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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Governo austríaco anunciou que, se ocupação de leitos de UTI com pacientes covid-19 atingir nível crítico, pessoas não imunizadas poderão sair de casa apenas em casos excepcionais, como compras essenciais e trabalho.O governo da Áustria anunciou nesta sexta-feira (22/10) que vai fechar ainda mais o cerco aos não vacinados contra a covid-19, impondo, inclusive, lockdown aos que se recusarem a se imunizar

Na Áustria, 17% da população ainda não pretende se vacinar
Na Áustria, 17% da população ainda não pretende se vacinar

De acordo com as novas regras, se mais de 600 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) forem ocupados por pacientes com covid-19 (33% do total disponível), os não imunizados poderão sair de casa apenas em casos excepcionais, como para fazer compras essenciais ou ir trabalhar. Não estão incluídas na regra pessoas que não podem se vacinar, como menores de 12 anos, para as quais não há uma vacina aprovada. Está gostando da notícia? Fique por dentro das principais notícias”Estamos prestes a cair em uma pandemia de não vacinados”, disse o chanceler federal austríaco, Alexander Schallenberg. Atualmente, 220 leitos de UTI estão ocupados com pacientes covid-19 na Áustria, o equivalente a aproximadamente 11% do total. No país, cerca de 61,5% da população está completamente imunizada contra a doença, de acordo com a plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford. No entanto, uma pesquisa recente do Austrian Corona Panel Project (ACPP), da Universidade de Viena, mostrou que 17% dos austríacos ainda não pretende se vacinar contra a covid-19 e 8% estão hesitantes.

Peso nos ombros dos não vacinados

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Taxa de 0,60 coloca o país dentro do nível de declínio da pandemia, mostra o dado da Imperial College
Reprodução/ CNM

Taxa de 0,60 coloca o país dentro do nível de declínio da pandemia, mostra o dado da Imperial College
A taxa de transmissão (Rt) do coronavírus no Brasil caiu para 0,60, menor índice desde abril de 2020, quando estava em 0,68. A informação é do levantamento do Imperial College de Londres, atualizado nesta terça-feira. O índice reverte a tendência de alta observada há duas semanas, quando chegou a 1,04, o mais alto desde 22 de junho. O Rt atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 60 pessoas. Quando está abaixo de 1, a taxa de contágio indica que a propagação do vírus está em declínio.Dentro da margem de erro calculada pela universidade britânica, o índice brasileiro atual pode variar de 0,24 a 0,79. A taxa de transmissão é uma das principais referências para se acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. No entanto, especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhá-la por um período prolongado de tempo para avaliar cenários e tendências, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus. Por ser uma média nacional, o Rt também não indica que a doença esteja avançando ou retrocedendo da mesma forma nas diversas cidades, estados e regiões do Brasil. Além disso, a universidade britânica afirma que a precisão das projeções varia de acordo com a qualidade da vigilância e dos relatórios de cada país.

O Imperial College também projeta que o Brasil deve registrar 1.600 mortes pela Covid-19 nesta semana, uma redução em relação à anterior, quando foram contabilizados 1.636.

Transmissão pelo mundo

Segundo o levantamento da universidade britânica, o mundo registrou, até a última segunda-feira, mais de 237 milhões de casos de Covid-19, e mais de 4,84 milhões de óbitos. As maiores taxas de transmissão da semana estimadas pelo Imperial College foram na Romênia (Rt 1,48), Singapura (Rt 1,42) e República Tcheca (Rt 1,38).Já as menores taxas de transmissão da Covid-19 estimadas foram em Santa Lúcia (Rt 0,48), Argentina (Rt 0,49) e Suécia (Rt 0,49). Nos países da América do Sul, os maiores índices foram identificados no Chile (Rt 0,89), Venezuela (Rt 0,84) e Bolívia (Rt 0,77).

saude.ig

MPF

Foto: Market Watch (Reprodução)

O Ministério Público Federal abriu inquérito para investigar a postura do Conselho Federal de Medicina (CMF) sobre a utilização do chamado “Kit Covid” em pacientes acometidos pela doença causada pelo coronavírus. Uma ação contra instituição está no radar dos procuradores.A partir de uma representação do cardiologista Bruno Caramelli, professor da USP, o procedimento foi instaurado pelo MPF. Será investigado se Conselho apoiou “o uso indiscriminado do tratamento precoce com medicamentos sem nenhuma evidência científica sobre seus benefícios”. A Procuradoria da República em São Paulo destacou que, “com base em informações preliminares, os autos em tela possuem diversos argumentos indicativos de uma atuação possivelmente irregular do CFM”.Representado pela advogada Cecilia Mello, o médico denunciante aponta que, a inexistência de um posicionamento firme do CFM contra o uso de medicamentos “impulsiona um abrandamento das medidas efetivas de combate à pandemia”, como o distanciamento social e máscara, pois, a ausência de um posicionamento do Conselho induz a população a acreditar que há tratamento para além das vacinas.Por fim, a representação contra o CFM também afirma que o Ministério da Saúde já alegou ter usado parecer pró-kit Covid do CFM para embasar nota informativa da pasta sobre tratamento precoce.

revistaforum

Proposta prevê aumento em 1% nos repasses de tributos da União para as cidades por meio do Fundo de Participações dos Municípios (FPM)

Plenário da CâmaraCleia Viana/Câmara dos Deputados

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (6/10), por 456 votos a 3, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n° 391/17, que aumenta repasses ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).A matéria vai a promulgação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e passará a valer a partir de 2022.A proposta, relatada pelo deputado Júlio Cesar (PSD-PI), prevê aumento em 1% nos repasses do imposto de renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da União para as cidades. De acordo com o texto, a transferência será feita nos primeiros dez dias de setembro de cada ano. Atualmente, de 49% da arrecadação total do imposto de renda e do IPI, 22,5 pontos percentuais ficam com as cidades por meio do FPM. Com a proposta, passam a ser 23,5 pontos percentuais, aumentando o repasse global de 49% para 50% da arrecadação. O projeto foi aprovado no Senado em dezembro de 2017 e, em primeiro turno, na Câmara em dezembro de 2019 — ou seja, há cerca de dois anos. Desde a Constituição Federal de 1988, os repasses foram aumentados duas vezes em 1 ponto percentual: em 2007 e em 2014.

metropoles

Prevent Senior está sendo investigada de ter cometido crimes

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deu 10 dias, contados a partir desta segunda-feira, 27, para a Prevent Senior apresentar sua defesa sobre as acusações que vem recebendo de não ter informado aos pacientes que eles estariam recebendo os medicamentos do chamado “kit covid”. Segundo a ANS, no curso das apurações relacionadas a denúncias contra a operadora de planos de saúde, foram verificados elementos que contradizem a versão inicial apresentada. “Dessa forma, foram constatados indícios de infração para a conduta de ‘Deixar de comunicar aos beneficiários as informações estabelecidas em lei ou pela ANS’, tipificada no art. 74 da Resolução Normativa nº 124 de 2006”, disse a agência. A Jovem Pan procurou a operadora, mas ainda não obteve retorno. A ANS também informou nesta terça-feira, 28, que segue com as análises de documentos a respeito das denúncias sobre cerceamento ao exercício da atividade médica aos prestadores vinculados à rede própria da operadora. Em depoimento nesta tarde à CPI da Covid-19, a advogada Bruna Morato, que defende 12 médicos e ex-médicos da Prevent Senior que elaboraram um dossiê com denúncias sobre as práticas da empresa, afirmou que os médicos da empresa não tinham autonomia para trabalhar e eram punidos por não recomendarem medicamentos sem eficácia comprovada para o tratamento da doença. A depoente também disse que Anthony Wang e Regina Hang, mãe do empresário bolsonarista Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, foram submetidos ao uso destes remédios. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, porém, Hang, que irá depor nesta quarta-feira, 29, afirma que sua mãe poderia ter sido salva se tivesse utilizado o “kit-Covid”.

A pesquisa aponta ainda que a lambda, variante detectada pela primeira vez no Peru, é a que mais reduz a capacidade neutralizante dos anticorpos gerados pela CoronaVac - Fabrício Costa/Estadão Conteúdo

Com o avanço da vacinação contra Covid-19 em boa parte do mundo, a redução dos números de novos casos de infecção e morte pela doença sinalizam um quadro mais favorável para a retomada da atividade econômica. Mas o ritmo desigual da imunização em algumas regiões, com atrasos maiores em países mais pobres, é motivo de preocupação tanto para o controle da pandemia, com o temor do surgimento de novas variantes do coronavírus, como também para a recuperação da economia global, que depende da circulação de navios e aviões por diferentes partes do mundo. Neste episódio do E Tem Mais, Roberta Russo apresenta um panorama dos atrasos da vacinação contra Covid-19 em algumas partes do mundo, em especial em países africanos. Para descrever os efeitos da imunização para o combate à pandemia e os rumos da economia, participam deste episódio o epidemiologista Paulo Lotufo, professor da USP, o economista Paulo Dutra, da Faap, e o infectologista Julival Ribeiro, da Sociedade Brasileira de Infectologia.

cnnbrasil

Brasil soma 594.443 mortes e 21.351.972 casos de Covid-19; 40% da população está completamente vacinadaBrasil soma 594.443 mortes e 21.351.972 casos de Covid-19; 40% da população está completamente vacinadaPrefeitura de Jundiaí

O Brasil registrou 243 mortes e 8.668 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo atualização do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), realizada neste domingo (26).Com os números, o país chega a 594.443 óbitos e 21.351.972 casos. Foram 527 mortes e 16.027 casos em média nos últimos sete dias, segundo o cálculo de média móvel.O Acre não registrou mortes e casos nas últimas 24 horas. Não foram coletados dados do Ceará e do Mato Grosso do Sul por falha no acesso às bases de dados dos estados.De acordo com o presidente do Conasems (Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde), Wilames Freire, a vacinação acelerou e está se tornando igualitária, mas a pandemia ainda está fora de controle. O país alcançou 40% de totalmente vacinados na última sexta-feira (24).“40% da população é um número expressivo pelo tamanho de nosso país, mas não podemos esquecer que ainda estamos com uma taxa de letalidade alta de Covid-19. A pandemia não está sob controle, haja vista que estamos ainda com uma mobilidade de 600 óbitos por dia”.O aumento de circulação da variante Delta pelo país é um dos fatores que não permitem o controle da pandemia no Brasil. Menos de um mês após se tornar predominante no Rio de Janeiro, a variante identificada primeiro na Índia já representa 100% das amostras analisadas no estado em setembro. Dados da Secretaria Estadual de Saúde mostram que os 45 sequenciamentos realizados entre os dias 1º e 10 desse mês, todos da região metropolitana, identificaram a Delta.
cnnbrasil

Mais cedo, o presidente Bolsonaro informou que um teste realizado por ele neste domingo havia dado negativo

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou nas redes sociais que foi diagnosticado com Covid-19 neste domingo, tornando-se o quarto integrante de comitiva que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro para a Assembleia-Geral da ONU a reportar a doença.Também tiveram resultados positivos o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, e um diplomata.Guimarães informou ainda que está em quarentena desde que chegou vindo de Nova York, na quarta-feira, sem sintomas e que havia tomado as duas doses de vacina.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães.
O presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil – 5/8/2019 / Estadão Conteúdo

Mais cedo, o presidente Bolsonaro informou que um teste realizado por ele neste domingo havia dado negativo.O ministro da Saúde teve diagnóstico de Covid-19 ainda em Nova York, antes de embarcar de volta para o Brasil, e permanece em quarentena nos Estados Unidos. Bolsonaro e os demais integrantes da comitiva foram orientados a permanecer em isolamento quando chegaram ao Brasil e realizar um novo teste até este domingo para verificar se tinham contraído a doença devido ao contato com Queiroga.

terra

Ministro da Saúde é o segundo caso confirmado da comitiva de Bolsonaro em NY

Ministro Marcelo Queiroga fala suspensao da vacina da Pfizer para adolescentes em coletiva de imprensa no ministério da saúde 4Igo Estrela/Metrópoles

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, está com Covid. É o segundo caso de infecção pela doença na comitiva de Jair Bolsonaro em Nova York, que viajou para a Assembleia Geral da ONU. Em discurso na abertura do evento na ONU nesta terça-feira (21/9), o presidente voltou a defender medicamentos ineficazes contra a Covid. Às vésperas da viagem, na semana passada, Queiroga foi criticado por suspender a vacinação de adolescentes contra a Covid. O ministro declarou que mudou a orientação do Ministério após uma conversa com Bolsonaro. Nesta terça-feira (21/9), o ministro Ricardo Lewandowski determinou que estados e municípios podem decidir sobre a imunização desse público.

metropole

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira que cabe a Estados e municípios decidir se vão promover a vacinação de adolescentes maiores de 12 anos contra covid-19

17/09/2021 REUTERS/Ricardo Moraes
17/09/2021 REUTERS/Ricardo Moraes

Foto: Reuters

A decisão de Lewandowski atendeu a pedido do PSB que contestava a posição do Ministério da Saúde que, ao restringir posicionamento anterior, recomendava a imunização apenas de jovens dos 12 aos 17 anos com comorbidades.

A posição da pasta, defendida pelo ministro Marcelo Queiroga, foi fortemente criticada pela comunidade médica e pelos Estados. O ministro do STF citou uma série de posições de entidades e órgãos que recomendam manter a vacinação para todos os jovens acima de 12 anos e que a decisão do ministério “não encontra amparo em evidências acadêmicas, nem em análises estratégicas” realizadas internacionalmente. Segundo Lewandowski, a adequação do Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra covid-19 às realidades locais poderá ser feita desde que seja dada publicidade às suas decisões e acompanhadas de dados científicos e avaliações estratégicas. “Em face do exposto, com fundamento nas razões acima explicitadas, defiro em parte a cautelar, ad referendum do Plenário do Supremo Tribunal Federal, para assentar que se insere na competência dos Estados, Distrito Federal e municípios a decisão de promover a imunização de adolescentes maiores de 12 anos, consideradas as situações concretas que vierem a enfrentar, sempre sob sua exclusiva responsabilidade, e desde que observadas as cautelas e recomendações dos fabricantes das vacinas, da Anvisa e das autoridades médicas”, determinou.
terra

Pandemia

A Paraíba contabilizou, nas últimas 24 horas, 26 novos casos de Covid-19, todos moderados ou graves. Em virtude da nova atualização do e-SUS Notifica e inconsistência de dados, o boletim diário foi produzido sem informações dos casos leves. Agora, a Paraíba totaliza 436.629 casos confirmados da doença. O número de óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus saltou de 9.246 para 9.250 entre essa segunda-feira (13) e esta terça-feira (14). Trinta mortes ainda estão sob investigação. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Até o momento, 1.178.376 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados na Paraíba.

Resumo | Últimas 24h na Paraíba

Confirmados: 436.629 (eram: 436.603)
Descartados: 483.045 (eram: 483.024)

Dentre os casos confirmados:

Internados: 194 (eram: 185)
Isolados em casa: 101.030 (eram: 101.037 – estimativa)
Recuperados: 326.155 (eram: 326.135)
Mortos: 9.250 (eram: 9.246)

Mortos

Dos quatro óbitos confirmados nesta terça-feira (14) pela SES, dois ocorreram nas últimas 24 horas. As vítimas são dois homens e duas mulheres, com idades entre 57 e 83 anos. Diabetes foi a comorbidade mais frequente. Até este domingo, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19.

Cidades

Dois municípios concentram 18 novos casos, o que corresponde a 69,23% dos casos registrados nesta terça-feira (14). São eles: Campina Grande, com 10 novos casos, totalizando 44.306 e João Pessoa, com oito novos casos, totalizando 104.834.

Ocupação de leitos

A ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, pediátrico e obstétrico em todo o estado é de 19%. Se for feito um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa (RMJP), 18% estão ocupados. Em Campina Grande, estão ocupados 20% de leitos de UTI adulto e, no Sertão, 30%.

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O governo do Reino Unido aprovou nesta terça-feira (14) a aplicação da dose de reforço de vacinas anti-Covid em pessoas com mais de 50 anos.

Pedestres caminham do lado de fora de centro de vacinação anti-Covid em Londres, Reino Unido
Pedestres caminham do lado de fora de centro de vacinação anti-Covid em Londres, Reino Unido

Foto: EPA / Ansa – Brasil

Para o reforço, o Reino Unido usará preferencialmente a vacina da Biontech/Pfizer, mas também autorizou a da Moderna, com intervalo mínimo de seis meses entre a segunda e a terceira dose. Ambas são fórmulas baseadas no RNA mensageiro (mRNA), uma sequência genética sintética que estimula a produção da proteína spike – espécie de coroa de espinhos do coronavírus Sars-CoV-2 – pelas células humanas, gerando resposta imune. O cronograma da vacina de reforço começará pelos mais idosos, mas também incluirá pessoas entre 16 e 49 anos com comorbidades e trabalhadores da saúde e de asilos, além de indivíduos que convivem com imunossuprimidos. Segundo Van-Tam, a vacinação já evitou 112 mil mortes e 24 milhões de casos de Covid no Reino Unido, mas ele advertiu que a pandemia ainda não acabou e que pode haver fases “acidentadas” no próximo inverno europeu. Diversos países do mundo, como EUA, Brasil, Chile e os da União Europeia, já começaram a aplicar a terceira dose de vacinas anti-Covid, apesar da escassez de imunizantes em nível global. Na África, por exemplo, apenas 3,7% da população está totalmente vacinada. “Como responsáveis por um serviço sanitário nacional, estamos fortemente convencidos da necessidade de garantir vacinas a todo o mundo, mas, ao mesmo tempo, temos o dever de fazer o que for melhor para o Reino Unido”, justificou Van-Tam.

terra

Mesmo tendo conseguido avançar em sua campanha de vacinação e reduzir os casos e mortes por Covid-19, o Brasil leva adiante a campanha de imunização em um cenário em que as dificuldades de planejamento e a perda de controle pelo Ministério da Saúde levantam dúvidas sobre a capacidade do país de controlar a pandemia, especialmente com o avanço da mais transmissível variante Delta.

Fila de pessoas para vacinação contra Covid-19 em Ouro Branco 19/07/2021 REUTERS/Washington Alves
Fila de pessoas para vacinação contra Covid-19 em Ouro Branco 19/07/2021 REUTERS/Washington Alves Foto: Reuters

    O Programa Nacional de Imunização (PNI) está sem comando desde junho, quando a então coordenadora Franciele Francinato deixou o cargo criticando a politização que se fez no país sobre as vacinas. Desde então, governos estaduais têm tomado decisões individualmente e sem o aval do ministério, como iniciar a vacinação de adolescentes e reduzir o intervalo de doses, colocando em risco a meta nacional de vacinar todos os adultos com as duas doses até o final de outubro.

 “O PNI sem coordenação precisa ser resolvido urgente. Essa situação demonstra enfraquecimento do governo. O único responsável pelo que está acontecendo com o PNI é o próprio governo federal. Nesse momento, o ministro precisa fazer um freio de arrumação, fazer com que o PNI cumpra seu papel”, disse à Reuters a epidemiologista Ethel Maciel. O risco principal no momento diz respeito à conclusão do esquema vacinal, uma vez que apenas 33% da população tomou as duas doses ou vacina de dose única. A segunda dose se tornou especialmente importante mediante o avanço da variante Delta, originada na Índia e que é mais resistente aos imunizantes.

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 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Os medicamentos usados para a intubação de pacientes com Covid-19 continuarão com autorização emergencial até 13 de novembro. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prorrogou por 60 dias a resolução que permite a fabricação das substâncias por meio de notificação, com análise posterior do registro pela diretoria do órgão. Em nota, a Anvisa informou que a expansão da variante delta do novo coronavírus, que pode tornar-se a variante dominante nos próximos meses no país, justificou a prorrogação. Segundo o comunicado, o órgão decidiu agir preventivamente para evitar a falta dos medicamentos que estão no chamado kit intubação numa eventual terceira onda de casos.“O cenário epidemiológico dos próximos meses é incerto, sendo preciso antecipar as medidas regulatórias necessárias ao seu enfrentamento”, argumentou o diretor da Anvisa relator da resolução, Alex Campos. A medida vale para anestésicos, sedativos, bloqueadores neuromusculares e outros medicamentos hospitalares usados para manutenção da vida de pacientes. Com a autorização simplificada, as substâncias podem ser imediatamente fabricadas e prontamente fornecidas aos hospitais e clínicas de todo o Brasil. O prazo acabaria em 14 de setembro. Desde março, os medicamentos do kit intubação seguem o modelo simplificado de produção e de distribuição. A resolução foi prorrogada duas vezes, uma em maio e outra em julho.
diariodepernambuco

  Um professor do ensino fundamental não vacinado e infectado com a variante Delta, altamente contagiosa, propagou o vírus para a metade dos alunos na sala de aula, desencadeando um surto que acabou infectando 26 pessoas, segundo novo levantamento do CDC – Centros de Prevenção e Controle de Doenças. O estudo bastante detalhado, divulgado num momento em que as instituições de ensino em todo o país foram reabertas, deve intensificar o debate sobre a vacinação nas escolas. Uma série de distritos escolares, incluindo a cidade de Nova York, já anunciou a obrigatoriedade de professores e funcionários das escolas se vacinarem.

Criança faz teste de Covid para voltar à escola, em South Gate, Los Angeles
Criança faz teste de Covid para voltar à escola, em South Gate, Los Angeles

Foto: Lucy Nicholson / Reuters

“A coisa mais importante a fazer para proteger os alunos, particularmente aqueles ainda muito jovens para receberem a vacina e garantir que os adultos, incluindo professores e funcionários das escolas sejam vacinados”, disse Jennifer Nuzzo, epidemiologista da Johns Hopkins University, que não estava envolvida no relatório.O relatório foi um dos três elaborados pelo CDC focado nas escolas e nas crianças. Num outro estudo, pesquisadores encontraram mais evidências de que as escolas podem ser ambientes com risco baixo se combinadas várias medidas de precaução. Mas essa pesquisa foi feita antes de a variante Delta começar a se propagar. Um terceiro estudo focado nos índices de vacinação de adolescentes. Metade das crianças entre 12 e 17 anos receberam pelo menos uma dose de uma vacina contra o coronavírus, segundo anúncio da Casa Branca. Mas esse novo estudo revelou que a vacinação desse grupo de idade continua bastante irregular no país. Juntos, esses estudos realçam o quanto os cientistas aprenderam sobre como proteger as crianças nas escolas e quanta coisa permanece incerta com a nova variante. Um surto ocorreu numa escola em Marin County, Califórnia, em maio. Nem a escola, ou funcionários e alunos envolvidos foram identificados. Um professor primeiro apresentou sintomas em 19 de maio, mas trabalhou dois dias antes de ser testado. Durante este tempo ele deu aula, sem máscara, para uma classe de 24 alunos, apesar das regras que exigem que professores e alunos usem máscara em sala de aula. Todos os alunos eram muito jovens para serem vacinados, já que a permissão de vacina foi autorizada somente para crianças com mais de 12 anos de idade. Em 23 de maio o professor testou positivo para infecção por coronavírus. Nos dias seguintes, 12 alunos também testaram positivo. “Pensei ter respeitado sua transmissibilidade”, disse a Dra. Lisa Santora, vice-secretária de saúde da Marin Health and Human Services e autora do relatório, sobre a variante Delta. Mas sua eficiência em ultrapassar a sala de aula “surpreendeu e humilhou”.

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Contratos que envolvem equipamentos de proteção irregulares são investigados pela Procuradoria da República
Contratos que envolvem equipamentos de proteção irregulares são investigados pela Procuradoria da República – Andréa Rêgo Barros/Prefeitura de Recife

O governo federal pagou R$ 8,65 por cada unidade da máscara KN95, considerada imprópria para profissionais de saúde. O montante é 141% mais alto do que o valor unitário pago pelo modelo PFF2, um dos mais eficazes na proteção contra o coronavírus.

Na compra da PFF2, o contrato celebrado diretamente com a fabricante, a 3M do Brasil, previa custo de R$ 3,59 por unidade. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. O contrato que previa a compra de 500 mil unidades da PFF2 foi omitido do Ministério Público Federal (MPF), que investiga a compra de equipamentos de proteção irregulares durante a pandemia. A informação só foi fornecida depois de muita insistência do órgão federal.  Ao esconder a negociação, o Executivo dificultou que os dois preços fossem comparados, impossibilitando que se chegasse à conclusão de que as máscaras ineficazes custaram mais que o dobro das eficazes. As duas aquisições foram assinados pelo então diretor do Departamento de Logística em Saúde, Roberto Ferreira Dias, demitido após ser denunciado por cobrar propina de US$ 1 por dose na compra de vacinas contra a covid-19. Ainda de acordo com a Folha, Dias enviou uma tabela de contratos ao MPF que não fazia qualquer menção à aquisição das máscaras PFF2, mais apropriadas para uso. Ambas as compras foram feitas na gestão do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que foi demitido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em abril do ano passado.  A negociação com a 3M, firmada em 12 de março de 2020, totalizou R$ 1,79 milhão. Já a compra dos modelos KN95 – adquiridas de uma empresa de Hong Kong – estava embutida em um contrato no valor de R$ 691,7 milhões que também previa a aquisição de máscaras cirúrgicas. Metade desse valor diz respeito à compra dos equipamentos ineficazes. 

Edição: Arturo Hartmann

brasildefato

Hospital do Rio de Janeiro

Aumento na taxa de hospitalização por infecções respiratórias faz com que 96% dos leitos da cidade do Rio de Janeiro estejam ocupados

O Estado do Rio de Janeiro vive uma situação singular desde que a pandemia começou.

Por um lado, há o otimismo com o avanço da vacinação: muitas cidades já aplicaram a primeira dose contra a covid-19 em praticamente toda a população adulta.Por outro, existe uma apreensão com a chegada e o rápido espalhamento da variante Delta do coronavírus e o crescimento do número de internações por infecções respiratórias, o que liga o sinal de alerta das autoridades e ameaça os planos de reabertura.”Os dados mostram um aumento recente das hospitalizações entre os grupos mais velhos. Isso está acontecendo em outros lugares, mas, no Rio de Janeiro, a situação está pior”, avalia o pesquisador Leonardo Bastos, da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).”As últimas estatísticas sugerem que algo diferente está acontecendo no Estado, mas ainda não sabemos exatamente o que é”, completa.

Fim do Talvez também te interesse. O infectologista Alberto Chebabo, diretor médico do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, vê essa mudança de cenário acontecer na prática. “Recentemente, houve um aumento na demanda por internação por covid-19, especialmente entre idosos e profissionais da saúde”, relata.” Isso era uma coisa que não víamos com essa frequência havia um bom tempo”, complementa o especialista, que também é vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Mas o que está por trás dessa piora? E será que o mesmo pode se repetir ao longo dos próximos meses em outros Estados e regiões do país?

Crise fluminense

Após um primeiro semestre de 2021 bastante complicado, marcado por uma segunda onda devastadora, o Rio de Janeiro viveu, entre maio e julho, uma tendência de queda nos números da pandemia. Um cenário parecido, aliás, ocorreu no restante do país, com uma redução considerável nos diagnósticos, nas internações e nas mortes pela doença nesse mesmo período. Mas há dois detalhes importantes nessa história, que valem tanto para o Estado fluminense como para o Brasil todo. Primeiro, as notificações permaneceram muito altas, mesmo no período de calmaria recente, com dezenas de milhares de casos e centenas de óbitos todos os dias. O segundo ponto é que, de acordo com o Boletim InfoGripe, publicado periodicamente pela FioCruz, a taxa de transmissão de vírus respiratórios seguiu extremamente elevada em boa parte do território brasileiro, mesmo no momento de maior tranquilidade .Isso nos colocou numa situação delicada, em que uma nova piora poderia estourar a qualquer momento.E é justamente isso que parece estar acontecendo agora no Rio de Janeiro, com uma retomada no crescimento da covid-19.Vamos analisar o que aconteceu com os casos da doença por lá, seguindo os registros compilados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde, o Conass. Na primeira semana de maio, foram feitos mais de 39 mil diagnósticos da infecção, um recorde até agora. Na última semana de junho, esse número baixou para 14 mil, o menor nível desde o ápice da segunda onda. Nos primeiros sete dias de agosto, porém, foram detectados 27 mil novos casos.

Curva de casos por semana epidemiológica, Rio de Janeiro

Após a segunda onda atingir seu pico em maio, casos de covid-19 diminuíram no Rio de Janeiro entre junho e julho, mas voltaram a subir agora em agosto

E o que acontece com as hospitalizações?

“No pior momento da pandemia, nós chegamos a ter cerca de 1,4 mil pacientes internados nos hospitais da região e, agora, estamos na casa dos 700“, calcula Chebabo. Embora a ocupação de leitos no Estado esteja em 69% da capacidade, o que é considerado um nível de alerta médio no Boletim InfoGripe, a situação da capital é crítica: atualmente, 96% das vagas disponíveis para tratar a covid-19 nas instituições cariocas estão preenchidas.”É possível que, em algum momento próximo, precisemos suspender cirurgias eletivas e readequar os leitos para atender a demanda da covid-19 mais uma vez”, diz o vice-presidente da SBI.O médico explica que esse novo aumento nos diagnósticos e nas hospitalizações ainda não impactou as taxas de óbitos. “Nós só vamos poder analisar se há um crescimento nas mortes daqui a algumas semanas, até porque a piora vem em ondas. Primeiro as pessoas se infectam, daí elas ficam doentes, são internadas e demoram um tempo para se recuperar ou morrer”, explica Chebabo.

Os ingredientes por trás da piora

De acordo com os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, não é possível destacar um único fator por trás do repique fluminense.” Existem algumas hipóteses que ajudam a entender o que está acontecendo, mas elas não são excludentes”, contextualiza Bastos. “É preciso considerar a chegada da variante Delta do coronavírus, o relaxamento da população e das medidas restritivas e até uma eventual perda de efetividade das vacinas com o passar do tempo”, lista o pesquisador.

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Vamos começar pela Delta: a linhagem que surgiu na Índia foi identificada no Brasil a partir de maio de 2021 e, desde então, as equipes de vigilância estão acompanhando como ela se espalha país adentro. E o Rio de Janeiro é perfeito para entender a progressão dessa variante. Isso porque o Estado possui a Rede Corona-Ômica RJ, um projeto que reúne pesquisadores de várias instituições e tem como meta acompanhar as diferentes linhagens do coronavírus, detectar o surgimento de mutações e entender como essas alterações genéticas influenciam no andamento da pandemia. “A cada 15 dias, nós coletamos de forma aleatória cerca de 380 amostras de pacientes infectados de vários municípios do Rio de Janeiro, que são sequências”, conta a geneticista Ana Tereza Vasconcelos, do Laboratório Nacional de Computação Científica, uma das instituições que faz parte da iniciativa. E a evolução das variantes em terras fluminenses é bem clara: entre janeiro e julho de 2021, a Gama (detectada originalmente em Manaus) era a linhagem mais frequente, com larga vantagem sobre as demais concorrentes. Em agosto, porém, a Delta se tornou predominante e, de acordo com a última nota técnica da Rede Corona-Ômica RJ, ela já está presente em 61% das amostras analisadas pelos laboratórios parceiros.

Gráfico da presença das variantes no Rio de Janeiro

Após um amplo domínio da variante Gama (linha verde), a Delta (linha bege) passou a ser a principal linhagem detectada no Rio de Janeiro “Em paralelo ao crescimento da Delta, não podemos ignorar também o que ocorre com as outras variantes. A Gama tem sofrido mutações e já encontramos nove sublinhagens dela por aqui”, alerta Vasconcelos.

“O coronavírus está se modificando constantemente para continuar circulando entre nós”, diz.

O pior (ainda não) passou

Apesar de a Delta ser mais transmissível que as versões anteriores, ela não pode ser encarada como a única culpada pela situação no Rio de Janeiro — até porque as medidas de prevenção, como o distanciamento físico, o uso de máscara e a ventilação dos ambientes, continuam a funcionar contra essa e as demais variantes. É por isso que os especialistas também chamam a atenção para o relaxamento das políticas de restrição como outro fator que ajuda a explicar o agravamento recente. “As pessoas acham que, após a vacinação, está tudo liberado e podemos voltar ao normal, mas não é bem assim. Não estamos no momento de deixar as máscaras de lado”, aconselha Vasconcelos.

Bar no Rio de Janeiro

Locais fechados com aglomeração de pessoas sem máscara são de altíssimo risco para a covid-19

Nesse sentido, os anúncios feitos por municípios do Rio de Janeiro sobre a realização de megaeventos, como o Réveillon e o Carnaval, não ajudam em nada, avaliam os especialistas. “É claro que o gestor público precisa se programar e planejar as coisas, mas falar abertamente em festas agora, neste momento, passa uma sensação de normalidade que não existe na prática. A pandemia não acabou”, critica Chebabo. “Não sabemos o que vai acontecer nos próximos meses. O cenário muda muito rapidamente”, completa.

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Isabella tomou a primeira dose hoje e seu irmão gêmeo tomará amanhã no mesmo posto de vacinação.  (Foto: Romulo Chico/ Esp DP foto)
Na última segunda-feira (23) a prefeitura do Recife anunciou a abertura da vacinação contra covid-19 de adolescentes com 16 e 17 anos. Contudo, para que o novo grupo menor de idade pudesse receber a primeira dose do imunizante, os pais ou responsáveis compareceram nesta terça-feira (24) para acompanhar os adolescentes nessa nova conquista. Ao todo, a Prefeitura do Recife disponibiliza 26 locais de vacinação, 12 funcionam com salas de imunização, que funcionam de domingo a domingo, das 7h30 às 18h30. Renata Feitoza levou sua filha Isabella, de 17 anos, para o ponto de vacinação do Porto Digital, no Centro do Recife, devido à proximidade da data disponível para aplicação da primeira dose. Ela contou que a expectativa  era grande porque apenas seus dois filhos mais novos, Isabella e seu irmão gêmeo, não haviam sido vacinados. “Corri para agendar meus dois filhos que são gêmeos, mas quando agendei Isabella, já não havia mais outra vaga para hoje. Amanhã voltarei novamente, mas o sacrifício vale a pena porque quando chega a vez do filho da gente, é emocionante”, contou a mãe de Isabella com os olhos marejados. Nesta terça o Porto Digital imunizará um total de 1028 pessoas, deste número, 303 pessoas fazem parte do público de 17 e 16 anos. Apenas no Porto Digital, há uma  média de 7 mil pessoas por semana que estão sendo atendidas. Esse novo grupo está sendo vacinado apenas com a Pfizer, pois é, até o momento, o único imunizante permitido pela Anvisa para adolescentes a partir de 12 anos.
Fernanda estava ansiosa para ser vacinada a tempo de visitar sua irmã na Inglaterra. (Foto: Romulo Chico/ Esp DP foto)
Mariana Laurindo também compareceu ao Porto Digital para acompanhar a filha Fernanda, de 17 anos. Com uma grande expectativa, a mãe ficou atualizando o aplicativo para conseguir agendar a vacinação de Fernanda o mais rápido possível para que a filha precisará do comprovante para viajar no final do ano. Ansiosa, Fernanda conta que tem consciência que tudo só ficará próximo do normal quando todos se vacinarem.“Acho importante que todo mundo continue usando máscara, álcool nas mãos, porque a vacina não impede que as pessoas se contaminem, mas que o vírus cause menos sintomas. Estava muito ansiosa para tomar minha vacina desde que anunciaram as vacinas. Como minha irmã vai se mudar, queria muito conseguir tomar a tempo de poder visitar ela”, explicou a adolescente que tem viagem marcada para a Inglaterra. De acordo com Ministério da Saúde, a expectativa é que mais de 51 mil adolescentes de 16 e 17 anos, residentes no Recife, tenham sido contemplados nesse novo grupo de vacinação. Como o Conecta Recife abriu anteriormente para o cadastramento de crianças e adolescentes, cerca de 15.811 pessoas deste grupo já haviam realizado o cadastro. 
Wendel torce para que volte 100% das aulas presencialmente  (Foto: Romulo Chico/ Esp DP foto)
 
Esperança de voltar à rotina 
Wendel torce para que volte 100% das aulas presencialmente (Foto: Romulo Chico/ Esp DP foto)
No entanto, para Wendel Sérgio, de 17 anos, a desigualdade social e de ensino foi evidenciada com a pandemia. Para o estudante da rede pública de ensino, a vacina traz a esperança de poder voltar à rotina de estudos presenciais em sua escola em Joana Bezerra. Wendel revela que o aprendizado foi dificultando com o ensino remoto, tendo em vista que sua internet não possui uma boa qualidade e ele não consegue acompanhar as aulas sem interferências. “A internet fica caindo, depois volta, aí eu sinto falta de estudar na sala de aula. Vou continuar com os cuidados, mas queria que, com a vacina, a gente pudesse voltar a estudar como antes”, enfatizou.

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Alta de casos no Brasil faz médicos aumentarem a testagem de pacientes com coriza, ardência na garganta e dor de cabeça.

O nariz escorre, a cabeça dói, a garganta arranha: será que é Covid, resfriado, gripe, alergia ou sinusite? A dúvida logo preocupa quem identifica em si ou em uma pessoa próxima esses sintomas. E não é para menos, alertam médicos. O coronavírus, principalmente no começo da infecção, facilmente se confunde com esses problemas já bem conhecidos pela população e, com a chegada da variante Delta ao Brasil, a indefinição tende a ser ainda maior. A cepa, identificada inicialmente na Índia e hoje espalhada por todos os continentes, mudou o perfil dos sintomas de parte dos pacientes, como relatam profissionais do Reino Unido e dos Estados Unidos, entre outros locais. Às observações deles se somam as de médicos do Brasil, onde a proporção de casos provocados pela Delta tem crescido nos levantamentos. Se, em junho, ela estava em 2,3% dos casos no país, em julho, já havia passado para 21,5%, segundo dados da Rede Genômica Fiocruz. O avanço dessa linhagem do vírus, que demonstra ser mais transmissível, é notado especialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em ambos os estados, a maior parte das amostras sequenciadas geneticamente ainda é da variante Gama (também chamada de P1 ou “de Manaus”), mas a fatia da Delta está aumentando nas últimas semanas.

Na cidade do Rio, no estudo mais recente, revelado no dia 3 de agosto pela Secretaria de estado da Saúde, 45% das amostras já são da Delta. No território fluminense como um todo, a cepa indiana responde por 26%. Na Grande São Paulo, de acordo com dados do Instituto Adolfo Lutz divulgados no começo do mês, a Delta aparece em 23% dos casos da região. Coriza (nariz escorrendo, na linguagem popular), dor de cabeça e ardência na garganta têm aparecido com maior frequência entre os pacientes que testam positivo, observam médicos ouvidos pela reportagem no Rio de Janeiro e em São Paulo. Perda de olfato, perda de paladar, tosse e falta de ar, por outro lado, não são mais tão relatadas nos atendimentos das últimas semanas, observam esses profissionais.

“FIQUEM ALERTA”

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Vacina covid - Depois de esperar horas na fila para se vacinar, brasilienses se
Arthur Menescal/Especial Metrópoles

Somente em 2021, a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, já custou aos cofres públicos R$ 68,7 bilhõesR$ 298,6 milhões a cada 24 horas, em 230 dias, considerando até a última sexta-feira (20/8). O valor significa 53,8% do total previsto no orçamento para este ano: R$ 127,5 bilhões. Nos próximos dias, o Brasil entrará no 17º mês com transmissão contínua do vírus. Os dados fazem parte de um levantamento do Metrópoles com base em informações publicadas pelo Painel de Monitoramento dos Gastos da União para a Covid-19, do Tesouro Nacional, ligado ao Ministério da Economia. A maior fatia do dinheiro não foi destinada a ações de saúde. Hoje, a verba aplicada especificamente nessa área representa somente 30% do total. O montante chega a R$ 21 bilhões na compra de vacinas e suplementação ao Ministério da Saúde e demais pastas.

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