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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Social

Ao todo, 10,2 milhões de trabalhadores têm direito à essa modalidade, sancionada em dezembro do ano passado

FLÁVIO TAVARES/HOJE EM DIA/ESTADÃO CONTEÚDO

FLÁVIO TAVARES/HOJE EM DIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Cerca de 4,4 milhões de trabalhadores — 42% do total — não retiraram o saque complementar do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), informou a Caixa Econômica Federal (CEF) nessa terça-feira (21/01/2020).Ao todo, 10,2 milhões de trabalhadores têm direito à essa modalidade, sancionada em dezembro do ano passado. Desde então, foram liberados R$ 1,5 bilhão de R$ 2,6 bilhões disponíveis pelo saque complementar do FGTSAprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a Medida Provisória (MP) nº 889 aumentou o valor do saque imediato de R$ 500 para até R$ 998.

Batizado de saque complementar, o dinheiro começou a ser liberado em 20 de dezembro. O pagamento segue até 31 de março deste ano.

Para ter direito ao saque extra, é preciso que o trabalhador tenha saldo em qualquer conta do FGTS, seja ativa ou inativa. O contribuinte deveria ter entre R$ 500 e R$ 998 no dia 24 de julho do ano passado. Os trabalhadores com mais de R$ 998 têm direito apenas a R$ 500. Ao todo, o saque imediato do FGTS pagou mais de R$ 26,9 bilhões para cerca de 58 milhões de trabalhadores. Contudo, 31 milhões de pessoas ainda não retiraram a quantia.

metropoles

Blusas fresquinhas vão te ajudar a se manter na moda sem morrer de calor pelas altas temperaturas do Verão 2020. Com propostas para todos os gostos, os detalhes prometem deixar o visual mais fashion. Entre os modelos, temos looks com manga bufante, cropped, nó, crochê e muito mais! Saiba mais sobre cada tendência e inspire-se nas produções estilosas que separamos na galeria

Tudo o que queremos é estar na moda usando looks bem fresquinhos nos dias de calor. Para contornar as altas temperaturas, o Purepeople listou algumas propostas estilosas para você se inspirar. As blusas podem ser o diferencial no visual e vale incluir também os modelos mais curtinhos, como os croppeds. Sendo um dos primeiros itens, o cropped deixa a produção mais fashion. De olho nas passarelas e no streetstyle, os detalhes imprimem versatilidade e informação de moda ao visual. Inspire-se!

CROCHÊ É TREND!

O handmade está em alta neste verão, por isso vale a pena investir em blusas ou croppeds com detalhes em crochê. O céu é o limite neste caso, por isso pode investir em peças inteiramente feitas à mão ou também eleger looks com pequenas aplicações. Que tal investir em modelos com flores e formas geométricas? Afinal, são estampas que estão na moda e vão ganhar ainda mais força na próxima estação.

Blusa cropped com crochê alia tendências da moda Verão 2020
Blusa cropped com crochê alia tendências da moda Verão 2020

BABADOS E MANGA BUFANTE

Pensa em uma moda versátil? O babado veio para ficar e já faz parte dos looks das fashionistas. E o melhor: estamos falando de um detalhe que pode compor diversos modelos de blusas. O detalhe leva informação de moda para qualquer visual, desde um top jeans até uma blusa girlie. Nesta pegada mais feminina, a manga bufante também dá um toque de modernidade. Super em alta, o volume garante um diferencial na produção.

purepeople

Daniel Lima

“Quem vota em comunista não é cristão!” “Quem apoia este governo apoia tortura e, portanto, não entendeu o evangelho!” Ambas as frases foram retiradas de postagens de pessoas que se dizem cristãs e, indignadas com posturas por elas consideradas absurdas, saem em defesa de suas ideias. Seria inacreditável – se não fosse tão comum – como cristãos partem para o ataque contra outros cristãos em defesa de posições, partidos e pessoas que não têm o mesmo compromisso de vida com nosso Senhor Jesus Cristo.

Por um lado, posturas assim demonstram onde está a esperança de cada um. Se eu me sinto tão ofendido com a postura do outro a ponto de atacá-lo de forma tão passional, é porque o que tenho de mais precioso foi ameaçado. Será que o que temos de mais precioso é nossa posição política? Será que convicções políticas deveriam tomar precedência à nossa fé? Com isso, sendo brasileiro e passional confesso, não quero dizer que não há razão de indignação, de decepção ou mesmo de ira. Meu questionamento é em que momento minha frustração me autoriza a atacar ou passar julgamento sobre outro?

Quero convidá-los a examinar comigo duas passagens do livro de Paulo aos Filipenses. Em primeiro lugar, importa destacar que a cidade de Filipos era uma colônia de ex-soldados romanos. Os filipenses eram considerados cidadãos romanos por decreto imperial e isentos do pagamento de impostos. O status político era de enorme importância nesta cidade. À medida que uma igreja cristã teve início ali (Atos 16) surgiu uma tensão enorme entre os cidadãos que declaravam que César é Senhor e os cristãos que ousadamente firmavam que Jesus é Senhor. O texto que quero estudar primeiramente é verso 27 do capítulo 1:

27Não importa o que aconteça, exerçam a sua cidadania de maneira digna do evangelho de Cristo, para que assim, quer eu vá e os veja, quer apenas ouça a seu respeito em minha ausência, fique eu sabendo que vocês permanecem firmes num só espírito, lutando unânimes pela fé evangélica…

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Um dos sinais mais importantes dos tempos poderia ser o da globalização econômica e a respectiva tecnologia de apoio.

De maneira impressionante, a Bíblia afirma, com mais de 1900 anos de antecedência, que no final um homem – o Anticristo vindouro – terá toda a economia mundial sob seu controle. Muitos já se perguntaram como isso poderia acontecer. O que seria necessário para unificar as economias dos países do mundo sob um comando central único? As condições básicas para o cumprimento dessa profecia já estão disponíveis.

O ponto de partida bíblico para as discussões sobre um sistema econômico mundial unificado, uma sociedade sem moeda corrente e a profecia sobre o fim dos tempos é encontrado em Apocalipse 13.16-18:

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.”

Muitos acreditam que o que acontece hoje diante dos nossos olhos indica de modo angustiante aquilo que ainda nos sobrevirá. A Bíblia não afirma explicitamente que o futuro sistema econômico mundial não utilizará dinheiro vivo. Ela apenas nos comunica que as pessoas deverão ter o sinal da besta para realizar negociações. No entanto, se ainda houvesse dinheiro em moeda corrente sob o reinado do Anticristo, ele teria muita dificuldade em controlar o comércio mundial. Imagine só: se as pessoas continuassem com dinheiro em mãos, elas poderiam comprar as mercadorias no mercado informal. Não havendo dinheiro vivo, elas serão obrigadas a aceitar o sinal da besta. A indisponibilidade de moeda corrente e a implantação de um sistema de transações eletrônicas dariam os instrumentos ao Anticristo com os quais ele poderia controlar totalmente o comércio mundial. A única possibilidade para as pessoas que estivessem fora deste sistema econômico seria realizar trocas; no entanto, estas funcionariam somente enquanto elas tivessem algum bem de valor. Terry Cook, especialista em tecnologias modernas, observa:

Se as pessoas continuassem com dinheiro em mãos, elas poderiam comprar as mercadorias no mercado informal.

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      Foi realizada a primeira Santa Ceia do ano de 2020, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, na cidade de Santa Terezinha PE, neste dia 18/01/2020.

      Com a participação do pastor supervisor Dário Gomes, vindo da cidade de São José do Egito. 

   Estavam presentes também o casal Davi e Werlania, que são daqui, mas estão residindo em São Paulo, os irmãos Antônio Jurema e sua esposa Ana, vindos do Rio de Janeiro. Estavam presentes os membros e congregados da igreja e o obreiro local Pedro João.  É um momento de darmos graças a Deus pela dádiva da vida, por participarmos da última de 2019 e da primeira Santa Ceia de 2020.

                                                      

                        Que Deus nos abençoe para estarmos sempre unidos na presença de Deus.

O pagamento do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) do calendário 2019/2020, para os trabalhadores nascidos no mês janeiro e fevereiro, começou nesta quinta-feira (16). De acordo com a Caixa, os valores variam de R$ 87 a R$ 1.039, conforme a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2018.

                     

Os titulares com conta individual na Caixa e cadastro atualizado receberam o crédito automático antecipado na terça-feira (14). Segundo a instituição, são mais de 3,6 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro, totalizando R$ 2,6 bilhões em recursos injetados na economia.

Pasep

Os servidores públicos, cadastrados no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), com o dígito final de inscrição 5 e 6 recebem também a partir de hoje. O pagamento é feito pelo Banco do Brasil

Calendário

No caso do PIS, os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho de 2019, com os nascidos naquele mês. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho deste ano.

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Consulta

O valor do abono salarial do PIS pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800 726 0207.

agenciabrasil

O governo Bolsonaro refez as contas, e autorizou um novo reajuste para o salário mínimo de 2020. O novo valor será de R$ 1.045. Até esta terça-feira (14), o mínimo estabelecido pelo governo era de R$ 1.039. O reajuste havia sido feito com a projeção da inflação pelo INPC, que acabou sendo maior em função da alta nos preços das carnes no final do ano.

O novo valor só entrará em vigor a partir de 1º de fevereiro, porque uma nova medida provisória será editada.

O martelo sobre o reajuste foi batido após duas reuniões entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente Bolsonaro: uma no Palácio do Planalto no início da tarde, e outra no Ministério da Economia, para onde o presidente Bolsonaro se deslocou, no final da tarde.

Além da reposição pelo INPC (Índice de Preços ao Consumidor) de 2019, que fechou em 4,48%, também foi incorporado um resíduo de 2018 (porcentagem do INPC daquele ano que não havia sido levada em conta no reajuste do mínimo de 2019). Com os aumentos, portanto, o poder de compra do salário mínimo fica igual ao que era no final de 2018. O total do reajuste do valor do mínimo de 2019 para 2020 ficou em 4,71%, já que em 2019, o salário mínimo estava em R$ 998.

 

Resultado de imagem para Teto dos benefícios do INSS sobe para R$ 6.101,06 em 2020

O Ministério da Economia fixou em R$ 6.101,06 o teto de pagamento das aposentadorias e benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com valores acima do salário mínimo. O novo valor decorre de um reajuste de 4,48%, que consiste na inflação oficial do País, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE. A confirmação do valor consta de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A correção tem efeito a partir de 1º de janeiro deste ano e permite que o teto do INSS passe de R$ 5.839,45 para R$ 6.101,06. A portaria da Economia define ainda os valores de auxílio-doença, auxílio-reclusão, pensão por morte e salário-família, além de benefícios pagos a aeronautas, pescadores, seringueiros, entre outros. A norma estabelece que, a partir de 1º de janeiro de 2020, o salário de benefício e o salário de contribuição não poderão ser inferiores a R$ 1.039,00, que o valor do salário mínimo definido pelo governo para este ano.

Valores de contribuições previdenciárias também estão descritos na portaria, em dois períodos distintos, de janeiro e fevereiro e, depois, a partir de março, quando entram em vigor a novas taxas de recolhimento aprovadas na reforma da Previdência ano passado.

Nos meses de janeiro e fevereiro, segurados empregados, inclusive o doméstico e o trabalhador avulso, deverão recolher para o INSS 8% se o salário de contribuição for de até R$ 1.830,29; 9%, para salário-contribuição entre R$ 1.830,30 e R$ 3.050,52; e 11%, para salário-contribuição de R$ 3.050,53 até R$ 6.101,06.

A partir de março, as faixas de recolhimento para esses trabalhadores serão de 7,5% para salários de contribuição de até 1.039,00; 9% para salários de R$ 1.039,01 até R$ 2.089,60; 12% para salários de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40; e 14% para salários de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06.

istoe.

Ministério existia desde a década de 1930 e sobreviveu até mesmo à ditadura militar - Créditos: Marcello Casal Jr/ABr
Ministério existia desde a década de 1930 e sobreviveu até mesmo à ditadura militar / Marcello Casal Jr/ABr

O fim do Ministério do Trabalho coloca o Brasil em uma posição de maior fragilidade frente a tendência de precarização dos empregos que vem sendo observada em todo o mundo e desequilibra a balança dos direitos e deveres de trabalhadores e patrões.  Essas são as conclusões de especialistas que acompanham de perto as mudanças na área desde meados do governo de Michel Temer e no primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro. Junto com processos como a reforma da previdência, a MP da Liberdade Econômica e a MP do Contrato Verde e Amarelo, o fim do Ministério é visto também como elemento que demonstra uma tentativa de enfraquecimento de direitos.

As análises de especialistas apontam ainda um processo de esvaziamento e limitação na atuação dos fiscais do trabalho. 

Há críticas quanto a falta de diálogo com entidades de classe e consultas públicas. Cenário que segundo o secretário de Administração da Federação Nacional dos Sindicatos em Saúde, Trabalho e Previdência Social, Moacir Lopes, aumenta os perigos da precarização do trabalho.“Estão precarizados porque não têm contribuição para o fundo de garantia, não têm contribuição à previdência social, não têm como pagar nenhum tipo de seguro, porque recebem muito pouco.  Há uma situação que impacta na sociedade e os reflexos serão no médio prazo. Essas pessoas um dia vão tentar se aposentar, e aí como vai ser? O governo está criando uma bomba de efeito retardado.” A extinção do ministério tira a pauta trabalhista do núcleo do poder executivo, desequilibra as relações entre empregadores e empregados e rompe um processo de construção e valorização que começou na década de 1930 durante o governo de Getúlio Vargas, na avaliação da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). A pasta já tinha mais de 80 anos e sobreviveu até mesmo à ditadura militar. 

Getúlio Vargas criou o Ministério do Trabalho em 1930.

Foto: Presidência da República / Abr

O vice-presidente da Anamatra, Luiz Antonio Colussi cita o enfraquecimento dos mecanismos de fiscalização, a diminuição de auditores fiscais do trabalho e a perda de poder de atuação desses profissionais como pontos extremamente preocupantes. A revisão de normas regulamentadoras também é apontada como política temerosa. Colussi avalia que reverter os prejuízos vai demorar muitos anos. 

“Se estamos revisando as normas fiscalizadoras isso significa que simplifica a fiscalização e diminui a segurança no trabalho. Todo esse trabalho de desconstrução vem crescendo e eu imagino que seria necessária uma década ou mais para recuperar toda essa garantia e proteção social. Não é uma questão de ser a favor de a ou de b, estamos pensando em favor da sociedade.” 

Servidores na incerteza

As mudanças na área trabalhista não afetam somente o trabalhador em geral, mas causam também incertezas entre os servidores que atuavam diretamente com as atribuições do antigo Ministério do Trabalho. 

A Fenasps avalia que os funcionários públicos foram alienados das discussões sobre o processo de extinção do Ministério. Os lotados em Brasília foram para o Ministério da Economia. Quem está nos estados, atuando nas superintendências e agências do trabalho, segue sem certeza sobre as novas funções. Em novembro o governo anunciou que pretende unificar a operação de 1.200 Agências da Previdência Social e 498 Agências Regionais do Trabalho. Os projetos pilotos estão previstos para 16 municípios em Goiás, Ceará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.Para a Fenasps a unificação deixa dúvidas sobre as atribuições de funcionários que vêm de carreiras diferentes, com formação e salários distintos. Novamente a entidade critica a falta de diálogo para a construção das mudanças. Segundo a entidade, em duas audiências com o Ministério da Economia foi proposto um debate ampliado envolvendo o Congresso Nacional, sugestão que, de acordo com Moacir Lopes, não foi levada em conta. 

“Mesmo um projeto ultraliberal, pressupõe-se que vai ter algum setor da economia que vai funcionar, então tem que ter relações desse tipo. Eles não estão pensando nisso, é como se fosse terra arrasada, o último que sair apaga a luz e pronto.” 

Ministério histórico

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    Já se encontra em pleno funcionamento uma ótima opção de lazer, fica a um km de distância da cidade, próximo a fazenda Barra Z, do lado direito, sentido Santa Terezinha-PE/Imaculada-PB.
     O local é para alugar,  muito acessível e de amplo espaço para eventos.
 Uma casa ampla com muita comodidade espaçosa, com varanda, arborizada, estacionamento, banheiro, churrasqueira, freezer, fogão de lenha, mesas, cadeiras, etc.
     Duas piscinas: Uma com 4.8m de largura, 8m de comprimento, totalizando 32 metros quadrados, com capacidade para aproximadamente 30 pessoas adultas. A outra menor com 3.5m e capacidade para 20 crianças. Em breve estará com novos e atraentes  empreendimentos. O preço é super acessível. As reservas devem ser agendadas com antecedência, pois o mesmo está sendo bem frequentado.
Os telefones para contato são: (87)98858.0756 e (87)99145.4065. 

Resultado de imagem para Governo retira 1,3 milhão de beneficiários do programa Bolsa Família
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Criado em 2003, o Bolsa Família é um programa de transferência de renda do governo federal
(foto: Rafael Lampert Zart/Agência Brasil )

Até novembro do ano passado, o governo federal retirou 1,3 milhão de beneficiários do programa Bolsa Família devido a irregularidades no cadastro. De acordo com Ministério da Cidadania, o cancelamento de benefícios gerou economia de R$ 1,3 bilhão para os cofres públicos. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, o governo está com estudos adiantados para reformular o programa. No entanto, ainda não há prazo para que a reformulação seja lançada. O porta-voz ainda confirmou à Agência Brasil que a mudança de nome do Bolsa Família está sendo analisada. “É uma das propostas, mas ainda não está fechada. Tudo indica [que sim]”.

Transferência de renda

Criado em 2003, o Bolsa Família é um programa de transferência de renda do governo federal que tem o objetivo de combater a extrema pobreza no país. Em 2020, o Orçamento da União prevê que R$ 29,5 bilhões sejam pagos em benefícios do programa. O público-alvo do programa é formado, prioritariamente, por famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e de pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais por membro. O benefício médio pago a cada família é de R$ 189,21. Para receber o benefício, é necessário que haja na família crianças ou adolescentes com idade até 17 anos. Para garantir o acesso ao benefício, as famílias devem seguir as condicionantes impostas pelo governo, como matrícula na escola e levar as crianças até 7 anos para serem vacinadas conforme o calendário de vacinação do Ministério da Saúde.
“As propositas para melhoria para vidas dos mais carente para o ano 2020 já começam a aparecer.”
em.com.br
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– Foto: Ana Nascimento/CCE

Brasília/DF – O calendário de pagamentos do Programa Bolsa Família em 2020 já está disponível para consulta. O benefício é pago de forma gradual nos dez últimos dias úteis de cada mês. Em janeiro, os saques poderão ser feitos do dia 20 até o dia 31. Para saber o dia certo, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão. Depois de identificá-lo, será necessário observar no calendário do programa a data em que a família pode fazer o saque, mês a mês. Assim, os beneficiários que possuem o cartão com NIS final 1 podem sacar no primeiro dia do pagamento. Já aqueles com o final 2 podem resgatar o recurso no segundo dia, e assim por diante.Conforme a diretora do Departamento de Benefícios do Ministério da Cidadania, Caroline Paranayba, é muito importante que as famílias verifiquem o novo calendário, disponível desde a semana passada em diversos terminais de pagamentos da Caixa Econômica Federal. “Isso inclui agências, terminais de autoatendimento e unidades lotéricas. Centros de Referência de Assistência Social também estão recebendo os cartazes com as informações”, informou.

 Maior poder de compra da história

Neste ano, os beneficiários do Bolsa Família estão usufruindo do maior poder de compra da história do programa, graças à 13ª parcela. A medida inédita foi oficializada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril. Com o recurso, o Ministério da Cidadania teve um aumento de R$ 2,58 bilhões no orçamento. O repasse do benefício extra acompanha o pagamento de dezembro – o que significa, neste mês, pagamento do benefício em dobro. No total, mais de R$ 5 bilhões foram pagos neste mês a 13.170.607 famílias em todo o Brasil.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

Informações para a imprensa:
(61) 2024-2266 / 2412
www.cidadania.gov.br/imprensa

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Três das cinco regras de transição da reforma da Previdência  já estão valendo a partir dessa quinta-feira (2). São aquelas que fazem a ponte entre as normas atuais e as da Nova Previdência para quem está no caminho de requerer o benefício ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Duas delas, que cobram uma espécie de pedágio para quem está no sistema, já valem desde 13 de novembro do ano passado, data da promulgação da reforma.
Com o estabelecimento da idade mínima, será preciso trabalhar mais tempo: até os 62 anos, no caso das mulheres e os 65, no dos homens. Há opções para fazer a travessia, que estendem o tempo de permanência no mercado de trabalho a cada ano.
No caso das trabalhadoras, a depender do momento em que elas conseguirem alcançar a nova idade mínima, a regra de transição poderá já ter sido alterada. Portanto, será preciso esperar um pouco mais. Segundo advogados especializados, é importante ficar atento para evitar frustração e não errar no planejamento.
“A partir deste ano, as mulheres que optarem pela transição da idade mínima, terão que esperar completar 60 anos e seis meses para pedir o benefício. Se isso acontecer no primeiro semestre, elas podem requerer o benefício ainda este ano. As que completarem a partir de julho terão que esperar mais um ano, pois, em 2021, a idade mínima passa a ser 61 anos”, explicou Adriane Bramante, advogada especialista no tema.
Moradores do sertão nordestino vivem realidade difícil e recebem ajuda de voluntários de Bauru — Foto: Reprodução/TV TEM

Moradores do sertão nordestino vivem realidade difícil e recebem ajuda de voluntários de Bauru

— Foto: Reprodução/TV TEM

A difícil realidade dos moradores do sertão nordestino e a iniciativa de voluntários de uma igreja evangélica de Bauru (SP) para arrecadar alimentos aos sertanejos virou tema da série de reportagem “Renovação”, da TV TEM. A segunda de cinco reportagens da série mostra como vivem os moradores da zona rural de três cidades do interior do Pernambuco, que reclamam da falta de condições básicas de sobrevivência e, principalmente, de fome. Por isso, os voluntários se uniram para arrecadar alimentos e foram até o sertão distribuir as cestas básicas levando alegria e esperança aos habitantes de Manari, Inajá e Afogados da Ingazeira.

‘Eu amo o Sertão’
Projeto "Eu Amo o Sertão" leva alimentos para moradores de algumas das cidades mais pobres do Brasil — Foto: Reprodução/TV TEM

Projeto “Eu Amo o Sertão” leva alimentos para moradores de algumas das cidades mais pobres do Brasil

— Foto: Reprodução/TV TEM

O projeto social chamado “Eu Amo o Sertão” escolheu as cidades do árido interior pernambucano após elas aparecerem em reportagem do “Fantástico”, da TV Globo, como algumas das mais pobres do Brasil. A mobilização reúne cerca de 600 voluntários no trabalho de arrecadação e separação dos alimentos e ração para animais, que são separados em embalados em um galpão que se assemelha a uma grande indústria.

Série ‘Renovação’ mostra expedição de Bauru que levou ajuda ao sertão nordestino

Série ‘Renovação’ mostra expedição de Bauru que levou ajuda ao sertão nordestino

Neste ano, a arrecadação registrou números grandiosos. No total, foram 48 toneladas de alimentos, que se transformaram em 2,2 mil cestas básicas, além de outras três toneladas de ração para animais. 

Série ‘Renovação’: voluntários de Bauru levam 30 toneladas de alimentos ao sertão do NE

Série ‘Renovação’: voluntários de Bauru levam 30 toneladas de alimentos ao sertão do NE

Realidade sertaneja

Expedição “Eu amo o Sertão” leva esperança a famílias do interior do Nordeste — Foto: Reprodução/TV TEM

Expedição “Eu amo o Sertão” leva esperança a famílias do interior do Nordeste

— Foto: Reprodução/TV TEM

Para muitas famílias do interior nordestino, a expedição “Eu amo o Sertão” carrega a certeza de que elas terão comida na mesa, pelo menos por algum tempo. A cidade de Manari fica a cerca de 400 quilômetros da capital Recife e já foi considerada a mais pobre do Brasil. Lá, cerca de 21 mil pessoas vivem em meio à caatinga e mais da metade das famílias tem um rendimento mensal de até meio salário mínimo (R$ 499).

Mais da metade das famílias de Manari tem um rendimento mensal de até meio salário mínimo  — Foto: Reprodução/TV TEM

Mais da metade das famílias de Manari tem um rendimento mensal de até meio salário mínimo

— Foto: Reprodução/TV TEM

A agricultora Maria Auxiliadora da Conceição explica que, às vezes, não pode nem tomar café da manhã, por conta da dificuldade que a família passa no sertão.

“Se aparece algum pão para a gente comer, a gente come. Se não aparecer, a gente passa do jeito que Jesus quiser”, lamenta Maria.

A cesta que os sertanejos receberam dos voluntários é farta, mas mesmo assim, é preciso fazer com que o alimento dure o suficiente para alimentar toda a família. Além disso, mesmo com a dificuldade, o sertanejo também compartilha os mantimentos da cesta.

“Vai servir para mim e vou dividir com quem não recebeu. Eu sou assim”, conta a agricultora Cleonice Maria da Silva.

Voluntários de Bauru levaram 30 toneladas de alimentos ao sertão nordestino — Foto: TV TEM/Reprodução

Voluntários de Bauru levaram 30 toneladas de alimentos ao sertão nordestino

— Foto: TV TEM/Reprodução

As doações também emocionam os voluntários, que vêem a alegria estampada no rosto daqueles que recebem os alimentos.“A gente tem tudo e às vezes não tem nada. Fica tudo supérfluo. A gente tem um carro bom, um bom emprego, a gente tem água na torneira, um banheiro, e aqui tudo é precário. Tudo é difícil”, reconhece o voluntário Ricardo Vinícius de Carli. Os doadores pagam pelas passagens de avião, pelo combustível, hotel, pelo aluguel dos veículos e abrem mão de uma semana no trabalho para ajudar quem precisa.

Voluntários pagam pelas passagens de avião, hotel e abrem mão de uma semana no trabalho para ajudar — Foto: Reprodução/TV TEM

Voluntários pagam pelas passagens de avião, hotel e abrem mão de uma semana no trabalho para ajudar

— Foto: Reprodução/TV TEM

Além de Manari, a equipe do projeto visitou Inajá, uma cidade localizada no polígono da seca. A área urbana é mais desenvolvida que Manari, mas a zona rural e os distritos têm o mesmo cenário de pobreza da região. Lá, apenas 23% das casas tem esgotamento sanitário. A cada mil bebês que nascem no município, quase 20 morrem antes de completar um ano. Na cidade, falta saúde, água e comida, e as pessoas têm que lutar diariamente para sobreviver.

A agricultora Edivânia Maria de Souza conta que muitas famílias nem sabem o que é ter um almoço.

“A gente aqui não sabe nem como é um hambúrguer que nem na televisão, a gente não sabe o que é isso. Essa é a realidade de todo aqui”, conta.

Em Afogados da Ingazeira, voluntários doaram os tênis aos moradores e foram embora a pé  — Foto: Reprodução/TV TEM

Em Afogados da Ingazeira, voluntários doaram os tênis aos moradores e foram embora a pé

— Foto: Reprodução/TV TEM

O último ponto das entregas foi na zona rural de Afogados da Ingazeira, que fica a 450 quilômetros de Recife. A cidade tem 35 mil habitantes e 71% das casas já têm coleta de esgoto. No entanto, o cenário da zona rural é o mesmo do restante do sertão. Em Afogados, os voluntários também doaram os tênis e foram embora descalços. A ideia da expedição é deixar para trás tudo o que não fizer falta.

Solidariedade em Bauru

Outra parte do grupo de voluntários ajuda famílias carentes em Bauru  — Foto: Reprodução/TV TEM

Outra parte do grupo de voluntários ajuda famílias carentes em Bauru

— Foto: Reprodução/TV TEM

Além do sertão, uma outra parte do grupo de voluntários ajuda famílias carentes em Bauru. Elas estão recebendo os alimentos do mesmo projeto de arrecadação. De um total de 2,2 mil cestas de quase 30 quilos, 500 ficaram no estado de São Paulo. A terceira reportagem da série, que será exibida pela TV TEM nesta quarta-feira (1º), vai mostrar o trabalho de médicos, dentistas e de um cabeleireiro do sertão nordestino. A ideia é retratar como os voluntários ajudam a amenizar o sofrimento de uma população muitas vezes esquecida.

 

Por G1 — Brasília

O governo federal informou que vai fazer nesta terça-feira (31) a transferência de R$ 11,73 bilhões da cessão onerosa para estados e municípios. O dinheiro de cessão onerosa é referente a um leilão de campos de petróleo que a União havia vendido em 2010 para a Petrobras. Como as áreas possuíam mais barris de óleo do que o previsto no contrato, o excedente foi leiloado em novembro de 2019. O governo arrecadou, ao todo, R$ 69,96 bilhões com o leilão. Desse valor, R$ 34,42 bilhões foram pagos à Petrobras, R$ 23,69 bilhões ficaram com a União e o restante ficará com estados e municípios. O Rio de Janeiro, por ser o estado onde se localizam os campos, é o que vai receber o maior valor dos recursos. A fórmula de partilha com governos estaduais e municipais foi definida durante a discussão de um projeto de lei no Congresso Nacional. Pelas regras aprovadas, o repasse aos estados seguirá um critério misto, com regras do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e da Lei Kandir. No caso dos municípios, a verba será distribuída de acordo com os coeficientes que regem a repartição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Em nota divulgada nesta terça, o Ministério da Economia afirmou que o verba extra terá “forte impacto fiscal” para estados e municípios. Pelas regras aprovadas no Congresso, o dinheiro obrigatoriamente deve ser usado em despesas previdenciárias e na realização de investimentos, e não poderá ser destinado a finalidades como, por exemplo, o aumento da remuneração de servidores.

Veja os valores para governos estaduais

Distribuição dos recursos

Estado Valor
Acre R$ 150,5 milhões
Alagoas R$ 191,1 milhões
Amazonas R$ 175,1 milhões
Amapá R$ 129,3 milhões
Bahia R$ 371,7 milhões
Ceará R$ 247 milhões
Distrito Federal R$ 31,2 milhões
Espírito Santo R$ 161,5 milhões
Goiás R$ 186,4 milhões
Maranhão R$ 274,9 milhões
Minas Gerais R$ 413,4 milhões
Mato Grosso do Sul R$ 123,1 milhões
Mato Grosso R$ 324 milhões
Pará R$ 343,8 milhões
Paraíba R$ 152 milhões
Pernambuco R$ 247,7 milhões
Paiuí R$ 169,7milhões
Paraná R$ 240,8 milhões
Rio de Janeiro R$ 1,15 bilhão
Rio Grande do Norte R$ 160,3 milhões
Rondônia R$ 135,1 milhões
Roraima R$ 110,3 milhões
Rio Grande do Sul R$ 219,3 milhões
Santa Catarina R$ 92 milhões
Sergipe R$ 145,2 milhões
São Paulo R$ 308,1 milhões
Tocantins R$ 139,8 milhões

O Ministério da Cidadania anunciou nesta segunda-feira (16) o aporte de R$ 938 milhões para ações do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) ainda este ano. O valor, proveniente de crédito suplementar do Poder Executivo, é maior do que o esperado pela pasta. São cerca de R$ 68 milhões a mais do que o previsto. Para o secretário nacional do Desenvolvimento Social, Lelo Coimbra, a conquista é resultado de um esforço conjunto entre municípios, estados e União. “Os municípios vinham sofrendo financeiramente. Agora, com o aporte, podemos garantir a manutenção dos serviços de 2019 e construir, em parceria com municípios e estados, o orçamento do ano que vem”, afirmou.

A presidente do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), Aldenora Gonzáles, comemorou a notícia. Segundo ela, o valor garante a manutenção dos serviços de assistência em 2019 e dá maior fôlego orçamentário para 2020. “Graças a esse repasse podemos afirmar que os serviços da assistência social em 2019 não correm risco. Os equipamentos públicos, como Centros de Referência em Assistência Social (CRAS), de Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), vão seguir abertos e a população seguirá com o amparo da Rede”, garantiu.

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Resultado de imagem para É melhor tomar banho de manhã ou de noite?

Há os que preferem tomar banho de manhã e os que o fazem de noite. Os primeiros justificam porque os acorda, os segundos porque os ajuda a dormir. Quem tem razão?

No que se refere ao sono, parece que os dois casos. “Cientificamente, resta muito a ser demonstrado e avaliado”, esclarece para começar o doutor Carlos Egea, membro da Sociedade Espanhola do Sono. “Agora, a associação entre o banho noturno e um bom sono está arraigada em nossa cultura. Tradicionalmente, as avós e mães banham as crianças de noite para que durmam melhor. Se continuar sendo feito dessa forma, é porque funciona e não são necessários testes científicos”. A lógica vem do mecanismo corporal que nos leva à sonolência. “Iniciamos o sono quando a temperatura corporal baixa. Um banho que não supere 38 graus pode trazer, após um dia de intensa atividade e exercício, um efeito relaxante e ajudar a diminuir os graus”, afirma o doutor Egea.

O doutor Raúl Quevedo-Blasco, professor da Faculdade de Psicologia e pesquisador do Centro de Pesquisa Mente, Cérebro e Comportamento da Universidade de Granada, explica o processo. “Quando alguém toma banho, a temperatura interna do corpo aumenta. Sua redução gradual quando saímos do banho e nos secamos induz, indiretamente, o sono”. E se permite uma recomendação sobre como aproveitá-lo: “Deve ser pausado e prolongado para permitir ao corpo subir o termômetro, até que se notem os músculos relaxados. Podemos falar de 15 minutos sob o jorro de água ou submersos na banheira”.

O banho matinal, por sua vez, corta a modorra do despertar. Nas palavras do doutor Egea, “por inércia leva um tempo para recuperar a lucidez, uma ducha faz com que a atenção chegue antes”. Para que esse efeito seja melhor, o conselho reside na temperatura da água. “É melhor um banho fresco para reativar a circulação”, diz o doutor Egea.

A pele e o cabelo escolhem seu momento

No caso do cuidado da pele e do cabelo, a coisa muda. “Não há pautas exatas, cada derme e cada cabelo precisam de uma frequência, um tipo e um tempo de banho particular”, diz primeiro o doutor Javier Pedraz, dermatologista e diretor médico da Clínica Insparya. “As mudanças de temperatura não fazem bem. Por isso se costuma aconselhar a tomar banho de noite: ao não sair à rua, não ocorre uma mudança tão brusca entre a temperatura, principalmente no inverno”. Ainda que Pedraz reconheça que, se há tempo para temperar o corpo entre se lavar e sair de casa (o que não costuma acontecer), não afetaria a cútis fazê-lo pela manhã.

A doutora Paloma Borregón, membro da Academia Espanhola de Dermatologia e Venereologia, também acha melhor o banho noturno. “Serve para retirar a sujeira que pegamos na rua pela poluição, e após fazer exercício. Quem pratica esporte pela manhã, evidentemente, preferirá se lavar após suar”. O mais importante, para ela, é aplicar creme hidratante depois do banho, de manhã ou de noite. “Os géis eliminam a camada protetora e devemos fortalecê-la novamente”. E diferencia entre corpo e rosto. “O primeiro só se lava uma vez por dia, porque podemos alterar o microbioma e favorecer infecções.

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Pesquisa aponta que para 57% dos entrevistados o investimento em áreas sociais é mais importante do que aumentar o número de policiais

Para a maioria dos brasileiros, investimento no social é a melhor maneira de conter a violência

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Para a maioria dos brasileiros, investimento no social é a melhor maneira de conter a violência

A maioria dos brasileiros acredita que o governo deve investir mais em áreas sociais , como educação e criação de empregos , do que em segurança para combater a violência . Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira pelo jornal “Folha de S. Paulo” aponta que para 57% dos entrevistados o investimento no social é mais importante do que aumentar o número de policiais treinados e equipados nas ruas, opinião representada por 41%. Outros 2% não souberam responder.

O índice da quem acha melhor priorizar o social é alto até entre os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que, historicamente, defende investimentos na estrutura das polícias e uma política de segurança mais dura para combater a violência no país. Para 51%, dos que avaliam o governo como ótimo ou bom, a prioridade deve ser nas áreas sociais, contra 47% que acreditam que se deve valorizar mais as polícias.

Recorte

Segundo o levantamento, o que mais influencia essa percepção é idade, escolaridade e renda dos entrevistados. Quanto menor a idade, maior o índice dos que acreditam que o investimento deve ser prioridade nas áreas sociais . Já os entrevistados mais pobres e menos escolarizados tendem a defender o investimento nas polícias. O Datafolha ainda fez um corte por regiões do país. No Sudeste está o maior índice dos que apoiam mais investimentos no social para conter a violência : são 63% contra 35% daqueles que defendem priorizar as polícias. No Nordeste, o cenário é de 50% a 47%, respectivamente.

Medo de sair à noite

O Datafolha perguntou ainda aos entrevistados se eles têm medo de sair pela cidade depois de anoitecer. Setenta e dois por cento responderam que têm medo, e 28% não. Do total, 50% disse ter muito medo, e 22% ter um pouco de medo.

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Imagem de: Messenger agora só pode ser usado com conta no Facebook
(Fonte: Facebook Help Center/Reprodução)
O Messenger surgiu como o mensageiro oficial do Facebook, mas podia ser usado como aplicativo de mensagens independente até pouco tempo. Agora, porém, quem quiser utilizar a plataforma obrigatoriamente terá que criar uma conta na rede social de Mark Zuckerberg, como nos velhos tempos.

Desde 2015, época em que o aplicativo de mensagens se tornou independente, o Facebook permitia que usuários que não possuem a rede social utilizassem o Messenger fazendo login com o número de telefone, de maneira similar ao que acontece com o WhatsApp. Nesta semana, porém, a companhia confirmou ao Venture Beat que o uso do mensageiro agora está totalmente vinculado ao serviço principal da firma. A nova diretriz também está presente no site de ajuda do serviço.

Segundo o Facebook, a maioria dos usuários do Messenger também possuem a rede social e o objetivo da integração total é simplificar o processo de autenticação para uso da plataforma. Atualmente, o aplicativo de mensagens é utilizado por cerca de 1,3 bilhões de pessoas, e a empresa garante que a “vasta maioria” não sentirá a diferença da mudança.

Domínio do Facebook

A alteração feita no sistema de autenticação do Messenger é apenas mais uma das ações do Facebook para unificar suas diferentes plataformas. Neste ano, a companhia também colocou seu nome para aparecer tanto no Instagram quanto no WhatsApp, aplicativos que são populares de maneira independente e estão embaixo do guarda-chuva de serviços da gigante da web.

Além disso, o CEO Mark Zuckerberg anunciou, no começo de 2019, o plano de criptografar e unificar as mensagens do Messenger, WhatsApp e Instagram Direct em apenas um servidor. A mudança facilitaria a comunicação entre os usuários dos aplicativos, mas levantou preocupações de órgãos reguladores, inclusive no Brasil, por causa do poder e dominância de mercado da companhia.

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Espaço tem capacidade para receber até cem pessoas, sendo 60 homens e 40 mulheres / Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Espaço tem capacidade para receber até cem pessoas, sendo 60 homens e 40 mulheres

Ao invés de dormir ao relento, suscetível à chuva, ventos e violência, moradores de rua do Recife passam a contar com o Abrigo Noturno Irmã Dulce dos Pobres, inaugurado nesta terça-feira (24/12) pela prefeitura. Localizado na Travessa do Gusmão, no bairro de São José, Centro da cidade, o espaço funcionará diariamente das 19h às 7h. Há área de convivência, banheiros e dois dormitórios climatizados (masculino e feminino) para receber até cem pessoas, sendo 60 homens e 40 mulheres.

Os usuários foram previamente cadastrados pela Secretaria Executiva de Assistência Social. O acesso será controlado por catraca, liberada após confirmada a identidade da pessoa. Ao chegar no abrigo, a sugestão é que o morador de rua tome um banho. Receberá toalha e um kit de higiene. Armários individuais e com cadeado serão disponibilizados para guardar objetos pessoais.

SEGUNDO A PREFEITURA, IDOSOS, PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E QUEM VIVE HÁ MENOS TEMPO EM SITUAÇÃO DE RUA TERÃO PRIORIDADE NO ACESSO AO ABRIGO

“A maioria da população de rua é masculina, por isso foram mais vagas para homens. Todos os usuários poderão jantar no restaurante popular que vamos inaugurar na próxima sexta-feira, na Rua Floriano, também no bairro de São José, antes de ir dormir no abrigo”, explicou a secretária de Desenvolvimento Social, Juventude e Direitos Humanos do Recife, Ana Rita Suassuna. “Catorze milhões de pessoas no Brasil entraram na faixa de pobreza. Esse abrigo será um serviço importante para quem mora na rua, com banho de chuveiro, atendimento psicossocial e uma dormida digna”, destacou o prefeito Geraldo Julio, durante a inauguração. O arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, participou da solenidade e abençoou o espaço.

“É doloroso ver pessoas dormindo nas calçadas. É importante Recife ter um abrigo para essas pessoas e ser inaugurado justamente na véspera do Natal, época de maior solidariedade”, comentou dom Fernando. “Ainda é pouco, pois o contingente de população de rua aumentou consideravelmente. Mas considero uma grande conquista e um avanço”, afirmou Irmã Julita Soares, da Pastoral Povo de Rua.

PRIORIDADES

Segundo a prefeitura, idosos, pessoas com deficiência e quem vive há menos tempo em situação de rua terão prioridade no acesso ao abrigo. Para garantir o convívio e rotina saudável no equipamento, haverá um contrato de convivência interna com as regras a serem seguidas no ambiente. Uma equipe de psicólogos, assistentes sociais e cuidadores atuará no local, além de pessoal administrativo, portaria e serviços gerais. Alguns dos funcionários, inclusive, são ex-moradores de rua.

 

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