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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Notícias

Record e Globo (Foto: Divulgação)
Record e Globo já tiveram diversas rivalidades ao longo dos anos (Foto: Divulgação)

TV Globo é a segunda maior emissora do mundo e o seu poder causa um certo incômodo na concorrência, que tenta a qualquer custo atingi-la de alguma forma. O que muita gente já sabe é que a Record é a principal ‘inimiga’ da emissora carioca há muito anos, e os motivos dessa briga será enumerada nesta matéria.

Em 2009, Edir Macedo foi acusado pela vênus platinada de envolvimento em uma esquema de corrupção ao lado de mais nove pessoas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus, pelo “Jornal Nacional”. O nome da emissora do bispo foi dita várias vezes pelos apresentadores do Jornal Nacional, que ainda explicaram como o dinheiro dos fiéis era desviado.

“A atuação da quadrilha não conheceu limites. Seus integrantes se utilizaram da Igreja Universal do Reino de Deus para a prática de fraudes em detrimento da própria igreja e de inúmeros fiéis”, dizia a denúncia na época. O Ministério Público ainda havia afirmado que fazia dez anos que os bispos usavam o mesmo esquema para enriquecer. Uma verdadeira troca de farpas no ar, então, aconteceu naquela semana, uma emissora atacando a outra de forma agressiva e sensacionalista. Possivelmente, tudo aconteceu porque as novelas da Globo estavam em baixa, com trama que não agradaram muito o público e a Record estava em alta, com novelas de sucesso, como “Os Mutantes – Caminhos do Coração” e “Chamas da Vida”.

Poster de divulgação de Os Mutantes: Caminhos do Coração (Foto: Divulgação)
“Os Mutantes: Caminhos do Coração” era um grande sucesso em 2009 (Foto: Divulgação)

Apesar de esse ter sido um dos ataques que mais chamou atenção, no início dos anos 90 algo pior aconteceu. Edir Macedo foi preso soba a acusação de charlatanismo e curandeirismo, em 1992, e o jornalismo da emissora carioca cobriu todo o caso de forma ‘agressiva’, mostrando tudo o que aconteceu. Depois, em 1995, o religioso foi retratado na minissérie “Decadência” como um pastor mentiroso e desonesto. Em sua biografia autorizada escrita em 2007, Macedo contou muito sobre todo o perrengue que enfrentou com as informações veiculadas pela Globo na época. “Doze anos depois de ter sido preso na rua, levado para a cela de uma delegacia e ter sido execrado nos noticiários dos jornais, do rádio e da televisão, resolvi contar minha versão dos fatos”, explicou. No ano passado, a Record levou ao ar uma prometida reportagem sobre a TV Globo no “Domingo Espetacular”. Na atração, a emissora discorreu sobre a possibilidade do ex-ministro Antonio Palocci ter envolvido a emissora carioca em uma possível delação premiada. “A causa do pesadelo nos poderosos”, disse o repórter do canal. De acordo com a Record, a Globo estaria temendo a delação de Palocci, pois ele pode “contar o que sabe sobre os negócios dos irmãos Marinho”. Entre as acusações mencionadas pela Record contra a Globo, está principalmente a de sonegação de impostos. A emissora argumentou que, como a Globo “quase quebrou” no início dos anos 2000, teve que montar um esquema criminoso para comprar os direitos de transmissão da Copa do Mundo daquele ano.

otvfoco

10052019 FPM verba bloqueada

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa que 237 Municípios estão com bloqueio no repasse do primeiro decêndio de maio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os recursos seriam creditados nesta sexta-feira, 10 de maio, mas a transferência foi bloqueada por falta de homologação nas informações referente ao 6º bimestre de 2018 dos gastos com saúde no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops). O montante bloqueado chega a R$ 227 milhões.

A CNM informa aos gestores municipais que os repasses poderão ser desbloqueados no prazo de 72 horas após a regularização das informações junto ao Siops (envio e homologação dos dados). O montante bloqueado representa 3,5% do total dos R$ 6,5 bilhões que serão partilhados entre os Municípios no primeiro decêndio de maio. Esse repasse é considerado o segundo maior do FPM neste ano. A CNM alerta sobre a importância da regularização dessas informações, pois o FPM é um recurso destinado às áreas da saúde e da educação além de ser essencial à manutenção dos serviços prestados à população e para a manutenção administração municipal. Confira a relação dos Municípios que não homologaram os dados.

Condicionamento de recursos 
A CNM lembra ainda aos Municípios as sanções previstas na Lei Complementar 141, artigo 26, referente à aplicação mínima de recursos na saúde: 
“Para fins de efetivação do disposto no inciso II do parágrafo único do artigo 160 da Constituição Federal, o condicionamento da entrega de recursos poderá ser feito mediante exigência da comprovação de aplicação adicional do percentual mínimo que deixou de ser aplicado em ações e serviços públicos de saúde no exercício imediatamente anterior.
§ 1º No caso de descumprimento dos percentuais mínimos pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios, verificado a partir da fiscalização dos Tribunais de Contas ou das informações declaradas e homologadas na forma do sistema eletrônico instituído nesta Lei Complementar, a União e os Estados poderão restringir, a título de medida preliminar, o repasse dos recursos referidos nos incisos II e III do § 2º do art. 198 da Constituição Federal ao emprego em ações e serviços públicos de saúde, até o montante correspondente à parcela do mínimo que deixou de ser aplicada em exercícios anteriores, mediante depósito direto na conta corrente vinculada ao Fundo de Saúde, sem prejuízo do condicionamento da entrega dos recursos à comprovação prevista no inciso II do parágrafo único do art. 160 da Constituição Federal.”

Com isso, os Municípios que não conseguiram investir os recursos mínimos de 15% estão sofrendo sanções financeiras de condicionamento de recursos.

cnm.org.br

Fotos: Fernando Frazão/ Agência Brasil e Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Fotos: Fernando Frazão/ Agência Brasil e Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, elogiou nesta segunda-feira, 13, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, por estar “fazendo política”. Maia aproveitou para sugerir que há problemas na articulação do governo com o Congresso, ao dizer que Moro tem demonstrado capacidade política maior do que outros ministros de quem “se esperava mais”.
Sobre a possível indicação do ministro para uma cadeira do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Câmara disse que foi sanada a dúvida sobre o possível compromisso do presidente Jair Bolsonaro para atrair Moro ao governo: “Pelas palavras do presidente, esse acordo foi construído antes de ele tomar posse e é um direito dele”. No final de semana, Bolsonaro afirmou que espera cumprir o “compromisso” e indicar Moro ao STF. A próxima cadeira a vagar na Corte será a do decano, Celso de Mello, daqui a um ano e meio. Após a fala de Bolsonaro, especialistas apontaram que a antecipação do nome ao STF pode enfraquecer o ministro, que precisará se submeter com muita antecedência ao processo de beija-mão dos senadores para ser aprovado na sabatina. Maia disse que a fala de Bolsonaro “nem fortalece e nem atrapalha” o trabalho de Moro. “É uma questão que foi colocada antes. Ele ia ser ministro (da Justiça) depois estava automaticamente convidado pra ser ministro do STF, é um direito do presidente”, afirmou Maia, que disse ainda que Moro tem “todas as qualidades para ser ministro do Supremo”. Hoje, Moro negou que tenha acertado com Bolsonaro a indicação ao STF como condição para integrar o governo.
Também em Nova York, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que há “uma longa travessia” até o momento de Bolsonaro eventualmente indicar Moro ao STF. “O próprio Moro falou que no momento do convite, se ainda houver o convite, ele também vai se manifestar se aceita ou não”, disse. “Não posso emitir juízo de valor se é ou não adequado indicar para esse posto (de ministro do STF). O presidente acha que (ele) é, brasileiros acham que (ele) é qualificado, mas isso é um debate para daqui a um ano e meio. Temos que decidir hoje no Brasil o que faremos com o Brasil hoje, as reformas, especialmente a reforma da previdência”, afirmou Alcolumbre.
Na semana passada, Moro teve uma derrota no Congresso, com a volta do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia. O sinal de que pode indicar o ex-juiz da Lava Jato ao STF foi entendido como uma tentativa de afago ao ministro, depois de o governo não ter atuado junto aos parlamentares para garantir a vitória de Moro. Para Maia, Moro mostrou boa interlocução com o Congresso, a despeito de ter perdido o controle sobre o Coaf.
“A política tem que olhar o ministro Moro, hoje, de outra forma. O que ele fez na semana passada, mesmo tendo resultado desfavorável, foi fazer política. A gente está reclamando muito que o governo não faz política, e esse ministro, por mais que alguns tenham restrição ou não a ele, ele fez política, tem feito política, tem ido à Câmara, ao Senado, procurou todos os deputados e senadores da comissão para pedir voto para aquilo que ele acreditava. Não venceu, mas mostrou que respeita as instituições e o sistema democrático”, afirmou Maia.
 
Nomeação para o STF

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A Comissão Mista que analisa a Medida Provisória 871/2019, conhecida como MP do pente-fino no INSS, retirou, nesta quinta-feira (9/5), trecho de parecer do deputado federal Paulo Martins (PSC-PR) sobre acidentes de trabalho.

No parecer, a base aliada queria usar a MP para dizer que acidentes sofridos a caminho do trabalho não fossem mais considerados acidentes de trabalho — e deixassem de ser cobertos pelo INSS, portanto. O argumento é que a reforma trabalhista deixou de considerar o tempo de deslocamento até o trabalho, as chamadas “horas in itinere“, como tempo à disposição do empregador. Portanto, afirma o deputado, a legislação previdenciária tem de se adaptar.

Regras
Quando editou a MP, o governo disse que esperava economizar R$ 10 bilhões em um ano, com o tal do “pente fino”. A MP 871 estabelece novas regras acerca da concessão de benefícios, além de fazer uma revisão dos benefícios atuais que estão suspensos sob com suspeitas de irregularidades. 

A advogada Mariana Machado Pedroso, especialista em Direito e Processo do Trabalho e sócia do Chenut Oliveira Santiago Advogados, afirma que se a nova norma fosse promulgada, empregados que viessem a se acidentar no trajeto casa-trabalho-casa não mais poderiam responsabilizar seus empregadores. “Além disso, não sendo acidente de trabalho, eles não mais teriam direito à estabilidade acidentária prevista na Lei Federal 8.213/91.”

Ivan Henrique de Sousa Filho, gerente da área trabalhista e cível do Rodovalho Advogados, defende que existe a necessidade de adequar a legislação previdenciária à trabalhista em razão da alteração feita pela reforma trabalhista. “A partir da reforma, consta expressamente na CLT que o tempo despendido pelo empregado no deslocamento da sua residência ao trabalho, bem como o seu retorno, não mais será computado na jornada de trabalho, ‘por não ser tempo à disposição do empregador’”, observa.

Conceito Confundido

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Brasília - Agências da Caixa abrem das 9h às 15h neste sábado (11) consulta e saque dos recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.  (Marcelo Camargo/Agência Brasil)Marcelo Camargo/Agência Brasil

Valor a ser retirado totaliza R$ 1,53 bilhão

A menos de dois meses para o fim do prazo, cerca de 2,34 milhões de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos não sacaram o abono salarial ano-base de 2017. O prazo para a retirada acaba em 28 de junho. Quem não tiver feito o saque perderá o direito ao benefício. Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o montante ainda não sacado soma R$ 1,53 bilhão. Os trabalhadores que não retiraram o benefício equivalem a 9,49% do total. A maior parte dos benefícios não sacados está na Região Nordeste, onde 642.074 trabalhadores ainda não retiraram o abono. No entanto, o estado com o maior volume de esquecimentos é o Rio Grande do Sul, com 584,1 mil benefícios não retirados. Tem direito ao abono salarial quem estava inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2017, recebendo até dois salários mínimos. Além disso, é preciso que os dados do trabalhador tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Os empregados da iniciativa privada sacam o abono do PIS nas agências da Caixa Econômica Federal. Os servidores públicos e empregados de estatais devem fazer a retirada em qualquer agência do Banco do Brasil. O abono salarial ano-base 2017 começou a ser pago em 26 de julho de 2018. O valor a que cada pessoa tem direito depende do tempo trabalhado formalmente no ano-base. Quem trabalhou por apenas 30 dias em 2017 pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84, o equivalente a 1/12 do salário mínimo. A quantia sobe 1/12 por mês trabalhado até atingir um salário mínimo (R$ 998), para quem trabalhou durante todo o ano.

agenciabrasil

Em 2012, a empreendedora paulista Isabela Lepera, 26, decidiu começar a vender cupcakes. Começou atendendo os amigos, viu a clientela crescer e hoje comanda a Cupcakes by Isa, que hoje também vende outros docesalém dos bolinhos. Além do próprio negócio, a atenção chamada por ele cresceu. Nesta semana, a empresa de Isabela se tornou destaque em um evento do Facebooknos Estados Unidos. O fundador da rede, Mark Zuckerberg, foi um dos que falou sobre ela. 

De hobby a negócio
Isabela estudava Direito em Franca (SP) quando começou a fazer os doces. Insatisfeita com o curso, testou uma receita de bolo da avó e decidiu arriscar com as vendas. “Estávamos no ápice da moda dos cupcakes naquela época. Comecei a vender para os amigos e as pessoas foram gostando”, relembra. O negócio seguiu como uma espécie de hobby pelos próximos dois anos. Em 2014, após se formar, ela voltou a morar na cidade dos pais, Ribeirão Preto (SP). Lá, encontrou um mercado que se mostrava promissor. “Eu estudei bastante a ideia de seguir com a confeitaria, porque não queria errar a área de novo”, diz.

Cupcake da Cupcakes by Isa (Foto: Divulgação)

Decidida a investir na ideia, ela fortaleceu a marca. Criou novas receitas, expandiu o cardápio e se profissionalizou na gestão de alimentos. Em 2016, deixou de vez a carreira de advogada para se dedicar à empresa. Isabela cuida sozinha de tudo, do atendimento à produção dos pedidos. Hoje, a Cupcakes By Isa também vende produtos como brownies, tortinhas, donuts e chocolates. Os carros-chefes são os cupcakes e as “pizzas” de brownie. As redes sociais foram o principal meio de divulgação da empresa, que também faz 60% das vendas pelo WhatsApp.

Pizza de brownie da Cupcakes by Isa (Foto: Divulgação)
Isabela Lepera, fundadora da Cupcakes by Isa, foi destaque na conferência F8, do Facebook (Foto: Reprodução)

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Priscila Guedes no BATV (Foto: Reprodução)
Priscila Guedes no BATV (Foto: Reprodução)

Essa semana não foi um bom dia para a apresentadora Priscila Guedes. Responsável por comandar o BATV na TV  São Francisco, de Juazeiro, afiliada da TV Globo na Bahia, a profissional compartilhou a decisão do canal em demiti-lá.“Foram quatro anos, dez meses e seis dias fazendo parte dessa família… Hoje saímos da TV São Francisco, de coração e sorriso abertos, com a certeza que fomos incríveis, não perfeitos, mas incríveis, sim, iniciou a famosa. “Foi entre câmeras, monitores, pontos e microfones lapelas que há dois anos e quatro meses eu ganhei o maior presente da minha profissão e me encontrei… Sem nunca, claro, deixa o amor pelo microfone com canopla (reportagem tá no sangue)”, completou a profissional.“Foi ali, no meio do estúdio, vendo as palavras subirem na minha frente, que eu senti pela primeira vez os milhões de olhos voltados pra mim, acreditando em mim… Em cada palavra que eu dizia. Foi olhando nos olhos de cada telespectador que eu pude informar, dar boas e más notícias, me revoltar junto com eles e me divertir também”, informou a comunicadora.

Priscila Guedes no BATV (Foto: Reprodução)
Priscila Guedes no BATV (Foto: Reprodução)

“A casa ajudou bastante, foi uma escola… Grandes profissionais, grandes amigos e companheiros do dia a dia, dos perrengues (e que perrengues, a gente devia ganhar por insalubridade)”, prosseguiu.“Saio com saúde, experiência e muita gratidão a todos os meus amigos de trabalho. No meu último jornal, me despedi como de costume, mas não como queria. Por isso, deixo aqui minha despedida pro povo do Norte da Bahia e Vale do São Francisco, que me acompanhava todos os dias”, finalizou ela.De acordo com informações da revista Caras, não foi só Priscila Guedes que foi colocada para fora. Cerca de 40 jornalistas também foram demitidos. Procura, a Rede Bahia ainda não retornou o contato para confirmar a demissão dos profissionais.Após ser demitida, Priscila postou uma foto do ex-presidente Lula, com a hashtag em que pede a liberdade do político, preso desde abril do ano passado. Horas depois, nos Stories, escreveu a frase com o xingamento destinado ao atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro. Foi a primeira vez em que a jornalista expressou a sua opinião política. Como funcionária de uma afiliada da Globo, ela não podia fazer isso.

No entanto, ela acabou excluindo a publicação.

Enquanto isso, o governo Bolsonaro não irá veicular na Globo comerciais sobre Reforma da Previdência. A divulgação do projeto polêmico acontecerá apenas em emissoras concorrentes, como SBT, Record, Band e RedeTV!.

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Os passageiros de aplicativos de transporte sentem no bolso a paralisação organizada, nesta quarta-feira (8/5), pelos motoristas que trabalham com esse tipo de serviço. Para pressionar as empresas de aplicativo a melhorar as condições de remuneração, os prestadores de serviço convocaram uma greve em vários países, incluindo o Brasil, no mesmo dia em que a Uber entra na Bolsa de Valores de Nova York. Com a adesão de muitos motoristas ao movimento, batizado de Uber off, o valor das viagens acabou subindo em diversas praças, incluindo Brasília, segundo alguns passageiros. A estudante Carmen Fernandes, 20 anos, conta que costuma utilizar o aplicativo toda quarta-feira para realizar um mesmo trajeto e que sentiu o aumento de preço. “Costumo olhar os preços um pouco antes do horário de sair. Pretendo realizar uma corrida mais tarde e já notei que as tarifas estão sendo taxadas como dinâmicas. É um trecho pequeno, mas notei um aumento de 15% a 20%”, diz. Luiz Fernando Assad, 21, também estudante, relata que não sabia da paralisação e que pediu um carro duas vezes nesta quarta-feira. “O aplicativo demorou um pouco pra atualizar o valor, mas as duas viagens que fiz, umas às 14h e outra às 14h29, foram em tarifa dinâmica. Mas o valor não aumentou muito, não. Pouco mais de R$1 do que normalmente pago”, calculou.

Motorista observa mudança

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Record sofre atentado e Globo tem incêndios no estúdios; funcionários se apavoram e pânico toma conta da situação Foto: Reprodução
Record sofre atentado e Globo tem incêndios no estúdios; funcionários se apavoram e pânico toma conta da situação Foto: Reprodução
Recentemente, nós aqui do TV FOCO demos a notícia de que a emissora Record teria sofrido um atentado durante a gravação de uma matéria onde um carro acabou pegando fogo e repórteres foram atacados, a Globo, foi outra emissora que sofreu com incêndios e acabou aterrorizando funcionários.

Uma equipe da Record TV foi alvo de um atentado promovido por traficantes nesta segunda-feira (6). O caso ocorreu na capital do Espírito Santo, na cidade de Vitória. A equipe jornalística do canal cobria uma grande operação criminal na região, quando tudo aconteceu. A informação foi confirmada pelo portal de notícias R7 e repercutiu em outros sites.Os bandidos da região, tentando evitar que os profissionais da mídia exercessem o seu trabalho, atearam fogo no veículo de reportagem da Record. Não há informações sobre feridos na ação, mas o carro acabou sendo destruído.A Polícia Civil e a Polícia Militar realizavam uma ação em conjunto na região. Os oficiais estavam na localidade para cumprir treze mandados de busca e apreensão, além de outros onze mandados de prisão. Durante a operação, além de armamento, os agentes da lei encontraram alguns entorpecentes.

Record TV é alvo de atentado, corpo de bombeiros é acionado e o pior acontece Foto: R7/Folha Vitória
Record TV é alvo de atentado, corpo de bombeiros é acionado e o pior acontece Foto: R7/Folha Vitória

Dos onze mandados de prisão, apenas cinco teriam sido cumpridos até o final da manhã, porém as autoridades procuram os outros seis suspeitos. O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas, realizando o trabalho com sucesso. Antes dos ladrões incendiarem o automóvel, houve troca de tiros entre policiais e ladrões na região. Os criminosos ainda roubaram outro veículo, que foi atingido por diversas balas. Já na Globo, duas gravações de novelas importantes da emissora tiveram que ser adiadas por conta de incêndios na emissora. Um incêndio atingiu a cidade cenográfica da novela Espelho da Vida, segundo a própria emissora informou, no momento do ocorrido, estava sendo gravada uma cena de incêndio, quando, sem perceber, as chamas saíram do controle e acabaram danificando parte do cenário da novela das seis. No momento do incêndio, os atores não estavam lá.

Record sofre atentado e Globo tem incêndios no estúdios; funcionários se apavoram e pânico toma conta da situação Foto: Reprodução
Record sofre atentado e Globo tem incêndios no estúdios; funcionários se apavoram e pânico toma conta da situação Foto: Reprodução

Imediatamente, o local foi isolado e não houve feridos. “O fogo foi controlado, com a ajuda do 12º Grupamento do Corpo de Bombeiros, não houve outros prejuízos na cidade cenográfica e não haverá impacto no planejamento das cenas finais da novela”, diz o comunicado oficial. O galpão de apoio às gravações de Deus Salve o Rei também pegou fogo, de acordo com comunicado oficial, emitido pela Central Globo de Comunicação. O local foi rapidamente evacuado; o protagonista Rômulo Estrela e o diretor artístico Fabrício Mamberti trabalhavam no galpão quando foram detectadas as primeiras chamas. A Band, a GloboNews, a RecordTV Rio e a Globo, durante o Jornal Nacional, exibiram imagens do incêndio ao vivo. Pelo material gerado por estes canais, foi possível mensurar as proporções do incidente. As fortes chamas consumiram praticamente toda a estrutura do galpão. O galpão abrigava os cenários do castelo; possivelmente, o da rainha Crisélia (Rosamaria Murtinho), cuja morte deflagra o “jogo de empurra” entre seus netos, Afonso (Rômulo) e Rodolfo (Johnny Massaro), desinteressados em assumir o reino. A novela de Daniel Adjafre, ambientada na Idade Média, demanda uma estrutura especial: a cidade cenográfica, que reproduz os reinos de Artena e Montemor, consiste em dois galpões de 35m x 70m e 35m x 75m – além de uma área de 1.800 metros quadrados com cenários fixos. O ambiente é totalmente ‘indoor’: coberto, protegido das condições climáticas, promovendo a atmosfera que remete ao clima europeu.

Globo tem incêndios no estúdios; funcionários se apavoram e pânico toma conta da situação Foto: Reprodução
Globo tem incêndios no estúdios; funcionários se apavoram e pânico toma conta da  situação Foto: Reprodução

Em julho de 1969, os estúdios da Globo em São Paulo foram parcialmente destruídos pelo fogo. Na ocasião, a produção da novela A Cabana do Pai Tomás, exibida às 19h, foi transferida para o Rio de Janeiro. A emissora então foi obrigada a esticar a trama das 20h, Rosa Rebelde, já que não tinha condições de abrigar num mesmo espaço o trabalho de quatro folhetins: ‘Cabana’, ‘Rosa’ e sua substituta (Véu de Noiva) e A Ponte dos Suspiros, cartaz das 22h. Um incêndio de grandes proporções atingiu a Globo em 4 de junho de 1976, dia da exibição do último capítulo de Pecado Capital, às 20h. O fogo, que teve início após um curto-circuito no sistema de ar condicionado, se espalhou por dutos e atingiu boa parte das instalações da emissora. Na ocasião, três capítulos de Vejo a Lua no Céu (18h) e um de Anjo Mau (19h) se perderam. As gravações – incluindo as de O Feijão e o Sonho, substituta de ‘Vejo a Lua’ – foram transferidas para os estúdios da TV Educativa e da Cinédia.

O Xuxa Park, matinal apresentado por Xuxa aos sábados, chegou ao fim em 11 de janeiro de 2001, após um incêndio que consumiu todo o cenário da atração, durante as gravações. A Rainha dos Baixinhos apresentava um número musical quando as chamas começaram a destruir a “nave”, posicionada no centro do estúdio. 300 pessoas estavam presentes no local; 26 ficaram feridas, com queimaduras de primeiro, segundo e terceiros graus. Os casos mais graves foram os de Thamires Gomes Valleja, de 7 anos, que ficou presa numa roda-gigante, e de Leonilson Vieira, segurança particular de Xuxa, que resgatou a menina. Ambos se recuperaram dos ferimentos depois de um longo período de internação e operações plásticas custeadas pela Globo. Já em julho de 2008, cerca de 15% das edificações da cidade cenográfica de Três Irmãs – outra produção das 19h – foram consumidas pelas chamas. Ninguém se feriu. E o prejuízo de R$ 10 mil foi considerado “irrisório”. A emissora acelerou o passo para reconstruir o que foi destruído antes do início das gravações, no mês seguinte. Para facilitar os trabalhos, o diretor Dennis Carvalho optou por abrir os trabalhos com as cenas em estúdio.

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As Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS) aprovaram em conjunto, nesta quarta-feira (8), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 37/2013, que promove mudanças na política sobre drogas. A proposta altera o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas(Sisnad), que coordena medidas relacionadas à prevenção do uso de psicoativos, à atenção de usuários e à repressão ao tráfico.

O texto regula temas controversos como internação compulsória de dependentes, comunidades terapêuticas e a caracterização do porte de droga em menor quantidade. Entre outros pontos, o texto possibilita a internação involuntária de usuários de droga e  aumenta a pena mínima para o traficante que comandar organização criminosa, de 5 para 8 anos de reclusão, com máximo de 15 anos. O texto segue para a Comissão de Direitos Humanos e Partcipação Legislativa (CDH). Ao longo dos seis anos de tramitação no Senado, o PLC 37/2013 chegou a ser aprovado, com alterações, pelas comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Educação, Cultura e Esporte (CE), mas o relator na CAE e na CAS, senador Styvenson Valentim (Pode-RN), decidiu resgatar o texto aprovado pelos deputados federais.  Ele defendeu a proposta da forma como veio da Câmara dos Deputados, para evitar que emendas e o substitutivo já aprovado na CCJ levem o projeto a retornar à análise dos deputados. — Mesmo reconhecendo que algumas alterações propostas pelas comissões do Senado são meritórias, o ganho para a sociedade que elas proporcionariam é comparativamente pequeno, frente ao tempo adicional que teríamos de aguardar para que a Câmara deliberasse sobre essas inovações — defendeu o relator. Mas a votação da proposta enfrentou resistência. Os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Rogério Carvalho (PT-SE) apresentaram voto em separado para incorporar mudanças sugeridas durante a análise do projeto na CCJ e na CE. Eles defenderam, entre outros pontos, a definição de parâmetro mínimo de porte de droga para diferenciar usuário de traficante e a facilitação do processo de importação e comercialização de derivados e produtos à base de cannabis — princípio ativo da maconha — para uso terapêutico. Também criticaram a não inclusão à atenção psicossocial, ao lado do tratamento ambulatorial, como forma prioritária de tratamento dos dependentes de drogas. Segundo Humberto Costa, a proposta traz de volta a abstinência como objetivo do tratamento da dependência, quando as políticas mais modernas voltadas ao tratamento de saúde de usuários estão focadas na redução de danos.

— Não estamos discutindo liberar o consumo de drogas não, nem descriminalizar. O que é que há de novo nesse projeto? Comunidade terapêutica já existe, já recebe recursos. Elas precisam de regulamentação, de regras para não transformar a comunidade terapêutica em uma manicômio. Rede assistencial de saúde que não é sequer citada no projeto… É como se houvesse apenas uma abordagem para enfrentamento da questão: a abstinência — criticou.

Criminalização do porte

Apresentado pelo ex-deputado e atual ministro da Cidadania, Osmar Terra, que esteve presente à votação, o PLC 37/2013 agrava as penas do acusado que atue no comando individual ou coletivo de organização criminosa. A pena mínima, nesse caso, passa de 5 para 8 anos de reclusão. A pena máxima permanece em 15 anos.

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(foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou nesta quarta-feira (8/5), em audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, que o decreto nº 9.785, que flexibiliza o porte de armas, atende uma das promessas de campanha do presidente Jair Bolsonaro e mantém restrições, não representando uma liberação total.”É uma decisão do presidente em atendimento aos resultados das eleições”, disse Moro. “Não é um decreto que simplesmente libera o porte por completo. Existem requisitos para quem vai obter um porte ou posse de arma de fogo. Tem a listagem de algumas categorias, mas tem que fazer teste psicológico e testes de aptidão. Existe um controle e um registro”, argumentou. O decreto, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (8/5), facilita o porte de armas de fogo para uma série de categorias profissionais, além de caçadores, atiradores esportivos e colecionadores (CACs). Na lista, há advogados, residentes de área rural, profissional da imprensa que atue na cobertura policial, conselheiro tutelar, caminhoneiros e profissionais do sistema socioeducativo.

Divergências

Ao ser questionado pela deputada federal Perpétua de Almeida (PCdoB-AC) se havia assinado o documento sem concordar com seu conteúdo, Moro disse que eventuais divergências são tratadas no âmbito do governo. “Isso é normal”, afirmou. Mais tarde, porém, buscou esclarecer a fala durante a audiência. “Eu não mencionei que tenho divergências em relação ao decreto, mas disse que as minhas eventuais divergências ficam dentro do âmbito do governo”, explicou.  Moro ressaltou que há algumas medidas relevantes dentro do documento. “Foi a decisão política tomada pelo governo. Ele foi eleito com essa bandeira e, de certa forma, reflete a posição das urnas. Acho que tem medidas extremamentes relevantes ali”, considera.

” Agora pode quase tudo, hein ministro Moro?”

correiobraziliense

Resultado de imagem para lagosta

A juíza Solange Salgado, da 1ª Vara Federal em Brasília, determinou nesta segunda-feira (6) a suspensão da licitação na qual o Supremo determinou compra de bebidas, entre elas vinhos, e refeições, incluindo lagosta.

O Supremo afirmou que a Advocacia-Geral da União (AGU) vai recorrer. A licitação prevê compra pelo “menor preço” de empresa especializada para fornecimento de refeições, no valor total de R$ 1,13 milhão. A licitação foi aberta no dia 26 de abril. Entre os itens listados estão uísque 18 anos, vinhos premiados, além de refeições como lagosta e carré de cordeiro. Na decisão, a juíza afirma que a licitação afronta o princípio da moralidade administrativa.

“A par de o objeto licitado no Pregão Eletrônico em comento não se inserir como necessário para a manutenção do bom e relevante funcionamento do Supremo Tribunal Federal, os itens exigidos destoam sobremaneira da realidade socioeconômico brasileira, configurando um desprestígio ao cidadão brasileiro que arduamente recolhe seus impostos para manter a máquina pública funcionando a seu benefício”, afirmou a juíza. Também estão previstos no edital champagne brut com ao menos quatro premiações internacionais, cachaças envelhecidas em barris de madeira nobre, além de gim, vodca, conhaque envelhecido por no mínimo dois anos. Entre as refeições estão camarão à baiana, medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada, bacalhau à Gomes de Sá, frigideira de siri, arroz de pato, pato assado, tournedos de filé e pernil de cordeiro assado. Segundo a juíza, a ação “narra e comprova a prática de ato com potencial lesivo à moralidade administrativa”. Para ela, a compra de comidas e bebidas de “elevado padrão gastronômico, com alto custo de dinheiro público” poderá ser prejudicial ao patrimônio público e, especialmente, “à moralidade administrativa. Conforme a juíza, a compra das refeições com vinho e lagosta não deve ser permitida por duas razões: o alto valor previsto para a contratação e “a qualidade dos produtos exigidos para a prestação de refeições institucionais, que destoam substancialmente das típicas refeições consumidas pela grande maioria dos contribuintes brasileiros, os pagadores de impostos”.

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O ministro da Justiça, Sergio Moro, disse também ser contra a censura

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, se manifestou neste domingo (5) nas redes sociais sobre as declarações que o humorista Gregório Duvivier havia feito contra ele no evento que marcou um ano da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizado em Curitiba, no dia 7 de abril. Duvivier o chamou de “juizeco”, “que fala fino com a mílícia e os Estados Unidos”. “Reporto-me a mensagens sugerindo providências contra declarações ofensivas contra mim exaradas por suposto comediante em um evento político-partidário ‘Lula livre’. Bem, penso que as declarações de baixo nível falam mais sobre o ofensor do que sobre mim”, escreveu Moro em sua conta no Twitter. O ministro também escreveu que acredita na liberdade de expressão e de imprensa. “O debate de assuntos públicos deve ser sem inibições, robusto, amplo e pode incluir ataques veementes, cáusticos e algumas vezes desagradáveis ao Governo e às autoridades governamentais.”Ele ressaltou que não apoia a censura ou o controle da palavra. “A resposta às críticas injustas da imprensa ou das redes sociais não pode jamais ser a censura ou o controle da palavra. Deve ser o aprofundamento do debate, o livre intercâmbio da idéias. O esclarecimento e não o silêncio.” “Claro, tal liberdade não abrange ameaças. Não significa também que concordo com excessos ou ofensas a quem quer que seja, mas apenas que, para essas, não acredito que o remédio seja a censura”, completou.

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Para quebrar o tabu estatista serão vendidas oito refinarias e parte da BR Distribuidora ­­­— mas a criação de um novo cartel precisa ser evitada

Crédito: Divulgação

O governo quer quebrar mais uma barreira do estatismo com a privatização de oito das treze refinarias da Petrobras e uma parte graúda de sua participação na BR Distribuidora. Em paralelo, há estudos para o fim do controle no tratamento e distribuição de gás, com incentivos ao consumo e a mais que necessária redução de impostos. Todavia, essas iniciativas só farão sentido se tornarem os preços do gás, gasolina, etanol e diesel menos pesados aos consumidores finais. Para que tudo dê certo, é preciso criar regras que evitem a troca de um monopólio público por um oligopólio. O objetivo é tentar pulverizar as ofertas entre o rol de interessados. Para tanto, já se fala até em reduzir os preços iniciais. A notícia é um alento, mas só vai virar realidade daqui um ano e meio. Nem por isso executivos da Petrobras deixaram de ser procurados por colegas de outras petroleiras em busca de informações. A expectativa é que a turma da estatal seja assediada na OTC 2019, evento mundial do setor petrolífero que ocorre na semana que vem em Houston, no Texas.

O cálculo do governo é angariar até US$ 15 bilhões com a venda das refinarias, sem contar a redução da participação na BR Distribuidora dos atuais 71% para 40%. “Além do reposicionamento do portfólio em ativos de maior rentabilidade, as privatizações possibilitarão também maior competitividade e transparência ao segmento de refino”, afirmou o presidente da empresa, Roberto Castello Branco.Essa dinheirama para os cofres públicos chega a ser secundária perto das possibilidades para a economia, já que metade da capacidade de refino (1,1 milhão de barris diários) e boa parte da distribuição de combustíveis passariam para a iniciativa privada. Seria um passo para evitar as altas constantes. Nos primeiros três meses do ano, a adoção de flutuações baseadas nos preços internacionais fez com que o diesel subisse 5,02% e a gasolina, 4,08%, contra uma inflação de 1,51% no período. Com o etanol foi pior, com alta de 10,49% no primeiro trimestre. Já para o gás, pior ainda. Entre 2000 e 2018, a alta foi de 16,6% acima da média trimestral da inflação, apontou um estudo da Abrace, que reúne grandes empresas consumidoras de energia. Não há como produzir um parafuso sequer de forma competitiva desse maneira.

“As privatizações possibilitarão também maior
competitividade e transparência ao segmento
de refino” Roberto Castello Branco, presidente da
Petrobras (Crédito:FÁBIO MOTTA)

Choque de energia

Por isso, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acompanhará tudo de perto. O economista Carlos Langone, diretor do Centro de Economia Mundial da FGV, é um dos idealizadores da proposta. Ele acredita que o incentivo à competição poderá baixar até pela metade o preço do gás natural. “Temos aqui um caso absurdamente clássico de sobreposição de monopólios”, diz, se referindo ao controle da Petrobras sobre a oferta e a logística, já que as empresas privadas que extraem gás em parceria não têm como distribuí-lo por falta de gasodutos. Como resultado, aqui o gás natural custa US$ 13 o metro cúbico, contra US$ 6,50 na Europa e US$ 3 nos EUA. Se tiver sucesso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, terá o condão de “reindustrializar” o Brasil com o que chama de “choque da energia barata” na indústria, conforme tem anunciado em encontros com empresários. O desafio é enorme. Guedes e o governo precisam dobrar as resistências na Petrobras e mostrar aos investidores internacionais e nacionais que vale a pena comprar o que está em oferta.

istoe

“Jair Bolsonaro aprendeu do jeito difícil que nova-iorquinos não fecham os olhos para a opressão”, escreveu o democrata Bill de Blasio em seu Twitter

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, comemorou pelo Twitter o cancelamento da viagem do presidente Jair Bolsonaro à cidade, onde ele receberia o prêmio Pessoa do Ano, organizado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos.“Jair Bolsonaro aprendeu do jeito difícil que nova-iorquinos não fecham os olhos para a opressão. Nós expusemos sua intolerância. Ele correu. Não fiquei surpreso – valentões geralmente não aguentam um soco”, escreveu ele, que completou o tweet da seguinte maneira: “Seu ódio não é bem-vindo aqui”. Em um segundo tweet, de Blasio continuou a crítica: “O ataque de Jair Bolsonaro a direitos LGBTQ e seus planos destrutivos para o nosso planeta se refletem em líderes demais – incluindo no nosso país. TODOS devem se levantar, falar e lutar contra esse ódio temerário”.Na última sexta-feira, o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse em nota que Bolsonaro cancelou a ida aos EUA por causa de protestos: “Em face da resistência e dos ataques deliberados do prefeito de Nova York e da pressão de grupos de interesses sobre as instituições que organizam, patrocinam e acolhem em suas instalações o evento anualmente, ficou caracterizada a ideologização da atividade”, disse. O Museu de História Natural de Nova York havia se recusado a sediar o evento. Além disso, ao longo da semana, algumas empresas retiraram o patrocínio à premiação após pressão de ativistas.

exame

Botijão de gásMarcello Casal/Agência Brasil

A Petrobras vai reajustar em 3,43%, em média, a partir do próximo domingo (5), o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP Residencial), o gás de cozinha, para botijão de 13 quilos (kg) às distribuidoras sem a cobrança de tributos. O preço do botijão de 13kg vai custar R$ 26,20. O último reajuste ocorreu no dia 5 de fevereiro, exatamente há três meses, quando o valor do gás de cozinha subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras.Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas distribuidoras associadas à entidade foram comunicadas na tarde de hoje pela Petrobras que o GLP residencial para embalagens de até de 13kg ficará mais caro a partir do próximo domingo. De acordo com o Sindigás, o reajuste oscilará entre 3,3% e 3,6%, de acordo com o polo de suprimento.

agenciabrasil

Após divulgação de licitação do Supremo Tribunal Federal (STF) para compra de lagostas e vinhos importados, no valor de R$ 1,13 milhão, senadores decidiram entrar com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para que seja analisada a “ legalidade, legitimidade e economicidade” do processo. Os autores do pedido, Jorge Kajuru (PSB-GO) e Reguffe (sem partido-DF), também exigem a imediata suspensão do pregão eletrônico e sugerem uma auditoria para analisar os últimos contratos firmados pelo STF.

Kajuru tem cobrado explicações do Supremo Tribunal Federal desde que o jornal o Estado de S. Paulo publicou reportagem na sexta-feira (26) sobre a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de fornecimento de refeições no STF. Em pronunciamento nesta sexta-feira (3). Kajuru comemorou o pedido de suspensão, por meio de medida cautelar, apresentado pelo subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Rocha Furtado. — Ele afirmou que a notícia, apresentada por mim desta tribuna, do escândalo do edital da última sexta-feira, para gastar quase R$ 1,13 milhão em compras desde medalhões de lagostas a vinhos importados teve forte e negativa repercussão popular — disse Kajuru. Kajuru condenou a lista de compras do STF, que classificou como “exagero” e “mordomia” em um país em que grande parte da população só tem arroz e feijão na mesa. Já o senador Reguffe, em pronunciamento na quinta-feira (2), afirmou que a compra de itens como lagosta, camarão e vinhos importados com dinheiro público é um desrespeito com o contribuinte. — O Supremo Tribunal Federal, que deveria ser um órgão que dá o exemplo para o país, faz uma licitação de R$ 1,13 milhão para comprar camarão, lagosta, vinhos importados. É um retrato do que é o nosso país hoje, um país de privilégios, um país de mordomias, de regalias e onde as pessoas ainda acham isso como se fosse algo normal e natural — criticou. A licitação milionária passa a impressão para a sociedade de que vivemos em um império, avaliou o senador Alvaro Dias (Pode-PR), também presente no Plenário. — Fica mais relevante o contraste gritante que há neste país, uma nação das desigualdades sociais, onde os privilégios das autoridades constituídas transformam a República num verdadeiro império — afirmou.

12.senado.leg.br

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