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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Vacina de Oxford chega ao Rio de Janeiro — Foto: Maiane Brito/GloboNews

O carregamento com dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca produzidas no Instituto Serum, na Índia, chegou ao Rio de Janeiro na noite desta sexta-feira (22), depois que o governo indiano autorizou as exportações comerciais do imunizante.

As doses chegaram à capital fluminense por volta das 22h em um avião da companhia aérea Azul, que fez o transporte de São Paulo até o Rio de Janeiro. Ainda na pista, a aeronave foi “batizada” por dois caminhões do Corpo de Bombeiros, que esguicharam água no avião. Após a chegada do carregamento na Base Aérea do Galeão, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fez um pronunciamento no qual afirmou que os 2 milhões de doses “são apenas o início” e disse que o governo negocia a chegada de mais imunizantes.

“Esses 2 milhões de doses são apenas o início. É só o começo do processo. Estamos negociando mais doses no início de fevereiro e da chegada do IFA [ingrediente farmacêutico ativo]. O nosso país precisa da produção nacional. O objetivo do Ministério da Saúde é a vacinação em massa do povo brasileiro”, afirmou Pazuello.

No pronunciamento o ministro também agradeceu ao Sistema Único de Saúde, reforçando que se trata do maior sistema voltado para o setor no mundo. “Sem esse sistema, não poderíamos fazer o que estamos fazendo no combate ao coronavírus”, acrescentou.

Vacina de Oxford chega ao Rio de Janeiro

Vacina de Oxford chega ao Rio de Janeiro

O caminho da vacina

Depois de serem descarregados, os imunizantes serão levados em caminhões escoltados por policiais federais à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde os líquidos passarão por análises de segurança – uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvis). Na Fiocruz, as vacinas também serão etiquetadas com informações em português. O trabalho, segundo a fundação, deve durar a madrugada e manhã de sábado (23). A previsão da Fiocruz é que o material esteja pronto para ser devolvido ao Ministério da Saúde à tarde.

Atraso na entrega

Mais cedo, o ministro acompanhou a chegada da carga no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Grande São Paulo. A carga era para ter chegado cinco dias atrás, no dia 17, mas na época a Índia não liberou o envio para o Brasil (leia mais abaixo).

Avião com 2 milhões de doses da vacina de Oxford chega a SP
Avião com 2 milhões de doses da vacina de Oxford chega a SP
2 milhões de doses da vacina de Oxford desembarcam no aeroporto de Guarulhos, em SP, nesta sexta-feira (22). — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

2 milhões de doses da vacina de Oxford desembarcam no aeroporto de Guarulhos, em SP, nesta sexta-feira (22). — Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

Vacinas chegam ao Brasil — Foto: Reprodução

Vacinas chegam ao Brasil — Foto: Reprodução

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acompanha a chegada das vacinas de Oxford em São Paulo nesta sexta-feira (22). — Foto: Reprodução/TV Globo

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acompanha a chegada das vacinas de Oxford em São Paulo nesta sexta-feira (22). — Foto: Reprodução/TV Globo

A Índia havia apenas enviado remessas de vacinas gratuitas a países vizinhos. Agora, liberou as comerciais, e Brasil e Marrocos são os primeiros beneficiados.

Dificuldades na importação

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Vacinas do Butantan e da Fiocruz dependem de ‘ingredientes’ de longe para serem produzidas

Vacinas do Butantan e da Fiocruz dependem de ‘ingredientes’ de longe para serem produzidas

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, cobrou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenha dignidade para defender a vacina CoronaVac. Ele também cobrou agilidade do Itamaraty para viabilizar a vinda de matéria-prima da China para dar continuidade à produção do imunizante contra a Covid-19 — o único sendo aplicado até o momento na população do país. A declaração foi dada na manhã desta terça-feira em um evento com a participação do governador João Doria (PSDB) em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

“Se a vacina agora é do Brasil, o nosso presidente tenha a dignidade de defendê-la e de solicitar, inclusive, apoio, pro seu Ministério de Relações Exteriores na conversa com o governo da China. É o que nós esperamos”, disse.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, em coletiva de imprensa no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto — Foto: Fábio Júnior/EPTV

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, em coletiva de imprensa no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto — Foto: Fábio Júnior/EPTV O Brasil só tem seis milhões de doses prontas da vacina que pode ser fabricada pelo Butantan. Os imunizantes distribuídos aos estados desde segunda (18) foram trazidos pelo governo paulista do país asiático, sede da farmacêutica Sinovac, parceira do instituto ligado ao governo de São Paulo. O temor é que, sem o insumo, as doses da CoronaVac acabem ainda neste mês. O princípio ativo para a produção da vacina, chamado IFA, é importado da China. O Brasil tem enfrentado dificuldade para a aquisição. Na sede do Butantan, há, ainda, outras 4,8 milhões de doses fabricadas no Brasil, que aguardam a liberação da Anvisa. Sem o IFA a produção pode parar. “Então, essa demora com relação à vinda dessa matéria-prima, eu espero que fique agilizada agora com a aprovação de uso emergência pela Anvisa, porque agora é outro status, né? E pela própria incorporação da vacina ao um programa nacional de imunização”, disse Dimas Covas.

Funcionário do Instituto Butantan inspeciona frascos com doses da vacina CoronaVac em SP — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Funcionário do Instituto Butantan inspeciona frascos com doses da vacina CoronaVac em SP — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Brasil x China

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Crescimento da capital pernambucana foi o terceiro maior entre as 11 capitais analisadas. (Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas)

Crescimento da capital pernambucana foi o terceiro maior entre as 11 capitais analisadas.

(Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas)

O preço médio do aluguel no Recife teve alta de 1,17% em dezembro na comparação com novembro. No fechamento do ano, 2020 encerrou com variação acumulada de 5%, segundo os dados do Índice FipeZap. O resultado no balanço do ano na capital pernambucana foi acima da média nacional, que teve crescimento de 2,48% entre janeiro e dezembro. Levando em consideração a inflação medida pelo IPCA/IBGE, que foi de 4,52%, o Recife ficou acima. Mas teve desempenho abaixo da medida pelo IGP-M/FGV, que cresceu 23,14%. Entre as 11 capitais brasileiras analisadas, a pernambucana teve o terceiro maior crescimento, atrás apenas de Goiânia e Belo Horizonte, que registraram altas de 8,87% e 6,24%, respectivamente. Este é o quarto ano que o Recife fecha com crescimento no preço do aluguel no acumulado de janeiro a dezembro, mas a alta foi menor das registradas em 2019 e 2018, quando o fechamento foi de 7,18% e 7,21%, respectivamente. Em 2017, teve incremento, mas um pouco menor do que em 2020, de 4,98%. Em 2016, a capital pernambucana havia encerrado o ano com queda de 1,29% no valor do aluguel.  O Recife também teve o terceiro maior valor por metro quadrado. Custando R$ 31,50, ficou atrás apenas de São Paulo, com R$ 40,06, e Brasília, com R$ 32,16. A capital pernambucana, inclusive, teve o preço mais alto do o Rio de Janeiro, que ficou em quarto lugar no ranking nacional por R$ 30,74, e também do que a média nacional, que foi de R$ 30,46. Entre os bairros recifenses que tiveram os maiores valores por metro quadrado, a Ilha do Leite liderou o ranking, com R$ 45,74, seguido do Pina (R$ 43,97), Boa Viagem (R$ 35,70), Rosarinho (R$ 34,89) e Parnamirim (R$ 33,62). Por outro lado, entre os bairros que tiveram os menores preços foram Campo Grande (R$ 13,38), Cordeiro (R$ 15,58), Várzea (R$ 17,23), Ilha do Retiro (R$ 17,54) e Boa Vista (R$ 19,38). Em relação à rentabilidade do aluguel, que é a razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis, o Recife foi a capital que teve a maior variação no último mês, com 5,99%, seguida de Salvador, com 5,26%, e São Paulo, com 5,16%. Na média nacional, o retorno médio do aluguel residencial encerrou em dezembro em 4,70%. Este indicador serve como uma medida de rentabilidade para o investidor que opta em adquirir o imóvel com o objetivo de obter renda com aluguel ao longo do tempo e pode ser usado para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras opções disponíveis aos investidores. 

DP

 (Foto: Arnaldo Sete/ Esp. DP Foto)

Com o início da campanha de imunização contra a Covid-19 em Pernambuco, ocorrido na última segunda-feira (18), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) anunciou, nesta terça-feira (19), que vai intensificar a fiscalização e o monitoramento da realização da vacinação. O procurador-geral de Justiça de Pernambuco (PGJ-PE), Paulo Augusto de Freitas Oliveira, deve expedir uma Recomendação para que, em todo o Estado, os membros do MPPE intensifiquem as ações.Estamos vivenciando um caso de emergência em saúde pública em todo solo nacional e é inadmissível que, considerando o quantitativo de vacinas recebidas pelo Estado de Pernambuco, haja qualquer descumprimento das normas estabelecidas pelo Plano Nacional de Imunização, bem como pactuações locais. Estamos formatando uma recomendação que irá orientar os membros de todo o Estado nesse processo de fiscalização”, disse o procurador-geral de Justiça. Para isso, foi marcada uma reunião nesta terça (19), com os promotores e equipe do Centro Operacional de Apoio às Promotorias de Defesa da Saúde (CAOP Saúde). O MPPE, por meio da Promotoria de Justiça de Jupi, recebeu a denúncia de que um cidadão, fora do grupo prioritário estabelecido pelo Plano Nacional de Imunização e diretrizes estaduais de vacinação contra a Covid-19, recebeu dose da vacina. “Recebemos essa denúncia por meio de um vídeo apontando que um cidadão fora do grupo recebeu a vacina. Vamos oficiar a Secretaria Municipal de Saúde para prestar esclarecimentos, bem como os profissionais de saúde que realizaram o procedimento, além da delegacia local para apurar conduta penal acerca do caso”, disse a promotora de Justiça da cidade Adna Vasconcelos.Sobre esse fato narrado, o procurador-geral de Justiça entrou em contato com a colega e disponibilizou a equipe do Caop Saúde e seus assessores para o apoio necessário. Além disso, acompanhará a apuração do fato, a fim de também adotar as medidas que se fizerem necessárias na esfera criminal, na hipótese de haver envolvimento de agente com prerrogativa de foro. O MPPE irá instaurar procedimento para apurar a conduta, no âmbito civil e criminal, uma vez que houve o desrespeito às normas contidas no Plano Nacional de Imunização e as pactuações locais acerca do cronograma de vacinação.

DP

Segundo senador Telmário Mota, carregamento deve chegar em Manaus até a manhã desta terça-feira

Cinco caminhões com aproximadamente 130 mil m³ de oxigênio cruzaram a fronteira do Brasil com a Venezuela nesta segunda-feira (18/01) e já estão a caminho de Manaus (AM). O carregamento entrou pela cidade de Pacaraima, na zona Norte do estado de Roraima. Segundo o senador Telmário Mota (Pros-RR), que esteve na fronteira durante a passagem da carga, as carretas chegarão à capital amazonense entre a noite dessa segunda-feira e a manhã de terça-feira (19/01). “O trajeto até a Manaus leva entre 10 e 12h de viagem, então nós acreditamos que entre essa noite e no máximo amanhã de manhã esse oxigênio já deve estar chegando aos hospitais”, ressaltou o senador.

O comboio cruzou a fronteira por volta das 13h30 e a passagem também foi acompanhada pelo governador venezuelano do estado de Bolívar, Justo Noguera, um dos responsáveis por concretizar o convênio. O envio da carga veio por ordem do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, após o Amazonas e principalmente a cidade de Manaus enfrentarem um colapso no sistema de saúde por aumento de casos de covid-19 e falta de oxigênio para tratar pacientes em quadro clínico grave da doença. O senador Mota destacou que a Venezuela foi único país a enviar insumos para auxiliar na crise sanitária que vive o Estado. “O Amazonas está passado por um estado de calamidade, o que provocou uma grande comoção mundial, mas a Venezuela foi o único país que realmente estendeu a mão. Entre o Brasil e a Venezuela tem que haver uma integração latino-americana. É preciso estar acima das diferenças políticas”, afirmou. Segundo senador Telmário Mota, carregamento deve chegar em Manaus até a manhã desta terça-feira
Reprodução/Senador Telmário Mota
Segundo senador Telmário Mota, carregamento deve chegar em Manaus até a manhã desta terça-feira
Do lado brasileiro da fronteira, um grupo de médicos que se formaram na Venezuela realizou um ato de agradecimento à Venezuela. No último domingo, o governador do Amazonas, Wilson Lima, enviou uma carta de agradecimento ao governador Justo Noguera enfatizando a importância da ajuda enviada e convidando o venezuelano a visitar Manaus.

Venezuela seguirá enviando oxigênio

” Uma cena vergonha para o Brasil, não ter oxigênio para evitar as motes que aconteceu no amapá, fato este que deixou as demais nações estarrecida com o descaso do governo”

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Governador de Pernambuco, Paulo Câmara

As primeiras doses das vacinas devem chegar no dia 20 de janeiro (Heudes Regis/SEI)

Em reunião realizada na manhã desta segunda-feira (11), o Governo do Estado informou as prefeituras que as primeiras doses da vacina contra a Covid-19 vão chegar no dia 20 de janeiro. Na ocasião, participaram os secretários de saúde dos municípios pernambucanos, o Secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo e a Coordenação de Vigilância em Saúde do Estado. O encontro ocorreu, por videoconferência, para tratar sobre o esquema de imunização. De acordo com as prefeituras, o Governo informou que as vacinas serão distribuídas para as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), responsáveis por direcionar as doses para os municípios. A Secretária de Saúde de Belo Jardim, Aline Cordeiro participou da reunião. “Este é um momento muito aguardado pela população. Estamos confiantes de que todas as medidas para imunização em massa seja bem sucedida. Vamos trabalhar para isso”, afirmou. Após a distribuição feita pela Geres, a previsão é de que até o dia 25 de janeiro a vacina chegue em todos os municípios pernambucanos. Os imunizantes utilizados serão a CoronaVac, e a vacina da Pfizer.

Vacinação

A primeira etapa da vacinação vai priorizar os profissionais de saúde que trabalham na linha de frente contra o coronavírus, em centros e unidades de saúde. Também fazem parte do grupo priotitário as pessoas com mais de 80 anos. A imunização acontecerá diariamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s).“Vamos precisar fazer adaptações para receber a vacina, como viabilizar geradores e câmaras refrigeradas, e na logística, uma vez que a vacina só dura seis horas fora do refrigerador”, explicou a Secretária de Saúde de Belo Jardim, Aline Cordeiro.Antes de começar a vacinação será feito um levantamento do quantitativo necessários de seringas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s,) usados pelos profissionais que vão aplicar as doses. Os materiais devem ser enviados até a sexta-feira (15).O Governo do Estado garantiu que dispõe de seringas suficientes para atender, no mínimo, a primeira e a segunda etapa da vacinação. Ao todo, serão utilizadas 1,5 milhões de seringas para aplicar a vacina contra a Covid-19.

Governo de PE diz que ainda não há data confirmada para chegada de vacinas

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) esclareceu por meio de nota que ainda não há data confirmada pelo Ministério da Saúde para envio das primeiras doses da vacina contra covid-19 para o estado. De acordo com a Secretaria, as vacinas ainda estão sendo analisadas pela Anvisa para receberem a liberação. Na reunião extraordinária da Câmara Técnica entre a SES-PE e o Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems-PE) realizada na manhã da segunda-feira (11), a Secretaria explica que apenas foi dito que o próprio Ministério levantou a possibilidade de cronograma, se os trâmites forem concluídos.

10.uol.com.br

Xuxa Meneghel e Jair Bolsonaro
Xuxa Meneghel e Jair Bolsonaro
Na noite de sábado (16), a recepção do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, estava lotada de pacientes com suspeita de Covid-19 e acompanhantes — Foto: Arquivo pessoal

Xuxa Meneghel, de 57 anos, usou seu perfil no Instagram  para demonstrar indignação com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 

“Bolsonaro diz que a ‘melhor vacina’ que evita a covid-19 é pegar a doença”, dizia a manchete compartilhada por Xuxa. Em resposta a isso, a apresentadora lamentou. “Ele não disse isso!? O que dizer para as mais de 200 mil famílias que perderam seus familiares? Morrer todo mundo vai. Por favor me diga que é mentira”Boa parte dos fãs, incluindo a filha da apresentadora, Sasha Meneghel, lhe deram apoio. “Tempos difíceis, Rainha”, escreveu um. “Infelizmente é o presidente”, disse outro. “aaaaa”, escreveu Sasha, que usou um emoji envergonhado para reagir à fala de Bolsonaro.

Histórico de Meneghel e Jair

Esta não é a primeira vez que a eterna Rainha dos Baixinhos vem a público criticar o atual presidente . No sábado (09), em sua coluna na revista Vogue, ela lamentou as dezenas de informações falsas sobre a imunização e acusou o político de defender os filhos.

“Um ministro da Saúde foi arrancado [por Bolsonaro] porque nos falava a verdade, o outro porque não quis compactuar com um remédio que a eficácia não foi comprovada […] Você acha que acaba por aí? Não. Cada dia tem mais. A família que não pode ser ‘tocada’, tudo para proteção de seus filhos. Se não há nada a temer, por que não deixam revirarem tudo? Por que não cooperam com a PF [Polícia Federal do Brasil]? Pelo contrário, trocam todas as pessoas que são contra seus pensamentos”, escreveu Xuxa. “O nosso desgoverno virou piada e chacota no mundo todo, é vergonhoso ver o mundo rir do nosso país. Tem muita gente ainda que diz que o ama e, pasmem, o chamam de ‘mito’, riem das nossas leis”, acrescentou. Para Xuxa, o Brasil é diferente dos demais países já que o “presidente ri de tudo: do ozônio, tira sarro com o uso de máscaras, chama a pandemia de ‘gripezinha’, diz que todos um dia vão morrer, não é mesmo?”. “O.”O assunto é sério, nunca imaginei que esse desgoverno pudesse desestimular o povo a se vacinar. Não sei onde essas pessoas estão com a cabeça […] Vejo alguns bares cheios e me pergunto onde esse povo vive? Como podem fazer isso? Milhares de pessoas já morreram no mundo e no nosso país não é diferente”. “Hoje me vejo contando os dias para essa vacina sair. Já pensei em ir para São Paulo com Ju [Junno Andrade, seu namorado] e tomar lá, já pensei tanta coisa menos em não ser vacinada. Ouvi tanta gente ignorante falando que ela daria doenças, teria um chip… Mas o pior é saber que tem pessoas que estão na dúvida se vacinam ou não porque ela é da China ou da Inglaterra”. “Há muito tempo eu fiz uma campanha que dizia: ‘Gotinha, gotinha e tchau tchau paralisia infantil’. E hoje eu digo: ‘Vacina, vacina e tchau tchau aos mitos”, finalizou Xuxa.

Fonte:  iG 

Na semana que se encerrou no sábado (9), o Brasil registrou o maior número de casos da covid-19 em sete dias desde os primeiros relatos da doença do país. Foram quase 360 mil novos casos de infecção no período. Até então, o patamar mais elevado foi observado na semana entre 13 e 19 de dezembro, quando a soma de contaminados ultrapassou 320 mil. Dados sobre mortes também apresentaram crescimento. Até 9 de janeiro foram 6.906, resultado mais expressivo registrado desde a segunda semana de agosto. A média móvel de mortes – soma de todos os casos dos últimos sete dias, dividida por sete – chegou a 987, o que também não era observado desde agosto. As informações estão disponíveis no site do Ministério da Saúde, que fornece atualizações diárias dos números oficiais da pandemia no Brasil. Ainda segundo a página, o país tinha mais de 720 mil pacientes com a covid-19 em acompanhamento até este domingo (10). O Brasil registrou 29.792 casos da covid-19 somente neste domingo (10), segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Com isso, o total de infectados desde o início da pandemia é de 8.105.790 no país. O número de óbitos confirmados em 24 horas foi de 469. Mais de 203 mil vidas já foram perdidas para o coronavírus em território nacional. 

A novela das vacinas

Nesse sábado (9), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pediu novos documentos ao Instituto Butantan para o processo de aprovação do uso emergencial da CoronaVac. Segundo a agência, faltam documentos que são “condição necessária para viabilizar a avaliação, a conclusão e a deliberação sobre a autorização de uso emergencial das vacinas”.Os levantamentos requisitados pela Anvisa dizem respeito à demografia, resultados do estudo por população de intenção de tratamento, descrição de desvios de protocolo, entre outros. Por meio de nota, o Instituto Butantan informou que atendeu prontamente ao pedido e “permanece fornecendo todos os documentos necessários”.  De acordo com o órgão, o prazo para autorização de uso da vacina não foi alterado.

O governador de São Paulo, João Doria, criticou indiretamente o pedido. Sem citar a requisição, ele escreveu em uma rede social: “É preciso senso de urgência da Anvisa p/ liberação da vacina do Butantan. Ritos da ciência devem ser respeitados, mas devemos lembrar que o Brasil perde cerca de mil vidas/dia para a covid-19. Com a liberação da Anvisa, milhões de vacinas que já estão prontas poderão salvar vidas”. Doria está envolvido em um embate político com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desde o início da pandemia. Nos últimos meses, a disputa tem como principal objeto de polêmica a campanha de vacinação contra o coronavírus. A vacina do Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, é fruto de uma parceria com uma empresa chinesa. Em julho, o presidente já alardeava críticas sem embasamento ao imunizante produzido na China, maior parceiro comercial do Brasil. No início de novembro, ele chegou a comemorar, como uma vitória pessoal, a suspensão dos testes da vacina, determinada temporariamente pela Anvisa por um efeito adverso. A morte de um voluntário, que foi relatada pelo Butantan, não tinha relação com a substância.

Saiba o que é o novo coronavírus

É uma vasta família de vírus que provocam enfermidades em humanos e também em animais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que tais vírus podem ocasionar, em humanos, infecções respiratórias como resfriados, entre eles a chamada “síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS)”. Também pode provocar afetações mais graves, como é o caso da Síndrome Respiratória Aguda Severa (SRAS). A covid-19, descoberta pela ciência mais recentemente, entre o final de 2019 e o início de 2020, é provocada pelo que se convencionou chamar de “novo coronavírus”. 

Como ajudar quem precisa?

A campanha “Vamos precisar de todo mundo” é uma ação de solidariedade articulada pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo. A plataforma foi criada para ajudar pessoas impactadas pela pandemia da covid-19. De acordo com os organizadores, o objetivo é dar visibilidade e fortalecer as iniciativas populares de cooperação.

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Estimular a criatividade e evitar vícios são formas de melhorar o desempenho cerebral

O cérebro é indiscutivelmente um dos órgãos mais importantes do corpo. Ele faz tudo, desde raciocinar e regular pensamentos e emoções até controlar a respiração e as habilidades motoras. É por isso que mantê-lo em ótima forma deve ser uma prioridade. Embora as mudanças no cérebro (e no resto do corpo) sejam inevitáveis ​​e totalmente normais à medida que você envelhece, certos hábitos podem ajudar a adiar o declínio cognitivo relacionado à idade e manter a demência sob controle.

1. Exercite-se

“Os exercícios têm um impacto enorme na saúde cerebral”, comenta Dean Sherzai, neurologista e codiretor do Programa de Prevenção de Alzheimer do Centro Médico da Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA). Eles ampliam a função cognitiva por meio de uma série de processos. “Uma maneira poderosa de fazer isso é pelo efeito nas funções vasculares (sistema circulatório). Exercitar-se pode aumentar o fluxo sanguíneo para o cérebro, reduzir a rigidez dos vasos sanguíneos e prevenir o acúmulo de placas de colesterol nos vasos que levam ao cérebro”.

“As atividades físicas ajudam exponencialmente a liberação de um fator de crescimento cerebral importante chamado BDNF –abreviação de Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro. Este neuroquímico ajuda no crescimento das conexões entre os neurônios, aumentando, portanto, o tamanho e a função do cérebro”, explica Sherzai. “O exercício regular também reduz a inflamação e os processos oxidativos”, conta o neurocientista. “A boa notícia é que você não precisa correr uma maratona para obter esses efeitos notáveis”, acrescenta. Apenas 150 minutos de atividade aeróbica de intensidade moderada por semana (como ciclismo, caminhada, natação ou zumba) são suficientes para colher os benefícios cerebrais da atividade física.

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A pandemia de Covid-19 aprofundou as desigualdades no sistema educacional brasileiro, no que se refere à infraestrutura sanitária e tecnológica. É o que revela análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), com base em dados do Censo Escolar de 2019 sobre escolas federais, estaduais, municipais e particulares. De acordo com a pesquisa, 27% das escolas dos ensinos fundamental e médio não possuem acesso à internet e 44% de todas as escolas não são atendidas por rede pública de esgoto.

O estudo, intitulado A Infraestrutura Sanitária e Tecnológica das escolas e a retomada das aulas em tempos de Covid-19, utiliza informações sobre matrículas, estabelecimentos e docentes do Censo Escolar 2019, produzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A análise da infraestrutura sanitária considera todas as escolas do país. Sob o aspecto tecnológico, o estudo abrange as institutições de ensinos fundamental e médio.

Das 134.153 escolas de ensinos fundamental e médio presentes em todo território nacional, 34 mil são apenas as que não têm internet. Os estados que apresentam o menor percentual de infraestrutura tecnológica são Acre (27%), Amazonas (31%), Maranhão (36%) e Pará (38%). Já os locais que oferecem maior número de escolas com internet são o Distrito Federal (98%) e Mato Grosso do Sul (98%), seguidos dos estados de Goiás (97%), Rio Grande do Sul (97%) e Santa Catarina (97%).

“Municípios mais pobres, com crianças de baixa renda, têm escolas com menos recursos”, resume o economista Luís Cláudio Kubota, autor do estudo. De acordo com o pesquisador, a paralisia das atividades escolares, provocada pela pandemia do novo coronavírus, evidencia e aprofunda o desequilíbrio social.

Além da precariedade tecnológica das escolas, o estudo mostra que os alunos com menor acesso à internet e a dispositivos, ou aqueles cujos responsáveis têm menor escolaridade e menor disponibilidade para acompanhar as atividades de ensino remotas, são os mais prejudicados. Essas desigualdades não serão resolvidas com o retorno às aulas, uma vez que os protocolos de prevenção preveem o rodízio de alunos, com parte assistindo às aulas presencialmente e parte remotamente. Outro dado preocupante, revelado pelo Censo Escolar de 2019, é que 44% das escolas não são atendidas por rede de água e esgoto e 22,4% não contam nem mesmo com fossas sépticas.

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Administração descentralizada do SUS pode ser positiva e negativa, defende especialista em sistemas de saúde Foto: Agência Brasil
Administração descentralizada do SUS pode ser positiva e negativa, defende especialista em sistemas de saúde Foto: Agência Brasil

Um país que não consegue garantir bons serviços de saúde à sua população precisa repensar suas prioridades.

Esse é um dos lemas que guia a carreira do médico Rifat Atun, professor de Sistemas Globais de Saúde da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Atun se interessou pelo tema ainda quando estava na faculdade de medicina. Depois de formado, o especialista teve a oportunidade de estudar de perto o modelo de saúde implementado no Reino Unido. “Foi um período de grandes reformas e achei muito interessante observar como isso mudou a situação das pessoas por lá”, relembra. Na bagagem, Atun traz a experiência de ter trabalhado em vários cantos do mundo. “Comecei na América Latina, onde lidei com os sistemas de saúde de Chile, Brasil, Bolívia e México”, conta. Ele também passou pelos países que compunham o ex-bloco soviético e prestou serviços na África, no Sudeste Asiático e no Oriente Médio. Nesta entrevista à BBC News Brasil, Atun faz uma análise sobre a importância da cobertura universal de saúde, com destaque para o modelo brasileiro representado pelo Sistema Único de Saúde, o SUS. O professor também analisa como a pandemia de covid-19 modificou a forma como os países enxergam e estruturam seus próprios sistemas de saúde.

BBC News Brasil – Por que é importante que um país tenha um sistema de saúde?

Rifat Atun – Esse é um setor crítico para qualquer nação. Isso fica fácil de ver agora, durante a pandemia, quando estamos diante das consequências de um sistema de saúde fraco e mal estruturado, com o alto número de mortes por causa da covid-19. O sistema de saúde bem estruturado não é luxo. É algo que todos os países precisam necessariamente ter.

BBC News Brasil – Mas o que define um sistema de saúde na sua essência?

Atun – Quando falamos em sistemas de saúde, podemos pensar na forma como ele é organizado, governado e financiado. Como os recursos chegam até a ponta e garantem bons profissionais, medicamentos e equipamentos? Na sequência, é preciso responder como toda a estrutura é utilizada pela população e quais são os efeitos disso em termos de saúde pública. É muito importante que os sistemas de saúde sejam efetivos, eficientes, igualitários e atinjam seus objetivos. A principal meta, claro, é sempre melhorar a saúde da população.

BBC News Brasil – Um bom sistema de saúde precisa necessariamente ser público? Como você avalia a interação entre serviços públicos e privados?

Atun – Esse é um tópico muito debatido e que tem muitos aspectos. Se considerarmos o financiamento do sistema, ele pode vir de fontes públicas, privadas ou das duas ao mesmo tempo. Em países europeus, esse modelo é muito comum. Nos EUA, cerca de metade do financiamento vem de fontes públicas, que pagam por programas como o Medicaid e o Medicare. O restante é privado ou pago diretamente pelos próprios contribuintes. Uma outra possibilidade recorrente é quando governos compram ou contratam serviços de saúde de empresas privadas. Mas volto a repetir: independentemente do modelo, o mais importante é que o sistema de saúde seja eficiente, efetivo, igualitário e responda às necessidades locais. Se é público ou privado? No fim das contas, o que vale é a qualidade dos serviços prestados e o acesso que as pessoas têm a eles.

BBC News Brasil – Dentro de tantos modelos adotados por diferentes países, tem algum que você considera o ideal ou o melhor?

Atun – Isso depende dos objetivos de cada sistema e quais as necessidades dos cidadãos. Tipicamente, considero ideais os sistemas que atingem a cobertura universal de saúde e são igualitários, no sentido de oferecerem um serviço de qualidade a todos. Há muitos países europeus que conquistaram isso. Encontramos bons exemplos também entre as nações asiáticas, como o Japão, a Coreia do Sul e a Malásia. Outros com sistemas de saúde bem estruturados são a Austrália, a Nova Zelândia e a Turquia.

Rifat Atun é professor da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e já trabalhou com sistemas de saúde na América Latina, na Europa, na África, no Oriente Médio e no Sudeste Asiático Foto: DIVULGAÇÃO/ARQUIVO PESSOAL
Rifat Atun é professor da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e já trabalhou com sistemas de saúde na América Latina, na Europa, na África, no Oriente Médio e no Sudeste Asiático Foto: DIVULGAÇÃO/ARQUIVO PESSOAL

BBC News Brasil – É possível copiar esses bons exemplos em outros países? Ou é necessário sempre adaptá-los às realidades locais?

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mãos de pessoas reunidas levantadas para o alto
´Nem todo mundo tem a percepção de que o problema é que ele vai ser o transmissor para o pai dele´, diz epidemiologista

Às vésperas das comemorações de ano novo e no auge da temporada de turismo, epidemiologistas alertam para os riscos de pessoas participarem de aglomerações e aumentarem a transmissão do vírus. O impacto, explicam os médicos, começa no local da festa e depois coloca em risco familiares, colegas de trabalho e outras pessoas do convívio social que não necessariamente participaram de comemorações.

Oportunidade para aglomerar não tem faltado: São Paulo, Rio de Janeiro e destinos turísticos como Trancoso e Caraíva, na Bahia, são alguns dos vários locais onde festas irregulares (com aglomeração e sem uso de máscara) vêm sendo registradas, às vezes interrompidas por bombeiros ou pela Polícia Militar.”Nem todo mundo tem a percepção de que o problema é que ele vai ser o transmissor para o pai dele ou que vai passar doença para o amigo, que vai passar para o pai. As pessoas não têm percepção de quanto fazem parte dessa cadeia”, diz o epidemiologista Márcio Bittencourt.Pesquisador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, ele diz que quem vai participar de festas deve entender que “existe chance, que não é pequena, de isso se tornar uma complicação para o pai de algum deles, mãe de algum deles, talvez para a avó”.

bbc

Não serão apenas os flagrantes de descumprimento das normas sanitárias que estarão sujeitos a penalizações na virada do ano. O secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, afirmou, nesta quarta-feira (30), que imagens de festas postadas nas redes sociais serão utilizadas para responsabilização a posteriori. As multas pelo descumprimento das determinações governamentais vão de R$ 1.000 a R$ 100.000.
“Aqueles que descumprirem as regras básicas serão autuados, vão responder criminalmente. Os proprietários das casas onde houver festas serão responsabilizados, inclusive a posteriori. Nem sempre o Estado vai conseguir chegar na primeira hora, mas vamos levantar fotos, o que vai sair nas redes sociais. E as multas serão aplicadas, independente da responsabilização criminal”, pontuou, lembrando os artigos do Código Penal que versam sobre crimes contra a saúde pública, nos artigos 268 e 330. Eurico elogiou as prefeituras das cidades litorâneas pelas medidas de restrições já tomadas, mas acrescentou que existem informações de que condomínios fechados em Aldeia (Camaragibe) estão programando festas. “Estamos sabendo que estão tentando fazer festas naquela área. Estaremos em todas as regiões, como também em Gravatá, Caruaru e Petrolina, que também organizam grandes eventos”. O secretário também conclamou a sociedade para fazer a sua parte, incluindo denunciar as irregularidades observadas. Existem três canais de comunicação disponíveis por telefone: 190 (Polícia Militar). 0800 282 1512 (Procon) e 3181 7000 (Núcleo de Controle da Covid). “É uma situação que exige consciência e responsabilidade de todos nós”, explicou, ao enfatizar que o Estado não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
CONSCIENTIZAÇÃO
O secretário estadual de Saúde, André Longo, foi na mesma linha da conscientização da sociedade para deter o avanço do vírus. Ele advertiu que quanto mais a população fizer sua parte hoje, menos casos serão acrescentados às estatísticas no início de 2021.
“A pandemia, infelizmente, não acabou. Precisamos contar com a atitude de cada um para superá-la. O maior bem que podemos oferecer às pessoas que amamos é a vida e elas estarão seguras se todos nos tornarmos agentes de proteção e não de contaminação”. 
dp

Diante da trágica e surpreendente realidade de uma doença desconhecida, travou-se em todo o mundo uma desesperada batalha: vírus versus vida. Médicos e enfermeiros passaram a viver dia e noite em hospitais e UTIs juntamente com os doentes

Crédito: MICHAEL DANTAS

EXAUSTÃO A luta nos hospitais para salvar vidas e um médico consolando o colega (abaixo): rotina na linha de frente (Crédito: MICHAEL DANTAS)

Por maior que seja o número de profissionais da área de saúde em todo o mundo, foram eles insuficientes diante da avalanche de pacientes de Covid-19. Vale, para tais profissionais, a célebre frase de Winston Churchill em relação aos combatentes britânicos na Segunda Guerra Mundial: “nunca tantos deveram tanto a tão poucos”. Assim, podemos dizer que nunca tantos doentes deveram tanto a tão poucos homens e mulheres de jalecos brancos, azuis ou verdes, de mácaras brancas ou azuis ou verdes, de luvas brancas ou azuis ou verdes, de anteparos transparentes e pesadas roupas hermeticamente fechadas. Trata-se também de uma guerra, porque não há outro nome que possa ser empregado para aquilo que todos que atuam nesse campo vêm travando contra o novo coronavírus. Ao longo de 2020, esses batalhadores estiveram na linha de frente, vivendo momentos dramáticos, muitas vezes fazendo o papel de curador e curadora, cuidador e cuidadora, pai e mãe, irmão e irmã, amigo e amiga, marido e mulher. Aplaudem o doente que sara, mas nunca a si próprios; seguram nas mãos dos agonizantes porque quem parte de Covid não pode se despedir de ninguém devido à transmissão da infecção. Esses soldados das UTIs reescreveram suas vidas no ano que agora acaba.

O primeiro caso no País deu-se em fevereiro, quando se confirmou a presença do vírus no organismo de um homem que retornara da Itália. Além de lutarem contra a enfermidade, os atores da saúde tiveram de enfrentar no País e nos EUA governantes que promoveram a desinformação. No Brasil, vendo tanto desprezo pelas vidas que tentavam ou conseguiam salvar, por iniciativa dos médicos saiu das UTIs para a Corte de Haia, em julho, uma denúncia contra Jair Bolsonaro. Enquanto médicas e médicos morriam (cerca de 450 no País até meados de dezembro), sete secretários estaduais de Saúde foram presos ou processados por desvio de verba destinada ao combate da doença. Assim se explica o fato de três mil respiradores, do total de sete mil comprados em todo o território nacional, jamais terem chegado ao destino.

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                                      Imagens mostram balada clandestina em Cosmópolis — Foto: Reprodução/EPTV

Imagens mostram balada clandestina em Cosmópolis — Foto: Reprodução/EPTV

Ele aponta que a falta de autocontrole e do exercício da paciência está colocando pessoas em risco e contribuindo para hospitalizações e mortes.

Souza, que é pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e apresentador do podcast de divulgação científica “Naruhodo”, afirma que o comportamento não aparece unicamente ente os jovens. “Aparece em todas as pessoas”, disse. “Os jovens são menos aptos a pensar no futuro longínquo do que no prazer imediato”, afirmou. “Para eles, é mais difícil associar ação com resultado.”(A participação de Souza no podcast começa aos 13 minutos e 15 segundos do episódio. Ouça abaixo)

Próximo x distante

Souza explica que autocontrole é a capacidade de esperar para ter um ganho maior no futuro frente a um ganho menor imediato. “É, basicamente, a capacidade de você esperar”, afirma. O doutor em psicologia lembra que a falta de autocontrole ocorre quando a pessoa é muito mais motivada pelo ganho próximo do que por um ganho distante. No caso dos jovens, ele aponta que para muitos deles a “proximidade” está nos stories dos amigos nas baladas, em contraponto à distância dos relatos dos casos ou das notícias de pessoas que adoecem. Ele dá um exemplo do tipo de pensamento que passa pela cabeça dos mais jovens:”Eu não acho que, por exemplo, a minha vó vai ficar doente por minha causa, porque eu tomei uma cerveja no final de semana passado, porque eu tenho muita dificuldade de associar a minha ação com o resultado. Isso acontece com todas as pessoas, porém nos adolescentes isso é mais forte”.

Sem possibilidade de escolha

Ao analisar que o desgaste não atinge somente os jovens, Souza lembra que o “cansaço” não é necessariamente em relação ao isolamento, mas ao fato de não poder escolher. “Essa falta de controle (pode escolher sair ou não) sobre o que está distante da gente gera muita insegurança. Isso aumenta o estresse das atividades cotidianas, além da mudança da rotina, e pode gerar esse tipo de estafa, e aí a pessoa simplesmente esquece, desiste, desencana e foca nas questões próximas, e aí são os prazeres que acabam incorrendo no risco de várias outras pessoas“, analisa Souza.

Polícia é chamada para acabar com pelo menos duas festas clandestinas no fim de semana
Polícia é chamada para acabar com pelo menos duas festas clandestinas no fim de semana
 (Foto: AFP)
Foto: AFP
O Ministério da Saúde (MS) confirmou hoje (10) o primeiro caso de reinfecção por Covid-19. Segundo a pasta, a reinfecção ocorreu em uma profissional da área de saúde, de 37 anos, residente em Natal. Ela teve a doença em junho, se curou e teve o resultado positivo novamente diagnosticado em outubro, 116 dias após o primeiro diagnóstico. Em nota, o MS disse que recebeu, no último dia 9, um relatório do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo da Fiocruz/RJ, referência nacional para a Covid-19 no Brasil, com os resultados laboratoriais de duas amostras clínicas de, até então, um caso suspeito de reinfecção da doença pelo coronavírus.Após análise das duas amostras enviadas ao laboratório houve a confirmação dos resultados via metodologia de RT-PCR em tempo real.“As análises realizadas permitem confirmar a reinfecção pelo vírus SARS-CoV-2, após sequenciamento do genoma completo viral que identificou duas linhagens distintas”, disse o MS por meio de nota.
O ministério disse ainda que o resultado reforça a necessidade da adoção do uso contínuo de máscaras, higienização constante das mãos e o uso de álcool em gel.

São José do Egito registra 15 pacientes curados nas últimas 24hs. Já são 896 pessoas livres da covid-19 em nosso município. Nessa terça-feira, nossas unidades de saúde realizaram 33 testes para detecção do novo coronavírus, desde o início da pandemia já foram feitos 3.625 exames desse tipo. Tivemos a confirmação de 10 novos casos da doença. Nesse momento, 53 pessoas que testaram positivo para o vírus estão cumprindo isolamento domiciliar. Na UPA/COVID, temos 4 pacientes internados na UTI. Todos os infectados seguem acompanhados de perto pelos nossos profissionais de saúde.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta quarta (02), foram registrados 8 casos para covid – 19 no município. Desses, 5 já estavam em investigação. São 5 pacientes do sexo feminino, com idades entre 34 e 70 anos; e 3 pacientes do sexo masculino, com idades entre 21 e 84 anos. Entre as mulheres: uma aposentada, uma servidora pública, uma professora, uma dona de casa e uma de profissão não informada. Já entre os homens: dois aposentados e um porteiro.Hoje, 37 pacientes apresentaram resultados negativos para covid – 19 no município. Entram em investigação os casos de 21 mulheres, com idades entre 4 e 85 anos; e  14 homens, com idades entre 8 e 75 anos. O boletim também informa um óbito de uma paciente do sexo feminino, 70 anos, aposentada, que apresentava comorbidades. A paciente apresentou complicações após infecção pela covid – 19 e veio a óbito no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada. Hoje, 19 pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e epidemiológica. O município atingiu a marca de 1.460 pessoas (96,11%) recuperadas para covid – 19. Atualmente, 39 casos estão ativos na cidade. Afogados atingiu a marca de 7.608 pessoas testadas para covid – 19, o que representa 20,41 % da população testada.   Casos leves x SRAG/covid- 19: Leves (1459 casos), 96,05% Graves (60 casos), 3,95%.

COMUNICADO IMPORTANTE: Os resultados dos exames são enviados ao município pela secretaria estadual de saúde. Ultimamente, os resultados estão demorando além do prazo normal (72h). Existem casos com atraso de mais de 15 dias.  Assim, informamos que as pessoas que aguardam resultados há mais de 10 dias a partir da data de coleta do exame, favor procurar a Unidade de Campanha para reavaliação clínica e epidemiológica.

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