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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Com os 36 casos suspeitos de varíola dos macacos investigados no estado da Paraíba, o secretário executivo de Gestão da Rede de Unidades de Saúde da Paraíba, Jhony Bezerra, falou como podemos nos prevenir contra a monkeypox. Bezerra informou, em entrevista a uma emissora de rádio, que um caso foi confirmado na capital paraibana.“Atualmente, são 36 casos notificados. Desses 36 casos, quatro foram descartados e um caso confirmado, que é uma jovem residente em João Pessoa, mas que passou as férias em Natal. Provavelmente, adquiriu o vírus no Rio Grande do Norte. São 31 casos que seguem em investigação e aguardam o resultado dos exames confirmatórios”, disse.A doença é transmitida, principalmente, pelo contato direto ou indireto com sangue, fluídos corporais e lesões corporais.

Foto: Paraibaonline

Foto: Paraibaonline

Jhony fez algumas recomendações para evitar a infecção pela varíola dos macacos.

“Como prevenção, recomendamos evitar o contato pele a pele. O uso da máscara é um mecanismo de proteção porque pode haver transmissão por gotículas, a higienização das mãos com álcool 70 e com sabão neutro. Se viajar e for para a um hotel, tente levar toalhas e lençóis, pois pode haver transmissão por roupas de banho e cama contaminadas”, disse. Os principais sintomas da doença são febre acima de 38ºC, bolhas na pele, dor de cabeça, dor nas costas, fraqueza muscular e aparecimento de gânglios (caroços no corpo).

paraibaonline

Varíola dos macacos

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou, nesta quarta-feira (17), uma reunião para a ativação do Centro de Operações de Emergência (COE) para o monitoramento e acompanhamento da Monkeypox (varíola dos macacos) na Paraíba, com o intuito de definir estratégias para assistência e contenção do agravo. 

“Esse centro é um grupo de discussões, então semanalmente ele vai ter reuniões. Nós vamos compartilhar o plano de contingência estadual sobre essa temática”, disse a secretária de Saúde do Estado, Renata Nóbrega, em declaração encaminhada à imprensa. Segundo ela, na Paraíba há 11 serviços de referência para casos de internação. “O primeiro local que o usuário vai procurar se estiver com mancha na pele, situação de febre, é uma Unidade de Saúde da Família, a atenção primária em saúde”, indicou Renata.

Cenário epidemiológico

Atualmente, conforme detalhou a secretária, a Paraíba tem um caso confirmado de infecção pela varíola dos macacos, com 37 casos em investigação. Ela alertou para as ações de prevenção recomendadas: “Uma das medidas importantes é a questão do isolamento. Se você está com suspeita, então, para evitar essa transmissibilidade, manter os cuidados com o uso de máscara, higienização das mãos, cobrir as lesões”, aconselhou.Renata Nóbrega ainda explicou que a capacidade de transmissão da varíola dos macacos é menor que a da Covid-19, mas que o risco de contágio é maior com o contato de fluidos corporais, a exemplo do que ocorre em relações sexuais.

Reunião

Estiveram presentes representantes do Conselho de Secretarias Municipais da Paraíba (Cosems-PB), Conselho Estadual de Saúde (CES), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Hospital Universitário Alcides Carneiro (HU-CG), Lacen – PB, Agevisa e Complexo Hospitalar Clementino Fraga.

portalcorreio

A varíola dos macacos é uma doença viral, descoberta na década de 1970, causa lesões na pele e em casos mais graves pode levar à morte – AFP

Artigo publicado por um grupo de cientistas na Revista Brasileira de Epidemiologia alerta para lentidão e negligência do poder público no combate à varíola dos macacos em território nacional; cenário que repete a inação observada ao longo da pandemia da covid-19.

Assinado por especialistas que integram a Comissão de Epidemiologia da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o texto aponta falta de estrutura laboratorial para testagem e diagnóstico rápidos, dificuldades de obtenção e divulgação de dados em tempo real e pouca ação para capacitar trabalhadores e trabalhadoras da saúde a atender pacientes com a doença. Desde que confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos, no dia 9 de junho, o Brasil já tem mais de 1,3 mil pessoas contaminadas. Entre elas há pelo menos três crianças, fatia da população que mais têm chances de ter quadros graves. Nessa lista estão também grávidas e pacientes com imunidade comprometida. Além disso, o país registrou uma das oito mortes contabilizadas em todo o planeta por causa da doença até agora. O epidemiologista Jesem Orellana, um dos autores do artigo, alerta que a situação é preocupante. Segundo ele, que atua na Fiocruz Amazônia, o fato de o país ter o registro de um dos óbitos globais é simbólico e resultado da inação do governo federal. Ele pondera que, a falta de resposta do governo federal seria mais condizente com a realidade do início do século 20 “quando não tinha uma consolidação do conhecimento científico e as estratégias para enfrentar o problema ainda eram muito precárias e estavam em fase desenvolvimento”.

“Agora, não podemos ver o Brasil do século 21, uma das maiores economias do planeta, um dos maiores países do planeta, mais uma vez, repetir os erros que cometemos durante a pandemia da covid-19, com a monkeypox.”

O artigo publicado pela Abrasco lista uma série de medidas consideradas “urgentes e imprescindíveis”. A primeira delas é básica, a definição de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas na rede de atenção à saúde. Em outras palavras, é preciso estabelecer uma maneira padrão de recebimento, acolhimento e atendimento de pacientes com a doença. Nem isso foi definido. Também falta um sistema com informações unificadas sobre novos casos e suspeitas, que traga detalhes clínicos, sociais e demográficos. 

Para conseguir uma resposta adequada, o texto menciona a necessidade de ampliação de recursos. As medidas contra a emergência da varíola dos macacos esbarram no desmonte estrutural do Sistema Único de Saúde.Jessem Orellana lembra que, há cerca de um mês, a Secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde desarticulou a sala de situação que tratava do tema. O espaço serviria para treinar técnicos e técnicas, orientar secretarias municipais e estaduais de saúde e abrir dialogo com cientistas.

“Tem um conceito que é fundamental para o enfrentamento de emergências de saúde, que é o conceito da oportunidade. Se você não atua de forma oportuna, de maneira a se antecipar, acaba caindo nessa situação evitável do espalhamento viral”, explica ele. Outro problema enfrentado pelo Brasil é a centralização dos laboratórios de testagem, “Nós estamos treinando países e fazendo propaganda das ações do governo federal para o diagnóstico da monkeypox referência na América de Sul. No entanto, até hoje, o Brasil continua centralizando o diagnóstico em apenas quatro cidades de um total aproximado de 6 mil municípios que temos nesse país com dimensões continentais”, afirma Orellana.

Prevenção e cuidados

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A gravidade da situação não vem se refletindo nas políticas públicas relacionadas ao controle da pandemia – Mike Sena / Agência Brasil

Há duas semanas, o Brasil apresenta, todos os dias, média móvel de mortes diárias de covid-19 maior que 200, com tendência de alta. Nesta sexta-feira (15), por exemplo, o número chegou a 250, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

Esse montante de óbitos é muito menor do que os registrados em abril de 2021, na pior onda da pandemia. Naquele momento, a média móvel de mortes diárias ultrapassou a marca de 3 mil. Mas, mesmo assim, o país se encontra em um cenário de mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave nunca antes registrado. A dimensão da tragédia do ano passado dificulta a percepção de que o país ainda convive com um patamar recorde de mortes por causas respiratórias, desde que essas informações começaram a ser coletadas. Um levantamento realizado com os dados abertos do InfoGripe/Fiocruz mostra que, entre 2009 e 2019, o Brasil registrou 22.122 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave, uma média de pouco mais de 2 mil mortes por ano. Hoje, o país vê 2 mil óbitos por apenas uma causa – a covid-19 – a cada 10 dias, em média.  Isso mostra que mesmo com o avanço da vacinação, o coronavírus segue sendo muito mais letal do que os vírus que causam gripe, que já circulam no mundo há mais tempo. Agora, essa letalidade está concentrada em grupos específicos: idosos, pessoas imunossuprimidas, crianças menores do que 1 ano e aqueles que, por qualquer motivo, não se vacinaram. Dessa forma, tornam-se mortes “invisíveis”. De acordo com Isaac Schrarstzhaupt, cientista de dados e coordenador da Rede de Análise Covid-19, essa situação colabora para o aumento da circulação do vírus. “A gente percebe que estamos com uma doença muito mais letal do que a H1N1 e que, por estar se transmitindo sem problema nenhum, está desenvolvendo variantes que estão conseguindo infectar as pessoas cada vez mais rápido”, explica. “Agora a gente tem públicos que sofrem menos e públicos que sofrem mais com as ondas de menor proporção que a gente vem observando”, afirma Anderson F. Brito, virologista, pesquisador científico do Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e integrante da Equipe Halo, da Organização das Nações Unidas. “Se a gente for olhar só para o número de casos, são tão altos como as ondas de 2021. No entanto, não geram tanto impacto para os mais jovens, que ficam um pouco mais displicentes, porque sabem que provavelmente não terão casos graves, mas se esquecem que eles estão conectados com outras pessoas.”

Calendário eleitoral 

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De acordo com um novo estudo publicado na revista Alzheimer’s Research & Therapy, as drogas imipramina e olanzapina, muito usadas para tratamento de condições psiquiátricas, podem ser benéficas para pessoas com Alzheimer. A doença, que não tem cura, é responsável por 60 a 80% dos casos de demência e geralmente ocorre em pessoas com 65 anos de idade ou mais.

A pesquisa realizada por uma equipe da Escola de Medicina da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, buscou encontrar medicamentos capazes de bloquear um gene chamado apolipoproteína E (APOE4), associado a um maior risco de demência. Para assim tentar reduzir a chance de alguém desenvolver a doença de Alzheimer.Durante os estudos, os pesquisadores notaram que o antipsicótico olanzapina e o antidepressivo tricíclico imipramina são comumente prescritos para condições psiquiátricas. Ambos os medicamentos possuem aprovação prévia da Food and Drug Administration (FDA), agência federal americana responsável pela proteção e promoção da saúde pública nos Estados Unidos.Então, o professor de neurologia Huntington Potter e sua equipe resolveram analisar um dos mais antigos e mais poderosos conjuntos de dados de Alzheimer do mundo, o National Alzheimer’s Coordinating Center. Como objetivo, investigar o que acontecia quando alguém recebia essas drogas para indicações normais, mas sendo uma pessoa com a doença.

Drogas resultaram em melhorias na cognição

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Mulher com lenço no rostoProfissional da saúde atende paciente em UTIHomem espirrando

Sintomas de covid costumam aparecer depois de cerca de três dias do contato com alguém infectado

Nas últimas semanas, os casos de covid-19 não param de crescer no Brasil. De acordo com o painel do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass), a média móvel diária de novas infecções está atualmente em 56 mil. Há pouco mais de um mês, esse número estava em 13 mil, uma taxa quatro vezes menor.

Esse aumento, relacionado à circulação de variantes mais infecciosas e ao relaxamento das medidas de proteção, nos leva a pensar na ação do Sars-CoV-2, o coronavírus responsável pela pandemia atual, e como ele consegue se espalhar com tanta facilidade.Nesta reportagem da BBC News Brasil, você vai conhecer em detalhes o “caminho” que ele faz pelo nosso organismo e o que acontece em cada dia desde o momento em que temos o primeiro contato com o patógeno.

Mas, antes de entrar nos detalhes, um alerta importante: as datas apresentadas são apenas estimativas médias, baseadas em informações publicadas em estudos científicos e revisados por agências de saúde nacionais e internacionais. Pode ser que esses prazos variem, para mais ou para menos, em casos específicos.

Tudo começa quando temos contato próximo com alguém que já está infectado com o coronavírus.

Quando essa pessoa fala, canta, tosse ou espirra, ela libera pequenas gotículas ou aerossóis de saliva que carregam partículas do Sars-CoV-2.A quantidade de vírus varia consideravelmente de indivíduo para indivíduo. “Alguns têm uma carga baixa, de 10 mil cópias virais a cada mililitro de saliva”, calcula o virologista José Eduardo Levi, coordenador de pesquisa e desenvolvimento da Dasa.”A carga média vai de 10 mil até 1 milhão de partículas, mas vemos alguns que carregam até 1 bilhão de cópias virais por ml”, compara o especialista, que também é pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo.Essas gotículas minúsculas infectadas podem ser lançadas diretamente no nosso rosto — ou ficam em suspensão, “vagando” pelo ambiente durante minutos ou até horas (numa dinâmica muito parecida com a fumaça do cigarro), a depender da circulação de ar do ambiente de cada local. Nesse segundo caso, nós mesmos aspiramos esses aerossóis durante a respiração.E é aí que começa de verdade o processo de infecção. O Sars-CoV-2 utiliza a espícula (também conhecida como spike ou proteína S), que está localizada na superfície de sua estrutura, para se conectar aos receptores das células da mucosa do nariz, da boca e até dos olhos.

Na ilustração, coronavírus (em vermelho) se conecta com o receptor de célula (em verde)

Na ilustração, coronavírus (em vermelho) se conecta com o receptor de célula (em verde)

A partir daí, ele vai iniciar a rotina comum a qualquer vírus: invadir a célula e usar todo o maquinário biológico para criar, de forma incessante, novas cópias de si mesmo.”Nessa replicação, ele produz de 100 a mil novos vírus numa única célula”, estima Levi.”Trata-se de um número tão grande que a célula não aguenta, estoura e morre. Esses vírus são, então, liberados e vão repetir esse processo nas células vizinhas.”Essa replicação massiva, aliás, tem a ver com o surgimento das variantes do coronavírus. Nem todas as cópias saem iguais e algumas apresentam mutações genéticas importantes.Se essa alteração no genoma representar alguma vantagem para o vírus, isso abre alas para o surgimento e o espalhamento das novas linhagens de preocupação — como as já conhecidas alfa, beta, gama, delta e ômicron.

Dias 1, 2 e 3: a incubação

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A Covid longa, também conhecida como “condição pós-Covid-19”, ganhou status de doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e é um desdobramento da infecção por coronavírus – AFP

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 158 mortes pela covid-19 e 37.784 novos casos da doença, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Os dados atualizados neste sábado (2) apontam uma média móvel (últimos 7 dias) de 213 óbitos e 58.555 casos confirmados.Desde o último dia 28 de junho, a média móvel de casos fatais provocados pela covid-19 está acima de 200, ultrapassando a média registrada em 1º de maio deste ano. A sequência registrada pelo Conass relativa à média de óbitos por dia é de 208 (28), 218 (29), 217 (30), 210 (1º) e 213 (2)


Média móvel está aumentando também na visualização do gráfico / Reprodução: Conass

De acordo com o Painel do Conass, o número de casos confirmados tem sido superior a 50 mil por dia desde 28 de junho, quando foram contabilizados 55.447 registros. 
No registro geral, o número de mortes decorrentes da doença no país desde o início da pandemia chegou a 671.858, e o total de casos oficiais aumentou para 32.471.847.

Autoteste

O autoteste de antígeno para a covid-19 foi aprovado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em janeiro e está sendo vendido nas farmácias desde fevereiro. Uma das principais vantagens desse método de diagnóstico é a facilidade com que ele pode ser acessado e realizado, ainda que os preços ainda sejam altos.Mas, caso você precise realizar esse teste, você sabe o que fazer após saber do resultado? Se o teste for positivo, ou seja, se aparecerem duas marcações na área do resultado, você deve manter o isolamento social e adotar todas as demais medidas de segurança, como o uso correto de máscaras de proteção, de preferência PFF2, a higienização regular das mãos e o monitoramento dos sintomas.O autoteste não funciona, no entanto, como um atestado para afastamento do trabalho ou da escola. Por isso, caso a pessoa precise desse documento, é preciso ir a uma unidade de saúde para confirmação do diagnóstico. A Anvisa recomenda que todas as pessoas com resultado positivo procurem uma unidade básica de saúde ou um hospital para exame clínico e confirmação do diagnóstico. No entanto, caso a pessoa estiver com o esquema vacinal completo e com sintomas leves, é possível optar por monitorar a evolução em casa, para evitar o espalhamento do vírus.

Edição: Glauco Faria

Independentemente de qualquer normativa dos governos, os médicos seguem recomendando o uso de máscaras e a vacinação para que as pessoas se protejam contra a covid-19 – Ricardo Wolffenbuttel / Agência Brasil

A médica sanitarista Karina Calife prevê que os casos de covid-19 devem continuar aumentando no Brasil nas próximas semanas. Diante desse cenário, ela apela pela volta do uso de máscaras em locais fechados. Outra medida essencial é manter a esquema vacinal atualizado. “Tomem todas as doses de vacinas disponíveis. Porque isso é o que nos protege de doenças graves”, afirmou a especialista em entrevista ao programa Bom para Todos, da TVT. O reforço nos cuidados se dá em função do alastramento de subvariantes da ômicron que são ainda mais transmissíveis.

Nesta segunda-feira (13), a Rede Genômica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informou que a linhagem BA.1 vem sendo substituída pela linhagem BA.2. Além disso, Entre os meses de maio e junho, houve aumento na detecção das linhagens BA.4, BA.5 e BA.2.12.1, que têm características genômicas que podem levar a uma maior transmissibilidade viral. Nesse sentido, a instituição também destacou 69 casos de reinfecção, 48 dos quais associados à reinfecção pela ômicron. Os pesquisadores confirmaram, ainda, sete casos de coinfecção pelos vírus Sars-CoV-2 (causador da covid-19) e influenza (vírus da gripe).

“Mesmo quem teve a ômicron entre dezembro, janeiro e fevereiro pode se reinfectar agora”, alertou Karina sobre o risco que essas subvariantes representam. Além da reinfecção, elas também tem maior capacidade de burlar a proteção conferida pelas vacinas. Ela citou, por exemplo, casos de pacientes que se infectaram mesmo após tomarem quatro doses dos imunizantes. “Mas é claro que essas pessoas (com a vacinação em dia) tem uma tendência a ter uma evolução muito melhor”, frisou. Atualmente, apenas 53,41 % dos brasileiros acima de 12 anos tomaram pelo menos uma dose de reforço.

Máscaras de alta proteção

Sobre o uso de máscaras, a médica sanitarista afirmou que o uso do dispositivo, especialmente em locais fechados, nem sequer deveria ter sido abandonado. “Não há base científica que justifique não usar máscara em ambiente fechado”, ressaltou. Assim, ela afirma que o ideal é substituir as máscaras de pano pelas de alta proteção – modelos PFF2/N95. “Tenho visto muito, por exemplo, nos elevadores, as pessoas entram, sem máscara, num espaço muito pequeno. E também nos transportes coletivos, em sala de aula. Isso não faz o menor sentido”, criticou.

Números da covid no Brasil

O Brasil registrou hoje 70 mortes e 40.173 casos de covid-19, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Assim, a média móvel de óbitos calculada em sete dias ficou em 163, alta de 48% em relação há 14 dias. Já a média móvel de casos foi de 43.131, aumento de 38,8% comparado há uma semana. Em 14 dias, esse crescimento chega a 73,8%. Desse modo, é o décimo dia consecutivo de elevação desse índice. Ao todo, desde o início da pandemia, o Brasil tem 668.180 óbitos e quase 31,5milhões de casos da doença. Mas levando-se em conta, ainda, que os números conhecidos oficialmente estão abaixo da realidade.

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Números da covid-19 desta segunda-feira no Brasil. Fonte: Conass

brasildefato

Falta de testes causa subnotificação de casos, atrapalhando políticas de controle da transmissão – Foto: Cristine Rochol/PMPA

Os especialistas em covid-19 não têm dúvidas. O Brasil está passando por mais uma onda da doença causada pelo coronavírus. Em duas semanas – entre 20/05 e 02/06 – o número de casos de covid no Brasil subiu 122%, indo de 14 mil para 31 mil casos confirmados, de acordo com os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).  A quantidade real de infecções, no entanto, é subestimada. O número de testes realizados atualmente no país é muito baixo. Em maio, o SUS fez apenas 176 mil testes, contra 1,7 milhão feitos em janeiro. Sem dados concretos que provem o aumento no número de casos, a população fica sem informação e não pode agir para se proteger. A testagem é fundamental para a detecção das infecções a tempo de quebrar a cadeia de transmissão e também para auxiliar a tomada de decisão dos gestores em saúde. “No Brasil sempre se testou pouco, em todas as ondas. Nunca tivemos estratégias de testagem, e mesmo depois de mais de 2 anos de pandemia, continuamos sem uma política para isso”, afirma Alexandra Boing, epidemiologista da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e integrante do Observatório Covid-19Br.  

Os testes vêm sendo realizados, via de regra, em pacientes sintomáticos. “Não temos disponibilização regular de testes para assintomáticos, não temos esclarecimento para a população sobre importância de se testar”, diz Boing. “Tampouco as equipes de vigilância foram reforçadas para poder atuar nesses casos positivos identificados”, conta. Mesmo sem testes, no entanto, já era possível identificar a nova onda. Uma das ferramentas mais confiáveis para prever o comportamento da covid, a pesquisa conjunta entre a Universidade de Maryland (EUA) e o Facebook mostrou uma reversão na tendência de queda nos casos do Brasil em 11 de abril. 

Essa pesquisa é feita por meio da rede social com um questionário de sintomas “tipo covid”. Como a pesquisa atinge um grande número de pessoas e os resultados são computados imediatamente, ela consegue capturar as mudanças antes dos números oficiais, que dependem de testagem. 

É provável que esta onda não causa tantas mortes como as observadas em 2020 e 2021. Isso acontece por conta da vacinação, que também fez o número proporcional de mortes no país despencar na onda de janeiro de 2022. Mesmo assim, há preocupação. “As vacinas não impedem a transmissão: quanto mais o vírus se transmite, maior a chance de surgirem novas variantes”, explica Boing. “Além disso, estudos mostram que mesmo casos não graves podem levar à covid longa, situação em que as pessoas apresentam sequelas por meses ou anos após a infecção”, diz. 

Entenda:É possível ter covid-19 duas vezes em menos de 90 dias? Especialistas explicam reinfecção

Por que agora? 

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Por g1

 

Mais estados reportam dados represados, e país registra 301 mortes por Covid em 24 horas
Mais estados reportam dados represados, e país registra 301 mortes por Covid em 24 horas
O Brasil registrou nesta quarta-feira (8) 301 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 667.701 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 122. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 13%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Brasil, 8 de junho

  • Total de mortes: 667.701
  • Registro de mortes em 24 horas: 301
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 122 (variação em 14 dias: 13%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 31.314.513
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 51.265
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 36.629(variação em 14 dias: +112%)
Média móvel de mortes desta quarta — Foto: Arte g1

Média móvel de mortes desta quarta — Foto: Arte g1

Todos os estados e o Distrito Federal divulgaram dados nesta quarta-feira, com exceção do Tocantins. Piauí, Maranhão, Roraima, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Distrito Federal, Amazonas, Alagoas, Amapá e Paraíba não registraram mortes nesta quarta-feira. O Acre não registrou óbitos e casos da doença no período.No total, o país registrou 51.265 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.314.513 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 36.629, variação de +112% em relação a duas semanas atrás.

Média móvel de casos conhecidos desta quarta — Foto: Arte g1

Média móvel de casos conhecidos desta quarta — Foto: Arte g1

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (8 estados): MT, RN, ES, SC, MG, RS, PR, SP
  • Em estabilidade (9 estados): PE, SE, AP, RR, PB, AL, PA, GO, AC
  • Em queda (8 estados e o DF): MA, AM, MS, RJ, DF, RO, PI, BA, CE
  • Não divulgou (1 estado): TO
Médias móveis — Foto: Arte g1

Médias móveis — Foto: Arte g1

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

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Por g1

Brasil, 8 de junho

  • Total de pessoas que estão totalmente imunizadas (que receberam duas doses ou dose única): 166.593.188 (77,55% da população total e 83,23% da população vacinável*)
  • Total de pessoas que receberam a dose de reforço: 95.072.044 (44,25% da população total e 52,92% da população vacinável**)
  • Total de pessoas que estão parcialmente imunizadas (que receberam apenas uma das doses necessárias): 178.674.128 (83,17% da população total e 89,27% da população vacinável*)
    *população com 5 anos de idade ou mais
    **população com 12 anos de idade ou mais
  • Total de crianças de 5 a 11 anos que tomaram a primeira dose: 12.671.273 (61,81% da população entre cinco e 11 anos)
  • Total de crianças de 5 a 11 anos que tomaram a segunda dose: 7.326.117 (35,74% da população entre cinco e 11 anos)
  • Total de doses aplicadas: 440.339.360 (90% das doses distribuídas para os estados)
  • 20 estados e o DF divulgaram dados novos: SP, MA, RJ, AC, GO, PA, AP, DF, RO, MS, MT, CE, AL, ES, PE, PI, AM, BA, PR, PB, RS
  • 6 estados não divulgaram dados novos: RR, TO, MG, SE, SC, RN

O levantamento é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por g1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOLOs dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.

Total de crianças entre 5 e 11 anos vacinadas:

Vacinação infantil nesta quarta — Foto: Arte g1

Vacinação infantil nesta quarta — Foto: Arte g1

Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:

Vacinação nesta quarta — Foto: Arte g1

Vacinação nesta quarta — Foto: Arte g1

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Pesquisa da Universidade de Basileia mostra mudança na massa cinzenta após 10 dias de consumo diário de cafeína. Sono de participantes, porém, não foi afetado

Segundo estudo, cafeína equivalente a uma xícara diária de café pode alterar o volume da massa cinzenta no cérebroSegundo estudo, cafeína equivalente a uma xícara diária de café pode alterar o volume da massa cinzenta no cérebro
Foto: Luisa Gonzalez/Reuters

Um novo estudo publicado na revista Cerebral Cortex, conduzido por cientistas da Universidade de Basileia, na Suíça, traz conclusões surpreendentes sobre o consumo diário de cafeína. Os pesquisadores afirmam que beber o equivalente a uma xícara de café por dia pode alterar o volume da massa cinzenta no cérebro de uma pessoa por algum tempo. Por outro lado, também sugerem que o consumo da mesma quantidade da bebida não parece ter efeito na qualidade do sono, contradizendo uma crença popular. Para conduzir o experimento, os pesquisadores recrutaram 20 voluntários saudáveis, todos habituados a beber café diariamente. Por dez dias, eles foram instruídos a tomar três cápsulas de cafeína de 150 miligramas por dia, enquanto se abstinham de todas as outras fontes de cafeína. O protocolo, depois, foi repetido por mais dez dias, nos quais os participantes receberam comprimidos de placebo. Ao final de cada período de dez dias, os autores do estudo escanearam os cérebros dos participantes usando imagens de ressonância magnética funcional (fMRI), ao mesmo tempo que mediam sua atividade cerebral enquanto dormiam. Os resultados indicaram que os volumes de massa cinzenta diminuíram após o uso regular de cafeína, mas aumentaram após dez dias de abstinência.“Nossos resultados não significam necessariamente que o consumo de cafeína tenha um impacto negativo no cérebro”, diz um dos autores do estudo, a Dra. Carolin Reichert, do Centro de Cronologia de Basileia, em comunicado. “Mas o consumo diário de cafeína evidentemente afeta nosso ‘hardware’ cognitivo, o que por si só deveria dar origem a mais estudos”, acrescentou Reichert. Ela lembra que, no passado, os efeitos da cafeína na saúde foram investigados principalmente em pacientes com algum problema de saúde, mas também há a necessidade de pesquisas do tipo em indivíduos saudáveis.A cafeína não está presente apenas no café, mas também em refrigerantes à base de cola e bebidas energéticas – condição que a torna a substância psicoativa mais consumida no mundo.

Massa cinzenta

A massa cinzenta se refere às partes do sistema nervoso central compostas principalmente pelos corpos celulares das células nervosas, enquanto a substância branca compreende principalmente as vias neurais, as longas extensões das células nervosas.

O estudo constatou alterações da massa cinzenta durante o período de consumo de cafeína. Após 10 dias de placebo – ou seja, “abstinência de cafeína” – o volume da substância cinzenta foi maior do que após o mesmo período de tempo com cápsulas do estimulante.

Os pesquisadores, porém, também concluíram que essas mudanças parecem ser temporárias e que apenas dez dias de abstinência da substância estimulante são suficientes para reverter o efeito. Depois desse período, o volume da massa cinzenta se regenerou significativamente entre os participantes.

“As mudanças na morfologia do cérebro parecem temporárias, mas até agora faltaram comparações sistemáticas entre os que bebem café e aqueles que geralmente consomem pouca ou nenhuma cafeína”, observa Reichert.

As mudanças na massa cinzenta foram particularmente perceptíveis no lobo temporal medial direito, que contém estruturas-chave, como o hipocampo, para-hipocampo e giro fusiforme, e está associado à função de memória.

Para analisar o impacto dessas mudanças, os pesquisadores pediram aos participantes que completassem uma série de tarefas de memória e descobriram que eles geralmente se saíam melhor após se abster de cafeína por dez dias do que depois de consumir o estimulante.

Sono não foi afetado no estudo

Se por um lado as alterações na massa cinzenta ficaram níticas no estudo, por outro a comparação de dados revelou que a profundidade do sono dos participantes foi igual, independentemente de terem tomado a cafeína ou as cápsulas de placebo.

Segundo o autores, a atividade de ondas lentas (SWA, sigla de slow wave activity) durante o sono não foi completamente afetada pelo consumo de cafeína ou pelas mudanças no volume da massa cinzenta. Isso foi considerado uma surpresa, já que muitas pessoas relatam sono interrompido após a ingestão de cafeína.

Embora o café seja comumente utilizado para se permanecer acordado, os dados não sugerem uma ligação entre a profundidade do sono durante a ingestão diária de cafeína e as mudanças na morfologia cerebral.

cnnbrasil

À imprensa, o ministro falou sobre o aumento de casos da doença no país, uso de máscaras e a falta de insumos e medicamentos, como a dipirona.“Houve um aumento de casos, primeiro porque a gente vive a época do outono-inverno, é uma sazonalidade, não só aumentam os casos de Covid, mas também pode aumentar das outras viroses respiratórias, influenza, adenovírus, e nisso de alguma maneira causou pressão sobre o sistema de saúde”, disse Queiroga.

O Brasil voltou a registrar um aumento nos números de Covid-19 nas últimas semanas. Entre os dias 22 e 28 de maio, o país teve a pior semana epidemiológica de casos da doença desde março deste ano. Nos cinco primeiros meses de 2022 foram 8.693.140 pessoas infectadas pela doença e 47.620 óbitos contabilizados.O ministro não descartou a possibilidade de pressão do sistema de saúde, mas afirma que a rede está preparada. “Na última semana epidemiológica houve queda de 12% no número de óbitos. O vírus continua, sofre mutações, a doença não acabou, mas a emergência de saúde pública não tem mais”, disse.

Uso de máscara

Ao menos três capitais voltaram a recomendar a utilização de máscaras de proteção em locais fechados devido ao aumento de casos da Covid-19, segundo levantamento da Agência CNN: São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte.“Com relação ao uso de máscaras, desde o início nós fomos contra a obrigatoriedade, mas se as pessoas querem usar a máscara, pode usar. Se tivesse a eficiência que desejamos ela teria que ser utilizada de forma correta”, disse o ministro.Segundo Queiroga, as máscaras devem ser utilizadas de maneira correta, de modo a garantir a proteção contra a doença.“O tipo de máscara, por exemplo a máscara N95, essa é a máscara que protege mais, e ela precisa ser utilizada de maneira correta. Mas às vezes as pessoas usam a máscara de tecido, no outro dia com a mesma máscara, também as máscaras cirúrgicas, tem que trocar a cada 3 horas para ser eficiente […] Então aqueles que se sentem confortáveis e querem usar a máscara, que usem”, disse.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recebeu a segunda dose de reforço contra a Covid-19 / Walterson Rosa/MS

Falta de insumos e de medicamentos

Em maio, estados e municípios relataram a falta de medicamentos e de insumos. Segundo o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a dipirona monoidratada 500mg injetável, por exemplo, chegou a estar em falta em todos os estados. À época, o ministro chegou a afirmar, em entrevista à CNN, que a oferta de medicamentos no país estava equilibrada e que foram identificados problemas pontuais de demora na entrega destes produtos. “Alguns medicamentos estão com dificuldades no mercado. Então, o governo tem atuado com medidas regulatórias para que haja uma normalização do abastecimento. Um deles é a dipirona venosa, por exemplo”, disse o ministro. Queiroga afirmou que o governo federal acompanha o cenário e que o mercado poderá se adaptar sem intervenções. “O governo está vigilante em relação a essas questões, nós não queremos intervir, queremos que o mercado por si só se adapte a essas questões, mas se for necessário alguma intervenção é possível que se considere. No momento atual não tem essa perspectiva”, disse.

Com informações de Ingrid Oliveira, André Rosa, Douglas Porto, Carolina Figueiredo e Giulia Alecrim da CNN.

O Brasil enfrenta agora o que especialistas consideram a quarta onda de Covid — Foto: Getty Images via BBC

O Brasil enfrenta agora o que especialistas consideram a quarta onda de Covid — Foto: Getty Images via BBC

O Brasil enfrenta agora o que especialistas consideram a quarta onda de Covid.Em pouco mais de um mês, o país registrou uma alta de 78,3% nos registros de novos casos. Em 26 de abril, os dados mostravam uma média móvel de 14.600 novos diagnósticos nos últimos sete dias. Já em 31 de maio, o número saltou para 26.032.”Estamos observando esse processo desde metade de abril, mas com um ritmo maior agora. É o início de uma quarta onda, mas felizmente ainda não se compara ao que o Brasil já passou”, diz Fernando Spilki, virologista e coordenador da Rede Corona-Ômica do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), que monitora e sequencia o genoma do vírus circulante no país.A presença de variantes com alta transmissibilidade, o relaxamento de medidas preventivas e a redução da imunidade contra a Covid-19 meses após a vacinação são fatores que explicam o aumento de casos. Ao mesmo tempo, com a vacinação avançada, casos não têm mesma gravidade de ondas anteriores.

Por que SP voltou a recomendar uso de máscaras em locais fechados?

Por que SP voltou a recomendar uso de máscaras em locais fechados?

O boletim epidemiológico da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgado na quinta-feira (26/5) aponta que quase metade dos registros de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) foi decorrente da Covid-19 no período entre 15 e 21 de maio.De acordo com dados do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), mais de 40 mil brasileiros foram diagnosticados com Covid-19 nas últimas 24 horas. O número, no entanto, pode ser bem maior, segundo especialistas.“Estamos enfrentando a quarta onda com um processo inédito. Nunca tivemos uma qualidade tão ruim de dados em termos de número de casos registrados. Testa-se e registra-se muito pouco. Além disso, com a possibilidade de autoteste, para evitar burocracias, vários acabam não registrando. Nunca navegamos tão às escuras”, aponta Spilki.

O que explica aumento de casos

Na avaliação de Spilki, há diferentes fatores envolvidos. Entre eles, está a falta de iniciativa — tanto pública quanto individual — para tentar evitar infecções.

“Muita gente parou de usar máscara, inclusive em ambientes fechados, então ficamos expostos à elevação de casos.”

A médica Vera Rufeisen, infectologista do Vera Cruz Hospital, lembra também que a taxa de proteção das vacinas sofre uma queda alguns meses após a imunização. No entanto, os imunizantes contra a Covid-19 continuam a funcionar para aquilo que eles foram desenvolvidos: a prevenção de casos mais graves da doença, que causam hospitalização e morte.“Além disso, nós não temos imunidade completa contra todas as variantes, e pela mudança de estação, as pessoas, já cansadas de usar máscara, tendem a ficar mais confinadas, em ambientes fechados.”

Outro ponto bastante estudado por Spilki é a presença de variantes com alta transmissibilidade no território brasileiro, como a ômicron.“Variantes da ômicron, como a BA.2, associada a ondas na Europa, estão circulando em alguns locais, assim como a BA.2.12.1, que não está completamente espalhada em território nacional, mas já pode ser encontrada em alguns nichos e também é responsável por onda fora do país, nos EUA. Fora essas, temos ainda as recombinantes como a ‘XQ’, uma mistura da variante BA.1.1 E BA.2“, explica Spilki.Essas variantes, de acordo com o especialista, geram preocupação pela capacidade de disseminação. “Elas facilitam o caminho para um processo de maior transmissão. Não esperamos ‘chuva de mortes’, como aconteceu antes, mas fica o alerta.”

Por que há menos casos graves atualmente

Apesar da forte alta de novos casos, a média móvel de óbitos não tem passado de 200 mortes por semana, de acordo com dados do Conass — um número expressivamente menor do que os índices observados antes da disponibilização dos imunizantes.

“Nesse contexto, felizmente temos a vacinação. Não tanto em relação de transmissão, que é algo que a vacina não impede, mas sim mas para casos graves e óbitos — algo que o imunizante é capaz de evitar muito bem”, afirma Spilki.Não há estudos recentes que analisem o perfil dos pacientes que vieram a óbito pela Covid-19 nos últimos meses, mas pesquisas feitas em diferentes partes do mundo mostram que quem recebeu o esquema completo de imunização tem 20 vezes menos chance de morrer pela doença.É por isso que o Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz aponta como preocupante a estagnação no crescimento da cobertura vacinal na população adulta, além da desaceleração da curva de cobertura de terceira dose, especialmente pela adesão substancialmente menor de adultos à aplicação da dose de reforço.“As vacinas e o alívio do sistema de saúde têm contribuído para a redução da letalidade no Brasil e em diversos outros países que alcançaram altas coberturas de vacinação. Importante reconhecer, portanto, que a ampliação da vacinação, priorizando especialmente regiões com baixa cobertura e doses de reforço em grupos populacionais mais vulneráveis, pode reduzir ainda mais os impactos da pandemia sobre a mortalidade e as internações”, diz o documento. Spilki defende que agora “temos que lidar com a pandemia com as ferramentas disponíveis”.

“É hora de definir estratégias de combate daquilo que o imunizante não consegue conferir, ou seja, diminuir a transmissão. Ninguém mais fala no Brasil em grandes lockdowns, em cancelamento de eventos ou atividades, mas precisaria repensar se a medida de remover máscaras foi correta. Sabemos que a exposição prolongada de um indivíduo ao outro é a principal forma de transmissão, então por que não usar máscaras?”, diz.

O que devemos saber sobre as máscaras PFF2/ N95

“O que devemos pedir é que as pessoas voltem a evitar aglomeração, não chegar perto das pessoas e sempre usarem máscaras em ambientes fechados. Caso apresentem algum sintoma respiratório, se ausentem do trabalho, testem e fiquem isoladas para que a gente interrompa a cadeia de transmissão do vírus”, recomenda Vera Rufeisen.

https://g1.globo

Uso de máscaras é flexibilizado ao ar livre a partir desta quarta-feira (03) no Distrito Federal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em ofício elaborado nesta quinta-feira (2), a Secretaria Adjunta de Assistência à Saúde do Distrito Federal recomendou o retorno da utilização das máscaras faciais em ambientes fechados. A medida se mostra necessária por conta do número de casos de covid-19 no DF, que registraram um aumento de 192% nos últimos 14 dias. O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Insider, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com comercial@congressoemfoco.com.br.

A secretária de saúde também destaca o aumento de 110% nas taxas de ocupação dos leitos de enfermaria e de 56% na ocupação dos leitos de UTI para tratamento da doença. As deliberações do Centro de Operações de Emergência (COE) são utilizadas como base para as novas medidas de proteção.O COE ressalta a necessidade de ampliar a oferta de testagem na rede pública e de se realizarem campanhas publicitárias para conscientizar a população sobre a importância de se completar o esquema vacinal.Também deverão ser abertos 50 novos leitos no Hospital Central da Polícia Militar (HCMP), sendo 30 leitos de enfermaria e 20 de UTI.“Diante do exposto, esta Secretaria Adjunta de Assistência à Saúde determina que Vossa Senhoria cumpra as deliberações do COE-COVID-19, que couberem às Unidades de Saúde do IGESDF-DF, e que ampliem a testagem de antígeno – COVID-19”, conclui o ofício.

Confira a íntegra:

O Distrito Federal foi a terceira unidade de federação a desobrigar o uso de máscaras em todos os locais, após decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB) publicado no dia 10 de março. Na época, Ibaneis afirmou que era hora de “tentarmos voltar a ter uma vida normal”.Especialistas ouvidos pelo Congresso em Foco afirmaram que o momento não era oportuno, e que a decisão era prematura e ousada.Apesar da recomendação da secretária de saúde, o uso das máscaras no DF só se tornará obrigatório após a publicação de um decreto do governador .

 

Frequentemente não só a bexiga estará com a infecção, mas também a próstata, o que potencialmente torna a questão mais grave para os homens.| Foto: Bigstock

Diabetes e problemas de próstata podem tornar o homem na terceira idade propenso à infecção urinária
Por
Sissy Zambão, especial para o Sempre Família
21/05/2022 13:50

Frequentemente não só a bexiga estará com a infecção, mas também a próstata, o que potencialmente torna a questão mais grave para os homens.| Foto: Bigstock
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Diferentemente do que ocorre nas mulheres, as infecções urinárias masculinas não são eventos comuns. Contudo, após os 65 anos, 10% dos homens podem ser acometidos por essa doença, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia.

E isso acontece por conta da mobilidade que pode ficar reduzida na terceira idade, impedindo a ida espontânea ao banheiro. Além disso, o surgimento de outras doenças crônicas como a diabetes, hipertensão arterial, insuficiência renal ou cardíaca e o enfraquecimento muscular deixam os idosos mais propensos a infecção urinária.

Pode ocorrer ainda, em algumas pessoas acamadas, a incontinência urinária e a necessidade do uso de fraldas, aumentando a propensão a desenvolver esse tipo de infecção, exemplifica o urologista e geriatra David Shinobu Yamazaki. E ainda há os tratamentos oncológicos e cirurgias sobre o aparelho geniturinário, que podem interferir com o funcionamento normal do aparelho urinário, tornando o indivíduo mais suscetível. Desta maneira, como a imunidade de idosos tende a ser mais baixa, é preciso tratar a infecção para que não se agrave, alerta o urologista e geriatra.

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Junto com as infecções respiratórias, as de trato urinário acabam sendo causas frequentes de descompensação, inclusive de hospitalizações e de outras complicações. Karin Jaeger Anzolch, urologista e membro do Departamento de Doenças Infecciosas da Sociedade Brasileira de Urologia, avalia que as infecções urinárias nos homens sempre são consideradas complicadas, ainda que não sejam em maior quantidade como acontece com as mulheres. Isso quer dizer, segundo Karin, que deve-se ter uma interpretação individualizada e um manejo diferente do que seria uma infecção urinária comum de uma mulher, mesmo quando não há ainda um quadro que aparente seriedade. Devem ser observadas com atenção as causas subjacentes, ou seja, as razões que levaram a essa infecção.

Além disso, após os 60 anos, é bastante comum ocorrerem comorbidades como diabetes, hipertensão, Parkinson e problemas de próstata (como a hiperplasia benigna e o câncer de próstata), que podem tornar o homem mais propenso e comprometer a sua resposta aos tratamentos. E frequentemente não só a bexiga estará com a infecção, mas também a próstata, o que potencialmente torna a questão mais grave, podendo levar a complicações como retenção urinária aguda, febre e até infecção generalizada, podendo ser fatal. Uma infecção urinária também pode ocasionar incontinência urinária, perda de apetite, cálculos urinários e descompensar doenças como a diabetes, a esclerose múltipla e o Parkinson.

Sabendo que os idosos têm maiores chances de apresentarem germes multirresistentes, cujas opções de antibióticos são limitadas, é importante sempre coletar um exame de urina com cultura para bactérias antes de iniciar um antibiótico e avaliar como está o esvaziamento da bexiga.

Sinais de alerta
O primeiro desafio, para Yamazaki, é o diagnóstico, já que a infecção urinária pode apresentar sintomas incomuns nos mais velhos, como dores abdominais não características, náuseas e até vômitos. “Nos idosos, raramente há febre nos sintomas urinários. A infecção pode ser manifestar na maioria das vezes com confusão mental, sonolência, diminuição do apetite, tornando o diagnóstico precoce mais difícil”, alerta o urologista.

Entretanto, isso não significa que os sintomas típicos não ocorram, mas sim, que os familiares devem estar atentos e não aguardar os sintomas como ardência e dor ao urinar, incontinência urinária, urina com odor, cor alterada ou com sangue e febre ocorrerem.Newsletter Sempre Família
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Medidas de prevenção
Buscando prevenir a infecção do trato urinário, Karin orienta que seja promovida uma boa saúde global, com a prevenção ou tratamento da diabetes, hipertensão, obesidade, problemas de próstata e neurológicos. No caso de incontinência urinária, a médica indica que se verifique se a perda urinária ocorre por não esvaziar a bexiga adequadamente. E, se há uso de fraldas, que sejam trocadas com frequência, evitando contato prolongado com urina e fezes.

As medidas de prevenção são fundamentais, principalmente porque os idosos podem apresentar a infecção urinária de repetição, ou seja, que ocorre com frequência, podendo tornar as bactérias mais resistentes, prejudicando o tratamento.

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Planos de saúde: reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação  — Foto: Regis Duvignau / REUTERS

Planos de saúde: reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação — Foto: Regis Duvignau / REUTERS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANSaprovou na quinta-feira (26) um aumento de 15,5% nos planos de saúde individuais e familiares — o maior aumento desde o início da série histórica em 2000. Antes, o maior registrado havia sido de 13,57% em 2016, segundo dados da agência.

Quando meu plano será reajustado?

O reajuste será aplicado aos planos com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023,

Todos os planos serão reajustados?

O reajuste é válido para os planos médico-hospitalares contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação (Lei nº 9.656/98).

O que entra no cálculo do reajuste?

O reajuste anual é calculado com base nas variações das despesas com atendimento aos beneficiários, intensidade de utilização dos planos pelos clientes e inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Veja simulações

Tala de reajuste dos planos de saúde — Foto: ANS

Tala de reajuste dos planos de saúde — Foto: ANS

Planos individuais x planos coletivos

Os planos de saúde individuais são a minoria no mercado e a oferta tem diminuído. Em março deste ano, havia 49,1 milhões de beneficiários de planos de saúde no país, contra 47,6 milhões em fevereiro de 2021. Já o número de clientes de planos individuais é de cerca de 8 milhões, ou 16,3% do total. Nos planos coletivos, os reajustes já vem ocorrendo, uma vez que não dependem de autorização da ANS. Em 2021, o reajuste médio foi de 5,55% para os contratos com 30 vidas ou mais, e de 9,84% para os contratos com até 29 vidas, de acordo levantamento da ANS com dados até maio do ano passado. Os planos coletivos costumam ser comercializados com um custo de mensalidade menor. O Idec alerta, porém, que migrar de um plano individual para um coletivo pode não ser vantajoso ao longo dos anos.”O plano coletivo tem menos proteção que plano individual: uma é o teto, que produz reajustes mais baixos, e outra outra é proteção contra cancelamento imotivado. No plano individual, a operadora só pode cancelar em caso de fraude ou não pagamento”, destaca a coordenadora do instituto. A ANS mantém um guia na sua página na internet, onde o consumidor pode pesquisar todos os planos de saúde comercializados no país. A ANS oferece os seguintes canais para reclamações sobre irregularidades e dificuldades de atendimento:

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Crédito: Pixabay

A doença foi diagnosticada pela primeira vez em humanos, em 1970 (Crédito: Pixabay )

Os estados da Bahia, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo emitiram alerta para o aumento da atenção em relação à possibilidade de casos da varíola dos macacos. A ordem é que os casos em investigação sejam comunicados para o registro na Rede Nacional de Alerta e Resposta às Emergências em Saúde Pública.No Espírito Santo, as autoridades sanitárias ressaltam a necessidade de tratamento rápido e do isolamento do paciente suspeito. Na Bahia, residentes e viajantes de países endêmicos devem evitar o contato com animais doentes que possam abrigar o vírus da doença. Entre os cuidados, não comer ou manusear caça selvagem, higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel, além de evitar contato com pessoas infectadas e usar objetos de pessoas contaminadas e com lesões na pele.O Brasil não identificou nenhuma infecção da doença, registrada nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido, Portugal, Espanha, Irlanda do Norte, Argentina, Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália, Suécia, Áustria e Suíça. As informações são do portal Metrópoles.A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda o distanciamento físico e o uso de máscaras de proteção e a higienização das mãos contra a transmissão da varíola dos macacos. A doença foi diagnosticada pela primeira vez em humanos, em 1970, e segundo o perfil dos pacientes infectados atualmente, é provavelmente transmitida por meio do sexo sem proteção, além do contato com lesões em pessoas doentes ou gotículas liberadas na respiração.

Os primeiros sintomas são febre, dor de cabeça, dor no corpo e nas costas, inchaço nos linfonodos, exaustão, calafrios e bolinhas que aparecem no corpo inteiro (principalmente rosto, mãos e pés) e evoluem, formando crostas, até cair.

istoedinheiro

                                         

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    O sorriso é um dos primeiros parâmetros pessoais notados por alguém em um primeiro contato; geralmente dando deixas que refletem a personalidade de cada indivíduo. Cuidar do sorriso e da saúde bucal vai muito além de estética e qualidade de vida: atrai também bons relacionamentos e influi completamente o ambiente profissional. Então, procedimentos voltados para melhoria ou recuperação do sorriso,não é apenas um simples tratamento, e sim um investimento com garantia de retorno.

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 O sorriso perfeito vai além da beleza: ele transmite uma sensação de que a pessoa se preocupa com sua imagem e higiene pessoal, associando-se como alguém responsável e cuidadoso. Isso aproxima as outras pessoas de forma subliminar.

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  Consequências de um sorriso mal cuidado

   Quem tem uma saúde bucal comprometida, como a falta de dentes, desalinhamento e amarelamento, ou mesmo a insatisfação com seu sorriso atual, pode expressar uma fisionomia negativa. Um semblante fechado, triste e com baixa autoestima é percebido por qualquer pessoa, o que pode afetar o desempenho no trabalho, socialmente e até mesmo nas relações interpessoais. Graças à tecnologia associada à odontologia, hoje existem diversos procedimentos que podem ajudar na conquista do sorriso perfeito. Como procedimentos de limpeza, clareamento e a sensação do momento, as lentes de contato dentais.

Poderoso antioxidante, o ativo é hidrata, estimula a produção de colágeno e cria uma barreira de proteção na pele

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