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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Social

Maior empreendimento científico do país abre as portas para pesquisas do mundo sobre Covid

O maior empreendimento da ciência brasileira, em Campinas, vai abrir as portas para a inscrição de pesquisadores do mundo todo com um objetivo: estudar mais o novo coronavírus. O templo do futebol é conhecido, mas o Maracanã da ciência é uma novidade. É o laboratório Sirius, em Campinas, maior empreendimento científico do Brasil. Projeto que divulgou os primeiros resultados essa semana: as imagens em três dimensões mostram as estruturas internas de uma proteína do novo coronavírus. “A gente objetiva entender melhor o vírus na sua escala mais fundamental que é atômica, e também buscar intervenção terapêutica, medicamentos que possam ser usados nessa urgência da pandemia”, destaca Daniela Trivella, coordenadora científica do LNBIO. O estudo de uma força-tarefa investiga a chave para a multiplicação do vírus. São imagens ampliadas de estruturas minúsculas, invisíveis até para um microscópio comum. Mas que agora ganham a luz da ciência, graças a um feixe de energia muito potente: produzida em túneis de vácuo com 500 metros de comprimento. “É um grande microscópio, onde a gente usa raio-x para enxergar coisas muito pequenas”, comenta Ana Carolina Zeri, pesquisadora do CNPEM. Além de raio-x, o laboratório Sirius produz outros tipos de luz, importantes para pesquisas em todas as áreas do conhecimento. Podem analisar as moléculas de remédios, vacinas, criar materiais mais resistentes para a indústria. Um mundo de possibilidades com tecnologia nacional.

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salário mínimo no Brasil teria que ser de R$ 4.595,60, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor é 4,4 vezes maior que o piso vigente, de R$ 1.045,00. O cálculo é feito pela instituição todo mês desde 1994 com base no valor da cesta básica mais cara, atualmente São Paulo (R$ 547,03). Esse seria o valor mínimo suficiente para “para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência”, no mês de junho.

A teoria econômica sugere, no entanto, que um aumento súbito do mínimo para este patamar causaria desemprego em massa e impacto devastador sobre as contas públicas. Em abril, os cálculos do governo apontavam que cada R$ 1 de aumento implicaria em uma despesa extra de aproximadamente R$ 355,5 milhões para os cofres públicos. Pode parecer pouco em comparação aos gastos do governo contra os impactos sociais e econômicos da pandemia do cornavírus, mas vale lembrar que, no caso do piso, as mudanças são permanentes e, ao longo do tempo, pesariam muito mais. O resultado entre as receitas e as despesas do governo federal já está no sétimo ano seguido no vermelho e, com a chegada da crise, a previsão de um superávit foi atrasada em mais dez anos. Ou seja, fechar a conta no azul pode ter ficado para 2033. O Dieese avalia ainda que o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta, em junho, foi de 99 horas e 36 minutos, menor que em maio, quando ficou em 100 horas e 58 minutos. Ao comparar ainda o valor da cesta com o salário líquido, ou seja, após desconto referente à Previdência Social, o instituto verifica que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em junho, na média, 48,94% do salário mínimo líquido para comprar os alimentos básicos. Em maio, o percentual foi de 49,61%. Na conta, o Dieese leva em consideração a contribuição alterada para 7,5% a partir de março de 2020, com a Reforma da Previdência.

Sem reajuste real

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30062020 Lei Cultura

Mais uma conquista aos cofres municipais fruto do trabalho da Confederação Nacional de Municípios (CNM)! Foi sancionada nesta segunda-feira, 29 de junho, a Lei 14.017/2020 que dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública. A medida, denominada de Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, foi bastante comemorada pela CNM que teve participação ativa desde a tramitação do projeto de lei no Congresso Nacional, até a sanção.

Com a lei, fica assegurado o valor total de R$ 3 bilhões a serem divididos de forma igualitária entre Estados e Municípios. Sendo assim, os 5.568 Municípios brasileiros receberão R$ 1,5 bilhão a serem distribuídos em ações como renda emergencial aos trabalhadores da cultura.

Entre outras ações, o repasse deve contemplar também subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, organizações culturais comunitárias, cooperativas e instituições culturais; além de editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de agentes, de espaços, de iniciativas, de cursos, entre outros.

A CNM comemora e reforça que o volume de recursos e capilaridade dele nunca antes foi vista na história das políticas culturais no Brasil. Para orientar os gestores municipais sobre os artigos constantes na lei, a área técnica de Cultura da entidade vai disponibilizar Nota Técnica e outros materiais orientativos.

Desse modo, a Confederação disponibiliza estimativa de quanto cada Município deve receber para aplicar no setor cultural.

Repasse dos Recursos
Com a lei, houve também a publicação da Medida Provisória 986/2020, que trata da forma de repasse pela União dos valores a serem aplicados pelos Poderes Executivos locais em ações emergenciais de apoio ao setor cultural, além das regras para a restituição ou a suplementação por meio de outras fontes próprias de recursos pelos Estados, pelos Municípios ou pelo Distrito Federal.

O repasse dos recursos se dará de forma descentralizada, mediante transferências da União aos Estados, aos Municípios e ao Distrito Federal, preferencialmente por meio dos fundos estaduais, municipais e distrital de cultura ou, quando não houver, de outros órgãos ou entidades responsáveis pela gestão desses recursos, devendo os valores da União ser repassados da seguinte forma:

I – 50% (cinquenta por cento) aos Estados e ao Distrito Federal, dos quais 20% (vinte por cento) de acordo com os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e 80% (oitenta por cento) proporcionalmente à população;
II – 50% (cinquenta por cento) aos Municípios e ao Distrito Federal, dos quais 20% (vinte por cento) de acordo com os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e 80% (oitenta por cento) proporcionalmente à população.

Entrevista

MAITÊ PROENÇA, ATRIZ

Quase sem querer ela acabou se tornando um dos pivôs da saída de Regina Duarte da Secretaria Especial da Cultura. Ao gravar um vídeo, a pedido do canal de televisão CNN, e questionar a colega, pedindo que ouvisse o pleito de sua categoria, provocou uma crise histérica em Regina que acabou viralizando pela Internet e provocando as mais variadas reações, inclusive do governo. Mas não é de hoje que Maitê Proença, 62 anos, chama atenção pelo seu posicionamento político e sua força feminina que, aliás, começam a transformar a atriz e escritora em uma “digital influencer”. Diante do isolamento exigido pela pandemia, ela vem encontrando na internet o espaço para falar sobre o que pensa, citar mulheres fortes de várias partes do mundo e até dar dicas de beleza, claro. Em entrevista exclusiva à ISTOÉ ela fala não só sobre o isolamento e todas as limitações que ele provoca, mas também de política, cultura, beleza, envelhecimento e do momento especial que vive, com o anúncio da primeira gravidez de sua única filha. Sobre a cultura, Maitê é incisiva. “Nossa arte é diversa, plural, miscigenada e independente”, afirmou. “E as artes repudiam veementemente a repressão dos regimes autoritários”.

Como você viu a passagem de Regina Duarte pela Secretaria Especial de Cultura?
Faltou diálogo com os artistas. Como o governo não tinha interesse naquela pasta deram a ela um cargo decorativo. Deve ter sido quase impossível mexer na estrutura dividida que ela recebeu. Quando a Cultura virou Secretaria, os assuntos que estavam sob um só órgão, foram loteados entre o Ministério da Cidadania e o do Turismo. Os dois ministérios, sabedores de que cultura não era prioridade, não se comunicavam. Por isso mesmo, Regina deveria ter pedido ajuda à classe para, ao menos, desenhar uma política para o setor, e para que nós a ajudássemos a colocar essa ideia em prática, sobretudo num momento em que há 5 milhões de trabalhadores das artes desempregados.

Você se sente um pivô da saída dela do governo, após o vídeo na CNN?
Não sei, mas não tem importância, porque na realidade ela deu vários tiros no próprio pé. Depois das graves afirmações e da cantoria ocorridos naquela mesma entrevista, não dava pra Regina permanecer como representante da cultura de nosso país. Nossa arte é diversa, plural, miscigenada, e independente. E as artes repudiam veementemente a repressão dos regimes autoritários.

A ex-secretária publicou um vídeo prestando contas. Você acha que ela conseguiu fazer algo nestes três meses em que esteve lá?
Ela conseguiu que o Ministério da Cidadania transferisse para o do Turismo (sob o qual fica a Secretaria da Cultura) tudo que estava impossibilitando o andamento de vários trâmites importantes, como o do Fundo Setorial do Audiovisual. E isso é bastante coisa!

Como você vê o futuro da cultura?
Vamos ter que esperar passar esse dilúvio pra que nasçam novas formas possíveis em tempos de distanciamento social. Mas a cultura sempre resiste. É através das artes que o povo de um país se reconhece e que o mundo nos percebe como nação. O Brasil é conhecido pelo Carnaval, pelo cinema pela MPB, pelas novelas, e não pela soja transgênica, ou pelo boi do agronegócio. As artes são a nossa identidade e orgulho.

Não sei se causei a saída dela, mas não tem importância. Depois de tudo naquela entrevista, não dava para a Regina permanecer como representante da Cultura

 

O que acha da falta de apoio desse governo à Cultura?

Carol Peixinho se joga no batom vermelho e fãs elogiam

Ex-BBB Carol Peixinho coloca batom vermelho para jogo e arranca elogios na web

A ex-BBB Carol Peixinho agitou a web na noite da última terça-feira, 30, em suas redes sociais. Em seu perfil do Instagram, a musa fitness surge toda produzida com um batom vermelho de tirar o fôlego.“Esse red lips mereceu um carrossel, mas a legenda eu deixo com vocês”, declarou o artista na legenda da publicação.Nos comentários, os fãs não pouparam elogios para a gata. “Maravilhosa!”, comentou uma seguidora. “Perfeita”, disse outra. “Deusa”, completou uma internauta.

caras.

Pessoas esperam em fila em frente a agência da Caixa para receber auxílio emergencial durante o surto do Covid-19 15/04/2020 REUTERS/Ricardo MoraesPessoas esperam em fila em frente a agência da Caixa para receber auxílio emergencial durante o surto do Covid-19 15/04/2020 REUTERS/Ricardo MoraesFoto: Reuters

BRASÍLIA – O governo vai manter o pagamento do auxílio emergencial em julho e agosto, mas decidiu dividir o valor em três parcelas. Em julho, os benecifiários vão receber a parcela de R$ 600, como ocorre atualmente. Em agosto, porém, esse valor de R$ 600 será pago em duas parcelas, uma no começo e outra no fim do mês. Com essa mudança, o governo pretende passar a sensação de prolongamento do recurso para o beneficiário do auxílio emergencial. Na prática, portanto, os valores continuam os mesmos já previstos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 30, que a prorrogação do auxílio emergencial será anunciada ainda nesta tarde pelo presidente Jair Bolsonaro e que será feita por decreto. “Temos aquele dilema. Ou você dá um valor alto por pouco tempo ou dá valor mais baixo e estica um pouco. Vamos por essa solução”, afirmou, em audiência pública por videoconferência na Comissão Mista do Congresso Nacional que monitora a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à covid-19.

Aprenda Pré produção de animação com Photoshop neste Curso Online com Certificado. Aprovado pelo MEC. Saiba mais! A lei que criou o auxílio emergencial determina que, em caso de prorrogação do auxílio, o governo precisa manter o pagamento mensal de R$ 600. “A lei obriga o pagamento de R$ 600 em um mês e R$ 600 no outro. Então vamos fazer três meses de cobertura, com dois pagamentos em um mês”, detalhou. Na segunda-feira, 29, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, informou que a extensão do auxílio emergencial custará R$ 100 bilhões ao governo. Ainda não foi anunciado o valor de cada parcela dos R$ 600 que serão entregues em agosto. “Todos sabem que se gastar gasolina demais, o tanque acaba mais rápido. Programas que poderiam se estender por mais tempo, acabam pressionando fiscalmente e você então tem que ceder. Ao invés de colocar R$ 600, de repente tem que colocar um número mais baixo para poder alongar mais. Se quer cobrir três ou quatro meses, precisa pagar um valor menor, senão o País estoura”, afirmou o ministro. A extensão do auxílio emergencial será anunciada em evento na tarde desta terça pelo presidente Jair Bolsonaro. “O custo hoje (do auxílio emergencial) é de R$ 54 bilhões por mês. Não sei se conseguimos mais R$ 50 bilhões por mês por mais três meses, mas seguramente a solução que o presidente pediu e anunciaremos hoje estende a cobertura por esse período”, completou.

Paulo Guedes decidiu manter as duas parcelas do auxílio emergencial com o mesmo valor de R$ 600,00. O anúncio oficial será feito nesta tarde (30/06).

Mais duas parcelas do auxílio emergencial: enquadramento fechado em Paulo Guedes, ministro da Economia

Não será necessário encaminhar nenhuma lei extra ao Congresso.

– Foto: Foto: Washington Costa/ME (Wikimedia Commons)

Auxílio emergencial: mais duas parcelas de R$ 600 foram confirmadas

A mudança para a metade do valor (R$ 300,00) ganhou força por meio dos cálculos da equipe econômica do governo, mas a proposta não foi bem recebida pelos parlamentares. De acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), existiria um risco iminente em reduzir o auxílio emergencial na quarta e quinta parcela. Ele havia cobrado uma postura oficial de Jair Bolsonaro para manter os benefícios no mesmo valor de R$ 600,00. Afinal, conforme pronunciamentos anteriores, já existia um consenso de que os deputados condenariam a redução dos repasses. “A gente entende a preocupação do governo”, disse Rodrigo Maia, referindo-se ao impacto que a medida terá nos cofres públicos. “Mas gostaria de ter uma posição oficial. Que o governo encaminhe a matéria e possamos fazer um debate transparente”, continuou. O ministro da Economia, Paulo Guedes, apoiou a prorrogação do auxílio emergencial por mais um ou dois meses. No entanto, os valores deveriam ser calculados em formato parecido com o do Bolsa Família. A redução de R$ 600,00 para R$ 200,00 aliviaria os custos mensais de R$ 50 bilhões para R$ 17 bilhões. Bolsonaro havia concordado com a linha de raciocínio de Guedes, mas sugeriu que a quarta e quinta parcela tivessem valores maiores do que R$ 200,00. Por essa razão, destacou que os repasses poderiam ser escalonados para mais três parcelas (R$ 500, R$ 400 e R$ 300, respectivamente). O presidente também fez questão de reafirmar que vetaria qualquer proposta que mantivesse o valor em R$ 600. Como o Congresso não cedeu à pressão de Bolsonaro, Paulo Guedes confirmou dois novos repasses no mesmo valor de antes.

Terceira parcela do auxílio emergencial: calendário já foi divulgado

Na última quinta-feira (25/06), foi divulgado o calendário da terceira parcela do auxílio emergencial. O primeiro dia de pagamento aconteceu em 27 de junho de 2020. Assim como os repasses das cotas anteriores, os novos R$ 600 estão sendo creditados conforme os grupos de beneficiários. Lembrando que os inscritos no Bolsa Família já estão recebendo desde o dia 17 de junho, de acordo com o dígito final do Número de Identificação Social. Faltava apenas o anúncio para o cronograma de transferência aos outros beneficiários. Sendo assim, o calendário da terceira parcela era muito aguardado para quem recebe por depósitos em contas digitais ou realiza saques em espécie.

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Exclusivo: TCU aponta que 620 mil pessoas receberam auxílio emergencial sem ter direito

Dados obtidos com exclusividade do primeiro relatório do Tribunal de Contas da União sobre o pagamento do auxílio emergencial da pandemia revela: 620 mil pessoas receberam a ajuda financeira do governo sem ter direito. O relatório do TCU também traz um alerta: se esses pagamentos indevidos não forem interrompidos, eles podem gerar um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. A reportagem especial do Fantástico, de Giovani Grizotti, da RBS TV, e de Mahomed Saigg, mostra algumas dessas fraudes e irregularidades no pagamento. Parte desse conteúdo tinha sofrido censura prévia, e sua exibição estava suspensa. Mas na noite desta sexta-feira (26), a RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul, ganhou na Justiça o direito de exibir a reportagem na íntegra. No dia 15 de junho, a comerciante gaúcha Ana Paula Brocco entrou na Justiça para impedir a divulgação de que ela tinha recebido auxílio, supostamente, mesmo sem ter esse direito. No mesmo dia, o juiz Daniel da Silva Luz, da comarca de Espumoso, concedeu uma liminar a favor dela. A reportagem mostra o caso de Ana Paula e outros brasileiros na mesma situação.

” Nem na situação tão caótica que estamos vivendo, os oportunista deixam os mais carentes receberem esta  quantia irrisória, emergencial. Falta a ação das autoridades que não estão tomando as providencia necessária contra estes oportunistas.”

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     A Transição de posse aconteceu em 11/06/20 na IEAD em Santa Terezinha PE. Onde o Pr. Samuel Oliveira ( representante do pastor presidente Ailton José Alves) realizou a transição de cargo do Pb. com ação pastoral Pedro João dos Santos para o novo Pb com ação pastoral Aldeir Antônio da Silva Lopes de 37 anos. No evento autorizado pela vigilância sanitária foi cumprido todos os protocolos exigidos pela equipe de saúde neste tempo de pandemia. Alem da posse do novo pastor, a igreja referida agora está ligada diretamente a Recife, não sendo mais subordinada ao campo de São José do Egito. Estavam presentes também o Ev.  Dário Gomes, o Ev. Everaldo Pereira, o Pb. Rubens, o Pb. Roberto Florentina.
Novo Pb com ação pastoral Aldeir Antônio da Silva Lopes de 37 anos.

INTRODUÇÃO:

Prezado(a) professor(a), com a graça de Deus concluímos mais um trimestre de estudos bíblicos. Estudamos a Carta aos Efésios e temos a certeza de que você e seus alunos foram ricamente abençoados com todo o conteúdo estudado. O tema geral da Carta aos Efésios é Cristo e sua Igreja, e Paulo reserva o último capítulo para tratar a respeito da guerra espiritual que todos os crentes em Jesus Cristo enfrentam (6.10-20).

Quanto ao assunto batalha espiritual, infelizmente, alguns subestimam por completo os ataques do Inimigo e suas ciladas. Já outros enaltecem o poder do Inimigo e se esquecem de que Cristo já o derrotou na cruz do Calvário e que nos deu poder contra as serpentes e escorpiões (Lc 10.19). Assim como os anjos estão a serviço de Deus e do seu povo, os demônios servem a Satanás, o seu chefe, cuja missão neste mundo é matar, roubar e destruir (Jo 10.10). Mas nunca podemos nos esquecer de que maior é o que está conosco, Jesus Cristo. Então vamos Demonstrar qual deve ser o preparo espiritual do crente para a batalha; Apresentar o campo da batalha espiritual; E Saber quais são as armas espirituais indispensáveis ao crente.

 I. O PREPARO ESPIRITUAL DO CRENTE PARA A BATALHA:

 1. Fortalecidos no poder do Senhor. A expressão na forma passiva “fortalecei-vos no Senhor” (6.10a) indica que não temos poder em nós mesmos. Esse excelso poder nos é conferido pela comunhão com Deus, em Cristo, por meio do Espírito Santo (Jo 15.7; 1Jo 1.3). Por isso precisamos estar fortalecidos por meio da “renovação da mente” (4.23), da “vida em santidade” (4.24) e “ser cheio do Espírito” (5.18). A vitória não pode ser alcançada por outro meio. Conhecer as Escrituras sem a devida obediência e frequentar os cultos sem a genuína conversão não são suficientes. Não obstante, o poder de Deus está disponível aos fiéis para “pisar serpentes, e escorpiões, e toda a força do Inimigo” (Lc 10.19).

2. Vigilantes em toda a oração e súplica. Paulo enfatiza a necessidade de uma vida cristã permeada pela prática da oração. Não é possível entrar em combate sem a cobertura de tão preciosa arma espiritual (Lc 21.36). A expressão “orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito” (6.18) significa clamar pelo favor divino em qualquer circunstância e oportunidades. Esse clamor deve estar acompanhado de vigilância (Is 59.1,2), pois esta preserva o crente das astutas ciladas do Inimigo (Sl 124.7). Vigiemos em oração e súplica!

“A exortação apostólica: ‘fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder’ (Ef 6.10) diz que os crentes devem buscar essa força não neles mesmos, mas no Senhor Jesus; por essa razão, o apóstolo Paulo emprega o verbo grego na voz passiva, endynamosthe , ‘sede dotados de força em, sede fortalecidos’, do verbo endynamoo , ‘fortalecer em’. Esse poder não vem de nós mesmos, mas de uma força externa, do próprio Deus, Jesus disse: ‘sem mim nada podereis fazer’ (Jo 15.5). A combinação pleonástica, ‘força do seu poder’, dá mais relevo ao pensamento, uma expressão que Paulo já havia usado na epístola (1.19). Ele está falando sobre força e poder no campo espiritual, não sobre força física (2Co 10.4). O Senhor Jesus capacitou os cristãos, pelo Espírito Santo, para vencer todo o mal e toda a tentação interna, os desejos da carne, e toda a tentação externa, tudo aquilo que vem diretamente do poder das trevas. Essa capacitação envolve o discernimento para compreender as astúcias malignas (2Co 2.11) e também o poder sobre os demônios (Lc 10.17,19)” (SOARES, Esequias; SOARES, Daniele. Batalha Espiritual: O Povo de Deus e a Guerra Contra as Potestades do Mal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2018, p.29).

II – CONHECENDO O CAMPO DA BATALHA ESPIRITUAL:

-Se a luta é espiritual, faz-se mister que nos utilizemos de armas espirituais, pois o material, o terreno é inferior ao celestial, ao espiritual. Aliás, na lição anterior, vimos como o apóstolo Paulo, na segunda carta aos coríntios, fez menção que, em seu ministério, sempre fez uso de “armas poderosas em Deus”, “não carnais”, pois só elas são capazes de “destruir as fortalezas”. – Esta realidade espiritual nunca pode ser menosprezada pelos servos de Jesus, máxime em dias como os nossos em que há uma secularização acentuada, ou seja, em que a mentalidade humana é levada a crer apenas naquilo que pode tocar, naquilo que pode ver, em que há uma crença na razão e na técnica, com a total desconsideração do que é sobrenatural. Não são poucos, aliás, que veem no “sobrenatural” apenas “superstições”, “atrasos”.

1. As astutas ciladas do Diabo

1.1. ‘ciladas do diabo’ (Ef 6.11) = armadilhas articuladas pelo reino das trevas

a. O líder desse reino é o diabo (caluniador e acusador) (Mt 4.1; Jo 8.44; 1Pe 5.8)

1.2. Algumas das astúcias do diabo

a. Confundir a mentira com a verdade (Gn 3.4,5)

b. Deturpar as Escrituras (Mt 4.6)

c. Dissimular e induzir a dissimulação (2Co 11.13,14)

d. Fazer falsos sinais (2Ts 2.9)

e. Fazer acusações (Ap 12.10)

f. Semear a incredulidade (2Co 4.4)

g. Promover ideologias anticristãs (2Ts 2.3,4)

1.3. Para vencer o diabo, revista-se de toda armadura de Deus (Ef 6.13)

III- ARMAS ESPIRITUAIS INDISPENSÁVEIS AO CRENTE:

-A primeira providência que o apóstolo diz que o salvo deve ter na batalha espiritual é a firmeza. Diz ele: “Estai, pois, firmes” (Ef.6:14). 

A armadura de Deus não dá firmeza, mas tão somente a mantém. Quem está devidamente armado na guerra contra o mal “fica firme”, ou seja, “continua firme”, mas a firmeza não é dada pela armadura, é apenas mantida por ela. – A palavra grega empregada é “histemi” (ίστημι), cujo significado é de “permanecer, ficar parado, reter”. “Estar firmes”, portanto, é permanecer na posição de salvo, é continuar servindo a Cristo, continuar a segui- l’O, seguir a jornada pelo “caminho apertado”, após ter passado pela “porta estreita” (Mt.7:13,14). Para “permanecer”, mister que se permaneça na Palavra, pois só assim seremos realmente discípulos de Cristo (Jo.8:31,32). – Estar firme, assim, é observar a doutrina, obedecer e praticar tudo quanto for ensinado e que se encontra nas Escrituras, pois, se assim não fizermos, condição alguma teremos de empreender qualquer guerra contra as potestades do mal. Por isso é dito que precisamos “estar firmes e reter as tradições que foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola” (II Ts.2:15).

OBS: Devemos observar que o que o apóstolo fala aqui de “tradições” são os ensinos dados oralmente pelo apóstolo, “a doutrina” mencionada em At.2:42, já que, àquela altura, ainda não havia o Novo Testamento (as duas cartas aos tessalonicenses são os livros mais antigos do Novo Testamento). Não se trata, portanto, de considerar que a firmeza espiritual dependa de “tradições”, que são existentes em todos grupos sociais, inclusive as igrejas locais, mas que jamais podem invalidar a Palavra de Deus, como Jesus deixa bem claro em Mt.15:3,6.

– Estar firme é não mover a esperança do evangelho que se recebeu (Cl.1:23), mantendo a crença na Palavra recebida e que nos trouxe a fé salvadora. Esta fé deve desenvolver em nós uma fé, uma confiança em Deus, de tal modo que não nos deixamos persuadir por quaisquer discursos que tentem desmentir ou de alguma forma distorcer tudo quanto foi falado pelo Senhor Jesus e que nos é lembrado e ensinado pelo Espírito Santo (Jo.14:26; 16:14,15). Por isso, é dito que precisamos estar “firmes na fé” (I Co.16:13; I Pe.5:9), “na confissão da nossa esperança” (Hb.10:23).

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A possibilidade de o governo pagar mais três parcelas do auxílio emergencial com valores menores do que os atuais R$ 600, anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (25), foi criticada por vários senadores. Os valores seriam de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, somando assim mais R$ 1.200, além das três parcelas de R$ 600 já previstas em lei (Lei 13.982, de 2020) aprovada pelo Congresso (PL 1.066/2020). Os parlamentares, no entanto, defendem a prorrogação do benefício sem redução do valor original até o final do ano ou enquanto durar a pandemia de coronavírus.“Qual o sentido de regatear com o desespero dos mais vulneráveis, com essa nova proposta de redução escalonada do auxílio emergencial em três parcelas?”, questionou Jean-Paul Prates (PT-RN) em artigo publicado na imprensa nesta semana.  O senador é autor do Projeto de Lei (PL) 2.627/2020, que propõe o pagamento do auxílio enquanto durar o estado de calamidade pública, aprovado pelo Congresso Nacional até 31 de dezembro deste ano.

“Quando aprovamos o auxílio emergencial, o prazo de três meses de vigência do auxílio já era muito curto diante das consequências econômicas que prevíamos para a pandemia”, destacou.

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A precariedade do saneamento básico no Brasil, que chega a ser pior do que em países como o Iraque e o Azerbaijão, não é novidade. Agora os pesquisadores tentam entender a relação entre a falta de acesso a água tratada e esgoto coletado e a transmissão da covid-19. Em maio, a Universidade Federal de Pelotas (UFP) realizou uma pesquisa nos maiores municípios de cada região do país ­— ao todo, foram 133 cidades — para identificar quais apresentavam maior incidência de casos per capita de coronavírus. No topo da lista aparecem cidades em áreas remotas, como Breves e Castanhal, no Pará, e Tefé, no Amazonas. Em Breves, com 100.000 habitantes, um em cada quatro moradores está contaminado. Em Tefé, onde a densidade demográfica é de apenas 2,5 pessoas­ por quilômetro quadrado, uma das mais baixas do país, 20% da população já teve contato com o vírus. Em capitais como Rio de Janeiro e São Paulo, esse índice mal chega a 3% da população. Nos municípios que ocupam o topo do ranking de casos per capita de covid-19, o abastecimento de água é precário. “Mesmo onde há o serviço, ele costuma falhar e, não raro, é interrompido ao longo do dia”, diz Carlos Édison, presidente do Instituto Trata Brasil. Para quem vive nesses locais, higienizar as mãos com frequência, como recomendam os médicos, é uma tarefa quase impossível.

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Os recursos serão liberados em um primeiro momento por meio da poupança social digital – Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Três pagamentos diferentes do auxílio emergencial serão creditados pela Caixa neste sábado (27), na poupança social digital, para mais de 6,5 milhões de beneficiários nascidos em janeiro e fevereiro. Serão pagos lotes da primeira, segunda e terceira parcelas, para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital.O calendário divulgado na última sexta-feira (26) pelo banco condiciona o recebimento dos valores à data de nascimento do beneficiário e retarda a disponibilização para quem precisar sacar o dinheiro. Apesar do caráter emergencial, algumas pessoas vão receber a terceira parcela de R$ 600 apenas em setembro, conforme indica o cronograma. A demora para o pagamento é motivo de preocupação para quem depende do auxílio. Esse é o caso de Taynnã Ribeiro, de 29 anos, que trabalha como atendente e arte-finalista em uma gráfica. Segundo ela, sua renda foi reduzida a um salário mínimo com a necessidade de implementação do isolamento social.Nesse período, o auxílio tem complementado os rendimentos da jovens. Mas, ela conta que o problemas são frequentes. Ele destaca os atrasos no crédito e dificuldades para realizar pagamentos pelo aplicativo disponibilizado pela Caixa.“A parcela do mês passado, por exemplo, consegui fazer a transferência apenas no início de junho. E, mais uma vez, as contas ficarão atrasadas devido ao novo calendário. Vai me prejudicar, pois o auxílio completa meu salário. Ficarei com algumas contas atrasadas”, finaliza a atendente.

Teto de Gastos na crise “é loucura”

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A Climed – Clínica Médica, vem se destacando consideravelmente na cidade de Santa Terezinha PE, com ampla rede de especialistas renomados. 
Verifique a programação para os próximos dias. “Cuide-se! A saúde é um bem muito precioso!!!”
Dra. Catarina Ginecologista a mesma estará atendendo no dia 13/07
               Dr. Igor Valadares Cardiologista o mesmo estará atendendo no dia 10/07
              Dr. Gustavo Lino Otorrino o mesmo estará atendendo no dia dia 02/07

Construção de rede de esgoto em Ceilândia (DF)Tony Winston/Agência Brasília

Em 2017, o Brasil tinha 100 milhões de pessoas sem coleta de esgoto em casa. O número equivale a 47,6% da população. É o que mostra estudo do Instituto Trata Brasil divulgado nesta 3ª feira (23.jul.2018). De acordo com o levantamento (íntegra), feito com base do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), apenas 46% do esgoto no país passa por tratamento. Há ainda 35 milhões de brasileiros sem acesso a água tratada (cerca de 17% da população).

Eis abaixo a série histórica (toque nas linhas do gráfico para ler os percentuais de cada curva):

Segundo a ONG, esses números representam poluição no meio ambiente e a causa de diversas doenças.

“O tratamento de esgoto continua sendo 1 desafio. Mesmo em 2017, o Brasil continuou lançando diariamente no solo, córregos, em rios, mar e demais cursos d’água aproximadamente 5.622 piscinas olímpicas de esgoto não tratado”, diz o relatório. O levantamento também mostra que houve uma redução de investimentos feitos pelo governo federal no setor. O valor gasto em saneamento em 2017 foi o mesmo que em 2011: R$ 11,9 bilhões.

INVESTIMENTO NAS GRANDES CIDADES

Segundo o levantamento, o investimento médio anual por habitante nas 20 grandes cidades com melhores índices de saneamento foi de R$ 84,61; já nas piores, foi de R$ 25,02. “Mais de 50% dos investimentos estão concentrados em apenas 100 cidades. Ainda que nelas viva mais de 40% da população, é preocupante pensar que cerca de 5.600 municípios, juntos, são responsáveis por menos de 50% do valor investido em saneamento básico”, disse o Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil.

RANKING DO SANEAMENTO

O estudo também fez um ranking das 100 maiores cidades do país baseado nos diversos indicadores de saneamento básico, como acesso ao abastecimento de água e à coleta de esgoto, o percentual do esgoto tratado e investimentos e arrecadação no setor. Os municípios de São Paulo, Paraná e Minas Gerais têm os melhores indicadores.

Eis a lista:

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Assessoria do ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) disse que assunto ainda está em discussão. Postagem foi feita antes de reunião do governo que debaterá o tema.

Governo discute a prorrogação do auxílio emergencial.O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos, afirmou nesta quinta-feira (25), por meio de uma rede social, os valores das três parcelas adicionais do auxílio emergencial que serão pagas pelo governo, mas, minutos depois, apagou a postagem. Por meio de sua assessoria, o ministro disse que apagou a postagem porque a informação estava incorreta e que o assunto ainda está em discussão. A postagem foi feita horas antes de uma reunião do presidente Jair Bolsonaro com ministros, prevista para a manhã desta quinta, e que debaterá as novas parcelas do auxílio emergencial. Essa reunião ocorre uma semana antes do fim do prazo fixado pelo governo para que trabalhadores se inscrevam no programa. Na postagem apagada, o ministro informava que as três parcelas adicionais seriam, respectivamente, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300.   A informação de que o governo avaliava pagar novas parcelas nesses valores já havia sido publicada pela colunista do G1 e comentarista da GloboNews Cristiana Lôbo.

Defensoria Pública ajuda brasileiros que tiveram pedido do auxílio emergencial negado
Defensoria Pública ajuda brasileiros que tiveram
pedido do auxílio emergencial negado

“O governo vai pagar 3 parcelas adicionais (de R$500, R$ 400 e R$ 300) do auxílio emergencial. A proposta faria o benefício chegar neste ano a pelo menos R$ 229,5 bilhões. Isso é 53% de toda a transferência de renda já feita no programa Bolsa Família desde o seu início, em 2004″, escreveu Ramos na postagem que foi apagada.O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, que também participa da reunião com Bolsonaro, ao chegar ao Palácio do Planalto foi questionado por jornalistas sobre a publicação feita pelo ministro Ramos.A Caixa Econômica Federal é o banco responsável por realizar os pagamentos do auxílio emergencial.Questionado se a informação publicada por Ramos estava correta, Guimarães respondeu que iria “ouvir agora”. Além dele, participam da reunião bom Bolsonaro os ministros Paulo Guedes, da Economia; Onyx Lorenzoni, da Cidadania; Braga Netto, da Casa Civil; e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

 

 

Quais são os sintomas

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:

  • Tosse
  • Febre
  • Coriza
  • Dor de garganta
  • Dificuldade para respirar

Como é transmitido

A transmissão acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de:
• Toque do aperto de mão;
• Gotículas de saliva;
• Espirro;
• Tosse;
• Catarro;
• Objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, mesas, maçanetas, brinquedos, teclados de computador etc.

Diagnóstico

O diagnóstico da COVID-19 é realizado primeiramente pelo profissional de saúde que deve avaliar a presença de critérios clínicos:

  • Pessoa com quadro respiratório agudo, caracterizado por sensação febril ou febre, que pode ou não estar presente na hora da consulta (podendo ser relatada ao profissional de saúde), acompanhada de tosse OU dor de garganta OU coriza OU dificuldade respiratória, o que é chamado de Síndrome Gripal.
  • Pessoa com desconforto respiratório/dificuldade para respirar OU pressão persistente no tórax OU saturação de oxigênio menor do que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto, o que é chamado de Síndrome Respiratória Aguda Grave

Caso o paciente apresente os sintomas, o profissional de saúde poderá solicitar exame laboratoriais:

  • De biologia molecular (RT-PCR em tempo real) que diagnostica tanto a COVID-19, a Influenza ou a presença de Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
  • Imunológico (teste rápido) que detecta, ou não, a presença de anticorpos em amostras coletadas somente após o sétimo dia de início dos sintomas.

O diagnóstico da COVID-19 também pode ser realizado a partir de critérios como: histórico de contato próximo ou domiciliar, nos últimos 7 dias antes do aparecimento dos sintomas, com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica, também observados pelo profissional durante a consulta.

Como se proteger

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

  • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%.
  • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos.
  • Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Ao tocar, lave sempre as mãos como já indicado.
  • Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.
  • Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.
  • Higienize com frequência o celular e os brinquedos das crianças.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.
  • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
  • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas. Se puder, fique em casa.
  • Se estiver doente, evite contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, e fique em casa até melhorar.
  • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
  • Utilize máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido em situações de saída de sua residência.
  • coronavirus.saude.gov.br
Gizelly Bicalho
                                                                 Carolina Nalin

Gizelly Bicalho anunciou nas redes sociais que irá doar 2 mil coletores menstruais para detentas do estado do Espírito Santo. A advogada e ex-participante do ‘Big Brother Brasil 20’ comunicou em seu perfil no Instagram que firmou uma parceria com uma empresa de coletores menstruais e que fará as entregas pessoalmente nos presídios do estado. Gizelly se reuniu na manhã da última segunda-feira com o Secretário de Estado da Justiça do Espírito Santo e explicou como surgiu a ideia. “Quando voltei para o meu estado, que é o que proporcionalmente mais prende no Brasil, tem a maior população carcerária, eu comecei a me questionar. Eu pensei nesse projeto com as detentas e resolvi levar essa ideia”, contou ela.A capixaba também explicou como funcionará o projeto. “Nós temos hoje no estado 1.100 presas no sistema carcerário, consegui 2 mil coletores. O governo do estado aceitou. A única restrição era como esterilizar, mas conseguimos uma maneira para esterilizar todos esses coletores após cada ciclo menstrual. Hoje o governo gasta R$ 45 mil reais anuais com absorventes”.

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A atriz Ildi Silva mostra alguns exercícios abdominais
A atriz Ildi Silva mostra alguns exercícios abdominais 
Durante o período de isolamento social, recomendado para frear o avanço do novo coronavírus, é importante não deixar de cuidar da saúde física e mental e manter as atividades físicas, mesmo em casa. Para ajudar, o EXTRA está resgatando matérias antigas com dicas de exercícios. Numa reportagem de 2003, a atriz Ildi Silva, então com 20 anos,ensinou alguns abdominais para quem quer manter a boa forma mesmo em casa.— Como tudo, sem paranoias! — contou ela. Antes de começar uma atividade, fale com um profissional sobre suas condições físicas.
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