Dr. Antônio Segundo Neto

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Dr. Antônio Segundo Neto Urologista. CRM 4891 MEDICAL CENTER Rua: Fenelon Bonvavides S/N – Andar Sala 306 Bairro: Brasília – Patos- PB. (83) 34213865 -98724.654-9993865 Tim Email agcsegundoneto@ig.com.br

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os Municípios e os Estados foram os Entes que mais contribuíram para sustentar a estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) entre os anos de 2002 e 2015. A constatação é de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Ministério da Saúde que lançaram a publicação Contas do SUS na Perspectiva da Contabilidade Internacional.

De acordo com o estudo, a União começou garantindo 52% das verbas destinadas à rede pública de saúde, cota que seguiu em curva decrescente até atingir 43% em 2015. No intervalo analisado, as despesas por habitante cresceram 3,5 vezes no nível federal, 4,9 vezes no nível estadual e 5 vezes no plano municipal.  Os valores despendidos com ações e serviços públicos de saúde passaram, de 2002 para 2015, de R$ 24,73 bilhões para R$ 100 bilhões no âmbito federal; de R$ 10,75 bilhões para R$ 60,56 bilhões, no estadual; e de R$ 12,05 bilhões para R$ 72,11 no municipal. Englobando as três esferas, os gastos com saúde somaram R$ 232 bilhões em 2015, totalizando 3,94% do Produto Interno Bruto (PIB), proporção que, em 2002, era 3,21%.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) vem destacando que no atual ordenamento administrativo do Estado brasileiro, as políticas públicas são na maioria das vezes, executadas pela adesão dos Municípios a determinados programas, ações, serviços ou estratégias. Tal situação tem configurado um cenário de sobrecarga dos Municípios no que diz respeito à divisão de responsabilidades do setor público na prestação de serviços básicos à população. Quanto ao uso de recursos próprios para executar a política de saúde, reconhece-se a limitação constitucional dos Municípios em relação à tributação e à arrecadação. Dessa forma, sua participação no bolo tributário é reduzida e insuficiente para colocar em prática a necessária Rede de Atenção à Saúde local e a manutenção do próprio Sistema Único de Saúde. Assim, a adesão dos Municípios aos programas federais muitas vezes é uma alternativa de entrada de recursos federais para garantir que a população tenha acesso aos direitos e serviços básicos.

Com informações da EBC

Por

 

A saúde é um bem de todos e um dever do Estado. Pelo menos é o que prevê a Constituição Federal, aquele conjunto de normas que rege o Brasil desde 1988 e que motivou a criação do SUS (Sistema Único de Saúde). Inspirado no National Health Service britânico, o programa brasileiro nasceu há quase 30 anos com o objetivo de garantir “acesso integral, universal e igualitário à população brasileira.” Mas o que isso significa?

Do atendimento ambulatorial à internação, do parto ao transplante de órgãos, do remédio essencial ao de alto custo, do exame de sangue à quimioterapia, diversos são os serviços oferecidos gratuitamente pelo SUS ” Gente a ondemmmm” E embora haja problemas na oferta de alguns desses itens em algumas (ou até em muitas) localidades, vários desses serviços estão disponíveis, e muita gente desconhece. O álbum abaixo reúne alguns deles:

Como era a saúde antes do SUS?

“Àqueles que reclamam do SUS, possivelmente não se recordam dos tempos anteriores à criação do programa”, afirma Eugênio Vilaça Mendes, consultor em saúde pública, que descreve o sistema como a “política de inclusão social mais exitosa do país”. Até novembro de 2017, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, 47 milhões de brasileiros possuíam convênio médico –o que corresponde a apenas 22% da população.

Antes do SUS, conta Mendes, o acesso à saúde era realizado por meio de pagamento, pelo Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social), que atendia apenas quem tinha carteira assinada, e pelo sistema público, que, na época, tinha uma carteira de serviços muito restrita.

“Os avanços com a criação do SUS foram significativos. Ter acesso à saúde gratuita de boa qualidade já não é mais um ato de caridade, mas sim um direito”, diz Mendes, que já atuou na área de Desenvolvimento de Sistemas e Serviços de Saúde da Organização Pan-Americana da Saúde. Ainda assim, ele reconhece o longo caminho que o sistema precisa percorrer para atingir a maturidade. “Muitos dos problemas derivam de seu subfinanciamento.”

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o governo brasileiro destina apenas 7,7% de seu orçamento geral para a saúde. O índice é inferior à média mundial e um dos mais baixos das Américas. Com esse percentual dedicado à saúde, o financiamento brasileiro se aproxima daquilo que governos africanos reservam para o setor.

ac24horas

Pesquisa avalia programas educacionais do FNDE

Entrevistas com gestores, técnicos, estudantes e outros agentes serão realizadas em 600 municípios até o fim de julho

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), promove uma série de entrevistas em todo o Brasil, a partir desta semana, para avaliar os programas educacionais da autarquia, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), por exemplo. A meta é percorrer 600 municípios até o fim de julho. Pesquisadores da FGV vão agendar entrevistas e visitar escolas durante esse período. A pesquisa pretende ouvir gestores, técnicos educacionais, estudantes, fornecedores e outros agentes envolvidos com a execução dos programas. “A partir dos resultados da pesquisa, teremos um diagnóstico mais preciso sobre o alcance de nossas ações”, avalia o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro. “Poderemos, então, estudar modificações para aprimorar os resultados”, finaliza.

Crédito: Reprodução/Instagram

Apresentadora descobriu a doença ainda em seu estágio inicial (Crédito: Reprodução/Instagram)

Ana Furtado passou pela primeira sessão de quimioterapia para tratar o câncer de mama nesta terça-feira (05) e fez questão de compartilhar o momento com seus seguidores no Instagram.

Na publicação, a apresentadora conta por tudo o que passou desde a descoberta da doença até o dia de hoje e agradeceu as inúmeras mensagens de apoio que vem recebendo.

Foram muitas etapas até chegar aqui. Desde o baque do diagnóstico, passando por todas as vezes em que tive que dar a notícia a alguém que amo, os instantes antes de cirurgia até o dia em que decidi abrir meu coração pra todos vocês por esse mesmo canal. Durante essa fase inicial, a força e o carinho que recebi – de familiares, amigos, médicos e todos que me enviaram mensagens – foi essencial. Minha fé, esperança e coragem para enfrentar as próximas etapas foram reforçadas e revigoradas. E acredito que compartilhar essa luta pode servir como força e inspiração para muitas pessoas – não apenas as que passam pelo mesmo processo que eu – mas também aquelas que vivem situações tão difíceis quanto. A primeira sessão de quimioterapia já passou. Muitas etapas ainda virão. E seguiremos juntos, firmes e nos fortalecendo no amor, no afeto e na fé”, escreveu ela.

istoe

Às vezes, não é a dieta em si que desanima você de seguir em frente, é o preço do cardápio. Mas dá para comer de maneira saudável (e emagrecer) e gastar até menos no supermercado.

Foi o que mostrou um estudo da Universidade Drexel, nos Estados Unidos: nas cidades onde os produtos ultraprocessados são mais caros, as pessoas tendem a se alimentar melhor porque optam pelos alimentos in natura e, com isso, evitam o consumo excessivo de substâncias que inflamam o organismo e favorecem o ganho de peso.

Você pode fazer o mesmo: ir direto para as verduras e frutas frescas, além de diminuir a carne vermelha. “São mudanças na alimentação que trazem uma boa economia no bolso, sem deixar de oferecer todos os nutrientes de que o corpo precisa”, diz a nutricionista Julianna Martins, de São Paulo, que dá mais uma sugestão para você baratear a dieta: em vez de nozes e amêndoas, compre amendoim de boa procedência e faça sua própria pasta em casa.

boaforma

Vírus reaparece no Congo. Mais de 7 mil doses da vacina ainda em teste foram enviadas para contê-lo

Crédito: Junior D. Kannah

URGÊNCIA O remédio tem eficácia de até 100% e chegou ao país africano na segunda-feira 21

(Crédito: Junior D. Ka

Algumas ameaças em saúde pública demandam combate tão urgente que dispensam uma das regras de ouro da medicina, a que determina que os tratamentos sejam usados depois de terem eficácia comprovada e de serem aprovados pelos órgãos de regulamentação. É o caso do que ocorre agora, com o uso de cerca de 7,5 mil doses da única vacina em estudo contra o Ebola. O vírus reapareceu na República Democrática do Congo, na África e, desde o início do mês, fez 58 vítimas. Do total, 27 morreram. A gravidade do surto exigiu que as autoridades médicas recorressem ao imunizante, produzido pelo laboratório Merck e ainda em fase de pesquisa. É nele que se deposita parte da esperança de contê-lo.

O surgimento do Ebola é sempre assustador. O vírus é transmitido por meio de sangue ou do contato com secreções infectadas, o que torna sua disseminação rápida em localidades com condições sanitárias precárias, e tem alta mortalidade. Na epidemia na África entre 2014 e 2016, onze mil pessoas morreram. Neste ano, as condições são particularmente mais complicadas. A maior parte dos casos ocorre em uma área remota de Bikoro, pobre e de difícil acesso, e quatro casos ocorreram em Mbandaka, cidade com 1,2 milhão de habitantes, indicando alto risco de proliferação urbana. Além disso, muitos dos doentes são profissionais de saúde, reduzindo a força de assistência.

Desde o dia 8 deste mês, 58 casos foram registrados e 27 pessoas morreram

A decisão pelo uso do imunizante foi da Organização Mundial da Saúde. Ele foi testado em 16 mil pessoas e, em 2015, aplicado na Guiné em menor escala do que a atual. “A vacina será a chave para deter o surto”, anunciou Tedros Ghebreyesus, diretor da entidade. Sua eficácia é estimada entre 75% a 100%, índice inédito entre o que tem sido testado. A prevenção abrange ainda o alerta sanitário – nove países estão em atenção – e de barreiras epidemiológicas na região. Um desafio, porém, é combater falsas crenças. Na semana passada, três pacientes fugiram do hospital em Mbandaka, levadas pelas famílias para serem tratadas por curandeiros. Duas morreram. C.P.

istoe

O direito universal à saúde é um conceito fundante do Sistema Único de Saúde - Créditos: Divulgação
O direito universal à saúde é um conceito fundante do Sistema Único de Saúde / Divulgação

Neste Repórter SUS, o médico sanitarista e professor titular do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Gastão Wagner, fala sobre o processo de desmonte da Saúde Pública que está em curso no Brasil. Wagner traça um detalhado quadro sobre as estratégias do governo para mercantilizar o Sistema Único de Saúde (SUS), responsável por atender 70% da população brasileira. Confira os principais tópicos da entrevista.

SAÚDE COMO DIREITO

O direito universal à saúde é um conceito fundante do Sistema Único de Saúde, dos sistemas públicos. E, ao longo desses anos, uma coisa boa é que a maior parte da população sente-se com direito à saúde, a ser atendida de acordo com os seus problemas, com todos os recursos técnicos existentes. Demandam vacinas, demandam prevenção, querem diagnósticos e tratamentos de câncer.

DESMONTE DO SUS

É contra esta construção de cidadania que o  governo federal e o Ministério da Saúde estão atentando. Eles vêm fazendo um movimento em pinça, como se fosse uma tesoura, sufocando o SUS. Eles não têm condições políticas de privatizar completamente a saúde pública, fechar o SUS, porque 70% da população brasileira só tem o Sistema Único de Saúde. O governo faz uma restrição orçamentária, uma desregulamentação de políticas consagradas sobre o pretexto de deixar cada município fazer como quiser, o que aconteceu com a atenção básica, o que estão fazendo com relação à saúde mental, em relação à atenção hospitalar. Há um movimento de restrição em que o Ministério da Saúde vai eximindo-se do papel de coordenação de lideranças e de apoio aos estados e municípios.

Essa crise financeira e restrição orçamentária atingem as secretarias estaduais e municipais. Isso está redundando num desmonte do SUS. Fechamentos de equipes de saúde da família, de áreas inteiras de hospitais. 30 a 40% de leitos têm sido fechados. Ou seja, há a diminuição do acesso da capacidade de atendimento do SUS e um descuido em relação as epidemias.

O MODELO DA SAÚDE PRIVADA

O Ministério da Saúde transformou-se em garoto-propaganda e incentivador do desenvolvimento do mercado da saúde, particularmente com essa tentativa de criação dos planos populares. Esse movimento começa ainda no governo Dilma, quando se aprova a entrada de capital estrangeiro e uma concentração de poucas empresas comprando serviços de laboratórios, radiologia, hospitais e formando grandes monopólios e, ao mesmo tempo, tentando criar, seguros, planos de saúde que não asseguram a integralidade e a qualidade do atendimento. A saída é resistir. O movimento dos trabalhadores, dos profissionais, dos usuários, tem que retomar a defesa do acesso universal, da integralidade do SUS.

*O quadro Repórter SUS é uma parceria entre a Radioagência Brasil de Fato e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz)

Edição: Brasil de Fato RJ

Falta de formação específica na faculdade motivou estudantes a criarem cartilha sobre atendimento a pessoas em situação de rua - Créditos: Foto: Reprodução
Falta de formação específica na faculdade motivou estudantes a criarem
                     cartilha sobre atendimento a pessoas em situação de rua / Foto: Reprodução

Estudantes de medicina dos estados do Paraná e de São Paulo lançaram a cartilha “Saúde da População em Situação de Rua”, que tem por objetivo relacionar o conhecimento sobre as necessidades de “quem fica, está ou é da rua”. A iniciativa surgiu em uma oficina realizada pela Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (Denem) em Botucatu, no ano passado, reunindo estudantes com o Movimento Nacional da População de Rua (MNPR). Arthur Vizzotto Zolin, estudante do quinto ano de medicina da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e integrante da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares (RNMMP), acredita que a iniciativa contribui para a formação médica. “Quando me propus a coordenar, junto com o companheiro Henrique Bassin, foi por entender que esses conhecimentos não eram transmitidos na universidade ao longo da graduação e são essenciais para a formação humana”.   O objetivo do Denem e do MNPR é levar o material, elaborado de forma independente, às escolas médicas, às coordenações de cursos da área da saúde e às secretarias municipais e estaduais de Saúde, além do próprio Ministério da Saúde. “Queremos trazer uma outra perspectiva sobre as pessoas que estão em situação de rua e levar um pouco de conhecimento, leis que a gente precisa conhecer também, os direitos, a abordagem para redução de danos, a situação das mulheres, das crianças, da população LGBT em situação de rua”, detalha Zolin.

A cartilha “Saúde da População em Situação de Rua” busca dar contornos mais fortes a quem é invisibilizado pelo cobertor e o papelão. Traz um breve diagnóstico da população em situação de rua do país, estimada em mais de 100 mil, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2017.

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Vacina é importante medida de prevenção contra ocorrência de novos casos de influenza (Foto: Romero Mendonça/Secom)

Vacina é importante medida de prevenção contra ocorrência de novos casos de influenza (Foto: Romero Mendonça/Secom)

Uma segunda morte por influenza A do subtipo H1N1 foi confirmada em Guarabira, no Agreste paraibano, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta quarta-feira (25). Na última sexta-feira (20), a primeira morte foi confirmada pela SES em Cabedelo e outra estava em investigação. Além das morte por H1N1, também foram confirmadas duas por influenza A do subtipo H3. Outros quatro casos suspeitos foram descartados. O que caso que seguia em investigação foi confirmado nesta quarta-feira. Segundo a SES, foram notificados 51 casos suspeitos para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e, destes, dois casos (4%) foram confirmados para influenza sazonal. Foi descartada a presença do vírus da Influenza em 33 casos (64%). Os demais seguem em investigação. A SES observa que, no entanto, as notificações realizadas por SRAG englobam um número maior de doenças respiratórias, o que eleva o número de casos notificados atualmente, com o objetivo de conhecer o comportamento não só das doenças ocasionadas pela influenza, como também das pneumonias. Todo caso de SRAG hospitalizado deve ser notificado e encaminhado ao Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas da SES, exceto os casos atendidos nos serviços de saúde do município de João Pessoa. A Campanha de Vacinação contra a Gripe começou deste a última segunda-feira (23) e segue até o dia 1º de junho, em todas as unidades de saúde dos 223 municípios do estado.

g1.globo.com/pb/

Os recursos são referentes a março de 2018 

O Fundo Nacional de Saúde (FNS) repassou nesta quarta-feira (11/4), R$ 691,4 milhões a Fundos de Saúde para pagamento do Piso de Atenção Básica Variável (PAB Variável). Foram repassados também R$ 188,6 milhões para pagamento dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Ambos os repasses são referentes a março de 2018.

Em virtude da publicação da Portaria 3.992, de 28 de dezembro de 2017, que altera as normas para as transferências dos recursos financeiros federais para as ações e os serviços públicos de saúde e a consequente mudança na forma de apresentação das informações dos repasses, o Fundo Nacional de Saúde está fazendo as devidas alterações nas ferramentas de consulta aos repasses diários.

Dessa forma, até que as alterações estejam concluídas, as informações detalhadas sobre os repasses de recursos de 2018 não estarão disponíveis na consulta Repasses do Dia.

futebol

Hoje é comemorado o Dia Mundial da Atividade Física. O exercício físico é recomendado para manter uma boa saúde e uma boa qualidade de vida. Mais de três milhões de pessoas perdem a vida, por ano, vítimas das doenças adquiridas pela falta de atividade física como diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é o quarto fator de risco de morte no mundo. E, como estamos perto da Copa do Mundo, o Blog da Saúde resolveu falar de futebol. As famosas “peladas” uma vez por semana ou de fim de semana. A prática desse esporte além de, ensinar a trabalhar em equipe, melhora concentração e traz inúmeros benefícios. “Pensando na estética, o futebol é bom para os músculos e para ter boas definições, como panturrilhas, coxas, glúteos, costas e abdômen e gasto calórico”, fala o educador físico Dhiogo Duarte.

Em relação à saúde, os benefícios vão muito além do físico e fazem bem também para a mente. “O futebol, além de me relaxar, é um momento que eu estou com meus amigos, que eu consigo pensar em outras coisas e faz eu me sentir mais leve. Fora que eu posso ter uma qualidade de vida melhor, fico mais disposto para fazer as coisas diárias”, relata o advogado Guilherme Dolfini, de 28 anos. Influenciado pelo pai, ele começou a jogar futebol aos quatro anos de idade e hoje pratica o esporte como um hobby. Segundo dados da OMS, pessoas sedentárias têm de 20% a 30% de risco de morte a mais do que uma pessoa que pratica pelo menos 30 minutos de atividade física três vezes por semana. Em todo o mundo, 31% dos adultos com 15 anos ou mais não são ativos o suficiente. No Brasil, esse índice é de 48,7% entre os adultos, segundo dados do Vigitel 2014. Até 2025, o Ministério da Saúde pretende reduzir esse índice para 10% da população acima dos 18 anos.

Benefícios

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Evento será promovido pela Subsecretaria de Vigilância à Saúde

Em celebração ao Dia Mundial da Saúde 2018, nesta sexta-feira (6), a Gerência de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde do Distrito Federal, realiza o . O evento constitui um importante momento de diálogo e troca de experiências para o fortalecimento da promoção da saúde, envolvendo diversos atores – gestores, profissionais e estudantes – e setores da Saúde do DF. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o principal objetivo da campanha do Dia Mundial da Saúde de 2018 é aumentar a conscientização sobre a necessidade de cobertura e acesso à saúde universal e seus benefícios.

O Distrito Federal também adota o conceito ampliado de saúde e em consonância com a Política Nacional, publicou, em 2006, o Plano Distrital de Promoção da Saúde. O documento propõe um escopo ampliado das intervenções em saúde, considerando os problemas e necessidades de saúde, seus determinantes e condicionantes, além de buscar uma visão que ultrapasse os muros das unidades do sistema de saúde e incida sobre as condições de vida da população, favorecendo a adoção de escolhas mais saudáveis, na direção de um bem estar global.

“Observou-se a necessidade de identificar e discutir como a promoção da saúde vem sendo operacionalizada no SUS-DF, em particular em seus territórios, para se discutir como os atores estão mobilizados a efetivar a política, na prática”, enfatiza a gerente de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, Kelva Aquino

DATA – O Dia Mundial da Saúde é comemorado em 7 de abril, data que coincide com a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1948. A comemoração  conscientiza a população a respeito da importância de manter o corpo e a mente saudáveis e também falar de alguns problemas de saúde que atingem a população mundial, alertando sobre os riscos e ensinando sobre a prevenção.

Seminário Distrital de Promoção da Saúde
Data: 6 de abril de 2018
Horário: das 8h às 17h
Local: Escola de Governo
Endereço: SGO Qd.1 Lote 1 Bloco A/B

 

Agentes comunitários de Saúde em Juazeiro receberam tabletes que vão auxiliar no trabalho realizado na cidade. A nova ferramente de trabalho será utilizada na coleta e armazenamento de dados na Secretaria de Saúde (SESAU). A entrega do material aconteceu nessa quarta-feira (28), no Instituto Federal da Bahia (IFBA)

Segundo a Prefeitura de Juazeiro, 431 Agentes Comunitários receberam o equipamento. Os profissionais passaram por capacitação, para manusear o equipamento e coletar os dados dentro do sistema implantando na SESAU.

A Secretária de Saúde, Fabíola Ribeiro destacou a importância do novo sistema e da aplicação das novas tecnologias no trabalho dos Agentes Comunitários. “Com os avanços tecnológicos e toda a modernização na era da informação não poderíamos deixar que os profissionais ficassem com um método antigo, que comprometia o levantamento de informações”, afirmou.

O novo sistema de armazenamento é implantado pela empresa Horizon. Os dados coletados serão armazenados em tempo real na Secretaria e dessa forma, a captação de informações será mais ágil e auxiliará na formulação de políticas públicas na saúde.

waldineypassos

Você evita comer doces, mas adora tomar refrigerantes e sucos de caixinha? Saiba que essa não é uma boa troca. E isso vale tanto para seus objetivos na balança quanto para sua saúde. Segundo um estudo recente da Universidade Emory, nos Estados Unidos, essas bebidas ameaçam o coração.

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O objetivo dos estudiosos era investigar se o açúcar presente em doces e bebidas aumenta a probabilidade de morte por doenças cardíacas ou outras causas e, em caso positivo, se há diferenças entre consumi-lo via líquidos ou alimentos sólidos. Para isso, eles acompanharam, por seis anos, 17 930 homens e mulheres adultos com mais de 45 anos de idade, nenhum com histórico de problema cardiovascular, diabetes tipo 2 ou derrame.

A partir de questionários, os cientistas estimaram a frequência com que os participantes comiam itens lotados de açúcar. As mortes que aconteceram nesse período também tiveram suas causas investigadas.

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Os resultados mostraram que existe, sim, uma associação entre exagerar nas bebidas adoçadas e maior risco de morrer do coração. Aqueles que tomavam mais de 700 ml de sucos industrializados ou refrigerantes por dia eram duas vezes mais propensos a falecer por infarto, por exemplo, em comparação a quem ingeria menos de 30 ml. A probabilidade de perder a vida por outros motivos também se mostrou maior.

Essas ligações se mantiveram mesmo após excluir fatores como histórico de tabagismo, sedentarismo e herança familiar. E os estudiosos não notaram o mesmo elo em relação a doces – o problema parecem ser os líquidos mesmo. Os autores do artigo especulam que a diferença esteja na forma como alimentos e bebidas são processados no organismo.

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É que, ao tomar uma lata de refri, uma quantidade maior de açúcar é ingerida sem o auxílio de nutrientes que desaceleram a absorção do ingrediente doce. Quando esse consumo acontece via alimentos sólidos, também são digeridas gorduras e proteínas, que ajudam a deixar o metabolismo mais lento.

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Segundo Jean Welsh, autor do estudo, esses achados devem servir de incentivo para que profissionais de saúde conversem mais com seus pacientes sobre a importância de não extrapolar nas bebidas açucaradas. E o mesmo vale para você: de nada adianta fugir daquele brigadeiro delicioso e mandar goela abaixo, sem pensar, uma latinha de refrigerante. É bom maneirar em tudo, ok?

diadamulher

Independentemente da idade, de bebê à idosa, a mulher precisa ter cuidados essenciais com a saúde. E, desta forma, garantir também a qualidade de vida.

“É de grande importância que as mulheres se mostrem vigilantes sobre a própria saúde, identificando precocemente hábitos nocivos, sintomas físicos e psíquicos e aderindo a hábitos saudáveis”, destaca o Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde.

Fatores sociais, como moradia, alimentação, escolaridade, o acesso à renda, ao emprego, fatores culturais, étnicos, raciais, psicológicos e comportamentais podem levar a mulher ao adoecimento. Por isso, neste dia 8 de março, data internacional destinada à celebração da figura feminina, o Ministério da Saúde preparou uma lista especial: Os 10 cuidados primordiais com a saúde da mulher.

1 – Manter alimentação saudável

Uma alimentação saudável, desde os primeiros dias de vida, como a amamentação e o consumo de alimentos in natura, por exemplo, traz benefícios à saúde. Resulta na redução de fatores de risco para doenças, como o sobrepeso e o aumento do colesterol, além do bem estar físico e mental e da importância do vínculo entre mãe e bebê.

2 – Cuide de sua saúde mental

Identificar precocemente sintomas psíquicos e buscar acolhimento de saúde pode ser decisivo para que haja abordagem oportuna pelos profissionais de saúde.
Afinal, sabe-se que as mulheres se encontram em uma situação de vulnerabilidade por ganharem menos, por estarem concentradas em profissões menos valorizadas, por terem menor acesso aos espaços de decisão no mundo político e econômico, por sofrerem violência doméstica, física, sexual, psicológica, econômica, além da negligência e abandono. Além disso, elas vivem dupla e tripla jornada de trabalho.

Para as mulheres idosas, há ainda a questão do isolamento social e transtornos emocionais devido à aposentadoria, à viuvez, às alterações fisiológicas, e dos sofrimentos provocados por uma sociedade que supervaloriza a juventude e desvaloriza as marcas do envelhecimento feminino.

Além dos sintomas de depressão, outros transtornos mentais necessitam de atenção e cuidado, como os de ansiedade, insônia, estresse e transtornos alimentares. Fatores psicossociais e ambientais estão relacionados à incidência dessas doenças.

3 – Falando de Sexualidade

A sexualidade engloba um conjunto de aspectos que envolvem o prazer, o desejo, a ternura, o amor, que são o resultado da convergência de natureza psíquica-bio-sócio-histórico-cultural. Portanto conhecer o próprio corpo é fundamental para identificação dos pontos de prazer e exercício da sexualidade, em todas as idades. A mulher vai tendo vivências e experiências da sua sexualidade que vão mudando com o passar dos anos.

Nas adolescentes, por exemplo, o início da puberdade é marcado por muitas mudanças como o aparecimento de espinhas, nascimento do broto mamário, pelos pubianos gerando muitas vezes dúvidas e inseguranças.

Falar da sexualidade das mulheres idosas ainda é um tabu, o que dificulta a busca de informação e a superação de obstáculos para que se alcance uma vida sexual saudável e com qualidade nesta faixa etária.

Após a menopausa, por exemplo, as mulheres podem apresentar algum desconforto nas relações sexuais com penetração vaginal, por causa das condições de hipoestrogenismo e, consequentemente, hipotrofia dos tecidos genitais. Utilizar creme vaginal, nestes casos, pode favorecer as condições genitais para o pleno exercício da sexualidade.

4 – Conhecer seu próprio corpo

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As principais marcas de água em garrafa estão contaminadas com partículas de plástico, que provavelmente vazam durante o processo de engarrafamento, revela um estudo realizado em nove países e publicado nesta quarta-feira.

Foram analisadas 250 garrafas de água no Brasil, China e Estados Unidos, entre outros países, em um estudo dirigido pela pesquisadora Sherri Mason, professora da Universidade Estadual de Nova York, em Fredonia.

O plástico foi encontrado em 93% das amostras, que incluíram as principais marcas, como Aqua, Aquafina, Dasani, Evian, Nestle Pure Life e San Pellegrino.

Há partículas de polipropileno, nylon e tereftalato de polietileno (PET). Em média, os pesquisadores encontraram em garrafas de um litro de água 10,4 partículas de tamanho médio de 0,10 milímetros. 

“Acredito que venham dos processos de engarrafamento, e creio que a maior parte procede da própria garrafa, de sua tampa e do processo industrial”, explicou Mason à AFP. “Mas a água em garrafas de vidro também continha microplásticos”.

Ignora-se o alcance dos riscos que representam estas partículas para a saúde humana. 

Jacqueline Savitz, diretora para a América da Oceana, ONG que luta contra a contaminação dos mares, destacou que o estudo é mais uma razão para se limitar a produção de garrafas de plástico.

 .jb.com.b

O Fundo Nacional de Saúde (FNS) transferiu nesta segunda-feira (12/3), mais de R$ 3,3 bilhões para Fundos de Saúde estaduais, municipais e do Distrito Federal. Os recursos são destinados à Atenção à Saúde da População para procedimentos de Média e Alta Complexidade (Teto MAC) e são referentes à parcela 3 de 2018. Em virtude da publicação da Portaria 3.992, de 28 de dezembro de 2017, que altera as normas para as transferências dos recursos financeiros federais para as ações e os serviços públicos de saúde e a consequente mudança na forma de apresentação das informações dos repasses, o Fundo Nacional de Saúde está fazendo as devidas alterações nas ferramentas de consulta aos repasses diários. Dessa forma, até que as alterações estejam concluídas, as informações detalhadas sobre os repasses de recursos de 2018 não estarão disponíveis na consulta Repasses do Dia.

postura postura

Você já sentiu alguma dor na coluna? Pense bem, pois é possível que você sinta dor há bastante tempo, mas esqueceu dela porque já se tornou uma constante em sua vida. De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (Ministério da Saúde e IBGE), 18,5% da população tem alguma doença crônica na coluna como cifose, lordose, artrose, escoliose ou hérnia de disco.

“Na maioria dos casos, a dor na coluna está relacionada à má postura e a contraturas musculares de rápida resolução. As dores persistentes, relacionadas a doenças mais sérias, são bem menos frequentes na população. Uma boa conversa e exames físicos e de imagem são necessários em alguns casos para confirmar o diagnóstico”, afirma médico ortopedista Luís Eduardo Carelli, especialista do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO).

Para evitar as dores relacionadas à má postura, ou até mesmo complicações na lombar, veja dez dicas para proteger a coluna.

  1. Ao se deitar de lado, coloque um travesseiro entre a cabeça e o ombro e outro entre as pernas;
  2. Ao deitar de barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo dos joelhos e outro embaixo da cabeça;
  3. Evite dormir de bruços, pois além de forçar a coluna, dificulta a respiração;
  4. Flexione as pernas par elevar um objeto pesado do chão;
  5. Use um colchão ortopédico ou semi-ortopédico, de acordo com o seu peso e altura;
  6. O travesseiro não deve ser muito fino nem muito macio, para não alterar a curvatura da coluna; o ideal é que seja da altura entre a cabeça e o ombro;
  7. Ao ficar de pé, contraia os músculos da barriga e das nádegas periodicamente; utilize esta técnica de relaxamento quando quiser aliviar dores;
  8. Ao trabalhar em frente a uma mesa, ou digitando no computador, mantenha as costas retas, apoiadas no encosto da cadeira; manter as pernas debaixo da mesa, evitando cruzá-las.
  9. Não carregue mochilas ou sacolas, com o peso de um só lado. A mochila deverá ser apoiada nos dois ombros e as sacolas, divididas nas duas mãos;
  10. Evite trabalhar com o tronco totalmente inclinado durante as atividades domésticas.

Usada originalmente como anestésico, a ketamina trata os sintomas mais graves em duas horas. É considerada o maior avanço contra a doença desde o Prozac

Crédito: ljubaphoto

Cilene Pereira

Um anestésico usado desde a década de 1960 é a grande aposta da medicina no tratamento da depressão. Na maior parte dos estudos realizados até agora, a ketamina tirou os pacientes de crises graves com rapidez impressionante. A última das pesquisas, feita sob o comando do Instituto Nacional de Saúde (NIH), dos Estados UNidos, revelou que em apenas duas horas a droga reduz sinais graves, como ideias suicidas, e atinge o pico em 24 horas. As medicações tradicionais demoram em média quinze dias para sutir efeito. Por isso, a Ketamina é considerada a maior revolução contra a enfermidade desde o Prozac, lançado em 1986.

Por enquanto, o remédio, que existe nas versões oral, intravenosa, nasal e subcutânea, não foi liberado para uso como antidepressivo por agências regulatórias, incluindo a brasileira. Essa indicação é considerada off-label (fora da indicação original). No entanto, uma de suas derivações, a esketamina, já recebeu, nos EUA, o status de “breakthrough therapy” para uso em indivíduos com risco iminente de suicídio. A classificação significa que, nesses casos, a droga pode ser oficialmente indicada.”Queremos regulamentar seu uso”, escreveu Carlos Zarate, coordenador do levantamento do NIH. “Ela é uma mudança de paradigma.” Nesse momento, a droga é estudada em centros do mundo todo, como no Warneford Hospital, na Inglaterra, onde mais de 40% dos participantes melhoraram de forma significativa. No Brasil, uma das instituições a pesquisá-la é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os resultados observados são bem animadores. “É uma grande mudança”, afirma o psiquiatra José Alberto del Porto, professor da Unifesp. “Não tínhamos nada parecido.” Alguns médicos, tanto aqui quanto em outros países, também estão receitando o remédio mesmo fora dos estudos clínicos. Desde que haja supervisão médica rigorosa, não há problemas nisso. Há, porém, questões a serem esclarecidas. Entre elas, os efeitos da utilização da ketamina a longo prazo e o risco de dependência que isso pode trazer.

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Você se alimenta bem, se exercita regularmente, mas ainda assim ele insiste em aparecer? O problema pode estar em alguns alimentos que você coloca no prato. Independentemente do motivo, você pode driblar o inchaço, especialmente se colocar em prática estes truques úteis:

1. Beba água aromatizada e fique longe do sódio
Depois de uma refeição super salgada como comida japonesa, a necessidade de desinchar já aparece. Nesse caso, água com limão ou pepino e chá verde quente são bons remédios naturais. Além disso, escolha os alimentos com menos sódio, já que em  grande quantidade a substância ajuda a reter líquido.

2. Procure alimentos ricos em potássio
Folhas verdes escuras, bananaabacate e aspargo são boas pedidas. O potássio serve como um diurético natural e vai ajudar o seu corpo a combater o inchaço com mais facilidade.

3. Opte por grãos integrais
Bolacha, pão branco ou massas podem parecer mais gostosos na forma refinada, mas isso não é necessariamente verdade. Esse tipo de alimento piora a sensação de inchaço. Em vez disso, fique com cereais integrais em sua forma mais pura, como a quinua, aveia integral e arroz integral.

4. Beba, beba, beba muita água – mas fique longe da bebidas gasosas
Hidrate-se! Pode parecer estranho, mas quando você está desidratada, suas células retém água. Por isso, use a ebuse da água. Mas evite qualquer bebida com gás – as bolhas apenas aumentam a sensação de inchaço.

5. Foco nas fibras
A prisão de ventre é uma causa comum para o inchaço, portanto, ter uma dieta rica em fibras pode ajudar o seu intestino a funcionar melhor. Prefira legumes frescos como cenoura, pepino, pimentão, tomate e ervilha. Além de melhorar sensação de inchaço, você ainda vai se sentir saciada por mais tempo.

6. Escolha os vegetais com sabedoria
Evite os alimentos que causam gases, como brócolis, repolho, couve-flor e couve, e que muitas vezes também causam o inchaço. Além disso, prefira os ingredientes ricos em probióticos como chucrute e iogurte, que podem ajudar a reduzir a retenção de líquido e o desconforto abdominal.

7. Dispense o chiclete sem açúcar
Os chicletes sem açúcar contém álcoois de açúcar e podem fazer com que você se sinta inchada.

8. Experimente o chá de dente-de-leão
Ele é rico em fibras e um diurético natural, que vai estimular o seu organismo a funcionar melhor. Assim, você fica livre da sensação de inchaço.

9. Mexa-se
Uma das melhores coisas para melhorar a desconfortável sensação de inchaço é levantar e colocar o corpo em movimento. Aproveite e leve seu pet para uma caminhada.

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