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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Pacientes com covid-19 são tratados no Hospital Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, que precisou fechar duas de três emergências no dia 14 de março ao atingir 300% de ocupação – Silvio Avila/AFP

O ranking Bilionários do Mundo 2021, elaborado anualmente pela revista Forbes, mostrou que 65 brasileiros integram a lista. Em 2020, eram 45. Desse total, dez empresários atuam na área da saúde e conseguiram expandir em 134% sua fortuna enquanto 345 mil pessoas perdiam suas vidas para o coronavírus, no ano da maior crise sanitária da história do país. De acordo com a Forbes, a média da fortuna dos brasileiros da lista saltou de U$$ 2,28 bilhões para U$$ 3,53, bilhões, 54,82%. Porém, se destacado apenas o grupo de bilionários da saúde, esse crescimento explode para 184%, saindo de U$$ 1,64 bilhão para U$$ 3,85 bilhões. O exemplo mais contundente é Jorge Moll Filho, fundador da Rede D’Or São Luiz, que conta com 51 unidades hospitalares próprias em diferentes estados do país. Aos 76 anos, o empresário viu sua fortuna saltar de U$$ 2 bilhões em abril de 2020, início da pandemia, para U$$ 13 bilhões em abril de 2021. Assim, se tornou a terceira pessoa mais rica do Brasil, atrás do banqueiro Jorge Paulo Leman e do investidor Paulo Saverin. Entre os dez mais ricos, três integram o grupo societário da rede de diagnósticos clínicos Dasa. Todos são membros da família Bueno, que controlava a Amil, são eles: Dulce Pugliese de Godoy Bueno, a mulher mais rica do Brasil, com fortuna estimada em U$$ 3,5 bilhões; Camila de Godoy Bueno Grossi, que acumula U$$ 3,3 bilhões; e Pedro Godoy Bueno, com U$$ 3,2 bilhões.

Por conta da alta demanda de testes para Covid-19, o grupo Dasa expandiu o número de laboratórios, viu suas ações saltarem 62,5% em janeiro de 2021 e se tornou a maior rede de medicina diagnóstica da América Latina. Também com três representantes na relação, está o Grupo Hapvida, dono de um terço dos planos de saúde das regiões Norte e Nordeste. Estão na relação da Forbes: Candido Pinheiro Koren Lima, com U$$ 4,4 bilhões; Cândido Koren de Lima Junior, que chegou a U$$ 2,2 bilhões; e Jorge Pinheiro Koren de Lima, que acumula U$$ 2,2 bilhões.

O texto da Medida Provisória 1.041, de 2021, publicado nesta quarta-feira, 31, no Diário Oficial da União, é uma conquista do movimento municipalista. A MP irá destinar recursos de R$ 2,8 bilhões para o auxílio financeiro da saúde dos Municípios. Do total, R$ 1,6 bilhões vão para alta e média complexidade e o restante para a atenção básica.

Ainda de acordo com o texto da MP, outros recursos serão destinados a outros setores da saúde e terão alcance nacional. Como o investimento em vigilância em saúde, que vai receber mais de R$ 750 milhões e também mais de R$ 88 milhões para a formação e provisão de profissionais para a atenção primária. A conquista vem ao encontro de um pleito da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Destaque para a reunião realizada no Ministério da Saúde (MS), na última terça-feira, 30 de março. Foi criado um Grupo de Trabalho (GT) entre a CNM e a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps), do MS, para debater a necessidade de apoio financeiro para os Municípios.

Há previsão de uma nova reunião nesta quinta-feira, 1, do GT com o Ministério da Saúde para a definição de como se dará o repasse desses recursos já destinados. O GT também deve abordar as pesquisas semanais promovidas pela Confederação para identificar os principais problemas enfrentados pelos Municípios em relação à gestão da pandemia.

Além do Grupo de Trabalho, apenas neste ano, a CNM fez uma série de ações pedindo atenção à saúde dos Municípios, como reuniões do movimento municipalista com o MS, publicação de orientações aos gestores municipais e também cobranças ao Governo Federal.

Leia a íntegra da MP aqui.

cnm

Covid-19: Coletiva de imprensa com os André Long

Covid-19: Coletiva de imprensa com os secretários Marcelo barros, André Longo e Ana Paula Vilaça

Foto: Heudes Regis/SEI Data: 31-02-2021 Ass: Covid-19: Coletiva de imprensa com o secretário Marcelo Barros

Inicialmente, apenas estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental dos Anos Iniciais da rede particular poderão retornar às escolas

Após análise do Comitê Estadual de Enfrentamento à Covid-19, o Governo de Pernambuco anunciou, durante coletiva online nesta quarta-feira (31.03), o retorno das aulas presenciais de forma gradual em todo o Estado. A volta começará nas escolas da rede particular, pela Educação Infantil e Ensino Fundamental – Anos Iniciais, que poderão ser retomadas a partir da próxima segunda-feira (05.04). O cronograma segue com o Ensino Fundamental – Anos Finais e Ensino Médio, a partir do dia 12.

Nas escolas da rede estadual de ensino, as atividades pedagógicas, de forma presencial, serão autorizadas a partir do dia 19 para o 3º ano do Ensino Médio, Educação Infantil e Fundamental Anos Iniciais. A partir do dia 26, será a vez do 2º ano do Ensino Médio e Fundamental Anos Finais (9º e 8º Anos). Em 3 de maio, poderão retornar alunos do 1º ano do Ensino Médio e Fundamental Anos Finais (7º e 6º Anos).

O calendário também autoriza as escolas das redes municipais de ensino a retornarem de forma presencial a partir do dia 26 de abril. Neste caso, o retorno deve ser definido por cada município, observando as especificidades. O ensino superior e as demais atividades pedagógicas que não foram mencionadas serão autorizadas já a partir da próxima segunda-feira (05.04).

PLANO DE CONVIVÊNCIA – O Plano de Convivência das atividades econômicas com a Covid-19, que entra em vigor a partir desta quinta-feira (01.04), terá normas diferenciadas para os municípios localizados fora da Região Metropolitana do Recife (RMR). O Governo de Pernambuco publicou no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (31.03) o decreto nº 50.485, que permite o funcionamento do comércio de centro e de shopping, assim como as feiras de confecções, no horário das 5h até 20h em dias úteis, respeitando o limite de até dez horas de funcionamento contínuo. Nos fins de semana, o horário será das 6h às 17h, sendo permitido por até oito horas contínuas.

A medida vale para as principais feiras de confecções do Agreste, mas também se estende às atividades do varejo, como lojas, serviços de salões de beleza e escritórios. Ainda de acordo com o decreto, cabe às prefeituras delimitarem o horário de funcionamento desses serviços, de acordo com a característica da economia local.

SAÚDE – Ainda durante a coletiva de imprensa, o secretário André Longo fez a análise dos indicadores da Covid-19 na semana epidemiológica (SE) 12, que corresponde ao período de 21 a 27 de março, e observou que o Estado ainda registra patamares elevados dos indicadores, mas a aceleração da doença, que vinha crescendo de maneira exponencial, arrefeceu. Além disso, pela primeira vez desde o final de fevereiro, o número de solicitações de internações em leitos de UTI registrou queda.

Em relação às solicitações de leitos de terapia intensiva, a Central de Regulação Hospitalar registrou uma queda de 4,4% na última semana. Desde o final de fevereiro, foi a primeira vez que o indicador apresentou redução. Longo também destacou que Pernambuco tem, atualmente, a menor média móvel de mortes pela Covid-19 por 100 mil habitantes em todo o Brasil e, em relação aos óbitos pela doença registrados em 2021, o Estado tem, até a semana 12, a segunda menor proporção de mortes a cada milhão de habitantes, atrás apenas do Maranhão.

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A Polícia Federal (PF) suspeita que os empresários e políticos que furaram fila para se imunizarem contra a Covid-19, em Minas Gerais, foram vítimas de um golpe e receberam vacina falsa, de acordo com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

Os investigadores realizaram busca e apreensão na casa de uma enfermeira ligada ao caso, nesta terça (30), e encontraram soro. Ela foi levada pelos policiais e deve ser presa em flagrante. O material encontrado será encaminhado para a perícia criminal para ser analisado. O mandado de busca e apreensão fez parte do inquérito aberto para investigar as revelações feitas em uma reportagem da revista Piauí. R$ 600 por pessoa. Segundo a publicação, cerca de 50 pessoas foram vacinadas na garagem da empresa de ônibus Saritur e as aplicações teriam custado R$ 600 por pessoa. A enfermeira presa é a mesma que aparece em um vídeo gravado por um vizinho da garagem de ônibus onde, supostamente, o grupo de empresários e políticos foi vacinado às escondidas, furando fila de prioridades do Plano Nacional de Imunização.

“Cada vez mais as “autoridades” se apresenta de um país desgovenado, é lamentável’

revistaforum

 (Foto: Marcos Gouvea/ Agência Brasil)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu no início da manhã de hoje (28), no Rio de Janeiro, mais duas remessas de insumo farmacêutico ativo (IFA) suficientes para produzir 12 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, usada na imunização contra a Covid-19. O produto, procedente da China, chegou ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão) às 6h22 deste domingo. Inicialmente, o voo estava previsto para chegar às 18h de ontem (27). O motivo da mudança da data se deveu a um atraso na conexão do voo. Na última quinta-feira (25), a Fiocruz já havia recebido uma remessa para produzir 6 milhões de doses. Esta semana, está prevista a chegada de uma nova carga suficiente para fabricar 5 milhões de vacinas .As 23 milhões de doses serão produzidas pela própria Fiocruz e, uma vez prontas, serão entregues ao Ministério da Saúde, entre abril e maio. Este mês, a Fiocruz já produziu e entregou 1,8 milhão de doses de vacinas produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). Ainda está prevista a entrega de mais 2,1 milhões de doses nesta semana, que irão completar os 3,9 milhões de vacinas previstas até o fim desta semana.

diariodepernambuco

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na tarde deste sábado que está trabalhando neste fim de semana para ampliar a vacinação contra a covid-19 e que firmou o compromisso de a partir de abril imunizar cerca de um milhão de brasileiros por dia.

“Essa meta já está próxima de ser atingida, nesta sexta [26], ontem, nós vacinamos mais de 800 mil brasileiros. Isso mostra a força do programa nacional de imunização”, disse. Em postura destoante do presidente, Queiroga defendeu a importância do uso de máscara e do distanciamento social. “Se todos usassem máscaras, o efeito seria semelhante ao de vacinar a população do nosso país”, enfatizou.Com a proximidade do feriado da Páscoa, o ministro reforçou o pedido para que as pessoas não se aglomerem e fiquem em casa. “Faça a sua reflexão cristã em casa”, pediu. “Não é com lei obrigando as pessoas a usar máscaras e multando as pessoas na rua que vamos resolver esse problema. É uma questão de conscientização, cada um tem que saber o seu papel e ajudar as autoridades municipais, estaduais e federais a por fim nesta pandemia”, disse.

congressoemfoco

Agnaldo Timóteo no Conversa com Bial - Reprodução/Globo

O cantor e ex-vereador Agnaldo Timóteo precisou ser intubado na manhã deste sábado (27) para tratar, segundo boletim médico, de forma mais segura a Covid-19. De acordo com comunicado emitido pela família, Timóteo “segue internado na UTI, em estado grave” e que intubação foi necessária para “preservar a evolução positiva clínica”. “Por se tratar de uma doença traiçoeira, altos e baixos e com o intuito de tentar preservar a evolução positiva clínica e laboratorial até o momento e tentar melhorar a lenta recuperação dos pulmões, Timóteo necessitou entrar em ventilação mecânica invasiva, a partir de hoje às 7h da manhã”, diz o comunicado.

revistaforum

24 de março de 2021.jpg

Crédito da foto: Tony Winston / Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou, nesta quarta-feira (24/03), a criação de uma secretaria especial de combate à pandemia e a aceleração da campanha de vacinação contra a covid-19 no Brasil. De acordo com o ministro, o foco é monitorar de perto e de forma contínua as ações de enfrentamento da doença em todos os setores e ampliar a capacidade diária de imunização no país. “Nosso país tem o Programa Nacional de Imunizações (PNI), reconhecido mundialmente. Agora, com a pandemia, a determinação do presidente da República é para ampliar o número de vacinas. Hoje, aplicamos 300 mil por dia. O Ministério da Saúde assume o compromisso, a curto prazo, de aumentar em três vezes essa velocidade de vacinação para 1 milhão de vacinas todos os dias. É uma meta plausível”, disse.

Queiroga pediu a união entre os governos federal, estaduais e municipais, além da colaboração da população brasileira para conter a circulação do coronavírus, com reforço de medidas como uso de máscara e higienização constante das mãos. “A grande ferramenta para a concretude das coisas é o SUS. Com essa ferramenta, junto com estados e municípios, de maneira organizada, vamos continuar no enfrentamento dessa pandemia. Vamos buscar uma maneira disciplinada de organizar a movimentação e o distanciamento social e construir um ambiente de harmonia para que a população possa contribuir com as autoridades sanitárias. É hora de gerar luz, não calor”.  Médico cardiologista, o ministro assumiu o compromisso de monitorar de perto a assistência à saúde da população e os cuidados com os profissionais de saúde da linha de frente: “Eu vou visitar os hospitais para ver como podemos melhorar, habilitando leitos, dando melhores condições aos profissionais de saúde, fazendo com que o Ministério da Saúde se faça presente e se mostre solidário com as pessoas e com os profissionais”, explicou.  Queiroga disse apostar na ciência e no humanismo, citando investimentos em pesquisas e na autossuficiência na produção de matéria-prima para a produção total de vacinas covid-19 em território nacional – processo que já está em desenvolvimento em instituições públicas como Fiocruz e Butantan.  “Peço um voto de confiança dos senhores. Vamos fazer uma forte parceria com instituições científicas, com os conselhos federais de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, e demais profissionais. O Ministério da Saúde é a casa de todos os profissionais de saúde”, finalizou.

Marina Pagno
Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária
coveiros de cemitério de goiânia usam roupas especiais para enterrar vítimas da covid-19 em goiásVinícius Schmidt/Metrópoles

Pouco mais de um ano após a primeira morte por Covid-19 no Brasil, o país alcançou a triste marca de 300.675 mil óbitos pela doença. O número, impulsionado pelos novos 1.999 brasileiros que perderam a batalha para o Sars-CoV-2 nesta quarta-feira (24/3), fez com que a média móvel chegasse a 2.271, um acréscimo de 33,4% em comparação com o verificado há 14 dias. Apesar da queda na média em relação ao dia anterior — que marcou 2.364 –, vale ressaltar que os números desta quarta sofreram problemas na atualização depois que o Ministério da Saúde decidiu mudar a forma de registro de óbito. A modificação, na prática, pode impactar na notificação das mortes por Covid. Horas depois, a Pasta recuou na decisão, mas o sistema ficou instável.

Em relação aos infectados, foram contabilizados 89.414 novos casos. Os dados são do mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). No total, o Brasil já computou 12.219.433 casos de contaminação. Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda. Os cálculos são feitos pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, e se baseiam nos relatórios repassados pelo Ministério da Saúde. Essas informações também alimentam o painel interativo com notícias sobre a pandemia desde o primeiro caso da doença registrado no país.

Mês mais letal

Março nem acabou e já indica que o pesadelo da Covid-19 no Brasil está longe de acabar. Em apenas 24 dias, o vírus Sars-CoV-2 vitimou 45.733 pessoas no país, tornando o terceiro mês de 2021 o mais letal da doença por aqui. Até  então, os dias mais “trágicos” tinham ficado para trás, em julho de 2020, quando 32.881 brasileiros perderam a vida para o vírus, uma média de 1.060 por dia.

Veja gráfico:

Tarcísio Marciano da Rocha Filho, professor do Instituto de Física e um dos membros de um grupo de pesquisa interdisciplinar que abarca várias universidades brasileiras para estudar o avanço da Covid-19 no país, já havia alertado, em entrevista ao Metrópoles, para o aumento de óbitos e casos no primeiro semestre de 2021. “Vamos começar este ano com números preocupantes, e a tendência é crescer ainda mais. A previsão é um novo pico para março e abril, que vai ser ainda mais complicado do que já vivemos.” Acompanhar o avanço da pandemia de Covid-19 com base em dados absolutos de morte ou de casos está longe do ideal. Isso porque eles podem apresentar variações diárias muito grandes, principalmente atrasos nos registros. Nos fins de semana, por exemplo, é comum perceber redução significativa dos números. Para reduzir esse efeito e produzir uma visão mais fiel do cenário, a média móvel é amplamente utilizada ao redor do mundo. A taxa, então, representa a soma das mortes divulgadas em uma semana dividida por sete.

O nome “móvel” é porque varia conforme o total de óbitos dos sete dias anteriores.

” Lamentável”

metropoles

Foto: divulgação

A delação premiada do ex-assessor jurídico da Secretaria de Saúde do Estado, Bruno Donato, é ‘nitroglicerina’ para os investigadores da Operação Calvário e, também, para alguns políticos paraibanos. Os documentos, obtidos com exclusividade pelo Blog Pleno Poder, serviram para, juntamente com outras provas, embasar a 11ª e 12ª fases da Calvário, em fevereiro deste ano.

Foi ele mesmo que decidiu procurar o Gaeco e contar tudo o que sabia, colaborando com a Justiça.

Em suas declarações, o ex-assessor revela que por várias vezes recebeu dinheiro de propina pago por empresas que tinham contratos com o Estado. Boa parte desses valores teria sido entregue, segundo ele, ao irmão do ex-governador Ricardo Coutinho, Coriolano Coutinho; Edvaldo Rosas e o ex-secretário de saúde do Estado, Waldson de Souza. Algumas das empresas apontadas na delação tinham como ‘administrador’, segundo o MP, o empresário Pietro Harley. Mas vários outros fornecedores também tiveram que pagar quantias em propina que, em média, eram de R$ 10% dos contratos.

O relato mostra um verdadeiro loteamento de contratos e de propinas, na Saúde Estadual.

Um montante significativo dos recursos recebidos era destinado, conforme a delação, ao pagamento de despesas de campanha. Em 2014, por exemplo, quando o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) foi candidato à reeleição, os documentos narram a compra do apoio de prefeitos do Sertão e lideranças de Campina Grande e João Pessoa.

Ao longo dos próximos dias os Blogs Pleno Poder e Conversa Política, do Jornal da Paraíba, irão trazer os detalhes dessa narrativa.

A delação é dinamite pura…

” É um país da corrupção, que este país que colocar uma boa parte da nação na miserabilidade?”

Representação de célula humana fortemente infectadas pelo novo coronavírus (pontos azuis) – NIAID / Fotos Públicas

Dados do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) divulgados neste domingo (21) mostram o pior domingo de toda pandemia, superando os números recordes de 14 de março. Foram registradas 1.290 mortes decorrentes da covid-19 nas últimas 24 horas, com um total de 294.042 óbitosNo período, foram 47.774 casos oficiais de covid-19, totalizando 11.998.233 acumulados desde o início da pandemia no Brasil. O país fecha a semana, entre 14 e 20 de março, com o maior número de óbitos, 15.661 vítimas em sete dias. A média móvel também é recorde, com 2.259 óbitos decorrentes da doença, valendo o mesmo para as infecções, com 73.552 casos. O estado de São Paulo lidera em número de mortes, com 67.558 vítimas da covid-19 até este domingo, seguido pelo Rio de Janeiro, com 35.131, e Minas Gerais, com 22.007.

O perfil das vítimas da doença também tem se modificado. Reportagem do portal Uol mostra que o percentual de jovens e adultos abaixo de 60 anos que morrem de covid-19 saltou 35% em relação ao que era registrado no ano passado. Os óbitos na faixa etária até 59 anos representavam, em 2020, 22,9% do total de óbitos pela covid-19. Em março, já chegam a 31% do total, de acordo com dados colhidos até 16 de março.

Medidas contra a covid-19

” É uma grande atrocidade da parte das autoridade que estão cometendo. Faz vários meses que alguns políticos ficam nestas brigas de politicagens e o povo morrendo míngua e ninguém vê. O que se percebem  é muitas autoridade omissas no sentido de procurar providencia urgente para  amenizar a situação caótica que estamos vivendo no país desgovernador.”

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Presidente repetiu alfinetadas ao governador Ibaneis Rocha: "Nunca passou necessidade na vida". Ele completou que o povo não tem nem "pé de galinha" para comer e que "a fome vai tirar o pessoal de casa" (Evaristo Sá/AFP)
O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar nesta sexta-feira (19/3) as medidas de lockdown adotadas por governadores e prefeitos em estados, incluindo o Distrito Federal. Segundo o mandatário, os chefes de executivo locais estão “matando” a população. Ele citou a ação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o toque de recolher adotado por governadores dos estados da Bahia, Rio Grande do Sul e do Distrito Federal. No pedido, o mandatário quer que a Corte declare a inconstitucionalidade das medidas adotadas para evitar a disseminação da Covid-19. “Ontem (quinta-feira), entrei com ação direta de inconstitucionalidade contra três decretos de três governadores, DF, SP, RS, e a imprensa fala como se eu estivesse preocupado com minha imagem. Minha preocupação é com o povo brasileiro. É com a vida, é com vacina, é com trabalho, é com emprego. Eu nunca admiti lockdown. E meu compromisso não é com as eleições, não. É com o povo brasileiro”, alegou, trocando Bahia por São Paulo.

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 (Foto: Aluísio Moreira/SEI)

Foram desembarcadas, às 20h30 desta terça-feira (16.03), no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, mais 198,6 mil vacinas contra a Covid-19 CoronaVac, do consórcio da Sinovac/Butantan. Com esse lote, a ser usado para as duas doses, será possível avançar na imunização dos idosos entre 75 e 79 anos, subindo para 59% o quantitativo dessa faixa etária que poderá ser protegido. Em relação aos profissionais de saúde, que também seguirão sendo imunizados, o estado chegará à marca de 86% do quadro com essa nova remessa. “Temos nos empenhado ao máximo em cumprir as metas que estabelecemos, de imunizar com agilidade e segurança os grupos prioritários no Estado. Nosso esquema de logística tem funcionado com muita eficiência na distribuição de todos os lotes recebidos por Pernambuco”, afirmou o governador Paulo Câmara, reiterando que todas as doses recebidas esta noite já serão entregues nesta quarta-feira às gerências regionais de saúde, ficando à disposição dos 184 municípios. Com o novo lote, o estado totaliza 1.052.960 doses. As vacinas foram recebidas pelo Programa Estadual de Imunização, que faz a verificação e providencia a divisão igualitária entre os municípios pernambucanos, levando em consideração a base de cálculo populacional dos grupos prioritários feito pelo próprio Ministério da Saúde. Na manhã desta quarta-feira (17.03), os lotes começam a ser distribuídos para todas as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres).
foto: Fiocruzfoto: Fiocruz

A Fiocruz apontou que, das 27 unidades federativas do país, 24 estão com leitos de UTI em lotação superior a 80%, sendo que em 15 a ocupação ultrapassa os 90%. Apenas os estados de Roraima, com 73% de ocupação, e Rio de Janeiro, com 79% da ocupação dos seus leitos, estão em níveis considerados abaixo de “crítico”. Por enquanto, o Rio Grande do Sul é o único estado com 100% dos leitos ocupados – e nesta terça, o estado quebrou sua própria marca de mortes, com 502 vidas perdidas. Santa Catarina (99%) e Paraná (96%) indicam um cenário desolador na região sul. Rondônia (98%), Pernambuco e Rio Grande do Norte (ambos com 96%) também contam com os sistemas de atendimento próximos do colapso. Na série histórica, o país completa 45 dias seguidos em um cenário de agravamento do sistema hospitalar – foi no início de fevereiro que quatro estados registraram, pela última vez, ocupação de leitos em níveis baixos. Desde então, o cenário se agravou, por conta do aumento do contágio pela covid-19. Os técnicos da Fiocruz indicam que apenas medidas rigorosas de prevenção e controle da doença poderão reduzir o estresse dos sistemas de saúde. Os pesquisadores consideraram como um bom exemplo o caso do município de Araraquara (SP), que há algumas semanas enfrentou o colapso da sua rede de atendimento. Com medidas rigorosas de lockdown e toque de recolher, a cidade pode reduzir sua taxa de contágio em 50%.

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O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta cobrou do presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (16), uma mudança radical de postura em relação à pandemia. “Pode colocar o Prêmio Nobel de Medicina no ministério. Se o presidente não mudar, nada muda. Ele tem que lavar as mãos, usar máscara, parar de indicar cloroquina, tomar a vacina , apoiar o SUS, chorar com as famílias. Aí talvez daremos alguns passos”, disse Mandetta ao Congresso em Foco Premium. Para ele, o grande desafio de Marcelo Queiroga, o cardiologista que substituirá o general Eduardo Pazuello na pasta da Saúde, será assumir de fato o papel de ministro. “O grande desafio do novo ministro da Saúde é ser ministro da Saúde. Se ficar calado frente ao negacionismo do presidente, se não condenar as aglomerações, se não decidir pela ciência, não será ministro da Saúde. Ficará na categoria de ajudante de ordens insanas do presidente”, alertou. Primeiro dos quatro ministros da Saúde nos 12 meses de pandemia, Mandetta diz que pouco importam as opiniões pessoais de Queiroga sobre distanciamento social, lockdown, uso de máscaras ou prescrição de medicamentos ineficazes contra a covid-19, como a cloroquina.

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O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga – Divulgação

O general de divisão do exército Brasileiro Eduardo Pazuello não é mais ministro da Saúde no país. Para seu lugar, na noite desta segunda-feira (15), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou o médico cardiologista Marcelo Queiroga. Ele é o quarto ministro a ocupar a pasta no atual governo. O presidente confirmou a informação durante conversa informal com seus apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, em Brasília. “Foi decidido agora à tarde a indicação do médico, doutor Marcelo Queiroga, para o Ministério da Saúde. Ele é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. A conversa foi excelente, já conhecia há alguns anos, então não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias”, disse Bolsonaro. O presidente continuou: “Tem tudo, no meu entender para fazer um bom trabalho, dando prosseguimento em tudo que o Pazuello fez até hoje”. Eduardo Pazuello, o ex-ministro-general, deixa o cargo em meio ao momento mais agudo da pandemia do novo coronavírus no país, debaixo de muitas críticas por sua condução da pasta desde que assumiu o cargo de ministro, em maio do ano passado. Na tarde desta segunda, poucas horas antes do anúncio do presidente, Pazuello concedeu entrevista coletiva em Brasília, em que anunciou que ainda não estava deixando o cargo. Ele fez um balanço das ações contra a covid-19 e da vacinação no Brasil sob sua gestão, mas não trouxe qualquer medida nova. Ele também não anunciou qualquer plano nacional de incentivo ao isolamento para controle da propagação do vírus.

“Ministro Pazuello vai ser substituído? Um dia, sim. Pode ser curto, médio ou longo prazo. O presidente está nessa tratativa de reorganizar o ministério. Enquanto isso não for definido, a vida segue normal” afirmou o general da ativa, poucas horas antes de ter sua saída anunciada informalmente por Bolsonaro.

Vacinas

Durante a entrevista, Pazuello afirmou que o governo fechou acordo para compra de 100 milhões de vacinas produzidas pela Pfizer/BioNTech e 38 milhões fabricadas pela Janssen. 

Ainda segundo o ministro, há 562,9 milhões de doses já contratadas e com entregas previstas para este ano. Até agora, o Brasil distribuiu pouco mais de 21 milhões de doses. A previsão era chegar a 38 milhões até março, o que não deve se concretizar. 

Números diários

Nesta segunda-feira (15), o Brasil registrou 36.239 novos casos de covid-19, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Ao todo, 11.519.609 pessoas já foram contaminadas pelo coronavírus no país. Somente nas últimas 24 horas, houve a confirmação de 1.057 casos fatais e o total de mortes chegou a 279.286. A média móvel de mortes, calculada a partir dos registros dos últimos sete dias, alcançou 1.841. O patamar vem batendo recordes seguidos há quase um mês. 

Saiba o que é o novo coronavírus

É uma vasta família de vírus que provocam enfermidades em humanos e também em animais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que tais vírus podem ocasionar, em humanos, infecções respiratórias como resfriados, entre eles a chamada “síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS)”. Também pode provocar afetações mais graves, como é o caso da Síndrome Respiratória Aguda Severa (SRAS). A covid-19, descoberta pela ciência mais recentemente, entre o final de 2019 e o início de 2020, é provocada pelo que se convencionou chamar de “novo coronavírus”. 

Como ajudar quem precisa?

A campanha Vamos precisar de todo mundo é uma ação de solidariedade articulada pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo. A plataforma foi criada para ajudar pessoas impactadas pela pandemia da covid-19. De acordo com os organizadores, o objetivo é dar visibilidade e fortalecer as iniciativas populares de cooperação.

*Colaborou, Nara Lacerda

Edição: Vinícius Segalla

brasildefato

Os donos de bares e restaurantes de Pernambuco, que estão fechados por conta da pandemia do novo coronavírus, já começam a se preparar para uma reabertura. Alguns proprietários estão planejando algumas mudanças nos estabelecimentos para proteger os clientes do novo coronavírus.

Segundo André Cordeiro, sócio dirigente de um restaurante de self-service no bairro das Graças, nunca houve um momento tão complicado para a gestão do restaurante, que funciona há 26 anos e atualmente está atuando com pratos executivos delivery e retiradas no local. Agora, ele está traçando algumas medidas para evitar aglomerações e impedir a disseminação do coronavírus.

O sócio acredita que o governo já deveria estar articulando normas e diretrizes para bares e restaurantes se adequarem quando o afrouxamento do isolamento começar. Para o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, André Araújo, a reabertura destes estabelecimento é um ganho não apenas para a economia, mas também social.

O que é coronavírus?

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China.Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Como prevenir o coronavírus?

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização.
  • Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.
  • Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).
  • Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

Confira o passo a passo de como lavar as mãos de forma adequada:

                                                         

tvjornal

 Um momento de crise é também uma oportunidade de união e de colaboração com a sociedade. Mais do que nunca, a solidariedade está fazendo a diferença no enfrentamento à pandemia. Com essa motivação, lideramos um amplo movimento para combater o coronavírus. Esperamos que todos participem para combater esta pestilência que tem ceifado inúmera vidas.

  A  ações que através da secretaria de saúde de Santa Terezinha – PE.
   Fiscalização de enfrentamento ao COVID -19 atua juntamente com a guarnição da polícia militar, no fechamento de           comércios e eventos causando aglomerações.  Disque denúncia em casos desrespeito às normas estabelecidas como medidas de segurança contra o COVID-19
 

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro vai trocar nos próximos dias o comando do Ministério da Saúde, hoje a cargo do general Eduardo Pazuello, segundo fontes do Planalto. De acordo com esses interlocutores do presidente, o atual ministro comunicou a Bolsonaro estar com problemas de saúde e que, por isso, precisará de mais tempo para se a reabilitar. O pedido de afastamento coincide com o auge da pressão de deputados do Centrão,  que pleiteiam mudança no comando da pasta sob pretexto de má gestão durante a pandemia. Pessoas próximas ao presidente já entraram em contato com dois médicos cardiologistas cotados para substituir Pazuello: Ludhmilla Abrahão Haijar e Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. O primeiro nome, como divulgou o blog de Andreia Sadi, é o preferido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e de deputados do Centrão. Um integrante do núcleo de Bolsonaro disse ao GLOBO que a mudança não ocorrerá por pressão de parlamentares, mas, segundo ele, por motivos de saúde de Pazuello. Alega que, se fosse para ceder ao Centrão, o escolhido seria o deputado federal Dr. Luizinho (PP-RJ), que teria sido o primeiro nome indicado pelo bloco. Além de criticarem a gestão de Pazuello, principalmente por conta do atraso no cronograma de vacinação, deputados do Centrão disseram em caráter reservado ao GLOBO que, com a volta do ex-presidente Lula (PT) ao cenário eleitoral, o bloco, hoje na base de Bolsonaro, ganha mais força para pleitear espaço na administração pública. Sem citar especificamente o Ministério da Saúde, esses parlamentares lembraram que o grupo integrou o governo do petista e, em 2022, servirá como fiel da balança na composição de forças políticas entre o atual presidente e o ex. Após a publicação desta reportagem, o Ministério da Saúde divulgou nota em que informou que “até o presente momento, o ministro Eduardo Pazzuelo segue à frente da pasta, com sua gestão empenhada nas ações de enfrentamento da pandemia no Brasil.”

Médica tratou Pazuello e mais ministros

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