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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) já tem condições de analisar o Projeto de Lei do Senado (PLS) 316/2014, que fixa em R$10.991,19 o valor do piso salarial para médicos e cirurgiões-dentistas. O relator, senador Garibaldi Alves Filho (MDB-RN), entregou ao colegiado seu voto favorável à iniciativa. Os quase R$ 11 mil superam o piso previsto na Lei 3.999, de 1961, que é de três vezes o valor do salário mínimo (R$ 937 atualmente).

A proposta também estabelece o reajuste anual do piso pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e fixa a jornada desses profissionais em quatro horas diárias ou 20 horas semanais.

“Entendemos que o novo valor está em consonância com a proposta da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), que recomenda um salário mínimo de R$ 11.675 para 20 horas semanais de trabalho. O estabelecimento de valor muito acima do proposto por aquela entidade poderia levar a problemas, como relações informais na contratação de alguns profissionais. A fixação do piso servirá para conferir segurança a essas categorias, além de reduzir a alta rotatividade”, explicou o relator.

Correção

O autor do projeto, o ex-senador Paulo Davim, afirma que a proposta vai sanar uma irregularidade, visto que a Constituição proíbe a vinculação ao salário mínimo para quaisquer fins.

“É, portanto, inconstitucional a utilização do salário mínimo como indexador de base de cálculo de piso salarial, conforme já pacificado pelo Supremo Tribunal Federal, em sua Súmula Vinculante 4. Assim, estamos propondo os ajustes necessários para que cessem as discussões acerca da lei”, explicou Davim na justificação do projeto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Foto: Reprodução/Internet (Foto: Reprodução/Internet)
Foto: Reprodução/Internet
Pernambuco investiga 18 casos de sarampo. Em novo alerta sobre as transmissões da doença no Brasil, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) atualizou a quantidade de casos suspeitos e descartados no estado. Dos 63 notificados neste ano, 45 já tiveram o risco afastado. Entre os outros ainda em análise, estão cinco pessoas de uma mesma família, notificadas no fim de julho. Diante da forte possibilidade de confirmação desses registros, do grande fluxo de viajantes e da epidemia que ocorre na Venezuela, o estado alerta que o risco de reintrodução do vírus é elevada.

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Como uma perigosa combinação de sociedades médicas clandestinas, desinformação de pacientes e desejo de obter beleza a qualquer custo tem resultado em complicações e mortes que ameaçam a confiança em cirurgias e procedimentos estéticos

Crédito: Divulgação

Casos recentes de erros médicos e óbitos decorrentes de cirurgias plásticas expuseram os riscos de uma atividade que tem atraído uma parcela crescente da população, sobretudo feminina. Dados do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) mostram uma explosão de queixas envolvendo a especialidade. Em 2015, foram 10 denúncias. O número saltou para 27 em 2016 e chegou a 68 no ano passado. Apesar do aumento, as reclamações ainda não refletem a realidade: muitos pacientes prejudicados preferem o silêncio. Não denunciam seus médicos e nem ingressam com ação judicial, mesmo quando há comprovação de erro durante o procedimento. As razões para não levar processos adiante são muitas. “Há descrença no Judiciário, indisposição para enfrentar um processo que pode ser custoso e demorado, além da falta de estrutura emocional para as vítimas reviverem os fatos infelizes e trágicos pelos quais passaram”, diz Fernando Polastro, voluntário responsável pelos primeiros atendimentos, triagem e direcionamento de pacientes que procuram a Associação Brasileira de Vítimas de Erro Médico (Abravem). “Outros não denunciam por desconhecimento de seus direitos ou dúvida sobre ter havido ou não erro médico em seu caso”. Como resultado dessa omissão, mais e mais pessoas se tornam sujeitas a procedimentos inseguros, negligência, imperícia e imprudência de médicos. A falta de bom sendo na busca por um corpo perfeito, modelado por implantes de silicone ou lipoesculturas é outro fator que contribui para o aumento de casos sem final feliz. Para atender a uma crescente demanda por transformações estéticas, surgiram no País até sociedades médicas clandestinas, que colocam em risco a vida de pacientes.

Código ultrapassado

A divulgação de procedimentos cirúrgicos por meio de redes sociais deve ser vista com desconfiança. “Cirurgia plástica só com cirurgião plástico. Procedimento estético pode ser com dermatologista”, afirma Alexandre Senra, cirurgião do Hospital Albert Einstein e membro da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (ASAPS). “Não existe mágica. Desconfie de preços muito abaixo da média, afinal é a sua vida”, adverte. Segundo ele, o código de 1957 sobre o exercício da medicina que diz que após os seis anos de formação o médico pode exercer qualquer especialidade está ultrapassado. “Existe uma jurisprudência que diz que o médico que faz procedimento sem estar habilitado pode ser penalizado. A relação médico-paciente continua primordial, mas está se perdendo. O médico precisa conhecer o paciente e vice-versa. Sem isso, somos apenas técnicos.”

A filosofia da cirurgia plástica é gerar bem-estar, auto-estima e contribuir para a harmonia da auto-imagem do paciente. Bem diferente da venda de fantasias e ilusões feita por profissionais não habilitados colocando em risco pacientes. O presidente da SBCP, Níveo Steffen, afirma que a Sociedade é frontalmente contra a banalização dos procedimentos cirúrgicos. “Cabe ao cirurgião plástico ser honesto ao examinar e escutar o paciente para identificar a indicação ou não da cirurgia plástica, informando sobre as reais possibilidades de resultado, riscos cirúrgicos e pós-operatório”. Segundo Steffen, a SBCP tem cerca de 6.500 membros. Apenas seis cirurgiões plásticos e um dermatologista estão entre os 289 médicos processados por problemas em procedimentos relacionados à cirurgia plástica entre 2001 e 2008.

Corporativismo

Ainda que poucos cometam erros, o corporativismo da classe costuma proteger os negligentes. Uma empresária de Campo Grande de 36 anos, que pediu para não ser identificada, tem vivido esse drama. Ela colocou prótese nas mamas em 2006. No ano passado, depois de amamentar dois filhos, achou que os seios estavam um pouco assimétricos e consultou um renomado cirurgião plástico da cidade, professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, indicado por várias pessoas. “Combinamos a retirada das próteses com correção estética no mesmo procedimento.” Segundo ela, consta no prontuário médico que foi uma cirurgia de retirada de implantes mamários com correções estéticas. “Não sei no que ele errou, mas sei que o resultado foi um pesadelo na minha vida”.

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A decisão sobre levar ou não adiante uma gravidez é um direito fundamental da mulher? Quando começa a vida? Como evitar as milhares de mortes de mulheres por abortos inseguros no Brasil? A quem cabe decidir sobre o tema, Judiciário ou Legislativo?

Supremo começa nesta sexta audiências públicas para debater ação que pede a descriminalização do aborto
Supremo começa nesta sexta audiências públicas para debater ação que pede a descriminalização do aborto

Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Essas são algumas das questões que devem ser debatidas nesta sexta (3) e na próxima segunda (6) nas audiências públicas do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a ação que pede a descriminalização do aborto.Cerca de 60 pessoas, entre representantes de religiões, médicos, juristas e ativistas brasileiros e estrangeiros, apresentarão suas posições aos ministros do tribunal e ao público presente.A discussão passa por definir se o aborto deve ser visto como um problema de saúde pública, se o direito de decidir sobre o próprio corpo no caso de uma gestação é garantido pela Constituição, e se tratar a interrupção da gravidez como crime é ou não uma medida eficiente para evitar a prática do aborto e, ao mesmo tempo, proteger a vida das mulheres. A audiência foi convocada pela ministra Rosa Weber, relatora da Ação por Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, apresentada pelo PSOL, com assessoria técnica do Instituto de Bioética Anis.

Ainda não há data marcada para o julgamento do caso.

A ação argumenta que os artigos do Código Penal que proíbem o aborto afrontam preceitos fundamentais da Constituição Federal, como o direito das mulheres à vida, à dignidade, à cidadania, à não discriminação, à liberdade, à igualdade, à saúde e ao planejamento familiar, entre outros. O PSOL pede que o aborto feito até a décima segunda semana de gestação não seja considerado crime. Atualmente, o aborto só é permitido no Brasil em caso de estupro, risco de vida para a mãe e feto com anencefalia- neste último caso a autorização foi dada pelo Supremo, em julgamento de 2012.

O STF recebeu mais de 180 pedidos para falar na audiência sobre o pedido de descriminalização do aborto e selecionou os palestrantes com base na representatividade, na qualificação técnica e na “pluralidade” das opiniões.A BBC News Brasil conversou com algumas dessas pessoas para saber que argumentos levarão ao debate.

Os palestrantes pró-descriminalização do aborto

Palestrantes favoráveis à desciminalização vão apresentar dados sobre mortes de mulheres em abortos clandestinos e argumentar que a legislação atual não reduz o número de abortos
Palestrantes favoráveis à desciminalização vão apresentar dados sobre mortes de mulheres em abortos clandestinos e argumentar que a legislação atual não reduz o número de abortos

Foto: Agência Brasil / BBC News Brasil

O grupo de pessoas selecionadas para falar a favor da descriminalização do aborto é composto por diferentes setores – de médicos a ONGs internacionais e grupos religiosos que defendem que as mulheres devem ter autonomia para interromper a gestação. Cada setor deve se aprofundar em uma dessas quatro linhas de argumentação identificadas pela BBC News Brasil:

Morte das mulheres

O primeiro dia de audiências abordará o efeito da legislação sobre aborto em diferentes aspectos da saúde – psicológico e físico, além do impacto social.Os médicos favoráveis à descriminalização devem expor a experiência de tratar mulheres com complicações decorrentes de abortos inseguros.A médica ginecologista e obstetra Melania Amorim disse à BBC News Brasil que defenderá que a descriminalização é necessária para reduzir a mortalidade materna e o número de abortos provocados. Segundo ela, interrupções da gestação feitas de forma insegura são a quarta principal causa de morte de materna no Brasil.A médica diz que, ao longo dos quase 30 anos de carreira, atendeu na rede pública dezenas de pacientes com complicações graves de abortos clandestinos. Mas a primeira experiência foi a que mais impactou.”Eu tinha 17 anos, tinha acabado de entrar na faculdade e estava estagiando num hospital. Uma menina de 13 anos chegou já desorientada, em estado grave após um aborto clandestino. Ela entrou em estado de choque séptico e morreu”, conta.”Entrei na maternidade esperando ver partos lindos e bebês saudáveis e me vi sempre à frente da morte. Já me deparei várias vezes como mulheres nessa situação. Hemorragia e septicemia. As mulheres recorrem a instrumentos perfurantes ou soluções tóxicas.”

Ministra Rosa Weber é relatora da ação do PSOL que pede a descriminalização do aborto
Ministra Rosa Weber é relatora da ação do PSOL que pede a descriminalização do aborto

Foto: Carlos Moura/STF / BBC News Brasil

Melania diz que também apresentará dados para sustentar a tese de que a descriminalização do aborto poderá, inclusive, diminuir as interrupções de gestações, na medida em que o tema deixará de ser “tabu”.“Você evita o aborto de repetição, que é responsável por mais de 40% dos abortos provocados. Com o acolhimento das mulheres durante e após o aborto, você evita um próximo aborto. Você consegue ouvir a mulher e aconselhá-la a usar um método contraceptivo eficiente”, afirma.Um estudo que deve ser mencionado, na audiência, é o da pesquisadora Gilda Sedgh, do Instituto Guttmacher, de Nova York, que aponta que, em países onde o aborto é crime, as taxas de aborto chegam a ser um pouco mais altas que as de nações onde o procedimento é legalizado.

Conforme o levantamento, a taxa é de 37 abortos a cada mil mulheres em países que vetam o aborto em qualquer circunstância ou que só o permitem em caso de risco de vida para a mãe. Em nações onde a interrupção da gravidez é permitida e oferecida mediante pedido da gestante, o número de abortos é de 34 para cada mil mulheres.

Desigualdade social

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Com os níveis de stress elevados e a dependência excessiva de alimentos processados, a inflamação – que perturba o equilíbrio natural do corpo – é cada vez mais frequente em nosso organismo. Resultado: maior exposição a doenças. Porém, há esperanças!

Aqui, listamos os 10 alimentos que vão prevenir o envelhecimento precoce e ajudar a combater problemas da cabeça aos pés:

1. Azeite extravirgem

Ele é rico em polifenóis, substâncias que proporcionam benefícios antioxidantese anti-inflamatórios. Por isso, vale usar o azeite de oliva extravirgem na maioria de suas refeições. Mais de 70% do seu teor de gordura vem de uma gordura monoinsaturada, chamada ácido oléico, que ajudar a baixar a pressão arterial, reduzir o LDL (colesterol ruim) e aumentar o HDL (colesterol bom).

2. Ervas e temperos

Ervas e especiarias são cheios de fitonutrientes que são ótimos para a sua saúde. Eles adicionam sabor aos pratos e podem substituir o de excesso de sal ou açúcar – ingredientes que podem causar inflamação.  As opções são: canela, que reduz o inchaço e estabiliza o açúcar no sangue; açafrão, que contém propriedades anti-inflamatórias e anticancerígenas; orégano, com propriedades antibióticas; e alecrim e lavanda, recomendados para diminuir a ansiedade e aliviar a dor

3. Alho e cebola

Esses famosos temperos, assim como alho-poró, o aspargo, o brócolis e as alcachofras, são deliciosas fontes de carboidratos de baixo teor calórico. Uma vez que esses alimentos não são totalmente digeridos no intestino, o material restante alimenta as chamadas bactérias boas, o que resulta em um funcionamento mais saudável do órgão. É por meio desse processo que elas estimulam o sistema imunológico e diminuem a inflamação.

boaforma

Erich Fonoff adotava discurso moralista nas redes sociais, em defensa da ética e a favor do impeachment de Dilma Rousseff, mas no dia a dia, segundo a PF, fazia parte de um esquema de fraudes no SUS

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Erich Fonoff, neurocirurgião do Hospital das Clínicas (SP), com especialização em Mal de Parkinson, foi um dos presos, em condução coercitiva, durante ação da Polícia Federal, que fez parte da Operação Dopamina, de acordo com o Pragmatismo Político. Segundo os investigadores, ele e outros médicos faziam parte de um esquema criminoso de desvio de recursos públicos para a compra de equipamentos médicos. A estimativa dos prejuízos aos cofres públicos chega a R$ 18 milhões.

Apesar disso, o médico virou um assíduo “militante anti-corrupção. Desde que a presidenta Dilma Rousseff foi eleita em 2014, ele passou a frequentar vários protestos pró-impeachment e, pelas redes sociais, pedia o “fim da corrupção”, pregando a prisão do ex-presidente Lula e espalhando boatos como de que o governo federal cortaria o Bolsa Família de quem não votasse em Dilma nas eleições de 2014. As apurações indicaram que os pacientes com Mal de Parkinson eram orientados por Fonoff e pelo diretor administrativo do setor de neurocirurgia do hospital, Waldomiro Pazin, a procurarem a Justiça para conseguir marcapassos cerebrais. Por meio de decisões judiciais, o hospital adquiria equipamentos sem a necessidade de licitação, que custavam cerca de quatro vezes mais que o preço real.

A fraude funcionou de 2009 a 2014, nos governos do PSDB de José Serra e Geraldo Alckmin. No período foram feitas 154 cirurgias de implante para tratamento de Parkinson com recursos do SUS (Sistema Único de Saúde) com ordem judicial. Não houve licitação para compra de marcapassos de maneira regular.

revistaforum

Grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo, e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública

Crédito: Divulgação

SEGURANÇA É direito das crianças serem vacinadas

(Crédito: Divulgação)

Até quarta-feira 18, o Brasil registrou 677 casos de sarampo. A doença costuma ser encarada como algo leve, típica da infância, sem maiores consequências e, desta forma, aceitável. Está errado pensar assim. A volta dos casos ao País representa uma derrota no âmbito da saúde pública. A enfermidade estava erradicada aqui desde 2016, graças a uma política de vacinação bem-sucedida que até então havia garantido a proteção de crianças e adultos contra o vírus responsável pela doença. Somada à informação de que 312 cidades brasileiras — 44 em São Paulo, o estado mais rico da nação — encontram-se sob risco para o aparecimento de casos de poliomielite, a situação traça um panorama preocupante. A polio está erradicada no Brasil desde 1990 e, assim como o sarampo, é prevenível por vacina. Ambos os imunizantes estão disponíveis gratuitamente na rede pública de saúde e apresentam riscos baixíssimos de causarem efeitos colaterais mais sérios. Não é admissível, portanto, que o Brasil depare-se agora com a ameaça de ver a volta de doenças contra as quais a medicina obteve uma de suas principais vitórias. Foi em 1796 que o médico inglês Edward Jenner descobriu que inocular pessoas com o conteúdo tirado de pústulas de varíola assegurava imunização contra o vírus causador da enfermidade que, àquela altura, matava milhares de pessoas. Desde então, as vacinas servem para impedir que males assim dizimem populações.

PROTEGIDA Júlia Goretti leva a filha, Luiza, para receber as doses necessárias (Crédito: Marco Ankosqui)

No entanto, desde 2011 observa-se no Brasil a queda na cobertura vacinal relativa a várias enfermidades. Naquele ano, o índice de crianças vacinadas com a tríplice viral, que imuniza contra o sarampo, a caxumba e a rubéola, alcançou 100%. Em 2017, parou nos 83%. Neste ano, há um esforço de vacinação em Roraima, numa tentativa de evitar a disseminação do vírus trazido com a chegada maciça de crianças venezuelanas infectadas. A cobertura relativa à polio também era total no início da década. No ano passado, ficou em 77%. Em 15% das cidades da Bahia, menos da metade das crianças foi vacinada. Ao todo, 800 mil crianças estão vulneráveis à infecção. O País patina ainda na prevenção de doenças como a febre amarela e a gripe, as duas também evitadas por meio de vacinas. A forma urbana da febre amarela está erradicada desde 1942, mas os casos silvestres (em áreas de matas) avançaram nos últimos anos. Entre julho de 2017 e maio de 2018, foram 1.266

“O Estado precisa assumir seu papel de gestor e a população entender a importância da vacinação”
Carla Domingues, epidemiologista (Crédito:Mateus Bonomi/Futura Press)

pessoas atingidas, com 415 óbitos. No início do ano, com a explosão do surto no Sudeste, o pânico tomou conta da população e postos de saúde foram invadidos por pessoas desesperadas pela vacina. Semanas depois, a notícia de mortes por causa de reações ao imunizante fez com que o medo se instalasse, desta vez ao contrário. Mesmo pessoas que precisariam ser imunizadas por viver em áreas de risco pararam de buscar a proteção. O resultado é que, hoje, a cobertura vacinal de febre amarela mal passa da metade, com índice de 52,45%.

Quanto à gripe, o Ministério da Saúde conseguiu atingir, na semana passada, cobertura para 90% do grupo prioritário, formado por pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, mães até 45 dias após o parto, detentos e funcionários do sistema prisional. Porém, entre as grávidas e os com menos de cinco anos, a cobertura foi de 77% e 76%, respectivamente. Os estados com menores taxas de vacinação foram Roraima (67%) e Rio de Janeiro (77%) . Enquanto isso, o total de óbitos subiu de 285, no ano passado, para 839 em 2018.

A falta de adesão da população em relação às vacinas no Brasil não pode ser explicada por um viés somente. Há a combinação de obstáculos que envolvem basicamente dificuldade de acesso, falta de senso de responsabilidade individual e muita desinformação. Em referência ao primeiro ponto, é fato que os imunizantes estão disponíveis nos postos de saúde, mas em grande parte das cidades eles funcionam em horário comercial, quando pais e responsáveis estão no trabalho e, as crianças, na escola. O ideal seria ter horários maleáveis.

CONTENÇÃO Em Roraima, crianças venezuelanas recebem cuidados médicos para não se infectarem pelo sarampo (Crédito:Nacho Doce)

Porém, é preciso que cada um dos adultos cumpra a sua parte como responsável pelo cuidado com as crianças e as levem para serem vacinadas, respeitando o calendário vacinal. Assim como o casal Vagner Rubini e Suhianh Kill, em São Paulo, com os filhos Lorena e Nicoli. “Cumprimos as datas”, dizem. E também os pais de Anne Carolinne, de sete meses. “Obedecemos as orientações do pediatra”, diz Sirlene Tamaki, ao lado do marido, Rodrigo.

Erro de avaliação

O combate à desinformação exige esforços extras. Há três grandes desafios neste sentido. É um paradoxo, mas o controle das doenças por meio das vacinas alcançado nas últimas décadas levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão. A mesma percepção é observada entre profissionais de saúde. Muitos nunca viram vítimas de poliomielite ou com sarampo porque cresceram em tempos nos quais elas não ocorriam. Por isso, não estão alertas quanto à sua prevenção.

O combate à desinformação exige esforços extras. Há três grandes desafios neste sentido. É um paradoxo, mas o controle das doenças por meio das vacinas alcançado nas últimas décadas levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão. A mesma percepção é observada entre profissionais de saúde. Muitos nunca viram vítimas de poliomielite ou com sarampo porque cresceram em tempos nos quais elas não ocorriam. Por isso, não estão alertas quanto à sua prevenção.

DOSES EM DIA Anne Caroline com os pais Sirlene e Rodrigo Tamaki: eles seguem a orientação do pediatra (Crédito:Marco Ankosqui)

Também enfrenta-se a praga das notícias falsas. Elas se propagam pelas redes sociais e têm impacto impressionante em quem as lê. Durante o surto de febre amarela do início do ano os estragos foram estarrecedores, tanto para espalhar o pânico que levou à invasão de postos quanto para afastar a população das doses. Primeiro, correntes incitavam todos a exigir a vacina, quando se sabe que há casos nos quais ela é contraindicada (transplantados e pacientes em quimioterapia, por exemplo). Depois, com a profusão de informações infundadas de que o imunizante faz mais mal do que bem. Como toda medicação, as vacinas apresentam efeitos adversos, mas em sua maioria em escala muito menor do que o benefício que produzem (leia quadro)

istoe.com

Mulher bebendo leite

 (DenizA/Thinkstock/Getty Images)

Se você eliminou o leite integral da sua dieta e aderiu às versões semi ou desnatadas (ou ainda, às bebidas vegetais) para evitar a ingestão de gorduras maléficas ao coração, está na hora de repensar a escolha. Uma pesquisa da Universidade do Texas, Estados Unidos, publicada no periódico American Journal of Clinical Nutrition, sugere que o leite de vaca e derivados, como queijo e manteiga, não só são inofensivos para a saúde cardiovascular como podem diminuir o risco de derrame.

Os autores investigaram a relação entre três tipos de gordura presentes no leite e a incidência de problemas do coração e mortes em geral, durante 22 anos. Cerca de 3 mil pessoas, de 65 anos ou mais, participaram da pesquisa e realizaram exames de sangue nesse período, enquanto consumiam leite integral e produtos feitos com ele.

A conclusão foi significativa: nenhum dos tipos de gordura do leite foi associado à taxa de mortalidade das pessoas observadas no estudo. Um deles foi, inclusive, responsável por diminuir eventuais doenças cardiovasculares: quem ingeriu mais produtos lácteos e acumulou mais níveis dessa gordura no sangue teve 42% menos risco de sofrer um derrame.

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O contágio por hepatite C pode acontecer até com uma simples visita à manicure ou ao podólogo. Tire suas dúvidas sobre a doença e previna-se!

Foram detectados quase 183 mil casos da doença entre 1999 e 2016 e 45 mil óbitos entre 2000 e 2015, no Brasil, segundo o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, de 2017. E, apesar do número expressivo, a população desconhece as principais formas de contágio da hepatite C. A seguir, Raymundo Paraná, médico hepatologista e professor titular da Universidade Federal da Bahia, explica como se prevenir:

Existe o risco de contágio na manicure e no podólogo?

Sim. O vírus da hepatite C – doença que leva à inflamação do fígado, cirrose e ao câncer hepático – é tão resistente que consegue sobreviver até uma semana em um alicate de unha. Todos os instrumentos cortantes, como tesoura e espátula, devem ser esterilizados em autoclave para evitar o risco de contaminação. Esse equipamento é comum nos consultórios dos dentistas e todo salão deve ter. Na dúvida, o melhor é levar o seu próprio kit para fazer as unhas.

Quais outras formas de contaminação com o vírus?

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una sus tela celular 2018

A UNA-SUS disponibiliza cinco cursos a profissionais de saúde. Interessados podem se inscrever até 21 de dezembro, tendo até 20 de janeiro para finalizar todas as atividades e então receber o certificado de conclusão. O usuário que já estiver matriculado em ofertas anteriores tem até 29 de julho para finalizar as atividades. Caso não consiga terminar, poderá se matricular nas novas ofertas. Há cursos para todos os tamanhos de agenda e ritmos de rotina, com carga-horárias que variam de 6h, como é o caso do Atualização do Manejo Clínico da Influenza, até 60h como no Coinfecção TB-HIV. Todos são gratuitos, ofertados na modalidade a distância e têm início imediato.

Atualização do Manejo Clínico da Influenza

Com carga horária de 6h, a iniciativa tem como objetivo atualizar médicos que atuam em toda rede assistencial para reforçar o manejo adequado da influenza, de acordo com os protocolos vigentes do Ministério da Saúde, que preconizam o uso da medicação antiviral e a atenção especial aos casos de síndrome respiratória aguda grave. O curso foi atualizado segundo o mais recente protocolo, publicado no final de 2017, e aborda o diagnóstico diferencial entre o resfriado comum de síndrome gripal e a síndrome respiratória aguda grave, os principais riscos de complicação e as medidas que reduzem a transmissão da doença. Os casos clínicos interativos com vídeos de especialistas, que já faziam parte das ofertas anteriores, continuam os mesmos. Além disso, o aluno continua tendo acesso a materiais de apoio, como fluxograma de tratamento e orientações de etiqueta respiratória.

Dengue

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Planos de saúde poderiam cobrar dos clientes parte de operações médicas

Planos de saúde poderiam cobrar dos clientes parte

de operações médicas

Lalo de Almeida/Folhapress

A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia, suspendeu nesta segunda-feira (16), a resolução da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que prevê que operadoras de planos de saúde poderão cobrar de clientes até 40% do valor de cada procedimento realizado. A novidade foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 28 de junho. A ministra atendeu liminarmente o pedido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que entrou com a ação no STF na última sexta-feira (13). O mérito da ação ainda será julgado. A resolução define regras para duas modalidades de convênios médicos: a coparticipação (quando o cliente arca com uma parte dos custos do atendimento toda vez que usa o plano de saúde) e a franquia (similar à de seguros de veículos). De acordo com a OAB, a ANS invadiu as competências do Poder Executivo e do Poder Legislativo ao regulamentar a matéria.

“A referida Resolução institui severa restrição a um direito constitucionalmente assegurado (o direito à saúde) por ato reservado à lei em sentido estrito, não a simples regulamento expedido por agência reguladora”, afirma a petição da OAB.

A OAB chama de abusivo o porcentual de 40% que os beneficiários dos planos de assistência à saúde poderão pagar.

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Infecção bacteriana mycoplasma genitalium causa dores, secreções e, no caso das mulheres, pode levar à infertilidade.

O uso de camisinha é o principal meio de prevenção, segundo especialistas

O uso de camisinha é o principal meio de prevenção, segundo especialistas

Getty Images

Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus. Mycoplasma genitalium (MG), como é conhecida, já tem se mostrado resistente a alguns deles e, no Reino Unido, autoridades de saúde trabalham com novas diretrizes para evitar que o quadro vire um caso de emergência pública. O esforço é para identificar e tratar a bactéria de forma mais eficaz, mas também para estimular a prevenção, com o uso de camisinha.

O que é a MG?

Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida por meio de relações sexuais com um parceiro contaminado. Nos homens, ela causa a inflamação da uretra, levando a emissão de secreção pelo pênis e a dor na hora de urinar.Nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos – o útero e as trompas de falópio – provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade, ou seja, dificuldade para ter filhos. A infecção, porém, nem sempre apresenta sintomas. E pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia, que é mais frequente no Brasil.

Preocupação

A ascensão da MG ocorre principalmente no continente europeu, mas, no Brasil, o Ministério da Saúde diz que monitora a bactéria tanto pelo aumento da prevalência quanto pelo aumento da resistência antimicrobiana. Como a infecção por essa bactéria não é de notificação compulsória no país, ou seja, as secretarias de saúde dos Estados e municípios não são obrigadas a informar os casos, não se sabe quantas são as pessoas atingidas. No entanto, segundo o Ministério da Saúde, estudos regionais demonstram que ela “é muito menos frequente que outros agentes como a N. gonorrhoeae(responsável pela gonorreia) e Chlamydia trachomatis (responsável pela clamídia) – que, quando não tratadas, também podem causar infertilidade, dor durante as relações sexuais, entre outros danos à saúde.No Reino Unido, por outro lado, o quadro preocupa, segundo a Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH, da sigla em inglês).A associação afirma que as taxas de erradicação da bactéria após o tratamento com um grupo de antibióticos chamados macrolídeos estão diminuindo.E que a resistência da MG a esses antibióticos é estimada em cerca de 40% no Reino Unido.

Um outro tipo de antibiótico, porém, a azitromicina, ainda funciona na maioria dos casos.

A Mycoplasma genitalium pode ser confundida com outras sexualmente transmissíveis, como a Chlamydia trachomatis, que é mais frequente no Brasil

Hailshadow/Getty Images

Diretrizes

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Pela primeira vez, o Brasil terá um documento norteador do planejamento das ações de vigilância em saúde, com definições claras de responsabilidades, princípios, diretrizes e estratégias. O Conselho Nacional de Saúde aprovou, por unanimidade, a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS). A criação da política, de acordo com o Ministério da Saúde, é resultado de propostas apresentadas na Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, que ocorreu entre os dias 27 de fevereiro e 2 de março, formuladas por acadêmicos, especialistas, conselheiros de saúde, trabalhadores, usuários e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS). O documento, aprovado nessa quinta-feira (12), prevê a garantia do financiamento das ações da vigilância em saúde, de forma tripartite, com recursos e tecnologias necessários ao cumprimento do papel institucional das três esferas. “A PNVS está centrada no direito à proteção da saúde e alicerçada no SUS público e de qualidade”, informou o ministério. Entre os avanços citados pela pasta está a promoção do controle social e da formação e capacitação em vigilância para os profissionais de saúde do SUS e o desenvolvimento de estratégias e ações de educação, comunicação e mobilização social.

Vigilância em saúde
A vigilância em saúde é responsável por ações de vigilância, prevenção e controle de doenças transmissíveis, pela vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, saúde ambiental e do trabalhador e também pela análise de situação de saúde da população brasileira.

(Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Agência Brasi

dm.com.br

Somente nos últimos dois anos, mais de 8 mil unidades foram desativadas

Em oito anos, mais de 34,2 mil leitos do SUS foram fechados, diz CFM

Somente nos últimos dois anos, mais de 8 mil unidades foram desativadas. O levantamento foi feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) a partir de dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde. As especialidades com a maior quantidade de leitos fechados, em nível nacional, são psiquiatria, pediatria cirúrgica, obstetrícia e cirurgia geral. 

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, o fechamento de leitos aponta para má gestão das verbas do SUS. “A redução de leitos significa a diminuição de acesso a 150 milhões de brasileiros que recorrem ao SUS para atenção a saúde. Sem leitos de internação não há como o profissional médico prestar os seus cuidados ao paciente. Não podemos aceitar que pessoas deixem de ser atendidas por causa de leitos simples de internação”, afirmou.

O CFM pretende encaminhar o levantamento para parlamentares, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União.

Os dados mostram queda dos leitos em 22 estados e 18 capitais. A Região Sudeste apresentou a maior redução de leitos, com o fechamento de quase 21,5 mil em oito anos – o representa uma queda de 16% em relação ao número de leitos existentes na região em 2010. Só no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, 9.569 leitos foram desativados desde 2010. Na sequência, aparecem São Paulo (-7.325 leitos) e Minas Gerais (-4.244).

Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, a diminuição foi de cerca de 10% dos leitos no período apurado, com saldo negativo de 2.419 e 8.469, respectivamente. O Sul foi a região com a menor redução, tanto em números absolutos – menos 2.090 unidades -, quanto em proporção (-4%). Já no Norte, houve crescimento de 1%, com 184 leitos a mais.

Apenas cinco estados apresentaram números positivos: Rondônia (629), Mato Grosso (473), Tocantins (231), Roraima (199) e Amapá (103).

Entre as capitais, Rio de Janeiro teve a maior perda de leitos na rede pública (-4.095), seguida por Fortaleza (-904) e Curitiba (-849). Nove delas – Belém, Boa Vista, Cuiabá, Macapá, Palmas, Porto Velho, Recife, Salvador e São Luís – conseguiram elevar o indicador. 

Outra constatação é que enquanto a rede pública teve 10% dos leitos fechados desde 2010 (34,2 mil), as redes suplementar e privada aumentaram em 9% (12 mil) o número de leitos em oito anos. Conforme o levantamento, os leitos privados cresceram em 21 estados até maio de 2018. Apenas Rio de Janeiro e Maranhão sofreram decréscimos: 1.172 e 459 leitos.

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Com fórmula inovadora para queima de gordura, suplemento é o mais procurado por quem quer resultados super rápidos – a tempo para o verão

Laboratório fabricando suplemento após Anvisa liberar seu uso (Fonte: Anvisa) 

Quando alguém está acima do peso, não é só a estética que muda. O humor, a autoestima, a disposição e até a qualidade do sono ficam comprometidos. Em alguns casos podem surgir doenças como pressão alta, diabetes e até câncer. E tudo o que a pessoa mais deseja é solucionar esse problema para voltar a ter uma vida normal, não só vestindo o que deseja como tendo a certeza de que a saúde está em diaRecentemente, a Anvisa liberou o uso de um suplemento muito buscado entre os atores e atrizes da Tv principalmente quando eles precisam emagrecer rapidamente entre um personagem e outro. Você já deve ter visto muitos casos desses na telinha não é mesmo? Emagrecer não depende apenas do que você come, mas também de como seu organismo funciona

A Palavra Chave é Metabolismo

Nem pense em pular o jantar ou viver de alface… O sucesso do seu plano para dar um fim nas gordurinhas não depende só das calorias que você consome. O metabolismo, ou seja, o modo como o seu organismo transforma essas calorias em energia, tem papel fundamental. A velocidade com que as calorias são gastas é determinada geneticamente. Todo mundo conhece alguém que parece ter o metabolismo perfeito não é? Independentemente do que coma ou quantas vezes se exercita, esse tipo de pessoa mantém uma cinturinha fina e sempre parece ter muita energia. Mas nem todo mundo tem essa sorte. Por outro lado, quem tem o metabolismo lento possui uma grande dificuldade de perder peso. Mas tudo na vida tem jeito e, se você é uma destas pessoas commetabolismo de tartaruga, não se desespere. Professora de escola infantil se surpreende após perder 19,5 Kg em 5 meses e quase não ser reconhecida por alunos após uso do referido composto

Elizabete Polasque com 84,5Kg

Foi esta a solução encontrada pela professora Elizabete Polasque, 32 anos, natural de Florianópolis-SC. Depois demuitas frustações, dietas malucas e remédios que não cumpriam o prometido, Elizabete, já estava começando a aceitar o fato de que iria ter que conviver com o excesso de peso a vida toda. Foi quando ela viu uma matéria em um famoso programa da TV aberta, sobre assuntos do dia a dia em que os convidados falavam de casos exatamente como o dela: de mulheres que vinham lutando contra o seu peso, e pareciam nunca conseguir vencer. Nessa mesma matéria, porém, algumas mulheres afirmavam que conseguiram contornar o problema adicionando um “superalimento” à sua dieta chamado NewLife Pro. A própria apresentadora do programa, admitiu que passou a consumir NewLife Pro por recomendação médica, e acabou emagrecendo ​8 kg em apenas 2 meses. Mesmo estando um pouco cética, Elizabete pensou que não tinha nada a perder e resolveu tentar também. Para a sua surpresa, essa decisão mudou sua vida. Após um tratamento de 5 meses com o Newlife Pro , a professora ​emagreceu 19,5 kilos. 

Elizabete Polasque após perder 19,5Kg

Elizabete conta que o tratamento foi bem simples. Primeiro ela encomendou o pacote através do Site Oficial clicando aqui. Depois de 7 dias ela conta que recebeu na porta de casa seu pedido, tudo veio corretamente. Ela Explica “Eu consumia 2 pílulas por dia, cada uma aproximadamente 30 minutos antes das principais refeições e pronto!”. Ela ainda revela “Eu poderia ter emagrecido muito mais se tivesse seguido uma alimentação mais saudável com a prática de exercícios, mas não foi meu caso. Eu estava passando por uma fase muito difícil com a autoestima bem baixa, mas hoje sinto prazer e orgulho de me olhar no espelho. Conquistei isso graças ao NewLife Pro , não precisei de nenhum remédio faixa-preta ou cirurgia”, diz a professora.

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Ajuda para diminuir gases

Outra vantagem da manga é a redução dos gases intestinais. Pesquisadores descobriram que a ingestão pode diminuir a quantidade de gás metano proveniente da fermentação de alimentos no intestino e a sensação de estufamento. Receita: Aprenda a fazer este fudge low carb com pasta de amendoim As descobertas podem até diminuir o preconceito que algumas pessoas têm com a fruta: apesar de ser calórica (são 60 cal em 100 gramas), se ingerida em porções pequenas, você só tem a ganhar! Que tal incluí-la na lista de supermercado?

boaforma.abril.com.br

Dor nos seios antes da menstruação
Foto Shutterstock

Sempre sinto muita dor nos seios antes da menstruação. Isso é uma coisa normal?

*Pergunta enviada pela leitora Julia F.

Conhecido também como mastalgia, a dor nos seios antes da menstruação pode ser dividida em cíclico, que está diretamente ligada com o período menstrual, e acíclico, sem relação com o ciclo.

“Alterações hormonais ou nutricionais, como a ingestão de muito café, e até psicológicas, como o estresse emocional, podem ser as principais causas”, explica Maria Julia Calas, mastologista e médica radiologista da Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI), do Rio de Janeiro. “O primeiro passo é acalmar a paciente, explicando que essa condição é benigna e que não há aumento no risco de desenvolver um câncer de mama. Ela geralmente desaparece dentro de alguns dias. No caso de dores intensas, é recomendado procurar o médico para realizar exames ginecológicos para diagnóstico e tratamento correto”, orienta. Para resolver o problema pontualmente, analgésicos podem ser prescritos, mas, no longo prazo, é bom investir em mudanças simples de hábito, que geralmente já resolvem, como uma dieta com menos gorduras, menor consumo de cafeína ou abandono do cigarro.

Se não são os seios, o que pode ser?

A mastalgia acíclica e extramamária tem vários tipos de causas, como cistos (conhecidos como os tumores benignos e que as mulheres não devem se preocupar), trauma no tórax, herpes zoster, fibromialgia, dor no ombro, refluxo gastroesofágico, cálculos na vesícula, infecção da mama chamada mastite e até algumas medicações hormonais.

Tempo normal de dor nos seios

De um a quatro dias é o período que costuma durar a mastalgia cíclica, que ocorre na fase pré-menstrual. Algumas mulheres, contudo, podem sentir dores de moderada e intensa com duração de 4 a 14 dias antes de menstruar.

womenshealthbrasil

ouvidoria sus

Seja por telefone, internet, pessoalmente ou até por meio carta, o Ministério da Saúde quer ouvir o que o cidadão tem a dizer sobre o Sistema Único de Saúde (SUS). E vale de tudo: solicitar, sugerir mudanças, denunciar, elogiar. A Ouvidoria do SUS funciona como um canal direto entre usuários do SUS e a gestão do Sistema. A participação popular é fundamental para que estes canais possam cumprir o objetivo de melhorar os serviços de saúde para a população.

Você conhece, por exemplo, o 136? Criado em 2011 para substituir um antigo 0800, o telefone de contato 136 é gratuito de qualquer lugar do Brasil, independentemente de ser chamada de telefone fixo ou celular. De fácil memorização, o Disque Saúde, como é conhecido, é um serviço de utilidade pública para os cidadãos brasileiros. 

“A procura do usuário do SUS pelos serviços da Ouvidoria é o nosso maior objetivo. Queremos garantir e dar voz ao cidadão”, destaca Gerlane Baccarin, secretária de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde. É possível, por exemplo, tirar dúvidas sobre vacinação, uso de preservativos, sobre os tratamentos oferecidos pela rede pública de saúde e muito mais.

Como funciona o 136 

Segundo Gerlane Baccarin, as ligações recebidas pelo 136 são de todos os tipos, mas algumas demandas são recorrentes, como pedidos de consultas, atendimentos e tratamentos e reclamações sobre recursos humanos e estabelecimentos de saúde. “A Ouvidoria transforma cada manifestação em importante ferramenta de gestão, bem como a transparência das ações prestadas à população. Ela visa o aprimoramento do atendimento”, explica a secretária.

No caso do 136, ele não é um canal apenas para os usuários do SUS, as ligações de profissionais de saúde também são bem-vindas. O conteúdo para este público em específico é feito especialmente pelas equipes técnicas do Ministério da Saúde.

Depois de acionada pelo Disque Saúde, a Ouvidoria SUS registra, analisa, encaminha e acompanha cada pedido, reclamação, sugestão ou crítica feita pelo cidadão até que ele possa receber uma resposta. Esse processo também vale para mensagens recebidas via internet, por cartas ou em postos de atendimento pessoalmente.

Veja os canais da Ouvidoria do SUS

• Internet – Formulário Web;

• Telefone – Disque Saúde 136 (ligação gratuita);

• Correios – Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS/DOGES; Endereço: SRTVN Qd 701 – Via W5 Norte, Lote D, Ed. PO 700, 5º andar, 70.719-040 – Brasília/DF.

Tabagismo mata 428 pessoas por dia no Brasil
 

Em 2018, a campanha direcionada pela Organização Mundial da Saúde terá como slogan “O Fumo destrói corações: escolha a saúde, não o tabaco”. A referência é para esclarecer a população sobre a relação entre o fumo e as doenças cardiovasculares. Com o tema, a campanha da OMS busca esclarecer a população sobre a relação entre o tabaco e as doenças cardiovasculares.

É preciso que as pessoas se conscientizem cada vez mais de que o tabagismo é uma doença, uma dependência química e que pode ser evitada de forma simples. O primeiro passo é não fumar, parece óbvio, mas é o caminho. Já para os fumantes, é possível parar com atitudes como escolher uma data marcante para ser o primeiro dia sem cigarro, isso tende a aumentar as chances de sucesso e no lugar acabar colocando outros hábitos que sinta prazer, para relaxar e se distrair.

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