Dr. Antônio Segundo Neto

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Dr. Antônio Segundo Neto Urologista. CRM 4891 MEDICAL CENTER Rua: Fenelon Bonvavides S/N – Andar Sala 306 Bairro: Brasília – Patos- PB. (83) 34213865 -98724.654-9993865 Tim Email agcsegundoneto@ig.com.br

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Antigamente, por causa das doses elevadíssimas de hormônios, os contraceptivos orais eram frequentemente ligados ao câncer de mama. Mas com a evolução nos medicamentos, a preocupação abrandou – afinal, o teor dessas substâncias nos anticoncepcionais de hoje é bem menor. Só que pesquisadores acabam de descobrir que mesmo as pílulas modernas estão associadas a um risco extra de sofrer com esse tumor.

O achado, da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, surgiu da análise da incidência de câncer de mama em 1,8 milhão de mulheres entre 15 e 49 anos de idade. Trata-se de nada mais, nada menos do que toda a população feminina do país nórdico nessa faixa etária, com exceção das que já haviam manifestado a doença ou outras condições como o tromboembolismo venoso.

A multidão de dinamarquesas foi acompanhada por pouco mais de uma década, período em que 11 517 tumores nos seios foram detectados. Resultado: a prevalência do problema foi 20% maior nas que já tinham apostado em qualquer tipo de pílula quando comparadas às que nunca recorreram a esse método contraceptivo. Se no primeiro time foram 55 casos a cada 100 mil mulheres, no segundo foram 68 diagnósticos.

A ameaça era mais significativa em quem engolia o anticoncepcional há mais de dez anos e estava acima dos 40. Além dos comprimidos, o dispositivo intrauterino (DIU) com progesterona também foi vinculado a um risco ligeiramente elevado.

Embora o levantamento não firme uma relação de causa e efeito, é possível que a dose extra de hormônios no organismo instigue o desenvolvimento do câncer. Só que não há motivo para pânico.

“O risco absoluto é pequeno e os próprios autores ressaltam isso no texto. Estamos falando de um caso extra a cada 7 690 mulheres que usam o contraceptivo”, comenta Fabiana Baroni Makdissi, mastologista do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo.

O que é mais perigoso para o câncer de mama

Vale destacar que o trabalho não considerou outros fatores relacionados ao desenvolvimento dos tumores, como falta de atividade física, consumo de álcool e peso. E, quando o assunto é câncer de mama, o problema maior parece ser justamente a união desses financiadores.

Tanto que, antes do trabalho dinamarquês, profissionais o A.C. Camargo realizaram uma investigação de ameaças que favoreceriam essa doença. Aí, viram que outros pontos são bem mais relevantes do que os anticoncepcionais.

“Para ter ideia, o risco atribuível ao contraceptivo hormonal foi de 1,4%, enquanto o do sedentarismo alcançava 4%”, compara a médica. Ou seja, enquanto pouco mais de um a cada cem casos da enfermidade seriam ocasionados pelas pílulas, quatro decorreriam da preguiça.

“É muito melhor levantar da cadeira do que deixar de tomar o anticoncepcional, se ele for necessário”, conclui Fabiana. Até porque uma gravidez indesejada abre as portas para diversos problemas de saúde, tanto na mãe, como no filho.

Quem deve se preocupar?

Segundo os especialistas, é tudo uma questão de calcular riscos e benefícios. “Não há motivos para interromper o uso da medicação, mas ela normalmente já não é indicada a mulheres com câncer ou histórico da doença na família”, explica o mastologista Gabriel de Almeida Silva Júnior, coordenador do serviço da especialidade no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais.

Ou seja, vale conversar com o ginecologista e investigar qual o risco particular de cada uma desenvolver um nódulo maligno, ou mesmo outra encrenca, como o tromboembolismo. E se os benefícios – prevenção de gestações indesejadas, controle da endometriose… – compensam.

saude.abril

     O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil. O diagnóstico precoce pode aumentar em 90% as chances de cura.

   O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil. E é de olho naqueles que não se cuidam que a campanha Novembro Azul foi criada. O objetivo é levar informação e reduzir os números de mortes por causa da doença.

    É de suma importância que os homens com mais de 40 anos faça prevenção, para mais tarde não vir sofrer as consequências, por conta do descuido e da timidez. A saúde em primeiro lugar.

  Na Unidade Mista de Santa Terezinha foi realizado nesta quinta feira (30/11), cerca de 130 exames de próstata, entre outros exames, onde a receptividade e o atendimento deixaram todos satisfeitos. Com uma equipe empenhada e trabalhando de forma igualitária. Foi informado a este blog que:

“Totalizando 576 procedimentos. Tivemos também palestra com Dr. Rogério Carneiro sobre o tema principal e a unidade mista realizou a marcação de mais de  100 ultrassonografias da próstata para as próximas semanas devido a presença de grande quantidade do público alvo”

HGT.  126
Vacinação 30 DT e 30 Hepatite B
Testes rápidos: 
HIV 59
Sífilis 59
HCV 50
HBsAg 50
USG da próstata 38
PSA 105
Pressão Arterial 29

                   
Acessem os vídeos 

                       

Cada dia mais avançada, a imunoterapia para o tratamento do câncer começou a escrever mais um capítulo de sua história: uma vacina terapêutica está atualmente passando pelos primeiros testes em seres humanos. Os responsáveis vêm da empresa americana Moderna, que anunciou em meados de novembro a novidade. Trata-se de uma vacina terapêutica personalizada – diferentemente das convencionais, ela será usada após o paciente receber o diagnóstico. É um tratamento que faz o próprio organismo reconhecer o câncer como um inimigo. A tecnologia em questão foi batizada de mRNA 4157. E o nome tem motivo: a nova arma “se aproveita” do mecanismo do nosso RNA mensageiro, o mRNA, para agir no corpo. Se você não está com as aulas de biologia fresquinhas ne memória, basta entender que essas moléculas recebem e enviam ordens do DNA para o corpo.

Como vai funcionar a vacina mRNA-4157

1) Antes de tudo, identifica-se, no organismo do paciente, as principais mutações presentes em seu câncer. Sim, o tumor de cada paciente tem diferentes mutações, mesmo que se aloje no mesmo órgão.
2) A partir disso, são identificadas as 20 mutações que, de acordo com particularidades do seu organismo, têm maior chance de causar a reação imune desejada.
3) Com tecnologias de última geração, os cientistas transmitem essa informação para moléculas de mRNA e as inserem na vacina.
4) Uma vez injetadas no paciente, as moléculas de mRNA ensinam as suas células de defesa a detectar as tais mutações do câncer.
5) Aí, o sistema imune consegue combater “sozinho” o tumor.

Ou seja: como outras armas da imunoterapia, a vacina da vez não age diretamente na doença. Ela basicamente turbina as defesas do corpo.

Parece incrível, não é mesmo? A ideia da Moderna é que, uma vez aprovada, a injeção fique pronta para cada paciente em poucas semanas depois do diagnóstico. A questão é: a que custo isso virá para a população? De pouco adianta ter uma arma revolucionária, se ninguém consegue pagar por ela. Mais: mesmo que tudo dê certo nos estudos, ainda tem muito chão pela frente para que essa tecnologia esteja finalmente disponível. A previsão é que os resultados dessas primeiras análises fiquem prontos até o fim do ano que vem. No momento, estão sendo investigadas a segurança e a reposta imunológica dos voluntários durante o uso. Mais adiante, serão esmiuçados a eficácia propriamente da vacina, principalmente quando combinada a uma medicação específica da farmacêutica MSD – o chamado pembrolizumabe. A tal MSD inclusive está apoiando os estudos com a vacina.

saude

O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) investiga as operadoras de plano de saúde Amil Bradesco Seguros, e alguns de seus corretores, por estarem, segundo o MPF, fraudando a venda de planos. De acordo com o inquérito aberto, corretores propunham a clientes que tinham intenção de fazer convênios individuais a criação de coletivos, que são destinados a empresas. Em alguns casos, os próprios corretores criavam uma Microempresa Individual (MEI) para os interessados, o que configuraria a fraude. Para convencer os clientes, os corretores alegavam que os planos feitos por meio de uma empresa são até 35% mais baratos.

Eles não avisavam, porém, que os convênios coletivos estão sujeitos a menor regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o que possibilita que seu reajuste seja mais alto do que nos planos individuais, além de abrirem a possibilidade de o contrato ser rescindido unilateralmente pela operadora e de que a rede de atendimento seja modificada de forma mais fácil.

Em nota, o MPF-SP afirmou que “além da lesão ao consumidor de forma ampla, cada plano vendido dessa forma também configura crime de estelionato”.

A investigação surgiu por meio da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), que recebeu denúncias de clientes que se sentiram lesados. De acordo com essas denúncias, muitos clientes só ficaram sabendo que eram proprietários de uma MEI quando tinham seu imposto de renda cobrado pela Receita Federal. Em alguns casos, em vez da MEI era constituída uma microempresa. A ABCF fez uma investigação própria e visitou 10 corretoras, sendo que oito se ofereceram a criar o CNPJ do cliente para que ele tivesse acesso ao plano mais barato.

De acordo com a investigação, Bradesco Seguros e Amil eram as operadoras citadas pelos corretores que propunham a prática – o que não quer dizer que ela seja restrita somente às duas, nem que elas tenham alguma responsabilidade, já que a iniciativa poderia partir do próprio corretor. Em nota, o MPF afirmou que “já oficiou os planos de saúde Amil e Bradesco, cujos corretores, segundo a denúncia, estariam incentivando a abertura de MEIs, e os planos negaram que incentivem a prática”.

No entanto, o órgão ressaltou que “essa prática criminosa de corretores envolve a questão mais profunda do desaparecimento, na prática, de planos individuais do mercado de planos de saúde. O MPF insiste, há anos, para que a questão seja regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de forma que o consumidor possa ter essa opção”. A Bradesco Seguros descontinuou os planos individuais em 2007. A Amil afirmou que segue trabalhando com a modalidade.

A Federação Nacional dos Corretores de Seguro (Fenacor) disse, por meio de nota, que “tais práticas não envolvem corretores de seguros e, sim, vendedores de planos de saúde, que não têm qualificação profissional”. O diretor de Saúde da Fenacor, Amilcar Vianna, disse que, caso fique provado que quem induziu os consumidores a criar uma microempresa com essa finalidade foram corretores regularizados, eles podem ser denunciados a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e terem seus registros cassados.

De acordo com executivos do setor ouvidas por EXAME, a maior regulamentação da área de planos individuais faz com que as operadoras tenham mais interesse em comercializar os empresariais. Em 2017, a ANS autorizou que os convênios individuais fossem reajustados em, no máximo, 13,55%. Os coletivos, que têm livre negociação entre os clientes e as operadoras, foram reajustados, em média, em 14,71% no caso de pequenas e médias empresas, e 19% em planos corporativos – mais de 30 funcionários.

“Ninguém é obrigado a comercializar uma atividade com excesso de regulação e de controle de preço. Você não pode chegar a um restaurante arrumado e pedir para ele vender prato feito assim como não posso chegar a uma operadora e obrigá-la a vender o plano individual, que sofre inúmeros casos de fraude, judicialização em excesso, entre outros problemas”, diz Reinaldo Scheibe, presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde, a Abramge. Ele ressalta que, se as fraude se confirmarem, é “caso de polícia”. Mas diz não acreditar que as operadoras estejam colocando intencionalmente “para dentro de suas bases” clientes advindos de tal esquema.

Nos últimos três anos, em plena crise econômica, o número de pequenas e médias empresas contratando planos de saúde coletivos aumentou em 70%. A ANS diz não saber quantos planos coletivos estão ligados a somente uma pessoa, mas afirma que são 4,5 milhões de planos com até 30 pessoas.

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Os exames de próstata mais comuns para detectar alterações, como inflamação ou câncer por exemplo, são o exame de sangue do PSA e o de toque retal, feito pelo urologista ou proctologista, que palpa a próstata para saber o seu tamanho e verificar se está aumentada.

Estes exames normalmente devem ser realizados 1 vez por ano a partir dos 50 anos de idade, mas quando há histórico familiar de câncer de próstata, a prevenção deve ser feita a partir dos 45 anos. Além disso, quando o paciente já teve câncer da próstata ou diagnóstico de hiperplasia benigna prostática, o exame deve ser feito anualmente, independente da idade.

Veja a seguir os exames mais utilizados para identificar problemas nesta glândula.

1. PSA – Exame de sangue

É feito a partir de um exame de sangue comum que avalia o hormônio PSA, que tem como resultados normais valores menores do que 4 ng/ml. Assim, quando esse valor está aumentado, pode indicar problemas como inflamação da próstata ou câncer, por exemplo.

No entanto, este valor também aumenta com a idade e, por isso, é importante ter em consideração o valor de referência do laboratório. Saiba Como entender o resultado do exame PSA.

  • Preparo para exame de sangue: para realizar o exame de sangue de laboratório não é necessário fazer nenhuma preparação específica.

Saiba quais são os 6 exames que avaliam a Próstata

 

2. Toque retal

O médico pode avaliar o tamanho da próstata através do toque retal, que pode ficar maior e mais dura quando ocorre alguma inflamação. Este exame é muito rápido, demorando cerca de 1 minuto e causa apenas um leve desconforto.

  • Preparo para toque retal: não é necessário realizar nenhuma preparação, porém, para facilitar a realização do exame o médico pode indicar a toma de um laxante para limpar o intestino e, durante o exame o paciente deve permanecer de pé ligeiramente inclinado e contrair os músculos da região pélvica.

3. Ultrassonografia

A ultrassonografia ou ecografia da próstata é feita para avaliar o tamanho desta glândula e identificar alterações na sua estrutura.

  • Preparo para ecografia: não é necessário nenhum preparo específico. Saiba mais detalhes sobre o exame em: Ultrassonografia.

4. Medição do jato de urina

A fluxometria é um exame feito pelo médico para avaliar a força do jato e a quantidade de urina em cada micção, pois quando ocorrem alterações na próstata o jato fica mais lento e fraco.

  • Preparo para fluxometria: deve-se estar com a bexiga cheia e com bastante vontade de urinar, sendo importante beber pelo menos 1 L de água antes do exame, que é feito com o indivíduo urinando em um aparelho para fazer o registro.

5. Exame de urina de laboratório

O urologista pode indicar um exame de urina, sendo necessário coletar uma pequena quantidade de urina para avaliar a presença de sangue ou de micro-organismo que podem estar presentes em casos de infecção urinária, por exemplo. Conheça os vários tipos de Exame de urina.

  • Preparo para exame de urina: a coleta deve ser feita com a primeira urina da manhã, colocando em um recipiente de plástico fornecido pelo laboratório. A amostra deve ser levada ao laboratório em cerca de 30 a 60 minutos após a micção.

6. Biópsia

A biópsia da próstata é feita para confirmar diagnósticos de alterações nessa glândula, como câncer ou tumores benignos, sendo necessário retirar um pedacinho deste órgão para enviar para análise no laboratório. Veja Como é feita a biópsia de próstata.

  • Preparo para biópsia da próstata: normalmente é necessário tomar o antibiótico receitado pelo médico, durante cerca de 3 dias, fazer jejum de 6 horas e tomar laxante para limpar o intestino.

O que pode ser o exame de próstata alterado

Os exames podem ter resultados alterados quando ocorrem problemas como:

  • Inflamação da próstata, conhecida por tumor benigno da próstata;
  • Presença de bactérias na próstata, também conhecida por prostatite;
  • Toma de medicamentos, como diuréticos, esteroides ou aspirina;
  • Realização de procedimentos médicos à bexiga, como biópsia ou cistoscopia, podem elevar ligeiramente os níveis de PSA.

Além disso, com o envelhecimento, os níveis do exame de sangue de PSA pode aumentar e não significar doença.Veja outras causas da próstata aumentada em: Próstata aumentada.

tuasaude

As doenças relacionadas à próstata podem aparecer em qualquer fase da vida, sendo as principais o câncer de próstata, a prostatite e a hiperplasia benigna da próstata. No entanto, o câncer de próstata é mais comum em homens com mais de 50 anos de idade, e ,por isso, é importante fazer exames regularmente a partir desta idade para identificar precocemente problemas na próstata.

Onde a próstata se localiza

A próstata está localizada entre a bexiga e a pélvis do homem, estando à frente do reto, que é a porção final do intestino, e, por isso, é possível sentir a próstata através do exame de toque retal.

Para que serve a próstata

A próstata é uma pequena glândula do tamanho de uma noz, localizada entre a bexiga e a pélvis do homem. Sua função no organismo é produzir parte do líquido que forma o esperma, ajudando a alimentar e proteger os espermatozoides.

Localização da próstata

Localização da próstata

Doenças mais comuns da próstata

As principais alterações da próstata são o câncer, a hiperplasia benigna da próstata e a prostatite e podem ser causadas devido a herança genética, alterações hormonais ou infecções de vírus ou bactérias.

1. Câncer de próstata

O câncer de próstata é mais comum em homens com mais de 50 anos, mas também pode aparecer mais cedo, principalmente quando se tem histórico na família desta doença.

tratamento do câncer de próstata é feito com cirurgia para remover o tumor, sendo necessário em alguns casos remover a próstata toda. Outras formas de tratamento que podem ser usadas juntamente com a cirurgia são a radioterapia e o tratamento com hormônios, para diminuir o tumor e reduzir o risco de a doença voltar. Além disso, mesmo após o câncer ter sido curado, é importante fazer exames regulares para identificar precocemente caso o tumor reapareça.

Câncer da Próstata

Câncer da Próstata

2. Hiperplasia Benigna da Próstata

A hiperplasia benigna da próstata, também conhecida como próstata crescida ou inflamada, é o aumento do tamanho da próstata, mas sem a presença de câncer. É comum que muitos homens apresentem esse problema em algum momento da vida, pois ocorre um aumento natural da próstata com o passar da idade.

O tratamento para a hiperplasia benigna da próstata pode ser feito através de remédios para relaxar o músculo da próstata, hormônios para diminuir o tamanho do órgão ou, nos casos mais graves, cirurgia para remover a próstata.

Hiperplasia benigna da próstata

Hiperplasia benigna da próstata

3. Prostatite

A prostatite é uma infecção na próstata, geralmente causada por infecções de vírus ou bactérias, podendo surgir também como consequência de uma infecção urinária mal tratada. Essa alteração também pode gerar o aumento do tamanho dessa glândula, mas de forma temporária, pois ela volta a diminuir após o tratamento.

O tratamento da prostatite é feito através do uso de antibióticos e de remédios para diminuir a dor, mas em alguns casos a internação hospitalar pode ser necessária para tratar a doença com medicamentos na veia. No entanto, quando os antibióticos não conseguem combater a infecção, é preciso fazer uma cirurgia para retirar a região inflamada da próstata.

ProstatiteProstatite

Sinais de alerta para próstata

Em geral, todas as alterações na próstata apresentam os mesmo sintomas, que são:

  • Dor ou ardor ao urinar ou ao ejacular;
  • Sensação de bexiga cheia, mesmo após urinar;
  • Aumento da frequência urinária;
  • Diminuição da força e do jato de urina;
  • Dor abaixo do umbigo e na zona entre os testículos e o ânus;
  • Dor nas costas, principalmente na região lombar.

Na presença desses sintomas, deve-se procurar o médico urologista para identificar a causa do problema e iniciar o tratamento adequado.

Sintomas de alterações na p´rostata: diminuição da força do jato de urina, dor ou ardor ao urinar

Sintomas de alterações na p´rostata: diminuição da força do jato de urina, dor ou ardor ao urinar

Como saber se a próstata está bem

Para saber se a próstata está bem é preciso fazer exames como:

  • Toque retal: é a apalpação da próstata através do ânus do paciente, sendo utilizada para avaliar o tamanho e a dureza da próstata;
  • PSA: é um exame de sangue que contabiliza a quantidade de uma proteína específica da próstata, e resultados com valores elevados significam que a próstata está aumentada, podendo ser hiperplasia benigna da próstata ou câncer;
  • Biópsia: exame onde é retirado um pequeno pedaço da próstata para ser avaliado em laboratório, identificando alterações nas células que caracterizam o câncer;
  • Exame de urina: utilizado para detectar a presença de bactérias na urina e diagnosticar casos de prostatite.

Esses exames devem ser feitos em qualquer idade na presença de sintomas de alterações na próstata e de acordo com as orientações do urologista. No entanto, é importante realizar o exame de toque 1 vez por ano após os 50 anos de idade ou após os 45 anos, em casos de histórico familiar de câncer de próstata, sendo importante lembrar que o câncer de próstata tem grandes chances de cura quando identificado logo no início.

tuasaude

O médico urologista Dr. Antônio Segundo, estará atendendo no PRONTOLAB de Santa Terezinha PE, neste dia 18/11/17 sábado, a partir das 7 hs  da manhã. Faça sua consulta e previna-se de possíveis doenças. O PRONTOLAB agora conta com uma equipe de médicos especializados e renomados.

Serão beneficiadas as Associações que integram a Rede da Pessoa com Deficiência. Recursos vão qualificar e fortalecer os serviços de reabilitação ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS)

Os brasileiros com deficiência serão beneficiados com a ampliação de recursos federais para as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). O Ministério da Saúde garantiu R$ 150 milhões para qualificação da Rede da Pessoa com Deficiência no país. A maior parte, R$ 100 milhões, será destinada para a execução do Programa Nacional para qualificação e fortalecimento das ações e serviços de reabilitação no âmbito da Rede da Pessoa com Deficiência. Lançado nesta quinta-feira (10) durante o XXVI Congresso Nacional das Apaes, que acontece em Natal (RN), a ação poderá beneficiar mais de mil unidades.

“É uma grande alegria falar com vocês no Congresso Nacional das APAEs. Vocês são voluntários, verdadeiros heróis brasileiros que trabalham com amor, dedicação, por uma causa tão nobre como é a reabilitação das pessoas com deficiência. Com esses recursos, estamos ajudando na reestruturação e no custeio das Associações em uma merecida homenagem a esse maravilhoso trabalho que vocês fazem e sempre fizeram”, anunciou o ministro da Saúde, Ricardo Barros em vídeo exibido na abertura do Congresso Nacional das Apaes.

Para ter acesso aos R$ 100 milhões do novo Plano as instituições participarão de chamamento público e devem apresentar projetos de qualificação da assistência à pessoa com deficiência. O edital será publicado ainda em novembro. Após a aprovação dos projetos apresentados, serão realizados convênios para o repasse da verba. Poderão ser beneficiadas até 1.068 instituições que hoje ofertam serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Outros R$ 36 milhões são para reajustar os valores de cinco procedimentos de reabilitação previstos na tabela SUS e repassados pelo Governo Federal aos estados e municípios. O reajuste dos procedimentos de reabilitação vai ampliar e qualificar o acesso à estimulação neuropsicomotora em pessoas com deficiência, incluindo as crianças com a síndrome congênita associada à infecção pelo vírus Zika, como a microcefalia. A medida beneficiará imediatamente 724 unidades que hoje já realizam esses procedimentos que hoje equivalem, em média, 63% do faturamento das Associações.

Para ampliar o acesso à Rede de Atenção no país, o Ministério da Saúde também garantiu mais R$ 14 milhões destinados a financiar serviços de reabilitação em instituições que ainda não oferecem esses procedimentos.

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Hábitos saudáveis devem ser seguidos o ano inteiro. Dietas de última hora e restritivas podem gerar deficiências nutricionais e riscos à saúde.

10-dicas-saudáveis

Nesta época do ano é quase sempre a mesma coisa para milhares de brasileiros e brasileiras: emagrecer a qualquer custo para “chegar bem” no verão e exibir o corpo em forma na praia. Na cabeça dessas pessoas vale tudo, desde dietas malucas a exagero nos exercícios físicos, sem considerar os riscos que isso pode gerar à saúde.

A professora Gabi Cassiano é um exemplo disso. Ela não conseguia manter uma disciplina na alimentação durante o ano e não fazia atividade física. Fez dietas por conta própria, ouvindo sugestões de amigas, ou vendo as dietas da moda, para poder chegar ao verão “com tudo em cima”.

Embora tenha conseguido perder peso ao fazer “muitas dietas loucas”, Gabi avalia que não valeu a pena. “Nunca cheguei a passar mal. Mas não foi nada legal porque eu ficava mal-humorada. O problema dessas dietas é que uma hora a gente volta para a alimentação normal e recupera tudo de novo”, relembra. “Hoje, tenho consciência, consumo alimentos saudáveis e pratico atividade física supervisionada regular”, completa.

Casos como o da Gabi são muito comuns tanto entre mulheres quanto homens. Mas, uma alimentação saudável e equilibrada deve ser seguida o ano inteiro, seguindo os preceitos do Guia Alimentar para a População Brasileira. Também é importante manter uma pratica regular de atividades físicas e não cometer excessos que podem levar, inclusive, a lesões.

10 dicas saudáveis para se preparar para o verão

1. Faça de alimentos in natura ou minimamente processados a base de sua alimentação
2. Crie hábitos alimentares saudáveis que condizem com sua realidade
3. Dê preferência a alimentos produzidos na hora 
4. Frutas, verduras, legumes e água são importantes para manter a hidratação do corpo.
5. Pratique atividade física regularmente
6. Cuidado com dietas de última hora com restrição de nutrientes
7. Evite ao máximo os alimentos ultraprocessados
8. Evite alimentos ultraprocessados.
9. Evite o consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas.
10. Adote esses hábitos durante o ano todo

Hábitos saudáveis o ano todo

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Que tal encontrar um lugar onde é possível fazer atividades físicas, aprender mais sobre alimentação saudável, obter informações sobre saúde e participar de práticas artísticas e culturais? Basta procurar um polo do programa Academia da Saúde em seu estado. Já são mais de 2330 unidades concluídas em todo o país, dotadas de infraestrutura, equipamentos e profissionais qualificados. 

O programa é multidisciplinar e tem várias formas de acesso. Além das práticas corporais e atividades físicas, há espaço para a promoção da alimentação saudável, mobilização da comunidade, educação em saúde e práticas artísticas e culturais. 

Academia da Saúde

“A pessoa pode ir diretamente ao polo mais próximo de sua casa e o profissional responsável vai fazer o cadastro e explicar as atividades e o horário. Pode vir, também, pode vir encaminhado pela atenção básica de saúde ou por algum serviço privado de saúde, caso ela tenha recebido indicações de atividade física e alimentação saudável. E, também, pode ser encaminhado por outros equipamentos de saúde que estão além da atenção básica, como hospitais”, explica a coordenadora-técnica do programa, Danielle Cruz.

“Para descobrir onde está a Academia de Saúde mais próxima da sua casa, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde ou a Secretaria de Saúde de seu estado”, acrescenta Danielle.  

Onde estão os polos da Academia da Saúde

 

Como são os polos da Academia da Saúde

  • Básica (com área ao ar livre, equipamentos para práticas corporais e atividades físicas e um coreto)
  • Intermediária (com área ao ar livre, equipamentos para práticas corporais e atividades físicas, coreto, banheiros e almoxarifado)
  • Ampliada (com área ao ar livre, equipamentos para práticas corporais e atividades físicas, coreto, sala de vivência, estrutura de apoio e banheiros) 

Presente nas três modalidades, o espaço com equipamentos consiste em um ambiente ao ar livre possuem barra paralela, espaldar simples ou duplo, bancos, pranchas para abdominal, barra horizontal tripla e barras marinheiro.

Nem todo mundo
 tem um calçadão de Copacabana ou um Parque do Ibirapuera perto de casa para correr. Mesmo contando apenas com a pracinha do bairro, dê um boost no seu treino – sem tédio!

1. De grão em grão 
Bastam 400 metros de calçada para você progredir nas provas curtas. “Os treinos intervalados – mesmo os que somam 3 ou 4 km – tiram a gente da zona de conforto, o que ajuda a melhorar o condicionamento”, diz Marcos Santana, diretor da Ilimitada Assessoria Esportiva, de Goiânia.

De acordo com um estudo da revista Journal of Applied Physiology, corredores que alternaram 30 segundos de trote com 20 de corrida e dez de tiro conseguiram aumentar o VO2 máximo (capacidade de uso do oxigênio) em 4% . Considerando sua planilha, se não der para prolongar a pista, reduza o intervalo.  
2. Grandes pequenos detalhes
Como os espaços nas praças costumam ser estreitos, espere que a área esteja mais vazia para dar o tiro. “Alterne o sentido a cada duas voltas para não sobrecarregar a musculatura de apenas uma das pernas”, indica Uilson Domingos, sócio da Elite Assessoria Esportiva, de Palmas.

Mantenha-se à direita e olhe para trás antes de ultrapassar. “Caso tenha que esperar para cruzar uma rua, continue se movimentando, ainda que no mesmo local”, diz Marcos. Assim, você não perde 
o ritmo e evita disparar quando puder atravessar.

3. Combo perfeito
Na praça, você também consegue complementar sua preparação com outros tipos de exercício. “Para aperfeiçoar a técnica de corrida, é fundamental fazer movimentos educativos. E aí você vai precisar de pouco espaço”, garante Uilson. Ele recomenda separar 50 metros 
para exercícios de coordenação (como
skip, caminhada apoiada nos calcanhares e deslocamento levando
 o calcanhar ao bumbum). Bônus: você vai adorar
a sessão funcional – agachamentospranchas, abdominais, flexões etc. – quando o cenário for um belo gramado rodeado de árvores.Se houver uma escadaria, os degraus podem servir para fortalecer as pernas 
e até para aumentar a mobilidade do quadril,
 o que será útil quando correr em uma ladeira”, diz Devid Marques, professor da Stark Assessoria Esportiva, em Fortaleza. Dá até para aproveitar o clima mais sossegado para uma sessão de relaxamento
 e meditação pós-corrida.

Medida visa dar maior transparência no processo, além de ter potencial de aumentar a concorrência, já que todos poderão conhecer preços praticados em todo o país

Resultado de imagem para medicamentos adquiridos para SUS

TRANSPARÊNCIA

Todas as compras de medicamentos realizadas no país para o abastecimento do SUS terão seus preços registrados em sistema online. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, vale para o Ministério da Saúde, estados, municípios e Distrito Federal que, agora, passam a alimentar de forma obrigatória o Banco de Preços em Saúde (BPS): ferramenta online, gratuita e de acesso aberto ao público desenvolvida pelo governo federal. Ao dar transparência ao uso dos recursos públicos e conhecimento dos preços praticados em todo território nacional, o banco vai proporcionar o aumento da concorrência e maior condições para a negociação de preços junto aos fornecedores e fabricantes, gerando economia para o sistema de saúde.

“É uma ferramenta que possibilita ampliar o nível de negociação entre os gestores e fornecedores na compra de medicamentos, isso significa expandir o acesso, reduzir custos e otimizar os gastos com saúde, dando possibilidade ao gestor de até cancelar uma concorrência, quando se perceber que não está sendo feita a melhor compra”, afirma o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

O cadastramento e atualização do Banco de Preços em Saúde deve ser feito no período entre primeiro de setembro a 30 de novembro de 2017. Já o inicio do envio das informações de compras homologadas, referente ao exercício 2017, deverá ser iniciada a partir de primeiro de dezembro deste ano. Para realizar consultas ao sistema e registros de compras é necessário fazer o cadastro de usuário pelo link http://aplicacao.saude.gov.br/bps/login.jsf.

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Para conter o avanço da sífilis no país, Governo Federal, estados e municípios vão intensificar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. A estratégia, chamada de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção, foi pactuada na Comissão Intergestores Tripartite (CIT). Municípios terão R$ 200 milhões garantidos no orçamento do Ministério da Saúde por emenda parlamentar. Serão priorizadas 100 cidades que concentram 60% dos casos da doença. A iniciativa é uma das metas da agenda estratégica para redução da sífilis congênita no país lançada ano passado e que, com a nova ação, foi renovada por mais dois anos. A estratégia conta ainda com a parceira de organismos internacionais, associações e sociedades médicas.

Ao anunciar a agenda, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, enfatizou que a ampliação do diagnóstico e do tratamento é fundamental para reduzir os índices da doença. “Garantimos o abastecimento dos municípios com a penicilina e ampliamos também a oferta dos testes. Mas ainda é necessária uma mudança no comportamento dos profissionais de saúde e também da população”, explicou Ricardo Barros.

Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) trabalharão de forma integrada para fortalecer diagnóstico, vigilância epidemiológica, tratamento, assistência, pesquisa e comunicação. O Ministério da Saúde assumiu a compra centralizada da penicilina. Foram destinados R$ 13,5 milhões para a aquisição de 2,5 milhões de ampolas de penicilina benzatina, para o tratamento da sífilis adquirida e em gestantes, além de 450 mil ampolas da penicilina cristalina, para tratar a doença em bebês. A quantidade garantirá o abastecimento da rede pública até 2019.

Na ampliação e qualificação do diagnóstico, uma das ações do plano é o aumento da testagem, principalmente nas grávidas. Isso porque a identificação ainda no primeiro trimestre da gestação e o tratamento adequado impedem a transmissão da doença da mãe para o bebê. Neste ano, até setembro, o Ministério da Saúde enviou mais de 6,3 milhões de testes de sífilis, crescimento de 33,7% em relação a 2016 (4,7 milhões). Deste total, 2,3 milhões especificamente para a Rede Cegonha, 56% a mais do que os 1,5 milhão distribuídos no ano passado. “Quanto mais nós diagnosticamos gestantes com sífilis, menos crianças nascem com a doença. Portanto, precisamos que o pré-natal seja qualificado, para os serviços de saúde tratem as gestantes e assim haja redução da transmissão de mãe para filho”, completou o ministro. 

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Dos 5.570 municípios brasileiros, 2.574 já estão cadastrados no Banco de Preços em Saúde (BPS), segundo balanço apresentado pelo Ministério da Saúde na última quinta-feira (26/10), durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), que reúne as três esferas de governo. Alagoas é o estado que alcançou o maior número de municípios registrados até o presente, com 93 de suas 102 cidades habilitadas a acessar o sistema. 

Os dados do Departamento de Economia da Saúde (DESID) do Ministério também apontam que a própria pasta, assim como os entes estaduais e o Distrito Federal não possuem pendencias. “O cadastramento permite aos gestores do SUS ter acesso a todas as funcionalidades do sistema, inclusive ao registro de compras, que é a próxima etapa do processo de utilização do BPS na gestão em saúde”, destaca o diretor substituto do DESID, Carlos Eduardo da Silva Sousa.

Os 2996 municípios que ainda não efetuaram o registro têm até 30 de novembro para se regularizar, prazo final estipulado para a primeira fase do processo. Em seguida, a partir de 1º de dezembro, inicia-se a etapa de alimentação, quando as informações sobre compras de medicamentos homologadas em 2017 devem ser incluídas.

União, estados e municípios pactuaram em junho a obrigatoriedade de envio de informação sobre a aquisição de medicamentos. Ao dar transparência ao uso dos recursos públicos e conhecimento dos preços praticados em todo território nacional, o Banco vai proporcionar o aumento da concorrência e melhores condições para a negociação de valores junto aos fornecedores e fabricantes, gerando economia para o sistema de saúde. O intuito é que no futuro seja igualmente acordado o envio de informações relativas à compra de produtos de saúde.

A plataforma BPS está disponível gratuitamente no formato web, tanto para consulta quanto para alimentação. Além de disponibilizar informações sobre o processo de compras dos medicamentos, a plataforma ainda oferece de forma gratuita amplo material de apoio ao usuário no formato de vídeo-aulas, manuais de utilização da ferramenta, preguntas e respostas e treinamentos.

Por Mônica Silva, do Nucom SE,
com informações da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580/2351/274

Reunião de um tumor board no AC Camargo Cancer Center, em São Paulo (Foto: Divulgação AC Camargo Cancer Center)

Profissionais de diferentes especialidades discutem casos complexos e definem junta a melhor conduta no A.C. Camargo Cancer Center. A medicina integrada melhora a qualidade da assistência (Foto: Divulgação

Decisões erradas são tomadas com base em dados errados. Em sua trajetória profissional, é provável que você tenha vivido desastres derivados da análise torta de números que capturam o detalhe e desconsideram a essência.
A valorização da objetividade na administração de recursos escassos faz todo sentido. Difícil é definir os melhores critérios para medir a coisa certa do jeito certo. Na saúde, essa discussão é das mais atuais.

Os mais respeitados gestores de saúde sabem que na medicina privada brasileira tudo se volta para incentivar o aumento de custos. Rasga-se dinheiro todos os dias. Quem paga a conta são os beneficiários dos planos de saúde e os empregadores. A disputa improdutiva entre os convênios e os hospitais é causada por um modelo que remunera a doença – e não a saúde.

Quanto mais a situação do paciente se complica, melhor para o hospital. Quanto maior o consumo de insumos banais como esparadrapo, seringa, soro fisiológico, paracetamol e tantos outros, mais ele ganha. Os hospitais viraram grandes varejistas de materiais, como ÉPOCA contou detalhadamente nesta reportagem. Tal desvio de função parece absurdo, mas essa é a vida como ela é. 

As práticas nefastas decorrem do modelo atual de remuneração dos hospitais pelos planos de saúde. Ele é chamado de “conta aberta” ou “fee for service” (pagamento por serviço). Todo e qualquer item usado no atendimento (dos mais banais aos mais sofisticados) é colocado na conta. A papelada é enviada ao plano de saúde ao longo da internação ou ao final do atendimento. A operadora discute o que foi feito e decide se paga a conta ou não.
 A lenga-lenga é interminável. Os planos de saúde reclamam que os hospitais cobram muito mais do que valem os produtos empregados no tratamento de seus beneficiários. Os hospitais argumentam que são obrigados a fazer isso porque os convênios se negam a reajustar tabelas de serviço. Ou simplesmente não pagam grande parte dos atendimentos já prestados.

Dá para ser diferente? A alternativa da moda é o conceito de cuidados baseados em valor, conhecido pela sigla VBHC, derivada do inglês “value-based health care”. O modelo proposto por Michael Porter e Elizabeth Teisberg parte do princípio de que o objetivo final da atenção à saúde é gerar valor para o paciente.
Segundo a definição dos autores, a análise de valor deve considerar os resultados de saúde importantes para o paciente, em relação ao custo de alcançar tais objetivos. De acordo com essa proposta, a reestruturação dos sistemas de saúde depende de algumas etapas importantes: adoção de unidades de prática integrada, medida de desfechos clínicos, análise de custos, pagamento por pacote de serviços, integração de sistemas, tecnologia da informação e expansão geográfica.
 Alguns dos melhores hospitais brasileiros começam a seguir esses passos e acreditam estar entregando mais valor ao paciente. Nem por isso já conseguiram sair do ciclo perverso do “fee for service”. “As instituições continuam no modelo de conta aberta, mas o mercado está se movendo para alcançar a remuneração por desfecho”, afirma Vivien Rosso, superintendente-geral do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo.

Vivien Rosso, CEO do AC Camargo Cancer Center (Foto: Rogerio Albuquerque/Editora Globo )

Um dos grandes desafios é alcançar a previsibilidade dos custos e dos resultados. Nos casos de baixa complexidade, as instituições conseguem prever com alguma segurança qual será o resultado do tratamento e, a partir daí, negociar um pagamento fixo com os planos de saúde. Já na medicina de alta complexidade (na oncologia, por exemplo), os desfechos clínicos são menos previsíveis.

Os custos envolvidos em uma cirurgia de hérnia e os prováveis resultados podem ser combinados com antecedência com os pagadores. Já o percurso de tratamento de um câncer de mama pode se desdobrar em diferentes ramos, dependendo do estadiamento e da genética do tumor e de outras particularidades do paciente. E, com isso, os custos e os resultados mudam.

medicina integrada preconizada por Porter é um dos pilares do A.C. Camargo.

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A Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica melhora a gestão da compra, distribuição e do vencimento dos medicamentos. Medida vai reduzir desperdício e ampliar oferta à população

Um novo sistema criado pelo Ministério da Saúde vai integrar as informações de distribuição, estoques e acesso aos medicamentos do SUS em todo o país. A Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica, lançada nesta terça-feira (24/10), permitirá o melhor planejamento da compra, do controle da data de validade e a realização de remanejamentos. A experiência em quatro estados mostrou que a iniciativa pode evitar desperdícios de até 30% dos fármacos entregues. Se essa economia for replicada em todo o Brasil, a cada ano, mais R$ 1,5 bilhão poderá ser revertido em mais medicamentos para a população.

                                   

A base nacional entra em funcionamento a partir de 25 de outubro e os estados e municípios têm 90 dias para enviar as informações. Até então, o Ministério da Saúde só recebia 20% dos dados por meio do Sistema Hórus, utilizado por 15 estados para gestão de medicamentos de alto custo. As demais unidades da federação, que representam 80% da demanda, repassavam por telefone ou planilhas. Agora, será disponibilizado o Web Service, ferramenta que permite que todas as secretarias de saúde do país que possuem sistemas próprios transmitam as informações.

“Essa é uma ferramenta fundamental para que a gente possa fazer economia e otimizar os recursos da saúde. Hoje existe uma consciência entre todos os gestores para a importância de alimentar o sistema para que possamos evitar o vencimento de medicamentos nas prateleiras, evitar que os medicamentos sejam desperdiçados e fazer o remanejamento dos medicamentos que eventualmente estejam sobrando em um determinado estado ou município para um melhor aproveitamento.  Já verificamos em projeto-piloto que esse processo demostra um potencial de economia de bilhões de reais e com esses recursos vamos comprar mais medicamentos e ampliar acesso a população”, afirmou ministro Ricardo Barros.

Essa integração dos dados foi pactuada no início desse ano na Comissão Integestores Tripartite, que reúne representantes dos estados, municípios e do Ministério da Saúde. Pela Portaria nº 938 de 2017, os gestores que não enviarem as informações para a base nacional ou não apresentarem justificativa poderão ter os recursos da assistência suspensos temporariamente.

Além do estoque, entrada, saída e dispensação de medicamentos, também poderão ser monitoradas em tempo real informações do paciente e das unidades de saúde. Todo o processo será automatizado, ou seja, o sistema já calcula possíveis perdas, sugere remanejamento de produtos ou mesmo indica o quantitativo que deve ser comprado para atender à necessidade.

SEM DESPERDÍCIO – O novo sistema servirá de apoio para evitar o desperdício e desabastecimento de produtos. Foi o que mostrou o projeto-piloto realizado em Tocantins, Alagoas, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. Nessas localidades, no terceiro trimestre desse ano, foi possível economizar R$ 20 milhões. Pelos dados, verificou-se que, em média, 30% do quantitativo poderia ser remanejado para outras regiões do Brasil, sem risco de perder o prazo de validade. Em todo o país, significaria uma economia ao Ministério da Saúde de R$ 1,5 bilhão por ano.

A informatização da saúde é uma das prioridades da atual gestão do Ministério para qualificar o atendimento prestado ao cidadão e, ao mesmo tempo, melhorar as informações de gestão, a programação das políticas públicas e o gerenciamento dos recursos do setor.

Por Alexandre Penido, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315- 2898 / 3580

O que comer para ganhar um corpo com músculos bem desenhados e pouquíssima gordura? Muita gente procura essa resposta nas redes sociais das musas – e “musos” – fitness que surgiram nos últimos anos. Mas que tal beber na fonte dos Gracie, família campeã de jiu-jitsu? No último dia 17 de outubro, fomos conferir o lançamento da segunda edição do livro A Dieta Gracie (editora Benvirá), de Rorion Gracie, que vive nos Estados Unidos e é um dos criadores do Ultimate Fighting Championship (UFC). A nova versão traz, além do plano alimentar seguido pelo clã há mais de seis décadas, um programa para ajudar as pessoas a adotarem os hábitos propostos pela dieta.

“Um dos grandes problemas do primeiro livro é que as pessoas compravam, liam, mas deixavam na prateleira. Não adianta: sem usar o conceito, sua saúde não vai melhorar”, comenta Gracie. A saída encontrada por ele foi criar um sistema de graduação de faixas, em que, assim como no jiu-jístu, você muda de nível após adquirir habilidades – que, na dieta, são novos hábitos.

Faixas a Dieta Gracie

(Reprodução/Editora Benvirá)

A ideia do cronograma é que, a cada duas semanas, a pessoa mude de faixa, somando novos hábitos aos já adquiridos na etapa anterior. Após pouco mais de dois meses, espera-se que ela já seja faixa preta – ou seja, que tenha adotado de vez um estilo de vida mais saudável.

Combinação de alimentos

A Dieta Gracie é famosa pela proposta de combinar ingredientes a fim de evitar a fermentação e acidez do sangue durante o processo digestivo. “Misturar alguns alimentos na mesma refeição faz bem para a saúde e controle de peso. Já os que não combinam entre si vão trazer consequências negativas”, diz Rorion, que, embora não tenham formação na área da saúde, se considera um autodidata em nutrição. “Os princípios da nossa dieta não foram comprovados cientificamente em laboratórios. No entanto, vejo a minha saúde, a dos membros de minha família e de milhares de amigos e alunos como um testemunho de seus benefícios”, afirma.

Várias celebridades já aderiram ao modelo alimentar. Recentemente, a atriz Gloria Pires revelou que segue a dieta, que também já foi feita por sua filha, Cléo Pires. “Estou me sentindo muito bem. As pessoas associam a palavra dieta à restrição alimentar e não é bem assim. Eu posso comer de tudo. Não precisa tirar carne e nem glúten. O segredo é não repetir a mesma comida por 24 horas”, disse Gloria, em entrevista à revista ESTILO.

O método divide os alimentos em seis grupos, que podem ser compatíveis ou incompatíveis. Conheça cada um deles:

Grupo A

Legumes e verduras (todos); carnes (todas menos a de porco, proibida na dieta) e frutos do mar (todos); gordura e oleaginosas (abacate, amêndoa, azeite de oliva, cacau, castanhas em geral, coco seco, gergelim, manteiga, queijo derretido): combinam entre si e com alimentos do Grupo B.

Grupo B

Amidos (arroz, aveia, batata, batata-doce, feijão (seco), soja (seca), lentilha, quinua, centeio, mandioca e derivados, milho (seco) e derivados, trigo (e derivados). Combinam com os alimentos do grupo A, mas não entre si (você não pode comer arroz e feijão na mesma refeição, assim como misturar batata-doce e tapioca, derivada da mandioca).

Grupo C

Frutas doces (banana desidratada ou cozida, caqui, figo, laranja lima, mamão, melancia, melão, tâmara, uva-passa), alimentos doces (açúcares em geral, mel de abelha, xarope de agave, melado de cana), queijos frescos e cremosos (queijo-de-minas frescal, ricota, cottage, queijo prato, requeijão) e chás de ervas ou de cascas (camomila, erva-doce, maçã, mate, preto). Combinam entre si e com alimentos do Grupo B, desde que não sejam preparados com gorduras e similares.

Grupo D

Frutas ácidas (abacaxi, acerola, caju, laranja, limão, maçã ácida, manga, maracujá, pêssego, tangerina, uva ácida, frutas vermelhas, tomate) e alimentos ácidos (iogurte, coalhada e kefir). Não combinam entre si nem com nenhum outro alimento.

Grupo E

Banana crua. Combina com frutas doces e com queijos frescos. É incompatível com os alimentos dos Grupos A e B e também com mel, melado e frutas secas.

Grupo F

Leite. Combina com alimentos do Grupo B, banana (crua ou cozida) e seus derivados (queijo, manteiga). É incompatível com alimentos do Grupo A, açúcares em geral, alimentos doces, abacate e frutas frescas e secas.

Fique por dentro: Aliar jejum intermitente à dieta pode potencializar perda de peso

Na prática

Para montar o cardápio, você precisa seguir a tabela de combinação de alimentos. E deve levar em conta outro fundamento da dieta: fazer intervalos de 4 horas e meia a 5 horas entre as refeições. “Esse é o tempo necessário para evitar uma reação ácida no organismo, o que pode provocar problemas de saúde”, alerta Rorion.

Você, como a maioria das mulheres, acha muito difícil abrir mão dos lanchinhos? A estratégia apresentada pelos Gracie é beber água de coco ou água pura quando bate aquela vontade de comer alguma coisa. Rorion não estipula a quantidade de alimentos, que vai depender dos objetivos e necessidades de cada um, mas dá uma orientação para quem quer emagrecer: “Administre a ingestão de alimentos e, como regra geral, pare de comer quanto atingir 80% da capacidade do seu estômago”. Traduzindo: termine a refeição um pouco antes de ficar saciada. Veja o exemplo de um dia do cardápio:

Café da manhã

  • Suco verde – 1 pepino, 5 cenouras, 3 talos de aipo, 5 rabanetes, 1 talo de brócolis com a flor e 1 pimentão (Grupo A)
  • Sanduíche Renergia – abacate amassado e temperado com azeite e sal (Grupo A) sobre torrada de pão de centeio ou integral (Grupo B).

Almoço

  • Salada – use pelo menos cinco desses itens, sempre variando as cores: alface, rúcula, brócolis, abacate, rabanete, cebola, beterraba, pepino, espinafre, aipo, pimentão, broto de feijão (Grupo A). Inclua uma porção de uma ou de duas oleaginosas: amêndoa, castanhas, nozes, pistache (Grupo A). Tempere apenas com azeite de oliva e sal.
  • Prato principal: carne assada (Grupo A), macarrão integral (Grupo B) e creme de milho-verde feito com farinha de trigo (Grupo B).
  • Bebida: suco de cenoura, água de coco ou água com ou sem gás (sem limão)

Jantar

  • Suco de uva doce (moscatel) batido com açaí puro (Grupo C) e banana (Grupo E).

Para turbinar a dieta

Confira algumas dicas de Rorion Gracie:

  • É preciso se alimentar com o propósito de nutrir o organismo. Você deve se programar como se estivesse planejando uma viagem dos seus sonhos, mas com direito de levar só uma mala de mão. Assim, vai ter que ser muito mais cuidadosa nas escolhas.
  • Mantenha sempre um estoque das suas frutas, legumes e verduras favoritos, para ter tudo o que for necessário para a próxima refeição.
  • Adicione castanhas cruas – como castanha de caju, castanha-do-pará, noz e amêndoas – às saladas e aos legumes cozidos. Elas são fontes de proteína (mas lembre-se de que, em exagero, engordam).
  • Se você gosta muito de doce, satisfaça seu desejo com refeição à base de banana desidratada, uva-passa, tâmara, caqui, melancia e queijos cremosos.
  • Não importa que você tenha a mais planejada das dietas para emagrecer; se não desenvolver a disciplina para segui-la, será inútil.
  • boaforma

lavar as mãos - caimacanul

Uma parceria firmada no Hospital Federal da Lagoa (HFL) entre a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), o setor de Qualidade e Segurança e o setor Lagoa Voluntário, trouxe um reforço para mobilizar os profissionais da unidade a aderirem à campanha de higienização das mãos (Meta 5 do Manual de Segurança do Paciente – Anvisa/MS). Intitulada “Marque dois pontos – higienize suas mãos” a campanha, iniciada no dia 29/09, promoveu a instalação de dispensadores com álcool gel ao lado dos aparelhos de ponto eletrônico, localizados no saguão do prédio principal do hospital. 

“Para o profissional de saúde a higienização das mãos é mais do que uma recomendação, é uma obrigação. Tanto para se proteger de uma possível infecção, quanto para garantir a segurança dos pacientes”, afirma Pedro Cirilo, diretor do HFL.

O coordenador do setor Lagoa Voluntário, Paulo Cerdeira Campos, conta que a ideia ganhou forma em uma conversa com um dos voluntários. “Estava com o nome e a ideia da campanha na cabeça e comentei com o voluntário Paulo Bogossian, cuja filha trabalha como designer. Ela se encarregou da arte e indicou o profissional que confeccionou e aplicou os adesivos, sem cobrar a mão de obra. Então, solicitamos à direção a instalação dos dispensadores de álcool gel, já disponíveis no hospital”.

“Os relógios de ponto também podem ser difusores de infecção hospitalar. São pelo menos quatro marcações por dia de cada funcionário. Já que é obrigatório marcar o ponto, então, porque não higienizar as mãos durante o processo? Pensando assim, criamos um ‘cenário’ de conscientização e prevenção de infecção hospitalar”, explica Paulo Cerdeira.

A Técnica de Enfermagem do HFL, Patricia Rosa Rodrigues, aprovou a iniciativa. Para a servidora, a ideia da campanha funciona como uma permanente lembrança da responsabilidade compartilhada por todos os funcionários do hospital. “Achei o design criativo, bem humorado e super pedagógico. O local é estratégico, na entrada principal do hospital. Não há como passar despercebido. Nos lembra deste gesto tão simples e fundamental. Ponto para a equipe do setor Lagoa Voluntário!”

Segundo a OMS, a higienização adequada das mãos por parte dos profissionais de saúde poderia reduzir em 50% as mortes decorrentes de infecções hospitalares e em cerca de 70% o contágio.

Texto: Adriano Schimit

O médico urologista Dr. Antônio Segundo, estará atendendo no PRONTOLAB de Santa Terezinha PE, neste dia 21/10/17, a partir das 7 hs  da manhã. Faça sua consulta e previna-se de possíveis doenças. O PRONTOLAB agora conta com uma equipe de médicos especializados e renomados.

Quando pensa em frutas vermelhas, você logo se lembra de mirtilo, framboesa, cranberry, cereja? O jambo-vermelho, originário da Ásia, mas popular no Norte e no Nordeste do Brasil, também entra nessa categoria e traz muitos benefícios à saúde – sem custar tanto. Rico em polifenóis, com destaque para as antocianinas, ele fortalece o sistema imunológico e combate os radicais livres.

Cientistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp acrescentam outro achado: a prevenção do ganho de peso. O estudo em ratos mostrou que o jambo favorece o metabolismo e reduz a massa gorda. Mais do que na hora de valorizarmos essa fruta gringa com alma brasileira!

A forma como você se alimenta tem total influencia no funcionamento do seu organismo. Confira quais ingredientes podem dificultar sua digestão

Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

Você costuma ter aquela sensação de estar “estufada” logo após suas refeições? Isso pode ser um sinal de que você não está escolhendo os alimentos corretos. 
De acordo com Haline Dalgaard, nutricionista e idealizadora da plataforma “Saúde no Prato”, este efeito de inchaço acontece porque alguns alimentos fermentam o nosso processo digestivo, causando o incômodo. A profissional ressalta que é importante deixar claro que não é necessário retirar estes alimentos do cardápio, até porque muitos deles são boas fontes de nutrientes. “Os transtornos de digestão são muito individuais. O importante é conhecê-los e saber identificar que tipo de alimento pode estar dificultando a sua digestão”, explica ela.
Para te ajudar a amenizar e controlar a sensação de inchaço, Haline listou alguns alimentos que dificultam a digestão. Confira:
Açúcares, mel, xarope de milho, por serem fontes de monossacarídeos, carboidratos simples.
Farinhas refinadas, por não possuírem fibras, fornecem carboidratos suscetíveis a fermentação, aumentando o desconforto gastrointestinal).
Leites e derivados , quando a lactose causa fermentação e desconforto no indivíduo.
Adoçantes como xilitol, manitol e sorbitol muito usado em balas e chicletes dietéticos.
Algumas verduras , como couve, repolho, couve-flor e chicória, legumes, como beterraba ecenoura e frutas como melancia, caqui e  manga.
Grãos como: feijões e ervilhas.

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