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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Crédito: Divulgação

(Crédito: Divulgação)

Marcam para o próximo dia 15 uma manifestação sem pé nem cabeça – fora de hora e de encontro às recomendações das organizações de saúde, com riscos concretos para quem participa – em protesto aos “inimigos” de Bolsonaro, alocados no Congresso e no Supremo. Em outras palavras, articula-se na marra e à revelia do momento delicado uma intimidação aos demais poderes, impulsionada irresponsavelmente – como de resto até as pedras do Lago Paranoá já sabem – pelo próprio mandatário Messias nas suas redes sociais e por asseclas aloprados. A ideia: reunir centenas (quem sabe, milhares!) de pessoas nas ruas pelo Brasil afora para mostrar força de reação e resistência às decisões que contrariam o “mito”.

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      Será inaugurado na próxima segunda feira(09), às 9:30 da manhã o novo Plano de Assistência Familiar “ANJOS”, que funcionará na CLIMED, localizada na rua Horácio José de Souza, de frente ao Banco do Brasil. Na organização do Dr. Marcelo Alves, médico renomado, especializado em Ortopedia e Traumatologia.
Crédito: Reprodução YouTube

 

 

 

 

 

 

 

O Ministério da Saúde publicou em edição extra do Diário Oficial a União (DOU) de sexta-feira (28) avisos de chamamento público para compra de 20 milhões de máscaras cirúrgicas e 600 mil aventais hospitalares diante do aumento do número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil. Dois casos foram confirmados e há 252 suspeitas no País.Os chamamentos públicos convocam empresas interessadas em fornecer os produtos, via contratação direta, e também abrangem a contratação emergencial de monitores multiparamétricos, ventiladores pulmonares, bombas infusoras para terapias com medicamentos parenterais, camas motorizadas com elevação, entre outros. O prazo de entrega das propostas para as máscaras é até esta terça-feira, 3 de março. Para os demais casos, as empresas devem se apresentar até sexta-feira, dia 6. De acordo com o Ministério da Saúde, a expectativa é que os produtos seja distribuídos para unidades de saúde no País em duas a três semanas.

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 (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Um homem de 61 anos é o primeiro caso de infecção por coronavírus no Brasil. Ele chegou da Itália no último dia 21 e esteve na Lombardia, a trabalho, entre os dias 9 e 21 de fevereiro, região mais afetada pelo contágio. Ele deu entrada dia 25 no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, com sintomas de ter sido afetado pela Covid-19 — febre, tosse seca, dor de garganta e coriza.
Depois de os primeiros exames, que constararam a contaminação, a suspeita foi confirmada por uma contraprova feita à noite. Os demais passageiros que estavam no voo que veio da Itália, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), serão procurados para que se submetam a exames. O Ministério da Saúde divulga nesta quarta-feira (26/2) um esquema para evitar a disseminação do vírus pelopaís. Ontem, em nota, salientou que o hospital “adotou todas as medidas preventivas para transmissão por gotículas, coletou amostras e realizou testes para vírus respiratórios comuns e o exame específico para SARS-CoV2, conforme preconizado pela Organização Mundial de Saúde”.
Ainda segundo a nota do ministério, “com resultados preliminares realizados pela unidade de saúde e de acordo com o Plano de Contingência Nacional, o hospital enviou a amostra para o laboratório de referência nacional, Instituto Adolfo Lutz, para contraprova. Todas as ações e medidas seguidas estão de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde e da OMS e diariamente atualizações são informadas em coletivas e boletins epidemiológicos”. Segundo o Albert Einstein, o paciente não precisará de internação, mas deverá ficar isolado. 
Pela primeira vez, a Itália é investigada como difusora do coronavírus. O país, que já tem 322 casos confirmados de infecção, figura no rol daqueles que demandam atenção, assim como Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Cingapura, Tailândia, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes.O Brasil recebeu pelo menos 5,3 mil voos, no ano passado, desses países. O número de passageiros que vieram de Itália, França Alemanha e Emirados Árabes soma 1,3 milhão de pessoas, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Depois da notícia, o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, compartilhou no Twitter a nota do ministério e escreveu: “Estamos atentos”.
Mais suspeitas
A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo investiga mais três casos suspeitos de coronavírus no estado, todos em adultos. São viajantes que vieram de algum dos países que entraram na lista de vigilância do ministério. De acordo com a secretaria, 26 casos já foram descartados em São Paulo. O órgão de saúde lembrou que pessoas que apresentarem sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza e que tenham histórico de viagem em área com circulação do vírus ou contato próximo com algum caso suspeito ou confirmado para o vírus devem procurar o serviço de saúde. A prevenção pode ser feita com uso de máscaras, higienização das mãos e não compartilhamento de objetos de uso pessoal.
 Em todo o Brasil, já foram descartados 54 casos suspeitos. Até a última segunda-feira, o Ministério da Saúde indicou que, além dos casos paulistas, havia mais um no Rio. Os secretários estaduais de saúde avaliam ser questão de tempo até o Brasil ter mais casos confirmados do novo coronavírus. Apesar disso, consideram que o país está pronto para conter o avanço da doença e tratar os pacientes, segundo Alberto Beltrame, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
Como prevenir
» Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete, por pelo menos 20 segundos, respeitando os cinco momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.

Em meio ao surto do novo coronavírus, que já infectou mais de 80 mil pessoas em 26 quase 40 países, incluindo o Brasil, diversos mitos e informações falsas estão sendo propagados junto com ele.

Aqui seguem alguns fatos que esclarecem alguns deles.

Máscaras faciais não são tão úteis

Tornou-se comum ver pessoas usando estas máscaras pelas ruas e aeroportos ao redor do mundo — a ideia é que ela protegeria o usuário e ajudaria a evitar a transmissão do vírus para outras pessoas —, mas há poucas evidências de que elas funcionem. Isso ocorre porque geralmente são muito folgadas, não cobrem os olhos e não podem ser usadas por longos períodos. As máscaras precisam ser trocadas com frequência, porque ficam suadas, para oferecer alguma proteção real. Para evitar a transmissão, é mais importante cobrir a boca e o nariz quando tosse ou espirra, com um lenço de papel ou com o braço, colocar o papel usado diretamente em lixeiras fechadas, lavar as mãos frequentemente com sabão ou desinfetante e manter uma distância de pelo menos um metro de pessoas que tossem e espirram. Mas não adianta fazer gargarejos com enxaguantes bucais ou enxaguar o nariz com solução salina. Nada disso ajudará a te proteger contra o novo vírus.

Dog and cat playing

                                                                      Image captionCães e gatos não disseminam o vírus

Você não pega o vírus de animais de estimação

Não há evidências de que seu cão ou gato possa estar infectado com o novo coronavírus. Mas isso não significa que você não deve lavar as mãos regularmente com água e sabão depois de tocá-los. Mesmo os bichos de estimação mais fofinhos podem portar bactérias como E. coli e salmonela — e elas podem ser transmitidas entre estes animais e humanos. Mesmo que você esteja preocupado com a possibilidade de o surto do novo coronavírus ter se originado em um mercado de animais vivos em Wuhan, na China, é importante saber que a fonte provavelmente foi uma espécie selvagem.

O vírus poderia passar despercebido entre animais antes de infectar seres humanos, que é como muitas epidemias deste tipo começam, como por exemplo, as de gripe aviária, ebola e Sars. Mas isso não significa que animais em geral são perigosos ou espalhadores.

Ilustração de coronavírus
                                           Image captionO novo vírus faz parte da família dos coronavírus, que inclui Sars e Mers

O novo vírus é raramente letal

Embora qualquer pessoa de qualquer idade possa ser infectada e o número de casos esteja aumentando todos os dias na China, apenas uma pequena proporção de pessoas está morrendo por causa disso. Os idosos e aqueles com outras condições de saúde, como asma, doenças cardíacas, câncer e diabetes, são os mais vulneráveis ​​ao novo vírus. A maioria das pessoas apresenta sintomas leves, como tosse e febre, e se recupera. No entanto, o vírus está deixando algumas pessoas gravemente doentes por pneumonia e problemas respiratórios, e matou um pequeno número dos pacientes contaminados na China. Lembre-se de que a gripe comum que se dissemina todo inverno mata dezenas ou mesmo centenas de pessoas no Brasil a cada ano. E o risco de contrair o novo coronavírus é pequeno se comparado ao vírus da gripe. Gotas microscópicas expelidas por meio da tosse são a maneira mais provável de propagação do novo vírus, portanto, colocar em quarentena ou isolar os que retornam de Wuhan reduzirá ainda mais esse risco. Ainda é recomendável tomar uma vacina contra a gripe neste momento.

Não há cura

Não existem medicamentos ou vacinas específicos para o novo vírus, e os antibióticos também não funcionam, porque eles combatem bactérias. Existem opções de tratamento, mas a maioria das pessoas melhora por conta própria. Os cientistas estão trabalhando para desenvolver uma vacina, mas ela terá que ser testada primeiro, e pode levar algum tempo até que esteja pronta.

Comida chinesa
                                                  Image caption O vírus não sobrevive por muito tempo fora do corpo humano

É seguro comer comida chinesa

Não é necessário evitar comida chinesa ou parar de comprar produtos do país. Também é seguro receber encomendas e cartas da China, porque é improvável que o vírus sobreviva por muito tempo fora do corpo humano. É preciso estar em contato próximo com uma pessoa infectada — até dois metros e por 15 minutos ou mais — para correr algum risco.

Texto publicado originalmente em 06/02/2020 e atualizado no dia 26/02/2020, após a confirmação do primeiro caso no Brasil.

                                                               

A caminhada é um exercício simples, pode ser feito praticamente por qualquer pessoa e ajuda, sim, a emagrecer . Estudos já mostraram que as mulheres adpetas da prática tendem a ter um menor índice de massa corpórea (IMC) e ainda uma menor circunferência abdominal em comparação com aquelas que fazem outros exercícios.

amigas caminhando

Caminhada é um ótimo exercício para quem quer emagrecer e ainda dá para turbiná-lo para queimar mais gordura

Além disso, é possível dar uma forcinha para o corpo queimar mais gordura durante a caminhada e, com isso, melhorar a perda de peso.Para saber como fazer isso, veja dicas selecionadas pelo personal trainer Chris Freytag, membro do conselho americano de exercício e compartilhadas pela Women’s Health dos Estados Unidos: 

Como queimar mais gordura durante a caminhada: 

1. Ande rápido o bastante para ser difícil conversar

Segundo o personal, o segredo para turbinar a caminhada é adicionar velocidade, já que provavelmente você não terá duas horas livres por dia para andar por aí. “Ao adicionar velocidade e intensidade a sua caminhada, você aumenta a queima de calorias, melhora a capacidade pulmonar e, certamente, elimina alguns quilos”, afirma Freytag. E para saber se está andando rápido o bastante, preste atenção a sua respiração. Quando se faz um exercício na zona de queima de gordura, você consegue falar apenas algumas palavras e fica sem fôlego para manter uma conversa. Não tem com quem conversar? Tente cantar! Se conseguir com facilidade é porque está indo devagar mais e é hora de acelerar. 

2. Varie o ritmo

Ainda assim, não é preciso acelerar o tempo todo para queimar mais gordura e emagrecer caminhando . Estudo da Universidade de Ohio mostrou que variar o ritmo faz você gastar até 20% mais de calorias do que manter a mesma velocidade o tempo todo. É o chamado treino intervalado. E conseguir essa variação no treino não é complicado. A dica do personal é usar pontos do caminho a seu favor. Por exemplo, acelere o passo até a próxima esquina e depois diminua. 

3. Cuidado com o que você come antes da caminhada

Fazer exercícios de estômago vazio não é uma boa ideia, então, se for caminhar logo ao acordar, tome  café da manhã antes de sair de casa. Mas se a caminhada for feita ao longo do dia, dispense o lanche pré-treino. Isso porque trata-se de um exercício leve e seu corpo não vai necessitar de tanta energia quanto nas atividades mais intensas. 

Manter uma dieta balanceada, com grãos integrais, proteínas magras e  gorduras boas ao longo do dia já vai te fornecer energia suficiente para caminhar e ainda obter os melhores resultados. 

4. Alimente-se em caso de caminhadas longas

Tudo bem não comer logo depois de uma caminhada de 30 minutos, mas é importante repor as energias depois de exercícios que durem 60 minutos ou mais. “Nesse caso, seus níveis de glicogênio terão caído e você precisa repor isso para alimentar seus músculos”, fala Freytag. Mas nada de exageros! Opte, segundo o especialista, por um lanche pequeno que contenha uma proporção de 3 par 1 de carboidrato e proteína. Bons exemplos para esse lanche são: banana com pasta de amendoim, torrada integral com abacate ou um copo de leite com achocolatado. 

5. Inclua um treino de resistência em sua rotina

Caminhar é uma ótima forma de emagrecer e queimar mais gordura , mas para ter certeza de que não está perdendo músculos nesse processo, é indicado investir também em um treino de força/resistência. E isso pode ser feito durante caminhada mesmo. Freytag indica, por exemplo, depois de andar por 10 minutos, fazer uma série de flexões ou de agachamentos e afundos. Feito isso, volte a andar e assim por diante. 

Fonte: undefined – iG 

Styvenson Valentim e Jair Bolsonaro

© Reprodução/Agência Senado Styvenson Valentim e Jair Bolsonaro

O senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) afirmou, nesta sexta-feira, 7, que estranha a rejeição do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei, de sua autoria, que exige o exame toxicológico para porte e posse de arma de fogo. Bolsonaro ameaçou vetar a proposta caso ela passe no Congresso.“Eu não entendo um presidente que fez campanha justamente pregando o combate às drogas, a diminuição dos índices de criminalidade, ser contra este tipo de projeto, de iniciativa”, disse Valentim, que é capitão da Polícia Militar, em entrevista a VEJA.O projeto de lei de Styvenson Valentim foi aprovado, por unanimidade, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na quarta-feira 5. A matéria só será analisada no plenário da Casa se houver recurso. Caso contrário, seguirá para a Câmara dos Deputados.Na noite de quinta, em sua transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que a proposta não era bem-vinda. “Meu Deus do céu, tem que infernizar a vida de quem está fazendo a coisa errada, não de quem quer fazer a coisa certa. Quem quer comprar uma arma não é para fazer besteira. [Para] Fazer besteira ele vai aí para o câmbio negro, um lugar qualquer”, disse o presidente. O senador afirma que, após o comentário de Bolsonaro, recebeu uma enxurrada de críticas nas redes sociais. “O objetivo do projeto é tão lógico que não entendi essa repercussão.”Styvenson Valentim afirma que o projeto de lei é “um mecanismo para evitar o consumo de drogas”.

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“Era uma cidade moderna e viva. Agora é uma cidade fantasma, deserta. O quadro é desolador”, diz o diplomata brasileiro João Batista Magalhães sobre Wuhan, na China, onde está para acompanhar o resgate dos brasileiros isolados na cidade, epicentro do surto de coronavírus. Sem poder tirar a máscara como medida de precaução, ele conversou nesta sexta-feira com a BBC News Brasil por chamada em vídeo, minutos antes de deixar o lobby do hotel para se deslocar ao aeroporto e embarcar com destino ao Brasil, numa operação envolvendo dois aviões da FAB (Força Aérea Brasileira). “A máscara é obrigatória para todo mundo aqui em Wuhan. Estamos em um hotel onde é permitida a permanência das delegações estrangeiras. A circulação nas ruas é restrita. Além disso, é recomendado que a gente lave as mãos e evite o contato com outras pessoas sem máscara”, diz. Segundo Magalhães, além dos cerca de 30 brasileiros, cinco cidadãos poloneses também estarão no voo “de carona”. Isso porque, diz o diplomata, no retorno ao Brasil, as aeronaves VC-2 (Embraer 190) vão fazer a primeira escala em Varsóvia. Dali, ainda param nas Ilhas Canárias (território espanhol na África Ocidental) e em Fortaleza. O destino final será a Base Aérea de Anápolis, em Goiás, onde todo o grupo vai permanecer em quarentena por 18 dias em um hotel de trânsito das Forças Armadas.

Wuhan

                 Direito de imagem PA MEDIA
                     Image captionEpicentro do coronavírus,
Wuhan, na China, virou ‘cidade fantasma’, diz diplomata brasileiro
Chineses usam material de proteçãoIlustração de coronavírus

Os aviões da FAB deveriam aterrissar em Wuhan na madrugada desta sexta-feira (07/02), mas houve um atraso no cronograma “por causa de um aumento no tráfego aéreo asiático, com missões de repatriação de diversos países”, informou mais cedo o Ministério da Defesa, em nota. De acordo com Magalhães, a previsão é que o voo com destino ao Brasil decole ainda na madrugada deste sábado (fim da tarde da sexta-feira no Brasil). A duração de todo o trajeto está estimada em cerca de 30 horas. Magalhães e outros dois diplomatas brasileiros, que trabalham na embaixada em Pequim, foram mobilizados para coordenar a operação de resgate. Ele conta que o trio teve de dirigir por 16 horas da capital chinesa até Wuhan após receber uma autorização especial do governo daquele país.

Sem essa permissão, ninguém pode entrar ou sair da cidade, explica o diplomata.

“Somos três diplomatas brasileiros lotados na embaixada em Pequim. Viemos de carro. Wuhan está em quarentena. Ninguém pode entrar ou sair. Obtivemos uma autorização especial para vir até aqui. Mas não temos autorização para voltar para Pequim. Tivemos de deixar o carro aqui. Vamos embarcar com os brasileiros e vamos ter de nos submeter à quarentena em Anápolis (Goiás)”, explica.

Obstáculos à operação

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Resultado de imagem para Vai começar alguma atividade física? Descubra o que você precisa saber

Todo mundo já conhece os benefícios de uma vida fisicamente ativa tanto na prevenção quanto no tratamento de diversas doenças, sejam elas físicas ou psicológicas. Mas pouca gente lembra dos cuidados necessários antes do início de uma atividade física. Ulisses Masseli, profissional de Educação Física do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, de Campo Grande (MS) e vinculado à Rede Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), ensina alguns passos importantes que precisam ser seguidos para que nenhuma surpresa desagradável atrapalhe sua vida em movimento.

E a saúde como vai?

 Essa etapa é super importante e deve ser a primeira da sua lista. Segundo Ulisses, as principais ferramentas que os profissionais de saúde dispõem para realizar o diagnóstico do paciente são a anamnese e o exame físico. Parece difícil, mas anamnese é uma espécie de “entrevista” cujo objetivo é levantar informações importantes sobre a história atual e pregressa do paciente. Já o exame físico visa observar sinais e sintomas por meio da inspeção, ausculta, palpação e a percussão, sendo essas as quatro técnicas básicas do exame físico. Dependendo dos resultados obtidos em ambas as etapas, outros exames complementares podem ser requisitados para uma investigação mais detalhada. Mas já durante a consulta é possível detectar alguns sintomas relevantes, como é o caso da hipertensão arterial, que está associada à ocorrência de infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame. Ulisses lembra que estar em dia com a famosa bateria de exames é de suma importância para um diagnóstico precoce, principalmente levando em consideração a faixa etária. No entanto, a não realização de exames mais completos não deve ser usada como pretexto para postergar a mudança de hábito e de abandonar de uma vez o comportamento sedentário.

Fique atento aos sinais e às suas limitações

Em pleno século XXI, com o progresso tecnológico abrindo portas e mais portas para o futuro, a humanidade está, de novo, diante do avanço de um inimigo antiquíssimo e recorrente: um micr­organismo capaz de se propagar rapidamente pelo planeta, deixando um rastro de enfermidade e morte por onde passa. Originária da China, nesta sua nova e altamente contagiosa versão, uma cepa mutante do coronavírus da pneumonia desencadeou em dose maciça a contrapartida natural desse tipo de ameaça: o medo do vírus, na forma de queda nas principais bolsas de valores, comboios aéreos para remover estrangeiros das áreas de maior risco, regiões em quarentena total, cancelamento de voos para cidades chinesas e máscaras, máscaras por toda parte — inclusive no Aeroporto de Guarulhos, cobrindo o rosto de quem chegava da Ásia. Na quinta-feira 30, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência internacional. Havia mais de 8 000 pessoas infectadas em vinte países e 170 mortos, todos em território chinês.

No Brasil, a primeira suspeita séria de contágio surgiu em Belo Horizonte, onde a estudante de letras E.W. (a família pede que seu nome não seja divulgado), de 22 anos, desembarcou na sexta-feira 24 com febre e dor de garganta, vinda de Wuhan, o epicentro da epidemia — ela passou cinco meses na cidade, estudando mandarim. Uma semana depois, estavam sob observação, além dela, outros oito recém-chegados da China, em São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Sul.

EPICENTRO - Equipe médica usa proteção para receber paciente em hospital de Wuhan: mortes se multiplicam na cidade HectorRetamal/AFP

Apesar do alto nível de preocupação mundial com o 2019-nCoV, eis o nome do vírus, as perspectivas de controle, combate e prevenção de doenças hoje estão anos-luz à frente da reação diante das mais mortíferas pestes da era contemporânea, como a gripe espanhola, que dizimou 50 milhões em 1918, ou o ebola, responsável pela dolorosa morte de 11 310 pessoas entre 2014 e 2016. “No começo de uma epidemia, a mortalidade é alta. Mas assim que se adota um sistema de identificação e de cuidados mais precisos ela cai”, explica Gerald Keusch, médico especialista em doenças infecciosas da Universidade Boston, nos Estados Unidos.

A situação só não está melhor porque o governo da China demorou a confirmar a ameaça e a se mexer para contê-la. Mas agora atua com a conhecida mão de ferro para estancar seus efeitos. Em seis dias, entre 21 e 27 de janeiro, o total de contaminados contabilizado por Pequim saltou de 300, todos em Wuhan, para 4 500 em várias partes do país. Um dia depois, ultrapassou o número de vítimas atingidas pela síndrome respiratória aguda grave (Sars), que assolou a mesma China entre 2002 e 2003 e afetou 5 327 pessoas. Para além das fronteiras chinesas, no resto do mundo contavam-se cerca de 120 con­tágios — dos Emirados Árabes Unidos, com quatro casos identificados, aos Estados Unidos, com cinco, mais 92 suspeitos. Um paciente no Japão, outro nos Estados Unidos e mais quatro na Alemanha não se contaminaram na China, mas no contato com infectados em seu próprio país, um deles sem nenhum sintoma. “A transmissão de humano para humano fora do território chinês aumenta dramaticamente os riscos de disseminação”, adverte Keusch.

RESPOSTA RÁPIDA - Escavadeiras a postos: o governo ordenou a construção de dois hospitais em menos de um mês STR/AFP
PRECAUÇÃO – Aeroporto indonésio: sensor térmico aponta quem tem febre Zikri Maulana/Sopa Images/Rex/Shutterstock

Embora necessário, o bloqueio agravou a situação dos oito hospitais de Wuhan, que foram às redes sociais pedir materiais médicos básicos, como luvas e máscaras. As filas e o acúmulo de doentes nos corredores, uma situação corriqueira na China, aumentaram com o surto. Amparado na sua estratosférica capacidade de mobilização e na farta mão de obra, o governo de Xi Jinping ordenou a construção em tempo recorde de dois hospitais em Wuhan, com 2 300 leitos no total. Os projetos devem estar prontos em meados de fevereiro. Cerca de quarenta brasileiros residentes em Wuhan e outras cidades sofrem os efeitos da quarentena decretada por Pequim. “O drama pessoal deles é terrível”, disse a VEJA o embaixador Estivallet.

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São Paulo — Um novo dia, uma nova onda de tensão nas bolsas globais causada pelo coronavírus. A ameaça de uma epidemia global é o grande tema de discussão desta terça-feira, e deve seguir dando o tom nas mesas de negociações. Autoridades chinesas disseram que o número de mortos no país já chegou a 106, e que há mais de 4.500 pessoas infectadas.

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) disse hoje em Pequim que confia na China para evitar uma pandemia, uma epidemia de escala global. A OMS revisou seu relatório anterior sobre o coronavírus, que falava de risco “moderado”. Agora, a agência afirma que o risco é “muito alto” na China e “alto” no resto do mundo. A lenta reação da agência é alvo de fortes críticas de especialistas.

Também nesta terça-feira o governo chinês anunciou o envio de mais 6.000 médicos a Wuhan, cidade que concentra os casos, estendeu o feriado de ano novo e adiou a retomada de atividades de bolsas de valores e das escolas.

Países como França e Estados Unidos estudam enviar aviões a Wuhan para retirar seus cidadãos da cidade. O embaixador brasileiro Paulo de Mesquita afirmou à GloboNews que ainda não trabalha com a possiblidade de retirar os 47 cidadãos do país de Wuhan, e disse ainda que voos de evacuação ainda não foram autorizados.O impacto para a economia global pode ser imediato, com a queda na produção de fábricas e na compra de insumos como carne, soja e minério de ferro. A queda nos gastos de chineses com transportes e turismo também pode ter impacto global. A agência de classificação de risco S&P calcula que o crescimento esperado do PIB chinês para 2020 pode cair de 6% para 4,8% caso o consumo das famílias despenque 10% este ano na China. Em 2003, a epidemia de Sars derrubou o crescimento do país de mais de 11% para 10% no ano.

A nova leva de incertezas na segunda maior economia do mundo pode  afetar decisões de política econômica em outros países. Nesta terça-feira o Fed, o banco central americano, começa uma reunião de dois dias para decidir a nova taxa básica de juros do país. A expectativa é de manutenção da taxa atual de 1,5% a 1,75%.

Mas aumentam as dúvidas sobre a indicação do Fed para o médio prazo — uma queda no ritmo global poderia ser um estímulo extra para nova redução nos juros, atendendo a reiterados pedidos do presidente Donald Trump.

As incertezas sobre o coronavírus devem continuar dando o tom nos mercados, com aumento no pessimismo no médio prazo. Mas esta terça-feira pode ser dia de “correção”, após a elevada queda de ontem no Ibovespa, de 3,3%. A única certeza, neste cenário, é o aumento da volatilidade: o Vix, índice que mede a volatilidade global, subiu quase 30% na segunda-feira, mas cai cerca de 2% nesta terça.

exame

O consumo de antidepressivos no Brasil cresceu 23% entre 2014 e 2018, de acordo com um estudo da Funcional Health Tech, líder em inteligência de dados e serviços de gestão no setor de saúde. Para Eduardo Tancredi, psiquiatra e sócio da eCare Life, grupo focado em melhorar os cuidados com a saúde mental, ainda é cedo para dizer que houve um aumento no número de pessoas com depressão a partir desses dados. Na eCare, por exemplo, houve um aumento de aproximadamente 220% no número de pacientes nos últimos cinco anos. “Hoje, as pessoas estão mais informadas e isso contribuiu para reduzir o preconceito em relação às doenças mentais e aumenta a procura de tratamento”, diz o psiquiatra.

Ainda segundo o levantamento, feito com base em 327.000 clientes da empresa, mulheres na faixa de 40 anos são as que mais utilizam esse tipo de medicamento. “Estatisticamente, a mulher corre um risco de depressão até três vezes maior do que os homens. A variação do estrogênio está diretamente relacionada à química da serotonina e de outros neurotransmissores”, diz Tancredi. Fatores como stress, crise econômica e o fato de as mulheres serem mais abertas a procurar ajuda – em comparação com os homens – também contribuem para esse dado.

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Ilustração de papinha e frutas

Os dois primeiros anos de vida são os mais decisivos para o crescimento e desenvolvimento da criança, com repercussões para a vida toda. Sendo assim, uma alimentação adequada e saudável contribui para a saúde infantil como um todo, e deve ter como base a “comida de verdade”, ou seja, refeições preparadas com alimentos frescos, obtidos direto da natureza, que passam por quase ou nenhum processo, como frutas, legumes, verduras, tubérculos e ovos.

Essas e outras recomendações sobre como alimentar a criança logo nas primeiras fases da vida estão no novo Guia Alimentar Para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos, produzido pelo Ministério da Saúde. A publicação traz informações, explicações fundamentadas e orientações práticas sobre a amamentação e a alimentação no começo da vida, e apresenta as informações que você confere a seguir.

Afinal, a chegada de um novo membro à família é sempre um momento de alegria, mas também de muitas dúvidas. Conheça a seguir o caminho para a transição entre o aleitamento e a alimentação sólida.

O primeiro alimento

Desde o nascimento até os seis meses de vida, o leite materno é o primeiro e deve ser o único alimento na vida da criança. Ele contém anticorpos e outras substâncias que protegem o bebê de infecções, como as respiratórias, de ouvidos, diarreias e outras. Durante esse período de amamentação exclusiva, o bebê não necessita de outro tipo de alimento, nem mesmo da água. Mas depois desse primeiro semestre do novo membro da família, o leite ainda continua fazendo parte da alimentação até os dois anos ou mais, não sendo mais o único alimento da criança. A amamentação é super benéfica para o desenvolvimento infantil, sendo um importante exercício para a boca e os músculos da face, que irão ajudar a criança a não ter problemas na fala, nos dentes, na respiração, na mastigação e na deglutição. Além disso, por meio da amamentação também são estabelecidos os laços afetivos entre mãe e filho.

O leite materno pode variar de acordo com o que a mulher come. Esse detalhe ajuda o bebê a ter contato desde cedo com os alimentos, mesmo que de forma indireta. Conforme vamos falar a seguir!

Uma diversidade de cores, sabores, texturas e cheiros

A partir dos seis meses, é chegada a hora de conhecer os alimentos! A partir dessa idade, o organismo da criança já está pronto para receber as comidinhas. Surge também a necessidade de obter mais nutrientes, já que o leite por si só não é mais capaz de suprir as demandas desse desenvolvimento. A variedade do cardápio é fundamental na evolução da mastigação. Apesar de ainda não ter dentes, a criança já consegue amassar os alimentos com a gengiva, que nessa altura da vida está se preparando para o surgimento dos primeiros dentes. Na verdade, esse atrito até favorece o processo. A alimentação da criança começa no leite materno, passa pelas papinhas, evolui para a comida picadinha até alcançar a refeição da família. É importante que esse processo seja feito de forma saudável, pois ele vai estabelecer os hábitos futuros e a relação da criança com a comida.

Evolução da consistência

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Agentes comunitários são responsáveis por executar medidas de auxílio à prevenção de doenças - Créditos: Divulgação/Ministério da Saúde
                            Agentes comunitários são responsáveis por executar medidas de auxílio à prevenção de doenças
/ Divulgação/Ministério da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro assinou, na última sexta-feira (20), um decreto que extingue 27,6 mil cargos efetivos. Destes, 14,2 mil são cargos efetivos que estão vagos, e outros 13,4 mil estão preenchidos – serão extintos quando vierem a vagar, e não haverá reposição. A Saúde é a área mais afetada, com 22,4 mil cargos extintos, ou cerca de 81%.O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União. A extinção dos cargos vale a partir de 26 de fevereiro de 2020. 

Desmonte do SUS

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Com a chegada do fim do ano, o cuidado com a pele deve ser redobrado. Isso porque nessa época do ano, a radiação solar é mais intensa o que aumenta os casos de doenças como o câncer de pele. No Brasil, o risco é ainda maior. O país tem o clima tropical e muito atrativo para realizar atividades de lazer ao ar livre.

O câncer de pele, causado principalmente pela exposição excessiva ao sol, é o mais frequente no Brasil e no mundo. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos e raro em crianças e pessoas negras. A principal recomendação para a prevenção do câncer de pele é evitar a exposição ao sol, principalmente nos horários em que os raios solares são mais intensos, entre 10 às 16h, em todas as estações do ano.

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O Hospital da Restauração (HR), celebrou na manhã desta segunda-feira (30) os 50 anos da instituição com um abraço coletivo entre os funcionários. A ação teve a presença da orquestra de frevo Henrique Dias, de Olinda. A auxliar de enfermagem, Jesseneide Maria, trabalha no hospital há 26 anos e conta que já viveu muitas histórias no local. “Quando eu comecei a trabalhar aqui no HR, uma criança pediu a bata que eu estava usando porque estava com frio e não tinha o que vestir. Fui atrás de outros médicos pendindo roupas. Depois de um tempo ela deu entrada no hospital com o quadro traumático, me reconheceu, e disse que aquela doação foi especial e inesquecível. Fico muito emocionada até hoje, porque neste hospital eu aprendi a ser mais humana”, relata. Para o diretor geral do HR, o médico Miguel Arcanjo, o centro de saúde tem muito o que comemorar.”Comemoração nós temos muitas. Grandes avanços foram conquistados, mas ainda temos muitos desafios”. Valério Cézar de Souza, 56 anos, foi paciente do Hospital da Restauração há cinco anos, quando foi diagnosticado com câncer. “A dificuldade do hospital, em termo de estrutura, deixa a desejar, mas a equipe se esforça muito. Fiquei internado durante vinte e nove dias e ainda estou em tratamento. Graças a Deus estou vivo”.Construído inicialmente para funcionar como Pronto Socorro, o Hospital da Restauração teve o ínicio das suas obras realizada no ano de 1951 pelo então governador Agamenon Magalhães.Atualmente, o HR possui 833 leitos e 13 salas de cirurgia.

DP

O câncer de próstata é um dos tipos mais comuns de câncer entre os homens, mas não é fácil de detectar; estudo promissor aposta em combinação de imagens de ressonância e exames de sangue

Os testes de ressonância magnética serviriam para reduzir o número de homens que precisa fazer uma biópsia

O câncer de próstata é uma das formas mais comuns de câncer entre homens, com cerca de 1,2 milhões de novos casos ao ano, segundo a Associação Espanhola contra o Câncer.

Ainda assim, o procedimento utilizado para diagnosticá-lo é pouco preciso.

“Tradicionalmente, usamos um teste de sangue para identificar níveis elevados de um antígeno específico da próstata (PSA, na sigla em inglês) e então fazemos uma biópsia. Isso quer dizer que tiramos um tecido da próstata para examiná-lo no microscópio”, explica à BBC Mark Emberton, professor de oncologia intervencionista da University College London (UCL). “Mas os níveis de PSA não são um indicador confiável do câncer de próstata: cerca de 75% dos homens que obtêm um resultado positivo não têm o câncer, enquanto que (o teste) não detecta a doença em cerca de 15% dos homens que a têm.”

Hoje em dia, adiciona o especialista, “diagnosticamos tumores que são inofensivos, o que leva a exames e operações desnecessárias, e ignoramos cânceres que são prejudiciais, deixando que a enfermidade se multiplique e se espalhe pelo corpo sem controle”.

Como se fosse uma mamografia

Atualmente, Emberton faz parte do projeto ReIMAGINE liderado pela UCL, com pesquisadores do Imperial College e do King’s College de Londres, além de médicos do hospital da UCL.

Os testes estão acontecendo este ano em Londres

Os testes estão acontecendo este ano em Londres

 A equipe está analisando se as imagens por ressonância magnética podem servir para fazer um diagnóstico efetivo de câncer de próstata em homens, da mesma forma que as mamografias são utilizadas para detectar o câncer de mama em mulheres.”Esperamos que, usando a ressonância magnética, possamos mudar a forma com que se diagnostica e se trata o câncer de próstata”, diz Emberton.”Sabemos, por pesquisas internacionais, que a ressonância pode reduzir notavelmente e de forma segura o número de pacientes que precisam de uma biópsia invasiva.””Esses estudos fizeram com que, recentemente, as recomendações de saúde oficiais mudassem. Agora, sugere-se que a ressonância seja o primeiro teste para os homens que tenham suspeita do câncer de próstata e sejam encaminhados ao hospital pelo clínico-geral”.

Como os estudos estão avançando?

A partir deste mês, 300 homens, que tenham entre 50 e 75 anos, serão selecionados de forma aleatória e convidados a participar do estudo.

 Os exames de sangue, por si só, não são confiáveis

Getty Images/BBC NEWS BRASIL

Para cada paciente, será realizado um exame de sangue (que identifica PSA) e uma ressonância magnética de 10 minutos.Ao combinar o trabalho de radiologistas e urologistas para analisar os resultados dos dois exames, será possível avaliar com mais precisão se o paciente apresenta ou não sinais de câncer de próstata.

Por que é importante?

Quanto antes for iniciado o tratamento, maior são as chances de um bom resultado. Em última instância, isso permite salvar vidas, conforme explica Emberton à BBC.Também permitirá que sejam feitas menos biópsias, o que reduziria o custo para o sistema de saúde, acrescenta ele.”Outro aspecto importante do estudo é que ele examinará se, em combinação com técnicas avançadas como a genômica (…), as imagens por ressonância magnética podem substituir as biópsias de próstata”. “Os grupos de pacientes com câncer de próstata são uma parte extremamente importante do estudo, e a perspectiva de alcançar uma grande redução nas biópsias é uma meta importante, já que elas podem ter efeitos colaterais sérios nos pacientes”, diz Emberton.

 A função principal da próstata é fornecer o fluido prostático ou líquido seminal, que se mistura com os espermatozoides nos testículos para que possam sobreviver e ser expelidos durante a ejaculação

Getty Images/BBC NEWS BRASIL

Entre os efeitos colaterais mais comum estão dor, sangramento e infecções. “Nossa equipe espera recrutar mil homens com risco médio e alto de câncer para descobrir se a ressonância pode ser combinada a outros exames de diagnóstico de alta tecnologia, a fim de prever a progressão do câncer”, explica Emberton.

“O objetivo final é desenvolver testes que sejam melhores que as biópsias para determinar o tratamento para o tumor que seja adequado a cada pessoa, e determinar inclusive se essa pessoa não precisa de tratamento”.

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Conheça esse exército admirável e o que a ciência tem a dizer sobre prebiótico, probiótico e posbiótico

Para quem acha que bactéria é sempre coisa ruim, saiba que seu corpo, assim como o de todo mundo, abriga dez vezes mais bactérias do que células. E o impacto desse batalhão na saúde pode ser positivo, sim. Tanto que as estrelas deste ano na maior feira mundial de alimentação saudável e orgânica, realizada em Anaheim, na Califórnia (EUA), foram os iogurtes, bebidas e smoothies enriquecidos com micro-organismos do bem. Até a rede de cafeteria Starbucks não perdeu tempo: já apresentou lá fora uma versão de seu suco verde, Evolution Fresh, enriquecido com prebióticos (fibras solúveis) e probióticos (bactérias aliadas).

Não bastasse a lista de nomes esquisitos nesse universo, existe mais um: posbióticos – você leu certo! São substâncias fabricadas pelas bactérias aliadas, que, assim como os pre e os probióticos, ajudam a manter a microbiota saudável, com um número maior de micro-organismos amigos e menor de inimigos – equilíbrio ideal para que o intestino cumpra bem suas funções, como absorver os nutrientes dos alimentos e dispensar o que não é necessário.

“O intestino tem a capacidade de distinguir as substâncias inofensivas das perigosas, um mecanismo de proteção que evita que o organismo adoeça”, diz a médica nutróloga Isolda Prado, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). E, como faz o trabalho de seleção sozinho, sem acionar o sistema nervoso central, é considerado um órgão inteligente.

Mais um motivo para o intestino ganhar o status de segundo cérebro: produz parte da serotonina, o neurotransmissor do bem-estar, além de ser responsável por 80% da nossa imunidade. Mas, claro, o ambiente deve estar propício. Daí a importância de você reforçar o trio pre, pro e posbiótico. Vem conhecer melhor essa turma.

Prebióticos

Caixa com frutas e legumes

               (Olha_Afanasieva/Thinkstock/Getty Images)

Se você come frutas, hortaliças, legumes e leguminosas todos os dias, fica bem abastecida de prebióticos – fibras solúveis e fermentáveis que servem de alimento para o exército de bactérias probióticas. As melhores fontes: alho, cebola, alho-poró, alcachofra, maçã, chicória, cenoura, lentilha, ervilha, manga, pera, melancia, cogumelos, couve-flor, aveia, farelo de trigo, linhaça, batata-doce, batata yacon e biomassa de banana verde.

Probióticos

As bactérias dessa linhagem podem ser obtidas a partir dos alimentos, mas são poucas as opções com os micro-organismos (entre eles, lactobacilos e bifidobactérias) que sobrevivem ao trânsito no aparelho digestivo e colonizam o intestino. “Eles estabelecem o equilíbrio do ambiente e, com isso, inibem o aumento das bactérias nocivas”, explica
 a nutricionista carioca Cátia Ruthner. Como ainda ajudam na absorção de nutrientes, na eliminação de toxinas e na redução do colesterol, as bactérias probióticas deixam você mais resistente a doenças e menos propensa a ganhar peso. Os iogurtes enriquecidos com lactobacilos vivos são as opções mais conhecidas, mas agora as bebidas fermentadas têm se destacado.

Kombucha: novo refrigerante                                 (bhofack2/Thinkstock/Getty Images)

Já ouviu falar na kombucha? À base de chá (verde) ou infusão (hibisco) e naturalmente gaseificada, favorece o intestino e melhora
a digestão. Reunidas numa colônia (batizada scoby – symbiotic colony of bacteria and yeast), no formato de um disco, que flutua sobre o líquido enquanto ele fermenta, as bactérias quebram o açúcar – e, nessa transição, prevalece a acidez. Por isso, não estranhe 
o gosto exótico misturado a um leve amargor do chá e notas adocicadas das frutas usadas para saborizar a bebida.

Existe ainda o kefir de leite ou água, o kimchi (vegetais com molho apimentado), o chucrute (conserva de repolho) e o rejuvelac – líquido obtido a partir da fermentação de grãos (trigo, aveia, cevada) para a produção de queijo vegano.

Posbióticos

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Verão, seu lindo, pode chegar que estamos prontas para aproveitar os dias mais longos, mais quentes e mais divertidos. Para que nada saia errado, é importante que, além de todo o roteiro que inclui praia, areia, sol e muita curtição, a gente cuide da nossa saúde.  No verão, suamos mais, perdemos muita água e sais minerais, e precisamos ficar com a atenção redobrada à alimentação, que deve incluir verduras, legumes, alimentos integrais e proteínas mais leves. Abaixo, um passo a passo que vai garantir saúde e energia nos dias quentes:

1 – Troque o mercado pela feira 

A introdução de alimentos naturais e coloridos  na rotina é meio caminho andado para garantir uma alimentação saudável. Além disso, os industrializados costumam ter corantes, conservantes e muito sal. Por isso, troque as idas ao supermercado por voltinhas na feira. Arrase nas verduras escuras, grãos e nos alimentos vermelhos e amarelos. Sabe por quê? Frutas e legumes amarelos como, por exemplo, manga, laranja, cenoura e abóbora, são ricos em betacaroteno, substância que favorece o bronzeamento saudável. Já as frutas vermelhas, como morango, ameixa, açaí e blueberry, são fontes de antioxidantes, que retardam o envelhecimento das células. 

2 – Beba muita água

A dica é simples e recorrente, mas fundamental. O líquido elimina toxinas e estimula o bom funcionamento do metabolismo. Se quer incrementar a ideia, que tal misturar água com pedacinhos de gengibre e colocar em uma térmica bem geladinha? A combinação turbina a hidratação e o metabolismo. Outra maneira de manter a hidratação em dia é tomar água de coco, sucos naturais e chás gelados. Lembre-se: fuja de refrigerantes e sucos industrializados, cheios de açúcar e, por isso, contraindicados.

3 – Coma mais peixe!

As carnes magras são ótimos alimentos para o verão. Prefira os peixes como o Salmón de Chile. Além de combinar com o clima mais quente, a proteína tem muitos nutrientes. Entre eles, destacam-se os aminoácidos essenciais – substâncias não produzidas pelo nosso corpo –, a vitamina B12, importante para o funcionamento do cérebro, e o famoso ômega-3, poderoso antioxidante que auxilia na redução do colesterol ruim do sangue. Na hora de consumi-lo, prefira as opções grelhadas ou assadas. No verão, o salmão cru e sua pele também são opções deliciosas.  

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