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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Agência Brasil)

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta ironizou a fala do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre cloroquina durante entrevista nesta quarta-feira (20) na GloboNews. O médico afirmou que “quem é de direita usa cloroquina. Quem é de esquerda, tubaína. E quem é de juízo, escuta a medicina.” O ex-ministro falou sobre a implantação do medicamento no Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com Mandetta, é muito mais confortável para Bolsonaro ter um ministro que não é médico. “Qualquer um que se sentou nas cadeiras das universidades de medicina tem dificuldade em assinar”. O médico estava se referindo ao ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello. O ex-ministro ainda alertou para os riscos da automedicação. “Meu maior medo é que as pessoas comecem realmente a se automedicar. Para jovens, não vejo problemas. Mas, por ter muitos efeitos colaterais, os idosos correm risco”, afirmou.

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Com a dispensa de licitação autorizada pelo decreto de calamidade, multiplicam-se as suspeitas de desvios de dinheiro público em estados e municípios.
As compras de ventiladores usados para auxiliar na respiração de doentes infectados pela Covid-19 têm sido os principais alvos de suspeita dos órgãos de fiscalização. Foto: Mark Kauzlarich / Bloomberg / Getty Images
As compras de ventiladores usados para auxiliar na respiração de doentes infectados pela Covid-19 têm sido os principais alvos de suspeita dos órgãos de fiscalização. 

Lagoa de Dentro, município com pouco mais de 7 mil habitantes no interior da Paraíba, concluiu no dia 22 de abril uma de suas principais compras na área da Saúde em 2020. Em plena pandemia do novo coronavírus, a prefeitura desembolsou R$ 15 mil — em recursos do Fundo Nacional de Saúde — para comprar e imprimir cartilhas informativas sobre prevenção à Covid-19, apesar de o Ministério da Saúde disponibilizar gratuitamente livretos sobre o assunto. O empresário Jandeilson Araújo Leite, dono da gráfica que celebrou o contrato com o município, recebeu a visita de uma equipe da Polícia Federal no dia seguinte. O motivo: no dia 1º de abril, ele havia firmado um contrato semelhante com a prefeitura de Aroeiras, município de 18 mil habitantes que comprou a impressão de nada menos do que 7 mil exemplares da mesma cartilha, chamada Coronavírus — O combate começa com a informação, a um custo total de R$ 279 mil. A gráfica de Leite era fantasma. As cartilhas não foram encontradas. Até o momento, o contrato com Aroeiras foi rompido, e a prefeitura foi alvo de busca e apreensão. A prefeitura de Lagoa de Dentro tampouco explicou por que optou por comprar a R$ 40 a unidade cada cartilha se podia usar as gratuitas oferecidas pelo Ministério da Saúde.

O governador do Pará, Helder Barbalho, faz vistoria em caixas de respiradores que chegaram da China. Os equipamentos foram comprados, mas não são recomendados para pacientes de Covid-19. Foto: Marco Nascimento / Agência Pará
O governador do Pará, Helder Barbalho, faz vistoria em caixas de respiradores que chegaram da China. Os equipamentos foram comprados, mas não são recomendados para pacientes de Covid-19.
Foto: Marco Nascimento / Agência Pará

O caso dos dois pequenos municípios expõe a vulnerabilidade do Erário diante das más intenções de gestores públicos num período em que o fluxo de dinheiro aumenta e os gastos têm de ser elevados em razão da pandemia. São mais de 5 mil cidades habilitadas a gastar, e os mecanismos de controle nem sempre são eficientes. Nos estados, os problemas se repetem. No Rio de Janeiro, em Santa Catarina e no Pará, já houve busca e apreensão, bloqueio de bens e até prisões por causa de contratações suspeitas feitas por governos estaduais. Em São Paulo, foi instaurado um inquérito para investigar compras de mais de R$ 500 milhões feitas pelo governo estadual. O decreto de calamidade, editado em razão do novo coronavírus, dispensa muitas administrações de fazerem os procedimentos comuns de licitação. O mecanismo, criado para desburocratizar a máquina num cenário de emergência, nem sempre é usado de boa-fé.

Monitores multiparâmetros que chegaram da China para equipar o Hospital de Campanha do Riocentro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Foto: Fabio Motta / Agência O Globo
Monitores multiparâmetros que chegaram da China para equipar o Hospital de Campanha do Riocentro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
Foto: Fabio Motta / Agência O Globo

O site de ÉPOCA mostrou, na última semana, que o governo de Helder Barbalho (MDB), no Pará, havia instalado respiradores que não funcionavam direito em hospitais do estado, comprados sem licitação. A importadora SKN do Brasil entregou 152 aparelhos de modelos diferentes daqueles pedidos em contrato — e que não eram indicados para tratar pacientes da Covid-19. O estado chegou a classificar como “mentirosas” as alegações contidas na reportagem, mas mudou a postura depois que o Ministério Público (MP) visitou as unidades para apurar as denúncias. No domingo, em regime de plantão judiciário, o governo do Pará pediu o bloqueio de R$ 25 milhões em bens de sócios e pessoas ligadas à empresa, alegando que as irregularidades não estavam em sua gestão, e sim na empresa fornecedora. O caso agora está sendo investigado pelo MP

A mesma empresa também está envolvida em problemas no Rio. A SKN foi responsável pela importação de respiradores encomendados pela MHS Produtos e Serviços, que tinha um contrato de R$ 56 milhões para fornecer 300 aparelhos ao governo do estado, mas sinalizou que não entregaria os modelos prometidos. Glauco Octaviano Guerra, responsável pela MHS, foi preso na última quinta-feira em Belém. Segundo o colunista do jornal O GLOBO Lauro Jardim, Guerra estava em companhia de André Felipe de Oliveira da Silva, um dos sócios da SKN do Brasil, no momento da prisão. Na quarta-feira 13, Silva também foi preso pela Polícia Federal, em Brasília.

“O DECRETO DE CALAMIDADE, EDITADO EM RAZÃO DO NOVO CORONAVÍRUS, DISPENSA MUITAS ADMINISTRAÇÕES DE FAZEREM OS PROCEDIMENTOS COMUNS DE LICITAÇÃO. O MECANISMO, CRIADO PARA DESBUROCRATIZAR A MÁQUINA NUM CENÁRIO DE EMERGÊNCIA, NEM SEMPRE É USADO DE BOA-FÉ”

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Além do caso da MHS, dois subsecretários da área de compras do governo de Wilson Witzel, no Rio, foram exonerados e presos por suspeitas de irregularidades nas últimas semanas, na Operação Mercadores do Caos, da Polícia Federal. São Gabriell Neves e Gustavo Borges da Silva. Somando todas as compras de respiradores, 1.000 unidades que custaram R$ 183,5 milhões ao estado estão sob suspeita. Não só o atraso na entrega suscitou desconfiança, mas a polícia investiga também o valor de cada unidade: R$ 187.500, o preço cobrado pela MHS, é o dobro do praticado por fabricantes de respiradores. Além da MHS, as fornecedoras do aparelho A2A e ARC Fontoura também são investigadas e os representantes foram presos.

Pacientes com Covid-19 no Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, onde há UTI exclusiva para os infectados. Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
Pacientes com Covid-19 no Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro, onde há UTI exclusiva para os infectados. Foto: Alexandre Cassiano /
Agência O Globo
” É lamentável a situação de milhares de brasileiros que estão passando nesses hospitais, mais mesmo com este vírus ceifando inúmeras vidas, muitos políticos aproveitam a situação caótica para roubarem que já é praxe.’  Continue lendo

Segundo o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, a exigência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em ampliar o uso da cloroquina para pacientes com quadro leve do novo coronavírus (Sars-coV-2) pode levar a pressão por vagas nos hospitais e até gerar mortes por arritmia em casa.

Ex-Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta

Ex-Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta

“Começaram a testar pelos [quadros] graves de Covid-19 que estão nos hospitais. Do que sei dos estudos que me informaram e não concluíram, 33% dos pacientes em hospital, monitorados com eletrocardiograma contínuo, tiveram que suspender o uso da cloroquina porque deu arritmia que poderia levar a parada [cardíaca]”, disse Mandetta , sobre os estudos que recebeu quando ainda estava no governo, à Folha . Ele também revelou ver na pressão de Bolsonaro pela cloroquina uma tentativa de estimular o retorno das pessoas ao trabalho. Para Mandetta, todavia, o país atravessou até o momento apenas o começo da crise sanitária que enfrentará nas próximas 12 semenas. “A ideia de dar a cloroquina  é que, se tiver um remédio para a  Covid-19 , as pessoas voltam ao trabalho. É uma coisa para tranquilizar, para fazer voltar sem tanto peso na consciência. Se tivesse lógica de assistência, isso teria partido das sociedades de especialidades [não de Bolsonaro ]. Por isso não tem gente séria que defenda um medicamento agora como panaceia”.

Fonte: undefined – iG

Divida em duas fases, nos dias 11 e 17 de maio o público-alvo serão pessoas com deficiência de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e mães no pós-parto até 45 dias. Nos dias 18 de maio a 5 junho os professores de escolas públicas e privadas, adultos entre 55 á 59 anos serão os vacinados. A primeira fase da campanha era destinada a idosos com 60 anos ou mais, além dos profissionais de saúde. Mais de 18,9 milhões de idosos foram vacinados – que corresponde a 90,66% do público alvo. Para os profissionais da saúde, foram 75,5%. Na segunda fase que teve inicio em 16 de abril era voltada para os povos indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos, membros das forças de segurança e salvamento; pessoas com doenças crônicas e adolescentes e jovens entre 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e a população carcerária. , foram vacinados 36% de pessoas em todo o país Ainda faltam ainda 10 milhões de pessoas do grupo prioritário a serem vacinadas, segundo o Ministério da Saúde. Profissionais de transportes públicos, caminhoneiros e portuários que fazem parte do grupo que precisa ser vacinado registraram a menor procura pela vacina. Além de proteger contra o vírus Influenza, a vacina também age no enfrentamento a covid-19: a vacina previne de uma possível infecção dupla de gripe e coronavírus, fato esse que sobrecarregaria o sistema respiratório. A dose também ajuda a diferenciar os sintomas das duas doenças – se o paciente recebeu a vacina mas apresenta sintomas como tosse e falta de ar, pode não ser o vírus da Influenza. Quanto mais pessoas forem vacinadas, menor será o número de pessoas procurando por hospitais, ajudando o sistema público reservar leitos para internações pelo novo coronavírus.O governo federal ressalta a importância do registro e monitoramento das doses aplicadas. Porém, cinco municípios de Rondônia, do Amazona e Pará ainda não registraram nenhuma dose aplicada.

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Ex-ministro desabafou após reunião com o presidente Jair Bolsonaro. “Hoje é o dia mais triste da minha vida”, disse

                                                                                 
                                                                                                                                Acessem o vídeo

Após pedir demissão do Ministério da Saúde nesta sexta-feira (15), pasta que ocupou por menos de um mês, Nelson Teich afirmou que hoje é o dia “mais triste de sua vida” e mais uma vez se colocou contra propostas do presidente Jair Bolsonaro para enfrentar a pandemia do coronavírus.

Não vou manchar a minha história por causa da cloroquina”, afirmou, de acordo com a CNN Brasil. O encontro com o presidente aconteceu fora da agenda oficial e durou apenas 15 minutos. Contando com a demissão de Teich a qualquer momento pela discordância em relação ao uso da cloroquina para tratamento da Covid-19, Jair Bolsonaro já teria convidado o general Eduardo Pazuello para assumir o Ministério da Saúde. Pazuello, que foi colocado como número 2 da pasta para tutelar o ministro, já teria dito que aceita assumir o cargo. Teich se colocou na linha de tiro após se divulgar tuítes que prega cautela no uso de cloroquina para tratamento do coronavírus. Contrariado, Bolsonaro desautorizou publicamente o ministro e marcou uma reunião fora da agenda nesta quinta-feira (14) para falar sobre o assunto.

“É lamentável, uma nação ter um presidente desequilibrado psicologicamente. Não entende de administração e agora vem se  envolvendo na ária da saúde, o mesmo não aceita que os profissionais quilificados façam seu trabalho em prol do bem esta do país. O Boso só que  pessoas que coaduna com ele, se for do jeito que ele quer. Que situação difícil para nós brasileiros, além pandemia que estar assolando o mundo e que vêm matando milhares de pessoas, algo triste, ainda vêm o presidente da república despreparado, discutido  com a mídias, STF, câmara dos deputados Federal, Senador, Policia Federal é muita falta de discernimento.

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A inclusão de academias e salões de beleza entre atividades essenciais, feita na segunda-feira, 11, pelo presidente Jair Bolsonaro, gerou uma reação negativa entre os governadores, que não devem acatar a mudança nas regras.

“Aqui no Maranhão nós sabemos que a terra é redonda e que precisamos cuidar do coronavírus com seriedade. Vai continuar a valer o decreto estadual”, disse à Reuters o governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB). Em sua conta no Twitter, o governador ainda ironizou: “O próximo decreto de Bolsonaro vai determinar que passeio de jet ski é atividade essencial?”, escreveu, referindo-se ao passeio do presidente no sábado, quando o país chegava aos 10 mil mortos pela covid-19.

O Maranhão foi o primeiro a iniciar um lockdown, a versão mais restrita do isolamento, na capital São Luís e na sua área metropolitana para tentar conter o avanço da epidemia. A capital maranhense já é a terceira cidade com mais casos e mais óbitos por 1 milhão de habitantes. Da mesma forma, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) rechaçou qualquer mudança. Seu estado está com lockdown em Belém e outras nove cidades onde há mais casos. “Reafirmo que aqui no Pará essas atividades (academias e salões de beleza) permanecerão fechadas. A decisão é tomada com base no entendimento do STF”, escreveu o governador em sua conta no Twitter. No Ceará, onde o sistema de saúde já está praticamente em colapso, o governador Camilo Santana (PT) foi na mesma linha: “Informo que, apesar do presidente baixar decreto considerando salões de beleza, barbearias e academias de ginástica como serviços essenciais, esse ato em nada altera o atual decreto em vigor no Estado do Ceará, e devem permanecer fechados. Entendimento do Supremo Tribunal Federal”, escreveu Santana. Fortaleza também está em lockdown. Os governadores de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), do Piauí, Wellington Dias (PT) e da Bahia, Rui Costa (PT), também foram às redes afirmar que não seguirão o decreto presidencial. Já o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), não comentou diretamente o tema, mas listou as atividades econômicas que poderão ficar abertas no estado. Entre elas não estavam academias e salões de beleza. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também anunciou que não cumprirá o decreto. No Rio de Janeiro, o governador Wilson Witzel, criticou o decreto presidencial. O estado está em quarentena até 31 de maio. Até o prefeito Marcelo Crivella, tido como aliado de Bolsonaro, segue em direção oposta à do presidente.

Decisão do STF

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                                                       Enfermeira pediátrica em treinamento
Cerca de 12 mil profissionais, técnicos e auxiliares de enfermagem estão infectados ou tem suspeita de infecção por covid-19 no Brasil; 94 vieram a óbito – Miguel Schincariol / AFP

Nesta terça-feira (12), comemora-se o dia internacional da enfermagem. Durante o período da pandemia que assola todo o globo, a importância do trabalho desses profissionais não poderia estar mais clara: são eles que recebem os infectados, os acolhem e checam diariamente suas condições físicas, emocionais e psicológicas. São eles também, muitas vezes, as últimas pessoas que têm contato com aqueles que não resistem à doença. A coragem e honradez da profissão têm sido motivo de homenagens por todo o mundo, porém, na realidade, a situação desses profissionais enquanto classe, tem poucos motivos para comemoração. Durante esse período de pandemia, os riscos para os profissionais aumentaram. Até agora, no Brasil, há mais de 160 mil infectados. Destes, segundo informa o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), cerca de 12 mil são enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem entre infectados e suspeitos de terem contraído a doença. Todos foram afastados com suspeita ou confirmação de terem contraído o novo coronavírus. Infelizmente, 94 já perderam a própria vida. O Brasil hoje é o primeiro país do mundo em mortes de profissionais de enfermagem, superando os Estados Unidos, Espanha e Itália juntas. O número de profissionais mortos no país em decorrência do novo coronavírus representa cerca de 38% do número de mortes em todo o mundo, contabilizado em 260 casos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Luta por direitos

No Brasil, há mais de 30 anos a categoria vem lutando pela redução de jornada de 30 horas semanais, adequação fundamental para amenizar a sobrecarga e stress próprias das funções. “As pessoas tratam como linha de frente, mas eu particularmente não gosto muito desse tratamento porque o dia a dia conta mais. Nós temos instituições com um único enfermeiro tratando 44 pacientes em 12 horas. Eu acho que poderia ter um investimento maior em área de trabalho.” afirma Isadora Renata, auxiliar de enfermagem que atua na área de pediatria e saúde da família há mais de 5 anos, em Ilha Grande.

Enfermeira fiscal do Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Viviane Camargo Santos, concorda, e acrescenta que nessa data, mais que aplausos em homenagem aos profissionais, o fundamental seria destacar medidas práticas de reconhecimento da profissão.

 É uma categoria que a gente sai de um trabalho entra em outro, e às vezes até em outro terceiro. Muitas vezes a gente mal dorme em casa. E porque a gente faz isso? Porque a gente não tem salários dignos. Isso acarreta os duplos ou triplos vínculos muitas vezes. Além disso, a gente sabe que quanto mais trabalhamos por um período prolongado, a atenção cai, e a gente aumenta o risco de colocar as pessoas que estão sendo atendidas, também em risco.

                Assista reportagem em vídeo do Brasil de Fato

                                                             

Déficit de profissionais e sobrecarga

Hoje o Brasil conta com mais de dois milhões de profissionais dessa área, entre eles enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem. Porém, segundo a OMS, há déficit de profissionais nessas área em todo o mundo.

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Aprovado pelo Senado neste sábado (2), o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (PLP 39/2020) prestará auxílio financeiro a estados e municípios. O texto voltou à análise da Câmara dos Deputados, cujo presidente adiantou que os valores aprovados pelos senadores devem ser aprovados. Pelo texto, a União deve destinar R$ 125 bilhões a estados e municípios para o combate à pandemia da covid-19. O valor inclui repasses diretos e suspensão de dívidas. 

Veja nas tabelas abaixo quanto deve ser destinado a cada estado e a cada município. 

 

 

Fonte: Agência Senado

cipe.org.br

A pandemia do coronavírus. Foto: AFP

A PANDEMIA DO CORONAVÍRUS.

FOTO: AFP

A pandemia acelerou uma crise anunciada: a sociedade mercadológica nunca deu conta das necessidades humanas mais essenciais.

A covid-19 apresentou a todos os que habitam este pequeno planeta azul uma importante convocação: do dia para noite, a vida passou a ser “o foco” de atenção da espécie humana. Negros, brancos, homens, mulheres, homossexuais, heterossexuais, transgêneros, cristãos, judeus, muçulmanos, abonados e desfavorecidos. Todos atentos aos noticiários, às redes sociais, de olho nas estatísticas epidemiológicas do novo coronavírus.O medo da morte, seja pela contaminação ou seja pela fome, parece ter deixado para segundo ou terceiro plano as diferenças decorrentes das diversidades… Será? Onde estão as tenebrosas notícias sobre feminicídio? O homicídio monstruoso de transgêneros? Não lhes roubam mais a vida? Onde estão os que lhes condenam à morte? Em isolamento social ou atuam ainda mais livremente sob o lusco-fusco desses dias que amanhecem para o pesadelo? Provavelmente só saberemos ao certo mais à frente, mas enquanto isso talvez valha a pena aproveitarmos o tempo presente, esse tempo com o qual não contávamos, para nos provocarmos e exercitarmos a bem-aventurada faculdade humana de refletir sobre as grandes e profundas mudanças que as contingências atuais impõem. Em um piscar de olhos, tivemos que mudar a forma como nos relacionamos com o tempo e o espaço, dimensões nas quais nos inscrevemos existencialmente. Muitas urgências de prazo desapareceram como por encanto; a casa onde habitamos, por mais simples que seja, transformou-se no lugar ideal, porque não há pedaço de chão no mundo que controlemos melhor. E assim instalou-se, na mais própria de nossas realidades, a maior de todas as novidades: a necessidade de aprender a viver uma vida completamente diferente. Sim, porque o futuro ainda é incerto! Quando findará esse tempo de isolamento social? Alguém sabe? A despeito da disponibilidade de leitos de UTI das últimas semanas, os óbitos no Brasil – e em vários países do mundo – têm subido obstinadamente compondo gráficos eloquentes. Os caminhões frigoríficos que começam a aparecer na cena hospitalar brasileira são contundentes!

COM A PANDEMIA DO CORONAVÍRUS, DO DIA PARA NOITE, A VIDA PASSOU A SER “O FOCO” DE ATENÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA (FOTO: GUILHERME GANDOLFI/FOTOSPÚBLICAS)

Até que surja uma vacina ou tratamento efetivo, teremos que buscar, com o melhor de nossos esforços, não nos contaminarmos para, inclusive, não contaminarmos o próximo. É exatamente nessa perspectiva sanitária e moral que se instaura a necessidade de aprendermos uma nova maneira de nos relacionarmos com o “outro”, em todos os sentidos. Nesse terreno certamente desconhecido para todos, há caminhos já percorridos pela população LGBT. Para começar, é provável que a palavra “diferente” assuste menos. Desde a mais tenra idade, muitos tiveram que aprender a lidar com o fato de não serem iguais à maioria. É possível que transgêneros intimados pela vida a transcender o próprio corpo, na expressão do amor, possam agora nos ensinar a mantermo-nos afetivamente conectados, apesar da ausência física; LGBTs que são HIV positivo talvez possam nos ensinar como é suportar a dor de ser visto como um vetor de contaminação. É bastante razoável supor que pessoas que, pela falta de configurações familiares modelares, e que tiveram que enfrentar o medo da solidão, tenham agora maior sensibilidade e conhecimento para ajudar aqueles que, apesar de terem família, encontram-se absolutamente sozinhos. É que foram e são muitos os casamentos engendrados pelas conveniências, pavimentados pelos reforçadores sociais. Deram origem a verdadeiras prisões domiciliares: as pessoas sofrem porque não tiveram tempo e nem oportunidade de aprender sobre si mesmas, de identificar suas reais necessidades; pouco sabem de si e quase nada do outro. Acreditaram nas promessas de felicidade da sociedade de consumo, operam segundo essa lógica e esperam de suas relações conforto, prazer e status.

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Condições do verão ‘criarão um ambiente com uma transmissão que pode ser reduzida’
(foto: Public Domain Pictures)

novo coronavírus é rapidamente destruído pela luz do sol, de acordo com um novo estudo anunciado por uma autoridade dos EUA nesta quinta-feira(23), que traz esperança de que sua propagação possa diminuir durante o verão.

“Nossa observação mais impressionante até o momento é o poderoso efeito que a luz solar parece ter sobre a morte do vírus, tanto na superfície quanto no ar”, disse ele.”Vimos um efeito semelhante tanto com a temperatura quanto com a umidade, o aumento da temperatura ou da umidade ou ambas é geralmente menos favorável ao vírus”.Ele então mostrou um slide resumindo os resultados do experimento realizado no Centro Nacional de Análise e Contramedidas da Biodefesa. Ele mostrou que a meia-vida do vírus – o tempo necessário para reduzir sua quantidade à metade- foi de 18 horas quando a temperatura estava de 21 a 24 graus Celsius com uma umidade de 20% em uma superfície não porosa.

Isso inclui superfícies como maçanetas e aço inoxidável.

Mas a meia-vida caiu para seis horas quando a umidade subiu para 80% – e apenas dois minutos quando a luz solar foi adicionada à equação. Quando o vírus foi suspenso no ar, em aerossol, a meia-vida foi de uma hora quando a temperatura estava de 70 a 75 graus com 20% de umidade.Na presença da luz do sol, o tempo caiu para apenas um minuto e meio.Bryan concluiu que as condições do verão “criarão um ambiente com uma transmissão que pode ser reduzida”.Mas ele alertou que a propagação reduzida não significa que o patógeno seria eliminado completamente e que as medidas de distanciamento social não podem ser totalmente levantadas.”Seria irresponsável dizer que percebemos que o verão matará totalmente o vírus e que as pessoas poderiam ignoram essas diretrizes”, afirmou.

em.com.br

 Dr. Claudio, realizando ultra-som

            A CLIMED A nova clínica localizada na Rua Horácio José de Souza, próximo ao Banco do Brasil, na cidade de Santa Terezinha-PE, sob a responsabilidade do Dr. Marcelo,  já conta com um bom número de médicos especialistas e exames. O Dr.Bruce Fama oculista estará atendo neste dia 24/04/ no dia 29/04 Dr: Claudio estará realizando ultra-som  e atendimento psiquiátrico.   

O distanciamento social é uma forma eficaz de controlar a disseminação da covid-19 (Foto: Getty Images via BBC News Brasil)

O distanciamento social é uma forma eficaz de controlar a disseminação da covid-19

(Foto: Getty Images via BBC News Brasil)

Em algumas partes do mundo, a disseminação do novo coronavírus deixou espaços públicos assustadoramente silenciosos. Em outras, a vida durante a pandemia está agitada como sempre — e em alguns casos até mais.

Entendendo o recado

Portanto, diante desses desafios — como você pode conversar com pessoas que não levam a sério as orientações de saúde pública de uma maneira que seja eficaz?

Primeiro, cite as instituições médicas e os profissionais mais bem posicionados para fornecer informações sobre a epidemia, como órgãos independentes de saúde pública que fundamentam seus conselhos em evidências. “É muito mais provável que aceitemos seriamente conselhos de pessoas que achamos que sabem do que estão falando”.

Segundo, torne a mensagem positiva. “Como pedimos que as pessoas fiquem isoladas, e isso não é visto como algo positivo para a maioria das pessoas, o que podemos fazer é enquadrar esse isolamento em termos de algo positivo”, diz Martin. “Talvez esteja tendo mais tempo para algo que talvez você não tivesse, como a leitura.”

O País de Gales, no Reino Unido, recebeu uma enorme quantidade de visitantes antes que as restrições britânicas fossem reforçadas, enquanto na Austrália as pessoas em Bondi Beach não estavam dispostas a deixar o vírus interromper seu relaxamento até que a polícia se envolvesse.

Em Miami, nos Estados Unidos, os estudantes de férias estavam determinados a comemorar. “Se eu pegar corona, peguei”, disse um deles. “No final das contas, não vou deixar que isso me impeça de festejar.” E não são apenas grupos de jovens que lutam para entender a realidade da vida com o covid-19. Uma pesquisa nos EUA feita em meados de março descobriu que, àquela altura, menos da metade das pessoas com mais de 60 anos estavam preocupadas com o risco de morte pelo vírus. Para alguns, como Karen Swallow Prior, no Estado americano do Maine, isso levou a uma inversão geracional de papéis — ela tentava convencer seus pais idosos a não  Diante do fato de que órgãos de saúde pública, como a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), entre outros, estão deixando claro que existem maneiras eficazes de retardar a propagação da covid-19, evitando o contato próximo com outras pessoas, por que tantos deixam de prestar atenção mesmo após a introdução de medidas rígidas?

E como você pode convencer as pessoas a começarem a cuidar de si mesmas e das pessoas ao seu redor?

Uma mulher na Tailândia recebe sua bebida de um vendedor a uma distância segura, graças a uma esteira automática
                        Quando se sai em público, é preciso tomar alguns cuidados, como usar máscara

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Recentemente, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou em uma coletiva que as máscaras de proteção podem servir como barreiras eficientes contra o novo coronavírus. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso das máscaras cirúrgicas e do tipo N95 somente para pessoas infectadas, profissionais de saúde, quem está cuidando de um paciente com COVID-19 e lactantes na hora da amamentação.  A questão é que Mandetta se referia às máscaras alternativas, geralmente feitas em casa. Se usadas e lavadas no modo correto, elas ajudam, sim, na batalha contra a doença. “Elas podem conter e barrar gotículas com o vírus, mas devem ser acompanhadas de bons hábitos de higiene. Se a pessoa tirar a máscara e levar a mão ao rosto, por exemplo, fará a contaminação do mesmo jeito”, afirma a clínica geral Daniela Righi, da clínica Leger

Por isso, vale pensar no outro e tentar preparar a sua. Desse modo, você pode usá-la toda vez que precisar ir ao supermercado, banco ou locais com aglomerações. Mas nunca abandonando as outras recomendações de higiene, viu? Ainda é preciso manter o distanciamento de 2 metros de outras pessoas e proteger o rosto toda vez que tossir ou espirrar. E abusar do álcool gel sempre! 

A médica tira nossas dúvidas sobre a maneira correta de se proteger com a máscara de pano. Confira:

Afinal, a máscara garante 100% de proteção contra o coronavírus? 

“A máscara não garante 100% de proteção contra o coronavírus. E as caseiras têm uma eficácia ainda mais baixa. Na verdade, elas funcionam melhor nas pessoas que estão gripadas ou contaminadas. Isso porque diminuem a secreção e fazem com que partículas não sejam passadas para o meio ambiente com eficiência. O intuito da máscara é mais proteger os outros, e não a si mesmo. Por outro, a utilização dela faz com que evitemos de levar as mãos na boca e no nariz, que são atitudes que podem gerar a contaminação.”

Mas, então, por que usar?

“A orientação da OMS é que usem máscaras somente pessoas infectadas pelo vírus. Mas pessoas que não estão neste grupo podem usar máscaras caseiras como forma de prevenção. Sempre que precisar sair de casa, saia com pelo menos uma reserva e leve uma sacola para guardar a máscara suja. Dentro da sua residência, não é necessário usá-la.”

Qual tecido é o melhor?

“O melhor material é o tecido de 100% algodão. Ele apresenta eficácia similar à máscara cirúrgica. Também podem ser usados TNT ou outros tecidos. Quanto mais grosso for o pano, mais proteção a pessoa terá.”

Quais cuidados devo ter?

“Para ser eficiente, o governo reforça que a máscara precisa ter pelo menos duas camadas de pano e não pode ser compartilhada com ninguém (mesmo após lavada). Além disso, ela deve ficar bem justa — sem deixar espaços nas laterais — e cobrir do nariz até o queixo.

Uma vez que você estiver com a máscara, não mexa mais nela nem tire da frente da boca para falar. Também não toque diretamente o tecido — caso faça isso, troque a máscara. A forma incorreta de manusear o acessório pode torná-lo um foco de transmissão ao invés de proteger.”

Tenho que jogar fora depois de usar?

“As máscaras caseiras não precisam ser descartadas após o uso. Elas podem ser lavadas com uma solução de hipoclorito. Depois de secas, estão prontas. Também é possível fazer a higienização com água e sabão.”

Vale fazer com guardanapo ou filtro de café?

“Não. A filtragem realizada por máscaras de uso profissional é feita de forma específica, e materiais como guardanapos e filtros de café não cumprem o propósito de proteger.”

Quando trocar a máscara?

“Após duas horas de uso. O mesmo vale para quando ela ficar molhada com tosse, espirro, fala ou respiração.”

O governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Foto: Eliane Carvalho

Governador do Rio de Janeiro publicou nota em sua rede social contando que está infectado

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou que está infectado pelo novo coronavírus. A declaração ocorreu nesta terça-feira 14, em sua rede social.Em vídeo publicado no Twitter, Witzel afirmou que não se sentia bem desde sexta-feira 10. Ele afirmou que teve sintomas como febre, dor de garganta e perda de olfato. O teste, então, foi solicitado de imediato. “Tenho certeza de que vou superar mais essa dificuldade”, afirmou. “Peço, mais uma vez, para que fiquem em casa, porque a doença, como todos podem estar percebendo, ela não escolhe ninguém. E o contágio é rápido.” Na segunda-feira 13, o governo do Rio de Janeiro prorrogou a quarentena até 30 de abril, após o aumento no número de contaminações. O decreto mantém restrições a atividades como a realização de eventos e o funcionamento de cinemas, teatros e pontos turísticos. O estado é o segundo território brasileiro com o maior número de mortes. Para conter a proliferação do vírus, Witzel tem travado uma queda de braço com o presidente Jair Bolsonaro, que defende o fim do isolamento e a volta à normalidade.
cartacapital
homem falando em microfone

                 Agência Brasil/Marcello Casal JR

Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou, em entrevista exclusiva ao Fantástico na noite do domingo (12), que espera unidade no combate ao novo coronavírus (Sars-Cov-2). Na semana em que chegou a limpar as gavetas e quase deixar o cargo por divergências com o presidente Jair Bolsonaro, o ministro disse que a divisão de estratégias no combate ao vírus gera “dubiedade”.“Não há ninguém contra nem a favor de nada. O nosso inimigo é o coronavírus”, afirmou Mandetta . “Esse é o nosso adversário, inimigo. Se eu estou ministro da Saúde, é por obra de nomeação do presidente. O presidente olha pelo lado da economia. O Ministério da Saúde entende a economia, entende a cultura e educação, mas chama pelo lado de equilíbrio de proteção, à vida. Eu espero que essa validação dos diferentes modelos de enfrentamento possa ser comum e termos uma ala única, unificada. Por isso leva para o brasileiro uma dubiedade: não se sabe se escuta o ministro, o presidente”.No domingo, dia em que o Brasil chegou à marca de 1.223 mortes por coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, durante uma videoconferência com lideranças religiosas, que o vírus está “indo embora”:“Temos dois problemas pela frente, lá atrás eu dizia: o vírus e o desemprego. Quarenta dias depois, parece que está começando a ir embora a questão do vírus, mas está chegando e batendo forte o desemprego. Devemos lutar contra essas duas coisas”. A declaração foi feita horas antes da entrevista de Mandetta ao Fantástico, na semana em que Bolsonaro estimulou o desrespeito às medidas de isolamento, circulando em Brasília por farmácia, padaria e cumprimentando apoiadores nas ruas.

Mandetta passou o domingo no Palácio das Esmeraldas, sede do governo de Goiás, cujo governador, Ronaldo Caiado, rompeu politicamente com Bolsonaro por divergências sobre como enfrentar a crise. O ministro avaliou que o pico da doença deve acontecer em maio e junho:

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Witzel

                                                                                                      DIVULGAÇÃO/GOVERNO DO RIO DE JANEIRO

Governador do Rio, Wilson Witzel

O Centro de Operações do Rio (COR), administrado pela Prefeitura da cidade, aponta queda na adesão da população carioca ao isolamento social, depois de ter passado um mês da adoção de medidas de restrição da circulação no Rio de Janeiro, exceto para profissionais de serviços essenciais.

Com um cenário de avanços dos casos no estado – 5 novas cidades registraram casos do novo coronavírus (Sars-cov-2) nos últimos seis dias -, o governado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel , pretende enviar ao Congresso um projeto para “aplicação de multa e de medidas penais severas” a quem descumprir a quarentena.Witzel decidiu recorrer à esfera federal pois compreende que a livre locomoção no território nacional é um direito civil, portanto, cabe à união decidir sobre o endurecimento das leis. A cidade do Rio de Janeiro estabilizou o uso do transporte coletivo com cerca de 70% menos passageiros do que o comum.

“Vou consultar a bancada de deputados federais e também levar o assunto ao Fórum de Governadores. Penso que o Congresso pode aprovar uma nova lei prevendo imposição de multas e medidas penais mais severas”, disse o governador ao jornal O Globo. Witzel disse ainda que irá manter as barreiras nas estradas e que as cidades com casos de Covid-19 precisam obrigatoriamente seguir o decreto de restrição da circulação.

A cidade do Rio de Janeiro chegou a registrar 84% de isolamento nas primeiras semanas de marços, assim que foram adotadas as medidas restritivas, mas esse percentual caiu para 80% na semana passada após ordens conflituosas entre os governantes. As autoridades cariocas estão em alerta por conta na queda de adesão.

Fonte iG 

Bhasha Mukherjee fez uma pausa na carreira de medicina para competir ao Miss Mundo. Agora, ela quer voltar ao hospital e ajudar seus antigos colegas

Bhasha Mukherjee fez uma pausa em sua carreira como médica para concorrer ao título de Miss Mundo, em dezembro de 2019. A Miss Inglaterra representava seu país na disputa. Agora, em 2020, ela decidiu trocar a coroa pelo estetoscópio e voltar à medicina para auxiliar no combate ao novo coronavírus.Aos 24 anos, Mukherjee tornou-se embaixadora de instituições de caridade após vencer o concurso na Inglaterra. “Fui convidada para ir à África, á Turquia, depois à Índia, ao Paquistão e outros países asiáticos para ser embaixadora de vários trabalhos de caridade”, contou a médica a CNN internacional.Seu plano era se dedicar ao trabalho humanitário. No início do mês de março, a Miss Inglaterra estava na Índia, onde passou quatro semanas visitando escolas e doando materiais de papelaria e escolares, além de arrecadar doações em dinheiro para um lar para meninas abandonadas.No entanto, o agravamento da pandemia do coronavírus fez com que ela sentisse o dever de voltar ao Reino Unido para auxiliar seus antigos colegas de profissão do Pilgrim Hospital, em Boston, leste da Inglaterra. Eles a enviaram mensagens de texto alertando sobre as situações complexas que estavam enfrentando na rotina de trabalho.

Ainda à CNN, Mukherjee contou que sentia que era um erro continuar vestindo a coroa de Miss Inglaterra, mesmo se fosse para o trabalho humanitário, enquanto pessoas ao redor do mundo morriam pela Covid-19 e seus antigos colegas de profissão trabalhavam duro nos hospitais.“Não há momento melhor para mim do que ser Miss Inglaterra e ajudar a Inglaterra em um momento de necessidade”, afirmou ela ao noticiário.Mukherjee é especializada em doenças respiratórias, mas antes de assumir o cargo, ela deve ficar duas semanas em isolamento domiciliar, por conta de seu trabalho voluntário na Índia.Na última segunda-feira (6), a Inglaterra registrou 403 mortes por coronavírus, totalizando 4.897 vítimas, segundo o Serviço Nacional de Saúde (NHS)

claudia

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