Ateliê Geilson
Natura
Natália Calçados

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

  • 28
  • 22
  • 24
  • 20
  • 11
  • 09
  • 11
  • 01
  • 29
  • 03
  • 04
  • 05
  • 07
  • 02

Supermercado
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
 

 Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter oFlash Player instalado. 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Política

Nas poucas linhas que Lula escreveu a Dilma Rousseff por ocasião de seu aniversário, neste sábado, 15 de dezembro, o ex-presidente Lula disse que “está preparado para enfrentar” o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, e reiterou que não troca sua liberdade pela sua própria dignidade. Mas como Lula poderia enfrentar o todo-poderoso Sergio Moro estando preso e, além disso, ainda decidir se troca sua dignidade pela própria liberdade?

Para entender isso, há que retroceder a abril deste ano, quando o jornal O Estado de São Paulo publicou matéria que mostra como vem sendo tentado um acordo com Lula para que ele pare de “afrontar” e denunciar o Judiciário.

Dizia a reportagem:

Petistas têm sido aconselhados a convencer o ex-presidente Lula a desistir da candidatura ao Planalto. Em conversas recentes com ministros do Supremo, ouviram que a única forma de ajudar Lula a sair da prisão é tirá-lo dos holofotes. Enquanto o petista estiver todos os dias na mídia e confrontando o Poder Judiciário é impossível que a Corte vote qualquer ação que possa beneficiá-lo, como o fim da prisão após 2.ª instância

Segundo informações, a proposta de conceder prisão domiciliar ou até habeas-corpus para Lula incluía que ele se retirasse da política e não fosse candidato a presidente de dentro da cadeia, para que não “tumultuasse” o processo eleitoral deste ano.

Continue lendo

Familiares e amigos durante a cerimônia em Brasília. Foto: Chico Ferreira/Divulgação
Familiares e amigos durante a cerimônia em Brasília. Foto: Chico Ferreira/Divulgação
Além dele, outras 20 personalidades e políticos do país foram homenageados, entre os quais o ex-governador Leonel Brizola.
O nome do ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes está gravado no livro de aço dos Heróis e das Heroínas da Pátria. A cerimônia de entronização de Arraes, considerado um dos grandes líderes da esquerda brasileira, foi realizada ontem em Brasília. Além dele, outras 20 personalidades e políticos do país foram homenageados, entre os quais o ex-governador Leonel Brizola, o escritor Machado de Assis e a primeira presa política do e heroína da Revolução Pernambucana Bárbara de Alencar.
Segundo informações da assessoria do PSB, partido que Arraes foi presidente nacional, a inclusão do ex-governador na relação de heróis e heroínas brasileiros se deve “à sua biografia, como cidadão, homem público, dirigente partidário e líder político dedicado às causas sociais e em defesa da democracia no Brasil”.
A solenidade, realizada pelo governo do Distrito Federal, contou com a presença de familiares e políticos pernambucanos. A vice-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, filha de Arraes, agradeceu em nome da família. “Agradeço especialmente àqueles que sempre estiveram junto com meu pai com o compromisso de governar para os mais necessitados, pois esta era a legenda no coração dele”, disse a ministra.

Continue lendo

Do UOL, em Brasília

12/12/2018 11h35

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), visitou na manhã desta quarta-feira (12) o COT (Comando de Operações Táticas) da Polícia Federal. A unidade da PF atua em operações especiais e atividades de contra-terrorismo e é considerada uma espécie de “tropa de elite” da corporação, pelo treinamento e funções especiais.

Bolsonaro chegou à sede do COT, em Brasília, pouco antes das 9h. A visita durou cerca de uma hora.

O presidente eleito visitou as instalações da unidade, cumprimentou policiais e participou, usando terno, de um exercício de flexões no solo, segundo imagens divulgadas por sua assessoria. Nas redes sociais de Eduardo Bolsonaro, um de seus filhos, o presidente eleito também aparece empunhando uma arma no COT. Após a visita, o presidente eleito comentou o encontro nas redes sociais. “Me sinto extremamente honrado em ser o primeiro presidente eleito do Brasil a visitar o COT (Comando de Operações Táticas da Polícia Federal) unidade de operações especiais e contra-terrorismo da PF”, disse Bolsonaro em seu perfil no Twitter.

Bolsonaro posou para fotos usando um boné do COT.

247 – Com uma “blitzkrieg” (guerra-relâmpago) ao estilo da família Marinho, os principais veículos de mídia das Organizações Globo começaram a operação de cerco a Bolsonaro, desde a última terça-feira (11), numa escalada. Como é usual, a ponta-de-lança da ofensiva foi o Jornal Nacional, em sintonia com o site G1, a Globo News e o jornal O Globo, num movimento que mobiliza diversas frentes de comunicação. Reportagens no Jornal Nacional, no G1, em O Globo uma artigo de uma porta-voz informal dos Marinho, a jornalista Míriam Leitão e até um editorial no jornal da família. Não foi ainda um rompimento, mas um aviso: o cerco começou. Aparentemente, há sintonia com o general Hamilton Mourão, o vice rebelde.No Jornal Nacional, o alvo tem sido Flávio Bolsonaro e o esquema do clã Bolsonaro no gabinete do filho do deputado na Assembleia Legislativa com ramificação para o a gabinete de Jair, o pai, na Câmara dos Deputados (aqui). Nos jornal O Globo há uma ofensiva mais aguda, com a edição em papel e virtual do jornal desta quarta-feira (13) ostentando uma sequência de títulos críticos:

“Mourão: seria ‘burrice ao cubo’ se transações de ex-assessor forem ‘caixinha’ paga com cheque” – reportagem

“Falta clareza no caso Queiroz” – artigo de Míriam Leitão.

“Janaína Paschoal dispara contra quem se apropria do salário de seus funcionários” – na coluna Ancelmo Gois.

“As perguntas sem respostas no caso do ex-assessor de Flávio Bolsonaro” – artigo da jornalista Fernanda Krakovics.

“Ex-funcionário de Flávio Bolsonaro passou 248 dias no exterior e recebia salário da Alerj” – reportagem.

“Não podem pairar suspeitas sobre Bolsonaro – editorial de O Globo.

Nos textos, especialmente no editorial, há cuidado para não declarar guerra formalmente. O editorial de O Globo busca este ponto de equilíbrio desejado pelos Marinho, ao concluir: “Jair Bolsonaro assume em pouco mais de duas semanas para exercer o mandato em momento especialmente grave. As finanças públicas em todos os níveis do Estado brasileiro rumam para o colapso. Cabem a ele e a seu governo encaminhar para a aprovação pelo Congresso as devidas correções. Daí ser imperioso não haver qualquer suspeita que o diminua politicamente, o que não aconteceu agora. Mas depende do total esclarecimento do que aconteceu no gabinete de Flávio Bolsonaro.”

O cartão amarelo está dado. A “blitzkrieg” desses dias não teve como objetivo derrubar, mas foi a primeira advertência. 

2019 será turbulento em todos os terrenos.

brasil247

Daniel Ferreira/Metrópoles

Ainda durante a campanha, ele entrou em rota de colisão também com a Folha de S.Paulo, que revelou o uso robôs para disparar mensagens pró-Bolsonaro e fake news via WhatsApp.

metropoles

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais um na romaria de senadores que não conseguiram renovar seus mandatos, Aécio Neves (PSDB-MG) foi à tribuna do Senado nesta quarta-feira (12) para, em seu último discurso, dizer que está vivendo dias duros. Fustigado pela delação de Joesley Batista, da JBS, e visto como radioativo em seu partido desde que foi gravado pedindo dinheiro ao empresário, percebeu que teria dificuldades para se reeleger e disputou, com sucesso abaixo do esperado por seus aliados, uma vaga na Câmara dos Deputado

“Eu tenho vivido dias extremamente difíceis, vocês podem imaginar, mas eu não perco a minha fé, presidente”, afirmou em um discurso de 20 minutos. Aécio também fez um mea culpa ao comentar a gravação de conversa entre ele Joesley em que o senador pede R$ 2 milhões sob o pretexto de pagar advogados.

“Cometi um erro na minha vida pelo qual me penitencio todos os dias, de ter, já numa história armada por esse cidadão, para se ver livre dos inúmeros crimes que havia cometido, aceitei, por sugestão dele, participar de uma conversa em contrapartida à oferta de um apartamento da minha família que havia sido feita e —ele reconhece isso em seus depoimentos— ele se oferece para me ajudar a pagar os meus advogados da forma que ele achou mais adequada”, disse o senador.

Desde então, Aécio mudou seu jeito de agir. Ficou mais discreto e começou uma campanha eleitoral quase que secreta. Não divulgava agendas e preferia eventos fechados, longe da imprensa.

Nesta terça (11), Aécio voltou aos holofotes ao se tornar alvo alvo da Operação Ross, que investiga suposta propina de R$ 128 milhões paga pela JBS para o tucano e seu grupo de 2014 a 2017. A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em imóveis ligados ao senador e a Andréa Neves, irmã dele.

Nesta tarde, fez um desabafo em tom de alerta aos colegas.

Continue lendo

O ex-assessor parlamentar e policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017

Perguntas e respostas sobre o caso do ex-assessor de Flávio Bolsonaro
Um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) produzido em desdobramento da Operação Lava Jato no Rio indicou movimentação financeira atípica de um ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL), que é filho de Jair Bolsonaro e senador eleito.O ex-assessor parlamentar e policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Uma das transações seria um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.O presidente eleito tentou minimizar a polêmica envolvendo sua família e afirmou que o ex-assessor, de quem é amigo há 34 anos, é quem deve se explicar sobre as movimentações. Bolsonaro sugeriu ainda que os valores foram baixos.Mas o que seriam movimentações atípicas? Elas configuram crime? Há alguma ilegalidade relacionada a Jair Bolsonaro? Entenda melhor o caso por meio das perguntas e respostas abaixo:

O que é o Coaf?

O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) é um órgão de inteligência que atua contra a lavagem de dinheiro e, mais recentemente, o financiamento ao terrorismo. É ligado ao Ministério da Fazenda, mas no próximo governo irá para a Justiça a pedido do futuro ministro, Sergio Moro.

Como ele trabalha?

O órgão recebe informações de setores que são obrigados por lei a informar transações suspeitas de lavagem. Bancos, corretoras, imobiliárias, joalherias e galerias de arte são obrigadas a comunicar negócios suspeitos, como aqueles pagos com dinheiro. O Coaf analisa amostras desses informes e, se detectar suspeita de crime, encaminha o caso para o Ministério Público.

O que é movimentação atípica?

O Coaf considera movimentação atípica quando alguém faz depósito ou saque bancário em valores fracionados inferiores R$ 10 mil. As instituições financeiras são obrigadas a informar todas as movimentações suspeitas acima desse valor. Quem tenta burlar essa norma, com movimentações menores fracionadas, entra no radar dos bancos. Depósitos em dinheiro vivo ou compra de seguro ou previdência privada com recursos de origem duvidosa também são considerados atípicos.

Movimentação atípica é crime?

Continue lendo

O culto ocorreu em uma sala reservada aos ministros da Corte, antes do início da cerimônia de diplomação do presidente eleito

Bolsonaro leva pastor ao TSE, promove oração e causa constrangimento

Jair Bolsonaro levou um pastor evangélico à cerimônia de diplomação, ocorrida nesta segunda-feira (10) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, do jornal “O Globo”, o presidente pediu ao religioso que fizesse uma oração, antes do início da solenidade. O breve culto foi realizado em uma sala reservada aos ministros da Corte. Ainda de acordo com o colunista mencionado acima, a oração deixou alguns dos presentes constrangidos. Um ministro chegou a dizer que o local não é apropriado para manifestações religiosas. No momento da oração, estavam presentes na sala Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Eunício Oliveira, presidente do Senado. O pastor em questão é Josué Valandro, da Igreja Batista Atitude, que fica na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

noticiasaominuto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcos Maivado Marinho

O desempenho administrativo do governador Ricardo Coutinho (PSB), cujo ciclo de oito anos expira no final deste mês, foi avaliado por internautas consultados por este site e o resultado é plenamente favorável, com um percentual positivo de 54,40%.A gestão Coutinho teria sido “um divisor de águas”, segundo entendimento de 20,29% dos votantes. Já 16,67% disseram ter sido “os anos dourados da Paraíba”. E outra boa parcela – de12,37% – avaliou o período como “uma revolução administrativa”.

No total, a soma atingiu 54,40%.

Uma pequena parcela de internautas (7,97%) desaprovou a gestão, entendendo que não houve “nada demais” nesse período. Já 37,68% classificaram o Governo como normal e disseram que Ricardo Coutinho fez um “feijão com arroz sem tempero”.

OS ANOS ‘RC’

Diplomado em dezembro de 2010, Ricardo Vieira Coutinho (PSB) tomou posse em primeiro de janeiro de 2011 e o processo de divulgação dos nomes dos auxiliares de primeiro escalão e escalões intermediários ocorreu através do Twitter, sinalizando a conexão de Ricardo com as redes sociais interativas. A tônica dominante nos seus pronunciamentos era a denúncia da “herança maranhista”, referência ao ex-governador José Maranhão, que se investira em fevereiro de 2009, excepcionalmente, com a cassação do mandato de Cássio Cunha Lima pelo TSE. A “herança” se refletia, conforme os depoimentos de expoentes da gestão ricardista, em inchaço na folha de pessoal e obras paralisadas em setores essenciais. Segundo criteriosa análise feita pelo jornalista Nonato Guedes e publicada no site “Os Guedes”, na campanha eleitoral travada em 2010 a candidata lançada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sua sucessão, Dilma Roussefff, evitou vir à Paraíba porque tanto Ricardo quanto Maranhão recomendavam seu nome, embora Cássio Cunha Lima (PSDB) e Efraim Morais (DEM), que apoiaram Ricardo, alegassem compromissos com José Serra. O pragmatismo de Ricardo, espelhado na lógica de que não se recusa apoios, funcionou definitivamente em seu favor e ele chegou com méritos ao Palácio da Redenção, coroando uma trajetória que havia passado pelos mandatos de vereador, prefeito de João Pessoa duas vezes e deputado estadual mais votado na Capital paraibana.

O primeiro ano de governo foi pontuado pela adoção de medidas que geraram restrições em camadas da população, a partir do funcionalismo público. Ricardo enfrentou o barulho de uma bancada oposicionista minoritária, mas aguerrida na Assembleia Legislativa e não se preocupou em construir maioria ampla baseada na troca de favores. Mesmo assim, infligiu baixas nas hostes adversárias e ganhou apoio para a aprovação de matérias polêmicas do seu interesse.

Um outro ponto de atrito dominante na primeira fase do governo de Ricardo Coutinho, segundo a análise de Nonato, foi a sua resistência em repassar duodécimo para outros Poderes como o Judiciário e a Assembleia Legislativa do Estado, sob o argumento de que isto acarretaria um desequilíbrio na situação financeira da Paraíba, penalizando humildes servidores públicos e podendo afetar, inclusive, a capacidade de investimento da administração em obras consideradas essenciais. A abertura de entendimentos por parte de representantes dos demais Poderes facilitou a vida e os passos do governo de Ricardo Coutinho. De forma calculada ou não, do ponto de vista de tática política, o episódio acabou dando margem ao chefe do Executivo para manter os demais Poderes, senão subordinados, pelo menos parcialmente dependentes do Executivo. A atmosfera de radicalização ensaiada acabou propiciando o entendimento, tendo como ponto de partida parâmetros fixados por Ricardo, que era reconhecido de forma indiscutível, como ordenador maior de despesas no Estado.

Continue lendo

Clemente Ganz Lúcio *

As Centrais Sindicais organizaram as Marchas da Classe Trabalhadora, a partir de 2004, estimulando todo o movimento sindical para lutas por várias questões, entre elas a implantação de uma política de valorização do salário mínimo. Na negociação com o governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, firmou-se um acordo que, em 2011, foi transformado em lei. A Constituição de 1988 define que o salário mínimo pago ao trabalhador deve ser “fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”.

Atualmente, o valor do salário mínimo é de R$ 954. Seguindo o critério de reajuste definido em lei, em 1º de janeiro de 2019, o salário mínimo deverá ter um reajuste correspondente à variação da inflação de 2018 e um aumento real medido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2017 (1%). O valor deverá ficar próximo de R$ 1 mil.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que o salário mínimo necessário para atender às necessidades definidas pela Constituição, para uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças), seria atualmente próximo a R$ 3.800,00, quase quatro vezes o valor atual.

Continue lendo

Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) — Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba

Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) — Foto: Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba. O Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) desaprovou as contas da ex-prefeita do Conde, Tatiana Lundgren Correa de Oliveira, e impôs o débito de R$ 2.297.145,78 por despesas financeiras não comprovadas, parte delas com aquisição de combustível, ausência de comprovação de valores conciliados em contas bancárias, além de gastos atribuídos a aluguel de imóvel e locação de máquinas para obras públicas.

G1 tentou entrar em contato com a ex-prefeita, mas ela não foi localizada pela reportagem.

Houve desaprovação, ainda, às contas do mesmo exercício apresentadas pelos então gestores dos Fundos de Saúde (José Francimar Veloso) e do Fundo de Assistência Social do Município (Risomere Rezende do Amaral), com imposição de débitos em ambos os casos. José Francimar deve devolver aos cofres públicos perto de R$ 140 mil e, Risomere Amaral, mais de R$ 44 mil. Cabe recurso contra a decisão tomada pelo TCE com base no voto do conselheiro substituto Oscar Mamede Santiago Melo, relator do processo.

Outras contas reprovadas

O ex-prefeito de Nova Palmeira, José Félix de Lima Filho, também teve as contas de 2016 desaprovadas pelo Tribunal. A ele foi imposto um débito de R$ 575.686,49, em razão do pagamento de empréstimos consignados não descontados de servidores municipais. Cabe recurso da decisão. Também foram reprovadas as contas de 2017 do prefeito de Aroeiras.

O ex-presidente da Câmara Municipal de Caaporã, Dorival Almeida de Souza Lima, teve, por maioria, a reprovação das contas de 2014, em decorrência da concessão indevida de gratificações a servidores da Casa, mas aprovadas as de 2015, com ressalvas.

g1

Resultado de imagem para delegacia de são jose do egito-pe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB), informou através de sua Assessoria que manteve contato com o Delegado de São José do Egito, Paulo Henrique Gil de Medeiros, para buscar uma solução e evitar que o município fique, mesmo que por um período, sem Delegacia. Como o blog noticiou, o Delegado já está informando através de ofícios que não houve renovação da locação do prédio onde a Delegacia funcionava há anos, na Praça João Pequeno Seresteiro, no centro.

Evandro delegou o ex-vereador Rômulo Júnior para buscar encontrar um imóvel que abrigue o equipamento, mais Delegado e equipe. A ideia seria a prefeitura passar a assumir o novo prédio, pagando o aluguel e cedendo ao Estado. Em comunicado ao presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, Antônio Andrade, o Delegado Paulo Henrique informou que as atividades da Delegacia seriam transferidas para Afogados da Ingazeira, já que não houve a renovação da locação da sede do imóvel,muito menos o aluguel de outro imóvel que abrigue a Delegacia.

 

Pouco depois, o Cleonildo Lopes da Silva, Diretor Geral da Faculdade Vale do Pajeú, conhecido por Painha, colocou as instalações da entidade de ensino superior para abrigar a sede da Delegacia. “Visando não deixar a sociedade egipciense desprotegida, se reunirá com o chefe de Polícia Civil em Recife-PE e demais autoridades, para propor a construção de uma sede para a delegacia no terreno ao lado da faculdade em forma de comodato”, disse em comunicado.

E em uma nota a imprensa o Prefeito de SJEgito disse: “Em virtude da notícia de transferência da delegacia de polícia civil de São José do Egito, comunicamos que estamos fazendo todos os esforços possíveis para evita-lá. Em contato direto com as autoridades competentes e o governador de Pernambuco, asseguramos que São José do Egito não ficará sem os serviços essenciais, da delegacia de polícia. Em conjunto município, estado e policia civil estamos encontrando a melhor solução para o problema. EVANDRO PERAZZO VALADARES-PREFEITO DE SÃO JOSÉ DO EGITO.

                                               Presidente Do sindicato do Policiais CiVis de PE- Auereo Cisneiros
blogdomarcellopatriota

 LUIS MACEDOA Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (5) um projeto de lei que flexibiliza a aplicação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para permitir que municípios estourem o limite de gastos com pessoal sem sofrer punições se houver queda na receita. No plenário da Câmara, foram 300 votos favoráveis, 46 contrários e 5 abstenções.  A proposta veio do Senado e segue agora direto para a sanção do presidente Michel Temer (MDB), já que não foi alterada. Pelas regras atuais, o município que ultrapassa o limite tem até 8 meses para se adequar. Se não fizer isso, pode sofrer sanções, entre as quais: não poderá receber transferências voluntárias e não poderá contratar operações de crédito, salvo as que forem para reduzir despesas de pessoal ou refinanciar a dívida. O projeto aprovado pelos deputados, contudo, permite que os municípios com queda de receita superior a 10% não sofram restrições se ultrapassarem o limite de gastos.

– Percentual acima de 54,0%: neste cenário, as vedações vão desde a aplicação de penalidades ao gestor até a proibição de celebrar convênios com os governos estadual e federal.

MUNICÍPIOS DO PAJEÚ

Em situação favorável

Quixaba – 36,26%

Afogados – 42%

Ingazeira – 43,39%

Carnaíba – 46,92%

Itapetim – 47,87%

Brejinho – 48,35%

Triunfo – 48,62%

EM ALETA

São José do Egito – 49,70%

Flores – 50,10%

Iguaraci – 50,55%

Serra Talhada – 50,59%

limite prudencial

Solidão – 53,89%

Santa Terezinha – 53,28%

NO VERMELHO

Continue lendo

Paulo Câmara

Paulo CâmaraFoto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

Os servidores estaduais de Pernambuco vão receber o 13º salário no próximo 18. O anúncio foi feito pelo governador Paulo Câmara durante a cerimônia de diplomação, que acontece na tarde desta quinta-feira (6), no Classic Hall, no limite entre Recife e Olinda.“Diante do compromisso do nosso Governo em manter o equilíbrio das contas públicas, assim como o pagamento do funcionalismo estadual em dia, vamos cumprir, rigorosamente, o que fazemos todos os anos, o pagamento do 13º salário dos servidores públicos no mês dezembro”. O governador também assegurou que a folha do mês de dezembro será paga até o primeiro quinto dia útil do mês de janeiro de 2019. Na última sexta (30), o Governo havia anunciado para estas quinta e sexta-feiras o pagamento salário do novemro. A previsão do Governo de Pernambuco é que o pagamento dos salários de novembro e dezembro e mais o 13º, sejam infetados, na economia pernambucana, cerca de R$ 2,5 bilhões. O valor da soma das folhas de pagamento de novembro, dezembro e do décimo terceiro, trazendo mais robustez para o comércio e outros setores da economia do Estado. Pernambuco possui 123.292 servidores ativos, 70.240 inativos e 26.316 pensionistas.

“Estamos vivendo uma nova política. O MDB não reivindicou cargos, não tem pretensão de indicar ninguém no governo, mas tem a responsabilidade de debater uma agenda programática”, disse o líder do partido na Câmara, Baleia Rossi, ao sair da reunião de sua bancada com Jair Bolsonaro no CCBB. Parece piada, e tem tudo para ser.

Afinal, a temperatura e a pressão do Planalto não mudaram, muito menos os personagens. O MDB perdeu um “P”, mas ainda é aquele partido de Michel Temer, dileto amigo de Baleia Rossi, e tantos outros figurantes de inquéritos e denúncias que pipocam em todas as instâncias do Judiciário – sem contar outros que, como Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima, andam presos por delitos cometidos em atividades políticas. Seria muito bom acreditar que, eleito um novo presidente que prometeu acabar com o toma-lá-dá-cá, o MDB tenha se regenerado e se transformado num partido programático. Mas não dá. E quem diz que acredita, pode apostar, está fingindo. Os políticos são os mesmos, eleitos sob o nosso anacrônico sistema eleitoral e partidário, organizados em torno dos interesses que sempre tiveram – aqueles que, dificilmente, serão os seus, os meus ou os da maior parte dos brasileiros.

Para fazer justiça, esclareça-se que, quando falamos em MDB, estamos nos referindo também a PSDB, PSL, PRB, PSB, PR, PP, PRB, etc. E ainda aos que estão do outro lado do balcão da atual conjuntura, como PT, PDT, PSB, PCdoB e outros. Vitoriosos ou derrotados, governistas ou de oposição, a única coisa que não se pode dizer sobre eles é que estejam renovados.

O sistema político, partidário e eleitoral que trouxe e mantém esse pessoal em Brasília não mudou, ainda que tenha sido eleito um presidente da República com discurso contra a corrupção e a “velha” política. Bolsonaro, e os que o cercam, são tão fruto desse sistema quanto os demais. A “nova política” ainda não nasceu, lamentamos informar. Só vai nascer no dia em que houver uma reforma no sistema eleitoral e partidário capaz de reconectar o eleitor a seu representante, permitindo eleger para o Congresso quem recebeu de fato o maior número de votos, acabando com privilégios e abusos do poder econômico na eleição, redistribuindo recursos concentrados nas mãos de grandes partidos, fiscalizando e punindo golpes baixos nas redes sociais, etc. Sem reforma, qualquer conversa de nova política é enganação.Assim como, já se percebe, ficará no terreno do mito a história do fim do toma-lá-dá-cá.

Continue lendo

Sede da Prefeitura de Salgueiro

Sede da Prefeitura de SalgueiroFoto: Divulgação/Prefeitura de Salgueiro

Um suposto desvio de recursos públicos é alvo de operação da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (28) no município de Salgueiro, Sertão de Pernambuco. Denominada , a‘Operação Solaris’ foi deflagrada após cinco meses de investigação que aponta esquema de corrupção envolvendo ex-servidores e uma empresa contratada para fornecer hospedagem e alimentação de pacientes enviados pela Prefeitura da cidade, dentro do Programa Tratamento Fora do Domicílio (TFD). Os recursos estariam sendo desviados do Fundo Municipal de Saúde.
Desde as 6h da manhã, agentes da PF estão no prédio sede da Prefeitura e em um anexo onde fica a Secretaria Municipal de Saúde. No total, 36 policiais federais estão dando cumprimento a oito mandados de busca e apreensão – três deles, inclusive, no Recife, no bairro de Santo Amaro e da Boa Vista, na área central da capital pernambucana e outro em Olinda, Região Metropolitana do Recife (RMR). 
De acordo com a PF, o objetivo da operação é obter documentos relativos à contratação e pagamentos prestados ao Programa de TFD e planilhas de controles de hospedagem e transporte.
Os crimes investigados são os de associação criminosa, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva e ativa, todos previstos no Código Penal. Se houver condenação, as penas somadas ultrapassam 30 anos de reclusão. O valor dos prejuízos aos cofres públicos e os recursos desviados ainda estão sendo levantados. Os desvios, segundo a PF, dizem respeito à gestão municipal passada.

folhape

Reprodução

Não! Não se deixe enganar.

Não foi apenas um presentinho, uma maneira de agradar a um convidado, vai muito além. O boné de campanha de Donald Trump na cabeça de um representante do futuro governo brasileiro vem como um acessório de cabresto, dominação. Uma triste interpretação a nós brasileiros que experimentamos o sabor doce do mel da liberdade, independência e reconhecimento internacional. Quem não se lembra da frase dirigida ao eterno Presidente Lula pelo então Presidente dos Estados Unidos, da época, Barack Obama:

“Ele é o cara”

Quando na época de George W. Bush todos se calaram para ouvir Lula, falar do crescimento do MERCOSUL, alfinetando os poderosos com um discurso emocionante e que calou o presidente americano: “durante séculos, o Brasil deu as costas para a América  do Sul , achando que o que era bom para os EUA era bom para o Brasil, achando que o que era bom para Europa era bom para o Brasil….”(Lula)

Era um Brasil sem medo, e se fazendo valer de sua independência e competência.

Continue lendo

Eles votaram pela mudança, contra a corrupção e as velhas práticas políticas. Agora, seguem vigilantes por um Brasil melhor, com mais oportunidades a todos, economicamente próspero e politicamente democrático

Crédito: Gabriel Reis, Marco Ankosqui

 

 

 

 

 

 

 

 

Cícera Maria de Oliveira, Fabíola Teixeira e Bruno LIma

(Crédito: Gabriel Reis, Marco Ankosqui)

A reverência aos anseios do eleitorado e o culto aos princípios democráticos eram marcas registradas de Ulysses Guimarães. Certa feita, ao discorrer sobre o resultado eleitoral, elaborou uma analogia: “Se fossem dotadas de cordas vocais, as urnas falariam alto. Bem alto. Convém ouvi-las”. Fazia tempo que um escrutínio não traduzia um recado tão eloquente do eleitor, como em 2018. O clamor pelo novo e o consequente sepultamento da velha política, com suas práticas reprováveis e desbotadas de tão antiquadas, uniram eleitores de Norte a Sul e se refletiram tanto nas eleições estaduais como na corrida presidencial.

Se o sentimento de mudança se constituiu na mola propulsora que levou os eleitores às urnas, a manutenção dos avanços sociais e dos valores democráticos e libertários alcançados até aqui também ganhou eco. Daí o papel crucial do eleitor, homenageado como o Brasileiro do Ano de 2018 pela ISTOÉ. Um eleitor que, raras vezes, se envolveu tão profunda e intensamente quanto neste pleito. Seja para protestar, seja para defender seu político preferido ou pregar o não-voto em algum candidato, todos os cidadãos de alguma forma se manifestaram nas ruas, redes sociais ou mesmo nos almoços e grupos de família a fim de defender suas ideias e expor seus pontos de vista.

Continue lendo

JP Rodrigues/Especial para o Matrópoles

5 DE DEZEMBRO DE 2018 ÀS 09:29

247 – O jornalista Eduardo Guimarães destaca no Blog da Cidadania que já circula no Comitê de Direitos Humanos da ONU em Genebra, na Suíça, a informação de que “Sergio Moro selou o destino do Brasil ao aceitar ser ministro de Bolsonaro. Foi a gota d’água, diz membro do Comitê incumbido de analisar denúncias que ali chegam. Para a ONU, está provada a denúncia de Lula”.

O blogueiro relembra que a primeira denúncia feita pela defesa do ex-presidente foi apresentada à ONU em 2016 e já acusava Moro de violar os direitos de Lula. “A defesa de Lula, então, contratou um escritório britânico especializado em direitos humanos. O advogado Geoffrey Robertson questionou a imparcialidade de Moro e desde então, a defesa do ex-presidente vem argumentando que Moro condenou Lula porque tinha um projeto político em mente”, destaca.

“Em agosto deste ano o Comitê de Direitos Humanos da ONU concedeu liminar a Lula para que a Justiça Eleitoral brasileira permitisse que ele fosse candidato e desse entrevistas à imprensa. “Em setembro, porém, o Tribunal Superior Eleitoral ignorou o Tratado assinado pelo Brasil e negou a Lula o Direito que a Constituição faculta a todos os brasileiros de serem considerados inocentes até que não exista mais possibilidade de recursos judiciais”, ressalta Guimarães.

Para ele, “a adesão de Moro ao governo Bolsonaro logo após ter tomado medidas como juiz, durante a campanha eleitoral, para prejudicar o candidato de Lula, Fernando Haddad, usando o nome do ex-presidente ao liberar a delação de Antonio Palocci, comprova que a denúncia feita por Lula em 2016 era verdadeira”.

“O Brasil será punido pela ONU até o fim do primeiro semestre de 2019. A punição consistirá em condenação do Estado Brasileiro (Judiciário) por perseguir politicamente um ex-presidente da República e o então líder da oposição de forma a influir no processo eleitoral de 2018”, diz.

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
CLIQUE AQUI e fale com os ministros, fiquem de OLHO bem aberto alguma informação entre em contato com os ministros.

CLIQUE AQUI e veja receita e despesa do seu municípios.

Aqui você encontra informações sobre a aplicação do dinheiro público nos municípios e no estado de Pernambuco.

Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Parceiros