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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Política

Resultado de imagem para REDE GLOBO

Vamos falar francamente: não precisamos de professores de direito internacional para explicar que a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU vincula, obriga e gera responsabilidade.

O silêncio do grupo Globo decide mais que qualquer juiz no Brasil. A tática agora é não pautar assuntos constrangedores ou aqueles que não podem ser sustentados sem o apelo à mentira. E é por isso que não há muitas linhas sobre o recente caso da ONU, assim como também passaram em branco os “golpes blancos en América latina” alertados pelo Papa Francisco na visita dos brasileiros ao Vaticano. Mas, in dubio, pode ser que as câmeras dos cinegrafistas da emissora tenham contraído uma espécie de vírus, no dia do registro da candidatura de Lula,e se esmeraram em imagens laterais, deixando fora de foco aproximadamente 30 mil pessoas.

Vamos falar francamente: não precisamos de professores de direito internacional para explicar que a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU vincula, obriga e gera responsabilidade. Para os que têm alergia ao direito internacional, fiquemos com a prata da casa, temos leis de sobra para assegurar os direitos políticos do candidato, leis constitucionais amplamente respaldadas pela legislação-base, sem contar a antecedência, a jurisprudência e a velha e boa “prudência” de não deixar escoar direitos irreparáveis.

Para começo de conversa, a decisão da ONU espelha a legislação pátria: o mandamento decorre dos direitos e garantias constitucionais e da tradição democrática e responsável do direito eleitoral que, mesmo nas brechas da lei que pune quem não tem “ficha limpa”, é cuidadoso com o direito-síntese mais importante do nosso sistema político: o direito de votar e ser votado.

A decisão da ONU complementa o que já temos, mas também é um alerta para que, caso alguma autoridade tenha esquecido de aplicar a lei no curso de um processo não justo, que momentaneamente acalme-se e acautele esses direitos que, não por acidente, são chamados de fundamentais. Em suma, teve um dia ruim? Ficou com vontade de ligar para o carcereiro da Polícia Federal de Curitiba e exigir descumprimento de uma ordem judicial? Lembre-se que a ONU está de olho em você e, com base numa vontade que o Estado brasileiro exarou em 2009, aderindo, via Decreto Legislativo, ao mecanismo de fiscalização universal de direitos civis e políticos, a decisão é mandatória: um imenso “cumpra-se” que abarca a responsabilidade de todo o Estado brasileiro e não somente de um juiz que cometeu crime, mas ainda não foi afastado.

Não prefiro a ironia como forma de escrita, ainda mais quando estamos vivendo no limite do aceitável, quando há gente fazendo greve de fome para que outros não padeçam em consequência de uma crise total que vive o nosso país. Mas por vezes, diante do arbítrio com altas doses de cinismo, recorremos ao sarcasmo para encarar os principais responsáveis pelo agravamento da crise democrática e soberana, pois estão todos nus.

Sob os olhos do mundo, o Brasil se transformou, entre todas as tentativas em curso na América Latina, no case mais escandaloso de perseguição midiático-judicial a um líder político. Escandaloso porque erraram a mão, exageraram e provocaram uma forte reação popular e internacional. O processo de combate à corrupção, preparado para mascarar a trama via “legitimação pelo procedimento”, foi desmascarado logo na origem do chamado Caso Lula, tanto pela defesa do ex-Presidente quanto por argutos juristas que identificaram e denunciaram a prática de lawfare e os atos de exceção no sistema de justiça.

Hoje é transparente o vínculo entre o golpe jurídico-midiático-parlamentar contra Dilma e o ativismo jurídico-midiático contra Lula, processos paralelos e complementares que engolfaram a democracia não apenas pelo comprometimento das eleições de 2018, mas também por revelar limites dramáticos do modelo: agora, amarrando bem – com supremo, com tudo – é possível apear presidentes ou encarcerar candidatos para evitar o acontecimento da democracia. Só se esqueceram dos expertos da ONU.

Nos encontros que temos tido com juristas e cientistas políticos de outros países, essa é a dura mensagem que o caso brasileiro está transmitindo: um alerta para todos os países que vivem a ilusão do acordo possível entre os valores liberais do (neo)constitucionalismo e os direitos dos povos historicamente desgraçados. Na hora certa, quando o mandamento do (neo)contratualismo se resume a “não pactar com a democracia” – racionalidade pós-democrática – os elitismos, incluindo o elitismo judicial, se levantam e falam grosso com los de abajo. É aí que teremos que enquadrar qualquer projeto de reforma do judiciário que se preze, mas isso é assunto de futuro.

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Ex-ministro de FHC destaca que ordenamento jurídico brasileiro reconhece a jurisprudência das decisões do Comitê

Decisão da ONU demonstra que a prisão e perseguição a Lula vem ganhando destaque internacional, segundo Pinheiro. - Créditos: ONU
Decisão da ONU demonstra que a prisão e perseguição a Lula vem ganhando destaque internacional, segundo Pinheiro. / ONU

O diplomata Paulo Sérgio Pinheiro, ex-ministro de Direitos Humanos no governo Fernando Henrique Cardoso, afirmou que o Estado brasileiro deve acatar a decisão do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas anunciada nesta sexta-feira (17) que reafirma os direitos políticos de Lula como candidato. Pela decisão, Lula deve ter livre acesso à imprensa e não pode ter sua candidatura barrada, antes que sejam apreciados os recursos contra a sua condenação em um “julgamento justo”. Em entrevista à Rádio Brasil Atual, Pinheiro destacou o peso da decisão e a relevância do órgão, que tem jurisprudência reconhecida pelo ordenamento jurídico brasileiro. 

“É claro que a grande imprensa vai dizer que não vale, que é só mais um órgão da ONU. Não é esse o caso. O Brasil se obrigou a cumprir as decisões exaradas pelo Comitê de Direitos Humanos. É uma decisão de um órgão que o Brasil reconheceu a sua competência”, disse o diplomata. “Não se trata de uma opinião de uma consultoria internacional qualquer”, reforçou Pinheiro, também professor aposentado de Ciência Política da Universidade de São Paulo  (USP). 

Ele diz que o governo brasileiro já deve ter sido informado da decisão, e deve encaminhá-la ao Poder Judiciário. Por meio do Decreto Legislativo 311, o Brasil incorporou ao ordenamento jurídico pátrio o Protocolo Facultativo que reconhece a jurisdição do Comitê da ONU e obriga o cumprimento das suas decisões. 

“A opção não respeitar está fora de questão. Pode ser que o governo venha a contestar a liminar, o que seria normal. O que se deve levar em conta é que há um fato novo, e o governo não pode simplesmente dizer que essa decisão não é obrigatória”, explicou Pinheiro. 

Ele destacou ainda que a decisão demonstra a repercussão que a perseguição a Lula vem ganhando no exterior. “Enquanto a imprensa brasileira atua politicamente contra a sua candidatura, tenho acompanhado a imprensa internacional, em jornais como o The Economist, Le Monde, The Guardian, e The Independent, que têm feito editorais mostrando o absurdo da prisão do ex-presidente Lula.”

Edição: RBA

brasildefato

Paulo Câmara (PSB) afirmou que a gestão Temer ‘é um desserviço para o Brasil’ e reforçou apoio ao ex-presidente Lula

Paulo Câmara (PSB)

O governador de Pernambuco e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB), afirmou que se arrepende de ter sido a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016. Segundo o governador, a posição tomada pelo seu partido era da retirada também do vice-presidente Michel Temer (MDB) e a convocação de novas eleições. Ainda segundo Câmara, o governo Temer é um desserviço para o Brasil. 

                                                                 

“Eu estou fazendo o que posso fazer, não vou entrar em conchavo e não vou baixar a cabeça para o Governo Federal. Defini minha posição no impeachment com base no que foi discutido pelo partido [PSB]. No nosso entendimento, tinha que sair Dilma e Temer, convocando novas eleições. O presidente Temer trouxe um desserviço ao Brasil, a população sofre muito mais. Hoje me arrependo do impeachment, no contexto histórico. Temer foi pior que Dilma, sem menor dúvida”, disse Paulo Câmara em entrevista à Rádio Jornal nesta quarta-feira (16). 

“É lamentável, o governador com este arrependimento, tarde demais. O sr. tem conhecimento que o povão era contra a este impeachment, mas a maioria dos políticos não aceitam a opinião do povão, fazem o que bem querem sem ouvirem as manifestações do povo”.

Ainda dentro do assunto, Paulo Câmara reforçou apoio ao ex-presidente Lula. “Já tive várias vezes com Lula e sempre com conversas muito grandes e sinceras, o olhar que ele tem pra PE faz qualquer governante ter certeza das intenções dele no Nordeste. Estou muito ciente do momento que passa o Brasil, é necessário reconhecer o que ele fez para PE e para o Nordeste do Brasil, por isso apoiamos”, comentou. O governador ainda teceu críticas ao Governo Federal. Segundo ele, repasses financeiros para obras como a adutora do Agreste não foram feitos neste ano, acusando a gestão Temer de ‘não ter compromisso com o Nordeste’. “A transposição do RSF começou com Lula. Tinha o compromisso de fazer obras complementares, uma delas é a adutora do Agreste. Tem várias fases para chegar em todo o Agreste. Essa obra ficou parada, retomamos depois de muito esforço. Estamos cobrando recurso, cobrei semana passada, inclusive. É um Governo Federal sem compromisso com o Nordeste. Temos a expectativa que o novo presidente, que seja aqueles que nós apoiamos, mude isso, olhe para o Nordeste”, disse o socialista. 

Educação

“A educação temos que falar de maneira muito clara: é hoje o maior valor de Pernambuco, atingiu o primeiro lugar no Ideb. Melhoramos a infraestrutura. Estamos com 43 escolas técnicas funcionando e sete em construção. Todos os programas da educação estão funcionando. A gente é devedor dos professores, eles tem tido um trabalho muito bom. Tínhamos o compromisso para chegar com o salário de 4 mil, foi possível para aqueles de escola integral. O que temos que ajustar é aquele professor aposentado”

” Promessas são muitas, principalmente em época de política, depois se esquecem. E as quadras poliesportivas? O dinheiro que não está vindo mensalmente para as escolas? Como se explica?

Saúde

“Eu tenho a Upa de Abreu e Lima, Goiâna para entregar e mais três para fazer: Palmares, Escada e Carpina. Todas essas em construção, vamos botar para trabalhar. Mantivemos os hospitais funcionando, tivemos muita dificuldade com hospitais do interior, então estamos investindo em saúde, tanto é que houve um crescimento em consultas, foi o maior investimento da história da saúde. Buscamos, de maneira diária, oferecer saúde de qualidade para a população”.

” É o sassepe, etc?”

Segurança

“A tropa tá motivada e trabalhando, a mudança tá acontecendo. Reduzimos o número de homicídios e roubos. Redução em relação a 2017 e 2016, outras áreas que atingem números que não atingiam desde 2012. Até dezembro vamos ter números compatíveis com o melhor momento do Pacto Pela Vida, que foi em 2013. Todas as áreas está reduzindo. A sensação de segurança hoje nas ruas é totalmente diferente do ano passado”.

“Existem cidades que o efetivo das polícias estão baixíssimo, a violência sempre gradativamente crescente , observem o que acontece na maioria das cidades…”

radiojornal.ne10.uol.com.br

A democracia tem, cada vez mais, se restringido à escolha, a cada quatro anos, de representantes nos moldes liberais. Mas mesmo esse processo limitado conhece um desgaste. Muitas vezes a maioria dos cidadãos, em regimes democráticos tradicionais, simplesmente não vai votar. Clinton foi eleito presidente dos Estados Unidos por menos de um quarto dos eleitores. Você tem insistido que é necessário construir outra concepção e outra prática de democracia. Pode nos explicar por quê?
Todas as pesquisas mostram, não só no Brasil mas no mundo ocidental, o descrédito na figura do político, principalmente dos parlamentares. O eleitorado não apenas está apático como revela um certo desprezo pelas instituições políticas. Em todo mundo discute-se os problemas da democracia representativa. A prática legislativa anda tão viciada que leva a um desgaste da própria idéia de representação. A apatia existe mesmo nos países em que a representação não tem vícios escancarados como no caso brasileiro.

Defendo, desde antes da Constituinte de 1986, o desenvolvimento de uma democracia que agrega formas de democracia direta à representação (o que os europeus chamam de democracia semidireta) e fui me aprofundando no tema. Nossa Constituição acolheu, já no preâmbulo, a idéia da democracia direta, quando o artigo primeiro diz que todo poder emana do povo, que o exerce diretamente ou através de representantes. O promissor advérbio “diretamente” abriu a porta para o referendo, o plebiscito, a iniciativa popular legislativa, além de outros mecanismos ligados à área do Judiciário. Eles estão esperando regulamentação, como muitas coisas na Carta de 1988. Mas a porta foi aberta.

teoriaedebate.org.br/1998/10/01/maria-victoria-benevides/

Barroso é confirmado como relator de registro da candidatura de Lula

(Arquivo) Foto tirada em 1º de março de 2018 mostra o

ex-presidente Lula em São Paulo

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, decidiu hoje (16) que o ministro Luís Roberto Barroso será o relator do pedido de registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ministra ainda não decidiu sobre quem irá julgar os pedidos de impuganção da candidatura do candidato. A decisão da ministra foi necessária após o ministro Barroso pedir à presidência do TSE que avalie se o registro para concorrer nas eleições de outubro e as impugnações devem ter o mesmo relator.  Os advogados do PT também pediram que o caso fosse esclarecido.

Ontem (15), poucas horas depois de o PT entrar com o pedido de registro da candidatura de Lula à Presidência da República, o Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou uma impugnação (questionamento), argumentando que o ex-presidente não é elegível, de acordo com os critérios da Lei da Ficha Limpa. O registro foi distribuído para o ministro Barroso.

Outras duas impugnações, movidas pelos candidatos a deputado federal Alexandre Frota (PSL) e Kim Kataguiri (DEM), também foram protocoladas, mas antes de o pedido de registro de Lula ter sido incluído no sistema do TSE. Assim, tais questionamentos acabaram sendo distribuídos a outro relator, o ministro Admar Gonzaga.

istoé

Os R$ 833,7 milhões em bens declarados pelos candidatos a presidente mostram que os políticos têm gasto seu dinheiro com compras relativamente comuns. Foram declarados 19 automóveis, 14 casas, 14 apartamentos. São 10 os terrenos declarados pelos candidatos. Há, ainda, 3 imóveis em zona rural sem produção agropecuária, cujo nome técnico é “terra nua”. Uma chácara com casa, por exemplo, pode se encaixar nessa categoria. Os números, porém, devem ser maiores. Henrique Meirelles declarou um apartamento de R$ 21.877.940,30, mas a cifra na verdade é a soma dos valores de quatro imóveis, segundo disse ao Terra a assessoria do ex-ministro. Isso teria sido feito por causa da ausência de um campo “apartamentos”, no plural, para preenchimento na declaração de bens. Outros candidatos declararam imóveis do tipo individualmente. De acordo com a assessoria de Meirelles, esse problema deverá ser resolvido quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedir o detalhamento das declarações.

O Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília

O Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília

Foto: Dida Sampaio / Estadão Conteúdo

Bens incomuns

Mas também há patrimônios pouco usuais. José Maria Eymael (DC), por exemplo, tem duas embarcações. De acordo com a declaração de bens do candidato, uma vale R$ 7.000,00 reais e a outra, R$ 123.770,00.

Segundo o político, trata-se de uma lancha e sua balsa salva-vidas. “Essa lancha está na marina Indaiá em Bertioga [litoral de SP]”, explicou o presidenciável. Ele mesmo pilota o barco — disse que tem habilitação para navegar até em alto mar.

Há mais uma embarcação declarada entre os bens dos candidatos. O proprietário é João Amoêdo (Novo), e o valor é R$ 4.127.245,00. Eymael declarou também ter uma linha telefônica de R$ 13.610,16. Seriam ações advindas de linha telefônica adquirida no passado. Tempos atrás, quem adquiria uma linha via o valor convertido em participações na empresa de telefonia. Eram artigos caros, e precisavam ser declarados no imposto de renda. Há candidato que mantém milhões no exterior. Trata-se de Henrique Meirelles. Ele informou à Justiça Eleitoral ter R$ 6.895.891,05 em uma conta corrente fora do Brasil.

Para pessoas comuns, parece muito dinheiro. Mas a cifra se dissolve nos R$ 377.496.700,70 que totalizam o patrimônio declarado pelo ex-ministro da Fazenda ao TSE.

Manter dinheiro no exterior não é crime quando a quantia é informada à Receita Federal. Além disso, o ministro já morou fora do Brasil, o que pode ter motivado a criação da conta.

Outra forma de patrimônio inusual nos dias de hoje foi declarada tanto por Meirelles quanto por Eymael – e também por João Amoedo (Novo). Todos eles informaram à Justiça eleitoral serem proprietários de joias, objetos de arte, antiguidades ou similares.

O candidato da Democracia Cristã tem R$ 4.163,84 investidos nessa modalidade. Um cifra modestíssima se comparada aos outros dois. Meirelles tem R$ 917.287,33. Amoêdo chega aos sete dígitos: R$ 1.173.645,00.

Vindos do mercado financeiro, os dois são com folga os mais ricos entre os 13 presidenciáveis. Veja a seguir o patrimônio total de cada um. O Terra organizou por ordem decrescente de valores:

Mesmo estando no Congresso Nacional desde 2014, Cabo Daciolo (Patriota) não declarou bem algum. O salário de deputado é de R$ 33,7 mil.

Guilherme Boulos (Psol) e Vera Lúcia (PSTU) declararam pouca coisa mais que Daciolo. O primeiro afirma ter apenas um automóvel no valor de R$ 15.416,00. A segunda, um terreno de R$ 20.000,00.

terra

TSE deve decidir hoje se Lula participará de debate

Preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato, Lula está preso desde o dia 7 de abril na superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Ao recorrerem ao TSE para conseguirem a participação presencial de Lula no debate da emissora, os advogados do petista entraram com outras solicitações, para garantir pelo menos a participação do ex-presidente no debate por videoconferência ou por meio de vídeos pré-gravados. “Assim, sublinha-se que a cada dia que o Partido dos Trabalhadores tem o seu candidato indisponível, ausentando-se de debates, padece de prejuízos incalculáveis na viabilidade de sua candidatura, não apenas prejudicando-o enquanto agremiação política, mas a todo o direito difuso à democracia”, disseram os advogados de Lula ao TSE. Para a defesa de Lula, mesmo preso, o ex-presidente possui “em sua integralidade todos os seus direitos políticos” e sua condenação no caso do triplex do Guarujá não pode lhe “restringir a pré-candidatura ao cargo de Presidente da República”. Os advogados ainda sustentam que a Lei 9.504, de 1997, conhecida como a “Lei das Eleições”, prevê a participação em debates de candidatos de partidos com representação de, no mínimo, cinco parlamentares, como é o caso do PT. “Sendo assim, percebe-se que o impedimento do exercício regular dos direitos do candidato de que padece o ex-presidente Lula, tem gerado grave falta na isonomia do próprio pleito eleitoral de 2018, o que, com certeza, caso não seja restabelecida a equidade, contaminará todo o exercício cidadão da democracia e aprofundará a crise de legitimidade, já evidente, das instituições democráticas”, observa a defesa de Lula.

istoé

O ministro Luís Roberto Barroso, durante sessão do TSE – Divulgação/TSE/07-08-2018

Nesta quarta, logo após o registro da candidatura, dois pedidos de impugnação foram apresentados: um de Kim Kataguiri, um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL) e candidato a deputado federal pelo DEM, e outro do ator Alexandre Frota, candidato do PSL a deputado federal. Os pedidos foram distribuídos para o ministro Admar Gonzaga. O prazo para registro de candidaturas terminou nesta quarta-feira. O próximo passo é a publicação de um edital com todos os pedidos. Isso deverá ocorrer até a sexta-feira. Depois disso, é aberto um prazo de cinco dias corridos (fins de semana inclusive) para que o Ministério Público Eleitoral (MPE) ou qualquer candidato, partido ou coligação possam contestar o registro de candidatura. Caso haja alguma falha ou ausência de documento nesses pedidos, serão dados mais três dias para resolver o problema. Passado o prazo de contestação, o pedido de registro é encaminhado para o relator no TSE. Depois de ser notificado, o candidato tem sete dias para se manifestar sobre o questionamento e contra-argumentar, indicando testemunhas. Abre-se então prazo de quatro dias para que as testemunhas indicadas sejam ouvidas. O TSE pode não conceder esse prazo, se considerar que não há necessidade dos depoimentos para julgar a candidatura. Se não tiver ocorrido nenhuma contestação à candidatura, o próprio relator pode sozinho aceitar o registro. Ou, conforme destacado na noite de quarta-feira, pela minstra Rosa Weber, o relator pode indeferi-lo sozinho, sem ser provocado pelo MPE ou algum candidato, caso entenda não estar presentes as condições de elegibilidade ou compreenda haver alguma causa de inelegibilidade. Caso contrário — se houver contestação à candidatura —, o relator elabora seu voto e o leva para julgamento no plenário do TSE, que, por maioria, decide se barra a candidatura ou não. A lei eleitoral estabelece que todos os pedidos de registro de candidatos, inclusive os contestados, devem ser analisados até 20 dias antes da eleição (17 de setembro).

Barroso já defendeu publicamente a Lei da Ficha Limpa.

— Acho que a lei é boa, importante e sóbria. É uma lei que atende algumas demandas importantes da sociedade brasileira por valores como decência política e moralidade administrativa — avaliou Barroso em 18 de agosto de 2016. Em 28 de setembro de 2017, durante uma sessão do STF, ele alertou para a importância da Lei da Ficha Limpa no sentido de moralizar a vida pública. — Gente honesta paga suas contas elevadas com talão de cheque, cartão de crédito ou transferência bancária. Não é normal as pessoas circularem com malas de dinheiro. A desonestidade foi generalizada e muitas pessoas, muitas mesmo, perderam a capacidade de distinguir o certo e o errado. O país está doente, precisamos interpretar as leis que vão trazer moralidade para o ambiente político — declarou na época.

globo.com

ABR

Cumprindo o calendário eleitoral, os partidos estão apresentando seus candidatos. Todos para valer? Claro que não.

A CONSTITUIÇÃO

O Brasil vive uma farsa. E nem posso dizer que começou com o golpe de 2016, nem nos governos do Partido dos Trabalhadores (PT). Na verdade, por mais que seja contestado e doloroso reconhecer, ela começa na “redemocratização” e na elaboração da Constituição de 1988. Esta constituição precisava justificar a troca de poder, desejada pelo sistema financeiro internacional, que abrevio por banca, e que alguns denominam Nova Ordem Mundial (NOM). Não foram os movimentos de esquerda, nem um inesperado democratismo dos militares, nem a força do povo. Foi a conquista, no mundo ocidental, de modo absoluto, do poder da banca que levou ao fim os governos militares. E, como é óbvio, buscou novos atores para atuarem pelos seus interesses.  O poder da farda passaria ao da toga. Para aprovação pelas “esquerdas”, pelos movimentos sociais e sindicais, pelos verdadeiros nacionalistas, foram deixadas algumas benesses, uns bombonzinhos na Constituição, logo eliminados por Emendas Constitucionais (EC) dos governos deste esquema antinacional.

Veja dentre as 35 Ecs de Fernando Henrique Cardoso (FHC): EC 6 (extingue a distinção de empresa de capital nacional), EC 7 (concede aos estrangeiros a cabotagem nas costas brasileiras), EC 8 (privatiza as telecomunicações, sem restrições a estrangeiros), EC 9 (abre para estrangeiros o petróleo brasileiro), EC 13 (privatiza o resseguro), EC 17 (permite sua própria reeleição), EC 20 (inicia a reforma da previdência) e EC 23 (acaba com os Ministérios Militares). O Governo Lula já encontrou o terreno arado. Tanto que suas EC, importantes para banca, foram poucas, cinco: EC 40 (flexibiliza a regulação do Sistema Financeiro), EC 45 e 61 (“reforma” do judiciário), EC 41 e 47 (prossegue a reforma da previdência).

A IDEOLOGIA REINANTE

A banca não quer limitações, regulamentações, restrições e muito menos auditorias e controles. Ela quer especular livremente, abocanhar todos os ganhos que a economia possa lhe proporcionar, e ser dona de tudo: empresas, instituições, governos e países.

Pintou seu quadro com o nome de neoliberalismo e atribuiu-lhe a “igualdade competitiva”; a competitividade, o valor maior para o acumulo de bens mobiliários. Se o prezado leu descuidado um formulário de investidor, nem percebeu que a maior importância está no dinheiro disponível e títulos de alta liquidez. Seus imóveis tem avaliação menor.

Porque “mercado” passa a ter a compreensão restrita de mercado de especulação com títulos financeiros. Nada de mercado produtor ou consumidor. Estes são, apenas, para que você pense uma coisa diferente do que lhe estão mandando fazer. Isto é o pós-moderno.

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registro candidatura de Lula
Milhares acompanharam o registro da candidatura de Lula nas ruas de Brasília nesta quarta-feira (15) (Imagem: Claudia Mota)

A candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República foi registrada na tarde desta quarta-feira (15), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. Foi protocolado também o Plano Lula de governo, coordenado pelo candidato a vice na chapa, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad.

Depois do registro, Lula afirmou, através de carta, que quer que “o povo possa decidir se me dará a oportunidade de consertar o país”.“Vamos nos espalhar pelo Brasil para nas ruas, no trabalho, nas redes sociais, mas principalmente olhando nos olhos das pessoas, lembrar que esse país um dia já foi feliz e que os mais pobres estavam contemplados no orçamento da União como investimento, e não como despesa”, disse o ex-presidente e agora oficialmente candidato.“A candidatura de Lula está registrada. De agora por diante, se a legislação for cumprida, o Lula é candidato até o final das eleições e vai ganhar”, afirmou Haddad.“Agora é irmos para a rua defender Lula, defender o plano de governo e ganhar essa eleição. Não pretendemos arredar pé das ruas até reconduzir o presidente ao Palácio do Planalto. Ele (Lula) manda dizer, por meio de uma carta, que pode fazer muito para tirar o Brasil de uma das piores crises da nossa história.”“Esse é o papel mais famoso da nossa vida. Vamos subir agora para mostrar ao povo”, destacou Manuela D’Ávila, que participará da campanha de Lula. “Vamos fazer essa eleição conversando com o povo, pois estamos conscientes de que as pessoas sabem que com Lula o povo pode voltar a ser feliz. É isso que essa multidão está provando aqui, hoje”.

Manifestantes

Em clima de paz e diversidade, manifestantes explicaram por que acompanharam o registro da candidatura de Lula. “Nunca antes na história desse país alguém conseguiu reunir tanta gente para o registro da sua candidatura”, afirmou o funcionário da Receita Federal Fernando Neves, de 55 anos. Segundo ele, o que move a maioria dos manifestantes é a luta contra a injustiça.“É uma forma de resposta em relação a esse tipo de injustiça que estão fazendo. A população está dando uma resposta necessária e firme. É principalmente pela injustiça que esse povo está aqui. A gente se desloca até onde a gente puder ir para lutar contra isso”, afirmou Neves.

A pesquisadora social Lígia Albuquerque, de 62 anos, diz que há décadas desenvolve trabalhos na região Nordeste, e pôde testemunhar as mudanças vivenciadas pela população durantes os governos petistas.“O povo vivia na miséria, passando fome. Depois das políticas adotadas nos governos do PT, melhorou sensivelmente a vida dessas pessoas, que nunca pensaram em ter um liquidificar em casa. Não pensavam em ter água dentro de casa, não pensavam em fazer uma viagem de avião, ter um celular ou uma televisão. Eram coisas só para os ricos.”Ela diz que agora, durante o governo Temer, fenômenos como a fome, o desemprego e a migração para outras regiões voltaram a assolar a região.“É uma região carente, mas com uma cultura tão rica, e que tem tanto a oferecer ao Brasil, não podemos desperdiçar esse potencial. Esse pessoal vem correndo para São Paulo para arranjar emprego, para depois o paulista dizer que tudo que dá errado na política é culpa dos nordestinos. Faça-me o favor…” Segundo a pesquisadora, em toda a região se referem a Lula como “o pai”, “grande presidente” e “homem que livrou o nordeste da miséria”.

Abaixo, leia a íntegra da carta de Lula:

Registrei hoje a minha candidatura a Presidência da República, após meu nome ter sido aprovado na convenção do PT e com a certeza de que posso fazer muito para tirar o Brasil de uma das piores crises da história. A partir dessa aprovação do meu nome pelas companheiras e companheiros do PT, do PCdoB e do Pros, passei a ter o direito de disputar as eleições. Há um ano, um mês e três dias, Sérgio Moro usou do seu cargo de juiz para cometer um ato político: ele me condenou pela prática de “atos indeterminados” para tentar me tirar da eleição. Usou de uma “fake news” produzida pelo jornal O Globo sobre um apartamento no Guarujá. Desde então o povo brasileiro aguarda, em vão, que Moro e os demais juízes que confirmaram a minha condenação em segunda instância apresentem alguma prova material de sou o proprietário daquele imóvel. Que digam qual foi o ato que eu cometi para justificar uma condenação. Mas o que vemos, dia após dia, é a revelação de fatos que apenas reforçam uma atuação ilegítima de agentes do Sistema de Justiça para me condenar e me manterem na prisão.

Chegou-se ao ponto em que uma decisão de um desembargador que restabelecia a minha liberdade não foi cumprida por orientação telefônica dada por Moro, pelo presidente do TRF4 e pela procuradora Geral da República ao Diretor-Geral da Polícia Federal. Como defender a legitimidade de um processo em que conspiram contra a minha liberdade desde o juiz de primeira instância até a Procuradora-Geral da República?

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Foto: Facebook/Reprodução
O governador de Pernambuco e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), anunciou que vai participar do ato de registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, nesta quarta-feira (15), em Brasília. O pessebista tem buscado vincular sua campanha ao petista, mesmo depois de ter liberado, em 2016, quatro secretários de sua gestão para reassumir os cargos na Câmara para que votassem pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff. 
De acordo com nota divulgada pelo PT, o registro da candidatura de Lula e do candidato a vice, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, está marcado para as 16 horas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Câmara, portanto, vai se ausentar do Estado em horário de expediente para participar do ato político.A formalização da inscrição de Lula será precedida por uma caminhada promovida por petistas e integrantes de movimentos sociais, que sairá do ginásio Nilson Nelson, no Eixo Monumental da capital federal.Desde a pré-campanha à reeleição, Câmara tem incluído a defesa do ex-presidente em seus discursos. Entre críticas ao governo federal e menções aos legados dos ex-governadores Eduardo Campos e Miguel Arraes, o candidato à reeleição tem utilizado o mote “Lula livre”. Em alguns atos, militantes do partido tem usado a frase “Paulo é Lula. Lula é Paulo”.Câmara foi um dos articuladores da neutralidade do partido para isolar o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, e garantir a retirada da candidatura da vereadora do Recife Marília Arraes (PT) ao governo de Pernambuco. Quando o PSB se dividia entre o apoio a Ciro e o candidato do PT, ele chegou a afirmar que, independentemente do posicionamento do partido em relação às eleições para presidente, faria campanha para Lula, que tem como principal força eleitoral os Estados da região Nordeste.

Os vereadores do município de Santa Terezinha PE, Hélder de Viana, procurou este blog e declarou que juntamente com o ex-prefeito Delson Lustosa e  os vereadores: Manoel Grampão, Dr. Júnior e demais lideranças, entre eles Carlinhos Policial, Couro de Zuca Preto, o micro empresário  Glauber, que hoje fazem oposição ao atual prefeito de Santa Terezinha PE, Geovane Martins, decidiram apoiar a candidatura de Armando Monteiro ao governo de Pernambuco. O mesmo alegou que o motivo foi o descaso por parte do atual governador Paulo Câmara. Helder falou que estiveram no Palácio Campo das Princesas reivindicando melhorias para o município de Santa Terezinha PE. Depois estiveram conversando com o mesmo em encontro na chácara do ex-prefeito Adeval, onde renovaram as reivindicações para o município de Santa Terezinha PE e não foram atendidos. Sendo assim, segundo Hélder, as pessoas começaram a procurar o grupo e solicitaram uma posição por parte deles. Os mesmos diante dos fatos tomaram esta decisão. 

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O projeto que cria o Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul (Piseg/RS) foi aprovado na tarde desta terça-feira, 14, pelo plenário da Assembleia Legislativa por 42 a 1, sem emenda. O Projeto de Lei Complementar (PLC) 129/2018, elaborado em parceria do Executivo e o Instituto Cultural Floresta (ICF), possibilita a empresas gaúchas contribuintes de ICMS a compensação de valores destinados à Segurança.

As empresas estabelecidas no Rio Grande do Sul podem destinar até 5% do saldo devedor do ICMS para a aquisição de bens e equipamentos para os órgãos da Segurança ou por meio de depósito no Fundo Comunitário Pró-segurança. Dez por cento do valor repassado será destinado para ações de prevenção, através de depósito no mesmo Fundo. 

O Conselho Técnico do Fundo Comunitário Pró-segurança ficará responsável pela avaliação dos bens ou recursos do Piseg, que serão encaminhados para aprovação final pelo secretário de Segurança Pública.

Executivo reuniu deputados para detalhar o projeto

Buscando essa alternativa para reforçar as forças de segurança do Estado, o Executivo reuniu, pela manhã, deputados e empresários para detalhar o PLC. Segundo o chefe da Casa Civil, Cleber Benvegnú, o Piseg/RS foi construído a partir de sugestões da sociedade civil e inspirado nas recentes doações de viaturas e armamentos feitos pelo ICF.

O secretário de Segurança Pública, Cezar Schirmer, destacou a iniciativa, prevendo que parte do ICMS devido por empresas seja destinado ao fundo Pró-Segurança, tendo a gestão dos recursos definida pela área da Segurança. Os empresários Leonardo Fração e Cláudio Goldsztein, representando o ICF, também participaram da reunião.

gaz.com.br

Crédito: Câmara Municipal do Rio de Janeiro
No dia em que se completaram cinco meses do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, a Câmara Municipal do Rio aprovou em segunda votação cinco projetos apresentados pela parlamentar em 2017. Eles haviam sido submetidos à primeira votação em 2 de maio. Agora os projetos vão à sanção do prefeito Marcelo Crivella (PRB).

Um dos projetos institui o programa Espaço Infantil Noturno, tipo de creche para atender as necessidades de famílias que tenham suas atividades profissionais ou acadêmicas concentradas no horário noturno. Outro inclui no calendário oficial da cidade o “Dia de Tereza de Benguela e da mulher negra”, comemorado em 25 de julho.

O terceiro cria uma campanha permanente de conscientização e enfrentamento ao assédio e à violência sexual. Esse projeto prevê ações como promoção de campanhas educativas e não discriminatórias, formação permanente dos servidores e prestadores de serviço sobre o tema e a divulgação das políticas públicas voltadas para o atendimento às vítimas.

O quarto projeto institui o programa de efetivação das medidas socioeducativas em meio aberto no âmbito municipal, voltadas aos que cometeram atos infracionais menos graves, ou seja, sem violência ou ameaça. O quinto e último projeto cria o Dossiê Mulher Carioca, um estudo que reúne estatísticas periódicas sobre as mulheres atendidas pelas políticas públicas do município. Por falta de acordo entre os vereadores, um sexto projeto de lei de autoria de Marielle foi adiado por três sessões. Ele prevê a oficialização de um dia de luta contra a homofobia.  A sessão extraordinária demorou cerca de 40 minutos e só registrou um momento mais tenso quando o vereador Otoni de Paula (PSC) defendeu que a homenagem a Marielle deveria acontecer após o caso ser resolvido pela polícia. Ele foi vaiado.

istoé

Em rede nacional, Guilherme Boulos revelou ao Brasil que Jair Bolsonaro mantinha uma funcionária fantasma. Visivelmente incomodado, o candidato ignorou a denúncia. Jornal confirmou o caso nesta segunda-feira e o presidenciável anunciou a demissão da mulher

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“É importante que o Brasil saiba: quem é a Wal, Bolsonaro?”, questionou Guilherme Boulos. Mulher foi demitida nesta segunda-feira

No primeiro debate entre os presidenciáveis na Band, Guilherme Boulos (PSOL) revelou que Jair Bolsonaro (PSL) mantinha uma funcionária fantasma paga com dinheiro público. “É importante que o Brasil saiba: quem é a Wal, Bolsonaro?”, questionou Boulos. Visivelmente incomodado, o candidato ignorou a denúncia. Nesta segunda-feira (13), Walderice Santos da Conceição foi demitida. A assessora fantasma estava lotada no gabinete de Bolsonaro na Câmara.No debate da Band, Bolsonaro mentiu ao negar que Walderice fosse funcionária-fantasma. “A senhora Wal, senhora Walderice, é uma funcionária minha que mora em Angra dos Reis”, disse o candidato.Pelo site da Câmara, Walderice aparece como secretária parlamentar desde 2003. Na folha de pagamento de julho, a remuneração bruta foi de R$ 1.416, 33. O site também indica que ela recebeu R$ 982,29 a título de “auxílios”, não especificados.Uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo encontrou Walderice nesta segunda-feira (13) em sua loja de açaí na região de Angra dos Reis na hora do expediente da Câmara dos Deputados. A mulher foi demitida instantes depois da publicação da matéria.Pelas regras da Câmara, cada deputado pode contratar, com a verba de gabinete, entre 5 e 25 secretários parlamentares para prestar serviços de secretaria, assistência e assessoramento. A jornada de trabalho deve ser de até 40 horas semanais, cumpridas no local determinado pelo parlamentar.

“Confissão de culpa”

Para Josias de Souza, jornalista do UOL, a demissão de Walderice vale como uma confissão de culpa de Jair Bolsonaro.“Sete meses depois de ter sido pendurada nas manchetes como funcionária fantasma do gabinete parlamentar de Jair Bolsonaro, Walderice Santos da conceição, a Wal, foi enviada ao olho da rua. Seu afastamento tem o peso de uma confissão tácita de Bolsonaro, que assegurava a regularidade da contratação da pseudo-assessora e negava o desperdício de dinheiro público”, escreveu Josias.“Os apologistas de Bolsonaro costumam chamá-lo de “mito”. Como se sabe, mitos são criações surgidas de narrativas fantasiosas, com traços sobrenaturais. No caso de Bolsonaro, a realidade é mais incrível do que a lenda. É como se a perfeição e a ambição tivessem encontrado num projeto político para dar à luz não um mito, mas um mitômano”, acrescentou o jornalista.

 Pragmatismo Político 

Crédito: Luzia Batista/Arquivo pessoal

O motel tem cinco dias para fazer o BO contra o casal

(Crédito: Luzia Batista/Arquivo pessoal)

“Como eles informaram que só poderiam pagar o valor com o cartão do Bolsa Família e, pelas regras não podíamos aceitar, então chamamos a polícia”, relatou a gerente Luzia Nogueira Batista.

A Polícia Militar (PM) fez um registro de comunicação de ocorrência e o motel tem, agora, cinco dias para fazer o Boletim de Ocorrência na delegacia. “Vamos fazer o boletim para tentarmos receber esse dinheiro de volta”, explicou a gerente ao G1. Ninguém foi preso.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, o cartão do Bolsa Família não é um cartão de débito ou crédito, só deve ser utilizado para sacar valores em bancos ou lotéricas.

O programa tem mecanismos de controle para manter o foco nas famílias que vivem em condição de pobreza e de extrema pobreza. Periodicamente, saem famílias do programa, principalmente porque não atualizaram as informações cadastrais ou porque melhoraram de renda, não se adequando mais ao perfil para receber o benefício.

O descumprimento de compromissos nas áreas de educação e de saúde também pode levar ao cancelamento do benefício.

istoé

59% dos eleitores ainda não escolheram candidato

Nelson Jr./TSE

Mais da metade do eleitorado brasileiro ainda não tem um candidato para votar nas eleições de outubro, segundo pesquisa exclusiva encomendada pela RecordTV ao instituto Realtime Big Data. O levantamento é o primeiro feito no Brasil após serem definidos os 13 candidatos à Presidência da República.

Os resultados mostram que 47% do eleitorado está indeciso e que 12% votaria em branco ou nulo. As respostas fazem parte da pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes de candidatos. Nesse mesmo cenário, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão na ponta com 15% e 13% das intenções de voto, respectivamente. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou mais menos, eles estão tecnicamente empatados. Na sequência, também empatados, estão Geraldo Alckmin (PSDB), com 4%, Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT), ambos com 3%, e Álvaro Dias (Podemos), com 2%. O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que pode substituir o ex-presidente Lula como candidato do PT, foi lembrado por 1% dos entrevistados.

A pesquisa Realtime Big Data/RecordTV entrevistou 3.200 pessoas, presencialmente, entre 10 e 12 de agosto. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-09102/2018.

O Brasil conspira contra o Brasil

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A Justiça Eleitoral poderá incorrer em improbidade administrativa caso não implante, integralmente, o voto impresso nas eleições de 2018. Essa punição está sendo prevista pelo projeto de decreto legislativo (PDS 21/2018) do senador Lasier Martins (PSD-RS), em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Com parecer favorável do relator, senador João Capiberibe (PSB-AP), a proposta defende o cumprimento da exigência de impressão do voto eletrônico, inserida na Lei das Eleições em 2015. A medida – prevista em projeto de iniciativa parlamentar – chegou a ser vetada pela então presidente Dilma Rousseff, mas o veto foi derrubado pela maioria absoluta da Câmara e do Senado.

“A Justiça Eleitoral tem declarado que não poderá cumprir integralmente a lei do voto impresso, por dificuldades técnicas e operacionais. O Tribunal Superior Eleitoral tem argumentado também que apenas uma pequena fração das urnas receberá a implantação do voto impresso e que haverá uma ampliação gradual do número de urnas atendidas pela sistemática ao longo das eleições futuras. A lei do voto impresso não prevê sua execução gradual, e tal gradação, para ser realizada, deveria ser expressamente prevista no texto normativo”, sustentou Lasier na justificação do PDS 21/2018.

Foi essa manifestação que levou Lasier a estabelecer como ato de improbidade administrativa (Lei 8.429, de 1992) a implantação parcial do voto impresso nas eleições brasileiras. Em sintonia com a Lei das Eleições, o PDS 21/2018 deixa claro que, a partir do pleito de 2018, toda e qualquer urna eletrônica terá dispositivo de impressão do registro de cada voto, depositado de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado. A votação só seria concluída depois que o eleitor confirmasse a correspondência entre o voto eletrônico e o registro impresso exibido pela urna.

Transparência

O relator, João Capiberibe, não tem dúvidas de que o projeto merece aprovação. Conforme observou, o não-cumprimento de uma lei regularmente aprovada pelo Congresso Nacional retira a autoridade do órgão legislativo.

“A transparência total do pleito não tem preço para uma democracia. Frise-se que o eleitor não levará o voto impresso para casa nem terá contato com a impressão, que ficará protegida em uma janela inviolável, apenas para a conferência do voto pelo eleitor. Então não haverá voto de cabresto nem violação do sigilo do voto nas eleições”, considerou Capiberibe em seu parecer.

Emenda

Ainda no parecer, o relator realçou que a implantação do voto impresso nas urnas eletrônicas objetiva atender ao princípio da publicidade e transparência nas eleições, permitindo a eleitores e fiscais dos partidos conferir e fiscalizar a lisura do processo. Mesmo endossando a proposta, Capiberibe decidiu apresentar uma emenda para afastar equívocos quanto à possível nulidade de uma votação. Pelo texto original, o descumprimento do decreto legislativo em questão levaria à anulação do voto eletrônico não impresso para conferência do eleitor. A votação seria então repetida, mas com o uso de cédula em papel.

A emenda do relator procurou preservar o objetivo de ampla fiscalização da votação, defendendo que, em caso de impossibilidade técnica da impressão do voto eletrônico, seria adotada, de imediato, a votação em cédulas de papel nas seções eleitorais onde o problema fosse detectado.

Interessado em acelerar a votação do PDS 21/2018, Capiberibe apresentou requerimento ao Plenário do Senado para que a proposta seja apreciada em regime de urgência.

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Atuando em lados opostos, os dois primos podem se tornar potenciais adversários na disputa pela Prefeitura do Recife em 2020 ou ao governo do estado em 2022
O status que conquistarão na disputa em outubro terá reflexo direto nas futuras eleições majoritárias. Foto: Nando Chiappetta/DP e Facebook/Reprodução
O status que conquistarão na disputa em outubro terá reflexo direto nas futuras eleições majoritárias. Foto: Nando Chiappetta/DP e Facebook/Reprodução
Oriundos do mesmo DNA familiar, a vereadora Marília Arraes (PT) e o engenheiro João Campos (PSB) estão travando uma briga de “titãs” nesta eleição para serem puxadores de votos à Câmara Federal. Atuando em lados opostos, os dois primos (em segundo grau) podem se tornar potenciais adversários na disputa pela Prefeitura do Recife em 2020 ou ao governo do estado em 2022. O status que conquistarão na disputa em outubro terá reflexo direto nas futuras eleições majoritárias.
A partir de agora, a ordem é cada um colocar seu exército nas ruas e usar as “armas” que dispõe para conquistar o maior número de votos. A neta e o bisneto do ex-governador Miguel Arraes não medirão esforços para ter bons desempenhos eleitorais. Se, de um lado, Marília percorreu o estado popularizando seu nome em busca da simpatia do eleitor, antes de ser “rifada” pelo PT nacional como candidata ao governo do estado, João tem mais de 70 prefeitos somente no PSB a seu favor, além de deputados e lideranças políticas.
Estreante nas urnas, o filho do ex-governador Eduardo Campos conta com apoio dos principais líderes do PSB no estado: o governador Paulo Câmara e o prefeito do Recife, Geraldo Julio. Marília, por sua vez, tem ao seu lado a força da base do PT, de parte dos dirigentes estaduais de seu partido, além do apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT-PE) e movimentos sociais.
De acordo com o presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, Marília é um excelente quadro que fez uma caminhada vitoriosa. “Recebemos a filiação dela há dois anos com entusiamo. O nosso líder maior, Lula, abonou sua ficha de filiação. Esperamos que Marília tenha uma excelente votação. É importante para ela e o PT”.
Para não correr o risco de conquistar o voto, mas não eleger seus representantes na Câmara Federal como aconteceu em 2014, o PT de Pernambuco decidiu sair sozinho na disputa proporcional. “Tivemos quase 400 mil votos, mas não conseguimos eleger nenhum deputado federal porque estávamos coligados com o PTB, que elegeu cinco. Por isso o sentimento do partido foi sairmos sozinhos na chapinha”.
Fiel escudeira da candidatura de Marília, a deputada estadual Teresa Leitão (PT) acredita que a vereadora conquistará muitos votos de opinião. “É possível que ela seja puxadora de votos, mas muitos votos de opinião ainda estão soltos. Marília andou muito pelo estado e a meta é trabalharmos para ela ser bem votada”.
Presidente licenciado da CUT-PE e candidato a deputado federal pelo PT, Carlos Veras afirmou que Marília não está preocupada em ser a mais votada, mas, como líder do PT, sua meta é receber mais votos para eleger um maior número de deputados. “Faremos ações juntos e individuais. O importante é manter a unidade no voto ao PT. Vamos mostrar quem são os verdadeiros candidatos de Lula e do nosso partido”, enfatizou Veras.
O presidente do PSB estadual, Sileno Guedes, foi procurado, mas não retornou as ligações nem as mensagens via WhatsApp. Para o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Isaltino Nascimento (PSB), João Campos tem a responsabilidade de dar seguimento à história de compromisso com o povo iniciada por Miguel Arraes e Eduardo Campos. De acordo com ele, não está em discussão a disputa pela Prefeitura do Recife, mas o objetivo do grupo é reeleger Paulo Câmara, os dois senadores e fazer uma forte bancada de deputado estadual e federal. “Arraes e Eduardo foram dois excelentes quadros políticos com dimensão nacional. João Campos tem a responsabilidade de dar seguimento a isso”, afirmou Isaltino.
Espólio 
Na opinião do cientista político Hely Ferreira, a briga entre Marília e João Campos mostra como a disputa pelo poder pode colocar famílias em lados opostos e transformar parentes em ferrenhos adversários. “O poder, muitas vezes, divide as famílias. O bom disso é que a quantidade que cada um deles tiver de votos seja visto como grande responsabilidade para com o povo de Pernambuco. É importante que Marília e João Campos entendam que as cadeiras que serão conquistadas pelo voto não são da família Campos ou Arraes, mas do povo de Pernambuco”, enfatizou Ferreira.
Deputados federais mais bem votados nas eleições
 
2014
 
Eduardo da Fonte (PP)
283,5 mil
 
Pastor Eurico (PSB)
233,7 mil
 
Jarbas Vasconcelos (MDB)
227,4 mil
 
Felipe Carreras (PSB)
187,3 mil
 
Anderson Ferreira (PR)
150,5 mil
 
2010
 
Ana Arraes (PSB)
387,5 mil
 
Eduardo da Fonte (PP)
330,5 mil
 
João Paulo (PT)
264,2 mil
 
Inocêncio Oliveira (PR)
198,4 mil
 
Pastor Eurico (PSB)
185,8 mil
 
2006
 
Armando Monteiro (PTB)
205,2 mil
 
Inocêncio Oliveira (PL)
181,1 mil
 
Ana Arraes (PSB)
178,4 mil
 
Cadoca (PMDB)
157,9 mil
 
Maurício Rands (PT)
149,2 mil 
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