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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Social

Carteira de trabalho Foto: Rafael Neddermeyer / Rafael Neddermeyer
Carteira de trabalho Foto: Rafael Neddermeyer / Rafael Neddermeyer

RIO – A reforma da Previdência entregue pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso retira a obrigatoriedade de o empregador pagar multa de 40% sobre o valor do FGTS ao trabalhador que for demitido e já estiver aposentado. Hoje, mesmo o empregado que já sacou  seu dinheiro do FGTS ao se aposentar tem  a multa de 40%  calculada sobre o total que a empresa depositou ao longo de seu contrato, acrescido de correções. O texto da reforma da Previdência também prevê que o empregador, a partir do momento em  que seu funcionário se aposenta e permanece na empresa, não precisa mais recolher a contribuição de 8% para o seu  FGTS. 

Resultado de imagem para a mente humana

O problema é que as pessoas estão sendo odiadas quando são reais e estão sendo amadas quando são falsas. (Bob Marley)

Parece ser inerente ao ser humano criar expectativas em relação a tudo, em relação às pessoas. Esperamos o pior ou o melhor do que está por vir e de quem faz parte de nossa jornada. Esperamos que as coisas aconteçam de determinada forma e que todos ajam conforme nossas perspectivas, seja quem conhecemos, sejam políticos, artistas, figuras públicas em geral. Porque ninguém quer frustração, nem dentro de si, nem lá de fora.

Queremos dar certo na vida, no amor. Queremos ter votado acertadamente, queremos que nossos ídolos ajam corretamente. Queremos ser valorizados no trabalho, na escola, nos círculos sociais. Muitos de nós não conseguimos lidar direito com rejeições e quebra de expectativas, pois isso requer equilíbrio, coragem e consciência sobre nossa própria responsabilidade no que ocorre. E é por isso que, muitas vezes, acabamos por nos enganar, conscientemente, alimentando ilusões que falsamente abrandam nosso sentimento de decepção e/ou derrota.

E é assim que, numa era em que a perfeição estética, a felicidade perene e o sucesso financeiro ditam as regras do jogo, torna-se ainda mais difícil digerir o que não dá certo, quem não é perfeito. Nesse contexto, a autenticidade vale menos do que a falsidade, em muitos aspectos, principalmente quando aquilo que não for real trouxer mais conforto do que uma verdade indigesta. Mesmo que se trate de mera aparência forjada, de encenação teatralizada, de perfumaria, verniz, patifaria.

Soma-se a isso a intransigência de muitos, hoje em dia, uma vez que várias pessoas são resistentes a perceber que podem estar erradas, que podem ter escolhido mal, que podem ter optado equivocadamente. Há muita dificuldade em mudar de opinião, em rever conceitos, repensar atitudes, em se olhar no espelho e encarar a necessidade de mudar os rumos das escolhas, dos pensamentos, do modo de vida. Com isso, é mais fácil se manter agarrado ao que já ruiu. Mudar dói.

Podemos até tentar nos confortar com mentiras que iludem, por temermos sair da zona de conforto, a qual, na verdade, nada mais faz do que incomodar. Podemos tentar manter velhas ideias, que já caíram por terra. Podemos tentar investir no que nunca terá futuro e ficar esperando o melhor de pessoas que nunca se dispuseram a nos ver como merecedores de algo. Mas a dor então será contínua e nunca cessará. Por outro lado, aceitar o erro e mudar também dói, mas passa. E a escolha é tão somente de cada um de nós.

psicologiasdobrasil

Cintia Melo, bailarina do Ratinho e do Faustão

Cintia Melo, bailarina do Ratinho e do Faustão (Reprodução)

Jornada dupla! Em um caso raro na TV, a bailarina Cintia Melo revelou como é trabalhar na Globo e no SBT ao mesmo tempo. Em entrevista ao TV Fama, a profissional falou mais sobre sua rotina e como lida com os patrões Ratinho e Fausto Silva. Cintia contou que trabalha no Programa do Ratinho há cerca de seis anos, e que o apresentador é “o patrão que todo mundo pediu a Deus”. Ela revelou, inclusive, que ele é muito prestativo, assim como toda a equipe de seu programa. Além disso, Cintia assumiu que Ratinho é uma pessoa sincera e que só está no balé por causa dele. Do mesmo modo, ela destacou a humildade do apresentador, que deixa a porta do seu camarim aberta para o acesso de todos os seus colaboradores. “Ele chega muito à vontade no SBT, sempre conversando com todo mundo. Ele deixa a porta do camarim aberta. Quem quiser conversar com ele consegue. Fora que ele vai no nosso camarim, que é mais simples e sempre tem muita gente”, revelou. Cintia também contou que, no início, o apoio de Ratinho foi crucial para que ela fosse aprovada no teste para bailarina. O apresentador a incentivou a buscar a vaga e dar o seu melhor para se destacar no programa.

Sem diferença

Do mesmo modo que tem um carinho especial por Ratinho, a bailarina contou que também está muito satisfeita no Domingão do Faustão. Embora ela não tenha tanta proximidade com o apresentador da Globo, Cintia Melo revelou que ele tem o maior carinho pelas dançarinas e ‘não tem papas na língua’. Questionada se há diferença entre as produções de Globo e SBT, a profissional destacou que, profissionalmente, nenhuma das emissoras deixa a desejar. “Falando profissionalmente, não tem diferença. Os dois exigem muito da técnica e do respeito com as meninas. Onde tem muita mulher, tem que haver muito respeito”, destacou.

observatoriodatelevisao

Moro disse que suspeitas do PSL serão investigadas

Marcelo Casal Júnior/Agência Brasil

ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse nesta quinta-feira (14) que serão investigadas suspeitas de repasses de recursos do PSL (Partido Social Liberal) para candidaturas de fachada. Segundo ele, essa foi uma determinação do presidente, Jair Bolsonaro. “O senhor presidente proferiu determinação e ela está sendo cumprida. Os fatos vão ser apurados e eventuais responsabilidades após investigações vão ser definidas”, disse Moro, sem especificar que casos exatamente serão foco das apurações. Na quarta-feira, em entrevista à TV Record, Bolsonaro informou que determinou à Polícia Federal a abertura de inquérito para apurar suspeitas de desvios de recursos do Fundo Partidário destinados ao PSL por meio de candidaturas laranjas nas eleições de 2018. Reportagens do jornal Folha de S.Paulo levantaram suspeitas de que o PSL tenha abastecido com verba pública candidaturas laranjas em Pernambuco e em Minas Gerais nas eleições 2018. Repasses teriam sido autorizados pelo então presidente da sigla, Gustavo Bebianno, hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência. “Se (o Bebianno) estiver envolvido e, logicamente, responsabilizado, lamentavelmente o destino não pode ser outro a não ser voltar às suas origens”, disse Bolsonaro, acrescentando que Moro tem “carta branca”. O caso virou um foco de crise com um mês e meio de governo. O filho do presidente, Carlos Bolsonaro, atacou Bebianno nas redes sociais negando que o ministro tenha conversado com Bolsonaro sobre o tema. Bebianno disse nesta quarta que não iria pedir demissão.

O governo federal informou que um novo decreto a ser assinado pelo presidente Jair Bolsonaro deve autorizar o uso do número do CPF como um cadastro geral para o cidadão acessar informações, benefícios e todo tipo de serviço público em todo o país. Serviço público terá prazo de um ano para atualizar toda a sua base de dados e usar o número do CPF dos cidadãos como principal referência. Esse decreto, elaborado Controladoria Geral da União (CGU), passa por ajustes finais no Planalto e deve ser assinado pelo presidente em breve. Com isso, o texto deve ser publicado no Diário Oficial da União e entrar em vigor imediatamente. Contudo, todo o serviço público terá prazo de um ano para atualizar toda a sua base de dados e usar o número do CPF dos cidadãos como principal referência.

Vale destacar que esse decreto não cria um documento único. Ele apenas força o serviço público a usar o número do CPF para substituto para o RG, carteira de trabalho, Pis-Pasep, certificado de serviço militar, cadastro em programas sociais e até carteira de habilitação. No caso desse último, contudo, o motorista ainda será obrigado a carregar a CNH enquanto dirige, sendo que esta é uma exigência legal.

Você não precisa fazer nada

O novo decreto vai exigir que departamentos e órgãos públicos façam a migração automática do número de referência para o CPF. Isto é, o cidadão não precisará se preocupar em procurar órgãos e repartições para atualizar seu cadastro. Apesar da mudança, o novo decreto não prevê a criação de um documento único físico. Ele apenas afirma que o número do CPF deve ser a referência padrão, e os números de outros documentos deverão ser apenas armazenados nas bases de dados públicas, sem que o cidadão precise decorá-los.Em entrevista à Folha de S. Paulo, o secretário de Governo Digital no Ministério da Economia, Luiz Felipe Salin Moteiro, disse que a mudança é o primeiro passo para a criação do novo “Documento Único”, o qual vem sendo atrasado suscetivelmente há anos.

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I. A tentação

Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe, os termos hebraico e grego para “tentar” (hb. massa, gr. peirazo) e “tentação” (hb. nasa, gr. peirasmos) podem ter os seguintes significados: (1) induzir ao pecado; (2) testar o valor e o caráter de alguém. O contexto bíblico deve definir qual a melhor tradução e sentido das palavras originais. De modo geral, quando usadas num sentido positivo para falar do teste que Deus impõe ao crente em particular ou ao seu povo em geral, diz-se que é uma “provação” de Deus; quando usadas num sentido negativo para falar da indução do diabo ao pecado ou da ação de nossa velha natureza cobiçando o que é contrário à santidade de Deus, diz-se que é uma “tentação”A tentação ou provação pode ter origem em Deus (num sentido sempre positivo, para com os crentes), no diabo (num sentido sempre negativo, contra os homens) ou nos homens (num sentido sempre negativo, contra Deus). Entendamos melhor nos pontos seguintes.

1. Quando vem de Deus: teste

Tiago, irmão do Senhor, disse que Deus a ninguém tenta (Tg 1.13). Essa tentação a que Tiago se refere (gr. peirazo) é a indução para o pecado, e de fato, ela nunca procede diretamente de Deus, visto que Ele é “tão puro de olhos” (Hc 1.13) e “grande em benignidade” (SL 103.8). Portanto, é infeliz a versão Almeida Corrigida quando diz, por exemplo, que “tentou Deus a Abraão” (Gn 22.1) no caso em que pediu o seu filho Isaque em sacrifício. Traduções melhores dizem: “pôs Deus Abraão à prova” (ARA), “Deus pôs Abraão à prova” (NVI) ou “sucedeu que Deus provou Abraão” (ALM21). Todavia, a versão Almeida Corrigida acerta quando, referindo-se ao mesmo episódio, no texto de Hebreus 11.17, traduz: “Pela fé, Abraão, no tempo em que Deus o expôs à prova, ofereceu-lhe Isaque como sacrifício…”. Deus estava colocando a fé e o caráter de Abraão sob teste, e de fato o patriarca foi aprovado com louvores quando Deus lhe disse: “…agora sei que temes a Deus…” (Gn 22.12). No Antigo Testamento vemos que Deus testa a veracidade da confiança de seu povo, como no já mencionado caso de Abraão e ainda nos casos de: Israel (Ex 15.25; 16.4), da tribo de Levi (Dt 33.8); de Ezequias (2Cr 32.31) e do salmista (Sl 26.2). No Novo Testamento diz-se que Jesus provou a fé de Filipe (Jo 6.6 – “para o experimentar”, ARC e ARA; “para colocá-lo (ou pô-lo) à prova”, NVI e ALM21). Portanto, a regra é essa: quando a ação é de Deus, é sempre positiva para experimentar a fé e o caráter do crente, tendo em vista a sua confirmação.

2. Quando vem do diabo: tentação

Não à toa satanás é chamado de “tentador” (Mt 4.3; 1Ts 3.5), visto que desde os primórdios da humanidade ele tem se ocupado deste ardil: seduzir os homens ao engano, ao pecado e à escravidão do mal. Devido suas constantes artimanhas, a Palavra de Deus nos alerta: “Não deis lugar ao diabo” (Ef 4.27); “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pe 5.8) e “…resisti ao diabo e ele fugirá de vós” (Tg 4.7).

Todavia, é verdade que nem sempre há uma ação direta de satanás inflamando o desejo de pecar no coração das pessoas – “cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência”, dizia Tiago (Tg 1.14). Desde que Adão caiu e arrastou com ele toda a humanidade para a escravidão do pecado, o homem separado de Deus e recusando sujeitar-se à sua graça está totalmente depravado, sempre se inclinando para o que é mau e corriqueiramente deixando-se cair nas seduções de sua natureza corrompida. Mesmo que oferecendo dádivas aos outros, o homem não deixa de ser mau em sua natureza (Mt 7.11). A concupiscência da carne e dos olhos e a soberba da vida sempre buscarão reinar no coração do homem, levando-o a satisfazer-se em práticas pecaminosas (1Jo 2.16). Sobre o homem descrente, John Wesley fazia a seguinte descrição: “No coração de todo filho de homem há um fundo inexaurível de maldade e injustiça, enraizado de forma tão profunda e firme na alma que nada, a não ser a graça toda-poderosa, pode curar isso” [1], e ainda: “O homem, por natureza, é repleto de todo tipo de maldade? É vazio de todo bem? É totalmente caído? Sua alma está totalmente corrompida? Ou, para fazer o teste ao contrário: ‘toda imaginação dos pensamentos de seu coração [é] só má continuamente’? Admita isso, e até aqui você é um cristão. Negue isso, e você ainda é um pagão” [2]. Assim, enquanto o diabo é nosso grande tentador externo, temos junto de nós a velha natureza como nosso tentador interno. Porém, satanás busca potencializar esses desejos do velho homem e sugerir à nossa mente que não devemos reprimir a vontade de “por um pouco de tempo ter o gozo do pecado” (Hb 11.25). Vigiemos nossos pontos fracos e aproximemo-nos de Deus em nossas necessidades físicas, emocionais, financeiras e espirituais, pois o inimigo costuma atacar-nos em nossas fraquezas! Fortifiquemo-nos na graça de Deus! (2Tm 2.1)

3. Quando vem dos homens: provocar ou pôr em dúvida

O texto de Êxodo 17.7, que trata sobre a contenda do povo hebreu com Moisés por água, diz que os filhos de Israel tentaram ao Senhor dizendo: “Está o Senhor no meio de nós ou não?”. Como entender essa “tentação” do povo contra o Senhor, se Tiago disse que “Deus não pode ser tentado pelo mal”? (Tg 1.13). A explicação é simples: Tiago tem em mente a tentação que procede do próprio interior, isto é, a cobiça pelo que é mau. De fato, esse tipo de tentação Deus nunca a sofrerá, visto que é totalmente e irretocavelmente santo! (Is 6.3) Todavia, quando o texto bíblico fala que os homens tentaram a Deus (conf. Nm 14.22; Sl 95.8,9; 1Co 10.9) o sentido não é de uma sedução para o pecado, mas de uma provocação incrédula. O pastor Esequias Soares pontua que testar (ou tentar) Deus é questionar sua fidelidade no pacto e duvidar de sua autoridade; tal atitude reflete descrença no Senhor, o que é reprovável! Deus mesmo sugere que seu povo faça prova (hb. bachan) dele quando agirem fielmente para com o Senhor, no sentido de que aguardem confiantemente no cumprimento de sua provisão prometida (Ml 3.10); mas Deus abomina ser colocado à prova ou tentado no sentido de ter sua promessa colocada sob desconfiança, dúvida e ainda se ver como alvo de murmurações daqueles que foram visitados por sua graça e provisão! Esse tipo de prova, provocação ou tentação advinda dos homens, Cristo também a sofreu, como está claro nos costumeiros embates travados com as autoridades religiosas de seu tempo, especialmente fariseus e saduceus (conf. Mt 16.1; Mc 8.11; 10.2). Foram muitas as tentações durante os breves três anos de ministério do nosso Senhor (Lc 22.28), mas ele afirmou: “Eu venci o mundo” (Jo 16.33). Aquele que em tudo foi tentado, mas sem pecado, pode como nosso fiel sumo sacerdote compadecer-se de nossas fraquezas (Hb 4.15). De tal modo que podemos cantar:

E nas lutas de cada dia,
Cristo nunca me deixa só,
Pois ele é meu seguro guia,
Ele só, Ele só.

II. A tentação de Jesus

Como dissemos, foram muitas as tentações de Jesus durante sua vida terrena (conf. Lc 22.28), todavia, a tentação que Jesus suportou logo após seu batismo, é de tal importância que merece uma atenção especial. O registro desse evento foi feito nos evangelhos sinóticos: Mateus 4.1-11; Marcos 1.12,13; Lucas 4.1-13. Discordamos da opinião de eminentes expositores, como João Calvino, para quem essa tentação de Jesus não foi literal, mas uma visão ou alegoria. Cremos no encontro real e físico de Jesus com satanás no deserto, visto que nada há no texto que nos leve a pensar em visão ou narrativa alegórica.

1. Propósito da tentação de Jesus

Convém-nos perguntar: qual o propósito da tentação de Jesus? Isto é, por que ela se fez necessária? Creio que esta resposta é objetiva e elucidativa:

Deus sempre testou todas as ordens de seres racionais que Ele criou. Esse teste consiste em uma prova de confiança e obediência totais. Um teste em si não é a causa de pecado. Apenas a ação do testado pode transformar o teste em uma ocasião para pecar. Os anjos eram a primeira ordem. Aqueles que criam em Deus e o obedecerão foram confirmados em justiça e se tornaram os anjos santos; aqueles que desobedeceram e se rebelaram junto com Satanás caíram. Adão e Eva se depararam com um teste de obediência; desobedeceram e caíram. Cristo, para poder redimir os homens, enfrentou testes e saiu vitorioso (Hb 5.7-9). Assim como pela desobediência do primeiro Adão todos caíram, também pela obediência do último Adão a salvação foi oferecida a todos quantos creram nele como Salvador pessoal (Rm 5.19) [3]

Devido a união perfeita das duas naturezas em Cristo, a divina e a humana, concluímos que era impossível Jesus ceder às tentações do diabo. Se Jesus pecasse, não apenas o homem Jesus estaria pecando, mas o Filho de Deus estaria pecando também, pois o humano e o divino são inseparáveis nele! A grande questão, na verdade, não era se Jesus poderia ou não pecar, mas se ele venceria ou não a tentação como homem, semelhante a nós, sem utilizar as suas prerrogativas divinas, visto que ele assumiu a posição de servo (Fp 2.5-8). A diferença é que a natureza humana de Jesus não era caída, isto é, não trazia a corrupção interior; ao passo que nós os que fomos concebidos naturalmente, fomos concebidos em pecados, trazendo a inclinação interior para o mal desde o ventre materno (Sl 51.5). Todavia, o auxílio que Jesus recebeu é o mesmo que está disponível para todo crente: o Espírito Santo que o guiou em todo tempo no deserto. Jesus não reivindicou força onipotente para triunfar sobre a tentação – o que teria sido muito fácil para ele. A Bíblia de Estudo Pentecostal traz uma boa nota: Uma vez que Cristo teve que enfrentar a tentação, como representante do homem ele não poderia empregar nenhum outro meio para vencê-la além do de um homem cheio do Espírito Santo [4]. E é aqui que está a questão: se vivemos a deficiência do pecado e o fardo da velha natureza corrompida, podemos desfrutar do eficiente auxílio do Espírito Santo para nos fazer mortificar o velho “eu” e nos capacitar para vitórias após vitórias nas batalhas espirituais travadas diuturnamente!

2. A orientação e a capacitação do Espírito Santo

Tanto Mateus como Marcos e Lucas destacam o papel do Espírito Santo na condução de Jesus para o deserto a fim de que fosse tentado pelo diabo. Mateus diz que Jesus foi levado (gr. anago, isto é, colocado no meio) pelo Espírito ao deserto (Mt 4.1); Marcos usa uma linguagem mais forte e diz que o Espírito impeliu (gr. ekballo, isto é, mandar sair, com ideia de violência) para o deserto (Mc 1.12); Lucas escreve que Jesus foi guiado (gr. ago, isto é, conduzir com as mãos levando ao destino) pelo Espírito no deserto (Lc 4.1). Cada forma peculiar dos autores escreverem ressalta uma característica da ação do Espírito sobre Jesus: em Mateus, o Espírito é aquele que coloca Jesus no meio do deserto; em Marcos, o Espírito é aquele que traz a firme convicção no coração para ir ao deserto; em Lucas, o Espírito é aquele enche Jesus e que está presente no deserto, não só quando leva Jesus até lá, mas durante todo período da tentação. Os crentes hoje que almejam, com acerto, uma vida orientada pelo Espírito, preparem-se pois é no deserto que o Espírito costuma forjar cristãos fortes e vencedores!

3. As feras do deserto

Marcos destaca que no deserto Jesus estava “com as feras”. Os expositores divergem se o sentido desse acréscimo de Marcos é para dizer que Jesus estava em meio ao perigo das feras no deserto [5], ou para dizer que Jesus estava em companhia amistosa dos animais selvagens [6]. Menos provável é a opinião de Mulholland, para quem “a referência à presença de Jesus entre os animais seja uma alusão à restauração do Éden (Is 11.6-8; 65.25; Os 2.18) com a reversão da inimizade que surgiu no universo como resultado da queda (Gn 3.15)” [7]. William MacDonald deixa a questão em aberto: “Esses animais eram energizados por satanás para tentarem destruir o Senhor?” [8]. Se há alguma referência messiânica no Salmo 91, então parece mais coerente pensarmos nessas feras do deserto como animais selvagens hostis ao Senhor: “Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente” (Sl 91.13).

III. A tríplice tentação

Como está claro no texto de Lucas (4.2), as três tentações em destaque nas narrativas deste evangelista e de Mateus foram apenas algumas, dentre muitas outras, que Jesus suportou durante os quarenta dias em que esteve no deserto. A ordem das tentações é diferente nestes dois evangelhos, mas não há contradição nos relatos. Todavia, para efeito de estudo, daremos preferência ao relato de Mateus, que nos parece melhor organizado na sucessão das tentações.

1. A primeira tentação: saciar-se através de um milagre

Jesus não esteve ocioso no deserto aguardando os ataques de satanás. O texto bíblico diz que Jesus jejuou quarenta dias e quarenta noites, ao final dos quais ele teve fome (Mt 4.2). Certamente esse jejum de Jesus tinha uma conotação religiosa, quando ele absteve-se de alimentos para o corpo a fim de fortalecer-se no espírito. Esse jejum prolongado de Jesus deve ter sido acompanhado de muitas orações ao Pai, como lhe era de costume fazer.

Como o texto bíblico fala que Jesus “não comeu coisa alguma” (Lc 4.1), que ele teve fome (Mt 4.2) e que a primeira sugestão do diabo foi que ele transformasse pedras em pães (Mt 4.3), devemos concluir que esse jejum de Jesus foi abstenção de alimentos, mas não de água. A abstinência total de alimentos e água demandaria um milagre para sobrevivência do Filho do homem em meio ao deserto (especialmente durante o dia, quando o sol fervilhava!), e não parece razoável admitirmos a ocorrência de um milagre quando estamos lidando com um período de tentações que Jesus precisaria vencer como homem. O evangelho de João aponta que o primeiro milagre de Jesus foi transformar água em vinho (Jo 2.11) e não sobreviver sem pão nem água por quarenta dias no deserto!

Agora o diabo lhe tenta: “Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães” (Mt 4.3). Apesar das nossas traduções em português sugerirem dúvida quanto a Jesus ser Filho de Deus, o texto grego não sugere que satanás tinha dúvida ou que ele queria impor alguma dúvida na mente de Jesus quanto à sua filiação divina. Como ressaltou MacDonald, “As palavras introdutórias ‘Se és Filho de Deus’ (…) realmente significam: ‘Já que és Filho de Deus’. O diabo está se referindo às palavras do Pai a Jesus em seu batismo: ‘Este é o meu Filho amado’” [9].

A tentação do diabo neste caso não era impor dúvida, mas aproveitar-se da certeza de que Jesus é o Filho de Deus para seduzi-lo a usar suas prerrogativas divinas e se autossatisfazer transformando substâncias a bel prazer para escapar das necessidades humanas. Nesse caso, porém, falhariam as profecias que diziam que o Messias seria “homem de dores, e experimentado nos trabalhos” (Is 53.3). As provações e privações enfrentadas por Cristo faziam parte das dores e dos trabalhos em que ele seria experimentado pelo Pai. Primeiro os espinhos, depois as glórias!

Mas vejamos que maravilha: aquele que de própria vontade transformou a água em vinho para servir aos seus amigos em Caná da Galiléia, negara outrora transformar pedras em pão para se autocongratular! Jesus não fazia milagres em benefício próprio, mas em benefício das gentes sofridas que lhe clamavam por socorro. Satanás queria um espetáculo daquele que foi apresentado publicamente como o Filho amado do Pai; todavia, Jesus, que não buscava sua própria glória (Jo 8.50), respondeu a satanás citando o texto do Pentateuco: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4.4; Dt 8.3). Se a Palavra é a espada do Espírito (Ef 6.17), então Jesus a manuseou bem contra satanás, desferindo-lhe golpes em sequência! Mas reflitamos: quantos de nós temos jejuado no corpo para nutrir nosso espírito com jejuns, orações e Palavra de Deus? Nessa cultura dos fast-foods somos corriqueiramente tentados a não jejuar ou a quebrar nossos jejuns para saciar os apetites do corpo. Precisamos aprender a jejuar com nosso Senhor Jesus! Para desfrutarmos de semelhante poder e vitória sobre o mal.

2. A segunda tentação: confiança presunçosa no Pai

Devido a primeira resposta de Jesus ter sido conforme as Escrituras, satanás, que é a antiga serpente do Éden, o primeiro pseudointérprete da história que torceu as palavras de Deus para seduzir Eva a comer do fruto proibido, agora deve ter raciocinado que lograria semelhante êxito contra o Filho de Deus. Ele “transportou” (ARC) ou “levou” (ARA) Jesus à cidade santa, que é Jerusalém (cremos que por um ato de transladação e não de caminhada até o templo; mas com todo consentimento de Cristo, já que para ser tentado é que ele fora levado pelo Espírito ao deserto), e o colocou sobre o pináculo, que era a parte mais alta do templo (difícil de ser definida com precisão), e então sugeriu citando uma porção do Salmo 91: “Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra” (Mt 4.6; Sl 91.11,12).

A tentativa de suicídio proposta por Satanás, sob pretensa promessa bíblica de livramento após o ato ser iniciado, foi uma armadilha para abusar de Deus com uma confiança presunçosa. A promessa do Salmo 91 não fora feita aos suicidas nem aos que intentam deliberadamente contra sua segurança física a partir de uma fé cega e irrefletida, mas aos que deparando-se com o perigo que não foi buscado ou desejado, depositam sua confiança em Deus para proteção do mal. A parte que Satanás propositalmente escondeu foi esta: “…para te guardarem em todos os teus caminhos…” (Sl 91.11). Deus promete livramento nos caminhos da vida, e não em atos deliberados de atrevimento e cinismo!

Mas novamente Jesus demonstra não ter qualquer simpatia pelo diabo e nenhum interesse em sujeitar-se à ele. Se o diabo torceu as Escrituras e a utilizou mal, o Verbo de Deus a menciona com autoridade e corretamente interpretada: “Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus” (Mt 4.7; Dt 6.16). Não deve nos impressionar que o diabo cite as Escrituras mal interpretadas e mal aplicadas, pois isto faz parte de suas artimanhas, especialmente para com aqueles que demonstram interesse de submissão à Palavra de Deus. Hoje ele continua fazendo isso através de falsos mestres, propagando falsas doutrinas e heresias perniciosas para enganar os homens  ingênuos, que não examinam as Escrituras, nem comparam as coisas espirituais com as espirituais. (1Co 2.13)

3. A terceira tentação: instigar desejo pelo poder fácil

Visto que é persistente, satanás prossegue em sua última investida contra o Filho de Deus, agora tentando provocar-lhe a vaidade, a soberba e o desejo de retomada fácil do domínio sobre os homens, agora escravos de satanás devido o pecado que os separara de Deus. É certamente a tentação mais petulante de todas: “Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4.8,9). Num relance, satanás mostra a Cristo todos os reinos e as glórias do mundo (Lc 4.5: “…num momento de tempo…”).

O texto de Lucas acrescenta que o diabo teria justificado assim sua oferta: “Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória; porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero” (Lc 4.6). Jesus não questiona esse domínio do grande usurpador, visto que, de fato, em razão do pecado dos homens pelos quais se fizeram prisioneiros do diabo e da permissão divina que confere domínio provisório a satanás sobre as riquezas deste mundo vil (o mundo que se opõe a Deus, excetuando-se, portanto, as riquezas dos salvos que foram consagradas a Cristo e sobre as quais satanás não tem nenhum direito), o adversário é de fato “o deus deste século” (2Co 4.4) e “o príncipe deste mundo” (Jo 14.30).

Mas sua tentação é atrevida não porque oferece fácil e pronta retomada do domínio global (de fato, satanás tem repartido este poder e estas glórias com muitos homens e mulheres que têm se sujeitado a ele através de pactos nefastos), mas porque exige ao Filho de Deus a condição da adoração a satanás! Jesus assim deixaria de ser submisso ao Pai para fazer-se co-regente do mundo com o diabo. E na verdade, há uma tentativa de estabelecer um acordo de paz com Jesus, ao mesmo tempo livrando Jesus dos horrores da cruz bem como poupando a satanás de ter sua cabeça esmagada e sua derrota garantida no Calvário. Todavia, recusando tal acordo com o diabo, Jesus poderia dizer mais à frente aos seus discípulos: “Ele [o diabo] não tem nenhum direito sobre mim” (Jo 14.30b, NVI). Se Jesus tivesse firmado acordo de paz com satanás, não iria fazer mais sentido Paulo perguntar: “E que concórdia há entre Cristo e Belial?” (2Co 6.15).

Todavia, Jesus Cristo recusou a oferta de satanás, visto que mediante o preço de sangue é que ele iria nos redimir, derramando a sua alma na morte (Is 53.12), e tomando, através de sua graça que é branda e suave, o controle de nossos corações e o governo sobre os homens que deliberadamente o recebessem em seus corações. Satanás pediu acordo de paz, mas Jesus lhe trouxe espada! (Mt 10.34). Satanás, até mesmo por boca de Pedro, tentou impedir o caminho de Jesus até a cruz (Mt 16.21-23), todavia, Jesus não se recusou a beber todo o cálice que o Pai lhe deu a beber (Mc 10.38; Jo 18.11). Jesus não transitou por atalhos, antes percorreu todo o trajeto que o Pai já havia estabelecido e que as Escrituras já há muito prenunciavam (Mt 26.54)

A última resposta de Jesus a satanás foi: “Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Mais uma vez, Jesus cita o Pentateuco (Dt 6.13; 10.20). O diabo deixou a Jesus (Mt 4.11) e a batalha do deserto estava ganha, embora a guerra continuasse, já que em tempo oportuno mais à frente ele se manifestaria para novas batalhas (Lc 4.13). Com auxílio do Espírito Santo, através da oração, do jejum e da Palavra de Deus, Jesus obteve vitórias sobre o seu adversário! Hoje, Cristo não é mais tentado, mas coloca-se como irmão e amigo ao nosso lado para nos fortalecer, nos persuadir do bem, e nos livrar das astutas ciladas do diabo. Como dizia um antigo hino cantado pela irmã Aline Barros,

Quando o pecado chegar em você,
Clame o nome de Jesus,
Ele está perto pra te socorrer,
Mas você precisa clamar!

Ao final das tentações no deserto, o Cristo faminto recebe a visita de anjos que vieram lhe servir, trazendo-lhe ânimo e alimento (como no caso de Elias, 1Re 19.6,7). O que faltava a Jesus e satanás lhe sugeria trazer a existência por meio de um milagre, os anjos de Deus trouxeram ao Filho. Assim é na vida de todo crente fiel: ele precisa de algo, satanás vem e lhe tenta nessa necessidade, mas propondo caminhos escusos para se alcançar o que precisa; todavia, o temor a Deus livra o crente de cair no engano de satanás, e então Deus mesmo traz até o crente fiel a provisão necessária. E como recusar o pão que o diabo amassou para comer o maná do céu! Deus é glorificado, o crente é suprido e o diabo é envergonhado!

Conclusão

Quando falamos que Jesus venceu as tentações é comum ouvirmos alguém murmurar: “ah, mas é claro que Jesus venceu, afinal ele é o todo poderoso”. Todavia, como vimos no estudo da Lição de hoje, Jesus venceu as tentações como homem, sem usar de suas prerrogativas divinas, sem apelar para a sua força onipotente, o que lhe daria grande vantagem. Jesus venceu porque orava, jejuava, era guiado pelo Espírito, cheio do Espírito e alimentava-se de profunda comunhão e submissão ao Pai. Se formos cristãos de fato e não apenas de nome, então seguiremos os passos de Cristo, nos espelharemos nele, buscaremos um coração semelhante ao dele, e seremos vencedores sobre as tentações. Mesmo quando em fraqueza pecarmos, se nos voltarmos para ele arrependidos, ele advogará nossa causa junto ao Pai e ser-nos-á a propiciação que afugenta a ira divina e nos torna amados diante de Deus! (1Jo 2.1,2)

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Fazenda Estrondo é fruto da grilagem de 444 mil hectares de terras na região do Matopiba - Créditos: De Olho Nos Ruralistas/Reprodução
Fazenda Estrondo é fruto da grilagem de 444 mil hectares de terras na região do Matopiba / De Olho Nos Ruralistas/Reprodução

A celebração é um “get together à beira da piscina”, conforme as palavras da colunista social Hildegard Angel, em seu blog:

– As mulheres todas confabulando para saber como irão neste final de semana ao casamento de Dadado e Cecília Veiga – se irão usar pele ou não – durante o almoço de aniversário de Claudia Levinsohn, ontem, quando ela apresentou aos amigos seu neto Patrick, que mora nos Estados Unidos. Um refúgio dentro da Mata Atlântica, onde colibris, macacos prego e outras espécies convivem em perfeita harmonia com as orquídeas. O que este cenário de festa da alta sociedade no Rio tem a ver com o conflito de terras na Fazenda Estrondo, na Bahia, onde um camponês foi baleado no fim de janeiro?

“Azul da cor da piscina”, descreveu a colunista. (Foto: Reprodução)

Claudia vestia um azul combinando com a piscina. Ela é irmã de Priscilla Levinsohn, personagem assídua dos encontros da aristocracia carioca. Nas redes sociais ou nos “get together”, as irmãs interagem com as socialites Narcisa Tamborindeguy, Andrea Rudge e Patrícia Leal, a ex-esposa do ex-bilionário Eike Batista. Com a jornalista Glória Maria, a modelo Luiza Brunet, entre outras celebridades que frequentam o hotel Copacabana Palace. Com direito a show de Tiago Abravanel.

A excêntrica vida das irmãs Levinsohn é apresentada com alguma frequência em colunas sociais, como a de Lu Lacerda, que descreveu em seu blog o aniversário de Priscilla, em 2014, uma festa extravagante para 700 pessoas na mansão da família, na Gávea, com o seguinte tema inspirado no maior prêmio do cinema mundial: “Oscar: homens de preto e mulheres deslumbrantes”.

É Lu Lacerda quem descreve o clima entre os convivas:

– Um convidado brincou: “Que festa é essa? Prevejo alegria e gastos”. Acertou. Foi alegríssima a noite da Priscilla, em decoração linda e vibrante de Antonio Neves da Rocha, com lista [de convidados] variadíssima: nomes públicos, nomes sociais…e banqueiros de várias áreas de atuação. Entusiasmada, a advogada Priscilla Levinsohn afirma à jornalista: “Se fosse convidar todos os meus amigos, encheria o Maracanã“.

A mesma Lu Lacerda narrou em seu blog, no dia 23 de janeiro, as peripécias de Priscilla Levinsohn para “visitar dois amigos da Lava Jato presos em Bangu 8”. Priscilla quis entrar com 24 garrafas de água mineral, 12 para cada amigo preso. O agente penitenciário contestou: “A senhora sabe, como advogada, que não pode fazer a custódia para os internos”. Priscilla respondeu: “Está fazendo 42 graus e eles estão sem ter o que beber. Qual a água que o senhor espera que eles bebam se nem filtro aqui tem?”

Na Bahia, Jagunços atiram em um camponês

No Rio de Janeiro, distraídas entre uma taça e outra de champanhe, Claudia e Priscilla talvez tenham sido avisadas que, na manhã do dia 31 de janeiro, seguranças que trabalham para a sua família balearam Jossinei Lopes Leite, diretor da Associação Comunitária da Cachoeira, na Fazenda Estrondo, na zona rural de Formosa do Rio Preto, na Bahia. Parentes de Lopes Leite alegam que o seu gado foi roubado pelos funcionários da Fazenda Estrondo. Ato contínuo, os familiares foram até a propriedade rural exigir os animais, mas foram recebidos a tiros. O camponês foi alvejado na perna e encaminhado para o hospital do município.

Segue um trecho da conversa entre os ribeirinhos e os seguranças, conforme vídeo divulgado pelo portal Metrópoles:

– Vai soltar o gado?

– Não, não vou.

– Por quê? O gado é seu?

– Não. Estou aqui fazendo meu serviço.

– Por que vocês não soltam o gado?

– É ordem da fazenda. Para aí, rapá!

– Eu não vou parar não. Se vocês quiserem atirar para matar, podem atirar. Pode atirar pra matar.

 Levinsohn preso em 2016 Priscilla e Cláudia estão entre as sócias da Fazenda Estrondo, que tem em seu corpo societário o pai das socialites, o octogenário gaúcho Ronald Guimarães Levinsohn, frequentador menos assíduo das colunas sociais. Envolvido em diversos escândalos, o fazendeiro chegou a ser preso, em julho de 2016, no âmbito da Operação Recomeço, um desmembramento da Lava Jato.

Ronald Levinsohn, preso em 2016 por crimes contra o sistema financeiro. (Foto: Reprodução)

Essa operação investiga a associação criminosa para crimes contra o sistema financeiro pela venda de títulos imobiliários aos fundos de pensão Postalis, dos Correios, e Petros, da Petrobras. Outras quinze pessoas foram detidas à época – além de Levinsohn, neto de um executivo inglês da Swift Foods Company – por contribuírem com o esquema. Faz parte do histórico de Ronald Levinsohn a falência do Grupo Delfin, em 1983, nos estertores da ditadura, na época a maior empresa privada de crédito imobiliário do Brasil. A empresa tentava saldar uma dívida de 79 bilhões de cruzeiros com o extinto BNH, incorporado pela Caixa Econômica Federal, oferecendo dois terrenos que custariam, de acordo com o empresário, 60 bilhões. Uma auditoria feita nas propriedades revelou uma cifra dez vezes menor: 6 bilhões.Uma reportagem da Folha relatou a fraude nos anos 80. Foi um escândalo. Correntistas do grupo correram às agências para retirar tudo que podiam de suas contas. Resultado, a bancarrota.

Comunidades tradicionais são privadas de liberdade na Estrondo.

(Foto: Fernando Martinho/Repórter Brasil)

Fazenda aparece no Livro Branco da grilagem.

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Representantes de entidades da sociedade civil organizada durante ato político na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF) - Créditos: Lula Marques/ PT na Câmara
Representantes de entidades da sociedade civil organizada durante ato político na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF) / Lula Marques/ PT na Câmara

Em ato político realizado nesta terça-feira (12) na Câmara dos Deputados, entidades da sociedade civil organizada provocaram deputados e senadores para a criação de uma Frente Parlamentar Mista em Defesa da Democracia e dos Direitos Humanos.  Ao todo, o movimento pela formação do grupo reúne 47 organizações, incluindo entidades das áreas socioambiental, indígena, quilombola, jurídica, da comunicação social, entre outros.De acordo com os articuladores, a ideia é criar a Frente para aglutinar deputados e senadores do campo democrático em torno de pautas comuns. Entre elas, estão temas como reforma agrária, igualdades racial e de gênero, justiça social, democratização da comunicação, direitos da população LGBT e dos trabalhadores, etc.Alexandre Conceição, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), uma das entidades articuladoras, destacou a importância do combate à criminalização dos movimentos populares, uma ameaça que marca o conteúdo de diferentes propostas legislativas na Câmara e no Senado.Ele citou como exemplo as diferentes tentativas de enquadramento dos trabalhadores sem terra como supostos terroristas e destacou o contexto de avanço conservador, que tomou fôlego com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência da República.“O tema da criminalização acompanha a luta pela terra, a luta dos povos indígenas, quilombolas secularmente, mas agora temos, mais do que tudo, um governo que  persegue os movimentos sociais e criminaliza a política pública, colocando fim às grandes políticas, como a desapropriação, a demarcação de terras indígenas, gerando violência. Então, essa frente passa por uma ampla mobilização contra a criminalização da luta social”, afirmou.A advogada Vera Lúcia, integrante da Frente de Mulheres Negras do Distrito Federal e da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia(ABJD), mencionou a importância da luta contra a misoginia, que coloca em xeque direitos historicamente conquistados pelas mulheres. Além disso, pediu uma maior interação entre sociedade e parlamento nas pautas que dizem respeito aos diferentes interesses populares e nacionais.“É quase um instinto de sobrevivência estar presente neste momento e, fundamentalmente, ter uma capacidade de diálogo, de ampliação dessa frente no campo da sociedade e fazer com que esta encontre ressonância no Congresso Nacional, que há de ser a nossa grande trincheira de resistência a toda essa onda avassaladora de destruição de direitos”, completou.Representantes da luta indígena também reforçaram a necessidade de criação da Frente, como o cacique Babau Tupinambá, da Bahia.Ele afirmou que o movimento de defesa das comunidades tradicionais vem apostando em uma maior aproximação com o Poder Legislativo, como forma de intensificar sua participação nos grandes debates sociais e alcançar uma maior capilaridade naquilo que se refere à garantia dos direitos dos povos.  “O índio foi sempre considerado um problema pro país, excluído de participação. Hoje nós estamos participando e temos uma deputada eleita [Joênia Wapichana (Rede-RR)]. Temos que ocupar esses espaços de democracia pra mostrar que nós também somos humanos. Não somos um bicho isolado pra ficar sitiado e os outros falando por nós”, disse, acrescentando que os direitos indígenas devem constar no escopo de atuação da Frente.

Parlamentares

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Victoria Beckham (Foto: Neilson Barnard/Getty Images)

Victoria Beckham acaba de dar mais um passo rumo à moda eco-friendly. A marca da estilista, que nunca usou pele em suas coleções, anunciou hoje o fim de couros exóticos em suas criações.”Como uma empresa, há algum tempo viemos tentando usar mais materiais de fontes éticas e com menos impacto ambiental”, disse a porta-voz da marca, que vai banir os couros exóticos de sua produção a partir da coleção de inverno 2019. “Esta decisão reflete o desejo não só da marca, mas também de suas clientes”, acrescentou.

Brasília – O governo do presidente Jair Bolsonaro discute com parlamentares a possibilidade de nomear mais de mil cargos de segundo escalão nos Estados como forma de ajudar o Executivo a garantir votos para aprovar a reforma da Previdência, afirmou à Reuters o secretário Especial para a Câmara dos Deputados, Carlos Manato.As nomeações para o segundo escalão, disse Manato, estão suspensas por ordem do presidente até o retorno dele, que está hospitalizado desde o fim de janeiro recuperando-se da terceira cirurgia em razão do atentado à faca ainda na campanha eleitoral. Nesta terça-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu o texto final da reforma e que deverá ser apresentado ao presidente.Por outro lado, um relatório com a lista das sugestões dos parlamentares para os cargos será apresentada em breve ao presidente para que ele e os ministros das respectivas áreas decidam sobre as nomeações.

Segundo Manato, o presidente e os ministros vão avaliar primeiro se os cargos são estratégicos e, por isso, não passíveis de entrarem na negociação com deputados e senadores.

exame

O Presidente Jair Bolsonaro, chega ao Palácio do Alvorada, cumprimenta moradores de Glicério/SP e fala sobre à tragédia em Brumadinho.Wilson Dias/Agência Brasil

Secretário Rogério Marinho diz que presidente dará palavra final

O texto-base da reforma da Previdência foi concluído pela equipe de governo e agora aguarda a análise do presidente Jair Bolsonaro, ainda internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Segundo o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que esteve hoje (12) reunido com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em Brasília, o presidente dará a palavra final sobre o projeto que será enviado à Câmara dos Deputados.“Evidente que existem pontos que serão levados à presença do presidente para que ele possa tomar sua posição, possa definir de que forma isso possa chegar à Câmara Federal”, disse Marinho.

O secretário informou que o texto foi construído por diversas áreas do governo, além da contribuição de economistas e avaliação do projeto enviado pelo ex-presidente Michel Temer ao Congresso. Ele não antecipou nenhuma regra.Marinho disse que o texto final é “bem diferente” da minuta do projeto que vazou para a imprensa na semana passada. Nessa minuta, o governo proporia idade mínima única de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem no Brasil. Além disso, a minuta de projeto ainda previa um mínimo de 20 anos de contribuição para o trabalhador receber 60% da aposentadoria chegando, de forma escalonada, até o limite de 40 anos, para o recebimento de 100%. Perguntado sobre quando o projeto será apresentado à sociedade, Marinho respondeu que isso vai ocorrer o mais rapidamente possível. “Vamos aguardar que o presidente convalesça, que ele esteja em plena condição de exercício do seu mandato, que eu espero que seja amanhã ou quinta-feira, e, apresentado [o texto] ao presidente, ele vai definir o prazo”, disse o secretário.

Militares

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Gisele Bündchen, 38 anos, mostrou em suas redes sociais que não abandonou as raízes brasileiras e que quer compartilhá-las com seu marido, Tom Brady. Na quinta-feira (7), a modelo aproveitou uma folga em sua agenda e foi conferir o show da banda Tribalistas, em Boston, nos Estados Unidos. Gisele até compartilhou alguns momentos do show nos stories do seu Instagram. Depois da apresentação da banda, o casal foi aos bastidores para tietar os integrantes Arnaldo AntunesCarlinhos Brown e Marisa Monte. Nas redes sociais da banda, eles agradeceram a presença do casal e postaram uma foto com a seguinte legenda: “Vocês são fabulosos e nos fizeram mega felizes com a visita. Somos muito fãs dos dois”

claudia

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  1. Deserto, lugar de caminhada.

Um dos significados de deserto é “terra inabitada”; mas a Bíblia diz que Deus estabeleceu a Terra para que fosse habitada (Is 45.18). Portanto, o deserto não é um lugar de moradia, mas de caminhada, lugar de passagem, de transição. Deus mostrou aos hebreus que, ao conduzi-los até Canaã, guiou-os por um grande e terrível deserto de serpentes ardentes, escorpiões e terra seca, em que não havia água (Dt 8.15). O objetivo do Senhor era humilhar e prová-los, para saber o que estava nos seus corações, e se guardariam os mandamentos ou não (Dt 8.2), Deus queria, dessa forma, que a caminhada do deserto nunca fosse esquecida pelos hebreus, pelo aprofundamento do relacionamento com o Senhor.

  1. Deserto, lugar de treinamento.

A caminhada pelo deserto sacudiu as estruturas morais e psicológicas dos hebreus, sendo que ali foi revelado o caráter deles, desnudadas as intolerâncias, exposta a espiritualidade. Jesus, também, antes de começar seu ministério, foi. pelo Espírito Santo, conduzido ao deserto para ser experimentado. Ninguém está livre desse período de caminhada, no qual, à proporção que a escassez se manifesta, Deus treina seu povo. Atribui-se a William Shakespeare a seguinte frase: “Quando o mar está calmo, qualquer barco navega bem”. Parafraseando: “Sem problemas e pressões, qualquer pessoa reage com tranquilidade”, mas isso não traz nenhum mérito! As pessoas (como os barcos) foram feitas para abrirem caminhos nos mares tempestuosos da existência! Assim, se os indivíduos (como os barcos) nunca forem testados em condições de estresse, nunca serão confiáveis, pois, em regra, as longas travessias apresentam muitos perigos.

  1. Deserto, lugar de milagres.

Está escrito que Deus fez “prodígios e sinais na terra do Egito, no mar Vermelho e no deserto, por quarenta anos” (At 7.36). No período de maior provação da descendência de Abraão, o amigo de Deus, existiram abundantes milagres. Quando ia faltar água, ou comida, sempre havia uma provisão extraordinária. As roupas e os sapatos dos israelitas, milagrosamente, não se desgastavam, mesmo debaixo de um sol causticante (Dt 8,4). O fato é que, ao longo de quase 40 anos de caminhada no deserto, nenhum deles morreu de sede ou fome, ou ficou sem roupa ou calçado. Disse Jesus: “Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos?” (Mt 6.30,31).

Pense!

Como entender o propósito de Deus em fazer com que um povo, que Ele diz amar, passar pelo deserto, para ser humilhado?

Não seria isso um contrassenso?

Ponto Importante

Quem ama de verdade não se contenta em ter o objeto do seu amor de qualquer forma, mas da melhor forma! Para isso, a experiência do deserto é indispensável.

CRISTO NO DESERTO

  1. A pedra que os seguia.

A constatação mais confortante de toda a travessia de décadas pelo deserto é a de que Cristo estava ali, com o hebreus, em todo o tempo. Jesus Cristo era a “pedra espiritual que os seguia” (1 Co 10.4). A expressão bíblica demonstra todo cuidado e carinho de Deus por seu povo, A vida neste mundo, portanto, só prossegue pela abundante graça e misericórdia divina, Pois. Deus conhece a desobediência do seu povo, mas mesmo assim, continua a nos suportar, e nos acompanhar, pacientemente, todos os dias. É por causa dEle — Cristo Jesus — que não sucumbimos! “Glória, pois, a ELe, eternamente” (Rm 11.36).

  1. O maná.

Em João 6.48-51, Jesus se identificou como o maná que alimentou os israelitas no deserto pelo tempo da peregrinação. Interessante que, a princípio, eles aceitaram aquela provisão diária de comida, entretanto, posteriormente, o povo não teve mais vontade de comê-la. Então, começaram a chamar o maná de “pão tão vil” (Nm 21.5)   . Mesmo com todo esse desprezo, todas as manhãs, por quase 40 anos, continuou “chovendo” comida da parte de Deus. Quanta humildade e bondade da parte do Senhor! Não é, porventura, o que acontece cotidianamente nos dias atuais? Muitas pessoas, inclusive cristãs, desprezam e ridicularizam a bendita Palavra de Deus, preferindo os “pratos da culinária do velho Egito, cheios de temperos que fazem mal”? Ainda assim, o Senhor, cheio de compaixão, continua batendo à porta e dizendo: Eu quero cear com vocês (Ap 3.20).

  1. A serpente de bronze (Jo 3.14).

Em João 3.14, Jesus declara que a serpente de bronze que foi Levantada, por Moisés, no deserto, era um tipo dEle. Esse objeto de metaL era a alternativa de cura para todos aqueles que fossem mordidos pelas serpentes venenosas. A desobediência do povo suscitou aquele juízo divino. Isso revela que o deserto é um lugar perigoso, mas se o caminhante estiver sempre olhando para Cristo, não sofrerá dano irreversível, mortal, ainda que, ocasionalmente, sofra algum revés.

Pense!

Será que se pode acreditar, de fato, que o Deus que conduziu seu povo ao deserto para o humilhar está, realmente, com ele todos os dias?

Ponto Importante

Os tipos de Cristo, durante a travessia pelo deserto, demonstram claramente o cumprimento da promessa: “Não te deixarei, nem te desampararei” (Hb 13.5)


TEXTO ÁUREO

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” (Fp 2.5)

       VERDADE PRÁTICA

Os substantivos “mente”, “sentimento” e “entendimento” pertencem à esfera do intelecto, que permite à pessoa aprender, desejar, pensar e agir.

LEITURA DIÁRIA

SEG. Mc 12.30: A fé cristã é racional, assim, amamos a Deus com todo o nosso entendimento

TER. Rm 7.25: Servimos a Deus com entendimento, pois a fé cristã não é irracional

QUA. Rm 8.6,7: A mente carnal é a predisposição mental da carne

QUIRm 12.2: Transformados pela renovação de nossa mente

SEX. 1Co 2.16: Ter a mente de Cristo significa pensar como Ele

SÁB. Cl 2.18: A mente ou o entendimento carnal pode envolver erro doutrinário

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Filipenses 4.4-9

4– Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos.

5– Seja a vossa equidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.

6– Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças.

7– E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.

8– Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo,  tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

9– O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.

HINOS SUGERIDOS: 185,187,599 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Mostrar que o seguidor de Jesus tem a mente de Cristo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

I- Explicar a epístola aos Filipenses;

II- Conceituar a palavra “mente” no contexto bíblico;

III- Expor o conceito da expressão “a mente de Cristo”.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Quem viveu o milagre do novo nascimento recebeu o processo de metanoia, isto é, transformação plena da mente e do pensamento. Algo que só o Espírito Santo pode fazer. A lição desta semana tem como propósito a reflexão introspectiva acerca das atitudes, das decisões e da maneira de viver dos que se acham discípulos do Mestre. A pergunta cabível ao final da presente lição é: “Jesus realmente é o Senhor do seu pensamento?” Como o nosso tema está fundamento na epístola aos Filipenses, estude-a disciplinadamente para expor o conteúdo desta semana. Boa aula!

INTRODUÇÃO

Quem nasceu de novo é nova criatura, e assim a vida cristã é norteada pelo Espírito Santo. Isso significa que nós, como cristãos, não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. A presente lição é uma reflexão introspectiva sobre a nossa maneira de viver, as nossas atitudes e as nossas decisões, e se realmente Jesus é o Senhor de nosso pensamento.

I – SOBRE A EPÍSTOLA AOS FILIPENSES

Filipos era uma colônia romana e uma das principais cidades da Macedônia. Paulo esteve na cidade por ocasião de sua segunda viagem missionária e ali fundou a primeira igreja europeia. Isso aconteceu na casa de uma empresária chamada Lídia, vendedora de púrpura. O apóstolo deixou a cidade por causa das pressões locais, mas o relacionamento entre ele e os filipenses continuou. Cerca de dez anos depois, Paulo escreveu de Roma a esses irmãos, por volta do ano 62 ou 63 d.C.

  1. A doutrina.

O objetivo da carta não era solucionar problemas doutrinários nem de relacionamentos entre os filipenses, pois eles haviam amadurecido rapidamente. Um dos propósitos estava vinculado à amizade e ao amor recíproco do apóstolo (Fp 1.7-9; 4.1). Os problemas referentes às heresias eram periféricos. O apóstolo trata desse assunto mais como precaução. Paulo menciona os legalistas no capítulo 3, mas não era algo agudo na Igreja, visto que em Filipos nem sequer havia sinagoga (At 16.13). Isso mostra que a população judaica não era significativa na cidade. Note que seus habitantes consideravam-se romanos (At 16.21). Não havia nada de muito grave na igreja que o apóstolo precisasse corrigir.

  1. O relacionamento.

Havia entre os filipenses alguns problemas que são próprios da natureza humana e comuns nas igrejas ainda hoje (Fp 1.27; 2.3,14). É possível que o pedido do apóstolo para ajudar as irmãs Evódia e Síntique indique algum problema de desentendimento entre elas (Fp 4.2). O apóstolo pede que haja unidade e harmonia entre os crentes, tendo or base a humildade e o exemplo de Cristo. 0 apelo paulino é para que haja entre os filipenses “o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fp 2.5).

  1. O ensino.

Filipenses é uma epístola prática, e os pensamentos teológicos aparecem casualmente, como no parágrafo teológico por excelência, no capítulo 2.5-11, e no lar celestial prometido aos cristãos, no final do capítulo 3. O sentimento de gozo e regozijo dominava os crentes de Filipos, e este é um dos temas da carta: a alegria. A Igreja de Filipos é um exemplo a ser seguido por todos; isso porque havia nela o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O objetivo da carta não é doutrinário, mas de ensino prático sobre o relacionamento cristão.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

Para introduzir a lição desta semana, sugerimos reproduzir para a classe o esquema proposto conforme a sua possibilidade e fazer uma exposição geral sobre a epístola.

Epístola aos Filipenses

Autor Apóstolo Paulo
Propósito O apóstolo Paulo escreveu a carta para agradecer pela oferta generosa e levar aos membros da igreja a conservar a unidade, a humildade, a comunhão e a paz.
Principais

características

(1) Uma carta pessoal e afetuosa;

(2) um texto altamente cristocêntrico;

(3) contém algumas declarações profunda­mente cristológicas (2.5-11);

(4) é denominada de a “epísto­la da alegria”;

(5) apresenta uma vida cristã equilibrada.

II – SOBRE A “MENTE” NO CONTEXTO BÍBLICO

Há diversos termos nas línguas originais da Bíblia para “mente” e seus derivados. Vamos estudar alguns deles aqui. Cada termo apresenta diferenças sutis, mas significativas.

  1. A mente como faculdade psicológica.

O Novo Testamento grego emprega o termo nous, de amplo significado, como “mente, entendimento, intelecto, pensamento, sentido” (Rm 11.34; 1 Co 2.16; 14.14; 2 Co 11.3). Na presente lição, o sentido dessas palavras é de uma faculdade psicológica que envolve compreensão, raciocínio, pensamento e decisão: “De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, sou escravo da lei do pecado” (Rm 7.25, Nova Almeida Atualizada). O apóstolo Paulo está se referindo ao “eu” regenerado em contraste com a carne, sem o controle do Espírito Santo. É com essa mente cristã que desejamos a lei de Deus, ou seja, “a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus” (Rm 8.2).

  1. A mente como forma de pensar.

A mente aparece também no Novo Testamento como uma maneira ou forma especial de pensar. A ideia nesse caso é de disposição e de atitude, tanto no sentido negativo: “estando cheio de orgulho, sem motivo algum, na sua mente carnal” (Cl 2.18, Nova Almeida Atualizada); como positivo; “armai-vos também vós com este pensamento” (1 Pe 4.1). Assim, ter “a mente de Cristo” (1 Co 2.16) significa pensar como Ele.

  1. Espírito.

O substantivo grego pneuma, traduzido geralmente por “espírito”, é usado ainda de forma metafórica como modo de ser, atitude, forma de pensar: “se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão” (Gl 6.1). É uma atitude ou modo de ser que reflete a forma como uma pessoa encara ou pensa sobre um assunto. Essa expressão é usada em contraste entre o divino e o meramente humano (Mc 2.8; At 17.16; 1 Co 2.11; 5.5; Cl 2.5).

  1. Coração.

O coração aparece em toda a Bíblia como o centro da vida física, espiritual e mental; emotiva e volitiva. É a fonte de vários sentimentos e afeições, como alegria e tristeza (Pv 25.20; Is 65.14). 0 coração é a sede do pensamento e da compreensão (Dt 29.4; Pv 14.10). Seu uso metafórico aparece como a fonte causativa da vida psicológica de uma pessoa em seus vários aspectos, mas a ênfase especial nos pensamentos significa o “homem interior” (Mt 22.37; 2       Co 9.7; Rm 2.5). Esse sentido aparece também no Antigo Testamento: “guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida” (Pv 4.23).

SÍNTESE DO TÓPICO II

O termo “mente” na Bíblia pode significar faculdade psicológica, forma de pensar, espírito ou coração.

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO

A palavra grega metanoia sugere, fortemente, que o pecador mergulhe para além da mera consciência intelectual quanto à pecaminosidade. Mas que o faça com tal ímpeto e repulsa, que o leve a rejeitar o mal e a seguir a Cristo, desejando aprender cada vez mais do Salvador (Mt 3.8; At 5.31; 20.21; Rm 2.4; 2 Co 7.9,10; 2 Pe 3.9). Vejamos, agora, o lado positivo da conversão. O pecador deve não somente ‘voltar-se de’ mas ‘voltar-se para*. Assim, voltamo-nos do pecado para voltarmo-nos para Deus. O voltar-se para Deus é um ato de fé. Consiste em se entrar numa relação positiva com Deus. É algo central na experiência cristã; enfatiza a importância da fé. ‘Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam’ (Hb 11.6). Todas a nossas relações com Deus acham-se ancoradas na fé” (MENZIES, William W; HORTON, Stanley M, Doutrinas Bíblicas: Os Fundamentos da Nossa Fé, Série: Clássicos do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.86).

III – SOBRE A MENTE DE CRISTO

O sentimento que norteava a vida dos irmãos filipenses era de alegria e de comunhão. É isso que deve prevalecer na vida cristã em todos os lugares e em todas as épocas.

  1. O sentimento de alegria.

“Regozijai-vos” é uma saudação grega, mas aqui Paulo exorta os filipenses e todos os cristãos à alegria. O apóstolo acrescenta: “sempre, no Senhor”. O Senhor Jesus é a fonte inesgotável de gozo e alegria, e isso dá à saudação um sentido complemente novo. Como resultado desse estado de graça está o bom relacionamento do cristão com as demais pessoas. O termo “equidade” (v.5) é a tradução do adjetivo gregoepieikés, “compreensivo, bondoso, benigno”. A Almeida Revista e Atualizada traduz por “moderação”. Essa deve ser a atitude de quem tem a mente de Cristo em relação às pessoas que nos rodeiam. É o que Deus espera de todos nós. A expressão “perto está o Senhor” (v.5) diz respeito à vinda de Jesus que se aproxima (Ap 1.3; 22.10) e nos inspira a essa moderação.

  1. Nossa gratidão a Deus.

Os filipenses viviam num clima de perseguição religiosa. Paulo estava na prisão. Mas nada disso era problema suficiente para roubar a alegria dos crentes: “a alegria do SENHOR é a vossa força” (Ne 8.10). Mesmo nas dificuldades, quem tem uma mente guiada por Cristo não se desespera; antes, as suas petições são levadas à presença de Deus “pela oração e súplicas, com ação de graças” (v.6).

  1. A paz de Deus.

O termo noema, “pensamento, mente”, diz respeito à faculdade geral de julgamento para tomar decisões, no sentido de bem ou mal, certo ou errado. A ideia dessa palavra é de entendimento da vontade divina concernente à salvação (2 Co 10.5). Esse noemapode se corromper (2 Co 11.3) e se tornar endurecido (2 Co 3.14), a ponto de impedir a iluminação do evangelho de Cristo (2 Co 4.4). Mas a paz de Deus na vida cristã está acima de todos os bens que uma pessoa pode adquirir e sobrepuja a todo entendimento, pois vai além da razão humana. Ela excede “os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (v.7).

SÍNTESE DO TÓPICO III

Quem tem a mente de Cristo desfruta do sentimento de alegria, gratidão e paz em Deus.

SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ

Rios de Água Viva

[…] No Evangelho de João, lemos as palavras: ‘Jesus respondeu e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva’ (Jo 4.10). Louvado seja Deus pelas águas vivas que hoje fluem livremente, pois elas vêm de Deus a todo coração faminto e sedento. No poderoso nome de Jesus, podemos ir aos confins da terra e aos lugares secos e ermos, pois até os corações ressequidos, tristes e solitários foram feitos para se alegrar no Deus da sua salvação. Clamemos hoje pelos rios. Em Jesus Cristo, recebemos o perdão dos pecados e a santificação de nosso espírito, alma e corpo e, em santificação, recebemos o dom do Espírito Santo prometido por Jesus aos discípulos – a promessa do Pai. Recebemos tudo isso pela reconciliação. Aleluia! O profeta declarou que Jesus tomou sobre si as nossas aflições e carregou as nossas tristezas. ‘Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados’ (Is 53-5). Cura, saúde, salvação, alegria, vida: temos tudo isso em Jesus. Glória a Deus!” (SEYMOUR. Devocional: O Aviva-mento da Rua Azusa. Série: Clássicos do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp.148-49).

CONCLUSÃO

O nosso comportamento na vida diária, no lar, na Igreja, no trabalho e na sociedade reflete o que há em nosso coração, e isso mostra por si só quem domina a nossa mente. Há pontos na fé cristã que são inegociáveis, e quem é dominado pelo Espírito não abre mão de sua fé nem cede um milímetro sequer de sua fidelidade a Deus. É esse espírito que domina a mente dos crentes fiéis em Cristo Jesus.

PARA REFLETIR

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O número de linhas de telefone celular teve uma queda de 7,2 milhões no ano passado. Os dados foram divulgados hoje (8) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O país fechou 2018 com 229 milhões de dispositivos móveis, 3% a menos do que em 2017, quando havia 236,4 milhões de acessos móveis no país. As estatísticas da Anatel levam em conta as linhas, também conhecidas popularmente como chips, e não os aparelhos. Assim, é possível haver menos celulares do que acessos, uma vez que usuários podem ativar mais de um chip por smartphone. No recorte entre pré e pós-pago, a primeira modalidade perdeu espaço. Entre 2017 e 2018 o número de acessos contratados previamente caiu de 148,5 milhões (62,8%) para 129,5 milhões (56,5%). Já os pós-pagos subiram, no mesmo período, de 87,9 milhões (37,2%) para 99,6 milhões (43,5%). Em 2015, os acessos pré-pagos ultrapassavam o índice de 70% da base móvel. Desde então, essa proporção vem caindo em favor dos contratos pós-pagos, que já passaram dos 40%. Um dos fatores para essa tendência, segundo a Anatel, foi a redução das tarifas de interconexão (o custo que uma operadora paga para completar uma chamada com um aparelho de outra empresa). Com o barateamento das ligações para companhias distintas, a demanda para manter chips de diferentes firmas diminuiu, refletindo no número geral.
Mercado
Na participação de mercado, a Vivo terminou como líder, com 73,1 milhões de acessos (32% da base). Em segundo lugar, veio a Claro, com 56,4 milhões de clientes neste serviço (24,61% do mercado). A Tim fechou o ano com 55,9 milhões de linhas ativas (24,39% do total) e a Oi, com 37,7 milhões de acessos (16,44% de participação).

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Maycon e Elana BBB19
Maycon e Elana BBB19 (Reprodução)

Maycon e Elana flertaram durante a prova de resistência, na manhã desta sexta-feira (08), no BBB19, o brother elogiou a sister, que retribuiu imediatamente. Os dois seguem na disputa pela liderança após 11 horas de prova. “Mas é linda, viu, Elana? É linda”, elogia Maycon. “Obrigada, gato, você também é lindo. Está parecendo um gato molhado agora”, dispara Elana. “A gente pode resolver isso depois”, o brother investe. “Não”, rebate Elana caindo na gargalhada. “Você já viu gato molhado? Gato molhado é feio”, diz a sister e o mineiro lamenta: “Sério?”. “Não, você é gato”, Elana tranquiliza o brother.  “Você também é. Demais, viu? Vamos conversar depois”, Maycon insiste mais uma vez. Entretanto, Danrley que faz dupla com Elana, entra na conversa: “Melhor hora para flertar”. A sister, então imagina e completa: Tipo, vai que a gente casa, tem um bocado de menino, aí fala assim: ‘Então, filhos, a gente começou a rolar um clima em uma prova de resistência, em cima de uma garrafa de Sprite”.

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Presidente da Câmara disse considerar que o ambiente para votar a reforma é “bom”; Para ele, Previdência é mais importante do que pacote de Moro

Rodrigo Maia assumiu a articulação política da reforma da Previdência e tem se reunido com governadores
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Rodrigo Maia assumiu a articulação política da reforma da Previdência e tem se reunido com governadores

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse considerar que o Brasil tem agora a “última chance” de aprovar a reforma da Previdência sem tirar direitos da população. Para o deputado, a demora na aprovação do projeto poderia causar um “colapso fiscal”.Em entrevista concedida à GloboNews nesta quarta-feira (6), Maia disse que o ambiente para votar a proposta é bom e informou que o plenário deve votar o tema até a segunda quinzena de maio . Segundo o parlamentar, a articulação para a votação da reforma da Previdência é prioridade sobre o projeto de lei anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.

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© HuffPost Brasil

Ela não cansa. Aos 16 anos, a atriz (e queridinha do Twitter) Maisa Silva acaba de ganhar uma nova responsabilidade: comandar um talk show semanal no SBT.O programa vai se chamar Maisera e deve estrear em março. A emissora ainda não divulgou detalhes da programação. Mas no que depender da apresentadora, o público pode esperar um conteúdo “leve e divertido”, já que é isso “que o mundo precisa”, disse Maisa no stories publicado em seu Instagram. O programa será composto por entrevistas e diálogos com os convidados, sempre recheados do humor e da sagacidade que são próprias da jovem.Ela aproveitou o perfil para anunciar a novidade e agradecer a todas as pessoas que confiaram e apostaram em sua carreira. Afirmou, ainda, que os fãs não precisavam se preocupar, pois não pretende interromper a sua carreira de atriz por conta do talk show.

msn

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) foi o responsável por presidir a sessão que elegeu a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Ele comandou a votação por ser o deputado com mais idade, dentre aqueles com maior número de legislaturas. Com o fim dos discursos dos candidatos à Presidência da Câmara, o deputado Gonzaga Patriota leu as regras para a eleição aos cargos da Mesa Diretora. Em seguida, os deputados começaram a votar. O voto foi secreto, em urnas específicas dispostas pelo Plenário. Os deputados votaram para todos os cargos. Após o término da votação, ocorreu a apuração dos votos para presidente da Câmara. O deputado Rodrigo Maia (DEM) foi reeleito pela terceira vez consecutiva. Ele foi eleito em 1º turno para o biênio 2019-2020, com 334 votos. Rodrigo Maia derrotou outros seis candidatos que concorreram como avulsos: Fábio Ramalho (MDB-MG), que teve 66 votos; Marcelo Freixo (Psol-RJ), com 50 votos; JHC (PSB-AL), com 30 votos; Marcel Van Hattem (Novo-RS), com 23 votos; Ricardo Barros (PP-PR), com 4 votos; e General Peternelli (PSL-SP), com 2 votos. Segundo Gonzaga Patriota, a votação ocorreu sem tumulto. “Estou muito feliz, como decano da Câmara dos Deputados, em ter presidido essa eleição. Enquanto no Senado está uma confusão, na Câmara tivemos a compreensão das deputadas, dos deputados e da sociedade e encerramos a votação no 1º turno. Quero dizer ao povo pernambucano e ao Brasil que vamos trabalhar durante esses quatro anos para tirar o país da crise”, avaliou.

A carreira de ator não é nada fácil. Muitos artistas precisam batalhar muito para conseguir papeis de destaque na televisão, no teatro e no cinema. Afinal, a concorrência é muito grande. Além disso, precisam lidar com a instabilidade financeira. Porém, quando atingem o status de estrela, eles podem embolsar muito dinheiro por mês. Os atores do primeiro escalão da Rede Globo, Rede Record e SBT chegam a receber 300 mil reais quando estão no ar. Isso mesmo! Confira a seguir quanto ganham as grandes estrelas da emissora!

Deborah Secco

Divulgação / TV Globo

Atualmente, a carioca Deborah Fialho Secco Moura está no ar em “Segundo Sol”, da Rede Globo. No total, ela já soma dezenas de trabalhos na emissora, sendo uma das atrizes mais requisitadas. Por essas e outras, a atriz arremata um salário de aproximadamente 120 mil reais mensais. Uau! Entre seus papeis mais marcantes na televisão estão Carina, de “A Próxima Vítima”, Íris, de Laços de Família, a vampira Lara de “O Beijo do Vampiro”, a manicure Darlene de “Celebridade”, a mocinha Sol em “América”, e Natalie Lamour de “Insensato Coração”.

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