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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Saúde

Nem todo mundo
 tem um calçadão de Copacabana ou um Parque do Ibirapuera perto de casa para correr. Mesmo contando apenas com a pracinha do bairro, dê um boost no seu treino – sem tédio!

1. De grão em grão 
Bastam 400 metros de calçada para você progredir nas provas curtas. “Os treinos intervalados – mesmo os que somam 3 ou 4 km – tiram a gente da zona de conforto, o que ajuda a melhorar o condicionamento”, diz Marcos Santana, diretor da Ilimitada Assessoria Esportiva, de Goiânia.

De acordo com um estudo da revista Journal of Applied Physiology, corredores que alternaram 30 segundos de trote com 20 de corrida e dez de tiro conseguiram aumentar o VO2 máximo (capacidade de uso do oxigênio) em 4% . Considerando sua planilha, se não der para prolongar a pista, reduza o intervalo.  
2. Grandes pequenos detalhes
Como os espaços nas praças costumam ser estreitos, espere que a área esteja mais vazia para dar o tiro. “Alterne o sentido a cada duas voltas para não sobrecarregar a musculatura de apenas uma das pernas”, indica Uilson Domingos, sócio da Elite Assessoria Esportiva, de Palmas.

Mantenha-se à direita e olhe para trás antes de ultrapassar. “Caso tenha que esperar para cruzar uma rua, continue se movimentando, ainda que no mesmo local”, diz Marcos. Assim, você não perde 
o ritmo e evita disparar quando puder atravessar.

3. Combo perfeito
Na praça, você também consegue complementar sua preparação com outros tipos de exercício. “Para aperfeiçoar a técnica de corrida, é fundamental fazer movimentos educativos. E aí você vai precisar de pouco espaço”, garante Uilson. Ele recomenda separar 50 metros 
para exercícios de coordenação (como
skip, caminhada apoiada nos calcanhares e deslocamento levando
 o calcanhar ao bumbum). Bônus: você vai adorar
a sessão funcional – agachamentospranchas, abdominais, flexões etc. – quando o cenário for um belo gramado rodeado de árvores.Se houver uma escadaria, os degraus podem servir para fortalecer as pernas 
e até para aumentar a mobilidade do quadril,
 o que será útil quando correr em uma ladeira”, diz Devid Marques, professor da Stark Assessoria Esportiva, em Fortaleza. Dá até para aproveitar o clima mais sossegado para uma sessão de relaxamento
 e meditação pós-corrida.

Medida visa dar maior transparência no processo, além de ter potencial de aumentar a concorrência, já que todos poderão conhecer preços praticados em todo o país

Resultado de imagem para medicamentos adquiridos para SUS

TRANSPARÊNCIA

Todas as compras de medicamentos realizadas no país para o abastecimento do SUS terão seus preços registrados em sistema online. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, vale para o Ministério da Saúde, estados, municípios e Distrito Federal que, agora, passam a alimentar de forma obrigatória o Banco de Preços em Saúde (BPS): ferramenta online, gratuita e de acesso aberto ao público desenvolvida pelo governo federal. Ao dar transparência ao uso dos recursos públicos e conhecimento dos preços praticados em todo território nacional, o banco vai proporcionar o aumento da concorrência e maior condições para a negociação de preços junto aos fornecedores e fabricantes, gerando economia para o sistema de saúde.

“É uma ferramenta que possibilita ampliar o nível de negociação entre os gestores e fornecedores na compra de medicamentos, isso significa expandir o acesso, reduzir custos e otimizar os gastos com saúde, dando possibilidade ao gestor de até cancelar uma concorrência, quando se perceber que não está sendo feita a melhor compra”, afirma o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

O cadastramento e atualização do Banco de Preços em Saúde deve ser feito no período entre primeiro de setembro a 30 de novembro de 2017. Já o inicio do envio das informações de compras homologadas, referente ao exercício 2017, deverá ser iniciada a partir de primeiro de dezembro deste ano. Para realizar consultas ao sistema e registros de compras é necessário fazer o cadastro de usuário pelo link http://aplicacao.saude.gov.br/bps/login.jsf.

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Para conter o avanço da sífilis no país, Governo Federal, estados e municípios vão intensificar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. A estratégia, chamada de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção, foi pactuada na Comissão Intergestores Tripartite (CIT). Municípios terão R$ 200 milhões garantidos no orçamento do Ministério da Saúde por emenda parlamentar. Serão priorizadas 100 cidades que concentram 60% dos casos da doença. A iniciativa é uma das metas da agenda estratégica para redução da sífilis congênita no país lançada ano passado e que, com a nova ação, foi renovada por mais dois anos. A estratégia conta ainda com a parceira de organismos internacionais, associações e sociedades médicas.

Ao anunciar a agenda, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, enfatizou que a ampliação do diagnóstico e do tratamento é fundamental para reduzir os índices da doença. “Garantimos o abastecimento dos municípios com a penicilina e ampliamos também a oferta dos testes. Mas ainda é necessária uma mudança no comportamento dos profissionais de saúde e também da população”, explicou Ricardo Barros.

Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) trabalharão de forma integrada para fortalecer diagnóstico, vigilância epidemiológica, tratamento, assistência, pesquisa e comunicação. O Ministério da Saúde assumiu a compra centralizada da penicilina. Foram destinados R$ 13,5 milhões para a aquisição de 2,5 milhões de ampolas de penicilina benzatina, para o tratamento da sífilis adquirida e em gestantes, além de 450 mil ampolas da penicilina cristalina, para tratar a doença em bebês. A quantidade garantirá o abastecimento da rede pública até 2019.

Na ampliação e qualificação do diagnóstico, uma das ações do plano é o aumento da testagem, principalmente nas grávidas. Isso porque a identificação ainda no primeiro trimestre da gestação e o tratamento adequado impedem a transmissão da doença da mãe para o bebê. Neste ano, até setembro, o Ministério da Saúde enviou mais de 6,3 milhões de testes de sífilis, crescimento de 33,7% em relação a 2016 (4,7 milhões). Deste total, 2,3 milhões especificamente para a Rede Cegonha, 56% a mais do que os 1,5 milhão distribuídos no ano passado. “Quanto mais nós diagnosticamos gestantes com sífilis, menos crianças nascem com a doença. Portanto, precisamos que o pré-natal seja qualificado, para os serviços de saúde tratem as gestantes e assim haja redução da transmissão de mãe para filho”, completou o ministro. 

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Dos 5.570 municípios brasileiros, 2.574 já estão cadastrados no Banco de Preços em Saúde (BPS), segundo balanço apresentado pelo Ministério da Saúde na última quinta-feira (26/10), durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), que reúne as três esferas de governo. Alagoas é o estado que alcançou o maior número de municípios registrados até o presente, com 93 de suas 102 cidades habilitadas a acessar o sistema. 

Os dados do Departamento de Economia da Saúde (DESID) do Ministério também apontam que a própria pasta, assim como os entes estaduais e o Distrito Federal não possuem pendencias. “O cadastramento permite aos gestores do SUS ter acesso a todas as funcionalidades do sistema, inclusive ao registro de compras, que é a próxima etapa do processo de utilização do BPS na gestão em saúde”, destaca o diretor substituto do DESID, Carlos Eduardo da Silva Sousa.

Os 2996 municípios que ainda não efetuaram o registro têm até 30 de novembro para se regularizar, prazo final estipulado para a primeira fase do processo. Em seguida, a partir de 1º de dezembro, inicia-se a etapa de alimentação, quando as informações sobre compras de medicamentos homologadas em 2017 devem ser incluídas.

União, estados e municípios pactuaram em junho a obrigatoriedade de envio de informação sobre a aquisição de medicamentos. Ao dar transparência ao uso dos recursos públicos e conhecimento dos preços praticados em todo território nacional, o Banco vai proporcionar o aumento da concorrência e melhores condições para a negociação de valores junto aos fornecedores e fabricantes, gerando economia para o sistema de saúde. O intuito é que no futuro seja igualmente acordado o envio de informações relativas à compra de produtos de saúde.

A plataforma BPS está disponível gratuitamente no formato web, tanto para consulta quanto para alimentação. Além de disponibilizar informações sobre o processo de compras dos medicamentos, a plataforma ainda oferece de forma gratuita amplo material de apoio ao usuário no formato de vídeo-aulas, manuais de utilização da ferramenta, preguntas e respostas e treinamentos.

Por Mônica Silva, do Nucom SE,
com informações da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315-3580/2351/274

Reunião de um tumor board no AC Camargo Cancer Center, em São Paulo (Foto: Divulgação AC Camargo Cancer Center)

Profissionais de diferentes especialidades discutem casos complexos e definem junta a melhor conduta no A.C. Camargo Cancer Center. A medicina integrada melhora a qualidade da assistência (Foto: Divulgação

Decisões erradas são tomadas com base em dados errados. Em sua trajetória profissional, é provável que você tenha vivido desastres derivados da análise torta de números que capturam o detalhe e desconsideram a essência.
A valorização da objetividade na administração de recursos escassos faz todo sentido. Difícil é definir os melhores critérios para medir a coisa certa do jeito certo. Na saúde, essa discussão é das mais atuais.

Os mais respeitados gestores de saúde sabem que na medicina privada brasileira tudo se volta para incentivar o aumento de custos. Rasga-se dinheiro todos os dias. Quem paga a conta são os beneficiários dos planos de saúde e os empregadores. A disputa improdutiva entre os convênios e os hospitais é causada por um modelo que remunera a doença – e não a saúde.

Quanto mais a situação do paciente se complica, melhor para o hospital. Quanto maior o consumo de insumos banais como esparadrapo, seringa, soro fisiológico, paracetamol e tantos outros, mais ele ganha. Os hospitais viraram grandes varejistas de materiais, como ÉPOCA contou detalhadamente nesta reportagem. Tal desvio de função parece absurdo, mas essa é a vida como ela é. 

As práticas nefastas decorrem do modelo atual de remuneração dos hospitais pelos planos de saúde. Ele é chamado de “conta aberta” ou “fee for service” (pagamento por serviço). Todo e qualquer item usado no atendimento (dos mais banais aos mais sofisticados) é colocado na conta. A papelada é enviada ao plano de saúde ao longo da internação ou ao final do atendimento. A operadora discute o que foi feito e decide se paga a conta ou não.
 A lenga-lenga é interminável. Os planos de saúde reclamam que os hospitais cobram muito mais do que valem os produtos empregados no tratamento de seus beneficiários. Os hospitais argumentam que são obrigados a fazer isso porque os convênios se negam a reajustar tabelas de serviço. Ou simplesmente não pagam grande parte dos atendimentos já prestados.

Dá para ser diferente? A alternativa da moda é o conceito de cuidados baseados em valor, conhecido pela sigla VBHC, derivada do inglês “value-based health care”. O modelo proposto por Michael Porter e Elizabeth Teisberg parte do princípio de que o objetivo final da atenção à saúde é gerar valor para o paciente.
Segundo a definição dos autores, a análise de valor deve considerar os resultados de saúde importantes para o paciente, em relação ao custo de alcançar tais objetivos. De acordo com essa proposta, a reestruturação dos sistemas de saúde depende de algumas etapas importantes: adoção de unidades de prática integrada, medida de desfechos clínicos, análise de custos, pagamento por pacote de serviços, integração de sistemas, tecnologia da informação e expansão geográfica.
 Alguns dos melhores hospitais brasileiros começam a seguir esses passos e acreditam estar entregando mais valor ao paciente. Nem por isso já conseguiram sair do ciclo perverso do “fee for service”. “As instituições continuam no modelo de conta aberta, mas o mercado está se movendo para alcançar a remuneração por desfecho”, afirma Vivien Rosso, superintendente-geral do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo.

Vivien Rosso, CEO do AC Camargo Cancer Center (Foto: Rogerio Albuquerque/Editora Globo )

Um dos grandes desafios é alcançar a previsibilidade dos custos e dos resultados. Nos casos de baixa complexidade, as instituições conseguem prever com alguma segurança qual será o resultado do tratamento e, a partir daí, negociar um pagamento fixo com os planos de saúde. Já na medicina de alta complexidade (na oncologia, por exemplo), os desfechos clínicos são menos previsíveis.

Os custos envolvidos em uma cirurgia de hérnia e os prováveis resultados podem ser combinados com antecedência com os pagadores. Já o percurso de tratamento de um câncer de mama pode se desdobrar em diferentes ramos, dependendo do estadiamento e da genética do tumor e de outras particularidades do paciente. E, com isso, os custos e os resultados mudam.

medicina integrada preconizada por Porter é um dos pilares do A.C. Camargo.

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A Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica melhora a gestão da compra, distribuição e do vencimento dos medicamentos. Medida vai reduzir desperdício e ampliar oferta à população

Um novo sistema criado pelo Ministério da Saúde vai integrar as informações de distribuição, estoques e acesso aos medicamentos do SUS em todo o país. A Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica, lançada nesta terça-feira (24/10), permitirá o melhor planejamento da compra, do controle da data de validade e a realização de remanejamentos. A experiência em quatro estados mostrou que a iniciativa pode evitar desperdícios de até 30% dos fármacos entregues. Se essa economia for replicada em todo o Brasil, a cada ano, mais R$ 1,5 bilhão poderá ser revertido em mais medicamentos para a população.

                                   

A base nacional entra em funcionamento a partir de 25 de outubro e os estados e municípios têm 90 dias para enviar as informações. Até então, o Ministério da Saúde só recebia 20% dos dados por meio do Sistema Hórus, utilizado por 15 estados para gestão de medicamentos de alto custo. As demais unidades da federação, que representam 80% da demanda, repassavam por telefone ou planilhas. Agora, será disponibilizado o Web Service, ferramenta que permite que todas as secretarias de saúde do país que possuem sistemas próprios transmitam as informações.

“Essa é uma ferramenta fundamental para que a gente possa fazer economia e otimizar os recursos da saúde. Hoje existe uma consciência entre todos os gestores para a importância de alimentar o sistema para que possamos evitar o vencimento de medicamentos nas prateleiras, evitar que os medicamentos sejam desperdiçados e fazer o remanejamento dos medicamentos que eventualmente estejam sobrando em um determinado estado ou município para um melhor aproveitamento.  Já verificamos em projeto-piloto que esse processo demostra um potencial de economia de bilhões de reais e com esses recursos vamos comprar mais medicamentos e ampliar acesso a população”, afirmou ministro Ricardo Barros.

Essa integração dos dados foi pactuada no início desse ano na Comissão Integestores Tripartite, que reúne representantes dos estados, municípios e do Ministério da Saúde. Pela Portaria nº 938 de 2017, os gestores que não enviarem as informações para a base nacional ou não apresentarem justificativa poderão ter os recursos da assistência suspensos temporariamente.

Além do estoque, entrada, saída e dispensação de medicamentos, também poderão ser monitoradas em tempo real informações do paciente e das unidades de saúde. Todo o processo será automatizado, ou seja, o sistema já calcula possíveis perdas, sugere remanejamento de produtos ou mesmo indica o quantitativo que deve ser comprado para atender à necessidade.

SEM DESPERDÍCIO – O novo sistema servirá de apoio para evitar o desperdício e desabastecimento de produtos. Foi o que mostrou o projeto-piloto realizado em Tocantins, Alagoas, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. Nessas localidades, no terceiro trimestre desse ano, foi possível economizar R$ 20 milhões. Pelos dados, verificou-se que, em média, 30% do quantitativo poderia ser remanejado para outras regiões do Brasil, sem risco de perder o prazo de validade. Em todo o país, significaria uma economia ao Ministério da Saúde de R$ 1,5 bilhão por ano.

A informatização da saúde é uma das prioridades da atual gestão do Ministério para qualificar o atendimento prestado ao cidadão e, ao mesmo tempo, melhorar as informações de gestão, a programação das políticas públicas e o gerenciamento dos recursos do setor.

Por Alexandre Penido, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315- 2898 / 3580

O que comer para ganhar um corpo com músculos bem desenhados e pouquíssima gordura? Muita gente procura essa resposta nas redes sociais das musas – e “musos” – fitness que surgiram nos últimos anos. Mas que tal beber na fonte dos Gracie, família campeã de jiu-jitsu? No último dia 17 de outubro, fomos conferir o lançamento da segunda edição do livro A Dieta Gracie (editora Benvirá), de Rorion Gracie, que vive nos Estados Unidos e é um dos criadores do Ultimate Fighting Championship (UFC). A nova versão traz, além do plano alimentar seguido pelo clã há mais de seis décadas, um programa para ajudar as pessoas a adotarem os hábitos propostos pela dieta.

“Um dos grandes problemas do primeiro livro é que as pessoas compravam, liam, mas deixavam na prateleira. Não adianta: sem usar o conceito, sua saúde não vai melhorar”, comenta Gracie. A saída encontrada por ele foi criar um sistema de graduação de faixas, em que, assim como no jiu-jístu, você muda de nível após adquirir habilidades – que, na dieta, são novos hábitos.

Faixas a Dieta Gracie

(Reprodução/Editora Benvirá)

A ideia do cronograma é que, a cada duas semanas, a pessoa mude de faixa, somando novos hábitos aos já adquiridos na etapa anterior. Após pouco mais de dois meses, espera-se que ela já seja faixa preta – ou seja, que tenha adotado de vez um estilo de vida mais saudável.

Combinação de alimentos

A Dieta Gracie é famosa pela proposta de combinar ingredientes a fim de evitar a fermentação e acidez do sangue durante o processo digestivo. “Misturar alguns alimentos na mesma refeição faz bem para a saúde e controle de peso. Já os que não combinam entre si vão trazer consequências negativas”, diz Rorion, que, embora não tenham formação na área da saúde, se considera um autodidata em nutrição. “Os princípios da nossa dieta não foram comprovados cientificamente em laboratórios. No entanto, vejo a minha saúde, a dos membros de minha família e de milhares de amigos e alunos como um testemunho de seus benefícios”, afirma.

Várias celebridades já aderiram ao modelo alimentar. Recentemente, a atriz Gloria Pires revelou que segue a dieta, que também já foi feita por sua filha, Cléo Pires. “Estou me sentindo muito bem. As pessoas associam a palavra dieta à restrição alimentar e não é bem assim. Eu posso comer de tudo. Não precisa tirar carne e nem glúten. O segredo é não repetir a mesma comida por 24 horas”, disse Gloria, em entrevista à revista ESTILO.

O método divide os alimentos em seis grupos, que podem ser compatíveis ou incompatíveis. Conheça cada um deles:

Grupo A

Legumes e verduras (todos); carnes (todas menos a de porco, proibida na dieta) e frutos do mar (todos); gordura e oleaginosas (abacate, amêndoa, azeite de oliva, cacau, castanhas em geral, coco seco, gergelim, manteiga, queijo derretido): combinam entre si e com alimentos do Grupo B.

Grupo B

Amidos (arroz, aveia, batata, batata-doce, feijão (seco), soja (seca), lentilha, quinua, centeio, mandioca e derivados, milho (seco) e derivados, trigo (e derivados). Combinam com os alimentos do grupo A, mas não entre si (você não pode comer arroz e feijão na mesma refeição, assim como misturar batata-doce e tapioca, derivada da mandioca).

Grupo C

Frutas doces (banana desidratada ou cozida, caqui, figo, laranja lima, mamão, melancia, melão, tâmara, uva-passa), alimentos doces (açúcares em geral, mel de abelha, xarope de agave, melado de cana), queijos frescos e cremosos (queijo-de-minas frescal, ricota, cottage, queijo prato, requeijão) e chás de ervas ou de cascas (camomila, erva-doce, maçã, mate, preto). Combinam entre si e com alimentos do Grupo B, desde que não sejam preparados com gorduras e similares.

Grupo D

Frutas ácidas (abacaxi, acerola, caju, laranja, limão, maçã ácida, manga, maracujá, pêssego, tangerina, uva ácida, frutas vermelhas, tomate) e alimentos ácidos (iogurte, coalhada e kefir). Não combinam entre si nem com nenhum outro alimento.

Grupo E

Banana crua. Combina com frutas doces e com queijos frescos. É incompatível com os alimentos dos Grupos A e B e também com mel, melado e frutas secas.

Grupo F

Leite. Combina com alimentos do Grupo B, banana (crua ou cozida) e seus derivados (queijo, manteiga). É incompatível com alimentos do Grupo A, açúcares em geral, alimentos doces, abacate e frutas frescas e secas.

Fique por dentro: Aliar jejum intermitente à dieta pode potencializar perda de peso

Na prática

Para montar o cardápio, você precisa seguir a tabela de combinação de alimentos. E deve levar em conta outro fundamento da dieta: fazer intervalos de 4 horas e meia a 5 horas entre as refeições. “Esse é o tempo necessário para evitar uma reação ácida no organismo, o que pode provocar problemas de saúde”, alerta Rorion.

Você, como a maioria das mulheres, acha muito difícil abrir mão dos lanchinhos? A estratégia apresentada pelos Gracie é beber água de coco ou água pura quando bate aquela vontade de comer alguma coisa. Rorion não estipula a quantidade de alimentos, que vai depender dos objetivos e necessidades de cada um, mas dá uma orientação para quem quer emagrecer: “Administre a ingestão de alimentos e, como regra geral, pare de comer quanto atingir 80% da capacidade do seu estômago”. Traduzindo: termine a refeição um pouco antes de ficar saciada. Veja o exemplo de um dia do cardápio:

Café da manhã

  • Suco verde – 1 pepino, 5 cenouras, 3 talos de aipo, 5 rabanetes, 1 talo de brócolis com a flor e 1 pimentão (Grupo A)
  • Sanduíche Renergia – abacate amassado e temperado com azeite e sal (Grupo A) sobre torrada de pão de centeio ou integral (Grupo B).

Almoço

  • Salada – use pelo menos cinco desses itens, sempre variando as cores: alface, rúcula, brócolis, abacate, rabanete, cebola, beterraba, pepino, espinafre, aipo, pimentão, broto de feijão (Grupo A). Inclua uma porção de uma ou de duas oleaginosas: amêndoa, castanhas, nozes, pistache (Grupo A). Tempere apenas com azeite de oliva e sal.
  • Prato principal: carne assada (Grupo A), macarrão integral (Grupo B) e creme de milho-verde feito com farinha de trigo (Grupo B).
  • Bebida: suco de cenoura, água de coco ou água com ou sem gás (sem limão)

Jantar

  • Suco de uva doce (moscatel) batido com açaí puro (Grupo C) e banana (Grupo E).

Para turbinar a dieta

Confira algumas dicas de Rorion Gracie:

  • É preciso se alimentar com o propósito de nutrir o organismo. Você deve se programar como se estivesse planejando uma viagem dos seus sonhos, mas com direito de levar só uma mala de mão. Assim, vai ter que ser muito mais cuidadosa nas escolhas.
  • Mantenha sempre um estoque das suas frutas, legumes e verduras favoritos, para ter tudo o que for necessário para a próxima refeição.
  • Adicione castanhas cruas – como castanha de caju, castanha-do-pará, noz e amêndoas – às saladas e aos legumes cozidos. Elas são fontes de proteína (mas lembre-se de que, em exagero, engordam).
  • Se você gosta muito de doce, satisfaça seu desejo com refeição à base de banana desidratada, uva-passa, tâmara, caqui, melancia e queijos cremosos.
  • Não importa que você tenha a mais planejada das dietas para emagrecer; se não desenvolver a disciplina para segui-la, será inútil.
  • boaforma

lavar as mãos - caimacanul

Uma parceria firmada no Hospital Federal da Lagoa (HFL) entre a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), o setor de Qualidade e Segurança e o setor Lagoa Voluntário, trouxe um reforço para mobilizar os profissionais da unidade a aderirem à campanha de higienização das mãos (Meta 5 do Manual de Segurança do Paciente – Anvisa/MS). Intitulada “Marque dois pontos – higienize suas mãos” a campanha, iniciada no dia 29/09, promoveu a instalação de dispensadores com álcool gel ao lado dos aparelhos de ponto eletrônico, localizados no saguão do prédio principal do hospital. 

“Para o profissional de saúde a higienização das mãos é mais do que uma recomendação, é uma obrigação. Tanto para se proteger de uma possível infecção, quanto para garantir a segurança dos pacientes”, afirma Pedro Cirilo, diretor do HFL.

O coordenador do setor Lagoa Voluntário, Paulo Cerdeira Campos, conta que a ideia ganhou forma em uma conversa com um dos voluntários. “Estava com o nome e a ideia da campanha na cabeça e comentei com o voluntário Paulo Bogossian, cuja filha trabalha como designer. Ela se encarregou da arte e indicou o profissional que confeccionou e aplicou os adesivos, sem cobrar a mão de obra. Então, solicitamos à direção a instalação dos dispensadores de álcool gel, já disponíveis no hospital”.

“Os relógios de ponto também podem ser difusores de infecção hospitalar. São pelo menos quatro marcações por dia de cada funcionário. Já que é obrigatório marcar o ponto, então, porque não higienizar as mãos durante o processo? Pensando assim, criamos um ‘cenário’ de conscientização e prevenção de infecção hospitalar”, explica Paulo Cerdeira.

A Técnica de Enfermagem do HFL, Patricia Rosa Rodrigues, aprovou a iniciativa. Para a servidora, a ideia da campanha funciona como uma permanente lembrança da responsabilidade compartilhada por todos os funcionários do hospital. “Achei o design criativo, bem humorado e super pedagógico. O local é estratégico, na entrada principal do hospital. Não há como passar despercebido. Nos lembra deste gesto tão simples e fundamental. Ponto para a equipe do setor Lagoa Voluntário!”

Segundo a OMS, a higienização adequada das mãos por parte dos profissionais de saúde poderia reduzir em 50% as mortes decorrentes de infecções hospitalares e em cerca de 70% o contágio.

Texto: Adriano Schimit

O médico urologista Dr. Antônio Segundo, estará atendendo no PRONTOLAB de Santa Terezinha PE, neste dia 21/10/17, a partir das 7 hs  da manhã. Faça sua consulta e previna-se de possíveis doenças. O PRONTOLAB agora conta com uma equipe de médicos especializados e renomados.

Quando pensa em frutas vermelhas, você logo se lembra de mirtilo, framboesa, cranberry, cereja? O jambo-vermelho, originário da Ásia, mas popular no Norte e no Nordeste do Brasil, também entra nessa categoria e traz muitos benefícios à saúde – sem custar tanto. Rico em polifenóis, com destaque para as antocianinas, ele fortalece o sistema imunológico e combate os radicais livres.

Cientistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp acrescentam outro achado: a prevenção do ganho de peso. O estudo em ratos mostrou que o jambo favorece o metabolismo e reduz a massa gorda. Mais do que na hora de valorizarmos essa fruta gringa com alma brasileira!

A forma como você se alimenta tem total influencia no funcionamento do seu organismo. Confira quais ingredientes podem dificultar sua digestão

Por Ana Paula Ferreira | Foto Shutterstock

Você costuma ter aquela sensação de estar “estufada” logo após suas refeições? Isso pode ser um sinal de que você não está escolhendo os alimentos corretos. 
De acordo com Haline Dalgaard, nutricionista e idealizadora da plataforma “Saúde no Prato”, este efeito de inchaço acontece porque alguns alimentos fermentam o nosso processo digestivo, causando o incômodo. A profissional ressalta que é importante deixar claro que não é necessário retirar estes alimentos do cardápio, até porque muitos deles são boas fontes de nutrientes. “Os transtornos de digestão são muito individuais. O importante é conhecê-los e saber identificar que tipo de alimento pode estar dificultando a sua digestão”, explica ela.
Para te ajudar a amenizar e controlar a sensação de inchaço, Haline listou alguns alimentos que dificultam a digestão. Confira:
Açúcares, mel, xarope de milho, por serem fontes de monossacarídeos, carboidratos simples.
Farinhas refinadas, por não possuírem fibras, fornecem carboidratos suscetíveis a fermentação, aumentando o desconforto gastrointestinal).
Leites e derivados , quando a lactose causa fermentação e desconforto no indivíduo.
Adoçantes como xilitol, manitol e sorbitol muito usado em balas e chicletes dietéticos.
Algumas verduras , como couve, repolho, couve-flor e chicória, legumes, como beterraba ecenoura e frutas como melancia, caqui e  manga.
Grãos como: feijões e ervilhas.

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A nutricionista Carla Caratin explica que a melhor maneira de consumir o limão é in natura, logo após partir. - Créditos: Reprodução
A nutricionista Carla Caratin explica que a melhor maneira de consumir o limão é in natura, logo após partir. / Reprodução

Rico em vitamina C, o limão é conhecido popularmente por ajudar na prevenção de gripes e resfriados. Mas a fruta guarda outros importantes benefícios para a saúde. A nutricionista Carla Caratin destaca a ação antioxidante do limão.“E quando eu penso em ação antioxidante, a gente pode pensar em prevenção de alguns tipos de câncer e até coisas mais cotidianas como fortalecimento de unha, de cabelo, melhora na qualidade da pele e na desintoxicação do organismo”, explica Caratin. O limão também tem efeito diurético. Isso significa que ele pode auxiliar no bom funcionamento do rim e impedir a retenção de líquido no corpo. “Até pode ser usado como auxílio para pressão alta, porque essa ação diurética dele vai fazer com que a gente faça a água circular melhor no nosso organismo”, acrescenta a nutricionista. As gestantes podem usar o limão como aliado para reduzir os enjoos que ocorrem nos primeiros meses da gravidez. Caratin explica que a melhor maneira de consumir a fruta é in natura, logo depois de partir: “Se a gente, por exemplo, fizer um suco e ele ficar muito tempo antes de ser consumido a gente vai perder grande parte dessa vitamina C”.

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Em agosto, o número de novas vagas de trabalho com carteira assinada somou 35.457, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (22) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.Segundo o Caged, agosto foi o quinto mês seguido com mais vagas de trabalho formal abertas do que fechadas no país. No mês anterior, julho, foram gerados mais 35.900 postos de trabalho com carteira assinada.De janeiro a agosto deste ano, o mês de abril foi o que apresentou melhor resultado: 71.193 novas vagas em postos de trabalho formal.

Regiões

A Região Nordeste foi a que gerou mais postos de trabalho com 19.964 vagas. Em seguida, vêm a Região Sul, com 5935 vagas; o Centro-Oeste, com 4655; o Norte, com 3.275; e o Sudeste 1628 postos. De acordo com o ministério, a média salarial de admissão no país ficou em R$ 1.482,07. A Região Sudeste aparece com a maior média (R$ 1.600,31).

Em seguida, aparecem as regiões Sul (R$ 1441,12); Centro-Oeste (R$ 1.369,69), Norte (R$ 1293,60) e Nordeste (R$ 1.246,48).

No acumulado do ano, o saldo é de 163,4 mil novos postos, um aumento de 0,43% em relação ao estoque de dezembro de 2016. Os setores de serviços, com 23.299 postos; indústria de transformação, com 12.873, e comércio, com 10.721, puxaram a alta. Em seguida, vêm construção civil, com 1.017 vagas, e administração pública, com 528 postos. O crescimento no setor de serviços foi puxado pelos subsetores de ensino; serviços médicos, odontológicos e veterinários; administração de imóveis e serviços técnicos. Já os setores de agricultura, serviços industriais de utilidade pública e indústria extrativa mineral apresentaram queda no número de vagas. Foram reduzidos 12.412 postos na agricultura, 434 em serviços industriais de utilidade pública e 135 na indústria extrativa mineral.

atenção

A partir da demanda dos gestores municipais, o Ministério da Saúde reconheceu um novo formato de atendimento à população: as Equipes de Atenção Básica (EAB). Elas atuam prevenindo doenças e promovendo a saúde. Agora, o Ministério começa a colaborar com os municípios para que essas equipes – que já existem e recebem apenas investimento municipal – continuem seu importante trabalho, que hoje atende em torno de 10% da população do Brasil.

O coordenador-geral de acompanhamento e avaliação Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Allan Nuno, explica que a pasta trabalha na perspectiva de cada vez mais dialogar com a realidade dos municípios. “É preciso que se reconheça que existem outros jeitos de fazer Atenção Básica. Esta é uma expansão do olhar do Ministério da Saúde para além daquilo que a gente vem fazendo nos últimos anos”, destaca.

Nuno ressalta que o atual modelo de organização da Atenção Básica, por meio da Estratégia Saúde da Família, é eficaz e continua sendo o formato prioritário e receberá o maior recurso financeiro. “Mas percebemos que havia uma dificuldade de implantação do modelo de Saúde da Família em algumas localidades. Hoje temos quase 30% da população, ou seja, 60 milhões de brasileiros, que não têm cobertura de Saúde da Família”, diz.

Estímulo
Com o reconhecimento do Ministério da Saúde, as Equipes de Atenção Básica receberão recursos federais e vão seguir princípios e diretrizes previstos na PNAB. Além disso, há a possibilidade dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família também apoiarem as Equipes de Atenção Básica.

Outro benefício é a capacitação dos profissionais. “Na hora que a gente começa a formar essas equipes e reconhecer a existência delas, certamente as ofertas de capacitação e treinamento também vão ser expandidos. Esses trabalhadores também vão ser alvo de investimentos para formação e qualificação seu trabalho”, garante o coordenador-geral do DAB.

Para o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Michele Caputo, este é um avanço para o atendimento da população. “Toda política está condicionada a ser revisada. A partir de agora, os municípios terão autonomia para reorganizar a Atenção Básica local e serão estimulados a colocar em prática o novo modelo”, explica.

Saúde da Família
A nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) amplia o número de equipes aptas a receber recursos. Ou seja, as prefeituras que mantinham equipes de atenção básica de modalidades diferentes da Estratégia Saúde da Família (ESF) poderão solicitar apoio financeiro ao Ministério da Saúde. A nova legislação mantém o mínimo de profissionais para a ESF (médico, enfermeiro, auxiliar e/ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde), garantindo a qualidade do atendimento. A nova PNAB recomenda que em áreas de grande dispersão territorial, áreas de risco e vulnerabilidade social a cobertura de ACS seja para 100% da população.

Para que o Ministério da Saúde conheça, acompanhe e torne possível o repasse de recursos, as Equipes de Atenção Básica deverão alimentar regularmente o sistema de informação.

Apesar do reconhecimento, no entanto, o Ministério da Saúde espera que essas equipes tenham um caráter transitório. “A gente quer é que todos, em algum momento, se convertam em equipes da Estratégia Saúde da Família”, destaca Allan Nuno.

Há divergências no quantitativo de medicamentos encaminhados pelo MS e os recebidos nos estados

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) divulga o resultado da avaliação das etapas do fluxo de operacionalização do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), política do Ministério da Saúde (MS) de apoio financeiro para aquisição e distribuição de medicamentos no SUS. O objetivo foi analisar a confiabilidade dos sistemas de informação utilizados; conformidade na programação e entrega de remédios; monitoramento de controles de armazenamento, validade e distribuição dos insumos; entre outras questões. 

O tema foi selecionado em razão de os medicamentos contemplados pelo CEAF serem de maior impacto financeiro, indicados para doenças mais complexas, para os casos de refratariedade ou intolerância à primeira e/ou à segunda linha de tratamento e por aqueles que se incluem em ações de desenvolvimento produtivo no complexo industrial da saúde. Outro fator de escolha foi a materialidade do programa – em 2016, o volume de recursos federais disponibilizados para o CEAF foi da ordem de R$ 6,4 bilhões. 

O relatório consolida dados obtidos em nível federal, na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), e em 25 Secretarias Estaduais de Saúde (SES). 

Acesse, abaixo, os relatórios individuais :

UF Ação de Controle  Link do Relatório
AC 201408196 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9264.pdf
AL 201408211 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9684.pdf
AM SES não fiscalizada neste trabalho
AP 201408213 https://auditoria.cgu.gov.br/download/7788.pdf
BA 201408214 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9685.pdf
CE 201408215 Relatório em fase final de ajustes
DF 201408216 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9621.pdf
ES 201408217 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9806.pdf
GO 201408218 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9807.pdf
MA SES não fiscalizada neste trabalho
MG 201408220 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9808.pdf
MS 201408221 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9809.pdf
MT 201408222 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9810.pdf
PA 201408223 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9811.pdf
PB 201408224 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9812.pdf
PE 201408225 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9434.pdf
PI 201408226 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9813.pdf
PR 201408227 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9814.pdf
RJ 201408228 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9714.pdf
RN 201408229 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9815.pdf
RO 201408230 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9816.pdf
RR 201408231 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9523.pdf
RS 201408232 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9817.pdf
SC 201408233 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9818.pdf
SE 201408234 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9821.pdf
SP 201408235 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9822.pdf 
TO 201408236 https://auditoria.cgu.gov.br/download/9174.pdf

Conclusões 

A CGU constatou que o monitoramento e o controle realizados pelo Ministério da Saúde junto às Secretarias Estaduais eram incipientes ou ausentes. Apesar de existirem sistemas para o acompanhamento da execução dessa política pública, as ferramentas não são utilizadas pela maioria das unidades. Como consequência, há divergências no quantitativo de medicamentos encaminhados pelo MS e os recebidos nos estados; perda de remédios; falhas na dispensação de medicamentos; e aquisições mal dimensionadas ou por valores acima do preço máximo de venda do governo. 

Tais situações contribuem para que ocorra o desabastecimento de medicamentos e podem levar à descontinuidade no tratamento do beneficiário. Além disso, a falta de um controle eficaz dos estoques cria um ambiente propício à ocorrência de desvios. 

Quanto às etapas de responsabilidade dos Estados, foram encontradas inconsistências para todos os quesitos analisados, entre os quais: entrega de remédios com quantidades (8%), cronograma (28%) e prazo de validade (28%) diferentes do especificado nos editais ou nos instrumentos contra­tuais com fornecedores; inadequações nas condições de armazenagem (36%); divergências entre estoque físico e os controles de estoques apresentados (56%); e descarte de medicamentos devido à expiração do prazo de validade ou das más condições de armazenagem (44%).

Recomendações e providências 

A CGU efetuou recomendações ao gestor federal para correção das falhas verificadas: 

  • Criação de uma equipe para monitorar e avaliar a política (vale destacar que a SCTIE já criou uma coordenação-geral responsável por essa atividade);
  • Redução do prazo de início da integração entre os sistemas das SES e o MS;
  • Conclusão da integração das informações das SES para a formação da Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS;
  • Desenvolvimento de método automatizado de cálculo para programação das compras centralizadas de medicamentos pelo MS; e
  • Desenvolvimento de painel que analise dados dos medicamentos estocados nos estabelecimentos de saúde estaduais, possibilitando remanejamentos, quando couber, a outros estados da federação. 

O monitoramento da implementação das recomendações pelo Ministério da Saúde está sob o acompanhamento permanente da CGU.

   

O médico especialista em urologia, Dr. Antonio Segundo, está atendendo nas cidades acima citadas. Em Santa Terezinha atenderá no PRONTOLAB no dia 12 de agosto,  às 7:30 hs.

       Na cidade de Santa Terezinha PE, o mesmo está atendendo no PRONTOLAB, numa parceria com este laboratório. Localizado na Rua Silvino Leite, nas proximidades da Escola do Estado (EREM-ST). 

         Parabenizamos o Dr. Fábio, empreendedor do Prontolab, pela iniciativa de parceria com alguns médicos especialistas, evitando assim o deslocamento das pessoas para outras cidades. Além do médico citado, o Prontolab está com parceria com os seguintes medicos: Dr. Antonio Fernandes (endocrinologista), que atenderá no dia 21 de julho, às 14 hs. Dr. Cláudio Roberto (ultrassonografia), atenderá dia 05 de agosto às 7:30 hs.  O telefone para contato no PRONTOLAB de Santa Terezinha-PE é (87)98838.7484

“Colesterol” é uma daquelas palavras que escutamos constantemente, mas que de fato poucos compreendem o que é. Suscita temor e vem associada a doenças e problemas de saúde.

O colesterol é acusado de entupir artérias e causar ataques cardíacos.

Mas, o fato é que o colesterol é nada menos do que essencial para a vida. É usado para sintetizar diversos hormônios necessários para o bom funcionamento do organismo, como o estrogênio, a progesterona e a testosterona. É também o colesterol que interage com os raios do sol para produzir a vitamina D, um pró-hormônio responsável por regular mais de 2000 funções do corpo, incluindo a imunidade, a ?xação de cálcio nos ossos e a saúde do cérebro. O colesterol é encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais e também funciona como antioxidante protegendo tecidos e restaurando as paredes arteriais.É de tamanha importância que entre 80% e 90% é fabricado pelo próprio corpo. Portanto, o colesterol ingerido através da alimentação tem um impacto muito pequeno sobre os níveis de colesterol sanguíneo.

Sabendo de tudo isso, será que há motivos reais para temer o colesterol e controlar tão rigidamente sua quantidade? E se é tão importante, por que é tão mal falado?

O “MITO” DO COLESTEROL

Como sabemos, a ciência avança através de testes, erros, acertos, revisões e confirmações, até que um conhecimento sólido, objetivo e coerente se estabelece. O que ocorreu e ainda ocorre com o colesterol é a difusão de informações parciais e fora de contexto que foram se misturando com interesses da indústria alimentícia e farmacêutica e foram se consolidando numa parcela da medicina mais convencional e na opinião popular. Ou seja, informações de testes iniciais, especulações, experimentos nada conclusivos acabaram sendo utilizados para gerar temor na população e lucro para alguns setores. Lembre-se, a teoria de que o colesterol causa problemas cardíacos é apenas uma teoria, e uma teoria que está sendo cada vez mais desacreditada. O mal-entendido sobre o colesterol começa há mais de 100 anos, em um experimento feito em coelhos, no começo de 1900. Neste experimento, foram utilizadas dosagens altíssimas em um organismo de ?siologia e metabolismo completamente diferentes do ser humano.  Além disso, foi utilizado colesterol puri?cado e oxidado. Neste experimento, as artérias do coelho estavam obstruídas por placas que continham colesterol. Concluíram que o colesterol entope as artérias. No entanto, coelhos não são feitos para ingerir colesterol, já que o colesterol é uma substância presente apenas em alimentos de origem animal e o coelho é um herbívoro.

Em 1956, o russo David Kritchevsky, “complementou” o experimento ao alimentar coelhos com óleos poli-insaturados observando que neste caso, a placa aterosclerótica não se formava.

Afirmou ser o colesterol o produtor da aterosclerose no coelho, e propunha a diminuição de gorduras animais e o uso dos óleos poli-insaturados vegetais para reduzir os níveis de colesterol. Extrapolar o que aconteceu com o coelho nestas condições para o que ocorre com o ser humano, cujo consumo de produtos ricos em colesterol foi peça pivotal de sua evolução fisiológica, é de fato, absurdo. Em 1955, Ancel Keys sugeriu em uma conferência que as doenças coronarianas seriam provocadas pelo acúmulo de gorduras saturadas e colesterol. Após isto, Keys iniciou um estudo populacional baseado em estatísticas governamentais que foi publicado em 1978, e ficou conhecido como “O Estudo dos Sete Países”, no qual reafirma a hipótese inicial da correlação entre o consumo de gordura saturada com doenças cardíacas em sete países. Acontece que o estudo é muito falho, e uma de suas principais críticas é a escolha de dados que se encaixem em suas ideias, enquanto outros dados importantes são descartados: o famoso “cherry picking”. Havia informações disponíveis de 22 países, mas foram selecionados apenas os países que melhor se encaixavam na proposta, enquanto que os dados dos outros 15 países não foram incluídos. Alguns deles como Alemanha, México, Dinamarca, Noruega e Holanda mostram alto consumo de gordura saturada e baixa incidência de doenças cardíacas. A partir do começo da década de 1960, campanhas e propagandas solidificaram e espalharam a noção equivocada de que gordura saturada e produtos de origem animal são prejudiciais à saúde e que produtos recém inventados, como óleo refinado de milho, margarina, leite desnatado e cereais matinais eram as escolhas certas e saudáveis.

Em 1977, o governo norte-americano publicou o documento “Diretrizes Alimentaras para os Americanos”, que enfatizou que as epidemias de doenças cardiovasculares, câncer, hipertensão e diabetes estavam relacionadas ao consumo de carne, gordura saturada, colesterol e açúcar.

Este relatório serviu de base para a famosa pirâmide alimentar e as diretrizes recomendadas mundialmente por órgão oficiais pelos próximos 35 anos.

E assim, o que era apenas especulação advinda de experimentos rudimentares e estudos observacionais foi ganhando status de verdade científica indiscutível e alimentos nutritivos e saborosos, como ovos, queijos e manteiga passaram a ser eliminados do cardápio de muita gente.

Os anos se passaram, mais pesquisas foram feitas e atualmente esta hipótese de que o colesterol em alimentos ou mesmo níveis elevados de colesterol sanguíneo causem problemas cardíacos é insustentável.

No entanto, baseados neste conhecimento obsoleto, muitos ainda estão trocando gorduras tradicionais utilizadas há milênios, inclusive por populações com taxas de doenças cardiovasculares de quase zero, por óleos industriais, de uso recente.

Os óleos vegetais refinados, já estão oxidados nas garrafas e causam estresse oxidativo no corpo, que propicia diversos problemas de saúde.  Além disso, estes óleos contêm excesso de ômega 6, que leva a processos in?amatórios, também conectados a diversas doenças, inclusive cardiovasculares.

Nem o colesterol presente nos alimentos, nem a gordura saturada natural são responsáveis por problemas cardíacos ou obesidade.

E OS RISCOS RELACIONADOS AO COLESTEROL? E O COLESTEROL RUIM?

O colesterol é na verdade um esterol, um tipo de álcool. Não é gordura, e a gordura não aumenta o colesterol. O colesterol é utilizado pelo corpo para reparar tecidos danificados e combater inflamações,portanto o colesterol alto pode indicar que o corpo esteja passando por dificuldades, mas não significa que o colesterol esteja causando as dificuldades.

Primeiramente precisamos saber que as siglas LDL e HDL se referem a lipoproteínas, que são responsáveis por transportar o colesterol pela corrente sanguínea. Tanto o HDL quanto o LDL desempenham funções importantes para a saúde. O HDL transporta o colesterol dos tecidos para o fígado, e pelo fato de transportar o colesterol para ser reciclado ou excretado, o HDL foi considerado bené?co, já que estaria retirando o colesterol do sangue. O LDL transporta o colesterol fabricado no fígado para o resto do corpo e diversos tecidos. Por estar levando colesterol para o sangue, o LDL ?cou conhecido como “ruim”. O colesterol, principalmente o LDL pode estar presente na placa de ateroma – que causa o famoso entupimento das artérias, mas isso não significa que o colesterol cause a formação desta placa, assim como encontrar bombeiros no incêndio não significa que eles causem o incêndio ou encontrar policiais na cena do crime, não quer dizer que são os policiais os agentes do crime.Muitas vezes o colesterol alto está indicando alguma inflamação interna que precisa de um cuidado maior. Baixar o colesterol não vai curar a inflamação, vai apenas tirar de cena este sinalizador específico que está tentando equilibrar o organismo.

Mas, além da quantidade, a qualidade do colesterol é importante.

O excesso de açúcar e carboidratos e a atuação de radicais livres, muitas vezes provenientes dos óleos vegetais, oxidam e “caramelizam” partículas de LDL, que se tornam prejudiciais.

Outros fatores podem revelar mais sobre a sua saúde do que o nível do colesterol total. Os triglicerídeos altos, por exemplo, são uma indicação clara de que algo não está bem e que mudanças precisam ser feitas. Uma maneira de avaliar a qualidade do seu colesterol e os indicadores de risco, é através das relações entre cada valor mostrado no seu exame. Para conhecer mais e entender melhor estas relações, além de outros aspectos importantes sobre o assunto, baixe um livro digital gratuito, com informações atualizadas e referências científicas, aqui: Colesterol: Mitos e Verdades

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Recurso será utilizado para aquisição de 6,5 mil veículos para transporte eletivo de pacientes que necessitam de locomoção para os serviços de saúde

O Ministério da Saúde liberou R$ 520 milhões para aquisição de 6,5 mil ambulâncias brancas usadas no transporte sanitário. Esses veículos são usados no transporte de pacientes que necessitam de locomoção para os serviços de saúde, além de garantir o transporte de pacientes entre municípios e serviços de referência em outras cidades. Essa ação facilita o acesso a consultas, exames e internação para cirurgias eletivas, beneficiando diretamente milhões de pessoas em todo o Brasil.

Portaria publicada nesta semana regulamenta o investimento para aquisição desses veículos utilizando recursos programáticos da pasta, o que facilita o acesso da gestão local à ampliação desses serviços, de forma menos burocrática e mais ágil, tendo em vista que até então esse tipo de ambulância só poderia ser adquirida por meio de emendas parlamentares. A compra será feita pelo Ministério da Saúde, de forma centralizada, e a distribuição aos municípios se dará de acordo com critérios a serem estabelecidos.

“Em julho, já havíamos anunciados a compra dessas ambulâncias. Agora, estamos oficializando esse compromisso com todo o Brasil, uma vez que os 5.570 municípios estão aptos a receber as novas ambulâncias, desde que tenham indicação parlamentar. Vamos priorizar, nesse momento, os municípios menores, porque são as regiões que mais precisam de atenção e investimento na área de saúde nesse momento”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Ainda dentro do critério de distribuição, os municípios que tiverem até 20 mil habitantes poderão receber uma ambulância; os que tiverem de 21 mil a 50 mil, até duas; os que tiverem de 51 mil a 100 mil, até três, e os municípios que tiverem mais de 100 mil habitantes poderão receber até quatro ambulâncias.

NOVAS AMBULÂNCIAS – Em julho, o Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 467,6 milhões para a compra de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e 1.000 vans para atender as necessidades da população.

Das ambulâncias do SAMU, o Ministério da Saúde irá ofertar 1.098 unidades para renovação da frota existente, com mais de cinco anos de uso. Outras 402 serão destinadas para expansão da oferta.  A medida irá beneficiar 134 regiões que não possuem esse tipo de serviço. Com isso, a cobertura da população chegará a 83,4%. Atualmente, o País possui 3.215 ambulâncias em funcionamento, com custeio de mais de R$ 1 bilhão. Só nessa gestão, outras 929 ambulâncias estão sendo adquiridas para renovação e expansão.

AÇÕES DE GESTÃO – Em mais de um ano de gestão, o ministro Ricardo Barros economizou R$ 3,8 bilhões de recursos sendo totalmente reinvestidos na habilitação de novos serviços. Do total de recursos, a pasta liberou R$ 2 bilhões para o custeio de 12.138 novos agentes comunitários de saúde, 3.103 novas equipes de Saúde da Família, 2.299 novas equipes Bucal, 882 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, 113 novas equipes de Saúde Prisional e 34 novos consultórios na rua.

A medida, que beneficia 1.787 municípios e representa cobertura de mais 22 milhões de pessoas na atenção básica, também prevê o credenciamento de 34 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) e a aquisição de 10 mil cadeiras para consultórios odontológicos, com raio-x, que funcionam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde

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Em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou a publicação “Saúde e sexualidade de adolescentes”. A obra é resultado de uma série de debates entre adolescentes, profissionais da OPAS/OMS, Ministério da Saúde e academia. As contribuições foram feitas em uma oficina técnica realizada em 2016. Um dos objetivos da iniciativa foi identificar as necessidades e superar os desafios que adolescentes do Brasil enfrentam, respeitando os direitos humanos e a promoção da equidade de gênero. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 17,9% da população brasileira é composta por adolescentes – pouco mais de 34 milhões de pessoas.

De acordo com a publicação, “a adolescência é uma época de descobertas, onde as pessoas geralmente buscam autonomia sobre decisões, emoções e ações. Trata-se, dessa forma, de um momento de exploração intensa das identidades sexuais e de gênero”.

Por isso, em muitos casos, ainda segundo a obra, “as buscas e experimentações dessa faixa etária possibilitam uma maior exposição às violências e aos comportamentos de riscos, tais como o abuso de álcool e de outras drogas, que podem resultar em uma maior suscetibilidade às infecções sexualmente transmissíveis e em uma gravidez não desejada”. Por isso, uma atenção especial ao envolvimento de adolescentes e jovens em discussões e decisões para o fortalecimento de uma resposta nacional da saúde é fundamental.

Eixos de debate

A publicação é dividida em três seções. A primeira apresenta a síntese das mesas de discussão com vistas ao panorama geral da saúde integral no Brasil e no mundo. A segunda parte, por sua vez, traz a sistematização dos serviços especializados apresentados durante a oficina – bem como as soluções para o enfrentamento dos desafios encontrados na oferta de serviços para atenção integral ou especializada de adolescentes.

A terceira e última seção aborda os desafios identificados e as propostas sugeridas para o aprimoramento de políticas voltadas para a saúde e sexualidade de adolescentes.

Saúde dos adolescentes em nível global

Dados da OMS revelam que a população mundial é composta por 1,2 bilhão de adolescentes – ou seja, uma em cada seis pessoas no mundo tem idade entre 10 e 19 anos. A maior parte desse grupo vive uma vida saudável, mas ainda existem registros substanciais de casos de mortes prematuras, doenças e lesões entre os adolescentes.

As enfermidades podem dificultar a capacidade de crescer e desenvolver um pleno potencial. O uso de álcool ou tabaco, a falta de atividade física, o sexo desprotegido e/ou a exposição à violência podem comprometer não apenas a saúde atual de adolescentes, mas também sua saúde como adultos e até mesmo a saúde de seus futuros filhos.

A promoção de comportamentos saudáveis durante a adolescência e a tomada de medidas para proteger melhor os jovens e as jovens dos riscos para a saúde são fundamentais para a prevenção de problemas de saúde na idade adulta e para a futura saúde e capacidade de desenvolvimento dos países.

Fonte:OPAS/OMS

Prevalência entre pessoas de 18 a 24 anos passou de 4,4% para 8,5% entre 2006 e 2016. Para construir um futuro mais saudável, cuidados com a saúde devem começar cedo

cafe da manha

A obesidade não é apenas uma questão individual. Está relacionada a toda uma cultura social de alimentação e hábitos de vida. Já são quase 2 bilhões de pessoas acima do peso em todo o mundo. Perto de 60% da América Latina está nessa condição.
No Brasil, um recorte da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2016), do Ministério da Saúde, aponta que na última década (2006-2016) a prevalência da obesidade entre os jovens de 18 a 24 anos de idade quase dobrou, passando de 4,4% para 8,5%. O disparar da obesidade entre esses jovens não chega a ser uma surpresa se considerarmos o quadro de que 60,8% das crianças com menos de dois anos comem biscoito ou bolacha, um alimento ultraprocessado rico em gordura e açúcar – segundo dados do Erica. Ou seja, uma cultura social que tem privilegiado alimentos hipercalóricos desde a infância tem reflexo direto na vida desses jovens adultos. Esse é o caso de Matheus Henrique, de 20 anos. Desde pequeno, ele sempre ingeriu grandes quantidades de alimentos ultraprocessados como refrigerantes, biscoitos e congelados. Aliado ao sedentarismo, o excesso de peso se instalou logo na adolescência. “Hoje, eu tenho consciência sobre o que escolho para comer. Tenho consumido mais alimentos naturais como frutas e verduras. É importante cuidar da saúde e me sinto bem melhor, com mais disposição depois que mudei minhas escolhas”, afirma. Além dos jovens, a obesidade vem aumentando em todas as faixas etárias. Isso despertou a preocupação do Ministério da Saúde. “O governo federal se comprometeu com a OMS (Organização Mundial da Saúde) a tentar deter a obesidade no país. E um dos principais documentos disponíveis e que apoia a população, em especial os jovens de 18 a 24 anos, a fazer escolhas mais saudáveis é o Guia Alimentar para a População Brasileira”, destaca a analista técnica de políticas sociais do Ministério da Saúde, Gisele Bortolini.

O Guia Alimentar para a População Brasileira é uma fonte confiável de informações para auxiliar as pessoas para escolhas mais saudáveis. Confira – Guia Alimentar: Comida de verdade para uma vida mais saudável

Quatro recomendações e uma regra de ouro para alimentação saudável

R1: Fazer de alimentos in natura e minimamente processados a base da alimentação
Alimentos que não sofreram nenhum processo industrial. Exemplo: frutas e verduras, castanhas, leite, ovos, e carnes.

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R2: Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades
É importante que, apesar de uma vida muito agitada, corrida, tenha-se tempo para preparar alimentos saudáveis. Quando temos tempo para preparar um alimento, temos maior facilidade de acessar alimentos mais saudáveis. E ao cozinhar, podemos utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em quantidades menores.

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R3: Limite o uso de alimentos processados consumindo-os em pequenas quantidades
Alimentos processadas são aqueles que foram adicionados de sal, gordura ou açúcar. Exemplo: legumes em conserva, frutas em compotas; pães; e queijos. Esses alimentos acabam tendo um aporte energético maior por terem mais gordura ou açúcar e precisam ter um consumo limitado ou combinado com alimentos in natura.

doce compota

R4: Evite alimentos ultraprocessados
Os alimentos ultraprocessados já são reconhecidos como um dos causadores da obesidade no país. Portanto, devem ser evitados, por exemplo: biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerante, e macarrão instantâneo.

ultraporcessado

R-Ouro: Prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.
Por mais que a rotina de jovens de 18 a 24 anos seja agitada, conciliando estudo e trabalho, é importante dedicar tempo a alimentação. Ou seja, parar para almoçar, tentar comer em companhia de outras pessoas (porque é mais provável que se consiga comer a mesa, com escolhas melhores). E dar preferência aos locais que servem refeições feitas na hora, como os que servem comida a quilo. Esses restaurantes, normalmente, oferecem pratos que são feitos com alimentos in natura e minimamente processados, onde se encontre arroz, feijão, carne, batata, ovo, mandioca, etc.

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Saúde Brasil

A obesidade é um problema de saúde pública. O excesso de peso (junto com o sedentarismo e má alimentação) pode levar a doenças crônicas como diabetes, hipertensão (e outras doenças cardiovasculares) e AVC.

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