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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Política

A deputada federal Marília Arraes, que rompeu com o PT e foi para o Solidariedade, lidera nos principais cenários da pesquisa ao governo do estado de Pernambuco realizada pelo instituto Paraná entre os dias 10 e 14 de maio e divulgado nesta segunda-feira (6). No principal cenário, ela tem 28,8% das intenções de voto contra 16% da ex-prefeita de Caruaru Raquel Lyra (PSDB); 13,6% do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil); 12,1% do ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Anderson Ferreira (PL); e 7,1% de Danilo Cabral. Marília Arraes: “O Solidariedade está sob meu comando e vai ser bastante lulista” Marília Arraes também lidera, com 34,9%, no cenário sem Raquel Lyra e com 32,6% na simulação sem Miguel Coelho. No primeiro, Danilo Cabral aparece em quarto, com 8,3%; no segundo, o candidato governista tem 7,7% e também fica em quarto.

Segundo turno

Nas simulações de segundo turno, Cabral perde para Marília Arraes (18,7% a 51,4%), para Coelho (22,7% contra 35%) e para Raquel Lyra (20,3% a 41,8%). O candidato do governo empata tecnicamente com Anderson Ferreira (29,1% contra 28,1%), que é o candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

revistaforum

Presidente dirige jet ski no Lago Paranoá, em Brasília, durante “lanchaciata” esvaziada – Reprodução/Twitter

Em mais uma semana em que tenta reduzir a distância para o ex-presidente Lula (PT) na corrida eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta desafios na gestão do Executivo Federal que impactam diretamente suas pretensões no pleito pelo Palácio do Planalto. No domingo (15), Bolsonaro passeou de jet ski em meio a uma lanchaciata em seu apoio, mas foi vaiado em um passeio em feira no Guará, no Distrito Federal.

O noticiário desta segunda-feira (16) aponta três temas sensíveis para o chefe do Executivo, que tem cerca de 10 pontos de distância para Lula nas pesquisas, segundo diversos institutos: a diminuição de verbas para o estado de São Paulo, o mais importante colégio eleitoral do país; a suspensão das atividades do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) por falta de verbas; e o julgamento da privatização da Eletrobras no Tribunal de Contas da União (TCU).

Incra suspenso

Com as atividades suspensas no Incra por falta de recursos, o presidente disse, no domingo, que irá pedir a liberação de verbas para que o órgão retome as atividades. “Vou ver se acerto com o Paulo Guedes esta semana, precisamos de mais recurso. Porque custa dinheiro você mandar o pessoal para as áreas, trabalhar, emitir o respectivo título de propriedade. E isso não pode parar”, disse à imprensa na Praça dos Três Poderes.”E estou pronto, vou falar com Paulo Guedes [para que], se não tiver recurso, cortar de algum ministério.”  A preocupação do capitão reformado são as emissões de títulos de propriedade a antigos assentados, que se tornaram uma política em seu governo, em detrimento do desenvolvimento da reforma agrária no país. A situação de penúria foi informada ao governo pelo presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, na última sexta-feira. Ele ordenou a suspensão de novas atividades técnicas de campo, como fiscalizações e vistorias. Segundo o Portal da Transparência, o orçamento para a aquisição de propriedades caiu de R$ 930 milhões em 2011 para R$ 2,4 milhões neste ano. No mesmo movimento a verba discricionária total – as quais o governo federal pode decidir como e quanto gastar – saíram de R$ 1,9 bilhão em 2011 para R$ 500 milhões em 2020. Sem dinheiro direto do governo federal, Geraldo Melo Filho afirmou no ofício que as atividades do Incra puderam continuar até então devido às emendas do relator, controladas pelo Congresso Nacional. Mas neste ano nenhum direcionamento foi feito. 

 

Verbas em São Paulo

Os valores transferidos para o estado de São Paulo também diminuíram. Em relação ao governo anterior, de Michel Temer (MDB), a transferência de recursos voluntária caiu 36,5%, de acordo com dados da Secretaria da Fazenda do estado. Foram R$ 3,3 bilhões entre 2016 e 2018, diante de R$ 2,1 bilhões entre 2019 e 2021. A diminuição não gera surpresas, em partes, uma vez que a transferência voluntária depende de acordos entre os governos. O ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), até utilizou da onda bolsonarista de 2018 durante sua campanha eleitoral. O slogan #BolsoDoria foi uma das ferramentas de marketing do tucano. Mas, pouco depois que chegou ao Palácio dos Bandeirantes, a distância entre ambos aumentou dando lugar aos embates públicos em torno da pandemia de covid-19.

Privatização no TCU

O TCU começa a segunda fase de análise do processo de privatização da Eletrobras, nesta quarta-feira (18). Nessa etapa serão estudadas a oferta secundária de ações e redução da participação da União na companhia. Em entrevista recente ao Brasil de Fato, a vice-presidente da Confederação Nacional dos Urbanitários (CNU), Fabíola Antezana, disse que o governo tem pressa para privatizar a Eletrobras porque sabe que o calendário eleitoral tende a atrapalhar a operação.Antezana alertou que, apesar da decisão do TCU, ainda há, sim, chances de a Eletrobras ser privatizada por Bolsonaro neste mandato. Ela ressaltou, porém, que uma lei sobre a privatização da Eletrobras foi aprovada pelo Congresso e sancionada por Bolsonaro. Ela não estabelece prazo para que isso ocorra. Portanto, caso Bolsonaro seja reeleito ou outro presidente queira dar continuidade à venda, isso está oficialmente autorizado.“A única coisa que não deixará a Eletrobras ser privatizada é uma nova legislação, que não vira deste agora”, afirmou ela. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pré-candidato à eleição e líder em todas as pesquisas de intenções de voto, já declarou ser contra a venda da Eletrobras. Ciro Gomes (PDT) também.

Racha entre aliados em SP 

A confirmação de que Bolsonaro terá o apresentador José Luiz Datena (PSC), da Band, como candidato ao Senado na chapa de Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) em São Paulo incendiou ainda mais a fogueira das vaidades de bolsonaristas no Estado. Após Abraham Weintraub (PMB) disparar contra o ex-chefe ao ser escanteado da disputa ao governo, Janaína Paschoal (PRTB) fez ameaças nas redes após ser desprezada pelo presidente. Além de Datena, Janaína disparou contra Paulo Skaf (MDB), ex-presidente da Fiesp cotado para vice de Tarcísio e afirmou que não vai se “omitir”. “Skaf fez par com Lula e com Dilma; e Datena votou em Lula a vida toda! Não estou falando mal de ninguém, só estou lembrando fatos. Diante das pesquisas e dos muitos depoimentos que ouço, decido não me omitir”, escreveu.

Vaias no Distrito Federal

No domingo (15), antes de uma “lanchaciata” esvaziada, o presidente foi vaiado por cidadãos que estavam na Feira do Guará. Ao chegar no local, uma multidão cercou o presidente e o “homenageou” com gritos de “fora, Bolsonaro”. No vídeo, também é possível notar que alguns apoiadores tentaram reverter a cena gritando “mito”. Organizada por apoiadores Bolsonaro, a “Lanchaciata pela Liberdade no Brasil”, realizada no Lago Paranoá, em Brasília, “flopou”. Isto é, o número de participantes foi muito abaixo do esperado. Ao anunciar o evento, os bolsonaristas falavam em centenas de lanchas e jet-ski manifestando apoio ao presidente. O que se observou, no entanto, foram pouquíssimas embarcações – algo em torno de 40, segundo um dos participantes, que transmitiu a “lanchaciata” ao vivo em seu canal do YouTube. 

Edição: Rebeca Cavalcante

Este trabalho é de inteira responsabilidade de seu autor

Documento divulgado pelo TSE apresenta principais modificações nas transparência das eleições no país – Antonio Augusto/Ascom/TSE

Sob ataque do presidente Jair Bolsonaro (PL) e de militares que integram o seu governo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem realizado avanços importantes em mecanismos e práticas de transparência pública para o processo eleitoral de outubro.

No fim do mês passado, a Corte Eleitoral apresentou o documento Plano de Ação para Ampliação da Transparência do Processo Eleitoral, com compromissos para proporcionar inovações que garantam a segurança e a confiabilidade das eleições, além de fortalecer a participação social em todas as etapas. A estratégia reúne dez medidas elaboradas a partir das contribuições dos membros da Comissão de Transparência das Eleições (CTE), da qual fazem parte representantes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, das Forças Armadas, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e de órgãos públicos e da sociedade civil, como universidades e organizações. Foram recebidas 44 sugestões, sendo três da Open Knowledge, seis das Forças Armadas, 11 da Polícia Federal, dez da Universidade de São Paulo (USP), quatro da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), quatro da Fundação Getulio Vargas (FGV), três da Universidade de Campinas (Unicamp), duas da Transparência Brasil e uma da OAB. Entre as sugestões acolhidas estão: a de antecipação do código-fonte, a ampliação da amostra do teste de integridade, o início de projeto-piloto para futura disponibilização do código-fonte, o aumento da comunicação às entidades fiscalizadoras para que tomem parte na cerimônia de preparação das urnas, a incorporação da ideia de publicação dos arquivos RDV ao plano de ação, além da contínua melhoria da comunicação institucional do TSE. A CTE foi instituída pelo TSE em setembro de 2021 (Portaria 579/2021) e os membros se reuniram periodicamente para acompanhar eventos importantes do calendário eleitoral e apresentaram, até o dia 17 de dezembro de 2021, as sugestões para avaliação por parte do Tribunal. 

Confira as 10 medidas:

1 – Instituição da Comissão de Transparência das Eleições (CTE)

Os objetivos principais foram o aprimoramento dos mecanismos de segurança das etapas de preparação e realização das eleições; a ampliação da transparência; e o fomento à participação de especialistas, instituições públicas e entidades da sociedade civil no acompanhamento do processo eleitoral. A criação da CTE segue 17 marcos que abrangem toda a fase de preparação e testes das urnas para as Eleições 2022.

2 – Instituição do Observatório de Transparência das Eleições (OTE) 

É formado por instituições da sociedade civil que colaboram com a Comissão e com o TSE na ampliação da transparência do processo eleitoral; no aumento do conhecimento público sobre o sistema de votação; e no resguardo da integridade das eleições. Para alcançar esse objetivo, os representantes das instituições que integram o Observatório atuarão em diversas etapas, incluindo a participação na elaboração de material informativo e campanha institucional para a sociedade sobre a transparência, a segurança e a integridade das eleições. A OTE reúne 17 marcos de atuação, desde a fase do Teste Público de Segurança (TPS), realizado um ano antes das eleições, até a diplomação dos eleitos, prevista para ocorrer em dezembro de 2022.

3 – Antecipação da inspeção dos códigos-fonte

O objetivo é ampliar o prazo concedido às entidades fiscalizadoras para o acompanhamento dos trabalhos de especificação e desenvolvimento dos sistemas eleitorais nas dependências do TSE. A iniciativa busca ampliar, de seis meses para um ano, o período de participação das entidades fiscalizadoras nas fases de especificação e de desenvolvimento dos sistemas eleitorais. A medida atende cinco marcos principais, todos já realizados nas dependências do TSE com participação das entidades.

4 – Aperfeiçoamento do Teste Público de Segurança (TPS)

Será estimulada a participação da comunidade acadêmica e especializada no TPS com a implementação de propostas trazidas nas edições anteriores do evento e de melhorias idealizadas pelo corpo técnico do TSE e pelas comissões Reguladora, Avaliadora e de Comunicação Institucional do Teste Público. Entre as melhorias, está o aumento do número de inscrições de investigadores de 10 para 15, totalizando até 45 (quarenta e cinco) investigadores e a ampliação do tempo de acesso dos investigadores aos códigos-fonte, que passou de uma para duas semanas. Esse item apresenta uma dezena de marcos de atuação; entre eles, a realização do Teste de Confirmação.

5 – Publicação dos códigos-fonte

Será ampliado o acesso ao código-fonte dos softwares eleitorais para a comunidade acadêmica e especializada, visando aumentar a confiabilidade no processo eletrônico de votação, bem como receber contribuições de melhoria. O conhecimento e o debate qualificado deverão gerar repercussão na sociedade civil e reduzir a desinformação, com a consequente e diminuição de fake news e notícias especulativas. São 14 marcos definidos e executados desde a definição das entidades parceiras até a publicação de documento, relatando a experiência, os principais achados e as medidas adotadas pelo TSE.

6-Ampliação da participação das entidades fiscalizadoras na Cerimônia de Preparação das Urnas

Tal participação é fundamental para averiguar se os procedimentos realizados pelos técnicos da Justiça Eleitoral, no momento da preparação das urnas, estão de acordo com a legislação e se atendem às exigências de transparência. Nessa cerimônia, as urnas são preparadas e lacradas fisicamente para o dia da votação. A preparação da urna consiste em instalar os softwares e os dados (por exemplo, dados de candidatos e eleitores) necessários para a realização da eleição. Durante o evento, as entidades fiscalizadoras podem verificar a integridade e a autenticidade dos sistemas eleitorais instalados nas urnas eletrônicas, bem como o correto funcionamento desses equipamentos. Para alcançar esse objetivo de ampliação, um dos marcos de atuação é identificar as razões pelas quais as entidades fiscalizadoras não participam ativamente da Cerimônia de Preparação de Urnas. Para tanto, foram realizadas reuniões com representantes de todos os partidos políticos, que também é uma das premissas definidas no Plano de Ação.

7 – Evolução dos Testes de Integridade das Urnas Eletrônicas

O aperfeiçoamento dos testes ampliará a amostragem de urnas submetidas a essa auditoria e fomentará a participação dos partidos políticos, das demais entidades fiscalizadoras e da sociedade civil. Os Testes de Integridade das Urnas Eletrônicas, previstos como um mecanismo de auditoria pela Lei nº 9.504/1997 (art. 66, § 6º), são realizados pela Justiça Eleitoral desde as eleições de 2002.

Esses testes demonstram a integridade dos sistemas inseridos na urna eletrônica, os quais já foram auditados durante as fases de desenvolvimento dos sistemas e de preparação das urnas eletrônicas, possibilitando a comprovação de que os votos inseridos na urna de fato correspondem à vontade do eleitor. Entre os principais marcos desse item, está a revisão do termo de referência e a contratação da empresa de auditoria externa para acompanhamento dos testes de integridade.

8 – Publicação dos arquivos Registros Digitais dos Votos (RDV) e Logs das Urnas

Desta forma, espera-se facilitar a verificação da apuração dos votos em cada urna eletrônica, possibilitando análises a partir de estatísticas da votação e a apuração do resultado da seção eleitoral a partir dos registros dos votos do RDV, comprovando-se o resultado do Boletim de Urna. A partir dos arquivos RDV e log da urna é possível, sem a participação da Justiça Eleitoral, com autonomia e independência, apurar o resultado de cada seção eleitoral do país e compará-lo com o resultado do Boletim de Urna divulgado na seção eleitoral e, posteriormente, na Internet. Para fortalecimento dessa medida, o TSE divulgará toda a documentação necessária para a conferência e análise dos arquivos, organizando-a de forma que o usuário possa verificar os RDVs de apenas um estado, município ou zona eleitoral. Um dos principais marcos dessa medida é a publicação do RDV e logs de urna em repositório integrado com o Programa de Dados Abertos, bem como de toda a documentação necessária para que possa ser feita a conferência e análise desses documentos.

9 – Incentivo à conferência dos Boletins de Urna pelos mesários

A medida apresentada é uma conferência adicional a ser feita pelos mesários, mas que pode ser estendida a qualquer interessado, uma vez que o aplicativo Boletim na Mão, desenvolvido pelo TSE, permite que o eleitor tenha acesso a uma cópia digital dos Boletins de Urna em seu próprio celular ou tablet. Assim, os presidentes das mesas receptoras de votos passam a ter como uma de suas obrigações a conferência dos resultados da seção eleitoral que presidiu, comparando uma das vias do BU impresso pela urna eletrônica com os arquivos publicados na internet pelo TSE. Um dos marcos a serem seguidos será a sensibilização dos chefes de cartórios em todo o país para que reforcem a medida junto aos seus respectivos mesários.

10 – Fortalecimento da Comunicação Institucional

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Como esta coluna antecipou, a confirmação de Teresa Leitão no Senado da Frente Popular levou o deputado federal André de Paula desembarcar do Governo e ser anunciado na chapa da pré-candidata a governadora Marília Arraes (SD), na próxima segunda-feira.  Outra articulação feita por Marília foi atrair o deputado Sebastião Oliveira ofertando a ele a vaga de vice. Aliados de Sebá já confirmam que ele aceitou o convite e vai lançar seu irmão Valdemar Oliveira em seu lugar como candidato a federal. A estratégia de Marília é criar um fato por semana. Por isso, Sebastião só deve ser anunciado na outra semana. Ele esteve recentemente no Palácio numa articulação para que permaneça na Frente Popular. Diante desse quadro, Marília amplia  sua força na sucessão estadual, pois sai do isolamento do seu partido. Com o PSD e Avante, ela amplia o tempo de propaganda eleitoral e ainda pode receber a adesão do PP de Eduardo da Fonte. 

AGENDA COM SIMBOLISMO – A agenda do Plano Retomada comandada pelo governador Paulo Câmara trouxe um simbolismo nesta edição. Ele visitou cidades que André de Paula era votado como federal como Tracunhaém, Itaquitinga, Buenos Aires e Aliança. 

REFORÇANDO APOIO – Em seu discurso, o prefeito de Buenos Aires Fabinho Queiroz reforçou seu voto em André de Paula para o Senado e Danilo Cabral ao Governo. Ele fez o discurso mais enérgico da agenda. 

FIRME NA DISPUTA – Quem conversa ou participa de algum ato de pré-campanha de Raquel Lyra (PSDB) fica convencido que ela estará firme na disputa até o final ao contrário do que andam pregando que ela abdicaria para se unir a Miguel Coelho. 

AGENDA 40 – O pré-candidato a governador Danilo Cabral comanda a primeira agenda 40 na Mata Norte. A região historicamente teve uma inclinação a votar em candidatos de esquerda desde Arraes. O ato está marcado para as 11h, em Nazaré da Mata. 

PINGA-FOGO: Quando Eduardo da Fonte anuncia a saída do Governo?

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A pré-candidata ao Governo do Estado, Raquel Lyra (PSDB), afirmou, nesta sexta-feira (13), que os dados divulgados pelo IBGE apontando Pernambuco como o líder de desemprego no País, ao lado da Bahia, é o maior atestado da incompetência do governo do PSB de Paulo Câmara e Danilo Cabral. Segundo o IBGE, Pernambuco alcançou um índice de 17% no nível do desemprego no primeiro trimestre, ficando bem acima da média nacional (11,1%).“A lentidão, o desânimo e a falta de liderança do governo do PSB têm feito muito mal aos pernambucanos. São milhares de homens, mulheres, de jovens, que procuram oportunidade e não encontram, porque o estado é incapaz de promover políticas públicas que enfrentem essa situação. Pernambuco é campeão de desemprego porque não tem governo”, afirma Raquel. A pré-candidata lembra que dados divulgados, ontem (12), pelo Cadastro Geral  de Empregados e Desempregados (Caged), mostram que em Caruaru, cidade que administrou até o último mês de abril, o volume de empregos formais superou o do período de pré-pandemia. A Capital do Agreste passou dos 66.911 empregos em março de 2020 para 71.666 no mesmo período de 2022.“Em Caruaru, nós não ficamos de braços cruzados. Enfrentamos a pandemia, cuidamos da saúde da população, mas sem descuidar da administração como um todo, do ambiente econômico, da geração de oportunidades”, pontua.Para Raquel Lyra, o problema do desemprego em Pernambuco é estrutural. “Somos o pior estado para se fazer negócios no País, segundo o Banco Mundial. Um relatório do Tesouro Nacional também nos mostra nas últimas posições no quesito investimento público. Pernambuco é ainda um dos únicos estados do Brasil que ainda não retomou o nível de emprego e que apresenta a maior taxa de informalidade, de mais de 50%. São mais de 1,7 milhão de pernambucanos na informalidade. E anunciaram um Plano de Retomada que não retomou. É isso o que Paulo Câmara nos entrega ao final de oito anos”, protesta.

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Em trocadilho, o presidente do TSE ironizou a atuação de militares no pleito. O ministro disse ainda que “ninguém interferirá” nas eleições

Ministro Edson Fachin no TSERafaela Felicciano/Metrópoles

Em trocadilho, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, afirmou nesta quinta-feira (12/5), durante visita à sala do órgão onde estão sendo realizados testes de segurança nas urnas eletrônicas, que quem trata das eleições são as “forças desarmadas”.Na ocasião, Fachin comentou a sugestão de Jair Bolsonaro (PL) de que as Forças Armadas poderiam fazer apuração paralela dos votos no decorrer das eleições de 2022. De acordo com o ministro, a Corte aceita colaborações, mas a palavra final é do TSE.“Quem trata de eleição são forças desarmadas e, portanto, dizem respeito à população civil que, de maneira livre e consciente, escolhe seus representantes. Logo, diálogo sim, colaboração sim, mas a palavra final é da Justiça Eleitoral”, frisou o presidente do órgão. Datas de posse: para os cargos de presidente e vice-presidente da República, bem como de governador, a posse ocorre em 1º de janeiro de 2023. Parlamentares assumem os mandatos em 1º de fevereiroAgência Brasil.Janela partidária: entre 3 de março e 1º de abril, deputadas e deputados federais, estaduais e distritais poderão trocar de partido para concorrer às eleições sem perder o mandatoTSE/Divulgação

O TSE está em fase de busca pela correção de falhas nas urnas eletrônicas encontradas na etapa de novembro. Nenhuma dessas, porém, de acordo com o tribunal, é grave a ponto de comprometer a legitimidade da contagem de votos.Atuam nos testes diversos especialistas em tecnologia da informação, que tentaram acessar o sistema das urnas a fim de identificar possíveis falhas de segurança.De acordo com o tribunal, foram encontradas cinco falhas. Agora, o objetivo é mostrar que essas vulnerabilidades estão sanadas. (Colaborou Manoela Alcântara.

metropoles

Crédito:  Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente a nova Lei Aldir Blanc aprovada pelo Senado Federal. A decisão foi publicada na edição desta quinta-feira, 5, do Diário Oficial da União (DOU). O presidente alegou que o projeto é “inconstitucional e contraria ao interesse público”.Segundo o texto aprovado no dia 23 de março e que transferiria recursos a Estados e municípios para o financiamento de iniciativas culturais, a União repassaria anualmente R$ 3 bilhões aos governos estaduais e municipais, durante cinco anos.Essa foi a segunda lei de auxílio ao setor cultural a receber o nome do músico Aldir Blanc, que morreu em 4 de maio de 2020 por complicações da covid-19. A primeira destinou R$ 3 bilhões emergenciais a iniciativas de cultura.O texto em vigor obrigou, em janeiro deste ano, Estados e municípios a devolverem os recursos não utilizados do programa e estabeleceu o fim de 2022 como prazo final para que os entes prestem contas para demonstrar como o dinheiro foi aplicado.

istoe

Por g1

Reuters: CIA disse ao governo Bolsonaro para não questionar eleições

Reuters: CIA disse ao governo Bolsonaro para não questionar eleições

O diretor da CIA, o serviço de inteligência dos Estados Unidos, disse a integrantes do governo Bolsonaro que o presidente deveria deixar de questionar a integridade das eleições no país, informou a agência de notícias Reuters nesta quinta-feira (5). A agência disse ter conseguido a informação com fontes que falaram com a condição de que não fossem identificadas.
William Burns, diretor da CIA (agência de inteligência dos EUA), durante audiência do Comitê de Inteligência do Senado, em Washington, em 24 de fevereiro de 2021 — Foto: Tom Williams/Pool via Reuters

William Burns, diretor da CIA (agência de inteligência dos EUA), durante audiência do Comitê de Inteligência do Senado, em Washington, em 24 de fevereiro de 2021 — Foto: Tom Williams/Pool via Reuters

Ainda não está claro onde a reunião ocorreu. Porém, a Reuters afirma que Burns esteve no Brasil em julho, em viagem não estava prevista em sua agenda oficial. Na ocasião, o diretor da CIA encontrou Bolsonaro, o ministro-chefe do Gabinete Institucional, o general Augusto Heleno, e o então diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.De acordo com a agência, Burns jantou com o generais Augusto Heleno e o Luiz Eduardo Ramos, ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência durante a mesma visita à Brasília, a quem o norte-americano disse que o processo democrático é sagrado, e que Bolsonaro não deveria se referir a ele publicamente como vinha fazendo.Uma fonte da Reuters em Washington, que também não quis se identificar, confirmou que uma delegação liderada pelo diretor da CIA aconselhou a assistentes de Bolsonaro que o presidente brasileiro deixasse de “subestimar o sistema de votação no Brasil”. Bolsonaro tem feito constantes ataques ao sistema eleitoral do Brasil e ao voto eletrônico, sem apresentar provas.Segundo a Reuters, nem o governo Bolsonaro nem a CIA comentaram sobre o alerta.

g1.globo

Por Rosanne D’Agostino e Filipe Matoso, g1 — Brasília

Brasil ganhou 2 milhões de jovens eleitores, diz TSE; 8,9 milhões de pessoas se regularizaram
Brasil ganhou 2 milhões de jovens eleitores, diz TSE; 8,9 milhões de pessoas se regularizaram

“A Justiça Eleitoral, senhoras e senhores, não medirá esforços para realizar eleições limpas, transparentes, com paz e segurança e diplomar os eleitos”, afirmou Fachin.

Ministro Luiz Edson Fachin, presidente do TSE, faz discurso na abertura da sessão desta quinta-feira (5) — Foto: Reprodução/TV Justiça

Ministro Luiz Edson Fachin, presidente do TSE, faz discurso na abertura da sessão desta quinta-feira (5) — Foto: Reprodução/TV Justiça

Mobilização social

Na avaliação do presidente do TSE, a mobilização social para garantir a filiação de jovens neste ano “superou todos os recordes” da Justiça Brasileira em 90 anos.

“[Os números são] reflexo da mobilização encabeçada pelo TSE durante a semana do jovem eleitor, entre 14 e 18 de março, e que teve adesão espontânea dos partidos, da sociedade civil e de toda a sociedade brasileira a este movimento. O engajamento da sociedade foi refletida em números”, acrescentou o presidente do TSE. Conforme Fachin, “a Justiça Eleitoral mostrou toda a força que tem”. Somente nos últimos 31 dias, afirmou, foram feitos 8,9 milhões de atendimentos presenciais ou de forma virtual

“É com orgulho e satisfação que anuncio o resultado parcial de todo esse esforço, que superou todos os recordes já registrados pela Justiça Eleitoral brasileira em 90 anos”, declarou.

“Vimos, como há muito não se via, um país unido pelo bem, pela concórdia, pelo fortalecimento da democracia. Agradeço a cada um e a cada uma, influenciador ou não, famoso ou não, jovens de todas as idades que participaram e criaram conteúdos nas redes sociais para chamar a atenção de todos”.

Fachin também conclamou os maiores de 70 anos a votar. “Não deixem de fazer valer a sua vontade pelo voto”, disse.

Imprensa

Edson Fachin também ressaltou o papel da imprensa profissional na disseminação de informações durante as eleições.

“Destaco a importância da imprensa livre, respeitada, dos profissionais respeitados, não agredidos, da imprensa livre e do acesso à informação, do poder de exercer seu papel”, declarou.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta terça-feira (3/5), uma multa de R$ 405 mil ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) pelo descumprimento de medidas judiciais. Na decisão, Moraes manteve todas as restrições já impostas ao parlamentar, incluindo o uso da tornozeleira eletrônica.

“Verificada a não observância das medidas cautelares impostas em 27 (vinte e sete) ocasiões distintas, caracterizados como descumprimentos autônomos, e considerando a multa diária fixada e referendada pelo Pleno da Suprema Corte, é exigível a sanção pecuniária no valor total de R$ 405.000,00 (quatrocentos e cinco mil reais) em desfavor do réu Daniel Lúcio da Silveira”, diz o despacho de Moraes. Para garantir que Silveira pague a multa, o ministro do STF determinou o bloqueio de valores no nome de Daniel Silveira no sistema financeiro nacional; o bloqueio imediato de todas as contas bancárias do deputado; e o bloqueio de 25% dos vencimentos pagos pela Câmara ao parlamentar, até o cumprimento integral da multa aplicada. Moraes argumentou que a multa segue válida mesmo após o presidente Jair Bolsonaro (PL) ter concedido perdão às penas impostas pelo Supremo a Silveira. O ministro disse que o ato do mandatário da República não se relaciona com a condenação, “mas sim com o desrespeito às medidas cautelares fixadas, sem qualquer relação com a concessão do indulto”.

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Caravana do Conselho Regional de Enfermagem em SP reuniu cerca de 40 profissionais que partiram do estado na manhã desta terça (3) com destino a Brasília (DF) – Coren SP/Divulgação

Com a proposta de criação do piso nacional da enfermagem prevista para ser votada no plenário da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4), representantes da categoria estão se dirigindo a Brasília (DF) em caravanas que partem de diferentes pontos do país. Os trabalhadores e trabalhadoras devem promover um ato público em frente ao Congresso Nacional horas antes da apreciação da pauta.A proposta tramita como Projeto de Lei (PL) 2564/2020 e tem amplo apoio entre lideranças partidárias da Câmara. O texto esbarra, no entanto, em focos de resistências no governo Bolsonaro e entre donos de hospitais e outras unidades de saúde, que dizem temer os custos resultantes da proposta.Com o PL indo à votação em plenário, a queda de braço deverá se dar entre deputados apoiadores do projeto e parlamentares influenciados por essas outras duas correntes.   “A gente espera que seja cumprida a palavra do Arthur Lira [presidente da Casa], uma vez que esse PL faz uma reparação histórica sobre a questão da valorização da categoria”, diz a presidenta da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Shirley Morales.

Além de promover o ato, os profissionais da área devem participar de uma sessão no plenário em homenagem à categoria. A agenda buscar ampliar a pressão sobre os deputados, inclusive para tentar evitar um adiamento da votação.

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Governador de Pernambuco também deu garantia de que estão autorizados todos os recursos necessários para qualquer tipo de intervenção necessária para a Saúde

BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
“Já estão autorizadas intervenções necessárias nas unidades de saúde, inclusive todas as questões financeiras estão devidamente equacionadas”, frisou Paulo Câmara, ao ser questionado sobre o descaso com o Hospital da Restauração – FOTO: BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
Na tarde desta terça-feira (3), após a solenidade de posse dos novos secretários de Cultura e Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Oscar Barreto e Edilázio Wanderley, respectivamente, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, conversou com a imprensa e logo foi questionado sobre o cenário de precariedade do Hospital da Restauração (HR), cujo forro de teto da unidade de trauma desabou na segunda-feira (2).  

“Já estão autorizadas intervenções necessárias nas unidades de saúde, inclusive todas as questões financeiras estão devidamente equacionadas“, frisou Paulo Câmara, após mais de 24 horas do vazamento de tubulação de água e queda de forro do teto no HR. O governador não informou como os recursos necessários para restauro do HR serão utilizados, nem mesmo o montante que será destinado para esse trabalho. 

“Desde ontem (2), tenho mantido contato com a Secretaria (Estadual de Saúde) para verificarmos exatamente se há outros pontos de fragilidade, a fim de que sejam corrigidos. A gente não pode ter mais riscos como o que sofremos no dia de ontem, com ação que não teve vitimas nem maiores prejuízos, mas efetivamente isso não pode ocorrer numa unidade de saúde”, destacou Paulo, que assegurou estar vigilante ao trabalho que precisa ser feito na Saúde. “Sabemos das dificuldades, de todo o represamento que a pandemia trouxe em relação à saúde básica das pessoas. Mas a gente tem que cuidar da parte estrutural e da assistência à população. Então, vamos redobrar cada vez mais os cuidados com as nossas unidades de saúde e, ao mesmo tempo, já dar a garantia de todos os recursos necessários para qualquer tipo de intervenção necessária para a Saúde, que será autorizada”, acrescentou o governador.  

Mais de 70 pacientes nos corredores do Hospital da Restauração

Com a pandemia, a precariedade sustentada pelo HR exprime consequência de uma das mais graves crises da saúde. Os principais sintomas dessa decadência estrutural são experimentados pelos pacientes, que se afligem sem ter um espaço adequado e um leito digno para ter a saúde restabelecida.

Temos pacientes nos corredores. São 50 na emergência clínica. Deveríamos ter nenhum, mas infelizmente nós temos. E acreditem: muitos não querem ir para um hospital de convênio (particular) porque dizem que aqui (no HR) estão com melhores médicos e condições. É um paradoxo, mas é fato“, disse, em entrevista à Rádio Jornal, o diretor do hospital, Miguel Arcanjo, nesta terça-feira (3). Ele acrescentou que a unidade de trauma está acima da capacidade instalada. “Temos 26 doentes no corredor. É fato, público e notório; não há o que esconder sobre isso.” 

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O presidente Jair Bolsonaro tem usado o caso do deputado Daniel Silveira para reorganizar a militância, exibir apoio na Câmara e, como já mostrou O Globo, usar o embate com o Supremo Tribunal Federal como um palanque para sua campanha à reeleição.  O indulto presidencial concedido ao parlamentar acendeu a base bolsonaristas nas redes sociais, que tornou o assunto um dos mais comentados no Twitter durante a semana. Um ato em apoio a Silveira e contra a decisão da Corte foi marcado para domingo na Avenida Paulista, em São Paulo, com a possibilidade de o presidente comparecer.
Segundo pessoas próximas a Bolsonaro, com o perdão da pena a Silveira o presidente sinaliza que estará disposto a defender quem estiver ao seu lado. Com a aproximação ao Centrão, aliados mais inflamados reclamavam do distanciamento do presidente, que passou a ter como principais conselheiros caciques como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o comandante do PP, Ciro Nogueira, ministro-chefe da Casa Civil. Portanto, na avaliação de interlocutores do Planalto, o indulto é um reencontro de Bolsonaro com bolsonaristas. Com a nova injeção de ânimo, os organizadores da manifestação marcada para domingo querem reviver os atos de 7 de Setembro, quando na mesma Avenida Paulista Bolsonaro chamou o ministro Alexandre de Moraes de “canalha” e disse que não cumpriria mais nenhuma decisão do magistrado. Moraes é o relator do inquérito contra Silveira por ameaças aos ministros do Supremos e por incentivar atos antidemocráticos.

Apesar da expectativa dos militantes, a presença de Bolsonaro no ato deste domingo (1º) é incerta. Auxiliares políticos aconselharam o presidente a não comparecer sob o risco de aumentar a tensão com o Judiciário e perder o “bom momento” que vive no embate com os magistrados. Nesta sexta-feira, Bolsonaro disse que “não quis peitar” o STF com o indulto.

— Houve um excesso. Caberia a mim, e só a mim e mais ninguém aqui no Brasil, desfazer essa injustiça. Não quero peitar o Supremo, dizer que sou mais importante, tenho mais coragem que eles, longe disso — disse o presidente, em entrevista à rádio Metrópole, de Cuiabá (MT).

Como mostrou O Globo nesta semana, Bolsonaro que levar o embate com o STF para o centro da disputa eleitoral. A avaliação de estrategistas da campanha é que com o indulto Bolsonaro vive seu melhor momento no confronto com o Judiciário.  Para isso, Bolsonaro tem se encarregado pessoalmente de orientar Silveira em como se comportar diante dos acontecimentos e que transformá-lo em um “símbolo” do enfrentamento com o STF.  Em conversas reservadas, o presidente tem dito que a visibilidade de Silveira conquistada após a prisão por fazer ameaças aos ministros do STF resultará em voto em outubro.

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Segundo Fábio Malini, pesquisador e analista de metadados, a cada dois minutos um jovem reporta no Twitter que tirou o título de eleitor


De acordo com monitoramento feito pelo pesquisador e analista de redes Fábio Malini, nesta segunda-feira (2), a cada dois minutos, um jovem reporta no Twitter que conseguiu tirar o título de eleitor. A maior parte tem inclinação antibolsonarista. No dia anterior, o intervalo era de oito minutos.

Malini acredita que essa onda faz parte do movimento de querer votar nas eleições 2022. “É um movimento articulado com estudantes, que estão mais conectados, têm mais informações, têm mais facilidade de tirar o título de eleitor”, destaca ele à Fórum. “Acho que é o movimento natural de pessoas mais jovens, que também são anti-Bolsonaro, que acabou de gerar esse buzz de títulos. E eles se reportam, ficam falando continuamente no Twitter que tiraram o título”, conta o analista. Em relação à forma pela qual ele consegue fazer esse monitoramento, Malini relata: “É bem simples. Peguei a palavra ‘tirei’ mais ‘título’. A busca do Twitter fecha apenas os tuites que têm essas duas palavras. Se você perceber nessa busca, a cada dois minutos tem alguém falando que tirou o título. Como são jovens, se você for na timeline deles, vai perceber que tem um baixo número de caracteres por post, que é um clássico da ciência de dados para diferenciar a população jovem da população adulta”, explica.

Segundo Malini, por enquanto não é possível quantificar se esse fato pode influenciar no resultado da eleição. “O TSE só vai divulgar depois do dia 4 de maio a quantidade de novos eleitores jovens nessa faixa etária. Então, é difícil precisar ainda. Claro que se fosse só essa faixa etária, o Lula já estaria eleito, porque tem forte maioria”, concluiu.

Número de jovens com título bate novo recorde

A forte campanha de alistamento eleitoral promovida por artistas e celebridades realmente está mobilizando os jovens de 16 a 18 anos. Segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a procura pelo título de eleitor está batendo recordes em 2022. Entre janeiro e março de 2022, o Brasil ganhou 1.144.481 novos eleitores na faixa etária de 16 a 18 anos. A procura é a maior registrada quando comparada às últimas Eleições Gerais, de 2018 e 2014, quando foram emitidos 877.082 e 854.838 novos títulos, respectivamente.

O voto é facultativo no Brasil entre 16 e 17 anos. A baixa adesão de jovens no início do ano fez com que artistas e celebridades se mobilizassem para incentivar o alistamento eleitoral nessa parcela da população.

Entre eles estão Anitta, Zeca Pagodinho, Whindersson Nunes, Juliette Freire, Luíza Sonza, Criolo, Emicida e até o ator estadunidense Mark Ruffalo.

revistaforum

Astro de Hollywood, apesar de ataques do próprio Bolsonaro, voltou às redes sociais para incentivar os jovens a tirarem título de eleitor, desta vez com postagem em português; prazo se encerra em 4 de maio

Desta vez, o astro de Hollywood fez uma postagem em português agradecendo àqueles que já regularizam o título. Ele aproveitou para deixar o link de campanhas que ensinam a tirar o título de eleitor online, com o intuito de incentivar os jovens brasileiros que ainda não o fizeram. A cada 10 jovens, 9 pretendem tirar título de eleitor; preferência pela esquerda se destaca
“Obrigado aos heróis da democracia no Brasil que estão ajudando os jovens a se registrar para votar. Para saber mais sobre como tirar o seu título online até o dia 4 de maio, acesse http://seuvotoimporta.org, http://cadavotoconta.org.br, http://olhaobarulhinho.com”, publicou DiCaprio.

O prazo para tirar o título de eleitor se encerra no dia 4 de maio.

Ataques

A nova postagem de DiCaprio vem após o ator, por conta de seu incentivo aos jovens brasileiros a tirarem o título de eleitor, ser alvo de ataques de bolsonaristas, principalmente a partir de uma publicação de Jair Bolsonaro direcionada ao astro de Hollywood.

“O Brasil abriga a Amazônia e outros ecossistemas críticos para as mudanças climáticas. O que acontece lá é importante para todos nós e o voto dos jovens é fundamental para impulsionar a mudança para um planeta saudável”, havia tuitado o ator na última semana, divulgando campanha de um movimento brasileiro para os jovens tirarem o título.Sem ter seu nome citado, Bolsonaro destilou seu ódio com ironias em inglês – escrito provavelmente por assessores – contra o ator.“Obrigado pelo apoio, Léo! É muito importante ter todos os brasileiros votando nas próximas eleições. Nosso povo decidirá se quer manter nossa soberania na Amazônia ou ser governado por bandidos que servem a interesses especiais estrangeiros. Bom trabalho em O Regresso”, publicou Bolsonaro em referência ao filme que deu a primeira estatueta do Oscar ao ator.Bolsonaro ainda lembrou um tuite de 2019 em que o ator faz um alerta para a crescente queimada na Amazônia, que disparou em seu governo, com uma foto antiga.À época, Bolsonaro também tentou lucrar com a popularidade de DiCaprio dizendo, sem apresentar provas, que o ator “está colaborando aí com a queimada na Amazônia” ao financiar ONGs que atuam na região, responsabilizadas pelo presidente pelos incêndios causados por ruralistas.

revistaforum

Fábio Vieira/Metrópoles

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será lançado pré-candidato do PT à Presidência da República, recebeu nesta terça-feira (3/5) o apoio formal do Solidariedade, partido comandando pelo sindicalista e deputado federal Paulinho da Força (SP). O evento contou com a presença do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, candidato a vice.Além de Lula e Alckmin, o evento reuniu políticos como os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos, e Marília Arraes, que deixou o PT, se filiou ao partido e é a candidata do Solidariedade ao governo de Pernambuco.

Marília não terá o apoio formal de Lula contra o candidato do PSB, Danilo Cabral. O PT assumiu o compromisso de Lula não subir no palanque da ex-petista no estado. No evento desta terça, porém, Marília teve lugar de destaque no palco, ao lado do ex-presidente e Alckmin.A formalização ocorreu em um encontro no Palácio do Trabalhador, no bairro da Liberdade, em São Paulo.

Ele se disse chateado com a omissão de Lula e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR) e, na ocasião, ensaiou encontros com os tucanos Aécio Neves e Eduardo Leite, mas acabou permanecendo na composição petista, após uma ação rápida de Lula e de Gleisi para mantê-lo no bolso.
metropoles

Sem citar nomes, o apresentador comparou a democracia com futebol: “você pode jogar pelas regras ou pode jogar sujo, sem fair play”

Luciano Huck.

O apresentador da Rede Globo Luciano Huck também se posicionou em sua conta do Twitter, nesta sexta-feira (22), contra o indulto que o presidente Jair Bolsonaro (PL) concedeu ao deputado federal Daniel Silveira. Para ele, “desrespeitar o STF pra proteger um aliado é jogo sujo. Querem transformar nossa democracia em um vale tudo”. O apresentador afirma que “não dá. Todos perdem com isso. É assim que as democracias morrem”. Huck ainda disse que “democracia lembra o futebol: você pode jogar pelas regras ou pode jogar sujo, sem fair play”.

revistaforum

Silas Malafaia ataca André Mendonça.Créditos: Reprodução/Youtube

Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia atacou o Supremo Tribunal Federal por ter condenado o deputado bolsonarista Daniel Silveira (PTB-RJ) a oito anos e nove meses de prisão nessa quarta-feira (20). Em vídeo publicado em suas redes sociais no início da tarde, Malafaia chamou os presidentes da Câmara e do Senado de “covardes” e “frouxos” e disse que estava “terrivelmente decepcionado” com o ministro André Mendonça, pastor indicado por Bolsonaro para o Supremo que votou a favor da condenação do parlamentar. Segundo Malafaia, Mendonça “envergonha o povo evangélico” por ter se rendido a Moraes, apelidado por ele de “ditador da toga”.Aliado de Bolsonaro, o pastor carioca disse que o Supremo virou um tribunal de exceção que condena um parlamentar, por se manifestar, a uma pena superior à de um homicídio. Moraes, de acordo com Malafaia, jamais poderia ter participado do julgamento. “Alexandre de Moraes é vítima, acusador, julgador e carrasco. Nem poderia participar do processo. Isso é uma vergonha. Fez mil manobras para condenar o réu. Ditador, cretino, desgraçado”, atacou.Acusado de traição por bolsonaristas e evangélicos, o ministro André Mendonça se defendeu nas redes sociais nesta manhã. Ele disse que é preciso “separar o joio do trigo” e que, como cristão, não pode “endossar comportamentos que incitam atos de violência contra pessoas”.

Indicado ao cargo como nome “terrivelmente evangélico” pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro afirmou que tem convicção de que fez o correto ao votar contra o deputado bolsonarista, condenado a mais de oito anos de prisão por incitar a violência contra ministros do Supremo e ameaçar instituições democráticas.“Diante das várias manifestações sobre o meu voto ontem, sinto-me no dever de esclarecer que: [a] como cristão, não creio tenha sido chamado para endossar comportamentos que incitam atos de violência contra pessoas determinadas; e [b] como jurista, a avalizar graves ameaças físicas contra quem quer que seja. Há formas e formas de se fazerem as coisas. E é preciso se separar o joio do trigo, sob pena de o trigo pagar pelo joio. Mesmo podendo não ser compreendido, tenho convicção de que fiz o correto”, escreveu o ministro no Twitter.

congressoemfoco

De acordo com um estudo inédito realizado pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados (Ibpad), baseado nas contas das campanhas vitoriosas e dados da base do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da eleição de 2018, a média de gastos para a eleição de governadores no Brasil é de R$ 6,8 milhões (os valores foram corrigidos e atualizados). Para o Senado, o valor médio é de R$ 2,1 milhões, seguido das campanhas para deputado federal, com R$ 1,3 milhão em gastos, e para a disputa nas assembleias legislativas estaduais. Em tempos de aumento do fundo eleitoral e de alta na inflação, a previsão é que esses gastos aumentem. A mudança, no entanto, é que neste ano esses recursos poderão ser investidos de forma diferente, com evolução do uso da inteligência digital.

O gasto de campanha pode variar muito dependendo da região ou estado em que o concorrente está, se vai disputar a reeleição ou não. O estudo do IBPAD mostra, por exemplo, que no Espírito Santo, onde houve a menor média de gastos de um vencedor para uma vaga na Assembleia Legislativa, o investimento médio foi de R$ 154 mil. A disputa pela mesma vaga em São Paulo, onde houve a maior média, custou quase 3,5 vezes a mais, um investimento de R$ 537 mil para quem se elegeu, conforme os dados declarados pelos candidatos à Justiça eleitoral.

congressoemfoco

Ministro Gilmar Mendes, do STF| Foto: Nelson Jr./STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, disse em longa entrevista à colunista Daniela Pinheiro, do site TAB Uol, que o inquérito das Fake News, conduzido pelo STF, é um exemplo de como as instituições estão funcionando bem no Brasil. Mendes citou que, inicialmente, o inquérito tinha uma resistência enorme dentro do próprio STF. Mas, no julgamento, acabou sendo “aplaudido por todos”, com exceção do agora ex-ministro Marco Aurélio Mello. Aberto pelo próprio STF, em 2019, o inquérito das Fake News é parte de uma série de ações questionáveis tomadas recentemente pelo Supremo.

Gilmar Mendes citou ainda outros fatos que, segundo ele, mostram o bom funcionamento das instituições no Brasil. “A Vaza Jato, que mudou tudo, é a instituição imprensa cumprindo seu papel”, disse ele. Como costuma fazer em pronunciamentos e entrevistas, o ministro reservou boa parte das respostas para tecer críticas à Operação Lava Jato. Disse, por exemplo, que a “República de Curitiba era um modelo autoritário, totalitário”.

“STF está mais unido”
Na mesma entrevista, o ministro disse acreditar que hoje o Supremo Tribunal Federal está mais unido. “Pode ser um efeito contrário desse quadro da animosidade geral trazido pelo Bolsonaro”, completou. A colunista Daniela Pinheiro informou que, na sexta-feira (22), perguntado sobre o caso Daniel Silveira, o ministro Gilmar Mendes preferiu não falar sobre a concessão da graça por parte do presidente Jair Bolsonaro ao deputado federal. “Não é o momento de se comentar isso. A Corte precisa se reunir, precisa estar junta, porque essa votação de quarta-feira já foi muito difícil”, declarou o ministro.

“Não vai ter golpe”
Falando sobre o processo eleitoral deste ano, Gilmar Mendes disse à colunista que acredita na “resistência das instituições brasileiras” e afirmou que “não vai ter golpe”, referindo-se à aceitação do resultado das eleições deste ano.

Para o ministro, “as pessoas acreditam no processo eleitoral”. Ele disse ainda não acreditar que a relação próxima de Bolsonaro com policiais e com as Forças Armadas poderia ajudar em uma eventual situação de negação do resultado eleitoral.“Hoje há um certo equilíbrio entre as polícias. (…) São Paulo, por exemplo, está nas mãos do PSDB. É uma grande força policial, com bom controle. Portanto, não vejo isso acontecendo”, afirmou o ministro do STF.

Lula e Bolsonaro
Perguntado sobre os dois pré-candidatos, o ex e o atual presidente da República, Gilmar Mendes declarou que os dois “têm propostas muito diferentes” e que Bolsonaro “tem uma proposta que poderia se avizinhar dessa chamada democracia iliberal, que beira o autoritarismo”.
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/gilmar-mendes-inquerito-fake-news-stf/

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