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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Social

A difícil tarefa de obter os direitos civis, políticos e sociais elementares, e também ir além dessas conquistas, diante de um modelo capitalista que tem como fundamentos a exploração do trabalho e a produção de desigualdades

Por Rodrigo Furtado Costa

A sociedade fundada no capitalismo marca inexoravelmente a modernidade. Sua gênese está associada historicamente aos preceitos daquilo que se convencionou chamar de sociedade moderna. Seu elemento estruturador é a propriedade privada dos meios de produção, e nessa empreitada o homem dominou a natureza, produziu técnica e fomentou a ciência. Na concepção marxista, os meios de produção são compostos pelas forças de produção de uma sociedade e pela força de trabalho. Os meios, ou caminhos, são os tipos de equipamentos, ferramentas, máquinas utilizados na produção das condições concretas de existência.

Seus usos e definições foram justificados pela “ideologia”, instância da superestrutura que tem sua principal e mais intensa realização no que podemos chamar, em outros termos, de nível político-ideológico composto por valores, ética, estética, filosofia, direito, religiões, educação, etc.

Na história do desenvolvimento humano e do trabalho como categoria vital para a hominização e para a sociogênese (Morin, 2000), a vida em sociedade requer que quase todos participem da geração de riquezas, dos bens materiais e imateriais necessários para a subsistência num determinado momento, diante de um rol de determinadas necessidades prementes. Porém, com o advento das organizações societárias alicerçadas sobre a propriedade privada, isto é, no capitalismo, a vida em sociedade também exige que quase todos participem da produção de riquezas, mas o que se transforma substancialmente é a distribuição dessas riquezas de modo que apenas uma minoria da parcela social as aproveita. Dessa forma, a produção de riqueza tem como características básicas a acumulação e a desproporção na sua divisão, e o resultado dialético e histórico desse processo estrutural das relações socioeconômicas e políticas são as desigualdades sociais. O que se tem é parte da população à margem tanto da produção quanto do consumo de bens, serviços e direitos. Um bom exemplo é o livro, isto é, o acesso em sua totalidade (social, econômica, cultural…) a ele.

O filósofo e sociólogo francês Edgar Morin estudou as relações entre hominização e sociogênese

Ao longo da história, o fenômeno da produção de desigualdades sociais e da alienação dos trabalhadores nesse modo de produção capitalista (MPC) foi objeto de estudo e reflexão de um sem-número de pensadores, pesquisadores, economistas, historiadores, cientistas sociais, filósofos, etc. E um referencial importante a partir do século XIX foram os estudos de Marx e Engels e de autores que depois “beberam” na fonte do materialismo histórico-dialético. No bojo desse paradigma, uma questão se fez essencial: qual foi – e deve ser – o papel da classe trabalhadora na história da humanidade? Nesse sentido, Marx e Engels (1998) acabam por propor um referencial para se entender e fomentar:

• a organização política dos trabalhadores enquanto classe social;
• a ideia de que conquistar direitos a partir da organização do poder pelos trabalhadores é uma necessidade;
• a reflexão, num dado momento, sobre o fato de que não havia clareza do que fazer,
• a pergunta sobre qual deveria ser o papel dos trabalhadores modernos, ou seja, do proletariado.A tese central do Manifesto Comunista parte do entendimento de que a história da sociedade se confunde até a contemporaneidade com a história da luta de classes (Engels, 1982; Marx; Engels, 1998). Quando se olha para o nível de exclusão social e de desigualdades oriundas desse processo, Marx e Engels acabam por propor um método e uma teoria. Noutros termos, temos a práxis.

Organização Política

Vejamos que temos um paradigma importante para compreender o contexto das revoluções burguesas, de modo que a sociedade capitalista é exposta em suas mais duras contradições. Que papel o trabalhador alienado economicamente na infraestrutura deve exercer? Como se organizar politicamente, no bojo das relações no nível da superestrutura a partir de um momento histórico peculiar e radical, a Revolução Industrial, diante de tantas incertezas e angústias? E é exatamente aí que entra uma questão difícil: qual o nível de direitos para, como forma de lei e assimilados como costume, como um ethos legitimado nas relações sociais do dia a dia, assegurar um papel real e transformador da classe socialmente expropriada do acesso aos bens materiais e imateriais da produção capitalista? Temos aí a questão dos direitos como elemento importante nesse tabuleiro de luta contra as desigualdades sociais.

Karl Marx, junto com Engels, propôs um modelo de enfrentamento das condições sociais

José Murilo de Carvalho (2005), historiador importante nos estudos sobre cidadania no Brasil, compila bem a relação dos direitos com as sociedades modernas – e, por extensão, capitalistas – nos últimos três séculos.Os direitos civis são os ditos fundamentais para a vida humana, para a liberdade, propriedade privada e para a igualdade perante a lei estabelecida no nível da superestrutura. Sua base é a justiça independente que ofereça eficiência, seja acessível e barata. Tais direitos garantem (ou devem garantir) as relações civilizadas entre os indivíduos componentes de determinada organização social. Mas um ponto central que deve ser bem observado é que os direitos civis garantem a existência da própria sociedade civil – este fruto do capitalismo e cujos pilares são a liberdade e a individualidade.Os direitos políticos se inscrevem na base da participação do cidadão no governo da sociedade, no entanto limita-se a uma parcela da população.

 

Dentre suas garantias, organizar e demonstrar participações políticas, organizar partidos, votar e ser votado são os principais exemplos. Não obstante a importância desses direitos, a história social e política demonstrou que pode haver direitos civis sem direitos políticos, porém NÃO pode haver direitos políticos sem antes os direitos civis. Justifica-se: sem os direitos civis (por exemplo, a liberdade de opinião e organização), os direitos políticos (especialmente o voto) existem formalmente, mas sem legitimidade, sem conteúdo, servindo antes como justificativa de governos e não como representação do cidadão. Sua base são os partidos e o Parlamento representativo e gozando de liberdade. Carvalho aponta que sua essência é a ideia de autogoverno. Os direitos sociais, e diante do que apresentamos até aqui sobre a sociedade capitalista e sua consequente capacidade de gerar desigualdades, ganham importância central porque devem garantir a participação na riqueza coletiva: trabalho, salário justo, saúde, educação, aposentadoria… No entanto, para se efetivarem, os direitos sociais dependem de uma “eficiente” máquina burocrático-administrativa do poder Executivo. Em tese podem existir sem direitos civis e, indubitavelmente, sem direitos políticos. Em momentos da história política de nações, foram usados para substituir os direitos políticos. Mas um alerta é importante nessa definição: sem direitos civis e sem direitos políticos, o conteúdo dos direitos sociais e seu consequente alcance tendem a ser arbitrários, autoritários, discricionários, impostos. O que não se pode desvirtuar nem reduzir são sua importância e definição: os direitos sociais permitem às sociedades politicamente organizadas mitigar excessos da desigualdade no capitalismo. Obviamente, pesquisadores discordantes de que essa seja a essência dos direitos sociais não veem como satisfatória a ideia de que reduzir diferenças e exclusão basta. Há que se avançar. Mas se é possível falar em redução das desigualdades nas sociedades modernas capitalistas, então há aqueles que entendem que os direitos sociais podem garantir um mínimo de bem-estar social – pelo menos como ideia – para todos. Em última instância, há como produzir justiça social como base.

O que perguntamos é se o conceito de justiça social está coerente com o modo de produção capitalista na forma que o conhecemos nos últimos 170 anos? Os direitos sociais, apesar de sua importância no contexto da própria contradição do capitalismo, são a última fronteira da luta de classes (esta existe?) ou precisamos nos reinventar fora dos modelos econômicos e políticos que operamos atualmente? Até que ponto os direitos reproduzem, ao fim e ao cabo, a superestrutura dominante ou, pelo contrário, seriam, de fato, o caminho para a superação das desigualdades? Há que se limitar à busca árdua de uma cidadania (burguesa?) conquistando novos direitos e garantindo os já existentes ou necessitamos ir além, de modo a pensar a questão da emancipação humana, que, por sua vez, pressupõe a conquista da emancipação política? Perguntas que pelo visto ainda exigirão um esforço reflexivo.

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”Deus não concedeu, portanto, superioridade natural a nenhum homem, nem pelo nascimento, nem pela morte: todos são iguais diante Dele”. O filósofo Allan Kardec (1804-1869) explica que as desigualdades sociais não são obra do acaso e nem de Deus. Elas foram criadas pelos homens.  Ainda assim, há quem afirme que é fruto da ambição desmedida e do egoísmo daqueles que querem, para si, toda a riqueza e poder.  

A dura realidade é que nós brasileiros pagamos uma excessiva carga de impostos e não temos a contrapartida. Em janeiro, de 2012, foram arrecadados pelo governo federal, em impostos, cerca de R$ 102,61 bilhões, em 2011, foram R$ 993 bilhões. É pouco? Além disso: a distribuição de renda é vergonhosa e a oferta de educação superior deixa muito a desejar. O mesmo ocorre com o ensino público, nos níveis fundamental e médio, que está abandonado ao descaso oficial. A verdade é uma só. Nossa elite não quer cidadãos conscientes de sua cidadania, afinal, se mantém no poder e se alimenta dele. Dessa forma, tudo permanece como está. Não há mudança. É o caso da saúde. Olhando de perto, as filas de espera, em hospitais públicos, mais se parecem com o corredor da morte.

De outro lado, em nome do poder e dinheiro, grandes grupos econômicos formam cartéis poderosíssimos que visam apenas os seus próprios interesses. Todo mundo sabe que eles impedem a livre-concorrência e não trazem benefício à nossa economia. São os maiores e verdadeiros predadores do país.   

Em meio a tudo isso, é fato que nossa polícia, na maioria das vezes, é truculenta e usa da força desmedida. Em muitas delegacias do Brasil, infelizmente, a tortura é prática comum e é usada como método de confissão. Vale lembrar que os jovens pobres da periferia são alvo, muitas vezes, de discriminação pelos agentes da lei. Apesar de tudo isso, é fato que existem os bons profissionais. 

E a imprensa? Ela nem sempre está ao lado dos mais fracos, ou melhor, da cidadania e ainda assim o seu papel não pode ser desprezado numa realidade como a nossa. No entanto, em muitos casos envolvendo corrupção de parlamentares, se omite e deixa de informar o cidadão como se deve. Erra, duplamente, quando deixa de fiscalizar os poderosos e dialogar com a sociedade civil. É assim que se enfraquece e perde credibilidade e leitores. Negócios de trapaça interessam a todos nós.  

E os pobres? São os que sofrem todo o tipo de brutalidade e abuso que se possa imaginar. Também pagam mais tributos neste país. Por sua vez, a contradição é que eles não têm saúde de qualidade, bem como, educação, moradia, transporte público e segurança. Enquanto isso, os banqueiros triplicam seu capital, pagam menos impostos e aumentam o patrimônio pessoal. 

Outra coisa: não é segredo que se uma pessoa de poucos recursos tentar roubar um doce, no mercadinho, ele vai preso. E o rico? Atualmente cerca de 16 milhões de brasileiros vivem na miséria total e são as maiores vítimas da violência policial. Quem discorda? Em nossa opinião, já passou da hora dos segmentos mais humildes se revoltarem contra esses abusos por parte dos governos: federal, estadual e municipal. Para tanto é bom relembrar que o povo tem de participar das decisões do estado e controlar de perto o seu funcionamento.

Os fatos confirmam que os mais humildes não têm o direito de voz em nossa sociedade, afinal de contas, não participam das estruturas de poder. Em uma palavra: são invisíveis. São lembrados, apenas, no período eleitoral. De resto, são dominados e manipulados, como massa de manobra, pela elite dominante, que vê apenas os próprios interesses.

Lei não é sinônimo de justiça

É bom não esquecer que boa parte da violência, existente neste país, é fruto da desigualdade e opressão contra os mais pobres. Nossa classe dominante, que é míope intelectualmente, não consegue perceber que as imensas diferenças sociais resultam em inúmeras formas de selvageria. Não é à toa que estudos e pesquisas, recentes, revelam que as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo possuem os maiores índices de criminalidade em todo o país. 

Tem mais, nenhuma nação rica não atingiu elevado grau de desenvolvimento, tecnológico e científico, ignorando o ensino e fechando os olhos para a desigualdade social como faz o Brasil. Não podemos esquecer que é consenso que a educação é um valioso tesouro universal. É o motor e o alicerce cultural de um povo, ou seja, é o pilar maior da soberania e desenvolvimento de cada nação.

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No primeiro trimestre de 2018, órgãos e autarquias do Governo do Brasil expulsaram 142 agentes públicos por atividades contrárias ao Regime Jurídico dos Servidores, Lei nº 8.112/1990. O número é recorde no comparativo ao mesmo período de janeiro a março, desde o início da série histórica, consolidada pelo Ministério da Transparência (CGU) em 2003.De acordo com o Relatório de Punições Expulsivas, foram 120 demissões de funcionários efetivos; 18 cassações de aposentadorias; e quatro destituições de ocupantes de cargos em comissão. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, a exemplo da Caixa, Correios e Petrobras. O principal motivo das expulsões foi a prática de atos relacionados à corrupção, que representam 63% do total. Já o abandono de cargo, falta de assiduidade e ou acumulação ilícita de cargos contabilizam 44 dos casos. Entre os atos relacionados à corrupção estão: valimento do cargo para lograr proveito pessoal; recebimento de propina ou vantagens indevidas; utilização de recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares; improbidade administrativa; lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional.

Dados

Desde 2003, já foram expulsos 6.857 servidores. Desses, 5.715 foram demitidos; 568 tiveram a aposentadoria cassada; e 574 foram afastados de suas funções comissionadas. Nos últimos 16 anos, as unidades federativas com mais punidos foram Rio de Janeiro (1.241), Distrito Federal (804) e São Paulo (745). As pastas com a maior quantidade de expulsões foram os ministérios do Desenvolvimento Social e Agrário, da Educação e da Justiça. 

Impedimento

Os servidores apenados, nos termos da Lei Ficha Limpa, ficam inelegíveis por oito anos. A depender do tipo de infração cometida, também podem ficar impedidos de voltar a exercer cargo público. Em todos os casos, as condutas irregulares ficaram comprovadas após condução de Processo Administrativo Disciplinar, conforme determina a Lei nº 8.112/1990, que garantiu aos envolvidos o direito à ampla defesa e ao contraditório.

cachoeirinha

O município de Serra Talhada, distante 415 quilômetros do Recife, foi beneficiado com as recentes chuvas registradas no Sertão do Pajeú. A Barragem de Cachoeira II, que contribui com o abastecimento da cidade, conseguiu se recuperar e está hoje com 76,63 % da sua capacidade total, que é de 21 milhões de metros cúbicos de água. De acordo com o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Luciano Freitas, com esse volume, um total de 16 milhões e 116 mil metros cúbicos, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) já teve condições de melhorar o fornecimento de água da cidade, reduzindo um pouco o calendário de abastecimento. Já estão sendo desenvolvidas ações de ajustes operacionais para que a rede de distribuição possa receber o aumento da produção de água. “A nossa expectativa é que, até o final de abril, a gente consiga  reduzir ainda mais o rodízio em  Serra Talhada”, informa o gerente.

Mesmo que Cachoeira II não consiga verter – embora seja bastante provável, caso persistam as chuvas – o volume já acumulado no reservatório garante o abastecimento da cidade por dois anos, somado ao reforço da Adutora do Pajeú. O gerente Luciano Freitas lembra que, em função dos sete anos consecutivos de seca, desde o ano de 2015, a Barragem de Cachoeira II apresentava nível baixo de armazenamento, 25% da sua capacidade. Nesse período foram feitos ajustes operacionais para que a água disponível pudesse atender à população por um prazo maior.  No entanto, em 2016, com a incidência de poucas chuvas, o nível da barragem caiu ainda mais, oscilando entre 17 % a 20%, até que no final de 2017 o nível baixou até 4%, quando a Compesa deixou de explorar a barragem e passou a atender a cidade apenas pela Adutora do Pajeú.

Moro pediu “escusas” ao STF depois de divulgar conteúdo do grampo telefônico

Dois anos depois de apresentada a denúncia, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começa a julgar nesta terça-feira (24) o processo interno que apura eventual cometimento de crimes contra a Constituição por parte do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR). O caso em questão remete aos últimos instantes do governo Dilma Rousseff, quando o impeachment avançava e a petista, em estratégia política, indicou o ex-presidente Lula para a Casa Civil. Às vésperas da posse, Moro tornou públicos, em 16 de março de 2016, áudios do diálogo ao telefone em que Lula e Dilma conversam sobre o documento de nomeação.

A divulgação, por envolver a Presidência da República, é considerada ilegal e mereceu reprimenda do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, morto janeiro de 2017, a Sérgio Moro, que pediu “escusas” ao STF alegando procurado “dar publicidade ao processo e especialmente a condutas relevantes do ponto de vista jurídico e criminal do investigado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva” – naquela ocasião, Dilma foi acusada de blindar Lula como foro privilegiado, de forma a evitar sua prisão. Mas a própria gravação de parte dos áudios foi operada irregularmente, uma vez que a Polícia Federal executou a interceptação telefônica depois de ordem de Moro para interromper grampos.

Para a Liderança do PT na Câmara, que apresentou a denúncia ao CNJ, Sérgio Moro cometeu crimes ao violar o sigilo telefônico de uma presidente da República. Para  o líder do partido, deputado Paulo Pimenta (RS), há blindagem do CNJ ao juiz da Lava Jato. Na denúncia, Moro é acusado pelos crimes de “interceptação telefônica da Presidente da República, de Ministros de Estado e de Senador da República, competência exclusiva do Supremo Tribunal Federal”; por “tornar público o conteúdo dessas gravações sem autorização judicial e com objetivos não autorizados em lei”; e por violar o sigilo profissional na comunicação profissional entre advogados e clientes, previstas pelos parágrafos 6º e 7º do art. 7º da Lei 8.906/94″.

A denúncia é assinada também pelos deputados Wadih Damous (PT-RJ), Afonso Florence (PT_BA), Henrique Fontana (PT- RS), Paulo Teixeira (PT-SP), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB- MA). O texto da acusação também menciona, entre outras questões, o fato de que Moro determinou o grampo telefônico no escritório que defende Lula, o que violaria a lei referente ao sigilo advocatício.

Segundo Paulo Pimenta, Moro tem sido protegido pelos colegas de toga no CNJ, a quem acusa de corporativismo, e por isso ainda não foi julgado. A blindagem estaria no fato de que, ao julgar Moro, o Conselho o terá declarado criminoso. “Se não declarar Sérgio Moro criminoso, o CNJ estará dizendo que qualquer juiz de primeira instância poderá grampear o Presidente da República, ministros do STF, do STJ [Superior Tribunal de Justiça]. Por isso, a ministra Cármen Lúcia tem tirado esse assunto da pauta e impedido o CNJ de fazer esse julgamento”, declara o deputado, referindo-se à presidente do STF.

Ainda segundo Paulo Pimenta, a divulgação dos áudios à Rede Globo, “horas após o anúncio oficial do nome de Lula como chefe do gabinete da Casa Civil”, violou o artigo 102 da Constituição e a Lei nº 9.296/96, que regulamenta dispositivo constitucional referente a interceptação de comunicações telefônicas. “Trata-se de um fora da lei, alguém que tem certeza da impunidade”, acrescenta o petista, lembrando que Moro tem se posicionado publicamente sobre o assunto sem se dizer arrependido pela ações descritas na denúncia.

congressoemfoco

 

Isis espera seu primeiro filho com o modelo André Resende. “Abaixo os reais fatos de nosso maior presente: Em dezembro nos separamos por um breve período. Mas sofremos muito com isso, afinal, nos amamos e sempre desejamos construir algo maior! Não aguentamos a saudade e retomamos nossa história, decidindo que moraríamos juntos e que deixaríamos a porta aberta para que Deus nos presenteasse com um filho. Isso seria um sonho realizado. Levamos isso adiante até o convite de uma novela chegar. Massssss… para a nossa surpresa, Deus mandou nosso pacotinho. Estamos radiantes e gratos por tudo que estamos construindo. Nossa família agradece todo o carinho vindo de vocês e também lamenta a forma agressiva e mentirosa como esta notícia linda chegou aos nossos amigos íntimos! SIGAM EM PAZ!”

Grávida, Isis Valverde (dir) faz crossfit (Foto: Reprodução/Instagram)
 revistaquem
 Rafael Ribeiro

Para o júbilo
o planeta
está imaturo.
É preciso
arrancar alegria ao futuro.
Nesta vida
morrer não é difícil.
O difícil
é a vida e seu ofício.

Vladimir Maiakóvski, no poema dedicado a Sierguei Iessiênin – poeta russo e amigo.

A prisão política do Lula não é uma injustiça qualquer.

É uma injustiça equiparável às injustiças perpetradas contra os grandes personagens da história, submetidos ao martírio porque simbolizavam interesses antagônicos aos dos poderosos do seu tempo – Sócrates, Cristo, Gandhi, Fidel, Mandela, Getúlio …

Lula é inocente.

A Globo, Moro, Dallagnol e os poderosos que verdadeiramente estão por trás da Lava Jato e do golpe têm consciência de que Lula é e sempre foi inocente. Por isso forjaram a farsa jurídica operada à jato para viabilizar sua condenação e prisão fraudulenta em tempo recorde, de olho no calendário eleitoral.

Contra Lula não existe uma única prova de um único crime sequer. Existe apenas a obsessão fascista e doentia de condená-lo para castigá-lo com a privação do mais transcendente direito que todo ser humano adquire ao nascer: a liberdade.

Condenaram Lula ao castigo cruel do isolamento social e do silenciamento da sua voz não porque ele cometeu uma única ilegalidade, mas porque, como maior líder popular do Brasil, Lula significa o fim do golpe e do regime de exceção e a restauração da democracia no país.

A proibição despótica de Lula receber visitas de parlamentares, governadores, do líder religioso Leonardo Boff e do Nobel da Paz Perez Esquivel, sinaliza que o fascismo será impiedoso, implacável e, enquanto suportar, seguirá indiferente ao clamor internacional que reclama justiça para Lula. Todo esse massacre, porém, é em vão. Quanto mais agridem Lula, mais fica esclarecido no imaginário popular que ele está sendo injustiçado, e mais estampada fica a motivação política da perseguição a ele. Hoje, Lula seria eleito no primeiro turno. Mesmo banido da eleição, continua sendo a peça decisiva do tabuleiro – o jogo eleitoral passa por Lula, inclusive os movimentos da direita.

O projeto de poder de médio e longo prazo da ditadura Globo-Lava Jato está comprometido.

A despeito de toda armação fascista, não conseguem ter viabilidade eleitoral. Com Alckmin cada vez mais esvaziado, deverão concentrar a aposta em Joaquim Barbosa – e, se essa opção também fracassar, então … cancele-se a eleição.

Perdemos o presente – o curto prazo –, é preciso reconhecer. Afinal, o projeto emancipatório que retirou 40 milhões da miséria foi golpeado numa conspiração que abarcou a Globo, a PF, o MPF, o judiciário, o Congresso e o capital nacional e internacional em aliança com agências norte-americanas.É um período de derrota da soberania nacional, dos direitos do povo, da democracia, da integração regional e do Estado de Direito. A agenda anti-povo e anti-nação, executada com fúria selvagem, exigirá um esforço extraordinário para a reconstrução do país. A dignidade socrática com que Lula deixou-se levar pelos carcereiros naquele de 7 de abril, entretanto, escreveu na eternidade da história os gestos, os símbolos, as imagens, as representações e, sobretudo, o discurso político que conecta a esquerda e os valores humanistas com o futuro que já começou. A elite dominante conseguiu muito com o golpe, é verdade; mas fracassou no objetivo estratégico e fundamental de exterminar Lula, o PT, o lulismo, o progressismo e a esquerda. A luta não só continua, como ficou ainda mais unitária, mais forte, mais massiva e mais generosa. Da resistência ao golpe e da sobrevivência no regime de exceção/na ditadura brota uma dialética de afirmação da possibilidade de futuro em meio a esse contexto de derrota. O horizonte onde se enxerga a vitória da esquerda, do povo e da democracia está distante, porém ao alcance não só dos olhos, como também das mãos. A direita, os fascistas nos roubaram o presente e o curto prazo, mas não conseguiram nos roubar o futuro. Como disse Maiakóvski, o grande poeta russo, “para o júbilo o planeta está imaturo. É preciso arrancar alegria ao futuro”.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, empossa o novo diretor-geral da Polícia Federal, delegado Rogério Galloro, nesta sexta-feira (2) (Foto: Jorge William /Agência O Globo)

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, recebeu no início da semana sinal verde do Ministério do Planejamento para a realização de despesas com o preenchimento de vagas na Polícia Federal. O diretor-geral da corporação, Rogério Galloro, assinou portaria nesta quinta-feira (19) que autoriza a realização de concurso público para a contratação de 500 servidores:  150 delegados, 60 peritos criminais, 80 escrivãos, 30 papilocopistas e 180 agentes de polícia. O edital sai em até seis meses.

Em março, EXPRESSO revelou que o déficit nos quadros de pessoal da PF é bem maior. Só de delegados são 628, informação que constou de resposta do órgão a um pedido de esclarecimento feito pelo Sindicato dos Delegados da Polícia Federal de São Paulo.

época

É comum ouvirmos a palavra “política pública” com certa frequência no nosso dia a dia: seja nos noticiários da TV, nas promessas de campanhas políticas, nas queixas de cidadãos, referindo-se à carência de recursos nas áreas mais próximas a ele como saúdeeducação, habitação, entre outras notícias comumente veiculadas pela mídia.

Todavia, uma questão importante se faz necessária: você sabe como são formadas as agendas de políticas públicas? Em primeiro lugar, é necessário definirmos corretamente os termos. As políticas públicas têm uma longa tradição no contexto americano e europeu e só recentemente têm sido bem incorporadas ao ideário e vocabulário popular brasileiro.

Mas o que é política públicaO que é o públicoComo definir o que é público e o que é privado? Tais perguntas, à primeira vista, podem parecer ingênuas, mas contêm elementos importantes para pensarmos sobre de que maneira nos posicionamos diante dos serviços públicos: podemos adotar uma postura de cidadãos, considerando essencialmente políticas que tenham um grande alcance coletivo, ou podemos nos comportar como meros clientes, ancorados na ideia de que temos direitos constitucionais reservados quanto ao nosso “consumo” de políticas.

Entretanto, esses dois comportamentos engendram questões mais amplas. Vejamos por quê. Podemos classificar as políticas públicas como o conjunto de decisões que de fato tem algum impacto sobre as ações governamentais e não somente um conjunto de intenções, a serem realizadas.

Nesse sentido, as políticas públicas podem ser as políticas visíveis que podemos ver claramente no nosso cotidiano ou também aquelas decisões que ainda não foram acatadas pelo governo, permanecendo em stand by, esperando por um momento adequado para um tratamento mais sistemático por parte dos governos posteriores.

Nos dizeres de Thomas Dye (1984): “Política pública é o que o governo decide ou não fazer”. Partindo de tais considerações, temos, portanto, uma diferença importante entre problemas e políticas. John Kingdon (1984) foi um dos autores que se preocuparam no entendimento de como os problemas ganham a atenção governamental, entre tantos outros, para receber tratamento adequado.

Além disso, tenta compreender por que alguns problemas chegam a ocupar a agenda política, enquanto outros são desprezados; o autor em tela também busca analisar quem são os atores que participam de um processo de políticas públicas, os quais podem ser facilmente detectados através da seguinte questão: quem ganha e quem perde com a efetivação da política pública? ,

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, enquanto ministra o tema para os alunos, conserve e reforce sempre o texto de 1 Co 6.19,20. Esta é uma oportunidade, segundo o autor, de você educar, desafiar e encorajar os jovens a enxergar o que estão fazendo ao templo do Espírito Santo, quando introduzem em seus corpos substâncias nocivas.

Introdução

Drogas: Medicamento ou substância entorpecente e alucinógena.

Apesar do sentido pejorativo, o termo “drogas” vem do grego pharmakeia, e significa farmácia, ou drogaria. Na Bíblia, a palavra está sempre associada à feitiçaria ou às atividades demoníacas. Há nas Escrituras várias referências que condenam os vícios e seus funestos resultados (Pv 20.1; 21.7; 31.4; Is 5.22; 28.7; Ef 5.18). Deus condena terminantemente todo tipo de vício, inclusive as drogas.

I. PRINCÍPIOS BÍBLICOS CONTRA O USO DAS DROGAS
1. Bebidas alcoólicas em geral. A Bíblia é categórica e irredutível: “Não vos embriagueis com vinho em que há contenda…” (Ef 5.18). Paulo, aqui, não se refere apenas ao efeito entorpecente do vinho, mas a embriaguez de modo geral provocada por qualquer tipo de bebida. Ele estava plenamente consciente de que o cristão jamais deve se embriagar. Trata-se de um princípio divino.

2. A abrangência do princípio. Se Efésios 5.18 se refere a um princípio bíblico geral contra as bebidas entorpecentes, podemos depreender que o mesmo texto também condena o uso desnecessário e abusivo de outras substâncias nocivas ao organismo.

II. POR QUE AS PESSOAS SE DROGAM?
1. Razões alegadas pelos viciados. Segundo o Pastor David Wilkerson, fundador do Centro Desafio Jovem de Nova Iorque, E.U.A., há muitas razões pelas quais os jovens usam drogas. Vejamos: a) Como símbolo de independência; b) Para fugir da infelicidade no lar; c) Por curiosidade; d) Para ser aceito num grupo de jovens mais “avançados”; e) Por causa da influência do grupo; f) Fuga de problemas emocionais; g) Por medo de ser tachado de covarde por seus “amigos”. As drogas se apresentam como uma ilusória “válvula de escape”, mas as suas conseqüências são fatais (Pv 23.29-35; 1 Co 3.17).

2. Os ardis de Satanás. O Diabo sempre teve interesse em devorar a juventude através de seus ardis (1 Pe 5.8). Os jovens devem dizer não às drogas e, conseqüentemente, a Satanás. É bastante oportuna a advertência de Salomão em Ec 12.1.

III. PORQUE A BÍBLIA CONDENA AS DROGAS?
1. Porque é um pecado contra o corpo. Assim como a prostituição é um pecado deliberado contra o corpo (1 Co 6.18-20), também o são as drogas (1 Co 3.17). Muitos dizem que têm o direito de fazer o que quiserem com seu corpo. Embora pensem que isso seja liberdade, de fato estão escravizados por seus próprios desejos. Quando nos tornamos cristãos, o Espírito Santo passa a habitar em nós. Sendo assim, nosso corpo não mais nos pertence. É propriedade do Criador, e não podemos violar os padrões de vida estabelecidos por Ele.

2. Porque causam sofrimento ao usuário e ao próximo. Apesar de o viciado ser o principal prejudicado pelas drogas (Pv 5.22,23), os familiares sofrem bastante com a situação. Além do cuidado natural, a família acaba gastando o que tem e o que não tem com dispendiosos tratamentos. Há viciados que roubam dinheiro e objetos de casa para trocar por drogas. Outros se tornam agressivos (Pv 4.17; 23.29-35) ou deixam de trabalhar e sustentar a família. Pior ainda, há os que entram para o mundo do crime (Pv 20.1).

3. Porque sustentam o mundo do crime. As drogas movimentam um gigantesco esquema de atividades ilícitas que envolvem desde o contrabando até formas cruéis de assassinatos, corrupção e abuso de poder. E quem sustenta tudo isso é o usuário de drogas (Is 55.2).

4. Porque afastam o homem de Deus. É incontestável o fato de que as drogas afastam o homem dos caminhos do Senhor (1 Co 6.10; Gl 5.21; 1 Pe 4.3).

V. VIVENDO SEM DROGAS
1. A prevenção. O que devemos fazer para alertar as pessoas sobre o perigo do vício das drogas?

a) Mostrar os exemplos negativos. Precisamos mostrar aos jovens a situação e o sofrimento de quem já está enfrentando o problema, direta ou indiretamente (Pv 4.14-17; 5.22,23).

b) Ensinar os princípios da Palavra de Deus. Um jovem bem instruído nos caminhos do Senhor rejeitará o vício mais facilmente (Pv 3.1-8; 4.23-27).

c) Mostrar as advertências da Palavra de Deus. Em Provérbios 23.29-35 a Palavra nos adverte claramente sobre o perigo das bebidas alcoólicas. O texto fala do efeito da bebida que é comparado à picada de uma serpente que envenena sua vítima. Os efeitos do álcool, e das drogas de modo geral, são demoníacos e destruidores (Pv 23.29,33,34,35).

2. O tratamento.

a) Tratamento espiritual. Não há como livrar uma pessoa das drogas sem antes cuidar de sua vida espiritual.
b) Tratamento convencional. Em muitos casos, o viciado precisa ser levado para uma clínica especializada a fim de ser desintoxicado (Mt 9.12). Há muitas igrejas que mantêm centros de recuperação de viciados.
c) Cuidado constante. Às vezes, mesmo após deixar o vício, alguns, infelizmente, retornam a ele (Pv 26.11; 2 Pe 2.22). Não são poucos os casos de “ex-viciados” que vêm para a igreja, se casam com moças crentes e até são aceitos no quadro de obreiros, mas, tempos depois, abandonam a família e a igreja para retornar às drogas. Alguns têm um fim trágico.Drogas e álcool proporcionam uma falsa sensação de alívio. Na maioria das vezes são usados para sufocar mágoas. Segundo, drogas e álcool são tão atraentes aos jovens (e adultos) porque estes trabalham o tempo todo. Drogas e álcool são dignos de confiança enquanto famílias e amigos, infelizmente, nem sempre são fidedignos. Se um jovem está em conflito, preocupado com a família, com uma classificação, com o rompimento de um namoro ou outro problema qualquer, pode usar, temporariamente, drogas ou álcool. É simplesmente isto: drogas os fazem sentir-se bem, e elas agitam. Estes dois fatos são absolutamente indispensáveis para se entender a inacreditável atração por algo tão nocivo e o grande número de viciados e dependentes.

O que acontece quando OS Jovens e adolescentes usam drogas ou álcool? Perdem o domínio sobre o stress. A partir do momento em que passam a ingerir substâncias químicas, interrompem o aprendizado de como combater o stress. Facilmente se tornam alcoólatras ou usuários de drogas. A parte mais difícil é ajudá-los a readquirir o controle sobre os stress e ensiná-los a lidar com seus problemas de um modo que não seja bebendo ou se drogando”.
(BURNS, J. Uma palavra sobre sexo, drogas & rock’n’ roll. RJ: CPAD, 1997, p.75.)

CONCLUSÃO
Somente através da graça redentora de Cristo é que se pode viver sem drogas ou qualquer tipo de vício que ofenda aos homens e a Deus (At 24.16). Caso você tenha problemas com drogas ou conviva com algum viciado em sua família, o Todo-Poderoso pode libertá-lo agora mesmo! (Jo 8.32; 16.24; Sl 37.5).

VOCABULÁRIO
Entorpecente: Substância tóxica que produz estado agradável de embriaguez, e a que o organismo se habitua, vindo a tolerar doses grandes, mas que provocam a necessidade de seu uso, o qual acarreta progressivas perturbações físicas e morais.
Pejorativo: Diz-se de vocábulo que adquiriu ou tende a adquirir significação torpe, obscena, ou só desagradável.

Introdução

O que é aborto? Quais os principais termos relativos ao aborto? O que a bíblia nos diz sobre o assunto? Quando a vida humana começa a ser gerada? Essas e outras perguntas sobre o tema em questão serão respondidas no estudo de hoje.

I – ABORTO, DEFININDO OS TERMOS

                    SIGNIFICADOS E INFORMAÇÕES
    Termo             Significado            Informação

Aborto

A palavra aborto vem do latim,abortum, do verbo abortare, com o significado de “pôr-se o sol, desaparecer no horizonte e, daí, morrer, perecer”.

Aborto “é a expulsão espontânea ou provocada do feto antes do sexto mês de gestação, isto é, antes que o feto possa sobreviver fora do organismo materno.

Na Bíblia, o referido termo e seus cognatos aparecem em Jó 3.16; Sl 58.8; Ec 6.3.

Embrião

O termo embrião é usado para definir um organismo que está nos primeiros estágios de desenvolvimento.

Ele é formado 24 horas após a fecundação. Durante as primeiras oito semanas de vida, o embrião (que corresponde ao fruto da junção de um óvulo e um espermatozoide) ainda não tem os traços do corpo definidos, mas já é considerado um ser vivo do ponto de vista médico.

É uma pessoa em formação, em potencial. Da primeira à oitava semana (2 meses), completam-se todos os órgãos, apresentando inclusive as impressões digitais.

A alma e o espírito são colocados por Deus no embrião, com a concepção (Zacarias 12.1; Isaías 57.16).

Feto

Ser humano que se encontra em desenvolvimento no útero, após a conclusão do terceiro mês de gestação, até ao seu nascimento. Nos humanos, a partir da oitava semana depois de ocorrida a fertilização do óvulo pelo espermatozóide, o concepto[1] que recebia o nome de embrião passa a ser chamado de feto, permanecendo com este nome até o final da gestação.

Feticídio

Interrupção intencional da gravidez da qual resulta a morte do feto.

Se alguns homens pelejarem, e um ferir uma mulher grávida, e for causa de que aborte, porém não havendo outro dano, certamente será multado, conforme o que lhe impuser o marido da mulher, e julgarem os juízes. Mas se houver morte, então darás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe. (Êx 21.22-25)
  1. As três etapas da gestação.

Fecundação, embrião e feto são os nomes das três etapas da gestação. O período gestacional é composto de 40 semanas que são fundamentais para a formação do bebê. Após o ato sexual, o espermatozoide sobrevive, em média, 72 horas (ou seja, cerca de 3 dias) dentro do corpo da mulher à espera que um óvulo seja liberado pelo ovário. O óvulo, depois de liberado, está disponível para ser fecundado apenas entre 12 e no máximo 24 horas.

  1. a) Fecundaçãoocorre na união entre o óvulo e o espermatozoide — que dá origem ao zigoto e que se instala no útero após uma série de divisões celulares.
  2. b) O termo embrião– é usado para definir um organismo que está nos primeiros estágios de desenvolvimento. Ele é formado 24 horas após a fecundação.
  3. c) O período de desenvolvimento do fetodecorre desde a 8ª semana até ao nascimento, e é um tempo de crescimento e desenvolvimento.

A Bíblia ensina que o feto humano é uma pessoa, mesmo antes do nascimento.

Isaías diz: “O Senhor me chamou desde o ventre” (Isaías 49.1).

Paulo diz: “Deus, que me separou desde o ventre de minha mãe e me chamou pela sua graça” (Gálatas 1.15.).

João Batista foi “cheio do Espírito Santo já desde o ventre de sua mãe” (Lc. 1.15).

O salmista usa o pronome “me“, referindo-se a si mesmo como uma pessoa no momento da concepção, e diz: “Em pecado me concebeu minha mãe” (Salmo 51: 5).

Também no Salmo 139: 13 diz: “cobriste-me no ventre de minha mãe”.

E o Senhor disse ao profeta Jeremias: “Antes de formá-lo no ventre materno, eu já o conhecia; e, antes de você nascer, e o consagrei e constituí profeta às nações” (Jr 1. 5 – Nova Almeida Atualizada).

APLICAÇÃO

Sendo o feto uma pessoa, praticar o aborto é praticar o homicídio. E os homicidas não entrarão no Reino de Deus. Leia Apocalipse 21.8; 22.15; I Timóteo 1.9.

1) Os bebês que ainda não nasceram são chamados de crianças pequenas, ou criancinhas, a mesma palavra (grego: brephos) utilizada para infantes ou crianças muito novas (por exemplo, em Lc 1.41, 44; 2.12, 16; Ex 21.22), e às vezes, para se referir até mesmo aos adultos (por exemplo, em 1 Reis 3.17).

2) Os bebês ainda não nascidos são criados por Deus (SI 139.13), da mesma forma que Deus criou Adão e Eva à sua imagem (Gn 1.27).

3) A vida do bebê ainda não nascido é protegida pela mesma punição destinada à injúria ou morte (Êx 21.22) destinada a ofensas praticadas contra adultos (Gn 9.6).

4) Cristo era humano (o Deus-homem) desde o momento da sua concepção no útero de Maria (Mt 1.20,21; Lc 1.26,27).

5) A imagem de Deus inclui “macho e fêmea” (Gn 1.27), sendo um fato científico que a masculinidade ou a feminilidade (o sexo/gênero) de um ser é determinada no momento da concepção.

6) As crianças ainda não nascidas possuem atributos pessoais distintivos de seres humanos, tal como o pecado (SI 51.5) e a alegria (Lc 1.44).

7) Os pronomes pessoais são utilizados para descrever os bebês ainda não nascidos (Jr 1.5 [LXX]; Mt 1.20,21) tal qual eles também são utilizados para se referir a qualquer outro ser humano.

8) A Bíblia fala que Deus conhece de forma íntima e pessoal os bebês ainda não nascidos, da mesma forma que Ele conhece qualquer outra pessoa (SI 139.15,16; Jr 1.5).

(9) Os bebês não nascidos são chamados por Deus antes do seu nascimento (Gn 25.22,23; Jz 13.2-7; Is 49.1, 5; G 1 1.15).

Tomados na sua totalidade, estas passagens não deixam dúvida de que as crianças ainda não nascidas são tão humanas — pessoas à imagem e semelhança de Deus — quanto são os bebês e os adultos. Elas são criadas à sua imagem desde o momento da concepção, e sua vida pré-natal é preciosa aos olhos de Deus, pois é protegida pela proibição divina contra o assassinato.

SUBSÍDIO: VÍDEO AULA SOBRE O ABORTO

                                       

v O pai da Fetologia moderna, o Dr. Albert W. Liley (1929-1983) observou que é “do mesmo bebê que cuidamos antes e depois do nascimento, o qual, antes do nascimento pode estar adoentado e precisa de diagnóstico e tratamento da mesma forma que qualquer outro paciente” (“CAA” in LS, citado em Wilke, AQA, 52). E como se trata do mesmo bebê e do mesmo paciente tanto antes, quanto depois do nascimento, ele, portanto, é igualmente humano antes e depois do nascimento (vide Geisler e Beckwith, MLD, 90).

A vida humana não para, e depois recomeça — existe um fluxo contínuo e ininterrupto da vida humana de geração a geração, de pai para filho. Uma nova vida humana individual aparece por intermédio da concepção. Logo, a vida recém-formada é tão plenamente humana quanto à vida dos seus pais.

IV – O CRISTÃO E A ÉTICA DO ABORTO

  1. Tipos de Aborto:
  1. a) O Aborto por Razões Terapêuticas —Quando é um caso nítido de, ou tirar a vida do nenê não nascido, ou deixar a mãe morrer, exige-se o aborto. Uma vidareal (a mãe) é de maior valor intrínseco do que uma vida potencial (o nenê não nascido).

A mãe é um ser humano plenamente desenvolvido; o nenê é um ser humano não desenvolvido. E um ser humano realmente desenvolvido é melhor do que um que tem o potencial para a plena humanidade, mas ainda não se desenvolveu.

Ser plenamente humano é um valor superior à mera possibilidade de tornar-seplenamente humano. Porque o que é tem mais valor do que o que pode ser. Assim como a flor tem mais valor do que a semente que germina (uma flor em potencial), assim também a mãe tem mais valor do que o embrião. Ela já é um sujeito- maduro, livre e autônomo, ao passo que o nenê não nascido somente tem o potencial para se tornar tal.

Pode ser levantada aqui a questão de se alguns seres humanos em potencial são mais valiosos do que alguns seres humanos reais.

O que acontece se o nenê não nascido ficará sendo um Albert Schweltzer e a mãe é uma indigente?

O que acontece se a mãe é uma meretriz e o nenê não nascido acabará sendo um missionário?

Podemos ser tentados a concordar que uma vida humana potencialmente boa é melhor do que uma vida humana realmente má se pudéssemos ter certeza de antemão que o nenê acabaria sendo bom. Mas isto exigiria um tipo de onisciência que somente Deus possui. Logo, somente Deus poderia fazer uma decisão baseada num conhecimento completo do fim ou dos resultados. Ou seja: somente Deus poderia usar eficazmente um cálculo utilitarista.

Os homens finitos devem contentar-se com as consequências imediatas, baseadas nos valores intrínsecos, conforme os veem. Nesta base, uma vida real (quer seja má, quer não) é de mais valor do que uma vida em potencial.

Além disto, Deus não julga o valor de uma vida individual por aquilo que um homem faz com ela (seja o bem, seja o mal), mas, sim, por aquilo que ela é. Jesus amava Judas ainda que soubesse que Judas se tornaria infamemente mau com sua traição.

Quando a escolha está sendo feita entre a mãe má e um embrião potencialmente bom, deve-se preferir aquela a este, por motivos do valor intrínseco, não de valor pragmático.

O pastor Elinado Renovato no curso ética Cristã, ministrado através do Jornal Mensageiro da Paz em março de 2008, página 21, afirma que “considerando o valor sagrado da vida, o médico deve cuidar de tratar da saúde da mãe e não de matar a criança. Se, na terapia da mãe, a criança morrer, não havendo intenção deliberada de matar o feto, não haverá implicação ética”.

  1. b) O Aborto por Razões Eugênicas —É o aborto para evitar o nascimento de crianças deformadas ou retardadas.

O que se diz de abortos por razões eugênicas?

É certo em qualquer hipótese tirar a vida de um embrião porque nascerá deformado, retardado, ou sub-humano?

Há várias razões eugênicas pelas quais abortos têm sido recomendados por alguns, tais como o mongolismo, outros por deformações devidas à talidomida ou drogas semelhantes, e alguns, por retardamento ou outras deformidades devidas ao sarampo, ou a outras causas.

Estes são motivos legítimos para um aborto?

Os cristãos diferem entre suas respostas a estas situações. No entanto, do ponto de vista da ética hierárquica o princípio básico é o seguinte: o aborto eugênico é requerido somente quando as indicações claras são que a vida será sub-humana, e não simplesmente porque talvez venha a ser uma pessoa deformada.

O pastor Eliando Renovato acrescenta: Pessoas retardadas ou deformadas, ao nascerem, têm personalidade e características verdadeiramente humanas. E, por conseguinte, têm direito à vida. Abortá-las é assassinato. A Bíblia diz: “… e não matarás o inocente…” (Êx 23.7).

Talvez o mongolismo seja um motivo justificável para o aborto, mas a talidomida não é. Seres humanos deformados e até mesmos seres humanos retardados ainda são humanos.

Os defeitos não destroem a humanidade da pessoa. Na realidade, frequentemente ressaltam as características verdadeiramente humanas tanto nos defeituosos quanto naqueles que trabalham com eles.

O feto potencialmente humano tem um direito moral à vida, mesmo que a vida venha a ser dalguma maneira defeituosa?

Como é que as crianças e os adultos mutilados e retardados se sentem acerca da questão de outra pessoa decidir seu destino antas de nascerem?

A resposta parece clara: uma vida humana, defeituosa ou não, vale a pena servivida, e qualquer pessoa que toma sobre si o resolver de antemão, em prol doutrem, que a vida deste não deve receber a oportunidade de desenvolver-se está ocupada num ato ético sério.

  1. c) O Aborto na Concepção Sem Consentimento.

v Uma mãe deve ser forçada a dar é luz uma criança concebida pelo estupro?

v Há uma obrigação moral de gerar uma criança sem consentimento?

v Alguém pode ser forçada a ser uma mãe contra sua vontade?

v Sua madre é mero utensílio para a tirania das forças externas da vida?

Estas são perguntas delicadas, mas parece que envolve uma resposta delicada.

O nascimento não é moralmente necessitado sem o consentimento.

Nenhuma mulher deve ser forçada a levar na madre uma criança que ela não consentiu em ter relações sexuais.

Uma intrusão violenta na madre de uma mulher não traz consigo um direito moral de nascimento para o embrião. A mãe tem o direito de recusar que o corpo dele seja usado como objeto da intrusão sexual.

Mas o que se diz do direito de a criança nascer a despeito do modo maligno segundo o qual foi concebida?

Neste caso o direito da vida potencial (o embrião) é eclipsado pelo direito da vida real da mãe. Os direitos à vida, à saúde, e à autodeterminação — isto é, os direitos à personalidade — da mãe plenamente humana tomam precedência sobre o direito do embrião potencialmente humano. Uma pessoa potencialmente humana não recebe um direito de nascimento mediante a violação de uma pessoa plenamente humana, a não ser que seu consentimento seja dado subsequentemente.

Sobre o tipo de aborto em questão, o pastor Elinaldo afirma: “Contudo, a vida gerada encontra-se sob um princípio divino. Havendo gravidez, a criança não tem culpa. Mesmo reconhecendo que é tremendamente difício para a mãe forçada, não se deve matar a criança: E não matarás o inocente. Deus vê o feto como uma pessoa (Sl 139.13-16)”.

  1. d) Aborto natural.

Ocorre por motivos ou circunstâncias naturais, implicando na morte do feto.

Segundo a Medicina, pode haver aborto por várias causas. Dentre elas, destacam-se as seguintes: “Insuficiente vitalidade do espermatozóide; afecções da placenta; infecções sanguíneas; inflamações uterinas; grave exaustão, diabetes e algumas desconhecidas” (Reifler, p.131). Não há incriminação bíblica quanto a esse caso, pois, não havendo pecado, não há condenação. Em Deuteronômio 24.16b, diz-se que “cada qual morrerá pelo seu pecado”.

  1. e) Aborto acidental.

É resultado de um problema alheio à vontade da gestante. Uma queda, ou um susto acidental, inesperado e intenso podem provocar abortamento. Não há implicação ética quanto a isso. A referência de Deuteronômio 24.16b aplica-se a esse caso.

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     Este blog, que sempre está procurando em fazer suas divulgações com foco no bem estar social, se deslocou até a PE 285, para verificar a situação preocupante que se encontra uma parte do asfalto, do lado direito de quem vem de Riacho do Meio, próximo a fazenda do grupo São Luiz, este fato foi ocasionado pelas chuvas, onde abriu-se uma cratera, a qual pode resultar em acidentes gravíssimos, caso não seja tomada as providências cabíveis e urgentes. Com isto o barro está cedendo, vulnerável a riscos que poderão levar o asfalto a afundar, principalmente no tráfego de carros como: ônibus com estudantes, caminhões, outros veículos, pedestres, etc. sem falar dos animais soltos na pista e muito mato, tornando a visibilidade da pista caótica.

    Esperamos que o governador Paulo Câmara, juntamente com a secretaria dos transportes e o Sr. Carlos Augusto de Barros Estima Presidente DER, tomem medidas urgentes, antes de aconteça alguma tragédia. A sociedade também tem o dever de cobrar das autoridades, pois só

                                                               

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O mês de março registrou a abertura de 56.151 novos postos de trabalho no Brasil, um aumento de 0,15% em relação ao estoque de fevereiro. O resultado é decorrente de 1.340.153 admissões e de 1.284.002 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira (20).

“Nosso Brasil segue a rota da retomada do crescimento, com mercado aquecido e a certeza de que estamos no rumo certo. O trabalho continua e hoje é mais um grande dia, pois esses resultados confirmam nossa expectativa”, avalia o ministro do Trabalho, Helton Yomura.

Setores – Seis dos oito principais setores econômicos tiveram saldo positivo. O principal deles foi o de Serviços, com a criação de 57.384 novos postos de trabalho, crescimento de 0,34% sobre o mês anterior.

A Indústria de Transformação foi o segundo setor com melhores resultados (+10.450 postos), com um acréscimo de 0,14% sobre fevereiro.

O terceiro melhor resultado ficou com a Construção Civil (+7.728 postos), seguido do setor da Administração Pública (+3.660 postos), Extrativa Mineral (+360 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP) (+274 postos).

Apenas dois setores apresentaram saldos negativos: Agropecuária (-17.827 postos) e Comércio (-5.878 postos).

Regiões – Das cinco regiões, três apresentaram saldos positivos no emprego. O melhor desempenho foi no Sudeste, que teve um acréscimo de 46.635 postos. O Sul teve aumento de 21.091 vagas formais, seguido do Centro Oeste, que criou 2.264 novos postos. Os desempenhos negativos foram registrados no Norte (-231 postos) e no Nordeste (-13.608 postos).

Entre as unidades da federação, 15 estados e o Distrito Federal registraram variação positiva no saldo de empregos e 11 estados, variação negativa. Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo (+30.459), Minas Gerais (+14.149), Rio Grande do Sul (+12.667), Paraná (+6.514), Goiás (+5.312) e Bahia (+4.151). 

Os menores saldos de emprego ocorreram em Pernambuco (-9.689), Alagoas (-6.999), Mato Grosso (-3.018), Sergipe (-2.477), Pará (-787 empregos) e Mato Grosso do Sul (-646).

Modernização Trabalhista – A Lei 13.467/2017, que promoveu a Modernização Trabalhista, pode ser identificada nas estatísticas do mercado de trabalho. Em março, houve 13.522 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado, envolvendo 9.775 estabelecimentos. São Paulo registrou a maior quantidade de desligamentos (-4.204), seguido por Paraná (-1.537), Rio de Janeiro (-1.255), Minas Gerais (-1.083), Rio Grande do Sul (-1.006) e Santa Catarina (-995).

Na modalidade de trabalho intermitente, foram realizadas 4.002 admissões e 803 desligamentos, gerando saldo de 3.199 empregos. As admissões concentraram-se principalmente em São Paulo (+767 postos), Minas Gerais (+446 postos), Rio de Janeiro (+361 postos), Espírito Santo (+316 postos), Goiás (+235 postos) e Ceará (+171 postos).

O saldo de emprego na modalidade de trabalho intermitente distribuiu-se por Serviços (+1.506 postos), Indústria de Transformação (+617 postos), Construção Civil (+538 postos), Comércio (+310 postos), Agropecuária (+221 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (+7 postos).

No regime de trabalho parcial, foram registradas 6.851 admissões e 3.658 desligamentos, gerando saldo de 3.193 empregos. São Paulo (+831 postos), Ceará (+442 postos), Santa Catarina (+383 postos), Minas Gerais (+235 postos), Goiás (+200 postos) e Rio Grande do Norte (+154 postos) foram os estados que apresentaram maiores saldos nesta modalidade.

Já o saldo de emprego em regime de tempo parcial distribuiu-se pelos setores de Serviços (2.253 postos), Comércio (647), Indústria da Transformação (200), Construção Civil (52), Administração Pública (30), Agropecuária (8) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (3).

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João Campos é filho do ex-governador Eduardo Campos / Foto: Leo Motta / JC Imagem

João Campos é filho do ex-governador Eduardo Campos

Foto: Leo Motta / JC Imagem

João Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos, disse nesta sexta-feira, 7, que os expressivos números do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Nordeste são fruto da “gratidão do povo”. Segundo pesquisa do Datafolha, divulgada no último fim de semana, metade dos eleitores da região (50%) declarou votar em Lula no primeiro turno. É muito, principalmente quando Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede), empatados em segundo lugar, amealham apenas 7% da preferência dos nordestinos quando o petista está na corrida.

“O povo do Nordeste é generoso e reconhece Lula por tudo que ele fez, é inegável que ele foi o presidente que mais fez pelo Nordeste brasileiro. Basta pegar um carro, andar e ver tantas ações realizadas por ele, um campus universitário brasileiro, uma transposição e tantas outras ações que a gente vê que foram construídas pelas mãos de Lula. Então esse sentimento é fruto da gratidão que o povo tem e acho justo”, disse João Campos que é vice-presidente de Relações Federativas do PSB.

Lula está preso na sede da Polícia Federal desde o dia 7 de abril. Ele foi condenado em 1ª e em 2ª instâncias pelo caso do triplex em Guarujá (SP), na Operação Lava Jato. Questionado se a prisão foi justa, João Campos disse que é preciso acreditar na justiça e que Lula deve ter o direito de se defender. “Nós temos que acreditar na Justiça, ele deve ter seu direito à defesa, como qualquer cidadão. Mas como brasileiro e como jovem, espero que a Justiça não seja seletiva, quem cometeu algum erro tem que pagar por isso. Mas a Justiça não pode ser célere só para alguns, tem que ter alguns cuidados para garantir que a Justiça continue a ser uma esperança dos brasileiros”.

JOAQUIM BARBOSA
Sobre a possibilidade de candidatura de Joaquim Barbosa à presidência pelo PSB, João disse que é preciso conversar. “É muito cedo para decidir, ele tem 15 dias de filiado, nosso partido tem história, não somos partido que condiciona a entrada de alguém a ser alguma coisa. Temos uma bancada grande e temos seguimentos organizados da sociedade, temos movimentos de mulheres, negritude, movimentos sindicais, então não podemos fazer as coisas sem conversar”, comentou.

O socialista critica a falta de propostas para o País dos atuais pré-candidatos. “O cenário é de indefinição para o País, poucas pessoas falando de projetos e pensando só na eleição. Corremos sério risco de haver ruptura e mais uma vez a eleição não se dar no conjunto de ideias, de proposta e mais em questões pessoais. Acho que o PSB está construindo um caminho que vai ajudar a não ficar nesse ponto, para nós seria muito cômodo colocar alguém com uma boa intenção de votos para disputar, mas a ordem não é essa, primeiro é conversar e decidir o caminho a ser tomado”, disse.

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Um dos objetivos da educação em nossa sociedade é a construção do sujeito apto para agir de acordo com os preceitos estabelecidos como aceitáveis dentro um contexto social.

Somos condicionados a aprender inúmeras informações que utilizaremos em nossa convivência socialSomos condicionados a aprender inúmeras informações que utilizaremos em nossa convivência social.

A sociologia compreende que toda sociedade é formada por indivíduos que possuem uma gama enorme de “ferramentas” (linguagens, normas, valores etc) que são utilizadas em seus esforços diários em seus diferentes meios e contextos sociais. Essas ferramentas servem para que o indivíduo consiga se guiar e navegar pelo mar de informações e significados diferentes com os quais entra em contato a todo momento.

É interessante pensar que realizamos constantemente um complicado malabarismo com as possíveis interpretações de nossas experiências e ainda levamos em conta a forma como o outro, aquele com o qual interagimos, receberá as diferentes mensagens que enviamos por via de nossas inúmeras formas de comunicação.

Não apenas isso! Ainda sabemos como nos portar, quais palavras utilizar em um momento ou em outro, qual camisa posso usar no trabalho e qual uso em casa, se devo parar na faixa de pedestre ou se ainda posso jogar lixo no chão. Sabemos, como dizemos por aí, que “ninguém nasce sabendo”, então de onde tiramos todas essas habilidades?

Educação e Sociedade

Todo o aparato que possuímos não está diretamente atrelado à nossa constituição biológica. Muito embora essa exerça influência, não nascemos sabendo uma língua ou o que a luz vermelha de um sinal de trânsito significa. Essas são habilidades adquiridas através dos muitos processos de educação pelos quais passamos no decorrer de nossas vidas. O processo educacional é uma das várias maneiras de uma sociedade manter sua estrutura e seu fundamento. O indivíduo que a integra deve entendê-la e, para isso, deve possuir os meios para tanto.

A educação que integra o centro do processo de nossa formação social é determinada pelas regras, normas morais, éticas, costumes e língua, comuns aos demais integrantes que anteriormente receberam esse mesmo conjunto de aparatos para que pudessem se guiar por sua realidade.

Dois importantes autores da sociologia, Pierre Bourdieu e Jean Claude Passeron, dedicaram-se a estudar as instituições e as diferentes formas da educação em sociedade. Esses autores observam que a educação é uma instituição de reprodução social, ou seja, a educação serve para passar adiante as formas normalizadas de uma construção social. Para simplificar, a educação é o órgão do sistema de uma sociedade responsável por manter a constante reinstauração da ordem estabelecida.

Devemos nos lembrar que ao falarmos de instituições educadoras não estamos nos referindo apenas à escola, é importante entendermos que o processo educacional não começa e não ocorre apenas na escola. Como lembram Bourdieu e Passeron, a primeira instituição educadora é a nossa família e é dela que herdamos parte de nossas “ferramentas sociais”. Apenas mais tardiamente, salvo as óbvias exceções, é que seremos introduzidos ao mundo da escola.

A educação e o indivíduo

Apesar de termos muito em comum graças aos processos educacionais, ainda somos indivíduos diferentes
Apesar de termos muito em comum graças aos processos educacionais, ainda somos indivíduos diferentes

São é correto presumir que nascemos sabendo de tudo, mas também não é correto presumir que o processo de formação do indivíduo na educação é algo completamente passivo. Nossa individualidade toma parte de nossa formação, uma vez que não nos tornamos pessoas com a mesma forma de pensar, não tomamos sempre as mesmas decisões e não temos exatamente as mesmas concepções de certo e de errado. A situação econômica, as tradições herdadas e as diferenças de oportunidades diferenciam nossa forma de enxergar e interpretar eventos, de tal forma que mesmo dividindo o mesmo espaço social nos tornamos essencialmente diferentes. Grande parte de nossa formação como indivíduos está sujeita a nossas experiências de vida e as interpretações que tiramos delas.

É exatamente por isso que a educação escolar deve ser flexível e inclusiva diante das diferenças que todos nós temos. A convivência harmônica dos indivíduos diferentes deve ser sempre o objetivo último de nosso processo educacional.

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A cidadania, entre outras questões, está ligada ao poder legal do indivíduo em um território nacional

A cidadania, entre outras questões, está ligada ao poder legal do indivíduo em um território nacional

cidadania é o conjunto de direitos e deveres exercidos por um indivíduo que vive em sociedade, no que se refere ao seu poder e grau de intervenção no usufruto de seus espaços e na sua posição em poder nele intervir e transformá-lo.

Essa expressão vem do latim civitas, que quer dizer cidade. Antigamente, cidadão era aquele que fazia parte da cidade, tendo direitos e deveres por nela habitar. Atualmente, esse conceito extrapola os limites urbanos, podendo ser compreendido no espaço rural.

A expressão da cidadania frequentemente está associada ao campo do Direito, em que existe uma série de legislações voltadas para os direitos e deveres que o cidadão possui. Entre os deveres, destaca-se o voto eleitoral (que também é um direito), o zelo pelo espaço e o cumprimento das leis. Entre os direitos, destaca-se o de ir e vir, bem como o de ter acesso à saúde, moradia, alimentação e educação.

O conceito de cidadania também está relacionado à nacionalidade do indivíduo, isto é, à legalidade de sua permanência em um determinado território administrado por um Estado Nacional. Fala-se, por exemplo, de cidadania brasileira, cidadania portuguesa e cidadania americana.

Em casos de descumprimento aos deveres, o indivíduo poderá ter parte de sua cidadania caçada, a exemplo de presidiários que possuem o direito de votar vetado, entre outras limitações impostas pela lei penal.

O Cidadão e o Direito ao Espaço

Se, no campo do direito, somos todos cidadãos, na prática, isso ocorre? Em outras palavras, sobre o benefício do uso do espaço entre os nossos direitos, somos todos cidadãos? Infelizmente, nem todos. Existem muitos indivíduos que legalmente possuem cidadania, mas que não dispõem de condições sociais, estruturais e materiais para exercê-la.

Existem muitos autores no âmbito da Filosofia e das Ciências Sociais, como Henri LefebvreTheodor Adorno e muitos outros, que se portam de maneira crítica sob a pretensa ideia de que todos os indivíduos são cidadãos. Primeiramente, muitos são excluídos socialmente em função das desigualdades geradas pelo sistema capitalista de produção. Em segundo lugar, ocorre, muitas vezes, a reificação – isto é, a coisificação, a transformação do ser em mercadoria – da figura do cidadão na sociedade contemporânea.

O geógrafo Milton Santos – em sua obra O Espaço Cidadão – afirma que “Em lugar do cidadão formou-se um consumidor, que aceita ser chamado de usuário”, ou seja, o processo de produção e reprodução capitalista transformou o indivíduo em consumidor e as relações de cidadania, em disputas pelo espaço da cidade.

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Os orgânicos possuem mais nutrientes, são mais saborosos, garantem uma fonte saudável de alimento e ainda colaboram para um meio de vida mais sustentável, uma vez que os agricultores tratam o meio ambiente com o respeito necessário.

“Se eu comparar a cenoura orgânica com a cenoura convencional, a primeira vai ser menor e com uma coloração mais forte. Essa coloração mais forte é o que vai defendê-lo das pragas que poderiam causar algum dano”, explica Simone Rocha, nutricionista Simone Rocha, presidente da Associação de Nutrição do Distrito Federal. “Essas substâncias bioativas estão bem mais presentes nos orgânicos. Isso resulta em mais antioxidantes para o nosso organismo, que são substâncias que melhorarão nosso sistema imunológico e prevenirão diversas doenças.”

Uma das diferenças entre o alimento orgânico e o tradicional é essa potencialidade que ele tem de carregar mais defesas naturais. O licopeno encontrado no tomate, por exemplo, é um poderoso antioxidante que retarda o envelhecimento e pode ajudar a prevenir alguns tipos de câncer, entre eles o de próstata. Já o caroteno da cenoura combate infecções e atua de forma benéfica nas artérias, reduzindo o risco de infarto.

Os benefícios dos orgânicos não param por aí. “Alguns alimentos devem ser consumidos preferencialmente com a casca, como é o caso da maçã. Na casca dela há uma grande quantidade de pectina, da qual precisamos, e você pode consumi-la com mais segurança se a maçã for orgânica. O orgânico você pode consumir o produto integralmente, ou seja, a polpa, a casca, as folhas. Tudo isso sem o risco de colocar resíduos de agrotóxicos em seu organismo”, ensina a nutricionista.

Os orgânicos não se resumem a frutas e legumes. A cadeia de produção orgânica alcança outras áreas que vão ajudar tanto o meio ambiente quanto a saúde do consumidor. Carnes e ovos, quando orgânicos, são produzidos por meio de rebanhos e granjas que trabalham de uma maneira bem diferente da indústria convencional. Os animais não sofrem estresse e se alimentam também de orgânicos. Assim, a proteína chega à mesa da forma mais natural possível e com a garantia de ser um produto mais seguro e saudável.

Vale lembrar que os produtos orgânicos recebem um selo de certificação, o SisOrg (Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica). O símbolo garante que o alimento oferecido é natural e livre de alterações químicas.

Brasília – Nesta quinta-feira (12), o presidente da República, Michel Temer, reuniu, pela primeira vez, a nova equipe de ministros do governo. O ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Alberto Beltrame, esteve no encontro e apresentou os resultados das ações e estratégias que promovidas pelo órgão. Segundo Temer, a mudança de ministros não irá comprometer o trabalho que é desenvolvido em seu governo. O presidente pediu a continuidade dos projetos e destacou ainda a boa gestão do Ministério do Desenvolvimento Social, em especial ao zerar a fila de espera do Bolsa Família.

“A fila no Bolsa Família está zerada, algo que não ocorria há muito tempo. Isso significou a entrada de mais de um milhão de pessoas no programa. É verdade que outras tantas saíram, por talvez estarem recebendo inadequadamente ou indevidamente”, ressaltou Temer. 

Com o pente-fino e o aprimoramento dos mecanismos de controle no Bolsa Família, foram identificadas e excluídas famílias fora do perfil do programa. A ação possibilitou a entrada daquelas que estavam na fila há muito tempo esperando para receber o benefício. Outra inovação do governo federal foi o Criança Feliz, programa que ampliou a rede de atenção e o cuidado integral com a primeira infância e já visita mais de 228 mil famílias em 2.001 municípios.

Durante sua apresentação, Beltrame afirmou que o ministério irá trabalhar com afinco para que os programas de sucesso, como o Bolsa Família e o Criança Feliz, continuem e sejam ampliados para alcançar mais brasileiros que precisam das políticas públicas.

“Nossa intenção é continuar aperfeiçoando o Bolsa Família, por meio da focalização das ações, além de discutir o reajuste do benefício a partir do aprimoramento dos processos de controle. Também queremos fazer com que o Criança Feliz cresça ainda mais e incrementaremos o Plano Progredir”, ressaltou ele.

Sobre a assistência social, o novo ministro destacou a necessidade de estender a rede de atendimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas). “Continuaremos trabalhando firmemente para a ampliação dos serviços de acolhimento, de fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, por meio das nossas parcerias com Estados e municípios”.

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Levantamento foi apresentado durante encontro que debateu o cruzamento de dados para melhoria da gestão dos gastos públicos.

Brasília – O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) identificou mais de 151 mil suspeitas de irregularidades no pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC). O levantamento é resultado de um cruzamento de informações realizado pelo MDS com 10 bases de dados do governo federal. Ao todo, foram analisados mais de meio bilhão de registros, sem nenhum custo adicional para o órgão. As irregularidades foram apontadas nos registros de pessoas com renda per capitasuperior a meio salário mínimo, o dobro do permitido pela legislação do programa. O ministério identificou ainda 17 mil beneficiários que podem estar recebendo o benefício mesmo depois do falecimento.

Se comprovadas as irregularidades, o governo federal poderá economizar até 1 bilhão de reais por ano. Segundo o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, a ação permitiu melhorar a gestão do BPC. “É importante que se focalize os gastos públicos melhorando a governança em torno dos programas sociais. Dessa forma, os recursos, que são escassos, podem chegar à mão de quem realmente necessita”, ressaltou ele.

Debate – A análise dos dados do BPC foi apresentada nesta segunda-feira (16) pelo ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, durante o encontro que debateu o cruzamento de dados para a melhoria da gestão dos gastos públicos, em Brasília (DF).

No governo federal, a Plataforma de Análise de Dados do Governo Federal (Govdata) está otimizando esse trabalho ao permitir aos órgãos da União o acesso às diversas bases de dados. “Hoje o trabalho do MDS para revisão de benefícios é feito de forma artesanal. O Govdata vai juntar essas bases de dados e simplificar o cruzamento. Isso deverá dar um ganho de agilidade e melhoria dos processos de trabalho do MDS e demais órgãos”, avaliou Beltrame durante o evento.

De acordo com o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago, o trabalho de análise de dados é importante na busca da eficiência do uso dos recursos públicos. Para ele, com o uso do Govdata, o governo federal irá melhorar a gestão das políticas públicas, assim como aconteceu no MDS.

Marina Ruy Barbosa (Foto: Divulgação)

Marina Ruy Barbosa é sinônimo de bom gosto e beleza. Aos 22 anos, ela tornou-se garota propaganda da Eudora, ao lado de Grazi Massafera. Em entrevista exclusiva a QUEM, a atriz compartilhou alguns segredinhos de maquiagem, dicas para quem também é ruiva e conta o que leva sempre na bolsa.

Muitas pessoas de pele clara como você preferem esconder as sardinhas. Qual a sua relação com as suas? Aliás, você prefere base ou BB Cream?
As minhas sardas ficam mais evidentes quando tomo sol. Mas eu e elas convivemos numa boa. Acho até charmoso quando elas aparecem. Eu uso base mais leve no dia a dia. Nos trabalhos, normalmente me permito usar um pouco mais de cobertura até para o efeito ser mais duradouro.

Qual seu item de make essencial?
Sou apaixonada por batons, principalmente os vermelhos! Acho que o batom transforma a maquiagem, dá cor e confiança, sabe? Mas eu também amo máscaras de cílios, deixa o olhar mais poderoso. São meus itens básicos, que carrego comigo sempre.

Quando quer estar mais sexy, em qual tipo de beleza investe?
Além do batom vermelho, que é o meu queridinho, invisto num olho bem iluminado, com delineador.

Marina Ruy Barbosa (Foto: Divulgação)
Qual seu make do dia a dia, aquela que você usa para bater perna no shopping e ir ao cineminha com o maridão?
Base levinha, máscara de cílios, batom nude mais próximo do camurça e um blush rosado, porque combina mais com a minha pele.

Têm muita mulheres ruivas que evitam alguns tons de make por achar que vão bater de frente com o vermelho do cabelo. E você? Tem alguma preferência ou topa tudo?
Eu gosto de tentar coisas novas. Por isso nunca digo “não” logo de primeira para alguma cor de make ou produto. Primeiro experimento pra ter certeza. Não lembro de já ter deixado de usar alguma cor por ser ruiva especificamente. Mas já aconteceu de não me sentir bem com algum tom por não combinar com o meu rosto, o meu gosto.

Qual foi o maior erro de beleza que você já cometeu?
Erro? Não sei se posso chamar de erro… A gente vai mudando a forma como se relaciona com a maquiagem. Pelo menos isso vem acontecendo comigo. Cada vez mais ando na contramão do exagero, do excesso. Um bom produto tem durabilidade sem precisar pesar na mão na hora de usá-lo.

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