Dr. Antônio Segundo Neto

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Dr. Antônio Segundo Neto Urologista. CRM 4891 MEDICAL CENTER Rua: Fenelon Bonvavides S/N – Andar Sala 306 Bairro: Brasília – Patos- PB. (83) 34213865 -98724.654-9993865 Tim Email agcsegundoneto@ig.com.br

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Os recursos são referentes a março de 2018 

O Fundo Nacional de Saúde (FNS) repassou nesta quarta-feira (11/4), R$ 691,4 milhões a Fundos de Saúde para pagamento do Piso de Atenção Básica Variável (PAB Variável). Foram repassados também R$ 188,6 milhões para pagamento dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Ambos os repasses são referentes a março de 2018.

Em virtude da publicação da Portaria 3.992, de 28 de dezembro de 2017, que altera as normas para as transferências dos recursos financeiros federais para as ações e os serviços públicos de saúde e a consequente mudança na forma de apresentação das informações dos repasses, o Fundo Nacional de Saúde está fazendo as devidas alterações nas ferramentas de consulta aos repasses diários.

Dessa forma, até que as alterações estejam concluídas, as informações detalhadas sobre os repasses de recursos de 2018 não estarão disponíveis na consulta Repasses do Dia.

futebol

Hoje é comemorado o Dia Mundial da Atividade Física. O exercício físico é recomendado para manter uma boa saúde e uma boa qualidade de vida. Mais de três milhões de pessoas perdem a vida, por ano, vítimas das doenças adquiridas pela falta de atividade física como diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é o quarto fator de risco de morte no mundo. E, como estamos perto da Copa do Mundo, o Blog da Saúde resolveu falar de futebol. As famosas “peladas” uma vez por semana ou de fim de semana. A prática desse esporte além de, ensinar a trabalhar em equipe, melhora concentração e traz inúmeros benefícios. “Pensando na estética, o futebol é bom para os músculos e para ter boas definições, como panturrilhas, coxas, glúteos, costas e abdômen e gasto calórico”, fala o educador físico Dhiogo Duarte.

Em relação à saúde, os benefícios vão muito além do físico e fazem bem também para a mente. “O futebol, além de me relaxar, é um momento que eu estou com meus amigos, que eu consigo pensar em outras coisas e faz eu me sentir mais leve. Fora que eu posso ter uma qualidade de vida melhor, fico mais disposto para fazer as coisas diárias”, relata o advogado Guilherme Dolfini, de 28 anos. Influenciado pelo pai, ele começou a jogar futebol aos quatro anos de idade e hoje pratica o esporte como um hobby. Segundo dados da OMS, pessoas sedentárias têm de 20% a 30% de risco de morte a mais do que uma pessoa que pratica pelo menos 30 minutos de atividade física três vezes por semana. Em todo o mundo, 31% dos adultos com 15 anos ou mais não são ativos o suficiente. No Brasil, esse índice é de 48,7% entre os adultos, segundo dados do Vigitel 2014. Até 2025, o Ministério da Saúde pretende reduzir esse índice para 10% da população acima dos 18 anos.

Benefícios

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Evento será promovido pela Subsecretaria de Vigilância à Saúde

Em celebração ao Dia Mundial da Saúde 2018, nesta sexta-feira (6), a Gerência de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde do Distrito Federal, realiza o . O evento constitui um importante momento de diálogo e troca de experiências para o fortalecimento da promoção da saúde, envolvendo diversos atores – gestores, profissionais e estudantes – e setores da Saúde do DF. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o principal objetivo da campanha do Dia Mundial da Saúde de 2018 é aumentar a conscientização sobre a necessidade de cobertura e acesso à saúde universal e seus benefícios.

O Distrito Federal também adota o conceito ampliado de saúde e em consonância com a Política Nacional, publicou, em 2006, o Plano Distrital de Promoção da Saúde. O documento propõe um escopo ampliado das intervenções em saúde, considerando os problemas e necessidades de saúde, seus determinantes e condicionantes, além de buscar uma visão que ultrapasse os muros das unidades do sistema de saúde e incida sobre as condições de vida da população, favorecendo a adoção de escolhas mais saudáveis, na direção de um bem estar global.

“Observou-se a necessidade de identificar e discutir como a promoção da saúde vem sendo operacionalizada no SUS-DF, em particular em seus territórios, para se discutir como os atores estão mobilizados a efetivar a política, na prática”, enfatiza a gerente de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, Kelva Aquino

DATA – O Dia Mundial da Saúde é comemorado em 7 de abril, data que coincide com a criação da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1948. A comemoração  conscientiza a população a respeito da importância de manter o corpo e a mente saudáveis e também falar de alguns problemas de saúde que atingem a população mundial, alertando sobre os riscos e ensinando sobre a prevenção.

Seminário Distrital de Promoção da Saúde
Data: 6 de abril de 2018
Horário: das 8h às 17h
Local: Escola de Governo
Endereço: SGO Qd.1 Lote 1 Bloco A/B

 

Agentes comunitários de Saúde em Juazeiro receberam tabletes que vão auxiliar no trabalho realizado na cidade. A nova ferramente de trabalho será utilizada na coleta e armazenamento de dados na Secretaria de Saúde (SESAU). A entrega do material aconteceu nessa quarta-feira (28), no Instituto Federal da Bahia (IFBA)

Segundo a Prefeitura de Juazeiro, 431 Agentes Comunitários receberam o equipamento. Os profissionais passaram por capacitação, para manusear o equipamento e coletar os dados dentro do sistema implantando na SESAU.

A Secretária de Saúde, Fabíola Ribeiro destacou a importância do novo sistema e da aplicação das novas tecnologias no trabalho dos Agentes Comunitários. “Com os avanços tecnológicos e toda a modernização na era da informação não poderíamos deixar que os profissionais ficassem com um método antigo, que comprometia o levantamento de informações”, afirmou.

O novo sistema de armazenamento é implantado pela empresa Horizon. Os dados coletados serão armazenados em tempo real na Secretaria e dessa forma, a captação de informações será mais ágil e auxiliará na formulação de políticas públicas na saúde.

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Você evita comer doces, mas adora tomar refrigerantes e sucos de caixinha? Saiba que essa não é uma boa troca. E isso vale tanto para seus objetivos na balança quanto para sua saúde. Segundo um estudo recente da Universidade Emory, nos Estados Unidos, essas bebidas ameaçam o coração.

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O objetivo dos estudiosos era investigar se o açúcar presente em doces e bebidas aumenta a probabilidade de morte por doenças cardíacas ou outras causas e, em caso positivo, se há diferenças entre consumi-lo via líquidos ou alimentos sólidos. Para isso, eles acompanharam, por seis anos, 17 930 homens e mulheres adultos com mais de 45 anos de idade, nenhum com histórico de problema cardiovascular, diabetes tipo 2 ou derrame.

A partir de questionários, os cientistas estimaram a frequência com que os participantes comiam itens lotados de açúcar. As mortes que aconteceram nesse período também tiveram suas causas investigadas.

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Os resultados mostraram que existe, sim, uma associação entre exagerar nas bebidas adoçadas e maior risco de morrer do coração. Aqueles que tomavam mais de 700 ml de sucos industrializados ou refrigerantes por dia eram duas vezes mais propensos a falecer por infarto, por exemplo, em comparação a quem ingeria menos de 30 ml. A probabilidade de perder a vida por outros motivos também se mostrou maior.

Essas ligações se mantiveram mesmo após excluir fatores como histórico de tabagismo, sedentarismo e herança familiar. E os estudiosos não notaram o mesmo elo em relação a doces – o problema parecem ser os líquidos mesmo. Os autores do artigo especulam que a diferença esteja na forma como alimentos e bebidas são processados no organismo.

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É que, ao tomar uma lata de refri, uma quantidade maior de açúcar é ingerida sem o auxílio de nutrientes que desaceleram a absorção do ingrediente doce. Quando esse consumo acontece via alimentos sólidos, também são digeridas gorduras e proteínas, que ajudam a deixar o metabolismo mais lento.

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Segundo Jean Welsh, autor do estudo, esses achados devem servir de incentivo para que profissionais de saúde conversem mais com seus pacientes sobre a importância de não extrapolar nas bebidas açucaradas. E o mesmo vale para você: de nada adianta fugir daquele brigadeiro delicioso e mandar goela abaixo, sem pensar, uma latinha de refrigerante. É bom maneirar em tudo, ok?

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Independentemente da idade, de bebê à idosa, a mulher precisa ter cuidados essenciais com a saúde. E, desta forma, garantir também a qualidade de vida.

“É de grande importância que as mulheres se mostrem vigilantes sobre a própria saúde, identificando precocemente hábitos nocivos, sintomas físicos e psíquicos e aderindo a hábitos saudáveis”, destaca o Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde.

Fatores sociais, como moradia, alimentação, escolaridade, o acesso à renda, ao emprego, fatores culturais, étnicos, raciais, psicológicos e comportamentais podem levar a mulher ao adoecimento. Por isso, neste dia 8 de março, data internacional destinada à celebração da figura feminina, o Ministério da Saúde preparou uma lista especial: Os 10 cuidados primordiais com a saúde da mulher.

1 – Manter alimentação saudável

Uma alimentação saudável, desde os primeiros dias de vida, como a amamentação e o consumo de alimentos in natura, por exemplo, traz benefícios à saúde. Resulta na redução de fatores de risco para doenças, como o sobrepeso e o aumento do colesterol, além do bem estar físico e mental e da importância do vínculo entre mãe e bebê.

2 – Cuide de sua saúde mental

Identificar precocemente sintomas psíquicos e buscar acolhimento de saúde pode ser decisivo para que haja abordagem oportuna pelos profissionais de saúde.
Afinal, sabe-se que as mulheres se encontram em uma situação de vulnerabilidade por ganharem menos, por estarem concentradas em profissões menos valorizadas, por terem menor acesso aos espaços de decisão no mundo político e econômico, por sofrerem violência doméstica, física, sexual, psicológica, econômica, além da negligência e abandono. Além disso, elas vivem dupla e tripla jornada de trabalho.

Para as mulheres idosas, há ainda a questão do isolamento social e transtornos emocionais devido à aposentadoria, à viuvez, às alterações fisiológicas, e dos sofrimentos provocados por uma sociedade que supervaloriza a juventude e desvaloriza as marcas do envelhecimento feminino.

Além dos sintomas de depressão, outros transtornos mentais necessitam de atenção e cuidado, como os de ansiedade, insônia, estresse e transtornos alimentares. Fatores psicossociais e ambientais estão relacionados à incidência dessas doenças.

3 – Falando de Sexualidade

A sexualidade engloba um conjunto de aspectos que envolvem o prazer, o desejo, a ternura, o amor, que são o resultado da convergência de natureza psíquica-bio-sócio-histórico-cultural. Portanto conhecer o próprio corpo é fundamental para identificação dos pontos de prazer e exercício da sexualidade, em todas as idades. A mulher vai tendo vivências e experiências da sua sexualidade que vão mudando com o passar dos anos.

Nas adolescentes, por exemplo, o início da puberdade é marcado por muitas mudanças como o aparecimento de espinhas, nascimento do broto mamário, pelos pubianos gerando muitas vezes dúvidas e inseguranças.

Falar da sexualidade das mulheres idosas ainda é um tabu, o que dificulta a busca de informação e a superação de obstáculos para que se alcance uma vida sexual saudável e com qualidade nesta faixa etária.

Após a menopausa, por exemplo, as mulheres podem apresentar algum desconforto nas relações sexuais com penetração vaginal, por causa das condições de hipoestrogenismo e, consequentemente, hipotrofia dos tecidos genitais. Utilizar creme vaginal, nestes casos, pode favorecer as condições genitais para o pleno exercício da sexualidade.

4 – Conhecer seu próprio corpo

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As principais marcas de água em garrafa estão contaminadas com partículas de plástico, que provavelmente vazam durante o processo de engarrafamento, revela um estudo realizado em nove países e publicado nesta quarta-feira.

Foram analisadas 250 garrafas de água no Brasil, China e Estados Unidos, entre outros países, em um estudo dirigido pela pesquisadora Sherri Mason, professora da Universidade Estadual de Nova York, em Fredonia.

O plástico foi encontrado em 93% das amostras, que incluíram as principais marcas, como Aqua, Aquafina, Dasani, Evian, Nestle Pure Life e San Pellegrino.

Há partículas de polipropileno, nylon e tereftalato de polietileno (PET). Em média, os pesquisadores encontraram em garrafas de um litro de água 10,4 partículas de tamanho médio de 0,10 milímetros. 

“Acredito que venham dos processos de engarrafamento, e creio que a maior parte procede da própria garrafa, de sua tampa e do processo industrial”, explicou Mason à AFP. “Mas a água em garrafas de vidro também continha microplásticos”.

Ignora-se o alcance dos riscos que representam estas partículas para a saúde humana. 

Jacqueline Savitz, diretora para a América da Oceana, ONG que luta contra a contaminação dos mares, destacou que o estudo é mais uma razão para se limitar a produção de garrafas de plástico.

 .jb.com.b

O Fundo Nacional de Saúde (FNS) transferiu nesta segunda-feira (12/3), mais de R$ 3,3 bilhões para Fundos de Saúde estaduais, municipais e do Distrito Federal. Os recursos são destinados à Atenção à Saúde da População para procedimentos de Média e Alta Complexidade (Teto MAC) e são referentes à parcela 3 de 2018. Em virtude da publicação da Portaria 3.992, de 28 de dezembro de 2017, que altera as normas para as transferências dos recursos financeiros federais para as ações e os serviços públicos de saúde e a consequente mudança na forma de apresentação das informações dos repasses, o Fundo Nacional de Saúde está fazendo as devidas alterações nas ferramentas de consulta aos repasses diários. Dessa forma, até que as alterações estejam concluídas, as informações detalhadas sobre os repasses de recursos de 2018 não estarão disponíveis na consulta Repasses do Dia.

postura postura

Você já sentiu alguma dor na coluna? Pense bem, pois é possível que você sinta dor há bastante tempo, mas esqueceu dela porque já se tornou uma constante em sua vida. De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (Ministério da Saúde e IBGE), 18,5% da população tem alguma doença crônica na coluna como cifose, lordose, artrose, escoliose ou hérnia de disco.

“Na maioria dos casos, a dor na coluna está relacionada à má postura e a contraturas musculares de rápida resolução. As dores persistentes, relacionadas a doenças mais sérias, são bem menos frequentes na população. Uma boa conversa e exames físicos e de imagem são necessários em alguns casos para confirmar o diagnóstico”, afirma médico ortopedista Luís Eduardo Carelli, especialista do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO).

Para evitar as dores relacionadas à má postura, ou até mesmo complicações na lombar, veja dez dicas para proteger a coluna.

  1. Ao se deitar de lado, coloque um travesseiro entre a cabeça e o ombro e outro entre as pernas;
  2. Ao deitar de barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo dos joelhos e outro embaixo da cabeça;
  3. Evite dormir de bruços, pois além de forçar a coluna, dificulta a respiração;
  4. Flexione as pernas par elevar um objeto pesado do chão;
  5. Use um colchão ortopédico ou semi-ortopédico, de acordo com o seu peso e altura;
  6. O travesseiro não deve ser muito fino nem muito macio, para não alterar a curvatura da coluna; o ideal é que seja da altura entre a cabeça e o ombro;
  7. Ao ficar de pé, contraia os músculos da barriga e das nádegas periodicamente; utilize esta técnica de relaxamento quando quiser aliviar dores;
  8. Ao trabalhar em frente a uma mesa, ou digitando no computador, mantenha as costas retas, apoiadas no encosto da cadeira; manter as pernas debaixo da mesa, evitando cruzá-las.
  9. Não carregue mochilas ou sacolas, com o peso de um só lado. A mochila deverá ser apoiada nos dois ombros e as sacolas, divididas nas duas mãos;
  10. Evite trabalhar com o tronco totalmente inclinado durante as atividades domésticas.

Usada originalmente como anestésico, a ketamina trata os sintomas mais graves em duas horas. É considerada o maior avanço contra a doença desde o Prozac

Crédito: ljubaphoto

Cilene Pereira

Um anestésico usado desde a década de 1960 é a grande aposta da medicina no tratamento da depressão. Na maior parte dos estudos realizados até agora, a ketamina tirou os pacientes de crises graves com rapidez impressionante. A última das pesquisas, feita sob o comando do Instituto Nacional de Saúde (NIH), dos Estados UNidos, revelou que em apenas duas horas a droga reduz sinais graves, como ideias suicidas, e atinge o pico em 24 horas. As medicações tradicionais demoram em média quinze dias para sutir efeito. Por isso, a Ketamina é considerada a maior revolução contra a enfermidade desde o Prozac, lançado em 1986.

Por enquanto, o remédio, que existe nas versões oral, intravenosa, nasal e subcutânea, não foi liberado para uso como antidepressivo por agências regulatórias, incluindo a brasileira. Essa indicação é considerada off-label (fora da indicação original). No entanto, uma de suas derivações, a esketamina, já recebeu, nos EUA, o status de “breakthrough therapy” para uso em indivíduos com risco iminente de suicídio. A classificação significa que, nesses casos, a droga pode ser oficialmente indicada.”Queremos regulamentar seu uso”, escreveu Carlos Zarate, coordenador do levantamento do NIH. “Ela é uma mudança de paradigma.” Nesse momento, a droga é estudada em centros do mundo todo, como no Warneford Hospital, na Inglaterra, onde mais de 40% dos participantes melhoraram de forma significativa. No Brasil, uma das instituições a pesquisá-la é a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os resultados observados são bem animadores. “É uma grande mudança”, afirma o psiquiatra José Alberto del Porto, professor da Unifesp. “Não tínhamos nada parecido.” Alguns médicos, tanto aqui quanto em outros países, também estão receitando o remédio mesmo fora dos estudos clínicos. Desde que haja supervisão médica rigorosa, não há problemas nisso. Há, porém, questões a serem esclarecidas. Entre elas, os efeitos da utilização da ketamina a longo prazo e o risco de dependência que isso pode trazer.

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Você se alimenta bem, se exercita regularmente, mas ainda assim ele insiste em aparecer? O problema pode estar em alguns alimentos que você coloca no prato. Independentemente do motivo, você pode driblar o inchaço, especialmente se colocar em prática estes truques úteis:

1. Beba água aromatizada e fique longe do sódio
Depois de uma refeição super salgada como comida japonesa, a necessidade de desinchar já aparece. Nesse caso, água com limão ou pepino e chá verde quente são bons remédios naturais. Além disso, escolha os alimentos com menos sódio, já que em  grande quantidade a substância ajuda a reter líquido.

2. Procure alimentos ricos em potássio
Folhas verdes escuras, bananaabacate e aspargo são boas pedidas. O potássio serve como um diurético natural e vai ajudar o seu corpo a combater o inchaço com mais facilidade.

3. Opte por grãos integrais
Bolacha, pão branco ou massas podem parecer mais gostosos na forma refinada, mas isso não é necessariamente verdade. Esse tipo de alimento piora a sensação de inchaço. Em vez disso, fique com cereais integrais em sua forma mais pura, como a quinua, aveia integral e arroz integral.

4. Beba, beba, beba muita água – mas fique longe da bebidas gasosas
Hidrate-se! Pode parecer estranho, mas quando você está desidratada, suas células retém água. Por isso, use a ebuse da água. Mas evite qualquer bebida com gás – as bolhas apenas aumentam a sensação de inchaço.

5. Foco nas fibras
A prisão de ventre é uma causa comum para o inchaço, portanto, ter uma dieta rica em fibras pode ajudar o seu intestino a funcionar melhor. Prefira legumes frescos como cenoura, pepino, pimentão, tomate e ervilha. Além de melhorar sensação de inchaço, você ainda vai se sentir saciada por mais tempo.

6. Escolha os vegetais com sabedoria
Evite os alimentos que causam gases, como brócolis, repolho, couve-flor e couve, e que muitas vezes também causam o inchaço. Além disso, prefira os ingredientes ricos em probióticos como chucrute e iogurte, que podem ajudar a reduzir a retenção de líquido e o desconforto abdominal.

7. Dispense o chiclete sem açúcar
Os chicletes sem açúcar contém álcoois de açúcar e podem fazer com que você se sinta inchada.

8. Experimente o chá de dente-de-leão
Ele é rico em fibras e um diurético natural, que vai estimular o seu organismo a funcionar melhor. Assim, você fica livre da sensação de inchaço.

9. Mexa-se
Uma das melhores coisas para melhorar a desconfortável sensação de inchaço é levantar e colocar o corpo em movimento. Aproveite e leve seu pet para uma caminhada.

Vermelhidão, coceira extrema, descamação e lesões na pele. Todos estes sintomas estão ligados à dermatite atópica, doença que não é contagiosa e é considerada uma inflamação crônica, causada por um desequilíbrio imunológico. Recentemente, a ANVISA aprovou no Brasil um novo medicamento para tratar pacientes que possuem a patologia em níveis moderados e graves. O Dupixent, do laboratório Sanofi, deverá ser comercializado ainda no primeiro semestre deste ano.

Comum em bebês e crianças, a dermatite também pode se desenvolver na fase adulta. É o caso da empresária Rosangela Borges, 64, que convive com o problema há sete anos. Os primeiros sintomas surgiram ainda na infância e, depois de alguns tratamentos, ela conseguiu sanar a inflamação. Porém, quando Rosangela tinha 57 anos, os sintomas voltaram e ainda mais fortes. As manchas mais frequentes se desenvolveram no rosto, braço, perna e em volta da boca. “Hoje eu não uso roupas curtas por causa das manchas avermelhadas, elas ficam muito aparentes. É uma situação bem chata”, cont

O remédio já é comercializado nos Estados unidos e Europa e promete amenizar os sintomas e devolver a qualidade de vida aos pacientes. De acordo com Ariana Yang, coordenadora do Ambulatório de Dermatite Atópica do Hospital das Clínicas de São Paulo, a maior queixa de quem tem a doença é o impacto na vida social. “É muito estressante, a pessoa pode mudar toda uma vida por causa da doença. Influencia no trabalho, na escola. Há muito preconceito”, diz. A médica ressalta ainda que o novo tratamento pode diminuir os efeitos colaterais. “Os outros medicamentos tinham cortisona, eram muito fortes. O paciente ganhava peso, era muito ruim”.

Divulgação

Segundo o Censo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a dermatite atópica é a 11ª doença dermatológica mais comum na população brasileira, com ocorrência de 2,4% considerando todas as faixas etárias.

Sintomas

Descamação

Rachaduras

Coceira extrema (podendo chegar a mais de 12 horas por dia)

Pele seca

” A minha missão e transmitir as informações, este é um dos assuntos do nosso blog”

Não são só seus músculos que trabalham pra valer num treino intenso. Durante a atividade, a produção de suor fica a milhão. Por isso, você vai querer lavar o cabelo com maior frequência depois da academia, o que favorece o ressecamento, as pontas duplas e até a quebra. A seguir, entregamos 8 dicas que vão manter a saúde dos fios mesmo se você pratica esportes diariamente.

1. Lave com frequência

Evitar o chuveiro não é mesmo opção: “Se você malha e transpira bastante, deve lavar os fios todos os dias, sim – o excesso de suor e oleosidade pode causar dermatite seborreica”, diz o tricologista Erick Omar, da AE Skin Center, em São Paulo.

2. Mas evite os produtos agressivos

Já que não dá para poupar a cabeleira no banho, a saída é protegê-la. “Troque seu xampu por um específico para uso diário ou sem sulfato, que limpa de forma mais suave”, sugere o especialista.

3. Tome os cuidados necessários

Caprichar no enxágue é o complemento ideal da lavagem – igual massagem com rolinho no fim do treino: se sobram resíduos no couro cabeludo, com o tempo eles entopem o folículo, um alerta de caspa e queda. Só evite água quente para que os fios não fiquem mais oleosos, com frizz e suscetíveis à quebra.

4. Desembarace com cuidado 

Na hora de desembaraçar, comece pelas pontas, depois ataque do meio para as extremidades, e, por último, penteie desde a raiz. “Gosto da escova da marca Tangle Teezer, que evita a quebra. Use-a nos fios molhados, com condicionador”,diz Henrique Silva, do salão Square by Romeu Felipe, em São Paulo.

5. Invista em tratamentos

Seu visual está detonado? Aí, não há treino leve que resolva – você vai ter de buscar uma solução de maior intensidade. “O cabelo quebradiço sofre uma lesão na cutícula, que expõe o córtex capilar”, alerta a farmacêutica bioquímica MarcelaBuchaim, tricologista e terapeuta capilar, do Spa do Cabelo do Studio Tez, em São Paulo. A indicação, neste caso, é a reconstrução, quando se coloca queratina para selar o fio.

Seja qual for seu nível de dano, reforce o boxe do banheiro com máscaras à base de óleo vegetal, fontes de ômegas que ajudam a devolver os lipídios (responsáveis pela maciez) perdidos no banho de mar e de piscina, e na exposição ao sol.

6. Pegue leve no rabo de cavalo

Quando o calor estiver bravo na praia ou o treino apertar, cuidado para não tracionar demais o rabo de cavalo em busca de alívio. “Coque, que protege as pontas, e trança são os melhores penteados de academia”, diz o hair stylist carioca Tiago Parente. Truque extra para quem quer mexer o corpo e manter a cabeleira a salvo: “Malhe com leave-in nos fios; isso forma uma blindagem contra o ressecamento do suor”, indica Henrique. 

7. Atenção extra aos cachos

Você é do time das cacheadas? Além de todos os cuidados anteriores, invista em hidratação extra e máscara reconstrutora pelo menos uma vez por semana. “Alterne tratamentos que forneçam vitaminas, nutrientes e aminoácidos para dar força e resistência aos fios”, sugere a tricologista Cris Dios, do Laces, em São Paulo.

8. Renove o nécessáire

Estes produtos vão ajudar a fortalecer os fios e facilitar seus cuidados diários:

boaforma

Você sabia que o vôlei de praia pode te ajudar a torrar 900 calorias em 1 hora de jogo? Pelo tipo de terreno, a modalidade cobra mais força e pique das jogadoras, uma vez que a areia dificulta os movimentos de deslocamento e impulsão e há maior exigência da musculatura e do sistema cardiovascular. Isso, é claro, resulta no alto gasto calórico, além de fortalecer a musculatura.

“Como a modalidade conta com menor número de jogadoras — apenas duas por time, enquanto no vôlei de quadra cada equipe conta com seis membros — há maior esforço da praticante para cobrir sua área. Por isso, o gasto energético é cerca de 50% maior”, enfatiza Carlos Klein, personal trainer de São Paulo. Ou seja, enquanto na quadra é possível queimar cerca de 600 calorias em uma hora, na praia este valor pode chegar a 900!

Proteção contra lesões 

Quem pratica o esporte no litoral conta com mais uma vantagem: a areia auxilia no amortecimento do impacto das quedas pós-saltos, protegendo as articulações. “Entretanto, é importante trabalhar a estabilidade articular e fortalecer a musculatura da lombar e dos membros inferiores para evitar torções e outras lesões”, ressalta Guilherme Moscardi professor da academia Runner, de São Paulo.

Gorduras, carnes e até chimarrão: quais alimentos são ligados ao câncer

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O câncer é uma doença que costuma ser ligada a certos hábitos, principalmente ao tabagismo e à exposição ao sol. Mas alguns alimentos também podem aumentar as chances de desenvolver a doença, principalmente os tumores que têm origem no sistema digestório ou endócrino –como o de mama, próstata, cólon e estômago. Claro que o problema não está nas frutas, verduras e legumes (dependendo da quantidade de agrotóxicos, claro), mas, sim, na forma como preparamos os alimentos e no consumo de produtos industrializados em larga escala. De uma forma geral, recomenda-se evitar o consumo de carnes processadas, como os embutidos, restringir o de gorduras saturadas e excluir as gorduras trans (presentes apenas nos produtos industrializados prontos para consumo), além de fugir de refrigerantes e alimentos ultraprocessados. “Portanto, o ideal é que a base da alimentação seja de alimentos in natura, como frutas, legumes e verduras”, diz Ana Adélia Hordonho, diretora da Asbran (Associação Brasileira de Nutrição). “Pelo menos 250 estudos epidemiológicos apontam que 35% das mortes por câncer podem ser prevenidas por modificações alimentares.” E quanto mais variado o cardápio, melhor. “Cada alimento é uma fonte de nutrientes”, explica Thais Manfrinato Milla, coordenadora de nutrição clínica do A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo. “As frutas, legumes e verduras contêm betacaroteno, que em quantidades ideais (até 20 mg/dia) é fator protetor do câncer; vitaminas que atuam como antioxidantes; fibras e grãos integrais que mantêm o intestino mais regulado; e ômega-3, que tem relação com a redução de câncer de mama, intestino e pulmão.” Segundo as especialistas, uma alimentação equilibrada é a chave para manter diminuir o risco. E para isso, é preciso evitar o excesso desses “vilões” da alimentação apresentados a seguir.

Fontes: Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia); Thais Manfrinato Milla, coordenadora de nutrição clínica do A.C.Camargo Cancer Center; Ana Adélia Hordonho, diretora da Asbran (Associação Brasileira de Nutrição).

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    Refrigerantes

    Os refrigerantes, considerados produtos ultraprocessados, associam-se ao câncer não apenas por sua grande quantidade de açúcar, mas também porque a maioria dessas bebidas contém a substância 4-MI (4-metil-imidazol), classificada como possivelmente cancerígena pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer, da Organização Mundial da Saúde. O composto estaria presente no corante caramelo, que é utilizado em muitas dessas bebidas açucaradas. Além disso, os refrigerantes aumentam o risco de obesidade, doença que também eleva as chances de ter a doença.

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    Alimentos grelhados ou assados

     

     

    Temperaturas muito elevadas utilizadas para preparar as carnes de forma frita ou grelhada, assim como a fumaça do churrasco, formam compostos químicos (como as aminas heterocíclicas e os hidrocarbonetos policlícos aromáticos) cancerígenos que podem aderir à superfície do alimento. Além disso, a carne vermelha contém grandes quantidades de ferro heme, nutriente essencial ao corpo, mas que, em excesso, pode ter efeito tóxico nas células do corpo. Porém, ela seu consumo é seguro se não passar de 500g por semana (cerca de cinco bifes).

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    Enlatados e carnes processadas

    O Departamento de Saúde dos Estados Unidos aponta que existe uma associação de risco moderado consistente entre o consumo de carnes processadas e câncer no trato gastrointestinal. As substâncias presentes na fumaça do processo de defumação, os conservantes (como os nitritos e nitratos) e o sal podem provocar o surgimento de cânceres de estômago e intestino (cólon e reto). É importante ressaltar aqui que o peito de peru, mesmo sendo menos calórico, entra nessa lista. Quanto menos consumir, melhor.

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    Gorduras

    O consumo de gorduras, principalmente as saturadas (carnes vermelhas e brancas, leite e derivados integrais e azeite de dendê), tem relação direta com o câncer de próstata e promove sua metástase, segundo um estudo divulgado em janeiro na Nature Comunications. Além disso, a ingestão elevada de alimentos gordurosos promove aumento na produção de ácidos biliares, que são mutagênicos e citotóxicos. Da mesma forma, o alto consumo de carnes vermelhas, ricas em gordura, também está associado ao maior risco de câncer de cólon e reto. Além disso, a gordura também pode causar o câncer de forma indireta, já que eleva o risco de obesidade –o excesso de peso está relacionado a, ao menos, 11 tipos de câncer.

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    Ultraprocessados

    Salgadinhos, barras de chocolate, macarrão instantâneo, bolachas recheadas, suco em pó, embutidos, produtos congelados, sopa em pó e bebidas açucaradas têm sido apontados como alimentos que aumentam o risco de câncer. São produtos que ultrapassam de cinco ingredientes e ainda contam com a presença de nomes poucos familiares no rótulo. Diversos estudos apontam reações adversas aos aditivos, incluindo o aumento do risco de câncer, quando consumidos a longo prazo. No geral, os ultraprocessados aumentam o risco da doença por diversas linhas, já que incluem alimentos que têm como base farinha, gorduras (sobretudo as trans) e açúcares, além de serem bastante calóricos, favorecendo o ganho de peso, condição esta já reconhecida como fator de risco para o câncer. Embora sejam necessários mais estudos de larga escala para revelar o que está por trás dessa relação, as pesquisas mostram que quando o consumo desses produtos aumenta em 10%, o número de casos de câncer aumenta em 12%.

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    Chimarrão

    Estudos já mostraram que bebidas muito quentes têm relação com o aumento do câncer de esôfago, já que danificam a parede desse órgão. Entretanto, as chances de desenvolvimento da doença são ainda maiores quando a água quente é misturada à erva mate, segundo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer. Apesar de não existirem estudos suficientes, parece que a erva libera substâncias carcinogênicas no corpo. Para se ter uma ideia da dimensão do problema, a maior estimativa de câncer de esôfago no país está no Rio Grande do Sul, estado que toma muito chimarrão, segundo o Inca. Se for tomar a bebida, o ideal é que ela esteja em temperaturas abaixo de 65°C.

Entra temporada, sai temporada, surgem alimentos “milagrosos” para fazer a glândula que dita o ritmo do corpo funcionar direito. Na maioria das vezes, porém, tais receitas não passam de ficção. Nas próximas linhas, nos debruçamos sobre essa trama para desvendar quais ajustes no cardápio repercutem mesmo na tireoide – uma história que tem reflexos no peso, na disposição, no humor… E que pode até ajudar a afastar o hipotireoidismo e o hipertireoidismo. Acompanhe os capítulos dessa novela cheia de reviravoltas e descobertas científicas. Você não vai desgrudar os olhos da tela.

 (Ilustração: Sérgio Bergocce/SAÚDE é Vital)

A tireoide, pobrezinha, foi apontada durante anos como a vilã do excesso de peso. Após declarações de celebridades, todo mundo passou a crer que o hipotireoidismo, marcado pela queda na produção dos hormônios tireoidianos, levava ao ganho de barriga. Mas a ciência vem desmentir a acusação: o distúrbio gera um acréscimo de, no máximo, 5% no valor da balança.

Segundo estudos recentes, o que acontece é exatamente o processo inverso: quem está acima do peso corre maior risco de ver a glândula em encrenca. “O aumento da gordura abdominal eleva a secreção de uma substância, a leptina, e isso prejudica o funcionamento da tireoide”, revela o endocrinologista Joaquim Custódio Junior, da Universidade Federal da Bahia.

“Também se especula uma relação entre a obesidade e a maior incidência de câncer de tireoide”, relata o endocrinologista José Augusto Sgarbi, da Faculdade Estadual de Medicina de Marília (SP). Como diria a personagem Dona Jura, da novela O Clone (2001): “Não é brinquedo, não”. Quer um conselho? Siga um menu balanceado e que não extrapole nas calorias.

 (Foto: Artproem/iStock e Ilustração: Sérgio Bergocce/SAÚDE é Vital)

O iodo é o ator principal na fabricação do T3 e do T4, a dupla de hormônios feitos pela tireoide — o numeral que está no nome deles alude à quantidade de moléculas de iodo que cada um carrega. Nossa grande fonte desse composto é o sal de cozinha. Desde 1974, uma lei federal exige que se coloque o mineral nos grãos brancos. A ideia é evitar o bócio, quadro de privação que faz a glândula inchar e pifar. Em 2013, o governo resolveu rebaixar os limites do ingrediente, que caíram de 20 a 60 miligramas do mineral por quilo de sal para 15 a 45.

Como a maioria das pessoas excede no consumo de alimentos salgados, o iodo aos montes atrapalha a glândula por tabela. Mas esse corte drástico levantou uma preocupação com as gestantes, que necessitam de uma carga maior do elemento para garantir o desenvolvimento do seu bebê. “Há grávidas que devem se valer de 200 microgramas (mcg) diários de iodo por meio de suplementos vitamínicos”, informa o endocrinologista Hans Graf, da Universidade Federal do Paraná. Essa prescrição, claro, precisa vir do médico.

As principais fontes

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Recurso será destinado aos municípios que cumpriram a meta de produção estabelecida para realização das cirurgias. Gestores irão receber o dobro da verba para continuarem a realização de mais mutirões

Os estados brasileiros que cumpriram a meta de produção estabelecida em portaria para que municípios pudessem organizar a produção de mutirões de cirurgias eletivas, terão a oportunidade de receber o dobro dos recursos pagos no último semestre, ou seja, poderão realizar ainda mais procedimentos, diminuindo o tempo de espera dos pacientes que aguardam por uma cirurgia eletiva. O Ministério da Saúde liberou mais R$ 61,1 milhões para repassar aos 67 municípios de 17 estados brasileiros que atingiram a meta, conforme produção cirúrgica realizada. No total, foram feitas mais de 80,6 mil cirurgias eletivas em 2017.  

“Estados que já conseguiram organizar a fila única têm a oportunidade de reduzir ainda mais a fila de espera dos pacientes que aguardam por alguma cirurgia. A medida visa reforçar as estratégias de ampliação aos procedimentos eletivos, garantindo o melhor encaminhamento e tratamento dos pacientes. Essa iniciativa vai ajudar a diminuir a demanda e a reorganizar a lista de espera”, reforçou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Estão previstas entre as cirurgias eletivas procedimentos de média e alta complexidade, sem caráter de urgência, como cirurgias de pele, tecido subcutâneo, oftalmológicas; cirurgias das glândulas endócrinas; cirurgias do sistema nervoso central e periférico; cirurgias das vias aéreas superiores, da face, cabeça e pescoço; cirurgias e oncológicas; cirurgias do aparelho circulatório e digestivo e cirurgias do aparelho osteomuscular. Esses procedimentos fazem parte da rotina dos atendimentos oferecidos à população nos hospitais de todo o país, de forma integral e gratuita, por meio do Sistema Único de Saúde.

FILA ÚNICA

Em 2017, o Ministério da Saúde, em uma ação conjunta com estados e municípios, adotou o modelo de fila única para cirurgias eletivas em todo país. Foi feito um levantamento inédito de toda a demanda do SUS por estado para organizar a rede de saúde, acelerar o atendimento do cidadão e reduzir o tempo de espera. Para isso, além do valor repassado mensalmente, foram garantidos R$ 250 milhões extras. Parte desse valor já foi liberado para realização de mutirões, o equivalente a R$ 41,6 milhões.

Para receberem os recursos, estados e municípios deveriam, obrigatoriamente, estar com a fila única atualizada e cadastrada junto ao Governo Federal, o que garante mais transparência e agilidade no atendimento aos pacientes, que muitas vezes ficam sujeitos à lista de espera de um único hospital e deixam de concorrer a vagas disponíveis em outras unidades de saúde da região.

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Arquivo Agência Brasil

Pernambuco 247 – Embora tenha sido confirmado o primeiro caso de febre amarela em Pernambuco, a Secretaria de Saúde do Estado (SES) descarta a existência da circulação do vírus no estado. Segundo a SES, o morador de Bezerros que teve a doença confirmada, adquiriu o vírus em São Paulo. O paciente recebeu alta médica no dia 29 de janeiro, encontra-se bem e fora do período de viremia (sem o vírus no organismo).

A Secretaria de Saúde informou ainda que a partir da próxima semana, o Laboratório Central de Pernambuco (Lacen-PE) vai começar a realizar os exames sorológicos (IgM) para a febre amarela e eventuais casos suspeitos não precisarão ser encaminhadas para os laboratórios nacionais de referência, diminuindo o tempo de espera pelos resultados.  

Ainda de acordo com a secretaria, desde fevereiro de 2017 o estado vem realizando o monitoramento permanente de adoecimento ou morte de primatas não-humanos. Até o momento, não há nenhum indicativo para circulação do vírus da febre amarela em Pernambuco. Esse monitoramento é a principal forma de vigilância da doença, conforme os protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS), já que as mortes de primatas são os principais sinalizadores (eventos sentinelas) da circulação local do vírus e, consequentemente, da possibilidade de casos em humanos. 

Sintomas, prevenção e tratamentos para uma vida melhor

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Popularmente conhecido como derrame, o acidente vascular cerebral (AVC) está entre as principais causas de morte do mundo. A Organização Mundial de AVC (World  Stroke  Organization) prevê que uma em cada seis pessoas terá o problema ao longo da vida. No entanto, o estudo Interstroke, realizado em conjunto por diversas instituições internacionais, revela que 90% dos casos poderiam ser evitados com hábitos de vida saudável, capazes de eliminar boa parte dos fatores que agravam o risco de AVC. 

O que é a doença

O acidente vascular cerebral é caracterizado pelo entupimento ou rompimento de vasos que levam sangue ao cérebro, comprometendo seu funcionamento adequado. “Aproximadamente 25% das pessoas que sofrem derrame morrem. E cerca de 70% dos sobreviventes têm algum tipo de sequela, como perder a capacidade de andar”, explica Eli Faria Evaristo, neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

7 FATORES QUE AUMENTAM O RISCO DE AVC

1 – Hipertensão arterial

É considerada o principal fator de risco de derrame. A pressão alta, associada a outras complicações, lesa pequenos e grandes vasos sanguíneos. Isso pode favorecer a formação de placas e interromper a passagem do sangue que vai ao cérebro. Fazer exercícios regularmente, ter uma boa alimentação e controlar o estresse são algumas das recomendações para evitar a hipertensão arterial. 

2 – Apneia do sono

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Caracterizado por episódios de interrupção da respiração enquanto se dorme, o problema prejudica o descanso –o que tende a aumentar o estresse no organismo — e altera os batimentos cardíacos durante a noite. Em longo prazo, a apneia pode gerar hipertensão e outros fatores que aumentam o risco de AVC, como ganho de peso. 

3 – Colesterol alto

O nível de colesterol elevado tende a gerar o endurecimento dos vasos sanguíneos e a formação de placas que podem entupir veias e artérias, inclusive as que irrigam o cérebro.

4 – Diabetes

Considerada uma das principais vilãs do AVC, a doença causa lesões nas paredes das artérias e traz alterações circulatórias. Também está associada a diversos outros fatores de risco, principalmente a hipertensão arterial e o sobrepeso.

5 – Obesidade e sedentarismo

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Os quilos a mais estão associados à hipertensão arterial, colesterol elevado e diabetes. Como você sabe, a falta de atividade física favorece o ganho de peso. Além disso, ao levar uma vida sedentária, a pessoa deixa de obter melhoras que a prática regular de exercícios traz para o sistema cardiovascular, que ajudam a prevenir o AVC. O indicado é controlar a alimentação e fazer 30 minutos de atividade física por dia. Se não gosta de treinar, você pode adotar táticas como trocar o elevador pela escada, passear com o cachorro, ir trabalhar de bike ou descer do ônibus alguns pontos antes e caminhar até sua casa. 

6 – Tabagismo

As toxinas do cigarro podem gerar lesões nos vasos sanguíneos. Os médicos recomendam evitar o cigarro mesmo em pouca quantidade. Até o fumo passivo e a poluição de grandes cidades são capazes de aumentar o risco de AVC. 

7 – Idade e genética

São duas coisas que você não pode evitar. Portanto, se houver casos de derrame na sua família, mantenha hábitos saudáveis e tente ficar longe dos outros fatores que aumentam a chance de AVC. A recomendação vale para a vida toda, mas deve ser seguida com maior afinco após a faixa dos 30 a 37 anos. “Nesse momento o organismo atinge o ápice do funcionamento e, a partir de então, passa a precisar de mais cuidados”, diz Tiago Sowmy, neurologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

vivabem.uol

A modelo americana Gigi Hadid, conhecida por estrelar campanhas de grandes marcas do mundo da moda, recebeu críticas há alguns anos por não ser tão magra quanto o considerado padrão para as passarelas. Agora, ela está recebendo a desaprovação do público por ter perdido muito peso – mas a culpa não é sua.

Recentemente, Gigi revelou em seu Twitter que sofre de síndrome de Hashimoto, doença que afeta o funcionamento das glândulas da tireoide e tem como um de seus efeitos o ganho de peso. De acordo com a modelo, o emagrecimento pelo qual passou está relacionado ao tratamento da disfunção – e, embora não seja como gostaria de ver seu corpo, se sente mais saudável assim.

“Para aqueles decididos a falar sobre por que o meu corpo mudou ao longo dos anos, vocês podem não saber que, quando comecei [a carreira], com 17 anos, eu ainda não tinha sido diagnosticada com a doença de Hashimoto; aqueles que me chamaram de ‘muito gorda para a indústria’ estavam vendo inflamação e retenção de líquido devido a isso”, escreveu. 

A doença

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a síndrome de Hashimoto, também conhecida como tireoidite crônica, é uma doença autoimune que destrói o tecido tireoidiano – o organismo fabrica anticorpos contra as células da tireoide. Isso leva a uma redução da atividade e até à destruição da glândula, abrindo portas para o hipotireoidismo.

A doença acomete mais mulheres do que homens e as causas não são claras, mas acredita-se que fatores genéticos estejam ligados ao seu surgimento.

Sintomas e diagnóstico

Como a evolução da tireoidite é lenta, os sintomas costumam aparecer quando o hipotireodismo já está instalado. Entre os mais comuns, estão aumento de peso, depressão, prisão de ventre, pele seca e fria, ansiedade, aumento do volume e nódulos na tireoide.

O diagnóstico ainda leva em conta sinais como o aumento da glândula e se ela está endurecida, além de anemia e lentidão nos reflexos motores. Exames desangue conseguem indicar a falta de hormônios tireoidianos e a presença de certos anticorpos.

Tratamento

A maioria dos pacientes necessita de reposição hormonal durante a vida toda, mas, em alguns casos, o hipotireoidismo pode ser apenas transitório. 

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