Dr. Antônio Segundo Neto

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

A modelo americana Gigi Hadid, conhecida por estrelar campanhas de grandes marcas do mundo da moda, recebeu críticas há alguns anos por não ser tão magra quanto o considerado padrão para as passarelas. Agora, ela está recebendo a desaprovação do público por ter perdido muito peso – mas a culpa não é sua.

Recentemente, Gigi revelou em seu Twitter que sofre de síndrome de Hashimoto, doença que afeta o funcionamento das glândulas da tireoide e tem como um de seus efeitos o ganho de peso. De acordo com a modelo, o emagrecimento pelo qual passou está relacionado ao tratamento da disfunção – e, embora não seja como gostaria de ver seu corpo, se sente mais saudável assim.

“Para aqueles decididos a falar sobre por que o meu corpo mudou ao longo dos anos, vocês podem não saber que, quando comecei [a carreira], com 17 anos, eu ainda não tinha sido diagnosticada com a doença de Hashimoto; aqueles que me chamaram de ‘muito gorda para a indústria’ estavam vendo inflamação e retenção de líquido devido a isso”, escreveu. 

A doença

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a síndrome de Hashimoto, também conhecida como tireoidite crônica, é uma doença autoimune que destrói o tecido tireoidiano – o organismo fabrica anticorpos contra as células da tireoide. Isso leva a uma redução da atividade e até à destruição da glândula, abrindo portas para o hipotireoidismo.

A doença acomete mais mulheres do que homens e as causas não são claras, mas acredita-se que fatores genéticos estejam ligados ao seu surgimento.

Sintomas e diagnóstico

Como a evolução da tireoidite é lenta, os sintomas costumam aparecer quando o hipotireodismo já está instalado. Entre os mais comuns, estão aumento de peso, depressão, prisão de ventre, pele seca e fria, ansiedade, aumento do volume e nódulos na tireoide.

O diagnóstico ainda leva em conta sinais como o aumento da glândula e se ela está endurecida, além de anemia e lentidão nos reflexos motores. Exames desangue conseguem indicar a falta de hormônios tireoidianos e a presença de certos anticorpos.

Tratamento

A maioria dos pacientes necessita de reposição hormonal durante a vida toda, mas, em alguns casos, o hipotireoidismo pode ser apenas transitório. 

boaforma

Passadas as festas e as comilanças de fim de ano, certamente a resolução de comer de um jeito mais saudável entrou entre suas metas para 2017. Porém, dependendo das jacadas em que você se enfiou nas últimas semanas, apenas aderir a um cardápio com mais frutas e verduras, e menos açúcar e frituras não vai garantir o sucesso do seu projeto verão.

Após um período de esbórnia gastronômica – a gente sabe que você participou de happy hours e confraternizações a perder de vista nas últimas semanas –, o organismo precisa de um tratamento um pouco mais radical, como uma dieta detox. “Ela promove uma redução de processos inflamatórios e aumenta a eliminação de toxinas, como metais pesados, aditivos alimentares, pesticidas, agrotóxicos, poluentes do ar e da água, medicamentos etc”, explica a nutricionista Mariellen Emidio Figueroa, do Kurotel – Centro Médico de Longevidade e Spa, em Gramado (RS).

Perigos da má alimentação
Ao seguir um cardápio inadequado, pobre em nutrientes que ativam a desintoxicação ou após sobrecarregar o corpo de toxinas, começamos a acumular em nossas células substâncias que irão afetar a saúde. “Alguns sintomas como dores musculares, enxaqueca, gosto amargo na boca, fadiga física e mental, distúrbios digestivos, dificuldade de emagrecer, falta de memória, aumento da celulite podem aparecer”, diz a profissional.

O que incluir numa dieta detox
Os alimentos importantes para o processo de desintoxicação são as frutas e vegetais em geral, mas, especificamente, os alimentos com teores elevados de antioxidantes, como brotos, brócolis, couve, alho, lentilha, melão, lima, limão, maçã, temperos e ervas como aipo, salsinha, gengibre e alecrim. Peixes, ovos, oleaginosas (castanhas, nozes), feijões, arroz integral, quinoa, batata-doce, batata-baroa, mandioca, lentilha e grão-de-bico são considerados mais neutros e podem ser incluídos para completar a alimentação.

O sal marinho (ou Flor de Sal ou sal do Himalaia) auxilia na desintoxicação, mas o ideal é usá-lo em quantidades moderadas para substituir o sal refinado, o molho shoyu e os temperos industrializados.

O que evitar
Tire do cardápio no período de dieta o café, o sal refinado e os temperos prontos, o açúcar, a carne vermelha, o frango de granja, os queijos, o leite de vaca, a farinha de trigo e seus derivados, as frituras, os embutidos e as bebidas alcoólicas.

Turbine a desintoxicação

  • Prefira alimentos de cultivo orgânico para minimizar a exposição a pesticidas, herbicidas, hormônios e antibióticos.
  • Use ovos caipiras e aumente o consumo de peixes brancos e sardinha fresca (evite salmão de cativeiro e atum em lata, que podem ter metais pesados).
  • Beba bastante água (mínimo 2 litros) e evite refrigerantes, sucos em caixinha ou lata, mate, mesmo as versões dietéticas, pois todos são produtos industrializados cheios de aditivos químicos.

A dieta detox é pra todo mundo?
De acordo com Mariellen, a restrição calórica e o aporte de nutrientes do cardápio detox a seguir não são compatíveis com as necessidades nutricionais diárias de pessoas que realizam atividades físicas intensas, atletas, pessoas que estejam em tratamento de câncer, pós-operatório, enfermos, em casos de obesidade mórbida (IMC > 40) e diabéticos.

CARDÁPIO 3 DIAS DETOX VERÃO
A dieta elaborada pela nutricionista Michelle Mileto Troitinho, do Kurotel, pode ser realizada uma vez por mês sem comprometer o funcionamento das funções metabólicas do organismo.

AO ACORDAR
1 copo (200 ml) de água morna com suco de meio limão em jejum, diariamente

DESJEJUM
Dia 1
– Taça de “iogurte de coco” com frutas: na noite anterior, misture 1 colher de sobremesa de sementes de chia com 1/2 xícara de leite de coco light (ou leite de amêndoas). Deixe na geladeira para engrossar. No dia seguinte, sirva o “iogurte” com 1 banana em rodelas, 1 punhadinho de goji berry, lascas de coco (opcional) e canela em pó.

Dia 2
– Omelete feito com 1 gema e 2 claras de ovo caipira + tempero verde ou orégano + 1 pitada de açafrão e sal marinho ou Flor de Sal

– Suco de 2 limas da pérsia

Dia 3
– 1 tapioca (3 colheres de sopa de goma hidratada de tapioca +  1 colher de chá de sementes de chia): espalhe em frigideira anti-aderente e deixe em fogo baixo alguns minutos, rechear e dobrar ao meio.

– 1 colher de sobremesa de cottage de búfala temperada com orégano OU de homus (pasta de origem árabe feita de grão-de-bico e gergelim)

– 4 morangos médios

LANCHE 1
Dia 1

1 copo (200 ml) de shake de frutas vermelhas (receita abaixo)

Dia 2
1 fatia média de abacaxi com raspinhas de limão

Dia 3
1 copo (200 ml) de suchá termogênico

ALMOÇO
Dia 1
– Salada de folhas verdes e brotos com 1 colher de chá de sementes de gergelim e 1 colher de sobremesa de azeite

– Filé de peixe grelhado
– 1 prato de sobremesa de brócolis cozido por 3 minutos em pouca água (ou no vapor)
– 2 colheres de sopa de arroz cateto integral

Dia 2
– Salada de cenoura, tomate-cereja, pepino e folhas (com 1 colher de sobremesa de azeite de oliva)
– Burguer vegetariano
– 1 mandioquinha média cozida e salpicada com salsinha (pode amassar com um pouco da água de cozimento para fazer purê)

Dia 3
– 5 colheres de sopa de tabule de quinua
– Salada de folhas verdes variadas à vontade (com 1 colher de sobremesa de azeite de oliva)

LANCHE 2
Dia 1
1 fatia grande de melão

Dia 2
2 ameixas vermelhas

Dia 3
200 ml de água de coco + 2 castanhas do Pará ou 5 amêndoas sem sal

JANTAR
Dia 1
– 3 conchas médias de uma das receitas de Sopa de Legumes Desintoxicante (pode escolher entre as 2 receitas ou fazer uma a cada dia).

CEIA
Dia 1
Chá de dente-de-leão

Dia 2
Chá de gengibre com hortelã

Dia 3
Chá de hibisco- 1 taça

Observações:

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Maneirar nos alimentos pode não ser o suficiente para perder peso. É preciso tomar muito cuidado com os líquidos que são consumidos durante o dia. Confira seis dicas para acertar na bebida e potencializar a dieta:

1. Consuma mais água

Além dos chás e sucos sugeridos no cardápio, beba, no mínimo, 2 litros de água pura ao longo do dia. Ela ajuda a eliminar as toxinas pelos rins.

2. Beba água com limão

A fruta ajuda a equilibrar o pH do organismo, facilitando a digestão e, consequentemente, a eliminação das toxinas.

3. Aposte nos sucos com couve

É uma verdura rica em clorofila, substância com o poder de desintoxicar o fígado.

4. Corte refrigerante

Mesmo as versões diet, zero e light têm corantes e outras substâncias artificiais que prejudicam o processo de limpeza do organismo. Pelo mesmo motivo, não consuma bebida alcoólica.

5. Evite café no fim da tarde

A cafeína atrapalha o processo de detox e pode alterar a qualidade do sono. E, quando você dorme mal, o organismo fica debilitado e propício a acumular toxinas.

6. Capriche no chá de hibisco

“As pesquisas mostram que o chá de hibisco tem ação diurética, ajudando a eliminar as toxinas. Também é importante para quem retém líquido e tem celulite”, afirma a nutricionista e pesquisadora Andrea Dario Frias, de Piracicaba (SP). Rico em antioxidantes, o hibisco ainda neutraliza os radicais livres, responsáveis pelas ruguinhas precoces. Outros chás com potencial desintoxicante: dente-de-leão e chá branco (tem menos cafeína que o chá verde).

É possível que a febre amarela vira uma endemia no estado de São Paulo (SP). Ou seja, o ciclo de transmissão deve se manter ao menos pelos próximos anos. Segundo o coordenador de controle de doenças da Secretaria de Estado da Saúde, Marcos Boulos, o fato de macacos terem sido flagrados com o vírus no inverno sugere que essa doença veio para ficar, exigindo cuidados adicionais com a vacina. Atenção: isso não quer dizer que todo ponto do estado possui um alto risco de infecções, nem que a febre amarela se urbanizou. Por enquanto, ela segue eminentemente restrita a zonas próximas a mata, onde os mosquitos Sabethes eHaemagogus a transmitem para os macacos e os seres humanos das redondezasA diferença é que, ao contrário de anos atrás, o vírus não é mais um visitante. Ele chegou às regiões de mata e, possivelmente, vai virar uma ameaça crônica a quem visita essas regiões ou cidades relativamente próximas a elas. Não há, por ora, risco iminente de a febre amarela ser transmitida pelo Aedes aegypti.

De qualquer forma, essa possibilidade de endemia em São Paulo reforça a necessidade de pensar na vacinação. No momento, os governos federal, estadual e municipal já estão conduzindo campanhas para bloquear o surto.

A ideia é, com o auxílio de doses fracionadas, impedir que a febre amarela se alastre para regiões urbanas. Mas a Secretaria do Estado de Saúde de São Paulo já disse que almeja imunizar praticamente toda a população sem contraindicação contra essa doença.

Da sua parte, é vital checar se a região em que você mora ou trabalha oferece um risco de contágio para febre amarela. Vai viajar? Então pesquise se o destino teve surtos ou se é uma zona com indicação para a vacina.

saude

A V Gerência Regional de Saúde, com sede em Garanhuns, tem como área de atuação 21 municípios do Agreste Meridional, coordenando ações de forma permanente e planejada para todo o ano ou em campanhas, com iniciativas que ofereçam respostas imediatas, para isto integra as secretarias

municipais de saúde e realiza parcerias com diversas instituições na região. Atualmente a gerente Catarina Tenório, especialista em Gestão de Saúde, comanda a V GERES no Agreste. No início deste mês, as coordenações da V GERES fizeram uma apresentação das atividades desenvolvidas ao longo de 2017, além do trabalho realizado no cotidiano na sede da gerência. Atividades especiais como o Maio Amarelo, Outubro Rosa e o Novembro Azul sempre proporcionam a integração das coordenações, mas outras são mais específicas, como palestras, blitzes, seminários e ações sobre diversos temas. Um exemplo são as palestras sobre IST/AIDS/HIV realizadas pela coordenação de Educação em Saúde em empresas de Garanhuns e região. Aliás, a V GERES visitou vários órgãos ao longo do ano levando informações, a exemplo do INSS, PRF, Sólida Engenharia, 9º BPM, 71 BI Mtz, Expresso Cidadão, entre outros.

Catarina Tenório também destaca as atividades do Comitê Regional de Prevenção de Acidentes de Motos, que esteve realizando atividades educativas em eventos como o Festival Viva Dominguinhos e Festival de Inverno de Garanhuns. Blitzes com Detran, Operação Lei Seca, Polícias Rodoviárias Federal, Militar, entre outras instituições de segurança, aconteceram durante vários meses no ano.

A Atenção Primária da V GERES também participou de muitas atividades em 2017, com videoconferências, capacitações, visitas às bases do SAMU na região, campanhas de vacinação, participação nas conferências municipais de saúde, triagens para cirurgias de catarata na parceria com a Fundação Altino Ventura, e o Projeto OneSight, que ofereceu atendimento oftalmológico a estudantes da Rede Pública de Ensino, A ação tem continuidade na UPAE Garanhuns, um dos grandes parceiros regionais. 

A Gerência Regional foi aos município com as GERES Itinerantes e inaugurou junto às prefeituras os novos Leitos de Retaguarda nos hospitais municipais da região, em um pleito que teve a participação direta da GERES. Aliás, os Leitos foram apresentados pela Coordenação de Regulação em Saúde e Planejamento.

O ano de 2017 foi de atenção às Arboviroses, e para esta sentinela de cuidado, a GERES conta com a Coordenação de Vigilância em Saúde, que desenvolve atividades e programas desde monitoramentos dos serviços de hemodiálise e das bacias hidrográficas até fiscalização de carros-pipa e de descarte de resíduos de serviços de saúde. A GERES conta ainda com coordenação de microcefalia, que integra as demais coordenações e municípios para assistência das crianças com suspeita ou que já tenham diagnóstico confirmado. 

O Programa Mãe-Coruja também apresentou atividades especiais ao longo de 2017 como o monitoramento da Rede Cegonha, o Forum Regional de Saúde Materno-Infantil, a capacitação Criança Feliz, o acompanhamento de gestantes e crianças em situação de risco, supervisão dos cantos Mãe Coruja, distribuição de leite para gestantes, crianças e puérperas, entre outras ações.

A coordenação administrativo/financeiro é quem faz a gerência funcionar, otimizando recursos para a realização de tantas atividades, e ainda a manutenção dos serviços do cotidiano da GERES, inclusive manutenção de veículos, do prédio sede, e da FUNASA, utilizado como campo de treinamento da Gerência de Saúde. Também de forma administrativa, a Coordenação de Recursos Humanos manteve 100% do atendimento aos servidores da sede regional, bem como das unidades sob sua gestão de pessoal.

“São múltiplas atividades que são realizadas, quase sempre integradas com as demais coordenações e as instituições parceiras. É difícil relacionar tudo, mas não podemos deixar de apresentar à sociedade estas ações que proporcionam uma saúde pública melhor para todos” – Encerra a gestora Catarina Tenório.

Para saber mais:
V GERES – Gerência Regional de Saúde
Dra. Catarina Fábia Tenório
Endereço: Rua Joaquim Távora, 240 – Garanhuns/PE
Telefone: (87) 3761.8341 / 3761.8342

Com atendimento com foco na família, na comunidade e no território, Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica busca maior resolutividade

nasf

Em 2008, a assistente social Carla Queiroz, de Brasília, passou a ter uma nova percepção sobre a própria profissão ao conhecer o Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB). 

A estratégia, que completa 10 anos nesta quarta-feira (24/01), reúne diferentes especialidades para atender de forma integrada a população, fortalecendo a atenção básica. Neste nível de assistência é possível 80% dos problemas de saúde.

“Assim que eu entrei, me deparei com terapeutas ocupacionais, nutricionistas, homeopatas. E foram eles que me ajudaram bastante a entender qual era o tipo de trabalho que eu deveria fazer, pois só trabalhei com crianças e adolescentes e atendimento individual, o que é completamente diferente de um atendimento com base em discussões em equipe”, conta Carla, membro da equipe do NASF-AB de Itapoã, no Distrito Federal.

Ao chegar na unidade de saúde, ela se deparou com uma equipe organizada e com uma visão voltada para a comunidade e o território. “Ali eu pude entender como eram feitas as estratégias para o atendimento com foco na família, na comunidade e no território, e percebi que os vários saberes de profissionais diferentes ajudam a ter uma visão bem mais ampliada sobre cada caso que chega lá, o que possibilita outras intervenções que, às vezes, a gente não percebe quando faz uma consulta individual”, explica.

Trabalhando no NASF, Carla aprendeu que compreender como se portavam aquelas famílias e como funcionava aquela comunidade é essencial realizar um trabalho produtivo e eficaz. “O trabalho em conjunto tem sido importante, porque conseguimos compreender nas reuniões com os médicos, enfermeiros, técnicos, dentistas, entre outros, o quanto é importante debater nos casos, tanto para o processo de trabalho quanto para definir as estratégias que podemos usar com as famílias, e de como será a abordagem para cada situação”, ressalta.

NASF-AB

Os Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica têm o objetivo de apoiar a consolidação da Atenção Básica no Brasil, ampliando as ofertas de saúde na rede de serviços e sendo mais eficiente para a comunidade.

Por se tratar de um trabalho integrado e articulado à comunidade, é fundamental que as equipes de Saúde da Família e as Equipes de Atenção Básica atuem sobre os determinantes e condicionantes do processo de adoecimento e construam estratégias para contribuir na sua superação.

Olhar Integral

“No fim das contas, eu observo que o paciente está em um contexto tanto social quanto familiar, e isso tudo impacta na vida dessa pessoa. O mais legal é que desfoca daquele olhar somente sobre a doença e volta-se para um olhar mais integralizado, o do ser humano em seu mundo real. Isso torna meu trabalho mais rico, pois tenho mais proximidade com as famílias e com a casa delas, fazendo com que minha intervenção seja mais completa”, destaca Carla Queiroz.

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Excesso de carboidrato é o principal culpado pelo acúmulo de gordura na região abdominal – considerada a mais perigosa porque aumenta o risco de ocorrência de doenças cardiovasculares. Para ajudá-la a conquistar um shape mais enxuto e manter sua saúde a salvo, o nutricionista Luciano Bruno, doutor em Alimentos e Nutrição pela Unicamp, lista alguns hábitos alimentares para começar a seguir desde já.

1. Abandone o refrigerante zero. Que o refrigerante normal tem uma grande quantidade de açúcar todo mundo sabe, porém, as versões light e zero também são prejudiciais para a cintura: o adoçante usado nas bebidas é capaz de potencializar o armazenamento de calorias no corpo. Como? Ao sentir o sabor do refri zero, o cérebro entende que o organismo vai entrar em contato com o açúcar e se prepara para receber energia. Como ela não vem, a tendência é abrir o apetite e absorver mais calorias dos alimentos ingeridos com a bebida.

2. Coma castanhas. As oleaginosas contêm gorduras boas, que estimulam a produção de substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias no organismo – um primeiro passo para diminuir o tamanho das células de gordura. Elas também colaboram para reduzir os ataques a doces e carboidratos refinados porque ajudam a desligar no cérebro os centros de desejo por esses alimentos.

3. Tome chá. Chá-verde, chá de casca de laranja, de limão, de mexerica ou de jabuticaba, e chá de gengibre têm alto teor de fitoquímicos, que previnem doenças e maximizam a perda de gordura e o aumento da massa magra. “Eles também ajudam a silenciar os genes envolvidos com o ganho de peso”, diz o nutricionista.

4. Controle a carga e o índice glicêmico do prato. Ainda não sabe o que eles significam? A carga glicêmica (CG) sinaliza a concentração de carboidrato por porção. Já o índice glicêmico (IG) diz respeito à velocidade com que um alimento que contém carboidrato libera açúcar no sangue. Ao combinar alimentos de diferentes índices glicêmicos você evita causar desequilíbrios de hormônios responsáveis pela produção de gordura. Por exemplo, vai comer uma massa? Pegue uma porção pequena (baixo CG) e peça uma salada de folhas de entrada para baixar o IG do prato. Na tapioca, acrescente sementes de chia à goma e recheie com carnes, queijos ou iogurte (eles também ajudam a reduzir o índice).

5. Apimente tudo. “A pimenta preta e a caiena também auxiliam no silenciamento do gene que provoca o ganho de peso”, diz Luciano Bruno. Além disso, elas são termogênicas. Isto é, aumentam a temperatura corporal, turbinando o metabolismo e a queima de gordura. Você pode polvilhar pimenta nas saladas e carnes, e também incluí-la no suco verde.

6. Tome café com óleo de coco no pré-treino. Invista na mistura para queimar mais gordura durante o exercício físico. “O óleo de coco estimula a oxidação da gordura e o café acelera o metabolismo”, diz o nutricionista.

anemia é definida como a redução, abaixo dos valores de referência, na concentração de hemoglobina, a proteína que transporta o oxigênio pelo sangue. Esse fenômeno pode estar associado ou não à diminuição no número de hemácias (as células vermelhas) circulantes.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os limites mínimos de hemoglobina para pessoas que vivem ao nível do mar são 13 gramas por decilitro (g/dL) para homens adultos, 11 g/dL para mulheres e 12 g/dL para gestantes.

A anemia, na verdade, é uma síndrome, que pode acompanhar várias doenças. O processo de oxigenação depende da hemoglobina, que fica na hemácia, além da respiração e da circulação em si, podendo haver algum tipo de compensação entre esses componentes em situações de um problema mais discreto. O fato é que uma quantidade de hemoglobina abaixo do normal reduz a capacidade de o sangue carrear oxigênio, o que ativa uma série de mecanismos de correção.

As manifestações da anemia refletem justamente esses ajustes do organismo, assim como os efeitos da falta de oxigênio às células. Falamos de taquicardia (aceleramento dos batimentos do coração), hiperpneia (respiração curta e rápida), aceleração do fluxo sanguíneo…

A quantidade de oxigênio liberada em um tecido por um determinado volume de sangue depende da concentração de hemoglobina, do grau de saturação de oxigênio da hemoglobina, da afinidade da molécula da hemoglobina pelo oxigênio e da tensão de oxigênio no tecido. E o número de hemácias presentes na circulação decorre de um equilíbrio dinâmico entre a produção, distribuição na circulação e sua remoção mais tarde.

Assim, a anemia pode ser decorrente de alterações na produção de hemácias, da destruição precoce dessas células, de perda de sangue ou de um misto desses fatores.

Dentre as anemias relacionadas a problemas de produção, merecem destaque as anemias nutricionais, sobretudo as causadas por deficiência de ferro e aquelas provocadas pela falta de vitamina B12 e (ou) ácido fólico. Elas são conhecidas, respectivamente, por anemia ferropriva e anemia megaloblástica.

saude

Arquivo Agência Brasil

O ministro da Saúde Ricardo Barros (PP) foi pra Cuba, como desejam os “coxinhas” para aqueles que defendem a democracia e as eleições livres. Barros é de direita e apoiou o golpe. Como prêmio virou ministro. Portanto, investido do cargo, falta ao titular da pasta um pronunciamento sobre o pânico espalhado pela Globo acerca de suposta epidemia de febre amarela. A emissora dos Marinho é craque em gerar pânico na população. Principalmente quando pretende desviar a atenção dos mais desavisados daquilo que realmente interessa. Em 2014, quando o objetivo era derrotar Dilma Rousseff o tema da vez era a “chikungunya”. A Globo arrastou a febre até o golpe de 2016.

A febre amarela é o pretexto da Globo para desviar a atenção dos brasileiros para o julgamento do ex-presidente Lula pelo TRF-4, na próxima quarta-feira (24), em Porto Alegre. A intenção da emissora é criar uma cortina de fumaça enquanto o petista é tirado do processo eleitoral deste ano.Some-se à questão política o lobby da indústria farmacêutica ávida por vender milhões de doses de vacina contra a hipotética epidemia de febre amarela. Se há focos de febre amarela, ora, o poder público tem mecanismos de combatê-los pontualmente. Portanto, a Globo presta um desserviço ao país ao disseminar fake news e pânico entre a população.

Resumo da ópera: a Globo faz mal à Saúde.

brasil247

(misuma/Thinkstock/Getty Images)

Você é daquelas que, quando senta à mesa para comer é a primeira a limpar o prato? Saiba que uma nova pesquisa constatou que esse hábito está estimulando você a ganhar peso e a entrar na zona de risco de outros problemas sérios de saúde.

O estudo – apresentado nesta segunda-feira (13) no evento American Heart Association’s Scientific Sessions, na Califórnia – foi realizado por cientistas da Universidade de Hiroshima, no Japão. Takayuki Yamaji, cardiologista e autor da pesquisa, examinou, juntamente com sua equipe, 1.083 pessoas, das quais 441 eram mulheres. Todos os participantes tinham cerca de 51 anos de idade e foram divididos em três grupos: comedores rápidos, comedores normais e comedores lentos.

O objetivo era analisar de que maneira a velocidade da alimentação influencia no surgimento da síndrome metabólica, que é um conjunto de fatores que levam a doenças cardiovasculares. São eles: hiperglicemia, aumento da circunferência abdominal, hipertensão, baixo nível de colesterol bom e alto índice de triglicérides. Antes de começar o estudo, nenhum dos participantes manifestava esses sinais.

Após cinco anos de análise, 84 pessoas desenvolveram a síndrome – inclusive os centímetros a mais na barriga. E foi observado que o grupo de comedores rápidos tinha quase o dobro de risco de apresentar os sintomas em comparação àqueles que se alimentavam num ritmo adequado. Já quem ingeria o alimento bem devagarinho tinha uma propensão muito baixa ao problema.

“Comer mais lentamente pode ser crucial para prevenir a síndrome metabólica […] Quando as pessoas comem rapidamente, elas tendem a não se sentir satisfeitas e ficam mais suscetíveis a se alimentar além da conta”, comentou Yamaji ao portal Medical News Today. Descansar os talheres durante as garfadas não só vai fazer você apreciar mais o gostinho da comida como ajudá-la a conquistar um corpo mais saudável e em boa forma.

boaforma

Não é preciso abrir mão dos pratos tradicionais dessa época. Basta investir em ingredientes mais leves e nutritivos.

As festas de fim de ano sempre geram grande expectativa, já que unem boa parte da família, e, quase sempre, oferecem um senhor banquete. Mas esse pacote costuma incluir alguns quilos extras depois, não é? É aí que nasce o dilema: preparar todos aqueles tão aguardados pratos na ceia ou investir em refeições mais leves? Pois saiba que é possível juntar as duas coisas. É o que ensinamos a vocês logo abaixo. Sugestões gostosas e bem mais saudáveis para a mesa de Natal.

Entrada

Sabia que dá pra deixar o famoso salpicão um tanto quanto mais suave e recheado de nutrientes? Sim, é possível fazer uma receita deliciosa sem maionese e batatas. No lugar da maionese, aposte no iogurte. Para enriquecer o prato, você pode optar pela ameixa, que ajuda a regular o funcionamento do intestino. Ela é rica em fibras, principalmente a pectina, que tem outra função não menos importante: a de baixar os níveis do mau colesterol. Provar seu sabor adocicado ainda rende boas doses das vitaminas A, B6 e C. Confira a receita:

Salpicão de ameixa e abacaxi
Rende 6 porções

Codo Meletti

Ingredientes

  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • 1 xícara de chá de ameixa seca sem caroço
  • 1 xícara de chá de abacaxi picado
  • 1 xícara de chá de peito de peru defumado picado
  • 1 xícara de chá de talo de salsão picado
  • 6 colheres de sopa de iogurte light
  • 1 maço de alface americana picada ou cortada em tiras
  • 1 colher de sopa de molho de mostarda
  • Sal a gosto
  • Suco de 1 limão

Modo de preparo
Aqueça água em uma panela. Ponha o açúcar e a ameixa. Deixe ferver por cinco minutos. Retire do fogo, espere amornar e pique a ameixa. Misture-a com o abacaxi, o peito de peru, o salsão e o iogurte. Mexa bem para a mistura ficar homogênea. Distribua a alface em pratos de entrada individuais e derrame por cima um molho feito com o suco de limão e a mostarda, temperando com sal. Sobre cada porção coloque um pouco do salpicão. Deixe na geladeira por meia hora antes de servir.

Prato principal

Entre as carnes protagonistas desse momento do ano, o peru desponta como uma das melhores escolhas. Isso porque é uma fonte de proteína magra e lotada de zinco, um mineral que espanta os radicais livres. Para ficar melhor ainda, invista num tempero caseiro — os que já vêm temperados saem de fábrica com muitos aditivos químicos. Para acompanhar o peru, nada melhor que um arroz com amêndoas. Prefira a versão integral desse grão, porque ela reúne mais fibras e micronutrientes, como magnésio, vitaminas do complexo B e fitoquímicos. Isso torna esse tipo de arroz um aliado contra o ganho de peso e o diabete.

Assado de peru com mandioquinha
Rende 6 porções

Fabio Castelo

Ingredientes

  • 1 litro de leite desnatado
  • 1 quilo de mandioquinha descascada e cortada em pedaços
  • Sal a gosto
  • 1 cebola ralada
  • 2 dentes de alho amassados
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva, mais um pouco para untar
  • 3 xícaras de chá de carne de peru assada e desfiada
  • 1 lata de milho escorrido
  • 1/2 xícara de chá de molho de tomate
  • 4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado

Modo de preparo
Ponha a mandioquinha para cozinhar no leite com um pouco de sal até que fique bem macia. Reserve o leite que restar na panela e passe a mandioquinha pelo espremedor. Em outra panela, aqueça o azeite e doure o alho e a cebola. Refogue o peru desfiado por um minuto e, então, junte o milho, o molho de tomate e o leite reservado. Tempere com sal, se achar necessário. Cozinhe por 15 minutos, mexendo de vez em quando, até o molho se encorpar. Unte um refratário com azeite e esparrame o refogado de peru. Cubra tudo com o purê de mandioquinha e salpique o queijo ralado. Leve ao forno pré-aquecido por 20 minutos ou até ficar dourado. Sirva em seguida.

Arroz integral com amêndoas
6 porções

Ormuzd Alves

Ingredientes

  • 3 xícaras de arroz lavado e escorrido
  • 3 colheres de sopa de óleo
  • 2 dentes de alho amassados
  • 6 xícaras de caldo de galinha
  • 1 xícara de amêndoas torradas e sem casca picadas

Modo de preparo
Frite o alho no óleo quente até dourar. Ponha o arroz na panela e refogue por 3 minutos, mexendo de vez em quando. Junte o caldo de galinha (se ele não estiver suficientemente salgado, acrescente uma pitada de sal). Ao ferver, abaixe o fogo e tampe. Espere até metade do caldo se evaporar para acrescentar as amêndoas, dando uma boa mexida. Continue o cozimento com a panela semitampa-da, até o arroz ficar macio e soltinho.

Sobremesa
A famosa rabanada não tem que ficar de fora da festa. E, para deixá-la mais light, não é tão complicado. Na hora de preparar, pegue leve na quantidade de açúcar. E aposte no leite desnatado, uma vez que ele oferta menos gordura saturada — esse ingrediente pede moderação porque, em excesso, eleva o risco cardiovascular. No momento do grand finale, em vez de fritar, basta levar ao forno. Uma bela economia nas calorias.

Rabanada de forno

Mauro Holanda

Ingredientes
1 pão de rabanada ou 5 pães franceses
500 ml de leite
1 lata de leite condensado diet
2 ovos batidos
Açúcar com canela misturados a gosto

Modo de preparo
Retire a casca do pão de rabanada (ou dos pães franceses) deixando apenas na parte de baixo de cada pão. Corte em fatias. Reserve. Em uma tigela, coloque o leite, o leite condensado e os ovos batidos. Misture bem. Mergulhe as fatias de pão, molhando bem, mas mantendo-as firmes. Coloque as fatias numa assadeira untada com manteiga e levemente polvilhada com açúcar e canela misturados a gosto. Leve ao forno médio pré-aquecido a 180 °C por 30 minutos. Vire as rabanadas e volte novamente ao forno por 10 minutos. Retire do forno e passe as rabanadas no açúcar com canela. Sirva em seguida.

 

Os últimos dias de um ano são uma ótima oportunidade para refletirmos sobre avanços e retrocessos. E por que não fazer  essa retrospectiva na área da saúde? Selecionamos os fatos mais marcantes de 2017 para que você continue caminhando no sentido do bem-estar e da qualidade de vida.

1. O ano do mindfulnss

A técnica que treina a atenção plena foi citada em nada menos que 24 500 artigos científicos em 2017, segundo o site Google Scholar. Com um programa de treinamento que envolve exercícios diários de meditação e conceitos facilmente aplicáveis no dia a dia, o mindfulness ganhou popularidade justificada.

Estudos mostram que o simples fato de tirar a mente do piloto automático e focar no momento presente já ajuda no tratamento de uma série de condições, da redução do estresse ao melhor controle de doenças cardiovasculares.

Mas os especialistas alertam: ele não é uma solução mágica para tudo e exige dedicação aos exercícios e disciplina para surtir efeito.

Leia também: Mindfulness, sua mente tem poder

2. A vacina para HPV foi ampliada para os meninos, mas não emplacou

No começo do ano, meninos de 12 e 13 anos foram incluídos no esquema de vacinação da rede pública, que foi ampliado mais uma vez em junho para incluir garotos entre 11 e 15 anos. Portadores do HIV e outras condições que exigem o uso de drogas imunossupressoras, como câncer e transplante de órgãos, entre os 9 e 26 anos de idade, também entraram no programa.

Isso é ótimo não só porque a vacina é eficaz, mas porque metade dos jovens brasileiros pode estar infectado com o vírus por trás de verrugas genitais e diversos tumores nos homens e nas mulheres.

Só que, depois de uma ótima estreia em 2014 nas meninas entre 9 e 13 anos, a vacina que protege contra quatro tipos do HPV sobrou nos postos esse ano. Um pena.

Veja mais: Quem deve tomar a vacina do HPV pela nova regra do Ministério 

3. As fake news dominaram a internet

E não foram só as notícias falsas sobre saúde, aliás. O problema foi tamanho em departamentos como a política que o dicionário Collis, um dos mais prestigiados do mundo, elegeu o termo como a expressão de 2017. Já o Facebook anunciou a contratação de mil pessoas pelo mundo para checar as notícias falsas que circulam por ali.

Embora fake news sejam histórias criadas para atender a interesses escusos, sejam eles econômicos ou políticos, boatos sem fundamento científico por si só já merecem atenção. É o caso das informações tortas sobre emagrecimento divulgadas nas redes sociais, assim como o medo de efeitos colaterais inexistentes de vacinas usadas há décadas, que merece um tópico à parte.

4. As vacinas perderam território

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É hora de fazermos um breve balanço do ano na minha área de atuação, o diabetes. Eis o que considero os três destaques de 2017. São avanços que vão da evolução tecnológica à ampliação do acesso a medicamentos de qualidade.

1. Lançamento do pâncreas artificial quase totalmente automático

Em 2017, a empresa Medtronic trouxe ao mercado americano a bomba de infusão de insulina 670G, que é o mais próximo que a medicina já chegou de um pâncreas artificial. Esse dispositivo possui um sensor que mede a glicose na pele e envia o resultado diretamente para a bomba. Por inteligência artificial, o aparelhinho é capaz de observar o padrão de evolução da glicose e, assim, elevar ou diminuir a infusão de insulina no intervalo entre as refeições.

A bomba não é completamente automática porque o paciente deve contar carboidratos e inserir essa informação na bomba todas as vezes em que se alimenta. Além disso, é necessário que paciente e médico calculem adequadamente como deve ser feito o ajuste de glicose e qual a razão insulina/carboidrato nas refeições.

2. Ampliação da indicação da cirurgia bariátrica a pessoas com diabetes

Conselho Federal de Medicina aprovou a prescrição desse procedimento como opção terapêutica a pessoas com diabetes tipo 2 e Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 30, idade entre 30 e 70 anos, menos de dez anos de diagnóstico da doença e que não atingem um bom controle da glicose com o tratamento convencional à base de remédios.

Ainda em 2017, houve um grande avanço na cirurgia para redução do volume do estômago feita por endoscopia, sem cortes externos. Embora esteja associada a uma menor perda de peso na comparação com a versão tradicional, já se sabe que envolve muito menos riscos.

A cirurgia endoscópica para pessoas com diabetes tipo 2 foi aprovada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo para pessoas com IMC acima de 30. Ela ainda aguarda parecer do Conselho Federal de Medicina.

3. Aprovação da insulina biossimilar, muito mais barata

Este ano marca também a liberação da primeira insulina biossimilar no mercado brasileiro. Trata-se da insulina glargina, que tem efeito de longa duração (cerca de 24 horas), menor risco de hipoglicemia e cuja versão original já é usada há mais de 15 anos no país.

O maior empecilho para a fórmula pioneira era justamente o custo altíssimo. Isso inviabilizava o acesso a um bom número de pessoas. No final de 2017, foi aprovada a versão biossimilar, com eficácia completamente comparável ao produto original e com preço bem mais acessível. Esperamos que, com ela, possamos oferecer um tratamento de maior qualidade às pessoas com diabetes que necessitam de insulina.

saude.abril

Diversos estudos anteriores comprovam que uma mente estressada tem uma neurogênese menos efetiva. Ainda assim, Nokia acredita que há mais a se descobrir: “Os ratos na esteira também sofreram com pequenos choques, e os de treinamento com peso não. Portanto, o estresse sozinho não explica tudo”. 

A pesquisa ainda não prova nada em relação aos seres humanos, apesar de um estudo realizado com idosas em 2014 ter apontado conclusões muito similares. Nokia também ressalta que levantamento de peso e treino de alta intensidade podem ajudar o cérebro de alguma maneira, mesmo que a neurogênese provavelmente não seja uma delas.

ativo

Quando alimentação equilibrada e exercício não surtem efeito na balança, o diagnóstico é quase certo: metabolismo lento. Característica genética? Pode ser. Ou, então, sinal de que seu organismo está se defendendo das dietas restritivas às quais já foi submetido. O fato é que, nos dois casos, ele queima o mínimo de calorias para armazenar o máximo. A Dieta do Metabolismo Rápido – a escolha mais recente da atriz Jennifer Lopez para manter o corpo impecável – promete virar esse jogo ao fazer você incinerar gordura 24 horas por dia.

Entenda: Cardápio completo para prevenir o envelhecimento do cabelo

A perda de peso é animadora: menos 10 quilos em 28 dias. “Mas, para atingir essa meta, as regras da dieta devem ser seguidas à risca”, disse a criadora do método, a nutricionista norte-americana Haylie Pomroy, à BOA FORMA. Isso significa fazer cinco refeições por dia, comer 30 minutos (no máximo) depois de acordar, beber bastante água e consumir só os alimentos permitidos nas listas.

Você precisa enxugar só 2 ou 3 quilos? Ainda assim deve cumprir as mesmas recomendações por quatro semanas! É o tempo considerado necessário para qualquer pessoa sair do modo queima-lenta-de-gordura. “O resultado não é só uma aparência boa. Mas, sim, uma aparência fantástica e 100% de saúde”, afirma Haylie. Isso porque, segundo ela, além de restaurar e acelerar o metabolismo, a dieta aumenta o ganho de músculos e equilibra os hormônios.

Alimentando o fogo

Contagem de calorias e porções mirradas não existem. Na Dieta do Metabolismo Rápido, você pode comer verduras à vontade e carnes magras em doses generosas até mesmo na etapa mais radical, a fase 2. Em uma mesma semana, você passa por outras duas fases, a 1 e a 3 – cada uma com um objetivo diferente (confira a seguir).

Funciona assim: “A cada dois dias, três no máximo, a pessoa deve mudar a proporção de carboidrato, proteína e gordura saudáveis no cardápio”, explica Kátia Vieira, coaching oficial do método no Brasil. Ou seja, você não passa fome e nem cai na monotonia. Mas prepare-se para abrir mão dos produtos muito industrializados e daqueles com um potencial de provocar processos inflamatórios no organismo, como leite de vaca e derivados (queijo, iogurte), milho, soja e cereais com glúten (trigo, cevada, malte e aveia) e batata-inglesa. Também ficam de fora doces, sucos de fruta, frutas secas, café, refrigerante (normal e zero) e bebida alcoólica. Finalizadas as quatro semanas, esses alimentos podem voltar devagar ao cardápio. Mas, segundo Haylie, é bem possível que você prefira abrir mão de alguns deles para manter o peso certo e o bem-estar conquistados com a dieta.

Em tempo: para facilitar o resultado, a autora da dieta sugere associar exercícios às diferentes fases. Então, bora lá incinerar as gordurinhas?

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Sede da Polícia Federal no Amazonas (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)
Suspeitos estão sendo levados para sede da Polícia Federal no Amazonas
(Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)

A operação “Maus Caminhos” foi deflagrada na manhã desta terça-feira (20), no Amazonas. A ação visa combater o desvio de recursos da saúde pública. Mandados de prisão, de busca e apreensão e conduções coercitivas são cumpridos em condomínios de luxo em Manaus e outros municípios do interior do estado. Os investigados fariam parte de um esquema criminoso que desviou mais de R$ 110 milhões dos cofres públicos. Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal participam da operação.

Segundo a CGU, a ação visa desarticular uma organização criminosa que desviava recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Amazonas.

De acordo com as investigações, há o envolvimento de agentes públicos e empresários em fraudes que somam mais de R$ 110 milhões.

São cumpridos 13 mandados de prisão preventiva, quatro mandados de prisões temporárias, três mandados de condução coercitiva, 40 mandados de busca e apreensão, 24 de bloqueios de bens e 30 de sequestros de bens. As medidas são realizadas em residências e empresas nos municípios amazonenses de ManausItacoatiara e Tabatinga, além das capitais Belo Horizonte, Brasília, Goiânia e São Paulo. Participam da operação 185 policiais federais, 36 auditores da CGU e 50 auditores da Receita Federal.

Investigação
A investigação teve início em análise da CGU sobre concentração atípica de repasses do Fundo Estadual de Saúde à organização social Instituto Novos Caminhos (INC). De abril de 2014 a dezembro de 2015, a entidade recebeu mais de R$ 276 milhões para administrar duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), em Manaus e Tabatinga, e um centro de reabilitação para dependentes químicos, no município de Rio Preto da Eva.

“Desdobramentos do trabalho resultaram em fiscalização, entre maio e agosto deste ano, que verificou que os principais fornecedores do INC, empresas administradas por um mesmo grupo de pessoas e ligadas ao esquema criminoso, receberam pagamentos por serviços não prestados, indevidos e superfaturados. Até o momento, a CGU apurou desvios que somam mais de R$ 110 milhões em prejuízo aos cofres públicos. As fraudes envolvem ainda, além dos serviços médicos e de administração, a prestação dos serviços auxiliares de saúde, como lavanderia, limpeza, refeições hospitalares e portaria”, infomou a CGU em nota.

G1 não conseguiu contato telefônico com o Instituto Novos Caminhos (INC) no início da manhã desta terça-feira.

Chegou ao Brasil uma novidade para o tratamento do diabetes tipo 1 e 2. Trata-se do Basaglar, o primeiro medicamento biossimilar da insulina glargina, criado pela parceria entre as farmacêuticas Eli Lilly e Boehringer Ingelheim. Em resumo, ele é criado a partir da versão original da insulina glargina, que há alguns anos foi recebida com entusiasmo pelos diabéticos e seus médicos. Só que a novidade é 70% mais barata do que o medicamento referência no nosso país – e com eficácia e segurança iguais, garantidos por órgãos reguladores e pesquisas científicas“A insulina glargina é um marco no tratamento da doença no país, porque permite aos pacientes um maior controle da glicemia e um estilo de vida mais flexível”, explica Rosangela Réa, endocrinologista e professora da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba. Ela ganhou essa fama porque sua ação é mais estável. “As insulinas basais antigas provocavam picos do hormônio e duravam 18 horas ao invés de 24”, compara a médica. Sem saber quando esse pico aconteceria, as refeições tinham que seguir um horário mais rígido. Já a glargina tem efeito duradouro: basta uma picada ao dia. E ela ainda diminui o risco da hipoglicemia, quadro perigoso que pode ocorrer quando há insulina demais em circulação. Além disso, como contém apenas insulina, o produto não precisa ser misturado a outros elementos toda vez que for aplicado. “Esse procedimento é delicado e, se feito inadequadamente, compromete a eficácia do remédio”, relembra a médica. Em vez disso, o fármaco é apresentado em canetas injetáveis com agulhas fininhas.

Mais acessibilidade

A insulina glargina disponível até então, da Sanofi, pesava no bolso dos pacientes. Em algumas situações, seu preço simplesmente inviabilizava o tratamento no longo prazo, obrigando os pacientes a utilizar opções menos apropriadas. Com a nova opção no mercado, a esperança é de que mais diabéticos possam alcançar um controle adequado da doença. Aliás, após a chegada de Basaglar, a versão de referência da insulina glargina já baixou seu preço por meio de programas de assistência ao paciente. O que a concorrência não faz…Vale lembrar que a insulina glargina é de longa ação e não substitui a versão de ação rápida ou a ultrarrápida, que é tomada imediatamente antes das refeições. Coordenar essas medicações direito é fruto de um bom diálogo com o doutor.

O que é um biossimilar?

Os medicamentos biológicos, caso da insulina glargina, são feitos a partir de organismos vivos e compostos por milhares de moléculas. Assim, mesmo quando a patente deles cai, é impossível copiá-lo de maneira idêntica, como ocorre com os genéricos de remédios convencionais.

No entanto, dá para chegar bem perto da estrutura original – e, por meio de estudos científicos, garantir segurança e eficácia igual ao do produto referência. Quando isso acontece, trata-se de um biossimilar. Esse é o caso do Basaglar.

O surgimento dos biossimilares é visto com bons olhos justamente por oferecer opções mais baratas ao consumidor.

Antigamente, por causa das doses elevadíssimas de hormônios, os contraceptivos orais eram frequentemente ligados ao câncer de mama. Mas com a evolução nos medicamentos, a preocupação abrandou – afinal, o teor dessas substâncias nos anticoncepcionais de hoje é bem menor. Só que pesquisadores acabam de descobrir que mesmo as pílulas modernas estão associadas a um risco extra de sofrer com esse tumor.

O achado, da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, surgiu da análise da incidência de câncer de mama em 1,8 milhão de mulheres entre 15 e 49 anos de idade. Trata-se de nada mais, nada menos do que toda a população feminina do país nórdico nessa faixa etária, com exceção das que já haviam manifestado a doença ou outras condições como o tromboembolismo venoso.

A multidão de dinamarquesas foi acompanhada por pouco mais de uma década, período em que 11 517 tumores nos seios foram detectados. Resultado: a prevalência do problema foi 20% maior nas que já tinham apostado em qualquer tipo de pílula quando comparadas às que nunca recorreram a esse método contraceptivo. Se no primeiro time foram 55 casos a cada 100 mil mulheres, no segundo foram 68 diagnósticos.

A ameaça era mais significativa em quem engolia o anticoncepcional há mais de dez anos e estava acima dos 40. Além dos comprimidos, o dispositivo intrauterino (DIU) com progesterona também foi vinculado a um risco ligeiramente elevado.

Embora o levantamento não firme uma relação de causa e efeito, é possível que a dose extra de hormônios no organismo instigue o desenvolvimento do câncer. Só que não há motivo para pânico.

“O risco absoluto é pequeno e os próprios autores ressaltam isso no texto. Estamos falando de um caso extra a cada 7 690 mulheres que usam o contraceptivo”, comenta Fabiana Baroni Makdissi, mastologista do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo.

O que é mais perigoso para o câncer de mama

Vale destacar que o trabalho não considerou outros fatores relacionados ao desenvolvimento dos tumores, como falta de atividade física, consumo de álcool e peso. E, quando o assunto é câncer de mama, o problema maior parece ser justamente a união desses financiadores.

Tanto que, antes do trabalho dinamarquês, profissionais o A.C. Camargo realizaram uma investigação de ameaças que favoreceriam essa doença. Aí, viram que outros pontos são bem mais relevantes do que os anticoncepcionais.

“Para ter ideia, o risco atribuível ao contraceptivo hormonal foi de 1,4%, enquanto o do sedentarismo alcançava 4%”, compara a médica. Ou seja, enquanto pouco mais de um a cada cem casos da enfermidade seriam ocasionados pelas pílulas, quatro decorreriam da preguiça.

“É muito melhor levantar da cadeira do que deixar de tomar o anticoncepcional, se ele for necessário”, conclui Fabiana. Até porque uma gravidez indesejada abre as portas para diversos problemas de saúde, tanto na mãe, como no filho.

Quem deve se preocupar?

Segundo os especialistas, é tudo uma questão de calcular riscos e benefícios. “Não há motivos para interromper o uso da medicação, mas ela normalmente já não é indicada a mulheres com câncer ou histórico da doença na família”, explica o mastologista Gabriel de Almeida Silva Júnior, coordenador do serviço da especialidade no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais.

Ou seja, vale conversar com o ginecologista e investigar qual o risco particular de cada uma desenvolver um nódulo maligno, ou mesmo outra encrenca, como o tromboembolismo. E se os benefícios – prevenção de gestações indesejadas, controle da endometriose… – compensam.

saude.abril

     O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil. O diagnóstico precoce pode aumentar em 90% as chances de cura.

   O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil. E é de olho naqueles que não se cuidam que a campanha Novembro Azul foi criada. O objetivo é levar informação e reduzir os números de mortes por causa da doença.

    É de suma importância que os homens com mais de 40 anos faça prevenção, para mais tarde não vir sofrer as consequências, por conta do descuido e da timidez. A saúde em primeiro lugar.

  Na Unidade Mista de Santa Terezinha foi realizado nesta quinta feira (30/11), cerca de 130 exames de próstata, entre outros exames, onde a receptividade e o atendimento deixaram todos satisfeitos. Com uma equipe empenhada e trabalhando de forma igualitária. Foi informado a este blog que:

“Totalizando 576 procedimentos. Tivemos também palestra com Dr. Rogério Carneiro sobre o tema principal e a unidade mista realizou a marcação de mais de  100 ultrassonografias da próstata para as próximas semanas devido a presença de grande quantidade do público alvo”

HGT.  126
Vacinação 30 DT e 30 Hepatite B
Testes rápidos: 
HIV 59
Sífilis 59
HCV 50
HBsAg 50
USG da próstata 38
PSA 105
Pressão Arterial 29

                   
Acessem os vídeos 

                       

Cada dia mais avançada, a imunoterapia para o tratamento do câncer começou a escrever mais um capítulo de sua história: uma vacina terapêutica está atualmente passando pelos primeiros testes em seres humanos. Os responsáveis vêm da empresa americana Moderna, que anunciou em meados de novembro a novidade. Trata-se de uma vacina terapêutica personalizada – diferentemente das convencionais, ela será usada após o paciente receber o diagnóstico. É um tratamento que faz o próprio organismo reconhecer o câncer como um inimigo. A tecnologia em questão foi batizada de mRNA 4157. E o nome tem motivo: a nova arma “se aproveita” do mecanismo do nosso RNA mensageiro, o mRNA, para agir no corpo. Se você não está com as aulas de biologia fresquinhas ne memória, basta entender que essas moléculas recebem e enviam ordens do DNA para o corpo.

Como vai funcionar a vacina mRNA-4157

1) Antes de tudo, identifica-se, no organismo do paciente, as principais mutações presentes em seu câncer. Sim, o tumor de cada paciente tem diferentes mutações, mesmo que se aloje no mesmo órgão.
2) A partir disso, são identificadas as 20 mutações que, de acordo com particularidades do seu organismo, têm maior chance de causar a reação imune desejada.
3) Com tecnologias de última geração, os cientistas transmitem essa informação para moléculas de mRNA e as inserem na vacina.
4) Uma vez injetadas no paciente, as moléculas de mRNA ensinam as suas células de defesa a detectar as tais mutações do câncer.
5) Aí, o sistema imune consegue combater “sozinho” o tumor.

Ou seja: como outras armas da imunoterapia, a vacina da vez não age diretamente na doença. Ela basicamente turbina as defesas do corpo.

Parece incrível, não é mesmo? A ideia da Moderna é que, uma vez aprovada, a injeção fique pronta para cada paciente em poucas semanas depois do diagnóstico. A questão é: a que custo isso virá para a população? De pouco adianta ter uma arma revolucionária, se ninguém consegue pagar por ela. Mais: mesmo que tudo dê certo nos estudos, ainda tem muito chão pela frente para que essa tecnologia esteja finalmente disponível. A previsão é que os resultados dessas primeiras análises fiquem prontos até o fim do ano que vem. No momento, estão sendo investigadas a segurança e a reposta imunológica dos voluntários durante o uso. Mais adiante, serão esmiuçados a eficácia propriamente da vacina, principalmente quando combinada a uma medicação específica da farmacêutica MSD – o chamado pembrolizumabe. A tal MSD inclusive está apoiando os estudos com a vacina.

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