Dr. Antônio Segundo Neto

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

lavar as mãos - caimacanul

Uma parceria firmada no Hospital Federal da Lagoa (HFL) entre a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), o setor de Qualidade e Segurança e o setor Lagoa Voluntário, trouxe um reforço para mobilizar os profissionais da unidade a aderirem à campanha de higienização das mãos (Meta 5 do Manual de Segurança do Paciente – Anvisa/MS). Intitulada “Marque dois pontos – higienize suas mãos” a campanha, iniciada no dia 29/09, promoveu a instalação de dispensadores com álcool gel ao lado dos aparelhos de ponto eletrônico, localizados no saguão do prédio principal do hospital. 

“Para o profissional de saúde a higienização das mãos é mais do que uma recomendação, é uma obrigação. Tanto para se proteger de uma possível infecção, quanto para garantir a segurança dos pacientes”, afirma Pedro Cirilo, diretor do HFL.

O coordenador do setor Lagoa Voluntário, Paulo Cerdeira Campos, conta que a ideia ganhou forma em uma conversa com um dos voluntários. “Estava com o nome e a ideia da campanha na cabeça e comentei com o voluntário Paulo Bogossian, cuja filha trabalha como designer. Ela se encarregou da arte e indicou o profissional que confeccionou e aplicou os adesivos, sem cobrar a mão de obra. Então, solicitamos à direção a instalação dos dispensadores de álcool gel, já disponíveis no hospital”.

“Os relógios de ponto também podem ser difusores de infecção hospitalar. São pelo menos quatro marcações por dia de cada funcionário. Já que é obrigatório marcar o ponto, então, porque não higienizar as mãos durante o processo? Pensando assim, criamos um ‘cenário’ de conscientização e prevenção de infecção hospitalar”, explica Paulo Cerdeira.

A Técnica de Enfermagem do HFL, Patricia Rosa Rodrigues, aprovou a iniciativa. Para a servidora, a ideia da campanha funciona como uma permanente lembrança da responsabilidade compartilhada por todos os funcionários do hospital. “Achei o design criativo, bem humorado e super pedagógico. O local é estratégico, na entrada principal do hospital. Não há como passar despercebido. Nos lembra deste gesto tão simples e fundamental. Ponto para a equipe do setor Lagoa Voluntário!”

Segundo a OMS, a higienização adequada das mãos por parte dos profissionais de saúde poderia reduzir em 50% as mortes decorrentes de infecções hospitalares e em cerca de 70% o contágio.

Texto: Adriano Schimit

O médico urologista Dr. Antônio Segundo, estará atendendo no PRONTOLAB de Santa Terezinha PE, neste dia 21/10/17, a partir das 7 hs  da manhã. Faça sua consulta e previna-se de possíveis doenças. O PRONTOLAB agora conta com uma equipe de médicos especializados e renomados.

Quando pensa em frutas vermelhas, você logo se lembra de mirtilo, framboesa, cranberry, cereja? O jambo-vermelho, originário da Ásia, mas popular no Norte e no Nordeste do Brasil, também entra nessa categoria e traz muitos benefícios à saúde – sem custar tanto. Rico em polifenóis, com destaque para as antocianinas, ele fortalece o sistema imunológico e combate os radicais livres.

Cientistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp acrescentam outro achado: a prevenção do ganho de peso. O estudo em ratos mostrou que o jambo favorece o metabolismo e reduz a massa gorda. Mais do que na hora de valorizarmos essa fruta gringa com alma brasileira!

A forma como você se alimenta tem total influencia no funcionamento do seu organismo. Confira quais ingredientes podem dificultar sua digestão

Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

Você costuma ter aquela sensação de estar “estufada” logo após suas refeições? Isso pode ser um sinal de que você não está escolhendo os alimentos corretos. 
De acordo com Haline Dalgaard, nutricionista e idealizadora da plataforma “Saúde no Prato”, este efeito de inchaço acontece porque alguns alimentos fermentam o nosso processo digestivo, causando o incômodo. A profissional ressalta que é importante deixar claro que não é necessário retirar estes alimentos do cardápio, até porque muitos deles são boas fontes de nutrientes. “Os transtornos de digestão são muito individuais. O importante é conhecê-los e saber identificar que tipo de alimento pode estar dificultando a sua digestão”, explica ela.
Para te ajudar a amenizar e controlar a sensação de inchaço, Haline listou alguns alimentos que dificultam a digestão. Confira:
Açúcares, mel, xarope de milho, por serem fontes de monossacarídeos, carboidratos simples.
Farinhas refinadas, por não possuírem fibras, fornecem carboidratos suscetíveis a fermentação, aumentando o desconforto gastrointestinal).
Leites e derivados , quando a lactose causa fermentação e desconforto no indivíduo.
Adoçantes como xilitol, manitol e sorbitol muito usado em balas e chicletes dietéticos.
Algumas verduras , como couve, repolho, couve-flor e chicória, legumes, como beterraba ecenoura e frutas como melancia, caqui e  manga.
Grãos como: feijões e ervilhas.

corpoacorpo

A nutricionista Carla Caratin explica que a melhor maneira de consumir o limão é in natura, logo após partir. - Créditos: Reprodução
A nutricionista Carla Caratin explica que a melhor maneira de consumir o limão é in natura, logo após partir. / Reprodução

Rico em vitamina C, o limão é conhecido popularmente por ajudar na prevenção de gripes e resfriados. Mas a fruta guarda outros importantes benefícios para a saúde. A nutricionista Carla Caratin destaca a ação antioxidante do limão.“E quando eu penso em ação antioxidante, a gente pode pensar em prevenção de alguns tipos de câncer e até coisas mais cotidianas como fortalecimento de unha, de cabelo, melhora na qualidade da pele e na desintoxicação do organismo”, explica Caratin. O limão também tem efeito diurético. Isso significa que ele pode auxiliar no bom funcionamento do rim e impedir a retenção de líquido no corpo. “Até pode ser usado como auxílio para pressão alta, porque essa ação diurética dele vai fazer com que a gente faça a água circular melhor no nosso organismo”, acrescenta a nutricionista. As gestantes podem usar o limão como aliado para reduzir os enjoos que ocorrem nos primeiros meses da gravidez. Caratin explica que a melhor maneira de consumir a fruta é in natura, logo depois de partir: “Se a gente, por exemplo, fizer um suco e ele ficar muito tempo antes de ser consumido a gente vai perder grande parte dessa vitamina C”.

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Em agosto, o número de novas vagas de trabalho com carteira assinada somou 35.457, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (22) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.Segundo o Caged, agosto foi o quinto mês seguido com mais vagas de trabalho formal abertas do que fechadas no país. No mês anterior, julho, foram gerados mais 35.900 postos de trabalho com carteira assinada.De janeiro a agosto deste ano, o mês de abril foi o que apresentou melhor resultado: 71.193 novas vagas em postos de trabalho formal.

Regiões

A Região Nordeste foi a que gerou mais postos de trabalho com 19.964 vagas. Em seguida, vêm a Região Sul, com 5935 vagas; o Centro-Oeste, com 4655; o Norte, com 3.275; e o Sudeste 1628 postos. De acordo com o ministério, a média salarial de admissão no país ficou em R$ 1.482,07. A Região Sudeste aparece com a maior média (R$ 1.600,31).

Em seguida, aparecem as regiões Sul (R$ 1441,12); Centro-Oeste (R$ 1.369,69), Norte (R$ 1293,60) e Nordeste (R$ 1.246,48).

No acumulado do ano, o saldo é de 163,4 mil novos postos, um aumento de 0,43% em relação ao estoque de dezembro de 2016. Os setores de serviços, com 23.299 postos; indústria de transformação, com 12.873, e comércio, com 10.721, puxaram a alta. Em seguida, vêm construção civil, com 1.017 vagas, e administração pública, com 528 postos. O crescimento no setor de serviços foi puxado pelos subsetores de ensino; serviços médicos, odontológicos e veterinários; administração de imóveis e serviços técnicos. Já os setores de agricultura, serviços industriais de utilidade pública e indústria extrativa mineral apresentaram queda no número de vagas. Foram reduzidos 12.412 postos na agricultura, 434 em serviços industriais de utilidade pública e 135 na indústria extrativa mineral.

atenção

A partir da demanda dos gestores municipais, o Ministério da Saúde reconheceu um novo formato de atendimento à população: as Equipes de Atenção Básica (EAB). Elas atuam prevenindo doenças e promovendo a saúde. Agora, o Ministério começa a colaborar com os municípios para que essas equipes – que já existem e recebem apenas investimento municipal – continuem seu importante trabalho, que hoje atende em torno de 10% da população do Brasil.

O coordenador-geral de acompanhamento e avaliação Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Allan Nuno, explica que a pasta trabalha na perspectiva de cada vez mais dialogar com a realidade dos municípios. “É preciso que se reconheça que existem outros jeitos de fazer Atenção Básica. Esta é uma expansão do olhar do Ministério da Saúde para além daquilo que a gente vem fazendo nos últimos anos”, destaca.

Nuno ressalta que o atual modelo de organização da Atenção Básica, por meio da Estratégia Saúde da Família, é eficaz e continua sendo o formato prioritário e receberá o maior recurso financeiro. “Mas percebemos que havia uma dificuldade de implantação do modelo de Saúde da Família em algumas localidades. Hoje temos quase 30% da população, ou seja, 60 milhões de brasileiros, que não têm cobertura de Saúde da Família”, diz.

Estímulo
Com o reconhecimento do Ministério da Saúde, as Equipes de Atenção Básica receberão recursos federais e vão seguir princípios e diretrizes previstos na PNAB. Além disso, há a possibilidade dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família também apoiarem as Equipes de Atenção Básica.

Outro benefício é a capacitação dos profissionais. “Na hora que a gente começa a formar essas equipes e reconhecer a existência delas, certamente as ofertas de capacitação e treinamento também vão ser expandidos. Esses trabalhadores também vão ser alvo de investimentos para formação e qualificação seu trabalho”, garante o coordenador-geral do DAB.

Para o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Michele Caputo, este é um avanço para o atendimento da população. “Toda política está condicionada a ser revisada. A partir de agora, os municípios terão autonomia para reorganizar a Atenção Básica local e serão estimulados a colocar em prática o novo modelo”, explica.

Saúde da Família
A nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) amplia o número de equipes aptas a receber recursos. Ou seja, as prefeituras que mantinham equipes de atenção básica de modalidades diferentes da Estratégia Saúde da Família (ESF) poderão solicitar apoio financeiro ao Ministério da Saúde. A nova legislação mantém o mínimo de profissionais para a ESF (médico, enfermeiro, auxiliar e/ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde), garantindo a qualidade do atendimento. A nova PNAB recomenda que em áreas de grande dispersão territorial, áreas de risco e vulnerabilidade social a cobertura de ACS seja para 100% da população.

Para que o Ministério da Saúde conheça, acompanhe e torne possível o repasse de recursos, as Equipes de Atenção Básica deverão alimentar regularmente o sistema de informação.

Apesar do reconhecimento, no entanto, o Ministério da Saúde espera que essas equipes tenham um caráter transitório. “A gente quer é que todos, em algum momento, se convertam em equipes da Estratégia Saúde da Família”, destaca Allan Nuno.

Há divergências no quantitativo de medicamentos encaminhados pelo MS e os recebidos nos estados

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) divulga o resultado da avaliação das etapas do fluxo de operacionalização do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), política do Ministério da Saúde (MS) de apoio financeiro para aquisição e distribuição de medicamentos no SUS. O objetivo foi analisar a confiabilidade dos sistemas de informação utilizados; conformidade na programação e entrega de remédios; monitoramento de controles de armazenamento, validade e distribuição dos insumos; entre outras questões. 

O tema foi selecionado em razão de os medicamentos contemplados pelo CEAF serem de maior impacto financeiro, indicados para doenças mais complexas, para os casos de refratariedade ou intolerância à primeira e/ou à segunda linha de tratamento e por aqueles que se incluem em ações de desenvolvimento produtivo no complexo industrial da saúde. Outro fator de escolha foi a materialidade do programa – em 2016, o volume de recursos federais disponibilizados para o CEAF foi da ordem de R$ 6,4 bilhões. 

O relatório consolida dados obtidos em nível federal, na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), e em 25 Secretarias Estaduais de Saúde (SES). 

Acesse, abaixo, os relatórios individuais :

UF Ação de Controle  Link do Relatório
AC 201408196 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9264.pdf
AL 201408211 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9684.pdf
AM SES não fiscalizada neste trabalho
AP 201408213 https://auditoria.cgu.gov.br/download/7788.pdf
BA 201408214 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9685.pdf
CE 201408215 Relatório em fase final de ajustes
DF 201408216 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9621.pdf
ES 201408217 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9806.pdf
GO 201408218 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9807.pdf
MA SES não fiscalizada neste trabalho
MG 201408220 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9808.pdf
MS 201408221 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9809.pdf
MT 201408222 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9810.pdf
PA 201408223 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9811.pdf
PB 201408224 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9812.pdf
PE 201408225 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9434.pdf
PI 201408226 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9813.pdf
PR 201408227 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9814.pdf
RJ 201408228 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9714.pdf
RN 201408229 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9815.pdf
RO 201408230 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9816.pdf
RR 201408231 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9523.pdf
RS 201408232 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9817.pdf
SC 201408233 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9818.pdf
SE 201408234 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9821.pdf
SP 201408235 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9822.pdf 
TO 201408236 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9174.pdf

Conclusões 

A CGU constatou que o monitoramento e o controle realizados pelo Ministério da Saúde junto às Secretarias Estaduais eram incipientes ou ausentes. Apesar de existirem sistemas para o acompanhamento da execução dessa política pública, as ferramentas não são utilizadas pela maioria das unidades. Como consequência, há divergências no quantitativo de medicamentos encaminhados pelo MS e os recebidos nos estados; perda de remédios; falhas na dispensação de medicamentos; e aquisições mal dimensionadas ou por valores acima do preço máximo de venda do governo. 

Tais situações contribuem para que ocorra o desabastecimento de medicamentos e podem levar à descontinuidade no tratamento do beneficiário. Além disso, a falta de um controle eficaz dos estoques cria um ambiente propício à ocorrência de desvios. 

Quanto às etapas de responsabilidade dos Estados, foram encontradas inconsistências para todos os quesitos analisados, entre os quais: entrega de remédios com quantidades (8%), cronograma (28%) e prazo de validade (28%) diferentes do especificado nos editais ou nos instrumentos contra­tuais com fornecedores; inadequações nas condições de armazenagem (36%); divergências entre estoque físico e os controles de estoques apresentados (56%); e descarte de medicamentos devido à expiração do prazo de validade ou das más condições de armazenagem (44%).

Recomendações e providências 

A CGU efetuou recomendações ao gestor federal para correção das falhas verificadas: 

  • Criação de uma equipe para monitorar e avaliar a política (vale destacar que a SCTIE já criou uma coordenação-geral responsável por essa atividade);
  • Redução do prazo de início da integração entre os sistemas das SES e o MS;
  • Conclusão da integração das informações das SES para a formação da Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS;
  • Desenvolvimento de método automatizado de cálculo para programação das compras centralizadas de medicamentos pelo MS; e
  • Desenvolvimento de painel que analise dados dos medicamentos estocados nos estabelecimentos de saúde estaduais, possibilitando remanejamentos, quando couber, a outros estados da federação. 

O monitoramento da implementação das recomendações pelo Ministério da Saúde está sob o acompanhamento permanente da CGU.

   

O médico especialista em urologia, Dr. Antonio Segundo, está atendendo nas cidades acima citadas. Em Santa Terezinha atenderá no PRONTOLAB no dia 12 de agosto,  às 7:30 hs.

       Na cidade de Santa Terezinha PE, o mesmo está atendendo no PRONTOLAB, numa parceria com este laboratório. Localizado na Rua Silvino Leite, nas proximidades da Escola do Estado (EREM-ST). 

         Parabenizamos o Dr. Fábio, empreendedor do Prontolab, pela iniciativa de parceria com alguns médicos especialistas, evitando assim o deslocamento das pessoas para outras cidades. Além do médico citado, o Prontolab está com parceria com os seguintes medicos: Dr. Antonio Fernandes (endocrinologista), que atenderá no dia 21 de julho, às 14 hs. Dr. Cláudio Roberto (ultrassonografia), atenderá dia 05 de agosto às 7:30 hs.  O telefone para contato no PRONTOLAB de Santa Terezinha-PE é (87)98838.7484

“Colesterol” é uma daquelas palavras que escutamos constantemente, mas que de fato poucos compreendem o que é. Suscita temor e vem associada a doenças e problemas de saúde.

O colesterol é acusado de entupir artérias e causar ataques cardíacos.

Mas, o fato é que o colesterol é nada menos do que essencial para a vida. É usado para sintetizar diversos hormônios necessários para o bom funcionamento do organismo, como o estrogênio, a progesterona e a testosterona. É também o colesterol que interage com os raios do sol para produzir a vitamina D, um pró-hormônio responsável por regular mais de 2000 funções do corpo, incluindo a imunidade, a ?xação de cálcio nos ossos e a saúde do cérebro. O colesterol é encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais e também funciona como antioxidante protegendo tecidos e restaurando as paredes arteriais.É de tamanha importância que entre 80% e 90% é fabricado pelo próprio corpo. Portanto, o colesterol ingerido através da alimentação tem um impacto muito pequeno sobre os níveis de colesterol sanguíneo.

Sabendo de tudo isso, será que há motivos reais para temer o colesterol e controlar tão rigidamente sua quantidade? E se é tão importante, por que é tão mal falado?

O “MITO” DO COLESTEROL

Como sabemos, a ciência avança através de testes, erros, acertos, revisões e confirmações, até que um conhecimento sólido, objetivo e coerente se estabelece. O que ocorreu e ainda ocorre com o colesterol é a difusão de informações parciais e fora de contexto que foram se misturando com interesses da indústria alimentícia e farmacêutica e foram se consolidando numa parcela da medicina mais convencional e na opinião popular. Ou seja, informações de testes iniciais, especulações, experimentos nada conclusivos acabaram sendo utilizados para gerar temor na população e lucro para alguns setores. Lembre-se, a teoria de que o colesterol causa problemas cardíacos é apenas uma teoria, e uma teoria que está sendo cada vez mais desacreditada. O mal-entendido sobre o colesterol começa há mais de 100 anos, em um experimento feito em coelhos, no começo de 1900. Neste experimento, foram utilizadas dosagens altíssimas em um organismo de ?siologia e metabolismo completamente diferentes do ser humano.  Além disso, foi utilizado colesterol puri?cado e oxidado. Neste experimento, as artérias do coelho estavam obstruídas por placas que continham colesterol. Concluíram que o colesterol entope as artérias. No entanto, coelhos não são feitos para ingerir colesterol, já que o colesterol é uma substância presente apenas em alimentos de origem animal e o coelho é um herbívoro.

Em 1956, o russo David Kritchevsky, “complementou” o experimento ao alimentar coelhos com óleos poli-insaturados observando que neste caso, a placa aterosclerótica não se formava.

Afirmou ser o colesterol o produtor da aterosclerose no coelho, e propunha a diminuição de gorduras animais e o uso dos óleos poli-insaturados vegetais para reduzir os níveis de colesterol. Extrapolar o que aconteceu com o coelho nestas condições para o que ocorre com o ser humano, cujo consumo de produtos ricos em colesterol foi peça pivotal de sua evolução fisiológica, é de fato, absurdo. Em 1955, Ancel Keys sugeriu em uma conferência que as doenças coronarianas seriam provocadas pelo acúmulo de gorduras saturadas e colesterol. Após isto, Keys iniciou um estudo populacional baseado em estatísticas governamentais que foi publicado em 1978, e ficou conhecido como “O Estudo dos Sete Países”, no qual reafirma a hipótese inicial da correlação entre o consumo de gordura saturada com doenças cardíacas em sete países. Acontece que o estudo é muito falho, e uma de suas principais críticas é a escolha de dados que se encaixem em suas ideias, enquanto outros dados importantes são descartados: o famoso “cherry picking”. Havia informações disponíveis de 22 países, mas foram selecionados apenas os países que melhor se encaixavam na proposta, enquanto que os dados dos outros 15 países não foram incluídos. Alguns deles como Alemanha, México, Dinamarca, Noruega e Holanda mostram alto consumo de gordura saturada e baixa incidência de doenças cardíacas. A partir do começo da década de 1960, campanhas e propagandas solidificaram e espalharam a noção equivocada de que gordura saturada e produtos de origem animal são prejudiciais à saúde e que produtos recém inventados, como óleo refinado de milho, margarina, leite desnatado e cereais matinais eram as escolhas certas e saudáveis.

Em 1977, o governo norte-americano publicou o documento “Diretrizes Alimentaras para os Americanos”, que enfatizou que as epidemias de doenças cardiovasculares, câncer, hipertensão e diabetes estavam relacionadas ao consumo de carne, gordura saturada, colesterol e açúcar.

Este relatório serviu de base para a famosa pirâmide alimentar e as diretrizes recomendadas mundialmente por órgão oficiais pelos próximos 35 anos.

E assim, o que era apenas especulação advinda de experimentos rudimentares e estudos observacionais foi ganhando status de verdade científica indiscutível e alimentos nutritivos e saborosos, como ovos, queijos e manteiga passaram a ser eliminados do cardápio de muita gente.

Os anos se passaram, mais pesquisas foram feitas e atualmente esta hipótese de que o colesterol em alimentos ou mesmo níveis elevados de colesterol sanguíneo causem problemas cardíacos é insustentável.

No entanto, baseados neste conhecimento obsoleto, muitos ainda estão trocando gorduras tradicionais utilizadas há milênios, inclusive por populações com taxas de doenças cardiovasculares de quase zero, por óleos industriais, de uso recente.

Os óleos vegetais refinados, já estão oxidados nas garrafas e causam estresse oxidativo no corpo, que propicia diversos problemas de saúde.  Além disso, estes óleos contêm excesso de ômega 6, que leva a processos in?amatórios, também conectados a diversas doenças, inclusive cardiovasculares.

Nem o colesterol presente nos alimentos, nem a gordura saturada natural são responsáveis por problemas cardíacos ou obesidade.

E OS RISCOS RELACIONADOS AO COLESTEROL? E O COLESTEROL RUIM?

O colesterol é na verdade um esterol, um tipo de álcool. Não é gordura, e a gordura não aumenta o colesterol. O colesterol é utilizado pelo corpo para reparar tecidos danificados e combater inflamações,portanto o colesterol alto pode indicar que o corpo esteja passando por dificuldades, mas não significa que o colesterol esteja causando as dificuldades.

Primeiramente precisamos saber que as siglas LDL e HDL se referem a lipoproteínas, que são responsáveis por transportar o colesterol pela corrente sanguínea. Tanto o HDL quanto o LDL desempenham funções importantes para a saúde. O HDL transporta o colesterol dos tecidos para o fígado, e pelo fato de transportar o colesterol para ser reciclado ou excretado, o HDL foi considerado bené?co, já que estaria retirando o colesterol do sangue. O LDL transporta o colesterol fabricado no fígado para o resto do corpo e diversos tecidos. Por estar levando colesterol para o sangue, o LDL ?cou conhecido como “ruim”. O colesterol, principalmente o LDL pode estar presente na placa de ateroma – que causa o famoso entupimento das artérias, mas isso não significa que o colesterol cause a formação desta placa, assim como encontrar bombeiros no incêndio não significa que eles causem o incêndio ou encontrar policiais na cena do crime, não quer dizer que são os policiais os agentes do crime.Muitas vezes o colesterol alto está indicando alguma inflamação interna que precisa de um cuidado maior. Baixar o colesterol não vai curar a inflamação, vai apenas tirar de cena este sinalizador específico que está tentando equilibrar o organismo.

Mas, além da quantidade, a qualidade do colesterol é importante.

O excesso de açúcar e carboidratos e a atuação de radicais livres, muitas vezes provenientes dos óleos vegetais, oxidam e “caramelizam” partículas de LDL, que se tornam prejudiciais.

Outros fatores podem revelar mais sobre a sua saúde do que o nível do colesterol total. Os triglicerídeos altos, por exemplo, são uma indicação clara de que algo não está bem e que mudanças precisam ser feitas. Uma maneira de avaliar a qualidade do seu colesterol e os indicadores de risco, é através das relações entre cada valor mostrado no seu exame. Para conhecer mais e entender melhor estas relações, além de outros aspectos importantes sobre o assunto, baixe um livro digital gratuito, com informações atualizadas e referências científicas, aqui: Colesterol: Mitos e Verdades

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Recurso será utilizado para aquisição de 6,5 mil veículos para transporte eletivo de pacientes que necessitam de locomoção para os serviços de saúde

O Ministério da Saúde liberou R$ 520 milhões para aquisição de 6,5 mil ambulâncias brancas usadas no transporte sanitário. Esses veículos são usados no transporte de pacientes que necessitam de locomoção para os serviços de saúde, além de garantir o transporte de pacientes entre municípios e serviços de referência em outras cidades. Essa ação facilita o acesso a consultas, exames e internação para cirurgias eletivas, beneficiando diretamente milhões de pessoas em todo o Brasil.

Portaria publicada nesta semana regulamenta o investimento para aquisição desses veículos utilizando recursos programáticos da pasta, o que facilita o acesso da gestão local à ampliação desses serviços, de forma menos burocrática e mais ágil, tendo em vista que até então esse tipo de ambulância só poderia ser adquirida por meio de emendas parlamentares. A compra será feita pelo Ministério da Saúde, de forma centralizada, e a distribuição aos municípios se dará de acordo com critérios a serem estabelecidos.

“Em julho, já havíamos anunciados a compra dessas ambulâncias. Agora, estamos oficializando esse compromisso com todo o Brasil, uma vez que os 5.570 municípios estão aptos a receber as novas ambulâncias, desde que tenham indicação parlamentar. Vamos priorizar, nesse momento, os municípios menores, porque são as regiões que mais precisam de atenção e investimento na área de saúde nesse momento”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Ainda dentro do critério de distribuição, os municípios que tiverem até 20 mil habitantes poderão receber uma ambulância; os que tiverem de 21 mil a 50 mil, até duas; os que tiverem de 51 mil a 100 mil, até três, e os municípios que tiverem mais de 100 mil habitantes poderão receber até quatro ambulâncias.

NOVAS AMBULÂNCIAS – Em julho, o Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 467,6 milhões para a compra de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e 1.000 vans para atender as necessidades da população.

Das ambulâncias do SAMU, o Ministério da Saúde irá ofertar 1.098 unidades para renovação da frota existente, com mais de cinco anos de uso. Outras 402 serão destinadas para expansão da oferta.  A medida irá beneficiar 134 regiões que não possuem esse tipo de serviço. Com isso, a cobertura da população chegará a 83,4%. Atualmente, o País possui 3.215 ambulâncias em funcionamento, com custeio de mais de R$ 1 bilhão. Só nessa gestão, outras 929 ambulâncias estão sendo adquiridas para renovação e expansão.

AÇÕES DE GESTÃO – Em mais de um ano de gestão, o ministro Ricardo Barros economizou R$ 3,8 bilhões de recursos sendo totalmente reinvestidos na habilitação de novos serviços. Do total de recursos, a pasta liberou R$ 2 bilhões para o custeio de 12.138 novos agentes comunitários de saúde, 3.103 novas equipes de Saúde da Família, 2.299 novas equipes Bucal, 882 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, 113 novas equipes de Saúde Prisional e 34 novos consultórios na rua.

A medida, que beneficia 1.787 municípios e representa cobertura de mais 22 milhões de pessoas na atenção básica, também prevê o credenciamento de 34 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) e a aquisição de 10 mil cadeiras para consultórios odontológicos, com raio-x, que funcionam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde

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Em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou a publicação “Saúde e sexualidade de adolescentes”. A obra é resultado de uma série de debates entre adolescentes, profissionais da OPAS/OMS, Ministério da Saúde e academia. As contribuições foram feitas em uma oficina técnica realizada em 2016. Um dos objetivos da iniciativa foi identificar as necessidades e superar os desafios que adolescentes do Brasil enfrentam, respeitando os direitos humanos e a promoção da equidade de gênero. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 17,9% da população brasileira é composta por adolescentes – pouco mais de 34 milhões de pessoas.

De acordo com a publicação, “a adolescência é uma época de descobertas, onde as pessoas geralmente buscam autonomia sobre decisões, emoções e ações. Trata-se, dessa forma, de um momento de exploração intensa das identidades sexuais e de gênero”.

Por isso, em muitos casos, ainda segundo a obra, “as buscas e experimentações dessa faixa etária possibilitam uma maior exposição às violências e aos comportamentos de riscos, tais como o abuso de álcool e de outras drogas, que podem resultar em uma maior suscetibilidade às infecções sexualmente transmissíveis e em uma gravidez não desejada”. Por isso, uma atenção especial ao envolvimento de adolescentes e jovens em discussões e decisões para o fortalecimento de uma resposta nacional da saúde é fundamental.

Eixos de debate

A publicação é dividida em três seções. A primeira apresenta a síntese das mesas de discussão com vistas ao panorama geral da saúde integral no Brasil e no mundo. A segunda parte, por sua vez, traz a sistematização dos serviços especializados apresentados durante a oficina – bem como as soluções para o enfrentamento dos desafios encontrados na oferta de serviços para atenção integral ou especializada de adolescentes.

A terceira e última seção aborda os desafios identificados e as propostas sugeridas para o aprimoramento de políticas voltadas para a saúde e sexualidade de adolescentes.

Saúde dos adolescentes em nível global

Dados da OMS revelam que a população mundial é composta por 1,2 bilhão de adolescentes – ou seja, uma em cada seis pessoas no mundo tem idade entre 10 e 19 anos. A maior parte desse grupo vive uma vida saudável, mas ainda existem registros substanciais de casos de mortes prematuras, doenças e lesões entre os adolescentes.

As enfermidades podem dificultar a capacidade de crescer e desenvolver um pleno potencial. O uso de álcool ou tabaco, a falta de atividade física, o sexo desprotegido e/ou a exposição à violência podem comprometer não apenas a saúde atual de adolescentes, mas também sua saúde como adultos e até mesmo a saúde de seus futuros filhos.

A promoção de comportamentos saudáveis durante a adolescência e a tomada de medidas para proteger melhor os jovens e as jovens dos riscos para a saúde são fundamentais para a prevenção de problemas de saúde na idade adulta e para a futura saúde e capacidade de desenvolvimento dos países.

Fonte:OPAS/OMS

Prevalência entre pessoas de 18 a 24 anos passou de 4,4% para 8,5% entre 2006 e 2016. Para construir um futuro mais saudável, cuidados com a saúde devem começar cedo

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A obesidade não é apenas uma questão individual. Está relacionada a toda uma cultura social de alimentação e hábitos de vida. Já são quase 2 bilhões de pessoas acima do peso em todo o mundo. Perto de 60% da América Latina está nessa condição.
No Brasil, um recorte da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2016), do Ministério da Saúde, aponta que na última década (2006-2016) a prevalência da obesidade entre os jovens de 18 a 24 anos de idade quase dobrou, passando de 4,4% para 8,5%. O disparar da obesidade entre esses jovens não chega a ser uma surpresa se considerarmos o quadro de que 60,8% das crianças com menos de dois anos comem biscoito ou bolacha, um alimento ultraprocessado rico em gordura e açúcar – segundo dados do Erica. Ou seja, uma cultura social que tem privilegiado alimentos hipercalóricos desde a infância tem reflexo direto na vida desses jovens adultos. Esse é o caso de Matheus Henrique, de 20 anos. Desde pequeno, ele sempre ingeriu grandes quantidades de alimentos ultraprocessados como refrigerantes, biscoitos e congelados. Aliado ao sedentarismo, o excesso de peso se instalou logo na adolescência. “Hoje, eu tenho consciência sobre o que escolho para comer. Tenho consumido mais alimentos naturais como frutas e verduras. É importante cuidar da saúde e me sinto bem melhor, com mais disposição depois que mudei minhas escolhas”, afirma. Além dos jovens, a obesidade vem aumentando em todas as faixas etárias. Isso despertou a preocupação do Ministério da Saúde. “O governo federal se comprometeu com a OMS (Organização Mundial da Saúde) a tentar deter a obesidade no país. E um dos principais documentos disponíveis e que apoia a população, em especial os jovens de 18 a 24 anos, a fazer escolhas mais saudáveis é o Guia Alimentar para a População Brasileira”, destaca a analista técnica de políticas sociais do Ministério da Saúde, Gisele Bortolini.

O Guia Alimentar para a População Brasileira é uma fonte confiável de informações para auxiliar as pessoas para escolhas mais saudáveis. Confira – Guia Alimentar: Comida de verdade para uma vida mais saudável

Quatro recomendações e uma regra de ouro para alimentação saudável

R1: Fazer de alimentos in natura e minimamente processados a base da alimentação
Alimentos que não sofreram nenhum processo industrial. Exemplo: frutas e verduras, castanhas, leite, ovos, e carnes.

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R2: Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades
É importante que, apesar de uma vida muito agitada, corrida, tenha-se tempo para preparar alimentos saudáveis. Quando temos tempo para preparar um alimento, temos maior facilidade de acessar alimentos mais saudáveis. E ao cozinhar, podemos utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em quantidades menores.

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R3: Limite o uso de alimentos processados consumindo-os em pequenas quantidades
Alimentos processadas são aqueles que foram adicionados de sal, gordura ou açúcar. Exemplo: legumes em conserva, frutas em compotas; pães; e queijos. Esses alimentos acabam tendo um aporte energético maior por terem mais gordura ou açúcar e precisam ter um consumo limitado ou combinado com alimentos in natura.

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R4: Evite alimentos ultraprocessados
Os alimentos ultraprocessados já são reconhecidos como um dos causadores da obesidade no país. Portanto, devem ser evitados, por exemplo: biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerante, e macarrão instantâneo.

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R-Ouro: Prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.
Por mais que a rotina de jovens de 18 a 24 anos seja agitada, conciliando estudo e trabalho, é importante dedicar tempo a alimentação. Ou seja, parar para almoçar, tentar comer em companhia de outras pessoas (porque é mais provável que se consiga comer a mesa, com escolhas melhores). E dar preferência aos locais que servem refeições feitas na hora, como os que servem comida a quilo. Esses restaurantes, normalmente, oferecem pratos que são feitos com alimentos in natura e minimamente processados, onde se encontre arroz, feijão, carne, batata, ovo, mandioca, etc.

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Saúde Brasil

A obesidade é um problema de saúde pública. O excesso de peso (junto com o sedentarismo e má alimentação) pode levar a doenças crônicas como diabetes, hipertensão (e outras doenças cardiovasculares) e AVC.

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alimentos

As informações que vêm nos rótulos de alimentos são importante para que o consumidor possa fazer escolhas conscientes sobre o que vai para sua mesa no dia a dia. Mas como deve ser o rótulo dos alimentos para que as informações sejam de fácil entendimento e respondam às dúvidas sobre a qualidade nutricional do produto?

A procura por esta resposta está no centro do trabalho que a Anvisa vem realizando sobre rotulagem nutricional. Nesta segunda-feira, a Agência realizou uma reunião com as entidades envolvidas no tema e que fazem parte do Grupo de Trabalho criado em 2014 para propor soluções para a informação nutricional no Brasil. Durante a reunião, foram apresentatas as propostas existentes atualmente e o pontos que são favoráveis ao consumidor. A Anvisa também apresentou um panorama geral sobre rotulagem de alimentos no mundo e as vantagens e desvantagens das experiências já testadas em outros países. Os estudos científicos revisados pelo grupo mostram que a atual tabela nutricional é de difícil compreensão e pouco utilizada pelos consumidores. Isso acontece porque a tabela um formato pouco atrativo e que exige esforço do consumidor, conhecimento nutricional e tempo para ser entendida e utilizada.

Semáforo e uso de cores
As propostas iniciais que estão em discussão estão baseadas em dois eixos principais: o uso do sistema de semáforo com cores, que sinalizam se algum ingrediente está em excesso, e o uso de octógonos com advertência sobre algum ingrediente em excesso que pode fazer mal.

O tema está na agenda regulatória da Anvisa. O próximo passo é fazer um refinamento das propostas discutidas pelo grupo e dar inicio ao processo de regulação que envolve, por exemplo, a realização de consulta pública sobre o tema. O grupo conta com o setor produtivo de alimentos, Ministério da Saúde (MS), Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) e Fundação Ezequiel Dias (FUNED).

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Algumas dificuldades como mastite e rachaduras podem deixar as mães desconfortáveis durante o aleitamento. Por isso, precisam ser identificadas e tratadas.

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O aleitamento materno gera inúmeros benefícios para mãe e filho. Além do valor nutritivo para os bebês, o leite materno protege as crianças contra infecções, alergias, algumas doenças crônicas e cânceres infantis. Para a mãe, a amamentação reduz o peso mais rapidamente após o parto, ajuda o útero a recuperar o tamanho normal, diminui o risco de hemorragia e anemia e reduz o risco de diabetes e de desenvolver câncer de mama e ovário.

Há muitos benefícios gerados pela amamentação, no entanto, algumas mães podem ter dificuldades na hora de amamentar e precisam de apoio de orientação. No começo das mamadas, é comum a mulher sentir dor discreta ou mesmo moderada nos mamilos, devido à forte sucção deles e da aréola. Essa dor pode ser considerada normal e não deve persistir além da primeira semana.

No entanto, sentir os mamilos muito doloridos e machucados não é normal e requer intervenção. Alguns dos problemas que as mulheres enfrentam, sobretudo no início da amamentação, são rachaduras no bico do peito e mastite. Para ajudar as mães, o Blog da Saúde respondeu algumas dúvidas sobre as dificuldades da amamentação. Ajude a divulgar informações oficiais para que mais famílias consigam garantir a saúde de crianças e de mulheres durante o período inicial de vida do bebê.

O que é mastite?

É um processo inflamatório que ocorre nas glândulas mamárias, que pode ou não evoluir para uma infecção bacteriana. A mastite ocorre com mais frequência na segunda e terceira semanas após o parto, mas pode acontecer em qualquer período da amamentação.

Três fatores favorecem a instalação da infecção: leite acumulado, a resposta inflamatória e o machucado no peito. As lesões nos mamilos são, na maioria das vezes, a porta de entrada da bactéria. A sucção insuficiente de leite pelo bebê, obstrução dos ductos mamários, estresse, fadiga e fissura nos mamilos podem influenciar no aparecimento da mastite.

Nem sempre é fácil distinguir a mastite infecciosa da não infecciosa apenas pelos sinais e sintomas. Em ambas, a parte afetada da mama fica dolorida, vermelha e quente. Quando há infecção, costuma haver mal-estar, febre alta (acima de 38ºC) e calafrios. Procure uma unidade de saúde, se tiver algum desses sintomas, para diagnóstico e tratamento.

O que favorece o aparecimento da mastite?

  • Mamadas com horários regulares;
  • Redução súbita no número de mamadas;
  • Longo período de sono do bebê à noite;
  • Uso de chupetas ou mamadeiras;
  • Não esvaziamento completo das mamas;
  • Freio de língua curto, criança com sucção fraca;
  • Produção excessiva de Leite;
  • Separação entre mãe e bebê;
  • Desmame abrupto

Esses fatores favorecem o acúmulo de leite materno nas mamas e predispõem ao aparecimento de mastite.

Quem está com mastite tem de parar de amamentar?

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Cerimônia no Palácio do Planalto de assinatura de autorização para novos cursos de medicina (Foto: Reprodução/NBR)

Cerimônia no Palácio do Planalto de assinatura de autorização para novos cursos de medicina (Foto: Reprodução/NBR

O Governo Federal autorizou, nesta terça-feira (1º), a abertura de 11 novos cursos de medicina no país. A oficialização foi por meio do 1º Ato de Credenciamento e Autorização dos Cursos de Medicina do Edital nº 6/2014, assinado pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, em cerimônia no Palácio do Planalto. Os 11 cursos efetivados vão ofertar 710 novas vagas, de um total de 2.305 a serem abertas em todo o Brasil até a conclusão das 36 autorizações previstas no Edital nº 6/2014. 

“Este gesto, agora da educação e da saúde, faz aquilo que é o mote do nosso governo: recolocar o Brasil nos trilhos. Para que, com os trilhos aprumados, quem chegar em 2019 possa conduzir a locomotiva sem nenhum acidente nessa ferrovia”, afirmou o Presidente da República, Michel Temer, durante evento no Palácio do Planalto.

O Ministro da Saúde enfatizou a relevância dessa expansão. “É muito importante a ampliação do ensino superior. O Brasil devia ter 30% de seus jovens de até 24 anos cursando o ensino superior, e só tem 17%. Então, ampliar os cursos de ensino superior em todas as áreas é fundamental”, explicou. “Na medicina, mais ainda, por há de fato uma carência de profissionais médicos a serem alocados em todas as 40 mil unidades básicas do país e no sistema de saúde pública como um todo”, completou.

O Ministro da Educação, Mendonça Filho comemorou a medida. “O aumento no número de vagas dos cursos de medicina no país vai possibilitar, em médio prazo, a ampliação do atendimento e a melhoria no acesso da população à saúde”. De acordo com o ministro, o compromisso do MEC também é com a qualidade de ensino oferecida nessas instituições. “Os novos cursos serão monitorados pelos próximos três anos. Serão realizadas visitas anuais para aferir a qualidade e a entrega dos compromissos firmados com o MEC para formação discente e a capacidade de cada instituição”.

CREDENCIAMENTO – Os cursos devem iniciar as atividades ainda este ano, funcionando em municípios do Sul e Sudeste do país – as regiões Norte e Nordeste serão contempladas na próxima rodada de autorizações. No Paraná, recebem cursos de medicina as cidades de Campo Mourão (50 vagas – Faculdade Integrado de Campo Mourão) e Pato Branco (50 vagas – Faculdade de Pato Branco/FADEP). No Rio de Janeiro, será contemplada Angra dos Reis (55 vagas – Universidade Estácio de Sá/ Unesa), e, no Rio Grande do Sul, Novo Hamburgo (60 vagas – Universidade Feevale) e São Leopoldo (65 vagas –  Universidade do Vale do Rio dos Sinos/Unisinos).

Já em São Paulo, serão autorizadas graduações do curso em Araras (55 vagas – Faculdade São Leopoldo Mandic), Guarulhos (100 vagas – Universidade Nove de Julho/Uninove), Mauá (50 vagas – Uninove), Osasco (70 vagas – Uninove), Rio Claro (55 vagas – Faculdade Claretianorc) e São Bernardo do Campo (100 vagas – Uninove). Essas localidades demonstraram ter forte demanda para medicina.

QUALIDADE – Para autorizar a abertura dos cursos, o MEC consultou o Ministério da Saúde a fim de identificar quais municípios estavam aptos a receber os novos cursos de medicina. Entre os critérios, baseados na Lei nº 12.781/2013, estão a necessidade da região, a infraestrutura da instituição de ensino e a relação de número médico/habitante. O município precisa ter um hospital com mais de 80 leitos no Sistema Único de Saúde (SUS) e com potencial para hospital de ensino. 

“Todas as instituições de educação superior credenciadas neste ato passaram por rigorosas fases de habilitação e classificação, nas quais foram averiguadas habilitação da mantenedora, análise da experiência regulatória da mantenedora e da mantida e análise e classificação das propostas”, informou o secretário de Regulação e Supervisão do Ensino Superior do MEC, Henrique Sartori. Além disso, o MEC manteve diálogo com o Conselho Nacional de Educação (CNE) para eventuais esclarecimentos durante o processo de autorização. 

Conforme as diretrizes curriculares de medicina homologadas em 2014, os cursos abertos funcionarão tendo como norte, entre outros aspectos, a inserção do aluno nas redes de serviços de saúde, consideradas como espaço de aprendizagem, ao longo de toda a graduação. Também nesse sentido, os estudantes deverão prezar pela adoção de diferentes cenários de ensino-aprendizagem, organização da prática, trabalho em equipe multiprofissional e vinculação, por meio da integração ensino-serviço. Deverá ser priorizada, ainda, a formação médico-acadêmica alinhada às necessidades sociais da saúde, com ênfase no SUS.

O Edital nº 06/2014 chegou a ser objeto de ações judiciais e representação no Tribunal de Contas da União, tendo chegado a ser temporariamente suspenso. A continuidade foi assegurada mediante o Acórdão nº 1869/2016, de 20 de julho de 2016.

MAIS MÉDICOS – A expansão da graduação em medicina no país faz parte dos esforços em melhorar e ampliar o atendimento médico no país. Além da graduação, também a residência médica vem recebendo reforços, e passou de 15.919 vagas em 2013, para 22.514 em 2017 – um incremento de 6.595.

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Brasília – Os primeiros mil dias de vida são determinantes para o futuro. É neste período, que vai da gravidez até o bebê completar três anos de idade, que os sistemas nervoso e imunológico se desenvolvem. Com o estímulo adequado nesta fase, a criança terá a chance de se tornar um adulto saudável tanto no aspecto físico quanto emocional.

Estudos recentes mostram que o olho no olho, o carinho e a conversa dos pais com o bebê são atitudes simples que fortalecem todas as estruturas neurais da criança. Essas ações são importantes para formar capacidades como falar, andar, aprender e até mesmo o pensar.

Para a diretora da Sociedade Brasileira de Pediatria, Maria Tereza da Costa, crianças que têm privação do estímulo naturalmente podem ter dificuldade futuras para inserção no aprendizado e no trabalho. “Não são exercícios e atitudes difíceis. São atitudes, muitas vezes, muito naturais, mas que a gente vem perdendo e achando que é algo que tem a ver só com o conhecimento científico. Na verdade tem a ver com a interação humana”.

Para levar este conhecimento às famílias mais vulneráveis, o governo federal criou o Criança Feliz. O programa vai orientar os pais sobre os estímulos adequados na primeira infância. A intenção é fazer com que as crianças tenham uma vida melhor no futuro, quebrando o ciclo da pobreza. Coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Social, a iniciativa é fundamentada em pesquisas científicas sobre as melhores práticas na área.

Doutora em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília (UnB), Ivânia Ghesti afirma que o diferencial do Criança Feliz é a base científica. “Com o respaldo em muitos estudos, a gente pode fazer essa intervenção de forma planejada, otimizando conforme a idade, qual a melhor a habilidade mais propicia naquele momento da vida”. De acordo com ela, apesar de o programa ser bem estruturado, ele também poderá sofrer aprimoramento ao logo da implementação nos municípios.

Um dos principais países referência em cuidados na primeira infância é o Canadá, que é parceiro do Brasil na promoção do desenvolvimento infantil. O governo canadense colaborou com o governo federal doando um material pedagógico feito especialmente para o público brasileiro.

“Para nós é muito importante concentrar intervenções que produzam bons resultados e salvam vidas. Estamos convencidos que eliminar barreiras e ajudar a criar melhores oportunidades aqui no Brasil e no mundo inteiro vai fazer com que as mulheres e meninos sejam agentes poderosos de mudanças, melhorando suas vidas e comunidades”, destacou o embaixador do Canadá no Brasil, Riccardo Savone.

Primeira Infância – As primeiras visitas do Criança Feliz já começaram e, até o final de 2018, a expectativa é alcançar quatro milhões de crianças. Serão atendidas as que possuem de zero a três anos beneficiárias do Bolsa Família e as de até seis anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Até agora, 2.547 municípios aderiram ao programa.

Informações sobre os programas do MDS:
0800 707 2003

No mês de setembro no mundo todo acontece a “Campanha de prevenção ao suicídio”, conhecido como o “Setembro Amarelo”. No Brasil a campanha passou a existir no ano de 2013, trazida pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria. Em Santa Terezinha-PE este foi o primeiro ano em que foi promovido um evento no qual abordou sobre a temática. O evento aconteceu na última quarta-feira, dia 28, organizado pelo Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) e contou com a participação de palestrantes convidados, o Padre Elton Ferreira, o Pastor Sheidi Takehiro e o médico psiquiatra Darllyson Rocha. O objetivo foi capacitar os profissionais da saúde e da assistência social do município, trazendo informações que podem ajudar a desmitificar a cultura e o tabu em torno do tema e auxiliar estes profissionais a identificar, acolher, cuidar, instruir seus pacientes e saber que medidas tomar. Todos os anos são registrados cerca 11 mil suicídios no Brasil e mais de um milhão em todo o mundo, o que é um dado alarmante. As entidades médicas acreditam em uma sociedade engajada na defesa pela vida e em gestores comprometidos com políticas públicas que realmente transformem esse cenário. É possível prevenir o suicídio, desde que os profissionais de saúde, de todos os níveis de atenção, estejam aptos a reconhecer os seus fatores de risco.

             

Ao anunciar R$ 345 milhões para atendimento odontológico, o ministro reforçou a necessidade de enfrentamento do problema da falta de profissionais nas UBS

Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (20), em que anunciou R$ 345 milhões para ampliar o atendimento odontológico nos postos de saúde, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, reforçou que é um avanço o governo federal reconhecer os baixos salários oferecidos aos médicos. Disse também que é preciso enfrentar o problema da falta de profissionais nas Unidades Básicas de Saúde, que são, exatamente, os serviços mais próximos do cidadão. Também destacou que os desafios só serão enfrentados com a cooperação de todos: “dentistas, médicos, profissionais de saúde e os 4 milhões de colaboradores no SUS. Todos unidos vamos fazer uma saúde cada vez melhor”.

“Fiz referência, exclusivamente, aos médicos da Atenção Básica. Os secretários municipais de saúde bem sabem que temos um problema de remuneração que precisa ser ajustado para que possamos exigir o cumprimento da carga horária contratada. O prefeito não cobrava a presença, porque sabia que o salário não era adequado. E isso nós vamos resolver”. A declaração do ministro foi em referência a frase, dita na semana passada, que repercutiu de forma distorcida: “vamos parar de fingir que pagamos o médico e o médico fingir que trabalha”.

 “Um ministro reconhecer que não está pagando adequadamente os médicos, eu considero um grande avanço. É assim que deve ser visto, como também o fato de termos recebido do Conselho um pedido para melhorar a infraestrutura de trabalho para esses profissionais. Eu acho que a polêmica atende a vários interesses, menos o da saúde”, concluiu.

Reforçou ainda que o seu discurso se dirigiu, exclusivamente, aos médicos da Atenção Básica, cuja realidade de baixos salários e falta de cumprimento da carga horária já é reconhecida pelas prefeituras e população.  “A todos os médicos do Brasil, que não estavam incluídos, não se sintam ofendidos porque não foi a eles que foi dirigida a nossa palavra”, afirmou.

Ontem (19/7), o ministro recebeu o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Carlos Vital, e os representantes dos conselheiros estaduais da categoria. “Ninguém mais do que eu faz diálogo com a categoria médica, e o presidente do CFM reconheceu isso. Faço questão, até por não ser da área, de dialogar muito para aprender e entender como são os problemas e como resolveremos”.

DIÁLOGO COM A CLASSE MÉDICA – Sobre a pauta entregue pelo CFM, apontando os problemas estruturais encontrados nas Unidades Básicas de Saúde, o ministro Ricardo Barros disse que oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais de saúde é um desafio do SUS, que tem sido tratado com prioridade pela gestão. “Foram investidos R$ 18 bilhões em equipamentos, só no ano passado, para as unidades de saúde e estamos investimento muito na ampliação. São 7 mil obras em andamento na área de saúde em todo o país que, agora, estão sendo pagas em parcela única. Nosso objetivo é não haver obra parada e nem desperdício de dinheiro”, afirmou. 

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