Ateliê Geilson
Natura
Natália Calçados

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

  • 28
  • 22
  • 24
  • 20
  • 11
  • 09
  • 11
  • 01
  • 29
  • 03
  • 04
  • 05
  • 07
  • 02

Supermercado
Portal Correio-PB

 
CLIQUE E ACESSE!
 

 Para visualizar este conteúdo corretamente, é necessário ter oFlash Player instalado. 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Cuba recebe como heróis primeiros médicos que retornam do Brasil

Uma médica cubana espera pelo embarque no

aeroporto de Brasília para voltar para seu país,

em 22 de novembro de 2018 – AFP

De jaleco branco e levando bandeiras dos dois países, chegaram nesta sexta-feira a Havana os primeiros 200 médicos cubanos que retornam do Brasil, depois que a ilha decidiu deixar o programa Mais Médicos em reação às críticas do presidente eleito Jair Bolsonaro. O presidente Miguel Díaz-Canel, que na quinta-feira foi anfitrião do chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez, foi ao terminal aéreo junto com outros dirigentes para saudar os compatriotas, relatou o jornal “Juventud Rebelde”. “Nas primeiras horas de sexta-feira começam a chegar à Pátria os apóstolos da saúde cubana que são #MasQueMedicos. Nossa homenagem aos homens e mulheres que fizeram história no Brasil. Bem-vindos pra casa”, tuitou Díaz-Canel. O voo da Cubana de Aviación, um IL-96-300 de fabricação russa, aterrissou em Havana às 5h15 locais (8h15 em Brasília) depois de um trajeto de quase sete horas de voo. Trata-se do primeiro grupo dos mais de 8.300 cubanos que devem deixar o Brasil até 10 de dezembro, depois que Havana decidiu se retirar do acordo mantido pela Organização Panamericana de Saúde (OPS) há cinco anos com o Brasil. “Voltamos hoje, e assim farão nossos colegas, com toda honra e dignidade do mundo. Nunca permitiremos ameaças, nem que questionem o humanismo e o profissionalismo com que atendemos nossos pacientes brasileiros”, disse um dos médicos ao “Juventud Rebelde”, ao desembarcar. Bolsonaro condicionou a permanência dos médicos a uma revalidação de seu diploma e a contratos individuais com o governo brasileiro, que lhes permita receber o salário integral, assim como liberdade para levarem suas famílias para o Brasil.Cuba paga a seus médicos no exterior 30% do que recebem por seu trabalho, mantém seu posto de trabalho e salário na Ilha e dedica o restante dos recursos ao orçamento público, sobretudo, para o apoio de um sistema de saúde gratuito e universal para seus cidadãos.A exportação de mão de obra profissional é a primeira atividade da economia cubana, que proporcionou mais de 10 bilhões de dólares anuais ao orçamento estatal. Esse montante baixou consideravelmente nos últimos anos, porém, devido à crise da Venezuela, onde trabalham milhares de médicos cubanos. Desde que a decisão de Cuba foi anunciada, há uma semana, a imprensa local faz uma intensa campanha sobre o tema com fortes acusações contra Bolsonaro.

istoe

Resultado de imagem para programa Mais Médicos

O site do programa Mais Médicos saiu do ar três horas após o início das inscrições no novo edital de contratação de profissionais após a saída de Cuba. O Ministério da Saúde diz que o grande número de acessos simultâneos recebido no sistema é “característico de ataques cibernéticos” e está investigando o caso. A pasta afirmou ter recebido um milhão de acessos, mais do que o dobro do quantitativo de médicos em atuação no País. Apenas na primeira hora de início da inscrição, foram recebidas 2 mil inscrições, segundo a pasta. O prazo é até o dia 25 de novembro e o início das atividades está previsto para 3 de dezembro. Primeiro, o governo afirmou que o sistema estava instável em função do “grande número de acessos”. Depois, ministério informou que investiga suspeita de ataque ao site. Em nota divulgada por volta das 13h desta quarta-feira, 21, o ministério informou que, apesar da instabilidade, foram feitas em três horas de abertura do sistema 3.336 inscrições. O ministério sugere que interessados devam manter a tentativa de acesso. Não haverá alteração do cronograma de inscrição. Em nota, a Associação Médica Brasileira (AMB) diz ver com preocupação a instabilidade no site e diz que vai solicitar a prorrogação do prazo para inscrição.

Edital

O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 20, edital para selecionar profissionais que queiram aderir ao programa Mais Médicos. Serão ofertadas 8.517 vagas, das quais 8.332 abertas em decorrência da saída de médicos cubanos do programa, que devem deixar o País até o dia 12 de dezembro.

O governo de Cuba anunciou na semana passada o rompimento unilateral da participação no programa Mais Médicos. O motivo para a decisão foram as declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) com críticas ao programa.

Os profissionais selecionados irão atuar em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas, antes ocupados pelos cubanos. As inscrições começam nesta Quarta-feira e seguem até o dia 25 deste mês para médicos brasileiros com CRM Brasil ou com diploma revalidado no País. O salário líquido é de R$ 11.244,56. O novo edital flexibiliza algumas regras para a seleção de interessados e assim tenta evitar o apagão na assistência básica provocada pela saída de Cuba do programa. O cronograma é mais curto, por exemplo, e os contratados com diploma obtido no exterior serão dispensados de um curso de capacitação, que era exigido desde a criação do programa, em 2013.

Revalida

Continue lendo

Os dados constam de balanço do Inep, instituto responsável pela avaliação, com base na mais recente edição da prova, aplicada em 2016. Naquele ano, 24,3% dos cubanos foram aprovados no exame. Entre os brasileiros, o índice foi de 28,5%. A média de todas as nacionalidades é de 24,8%. O Revalida é composto de duas etapas: a primeira é uma prova escrita, com questões de múltipla escolha e discursivas, e a segunda, uma prática, com simulações de situações frequentes no SUS. Em 2016, cerca de 37,8% dos cubanos foram aprovados na primeira etapa. Entre os brasileiros, o índice foi de 37,5%, dentro da média geral. Já entre os selecionados para a segunda fase, o índice de aprovação dos cubanos foi de 64,4%, pouco abaixo da média geral, que é de 66%. Entre brasileiros formados no exterior que passaram para a segunda etapa, o índice de aprovação foi de 75,9%.

Desde 2011, 459 cubanos foram aprovados no Revalida, de acordo com os dados do Inep. Não há informações sobre quantos desses participantes são integrantes do Mais Médicos. Na quarta (16), o governo de Cuba anunciou o fim da parceria com o Brasil no programa, o que deve levar à saída de 8.332 médicos. A decisão é atribuída a críticas de Bolsonaro à qualidade da formação dos médicos e à intenção manifestada por ele em modificar o acordo com a Opas (Organização Pan-americana de Saúde), responsável por intermediar a vinda dos profissionais cubanos ao país.

Entre as mudanças que o presidente eleito defendeu, estava a exigência de revalidação do diploma –o presidente eleito, porém, não deixou claro se essa exigência de revalidação do diploma valerá apenas aos cubanos ou a todos os médicos formados no exterior, inclusive os brasileiros. Criado em 2013, o Mais Médicos permite que profissionais estrangeiros atuem no Brasil sem ter o diploma revalidado. Neste caso, eles passam a ser considerados “intercambistas”. Ainda assim, a procura dos cubanos pelo Revalida tem aumentado nos últimos anos.

Dados do Inep mostram que, em 2016, 1.456 profissionais do país se inscreveram para participar da avaliação. Em 2011, foram só 14. Já em 2014, após a criação do Mais Médicos, 32 profissionais da ilha buscaram o exame, seguidos de 159 no ano seguinte. Atualmente, eles são a segunda nacionalidade que mais procura o exame, atrás apenas de brasileiros formados no exterior –que somaram 2.919 participantes em 2016. Ao mesmo tempo em que o Revalida volta a ter destaque como exigência de Bolsonaro para atuação de médicos estrangeiros, a aplicação de uma nova edição do exame ainda não tem data para ocorrer em 2019. A diretora de avaliação de educação superior do Inep, Mariângela Abrão, disse  que definições sobre datas e eventuais mudanças na prova devem ficar a cargo da próxima gestão. Nesta segunda, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, afirmou que pretende discutir com o Ministério da Educação a possibilidade de realizar mudanças na prova.

Entre as medidas em análise, está repassar a responsabilidade pela aplicação a hospitais federais da rede de ensino e aumentar a frequência do exame para aumentar as oportunidades de revalidação.

Recentemente, a avaliação tem sido alvo de turbulências.

Ao contrário de anos anteriores, em que as duas fases do exame ocorriam no mesmo ano, a segunda fase ainda da edição do Revalida 2017 foi aplicada apenas neste final de semana –após quase um ano da aprovação na primeira etapa. Já a edição de 2018 não chegou a ter edital anunciado e não não há nem sequer previsão para isso. O motivo para o atraso foi uma enxurrada de ações judiciais ainda na primeira etapa do Revalida. Segundo o Inep, ao menos 1.377 participantes optaram pela via judicial para inscrição na prova. “A quase totalidade dos processos recebidos face ao Revalida concentra-se na tentativa de participação no exame por indivíduo que não possui um diploma de graduação em medicina, conforme exigido pela legislação nacional”, diz o instituto, em nota. Com a demora na realização da segunda fase, a nova edição foi cancelada para evitar gastos desnecessários, diz Abrão.

 

Segundo o Inep, como a segunda fase consiste em um teste prático, realizado nos hospitais com simulação de casos reais e avaliação por banca examinadora, a previsão é que o resultado da edição de 2017 seja divulgado apenas em fevereiro de 2019. A indefinição sobre a nova data tem gerado apreensão entre médicos, sobretudo brasileiros formados no exterior, que temem que Bolsonaro os impeça de atuar no Mais Médicos. Com o fim da participação de cubanos no Mais Médicos, o governo Michel Temer (MDB) anunciou nesta segunda-feira (19) um edital para seleção de profissionais para ocupar as 8.517 vagas que serão abertas. A inscrições iniciam na quarta (21) e vão até domingo (25). O processo valerá inicialmente para médicos brasileiros e estrangeiros que já tenham diploma revalidado para atuar no país.

Continue lendo

Carlos Alzenir Catto (E) salientou que município tem edital para contratar médicos, mas não consegue profissionais Crédito: Prefeitura de Chapada / Divulgação CP

Correio do Povo

Insatisfeito com o anúncio do Ministério da Saúde de Cuba, que decidiu retirar do país os profissionais que estão atuando no Programa Mais Médicos, o prefeito de Chapada, Carlos Alzenir Catto (PDT), convidou o médico cubano Richel Collazo para assumir o cargo de secretário municipal da Saúde. Desde 2014 atuando na cidade do Alto Uruguai, Collazo trabalha em uma das equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF). Logo que tomou conhecimento da decisão de Cuba, o prefeito entrou em contato com Collazo e formalizou o convite para a Secretaria da Saúde. Além de destacar que o profissional é benquisto pelos moradores, Catto reforça a competência do profissional. “A população gosta dele. Fizemos uma publicação no Facebook informando a nossa decisão e a maioria das pessoas aprovou e parabenizou a prefeitura. Estou muito seguro do convite que fiz”, explica. Preocupado com a possibilidade de perder um dos médicos do município, Catto relatou que o cubano pediu um tempo para avaliar a proposta. “Será uma grande perda se ele sair”, destaca.

Continue lendo

Presidente eleito afirma que vai acolher profissionais de Cuba que quiserem permanecer no Brasil. Ele promete que não vai acabar com o Mais Médicos e que cubanos serão substituídos por brasileiros ou estrangeiros.

Jair Bolsonaro “Quero tratamento humanitário para os cubanos que estão aqui e para os pacientes”, disse Bolsonaro

default

O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (14/11) que seu governo vai oferecer asilo político aos médicos cubanos que trabalham no programa Mais Médicos e não queiram regressar a seu país de origem.

Após Bolsonaro acenar com mudanças nas condições de trabalho dos médicos cubanos no Brasil, Cuba considerou “inaceitáveis” as novas regras propostas pelo futuro governo e anunciou que vai se retirar do programa. A decisão significa que os cerca de 8,3 mil médicos cubanos que trabalham no Brasil deverão retornar à ilha.  “Se eu for o presidente, o cubano que quiser pedir asilo aqui vai ter”, assegurou o capitão reformado. Ele disse que os governos do Partido dos Trabalhadores (PT) ameaçaram deportar os médicos cubanos que pedissem asilo no Brasil, motivo pelo qual poucos decidiram fazê-lo. “Não podemos admitir isso”, ressaltou. “Temos que dar asilo às pessoas que queiram. Não podemos continuar ameaçando [de expulsão do país] como foi no passado”, disse Bolsonaro.

“É trabalho escravo”, diz Bolsonaro sobre o Mais Médicos

O programa Mais Médicos é uma iniciativa do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, que prevê a contratação de profissionais brasileiros e estrangeiros para assistir a população brasileira em áreas remotas, isoladas e pobres. O Ministério da Saúde Pública de Cuba anunciou nesta quarta-feira que decidiu retirar os profissionais de saúde do programa Mais Médicos após declarações “ameaçadoras e depreciativas” de Bolsonaro. O governo de Cuba disse que a equipe do presidente eleito pôs em questão a preparação dos médicos cubanos, condicionou a permanência deles à validação do diploma e colocou como única via a contratação individual. “Não é aceitável que se questione a dignidade, profissionalismo e altruísmo dos colaboradores cubanos”, afirmou o ministério em nota divulgada na imprensa estatal cubana.

Bolsonaro disse que não cancelará o programa Mais Médicos e que o governo deverá substituir os cerca de 8,3 mil profissionais cubanos por brasileiros ou estrangeiros. “Estamos formando, tenho certeza, em torno de 20 mil médicos por ano, e a tendência é aumentar esse número. Nós podemos suprir esse problema com esses médicos. O programa não está suspenso, [médicos] de outros países podem vir para cá. A partir de janeiro, pretendemos, logicamente, dar uma satisfação a essas populações que serão desassistidas.” O presidente eleito disse que suspensão do programa foi “unilateral por parte da ditadura cubana”, que não levou em conta os prejuízos à população mais pobre do Brasil. Ele disse que o seu governo verificará se há alguma cláusula que prevê sanção caso o acordo fosse rescindido por uma das partes. Bolsonaro disse que sua rejeição ao Mais Médicos se dá por razões humanitárias e trabalhistas. Em torno de 70% do salário dos médicos é “confiscado pela ditadura cubana”, e cubanos são forçados a viajar sem suas famílias, criticou. “Tem muita senhora desempenhando função de médico, e seus filhos menores estão em Cuba.”

Bolsonaro reafirmou a exigência que seu governo fará para manter os médicos cubanos no programa. “Se fizerem o Revalida, salário integral e puderem trazer a família, eu topo continuar o programa [com Cuba].”

Continue lendo

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou uma nota nesta quinta-feira (15) na qual informou que a saída de cubanos do programa Mais Médicos afetará 28 milhões de pessoas. Nesta quarta (14), o presidente eleito Jair Bolsonaro informou que o governo cubano decidiu deixar o programa por não concordar com testes de capacidade. O Ministério de Saúde Pública de Cuba, contudo, informou ter tomado a decisão em razão de “declarações ameaçadoras e depreciativas” de Bolsonaro. Em agosto, ainda em campanha, Bolsonaro declarou que “expulsaria” os médicos cubanos do Brasil.”O valor do Programa Mais Médicos (PMM), ecoado nos diversos cantos do Brasil, demonstrou ser uma das principais conquistas do movimento municipalista frente à dificuldade de realizar a atenção básica, com a interiorização e a fixação de profissionais médicos em regiões onde há escassez ou ausência desses profissionais”, afirmou a CNM em nota.“Entre os 1.575 Municípios que possuem somente médico cubano do programa, 80% possuem menos de 20 mil habitantes. Dessa forma, a saída desses médicos sem a garantia de outros profissionais pode gerar a desassistência básica de saúde a mais de 28 milhões de pessoas”, acrescentou a entidade. Mais cedo, nesta quinta-feira, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, avaliou em entrevista à GloboNews que a decisão do governo cubano é “ruim” e “hostil”.”Eu acho ruim [a saída], porque isso foi uma política que permitiu o atendimento para pessoas que não teriam acesso de outra forma, são 8 mil médicos. Mas nós vamos resolver essa questão de outra forma, o Ministério da Saúde está tomando já providências para suprir essa ausência”, afirmou Aloysio Nunes à GloboNews.”É uma decisão que o governo cubano já tomou, acho uma decisão hostil, sem cabimento”, acrescentou.

Cuba enviava profissionais ao Brasil desde 2013. No Mais Médicos, pouco mais da metade dos profissionais – 8,47 mil dos mais de 16 mil profissionais – vieram de Cuba, segundo dados obtidos pelo G1.

Governo de Cuba anuncia a saída do programa Mais Médicos

‘Extrema preocupação’

Ainda na nota divulgada nesta quinta, a Confederação Nacional dos Municípios afirmou que a situação é de “extrema preocupação” e exige a superação “em curto prazo”.“Acreditamos que o governo federal e de transição encontrarão as condições adequadas para a manutenção do programa. Enquanto aguardamos a rápida resolução do ocorrido pelo órgão competente, estamos certos de que os gestores municipais manterão o máximo empenho para seguir o atendimento à saúde de suas comunidades”, afirmou a entidade.

São quase o dobro dos 4.700 brasileiros que buscaram vagas para trabalhar, pela simples razão de que não aparecem médicos brasileiros em quantidade para suprir as vagas, nas quais têm prioridade.São os cubanos que estão nos lugares mais remotos, mais pobres, muitas vezes pequenas aldeias.

Em cinco anos, fizeram 113 milhões de atendimentos gratuitos, pelo SUS.

A tão alegada “incapacidade profissional”, em tantos procedimentos, jamais levou a um caso escandaloso de mau atendimento, e olhe que eles trabalham sob lupa: qualquer imperícia grave que cometam iria parar nas páginas de jornal.Como foram os casos de médicos que “desertaram” do programa e que, em seguida, mostraram que queriam mesmo era uma oportunidade de ir para os Estados Unidos, patrocinados por organizações que estimulam a fuga de profissionais de Cuba.Os cubanos têm contrato com seu governo e este, por sua vez, com a Organização Panamericana de Saúde, que “pilota” o contrato com o Brasil. Recebem uma parte lá, outra aqui.O governo cubano, é evidente, “vende” serviços de saúde como fonte de receitas para o país. Exatamente como fazem os planos de saúde privados como empresas: pagam aos médicos muito menos do que recebem do cliente pelo atendimento.Este é um problema deles com seus médicos e, sob a lei brasileira, o Supremo Tribunal Federal decidiu em 2017, já no Governo Temer, pela legalidade dos contratos .O nosso problema é não ter, salvo pelos os cubanos, um número significativo de médicos dispostos a atender em locais pobres e remotos

Continue lendo

Pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, do Ministério da Saúde, aponta que 8 de cada 10 homens, presentes nas consultas de pré-natal, passaram a ficar mais cuidadosos com sua saúde

A terceira etapa da pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, realizada pelo Ministério da Saúde, indica que 72,25% (26.965) dos pais ou cuidadores entrevistados participaram das consultas de pré-natal com suas parceiras no país. Desse total, 80,71% (21.763) afirmaram que esse envolvimento os motivaram a cuidar melhor da sua saúde. Os dados demonstram que a paternidade é a principal porta de entrada do homem na unidade de saúde para que ele também se cuide.“Na saúde brasileira, por barreiras socioculturais, por exemplo, diferentemente da mulher, a população masculina tende a buscar os serviços de saúde já na atenção especializada – e não no atendimento primário, por meio da promoção da saúde e da prevenção – o que traz como consequência o agravamento de doenças” explica o coordenador da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Francisco Norberto Moreira da Silva.Nesta terceira etapa da pesquisa foram realizadas 37.322 entrevistas com pais ou cuidadores que assumiram a figura paterna e que acompanharam o pré-natal, parto e pós-parto de crianças nascidas no Sistema Único de Saúde (SUS) no ano de 2015. O objetivo da pesquisa é obter dados sobre o acesso, acolhimento e cuidados com a saúde masculina nos serviços públicos de saúde; e levantar informações sobre o envolvimento do pai no pré-natal e nascimento da criança. A coleta de dados foi feita entre março de 2017 e março de 2018.Embora a pesquisa aponte maior conscientização em relação à saúde, devido a participação no pré-natal, ainda é alto o número de homens que não têm na sua rotina o cuidado com a saúde. Quando questionados sobre o costume de buscar os estabelecimentos públicos de saúde, 36,36% (13.570) dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de ir nesses locais. Desse total, 47,57% (6.455) informaram que o desinteresse é motivado por nunca ter precisado; falta de interesse ou porque não gosta de hospital. Contudo, muitos agravos poderiam ser evitados, caso os homens realizassem, com regularidade, as medidas de prevenção.

A pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado integra a estratégia Pré-Natal do Parceiro, presente no eixo Paternidade e Cuidado, da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH), do Ministério da Saúde. A Política visa qualificar a saúde da população masculina, na perspectiva de linhas de cuidado, resguardando a integralidade da atenção (primária – promoção da saúde e prevenção do adoecimento; e especializada) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

NOVEMBRO AZUL

Neste ano, o Ministério da Saúde irá trabalhar o tema ‘Homem, da infância à velhice, cuide de sua saúde, de novembro a novembro’. “O objetivo é chamar atenção da população, dos gestores e dos profissionais de saúde para a importância de olhar para a saúde do homem de forma integral, destacando a promoção da saúde e a prevenção. Sem reforçar apenas a questão da próstata, e sim todos os problemas que envolvem a saúde do homem em todas as fases da vida”, afirma o coordenador da saúde do homem Francisco Norberto Moreira da Silva

Neste mês, em especial, serão intensificadas as ações de comunicação no portal e nas redes sociais do Ministério da Saúde, tv e rádio, além da realização e participação da pasta em eventos relacionados ao mês. Também já está no ar, no portal da pasta, página exclusiva voltada à Saúde do Homem.

No dia 14 acontece o IV Fórum Ser Homem: Discutindo Políticas Públicas para a Saúde do Homem, no Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília. O evento será realizado em parceria com o Instituto Lado a Lado, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Serviço Social do Comércio (SESC) e Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Nos dias 21 e 22 de novembro, a pasta promove o Simpósio Internacional: Saúde do Homem Integral e a Construção e Planejamento de Linha de Cuidado Participativa. O encontro será realizado no hospital do Paranoá, em Brasília, e contará com a presença de Noel Richardson, representante da Irlanda, primeiro país a implantar a política de saúde do homem. Também participa o professor da Universidade de Brasília (UnB), Muna Muhammad Odeh, que irá falar sobre o tema: A Construção de uma Linha de Cuidado Participativa e Integral em Doenças Prostáticas: Estudo Piloto na Região Leste.

                                                                               

Continue lendo

Nossos cabelos sempre sofrem muito com químicas e processos agressivos, desde alisamentos até modelagens. Tudo isso, além de enfraquecer os fios, também retarda o crescimento do cabelo. Até mesmo a nutrição, por mais que positiva, pode fazer com que seu cabelo cresça menos. Nesse aspecto, o que comemos pode realmente ajudar a reparar, fortalecer e alongar nossos cabelos com vitaminas.Esse é um dos segredos de Alicia Rountree, modelo, nutricionista certificada e dona de restaurante. A alimentação dela é um fator super importante na saúde dos seus cabelos – sem contar a pele e a saúde dela por si só. Para a nutricionista, alguns alimentos podem complementar os tratamentos feitos para o crescimento dos cabelos, desde que ingeridos de forma correta.

Confira 5 alimentos que podem acelerar o crescimento do seu cabelo de forma natural:

Abacates

Os abacates são uma grande fonte de antioxidantes e são ricos em vitaminas E e B, que fortalecem os cabelos e ajudam a prevenir danos causados por processos agressivos. Algumas formas de prepará-los são em uma salada, amassadinho em uma torrada no café da manhã, ou até mesmo em uma máscara de cabelos.

claudia

O Congresso Nacional encerrou a sessão conjunta desta quarta-feira (17) e derrubou o veto parcial ao dispositivo que aumenta o piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, constante do projeto de lei de conversão da Medida Provisória 827/18. São os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias que trabalham diariamente nas comunidades onde moram e, muitas vezes, são os que levam informações a população e estão na dianteira no combate a várias doenças, por isso, essa categoria precisa ser valorizada e reconhecida, avaliou Gonzaga Patriota.

De acordo com o texto, o aumento será de R$ 1.014,00 para R$ 1.550,00 mensais após três anos. Em 2019, o valor será de R$ 1.250,00; em 2020, de R$ 1.400,00; e os R$ 1.550,00 valeriam a partir de 1º de janeiro de 2021.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, convocou outra sessão do Congresso para o próximo dia 24, em horário a definir.

GONZAGA PATRIOTA

Semana do Bebê mobiliza municípios brasileiros pelos direitos das crianças

Este ano, iniciativa apoiada pelo UNICEF começa em maio no município de Canela e será realizada pela primeira vez no Rio de Janeiro e em outros 24 municípios. No Ceará, passou a fazer parte do calendário oficial de eventos do Estado.

Brasília, 25 de abril – Mobilizar os municípios brasileiros pela garantia da sobrevivência e do desenvolvimento de criança em seus primeiros anos de vida. Esse é o objetivo da Semana do Bebê, iniciativa apoiada pelo UNICEF que vem contribuindo para a garantia do direito de cada bebê a sobreviver e se desenvolver, aprender, brincar, conviver com sua família e comunidade, crescer sem violência e ser protegido do HIV/aids e de outras doenças.

A iniciativa é realizada anualmente há 12 anos no município de Canela (RS) e já vinha sendo adotada por outros municípios do Rio Grande do Sul, além de cidades em Portugal, na Argentina e no Uruguai. No ano passado, com o apoio do UNICEF, a experiência foi sistematizada e apresentada na publicação “Como realizar a Semana do Bebê em seu município”. A partir dessa metodologia, a Semana do Bebê também passou a ser divulgada para outras regiões do País.

A proposta da Semana do Bebê é reunir esforços de governos e da sociedade em torno da garantia dos direitos das gestantes, mães e seus filhos. Em cada município, são realizadas parcerias para a realização de diferentes atividades: oficinas, cursos, palestras e atividades artísticas e culturais. A data da ação também fica a critério de cada município, mas a ideia é que ela se repita a cada ano.

A importância da atenção à primeira infância – Os seis primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento integral de meninas e meninos. Nessa fase da vida, a criança desenvolve grande parte do potencial cognitivo que terá quando adulto. Por isso, representa uma janela de oportunidades. A atenção integral nessa faixa etária tem impacto decisivo nos processos de aprendizagem e de construção de relações sociais, fatores que influenciarão a vida afetiva, profissional e social.

Por isso, o UNICEF dá prioridade às ações que garantam o direito de cada criança brasileira a sobreviver e se desenvolver, apoiando o desenvolvimento de novas tecnologias sociais, identificando e disseminando boas práticas como a Semana do Bebê. Dessa forma, pretende estimular a implementação de planos, programas e projetos voltados para a atenção a crianças de até 6 anos de idade.

Mais informações
Estela Caparelli
E-mail: mecaparelli@unicef.org
Telefone: 61 3035 1963

Alexandre Amorim
E-mail: aamorim@unicef.org
Telefone: 61 3035 1947

Pelo oitavo ano a fachada do Congresso Nacional ganha iluminação especial até o fim do mês para marcar a participação do Senado e da Câmara dos Deputados no tradicional movimento internacional Outubro Rosa, de luta contra o câncer de mama. A abertura do evento, nesta terça-feira (2), contou com apresentações de dança afro e de balé clássico e com o lançamento do livro O grande Encontro, de Joana Jeker dos Anjos.

A autora é presidente da Recomeçar, a Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília. No livro, ela narra sua experiência de ter sido diagnosticada com câncer de mama aos 30 anos, e de como venceu a doença para começar um grande movimento em prol de políticas públicas que atendam as vítimas. Sua luta agora é para garantir um diagnóstico mais rápido por meio da aprovação, na Câmara, do projeto de lei (PL 3.752/2012 naquela Casa) que determina o prazo máximo de 30 dias para a realização de exames pelo SUS. — Já há previsão para o primeiro tratamento em 60 dias, mas não há nenhuma lei ainda que determine um prazo para os exames. E a gente sabe que há muitas mulheres que esperam de seis meses até um ano para ter acesso a um diagnóstico no Sistema Único de Saúde — disse.

Prevenção

A importância da detecção precoce da doença foi ressaltada pelo senador Pedro Chaves (PRB-MS) na cerimônia de abertura. — Se, no momento do diagnóstico, a doença estiver em estágio inicial, as chances de cura chegam a 95%. Na população mundial, a sobrevida média por cinco anos é de 61%. Desta forma, faço um apelo veemente pela conscientização da importância da prevenção do câncer de mama.

O senador defendeu a realização de forma obrigatória e preventiva da mamografia para mulheres até os 40 anos. A proposta é da Defensoria Pública da União (DPU) representada no evento por Jair Soares Junior, que destacou avanços como a oferta pelo SUS do medicamento para tratamento da doença.

Entre os convidados, Humberto Fonseca, secretário estadual de Saúde do Distrito Federal, anunciou o fim da fila de espera da mamografia, que já foi de mais de 10 mil mulheres nessa unidade federativa. — O desafio hoje é a cirurgia, nós já temos a fila de mastectomia zerada em algumas regiões e estamos trabalhando muito forte para que consigamos ter a cirurgia realizada em tempo em todo o Distrito Federal — esclareceu.

Ações

As ações realizadas este mês por órgãos integrados nas duas Casas Legislativas foi destacado por outros convidados. Uma das ações é a de arrecadação de lenços para cobrir a cabeça de mulheres em tratamento contra a doença. No Senado são nove postos de coleta. Ao final da campanha, os lenços serão distribuídos para a Rede de Combate ao Câncer no Hospital de Base de Brasília.

O Congresso também disponibilizará o exame de mamografia para as funcionárias terceirizadas, dos dias 5 a 11 de outubro. São 104 vagas por dia, divididas na metade para Câmara e Senado. — Temos a comunidade, temos os meios de comunicação, temos os órgãos internos e temos os gestores públicos dos três Poderes, é isso que precisa para a campanha funcionar. São esses órgãos que fazem o Outubro Rosa acontecer, são mulheres também que se apoiam — afirmou  Rita Polli Rebelo, coordenadora da Procuradoria Especial da Mulher no Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado

                     

Jornal da Record 

00:12/02:01
Uma avaliação do Conselho Regional de Medicina de São Paulo mostrou que 7 em cada 10 médicos não sabe aferir a pressão de um paciente ou identificar um infarto. O conselho culpa o ensino precário pelos resultados. Para assistir ao conteúdo na íntegra acesse PlayPlus.com.

” Que país este? É vergonhoso, uma tristeza.”

Consulta com urologista pode começar a partir dos 15 anos de idade, segundo a SBU

shutterstock

Consulta com urologista pode começar a partir dos 15 anos de idade, segundo a SBU

Engana-se quem pensa que a consulta com o urologista é recomendada apenas para homens acima de 45 anos. A especialidade também deve ser consultada na fase jovem da vida masculina, conforme reforça a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Para conscientizar a população sobre a necessidade de jovens entre 15 e 19 anos irem a uma consulta com o urologista a SBU promove neste mês a Campanha #VemProUro, com foco no público adolescente.

Diferentemente das meninas, que na maioria, desde a adolescência vão ao ginecologista e criam o hábito de ir ao médico, os meninos, da mesma faixa etária, não têm o mesmo hábito de buscar orientação médica. O coordenador da campanha, Daniel Suslik Zylbersztejn, membro do Departamento de Sexualidade e Reprodução da SBU, destaca que a necessidade é orientar os rapazes, pois problemas que acometem os adolescentes podem causar transtornos no futuro, como infertilidade , por exemplo.

“É preciso que os adolescentes vejam o urologista como o médico que vai segui-los durante muitos anos à frente e não só como o médico do homem dos 45 anos a 50 anos de idade”, disse, ressaltando que os homens procuram o profissional na fase adulta para o exame de toque retal que evita o câncer de próstata. “[O homem] Fica sem ninguém; vai a um urologista por algum problema geniturinário específico, mas não tem o seu médico de referência”, destacou Zylbersztejn.

Para o médico, a ida ao urologista desde a adolescência pode ajudar a tirar dúvidas sobre sexualidade, e evitar doenças, como a varicocele, que é uma dilatação dos vasos do testículo que pode levar a uma redução da produção de espermatozoides e, no futuro, até causar infertilidade. Caso o problema seja identificado já adolescência, pode ser tratado com sucesso.

Campanha reforça consulta com urologista cedo

Consulta com urologista pode ajudar a prevenir problemas sérios no futuro, como infertilidade e câncer de próstata
shutterstock

Consulta com urologista pode ajudar a prevenir problemas sérios no futuro, como infertilidade e câncer de próstata

A campanha tem duas fases. A primeira para mostrar a importância de o homem ir ao médico em todas as idades, inclusive na adolescência.

Continue lendo

Nossos cabelos sempre sofrem muito com químicas e processos agressivos, desde alisamentos até modelagens. Tudo isso, além de enfraquecer os fios, também retarda o crescimento do cabelo. Até mesmo a nutrição, por mais que positiva, pode fazer com que seu cabelo cresça menos. Nesse aspecto, o que comemos pode realmente ajudar a reparar, fortalecer e alongar nossos cabelos com vitaminas.

Esse é um dos segredos de Alicia Rountree, modelo, nutricionista certificada e dona de restaurante. A alimentação dela é um fator super importante na saúde dos seus cabelos – sem contar a pele e a saúde dela por si só. Para a nutricionista, alguns alimentos podem complementar os tratamentos feitos para o crescimento dos cabelos, desde que ingeridos de forma correta.

Confira 5 alimentos que podem acelerar o crescimento do seu cabelo de forma natural:

Abacates

Os abacates são uma grande fonte de antioxidantes e são ricos em vitaminas E e B, que fortalecem os cabelos e ajudam a prevenir danos causados por processos agressivos. Algumas formas de prepará-los são em uma salada, amassadinho em uma torrada no café da manhã, ou até mesmo em uma máscara de cabelos.

Cenouras

As cenouras têm vitaminas vitais, como C e E, que estimulam o crescimento dos fios e engrossam o cabelo quando ingeridas diariamente. Para facilitar o crescimento, um caminho muito bom é tomar um copo (mais ou menos 85g) de suco de cenoura fresco por dia. Você pode até mesmo fazer uma vitamina, adicionando beterrabas, maçãs e gengibre.

Nozes

Não só são uma ótima opção de lanche para levar para o trabalho ou faculdade, as nozes também são cheias de ômega-3, biotina, proteína, cobre e vitamina E. Todos esses componentes são essenciais para conseguir fios brilhantes, e ao mesmo tempo protegem seus cabelos dos raios solares severos.

Chocolate amargo

O chocolate amargo tem minerais vitais para o fortalecimento dos cabelos, que incluem zinco, cobre e ferro. A mistura desses elementos ajuda a trazer o fluxo de sangue para o seu couro cabeludo e promove o crescimento (com moderação, claro).

Folhas de goiaba

Para conseguir extrair os benefícios das folhas, é necessário fervê-las. Elas são ricas em vitamina C, que ajuda na produção de colágeno. Depois de levantar fervura, espere a água esfriar e use em seu cabelo como tratamento. Esse segredinho ajuda a prevenir a queda dos cabelos e ainda fortalece os fios.

claudia

A UPAE Garanhuns viveu mais uma vez a SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes, com diversas atividades, dentre elas palestras e aulas de dança e ginástica. A iniciativa é uma realização da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. A SIPAT, que este ano teve sua segunda edição, no período de 03 a 06 de setembro, contou com o apoio da coordenação da UPAE Garanhuns. 

A SIPAT iniciou com a palestra “Acidentes com perfuro-cortante e suas implicações”, com a enfermeira Michelle Torres, da educação permanente da UPAE Garanhuns. Na terça (04) o enfermeiro Raimundo Neto, do CAPS/Garanhuns, discorreu sobre “Os perigos do álcool e das drogas”. Na quarta-feira (05), a nutricionista Laila Brasil apresentou “Nutrição aliada ao desenvolvimento cognitivo”. Na quinta-feira (06), véspera de feriado, a SIPAT incentivou as práticas esportivas e o lazer. A equipe de fisioterapeutas liderou uma ginástica laboral e o auxiliar em farmácia, Mikael Cristiano, ministrou uma aula de dança.

Sob a presidência do enfermeiro Álvaro Simões e seu vice, Fábio Tavares, supervisor de faturamento, juntamente com outros 12 funcionários da UPAE Garanhuns, a CIPA se reúne mensalmente para avaliar as condições de trabalho da unidade. Nathália Monteiro é a Técnica de Segurança do Trabalho da UPAE Garanhuns.

A Unidade Pernambucana de Atenção Especializada de Garanhuns é unidade da Rede SUS da Secretaria Estadual de Saúde, sob gestão IMIP e parceria com a V GERES e Secretarias Municipais de Saúde. 

O Brasil tem uma das populações mais ansiosas do mundo, com 19 milhões de pessoas sofrendo com a doença. O alívio pode estar em novas terapias que alteram as memórias, testes que permitem a escolha do remédio certo para cada caso e até no uso de tecnologias como a realidade virtual

“E se eu perder o emprego? For assaltado? Meu filho ficar doente? Perder as minhas economias ao investir em um negócio? E se…” Conjecturar é uma característica da mente humana, formatada para analisar o máximo possível de cenários e chegar na decisão acertada. O problema é que em tempos tão difíceis quanto os atuais, o “e se” deixou de ser para muita gente um recurso que dá segurança na tomada de decisão, para se tornar um pensamento neurótico que atormenta com incertezas a cabeça de quem busca um caminho a seguir. A ansiedade tomou o Brasil. Cerca de 19 milhões de brasileiros sofrem com a doença, segundo a Organização Mundial de Saúde. A demora na retomada da economia e um desencanto em relação ao futuro aumentaram a angústia. Segundo a Interfarma — entidade que reúne as principais farmacêuticas em atuação no País — em 2016 o faturamento com a venda de ansiolíticos foi de R$ 342 milhões. Em 2017, R$ 376 milhões. Ou seja, um crescimento de 10%.

A ansiedade é, em si, um sentimento benigno. Ela faz parte dos recursos mentais desenvolvidos pelo ser humano ao longo da evolução para se proteger de ameaças à sua sobrevivência. Na medida certa, ela significa prudência. Não é por outra razão que, do ponto de vista cerebral, ela tem parte de seu processamento registrado nas estruturas mais primitivas, as primeiras a funcionar quando o homem lutava com outros animais por espaço e comida. Por meio do aprendizado com as situações, associações e registro das memórias, partes do cérebro como a amigdala e o hipocampo passaram a atuar conjuntamente para avaliar o que representava ameaça. Quando a conclusão era a de que a defesa se fazia necessária, sinais enviados ao resto do corpo preparavam a reação: coração e pulmão acelerados para garantir maior suprimento de sangue e oxigênio; glândulas sudoríparas elevando a produção de suor para manter a temperatura estável. Éramos puro instinto. A análise das informações sob a luz da lógica veio depois, quando a mente ganhou recursos para decidir pela mobilização de energia somente quando fosse realmente necessário.

Ou pelo menos deveria ser assim. Por uma combinação de fatores que incluem predisposição genética, circunstâncias do ambiente e experiências pessoais, a mente pode se manter em alerta permanente, inibindo que a análise racional se sobreponha e desarme o sistema quando a ameaça não é real. Sai-se do campo da prudência para entrar no da patologia. Ao contrário do primeiro, em vez de proteger, o último desgasta. O organismo fica exposto, levando a colapsos cardiovasculares, dores, insônia, emagrecimento ou obesidade, entre outras repercussões.

A manifestação da ansiedade patológica ocorre de diferentes maneiras. Uma das mais comuns é a ansiedade generalizada. Nesse caso, há um temor difuso das coisas em geral, embora uma ou outra possa se sobressair. Na atual realidade brasileira, entram na lista o receio de perder o emprego ou o de sofrer violência. A sensação corrói gradualmente. Um cansaço que não passa, uma irritação com qualquer coisa e dificuldade para pegar no sono se instalam. Outros gêneros são a síndrome do pânico e a fobia social. No primeiro tipo, situações cotidianas, como o trânsito parado, desencadeiam sintomas como taquicardia ou falta de ar. Na fobia social, o pavor de se expor desencadeia os mesmos sinais.

Por ser multifatorial, não há uma única maneira de tratar a ansiedade nociva. Se necessário, remédios são indicados para tirar os pacientes do quadro agudo, facilitando a transição para um estado mental mais tranquilo. Entre as medicações, existem os ansiolíticos e antidepressivos modernos com atuação contra a ansiedade e depressão, enfermidade que costuma cursar em conjunto. “Tem crescido a indicação de remédios com menos efeitos colaterais como o ganho de peso”, afirma Márcio Bernik, coordenador do Programa de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo. “Isso aumenta a adesão ao tratamento”, diz.

ATENÇÃO Demorou, mas Caroline aprendeu a meditar: a
técnica impediu o surgimento de mais crises (Crédito:Aneto Herculano)

A escolha do remédio certo é um desafio. Em relação aos antidepressivos, eles não funcionam em até 30% dos casos. E não se trata necessariamente de ineficácia, mas de não ser a medicação correta para aquele paciente específico. Hoje, por meio de exames genéticos, é possível identificar qual produto funcionará de acordo com cada um. A companhia brasileira GnTech disponibiliza um teste que analisa a resposta do paciente a vários medicamentos contra a ansiedade. “É uma forma de oferecer tratamentos individualizados”, afirma o psiquiatra Guido May, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e diretor da empresa.

Recentemente introduzida no tratamento, a realidade virtual treina pacientes para reagirem melhor a situações que servem de gatilho para as crises. As pessoas são virtualmente expostas a armadilhas que as levam a comer mais, por exemplo, ou a terem uma crise pânico diante de um inseto. Aos poucos, ganham controle sobre as situações. Também está sendo possível testar a eficácia da aplicação de ondas eletromagnéticas nas regiões envolvidas. Os resultados apontam redução dos sintomas.

EFEITO Para Bernik, medicações modernas aumentam adesão
ao tratamento (Crédito: Rafael Hupsel/Agência Istoé)

Essas são alternativas para casos nos quais não houve sucesso com outras abordagens e o prejuízo na vida toma proporções preocupantes — a pessoa não consegue sair de casa para trabalhar, por exemplo. O esforço médico e psicológico é para recolocar o indivíduo no controle por meio de estratégias mais simples, como o uso de técnicas de respiração ou meditação, que contêm o fluxo incessante de pensamentos de preocupação e até mesmo impedem crises. A publicitária Caroline Apple, 33 anos, de São Paulo, usufrui dos benefícios da meditação contra a ansiedade e a depressão. “Aprendi a ouvir meu corpo. Perdi vinte quilos, a agressividade foi canalizada e nunca mais tive crises”, conta.

As terapias psicológicas são fundamentais para o alívio. Até há pouco tempo a mais usada era a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é ajudar o indivíduo a modificar hábitos e pensamentos associados à ansiedade. O entendimento recente, porém, é o de que é preciso atuar um pouco antes, na origem dos pensamentos e as razões pelas quais eles se manifestam. O que se quer é apagar as emoções negativas que estão em sua base, resultantes da experiência de vida de cada um. “É uma reconsolidação das memórias vinculadas à ansiedade”, explica o psiquiatra Diogo Lara, do Rio Grande do Sul, autor do livro “Imersão, um romance terapêutico”. “O objetivo não é mais aprender a suportar a ansiedade, mas mudar o relacionamento com ela”, diz o médico Bernik.

RECEITA Fernanda fez o teste genético para encontrar a
medicação mais eficaz para seu caso e tem apoio da família
(Crédito:Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando os recursos são usados respeitando a história e o contexto individual, a chance de sucesso é enorme.

Continue lendo

Dietas da moda não trazem benefícios a longo prazo

Dietas da moda, como a do ovo, da sopa, da proteína ou dos sucos detox vendem propaganda enganosa e podem prejudicar a saúde de quem tem predisposição a alguma doença

A televisão, a internet e as revistas vendem um padrão de peso que não condiz com a realidade. Muitas vezes as pessoas buscam diversos artifícios para emagrecer e alcançar esse status de beleza exigido ou o “corpo fitness”. É aí que entram as chamadas dietas da moda, procedimentos que prometem efeitos fantasiosos, como perder dez quilos em uma semana.

O tema, muito discutido na mídia, alerta para a interferência na saúde dos indivíduos que buscam um milagre, mas podem acabar encontrando um problema. “O que as dietas da moda vendem é uma propaganda enganosa. A pessoa até consegue algum emagrecimento, mas não há benefícios em longo prazo. Elas podem, inclusive, trazer prejuízos à saúde e muitas vezes o peso perdido volta rápido”, aponta Nathalia Pizato, professora do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília.

Quais os efeitos das dietas da moda na saúde?

As dietas da moda que prometem redução de peso rápida são dissociadas dos diversos determinantes da saúde e da nutrição, e constituem padrões de comportamento alimentar não usuais, adotados entusiasticamente por seus seguidores. Seu sucesso é atribuído especialmente à motivação inicial das pessoas pelo contato com algo novo, além da promessa de resultados rápidos.

Entretanto, a adesão à dieta é temporária, uma vez que as mudanças propostas não condizem com os hábitos e o cotidiano do indivíduo. De forma geral, além de muitas vezes não possuírem embasamento científico, essas dietas criam expectativas irreais relacionadas à velocidade e à quantidade de peso perdida. Podem, ainda, causar deficiências nutricionais e potenciais riscos à saúde, se conduzidas por um longo período.

“Se alguém tenta aquela dieta dos sucos detox, por exemplo, ela emagrece em alguns dias porque ingere um número pequeno de calorias. Mas como ninguém consegue seguir com ela por muito tempo, volta aos velhos hábitos alimentares e, consequentemente, ao peso antigo. Sem falar que algumas dietas restritivas podem complicar a saúde de uma pessoa que tem predisposição a alguma doença. Se ela corta o leite, vai ter deficiência de cálcio. Se não come carne vermelha, fica sem Vitamina B12. A pessoa pode descobrir o problema da pior maneira”, explica Nathalia Pizato.

Procure orientação profissional

Continue lendo

SAÚDE

Passar horas no Instagram ou no WhatsApp não é um hábito tão inofensivo assim

Atire a primeira pedra quem nunca passou horas deslizando os polegares na tela do smartphone. O hábito, que parece inofensivo até certo ponto, começa a preocupar especialistas, que se veem diante de pacientes queixando-se de dores nas mãos e nos pulsos. Em 2014, a revista americana Lancet publicou o termo WhatsAppite, que, em português, seria algo como: Síndrome de WhatsAppinite, uma referência à tendinite.

Segundo o ortopedista Mateus Saito, de São Paulo, em entrevista ao Estadão, houve uma mudança no perfil dos pacientes. Hoje, os mais jovens, entre 12 e 17 anos, chegam aos consultórios se queixando de incômodos. Por outro lado, os idosos, que já têm algum nível de artrose e que acabam aderindo ao uso dos smartphones, também aparecem.

É preciso ficar atento aos hábitos e aos sintomas para procurar um especialista antes que qualquer problema se agrave. Uma avaliação profissional poderá verificar se há diagnósticos mais sérios, como tendinite, artrite ou mialgia. Além da redução do uso do celular, o especialista em mãos poderá indicar sessões de fisioterapia, terapia ocupacional ou o uso de órteses.

A prevenção é simples – mas não necessariamente fácil! Cuide-se para não passar horas a fio digitando ou rolando a tela e faça pausas durante o uso. Se possível, utilize o recurso de completar texto para evitar a escrita total das palavras. Sempre que possível, prefira ligar ou mandar uma mensagem de áudio. E, por fim, não deixe de reservar um tempo para ficar completamente desconectado.

claudia

Carreta oferta assistência odontológica de média complexidade em

aldeia do Maranhão

“Estou muito mais nova!”. Foram estas as primeiras palavras de Edileusa Bento Guajajara, no dia 10 de agosto, ao contemplar-se no espelho enquanto usava, pela primeira vez, a prótese dentária confeccionada pelos profissionais da Carreta da Saúde Bucal, na Aldeia Bacurizinho, área de abrangência do Distrito Sanitário Especial Indígena Maranhão (DSEI/MA). Atuando na região desde o dia 23 de julho, a Carreta tem realizado até 120 atendimentos diários, além de outros 50 realizados por trabalhadores do DSEI que também participam da atividade que faz parte do Projeto Sesai em Ação – Saúde Indígena Brasil Adentro.

“Em dois ou três dias, podemos mudar a vida de uma pessoa, ao solucionar problemas de saúde bucal”, comemorou o secretário Especial de Saúde Indígena, Marco Antônio Toccolini, que foi conferir o trabalho da Carreta na Aldeia Bacurizinho, município de Grajaú (MA), em 10 de agosto, e ficou animado com os resultados apresentados pela equipe do DSEI-MA: entre 23 de julho e 10 de agosto, os cerca de 100 profissionais de saúde bucal atenderam 1964 indígenas das aldeias Colônia, Três Irmãos, Elbetel e Bacurizinho. No total, foram 21.673 procedimentos realizados.

A confecção de próteses parciais ou totais foi um dos serviços mais procurados, com 466 peças produzidas e entregues em pouco mais de duas semanas. “A gente via muita gente até com vergonha de sorrir e que agora vai melhorar não só a autoestima, mas também a alimentação”, destacou a enfermeira Tairini Lopes Guajajara, que atua na assistência a seu povo. Enquanto a Carreta esteve na Aldeia Bacurizinho, ela participou de ações de educação e prevenção em saúde.

Continue lendo

Faça Sua Pesquisa no Google Aqui!
 
bove=""

 

Visitas
contador de visitas
Redes Sociais
Click e acesse
CLIQUE AQUI e fale com os ministros, fiquem de OLHO bem aberto alguma informação entre em contato com os ministros.

CLIQUE AQUI e veja receita e despesa do seu municípios.

Aqui você encontra informações sobre a aplicação do dinheiro público nos municípios e no estado de Pernambuco.

Zé Freitas no Facebook

Zé Freitas no Twitter
Parceiros