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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Política

Aliado de Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara criticou a decisão do ministro Luis Roberto Barroso que determinou a instalação da CPI que vai investigar os crimes de Jair Bolsonaro na pandemia que já matou quase 350 mil brasileiro

Arthur Lira
Arthur Lira (Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados)

247 – O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), criticou nesta sexta-feira (9) a instalação da CPI da Covid-19 no Senado para investigar os crimes do governo de Jair Bolsonaro na pandemia. A criação da comissão de inquérito foi determinada pelo ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). Com 108 pedidos de impeachment de Bolsonaro sobre sua mesa aguardando uma decisão, Arthur Lira disse que “não é hora de apontadar o dedo”. “A CPI não nasce à toa. Tem de ter um fato determinado e tem de ter as assinaturas. E ela tem de ter a ocasionalidade. Eu comungo da ideia de que esse momento não é momento de se encontrar culpados, de se apontar o dedo para ninguém”, disse Lira a jornalistas durante evento da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), na cidade de Arapiraca, em Alagoas. Segundo o presidente da Câmara e líder do Centrão, o momento não é de investigar os crimes do governo Bolsonaro, mas de imunizar a população. “O momento é de se correr atrás de vacina seja lá onde ela estiver e apontar seringa e agulha no braço dos brasileiros. Esse é o momento. Daqui a dois, três meses, esses culpados vão estar morando em outro lugar, vão estar apagadas as provas? Vão estar escondidas as evidências? Não”, disse.

Coletiva à imprensa sobre o programa águas Brasileiras com o presidente Jair Bolsonaro, no palácio do planalto.
Fotos Hugo Barreto/Metrópoles

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), voltou a criticar, neste sábado (10/4), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu autonomia para os estados, municípios e o Distrito Federal decretarem o fechamento de igrejas em meio à pandemia. Segundo o mandatário do país, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que proibiu cultos coletivos, é um “patife”. “Lamento os superpoderes que o STF deu aos estados e aos governadores para fechar, inclusive, igrejas de cultos religiosos. É um absurdo dos absurdos. Está valendo o decreto do governador”, disse o chefe do Executivo em live no Facebook, durante visita a São Sebastião, no Distrito Federal. De acordo com o titular do Palácio do Planalto, é difícil viver em um país em que há lockdown. E afirmou que o Exército brasileiro “nunca irá para a rua forçar o povo a ficar em casa”. Ainda sobre os decretos de Doria, que determinam medidas restritivas, Bolsonaro falou: “Parece que essa patife de São Paulo quer quebrar o estado, quebrar o Brasil, para depois me apontar como responsável”.

Jair Bolsonaro (Foto: Rafael Carvalho/Governo de Transição/Flickr)
O governo Bolsonaro é hoje um espectro daquele que assumiu em janeiro de 2019 com forte apoio do setor financeiro, da classe média, da mídia, do alto empresariado, das Forças Armadas, do Judiciário, da Lava Jato, dos EUA, de Trump e também do povão. Em janeiro de 2019, Bolsonaro já tinha oposição aguerrida, mas ao mesmo tempo sufocada. À mercê do que pudessem vir a ser os erros e acertos do governo que chegava. Mais disso do que da sua capacidade de operar uma resistência organizada e forte a uma agenda que prometia intervenções pesadas na economia e nos direitos humanos.

Bolsonaro chegava como um imperador num cavalo branco. Algo meio um Napoleão com uma agenda ultra neoliberal e fascista. Neste final de março de 2021, por um lado Bolsonaro acaba de mostrar ao país que é refém do centrão, cedendo na demissão de seu fiel escudeiro, Ernesto Araújo, por exigência do Senado e entregando a Secretaria do Governo para uma inexpressiva deputada, Flávia Arruda, que é unha e carne com o presidente da Câmara, Arthur Lira, e filiada ao PL que já mandava piscadelas para a candidatura de Lula. Sim, Bolsonaro também deu sinal de que tem medo de Lula.Por outro lado, Bolsonaro revelou ao país que não tem nas Forças Armadas o apoio que boa parte da população e da esquerda imaginavam que tinha. Ao demitir o ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva e ter recebido sinais de demissão dos comandantes das três armas (Marinha, Aeronáutica e Exército) ficou claro que o comando das Forças Armadas está com o presidente até a página 3. E que ele terá que quebrar muitos ovos se quiser enveredar pelo omelete autoritário.

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 (Foto: Reprodução)Foto: Reprodução

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e mais outros 15 governadores brasileiros, enviaram nesta quarta-feira (24) uma carta ao Congresso Nacional solicitando que o auxílio emergencial seja pago em parcelas de R$ 600. A sugestão é superior à do governo, que planeja o retorno do benefício em abril com parcelas de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375, dependendo da família. Paulo Câmara apontou a situação vivida pelo país neste ano, com 300 mil mortes causadas pela Covid-19. “O Brasil tem enfrentado o seu pior momento da pandemia. São recordes diários de casos e mortes. Frear essas curvas crescentes tem exigido medidas restritivas, impactando diretamente a economia e a vida de milhares de famílias”, explicou. “Para o governador, é importante atenuar os impactos da pandemia na população mais vulnerável. “Por isso, assinei uma carta, juntamente com outros 15 governadores, solicitando ao Congresso Nacional urgência na apreciação e votação de um auxílio emergencial de R$ 600,00, semelhante ao que foi pago no ano passado, também por conta da crise sanitária”, completou. A carta dos governadores também argumenta nesse sentido. “Entendemos que a redução dos valores do auxílio emergencial é inadequada para a eficácia da proteção da população. Enquanto a vacinação não acontecer em massa, precisamos garantir renda para a população mais vulnerável”, diz o texto, assinado também por nomes como o governador de São Paulo, João Doria (PSDB); e o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB).

Veja a íntegra da nota dos governadores:

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), subiu o tom contra Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (24) e, sem citá-lo diretamente, deu a entender que o Congresso pode abrir um processo de impeachment contra o titular do Planalto.

Apesar de não ter utilizado o temo impeachment, Lira falou sobre “remédios políticos amargos”, em uma referência indireta ao mecanismo. “Será preciso que essa capacidade de ouvir tenha como contrapartida a flexibilidade de ceder. Sem esse exercício, a ser praticado por todos, esse esforço não produzira os resultados necessários. Os remédios políticos no Parlamento são conhecidos e são todos amargos. Alguns, fatais. Muitas vezes são aplicados quando a espiral de erros de avaliação se torna uma escala geométrica incontrolável. Não é esta a intenção desta presidência. Preferimos que as atuais anomalias se curem por si mesmas, frutos da autocrítica, do instinto de sobrevivência, da sabedoria, da inteligência emocional e da capacidade política”, disparou o deputado. A fala de Lira se deu após a reunião que participou com Bolsonaro e lideranças dos dos outros poderes de República para discutir a criação de um comitê de combate à pandemia, o que demonstra que o presidente da Câmara não saiu satisfeito do encontro. Em seu discurso no plenário da Câmara, Lira ainda deu outros recados para o Palácio do Planalto, dizendo que “tudo tem limite”. “CPIs ou lockdowns parlamentares, medidas com níveis decrescentes de danos políticos, devem ser evitados. Mas isso não depende apenas desta Casa. Depende também, e sobretudo, daqueles que fora daqui precisam ter a sensibilidade de que o momento é grave. A solidariedade é grande, mas tudo tem limite, tudo. E o limite do parlamento brasileiro, a Casa do povo, é quando o mínimo de sensatez em relação ao povo não está sendo obedecido”, pontuou. Em outro trecho de sua fala, o deputado disse que apertou “o sinal amarelo”, em mais um alerta ao governo: “Estou apertando hoje um sinal amarelo para quem quiser enxergar: não vamos continuar aqui votando e seguindo um protocolo legislativo com o compromisso de não errar com o país se, fora daqui, erros primários, erros desnecessários, erros inúteis, erros que que são muito menores do que os acertos cometidos continuarem a serem praticado”.

Bolsonaro muda o tom

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Após furar a bolha e ganhar adeptos até no meio artístico com a campanha “BolsoCaro”, um novo vídeo apócrifo caiu nas redes sociais ironizando o “super” ministro da Economia, Paulo Guedes, que diz ouvir agradecimentos por parte da população quando vai ao supermercado diante da inflação de mais de 15% dos alimentos no último ano – 3 vezes maior que a inflação real. O vídeo – intitulado “Super obrigado, Paulo Guedes” – é feito em formato de ofertas de supermercados, mas mostra muitos dos aumentos no valor dos alimentos e do gás ocorrido durante a gestão do ministro, como a alta de 103% do óleo de cozinha e de 58% da cesta básica. Uma análise da consultoria Arquimedes, feita a pedido do jornal O Globo, revela que a série “BolsoCaro” mobilizou perfis fora do debate político, como da cantora Anitta, que republicou o vídeo e gerou 680,9 mil visualizações.

revistaforum

 (Divulgação)

Deputada federal Marília Arraes (PE-PE)

Nesta quarta-feira, a deputada federal Marília Arraes (PE-PE) questionou o decreto estabelecido pelo governo do estado. O objetivo de Arraes foi chamar atenção para o critério do que é essencial ou não durante a nova quarentena, que começa amanhã (18). “É preciso aprofundar essas discussões e não deixar o povo passar por isso nesse momento difícil.”, ressaltou Marília. Arraes reconheceu a importância de ações sanitárias e medidas mais eficazes, mas questionou algumas das medidas, por exemplo, lojas de carros constam como essenciais, mas igrejas e academias, não. “Que prioridade é essa que a pessoa pode comprar um carro, mas não pode fazer exercício?”, indagou a parlamentar. Marília também questionou se esses critérios realmente funcionam no combate ao coronavírus. Com base nos dados de Recife, sétima cidade brasileira com maior número de mortes pela Covid-19, a parlamentar cobrou uma ação dos gestores. “Onde estão esses investimentos? Há notícias que mostram que nove UPA’s fecharam as portas durante 12 horas por conta de superlotação”, destacou.  Pernambuco tem o maior índice de letalidade do vírus no nordeste, 3,6%, maior até do que a média nacional, 2,15%. E mesmo com o índice alto, Recife (cujo índice chega a 4,05%) tem a frota de ônibus reduzida, causando ainda mais aglomerações com os trabalhadores, que não têm a opção de ficar em casa. “A maioria das pessoas da RMR continua andando em ônibus lotado e isso precisa ser pensado”, conclui Marília.

diariodepernambuco

 (Foto: Divulgação)

Após a decisão do último decreto do governo, determinando apenas serviços essenciais das 20h às 5h de segunda à sexta-feira, além do fechamento geral das atividades não essenciais nos fins de semana, a expectativa é que nesta segunda-feira sejam anunciadas as novas regras de combate à covid-10.Caso o endurecimento das medidas seja implantado, o previsto é que tenha início a partir da próxima quarta-feira, quando se encerra o decreto. Ainda não há informações verídicas sobre a implantação de lockdown no estado, até o momento, são realizados apenas rumores nas redes sociais.O governador Paulo Câmara fez um balanço em suas redes sociais no último domingo, das ações adotadas no sentido de socorrer a economia. “Os setores produtivos, que geram emprego e renda, também são muito impactados pela pandemia. Estamos adiando pagamento de tributos e facilitando recuperação de crédito”, disse. “O esforço é coletivo, todos sofrem com os efeitos da crise”, pontuou. Paulo também escreveu que está adiantando o 13º do Bolsa Família. “Suspendemos cobrança de tarifa social da água, criamos linha de crédito para pequenas e microempresas. Temos que seguir juntos, proteger vidas e superar esse desafio que é de todos nós”, frisou o governador. Ele também afirmou que todos precisam ter “consciência da gravidade da crise que o país enfrenta”. Segundo o gestor socialista, “o único caminho para vencer a pandemia é cuidar, se cuidar e dizer sim à vacina”.
diariodepernambuco

A pandemia de coronavírus afetou toda a economia, isso é um fato consumado. Mas enquanto boa parte dos setores volta aos poucos a funcionar — e a faturar — o segmento de shows e eventos segue parado e sem nenhuma previsão de retomada, afetando músicos e produtores. Diante disso, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), enviou ofício ao governador de Pernambuco, Paulo Câmara, solicitando que músicos sertanejos recebam o auxílio emergencial do Estado. 

 

Senhor Governador,

   Cumprimentamos respeitosamente Vossa Excelência para solicitar que se digne autorizar auxílio aos músicos da região sertaneja de Pernambuco, promovendo o cadastro dos mesmos, que se encontram paralisados e, em situação difícil, há um ano, sem operacionalização.

Os músicos brasileiros, pernambucanos e, em particular, os sertanejos, região que representamos nesse Estado, nesta Casa do Congresso Nacional, estão passando, com suas famílias, por enormes dificuldades financeiras, em razão dos problemas causados pela pandemia do novo coronavírus – Covid-19.

Na certeza da prestimosa e costumeira atenção de Vossa Excelência, antecipamos-lhes os nossos agradecimentos.

Atenciosamente,

Deputado GONZAGA PATRIOTA

PSB – PE

Os supermercados registraram alta de 12% nas vendas de janeiro em comparação com o mesmo mês de 2020, segundo balanço divulgado nesta 5ª feira (11.mar.2021) pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Eis a íntegra (1,7MB).

Prateleira de um supermercado em Brasília-DF. Setor espera aumento de vendas na Páscoa Prateleira de um supermercado em Brasília-DF. Setor espera aumento de vendas na Páscoa

Na comparação das vendas de janeiro com as de dezembro de 2020 houve queda de 18,45%. Em 2021, a Abras estima que as vendas dos supermercados devem ser 4,5% maiores do que ao longo do ano anterior.

Para o vice-presidente administrativo da entidade, Marcio Milan, com as restrições impostas a outros setores do comércio devido à pandemia da covid-19, os supermercados acabam suprindo as necessidades dos consumidores, o que impulsiona as vendas.“Com as restrições de funcionamento de muitos estabelecimentos pelo Brasil, o setor, por ser essencial, foi uma opção na compra de diversos itens”, afirmou Milan.A associação espera um crescimento de até 15% nas vendas para a Páscoa em relação a 2020. Em 2021 a data será comemorada em 4 de abril. De acordo com Marcio Milan, os supermercados estão mais preparados para lidar com a pandemia, especialmente na logística de vendas pela internet.“Em 2020 fomos pegos de surpresa com a chegada da pandemia e do isolamento social bem próximos da Páscoa. Este ano o setor se preparou para as vendas em período mais remoto, e conta ainda com uma força maior do e-commerce, que ganhou mais clientes durante a pandemia”, disse.Os supermercados acreditam em boas vendas principalmente dos chocolates com menor valor agregado, como as caixas de bombom que, segundo as expectativas do setor, devem ter uma alta de 12,9% nas vendas em 2021. Para as barras e tabletes de chocolate é esperado um aumento de 11,8% na comercialização em comparação à Páscoa de 2020. Em relação aos ovos de chocolate de até 200 gramas, é prevista uma alta de 9,4%.

Com informações da Agência Brasil

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Jair Bolsonaro está perdendo uma de suas principais bases de apoio. Chamado de traidor por integrantes da União dos Policiais do Brasil (UPB), o presidente está sendo ameaçado por delegados, peritos, agentes da Polícia Federal, policiais rodoviários federais e outras 20 carreiras da segurança pública de ser alvo de protestos em cidades de todo país nesta quarta-feira (10).

Bolsonaro teria prometido apoiar reivindicações dos policiais, no sentido de serem poupados do congelamento de salários na PEC Emergencial. Como isso não aconteceu, ele está sendo considerado traidor da categoria, de acordo com informações da coluna Painel, na Folha de S.Paulo.

Os policiais são proibidos de fazer greve. Por isso, surgiu o plano de promover protestos ao longo do dia.“É um movimento de traição, são montadas estratégias, deixando o Congresso ser culpado. Com Rodrigo Maia era mais fácil. Agora, no Senado, o governo votou contra a emenda defendida pelos policiais. É uma estratégia de fazer um discurso público e nos bastidores fazer outra coisa”, afirma Luis Antônio Boudens, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (FenapeO presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), Dovercino Borges Neto, considera o posicionamento de Bolsonaro nos últimos dias, quando sinalizou apoio aos policiais, como “jogar pra galera”.

Terceira traição

O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), Marcos Camargo, por sua vez, diz que os protestos são para chamar a atenção para o que eles consideram “equívocos e absurdos” da PEC.“É a terceira traição do governo de Jair Bolsonaro. A primeira foi na reforma da previdência, a segunda na votação da lei complementar 173, que também já trouxe vedações, e a terceira agora. E essa é muito grave”, acrescenta. “Estamos trabalhando, fazendo operação, evitando desvio de recurso do combate à pandemia. Aí, de repente, coloca na Constituição um congelamento salarial por tanto tempo, a gente entende que é desproporcional”, destaca Edvandir Paiva, presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF).

revistaforum

Um dia depois do general Eduardo José Barbosa, que substituiu Hamilton Mourão (PRTB) – atual vice de Jair Bolsonaro – na presidência do Clube Militar, criticar a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de anular as condenações do ex-presidente Lula, um outro general reservista usou o site do clube para alardear uma tese golpista. O autor da nova mensagem, publicada nesta terça-feira (9), é o general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva, é membro do Conselho da Comissão de Anistia, do ministério de Damares Alves. Ele foi indicado pelo governo Jair Bolsonaro para a função. Paiva também é autor do prefácio da biografia do torturador Carlos Alberto Brilhante Ustr “O STF feriu de morte o equilíbrio dos Poderes, um dos pilares do regime democrático e da paz política e social. A continuar esse rumo, chegaremos ao ponto de ruptura institucional e, nessa hora, as Forças Armadas (FA) serão chamadas pelos próprios Poderes da União, como reza a Constituição”, diz trecho da nota.“A nefasta decisão do Ministro Fachin, livrando Lula de suas condenações foi uma bofetada na cara (desculpem a expressão) da Nação Brasileira”, afirma o general, que é ex-comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME).  Na nota golpista, o militar questiona: “Em um conflito entre Poderes, a qual deles as FA se submeterão? Com certeza, ficarão unidas e ao lado da Nação, única detentora de sua lealdade. Que a liderança nacional tenha isso em mente”.

Confira na íntegra:

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O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante a coletiva de imprensa sobre à infecção pelo novo coronavírus foto Marcelo Casal jr/ Agencia Brasil

RIO — O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta alertou para o risco da variante brasileira do novo coronavírus, identificada em Manaus, provocar um agravamento do quadro epidemiologico no Brasil que, na sua avaliação, está “em progressão”. Mandetta também comentou o inquérito contra o atual ministro da pasta, Eduardo Pazuello, no Supremo Tribunal Federal (STF) e avaliou que o presidente Jair Bolsonaro poderá sofrer impeachment pela condução da pandemia da Covid. As declarações foram feitas em entrevista ao programa Manhattan Connection, da TV Cultura.

Produto nacional:  Vacina c ontra o coronavírus 100% brasileira entra em testes com humanos neste ano, dizem cientistas. O ex-ministro, que deixou o governo em abril de 2020 após divergências públicas com o Bolsonaro acerca das medidas de prevenção contra a Covid-19, disse que a transferência de pacientes manauaras em razão do colapso hospitalar no Amazonas sem os devidos cuidados poderá fazer com que a variante se espalhe.

O pior fim para a Lava Jato

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em foto de 2019, teve as condenações vinculadas à Lava Jato anuladas – AFP/Arquivos

O ministro Edson Fachin, do STF, anulou todos os atos processuais contra Lula assinados por Sérgio Moro durante a Lava Jato. Concluiu que o ex-titular da 13a Vara Federal de Curitiba não era o juiz competente para conduzir a ação, porque o caso não estava direta e exclusivamente ligado à corrupção na Petrobras.  O argumento ainda deverá ser analisado pelo plenário da corte. Mas, no momento, nada mais pesa contra Lula. Ele pode se candidatar à presidência em 2022, sem medo de ser feliz.

Não vou palpitar sobre a sentença de Fachin, nem para defendê-la, nem para atacá-la. Por uma simples razão: em assuntos com relevância política, a jurisprudência do STF virou uma bagunça. O que valia ontem não vale hoje, e pode ser um pouco diferente amanhã.

Eu nunca achei que o literalismo absoluto deveria ser a regra de interpretação nos STF, nem jamais demonizei o tal “ativismo jurídico”. Acho que existe, sim, uma margem considerável de liberdade para que os ministros analisem seus casos com base em princípios, o que pode levar a inovações. Acho que eles devem suprir lacunas legislativas quando a falta de uma regra causar prejuízos à sociedade e o Congresso não se mexer. Mas a corte deveria fazer esses lances de forma discreta, prudente, circunspecta – quase como se não fizesse. Não é assim que vem acontecendo. A lei não é parâmetro para nada, porque não existem limites para a “hermenêutica jurídica”. Em vez de ser uma técnica com regras claras, conforme se ensina nas faculdades, nas mãos de nossos ministros essa hermenêutica, ou interpretação, é uma arte regida… pelo quê? Pelas musas? Pelos interesses políticos? Vai saber. Assim é, se lhe parece.

Se a lei não existe, imagine então o respeito pelos precedentes do próprio tribunal, método de julgamento que tem muito mais a ver com a tradição jurídica anglo-saxã do que com a nossa, que tem raízes romanas. Cada um dos onze ministros se sente à vontade para recriar o mundo em cada sentença individual, dando uma pernacchia – como diriam os romanos – para o plenário. Mesmo o plenário vai mudando seu entendimento aos soluços: a prisão em segunda instância era autorizada; deixou de ser em 2009; voltou a ser em 2016; deixou de ser em 2019.

É patético.
É UMA BAGUNÇÃO, NINGUEM ENTENDE MAIS NADA”

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Eleitos os novos presidentes da Câmara e do Senado, o que os brasileiros esperavam com o fim das disputas internas era um esforço concentrado para votação de temas urgentes, como a ampliação da oferta de vacinas contra a Covid-19 e o auxílio emergencial. No entanto, a sociedade assiste ao desenrolar de um espetáculo grotesco que tem, entre seus atores, um fisiculturista do ódio ministros do Supremo e pela Câmara Federal.

A prisão do ex-soldado da PM, o deputado bolsonarista Daniel Silveira, foi uma medida extrema decretada pelo ministro Alexandre de Moraes. Investigado no inquérito das fake news, Silveira foi detido em flagrante após publicar um vídeo com ameaças aos membros da Corte e apologia ao AI-5.

Certo de que a imunidade parlamentar garantiria sua impunidade, o deputado não acreditou que passaria sequer uma noite na cadeia, muito menos que seus pares no Parlamento confirmassem, com ampla maioria, a medida do judiciário. A opinião pública o repudiou. O partido lhe virou as costas. Colegas de infâmia, outros contumazes detratores do Supremo como Carla Zambeli, Kicis e o verborrágico Eduardo Bolsonaro que ameaçou o STF com um cabo e um soldado, não disseram uma palavra sobre o caso. Nem o Messias lhe valeu. O presidente Bolsonaro, um dos maiores estimuladores do ódio contra o Supremo, calado estava, calado ficou. O soldado cuja missão era desmoralizar a Corte foi abatido. Deu-se conta de que não passa de um clown solitário, um palhaço do baixo clero, sem força, sem influência, sem graça nenhuma. Virou “boi de piranha”, o bicho que é sacrificado para o gado passar ileso.

A Câmara precisa saber que pode muito, mas não pode tudo. Pois, ainda há juízes em Berlim, digo, em Brasília.

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 (Internet / Reprodução)

A comitiva brasileira que decolou ontem (07/03) de Brasília rumo a Israel, composta por 10 membros, chefiada pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, abriu mão de usar máscara em meio à viagem. Um vídeo disponibilizado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro, que também seguiu na comitiva, mostra a equipe reunida sem o equipamento. Em solo brasileiro, é comum que a maioria dos membros do governo apareçam sem o uso da máscara, incluindo o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro. A viagem tem por objetivo viabilizar protocolos de cooperação científica quanto a tecnologia de drogas e vacinas e um acordo que permita testes, com a população brasileira, do spray EXO-CD24. O medicamento de aplicação nasal, ainda está em fase inicial de estudos e foi testado em 30 pacientes israelenses. A previsão de retorno do grupo é na quarta-feira (10/03). Eles deverão participar de encontro com representantes do Centro de Pesquisa em Tel Aviv e com o primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Aí estão super homens que colocam as suas vida a disposição do coranavírus, são uns desnorteado

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O senador Major Olímpio (PSL-SP), que foi diagnosticado com Covid-19 na última terça-feira (2), participou de uma aglomeração semanas antes em Bauru (SP).

O parlamentar, que ajudou a eleger Jair Bolsonaro e hoje é rompido com o presidente, esteve em um ato, no último dia 12, na cidade de Bauru (SP), contra as medidas de restrição impostas pelo governador João Doria (PSDB) para frear o contágio da Covid-19. “Chega de aceitar os desmandos deste Desgovernado. Fui às ruas nesta sexta-feira (12) em apoio à população do nosso estado contra o fechamento do comércio e pela abertura de mais leitos na Saúde. Chega de descaso com o povo!”, escreveu Olímpio, neste dia, ao divulgar um vídeo que mostra sua participação na manifestação. O ato, que pedia ainda o impeachment de Doria, foi liderado, além de Olímpio, pelo empresário bolsonarista Luciano Hang,  conhecido como Véio da Havan, e pela prefeita da cidade, Suéllen Rosin (Patriota), que também se posiciona contra o governador paulista. Além desta manifestação, nas semanas seguintes, pouco antes de testar positivo para a Covid-19, Olímpio participou de outros atos contra Doria pelo fato do governador ter aumentado o ICMS de alguns setores.

UTI

Olímpio, internado na terça-feira no Hospital São Camilo, em São Paulo, apresentou piora em seu estado de saúde e foi transferido de um quarto comum para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com o site Congresso em Foco, um parlamentar próximo ao senador informou que o estado de saúde de Olímpio é grave e que ele encontra-se intubado. Na noite desta sexta-feira (5), no entanto, a assessoria de Olímpio informou que ele foi transferido para a UTI em razão da gravidade de seu quadro, mas que não necessitou, até o momento, de intubação. Na última quarta-feira (3), já internado, o congressista já estava internado e participou de sessão do Senado, através de videoconferência, diretamente do leito hospitalar.

Bolsonaro foi ao Ceará fazer comício com aglomeração e disse que os governadores que fecharem seus estados devem pagar o auxílio emergencial. Ou seja, jogou nas costas deles toda a responsabilidade para lidar com a tragédia do coronavírus que chegou ao ápice depois de o governo federal não ter feito nada para impedir que isso acontecesse.

Boa parte dos estados está com mais de 80% das UTIs ocupadas e o razoável a fazer neste momento era um lockout nacional.O que faz o presidente?Insufla comerciantes e empresários irresponsáveis que são contra o fechamento de comércios para atacar prefeitos e governadores.Esses ficam entre a cruz e a caldeirinha e acabam adotando medidas restritivas que não dão conta da dimensão da pandemia. E ela só continua a aumentar. Já faz alguns meses que estamos nesta toada. E por que os governadores e prefeitos não enfrentam Bolsonaro?Porque a imensa maioria tem base de apoio bolsonarista e teme ser boicotado pelo governo federal caso venha a se rebelar.Ou seja, estão sendo chantageados pelo capitão de araque. E estão correndo o risco de ver suas cidades e estados entrar em calamidade pública porque não sabem como agir politicamente.Neste sentido a proposta de CPI de Tasso Jereissati pode ser algo mais importante do que o noticiário tem registrado. Ela pode ser uma válvula de escape para que esses prefeitos e governadores mais acovardados se mexam e passem a fazer algo utilizando como álibi que não querem ser investigados.

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O deputado federal e vice-presidente nacional do PSL, Julian Lemos, foi às redes sociais nesta segunda-feira (1º) para atacar o também deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) após ter sido chamado de “traidor” por ele. Nr, Lemos compartilhou uma manchete sobre pagamentos em espécie do filho do presidente para compra de imóveis do Rio de Janeiro. O caso é investigado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).“Antes me causava uma tristeza ser caluniado por @BolsonaroSP hoje não mais, ontem por exemplo em seu perfil mais uma vez me chamava de traidor, mas claro, não pode me chamar de ladrão de auxílio, topa um debate sobre coisas que vi e ouvi? Traidores e ladrões são vocês, você sabe”, desafiou o parlamentar.

Em seguida, Lemos relata que Eduardo “saiu correndo” quando veio à tona o caso dos pagamentos em espécie. “@BolsonaroSP Você lembra quando teve que sair correndo do apartamento do seu pai quando descobriram? Pois é, tu ainda olhou pra mim e disse… ‘Eu junto o dinheiro do auxílio para comprar um imóvel’ mas você sabe onde morava, e eu também, você me acusa do que você é, traidor”, acusou o deputado. Em julho de 2020, Julian Lemos fez diversas denúncias contra Eduardo à revista IstoÉ, citando um suposto uso irregular de verba da Câmara dos Deputados para a prática de rachadinhas no diretório de São Paulo do PSL.

Entre as denúncias feitas por Lemos, também está a de que o filho do presidente usou R$ 246 mil recebidos irregularmente da Câmara para comprar um imóvel no Rio de Janeiro.

” É um absurdo tantas pessoas passando fome, desempregados (as) enquanto estes ladrões roupam o dinheiro do povo descaradamente e  ficam na impunidade.”

revistaforum

Com um ano de pandemia, Brasil entra na lista das três nações com os piores números – Michel Dantas/ AFP

A Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) publicou, no último sábado (27), uma nota na qual expressa preocupação com a situação da pandemia de covid-19 no Brasil, mais especificamente no estado de São Paulo. Segundo dados do Conselho de Secretarias Estaduais da Saúde (Conass), o país registrou nos últimos sete dias a média de 1.205 mortos por covid-19. Em números absolutos, São Paulo segue concentrando a maior quantidade de vítimas. Até agora, foram 59.492 óbitos.No documento, a SPI afirma que “há uma total desconexão da vida cotidiana com a realidade da pandemia”. A organização explica que o fato de o Brasil ter novas variantes em circulação, somado à ausência de um programa nacional efetivo de imunização, bem como de medidas de prevenção e controle, coloca o país em um outro patamar de risco. “Pacientes graves têm alta taxa de morte e graves sequelas a despeito dos melhores recursos assistenciais. Que dirá em meio ao caos em que até oxigênio pode faltar? Na prevenção, uma vacinação lenta, em recortes populacionais, está fadada a não resultar em proteção efetiva em tempo oportuno”, afirma a organização em nota. A SPI também defende que nesse ritmo, em que marcas expressivas de óbito e infectados ocorrem em intervalos cada vez mais breves, não podemos ter outro cenário em mente, se não, o colapso da saúde. E em meio ao caos não há vida, não há economia, não há nada além do que o incerto”.Diante do cenário, a SPI recomenda aos governadores e ao presidente da República que concretizem as medidas de segurança entre a população, como lockdown, restrições maiores a serviços não essenciais, toque de recolher prolongado, testagem em massa e rapidez na vacinação.

brasildefato.

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