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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Vitamina C (Foto: Freepik)

Vitamina C 

Todo mundo quer ter uma pele linda e saudável. Mas para isso, precisamos cuidar direitinho dela. Além dos cuidados básicos na rotina de skincare, como limpeza e proteção, chega uma hora em que precisamos investir em produtos que oferecem benefícios mais completos, com diferentes ativos para ajudar no cuidado.Um dos mais queridinhos é a Vitamina C, um poderoso antioxidante que ajuda a combater os radicais livres e auxilia na produção de colágeno. A substância, encontrada em alimentos naturais e utilizada em dermocosméticos, é muito eficaz no combate às manchas, rugas e linhas de expressão.Para tirar todas as dúvidas sobre a Vitamina C, preparamos um quadro de mitos e verdades e ainda indicamos alguns produtos com o ativo que são indicados para todos os tipos de pele (e bolsos!).

Mito! Apesar de muito mais efetiva, a molécula de ácido L- Ascórbico (Vitamina C Pura) é muito instável e oxida facilmente em contato com a água e o ar, dificultando muito sua manipulação. Dessa forma, houve uma busca para conseguir estabilizar o ativo e adiar o seu processo natural de oxidação, surgindo algumas opções estabilizadas e derivadas da molécula original. No entanto, apesar de a estabilização garantir a integridade da validade das derivadas da vitamina C por mais tempo, descobriu-se que a versão pura – e mais instável – é a que traz os grandes benefícios à pele. É, por isso, é importante escolher um dermocosmético que contenha vitamina C pura (ácido L-ascórbico) – e não derivada ou estabilizada, pois assim a pele receberá o melhor ativo.

Vitamina C age de forma preventiva?

Verdade! A Vitamina C é eficaz em qualquer idade. Ela ajuda a minimizar rugas e linhas de expressão em peles mais maduras, mas também é indicada para prevenir o envelhecimento precoce. Além disso, contribui com a produção de colágeno, proporcionando firmeza a pele.

Vitamina C e Sol não combinam?

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Dra. Gatarina Amaral Ginecologista
Dr. Marcelo ortopedista
A Climed – Clínica Médica e Plano Assistencial, está realizando um excelente trabalho, que resulta numa população mais saudável, com grande variedade de especializações médicas. Alem de ótimo custo benefício, cujo plano custa apenas 29 reais mensais e inclui 7 pessoas da família.
   A matriz fica localizada na cidade de Teixeira PB e as filiais em Santa Terezinha PE e Maturéia PBO plano oferece as seguintes especializações:
Ginecologista
Ortopedia
Cardiologista
Otorrino
Dermatologista
Urologista
Psiquiatria
Psicológia
Nutricionista
Exames laboratoriais
Ultrassonografia
Citologia
Colposcopia
Exames de vista
Densitometria óssea
Raio X
Eletrocardiograma
Ressonância
Tomografia
Mamografia
Endoscopia
Neste dia 05/08 estará realizado a ultrassonografia. 

O Brasil registrou em 24 horas mais 20.257 casos de covid-19, e o número total de infectados pelo coronavírus chegou a 2.118.646. Os dados foram atualizados às 18h desta 2ª feira (20.jul.2020) pelo Ministério da Saúde.

Infográfico

 

Um levantamento divulgado pelo Instituto Vox Populi nesta terça-feira (14) apontou que mais de 80% da população discordam da iniciativa do governo Jair Bolsonaro de nomear um militar (general Eduardo Pazuello) para comandar o Ministério da Saúde

Jair Bolsonaro e Eduardo Pazuello
          Jair Bolsonaro e Eduardo Pazuello 

247 – Um levantamento divulgado pelo Instituto Vox Populi nesta terça-feira (14) apontou que 82% dos entrevistados discordam da iniciativa do governo Jair Bolsonaro de nomear um militar (general Eduardo Pazuello) para comandar o Ministério da Saúde. De acordo com a pesquisa, 15% acham que foi uma boa solução e 3% não souberam ou não responderam. As estatísticas mostraram que 31% não confiam nos militares, 17% confiam pouco, 32% confiam mais ou menos, 18% confiam muito e 3% não souberam ou não responderam. Segundo os dados, 65% acham que os militares não devem participar do governo, não devem se envolver com política. Para 30%, eles estão certos de integrar a gestão. E 5% não souberam ou não responderam. A pesquisa nacional Vox Populi foi realizada entre 25 de junho e 3 de julho. Foram realizadas 1.500 entrevistas por telefone.

Crédito: Pexels

Ao contrário do que todas as “regras da dieta” fazem você acreditar, perder peso não tem que ser complicado. E, verdade seja dita, não deve ser complicado. Para ajudá-la a otimizar seus esforços, conversamos com especialistas em perda de peso sobre estratégias que desperdiçam seu tempo. Do minimamente eficaz ao absoluto erro, estas dicas comuns de emagrecimento têm que sumir da sua vida.

5 dicas para perder peso que profissionais odeiam

1. Exagerar no chá verde

Ok, pesquisas mostram que beber chá verde (sem açúcar ou adoçantes artificiais) poderia ajudá-la a perder peso. Contudo, o efeito é bastante “meh”, segundo o médico Craig Primack, um diplomata do American Board of Obesity Medicine. Em um estudo, as pessoas que bebiam de duas a quatro xícaras por dia aumentaram seu metabolismo em 50 calorias diárias. Isso é uma tonelada de cerveja para tão pouco benefício. Enquanto isso, todos os suplementos de perda de peso com chá verde são apenas um desperdício de dinheiro. “Não acredite que qualquer empresa encontrou um novo superalimento natural que facilmente irá ajudá-la a perder peso”, diz Primack. “Eu posso confortavelmente dizer que em 2017 não há superalimentos mágicos.”

2. Cortar o glúten

Se você tem doença celíaca, sim, evitar glúten é uma obrigação. “Caso contrário, cortar a proteína não é apenas um desperdício de tempo, mas também pode atrapalhar seus esforços em perder peso”, diz Primack. Isso ocorre porque quando os fabricantes de alimentos tiram o glúten (geralmente a partir do trigo) dos alimentos, eles normalmente substituem pela farinha de arroz, o que aumenta seu teor de açúcar. Isso pode levar a um rápido pico e queda em seus níveis de açúcar no sangue, deixando-a esfomeada. “Quando comparamos o peso corporal médio de pacientes com diagnóstico de doença celíaca que são forçados a consumir uma dieta livre de glúten, eles demonstram um peso corporal maior do que os que consomem glúten”, diz Ethan Lazarus, diretor do Clinical Nutrition Center, em Denver. De fato, um estudo da Universidade Harvard de 2017 com aproximadamente 200.000 adultos mostra que a redução ou eliminação do glúten está associada a um risco 13% maior de desenvolver diabetes.

3. Evitar lactose

Livre-se dos haters da lactose. “Com mais frequência do que nunca, estudos mostram que beber leite e comer alimentos lácteos, que são ricos em proteínas, resulta em perda de peso”, diz Primack. Por exemplo, em um estudo do American Journal of Clinical Nutritions com 8.000 mulheres de peso normal, aquelas que consumiram mais lactose ganharam menos peso ao longo de 11 anos quando comparadas àquelas que consumiram pouco ou nenhum lacticínio. Bônus: Aquelas que comeram os laticínios com mais gordura colheram os maiores benefícios de perda de peso.

4. Cortar o consumo de gordura

De volta à década de 1970, a frase “gordura faz você engordar” parecia ser uma conclusão muito fácil. Mas também era errada, segundo Lazarus. Reduzir drasticamente sua ingestão de gordura pode realmente tornar mais difícil a perda de peso. Fato divertido: Obter menos de 15% de suas calorias diárias da gordura pode bagunçar seus níveis hormonais (incluindo a construtora de músculos testosterona) e aumentar seu apetite. Apesar de tudo, a gordura é impressionante em impulsionar a saciedade e acabar com os desejos. Além disso, quando os fabricantes de alimentos subtraem a gordura dos produtos, como sorvete, batatas fritas e biscoitos, eles geralmente adicionam açúcar extra, calorias e sal para manter suas papilas gustativas felizes. Então pare de se preocupar tanto com sua ingestão de gordura.

5. Evitar comida depois de escurecer

“Comer à noite não causa ganho de peso, mas invadir a geladeira distraidamente, sim”, diz a nutricionista Julie Raeder Schumacher, professora associada de ciências do consumidor na Illinois State University. “As pessoas acreditam que comer à noite adiciona mais calorias à dieta e causa ganho de peso”, diz ela.

Além disso, uma vez que muitas mulheres optam pela privação de alimentos durante todo o dia, sua fome pode ficar tão feroz à noite que tudo à vista acaba em sua barriga. “Em vez de tomar uma abordagem de não se alimentar depois de escurecer para a perda de peso, concentre-se em comer conscientemente durante todo o dia”, diz Julie.

istoe

Banana
Assim como a covid-19, doença que acomete bananas está se espalhando para novos países, forçando a indústria a mudar a forma como a fruta mais consumida do mundo é cultivada e até mesmo seu sabor.
Bananeira
Uma doença letal aparece do nada. Sua transmissão é silenciosa, espalhando-se antes que os sintomas apareçam. Uma vez contraída, já é tarde demais para detê-la — não há cura. A vida nunca mais será a mesma. Soa familiar? Não se trata da covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A Tropical Race 4 (TR4) afeta bananas. Também conhecida como mal-do-Panamá, é causada pelo fungo Fusarium oxysporum, que vem destruindo as fazendas de banana nos últimos 30 anos. Seria apenas mais uma doença a afetar plantas se não fosse o fato de que, na última década, a epidemia se acelerou repentinamente, espalhando-se da Ásia para Austrália, Oriente Médio, África e, mais recentemente, América Latina, de onde vem a maioria das bananas enviadas para supermercados no Hemisfério Norte. Atualmente, o mal-do-Panamá está presente em mais de 20 países, provocando temores de uma “pandemia da banana” e uma escassez da fruta mais consumida do mundo. Cientistas de todo o mundo estão trabalhando contra o relógio para tentar encontrar uma solução, incluindo a criação de bananas geneticamente modificadas (GM) e uma vacina.

‘Novo normal’?

Mas, assim como a covid-19, a questão não é apenas se podemos encontrar uma cura, mas também como viveremos com um “novo normal” que mudará as bananas para sempre? O primeiro lugar para procurar pistas é na origem da banana moderna que todos conhecemos. Sua história mostra exatamente o que acontece se essa doença for ignorada. Não é a primeira vez que as bananas enfrentam uma ameaça, explica Fernando García-Bastidas, pesquisador em saúde vegetal que estudou TR4 na Universidade de Wageningen, na Holanda, antes de trabalhar em uma empresa holandesa de genética vegetal que tenta combater a doença. Na década de 1950, a indústria foi dizimada pelo que ele descreve como “uma das piores epidemias botânicas da história”, quando o mal-do-Panamá ocorreu pela primeira vez.

Banana
 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                  Doença fúngica surgiu na Ásia

Origem

A doença fúngica surgiu na Ásia, onde evoluiu com as bananas, antes de se espalhar para as vastas plantações da América Central. A razão pela qual foi tão devastadora, diz García-Bastidas, é o fato de que as bananas eram todas de apenas uma variedade, a Gros Michel ou ‘Big Mike’. Essa espécie havia sido escolhida para cultivo pelos produtores porque produz frutos grandes e saborosos que podem ser cortados da árvore ainda verdes, possibilitando o transporte de alimentos exóticos altamente perecíveis por longas distâncias, enquanto continuam amadurecendo. Cada planta era um clone de aproximadamente mesmo tamanho e formato, produzido a partir de rebentos laterais que se desenvolvem a partir do caule das raízes, facilitando a produção em massa. Isso significa que cada bananeira é geneticamente quase idêntica, produzindo frutas consistentemente, sem imprevistos. Do ponto de vista comercial era excelente, mas, do ponto de vista epidemiológico, era um surto à espera de acontecer. O sistema de produção de bananas se baseou fragilmente na diversidade genética limitada de uma variedade, tornando-as suscetíveis a doenças, diz García-Bastidas.

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 Priscilla Buhr/AMCS
O procurador-geral do estado, Francisco Dirceu Barros, pediu a intervenção do município de Goiana no início de abril apontando irregularidades cometidas pela gestão – 

Por Felipe Vieira, da coluna Grande Recife

Em entrevista concedida ao programa Balanço de Notícias, da Rádio Jornal, nesta sexta-feira (10), o procurador-geral do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Francisco Dirceu Barros, foi contundente ao dizer que quem sai às ruas sem máscara durante a pandemia do novo coronavírus está cometendo crime e que poderá ser, inclusive, conduzido à delegacia e responder um Termo Circunstanciado de Ocorrência. Se já tiver antecedentes, vai direto para o presídio.

JC – Quem sai sem máscara comete crime?

Dirceu – Nós temos um crime tipificado no Código Penal, artigo 268, que é descumprir determinação do poder público que tem como objetivo impedir a propagação de doença contagiosa. A pena é de detenção de um mês a um ano e multa.

JC – E como se multa numa situação como essa?

Dirceu – Há duas leis, estadual e federal, e as duas preveem multa administrativa. A multa civil não foi regulamentada ainda. As duas leis dizem que os prefeitos e os Estados têm de regulamentar. Para estabelecimento público ou privado que permite a entrada de alguém sem máscara já existe uma lei regulamentada. Ela vai de R$ 1 mil a R$ 100 mil e pode ser duplicada em caso de reincidência. É só o fiscal chegar e autuar, é coisa de cinco minutos. As pessoas correm risco ao deixar, você que é comerciante, por exemplo, quando deixa alguém entrar sem máscara. A multa é para o estabelecimento e também pode ser individual.

JC – Qual o agente responsável por aplicar a multa?

Dirceu – Vai depender de cada município colocar quem é. Se é o guarda de trânsito ou o profissional da vigilância sanitária. As pessoas estão brincando com esse assunto. A quantidade de pessoas desafiando a lei nos calçadões, em parques e ruas é exorbitante. Embora a lei ainda não tenha sido regulamentada, a qualquer momento a pessoa pode ser parada por um policial e ser conduzida à delegacia para lavrar o TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência). Se tiver antecedentes criminais, vai direto para o presídio.

JC – Para ficar claro: se uma pessoa estiver sem máscara e for abordada pela polícia ela vai presa?

Dirceu – Não só isso como se estiver usando a máscara irregular. A lei federal diz que é obrigatório manter a boca e o nariz cobertos. Se estiver no pescoço ou no queixo, para a lei é como se não estivesse usando. O que está havendo hoje? Alguém diz que as pessoas não podem comprar, mas não é caro (a máscara). Está acessível, os municípios estão distribuindo. O que estamos falando hoje é uma questão de cidadania mínima. É falta de educação. A pessoa que não usa máscara hoje em dia é mal-educada e criminosa porque está cometendo crime, está colocando em risco a saúde de terceiros, colocando a própria saúde em risco, sempre digo que quem está brincando com esse tema será o próximo contaminado ou vai causar uma coisa muito ruim, que ninguém quer, que é o efeito regressão. Não está descartado a gente ter que entrar com uma ação judicial para poder regredir regimes pela falta de responsabilidade e de cidadania de pessoas que insistem em não fazer uma coisa tão básica, mas tão necessária. Nesse novo normal a máscara é um tipo de vestimenta.Não há desculpa. Dizer que não usa porque não tem é balela. Se não tiver, procure sua prefeitura que a prefeitura vai dar. É inadmissível o cidadão sair cometendo crime. Nós recomendamos aos prefeitos que fizessem uma campanha de prevenção durante uma semana, distribuindo máscaras e orientando, mas depois daí infelizmente terá de ser feito uma coisa que ninguém fazer que é prender, levar para a delegacia.

JC – O que pode ser feito do ponto de vista de comunicação para estimular mais as pessoas a usar a máscara? 

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Engenheiro de formação, Souza construiu sua carreira em fusões e aquisições e está dedicado a estudar pandemia desde o início da crise

O mundo vive ou não uma segunda onda de contaminação do coronavírus? Essa é a pergunta do milhão para muitos investidores. Ou, do bilhão. A resposta diz respeito à saúde e à economia de todo o planeta. As dúvidas e os temores quanto a isso cresceram nas últimas semanas. Mas as análises são tão ou mais voláteis que as bolsas de valores. Entre os que se preocupam com os preços do mercado, não são poucos os que dizem que a superação da barreira dos 100 mil pontos do Índice Bovespa só depende dessa certeza.

Pércio de Souza, conhecido pelas complexas operações de fusões e aquisições que fez em diversos setores, segue firme em seu propósito de medir e estudar as estatísticas da Covid-19 para conseguir esse tipo de resposta — entre tantas outras. E está determinado em dar visibilidade aos números que, em sua opinião, apontam que não há “nenhum sinal de segunda onda” de contaminação pelo mundo até o momento — ainda que muitos digam e temam o contrário, incluídos aí médicos e cientistas. O Brasil registra hoje mais de 65 mil mortes por coronavírus e 1,6 milhão de contaminados, desde o início da pandemia. É atualmente o país com segundo maior número de óbitos e positivos do planeta, atrás apenas dos Estados Unidos.

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11032016 Dinheiro GovPE

Novos recursos a Estados, Distrito Federal e Municípios estão disponíveis. A Portaria 1666/2020, publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta-feira, 1º de julho, dispõe sobre transferência desses valores que devem ser destinados ao enfrentamento do coronavírus (Covid-19). Pelo texto, serão disponibilizados, em parcela única, aos Entes o montante total de R$ 13,8 bilhões. Os valores têm como fonte prevista as Medidas Provisórias 969/2020 e de parte das 924, 940, 947, 976. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) explica que a medida só foi possível após aprovação, pelos deputados e senadores, da Proposta de Emenda à Constiuição (PEC) 10/2020. 

Para a distribuição dos recursos financeiros foram adotados os seguintes critérios:
I – para a gestão Municipal:
a) faixa populacional, com base na população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística para o Tribunal de Contas da União em 2019 (IBGE/TCU/ 2019);
b) valores de produção de Média e Alta Complexidade registrados nos Sistemas de Informação Ambulatorial e Hospitalar do Sistema Único de Saúde (SUS), pelos Municípios, Estados e Distrito Federal, no ano de 2019; e
c) valores transferidos aos Municípios e Distrito Federal relativo ao Piso de Atenção Básica (PAB), no exercício de 2019.

II – para a gestão Estadual:

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Crédito: Divulgação

AGITO Das selvas de pedras à natureza: ativação do neurotransmissor serotonina e recuperação das energias (Crédito: Divulgação)

Ricardo Moraes

Imortalizada na voz da igualmente imortal Elis Regina, a música de Tavito e Zé Rodrix nunca fora tão atual: “eu quero uma casa no campo, onde eu possa ficar do tamanho da paz”. Fenômeno igual ocorre com um dos clássicos de Dorival Caymmi: “o mar quando quebra na praia é bonito!”. Sufocadas por uma cinzenta selva de pedras de edifícios nos grandes centros urbanos e ilhadas por um vírus fatal que ataca por todos os lados, é mais que normal que muitas e muitas pessoas busquem ambientes da natureza, a exemplo do campo e do mar, como válvula de escape para quase cem dias de quarentena — mesmo sabendo que aumentam para si e aos outros o risco de contaminação. Há aqueles que nas primeiras horas confundiram o isolamento com férias, passeios e churrasquinho. Mas há também os que suportaram firmes e agora não aguentam mais. Na verdade, não é de hoje que o verde de parques e o azul do mar exercem influências tranquilizadoras sobre homens e mulheres ­— a diferença é que, agora, isso se faz mais necessário e visível que em qualquer outro momento de um passado recente. Colhidas pelas retinas e transmitidas às substâncias eletroquímicas do cérebro, as cores podem nos excitar, acalmar, revigorar e desatar nós que trazemos na garganta. Como já se disse, funcionam como válvulas de escape. “A quarentena é mais que necessária, mas isso não significa que não chegue uma hora que as paredes asfixiam”, diz a paulista Laís Corveloni. “Eu ia à janela para desanuviar, mas aí dava de cara com mais cimento do prédio da frente. Fui à praia, fiquei isolada e me fez muito bem”.

istoe

O Brasil chegou, neste domingo (28), à marca de 507.658 mortes causadas pela Covid-19, segundo o consórcio de veículos de imprensa. Nas últimas 24 horas foram registrados 555 óbitos. Os casos confirmados são 1.345.254; deste sábado (27) para este domingo, foram registrados 29.213 novos casos. Uma casa noturna em São Paulo abriu, na noite deste sábado (27), como se não houvesse pandemia.Vídeos postados em redes sociais da própria casa mostram muita gente dançando e conversando sem manter distância segura – e sem máscaras. Casas noturnas estão proibidas de funcionar nesse estágio da quarentena no estado de São Paulo. A balada, que fica na Freguesia do Ó, no noroeste da cidade, ainda anunciou pra este domingo (28) o show de uma dupla sertaneja.Também teve festa em uma casa no Morumbi, zona sul de São Paulo. A rua ficou lotada de carros na noite deste sábado. Uma moradora filmou a movimentação com o celular:“A gente não consegue nem passar na rua. Não tem nem aonde estacionar”. Ela e uma outra mulher ficaram indignadas: “Não pode ir nos colégios, não pode ir trabalhar, mas pode ir para farra… Bonito, né? Todo mundo sem máscara, não tá acontecendo nada! Vocês não tem medo de coronavírus, não?”

“Não é só emSão Paulo, existem inúmeras cidades pequenas que uma boa parte das pessoas não estão preocupadas com o Covid-19. Como o pensamento ilusivo pensam que estão isenta de pegar o Covid-19 e transmitir para as outras pessoas. Mais uma vez é preciso que as autoridades ajam com rigor e não fiquem agindo com omissão.

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Por Jornal Nacional

Internações por acidente de trânsito aumentaram em MG.O relaxamento das medidas de isolamento social produziu um efeito colateral nos hospitais de Minas Gerais. As internações por causa de acidentes de trânsito voltaram a subir.

O motoboy Lucicarlos Ferreira dos Santos sofreu um acidente no início de junho, quando já percebia mudanças no trânsito de Belo Horizonte em relação ao começo da pandemia.“No início você não via ninguém, nem carro, era raridade você ver um carro na rua. Começou a passar um tempinho e começou a aparecer todo mundo”, conta.Flávio Guimarães da Fonseca, virologista do Comitê de Enfrentamento da UFMG, avalia que prefeitos e governadores se precipitaram na reabertura do comércio.“No Brasil, nós estamos em plena curva ascendente, em pleno acúmulo de casos e, ainda assim, flexibilizando e abrindo a economia, abrindo a participação social nas ruas etc. Do ponto de vista clínico, médico, epidemiológico, a abertura, nesse momento, foi absolutamente precipitada”, analisa.

Desde o fim de abril, quando várias prefeituras de Minas começaram a reabrir parcialmente o comércio, o isolamento social do estado caiu de 61% para 36%, o que representa 5 milhões de pessoas a mais nas ruas; e ruas mais cheias significam mais risco de acidentes, que levam mais pessoas a precisar de internação nos hospitais.Isso já aconteceu no Hospital João XXIII, referência no atendimento de acidentados. O número de internações por acidentes caiu quase pela metade em abril, quando o isolamento social ainda era rigoroso na Região Metropolitana de BH. Em maio, quando várias cidades já tinham reaberto parcialmente o comércio, o número de internações cresceu 37% em relação a abril.“O que se observa são ondas simultâneas: uma onda de crescimento das vítimas da Covid e uma onda provocada pelo retorno gradual da circulação, de modo que o sistema entrará brevemente em colapso caso nenhuma dessas ondas seja interrompida”, explica Alysson Coimbra Carvalho, diretor da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego.

OMS diz que América Latina ainda não atingiu o pico pandemia

A Organização Mundial da Saúde mandou um recado para o Brasil, nesta quarta (24), ao ser questionada sobre a situação no país.

O diretor-executivo do programa de emergências, Michael Ryan, disse que a América Latina ainda não atingiu o pico da pandemia. O Jornal Nacional perguntou especificamente sobre o Brasil. Ele foi claro: “O pico depende da ação e também a altura, a duração e a queda dele”. Segundo Michael Ryan, tudo varia de acordo com a intervenção do governo, a cooperação da população e a capacidade dos sistemas de saúde. Ele disse: “O vírus não age sozinho. Ele explora vigilância e sistemas de saúde fracos, má governança, falta de educação e de empoderamento das comunidades”. E avisou: “Se essas questões forem tratadas, os números vão diminuir”. O chefe de emergências da OMS frisou: “Não há respostas mágicas”. E sugeriu: “Basta olhar para os países que agiram e que controlaram a doença para encontrar caminhos”. O diretor-geral, Tedros Adhanom, afirmou que, enquanto especialistas buscam vacinas e tratamentos, há uma responsabilidade urgente de fazer o possível com as ferramentas que existem hoje para conter a transmissão e salvar vidas.

g1

Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, participou nesta terça-feira (23) de uma videoconferência com deputados e senadores. E se comprometeu com o que chamou de transparência infinita.

Políticos, especialistas e entidades vêm criticando o governo pela falta informações, entrevistas e de análise de dados da pandemia.

Nesta terça (23), Eduardo Pazuello começou a audiência prometendo prestação de contas detalhada, mas não deu data nem explicou como o ministério vai fazer isso.“Parlamentares, empresários, cidadãos comuns – vão poder acompanhar cada centavo, cada item que foi distribuído para cada município, para cada estado, quando foi, para que que foi, qual a origem, quando foi entregue aquilo e onde está. Não só números. Os números já estão disponíveis integralmente, mas, agora, nós vamos disponibilizar, na mesma plataforma, todos os dados do Ministério da Saúde. A transparência vai ser infinita”, disse.O relator da comissão cobrou detalhes. “O senhor disse em transparência infinita. E nós entendemos que saber quantos leitos existem, quantos estão ocupados e qual o tamanho da fila é fundamental pra podermos organizar”, disse o deputado Francisco Júnior, do PSD/GO.Pazuello respondeu que essas informações vão ser divulgadas até o fim da semana.O ministro interino recebeu de parlamentares muita cobrança por transparência.

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Falta de EPI’s e preparação das unidades de saúde estão entre os fatores que causaram as mortes das enfermeiras e enfermeiros, denuncia Cofen – Fotos Públicas

Já são 208 as enfermeiras e enfermeiros mortos na frente de batalha da covid-19 no Brasil, o mais elevado número do mundo. Uma letalidade de 2,36% segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen).“É um triste recorde”, lamenta um dos diretores do Cofen, Gilney Guerra. “Isto representa 30% da soma dos profissionais que morreram em todos os países”, compara. “Na média, desde 16 de março, estamos perdendo duas pessoas a cada dia”, acrescenta. E o que explica números tão devastadores? Segundo o diretor, o primeiro fator é a falta dos equipamentos de proteção individual (EPIs) ou a disponibilidade apenas de material de segurança inadequado. “Já recebemos, aqui no Conselho, mais de seis mil denúncias sobre isso”, relata Guerra.

Outra causa apontada pelo conselho é a falta de treinamento de pessoal para lidar com a doença.

“Os hospitais não estavam preparados, tudo era muito novo”, registra. O enfermeiro lembra que o processo de intubação de um paciente de covid-19, por exemplo, provoca a liberação de grande carga viral. “O profissional tem que estar muito bem protegido para não se contaminar nesse momento”, exemplifica.

Contaminação passa de 20 mil

Observatório da Enfermagem,  site implantado pelo Cofen para medir o avanço do coronavírus entre a categoria, revela que 20.206 enfermeiros e enfermeiras foram contaminados. Entre eles, 210 permanecem internados. A maioria das mortes (65,38%) ocorreu entre as mulheres, que também representam 85% dos casos de contaminação. Entre todos os óbitos registrados – homens e mulheres – em 57 casos, os enfermeiros tinham entre 41 e 50 anos. Em outras 51 mortes, os profissionais tinham idade entre 51 e 60 anos. Aqueles que morreram com idade entre 60 e 70 anos também totalizaram 51.

“Havia muita gente trabalhando mesmo pertencendo a grupos de risco, o que aumentou o número de mortes”, observa Gilney Guerra. 

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A corrirar uma vacina contra o novo coronavírus está bastante acirrada. Cerca de 136 estão em desenvolvimento atualmente, algumas mais avançadas do que as outras. A Coronavac, feita pela chinesa Sinovac, está entre as fases 1 e 2 de produção. Segundo a agência Bloomberg, mais de 90% das pessoas que receberam doses da vacina produzida pelo laboratório produziram anticorpos contra a covid-19 num intervalo de 14 dias. Outra que está tendo bons resultados é a da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que está na fase 3 de testes.

E os países mais ricos estão investindo pesado para encontrar uma cura para a covid-19. Em maio, o Reino Unido investiu 79 milhões de dólares no programa de Oxford em troca de recer 30 milhões de doses. Já os Estados Unidos asseguraram 300 milhões de doses da mesma vacina ao assinar um acordo de até 1,2 bilhão de dólares com a farmacêutica britânica AstraZeneca.

A Alemanha, a Itália, a França e os Países Baixos também não ficaram para trás e assinaram um acordo com a mesma farmacêutica para receber 400 milhões de doses até o final de 2020. E em 17 de junho, a União Europeia criou uma Estratégia de Vacina Europeia para garantir o acesso à proteção para todos os integrantes do bloco econômico e 2,3 bilhões de dólares podem ter sido investidos nisso. Segundo o relatório A Corrida pela Vida, produzido pela EXAME Research, unidade de análises de investimentos e pesquisas da EXAME, as pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina já contam com o financiamento de pelo menos 20 bilhões de dólares no mundo. Desse valor, 10 bilhões foram liberados por um programa do Congresso dos Estados Unidos.

Mas e os países mais pobres, como ficarão?

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Imagens mostram a luta de uma equipe para salvar pacientes em estado grave com Covid-19

Imagens mostram a luta de uma equipe para salvar pacientes em estado grave com Covid-19

A reportagem é de Caco Barcellos e Danielle Zampollo, do Profissão Repórter.

g1.globo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, sinalizou em reunião com empresários de comércio e serviços para a possibilidade de discutir linhas de crédito específicas para os setores de saúde e educação como uma forma de minimizar o impacto da pandemia do novo coronavírus sobre esses segmentos. Segundo relatos de dois participantes, o ministro reconheceu que os setores ficaram sem atenção do governo num primeiro momento e demonstrou preocupação com a elevada inadimplência relatada pelos representantes dessas atividades. A inadimplência no pagamento de mensalidades do ensino superior subiu 75% entre abril e maio, de acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) em parceria com a consultoria Educa Insights.

Hospitais privados também sentiram a crise por meio do aumento do custo com insumos e da queda nas receitas devido à redução no número de atendimentos, diante da recomendação do Ministério da Saúde para adiar cirurgias e exames sem urgência ou relação com a covid-19. Guedes então propôs a criação de grupos de trabalho para debater a viabilidade de contemplar os setores com linhas de crédito especiais, sem citar detalhes de como elas poderiam funcionar. A princípio seriam três grupos, um para saúde e dois para educação (um para empresas com faturamento até R$ 300 milhões e outro para companhias com receita bruta acima disso).

Ainda de acordo com os relatos, o ministro disse que ficou com receio de agir mais cedo para ajudar esses setores e ser acusado de favorecer um segmento no qual já investiu (educação) e que reúne pessoas próximas a ele. A presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), Elizabeth Guedes é irmã do ministro. Na reunião, o ministro também demonstrou preocupação com a situação dos estudantes que contrataram financiamentos estudantis para poder frequentar a universidade. O temor é de que esses jovens, ao se graduarem, enfrentem maior dificuldade para encontrar emprego e obter renda para pagar a dívida contraída.

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Seja com o Crossfit, natação ou outro esporte. Saiba como prevenir e tratar problemas na pele e cabelo

Quem busca manter-se sempre ativa provavelmente já teve algum desses incômodos dermatológicos: os calos nas mãos de levantar peso, o cabelo ressecado depois da natação ou até o cheirinho nada agradável da meia depois da corrida. Calma, todos eles são completamente normais. Mas para quem deseja amenizar e evitar alguma dessas consequências da atividade física, o dermatologista Amilton Macedo, especialista em oxidologia, de São Paulo, ajuda. Confira:

Poros obstruídos

Não, não tem problema nenhum em usar maquiagem para treinar. Ainda mais se ela tiver algum aditivo benéfico para a pele e for removida adequadamente antes de dormir. “Muitos dos cosméticos, hoje em dia, possuem alta tecnologia e efeitos antioxidantes e antienvelhecimento. Ou seja, além do pigmento, são bons para a cútis e não obstruem os poros”, explica o dermatologista. Contudo, vale sempre tirar a base do rosto depois da sessão de suor com um produto específico. Amilton Macedo recomenda a água micelar, uma vez que tirar com água quente e sabonete do banho pode irritar a região e deixá-la sensível, principalmente no inverno. 

Vermelhidão 

Você já percebeu as bochechas bem vermelhas e sensíveis depois de suar muito? “Quando a gente transpira, o suor libera substâncias que irritam a pele, como a ureia”, diz o médico. As pessoas mais sensíveis podem desenvolver, então, dermatite de contato ou urticária. Nesses casos, é preciso ir ao dermatologista. 

Suor em excesso

Sudorese é uma coisa que varia de acordo com o metabolismo de cada um. Se você tem tendência de suar demais e isso te incomoda, pode ser que precise maneirar no consumo de certos alimentos antes do treino. Aqueles que aceleram o metabolismo, como os condimentos (pimenta, curry, alho), devem ser evitados. “Já se a sudorese aparece em áreas localizadas como as axilas, vale fazer procedimentos como a aplicação da toxina botulínica, que reduz o suor neste local”, diz o dermatologista.

Cheiro ruim do suor

O famoso “cecê” não é nem um bicho de sete cabeças não, sabia? Ele nada mais é do que o cheiro que é produzido pelas bactérias que vivem na sua pele.  E dependendo da quantidade de suor, ele pode aparecer mais forte. Junto com as manchas amareladas (e nada agradáveis) nas roupas, conhecidas como cromidrose. “Em casos mais graves, o  tratamento é feito à base de desodorantes com antibióticos”, explica Amilton Macedo. Vale também ficar longe de alho e cebola antes da malhação, pois eles aceleram o metabolismo. 

Chulé

O chulé é o acúmulo de bactérias e fungos entre os dedos e é causado por um ambiente quente e úmido. Além de lavar o pé adequadamente, é preciso secar bem a área”, recomenda o médico. Se for possível, seque as extremidades com um secador frio. Troque sempre de meia e deixe seu tênis em ambientes abertos e ventilados sempre que conseguir. Atualmente, existem desodorantes que tem a ação bactericida e fungicida e podem ser utilizados para evitar o mau cheiro.  

Fios ressecados depois da natação

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