Dr. Antônio Segundo Neto

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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Social

meleficio tecnologia

Você já viu alguma criança portando celular, tablet ou notebook e até passando horas usando estes equipamentos? Se tratando dos adolescentes, então, é bem difícil encontrar algum que não desfrute da tecnologia. Claro, ela facilita a comunicação, inclusive com os pais, e ajuda nas pesquisas escolares, trazendo conteúdos acadêmicos e atualizados. Mas também existe muito perigo por trás desses dispositivos: prejuízos à saúde mental, física e à segurança destes usuários mirins.

A consultora de imagem Clarissa Ludovico tem um enteado e três filhos com idades de 18, 13 e 4 anos e a caçula de nove meses. Assim, ela tem vivido o impacto da tecnologia ao longo dos anos na criação dos filhos. “A preocupação é acessar o que não deve. Mas eu sou adepta e faço o uso. O de 13 e de 18 não têm nenhum controle. É com base no que a gente orienta. A de quatro anos assiste o que eu coloco, mas ela está fazendo o caminho inverso, estou lendo mais livros para ela e proibindo o uso durante viagens”, conta.

No Brasil, 80% das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos usam a internet. Desses, 66% acessam a rede mundial de computadores mais de uma vez por dia, principalmente por meio de smartphones. Preste atenção nestas informações: 21% dos adolescentes já deixaram de comer ou dormir por causa da internet, 17% procuraram formas de emagrecer, 10% para machucar a si mesmo, 8% relataram formas de experimentar ou usar drogas e 7% formas de cometer suicídio. Todos estes dados são da pesquisa TIC KIDS ONLINE-Brasil 2015, feita pelo Comitê Gestor da internet e o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade de Informação.

O que dizem os pediatras

Foi a partir destes dados que a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) elaborou um documento com recomendações para os profissionais de saúde, para pais e responsáveis e para as próprias crianças e adolescentes sobre o uso das tecnologias. Um dos principais alertas é o seguinte: a internet deixa as crianças e adolescentes “expostas numa rede totalmente incontrolável”.

O documento da SBP enumera os seguintes sintomas do uso precoce e excessivo das tecnologias:

• Cyberbullying, transtornos de sono e alimentação, sedentarismo, problemas auditivos por uso de headphones, problemas visuais, problemas posturais e lesões de esforço repetitivo;

• Problemas que envolvem a sexualidade, como maior vulnerabilidade à pornografia, acesso facilitado às redes de pedofilia e exploração sexual online;

• Compra e uso de drogas;

• Pensamentos ou gestos de autoagressão e suicídio;

• “Brincadeiras” ou “desafios” online que podem ocasionar consequências graves, inclusive a morte.

Evelyn Eisenstein, pediatra e membro do Departamento Científico de Adolescência da SBP, chama a atenção para a ausência de controle por parte dos adultos. “Se nós somarmos os pais que nada sabem sobre o que os filhos estão fazendo ou que sabem mais ou menos do que os filhos estão fazendo nas redes sociais, nós temos quase que 52% do total. Mais do que a metade dos pais pouco sabem do que seus filhos estão acessando”, adverte. 

Atenção, pais!

Para a SBP, esta é uma questão de saúde pública, pelos inúmeros sintomas apresentados, de educação, por causa da queda do rendimento escolar e de segurança. “Ao todo, 41% das crianças e adolescentes já sofreram discriminação, que são casos de violência online. Outros 42% já se encontraram com desconhecidos. Imagina o perigo! Internet e redes sociais não são uma brincadeirinha, não é uma distração”, reforça a médica e estudiosa sobre o assunto, Eisenstein.

O apelo da Sociedade Brasileira de Pediatria é para que os pais exerçam o papel de mediadores. Estas são algumas recomendações da SBP:

Supervisione o que os filhos acessam

• Limite o tempo dedicado aos aparelhos

• Impeça o uso em local isolado

• Oriente sobre os perigos da web

• Impeça o uso por crianças menores de dois anos.

Nas escolas, professores podem contribuir com esta tarefa. “Temos principalmente que evitar o abandono afetivo, para se beneficiar do lado positivo da tecnologia”, explica a pediatra.

Clarissa Ludovico já tinha alguma noção dos males do uso exagerado da tecnologia, mas quando soube de alguns dos sintomas apontados pela Sociedade Brasileira de Pediatria, disse que vai ficar ainda mais atenta com os filhos. “Pensando bem, é um acesso muito fácil a coisas perigosas. Agora eu vou controlar bem mais. Eu entendo que é muito sério e que tudo tem que ser controlado”. 

Acesse aqui o Manual de Orientação “Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital”, da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Erika Braz, para o Blog da Saúde>

Brasília – Além do impacto do Refis, que aumentou a arrecadação de setembro em R$ 3,401 bilhões, o pagamento de tributos foi reforçado com o aumento das alíquotas de PIS/Cofins de gasolina e diesel. De acordo com dados divulgados pela Receita Federal, a arrecadação dessas contribuições cresceu 84,56% no mês passado, atingindo R$ 2,227 bilhões.

Também houve crescimento no pagamento de tributos que refletem a melhora na atividade econômica. O recolhimento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) somou R$ 11,718 bilhões, alta real de 3,10%, motivado, de acordo com o fisco, pelo aumento no pagamento da estimativa mensal por empresas financeiras e não-financeiras. Ainda houve aumento de 10,54% no pagamento de Cofins e PIS/Pasep, com 4,332 bilhões arrecadados. O pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aumentou 14,43%, com arrecadação de R$ 4,370 bilhões em setembro. Com o aumento das importações – principalmente insumos para produção – o pagamento do Imposto sobre Importação registrou alta de 9,94%, somando R$ 2,91 bilhões.

exame

Antes mesmo de abrir, a agência da Caixa Econômica no centro de Taguatinga, cidade localizada nas proximidades de Brasília, já apresentava movimentação maior que a de um dia normal.

Hoje (19) foi o primeiro dia destinado ao pagamento das cotas do Programa de Integração Social (PIS) para pessoas com 70 anos ou mais.

“Houve um aumento considerável na fila das pessoas que chegam antes de abrirmos. Hoje ela estava pelo menos três vezes maior”, disse à Agência Brasil o auxiliar de atendimento da Caixa FernandoResende.

A Caixa é responsável pela administração do PIS, que é arrecadado junto a trabalhadores da iniciativa privada. Já o Banco do Brasil (BB) detém a exclusividade para administrar os recursos não sacados do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e ampliou em uma hora o atendimento nas 1.334 agências da instituição em todo o país, de hoje até 31 de outubro, para atendimento exclusivo aos cotistas do Pasep.

A Caixa não viu necessidade de ampliar o horário de atendimento. “Acredito que não teremos maiores problemas porque a movimentação será bem menor do que a que tivemos para saque das contas inativas do FGTS”, explicou o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antônio de

Souza. “Há também o fato de boa parte desses valores serem depositados automaticamente na conta poupança de quem tem conta na Caixa. Favorece, ainda, o fato de que 67% dos beneficiados receberem valores inferiores a R$1,5 mil, o que os permite sacar os valores nos caixas de autoatendimento, apenas com a senha do Cartão Cidadão”, acrescentou o executivo.

Segundo Souza, a movimentação ficará diluída também por que os saques de até R$ 3 mil poderem ser feitos em lotéricas. Nesse caso, além do Cartão Cidadão e da senha cidadão é necessária a apresentação de um documento oficial com foto.

De acordo com a Caixa, mais de 5,5 milhões de pessoas, o que corresponde a 86% do total, poderão fazer os saques no atendimento, nas lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui – estabelecimentos como mercearias, mercados e outros conveniados ao banco que realizam alguns serviços.

Os demais deverão comparecer às agências do banco para fazerem o saque. “Claro que haverá aumento na movimentação, mas preparamos todo o nosso pessoal para lidar com isso”, acrescentou o vice-presidente do banco. Nessa etapa serão atendidos apenas cotistas com 70 anos ou mais. São, ao todo, 3,59 milhões de cotistas, que sacarão R$6,7 bilhões. Até o final do ano, com a ampliação das faixas para aposentados e a redução da idade mínima para saque (62 anos para mulheres e 65 anos para homens), deverá ser disponibilizado um total de R$11,2 bilhões.

“Para facilitar esse processo nós disponibilizamos um site específico, um aplicativo para celulares chamado Caixa Trabalhador, e a linha 0800 726 0207”, informou Souza.

Muitos clientes da Caixa foram surpreendidos com o depósito feito em suas contas poupança. É o caso do aposentado Luiz Alves, de 72 anos.

“Fiquei sabendo aqui que tinha esse dinheiro em minha conta poupança. Vim ver meu saldo, para conferir se um amigo havia depositado R$250, e me deparei com essa surpresa de R$1.439. Chega deu um susto”, disse ele à Agência Brasil. “Depois de ver meu saldo fui até o funcionário para tentar entender do que se tratava. Ele explicou que era o depósito do meu PIS. A sensação é muito boa. Agora vou deixar esse dinheiro rendendo”, acrescentou o aposentado que, ao longo da vida, trabalhou em gráficas. A aposentada Beatriz de Jesus Oliveira, de 78 anos, já sabia que teria direito a pouco mais de R$ 1 mil.

“Meu genro descobriu isso na internet. Para mim é como se esses R$ 1 mil fossem R$ 1 milhão. Eu estava precisando muito desse dinheiro, mas não vou gastar agora. Primeiro vou guardar ele e sonhar um pouquinho”, disse em tom de brincadeira.

Apesar da brincadeira, Beatriz sabe muito bem onde gastará o dinheiro. “Provavelmente vou gastar com remédios porque tenho diabetes, pressão alta, glaucoma e problema nos ossos. Volta e meia me falta dinheiro e fico sem remédio. Agora terei essa reserva”, disse ela.

Apesar de ter menos de 70 anos, o ex-caminhoneiro Messias Gerônimo da Silva, de 66 anos, pôde resgatar seu PIS por ter acabado de se aposentar.

Em situações como essa são necessários dois dias úteis para o recebimento dos cerca de R$2mil das cotas do PIS.

“Foi ótimo porque também vou sacar meu FGTS e, somando tudo, acredito ter condições de comprar um lote lá na Ceilândia [cidade satélite próxima a Brasília]”.

O auxiliar de atendimento da Caixa, Fernando Resende, se disse empolgado com que percebia já nos primeiros minutos de contato com o público:

“É muito legal trabalhar em um dia como esse porque a felicidade deles acaba sendo repassada a gente. Um dos clientes acabou de me dizer que estava em uma situação muito difícil e que precisava muito de dinheiro. Ele simplesmente chorou de felicidade ao se dar conta de que já tinha esse dinheiro”.

O desemprego na área de engenharia já alcançou 50 mil pessoas - Créditos: Reprodução
O desemprego na área de engenharia já alcançou 50 mil pessoas / Reprodução

Um projeto de lei, que deve ser enviado nas próximas semanas pelo governo golpista de Michel Temer (PMDB) ao Congresso Nacional, pretende flexibilizar o registro de engenheiros estrangeiros no Brasil. A proposta tem sido criticada por sindicatos do ramo, que acreditam que ela aumentará ainda mais o desemprego na área, que já alcançou 50 mil profissionais. Na prática, o projeto pretende agilizar a emissão de registros para profissionais estrangeiros por órgãos profissionais em até três meses. Caso o novo prazo não seja cumprido, a nova legislação determinaria uma emissão automática do registro. Hoje, o Conselho Regional de Engenharia (CREA) costuma emitir o registro em um ano.

Entre as justificativas do projeto está o comprometimento financeiro do mercado de construção civil no Brasil, causado pela Operação Lava Jato, que investiga esquemas de corrupção ligados às empreiteiras Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS e Queiroz Galvão. Estima-se que há pelo menos 5 mil obras paradas no país. Para Carlos Bastos Abraham, presidente em exercício da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), a justificativa não condiz com a realidade.

“A alegação de que é preciso contratar engenheiros para destravar o mercado, em especial devido a Operação Lava Jato, não convence a federação. Agora, o governo pretende que os funcionários de engenharia no Brasil arquem com as consequências dos malfeitos desvendados pela Lava Jato. Isso é um verdadeiro descalabro”, afirmou.

Na opinião de Abraham, a medida proposta pelo governo faz parte de um contexto de desmontes e retrocessos sociais. “Esse projeto de Lei é mais uma insanidade desse governo federal, movido por interesses inconfessos, que mais uma vez de forma açodada, vive as nossas malfadadas reformas trabalhistas e previdenciárias, mostra sua completa insensibilidade com a realidade brasileira”, opinou. A medida também é encarada como mais um ataque à soberania nacional. É o que afirma o presidente do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Rio de Janeiro, e coordenador do projeto SOS Brasil Soberano, Olímpio Alves dos Santos. “O que estamos assistindo é o setor elétrico entregando a Eletrobras, estamos destruindo a cadeia de óleo e gás. Esse espaço vai ser ocupado por empresas estrangeiras que querem trazer seus engenheiros. Então isso configura perda de soberania e também a entrega da nossa economia à empresas não nacionais. É terrível porque é a destruição da possibilidade do Brasil ser uma nação independente”, afirmou. Centrais sindicais estão produzindo notas de repúdio à medida, que, de acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, foi negociada com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e com engenheiros de todo o país. O Brasil de Fato tentou contato com o Confea e com o CREA, mas não obteve retorno.

Edição: Camila Salmazio

Foto: Compesa/Divulgação (Foto: Compesa/Divulgação)
Foto: Compesa/Divulgação

A Compesa realiza, em parceria com a Policia Militar, deflagrou uma operação para combater o furto de água no Ramal V da Adutora do Oeste, entre a zona rural do município de Trindade, passando por Araripina, até o distrito de Barra de São Pedro, em Ouricuri. O ramal é responsável pelo abastecimento dos distritos de Nascente, Lagoa do Barro e Gergelim, em Araripina, além da sede do município e da localidade de Lagoa do Barro, em Ouricuri, no Sertão. Até o momento, já foram retiradas dez ligações clandestinas, o que permitiu recuperar uma vazão de 20 litros de água por segundo, produção suficiente para atender cerca de 2,1 mil famílias.

O trecho do  Adutora do Oeste que é alvo da operação tem 30 quilômetros de extensão e transporta 50 l/s de água captada diretamente do Rio São Francisco. “O desvio causava um impacto grande no atendimento das localidades e na cidade de Araripina. Vamos prosseguir com a ação na tentativa de retirar todas as ligações irregulares que desequilibram o sistema causando falta de água e queda de pressão”, explica o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, João Virgílio.

A ação foi motivada pela queda de vazão acentuada do sistema verificada pelo setor de Controle Operacional da Compesa e pela quantidade de reclamações dos moradores. A Companhia também recebeu denúncias de que carros-pipa estariam sendo abastecidos, durante à noite, na adutora. “Solicitamos imediatamente o apoio da PM”,  relata o gerente da Compesa.

Durante a operação nenhum infrator foi preso. “A localização desse trecho da adutora em área rural e de difícil acesso é um dos fatores que têm atrapalhado as ações de flagrante. Mas a PM está empenhada na investigação e identificação dos responsáveis”, observou João Virgílio, informando que o desvio de água da rede pública de abastecimento é um crime previsto em Lei. Os infratores podem ser penalizados criminalmente e pagar multas à Compesa.

” É roubo para todos os lados, até quando vamos aguentar?

Cerca de 83,2% das empresas disseram que alto custo do Brasil já foi impeditivo para o início ou expansão dos negócios

Agência Brasi

Cerca de 84% da população considera o Brasil um País burocrático, de acordo com pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Os que consideram o País pouco burocrático somaram apenas 9% do total.

Segundo o levantamento, 75% das pessoas acreditam que o excesso de burocracia pode ser prejudicial e um mecanismo de estímulo à corrupção. Outros 78% consideram que os entraves dificultam o desenvolvimento do País e 77% a compra de bens. A pesquisa foi realizada em duas frentes: foram ouvidas 1200 pessoas em todo o Brasil  e 452 indústrias no estado de São Paulo.

Ainda segundo o estudo, para 65% das pessoas entrevistadas, o combate à burocracia deve ser priorizado, com a adoção de medidas como a redução da quantidade de leis e normas vigentes, a definição de datas para mudança de suas regras ou de sua aplicação, a simplificação da linguagem e a comunicação dos custos que as novas regras devem gerar. Aqueles que concordam que o governo tem sido capaz de implementar políticas de desburocratização são 36%.

Entre as principais dificuldades causadas pelo excesso de burocracia , foram listados o acesso à Justiça (61%), a realização de reclamação em órgãos de defesa do consumidor (56%) e a solicitação ou cancelamento de serviços de água, luz, telefonia, internet, entre outros serviços.

Indústrias

Das 452 empresas participantes da pesquisa, 83,2% disseram que o alto custo brasileiro já foi impeditivo para o início ou a expansão de seus negócios. Para 90,2%, o excesso de burocracia dá espaço para a corrupção e para 94,7%, dificulta o desenvolvimento econômico e o ambiente de negócios. Aqueles que consideram que a burocracia tem impacto na competitividade das empresas são 91,4%.

Já para 71,5%, o governo não tem sido capaz de implementar políticas de desburocratização e 52,4% acham que não há espaço para manifestação quando há mudanças importantes nas leis e políticas que afetam o setor privado. Por isso, 75,3% consideram que as federações e associações empresariais são importantes para melhorar a relação entre a burocracia estatal e o setor privado.

Além disso, a pesquisa aponta ainda que 84,3% das empresas responderam que os principais impactos da burocracia sobre as empresas são o aumento do custo de gestão dos processos empresariais, 69,5% o aumento excessivo das estruturas não ligadas diretamente à produção, e 48,2% o aumento de ações judiciais ou administrativas por erros no cumprimento das obrigações (48,2%).

Com a intenção de facilitar procedimentos e reduzir gastos com burocracia no Brasil, as empresas indicaram como medidas a que redução da quantidade de normas existentes (82,5%), a simplificação da linguagem (64,8%) e a informação de quanto as nova regra custará para o País (36,1%). Para criar um ambiente mais propício aos negócios, elas sugerem evitar a apresentação de informações repetidas ao governo (74,1%), criar um registro único de regularidade fiscal (63,7%) e estabelecer prazos máximos para que um requerimento seja concedido (42,7%).

Fonte:  iG

Com a decisão da Aneel , as contas de luz para os clientes da Bandeirante , que atende cerca de 1,8 milhão de unidades consumidores na região do Vale do Paraíba, terão aumento médio de 24,37%. Já os clientes da Piratininga , que leva energia elétrica a 1,6 milhão de unidades consumidores das cidades de Santos, Sorocaba, Jundiaí e Indaiatuba, terão reajuste médio de 17,28% nas tarifas.

Reajustes autorizados pela Aneel afetam consumidores de concessionárias de São Paulo, Distrito Federal e Goiás
Divulgação

Reajustes autorizados pela Aneel afetam consumidores de concessionárias de São Paulo, Distrito Federal e Goiás

Para calcular o aumento da tarifa anual, a agência leva em conta a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo considera a aquisição e a transmissão de energia elétria, assim como os encargos setoriais e a atualização dos custos típicos da atividade de distribuição. Os custos da atividade, por sua vez, são atualizados de acordo com as variações do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). 

Reajuste para o Distrito Federal e Goiás

A autarquia também autorizou a revisão de preços em outras duas concessionárias que fornecem energia para o Distrito Federal e o estado de Goiás. São elas a Companhia Energética de Brasília (CEB) e a Celg Distribuição (CELG D). O reajuste médio de contas da CEB, que atende 1,05 milhão de unidades consumidoras, ficou em 7,35%. Para os consumidores conectados à alta-tensão, o aumento será de 8,46%. Em caso de baixa tensão, a alta será de 6,84%.

Já os consumidores da CELG D, que tem uma base de cerca de 2,8 milhões de unidades consumidores, o aumento médio ficou estabelecido em R$ 14,65%, sendo 15,89% para as unidades consumidores de baixa tensão e, de 12,03%, para os de alta tensão. Nestes dois casos, os novos valores definidos pela Aneel passam a ser cobrados a partir do próximo domingo (22).

* Com informações da Agência Brasil.

Fonte: iG 

Carla Diaz Digital Cover (Foto:  )
Carla Diaz Abre (Foto:  )

Bem-humorada e sempre acompanhada da mãe, a artista plástica Mara Diaz, Carla deu muitas risadas ao relatar o assédio do público masculino que, segundo ela, tem sido respeitoso. “Nunca recebi tanta mensagem de homem (risos). É sério. Teve uma vez que eu viajei para São Paulo e eu percebi uns olhares para mim no avião. Quando cheguei à minha casa, fui ler os recados nas redes sociais e tinham cinco de homens que estavam naquele mesmo voo”, conta.

Totalmente à vontade com as câmeras e bastante consciente das consequências da fama, a atriz sabe muito bem aonde quer chegar e não se acomoda com o tempo de profissão. “Quando eu quero uma coisa, eu vou fazer de tudo para dar certo. Óbvio que não sou igual a Carine, que passa por cima de outras pessoas para conseguir o que quer. Eu sou uma jovem mulher que ainda tem muito que aprender, tanto na vida profissional quanto na pessoal”, assume.

Preocupada em entender melhor o meio em que trabalha, Carla entrou na Faculdade de Cinema. “Aprendi a parte de fotografia, efeito especial, roteiro, direção, figurino e caracterização. E isso me fez admirar ainda mais o trabalho de todos esses profissionais. Eu já dirigi alguns curtas na faculdade. Quem sabe mais para frente eu não produza alguma coisa? Mas nunca vou deixar de ser atriz”, afirma ela, que diz nunca ter tido dúvida sobre o queria. “Eu não passei por aquela fase que muitos amigos meus passaram de indecisão, do que prestar vestibular, qual profissão seguir. Eu sempre fui e quis ser atriz”, declara.

Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)

Você esperava todo esse sucesso da Carine?
Eu entrei para fazer uma participação na novela e eu não sabia quanto tempo duraria. Mas a personagem foi crescendo, a parceria com a Juliana Paes e o Emílio Dantas deu tão certo, assim como a aceitação do público, que ela acabou ficando até o fim da trama. Estou muito feliz. Não tem como eu dizer em palavras o tamanho dessa felicidade. A Carine me surpreendeu muito e me surpreende a cada capítulo que eu gravo.

Muitos atores do elenco você já conhecia e fazia muito tempo que não contracenava com eles. Como foi esse reencontro?
Do núcleo, eu já tinha trabalhado com a Juliana Paes. Fizemos  Laços de Família(2000), O Clone (2001) e a Casa das Sete Mulheres (2003). Só que a gente nunca se cruzou muito nessas novelas, só a conhecia de bastidores. Eu até postei uma foto antiga com ela esses dias. Elizângela também fez O Clone, mas nós também não tínhamos contracenado. Essa esta sendo a oportunidade de ficar cara a cara com elas. Ainda mais sendo rival da Juliana. Nunca pensei que isso poderia acontecer.

E a troca com o Emílio Dantas em cena é boa?
Eu nunca tinha contracenado com o Emílio nem o conhecia pessoalmente. Mas ele é incrível, entregue. Isso é bacana de dizer. Todo mundo que eu atuo lá é tão focado, tão dedicado… Fazer novela não é só aplicar o texto da autora na nossa interpretação. Tem toda uma equipe de caracterização, de direção, que está por trás dos bastidores. A dedicação de todo mundo e a vontade que aquilo dê certo é tão grande que o nosso núcleo cresceu demais. Isso é a prova que o time deu certo.

Carla Diaz Aspas (Foto:  )
Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)

O que os telespectadores ainda podem esperar da Carine?
Estamos na reta final, mas ainda vem muitas surpresas. Carine causou desde a primeira cena em que apareceu na novela, que já foi no meio da trama. Mas ela fez tanta coisa que parece que já tem mais tempo. E é óbvio que até o último capítulo ela vai continuar causando. Eu fico com pena de Bibi. Se bem que tem muito fight, muito combate vindo por aí também.

Você torce pela Carine?
Ela vai atrás do que ela quer com unhas e dentes. Mas eu não tenho como defendê-la em uma situação como essa. Coitada da Bibi. Ela faz tanta provocação com a mulher. Eu jamais faria isso com alguém. Essa personagem tem uma veia de vilã. E as pessoas nunca me viram fazendo isso. Mas ela também tem um lado comédia. Ela sempre solta uma frase engraçada e não é a toa que as pessoas estão curtindo tanto. Eu achei que ia ser odiada e, para minha surpresa, as pessoas estão adorando, ficando até com pena da Carine. Elas me param na rua e falam para eu fugir da Bibi e não deixar ela me bater desse jeito. Outra coisa que os fãs dizem é para eu largar o Rubinho e ficar com eles. Recebo um pedido de casamento por dia. Mas nenhum real. Tudo só na brincadeira.

Carla Diaz Aspas (Foto:  )

Qual a melhor lembrança que você guardará de A Força do Querer?
Difícil dizer só uma coisa. Essa novela marcou minha trajetória. Eu vou guardar tanta coisa, tanto aprendizado. Principalmente com o diretor, Allan Fiterman, que comanda toda a parte do núcleo do Morro do Beco na novela. Eu aprendi muito com ele e me admirei com isso. E a Ju Paes também. Essa parceria nossa é incrível. As duas pensam muito parecido sobre ser atriz. Nós somos muito entregues. Se for para cair no chão, a gente vai cair e rolar no chão para que a cena fique boa. Nunca usamos dublê nas cenas de briga.

Como surgiu o convite da Glória Perez?
Eu recebi uma ligação do nada. Estava há três meses sem trabalhar, tinha saído da Record, com aquela ansiedade querendo produzir, encarar um novo desafio. Eu pedi tanto a Deus uma portinha e ele me veio com esse portal. A produtora de elenco me ligou perguntando se eu queria fazer parte do elenco e é óbvio que eu disse sim. Comemorei muito o convite.

Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)
Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)

A Carine é uma personagem muito sexy. Você acredita que ela foi importante para as pessoas desassociarem sua imagem de menininha?
Essa coisa de ex-atriz mirim é muito criação de vocês jornalistas. Ninguém me vê mais como criança. Eu acho engraçado quando eu vejo as manchetes: ‘Carla Diaz cresceu’. Eu tenho 26 anos. Cresci faz um tempo já. Mas, como aos 2 anos de idade já fazia publicidade e aos 4 eu já estava fazendo novela, tive oportunidades de mesmo nova fazer personagens marcantes. Algumas pessoas ainda têm recordações minhas como Khadija, de O Clone, ou a Raquelzinha, de Laços de Família. Em cada fase da minha carreira, tive a oportunidade de fazer um papel forte. A Khadija marcou muito com os bordões, o ‘inshalá’, que significa se Deus quiser, que eu até tatuei. Acho que eu vou ter 100 anos e as pessoas ainda vão lembrar dela. Mas não acho que seja porque elas me têm na cabeça como criança.

O assédio na rua aumentou por conta da repercussão da novela das 9?
Todo mundo está me abordando agora, da vovozinha às crianças. É impressionante. Eu não achei que essa personagem fosse ser tão querida por ter algumas atitudes que a maioria da população considera errada. Mas ela está é. As crianças adoram a Carine. Eu não sei se é porque ela usa um figurino alegre, ou porque tem um jeitinho meio inocente, apesar de toda a provocação. Ela tem um jeito brincalhão e acho que as crianças se identificam com isso. E os adultos sempre vem com certa malícia. Teve uma vez que a gente estava gravando na comunidade Tavares Bastos e tinha uma senhorinha varrendo a porta da casa dela. Você acredita que ela pegou a vassoura e disse que ia me bater?! Mas ela falou brincando. Na hora eu até gravei um vídeo e postei no Instagram.

O assédio masculino aumentou também?
Nunca recebi tanta mensagem de homem (risos). É sério. Teve uma vez que eu viajei para São Paulo e eu percebi uns olhares para mim no avião. Quando cheguei à minha casa, fui ler os recados nas redes sociais e tinham cinco de homens que estavam naquele mesmo voo. Todos dizendo que “adoraram me conhecer”. Eu achei muito engraçado porque eram cinco caras que não se conheciam e nem estavam no mesmo grupo. Eles conseguiram chegar até mim pela rede social. Eu me divirto. Mas a Carine agrada todo mundo. O público gay também se identifica. Algumas frases dela viraram memes, como ‘atura ou surta’ ou ‘morre que passa’.

Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)

Você já passou alguma situação assédio ou de constrangimento?
Nunca recebi nenhuma cantada que me deixou constrangida. Eles chegam e abordam de um jeito tão carinhoso, já vão logo para a comédia. Acho que as pessoas conseguem separar a Carine da Carla. Os homens têm sido respeitosos.

Solteira? Feliz?
Muito feliz e sem tempo. Acho que tudo acontece na hora exata. Estou aqui falando com você e depois ainda tenho uma série de compromissos, então, por enquanto, estou solteira e focada na Carine.

O sucesso da Carine influenciou nas suas redes sociais também?
Muito. Em dois meses o meu número de seguidores no Instagram dobrou. Ultrapassei um milhão. Graças a Deus, o carinho do público é tão grande que eu não tenho quase nenhum hater. Eu só recebo mensagens positivas, elogiando o meu trabalho. Às vezes, alguém chega dizendo que odeia a Carine, mas me adora porque eu estou fazendo uma personagem legal. Esse retorno é bacana. A gente faz o nosso trabalho não só pela nossa realização pessoal, mas também pelo público. Se eles não estão gostando de alguma coisa, tentamos mudar.

Como você se define como mulher?
Eu sou uma mulher muito brincalhona. Acho que eu vou ser uma eterna criança no sentido de querer levar a vida tranquila, de forma leve. Mas eu sou muito dedicada e focada no meu trabalho. Quando eu quero uma coisa, eu vou fazer de tudo para dar certo. Óbvio que não sou igual a Carine, que passa por cima de outras pessoas para conseguir o que quer. Eu sou uma jovem mulher que ainda tem muito que aprender, tanto na vida profissional quanto na pessoal. Hoje, com 25 anos de carreira e 26 de idade, eu aprendi muita coisa, mas ainda tenho muito que aprender.Tenho muitos sonhos para realizar.

Carla Diaz Aspas (Foto:  )
Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)

Quais são os prós e contras de ter crescido sob os holofotes?
Desde que eu me entendo por gente eu sou atriz. Eu tenho certeza que foi umas das melhores coisas que aconteceram na minha vida porque eu descobri desde cedo o que eu quero para minha vida. Eu não passei por aquela fase que muitos amigos meus passaram de indecisão, do que prestar vestibular, de que profissão seguir. Eu sempre fui e quis ser atriz. Eu só vejo como vantagem. Eu tive o meu tempo de criança. Gravar sempre foi uma diversão. Sempre foi muito prazeroso, gratificante e empolgante entrar em um estúdio. Nunca tive o sentimento de ter deixado de fazer algo que eu queria. Ter começado muito cedo, me deu uma responsabilidade e um poder de organização muito grande. Eu sou apaixonada por uma vida sem rotina e a carreira artística me proporciona isso. Começar cedo também me fez aprender mais cedo. Óbvio que eu vou continuar estudando e me aprimorando, mas eu vejo como um privilégio ter começado cedo.

Você continua se aperfeiçoando como atriz? Faz algum tipo de curso?
Eu faço faculdade de Cinema. Acho que tem tudo a ver com a minha profissão. Eu também tinha curiosidade de conhecer a teoria de tudo aquilo que eu sabia na prática. Eu queria entender melhor o que as pessoas que estão ao meu redor faziam e na faculdade eu passei por tudo. Aprendi a parte de fotografia, efeito especial, roteiro, direção, figurino e caracterização. E isso me fez admirar ainda mais o trabalho de todos esses profissionais. Eu já dirigi alguns curtas na faculdade. Quem sabe mais para frente eu não produza alguma coisa? Mas nunca deixarei de ser atriz.

Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)
Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)

Em algum momento você já pensou em desistir da carreira?
A gente tem que prestar muito atenção em quem começa a carreira criança para saber se é o desejo dela ou dos pais. Minha mãe sempre me perguntava muito o que eu queria, se eu estava gostando. Saí de Chiquititas porque eu não queria mais ficar na novela. Fiquei quase três anos morando na Argentina, apesar de ter sido uma experiência incrível para mim. Foi uma das melhores fases da minha vida. Tenho recordações lindas até hoje.

Você conseguiu conquistar sua independência financeira?
Agora depois de adulta eu não dependo mais dos meus pais. Com 15 anos, minha mãe me deu um apartamento de presente, comprado com o fruto do meu trabalho. Meus pais sempre tiveram a consciência de investir o dinheiro que eu recebi pensando no meu futuro.

Você é consumista?
Eu acho que eu sou até meio mão de vaca. Eu adoro presentear meus amigos, minha família, mas quando é comigo, sou mais cautelosa. Eu não lembro quando foi a última vez que eu entrei em um shopping para fazer compras. Eu só vou quando eu realmente estou precisando de alguma coisa. Eu não sou consumista mesmo. Também sou muito desapegada das coisas materiais. Eu uso o que eu gosto, independente de ter grife ou não.

Carla Diaz Aspas (Foto:  )
Carla Diaz (Foto: Vinícius Mochizuki/ Ed.Globo)

Chiquititas foi um marco para uma geração. Você tinha noção do sucesso que fazia?
A gente morava e gravava a série na Argentina, mas a novela só passava no Brasil. Então, nós vivíamos como crianças normais. Tinha zero assédio, ninguém sabia quem era a gente. Só sentíamos essa fama quando vínhamos para cá fazer shows, gravar entrevistas e visitar nossas famílias. Teve uma vez que o aeroporto precisou ser fechado de tanta gente esperando a gente chegar. Foi um momento bem mágico, marcante e nostálgico da minha carreira.

Quem do elenco você tinha mais afinidade?
A vantagem de ter começado cedo e fazer tanta coisa é que a gente acaba criando muitos amigos, que perduram por uma vida. Eu tenho amizade com a Mariane Oliva, que fazia a Marian. Quando eu vou para São Paulo não tem como eu não a visitar. Também sou amiga da Marina Belluzzo, que fazia a Lúcia, e tem o Thiago Oliveira, que eu já conhecia antes de Chiquititas. Ele é meu irmão de coração, que a vida me deu.

Já tem novos trabalhos em vista?
Com o sucesso da Carine, muitas portas se abriram para mim. Ela me deu uma visibilidade muito boa, graças a Deus. Já tenho uma novidade boa para televisão, uma novela, mas não posso dar detalhes ainda. Ano que vem, também estou produzindo um espetáculo teatral e meu primeiro filme como protagonista, que se chama Jogos Clandestinos, que ainda não tem data para estreia. Estou muito feliz e ansiosa para ver o resultado logo. É uma comédia misturada com ação que ficou bem bacana.

Reportagem: Rafael Godinho
Fotos, make e hair: Vinícius Mochizuki
Videomaker: Jéssica Braga
Edição de vídeo: Eduardo Garcia
Artes de capa e matéria: Gabriel Pontes
Coordenação: Danilo Saraiva

Lia Sophia posa com Isis Valverde no intervalo da gravação de A força do querer (Foto: Divulgação)

A cantora Lia Sophia, que se prepara para lançar novo álbum, gravou na última quinta-feira (12) uma participação especial em dois capítulos que vão ao ar nesta última semana de A força do querer. Ela vai cantar duas músicas na festa que Zeca, vivido por Marco Pigossi, vai ganhar a partir desta segunda-feira (16).

Lia vai animar o núcleo do Pará com as canções “Ai menina” e “Incendeia”, do novo trabalho. O disco é produzido por Pedro Luís e tem canjas de Ney Matogrosso e Paulinho Moska. “Eu já tinha vontade de fazer algum trabalho com o Pedro Luís. Ele trouxe referências do pop para conversar com o carimbó, com o merengue e com o zouk. Ele organizou mil ideias loucas que joguei em cima dele”, conta a bela. Lia nasceu na Guiana Francesa e começou sua carreira em Belém.

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No Paraná, trabalhadores responderam à ameaça com uma greve de 20 dias e adesão de 70% dos funcionários - Créditos: Fernando Frazão
No Paraná, trabalhadores responderam à ameaça com uma greve de 20 dias e adesão de 70% dos funcionários / Fernando Frazão

Em setembro, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, emitiu uma declaração pública sobre a possibilidade de privatizar o serviço prestado pelos Correios. A mesma intenção foi sinalizada em maio pelo ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, segundo o qual a empresa deveria promover um rápido equilíbrio ou “caminharia para um processo de privatização”. No Paraná, trabalhadores responderam à ameaça com uma greve de 20 dias e adesão de 70% dos funcionários, que chegou ao fim no dia 9 de outubro. 

Segundo o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná (Sintcom), Marcos Rogério Inocêncio, a privatização dos Correios representaria o fim da empresa enquanto um serviço prestado à sociedade. “Usam o pretexto da crise para descarregar medidas na conta da população. Privatizar só vai piorar o serviço”, avalia. Ele indica que a venda da estatal já vem ocorrendo gradualmente por meio das agências franqueadas, cujos funcionários têm menos direitos trabalhistas em relação aos que atuam nas estatais. Hoje, no Paraná, são 412 agências próprias em risco – estas, inclusive, sem previsão de concurso público para reposição de profissionais. 

Preços vão subir. Outro problema que permeia a venda dos Correios é o encarecimento dos serviços e a piora no acesso às encomendas nas localidades mais distantes. “A privatização abre espaço para a livre concorrência, cujo foco é o lucro. Enquanto empresa pública, os Correios quase não têm retorno financeiro com a entrega de cartas, por exemplo, e detêm o monopólio sobre o serviço. No contexto de uma empresa privatizada, os preços vão subir”, assinala Inocêncio. 

Outras tentativas

Em janeiro deste ano, os Correios completaram 354 anos de atuação no serviço postal brasileiro. A privatização da empresa já havia sido proposta no governo de Fernando Henrique Cardoso, nos anos 90. “O correio de Portugal era público e foi privatizado. As consequências foram desastrosas para a população”, exemplifica o secretário geral do Sintcom. 

Edição: Ednubia Ghisi

brasildefato

 A atriz Grazi Massafera  (Foto: Raquel Cunha/ TV Globo)

Pelas fotos insinuantes que vazaram de uma recente gravação no Tocantins, Lívia, a personagem de Grazi Massafera na nova novela das 9, O outro lado do paraíso, vai mesmo dar o que falar. Embora aborrecida com os cliques que viralizaram de uma cena íntima, a atriz conta que não tem o menor pudor em gravá-la.

“Isso não me tirou o sono. E acho que a exposição do corpo precisa ter um contexto”, lembra ela, que, pasmem!, não se acha tão gata como o restante do Brasil. “A beleza nunca foi o atributo mais valorizado por mim ou por minha família, não me acho tão bela assim”, revela ela, que reconhece ser beneficiada pela genética. “Sempre tive o biotipo magro, isso ajuda”, orgulha-se. 

Grazi Massafera: " (Foto: Reprodução/ Gshow)

Quando o assunto é sua guinada como atriz – assim que começou a atuar, logo após sair do Big Brother Brasil, Grazi foi vítima de preconceito no meio artístico –, ela anda, com toda a razão, com a autoestima nas alturas. “Depois de tantos anos e de muito trabalho, agora faço parte da classe”, afirma a indicada ao Emmy no ano passado, por Verdades secretas.

Morena pela primeira vez, ela conta que só agora está começando a se habituar com o novo look.  “Porque minha alma é loura, não é? Mas agora estou amando”, entrega.

Brasília – O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, garantiu que o financiamento dos serviços e programas do Sistema Único de Assistência Social (Suas) será mantido e reforçado.  “Nenhum serviço será paralisado por falta de recursos. Todos estão garantidos”, ressaltou ele, nesta quarta-feira (4), durante audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

Na ocasião, Terra apontou que a peça orçamentária apresentada pelo governo federal é provisória. Segundo ele, uma nova proposta será repassada em breve. Além de tranquilizar os deputados, o ministro defendeu mais verbas para a área social.

“Queremos que a área de desenvolvimento social tenha um reforço, um apoio para um orçamento robusto que dê prosseguimento às ações que estamos fazendo”, destacou ao lembrar a trajetória dele na vida pública e o compromisso com o social.

O ministro assinalou ainda que o orçamento que será apresentado reforçará os programas já existentes, além de incentivar ações que possam garantir melhores oportunidades para a população mais vulnerável. “Vamos reforçar o sistema de proteção social, a rede socioassistencial e a rede de atendimento do INSS, além de trabalhar o programa de primeira infância, o Criança Feliz, e o Plano Progredir”, afirmou. 

De acordo com o presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, o deputado federal Hiran Gonçalves, o debate foi o início de um caminho “para conquistar melhorias para o orçamento da assistência social, mesmo em tempo de crise financeira”. “O Brasil estava indo à falência porque não havia responsabilidade fiscal com os gastos públicos. Estamos fazendo isso aqui com muita responsabilidade. Administrar é estabelecer prioridades. Vamos discutir o que é prioridade, o que é mais importante para a sociedade”.

A reunião na comissão da Câmara dos Deputados teve ainda a presença de representantes de gestores municipais da assistência social.

Informações sobre os programas do MDS:
0800 707 2003

Brasília – Muito além das atividades esportivas, o Programa Forças no Esporte (Profesp) é a oportunidade que muitos meninos e meninas têm de brincar e sonhar com dias melhores. A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Defesa com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e do Ministério do Esporte, tem foco em crianças e jovens – entre 6 e 18 anos – em situação de vulnerabilidade social. Nesta quarta-feira (11), o Ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, visitou um dos núcleos do Profesp em Brasília.

 Ao acompanhar de perto a rotina dos estudantes, o ministro destacou a importância da inciativa. “O Forças no Esporte é a oportunidade de um futuro melhor para as crianças. Nós queremos que elas cresçam saudáveis, tenham uma boa profissão e progridam na vida. Esse é o objetivo de todo o esforço feito pelo governo federal”, afirmou.

 O programa oferece atividades esportivas no turno contrário à escola, como tênis, corrida, lutas e atletismo, em 175 unidades militares de todo o Brasil. As ações mantêm a garotada longe dos perigos das ruas e possibilitam a descoberta de talentos. Os alunos contam ainda com atendimento médico, reforço escolar e orientações sobre civismo, cidadania e desenvolvimento de habilidades profissionais. Eles também participam de palestras e campanhas educativas.

 Odara Yuê Fortunato, 10 anos, faz parte das 23 mil crianças que são beneficiadas pelo Forças no Esporte no país. No início deste ano, ela começou a participar do programa na Associação de Esporte e Lazer dos Subtenentes e Sargentos do Exército, em Brasília. Lá, fez novas amizades, que agora a acompanham nas atividades e brincadeiras. “Aqui eu posso me divertir. Participo de várias brincadeiras, como pular corda, bambolê e queimada. Também fiz muitos amigos. É muito bom”, conta.

 Odara estuda à tarde. De manhã, ela sai cedo de casa para ir até o núcleo do Forças no Esporte. As atividades esportivas dividem espaço com recreação e reforço escolar. Graças ao apoio do MDS, as crianças do Profesp têm acesso a alimentação de qualidade. Os produtos são comprados exclusivamente da agricultura familiar por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Aqui a gente tem lanche e almoço. É tudo gostoso”, completa a aluna.

 O secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, Brigadeiro Ricardo Machado Vieira, ressalta que a parceria com o MDS é parte fundamental do programa. Ele lembra ainda que a iniciativa vai muito além da preparação de atletas. “O Forças no Esporte contribui para que as crianças e suas famílias tenham um futuro de muito mais oportunidades. É um programa fantástico. Nós queremos que cada vez mais crianças participem”, conclui.

Brasília – Na semana do Dia das Crianças, o país contabiliza avanços em políticas públicas que garantem um futuro melhor para as crianças. O Programa Bolsa Família é uma das ferramentas utilizadas para que elas cresçam fortes e saudáveis, contribuindo para a redução da pobreza com ações nas áreas de saúde e educação.Ao entrar no Bolsa Família, há cinco anos, a dona de casa Daniela de Sousa, de 33 anos, passou  a levar a filha, ao menos duas vezes ao ano, ao posto de saúde em Arandu, em São Paulo. Segundo ela, a saúde da caçula, Emily da Silva, está em primeiro lugar. “Antes a gente não fazia esse

acompanhamento tão regular como é no programa. Hoje, eu só ganho parabéns no posto porque ela está bem desenvolvida. Graças a Deus, só passo no pediatra para consulta de rotina”, diz a mãe.

O acompanhamento faz parte das condicionalidades do Bolsa Família, que são compromissos assumidos pelos beneficiários e pelo poder público para a superação da pobreza. Diferente da avaliação das condições estabelecidas para área de educação do programa – que mede a frequência dos beneficiários a cada bimestre -, o compromisso de saúde é aferido ao menos uma vez por semestre. As crianças até sete anos têm o peso e altura verificados. Além disso, a carteira de vacinas deve estar em dia. Caso estejam com algum problema de saúde mais grave, elas são encaminhadas para um especialista.

De janeiro a junho deste ano, cerca de 5,7 milhões de crianças até os sete anos foram assistidas. Dessas, 99% estavam com o calendário de vacinação atualizado. De acordo com o diretor de Condicionalidades do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Eduardo Pereira, o acesso ao serviço de saúde pelas crianças do Bolsa Família é um dos principais benefícios da condicionalidade.

“De imediato, é possível verificar se há algum desvio na nutrição da criança. Além disso, o acompanhamento da criança desde o início da sua vida em relação à saúde garante que ela se torne um adulto mais saudável e tenha melhores condições de desenvolver o seu potencial”, destacou.

O diretor do MDS ressalta ainda que foi registrado também um aumento significativo no número de gestantes beneficiárias assistidas. “Isto significa que as famílias estão cada vez mais conscientes sobre a importância de realizar o acompanhamento das crianças desde o início da gravidez”. Somente no primeiro semestre deste ano, mais de 388 mil gestantes do Bolsa Família foram identificadas e destas, 99,5% estavam fazendo consultas pré-natal.

Informações sobre os programas do MDS:
0800 707 2003 

O Nordeste contra a privatização da Eletrobras

Os governadores temem que a privatização piore o abastecimento de água

Em carta enviada a Michel Temer, os governadores do Nordeste criticam a intenção do governo federal de privatizar a Eletrobras, indicam que a proposta de regulação dos preços em discussão pela União poderá elevar os preços entre 7% e 17% aos consumidores e apontam a importância da Chesf, uma das controladas da estatal federal, para o abastecimento hídrico dos nove estados da região, pois a privatização limitaria o uso múltiplo das águas.

“Com isso (a privatização), põe em risco a segurança hídrica de numerosa população e ainda desestimula que levemos adiante estudos e planos para outros usos da água, no que podemos estar comprometendo o futuro de gerações”, descreve a carta. 

Teme-se ainda que as vendas não sejam guiadas pelo aumento da eficiência do setor elétrico, mas “motivadas também pela necessidade de socorrer as finanças do governo com os recursos captados nas operações”.  Para eles, “um setor que exerce tamanho impacto sobre todas as cadeias produtivas e camadas sociais não deve, em hipótese alguma, financiar ou cobrir déficits no caixa do governo”.

Sobre o novo marco legal do setor, em discussão desde julho e cuja audiência pública deverá ser iniciada em breve, os governadores afirmam que a proposta de “descotização” da energia deverá elevar os preços aos consumidores. Em setembro de 2012, a então presidenta Dilma Rousseff decretou a MP 572, posteriormente transformada na Lei 12.783, que instituiu o regime de cotas de energia de grandes hidrelétricas cujas concessões expirariam entre 2013 e 2015. A a maioria delas pertencia à Eletrobras, Cemig, Cesp e Copel. “Em consequência, desde 2013 cerca de 20% da energia alocada no mercado regulado é “comercializada” a preços atuais por valores entre 40 e 80 reais o megawatt-hora”, relatam os governadores. Hoje, a quase totalidade dessas usinas é operada pelo grupo Eletrobras, com contratos de concessão firmados em 2013 e prazo final em 2043. “A ‘descotizacão’ significará o rompimento desses contratos. Na opinião dos técnicos da Aneel, a modificação pretendida acarreta riscos de instabilidade setorial, ao abalar a segurança jurídica dos contratos vigentes. Liberada do regime de cotas, fatalmente a energia “velha” será recolocada no mercado por algo em torno de R$ 200/MWH, a preços de hoje”, destacam.

Em razão disso, “as medidas anunciadas, especialmente a suspensão do regime de cotas, terão como consequência imediata e inevitável um aumento significativo na conta de energia dos brasileiros”, observam aos governadores. Segundo eles, esta opinião está baseada em pronunciamento oficial da Agência Nacional de Energia Elétrica, que estima o reajuste da conta de luz em percentuais que variam de 7% a 17%.

“Há que se considerar ainda o histórico das privatizações brasileiras que, prometendo sempre melhorar a qualidade e baratear as tarifas, costumam levar a resultados insatisfatórios, como podem verificar os clientes de operadoras de telefonia celular, extremamente deficientes.”

Em relação à privatização da Eletrobras, há preocupação em relação ao sistema Chesf, que reúne hidrelétricas, térmicas, linhas de transmissão e eólicas no Nordeste, com vários empreendimentos ao longo do rio São Francisco, principal fonte hídrica dos nove estados.

O principal receio é de que a transferência para investidores privados do controle operacional das usinas do sistema Eletrobras, particularmente daquelas geridas pela Chesf, condicionaria por décadas o projeto ou ação que demande água do Rio São Francisco.

“Lembramos que o passo seguinte à ‘descotização’ será a realização de leilão de outorga, por trinta anos, da energia gerada pelas usinas da Chesf. Assim, estaremos de fato privatizando as usinas, repassando-as a investidores por, pelo menos, trinta anos. Note-se ainda que, como todas essas usinas são movidas a água, o processo compromete previamente a vazão dos rios necessária à geração da energia contratada, ficando prejudicado qualquer outro uso atual ou futuro”, escrevem os governadores.

O texto conclui: “No caso particular do Rio São Francisco, a recorrência de ciclos hidrológicos críticos, como o vivenciado no Nordeste ao longo da presente década, já recomendariam cautela antes de se colocar em pauta qualquer projeto de transferência da operação para investidores privados”

Etapas: Elaboração → Discussão → Votação

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi criada pela Constituição de 1988 para estabelecer uma relação entre o planejamento de médio prazo, previsto no Plano Plurianual (PPA), e o de curto prazo, definido pela Lei Orçamentária Anual (LOA). É a única lei que tem prazo constitucional para ser aprovada pelo Congresso Nacional: até 30 de junho de cada exercício, para que o Legislativo possa entrar em recesso.

Um dos objetivos constitucionais da LDO é o de apresentar metas e prioridades da administração pública federal para o exercício financeiro subseqüente, de acordo com as orientações do PPA. Para tanto, foi organizado o Anexo de Metas e Prioridades, que lista os programas, seus objetivos e suas ações, com os valores correspondentes, que terão prioridade na execução orçamentária do ano seguinte.

Com base na LDO, a Secretaria de Orçamento Federal elabora a proposta orçamentária para o ano seguinte, em conjunto com os ministérios e os órgãos dos poderes Legislativo, Judiciário e do Ministério Público. Há, ainda, dois outros objetivos constitucionais: dispor sobre as alterações na legislação tributária e estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

A LDO apresenta também o cenário macroeconômico projetado pela área econômica do governo, onde constam as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), inflação, taxa de juros e câmbio.Uma outra atribuição é fixar as metas fiscais de superávit primário (receitas menos despesas, excluindo juros e amortização da dívida pública) e a relação entre o estoque da dívida líquida do governo e o PIB.

No decorrer do tempo, acresceram-se à LDO novas matérias, que, de alguma forma, estão relacionadas a seus objetivos básicos. Um exemplo são os artigos que dispõem sobre os critérios gerais de transferências voluntárias a estados e municípios e sobre a lista de informações complementares, anexas ao projeto de lei orçamentária, que é enviado pelo Poder Executivo, tais como especificações dos títulos da dívida pública, comprovação de cumprimento dos gastos constitucionais com educação, saúde e outros itens. Em muitos aspectos, pode-se dizer que a LDO tem sido indevidamente usada para suprir a lacuna da lei de finanças públicas prevista na Constituição Federal, que ainda não foi elaborada.

Com o advento da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF), a LDO recebeu novas atribuições. Entre elas, estão: responsabilidade de dispor sobre o equilíbrio entre receitas e despesas; critérios e formas de limitação de empenho (contingenciamento); normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos; condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas (transferências voluntárias).

A LRF criou mais três anexos ao projeto da LDO: o Anexo de Metas Fiscais, que contém os valores dos resultados fiscais e o montante da dívida pública, entre outras informações; o Anexo de Riscos Fiscais, que apresenta a avaliação de possíveis dívidas (passivos contingentes) que poderão afetar as contas públicas; e o Anexo das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial, com seus objetivos, bem como os parâmetros e as projeções para seus principais agregados e variáveis, e ainda as metas de inflação para o exercício subseqüente.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Sophie Charlotte na passarela: ela exibe o resultado do corte estilo chanel feito pelo seu pai, o cabeleireiro Mario Silva  (Foto: AG. News)

Sophie Charlotte arrancou gritos da plateia durante desfile no Minas Trend, uma das principais semanas de negócios da moda do país. A atriz subiu na passarela da grife Bobstore na noite desta quarta-feira (4), em Belo Horizonte, exibindo novo visual. Com o fim das gravações da série Os dias eram assim, Sophie deu adeus aos cabelos longos de sua personagem na trama, Alice – agora ela ostenta um corte estilo chanel assinado por seu pai, o cabeleireiro Mario Silva.

A atriz desfilou na noite desta quarta-feira no Minas Trend, em Belo Horizonte  (Foto: AG. News)

A transformação aconteceu recentemente. “Estou adorando o cabelo mais curto, vem o verão por aí, moro no Rio de Janeiro, onde é extremamente calor e esse corte me deixa mais leve. Também é mais fácil arrumar”, diz ela. Sobre eu estilo, Sophie garante ser mais básica. “Gosto de praticidade, sou mãe, faço muitas coisas ao mesmo tempo e priorizo conforto. Também sou mais de looks em cores básicas, como o preto e o branco. Vez ou outra uso uma estampa”, conta.

Os cabelos da atriz antes (esquerda) e o depois do novo visual que, segundo ela, é ideal para o verão (Foto: Reprodução Instagram)
Realizado pela Federação das Indústrias de Minas Gerais, a 21ª edição do Minas Trend comemora seus dez anos e, até sexta-feira (6), várias marcas apresentam suas novas coleções. Além de roupas, o evento conta pela primeira vez com um desfile do Sindicato das Indústrias de Joalherias de Minas Gerais. 
Dora Vergueiro lança álbum com composições próprias e de seu pai, Carlinhos   (Foto: Divulgação)

Cheio de músicas com pegada mais romântica, o novo álbum da cantora Dora VergueiroContrafluxo, traz a luxuosa participação de Chico Buarque em uma das faixas. O músico divide os vocais com Dora na canção “Bebendo garoa”.

“Foi ele quem escolheu essa música e o clima no estúdio foi só alegria. Todos os músicos ficaram felizes com a participação do Chico! E eu, mais ainda!”, conta Dora, empolgada, sobre a faixa, que leva a assinatura de seu pai, Carlinhos Vergueiro, e de Edil Pacheco.

Ela também apresenta sua porção compositora no novo trabalho e empresta sua voz à clássica “The man i love”, do repertório de George e Ira Gershwin, numa versão em português. “Eu e os meus irmãos ouvimos muito jazz em casa, desde sempre. Era a trilha sonora de nossas noitadas em família. Achei que ia ser difícil conseguir os direitos, mas foi relativamente rápido”, diz ela.

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Atualmente, a legislação autoriza a demissão, mas o trâmite se dá por meio de um processo administrativo - Créditos: Wikicommons

Atualmente, a legislação autoriza a demissão, mas o trâmite se dá por meio de um processo administrativo / Wikicommons

O fim da estabilidade de servidores públicos, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta quarta-feira (4), preocupa entidades sindicais. A medida está em discussão no Congresso através do Projeto de Lei do Senado (PLS) 116/2017. Para o diretor-executivo da Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef), Pedro Armengol, a medida seria uma forma de possibilitar uma demissão em massa, reduzindo o tamanho do Estado.

“O que eles querem é uma margem pra ter a possibilidade de demitir servidor público sem nenhum tipo de justificativa porque, com o ajuste fiscal, a partir da Emenda Constitucional 95 [que cria o teto dos gastos públicos ], a União, os estados e municípios vão ter que demitir servidores porque não vão ter recursos financeiros disponíveis para pagá-los”, projeta.

O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE) e autoriza a perda do cargo público por “insuficiência de desempenho”. Atualmente, a legislação autoriza a demissão, mas o trâmite se dá por meio de um processo administrativo.

Os parlamentares favoráveis ao PLS defendem que a medida seria importante para garantir a eficiência no serviço público. No entanto, críticos da proposta dizem que ela se baseia em critérios subjetivos de avaliação, o que abriria margem para possíveis arbitrariedades.

Para o servidor público federal Danilo Morais, o projeto insere o serviço público em uma lógica semelhante à da esfera privada. Ele acredita que a medida vai gerar insegurança e questionamentos judiciais. 

“O Fisco não pode ter meta de resultados cada vez mais ambiciosas como um vendedor, por exemplo, pode ter. Um vendedor tem que vender cada vez mais. Agora, quem trabalha no Fisco não pode arrecadar cada vez mais. A lei tributária é que vai dizer até quando ele pode tributar e quando ele deve parar”, exemplifica. 

Morais cita ainda como exemplo o caso de um trabalhador que atue em um protocolo de uma repartição burocrática: “Ele vai bater meta de que ordem? Ele vai ter uma meta de receber 100 documentos por dia? E se esses documentos não chegarem? Nada disso está sendo dialogado nesse projeto”, ressalta.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) apresentou nove emendas com sugestões de mudanças no PLS, mas elas não foram aceitas pelo relator. Ela aponta, entre outras coisas, que projetos dessa natureza não podem ser propostos pelo Poder Legislativo: “A Constituição é clara ao dizer que é exclusividade do Executivo a organização dos servidores públicos, a iniciativa – via projeto – de organização do serviço público e, principalmente, a questão da estabilidade no emprego”, explica. 

O Senado abriu uma enquete virtual para consultar os internautas a respeito da proposta. Até o momento, mais de 103 mil pessoas votaram contra o fim da estabilidade de funcionários públicos e cerca de 35 mil votaram a favor. Depois da aprovação na CCJ, a matéria será analisada por mais três comissões legislativas e, se aprovada, será votada em plenário.

Edição: Vanessa Martina Silva

Responsabilidades civil, penal e administrativa podem ser cumuladas?

Sim. Um único ato cometido por servidor pode repercutir, simultaneamente, nas esferas administrativa, penal e civil.

Lei nº 8.112, de 11/12/90 –“ Art. 121. O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições.

Art. 122. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros.

Art. 123. A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor, nessa qualidade.

Art. 124. A responsabilidade civil-administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função.

Art. 125. As sanções civis, penais e administrativas poderão cumular-se, sendo independentes entre si.

Existe exceção para a regra da independência das instâncias?

Sim. Embora a princípio se consagre a independência das instâncias, há situações que, uma vez comprovadas no rito penal, repercutem necessariamente nas outras duas esferas. Assim, como exceção à independência das instâncias, à vista do princípio da economia processual e buscando evitar decisões contraditórias, tem-se que as responsabilizações administrativas e civis, decorrentes de crime, serão afastadas pela absolvição criminal em função da definitiva comprovação da inocorrência do fato ou da não-autoria, nos termos do artigo nº 126 da Lei nº 8.112/90

Embora não expresso na Lei nº 8.112/90, inclui-se também como exceção à independência das instâncias a possibilidade da ação criminal comprovar a existência de excludente de ilicitude a favor do servidor (atuação ao amparo de estado de necessidade, legítima defesa, exercício regular de direito ou cumprimento de dever legal) ou comprovar a sua inimputabilidade. Seria incoerente o juízo criminal aceitar que uma afronta a um bem tutelado estivesse amparada por excludente de ilicitude e a autoridade administrativa não acatasse tal conclusão.

Por fim, tem-se que, em primeira leitura, no CPP e na Lei n° 8.112, de 11/12/90, a condenação criminal definitiva não vincula de forma expressa as responsabilizações administrativa e civil se o ato criminoso englobar também uma falta disciplinar e dele decorrer prejuízo ao erário ou à vítima. 

Mas, uma vez que a esfera penal, com toda sua cautela e rigor na aceitação da prova, ainda assim considerou comprovados o fato e a autoria, pode parecer incompatível e incoerente que a instância administrativa chegue a um resultado diferente. 

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