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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

O mosquito Aedes aegypit transmite dengue, zika e chikungunya

Pixabay

O Brasil registra cinco vezes mais casos de dengue que no ano passado. Segundo o último informe epidemiológico do Ministério da Saúde, de 4 de maio, foram registrados 675.174 casos prováveis da doença desde o início do ano. No mesmo período do ano passado, houve 134.048 ocorrências, o que representa um aumento de 403%. A incidência da dengue, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, tem taxa de 323,8 casos por 100 mil habitantes. O número de mortes também cresceu 115%, passando de 82 em 2018 para 189 este ano, sendo a maior parte no Estado de São Paulo, líder em número de casos, com 232.183. A região Sudeste concentra mais de 474 mil casos de dengue. 

O Ministério ressalta que em 10 Estados e o Distrito Federal a situação é “mais preocupante”, pois apresentam alta incidência da doença – maior que 100 casos por 100 mil habitantes.  Esses Estados são Minas Gerais (1.000 casos/100 mil hab.), Tocantins (903,5 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (902,6 casos/100 mil hab.), Goiás (829,4 casos/100 mil hab.), Acre (539,4 casos/100 mil hab.), Espírito Santo (539,4 casos/100 mil hab.), São Paulo (509,9 casos/100 mil hab.), Distrito Federal (431,2 casos/100 mil hab.), Paraná (216,8 casos/100 mil hab.), Rio Grande do Norte (147,4 casos/100 mil hab.) e Mato Grosso (126,5 casos/100 mil hab.). A zika também registrou aumento esse ano, de 7%. Até 20 de abril, houve 4.161 casos. No ano passado, foram 3.877 no mesmo período. Não há registro de morte por zika este ano.

A região que concentra o maior número de casos passou do Nordesde para o Sudesde, com 1.684 casos. A maior incidência da doença ocorre no Tocantins (46,3 casos/100 mil hab.), segundo a pasta. A zika continua acometendo grávidas. Neste ano, foram registrados 988 casos prováveis em gestantes, sendo 193 já confirmados. O Ministério destaca que 37,3% (72) dos casos confirmados foram registrados no Rio de Janeiro, seguido do Espirito Santo 18,1% (35), Minas Gerais com 7,7% (15) e Mato Grosso do Sul com 5,6% (11). Já a chikungunya teve redução de 29%, passando de 48.344 no ano passsado para 34.054 este ano. No entanto, no Rio de Janeiro, a doença explodiu, com mais de 26 mil casos registrados e incidência de 121,8 casos por 100 mil habitantes. Neste ano, cinco pessoas morrreram em decorrência da chikungunya, sendo três no Rio de Janeiro, uma na Bahia e uma no Distrito Federal.

O modo de preparar influi no valor nutricional

O modo de preparar influi no valor nutricional

Valor nutricional

Vegetais crus têm mais nutrientes dos que o que foram cozidos. No cozimento à vapor, a perda é menor do que em água fervente. Isso ocorre porque muito da riqueza nutricional do alimento fica na água. Já as preparações fritas, refogadas ou ensopadas perdem mais do valor por conta da temperatura de preparação e da adição de outros ingredientes, como a gordura. 

Comparação

Cozimento a vapor
A perda é menor do que quando se mergulha o alimento em água fervente. Entretanto, caso não seja possível utilizar o vapor, a água de cozimento pode ser utilizada para a elaboração de caldos caseiros, substituindo os caldos artificiais. A água também pode ser utilizada em diversas preparações tais como sopas, risotos, entre outras, enriquecendo o seu valor nutricional. Preparações fritas, à milanesa, caramelizadas, refogadas ou ensopadas
Além das perdas provenientes do aquecimento, ocorrem outras alterações na composição nutricional dos alimentos, principalmente devido ao acréscimo de outros ingredientes, como óleos e gorduras, que podem aumentar o valor calórico.

Ingredientes
Gorduras de origem animal, como a manteiga ou gordura de porco, contêm grandes quantidades de gorduras saturadas, relacionadas ao risco de doenças. Apesar de gordura de coco ser de origem vegetal, apresenta valores superiores de gorduras saturadas do que os óleos vegetais. 
Os óleos, como de soja, girassol e canola, são os mais utilizados na culinária e apresentam em sua composição maior quantidade de gorduras insaturadas, mais benéficas à saúde, quando consumidas com moderação. Entretanto, é importante ainda pontuar que alimentos como a manteiga e gordura de porco são muitas vezes produzidos pela própria família, sendo interessante o uso de preparações caseiras e artesanais que valorizem a proximidade das famílias com os alimentos. Nestes casos, priorizam-se os alimentos in natura e minimamente processados, mas sempre ressaltando a necessidade do seu uso moderado. Dado que o sal, óleos, gorduras e açúcar são produtos usados para temperar e cozinhar alimentos, seu impacto sobre a qualidade nutricional da alimentação dependerá essencialmente da quantidade utilizada nas preparações culinárias.

Legumes em conserva
Legumes em solução de água e sal e, às vezes, vinagre, como conservas de cenoura, pepino ou cebola (assim como ervilha, batata e outros alimentos em conserva), são alimentos processados. Como outros alimentos em conserva, preservam grande parte dos nutrientes do alimento in natura, mas contém quantidade excessiva de sódio, motivo pelo qual o consumo deve ser limitado.

Frutas cristalizadas
Frutas inteiras adicionadas de açúcar, como as cristalizadas e em calda, são alimentos processados. Como tal, preservam grande parte dos nutrientes do alimento in natura, mas o processamento aumenta excessivamente o conteúdo em açúcar. Como outros alimentos processados, devem ser consumidas em pequenas quantidades e como parte de preparações culinárias ou de refeições onde predominem alimentos in natura ou minimamente processados. Frutas cristalizadas, por exemplo, podem fazer parte de tortas e bolos, e frutas em calda podem ser alternativas ocasionais para sobremesas.

Dicas
Para manter os nutrientes dos alimentos e ainda ter uma alimentação saudável, prefira:

– Alimentos crus
– Bem lavados
– Cozidos no vapor
– Com pouca gordura
– Pouco sal ou açúcar

Brasília – O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 37/2013 que altera o Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (Sisnad), responsável por coordenar medidas relacionadas à prevenção do uso de psicoativos, à atenção à saúde de usuários e à repressão ao tráfico. A votação se deu nessa quarta-feira (15) e o projeto segue, agora, para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Entre as modificações, a legislação prevê a internação involuntária de usuários de drogas, reforça o trabalho executado pelas comunidades terapêuticas e amplia a pena imposta a traficantes. Médico de formação e autor do projeto de lei, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, ressaltou que este é um momento histórico para o país. Para ele, a lei aprovada pelo Senado é uma resposta à sociedade diante da epidemia causada pelo uso de entorpecentes. “É um projeto de lei referendando o decreto que o presidente Bolsonaro fez agora, nos 100 dias de governo, para traçar uma política efetiva de combate, com maior rigor contra o tráfico de drogas e garantindo um tratamento mais eficaz para aquelas pessoas que precisam. Aumenta a pena para o tráfico, enfim, é um conjunto de ações que têm impacto enorme para resolver, ou pelo menos amenizar, essa trágica realidade que a gente vive das drogas”, comentou.

Reforço – De acordo com o secretário de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania, Quirino Cordeiro, a lei reforça a política já executada pelo governo federal, que valoriza as comunidades terapêuticas e o trabalho em prol da abstinência no tratamento de dependentes químicos.“Sai o modelo que antes era focado, de maneira totalmente equivocada, na redução de danos; e entra o tratamento que promove a abstinência, fazendo com que o indivíduo possa viver livre das drogas, com sobriedade. Um trabalho focado também na sua reinserção social.”Na visão do senador Styvenson Valentim, do Rio Grande do Norte, relator do projeto de lei, a medida representa um grande avanço no sentido de devolver a cidadania aos dependentes químicos. “É humano. Ele vai cuidar dos dependentes químicos, vai tratar da reinserção social das pessoas que hoje são excluídas pelo vício. Esse cuidado com a vida das pessoas deve ser continuado”, argumentou.

A presidente da Federação Centro-Oeste de Comunidades Terapêuticas, Areolenes Nogueira, que trabalha com o tema há 16 anos, avalia que o setor ganha reconhecimento por meio da lei. “Trabalhamos muito para isso. Os dependentes químicos no Brasil, por meio das comunidades terapêuticas, terão um equipamento voltado para a abstinência, porque nós não tínhamos. O Brasil inteiro vai ganhar com isso. Nós estamos muito felizes”, comemorou.

Modificações previstas na lei:

Internação A internação involuntária dependerá da avaliação sobre o tipo de droga, o seu padrão de uso e a comprovação da impossibilidade de uso de alternativas terapêuticas. O dependente químico poderá ficar internado involuntariamente por até 90 dias para desintoxicação. A família ou o responsável legal poderá pedir ao médico a interrupção do tratamento a qualquer momento.

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Alimentação Saudável combate hipertensão

Alimentação Saudável combate hipertensão

Alimentação Saudável combate a hipertensão

Bons hábitos alimentares previnem deficiências nutricionais, favorece a saúde e protege contra as doenças infecciosas. Rica em nutrientes que podem melhorar a função imunológica, a alimentação saudável contribui também para a proteção contra males crônicos não transmissíveis, como diabetes, acidente vascular cerebral, doenças cardíacas,  alguns tipos de cânceres e , hipertensão arterial, que estão entre as principais causas de morbidade, incapacidade e morte no Brasil e no mundo.

“O sucesso do tratamento da hipertensão arterial com medidas nutricionais depende da adoção de um plano alimentar saudável e sustentável. A dieta deve enfatizar o consumo de frutas, hortaliças e laticínios com baixo teor de gordura; inclui a ingestão de cereais integrais, frango, peixe e frutas oleaginosas; preconiza a redução da ingestão de carne vermelha, doces e bebidas com açúcar”, enumera a analista técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição  do Ministério da Saúde, Isabel Diefenthaler.

Refeições saudáveis são aquelas preparadas com alimentos in natura e minimamente processados, com qualidade e quantidade adequada aos ciclos da vida, compondo refeições coloridas e saborosas, que incluem alimentos tanto de origem vegetal quanto animal.

De olho no sódio 

O controle da ingestão de sódio na alimentação diária é indispensável. Para isto, deve-se limitar o consumo de produtos ultraprocessados e da adição de sal no preparo dos alimentos, evitando o consumo de temperos e condimentos industrializados. Além disso, o consumidor deve ficar atento às informações do rótulo dos produtos. Esse cuidado é ainda mais importante para pessoas que necessitam de uma restrição de sódio na alimentação, como indivíduos hipertensos ou com doenças renais. “Utilize sal em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias. Desde que utilizado com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, o sal contribui para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem que fique nutricionalmente desbalanceada”, destaca Isabel, que reforça que “o consumo excessivo de sódio aumenta o risco de doenças do coração”. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo  adequado de sódio para um indivíduo saudável é de cerca de 2.400 mg ao dia, valor que equivale a 5 g/dia de sal de cozinha. No entanto, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), 2008-2009, o consumo médio diário de sal do brasileiro é de 11,4 g, ou seja, mais que o dobro da recomendação.

Dicas para uma Alimentação Saudável

Algumas mudanças ajudam na diminuição do consumo do sal, ajudando no combate aos efeitos da hipertensão.

> Tempero Caseiro

Uma boa opção para reduzir o consumo de sal é o preparo caseiro do tempero de alho e sal. O alho oferece proteção cardiovascular decorrente de suas propriedades antioxidantes e hipocolesterolêmicas. Outra alternativa é o uso de ervas aromáticas e que podem ser cultivadas em casa, como coentro, salsa, alecrim, manjericão, orégano e tomilho. Os temperos “instantâneos”, como temperos prontos de alho e sal e os temperos industrializados para saladas e outros alimentos, não são recomendados por possuírem grandes quantidades de sódio e gorduras, além de outros aditivos.

> Quantidade

Utilize sal em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar pratos. Desde que utilizado com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, o sal contribui para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem que fique nutricionalmente desbalanceada.

>Evite os ultraprocessados

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Suco rico em fibras: 5 opções para misturar frutas e vegetais

Fotos: Karina Zambrana

Frutas, legumes e verduras são boas fontes de vitaminas, sais minerais, fibras e água, auxiliando na promoção da saúde e na prevenção de doenças. Para incrementar o consumo diário desses alimentos essenciais para uma melhor qualidade de vida, o Saúde Brasil indica 5 receitas de sucos que misturam frutas e vegetais, confira:

1. Suco de banana com gengibre

INGREDIENTES

¼ de xícara de suco de limão 
½ litro de água gelada 
1 banana caturra 
1 colher de sopa de gengibre cortado em cubos muitos pequenos 
3 colheres de sopa de açúcar

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva bem gelado.

RENDIMENTO

3 porções.

DICA: É necessário servir logo após o preparo. Pode-se substituir o gengibre por hortelã.

2. Suco de beterraba com banana

INGREDIENTES

½ beterraba 
1 banana caturra 
2 copos americanos duplos de água gelada 
1 colher de sopa de açúcar

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador até ficar bem cremoso. Sirva em seguida.

RENDIMENTO

3 porções.

3. Suco de beterraba com limão

INGREDIENTES

2 copos americanos duplos de água 
1 beterraba média 
1 limão sem casca e sementes 
1 colher de sopa de açúcar

MODO DE PREPARO

Misture tudo no liquidificador. Se desejar, coloque gelo e sirva.

RENDIMENTO

3 porções. 

DICA:
 O limão pode ser substituído por laranja ou maracujá.

4. Suco de couve com limão

INGREDIENTES

1 folha de couve grande 
1 limão inteiro (retirar a casca, a parte branca e as sementes) 
2 copos duplos de água gelada 
3 colheres de sopa de açúcar

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe e sirva em seguida.

RENDIMENTO

2 porções. 

DICA:
 O limão pode ser substituído por laranja.

5. Suco de couve com maracujá

INGREDIENTES

1 folha grande de couve 
1 maracujá grande 
2 copos duplos de água gelada 
3 colheres de sopa de açúcar

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe e sirva em seguida.

RENDIMENTO

2 porções.

* As receitas foram retiradas do livro Na cozinha com as frutas, legumes e verduras, do Ministério da Saúde em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais.

Para saber o tipo de queijo mais adequado, o ideal é consultar a tabela nutricional e a lista de ingredientes para escolher os menos calóricos e com menores teores de gordura e sódio

De acordo com o Guia alimentar para a população brasileira, os queijos que fazem parte de uma alimentação saudável são compostos por leite, sal e micro-organismos usados para fermentar o leite, como fermento lácteo e coalho. E para saber o tipo mais adequado, o ideal é consultar a tabela nutricional e a lista de ingredientes. O melhor é escolher os que, além de menos calóricos, têm menores teores de gordura e de sódio e que sejam preparados sem corantes, saborizantes ou outros ingredientes. As dicas são da nutricionista da ACT Promoção da Saúde, Mariana Claudino. “Geralmente, quanto mais brancos, mais saudáveis e menos gordurosos os queijos são, por conterem maior quantidade de cálcio e de proteína. O queijo cottage, a ricota, o queijo minas e a muçarela de búfala são bons exemplos. Eles têm menos corantes, são ricos em proteína e pobres em gorduras”, acrescenta.

Mariana destaca que os queijos amarelos, em geral, contêm uma quantidade maior de gordura saturada, de colesterol e de sódio, e podem contribuir para o surgimento de problemas como pressão alta e doenças cardiovasculares. “No entanto, há queijos que, apesar de não serem propriamente amarelos, como o brie, o gouda ou o gorgonzola, são ricos em gordura, calorias e colesterol”, alerta.

Queijos processados

O queijo faz parte do grupo de alimentos processados, feitos pela soma de um alimento in natura ou minimamente processado (no caso o leite) com um ingrediente culinário (o sal). Exatamente por receberem a adição industrial de ingredientes (às vezes em quantidades muito superiores às usadas em preparações culinárias), eles não têm o perfil nutricional tão balanceado. “Todos os queijos feitos somente com leite, sal e fermento entram no grupo dos processados e podem ser consumidos em pequenas quantidades, preferencialmente acompanhando e não substituindo refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados”, recomenda a nutricionista Maria Laura da Costa Louzada, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde e professora adjunta da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Coma com moderação

Queijos são ricos em proteínas, vitamina A e cálcio. Entretanto, além do conteúdo elevado de gorduras saturadas próprio do leite, são produtos com alta densidade de energia (em função da perda de água durante o processamento) e com alta concentração de sódio (devido à adição de sal). “Exemplos de bons usos do queijo são na finalização do macarrão e de outras massas ou como cobertura para gratinar um escondidinho”, sugere Maria Laura.

Queijos ultraprocessados

Segundo o manual Alimentação Cardioprotetora, do Ministério da Saúde em parceria com o Hospital do Coração, os queijos ultraprocessados, que têm em sua composição diversos aditivos químicos, como acidulantes, estabilizantes e conservantes, são do grupo vermelho. Portanto, o ideal é evita-los. O grupo de alimentos ultraprocessados está associado a uma piora da qualidade nutricional da alimentação e maior risco de ocorrência de doenças crônicas como obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Compare os rótulos

Observe, por exemplo, a composição dos queijos muçarela e processado UHT:

Fonte: Manual Alimentação Cardioprotetora (p. 41)

Pela quantidade de aditivos (destacados em vermelho), os queijos processados UHT diferem muito dos queijos mais saudáveis, que devem ter apenas leite, fermento e sal. “Esses queijos têm muitos conservantes para poder ter uma vida longa fora da geladeira, até meses nas prateleiras do mercado. Além disso, até mesmo os light têm uma grande concentração de sódio, que causa uma retenção hídrica no corpo, provocando inchaço e até mesmo aumento de peso”, explica Mariana. Exemplos de queijos ultraprocessados incluem o cheddar e o catupiry.

https://saudebrasilportal.com.br

O novo edital prioriza participação de profissionais formados e habilitados com CRM Brasil. As inscrições para cerca de 2 mil vagas começam a partir do dia 27 de maio

Mais de 6 milhões de pessoas que vivem nas áreas mais vulneráveis do Brasil terão a assistência na Atenção Primária reforçada nesta nova etapa do Programa Mais Médicos. Publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (13), o novo edital* abre oportunidade para aproximadamente 790 municípios com altos índices de vulnerabilidade renovarem participação. Serão oferecidas cerca de 2 mil vagas para os profissionais do Mais Médicos atenderem as populações de áreas historicamente com maiores dificuldades de acesso – a exemplo das ribeirinhas, fluviais, quilombolas e indígenas – e que dependem do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Os médicos devem começar a atuar na Atenção Primária desses municípios a partir de junho.

Clique aqui para conferir relação de vagas preliminares por municípios

Esta nova etapa corresponde ao 18º Ciclo do programa, que, nesta primeira fase, vai priorizar a participação de médicos formados e habilitados, com registro em qualquer Conselho Regional de Medicina do Brasil. Além disso, para garantir imparcialidade na escolha dos médicos com CRM Brasil, o Ministério da Saúde estabeleceu critérios de classificação, como títulos de Especialista e/ou Residência Médica em Medicina da Família e Comunidade. A medida visa também garantir profissionais qualificados, preferencialmente com perfil de atendimento para a Atenção Primária.

Caso haja vagas remanescentes dessa 1ª etapa, as oportunidades serão estendidas, em um segundo chamamento público, aos profissionais brasileiros formados em outros países e que já tenham habilitação para o exercício da Medicina no exterior. Outra novidade deste edital é que toda a documentação desses médicos deverá ser enviada ao Ministério da Saúde, pela internet, já no ato de inscrição. Essa mudança garante que apenas profissionais já habilitados participem do chamamento público, o que contribuirá para otimizar tempo e recurso.

INSCRIÇÕES

Os profissionais com CRM Brasil interessados em aderir ao programa Mais Médicos terão entre os dias 27 e 29 de maio para fazer a inscrição, que será realizada, exclusivamente pela internet, através do Sistema de Gerenciamento de Programas (SGP), no site do programa: http://maismedicos.gov.br. No mesmo endereço eletrônico, os gestores municipais irão acessar o SGP, a fim de renovarem ou aderirem às vagas. Depois dessa etapa, deverão fazer a confirmação. Nesse momento terão conhecimento do número de vagas destinadas aos municípios que vão receber os profissionais do Mais Médicos.

Para mais detalhes*, acesse aqui o EDITAL Nº 10/2019 (adesão e/ou renovação de municípios) e aqui o EDITAL Nº 11/2019 (adesão de médicos)

Lídia Maia, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3315 / 3580

Militares já estão atendendo para desafogar funcionários
da PBH

(foto: Edésio Ferreira/EM/D.A PRESS)

Começou na manhã desta terça-feira a colaboração do Exército Brasileiro nas unidades de atendimento aos pacientes com sintomas de dengue em Belo Horizonte. A corporação designou 54 militares para atuarem na parte administrativa das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nos Centros de Atendimento à Dengue (CADs). De acordo com a Prefeitura de BH, os militares vão repassar orientações para a população, auxiliar no fluxo de atendimento e realizar trabalhos administrativos, como preenchimento de fichas e notificações. Dessa forma, a equipe da área assistencial poderá concentrar esforços no atendimento à população. O Exército Brasileiro  começou os trabalhos  nas unidades de atendimento aos pacientes com sintomas de dengue em Belo Horizonte logo cedo. O chefe da Comunicação Social da 4ª Região Militar, Major Aristóteles Júnior, pontua que já é percebível a redução na espera pelo atendimento na manhã desta terça-feira. “Nós tivemos uma demanda da PBH, por meio da secretaria, na última sexta e prontamente atendemos. São 54 militares, divididos nas nove regionais, em turnos de 7h às 13h e 13h às 19h. Todos passaram por um treinamento simples e estão dando apoio administrativo para aliviar a demanda. Na prática, eles fazem o cadastramento dos pacientes e digitação dos relatórios”, disse. A subsecretária municipal de Atenção à Saúde, Taciana Malheiros, explicou que o primeiro cadastro é importante para a identificação dos casos mais graves. “Ao identificar sinais de alerta e sintomas da dengue mais agravados,  iniciamos a hidratação venosa, buscamos a agilidade no exame e, consequentemente, iniciamos os cuidados necessários”, explicou. Portanto, com a chegada do exercito, os profissionais da saúde que estavam escalados  pra essa função foram remanejados  para  assistência direta ao cidadão. Ela explicou que a média de atendimentos são de 150 a 180 por dia. A aposentada Cidália dos Santos, de 77 anos, amanheceu na sexta-feira com dores pelo corpo. “Parece que meu olho ia sair pra fora de tanta dor.

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Médicos pedem um posicionamento da prefeitura de São Paulo - Créditos: Karina Zambrana/ASCOM
Médicos pedem um posicionamento da prefeitura de São Paulo

Profissionais do programa Mais Médicos, que atuam em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) na cidade de São Paulo, vão paralisar os atendimentos na próxima quarta-feira (8). Os médicos pedem um posicionamento da prefeitura em relação à renovação de cerca de 50 contratos.  Em carta aberta à população, os profissionais afirmam que, até o momento, a administração municipal não deu “nenhuma resposta concreta”. Eline Ethel é uma das trabalhadoras do programa. Segundo a médica, “a prefeitura não está demonstrando interesse em renovar os contratos. Isso gera muita angústia principalmente nos pacientes”. Segundo ela, os médicos que participam do programa realizam 8 mil atendimentos por mês em São Paulo. “No dia 8 de maio vamos fazer uma paralisação para pedir uma resposta para podermos falar com nossos pacientes”, explica. Os profissionais atuam na atenção básica e na estratégia de atendimento à família. De acordo com o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), a não renovação dos profissionais pode piorar o atendimento na cidade, tendo em vista que “o quadro de profissionais já é deficitário na Atenção Primária à Saúde (APS)”. A entidade destaca ainda que “a população não pode arcar com o ônus de não ter esses profissionais. Caso os contratos não sejam renovados, os moradores das periferias serão os mais prejudicados”. A paralisação dos profissionais do programa Mais Médicos será realizada na próxima quarta-feira, dia 8 de maio, quando ocorrerá um ato em frente à Secretaria da Saúde, às 9h.

brasildefato

Uso contínuo do descongestionante nasal pode causar problemas como taquicardia, hipertensão e insônia — Foto: Shutterstock

Uso contínuo do descongestionante nasal pode causar problemas como taquicardia, hipertensão e insônia — Foto: Shutterstock

De fato, não há sensação que traga mais alívio que respirar bem e, muitas vezes, quando bate aquela gripe, resfriado ou sinusite, a primeira reação é ir até a farmácia e comprar um descongestionante nasal.

Existem vários fatores que fazem com que esse tipo de medicamento tenha alto índice de venda nas farmácias. Seu preço varia entre R$ 4 e R$ 30, não é preciso uma receita médica para a compra e seu efeito ocorre entre cinco e 10 minutos após a aplicação. Entretanto, toda essa eficácia vem acompanhada de um preço. Usado de forma exagerada, o medicamente pode trazer sérios riscos à saúde como taquicardia, hipertensão e insônia. Nas laterais do nariz, existem estruturas chamadas cornetos, que são formados por uma estrutura central revestida por mucosa, quando há um incômodo ou alguma doença, esses cornetos incham e dificultam a respiração. Os descongestionantes nasais possuem substâncias conhecidas como vasoconstritoras que tem um mecanismo que contrai os vasos sanguíneos dos cornetos, devolvendo a sensação de alívio por até seis horas.Segundo o presidente da Academia Brasileira de Rinologia, Márcio Nakanishi, em entrevista à agência Canarinho, essas substâncias vasoconstritoras não agem somente na região nasal, o efeito constritor pode ocorrer também em outras partes do corpo.“O vasoconstritor pode fechar os vasos do coração e aumentar a pressão, levando a uma hipertensão”, exemplifica Nakanishi.

Descongestionante nasal vicia?

O termo correto para definir essa situação é chamado de “efeito rebote”, tendo a sensação de alívio imediato como seu maior responsável. Assim que alguém usa o medicamento, o nariz desentope rapidamente, quando o efeito passa, o nariz volta a fechar. Quanto mais a pessoa utiliza o medicamento e respira melhor, mais a pessoa sente a necessidade de usá-lo. Seu uso crônico reduz o tempo de efeito do remédio, fazendo com que o nariz entupa mais rápido.“As pessoas falam ‘estou viciado’, mas não é o vício no sentido de dependência química. É muito mais no sentido de a pessoa ficar precisando da medicação a toda hora”, afirma Nakanishi.

De acordo com o presidente da Sociedade de Otorrinolaringologia do Rio de Janeiro, Miguel Tepedino, é fundamental consultar um otorrinolaringologista para tratamento contra o “efeito rebote”.

“É preciso avaliar se o nariz está obstruído só pela dependência, porque o paciente usou o descongestionante uma vez em que estava resfriado e depois continuou usando, ou porque ele tem algum outro problema que desconhece, como desvio de septo. Nesse último caso, só parar com o descongestionante não vai resolver o problema, porque a pessoa continuará respirando mal”, explica Tepedino.

Quais as contraindicações?

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17/04/2019 09:37

Longe de posições ideológicas, a observada deserção de médicos brasileiros que vieram substituir o Programa Mais Médicos (PMM) já estava anunciada. No fim do ano passado, 8.517 médicos cubanos deixaram o programa, e o Governo Federal havia informado que todas as vagas haviam sido preenchidas por médicos brasileiros. A verdade é que todos os estudos de fixação profissional já corroboravam essa dinâmica de abandono, inclusive o recente estudo do Conselho Federal de Medicina, Demografia Médica do Brasil – 2018, onde 80% dos médicos recém-formados (perfil do grupo desertor) desejavam ingressar em algum programa de residência médica e apenas 5% queriam ir para programas vinculados à Atenção Básica. É comum que boa parte dos médicos queira atuar em centros especializados e grandes hospitais, até porque o curso de Medicina ainda é muito elitista. A prática confirmou o que já vinha sendo observado há cinco anos, uma elevada adesão inicial de médicos brasileiros na reta final da faculdade, cujos planos de curto prazo eram outros: cursar residência ou se especializar. Para além disso, é sabido, que os médicos intercambistas atuavam em localidades pouco estruturadas e muitas delas inóspitas, onde nem um médico brasileiro queria ir. E este é outro fator para que em pouco tempo caíssem na realidade. Não bastando os 1.052 médicos que já desistiram, 40% da perda está concentrada no Nordeste, sobretudo na Bahia. Devemos ainda lembrar que muitos dos médicos que permanecem no programa, migraram de municípios com menor infraestrutura, onde ocupavam vagas por contrato direto municipal, para outros com melhores condições, dentro do programa federal. Essa situação aconteceu em quase 50% das vagas dos últimos editais, conforme levantamento da Diretoria da Atenção Básica do Estado da Bahia, ratificado pelo estudo do CONASEMS e determinou um perverso desequilíbrio, ao esvaziar regiões e localidades mais carentes e acentuar suas assimetrias. Se a situação não era boa, agora está pior. Por sua vez, o Ministério da Saúde, em seu último edital de renovação de bolsa dos médicos que atuam no PMM, excluiu os Municípios das regiões Metropolitanas e as Capitais. Com isso, a nossa sofrida Atenção Básica de Salvador já perdeu 38 médicos e perderá os outros 102 médicos em pouco tempo. O reflexo da desestruturação por que passam os municípios já pode ser sentido nos números da central de regulação: aumento de 40% na demanda por internações hospitalares ao longo dos últimos três meses. As cartas estão na mesa, o jogo está sendo jogado e os únicos que já estão perdendo são os usuários do SUS, que não encontram mais médicos em boa parte das Unidades de Salvador e dos municípios mais carentes da Bahia.

Fábio Vilas-Boas

 

Ultrassom que constatou a má-formação no filho de Maria Félix. Ele morreu ainda no útero, com 25 semanas, por causa de má-formação - Créditos: João Brizzi/The Intercept Brasil
Ultrassom que constatou a má-formação no filho de Maria Félix. Ele morreu ainda no útero, com 25 semanas, por causa de má-formação / João Brizzi/The Intercept Brasil

O filho de Maria Félix, de 21 anos, resistiu pouco mais de seis meses de gestação. Morreu ainda no ventre, com apenas 322 gramas. A causa do aborto, que aconteceu com 25 semanas de gravidez, foi má formação: o bebê tinha o intestino para fora do abdômen e também problemas no coração. Não é incomum que as mães da região percam seus filhos precocemente. O bebê de Maria, ao que tudo indica, foi mais uma vítima precoce do agrotóxico glifosato, usado em grandes plantações de soja e de milho em Uruçuí, a 459 km de Teresina, no Piauí.O mesmo veneno que garante a riqueza dos fazendeiros da cidade, no sul do estado, está provocando uma epidemia de intoxicação com reflexo severo em mães e bebês. Estima-se que uma em cada quatro grávidas da cidade tenha sofrido aborto, que 14% dos bebês nasçam com baixo peso (quase do dobro da média nacional) e que 83% das mães tenham o leite materno contaminado. Os dados são de um levantamento do sanitarista Inácio Pereira Lima, que investigou as intoxicações em Uruçuí na sua tese de mestrado em saúde da mulher pela Universidade Federal do Piauí.

Laudo do ultrassom que constatou a morte do bebê. ‘A principal consequência é a atrofia de alguns órgãos’,

diz o médico. (Reprodução)

Conheci a história de Maria Félix Costa Guimarães na maternidade do hospital regional Tibério Nunes, na cidade de Floriano. É para lá que as mulheres de Uruçuí são encaminhadas quando têm problemas na gravidez. Nos primeiros exames, feitos em julho, já havia sido identificada a má-formação no feto. Em setembro, no leito do hospital, encontrei a jovem, que lia a Bíblia e se recusava a comer. Carregava um olhar entristecido, meio envergonhado. Ela tinha sofrido o aborto no dia anterior e aguardava o médico para fazer uma ultrassom e se certificar de que não seria necessária a curetagem (cirurgia para retirada de restos da placenta).

Maria não tinha condições emocionais para conversar, por isso falei com a sua tia, a funcionária pública Graça Barros Guimarães. Ela não sabia sobre a pesquisa realizada em Uruçuí, mas acredita nos resultados apontados por Lima. “Se a gente for avaliar, o agrotóxico causa problema respiratório e de alergia. Então é claro que se a mulher tiver grávida, o bebê pode se contaminar também”.

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Suar quando se pratica atividade física é normal – especialmente em dias tão quentes como os que têm feito em todo o país neste verão. Mas e quando a pessoa sua demais e rotineiramente, a ponto de pingar, mesmo em situações banais em que a maioria não sua? Isso tem nome: hiperidrose. “Ela se manifesta em 1% da população. É uma prevalência alta”, explica Caio Lamunier, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia e do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Mas muitos não sabem disso porque aqueles que têm a doença geralmente se escondem, ou seja, evitam as situações gatilho”. Segundo o médico, é preciso cuidado para não confundir a hiperidrose com o simples suor excessivo. “Há um limite bem tênue entre um suador mais exacerbado e a doença que precisa ser tratada. Esse limite costuma ser o dano funcional e emocional que traz à pessoa”, diz Lamunier.   Continue lendo

Portaria publicada pelo Executivo local exige qualidade no atendimento prestado por servidores da Secretaria de Saúde. Caso descumpram alguma regra, poderão receber punições que variam de advertência a exoneração

Servidores da saúde poderão ser demitidos caso atendam mal os pacientes da rede pública. Portaria publicada ontem no Diário Oficial do Distrito Federal prevê “tratamento humanizado” aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Além dos procedimentos médicos, a medida observa questões como respeito, gentileza e educação. Funcionários de postos, hospitais e Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) deverão se adequar às medidas para não receber penalidades, que variam de advertência a exoneração. Entre as exigências está o atendimento sem discriminação de cor, raça, origem, idade ou sexualidade. De acordo com o texto, os servidores deverão usar linguagem simples, acessível e compreensível; não poderão vazar informações do órgão; e terão de denunciar colegas de trabalho que descumpram as normas.A portaria destaca que “é direito do usuário ter atendimento adequado, com qualidade, no tempo certo e com garantia de continuidade do tratamento”.
“Legal, gostei tem uma turma de desumano que vem tratando os pacientes com vários tipos de aborrecimento, os mesmos têm trado pessoas desalmado. Além da portaria os pacientes ou familiares o direito de procurem o ministério público, não tenham medo, usem os seus direitos
 A medida também define regras de comportamento durante a rotina de trabalho, mesmo que não seja durante o atendimento direto ao público. As infrações são divididas entre leves, médias ou graves. Usar plataformas eletrônicas da Secretaria de Saúde para acessar, armazenar ou transferir conteúdo pornográfico, de violência ou discriminação, por exemplo, é considerado infração leve. Assédio sexual ou moral é caracterizada como média. E acumular cargos, como grave. As sanções disciplinares variam entre advertência, suspensão, demissão, cassação de aposentadoria ou de disponibilidade e destituição do cargo em comissão. Cabe ao gestor de cada unidade monitorar o trabalho dos funcionários e retratar atividades irregulares. A omissão também será punida. Os usuários que quiserem realizar denúncias, podem usar o site da Ouvidoria do Governo do Distrito Federal (GDF), ligar no telefone 162 ou ir presencialmente à Ouvidoria da Saúde.
Dever

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Melasma
O melasma atinge muitas brasileiras. Imagem: @cleooficial, @ivetesangalo

Já imaginou se olhar no espelho e se deparar com manchas marrons no rosto? Isso pode acontecer com quem desenvolve melasma, um distúrbio pigmentar que atinge principalmente as mulheres morenas e que pode surgir de repente. O problema é mais raro em quem tem pele clara, mas ninguém está a salvo.

melasma é mais frequente na região da face, sobretudo nas maçãs do rosto, nas bochechas, na testa, no nariz e no buço. As manchas podem aparecer em outras partes do corpo, como braços, pescoço e colo, mas isso ocorre com menor frequência.Não existe uma causa definida para a doença, mas muitas vezes ela está relacionada ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez e à exposição solar sem proteção. Além desses fatores, a predisposição genética também influencia no surgimento dessa condição.Apesar de não ter cura, nada de desespero! Por sorte o melasma tem tratamento e pode ser controlado — e até disfarçado.Primeiro, você deve procurar um dermatologista para iniciar o tratamento, que irá variar de caso para caso e também do nível do melasma. “A ‘gravidade’ da doença depende da cor das manchas e de quantas surgem na região. As mais escuras são bem difíceis de tratar”, comenta Dra. Denise Steiner, dermatologista da clínica de mesmo nome e especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).Como o melasma não tem cura, o tratamento serve para clarear, controlar e impedir que a condição volte. Então, conheça os procedimentos mais usados.

Protetor solar + cremes clareadores

O primeiro passo para tratar o melasma é usar protetor solar e cremes clareadores. Esses dois itens são indispensáveis para diminuir as manchas. “A aplicação do filtro solar deve ser diária, mesmo em dias nublados, e a reaplicação precisa ser feita a cada 4 horas. O segundo passo é usar cremes clareadores que devem ser indicados pelo médico dermatologista. E a última ação deve ser a realização de um peeling superficial ou laser (que tem baixa energia e com impulso rápido) ou microagulhamento (não é o mais importante, mas ajuda). Tudo isso deve ser acompanhado e orientado por um dermatologista”, diz a médica.

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imagem sem descrição.
Confira os valores das transferências de recursos deste mês.

Neste dia 2 de abril de 2019 o Fundo Nacional da Saúde (FNS) divulga a transferência de R$ 5.321.306.287,81 para os recursos distribuídos entre os procedimentos ligados ao Piso de Atenção Básica Variável, aos Procedimentos de Média e Alta Complexidade (MAC), ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e às ações de assistência complementar dos estados e o Distrito Federal (DF). Confira abaixo o detalhamento dos pagamentos efetuados neste mês:
• Atenção à Saúde da População para Procedimentos No Mac – R$ R$ 3.373.122.135,83

• Piso de Atenção Básica Variável – PAB  –  Custeio de atenção à Saúde Bucal – Agente Comunitário De Saúde – Apoio à Manutenção dos Polos de Academia da Saúde R$ 977.781.346,31
• Assistência Financeira Complementar aos Estados, Distrito Federal e Municípios para Agentes de Combate às Endemias e Incentivo Financeiro aos Estados, Distrito Federal e Municípios para a Vigilância em Saúde – Despesas Diversas – R$ R$ 263.425.601,40
• SAMU – R$ R$ 92.185.415,06
• Piso de Atenção Básica Fixo – PAB FIXO – R$ 428.357.957,61 Total de Repasse R$ 5.321.306.287,81 Bilhões

Foto: Alexandre Penido 

Três cidades brasileiras irão realizar a etapa final do método “Wolbachia” para o combate ao mosquito Aedes aegypti, antes da sua incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS). A nova fase do projeto World Mosquito Program Brasil (WMPBrasil) da Fiocruz em parceria com o Ministério da Saúde será testado nos municípios de Campo Grande (MS), Belo Horizonte (BH) e Petrolina (PE). Para isso, a pasta vai destinar R$ 22 milhões. A metodologia é inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito. Consiste na liberação do Aedes com o microrganismo Wolbachia na natureza, reduzindo sua capacidade de transmissão de doenças.

O anúncio da etapa final de avaliação da Wolbachia, nos três municípios, foi feito pelo ministro da Saúde, Henrique Mandetta, nesta segunda-feira, (15), durante a abertura do evento “Atualização em Manejo Clínico da Dengue e febre do chikungunya e no controle vetorial do Aedes aegypti”, em Campo Grande (MS).  O evento tem como objetivo capacitar médicos, enfermeiros, coordenadores e supervisores de Controle de Vetores dos 79 municípios do estado de Mato Grosso do Sul em relação à técnica de manejo, controle do mosquito e operação de campo.Ao fazer o lançamento, em Campo Grande, o ministro da Saúde reforçou que a estratégia de combate ao mosquito Aedes continua sendo responsabilidade de todos. “Essa é uma estratégia complementar. Governo e população precisam continuar fazendo sua parte. No âmbito da pesquisa, hoje estamos dando um importante passo. Tínhamos duas linhas de trabalho, sendo uma voltada ao controle do mosquito com o uso de inseticidas, e outra direcionada ao controle biológico, que é o caso do uso da Wolbachia. Essa última pesquisa foi muito bem em todas as etapas, desde a parte teórica até o ensaio clínico em laboratório, e no teste em cidades de pequeno porte. E agora, vamos testar em cidades acima de 1,5 milhão de habitantes”, disse o ministro Henrique Mandetta.De acordo com o ministro, as três cidades, onde serão trabalhadas a última fase, vão servir de base para verificar a eficácia da metodologia nas regiões do Centro-Oeste, a partir de Campo Grande; Nordeste, por meio de Petrolina; e Sudeste, a partir da experiência em Belo Horizonte. “Em breve, devemos fazer em outras cidades, para colhermos os frutos com o desenvolvimento. Isso vai envolver trabalho da assistência, com o acompanhamento do número de casos; de entomologistas, para saber a prevalência do mosquito; com agentes comunitários de Saúde; e por meio de armadilhas colocadas a campo”, explicou o ministro.A última fase de teste, agora em cidades com mais de 1,5 mil habitantes, com o mosquito Aedes aegypti infectados com Wolbachia, terá início, em Campo Grande, Belo Horizonte e Petrolina, no segundo semestre de 2019 e tenha uma duração de cerca de três anos. O método é seguro para as pessoas e para o ambiente, pois a Wolbachia vive apenas dentro das células dos insetos. No caso do município de Belo Horizonte, o Ministério da Saúde apoiará a realização de Ensaio Clínico Randomizado Controlado (em inglês Randomized Controlled Trial, RCT) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e apoio do National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID).A medida é complementar e ajuda a proteger a região das doenças propagadas pelos mosquitos, uma vez que o Aedes aegypti com Wolbachia – que têm a capacidade reduzida de transmitir dengue, Zika, chikungunya – ao serem soltos na natureza se reproduzem com os mosquitos de campo e geram Aedes aegypti com as mesmas características, tornando o método autossustentável. Esta iniciativa não usa qualquer tipo de modificação genética.As liberações de mosquitos são precedidas por uma série de ações educativas e de comunicação, com o objetivo de informar a população sobre o método Wolbachia. Esta etapa tem o apoio e a participação de parceiros do WMP no território, como lideranças comunitárias e associações de moradores, unidades de saúde, escolas e organizações não-governamentais. A Wolbachia é um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente no Aedes aegypti. Uma vez inserida artificialmente em ovos de Aedes aegypti, a capacidade do Aedes transmitir o vírus da zika, Chikungunya e Febre Amarela fica reduzida. Com a liberação de mosquitos com a Wolbachia, a tendência é que esses mosquitos se tornem predominante e diminua o número de casos associado a essas doenças nos três municípios.

INVESTIMENTOS

Desde 2011, o Ministério da Saúde em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates e National Institutes of Health já investiram no método Wolbachia R$ 31,5 milhões. As primeiras liberações dos mosquitos contendo Aedes aegypti com wolbachia no Brasil ocorreram em 2015 nos bairros de Jurujuba em Niterói e Tubiacanga na Ilha do Governador ambos no estado do Rio de Janeiro.

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A alimentação da mãe durante a amamentação deve conter essencialmente alimentos in natura ou minimamente processados. No período de aleitamento materno, a mulher deve dar preferência a comidas feitas em casa e pratos que incluam alimentos naturais como frutas, legumes, verduras, arroz, feijão, carnes e ovos.A mulher precisa de apoio tanto para cuidar da criança quanto para manter uma alimentação adequada e saudável. Por isso, é importante que todos os membros da família cuidem das tarefas domésticas, inclusive aquelas relacionadas com a alimentação.O cuidado com a hidratação deve ser redobrado, já que a parte líquida do leite é produzida a partir da hidratação da mãe. Com demanda aumentada de água no organismo é possível sentir mais fome e sede e, por isso, a mulher que está amamentando pode ficar mais desidratada que o normal.“É importante que a mulher que está amamentando beba ainda mais água. Uma boa dica é ter uma garrafa de água sempre por perto quando for amamentar”, sugere Jorginete de Jesus Damião, professora do Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).Marina Correa Xavier, de 31 anos, toma de 6 a 7 litros de água por dia. Mãe da pequena Luísa há menos de um mês, ela conta que é só começar a amamentar que a boca seca e a sede vem. “Também tomo muito chá para hidratar. E só deixei de comer leite e derivados por orientação médica. No mais, tenho comido de tudo”, afirma Marina, que segue à risca a orientação da especialista e tem sempre uma garrafa de água por perto.

blog.saude.gov.br

O Programa Academia da Saúde é uma estratégia de promoção da saúde e produção do cuidado para os municípios brasileiros que foi lançado em 2011. Seu objetivo é promover práticas corporais e atividade física, promoção da alimentação saudável, educação em saúde, entre outros, além de contribuir para a produção do cuidado e de modos de vida saudáveis e sustentáveis da população. Para tanto, o Programa promove a implantação de polos do Academia da Saúde, que são espaços públicos dotados de infraestrutura, equipamentos e profissionais qualificados. A ideia do programa surgiu inspirada em algumas inciativas que vinham sendo desenvolvidas em Recife, Curitiba, Vitória, Aracaju e Belo Horizonte. Essas experiências locais tinham em comum a prática da atividade física e outras práticas corporais, a presença de profissionais orientadores, o uso e a potencialização de espaços públicos como espaços de inclusão, de participação, de lazer, de promoção da cultura da paz, além de serem custeadas e mantidas pelo poder público. A avaliação positiva dessas experiências reforçou a ideia do fortalecimento de iniciativas semelhantes em todo o país na forma de um programa nacional no âmbito do Sistema Único de Saúde.

O Programa Academia da Saúde atualmente é regido pelas Portarias nº 1.707/GM/MS, de 23 de setembro de 2016, e nº 2.681/GM/MS, de 7 de novembro de 2013.

Na mesma época, o Ministério da Saúde, em relação à Atenção à Saúde, discutia a formação das Redes de Atenção à Saúde e conduzia o processo de implantação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) como uma das principais ações da Atenção Básica. Com isso, a corresponsabilidade na produção do cuidado e a importância da multiprofissionalidade ganharam destaque. No campo da vigilância, aparecia a necessidade de fomentar ações de prevenção e controle das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT), apontando a atividade física e as práticas corporais como as principais ações de intervenção sobre os fatores de risco destas doenças.

O Programa Academia da Saúde adota uma concepção ampliada de saúde e estabelece como ponto de partida o reconhecimento do impacto social, econômico, político e cultural sobre a saúde. Por isso, apesar do nome, o Programa não se restringe a realização de práticas corporais e atividades físicas e promoção da alimentação saudável. Mais do que isso, os polos foram concebidos como espaços voltados ao desenvolvimento de ações culturalmente inseridas e adaptadas aos territórios locais e que adotam como valores norteadores de suas atividades o desenvolvimento de autonomia, equidade, empoderamento, participação social, entre outros. Nesse sentido, a Portaria nº 2.681 estabelece oito eixos em torno dos quais as atividades do polo devem ser desenvolvidas: práticas corporais e atividades físicas, promoção da alimentação saudável, mobilização da comunidade, educação em saúde, práticas artísticas e culturais, produção do cuidado e de modos de vida saudável, práticas integrativas e complementares, e planejamento e gestão.

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Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) foram criados pelo Ministério da Saúde, em 2008, com o objetivo de apoiar a consolidação da Atenção Básica no Brasil, ampliando as ofertas de saúde na rede de serviços, assim como a resolutividade, a abrangência e o alvo das ações.Atualmente, regulamentados pela Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011, os núcleos são compostos por equipes multiprofissionais que atuam de forma integrada com as equipes de Saúde da Família (e SF), as equipes de atenção básica para populações específicas (consultórios na rua, equipes ribeirinhas e fluviais) e com o Programa Academia da Saúde.Esta atuação integrada permite realizar discussões de casos clínicos, possibilita o atendimento compartilhado entre profissionais, tanto na Unidade de Saúde, como nas visitas domiciliares; permite a construção conjunta de projetos terapêuticos de forma que amplia e qualifica as intervenções no território e na saúde de grupos populacionais. Essas ações de saúde também podem ser intersetoriais, com foco prioritário nas ações de prevenção e promoção da saúde.Com a publicação da Portaria 3.124, de 28 de dezembro de 2012, o Ministério da Saúde criou uma terceira modalidade de conformação de equipe: o NASF 3, abrindo a possibilidade de qualquer município do Brasil faça implantação de equipes NASF, desde que tenha ao menos uma equipe de Saúde da Família.

As modalidades de NASF hoje estão assim definidas:

Modalidades Nº de equipes vinculadas Somatória das Cargas Horárias Profissionais*
NASF 1

5 a 9 eSF e/ou eAB para populações específicas (eCR, eSFR e eSFF)

Mínimo 200 horas semanais; Cada ocupação deve ter no mínimo 20h e no máximo 80h de carga horária semanal;

NASF 2

3 a 4 eSF e/ou eAB para populações específicas (eCR, eSFR e eSFF)

Mínimo 120 horas semanais; Cada ocupação deve ter no mínimo 20h e no máximo 40h de carga horária semanal;
NASF 3

1 a 2 e SF e/ou eAB para populações específicas (eCR, eSFR e eSFF)

Mínimo 80 horas semanais; Cada ocupação deve ter no mínimo 20h e no máximo 40h de carga horária semanal;

*Nenhum profissional poderá ter carga horária semanal menor que 20 horas. eCR – Equipe Consultório na Rua; eSFR – Equipe Saúde da Família Ribeirinha; eSFF – Equipe Saúde da Família Fluvial Poderão compor os NASF as seguintes ocupações do Código Brasileiro de Ocupações (CBO): Médico acupunturista; assistente social; profissional/professor de educação física; farmacêutico; fisioterapeuta; fonoaudiólogo; médico ginecologista/obstetra; médico homeopata; nutricionista; médico pediatra; psicólogo; médico psiquiatra; terapeuta ocupacional; médico geriatra; médico internista (clínica médica), médico do trabalho, médico veterinário, profissional com formação em arte e educação (arte educador) e profissional de saúde sanitarista, ou seja, profissional graduado na área de saúde com pós-graduação em saúde pública ou coletiva ou graduado diretamente em uma dessas áreas. A composição de cada um dos NASF será definida pelos gestores municipais, seguindo os critérios de prioridade identificados a partir dos dados epidemiológicos e das necessidades locais e das equipes de saúde que serão apoiadas.

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