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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Social

Resultado de imagem para Bolsa Família completa renda de 13,5 milhões de famílias em outubro
O ministério da Cidadania anunciou no fim da tarde desse sábado (19) que 13,5 milhões de famílias terão direito ao crédito do programa Bolsa Família no mês de outubro. Beneficiários do programa que estão em situação regular de cadastro têm até 90 dias para efetuar o saque. O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda para as famílias registradas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A iniciativa é voltada para famílias pobres ou extremamente pobres, que ocupam uma faixa de renda mensal de até R$ 178 por pessoa. As regras do programa exigem, ainda, que crianças de 0 a 7 anos estejam com o cartão de vacinação em dia. Para famílias com adolescentes, a frequência na escola também é um requisito. Pelo menos 85% de presença nos dias letivos para a faixa etária de 6 a 15 anos, e 75% para jovens de 16 a 17 anos.
13ª parcela
O presidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso uma medida provisória (MP) no dia 15 de outubro que prevê o pagamento de uma 13ª parcela do benefício – uma de suas plataformas de campanha em 2018 -. “Nós sabemos que pode ser até pouco para quem recebe, mas pelo que eles têm, é muito bem-vindo esse recurso”, relatou o presidente durante a assinatura da MP. De acordo com o ministro da Cidadania, Osmar Terra, o benefício será fixo a partir do ano que vem, onde deverá ser previamente alocado na previsão do Orçamento. É possível tirar dúvidas e se informar sobre o programa através do telefone 0800 707 2003, serviço mantido pelo ministério da Cidadania.
diariodepernambuco.
      A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Água Branca PB realizará no dia 19.10.19, às 19 hs. Na Praça São Pedro, no centro da cidade, numa noite de gratidão, uma grande CRUZADA EVANGELÍSTICA com o tema: GENTE DA GENTE, POVO DE DEUS.
       O evento contará com a participação da banda Genesis, da cantora Jaqueline Gomes, do diácono Betinho e do preletor, o evangelista Diego Rafael.
É hoje CRUZADA EVANGELÍSTICA que se realizará no dia 19.10.19, às 19, não percam.
 Contamos com a presença de todos. Deus tem uma Palavra para você. Sinta-se convidado.
Facebook pode ser condenado a pagar multa de até R$ 10 milhões

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, abriu novo processo contra o Facebook para investigar supostas violações à privacidade e proteção de dados não somente de usuários da plataforma como de outros indivíduos. O Facebook tem até 10 dias para responder à notificação. Segundo o órgão, se comprovadas as violações, a empresa pode pagar multa de até R$ 10 milhões.

A Senacom apura supostos abusos no tratamento de dados sensíveis. Entre eles estariam informações de saúde como frequência cardíaca e ciclo menstrual, conteúdos de mensagens e e-mails privados e localização dos usuários. O tratamento irregular envolveria inclusive registros de pessoas que não são usuários da plataforma. Essas informações teriam sido obtidas por meio de aplicativos. O Facebook funciona como plataformas para diversos apps, permitindo que esses ofereçam serviços e, para isso, coletem dados dos usuários. O aplicativo FaceApp foi um dos que recentemente geraram polêmica e questionamentos.O processo aberto pelo MJ é o terceiro contra o Facebook por suspeitas de práticas irregulares relacionadas a dados de internautas. Em agosto, a Senacom cobrou esclarecimentos da companhia pelo acesso indevido ao conteúdo de mensagens do FB Messenger.Em março, o órgão instaurou dois processos contra a rede social, sendo um pelo compartilhamento ilegal de dados a partir do recurso de login usando a conta do Facebook e outro pela atuação de hackers que teriam invadido contas de usuários brasileiros e obtido informações como nome, e-mail, lugares onde a pessoa foi e buscas realizadas.

Procurado pelo R7, o Facebook enviou a seguinte nota:

“O Facebook ainda não foi formalmente notificado sobre o processo. Vale ressaltar que nossos termos de serviço proíbem desenvolvedores de nos enviarem dados confidenciais sobre a saúde das pessoas e nós tomamos providências se descobrimos que isso aconteceu.”

R7

O IBGE mostrou que a desigualdade aumentou no Brasil em 2018. De toda a renda do país, 40% estão concentrados nas mãos de 10% da população.

Gente que faz força, aperta o cinto e não para de sonhar. “Mudança, frente, qualquer coisa. Pagou, a gente está indo”, disse um trabalhador informal.“Eu optei por trabalhar na informalidade mesmo porque eu não consegui mais um trabalho”, contou outra trabalhadora informal. “Pode estar ruim hoje, ruim amanhã, mas eu estou aqui, eu estou na guerra porque eu vim para ganhar”, afirmou a ambulante Jacksayene.As histórias desses trabalhadores formam um retrato do Brasil. “Eu me chamo Jacksayene Fabrício Antonio. Estou com 24 anos”, contou.

Jacksayene vende meias nas ruas de Copacabana, na Zona Sul do Rio, há três anos. O negócio que ela improvisou na calçada rende R$ 1.200 por mês. Metade dos trabalhadores no Brasil vive com esse valor.“O que eu ganho eu ajudo a minha mãe e meus sobrinhos. Parei de estudar, vim trabalhar”, contou ela.As mulheres recebem, em média, 20% menos que os homens. Quem não completou o ensino fundamental ganha R$ 1.227 por mês, quase a metade da média dos brasileiros. “Eu sou Marcos Vieira, trabalho na rua há 25 anos, de comércio ambulante”, contou outro trabalhador informal. O Marcos terminou o ensino médio, mas não consegue mais emprego. “Desde 2012 até então eu estou trabalhando vendendo capa de celular, acessórios. E essa é a minha renda até hoje”, disse.Mesmo com mais gente trabalhando em condições precárias na informalidade, os brasileiros tiveram ganho real em seus rendimentos em 2018 de 2,3%, segundo a pesquisa do IBGE. Mas o que explica isso é o aumento da concentração de renda no país. Os 5% mais pobres ganharam 3% a menos. Já os mais ricos, que representam 1% da população, viram seus rendimentos crescer mais de 8%. A renda dos mais ricos é 33,8 vezes maior que a média dos 50% mais pobres. Um recorde na série histórica do IBGE, que começou em 2012. O número de pessoas beneficiadas pelo Bolsa Família caiu de 15,9% para 13,7%. E o Índice de Gini, que mede a desigualdade de um país, voltou a subir em 2018 e atingiu o pior resultado da pesquisa. O índice varia de zero a um. Quanto mais próximo de um, pior é a distribuição de renda. “Eu torço para que o Brasil, um dia, não sei quando, seja um pais mais justo”, disse a professora aposentada Glória Batraque. Aposentadorias como a da professora Glória contribuem cada vez mais com a renda das famílias. Ela contratou Jorge para transportar a geladeira nova. “Jorge César Pinto. Tenho 13 filhos com muito orgulho”, contou. Um brasileiro que, como tantos outros, encara qualquer desafio para pagar as contas: “não peço nada a ninguém para sustentar eles. Sustento eles com meu suor, graças a Deus”.

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Promessa de campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (15) a medida provisória (MP) que oficializa o pagamento da 13ª parcela do Bolsa Família a todos os beneficiários do programa. O adicional será pago em cerca de 60 dias, junto com o benefício de dezembro, e totaliza uma injeção extra de R$ 2,58 bilhões na economia.

“Nós sabemos que pode ser até pouco para quem recebe, mas pelo que eles têm, é muito bem-vindo esse recurso”, afirmou o presidente em um breve discurso na cerimônia de assinatura da MP, no Palácio do Planalto. Ministros, parlamentares e outras autoridades estavam presentes. Segundo Bolsonaro, a ideia de ampliar o número de parcelas pagas pelo Bolsa Família surgiu durante a campanha eleitoral, quando começaram a circular boatos de que ele acabaria com o programa, caso fosse eleito. “Uma iniciativa bastante desesperada da oposição, que começou a pregar, em todo o Brasil, em especial no Nordeste, que nós acabaríamos com o programa Bolsa Família. Então, para mostrarmos que nós não estávamos contra esse programa, e queríamos ajudar os pobres mesmo sabendo que o bom programa social é aquele que sai mais gente do que entra”, acrescentou.

O Bolsa Família atende atualmente cerca de 13,5 milhões de famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e de pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais por membro. O benefício médio pago a cada família é de R$ 189,21.

A MP assinada por Bolsonaro entra em vigor de forma imediata, mas precisará ser confirmada pelo Congresso Nacional em até 60 dias. Para o ministro da Cidadania, Osmar Terra, é “praticamente impossível” que a medida não seja aprovada pelos parlamentares, por causa do apelo que tem no combate à miséria. Em entrevista, ele explicou que o recurso extra do décimo terceiro não estava previsto no Orçamento de 2019, e que, por isso, houve a necessidade da edição da MP.  “A partir do ano que vem, na própria previsão do Orçamento já vai estar colocada essa questão do décimo terceiro, e daqui pra frente vai ter essa parcela”, explicou.

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Em evento em São Paulo, ministro da Economia também disse que reforma tributária do governo irá para o Congresso assim que Previdência passar

São Paulo — O ministro da Economia, Paulo Guedes, elogiou a votação no Congresso que aprovou projeto de lei que trata da partilha em fração igual dos recursos da cessão onerosa para Estados e municípios. “A cessão onerosa é o grande acordo político”, enfatizou. Para o ministro, não há crise política, ao contrário do que tem sido dito. “Nasceu uma nova política, extraordinariamente republicana”, disse.Pelo projeto aprovado, os municípios poderão usar o dinheiro a ser recebido para cobrir o rombo previdenciário ou para fazer investimentos. Já os governadores ficarão mais engessados no uso do recurso e terão de usar a verba prioritariamente para pagar dívidas da Previdência.As declarações foram feitas durante o Fórum de Investimentos Brasil 2019, organizado pelo governo federal, pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).“Essa medida vai reduzir o déficit fiscal nesse primeiro ano”, celebrou Guedes. “Quando me perguntam qual a meta de déficit fiscal, eu digo que é zero. Não deu para zerar, mas vamos tentar sempre o maior possível.” Segundo ele, não faz mal “mirar nas estrelas e acertar a lua”.

Energia

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A busca insaciável de riquezas e poder obscurece a mente. Transforma em pedra o coração do ser humano. A ganância faz esquecer o bem comum e é quase sempre alimentada por mentiras e corrupção. Quando o poder e o dinheiro são colocados em primeiro lugar, organizações e até sociedades inteiras enterram valores que são eternos. A ausência de justiça coloca pessoas contra pessoas, estados contra estados, países contra países.

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Foto: DINO

A ganância nada tem a ver com o acúmulo de riquezas fruto do próprio trabalho e suor, pensando no bem-estar dos filhos, da família, pensando em amparo seguro na velhice ou no desenvolvimento de uma nação. Todos precisam competir e lutar por dias melhores, mas pensando tanto em si como nos outros, compartilhando realizações e conquistas, bem-estar e felicidade. Essa é a justa ambição de pessoas que trabalham, sonham e buscam um mundo melhor. Os gananciosos vivem eternamente insatisfeitos com o que têm, querem sempre mais e mais, passando por cima de tudo e de todos.

Sempre houve, ao longo da história, indivíduos, governos, reinos e países dominados pela ganância. Quase sempre suas ações levaram a guerras por conquistas ou ao acúmulo de riquezas nas mãos de minorias, criando imensas injustiças sociais, pobreza e fome. A ganância de muitos colonizadores, no passado, e hoje de países que dominam as novas tecnologias da informação ou detêm grandes riquezas naturais, como o petróleo, ainda mantêm um fosso profundo entre ricos e pobres, entre os que têm tudo e os que não têm nada, como muitas nações da África Subsaariana. E isso sem contar que a sede de poder está por trás de conflitos aterradores no Oriente Médio e na península coreana.

O que choca hoje é que a ganância, traduzida na roubalheira diariamente escancarada na mídia, está ficando mais sofisticada. Não somente se subtraem para fins escusos grandes recursos públicos que poderiam dar mais saúde, educação e bem-estar à população, como se usam caixas, malas e até apartamentos para esconder tesouros oriundos de obscuros pactos entre poderes públicos e empresários inescrupulosos. À ganância oficializada em muitas de nossas instituições soma-se à de quadrilhas criminosas que estouram caixas-fortes, roubam cargas em rodovias, aplicam golpes pela internet, assaltam lojas e residências.

A ganância mata os mais nobres sentimentos humanos, como a verdade, o respeito e o amor e leva a práticas condenáveis. Quem não conhece a história do apóstolo Judas Iscariotes, que entregou Jesus aos sacerdotes judeus por 30 moedas de prata? Sua sede de riqueza não teve limites, como não tem limites o que fazem os filhos que se apossam, antes da hora, de bens que com sacrifício os pais acumularam, e o que fazem governantes e políticos com dinheiro público.

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27092019 FPM arte CNMResultado de imagem para DINHEIRO

Na próxima quinta-feira, 10 de outubro, os cofres municipais vão receber repasse do 1º decêndio do mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor a ser repassados aos Municípios brasileiros corresponde a R$ 2.391.212.514,46, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, o montante é de R$ 2.989.015.643,08.

Dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) apontam que, comparado ao mesmo período do ano anterior, o 1º decêndio de outubro de 2019 apresentou uma queda de 7,02%. Quando o valor do repasse leva em conta a inflação do período, comparado ao mesmo período do ano anterior, a queda é de 9,26%. O primeiro decêndio sofre influência da arrecadação do mês anterior, uma vez que a base de cálculo para o repasse é dos dias (20 a 30 do mês anterior). Esse 1º decêndio, geralmente, sempre é o maior do mês e representa quase a metade do valor esperado para o mês inteiro.

Acumulado do ano
O valor total do FPM apresenta crescimento positivo quando levado em consideração o acumulado do ano. O total repassado aos Municípios no período de janeiro até o 1º decêndio de outubro de 2020, apresenta um crescimento de 8,47% em termos nominais (sem considerar os efeitos da inflação) em relação ao mesmo período de 2018. Já considerando o comportamento da inflação, observa-se que o FPM acumulado em 2019 apresenta um crescimento de 4,49% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Sobre o FPM
O FPM, bem como a maioria das receitas de transferências do País, não apresenta uma distribuição uniforme ao longo do ano. No primeiro semestre estão os maiores repasses do FPM (fevereiro e maio), mas no outro ciclo, entre os meses de julho a outubro, os repasses diminuem significativamente, com destaque para setembro e outubro. Conforme análise da série histórica do FPM, os repasses dos cinco primeiros meses do ano representam uma entrada elevada de recursos nas contas municipais. A CNM alerta que os gestores municipais tenham cautela em suas gestões e ao gerir os recursos municipais. Para tanto, é preciso planejamento e reestruturação dos compromissos financeiros das prefeituras para que seja possível o fechamento das contas. Confira quanto seu Município vai receber de repasse do FPM.

Da Agência CNM de Notícias 

Empresas e até países envolvidos na operação podem eventualmente ser processados

Marcos Rodrigues/AFP/BBC Brasil

As circunstâncias exatas do vazamento de petróleo na costa brasileira ainda não estão claras, mas a gravidade desse incidente para o meio ambiente e para a economia das cidades afetadas é evidente. Animais marinhos ameaçados, tartarugas mortas e prejuízos para o turismo são algumas das consequências. Um relatório da Petrobras mostra que os resíduos que já chegaram a 138 áreas do litoral nordestino são uma mistura de óleos da Venezuela. Antes da divulgação do documento, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, deu a entender que o governo sabia qual era o país da embarcação que deu origem às manchas de óleo e que poderia se tratar de uma ação criminosa.

“Eu não posso acusar um país, vai que não é aquele país. Não quero criar problemas com outros países. É reservado”, disse. “Temos no radar um país que pode ser a origem do petróleo.” “É um volume que não está sendo constante, não é? Se fosse um navio que tivesse afundado, estaria saindo ainda óleo. Parece que […] criminosamente algo foi despejado lá.”

Os ‘donos do óleo’

A Marinha e órgãos estaduais e federais estão atuando em conjunto para tentar identificar a origem do vazamento. Participam da operação 1,5 mil militares, cinco navios, uma aeronave e diversas embarcações e viaturas de delegacias e capitanias dos portos.Três hipóteses são consideradas: naufrágio de embarcação, despejo criminoso ou acidente na passagem de óleo de um navio para outro.Ainda há muitas perguntas sem resposta. Mas quando a origem do óleo finalmente for rastreada, quem deverá ser responsabilizado e punido pelos danos ambientais? Para responder a essa pergunta a BBC News Brasil ouviu duas especialistas em Direito Marítimo Internacional especializadas em conflitos envolvendo vazamento de petróleo no oceano.

 Mapa mostra áreas atingidas por petróleo no Nordeste brasileiro

Mapa mostra áreas atingidas por petróleo no Nordeste brasileiro

Reprodução/Ministério do Meio Ambiente

Segundo a professora de Direito Marítimo Ingrid Zanella, da Universidade Federal de Pernambuco, e a advogada Maria Fernanda Soares, especialista em direito marítimo, antes de saber quem o governo brasileiro deve processar e punir, é preciso identificar com certeza quem é o dono da embarcação ou das embarcações envolvidas no episódio, que país produziu o óleo vazado, em que território vazou o óleo, qual empresa contratou o navio e que empresa receberia a mercadoria transportada. As vítimas desse vazamento podem ser comunidades de pescadores — caso tenha afetado a quantidade ou volume histórico de pesca, por exemplo —, a indústria do turismo, hotéis, e os próprios Estados que estão gastando dinheiro para limpar o óleo da orla brasileira e mitigar os danos causados.

Local do vazamento

Zanella diz que uma das primeiras perguntas que devem ser respondidas é o local onde ocorreu o vazamento — ou seja, se foi em águas nacionais ou internacionais. Ela afirma que, pela extensão do derramamento do óleo, que afetou diferentes praias do Nordeste, tudo indica que o vazamento ocorreu não em território brasileiro, mas na chamada zona econômica exclusiva.”O mar é dividido em diversas áreas. Temos a área considerada Brasil, que vai até 12 milhas (da costa). Após essas 12 milhas, temos a zona econômica exclusiva, que vai das 12 milhas a 200 milhas. Isso não é Brasil, mas os recursos naturais que ali estão, como águas, petróleo, recursos vivos e bens ambientais são do Brasil”, explica. Zanella e Soares concordam que, neste caso, o Brasil tem jurisdição para processar civil e criminalmente os envolvidos no incidente. “Mesmo que tenha sido embarcação de outra nacionalidade, os recursos afetados são brasileiros, portanto nós temos jurisdição para processar civil e criminalmente”, diz Zanella. Soares explica que o Brasil “tem um histórico grande de aplicar o direito brasileiro a danos ambientais” mesmo sendo signatário de uma convenção internacional que regula a compensação de danos causados por vazamento de petróleo, de 1969 (a Convenção Internacional sobre Responsabilidade Civil em Danos Causados por Poluição por Óleo). Isso porque há quem enxergue problemas de compatibilidade entre a Constituição brasileira de 1988 e a convenção internacional de 1969, já que a lei brasileira garante reparação integral, enquanto a norma internacional estabelece limites à indenização. Neste caso, porém, por se tratar da zona econômica exclusiva do Brasil, o direito brasileiro é aplicável de qualquer forma.

Possíveis responsáveis

Zanella explica que existem duas esferas de responsabilização neste caso: civil e criminal. No caso da responsabilização civil, o objetivo do Brasil será buscar indenização para cobrir todos os danos econômicos e ambientais, de curto e longo prazo, provocados pelo vazamento. Já no âmbito criminal, será preciso identificar se houve dolo ou culpa, ou seja, se as pessoas envolvidas tiveram a intenção de cometer aquele crime ou assumiram o risco de que esses danos ocorressem. A professora da UFPE diz que diferentes empresas e até países podem eventualmente ser responsabilizados judicialmente pelo vazamento de óleo nas praias do Nordeste brasileiro. 

Presidente brasileiro insinuou que vazamento pode ter sido criminoso

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Ao todo, 73,03% das famílias brasileiras receberam menos de seis salários mínimos por mês entre 2018 e 2019. Há nove anos, eram 68,4%. - Créditos: Reprodução
Ao todo, 73,03% das famílias brasileiras receberam menos de seis salários mínimos por mês entre 2018 e 2019. Há nove anos, eram 68,4%. / Reprodução

A maior parte das famílias brasileiras ficaram mais pobres nos últimos anos. Ao menos isso é o que demonstra o estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado na última sexta-feira (4). A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) mostra que, nos últimos nove anos, caiu o número de famílias que têm renda mensal superior a seis salários mínimos, ao mesmo tempo que aumentou o número delas que vive com menos do que esse valor. Se comparado com a pesquisa anterior, realizada em 2008 e 2009, houve crescimento no percentual de famílias nas classes mais pobres da população. Ao todo, 73,03% das famílias brasileiras receberam menos de seis salários mínimos por mês entre 2018 e 2019. Há nove anos, eram 68,4%. A POF traça um perfil dos hábitos de consumo e das condições de vida do brasileiro e é usada como parâmetro para outras pesquisas do IBGE, como o cálculo da inflação e o do Produto Interno Bruto (PIB), além de embasar estudos sobre desigualdade. Em meio aos debates em torno da reforma da Previdência, que dificultará ainda mais as pessoas se aposentarem, a pesquisa também aponta a importância da aposentadoria para as classes mais vulneráveis da população.  Entre os lares mais pobres, que recebem até R$ 1.908, quase um quarto da renda (24,3%) vem de aposentadorias, pensões e programas sociais, mas essa dependência chega a 28,8% quando se consideram todas as transferências levantadas pela pesquisa.

No outro extremo

Em paralelo a esse cenário, a POF aponta que apenas 2,7% das famílias brasileiras concentraram quase 20% de todo o dinheiro recebido pelas famílias no país. Segundo a pesquisa, o total de famílias no Brasil é de aproximadamente 69 milhões. Desse número, 2,7%, equivalentes a 1,8 milhão de famílias, têm um rendimento superior a R$ 23 mil. Enquanto isso, 23,9%, equivalentes a 16,4 milhões de famílias, recebem somente até R$ 1.908, correspondentes a dois salários mínimos.

São 12,8 milhões de famílias com rendimento mensal entre R$ 1.908 e R$ 2.862; 21,8 milhões de famílias com rendimento entre R$ 2.862 e R$ 5.724; 9,6 milhões de famílias com rendimento entre R$ 5.724 e R$ 9.540; 4,4 milhões de famílias com rendimento entre R$ 9.540 e R$ 14 mil; e 2,7 milhões de famílias com rendimento de R$ 14 mil até R$ 23 mil. A pesquisa afirma que a renda média das famílias no Brasil é de R$ 5.426. No entanto, este cálculo soma o rendimento de todas as famílias, pobres e ricas, e forma uma média. Destes R$ 5.426 da média, R$ 1.080 vêm do rendimento das famílias mais ricas e apenas R$ 297 vêm das famílias mais pobres.

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Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

FOTO: MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

Atos de Janot merecem ser esquadrinhados, assim como os da malta curitibana. Processos precisam ser refeitos, alguns, e extintos, outros
O Brasil havia se acostumado com as doses homeopáticas de revelações comprometedoras da lisura dos procedimentos adotados na força-tarefa da chamada Operação Lava Jato. As pequenas doses ministradas ao público pelo The Intercept Brasil tinham razão de ser. Visavam a disseminação de informação segura e testada, sem o alvoroço típico de quem apenas estaria a querer provocar uma shit-storm. A lenta publicização das mensagens dos atores da operação no aplicativo Telegram objetivava ademais trabalhar a opinião pública de modo consistente, deixando, a cada semana, decantar devagarinho a dose de escândalo no consciente coletivo. A pressa é inimiga da perfeição, diz a sabedoria popular. Nunca isso foi tão verdadeiro para explicar a atuação profissional dos repórteres e jornalistas dedicados à Vaza Jato. Nada disso vale para o livro de autoria de Rodrigo Janot, Nada Menos Que Tudo. A obra, com presunçoso título, invadiu o espaço público feito jato de fogo de um lança-chamas, como explosão de um homem-bomba, antes mesmo de ser lançado oficialmente. Entrevistas do ex-PGR, dado a cronista de si mesmo, precipitaram a comoção que seus incendiários e explosivos relatos inevitavelmente viriam a provocar, mais cedo ou mais tarde, com algumas verdades prováveis, outras versões pouco críveis e também muita bravata. Mas o que Janot diz é chocante, verdade ou não, pois é dito por quem chefiou o Ministério Público Federal no período em que mais foi temido pelos atores políticos, comandou a Operação Lava Jato no STF e pôs a República de ponta-cabeça.

Janot não é um procurador concursado qualquer, ansioso apenas por prestígio, poder e bem-estar econômico-social, como os há às pencas na carreira. É muito mais do que isso. Foi o PGR que melhor soube mobilizar as debilidades da corporação em seu favor. Por meio de uma campanha eleitoral empresariada logrou constar da lista tríplice associativa em primeiro lugar, com o maior número de votos na história recente do MPF. Manipulou os meios governistas ao prometer equilíbrio e parcimônia na atuação, a fazer contraponto a seus antecessores que estiveram à frente do estrondoso processo do Mensalão. Com isso, foi indicado pela presidenta Dilma Rousseff em pleno ano de crise política aguda, com o País tomado por manifestações de rua sem pauta precisa. Foi bem recebido pela classe política, acenando com diálogo e transparência.

RODRIGO JANOT (FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL)

Empossado, nada cumpriu do que prometera a seus interlocutores. Abraçou o que havia de mais retrógrado, falso-moralista e interesseiro na corporação. Após ter acendido velas ao santo e ao diabo para chegar ao cume da carreira, escolheu o derradeiro e deu uma banana ao santo. Esqueceu-se do compromisso de pacificar e de imprimir moderação e racionalidade à atuação do MPF. Ninguém lhe pedira para abdicar do enfrentamento dos desvios. Esperava-se apenas que o fizesse com respeito aos cânones legais e constitucionais e, sobretudo, que exercesse sua função de chefe, expressamente prevista no artigo 128 da Constituição.

A pusilanimidade disfarçada de ética fez com que pedisse a prisão de José Genoino, a quem pouco antes, em plena campanha para o cargo, prometera, em jantar em sua casa, proteger da sanha persecutória de Joaquim Barbosa e setores do Ministério Público. Poderia ter deixado Barbosa determinar a prisão de ofício, como era de se esperar e, depois, tomar medidas que julgasse adequadas para debelar a condenação que sabia iníqua. Em último caso, se achasse que seria pedir demais, deveria dar-se por suspeito no caso, ante à relação de amizade íntima que mantinha com o réu injustiçado.

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Segundo André Martins, pesquisador do IBGE, ao perder a renda, o trabalhador mais pobre acaba reduzindo o gasto com alimentação - Créditos: Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Segundo André Martins, pesquisador do IBGE, ao perder a renda, o trabalhador mais pobre acaba reduzindo o gasto com alimentação / Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Estudo publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) na última sexta-feira (4) compilou dados que permitem constatar a crescente desigualdade social no Brasil por diversos ângulos

Para se alimentar, por exemplo, os brasileiros pertencentes à camada de renda mais pobre comprometem, proporcionalmente, três vezes mais do total do seu orçamento mensal do que a população mais rica, formada por famílias de renda superior a R$ 23,8 mil. 

De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE, para as famílias que ganham até dois salários mínimos – R$ 1.996 –, a comida representa 22% do total de despesas do mês. Nos núcleos familiares que vivem com mais de R$ 23.850 mensais, o item alimentação representa 7,6% das despesas. Ou seja, o peso da comida é três vezes maior para os pobres comparando com os ricos. O auxiliar de serviços gerais Francisco José da Silva Santos, de 39 anos, está desempregado há três anos e vive de pequenas atividades temporárias e bicos informais. Nem todos os meses consegue juntar uma renda que supere o salário mínimo. Enquanto não consegue uma renda estável, ele vive em um abrigo, na região Oeste da capital,  e procura emprego diariamente. Para ele a despesa no supermercado é um peso no orçamento e nas chances de um futuro melhor. 

“A pessoa vai comprar alguma coisa e chega lá [no supermercado] e já aumentou o preço. E daí tem que tirar mais e cada vez vai gastando mais. Nesse sentido, o dinheiro vai perdendo o valor”, conta Santos.

O pesquisador André Martins, do IBGE, um dos responsáveis pelo estudo dos orçamentos, comentou que, em uma eventual demissão ou diminuição de renda, o trabalhador mais pobre acaba reduzindo o gasto com a alimentação. “Ele tem que se ajustar e onde dá para cortar, um pouco é na comida. Ele não pode tirar do transporte, por exemplo, porque vai precisar sair para procurar emprego”, disse.Segundo o técnico Ilmar Ferreira, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a situação política do país não caminha para um cenário melhor.“As perspectivas não são exatamente positivas, nessa direção, já se mexeu na política do salário mínimo, na política da Previdência Social, na questão salarial, a precarização dos empregos, de forma que isso tende a se agravar, essa extrema desigualdade”, opina. O levantamento mensal feito pelo próprio Dieese sobre o custo de vida da classe trabalhadora no Brasil apontou que, em setembro, o valor ideal do salário mínimo para sustentar uma família de quatro pessoas, dois adultos e duas crianças, era de R$ 3.980,82.

A pesquisa do IBGE, por outro lado, mostra que esse rendimento está longe da realidade de pelo menos 12,8 milhões de famílias brasileiras, que vivem com um orçamento mensal entre R$ 1.908 e R$ 2.862

Ainda segundo o IBGE 21,8 milhões de famílias têm rendimento entre R$ 2.862 e R$ 5.724; 9,6 milhões de famílias têm rendimento entre R$ 5.724 e R$ 9.540; 4,4 milhões de famílias têm rendimento entre R$ 9.540 e R$ 14 mil; 2,7 milhões de famílias têm rendimento de R$ 14 mil até R$ 23 mil; e 1,8 milhão de famílias têm um rendimento superior a R$ 23 mil. 

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caminhada
Foto: Shutterstock

Além de ser um exercício de baixo impacto que você pode fazer a qualquer momento e em qualquer lugar, a caminhada pode ser um ótimo jeito de perder peso quando comparado a treinos de alta intensidade e outros exercícios pesados, segundo a personal trainer Chris Freytag, dos EUA. Na verdade, um estudo feito pelo Risk Analysis em 2015 descobriu que as mulheres que executam caminhadas regulares tendem a ter índices menores de massa corporal e de circunferência abdominal do que aquelas que optam por outras formas de exercício.

Pegue seu caminho para ter um peso mais saudável com essas dicas.

5 formas de queimar gordura na caminhada

1. Caminhe rápido o suficiente para dificultar qualquer conversa

“Muita gente não tem tempo para andar duas horas seguidas, então fazer o máximo do tempo que você tem é o segredo”, diz Freytag. “Ao adicionar certa velocidade e intensidade às suas caminhadas, você pode aumentar a queima calórica, melhorar sua capacidade pulmonar e perder alguns quilos.” Para ter certeza que sua intensidade está onde ela precisa estar, foque na respiração. Para caminhar num ritmo de queima de gordura, você deve ser apenas capaz de dizer algumas palavras enquanto anda, segundo ela.

2. Adicione alguns intervalos mais lentos

Ainda assim, você não precisa correr durante todo o treino para perder peso. Na verdade, uma pesquisa feita em 2015 pela Ohio State University mostrou que alterar a velocidade da caminhada queima 20% mais calorias do que andar em um ritmo constante. Pense nisso como dirigir em uma estrada sem estar no piloto automático. Ao pisar com frequência nos pedais de freio e no acelerador, você queima mais gasolina – ou seja, calorias, de acordo com os pesquisadores.

Mas você não precisa seguir um plano de velocidade estruturado. Tente apenas caminhar o mais rápido que conseguir até a próxima árvore, e depois desacelere. Acelere de novo quando passar pelo bebedouro. E assim por diante.

3. A menos que você ande pela manhã, pule os lanches pré-treino

Por mais que se exercitar de barriga vazia nunca é bom para perder de peso, você não precisa aumentar as calorias ou carboidratos antes de caminhadas intensas ou corridas de 15 km, diz Tori Holthaus, fundadora da YES! Nutrition. Isso porque andar provavelmente não vai esgotar o estoque de carboidrato do seu corpo tão rápido quanto exercícios de alta intensidade. Comer refeições balanceadas e lanches que contenham carboidratos complexos, proteínas magras e gorduras saudáveis ao longo do dia vai providenciar a você toda energia que precisa para conseguir realizar as caminhadas. Se, de alguma forma, você gostar de andar antes de fazer qualquer outra coisa de manhã, coma algo antes de sair, já que provavelmente não ingeriu nada nas últimas oito horas. Você também pode misturar o whey protein em sua garrafa d’água para ajudar a estabilizar seu nível de açúcar no sangue, segundo Julie Ellner, cirurgiã bariátrica de San Diego, na Califórnia.

4. Coma algo após caminhar por 60 minutos ou mais

Por mais que não seja uma grande questão se você não comeu nada após uma rápida caminhada de 30 minutos, é muito importante se alimentar após se exercitar por uma hora ou mais. “Nesse caso, seu estoque de glicogênio estará mais baixo, e você vai precisar repô-lo para alimentar seus músculos”, diz Freytag. Opte por um lanche pequeno que contenha 3 partes de carboidrato para 1 de proteína. Algumas opções sólidas incluem uma banana com manteiga de amendoim, um pedaço de torrada integral com abacate, ou um copo de leite com chocolate.

5. Incorpore um treino de resistência

Caminhar é uma ótima maneira de perder peso, mas para ter certeza de que você não está perdendo massa muscular, precisa integrar um treino de força em sua rotina, segundo Ellner. Pare a cada 10 minutos durante suas caminhadas para fazer algumas flexões, avanços, agachamentos, ou outros exercícios de força, diz Freytag. Uma vez que você terminou sua última repetição, volte a caminhar.

womenshealthbrasil.com.br

Recursos são parte do que foi recuperado pela Lava Jato e vão atender ainda ministérios de Direitos Humanos e Cidadania

O ministro Marcos Pontes disse que o recurso extra pode ser canalizado para o pagamentos de bolsas suspensas - Créditos: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O ministro Marcos Pontes disse que o recurso extra pode ser canalizado para o pagamentos de bolsas suspensas / Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu, na terça-feira (17), que R$ 2,6 bilhões da quantia total recuperada pela operação Lava Jato deverão ser canalizados para ações nas áreas de educação, preservação da Amazônia e ciência e tecnologia, entre outras. A decisão surgiu com a homologação do acordo firmado entre governo federal, Senado, Câmara e Procuradoria-Geral da República (PGR) para definir o destino dos recursos.

Segundo o STF, o valor deverá obedecer ao seguinte fatiamento: R$ 1,06 bilhão para preservação da Amazônia Legal; R$ 1 bilhão para o Ministério da Educação (MEC); R$ 250 milhões para o Ministério da Cidadania; R$ 250 milhões para o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC); e R$ 100 milhões para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.

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Cortes de verbas no ensino superior, programa Future-se e defesa da Petrobras foram alguns dos temas dos protestos

Em São Paulo, cerca de 5 mil manifestantes foram à Avenida Paulista protestar - Créditos: Foto: Nacho Lemos
Em São Paulo, cerca de 5 mil manifestantes foram à Avenida Paulista protestar / Foto: Nacho Lemos

Os cortes na Educação promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) foram alvo de protesto de milhares de manifestantes que foram às ruas do país, nesta quinta-feira (3). Neste ano, o Ministério da Educação anunciou dois cortes expressivos no orçamento. O primeiro de R$ 5,8 bilhões e o segundo de R$ 348 milhões. 

Durante a semana, outros movimentos já haviam se manifestado em defesa das bolsas da Capes e do CNPQ e contra o programa Future-se,  de viés privatizante, com o qual o governo federal promete oferecer autonomia orçamentária para as unidades públicas de ensino superior. A jornada de lutas dos estudantes e trabalhadores começou na última quarta-feira (2), com reuniões, encontros e aulas abertas em diversas universidades país afora para discutir a política do atual governo para o setor. 

Nesta quinta-feira, em São Paulo, cinco mil manifestantes, de acordo com os organizadores, se reuniram na avenida Paulista, região central da capital paulista, e caminharam até a Praça Roosevelt, onde o ato foi encerrado. Petroleiros e trabalhadores dos Correios também estiveram no ato, protestando contra a privatização das duas estatais.“A Petrobras é extremamente importante para a Educação, os royalties do petróleo vão para a Educação. É isso que permite que diversas universidades pensem seu desenvolvimento. A Petrobras é uma estatal essencial para pensar o desenvolvimento do país”, afirma Pedro Pera, da executiva da União Nacional dos Estudantes.Em Minas Gerais, o ato saiu da Praça Afonso Arinos e seguiu até a Praça Sete, no centro de Belo Horizonte. Professores, funcionários e estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) cruzaram os braços durante dois dias. Em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, mesmo com muita chuva durante toda a tarde, os manifestantes se concentraram na Esquina Democrática, tradicional ponto de protestos na capital gaúcha. Professores e alunos de 6 campus diferentes do Instituto Federal de Brasília (IFB) ocuparam a reitoria da instituição em protesto contra o projeto Future-se. Os manifestantes alegam que marcaram uma reunião com a reitora da entidade, Luciana Massukado, mas ela não compareceu ao encontro. Servidores e alunos da Universidade Federal de Alagoas se uniram para protestar contra os cortes na Educação. A manifestação partiu da praça Centenário, no Farol, e seguiu até o centro. O ato chegou a fechar todas as vias da Avenida Fernandes Lima.Além de estudantes, professores e funcionários de instituições públicas de ensino, o Movimento Atingidos por Barragens (MAB) também esteve na manifestação em Rondônia. Além dos cortes na Educação e as privatizações, os manifestantes, que se concentraram na capital Porto Velho, também protestaram contra o aumento de 25% na conta de energia, promovida pela Energisa no estado.

Na capital mineira, a concentração dos estudantes começou pela tarde (Foto: Ariane Silva)

Pará

Em Belém do Pará cerca de 500 pessoas se reuniram a partir das 17h, em frente ao mercado de São Braz, para protestar contra o projeto de privatizações do governo de Jair Bolsonaro (PSL). Na lista de privatizações do governo e completando 66 anos de história nesta quinta, a defesa Petrobras foi um dos temas abordados pelos manifestantes.

Para o administrador e funcionário da Petrobras, Bruno Terribas, 33 anos, uma possível venda da estatal prejudicará o país. “É um dia de luta pela soberania nacional e falar de soberania é falar de soberania energética, de soberania da educação, da ciência. Então, aqui em Belém a gente construiu esse ato em uma frente com vários movimentos, incluindo os sindicatos e empregados das estatais“, argumenta. A bióloga Ana Carolina acredita que ocupar as ruas e denunciar as iniciativas do governo é a única forma de tentar frear os desmontes. “As nossas principais reivindicações são contra as privatizações que estão ocorrendo no nosso país. Contra a reforma da previdência, contra o Future-se também que é um projeto de privatização das universidades e hoje nós viemos fazer as denúncias desses malefícios que vêm ocorrendo com esse descaso. Então esse é o momento da gente se reunir e fazer essas denúncia aqui no nosso estado também”, assinala.

Em Belém, cerca de 500 pessoas se uniram ao protesto

(Foto: Catarina Barbosa)

Curitiba em defesa da Petrobras

Petroquímicos, petroleiros, apoiadores, professores, sindicatos e estudantes realizaram atividades no Paraná durante o dia. Às 7h30, organizações pararam a entrada das fábricas Fafen Fertilizantes e Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), localizadas na região metropolitana de Curitiba. A atividade celebrou com um corte de bolo os 66 anos da Petrobrás, ao mesmo tempo em que denunciou o desmonte da empresa pública.  Gerson Castellano, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), afirma que o atual governo quer colocar a empresa em situação de “hibernação”, “desmontando unidades como a Fafen no Paraná e a unidade no Espírito Santo”. Já Anacelie Azevedo, diretora do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) do Paraná e Santa Catarina, lembra como a Pretobrás tem papel fundamental de investimento em setores estratégicos para a soberania nacional. “A empresa é responsável por investimentos em tecnologia, pela possibilidade de investimento de 10 por cento do PIB [Produto Interno Bruto] na Educação, que é a nossa meta”, afirma. 

O ato contou com a presença de setores terceirizados, 11 sindicatos petroleiros de diferentes estados brasileiros e também trabalhadores da Transpetro.Durante a tarde, José Maria Rangel, coordenador geral FUP, visitou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Do lado de fora, na Vigília Lula Livre, petroleiros fizeram um ato político em defesa do petróleo e uma roda de conversa sobre a importância da Petrobrás para o Brasil. A estatal brasileira é a sétima maior produtora mundial de petróleo, com 1,9 milhões de barris diários. Segundo dados do Instituto de Estudos Estratégicos do Petróleo (Ineep), cada R$ 1 bilhão investido na Petrobrás se reverte em R$ 1,28 bilhão no Produto Interno Bruto (PIB) nacional e gera 30 mil postos de trabalho. Ao final do ato na Vigília Lula Livre, os petroleiros uniram-se ao ato em defesa da Educação, que aconteceu na Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba.

Petroleiros na Vigília Lula Livre, em Curitiba (PR) (Foto: Ricardo Stuckert)

Rio de Janeiro

Dois protestos agendados no Rio de Janeiro para o início da noite se uniram em uma só manifestação com milhares de pessoas. Os atos – convocados como parte do dia de mobilizações para reivindicar por Educação e contra a decisão do governo Bolsonaro de privatizar 17 empresas públicas – se concentraram em frente à Candelária, na região central. Cerca de 20 mil pessoas saíram em caminhada até o edifício sede da Petrobras. 

O presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão, explica que os protestos foram unificados porque são pautas que estão diretamente relacionadas. 

“Construímos a ‘Greve Geral da Educação’, nos dia 2 e 3, como mais uma denúncia e forma de resistência aos ataques que tem acontecido. No aniversário da Petrobras achamos que poderíamos conectar as lutas porque falar de Petrobras é falar de soberania, também dos recursos do pré-sal que deveriam ser destinados à Educação mas estão sendo entregues a empresas estrangeiras. Soberania e educação são pautas urgentes para o nosso país”, afirmou ao Brasil de Fato

Manifestantes se reúnem em frente a sede da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro, e acompanham uma intervenção contra a privatização da estatal (Foto: Mariana Pitasse)

Quando os manifestantes saíram em caminhada até a sede da Petrobras, puxando o ato com uma faixa que dizia “Luto pelo Brasil” estavam os parlamentares Gleise Hoffmann (PT), Jandira Feghali (PCdoB), Benedita da Silva (PT), também os ex-senadores Roberto Requião (MDB) e Lindberg Farias (PT). Antes de chegar ao edifício sede da Petrobras, os manifestantes fizeram paradas estratégicas em frente as sedes da Eletrobras e da Caixa Econômica Federal, duas estatais que também estão na mira da privatização do governo Bolsonaro.

Ao microfone, em cima do carro de som, a deputada federal Jandira Feghali destacou a importância do protesto no dia de aniversário de 66 anos da Petrobras. Neste ano, a maior estatal do país completa mais um ano em meio ao desmonte com a venda de refinarias e distribuidoras.

“É um orgulho estar na frente da Petrobras hoje. O Brasil é muito maior do que esses governos que estamos tendo. Por mais que tentem destruir o que é nosso, não vão conseguir, vamos defender nosso patrimônio. Eles não conhecem nossa capacidade de luta. Nós vamos responder à altura. Esse ato é em defesa da nossa história, da nossa raiz e da nossa identidade”, disse a parlamentar.

Logo após a faixa segurada pelos parlamentares, estava o primeiro bloco da manifestação formado por petroleiros e funcionários da Petrobras. Edmilson Carmelito era um deles. Integrante do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro-LP), ele saiu de Caraguatatuba (SP) para participar da manifestação no Rio de Janeiro.

“Privatizar as estatais é vender o patrimônio público para empresários. Essa ideia de que barateia serviços é uma mentira, podemos ver o exemplo da telefonia e tantos outros. Eles querem apenas lucrar, não tem interesse igual a maioria da população. Estamos na mira de um governo que está acabando com as garantias que conquistamos. Se a gente não barrar isso, vamos perder tudo”, afirmou Edmilson.

brasildefato

Em Carnaíba (PE), 90% da população têm energia; prefeito teme dificuldade no acesso ao serviço se Chesf for vendida - Créditos: Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Em Carnaíba (PE), 90% da população têm energia; prefeito teme dificuldade no acesso ao serviço se Chesf for vendida / Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Um dos pontos de destaque da agenda neoliberal do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a privatização da Eletrobras vem encontrando resistência em gestores municipais de diferentes regiões do país. A elevação no preço da conta de energia, com consequente impacto no bolso da população, é um dos principais temores, como aponta o prefeito Anchieta Patriota (PSB), da cidade de Carnaíba, interior de Pernambuco.

Ele acredita que, por ser uma empresa pública, a estatal é estratégica para o país e mais especificamente para o Nordeste. O pessebista destaca também o papel da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), subsidiária da Eletrobras, que gera e distribui energia para outras empresas da região.  

Em Carnaíba, por exemplo, 90% da população têm acesso à energia. Ao todo, a cidade conta com 19.441 habitantes, segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo a maior parte deles de baixa renda.

Para Patriota, uma eventual venda da Eletrobras tenderia a comprometer o acesso ao serviço por parte da população, que vive, entre outras coisas, com aposentadoria rural e auxílio de programas governamentais. No caso do Bolsa Família, por exemplo, mais de 2 mil famílias da cidade são cadastradas. Ele ressalta que o segmento não tem condições de pagar custos mais elevados de energia.   

“A privatização da Eletrobras quer dizer que diversos programas que, no passado e ainda no presente, levaram energia para as camadas populares, como o Luz para Todos, não vão mais existir. Significa, provavelmente, o aumento da conta de energia e também a volta do candeeiro, que praticamente foi extinto do Nordeste brasileiro”, projeta o gestor.  

A Chesf controla, entre outras coisas, 12 usinas hidrelétricas. Por conta disso, o acesso à água também preocupa o prefeito do município, onde parte dos trabalhadores vive da agricultura familiar e atua em minifúndios com cerca de 3 hectares.  

“Quem privatizar vai ser dono da água do rio São Francisco, e aqui há regiões que vivem exclusivamente da agricultura familiar. Também temos projetos de piscicultura, que precisam de energia pra fazer valer. No momento em que a empresa for privatizada, ele não vai querer dar uma água no mesmo preço pelo qual a gente recebe hoje”, acredita Patriota.   

Preocupação semelhante tem a prefeita Aparecida Nilva dos Santos (MDB), do município de São João Batista do Glória, região Sudoeste de Minas Gerais, que tem pouco mais de 7,4 habitantes. Ela teme o avanço de empresas estrangeiras sobre o potencial hídrico da região, que fica nas proximidades do Lago de Furnas e também é marcada pela presença de agricultores e pescadores.

“Isso [a privatização] não é bom para o nosso país, muito menos para os municípios, porque não seremos mais donos das nossas águas, e isso é a sobrevivência dos municípios. Se nos tirarem isso, nós vamos viver como? É realmente uma grande preocupação”, afirma.  

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Mariana Goldfarb (Foto: Mônica Palomares)

Cauã Reymond e Mariana Goldfarb desembarcam em Los Angeles no final de agosto e a viagem, desta vez, não foi apenas para lazer.

Enquanto Cauã foi para a cidade do sul da Califórnia fazer um laboratório para um projeto ainda secreto, Mari aproveitou para aprimorar o inglês em um curso intensivo, além de desbravar a cidade de uma forma única aproveitando a natureza e não apenas o glamour do centro da indústria de cinema e televisão. Em entrevista para a Vogue Brasil a modelo que clicou fotos exclusivas por lá com Monica Palomares – fotografa que já clicou Bruna Marquezine e Maisa na Califórnia – contou sobre seus dias na gringa, o que fez de mais interessante, se encontrou com alguma celeb e ainda o que trouxe de especial na mala. Vem ler!

Mariana Goldfarb (Foto: Mônica Palomares)
Mariana Goldfarb (Foto: Mônica Palomares)

Conte sobre sua experiência em Los Angeles
Eu amo viajar! Por conta do meu trabalho, senti que estava precisando aperfeiçoar melhor o meu inglês e já que faríamos uma viagem para Los Angeles, decidi também fazer um intensivão em um curso. Foi ótimo! Nada melhor do que aprender a língua no próprio local. Além disso, queria fazer um roteiro que fugisse um pouco do turismo óbvio da cidade, ficar mais tranquila. Escolhemos Hermosa Beach para nos hospedar, mas fiz um passeio lindo por Palos Verdes, que foi mais conectado com a natureza.

Você foi pra lá por que ou pra que?
Eu fui para descansar e estudar inglês. E eu amo praia, sol e verão, então fomos em uma época perfeita e pude desfrutar de um tudo um pouco com uma vibe tranquila. Era incrível sair para andar de bike pela baia da praia e ver tantas outras pessoas fazendo o mesmo, aproveitando o final de tarde e curtindo o dia.

Indique 3 lugares que não podem ficar de fora da visita por Los Angeles?
Como sou menina da natureza vou indicar os programas ao ar livre, então a parte alta de Palos Verdes, que tem uma igreja de cristal no meio da floresta. Não curti muito Venice, achei a energia ruim, muitos desabrigados, muita droga, não me senti bem lá, mas comemos em um restaurante ótimo chamado Gjelina. Recomendo! Recomendo também pegar uma bike e sair sem rumo.

Você trouxe algum produto com CBD na mala? Está super em alta…
Trouxe sim! Trouxe sabonete e uns óleos, além de umas balinhas com CBD. Tomei uma quando estava com dor de cabeça e não sei se funcionou como placebo, mas a dor de cabeça passou (risos).

O que você trouxe na mala de mais curioso?
Eu adoro chás e produtos mais naturais, tanto para a pele quanto de alimento. Frequentei bastante as lojas naturais e trouxe algumas coisas nesse sentido, mas nada demais.

Encontrou com alguma celeb por lá? Se sim, como foi?

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A perda de terras antes permanentemente congeladas ameaça liberar ainda mais carbono na atmosfera Foto: MARTIN BERNETTI / AFP

Segundo um painel de cientistas da ONU , as águas dos oceanos vêm subindo, o gelo derretendo e as espécies de animais marinhos vêm mudando de habitat em níveis inéditos, por causa de ações humanas.

E a perda de terras permanentemente congeladas ameaça liberar ainda mais carbono, acelerando esse processo, de acordo com a pesquisa. Há alguma esperança de que os piores impactos possam ser evitados, desde que sejam feitos cortes profundos e imediatos nas emissões de carbono. Este é o terceiro de uma série de relatórios produzidos pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), ao longo dos últimos 12 meses. Os cientistas analisaram como o mundo reagiria se as temperaturas subissem 1,5° C até o final deste século. Eles também relataram como diferentes áreas de terra seriam afetadas pelas mudanças climáticas. No entanto, este novo estudo, que analisa o impacto do aumento da temperatura nos oceanos e regiões congeladas, talvez seja o mais preocupante e deprimente dos três. Em poucas palavras, as águas estão ficando mais quentes, o gelo do mundo está derretendo rapidamente e isso tem implicações para quase todos os seres vivos do planeta.”O planeta está em sério perigo, sofrendo muitos impactos de várias direções, e a culpa é nossa”, disse o coordenador da pesquisa, Jean-Pierre Gattuso. Os cientistas estão “praticamente certos” de que o oceano aqueceu, sem pausas, desde 1970. As águas absorveram mais de 90% do calor extra gerado pelos seres humanos nas últimas décadas, e a taxa de absorção desse calor dobrou em relação à de 1993. 

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