamou a atenção e impulsionou muitos questionamentos. 

Fortemente armado, o agente Danilo Campetti utilizou um colete à prova de balas com o símbolo da Swat (Special Weapons And Tactics), departamento de armas e táticas estadunidense altamente especializado. Afinal, por que um policial brasileiro, que atua em uma divisão tática da Polícia Federal (PF) de São Paulo, estaria usando símbolos americanos durante um trabalho oficial? Segundo reportagem do “O Globo“, Campetti recebeu o distintivo da Swat em 2005, quando era policial civil. Especialista em armamentos e instrutor de tiros, o policial fez um curso de especialização de 80 horas com a polícia de Miami a partir de uma parceria com o governo estadual de São Paulo. Embora a prática não seja ilegal, o cientista político Aldo Fornazieri aponta que a postura de Campetti não condiz com o que é esperado de um integrante da Polícia Federal em serviço. 

“Nada contra fazer curso nos Estados Unidos, muitas pessoas fazem. Mas acho que uma autoridade tem que usar símbolos nacionais e não de outro país.É indevido esse uso que ele faz. O aperfeiçoamento que uma autoridade faz em outro país tem que ser só no sentido técnico e não de adesão daquele país, e de certa forma, desprezo ao Brasil”, afirma. “Ele explicita uma adesão indevida ao modus operandi, à uma polícia de outro país que foge completamente ao contexto”.

Continue lendo

A Tuiuti usou a história verídica do Bode Ioiô, que nos anos 1920 chegou a ser eleito vereador em Fortaleza, para fazer alusão a Lula. - Créditos: Mídia Ninja
A Tuiuti usou a história verídica do Bode Ioiô, que nos anos 1920 chegou a ser eleito vereador em Fortaleza, para fazer alusão a Lula. / Mídia Ninja

Com um enredo fazendo alusão ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Paraíso do Tuiuti foi a quinta escola a entrar no Sambódromo da Sapucaí na madrugada desta terça-feira (5), no segundo dia de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro. Com o tema intitulado “O Salvador da Pátria”, a vice-campeã de 2018 apresentou diversas referências ao líder petista. A agremiação de São Cristóvão escolheu não tratar do assunto de forma direta. Para isso, usou a história verídica do Bode Ioiô, que nos anos 1920 chegou a ser eleito vereador em Fortaleza, mas não assumiu.O paralelo com o ex-presidente é feito pelas coincidências nas trajetórias: carismático e amado pelo povo (assim como Lula), Ioiô perambulava pelas ruas da capital cearense. Em 1922, quando o voto era feito em pedaços de papel e por escrito, Ioiô ganhou uma vaga para a Câmara de Vereadores, mas foi impedido pela elite cearense e teve sua eleição impugnada, algo semelhante ao que aconteceu no ano passado com o líder petista, impedido de concorrer a Presidência da República,justamente quando estava muito a frente dos outros candidatos e era franco favorito a vencer a disputa, possivelmente, no primeiro turno. Uma das estrofes do samba cantado pela escola traz uma das passagens mais marcantes da trajetória de Lula, quando ele deixou o sertão nordestino em busca de melhores condições de vida.  “Do nada, um bode vindo lá do interior, destino pobre, nordestino sonhador, vazou da fome, retirante ao Deus dará, soprou as chamas do dragão do mar”Em outro trecho, a Tuiuti lembra que em um dos momentos da história em que o Brasil foi mais próspero o país estava nas mãos de um sindicalista, sem curso superior e com origem popular. “Ora, meu patrão, vida de gado, desse povo tão marcado, não precisa de dotô, quando clareou o resultado, tava o bode ali sentado, aclamado o vencedor”.

Na comissão de frente, a Tuiuti trouxe o tema “Vendeu-se o Brasil”, mostrando políticos com aparência vampiresca, com dinheiro saindo dos bolsos e fazendo promessas ao povo em cima de um palanque. Durante a performance, os bailarinos caracterizados como políticos “pisam” no povo brasileiro. Em meio a apresentação surge o Bode, eleito pelo povo. Os políticos, então, impugnam a eleição (o político vampiresco toma a faixa presidencial para si). Uma curiosidade é que os bailarinos que representam os políticos são mais altos que os bailarinos que representam o povo, mostrando a soberba com a qual a população, especialmente a mais humilde, é tratada pela elite brasileira.Na ala “A farra”A Paraíso da Tuiuti tratou sobre o coronelismo que existe em alguns locais do Brasil. Na composição seguinte “Relando o Povo”mostra as pessoas sendo usadas para deixar os poderosos mais ricos e ficando cada vez mais pobres. Na ala “Mamulengo do coronel” a escola fala do povo sendo utilizado como “fantoche” para os interesses dos poderososA ala “povo no cabresto” mostrou a manipulação dos votos popularesUm dos destaques da escola foi a ala “A peleja entre o bode da resistência e a coxinha ultraconservadora”, mostrando as “coxinhas” empunhando armas que miravam para qualquer lado e poderiam atingir qualquer um. Essa composição fez uma referência a defesa que o governo do presidente Jair Bolsonaro faz do armamento da população. A ala foi tão emblemática que levou a apresentadora Fátima Bernardes, da TV Globo, a gaguejar durante a transmissão e perder o compasso da locução.

Continue lendo

Presidente compartilhou uma música que faz crítica aos cantores e ao uso da Lei Rouane

O presidente Jair Bolsonaro aproveitou o último dia oficial de carnaval para dar uma resposta no ritmo da folia para Daniela Mercury e Caetano Veloso. A dupla lançou em fevereiro o clipe de “Proibido o Carnaval”, uma música irônica e crítica ao atual momento do Brasil e ao governo Bolsonaro. A canção faz, inclusive, referência à polêmica fala da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que disse que “menina veste rosa, menina veste azul”, em um vídeo que viralizou na internet. A resposta de Bolsonaro veio pelo Twitter no formato de um vídeo compartilhado de uma marchinha de carnaval que alfineta os dois reconhecidos artistas nacionais. Na postagem, Bolsonaro escreve: “Dois ‘famosos’ acusam o Governo Jair Bolsonaro de querer acabar com o Carnaval. A verdade é outra: esse tipo de ‘artista’ não mais se locupletará da Lei Rouanet.

                                                                                 
No vídeo, um cantor não identificado começa com “essa marchinha vai para o nosso querido Caetano Veloso e a nossa querida Daniela Mercury”. Segue com um “chupa” e continua com versos críticos sobre a utilização da Lei Rouanet. No refrão, o cantor dispara “ê ê ê ê ê tem gente ficando doida sem a tal Lei Rouanet” e “o nosso carnaval não está proibido, mas com o dinheiro do povo não será mais permitido”. O vídeo de “Proibido o Carnaval” supostamente foi alvo de uma campanha de “deslikes” por parte de defensores do atual governo. Neste momento, o clipe soma mais de 650 mil “não gostei” e apenas 150 mil “gostei” no YouTube.Saindo da internet, nas ladeiras, ruas e avenidas lotadas de foliões, as críticas ao governo Bolsonaro viraram tema de fantasias, blocos, músicas e gritos de guerra.
www.op9.com.br
Crédito: Reprodução/Instagram

A conta da atriz Bruna Marquezine no Instagram amanheceu fora do ar nesta terça-feira (5). Não se sabe se a conta foi desativada pela própria atriz ou invadida. Procurada pelo G1, a assessoria de Marquezine não se manifestou. O sumiço da conta ocorre após uma noite agitada para a atriz. Marquezine esteve nos camarotes do Sambódromo do Rio de Janeiro, onde sambou na companhia de amigas. Ex de Bruna, o jogador Neymar esteve no mesmo camarote e “ficado” com a cantora Anitta. Nas redes sociais, fãs especulam se a atriz teria “surtado” ao saber do envolvimento de Neymar com Anitta e desativado sua conta no Instagram por conta deste fato.

istoe

 

Antropólogos nos descrevem como um povo emotivo, com dificuldade para tomar decisões racionais neste mundo de tantas tragédias e tantas tristezas. Correta ou não, baseada em preconceitos ou em nosso complexo de vira-lata, somos um país de chorões de alma sofrida, que não resistem a um dramalhão. Mas agora chegamos a um limite. Se Lula for impedido de velar o neto Arthur, partilhar a dor com os pais, irmãos, tios e tias de uma família que convive há tanto com a dor e o sofrimento de tantas pessoas próximas, é bom avisar que esse povo pacífico, amoroso e bem comportado, vai acabar perdendo a cabeça. Pode sonhar sonhos que nunca teria, alimentar ideias e pensamentos que jamais admitiu em seu horizonte de ser humano. Este é um aviso aos guardiões da lei e da ordem, aos juizes e aos tiras, aos verdadeiros homens de Estado e aos delinquentes que conseguiram ali se infiltrar.  Autorizar Lula a chorar o sangue de seu sangue, sua alma e sua carne, não é um favor que se presta a uma família. É um favor a vocês e a todos nós. Neste país onde os direitos elementares, que distinguem os homens da maioria dos animais   — como comparecer ao funeral do irmão Vavá — costumam ser negados pela arrogância e pela conveniência, a decisão de negar o adeus a Arthur irá despertar um ódio absoluto e sombrio como nunca se viu neste país. 

brasil247

A defesa do ex-presidente protocolou pedido para que Lula possa comparecer ao velório de seu neto - Créditos: Divulgação
A defesa do ex-presidente protocolou pedido para que Lula possa comparecer ao velório de seu neto / Divulgação

O neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Arthur Araújo Lula da Silva, morreu aos 7 anos no Hospital Bartira, em Santo André (SP), nesta sexta-feira (1). Ele deu entrada pela manhã, com febre alta, foi diagnosticado com quadro infeccioso de meningite meningocócica e não resistiu. Arthur é filho de Marlene Araujo Lula da Silva e Sandro Luis da Silva, filho de Lula e da ex-primeira-dama Marisa Letícia. A meningite meningocócica é uma doença que ocorre quando a bactéria Neisseria meningitidis ou meningococo entra na corrente sanguínea, fazendo com que os vasos se dilatem. A doença afeta pelo menos 500 mil pessoas por ano no mundo. Cerca de 50 mil pessoas morrem em virtude dela. 

Saída

A defesa do presidente protocolou pedido para que Lula possa comparecer ao velório de seu neto. O pedido menciona o artigo 120 da Lei de Execuções Penais (LEP), Segundo o artigo, os presos podem obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, em caso de morte de descendentes. 

A saída é condicionada a uma permissão do diretor da unidade em que o preso se encontra. Se o diretor recusa, deve-se realizar o pedido perante o juiz da execução criminal. O Código Civil define ascendente e descendente como parentes em linha reta, seja para cima da árvore genealógica (pais, avós, etc.) ou para baixo (filhos, netos, etc). Os advogados de Lula estão trabalhando para peticionar sua liberação dele para ir ao velório, e comunicar a notícia ao presidente. Em 29 de janeiro, Lula perdeu o irmão, Genival Inácio da Silva, de 79 anos, conhecido como Vavá, em decorrência de um câncer no pulmão.  O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, autorizou o petista a deixar a prisão para comparecer ao velório do irmão em São Bernardo Campo (SP) dez minutos antes do sepultamento.O ex-presidente decidiu permanecer na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba (PR), devido ao atraso e às restrições impostas pela Justiça. “Lula não perdeu o enterro, foi impedido de ir”, informou a assessoria de comunicação Instituto Lula, em nota. A postura do Judiciário foi criticada por juristas de todo o Brasil e até por integrantes do governo Bolsonaro (PSL) – como o vice-presidente Hamilton Mourão, que disse que a liberação de Lula para o velório de Vavá era “uma questão de humanidade”.

brasildefato

Segundo órgão do Senado, 90% dos trabalhadores que hoje podem ganhar o benefício perderiam o direito com a aprovação da proposta de reforma do governo; pagamento passaria a ser concedido apenas a quem recebe até um salário mínimo

BRASÍLIA – Nove em cada dez trabalhadores que hoje recebem abono salarial no valor de um salário mínimo perderão o direito ao benefício caso a proposta de reforma da Previdência do governo seja aprovada. Dados coletados pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado mostram que apenas 2,6 milhões de trabalhadores fariam jus ao abono segundo a regra proposta, que restringe o pagamento a quem ganha até um salário mínimo. O abono hoje é pago a trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, grupo que reunia 23,9 milhões, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2017. Quase 90% desse grupo têm rendimentos que ficam entre 1 e 2 salários mínimos, faixa que não faria mais jus ao benefício.

Reforma da Previdência
Abono hoje é pago a trabalhadores que ganham até dois salários mínimos. Foto: Estadão

Essa é uma das medidas de maior impacto dentro da reforma da Previdência. Nos cálculos da IFI, geraria uma economia de R$ 150,2 bilhões em uma década, segundo nota técnica divulgada hoje. Outros 22,3 milhões de trabalhadores ganham acima de dois salários mínimos e já não recebem o abono salarial. A restrição do abono vem sendo discutida desde a transição de governo, como antecipou o Broadcast. O fim do benefício, criado há quase meio século, chegou a ser discutido pela equipe do ex-presidente Michel Temer, mas acabou deixado de lado diante do elevado custo político, uma vez que seus beneficiários são justamente a camada mais pobre da população. Antes de incluir a medida na proposta de reforma da Previdência, a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia defendido publicamente mudanças no benefício. A avaliação é de que o benefício não mais se justifica e que há outras políticas mais eficientes para reduzir a miserabilidade da população. No formato atual, o abono acaba transferindo renda para quase metade dos trabalhadores que estão no mercado formal e têm carteira assinada. O custo do benefício hoje fica em torno de R$ 17 bilhões ao ano. Com a mudança, esse valor passaria a cerca de R$ 2 bilhões, segundo a IFI. Em 2018, a despesa com o benefício alcançou R$ 17,2 bilhões, ou 0,25% do PIB, pagos a pouco mais de 23 milhões de beneficiários.

economia.estadao

Crédito: NORBERTO DUARTE / AFP

Alvo de vazamentos de conversas com ministros, o presidente Jair Bolsonaro adotou uma regra para quem se reúne com ele: celulares não entram. O confisco dos aparelhos é uma medida de proteção usada não só em seu gabinete, mas em todas as reuniões das quais tem participado. Vinte e dois deputados que estiveram no Palácio da Alvorada para se reunir com o presidente nesta semana contaram que havia um local designado para deixar os aparelhos na entrada da sala. No Palácio do Planalto, uma caixinha no corredor que antecede o gabinete presidencial faz este papel. A prática já era adotada por outros presidentes. Na gestão atual, porém, a regra foi ampliada. No gabinete do vice-presidente, Hamilton Mourão, qualquer pessoa que entra em sua sala é convidado a deixar o telefone celular do lado de fora. Até mesmo o secretário de imprensa, tenente-coronel Alexandre de Lara, passou a exigir esta semana que jornalistas também não entrem em seu gabinete com celulares. A proibição, porém, não está sendo seguida à risca. Na semana passada, o jornal O Globo mostrou que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ligou, sem querer, para um repórter enquanto conversava com Bolsonaro. No breve diálogo, os dois tratam da demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno, que deixou vazar conversas de WhatsApp com o presidente.

istoe

O deputado federal e ex-governador de MG Aécio Neves Foto: Jorge William / Agência O Globo

O deputado federal e ex-governador de MG Aécio Neves Foto: Jorge William / Agência O Globo

RIO – O deputado federal e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB-MG) teve R$ 11,5 milhões em bens bloqueados pela Justiça mineira. A medida é parte de uma decisão liminar assinada na quinta-feira pelo juiz Rogério Santos Araújo Abreu, da 5ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de Minas. O magistrado também tornou Aécio réu na ação civil pública que pede o bloqueio, movida pelo Ministério Público. O tucano é acusado de utilizar, sem comprovado interesse público, aeronaves oficiais do governo para voar até o Rio de Janeiro, a cidade de Cláudio (MG), entre outros municípios. Ao todo, o MP aponta 1.337 voos sob suspeita. A ação indica que as viagens teriam ocorrido no período em que Aécio era governador de Minas (entre 2003 e 2010). São apontados 116 deslocamentos aéreos injustificados para Cláudio (a família dele tem uma fazenda na cidade), 138 voos para a capital fluminense e 1.083 para diversas outras localidades. A defesa de Aécio recorreu da decisão. Enquanto o recurso não for aceito, corre um prazo de cinco dias para que ele apresente à Justiça bens no valor correspondente ao bloqueio.

No texto da liminar, Rogério Santos Abreu afirma que as provas reunidas pelo MP demonstram que Aécio utilizou a máquina pública para “fins escusos” e “ignorou o princípio da publicidade e da probidade da administração pública”. Para o magistrado, o ex-governador teria utilizado “dinheiro público em benefício próprio”.

Continue lendo

Militares foram excluídos da proposta de reforma da Previdência de Bolsonaro - Créditos: Fernando Frazão/Agência Brasil
Militares foram excluídos da proposta de reforma da Previdência de Bolsonaro / Fernando Frazão/Agência Brasil

Quem aproveita o bololô é o Congresso, que sobe o preço para aprovar reformas

Olá,

O deputado Marcelo Freixo (PSOL) encontrou uma boa definição sobre o governo Bolsonaro, que seria dividido entre o núcleo militar, o núcleo ligado ao mercado e o núcleo “A Praça é Nossa”, mais versado em patuscadas e esquetes de humor. É um bom resumo para esta semana em que a proposta da Reforma da Previdência foi levada ao Congresso e um novo bate-cabeça entre a trupe bolsonarista colocou mais um general no centro do poder, numa crise que pode vir a aumentar nos próximos dias.

Vamos nessa.

Sobrou pra mim, o bagaço da laranja. A essa altura da semana, você já sabe que Gustavo Bebianno caiu da Secretaria-Geral de Governo, depois que o suco de laranja do PSL ferveu. Como apontou o pesquisador Alberto Almeida, tempo recorde para a queda de um ministro desde FHC. Nos bastidores, sabe-se que Bolsonaro não quis apenas se afastar do principal escândalo envolvendo seu partido – diz-se nos bastidores que a relação entre ambos já não era boa. Segundo o jornalista Augusto Nunes, foi o próprio Bebiano que lhe encaminhou os áudios da conversa, divulgada no site da Veja, para demonstrar que não havia mentido. Em entrevista à rádio Jovem Pan, Bebianno disparou principalmente contra Carlos Bolsonaro, a quem acusou de promover uma “macumba psicológica” na cabeça do pai-presidente. A preocupação agora é saber se Bebianno vai falar mais alguma coisa ou ficar quieto. Preocupação do próprio presidente, que teve mais uma conversa vazada: desta vez, com Onyx Lorenzoni, na qual o ministro da Casa Civil prometia conversar com Bebianno para colocar panos quentes na situação.

Continue lendo

Sérgio Moro ficou conhecido por julgar casos da operação Lava Jato em Curitiba (PR) - Créditos: Agência Brasil

Sérgio Moro ficou conhecido por julgar casos da operação Lava Jato em Curitiba

(PR Agência Brasil0)

Um grupo formado por 39 movimentos sociais com atuação voltada para a garantia dos direitos da população negra se uniu para cobrar da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), ações contra o pacote anticrime proposto pelo ministro Sérgio Moro. Responsável pela Justiça e Segurança Pública no governo Jair Bolsonaro (PSL), ele propõe alterações legais para solucionar a atual crise na segurança.Segundo o documento enviado pelo grupo, as alterações propostas por Moro terão o resultado inverso do que dito pelo ministro. Há o entendimento de que essas mudanças acarretariam em aprofundar ainda mais a desigualdade social no país, bem como manter e agravar o encarceramento e genocídio da juventude negra e periférica, como sustentam.O pacote anticrime de Sérgio Moro é criticado por especialistas, que consideram possível haver uma brecha legal para policiais matarem em serviço, uma espécie de “licença para matar”.Há detalhamento das críticas feitas pelo movimento negro ponto a ponto, desde a prisão em segunda instância, que “abre-se mão do direito à presunção da inocência, o que levará ao cárcere inúmeras pessoas que não tiveram sua sentença definida”, ao excludente de ilicitude para policiais, ação com poder cujo reflexo pode ser em “diminuir as investigações de mortes cometidas por policiais, dando margem para o aumento da letalidade policial”, sustenta os movimentos.“O ‘Pacote Anti Crime’ ignora fatos, evidências, pesquisas, elaborações acadêmicas e científicas, além de toda a mobilização da sociedade em torno do tema, e propõe algo dissonante ao que vem sendo discutido e defendido como solução para o grave problema de segurança pública vivida no Brasil. Como não caracterizar tais iniciativas como deliberados ataques e violações aos direitos humanos em nosso país?”, questiona o texto.O documento traz análises de oito especialistas sobre o pacote, entre eles Paulo Sérgio Pinheiro, ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos.

Continue lendo

Governo propõe que BPC fique abaixo do salário mínimo - Créditos: Elza Fiuza/Agência Brasil
Governo propõe que BPC fique abaixo do salário mínimo / Elza Fiuza/Agência Brasil

A primeira Comissão permanente no Congresso onde deverá tramitar o projeto de reforma da Previdência do governo Bolsonaro (PSL) será a de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Segundo juristas ouvidos pelo Brasil de Fato, um dos pontos de questionamento que podem ser levantados no órgão é a redução do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para menos da metade de um salário mínimo. Hoje, o valor é de um salário mínimo, equivalente a R$ 998.

Com representação partidária proporcional ao plenário, a CCJ é responsável pela avaliação da constitucionalidade dos projetos que são propostos no Congresso. Apesar da missão institucional, os debates em seu interior costumam manifestar mais juízos políticos do que estritamente técnicos.  Como o projeto do governo foi enviado em forma de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), tipo normativo que altera o próprio texto constitucional, as possíveis inconstitucionalidades devem ser observadas em relação às cláusulas pétreas, como são chamados os direitos presentes na Constituição que não podem ser alterados. Além disso, as Emendas Constitucionais aprovadas podem ser apreciadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). É o que explica o advogado Ronaldo Pagotto. “Se fosse a tentativa de uma lei ordinária, ou uma proposta sem dizer qual é o caminho, poderíamos apontar vários pontos inconstitucionais. [Como se trata de PEC] devemos questionar o seguinte: existe alguma cláusula pétrea da Constituição que está sendo violada?”, aponta. BPC O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é concedido a idosos, a partir de 60 anos, que tenham renda menor a um quarto de salário mínimo. A proposta do governo é que o valor do BPC passe de um um salário minimo (R$ 998) para R$ 400. 

Continue lendo

Militares leais ao governo de Nicolás Maduro atiraram contra um grupo de civis que tentava impedir o fechamento de parte da fronteira da Venezuela com o Brasil para a entrega de ajuda humanitária, deixando ao menos uma pessoa morta e várias feridas, de acordo com deputados da oposição e ativistas.O conflito aconteceu no vilarejo indígena de Kumarakapai, na região de Gran Sabana, na fronteira com o Estado de Roraima, por volta das 6h manhã do horário local (7h em Brasília) desta sexta-feira, 22.De acordo com o jornal americano The Washington Post, tudo começou quando um comboio militar se aproximou do vilarejo, que fica em uma das principais estradas que ligam a Venezuela ao Brasil. Alguns moradores se posicionaram em frente aos veículos dos soldados, para impedir sua passagem, e foram atingidos por tiros.Uma mulher, Zorayda Rodriguez, de 42 anos, foi morta, de acordo com o advogado e ativista Olnar Ortiz. Segundo o deputado da Assembleia Nacional Américo de Grazia, outras 15 pessoas ficaram feridas pelos disparos, três delas em estado grave.

veja

Brumadinho (MG)
SANTA TEREZINHA – PE. LEMBRAM???
 O Tenente Flávio Lanes Silva Rodrigues, que esteve na Missão Cruzex em 02.11.18 na cidade de Santa Terezinha PE,  o qual na oportunidade concedeu entrevista a este blog, entrou em contato neste dia 19.02.19, com exclusividade, para informar que os militares que atuaram aqui em Santa Terezinha, também atuaram na missão de apoio em Brumadinho (MG).
 Agradecemos ao Tenente e parabenizamos pela respeitável bravura, humanidade e humildade que aturam nesta admirável profissão. 
 

DIA 22/01       7,7

DIA 28/01       4,4

DIA 30/01       13,9

DIA 23 / 02     23,08

DIA 05/ 02     3,5

DIA 14/ 02      2,5

DIA 15/02       81,02

DIA 16/02      45,05

DIA 17/02      14,07

DIA 19/02      28,07

Total até 19.02: 223,47

FONTE: Secretário Adjunto da Secretaria Municipal de Agricultura: José Carlos Leite Silva (Teixeira de Joca Balduino)

Obs: Este resultado foi até o fechar da matéria

” Uma verdadeira bagunça, é mesmo que misturar… com”….

NULL
O vice-presidente eleito General Mourão afirmou no último domingo, 28, que a Reforma da Previdência deve ser prioridade no governo de Jair Bolsonaro. O militar da reserva, inclusive, deixou clara a intenção de aprovar a proposta do presidente Michel Temer, pelo menos em parte, ainda em 2018. Porém, a equipe que assessora o presidente eleito já havia deixado claro que a Reforma da Previdência de Temer precisava de mudanças. O futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, já declarou que a pauta é prioritária e deseja que seja aprovada neste ano. O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), escolhido como ministro da Casa Civil do governo de Bolsonaro, chamou a proposta de Temer de “remendo”, afirmando querer um projeto de longo prazo, para cerca de 30 anos. Paulo Guedes defende a adoção do sistema de capitalização, no qual a aposentadoria de cada trabalhador é resultado do que ele poupou individualmente ao longo da vida, no texto da Reforma.  A equipe liderada por Paulo Guedes, que orienta Bolsonaro na questão da economia, citou ao O Estado de S. Paulo a necessidade de um ajuste no sistema vigente para “acalmar o mercado” e “ganhar tempo” enquanto uma reforma mais radical é elaborada. A ideia é que a reforma contemple os eixos da assistência social, da capitalização e de repartição sob novas bases, portanto, com maiores exigências para que se possa ter acesso ao benefício. É previsto pela equipe que um híbrido entre o sistema atual de repartição (em que as contribuições atuais bancam os benefícios de quem já é aposentado) e o de capitalização traga uma economia estimada em R$ 1,3 trilhão em dez anos.

Continue lendo

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
  CLIQUE AQUI e fale com os novos ministros, fiquem de OLHO bem aberto alguma informação entre em contato com os ministros. Imagem relacionada
Vejam as verbas de suas cidades ,naveguem e fiquem bem informados CLIQUE AQUI E ACESSE!

CLIQUE AQUI e veja receita e despesa do seu municípios.

Aqui você encontra informações sobre a aplicação do dinheiro público nos municípios e no estado de Pernambuco.

Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Parceiros