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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Ultrassom que constatou a má-formação no filho de Maria Félix. Ele morreu ainda no útero, com 25 semanas, por causa de má-formação - Créditos: João Brizzi/The Intercept Brasil
Ultrassom que constatou a má-formação no filho de Maria Félix. Ele morreu ainda no útero, com 25 semanas, por causa de má-formação / João Brizzi/The Intercept Brasil

O filho de Maria Félix, de 21 anos, resistiu pouco mais de seis meses de gestação. Morreu ainda no ventre, com apenas 322 gramas. A causa do aborto, que aconteceu com 25 semanas de gravidez, foi má formação: o bebê tinha o intestino para fora do abdômen e também problemas no coração. Não é incomum que as mães da região percam seus filhos precocemente. O bebê de Maria, ao que tudo indica, foi mais uma vítima precoce do agrotóxico glifosato, usado em grandes plantações de soja e de milho em Uruçuí, a 459 km de Teresina, no Piauí.O mesmo veneno que garante a riqueza dos fazendeiros da cidade, no sul do estado, está provocando uma epidemia de intoxicação com reflexo severo em mães e bebês. Estima-se que uma em cada quatro grávidas da cidade tenha sofrido aborto, que 14% dos bebês nasçam com baixo peso (quase do dobro da média nacional) e que 83% das mães tenham o leite materno contaminado. Os dados são de um levantamento do sanitarista Inácio Pereira Lima, que investigou as intoxicações em Uruçuí na sua tese de mestrado em saúde da mulher pela Universidade Federal do Piauí.

Laudo do ultrassom que constatou a morte do bebê. ‘A principal consequência é a atrofia de alguns órgãos’,

diz o médico. (Reprodução)

Conheci a história de Maria Félix Costa Guimarães na maternidade do hospital regional Tibério Nunes, na cidade de Floriano. É para lá que as mulheres de Uruçuí são encaminhadas quando têm problemas na gravidez. Nos primeiros exames, feitos em julho, já havia sido identificada a má-formação no feto. Em setembro, no leito do hospital, encontrei a jovem, que lia a Bíblia e se recusava a comer. Carregava um olhar entristecido, meio envergonhado. Ela tinha sofrido o aborto no dia anterior e aguardava o médico para fazer uma ultrassom e se certificar de que não seria necessária a curetagem (cirurgia para retirada de restos da placenta).

Maria não tinha condições emocionais para conversar, por isso falei com a sua tia, a funcionária pública Graça Barros Guimarães. Ela não sabia sobre a pesquisa realizada em Uruçuí, mas acredita nos resultados apontados por Lima. “Se a gente for avaliar, o agrotóxico causa problema respiratório e de alergia. Então é claro que se a mulher tiver grávida, o bebê pode se contaminar também”.

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Suar quando se pratica atividade física é normal – especialmente em dias tão quentes como os que têm feito em todo o país neste verão. Mas e quando a pessoa sua demais e rotineiramente, a ponto de pingar, mesmo em situações banais em que a maioria não sua? Isso tem nome: hiperidrose. “Ela se manifesta em 1% da população. É uma prevalência alta”, explica Caio Lamunier, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia e do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Mas muitos não sabem disso porque aqueles que têm a doença geralmente se escondem, ou seja, evitam as situações gatilho”. Segundo o médico, é preciso cuidado para não confundir a hiperidrose com o simples suor excessivo. “Há um limite bem tênue entre um suador mais exacerbado e a doença que precisa ser tratada. Esse limite costuma ser o dano funcional e emocional que traz à pessoa”, diz Lamunier.   Continue lendo

Portaria publicada pelo Executivo local exige qualidade no atendimento prestado por servidores da Secretaria de Saúde. Caso descumpram alguma regra, poderão receber punições que variam de advertência a exoneração

Servidores da saúde poderão ser demitidos caso atendam mal os pacientes da rede pública. Portaria publicada ontem no Diário Oficial do Distrito Federal prevê “tratamento humanizado” aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Além dos procedimentos médicos, a medida observa questões como respeito, gentileza e educação. Funcionários de postos, hospitais e Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) deverão se adequar às medidas para não receber penalidades, que variam de advertência a exoneração. Entre as exigências está o atendimento sem discriminação de cor, raça, origem, idade ou sexualidade. De acordo com o texto, os servidores deverão usar linguagem simples, acessível e compreensível; não poderão vazar informações do órgão; e terão de denunciar colegas de trabalho que descumpram as normas.A portaria destaca que “é direito do usuário ter atendimento adequado, com qualidade, no tempo certo e com garantia de continuidade do tratamento”.
“Legal, gostei tem uma turma de desumano que vem tratando os pacientes com vários tipos de aborrecimento, os mesmos têm trado pessoas desalmado. Além da portaria os pacientes ou familiares o direito de procurem o ministério público, não tenham medo, usem os seus direitos
 A medida também define regras de comportamento durante a rotina de trabalho, mesmo que não seja durante o atendimento direto ao público. As infrações são divididas entre leves, médias ou graves. Usar plataformas eletrônicas da Secretaria de Saúde para acessar, armazenar ou transferir conteúdo pornográfico, de violência ou discriminação, por exemplo, é considerado infração leve. Assédio sexual ou moral é caracterizada como média. E acumular cargos, como grave. As sanções disciplinares variam entre advertência, suspensão, demissão, cassação de aposentadoria ou de disponibilidade e destituição do cargo em comissão. Cabe ao gestor de cada unidade monitorar o trabalho dos funcionários e retratar atividades irregulares. A omissão também será punida. Os usuários que quiserem realizar denúncias, podem usar o site da Ouvidoria do Governo do Distrito Federal (GDF), ligar no telefone 162 ou ir presencialmente à Ouvidoria da Saúde.
Dever

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Melasma
O melasma atinge muitas brasileiras. Imagem: @cleooficial, @ivetesangalo

Já imaginou se olhar no espelho e se deparar com manchas marrons no rosto? Isso pode acontecer com quem desenvolve melasma, um distúrbio pigmentar que atinge principalmente as mulheres morenas e que pode surgir de repente. O problema é mais raro em quem tem pele clara, mas ninguém está a salvo.

melasma é mais frequente na região da face, sobretudo nas maçãs do rosto, nas bochechas, na testa, no nariz e no buço. As manchas podem aparecer em outras partes do corpo, como braços, pescoço e colo, mas isso ocorre com menor frequência.Não existe uma causa definida para a doença, mas muitas vezes ela está relacionada ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez e à exposição solar sem proteção. Além desses fatores, a predisposição genética também influencia no surgimento dessa condição.Apesar de não ter cura, nada de desespero! Por sorte o melasma tem tratamento e pode ser controlado — e até disfarçado.Primeiro, você deve procurar um dermatologista para iniciar o tratamento, que irá variar de caso para caso e também do nível do melasma. “A ‘gravidade’ da doença depende da cor das manchas e de quantas surgem na região. As mais escuras são bem difíceis de tratar”, comenta Dra. Denise Steiner, dermatologista da clínica de mesmo nome e especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).Como o melasma não tem cura, o tratamento serve para clarear, controlar e impedir que a condição volte. Então, conheça os procedimentos mais usados.

Protetor solar + cremes clareadores

O primeiro passo para tratar o melasma é usar protetor solar e cremes clareadores. Esses dois itens são indispensáveis para diminuir as manchas. “A aplicação do filtro solar deve ser diária, mesmo em dias nublados, e a reaplicação precisa ser feita a cada 4 horas. O segundo passo é usar cremes clareadores que devem ser indicados pelo médico dermatologista. E a última ação deve ser a realização de um peeling superficial ou laser (que tem baixa energia e com impulso rápido) ou microagulhamento (não é o mais importante, mas ajuda). Tudo isso deve ser acompanhado e orientado por um dermatologista”, diz a médica.

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imagem sem descrição.
Confira os valores das transferências de recursos deste mês.

Neste dia 2 de abril de 2019 o Fundo Nacional da Saúde (FNS) divulga a transferência de R$ 5.321.306.287,81 para os recursos distribuídos entre os procedimentos ligados ao Piso de Atenção Básica Variável, aos Procedimentos de Média e Alta Complexidade (MAC), ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e às ações de assistência complementar dos estados e o Distrito Federal (DF). Confira abaixo o detalhamento dos pagamentos efetuados neste mês:
• Atenção à Saúde da População para Procedimentos No Mac – R$ R$ 3.373.122.135,83

• Piso de Atenção Básica Variável – PAB  –  Custeio de atenção à Saúde Bucal – Agente Comunitário De Saúde – Apoio à Manutenção dos Polos de Academia da Saúde R$ 977.781.346,31
• Assistência Financeira Complementar aos Estados, Distrito Federal e Municípios para Agentes de Combate às Endemias e Incentivo Financeiro aos Estados, Distrito Federal e Municípios para a Vigilância em Saúde – Despesas Diversas – R$ R$ 263.425.601,40
• SAMU – R$ R$ 92.185.415,06
• Piso de Atenção Básica Fixo – PAB FIXO – R$ 428.357.957,61 Total de Repasse R$ 5.321.306.287,81 Bilhões

Foto: Alexandre Penido 

Três cidades brasileiras irão realizar a etapa final do método “Wolbachia” para o combate ao mosquito Aedes aegypti, antes da sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS). A nova fase do projeto World Mosquito Program Brasil (WMPBrasil) da Fiocruz em parceria com o Ministério da Saúde será testado nos municípios de Campo Grande (MS), Belo Horizonte (BH) e Petrolina (PE). Para isso, a pasta vai destinar R$ 22 milhões. A metodologia é inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito. Consiste na liberação do Aedes com o microrganismo Wolbachia na natureza, reduzindo sua capacidade de transmissão de doenças.

O anúncio da etapa final de avaliação da Wolbachia, nos três municípios, foi feito pelo ministro da Saúde, Henrique Mandetta, nesta segunda-feira, (15), durante a abertura do evento “Atualização em Manejo Clínico da Dengue e febre do chikungunya e no controle vetorial do Aedes aegypti”, em Campo Grande (MS).  O evento tem como objetivo capacitar médicos, enfermeiros, coordenadores e supervisores de Controle de Vetores dos 79 municípios do estado de Mato Grosso do Sul em relação à técnica de manejo, controle do mosquito e operação de campo.Ao fazer o lançamento, em Campo Grande, o ministro da Saúde reforçou que a estratégia de combate ao mosquito Aedes continua sendo responsabilidade de todos. “Essa é uma estratégia complementar. Governo e população precisam continuar fazendo sua parte. No âmbito da pesquisa, hoje estamos dando um importante passo. Tínhamos duas linhas de trabalho, sendo uma voltada ao controle do mosquito com o uso de inseticidas, e outra direcionada ao controle biológico, que é o caso do uso da Wolbachia. Essa última pesquisa foi muito bem em todas as etapas, desde a parte teórica até o ensaio clínico em laboratório, e no teste em cidades de pequeno porte. E agora, vamos testar em cidades acima de 1,5 milhão de habitantes”, disse o ministro Henrique Mandetta.De acordo com o ministro, as três cidades, onde serão trabalhadas a última fase, vão servir de base para verificar a eficácia da metodologia nas regiões do Centro-Oeste, a partir de Campo Grande; Nordeste, por meio de Petrolina; e Sudeste, a partir da experiência em Belo Horizonte. “Em breve, devemos fazer em outras cidades, para colhermos os frutos com o desenvolvimento. Isso vai envolver trabalho da assistência, com o acompanhamento do número de casos; de entomologistas, para saber a prevalência do mosquito; com agentes comunitários de Saúde; e por meio de armadilhas colocadas a campo”, explicou o ministro.A última fase de teste, agora em cidades com mais de 1,5 mil habitantes, com o mosquito Aedes aegypti infectados com Wolbachia, terá início, em Campo Grande, Belo Horizonte e Petrolina, no segundo semestre de 2019 e tenha uma duração de cerca de três anos. O método é seguro para as pessoas e para o ambiente, pois a Wolbachia vive apenas dentro das células dos insetos. No caso do município de Belo Horizonte, o Ministério da Saúde apoiará a realização de Ensaio Clínico Randomizado Controlado (em inglês Randomized Controlled Trial, RCT) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e apoio do National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID).A medida é complementar e ajuda a proteger a região das doenças propagadas pelos mosquitos, uma vez que o Aedes aegypti com Wolbachia – que têm a capacidade reduzida de transmitir dengue, Zika, chikungunya – ao serem soltos na natureza se reproduzem com os mosquitos de campo e geram Aedes aegypti com as mesmas características, tornando o método autossustentável. Esta iniciativa não usa qualquer tipo de modificação genética.As liberações de mosquitos são precedidas por uma série de ações educativas e de comunicação, com o objetivo de informar a população sobre o método Wolbachia. Esta etapa tem o apoio e a participação de parceiros do WMP no território, como lideranças comunitárias e associações de moradores, unidades de saúde, escolas e organizações não-governamentais. A Wolbachia é um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente no Aedes aegypti. Uma vez inserida artificialmente em ovos de Aedes aegypti, a capacidade do Aedes transmitir o vírus da zika, Chikungunya e Febre Amarela fica reduzida. Com a liberação de mosquitos com a Wolbachia, a tendência é que esses mosquitos se tornem predominante e diminua o número de casos associado a essas doenças nos três municípios.

INVESTIMENTOS

Desde 2011, o Ministério da Saúde em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates e National Institutes of Health já investiram no método Wolbachia R$ 31,5 milhões. As primeiras liberações dos mosquitos contendo Aedes aegypti com wolbachia no Brasil ocorreram em 2015 nos bairros de Jurujuba em Niterói e Tubiacanga na Ilha do Governador ambos no estado do Rio de Janeiro.

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A alimentação da mãe durante a amamentação deve conter essencialmente alimentos in natura ou minimamente processados. No período de aleitamento materno, a mulher deve dar preferência a comidas feitas em casa e pratos que incluam alimentos naturais como frutas, legumes, verduras, arroz, feijão, carnes e ovos.A mulher precisa de apoio tanto para cuidar da criança quanto para manter uma alimentação adequada e saudável. Por isso, é importante que todos os membros da família cuidem das tarefas domésticas, inclusive aquelas relacionadas com a alimentação.O cuidado com a hidratação deve ser redobrado, já que a parte líquida do leite é produzida a partir da hidratação da mãe. Com demanda aumentada de água no organismo é possível sentir mais fome e sede e, por isso, a mulher que está amamentando pode ficar mais desidratada que o normal.“É importante que a mulher que está amamentando beba ainda mais água. Uma boa dica é ter uma garrafa de água sempre por perto quando for amamentar”, sugere Jorginete de Jesus Damião, professora do Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).Marina Correa Xavier, de 31 anos, toma de 6 a 7 litros de água por dia. Mãe da pequena Luísa há menos de um mês, ela conta que é só começar a amamentar que a boca seca e a sede vem. “Também tomo muito chá para hidratar. E só deixei de comer leite e derivados por orientação médica. No mais, tenho comido de tudo”, afirma Marina, que segue à risca a orientação da especialista e tem sempre uma garrafa de água por perto.

blog.saude.gov.br

O Programa Academia da Saúde é uma estratégia de promoção da saúde e produção do cuidado para os municípios brasileiros que foi lançado em 2011. Seu objetivo é promover práticas corporais e atividade física, promoção da alimentação saudável, educação em saúde, entre outros, além de contribuir para a produção do cuidado e de modos de vida saudáveis e sustentáveis da população. Para tanto, o Programa promove a implantação de polos do Academia da Saúde, que são espaços públicos dotados de infraestrutura, equipamentos e profissionais qualificados. A ideia do programa surgiu inspirada em algumas inciativas que vinham sendo desenvolvidas em Recife, Curitiba, Vitória, Aracaju e Belo Horizonte. Essas experiências locais tinham em comum a prática da atividade física e outras práticas corporais, a presença de profissionais orientadores, o uso e a potencialização de espaços públicos como espaços de inclusão, de participação, de lazer, de promoção da cultura da paz, além de serem custeadas e mantidas pelo poder público. A avaliação positiva dessas experiências reforçou a ideia do fortalecimento de iniciativas semelhantes em todo o país na forma de um programa nacional no âmbito do Sistema Único de Saúde.

O Programa Academia da Saúde atualmente é regido pelas Portarias nº 1.707/GM/MS, de 23 de setembro de 2016, e nº 2.681/GM/MS, de 7 de novembro de 2013.

Na mesma época, o Ministério da Saúde, em relação à Atenção à Saúde, discutia a formação das Redes de Atenção à Saúde e conduzia o processo de implantação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) como uma das principais ações da Atenção Básica. Com isso, a corresponsabilidade na produção do cuidado e a importância da multiprofissionalidade ganharam destaque. No campo da vigilância, aparecia a necessidade de fomentar ações de prevenção e controle das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT), apontando a atividade física e as práticas corporais como as principais ações de intervenção sobre os fatores de risco destas doenças.

O Programa Academia da Saúde adota uma concepção ampliada de saúde e estabelece como ponto de partida o reconhecimento do impacto social, econômico, político e cultural sobre a saúde. Por isso, apesar do nome, o Programa não se restringe a realização de práticas corporais e atividades físicas e promoção da alimentação saudável. Mais do que isso, os polos foram concebidos como espaços voltados ao desenvolvimento de ações culturalmente inseridas e adaptadas aos territórios locais e que adotam como valores norteadores de suas atividades o desenvolvimento de autonomia, equidade, empoderamento, participação social, entre outros. Nesse sentido, a Portaria nº 2.681 estabelece oito eixos em torno dos quais as atividades do polo devem ser desenvolvidas: práticas corporais e atividades físicas, promoção da alimentação saudável, mobilização da comunidade, educação em saúde, práticas artísticas e culturais, produção do cuidado e de modos de vida saudável, práticas integrativas e complementares, e planejamento e gestão.

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Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) foram criados pelo Ministério da Saúde, em 2008, com o objetivo de apoiar a consolidação da Atenção Básica no Brasil, ampliando as ofertas de saúde na rede de serviços, assim como a resolutividade, a abrangência e o alvo das ações.Atualmente, regulamentados pela Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011, os núcleos são compostos por equipes multiprofissionais que atuam de forma integrada com as equipes de Saúde da Família (e SF), as equipes de atenção básica para populações específicas (consultórios na rua, equipes ribeirinhas e fluviais) e com o Programa Academia da Saúde.Esta atuação integrada permite realizar discussões de casos clínicos, possibilita o atendimento compartilhado entre profissionais, tanto na Unidade de Saúde, como nas visitas domiciliares; permite a construção conjunta de projetos terapêuticos de forma que amplia e qualifica as intervenções no território e na saúde de grupos populacionais. Essas ações de saúde também podem ser intersetoriais, com foco prioritário nas ações de prevenção e promoção da saúde.Com a publicação da Portaria 3.124, de 28 de dezembro de 2012, o Ministério da Saúde criou uma terceira modalidade de conformação de equipe: o NASF 3, abrindo a possibilidade de qualquer município do Brasil faça implantação de equipes NASF, desde que tenha ao menos uma equipe de Saúde da Família.

As modalidades de NASF hoje estão assim definidas:

Modalidades Nº de equipes vinculadas Somatória das Cargas Horárias Profissionais*
NASF 1

5 a 9 eSF e/ou eAB para populações específicas (eCR, eSFR e eSFF)

Mínimo 200 horas semanais; Cada ocupação deve ter no mínimo 20h e no máximo 80h de carga horária semanal;

NASF 2

3 a 4 eSF e/ou eAB para populações específicas (eCR, eSFR e eSFF)

Mínimo 120 horas semanais; Cada ocupação deve ter no mínimo 20h e no máximo 40h de carga horária semanal;
NASF 3

1 a 2 e SF e/ou eAB para populações específicas (eCR, eSFR e eSFF)

Mínimo 80 horas semanais; Cada ocupação deve ter no mínimo 20h e no máximo 40h de carga horária semanal;

*Nenhum profissional poderá ter carga horária semanal menor que 20 horas. eCR – Equipe Consultório na Rua; eSFR – Equipe Saúde da Família Ribeirinha; eSFF – Equipe Saúde da Família Fluvial Poderão compor os NASF as seguintes ocupações do Código Brasileiro de Ocupações (CBO): Médico acupunturista; assistente social; profissional/professor de educação física; farmacêutico; fisioterapeuta; fonoaudiólogo; médico ginecologista/obstetra; médico homeopata; nutricionista; médico pediatra; psicólogo; médico psiquiatra; terapeuta ocupacional; médico geriatra; médico internista (clínica médica), médico do trabalho, médico veterinário, profissional com formação em arte e educação (arte educador) e profissional de saúde sanitarista, ou seja, profissional graduado na área de saúde com pós-graduação em saúde pública ou coletiva ou graduado diretamente em uma dessas áreas. A composição de cada um dos NASF será definida pelos gestores municipais, seguindo os critérios de prioridade identificados a partir dos dados epidemiológicos e das necessidades locais e das equipes de saúde que serão apoiadas.

De acordo o Ministério da Saúde apenas cerca de 10% dos brasileiros que sofrem com hipertensão fazem o tratamento adequado da condição. E apesar de não ter cura, é muito importante manter um estilo de vida saudável para controlar a pressão alta: caso contrário, aumentam-se os riscos do surgimento de problemas cardiovasculares, quadros de infarto e derrame.

Mas o que exatamente é a hipertensão? “Ela está relacionada com os níveis tensionais do sangue durante a circulação. Quando as artérias estão estreitas ou enrijecidas, o coração tem que fazer mais força para bombear o sangue pelo corpo”, explica o médico nutrólogo Alexander Gomes de Azevedo, da Paraíba. Ao aumentar o esforço que faz, o músculo dilata e nossos vasos sanguíneos são danificados, podendo gerar consequências negativas para outras regiões também, como os olhos e os rins. Segundo o médico, a mais comum é a denominada hipertensão idiopática. “Aquela que não tem causa específica, mas geralmente está relacionada com fatores genéticos. Contudo, é claro que alguns hábitos também influenciam para o aparecimento e até agravamento do quadro, como a má alimentação, sedentarismo, obesidade e o tabagismo”, afirma Alexander. Ele diz que emagrecer de 4 a 5 quilos reduz a pressão arterial em até 20%.

Alimentos permitidos

O que comer — e o que evitar — para prevenir e controlar a pressão alta? O médico nos ajudou com a dúvida:

Chá de camomila: “É comprovado que pessoas muito ansiosas tendem a ter um certo aumento da pressão arterial. As propriedades calmantes do chá de camomila são grandes aliadas nesses casos”, explica Alexander.

Chá de camomila

                               (MKucova/Thinkstock/Getty Images)

Tudo o que é rico em potássio: Uma revisão feita em 2017 pela Faculdade de Medicina Keck, nos Estados Unidos, comprovou: investir no mineral chega a ser tão eficaz quanto diminuir o consumo de sal. Não esqueça, então, de acrescentar na lista de compras banana, manga, milho, tomate, mandioquinha, romã, beterraba, chuchu, mamão…

beterraba

                                (CissyHofmann/Thinkstock/Getty Images)

Fibras: Incluir as fibras na dieta é uma recomendação do Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia. De acordo com os especialistas, elas ajudam na regulação dos níveis de insulina no sangue, o que mantém os vasos relaxados. Além disso, o melhor funcionamento do intestinoajuda na absorção do potássio. As fibras estão presentes em abundância nas folhas verdes-escuras, como couve e espinafre, em grãos e cereais integrais.

Pote e colher com aveia

                   (AnnaPustynnikova/Thinkstock/Getty Images)

Gorduras (as boas): As castanhas e as sementes de vários tipos, o azeite de oliva e o abacate são exemplos de alimentos ricos em gorduras mono e poli insaturadas, consideradas benéficas para o organismo. Adicioná-las nas refeições diminui o colesterol ruim, regula os níveis de insulina no sangue e protege o coração. Mas em quantidades moderadas, viu?!

Abacate com azeite

                             (TanyaLovus/Thinkstock/Getty Images)

Melancia: Além de sua polpa ter bastante potássio, a melancia também contém citrulina, substância que vem sendo cada vez mais relacionada com o relaxamento das artérias pelos estudos científicos.

pedaços de melancia

 (wmaster890/Thinkstock/Getty Images)

Kiwi: Conhecida por seu potencial antioxidante, a fruta possui substâncias que combatem o envelhecimento das células, o que está ligado a vários problemas de saúde, incluindo as doenças cardiovasculares.

Kiwi

              (Mizina/Thinkstock/Getty Images)

Alimentos que devem ser evitados

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Suco rico em fibras: 5 opções para misturar frutas e vegetais

Fotos: Karina Zambrana

Frutas, legumes e verduras são boas fontes de vitaminas, sais minerais, fibras e água, auxiliando na promoção da saúde e na prevenção de doenças. Para incrementar o consumo diário desses alimentos essenciais para uma melhor qualidade de vida, o Saúde Brasil indica 5 receitas de sucos que misturam frutas e vegetais, confira:

1. Suco de banana com gengibre

INGREDIENTES

¼ de xícara de suco de limão 
½ litro de água gelada 
1 banana caturra 
1 colher de sopa de gengibre cortado em cubos muitos pequenos 
3 colheres de sopa de açúcar

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva bem gelado.

RENDIMENTO

3 porções.

2. Suco de beterraba com banana

INGREDIENTES

½ beterraba 
1 banana caturra 
2 copos americanos duplos de água gelada 
1 colher de sopa de açúcar

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar bem cremoso. Sirva em seguida.

RENDIMENTO

3 porções.

3. Suco de beterraba com limão

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Câncer de mama: atividade física ajuda a prevenir

Fotos: Rodrigo Nunes/MS

Mais de duas mil mortes por câncer de mama poderiam ter sido evitadas no Brasil, em 2015, se as pacientes realizassem ao menos uma caminhada de 30 minutos por dia, destaca artigo científico publicado na revista Nature.

Atividade Física

A pesquisa, que contou com a colaboração do Ministério da Saúde, alerta que uma em cada 10 mulheres vítimas do câncer de mama (cerca de 12%) poderiam ter a vida poupada se praticassem atividade física regularmente (150 minutos por semana).Além de promover a saúde e o bem-estar, os dados evidenciam mais uma vantagem da prática de atividade física: melhora o metabolismo de alguns hormônios relacionados com o câncer de mama, o que pode evitar e até melhorar o quadro de uma paciente com a doença.A pesquisa também chama atenção para o impacto de outros fatores de risco em mortes: 6,5% dos óbitos por câncer de mama são atribuídos ao uso de álcool, índice alto de massa corporal e uma dieta rica em açúcar.Portanto, praticar exercícios físicos, consumir alimentos frescos e ricos em nutrientes e cessar o tabagismo e o uso abusivo de álcool são fundamentais para evitar o câncer de mama e doenças crônicas em ascensão, como diabetes e hipertensão.

Dicas para criar o hábito de caminhar

Caminhadas diárias não exigem alto preparo físico, grandes deslocamentos ou equipamentos, portanto são uma ótima opção para quem quer sair do sedentarismo e criar o hábito de se exercitar. Além de prevenir inúmeras doenças, apenas 30 minutos de caminhada diária fortalece ossos e músculos, controla o peso, reduz a ansiedade e o estresse e melhora a disposição.

Fotos: Rodrigo Nunes/MS

                                                      

Alimentação saudável também é aliada

Aliada à prática diária de atividade física, a alimentação adequada e saudável, baseada no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados (como arroz, feijão, carnes, ovos, castanhas, frutas, verduras e legumes), pode ser a chave da saúde e do bem-estar. É o que preconiza o Guia alimentar para a população brasileira.A publicação do Ministério da Saúde também ressalta a importância do consumo regular de frutas, legumes e verduras na proteção contra certos tipos de câncer e doenças do coração, o que não se repete com medicamentos ou suplementos que contêm os nutrientes individuais presentes nesses alimentos.

Segundo Ministério da Saúde, 53 dos brasileiros estão com excesso de peso                             Segundo Ministério da Saúde, 53 dos brasileiros estão com excesso de peso
Ginecomastia.org/Direitos Reservados via Agência Brasil

Uma pesquisa do Ministério da Saúde indica que 53% da população brasileira estão com excesso de peso e 45,8% praticam uma atividade física    insuficiente. Os valores foram registrados na Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico). Feito em 2017, o estudo envolve entrevistas feitas por meio do telefone, com participação da ANS (Associação Nacional de Saúde Suplementar). Os números estão longe da meta da OMS (Organização Mundial da Saúde) que pretende reduzir a inatividade física em 15% até 2030, em todo o mundo.Segundo pesquisa da OMS em 2018, o número de pessoas que faziam atividades insuficientes totalizava 1,4 bilhão de pessoas. “Acredita-se que um em cada cinco adultos e quatro em cada cinco adolescentes não praticam atividade física de forma suficiente”, disse o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Rogério Scarabel. Neste fim de semana, quando se comemoram o Dia da Atividade Física (6) e o Dia Mundial da Saúde (7), a ANS lança o projeto Movimentar-se É Preciso. Por meio do seu Programa de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos de Doenças (Promoprev), a agência está estimulando as operadoras de saúde a realizarem programas voltados à atividades físicas para seus beneficiários nestes dois dias.

Crescimento
Atualmente, existem 1.822 programas Promoprev cadastrados junto à ANS, contemplando cerca de 2,25 milhões de beneficiários de planos de saúde. O número de programas cresceu 432% em sete anos. Das 743 operadoras médico-hospitalares ativas com beneficiários, 394 –53% do total – têm programas desse tipo na ANS. Das 394 operadoras exclusivamente odontológicas ativas com beneficiários, somente 15 (4,27%) têm programas na ANS. Para apoiar os esforços dos países e comunidades em atingir a meta de redução de sedentarismo, a OMS lançou, no último ano, um plano de ações que incentiva as pessoas a estar mais ativas todos os dias. As operadoras que quiserem saber mais detalhes podem acessar o portal da OMS ou entrar em contato com a ANS por meio do e-mail promoprev@ans.gov.br.

Prevenção

O blogdozefreitas.com.br – É da PAZ E DO BEM SOCIAL.

Tudo isto e muito mais.

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BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro justificou o pedido para que o ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro, demitisse a cientista política e especialista em segurança pública Ilona Szabó por posicionamentosincompatíveis com o governo”, entre eles a legalização do aborto. Em fevereiro, Ilona foi exonerada do posto de membro suplente do Conselho de Política Criminal e Penitenciária um dia após ter sido nomeada por Moro. De acordo com Carlos Alberto Di Franco, colunista do jornal O Estado de S. Paulo que participou de café da manhã para jornalistas no Palácio do Planalto, Bolsonaro afirmou que deu carta branca aos ministros para nomeações, mas que possui “poder de veto” em determinados casos. A jornalistas, Bolsonaro disse ainda que o problema fundamental no caso de Ilona foram suas posições em relação a temas que poderiam gerar problemas para ele com a base aliada. Para o presidente, o fato da cientista política defender a legalização do aborto, por exemplo, poderia criar “ruído” no Legislativo. Bolsonaro afirmou que teve uma conversa “tranquila” com Moro sobre o assunto e que ele compreendeu a questão.

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Em sessão solene em comemoração ao Dia Mundial das Doenças Raras, o ministro da Saúde destacou que o uso do ‘compartilhamento de risco’ é um marco no SUS, que terá início com a aquisição do medicamento spinraza

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou nesta quarta-feira (27) que a pasta irá adotar a modalidade de compartilhamento de risco na aquisição de medicamentos. Na prática, isso significa que o governo só pagará pelo medicamento se houver melhora do paciente. O nusinersen (spinraza), destinado ao tratamento da doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME), poderá ser a primeira medicação incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) pelo viés da nova modalidade. Atualmente, o tratamento por paciente custa R$ 1,3 milhão por ano. A análise de sua possível incorporação deve ocorrer em março, pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC).

Crédito: Erasmo Salomão

“Ao iniciarmos o trabalho à frente da Saúde, tomamos a decisão de fazer do spinraza a primeira medicação a ser incluída no nosso sistema de saúde por meio do compartilhamento de risco. Avançamos pouco na questão de como selecionar, incorporar, precificar e diluir o custo de novas tecnologias para a sociedade brasileira. Em doenças raras, o último capítulo foi o spinraza, que tem trazido uma gangorra de emoções às famílias e aos pacientes portadores da patologia”, ressaltou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.De acordo com o ministro, a nova modalidade de aquisição de medicamentos aproxima o Brasil de países que já utilizam essa modelagem, como Canadá, Itália, França, Espanha, Alemanha e Inglaterra. “Uma série de compromissos e resultados são colocados nessa tratativa. Isso induz o estado a monitorar os pacientes, e quando o medicamento não cumprir a função para qual foi indicado, esse risco de custo é compartilhado com o laboratório que propôs o tratamento”, explicou o ministro.O pedido de incorporação do spinraza será analisado na próxima reunião da CONITEC, em março, e deverá seguir, com celeridade, os demais trâmites previstos em lei. “O que está em discussão no mundo é para onde vai essa terapia. O nosso país, o nosso sistema, precisa urgentemente se colocar na linha da pesquisa genética humana”, disse o ministro.No Brasil, aproximadamente 13 milhões de pacientes têm doenças raras. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos vivem com essa condição. São cerca de 8 mil doenças raras no mundo, sendo que 80% decorrem de fatores genéticos e 20% estão distribuídos em causas ambientais, infecciosas e imunológicas.Desde 2014, o Brasil adota a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, que visa organizar a rede de atendimento para prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação, no âmbito do SUS. O objetivo da Política é melhorar o acesso aos serviços de saúde e à informação; reduzir a incapacidade causada por essas doenças; e contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com doenças raras.

TRATAMENTO NO SUS

Atualmente, o SUS possui 40 Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para tratamento de doenças raras, como Doença de Gaucher, Esclerose Múltipla, Fibrose Cística, Mucopolissacaridose I e II, Hepatite Autoimune, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Esclerose Lateral Amiotrófica e Doença Falciforme (rara em algumas regiões). Do total de protocolos, 15 estão em fase de atualização. Também, desde 2014, a pasta incorporou 22 medicamentos para tratamento de diferentes doenças raras.   

Os protocolos trazem orientações para médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais profissionais de saúde sobre como realizar o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação dos pacientes, bem como a assistência farmacêutica.

No SUS, o tratamento para doenças raras é feito por meio de avaliações individualizadas das equipes multidisciplinares nos diversos serviços de saúde do país, como unidades de atenção básica, hospitais universitários, centros especializados de reabilitação e atenção domiciliar. Além desses serviços, existem no país oito Serviços de Referência para Doenças Raras, localizados no Distrito Federal, Anápolis (GO), Recife (PE), Curitiba (PR), Rio de Janeiro, Porto Alegre (RS), Santo André (SP) e Salvador (BA). No ano de 2018, essas unidades registraram 3.483 avaliações clínicas para diagnóstico em doenças raras e 4.157 aconselhamentos genéticos. O Ministério da Saúde repassa anualmente R$ 26,17 milhões para o custeio dos serviços especializados.

Atendimento à imprensa
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 Método Simples de Acabar com dores no ciático e na lombar intriga especialistas!.

Sofrer com dores no nervo ciático, na lombar, e dores nas costas em geral é algo que já se tornou rotina para milhares de brasileiros, que não imaginando existir alguma solução que seja rápida e simples, simplesmente aprendem a conviver com o problema. A grande questão nisso é que: ainda que você aprenda a conviver com essas dores,o que convenhamos não é nada facil não é mesmo? No dia a dia, você se torna uma pessoa completamente desagradável a todos a sua volta.Pois uma pessoa que vive com dor é uma pessoa constantemente irritada e indisposta, e geralmente vive se queixando das dores, o que com toda certeza acaba afastando as pessoas, afinal ninguém gosta de ficar ao lado de pessoas que vivem reclamando e sempre com aparência horrível.

Durante meu estudo do caso para produzir esta matéria para nossos leitores antes mesmo de tentar encontrar alguma solução fui buscar o que era a verdadeira causa dessas dores, veja como surge essas dores: A dor é causada por algum tipo de inflamação ou dano ao nervo ciático (que pode ocorrer dentro do canal espinhal ou em algum outro ponto do percurso que o nervo faz), e ainda pela pressão da coluna sobre o nervo. Geralmente, os anéis que circundam os discos se rompem com o aumento de pressão, intensificando as dores nas costas. Com o rompimento do anel, o núcleo escapa para o interior do canal e comprime o nervo, caracterizando a dor.Por este motivo algumas joelheiras como a Beactive tem feito tanto sucesso, eles agem fazendo pressão direto no ponto da dor!

O que é a Be-active

A joelheira Be-Active é um produto que foi especialmente fabricado para tratar das dores nas costas (principalmente na região lombar), nas pernas ou possíveis inflamações no nervo ciático, se trata de um produto que age sob pressão na perna, que deve ser colocado um pouco a baixo do joelho. A pressão exercida em cima do nervo ciático que transcorre todo o percurso da perna e da coluna lombar faz com que as dores desse local sejam reduzidas com o passar do tempo em que se fica utilizando o produto.

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Sistema desenvolvido por startup imita o funcionamento de um tecido vivo natural (Foto: Divulgação)

Em março de 2018, quando o engenheiro agrônomo Sérgio Rocha viu no site da FAPESP a chamada de propostas para o edital Cidades Inteligentes – Cidades Sustentáveis teve a certeza de que essa era a chance que esperava. “Poderíamos ‘tirar da geladeira’ o projeto da patente que tínhamos depositado em 2012 e que pouco tinha evoluído em quatro anos”, conta o sócio-fundador do Instituto Cidade Jardim. A startup teve aprovado o projeto de desenvolvimento de um sistema de telha cultivável que dispensa impermeabilização e, agora, com a ajuda do programa PIPE/PAPPE Subvenção, resultado de acordo de cooperação entre a FAPESP e a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), espera apresentá-la ao mercado no primeiro semestre deste ano.

Instituto Cidade Jardim especializou-se na pesquisa, produção e difusão de telhados verdes desde que foi fundado, há 10 anos, pelo agrônomo Rocha, juntamente com a ecóloga Fabiana Scarda. A empresa tem entre seus clientes desde residências até grandes empreendimentos, como o Condomínio Ilha Pura (Vila dos Atletas), no Rio de Janeiro, e o Hospital da Restinga, de Porto Alegre. “No ano passado, plantamos 200 m² de trigo sobre a cobertura do projeto vencedor da mostra Casa Cor São Paulo 2018, em parceria com o Studio Arthur Casas (arquitetura) e Renata Tilli Paisagismo – dois dos escritórios mais renomados do país”, destaca Rocha. O crescimento dos negócios, contudo, esbarrava em um obstáculo: as características técnicas do modelo convencional de telhados verdes.

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Crédito: millann

AUXÍLIO A descoberta pode fortalecer pacientes com o sistema imunológico enfraquecido (Crédito: millann)

Quando alguém pega um resfriado, é comum que ele ouça a recomendação para tentar dormir bem. Depois de uma boa noite de sono, diz o consenso popular, o indivíduo acorda com outra disposição. Na semana passada, cientistas alemães descreveram as razões pelas quais isso acontece. O sono de qualidade fortalece o sistema de defesa do corpo para lutar contra vírus e bactérias.A ajuda se dá por meio de um complexo caminho fisiológico. De acordo com o que descreveram os pesquisadores da Universidade de Tubingen na última edição do Jornal de Medicina Experimental, o sono facilita a ação dos linfócitos T, células do sistema imunológico responsáveis pelo reconhecimento, ataque e destruição das células infectadas. Faz isso ao permitir o aumento da produção de uma proteína, a integrina, necessária para que os linfócitos se liguem às células a serem mortas.Eles descobriram o mecanismo ao comparar a concentração da substância, cujo papel já era sabido, entre voluntários acordados e dormindo. Estes últimos apresentavam um total muito maior do que os integrantes do primeiro grupo. “O sono tem o potencial de melhorar as respostas das células T”, disse Luciana Besedovsky, uma das cientistas participantes. “Isso é particularmente importante em situações em que precisamos muito dos linfócitos, como no caso de pacientes com câncer. Eles ajudam a atacar e destruir as células tumorais.” CP.

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Gestores públicos têm até o final deste mês para indicar o interesse em participar do Programa Saúde na Escola (PSE). O prazo foi prorrogado para o dia 28/2. Ao participar do PSE, os municípios recebem incentivos financeiros do Governo Federal para realizar ações de prevenção de doenças e promoção da saúde com educandos de escolas públicas. O credenciamento é feito no site e-Gestor Atenção Básica com o CPF e senha do perfil cadastrado como “gestor municipal” vinculado ao “módulo PSE”. Caso o gestor não tenha entrada habilitada ou perfil no módulo PSE, é o CNPJ e a senha do Fundo Municipal de Saúde que devem gerenciar o cadastro.

“O mínimo de recurso financeiro a ser recebido é R$ 5.676,00 após a adesão ao Saúde na Escola, se for pactuado entre 1 e 600 educandos. A cada acréscimo entre 1 e 800 educandos é adicionado R$ 1.000,00 ao valor total a ser recebido pelo Município. Cabe lembrar que, no mínimo, 50% das escolas prioritárias (quilombolas, indígenas, rurais e maioria Bolsa Família) devem ser pactuadas. Então já dá um enfoque para as populações vulneráveis. O município não perde em momento algum ao aderir ao PSE”, afirma Micheline Luz, especialista em políticas públicas da equipe do PSE no Ministério da Saúde. Até o momento, 4.520 cidades indicaram escolas que realizarão, por dois anos, atividades de educação em saúde nas escolas públicas. Entre os doze temas que deverão ser abordados na escola estão o incentivo à atividade física, combate ao aedes e atualização da situação vacinal de alunos e professores. A especialista enfatiza que todos ganham com o Programa. “A aproximação entre a escola e unidade de saúde contribui para transformar a informação científica que o estudante tem em sala de aula em comportamentos saudáveis, práticas de saúde. Para os profissionais de saúde, é uma oportunidade maior de aproximação de papel de educador social”, pontua Micheline.

A partir deste ano, para participar do Saúde na Escola, os gestores municipais devem indicar especificamente as escolas e não mais o nível de ensino. Desta forma, em conjunto com as equipes da atenção básica, as instituições assumem o compromisso de desenvolver atividades envolvendo doze ações para o cuidado à saúde no ambiente escolar. As estratégias estão previstas na Portaria nº 1.055 de 2017 e podem ser combinadas, levando em consideração o nível de ensino, as demandas das escolas, do território e a análise de situação de saúde do território.

As ações trabalhadas pelo Programa já começam a impactar na saúde dos estudantes. Segundo a última Pesquisa Nacional do Escolar (PENSE), realizada em 2015, a prevalência do consumo de bebida alcoólica e uso de cigarro e drogas ilícitas foi menor entre os escolares que faziam parte de unidades participantes do Porgrama Saúde na Escola (PSE). Outro indicador que demonstra resultado do trabalho das equipes de saúde e educação foi a prevalência do consumo de refrigerantes e guloseimas. “Em cinco ou mais dias da semana se observou o consumo menor desses doces entre os escolares que tiveram contato com o PSE”, informa a especialista. Outro dado interessante é que 48,8% dos estudantes de unidades que aderiram ao Programa estudam em ambientes livres de bullying”. Apesar da pesquisa não ter sido realizada com o objetivo de avaliar o PSE, a especialista avalia que “são indícios de que o Programe tem um direcionamento correto.

O Ministério da Saúde acompanha o desempenho dos municípios por meio do registro de ações do programa e indicadores de resultados descritos no Sistema de Informação da Atenção Básica (SISAB). Caso os recursos não sejam integralmente executados, os valores deverão ser devolvidos.

SAÚDE NA ESCOLA

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óculos escuros
Você sabia que a radiação solar queima os olhos e causa problemas graves nos olhos? Imagem:

Sem usar óculos escuros, você corre o risco de desenvolver catarata e degeneração macular precoce, que provocam manchas de visão e dificuldade para distinguir formas e cores. O dano ocular geralmente aparece em idade avançada, mas é cumulativo, ou seja, resulta da soma de todo o sol que se toma desde criança. Portanto, todo mundo deve ter óculos escuros como companheiros inseparáveis e usar mesmo em dias nublados, sem sol. E não apenas na praia, mas para correr, pedalar, dirigir e sempre que sair ao ar livre.

óculos escuros
Os óculos precisam ser seus companheiros mesmo em dias nublados. 

Mais óculos escuros, menos rugas

Outro bônus de usar sempre óculos escuros é evitar a formação de rugas precoces na testa e entre as sobrancelhas, causadas por franzir os músculos do rosto quando se está sob o sol.

Danos aos olhos

O estrago nos olhos ocorre pela ação dos raios ultravioleta (UVA e UVB), cuja incidência é alta durante o ano todo. A radiação não só atravessa as nuvens como sua intensidade pode ser maior do que o calor sentido na pele (em dias frios, mas ensolarados, por exemplo). Na praia, o perigo aumenta, porque a areia e a água do mar refletem e irradiam a luminosidade.

A exposição constante e exagerada ao sol pode causar nove doenças oculares:

  • câncer de pele
  • câncer da conjuntiva (membrana transparente que protege o globo ocular)
  • pinguécula (degeneração da conjuntiva)
  • pterígio (fibrose da conjuntiva)
  • ceratite (inflamação da córnea)
  • catarata (opacificação do cristalino)
  • degeneração do vítreo (que mantém a forma esférica do olho)
  • retinopatia solar (queimadura da retina)
  • degeneração macular (deterioração da visão central).

É para ter medo mesmo!

óculos escuros
Óculos com filtro UV bloqueiam entre 99% e 100% dos raios UVA e UVB que atingem os olhos. 

A importância do filtro UV e do selo nos óculos escuros

Óculos com filtro UV bloqueiam entre 99% e 100% dos raios UVA e UVB que atingem os olhos. A proteção é feita por uma camada de agentes químicos aplicada na superfície da lente, tanto em óculos de sol quanto de grau. O risco de usar óculos escuros sem proteção UV é que, como as lentes cortam a luminosidade, as pupilas se dilatam e a radiação perigosa penetra fundo nos olhos. O estrago é maior do que se a pessoa estivesse sem óculos. Não use modelos de procedência duvidosa ou vendidos por camelôs. O selinho colado na lente não significa nada, pois pode ser falso. Só a garantia de fábrica atesta a presença do filtro UV. Por isso, procure comprar óculos de marcas conhecidas, em óticas e lojas idôneas.

óculos escuros
A escolha da cor das lentes depende do seu gosto e da função dos óculos. 

A cor da lente e o tipo de proteção

A escolha da cor depende do gosto pessoal e da função dos óculos. Lentes cinzas e marrons, as mais comuns, dão bastante conforto visual. Quem dirige muito ou já passou dos 60 anos pode optar por lentes verdes, que oferecem mais visão de contraste. Lentes amarelas são ideais para quem dirige à noite, porque reduzem o desconforto dos faróis opostos. Para quem pratica esportes aquáticos ou de neve, são ideais as lentes púrpuras ou vermelhas, porque aumentam a visão de contraste em ambientes com fundo azul ou verde.

Óculos de sol são obrigatórios em todas as idades

Todo mundo precisa usar óculos escuros: jovens, idosos, criançasinclusive bebês! Os pais às vezes têm dois, três ou mais modelos óculos, mas acham normal que os filhos saiam de casa sem qualquer proteção ocular. É um tremendo erro, porque os efeitos nocivos do sol se acumulam nos olhos por toda a vida. Por isso, todo mundo deve ter bons óculos escuros, em qualquer idade.

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