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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Social

Em Filipenses 3.2 lemos:Cuidado com os ‘cães’, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão!”. Paulo passa esse tipo de advertência em quase todas as suas cartas. Ele adverte contra falsos mestres que penetram na igreja e ensinam algo diferente do que Paulo e os apóstolos. Ele descreve os falsos mestres como cães, como quem pratica o mal e como aqueles que introduzem uma falsa circuncisão. Quando se trata do evangelho, Paulo não contemporiza. Do ponto de vista atual, isso não é “politicamente correto”. Em nossos dias, muitos – especialmente políticos – procuram enfeitar o que dizem para de modo nenhum ferir alguém. Paulo, no entanto, não pode tolerar nada que afaste da doutrina da graça.

Quem são os cães a que Paulo se refere? Naqueles tempos, os cães eram diferentes daqueles que conhecemos hoje. Para nós, o cão é um animal doméstico e é tido como agradável, gentil e o melhor amigo. Naqueles tempos, porém, os cães eram selvagens, circulavam em bandos e só viviam em busca de vítimas. O mesmo comportamento é o dos falsos mestres que penetram na igreja. Eles procuram a quem possam devorar e onde estão os pontos fracos.

No Salmo 59.4-5 diz: “Mesmo eu não tendo culpa de nada, eles se preparam às pressas para atacar-me. Levanta-te para ajudar-me; olha para a situação em que me encontro! Ó Senhor, Deus dos Exércitos, ó Deus de Israel! Desperta para castigar todas as nações; não tenhas misericórdia dos traidores perversos”. Davi descreve aqui os descrentes, os pagãos. Mas em quem Paulo pensa? De certo modo, Paulo também se refere aos descrentes. Em Filipenses 3.3 ele enfatiza: “Pois nós é que somos a circuncisão”. Os falsos mestres eram judaístas e pregavam a circuncisão. Afirmavam que os crentes deveriam circuncidar-se para serem membros efetivos da igreja.

Paulo era judeu e em geral enfrentava oposição dos judeus. Aonde quer que ele fosse, seu primeiro destino era sempre a sinagoga. De fato, esse era o melhor ponto de partida para evangelizar numa cidade. Em geral, os judeus causavam então algum tumulto por não concordarem com Paulo. Onde há tumulto, costuma juntar gente para ver o que há. Uma oportunidade como essa pode ser aproveitada para pregar a todos. Assim, naquele tempo viviam no Império Romano muitos judeus espalhados por toda parte, e Deus usou essa situação para divulgar o evangelho. Paulo enfrentava oposição por perseguição. Os judaístas ensinavam “Jesus e a circuncisão” ou “Jesus e o sábado” ou “Jesus e uma outra lei”. Não era mais a graça somente.

Se alguém pregar um evangelho diferente daquele anunciado pelos apóstolos, ele será um falso mestre e amaldiçoado.

Paulo identifica esses “cães” também com “esses que praticam o mal”. O termo “praticam” designa pessoas ativas e que, nesse caso, vêm trazer um outro evangelho. Esse também era o problema das igrejas na Galácia: “Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!” (Gl 1.6-8). Também aqui Paulo não deixa dúvidas. Ele diz que, se alguém pregar um evangelho diferente daquele anunciado pelos apóstolos, ele será um falso mestre e amaldiçoado.

Esses “que praticam o mal” talvez fossem externamente perfeitos, talvez seu estilo de vida parecesse impecável. Talvez tais pessoas tenham sido observadas e tenham impressionado com sua aparência exemplar e decente. No entanto, não devemos deixar-nos enganar: Satanás não é tolo, ele sabe como pode seduzir os crentes. Em Filipenses 3.18 Paulo escreve em prantos: “Pois, como já disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de Cristo”. O apóstolo conhece o mal que esses inimigos poderão provocar. Ele adverte os filipenses a ficarem atentos e, com respeito aos judaístas, que deverão guardar-se do legalismo.

Tendemos facilmente a pensar que devemos oferecer algo a Deus para receber algo dele. É a natureza humana: se eu trabalhar, serei remunerado. Em parte, também pensamos assim em relação à obra da redenção: preciso fazer algo a fim de merecê-la.

Não, nós nada podemos oferecer a Deus. Jesus Cristo realizou tudo por nós. É graça e apenas graça. Será que isso significaria então que podemos fazer o que bem entendemos? Não, um cristão que pensa assim precisaria se questionar se ele realmente experimentou um novo nascimento. Um cristão em quem realmente habita o Espírito de Deus desejará viver segundo o padrão de Deus. Ele será transformado pelo Espírito de Deus. Mas se começarmos a pregar a necessidade de praticar isso e mais aquilo para conquistar a salvação, como por exemplo guardar sábados e determinadas festas, observar leis de pureza, jejuar, confessar-nos, isto será um outro evangelho, que não encontramos na Bíblia.

Naquele tempo, o que penetrava na igreja eram os judaístas e adicionalmente as marcas das religiões pagãs. E como é a situação nas nossas igrejas? Em Mateus 7.21-23 lemos: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor!’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!”.

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No mês de maio é celebrado o dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O Brasil caminha a passos lentos na discussão do tema. Dados recentes do Disque 100, um dos principais meios de denúncia, apontam que, em 2017, foram feitas mais de 20 mil denúncias desse tipo no serviço.  Segundo o Ministério da Saúde, de 2011 a 2017, foram notificados mais de 184 mil casos de violência sexual, sendo 31,5% contra crianças e 45% contra adolescentes.

Tratar do assédio ou abuso sexual, em especial com as crianças e jovens, é uma tarefa árdua e extremamente sensível. Percebendo a naturalização e banalização do assunto, magistrados paulistas apostaram em uma abordagem lúdica para conscientizar as crianças. O projeto “Eu tenho voz”, idealizado pelo Instituto Paulista de Magistrados (Ipam), é  uma iniciativa que leva às escolas ações contra o abuso sexual, físico e psicológico de crianças e adolescentes. Uma das ações que tem gerado resultado, segundo a presidente do instituto, a juíza Hertha Padilha de Oliveira, é a apresentação de uma peça de teatro em escolas públicas para crianças de 7 a 12 anos. Nestes três anos de projeto, a peça “Marcas da Infância” atingiu público de aproximadamente 11,5 mil pessoas, somando 130 denúncias diretas. Depois das apresentações, juízes e professores fazem um debate sobre as cenas e explicam as situações, mostrando às crianças como pedir ajuda.

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Relatório revela como os países enfrentam temas referentes ao abuso e exploração infantil (Foto: Pexels)

O abuso e a exploração sexual de crianças são temas preocupantes no mundo inteiro. A novidade, dessa vez, é o relatório Out of the Shadows, públicado há poucos dias pela revista britânica The Economist. Ele revela como 40 países, que cobrem 70% da população global com menos de 19 anos de idade, estão enfrentando o problema. Criado com orientação de um painel internacional de especialistas, o estudo abrange, por exemplo, casamento infantil, saúde reprodutiva e sexual, diferenças de gênero, aplicação da lei, assim como o abuso sexual infantil online que, com a expansão da internet, colocou mais crianças em risco. O relatório avalia o ambiente, em itens como a segurança; as leis de proteção às crianças; compromisso e capacidade dos governos; e o engajamento do setor privado, da sociedade civil e da mídia. Desta forma, a nota é composta por 34 indicadores e 132 subindicadores. Quanto maior a pontuação, maior a probabilidade de as crianças serem protegidas.

Porém, o estudo não acredita que os melhores desempenhos estejam associados à riqueza ou população de um país, mas à pontuação no Índice de Democracia daEconomist. Segundo o relatório, “o estigma e a falta de uma discussão aberta sobre o sexo, direitos das crianças e gênero” podem prejudicar a capacidade de um país de proteger suas crianças. Até por que, historicamente, os casos envolvendo menores são encobertos por omissões, tabus e pelo fato da maior parte dos abusos serem cometidos por pessoas próximas as vítimas.

Revelações do Out of the Shadows 

O estudo mostra que os dez países que ocupam o topo do ranking de combate ao abuso sexual infantil e exploração, estão entre os mais ricos do mundo. No entanto, apenas três deles — Reino Unido, Suécia e Canadá — receberam uma pontuação acima de 75 (em uma escala de 100 pontos).  Ele explica que a política do governo do Reino Unido para proteger as crianças é particularmente bem desenvolvida, e o país tem um alto nível de envolvimento da indústria, da sociedade civil e da mídia. O ambiente geral da Suécia para crianças e sua estrutura legal são muito fortes, assim como no Canadá. Na outra ponta, os últimos colocados são Moçambique, Egito e o Paquistão, com apenas 28,3 pontos.

Já o Brasil é o 11º melhor colocado, com 62,4 pontos, ficando abaixo da Austrália, Estados Unidos, Alemanha, Coreia do Sul, Itália, França e Japão. O país está acima da média do grupo, que é de 55,4 pontos. Entre os principais destaques, segundo o estudo, estão as leis de proteção as crianças, assim como o envolvimento do setor privado, da sociedade civil e da mídia. 

Por outro lado, as limitações brasileiras estão na falta de programas de prevenção para abusadores em potencial, assim como na coleta e divulgação de dados sobre violência sexual contra crianças. No entanto, esse último não é exclusividade do Brasil, já que apenas metade dos países analisados coletam dados de prevalência sobre abuso sexual infantil e apenas cinco coletam esses dados em exploração sexual infantil.

Outro ponto destacado pelo relatório: meninos são negligenciados. Pouco mais da metade, ou seja, 21 dos 40 países não tem proteção legal para os meninos dentro de suas leis de estupro contra crianças. Além disso, apenas 18 coletam dados de prevalência sobre abuso sexual de meninos. O estudo orienta que as iniciativas para combater o abuso de crianças devem ter em conta diferenças de gênero, mas sem que isto deixe qualquer segmento esquecido.

Muito trabalho pela frente

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Os cerca de 200 convidados para a cerimônia de casamento vão se deparar com segurança reforçada no evento, que acontece às 17h deste sábado (25)

Faltam pouco mais de 24 horas para que Eduardo Bolsonaro e Heloisa Wolf digam o sim na frente de um grupo de seletos convidados. O casamento do deputado federal e da psicóloga é o primeiro evento badalado do clã Bolsonaro após chegar ao poder.

Preparativos para casamento de Eduardo Bolsonaro estão a todo vapor
Davi Nascimento

Preparativos para casamento de Eduardo Bolsonaro estão a todo vapor

E cientes da curiosidade em torno da cerimônia, Eduardo Bolsonaro e Heloisa decidiram reforçar a segurança nas ruas de Santa Teresa, no Centro do Rio, e na porta da casa de festas aonde irão se casar. Os cerca de 200 convidados terão que mostrar a carteira de identidade na porta e chegar pontualmente até às 16h30 para não atrasar a entrada da noiva, às 17h. Nos últimos preparativos do casamento , a noiva esteve na última quinta-feira (23) numa clínica de estética para fazer bronzeamento artificial. A psicóloga também deu uma clareada nos dentes e vem se submetendo à sessões com a mesma dermatologista de Michelle Bolsonaro. A primeira-dama, aliás, é uma das madrinhas do casal, além de ter dados quase todas as dicas para Heloisa, do cerimonial ao vestido. O traje exigido é o esporte fino e na lista estão poucos políticos. O presidente Jair Bolsonaro vai entrar com a mãe de Heloisa, como manda o protocolo. Eduardo vai se casar com um terno azul claro, colete prata e a gravata está sendo decidida: rosa ou lilás.

Nas redes sociais, internautas contrários ao governo de Bolsonaro programaram algumas manifestações na porta da Casa de Santa Teresa, aonde a festa de Eduardo Bolsonaro vai até uma da manhã.

” Sim lembrando se você foi convidado leve a identidade, não esqueçam”

Fonte: Gente – iG

Os mitos sobre a privatização da Previdência Social

O FMI (Fundo Monetário Internacional) avalia que o Brasil precisa de uma agenda corajosa de reformas para reduzir as desigualdades do país e acrescentou que a Previdência está entre essas medidas. Em comunicado que encerra visita ao país, o órgão diz que as novas regras para aposentadoria são cruciais para estabilizar os gastos previdenciários na próxima década e tornar o sistema mais igual.“Para entregar o ajuste fiscal necessário, o Congresso deve preservar a proposta de aumento da idade mínima e a redução dos relativamente altos benefícios, especialmente os dos trabalhadores do setor públicos”, escreveu o FMI. Segundo o órgão, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu a uma taxa média de 2,5% desde 1980, bem abaixo dos países pares. Além disso, a dívida pública de 88% do PIB é uma das maiores entre os mercados emergentes e continua subindo. “Apesar da impressionante melhora em anos recentes, a desigualdade e a pobreza cresceram desde a recessão de 2015 e 2016, e permanecem altas para padrões internacionais”, disse o fundo ao acrescentar que a desigualdade cresceu ainda em 2017.

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O movimento em defesa do Sistema Único da Assistência Social (SUAS) em Pernambuco ganha corpo e sai em caravana pelo Estado. A primeira parada será em Carpina nesta quinta-feira (16.05), às 10h, na Escola Técnica Maria Eduarda. Depois segue para os municípios de Caruaru (22.05), Garanhuns (23.05), Palmares (30.05), Serra Talhada (05.06), Ouricuri (06.06) e Petrolina (07.06). A caravana é uma ação conjunta da Frente Parlamentar em Defesa do SUAS na Assembleia Legislativa e da Frente Pernambucana em Defesa do SUAS.
“Sediamos no Recife o primeiro ato, com audiência pública onde contamos com a presença da ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes.  Agora seguiremos pelo interior de Pernambuco, reunindo assistentes sociais, prefeitos, vereadores, secretários municipais que cuidam dos programas nas cidades, usuários do SUAS”, disse o presidente da Frente Parlamentar em Defesa do SUAS na Alepe, deputado Isaltino Nascimento (PSB). 
 
De acordo com a organização, a proposta é percorrer os municípios com o objetivo de esclarecer à população os pontos que integram o corpo da Reforma da Previdência e que também toca diretamente no funcionamento do Sistema Único de Assistência Social. O estado de Pernambuco conta com 22 mil colaboradores da assistência social, com suporte às pessoas em situação de vulnerabilidade social, deficientes, idosas e dependentes de álcool e outras drogas. 
 
“É importante a participação dos prefeitos que devem receber recortes de como seus municípios serão afetados com o corte de recursos, principalmente a partir da aprovação da proposta da reforma da previdência”, explica Loudes Viana, presidente do Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS). “Através das Frentes de lutas em defesa do SUAS vamos mobilizar todos os envolvidos, especialmente os usuários para fazer a disputa política por fundo público e pelo lugar preponderante do Estado na Proteção Social”, complementa Joelson Rodrigues, secretário executivo de Assistência Social de Pernambuco.
 
“Em Pernambuco, cerca de 1 milhão e 600 pessoas estão inseridas no CADúnico. O que significa que dependem de serviços de assistência como BPC, CRAS, CREAS, acolhimentos. O texto desta reforma da previdência que o governo federal tenta aprovar acaba com o tripé da seguridade social, que é assistência, saúde e previdência. Vai eliminar o SUAS e, consequentemente, desamparar pessoas que mais precisam”, comenta o deputado.
 
Agenda Caravana SUAS em Pernambuco: 
16/05: Polo Carpina – 10h Escola Técnica Maria Eduarda (Av. Padre Rocha, s/n, São José, Carpina)
22/05: Polo Caruaru –  14h Câmara Municipal de Vereadores
23/05: Polo Garanhuns – 14h Câmara Municipal de Vereadores
30/05: Polo Palmares – 14h Câmara Municipal de Vereadores
05/06: Polo Serra Talhada – Câmara Municipal de Vereadores
06/06: Polo Ouricuri – Câmara Municipal de Vereadores
07/06: Polo Petrolina – Câmara Municipal de Vereadores
 
Contato imprensa FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DO SUAS:
Raphaela de Paula (81) 99452.7439
Brenda Coelho (81) 99977.3591

Alheio ao cenário de contingenciamentos e corte de gastos na administração pública, o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu os cofres para despesas que envolvem a rotina da Corte. Entre os gastos previstos pela gestão do ministro Dias Toffoli – estimados em R$ 29,5 milhões -, estão a compra de veículos blindados, a troca de aparelho de telefone fixo, a reforma no gabinete da presidência do tribunal e refeições com lagosta e rótulos de vinhos agraciados com premiações internacionais. No caso do controverso “edital da lagosta e do vinho”, a compra de R$ 481,7 mil foi contestada em ações populares na Justiça, mas acabou liberada. Em gestões passadas, o próprio refeitório do Senac frequentado pelos servidores do Supremo (contratado por R$ 30 mil) era usado para as refeições especiais de convidados. O STF alega que a aquisição reproduz contrato semelhante firmado pelo Itamaraty, mas um ministro ouvido reservadamente aponta que o tribunal não costuma receber autoridades para jantares, o que não justificaria a despesa. Conforme revelou o jornal O Estado de São Paulo, a compra foi criticada em texto compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro pelo WhatsApp, que afirma que as lagostas do STF são “só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário”.

O presidente do STF, Dias Toffoli
O presidente do STF, Dias Toffoli

Foto: Adriano Machado / Reuters

Levantamento feito pela associação Contas Abertas a pedido do jornal aponta que durante a presidência da ministra Cármen Lúcia, antecessora de Toffoli no comando do STF, a média mensal das despesas discricionárias ficou em R$ 13,142 milhões – são os gastos não obrigatórios, que incluem o custeio da máquina pública, investimentos e pagamentos de programas. Já na gestão Toffoli, o valor subiu para R$ 15,625 milhões por mês, o que representa um aumento de R$ 2,48 milhões. Um dos maiores projetos é a mudança dos estúdios da TV Justiça e da Rádio Justiça para um prédio a ser reformado pela Aeronáutica. O custo estimado é de R$ 17 milhões. Apesar das tratativas em andamento, um relatório interno da diretoria da TV Justiça, obtido pelo Estado, aponta para os riscos com a transferência para o novo endereço. “O parque técnico da TV Justiça está obsoleto e corre um grande risco de não funcionar, caso seja desligado e religado em um novo local, com o perigo real de perda de arquivos de imagens e outros dados”, diz o documento. O STF alega que, como o projeto não foi concluído, “não é possível apontar valores globais”, mas defende o investimento. “As melhorias nos canais de comunicação pública do STF serão custeadas com remanejamentos internos no orçamento”, observou o tribunal (mais informações abaixo). Para um segundo ministro ouvido pela reportagem, Toffoli busca deixar um “legado” em sua gestão, tal como o rei Luís XIV, na França. “É só ver Versalhes”, diz esse magistrado, em referência ao palácio do “Rei Sol”. Enquanto discute um novo prédio para abrigar a TV Justiça, o Supremo prepara mudanças em sua sede, abrindo edital para a restauração das esquadrias das fachadas por R$ 6,5 milhões. O objetivo é reforçar a segurança das janelas, que ganharão vidros mais resistentes. A preocupação com a segurança também levou o tribunal a comprar, por R$ 2,8 milhões, 14 novos veículos blindados do modelo Ford Fusion SEL, que serão usados pelos ministros em Brasília, repetindo prática adotada no Rio e em São Paulo. A lista de gastos do Supremo inclui ainda a substituição de aparelhos telefônicos por até R$ 2,3 milhões. Serão substituídos 1.250 aparelhos (de um total de 2.400) que foram comprados em 2010, “para os quais já não há mais possibilidade de atualização tecnológica”. O próprio gabinete da presidência do Supremo foi “repaginado” na gestão de Toffoli e passou por uma reforma de R$ 443.908,43 que incluiu um chuveiro e a substituição de carpete por piso frio. O carpete retirado foi instalado em 2001 e provocou alergia no presidente do Supremo.

Gestão Toffoli reduziu custos em 36%, afirma tribunal

A Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal (STF) informou ao Estado que a gestão do presidente Dias Toffoli tem adotado um conjunto de medidas para reduzir gastos e melhorar a prestação de serviços, por meio de renegociações e mudanças de contratos, com economia de até 36% sobre valores iniciais. De acordo com o tribunal, as despesas do Supremo são definidas em conformidade com “o planejamento estratégico” da Corte. Sobre as mudanças nas instalações da TV Justiça e Rádio Justiça, o STF alegou que “como o projeto de transição não foi concluído, não é possível apontar valores globais para essa operação, para a qual ainda não foi realizada nenhuma licitação”. A Aeronáutica, por sua vez, informou que o valor exato da obra só poderá ser determinado após a conclusão do projeto, ainda em fase de elaboração. De acordo com a assessoria do Supremo, a troca no sistema de telefonia permitirá a economia anual de R$ 100 mil. Serão substituídos 1.250 aparelhos (de um total de 2.400) que foram comprados em 2010, “para os quais já não há mais possibilidade de atualização tecnológica e nem de reparos técnicos, por conta da indisponibilidade de peças e de sistemas”. O novo contrato de telefonia prevê sistema de call center para atender aos advogados de todo o País, videoconferência com gravação e comunicação remota entre servidores do STF. Os aparelhos antigos deverão ser doados. O tribunal também reiterou que o contrato de alimentação de R$ 481,7 mil – conhecido como o “edital da lagosta” – reproduz as especificações e características de contrato semelhante firmado pelo Ministério das Relações Exteriores, já analisado e validado pelo Tribunal de Contas da União. Ao defender o edital na Justiça, a Advocacia-Geral da União (AGU) sustentou que o Supremo realiza “diversos eventos institucionais” com representantes dos outros Poderes e agendas institucionais com autoridades, tribunais e organismos internacionais. “Neste ano de 2019, o STF realizará eventos setoriais no âmbito da Presidência pro tempore brasileira do Mercosul e da cúpula dos Brics”, sustentou a AGU. O STF afirmou ainda que economiza R$ 6 milhões por ano com o não preenchimento de cargos. “É por conta do êxito dessas medidas que o tribunal conseguiu economizar R$ 46 milhões do orçamento para 2018″, disse a assessoria do tribunal.

As despesas do STF

“Cada dia que passa o país fica em uma situação deplorável, os brasileiros não sabem quem é quem.Todos os dias tem noticias de altos gastos com o dinheiro público, deixando uma boa parte da nação em situação caótica, a onde iremos parar?????? Quais as autoridades que tem moral para que o Brasil possa gerar emprego e renda?”

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Em um país onde 90% das pessoas vivem na pobreza e a inflação atingirá 10.000.000% neste ano, quem tem família no exterior ou ganha em dólar consegue ter uma vida um pouco melhor – mas não consegue escapar da crise que afeta o país.

Há poucos sinais da crise pela qual passa a Venezuela no restaurante La Esquina, localizado em uma região nobre da capital do país, Caracas.

Em um país em crise, restam poucos lugares como o restaurante La Esquina
Em um país em crise, restam poucos lugares como o restaurante La Esquina.
Foto: Divulgação / BBC News Brasil
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” Vejam a desigualdade social como é, enquanto a elite vivem não luxuria os pobre vivem na miserabilidade, uma falta de humanidade, só que tudo tem o fim. Talvez falte o Caviar, queijo gourmet para este que vivem com a miséria da pobreza. Jesus não deixa nada impune. “

Música sai dos alto-falantes escondidos em meio à vegetação exuberante. O moderno bar no jardim tem vista para a piscina, peça central do restaurante. No interior, há uma parede inteira de opções de vinhos finos para os clientes, enquanto o menu inclui itens como carpacciopoke e azeite trufado. Este restaurante está a um mundo de distância de grande parte da Venezuela, onde cerca de 90% das pessoas vivem na pobreza e a inflação atingirá 10.000.000% neste ano, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Com o salário mínimo em torno de US$ 5 (R$ 20), a maioria das pessoas tem dificuldades de pagar por uma dúzia de ovos ou um simples saco de arroz. Enquanto isso, no lado mais abastado da cidade, há um pequeno supermercado que vende produtos importados para aqueles em melhores condições. A maioria dos clientes são estrangeiros e os venezuelanos mais ricos, inclusive os chamados “boligarcas” – apelido dado à nova oligarquia que se deu bem sob a “revolução bolivariana” de Hugo Chávez (19564-2013) e Nicolás Maduro. Nas prateleiras, há pasta de queijo gourmet, azeitonas e caviar. Uma perna de jamón serrano, um tipo de presunto espanhol curado, custa US$ 1,8 mil (ou quase R$ 7,2 mil).

A Venezuela sofreu um apagão recentemente
A Venezuela sofreu um apagão recentemente

                      Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Em um país que já foi um dos mais prósperos da região, restam poucos lugares como este. Mas, mesmo nos piores momentos, é notável que eles ainda existam.

Privilégios decrescentes

Ronald Balza Guanipa, reitor da faculdade de Economia da Universidade Católica Andres Bello, em Caracas, diz que os clientes destes negócios se limitam a dois tipos de venezuelanos: aqueles que recebem dinheiro de parentes no exterior e aqueles que recebem salários em outras moedas. São um resultado, afirma ele, de épocas anteriores, quando as receitas do petróleo eram altas e os venezuelanos podiam economizar. Mas isso mascara uma realidade difícil mesmo para os mais privilegiados. “Só porque há pessoas que ainda podem comer em restaurantes não significa que elas conseguem obter todos os medicamentos de que precisam”, diz Guanipa. “Elas não podem planejar a educação de seus filhos, comprar peças de carros ou pensar no futuro.” Desde 2013, quando o presidente Hugo Chávez morreu, a economia da Venezuela encolheu mais de 50%. “Para alguns, foi bem mais do que isso, e por isso há tanta pobreza”, diz Guanipa.

“Enquanto isso, milhões de venezuelanos foram embora. Os que vemos nos restaurantes têm família no exterior.”

Dificuldade crescente

A recente escassez de energia em todo o país dificultou ainda mais vidas que já estavam difíceis. “A escassez de energia nos pegou de surpresa. Estávamos esperando que isso acontecesse algum dia, mas nunca pensamos que seria tão cedo”, diz Carlos César Ávila, dono da rede de cafés Franca. Ele tem 200 funcionários, quatro lojas e se prepara para abrir a quinta. “Nos dias em que não tínhamos energia, não tínhamos clientes. Nos dias em que tínhamos energia em algumas lojas, elas ficavam abarrotadas de gente, porque eram como se fossem paraísos em meio ao caos.”

A rede de cafés Franca tem 200 funcionários, quatro lojas e se prepara para abrir a quinta
A rede de cafés Franca tem 200 funcionários, quatro lojas e se prepara para abrir a quinta

Foto: BBC News Brasil

Apesar dos desafios e do número de venezuelanos que deixaram o país, ele ainda vê uma oportunidade em atender às 30 milhões de pessoas que vivem na Venezuela. “As pessoas que vivem aqui precisam de tempo de lazer, precisam se reunir, tomar café, e isso é basicamente o que oferecemos, um refúgio”, diz ele. “Para trabalhar neste setor, você precisa de funcionários, fornecedores. Portanto, mesmo que nosso impacto pareça pequeno, de alguma forma acabamos beneficiando muitas pessoas.” Mas o empresário admite que manter seu negócio é difícil. “É como andar de bicicleta ladeira acima: se você parar, vai cair. Você tem de continuar pedalando.”

‘Todos nós fomos atingidos’

Daniela Salazar, que trabalha com marketing e ganha US$ 150 (R$ 597) por mês, é uma das clientes de Carlos que desfruta de um café e uma fatia de bolo com um amigo. “Se você tiver sorte o suficiente de ganhar em dólar, pode viver decentemente”, diz ela, admitindo que a comida à sua frente vale um salário mínimo na Venezuela. “Costumava consumir muito mais, comer bolo e biscoitos, pagar a conta de amigos, mas, agora, é só um café. Hoje é uma exceção, porque é meu aniversário.”

Yuraima Cruz (dir.) costumava trabalhar como psicóloga do governo, mas, hoje, atende em um consultório e cobra em dólar
Yuraima Cruz (dir.) costumava trabalhar como psicóloga do governo, mas, hoje, atende em um consultório e cobra em dólar

Foto: BBC News Brasil

Perto dali, Yuraima Cruz está comemorando sua aposentadoria com sua irmã Yajaira e alguns colegas. Ela costumava trabalhar como psicóloga para governo. Agora, trabalha em um consultório particular e cobra por suas consultas em dólar. “Ganho melhor, mas não é suficiente para lidar com a inflação”, diz ela, que ganha uma pensão do governo de cerca de US$ 5 por mês. “Com o meu salário do governo, costumava pagar a escola do meu filho, comprei um carro”, diz ela, melancolicamente. “Eu e meus amigos todos temos diploma universitário, já fomos de classe média, mas todos fomos atingidos pela crise.”

terra

Publicado dia 17 de maio de 2019 – Método Simples de Acabar com dores no ciático e na lombar intriga especialistas!.

Sofrer com dores no nervo ciático, na lombar, e dores nas costas em geral é algo que já se tornou rotina para milhares de brasileiros, que não imaginando existir alguma solução que seja rápida e simples, simplesmente aprendem a conviver com o problema. A grande questão nisso é que: ainda que você aprenda a conviver com essas dores,o que convenhamos não é nada facil não é mesmo?

No dia a dia, você se torna uma pessoa completamente desagradável a todos a sua volta.Pois uma pessoa que vive com dor é uma pessoa constantemente irritada e indisposta, e geralmente vive se queixando das dores, o que com toda certeza acaba afastando as pessoas, afinal ninguém gosta de ficar ao lado de pessoas que vivem reclamando e sempre com aparência horrível

Durante meu estudo do caso para produzir esta matéria para nossos leitores antes mesmo de tentar encontrar alguma solução fui buscar o que era a verdadeira causa dessas dores, veja como surge essas dores:

A dor é causada por algum tipo de inflamação ou dano ao nervo ciático (que pode ocorrer dentro do canal espinhal ou em algum outro ponto do percurso que o nervo faz), e ainda pela pressão da coluna sobre o nervo. Geralmente, os anéis que circundam os discos se rompem com o aumento de pressão, intensificando as dores nas costas. Com o rompimento do anel, o núcleo escapa para o interior do canal e comprime o nervo, caracterizando a dor.Por este motivo algumas joelheiras como a Beactive tem feito tanto sucesso, eles agem fazendo pressão direto no ponto da dor!

O que é a Be-active

A joelheira Be-Active é um produto que foi especialmente fabricado para tratar das dores nas costas (principalmente na região lombar), nas pernas ou possíveis inflamações no nervo ciático, se trata de um produto que age sob pressão na perna, que deve ser colocado um pouco a baixo do joelho. A pressão exercida em cima do nervo ciático que transcorre todo o percurso da perna e da coluna lombar faz com que as dores desse local sejam reduzidas com o passar do tempo em que se fica utilizando o produto.

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Brasília – Acolhimento e orientação. Quinze de maio é dia de celebrar a assistência social e as vidas que a profissão ajuda a transformar. Maioria no Sistema Único de Assistência Social (Suas), os assistentes sociais representam 40% da rede – Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e  Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centro POP) -, formada por 36 mil trabalhadores. Atuam como a porta de entrada para o acesso às políticas públicas e aos direitos fundamentais, como saúde e educação. O trabalho também compreende a população em vulnerabilidade, contribuindo para o fortalecimento de vínculos familiares. A assistência social rompe fronteiras: é por ela que refugiados venezuelanos têm o primeiro contato com a Operação Acolhida, relata a assistente social Gheisy Moura. Há 11 meses, ela tem a missão de receber famílias vindas de Santa Elena de Uairén, na Venezuela, e que buscam refúgio no Brasil. Em média, a assistente social atende 200 pessoas todos os dias, em Pacaraima (RR). Gheisy destaca o diferencial da atividade com imigração que, além de receber a população, escutá-la e acolhê-la, também executa a função de organização da fronteira. “É uma experiência única, porque a gente acaba estabelecendo novas formas de atuação da assistência social nesse contexto de fronteira. É um trabalho inédito que o Ministério da Cidadania está fazendo no Brasil e que pode ser replicado em outros locais. ”

Garantia de direitos – De outro ponto do território nacional, em Guarapari (ES), Aline Codorini fala sobre o papel que desempenha no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Diariamente, o local recebe aproximadamente 300 pessoas que buscam atendimento para diversos serviços. A assistente social é responsável pelo acesso de famílias em vulnerabilidade a benefícios e trabalha para assegurar a elas direitos, como saúde e educação, por meio de articulações com outras pastas. “São benefícios que promovem dignidade e humanização. Com esse atendimento, a pessoa sente que pertence ao nosso serviço e que é valorizada”, ressaltou.

A família de Maria D’Ajuda Oliveira Santos, de 36 anos, encontrou alento no serviço oferecido por Aline. O casal e os cinco filhos compartilham a casa de um quarto, em uma região periférica da cidade. No acompanhamento, a dona de casa conta encontrar suporte para a depressão causada pelo desemprego e para todas as dificuldades que impactam na qualidade de vida. “Chego lá, ela me recebe e me abraça, dá carinho e me escuta, conversa comigo e me dá conselho. Sempre que estou com problema, corro para ela e consigo ajuda. Sou muito grata por isso. Sempre que posso, vou ao Cras. ”

Avanços – A secretária nacional de Assistência Social do Ministério da Cidadania, Mariana Neris, salienta o alcance da profissão no país, que representa um ponto importante para a mudança social. Avanços que devem continuar. “É um privilégio contribuir para a transformação de vidas e da sociedade. Nós, agora, precisamos trabalhar os vínculos desses profissionais, de forma a exercer nossa função com protagonismo”, pontuou, em evento que celebrou o Dia do Assistente Social, nesta quarta-feira (15).

*Renata Garcia

Informações sobre os programas do Ministério da Cidadania:
0800 707 2003

Informações para a imprensa:
Ascom/Ministério da Cidadania
(61) 2030-1505

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Pernambuco (Senar/PE) formou a turma do curso Técnico em Agronegócio, no Sertão do

Estado.

Os formandos receberam, na sexta-feira (10), os certificados em uma solenidade no município de Parnamirim, onde está localizado o polo presencial de ensino dessa capacitação que teve início em março de 2017. A presidente do Sindicato Rural de Paramirim – parceiro na iniciativa, Estelita Menezes, destacou o engajamento dos alunos, e dos instrutores. “Agora, é difundir o conhecimento adquirido e contribuir para que o Sertão se torne uma região cada vez mais competitiva”, completou. Para o formando Edson Angelim, o curso abre oportunidades. “O futuro é uma agricultura tecnificada. Por isso, é preciso se atualizar frente às novas tecnologias”, destacou ele. Atualização essa que reflete no mercado e foi o pré-requisito para a também aluna do curso, Jucileide da Silva continuar empregada em uma empresa de Assistência Técnica, que exigiu a certificação em agronegócio. De acordo com o supervisor de Treinamentos do Senar Pernambuco, Adriano Pontes, o agronegócio oferece um amplo mercado de trabalho, que é voltado para a gestão das empresas agrícolas, mas sua atuação não se limita aos processos internos de uma fazenda, “podendo trabalhar em empresas comerciais, estabelecimentos agroindustriais, serviços de assistência técnica, extensão rural e pesquisa, revendas, consultorias, bem como em empresas de fomento”, explicou.

Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude reúne profissionais da educação, saúde, qualificação profissional e assistência social de mais de 30 municípios da região em Encontro sobre o tema
Pensando na melhoria da qualidade do Sistema Socioeducativo do Agreste, o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), realizou encontro, nesta sexta-feira (17/05), em Caruaru, sobre a intersetorialidade das políticas públicas na execução das medidas socioeducativas. Numa forma de integrar em favor do tema, a Secretaria Executiva de Assistência Social e a Gerência Geral do Sistema Socioeducativo da SDSCJ, reuniram, no Auditório do Centro Universitário UNIFAVIP, secretários, coordenadores e técnicos municipais de Secretarias de Educação, Saúde, Qualificação Profissional e Assistência Social dos municípios da Região do Agreste, além de representantes da Funase e Ministério Público. 
O Encontro contou com a participação de 31 municípios da região e teve por objetivo trabalhar junto aos municípios do Agreste a importância da Intersetorialidade das Políticas Públicas na execução das Medidas Socioeducativas em Meio Aberto. “Reunimos diversos profissionais, como por exemplo, representantes dos CREAS, que executam Medidas Socioeducativas em Meio Aberto e também das políticas setoriais de educação, saúde e qualificação profissional, para juntos pensarmos e atuarmos fortemente para avanços no sistema socieducativo”, explicou o secretário executivo da SDSCJ, Joelson Rodrigues. Garanhuns, Brejo Limoeiro, Sanharó e Gravatá foram alguns dos municípios participantes do evento, intitulado “Encontro Regionalizado do Sistema Socioeducativo: a intersetorialidade das políticas públicas na execução das medidas socioeducativas”.
A ideia foi se aproximar e entender o que ocorre nesses municípios, destacando as principais dificuldades na área. Entre os diversos casos abordados e exemplificados durante o Encontro, está o preconceito e a falta de oferta de vagas para a profissionalização dos socioeducandos nas empresas. “Existe uma dificuldade de empresas e órgãos absorverem nossos socioeducandos e esse é um desafio que estamos trabalhando para mudar”, explicou a gerente geral do Sistema Socioeducandos da SDSCJ, Suelly Cysneiros.
(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), Elmer Vicenzi, foi demitido nesta quinta-feira, 16. Ele estava no cargo desde 29 de abril.
Vicenzi é ex-delegado da Polícia Federal e assumiu após a demissão de Marcus Vinicius Rodrigues, que foi o primeiro a assumir o posto na gestão de Jair Bolsonaro e caiu porque resolveu acabar com a avaliação de alfabetização.O órgão é responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Vicenzi estava em meio a uma disputa com integrantes da procuradoria do Ministério da Educação (MEC), órgão ao qual o Inep é ligado. Ele defendia a transparência dos dados produzidos pelo Inep, como avaliações e indicadores educacionais. Havia divergências também em relação ao Enem.
Vicenzi é a primeira baixa do MEC na gestão de Abraham Weintraub. A pasta ficou marcada pelas dezenas de demissões quando Ricardo Vélez Rodríguez era o ministro.
O ex-presidente elogiava da forma como o Enem é atualmente e inutilizou o relatório de uma comissão que foi formada na gestão anterior para analisar a “adequação” das questões. A ideia era a de que o grupo identificasse questões que tivessem “teor ofensivo”. Ele chegou a declarar que os itens (como são chamadas as perguntas da prova) são bens públicos e não poderiam ser jogados fora.

em.com.br

Manifestantes ecléticos se mobilizam contra os contingenciamentos na educação

Os milhões de brasileiros que foram às ruas nesta quarta 15, em um volume surpreendente para os mais céticos ou apáticos, tinham uma pauta de protesto e reivindicação tão clara a ponto de impedir qualquer margem de manobra ou idiotia: aquela multidão de militantes (é essa a palavra) não aceita os cortes propostos pelo governo na área de educação. Ou contingenciamentos, que seja. Isso os uniu. E não foi pouco, como vimos. Alguns podem espernear, faz parte, mas as manifestações não foram partidárias. E por um motivo prosaico e de conhecimento público. Nenhuma agremiação política tem forças hoje para, isoladamente, conduzir ou mesmo representar os anseios da nação, na magnitude vista. Nesse aspecto, o país continua ferozmente dividido. Para o bem ou para o mal.

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Essa comemoração foi criada para reafirmar a importância do núcleo familiar na formação dos indivíduos. Com o passar dos anos, também passou a chamar a atenção da sociedade para algo muito importante: há diversos tipos de configurações familiares e todos merecem ser respeitados. A valorização dos laços de afeto está sempre presente na celebração do Dia Internacional da Família. A ONU também se preocupa em dar visibilidade a problemas que afetam a sociedade, frisando que a família é a base de tudo e que essas pautas devem ser tratadas sob uma perspectiva humana. Em 2019, o tema do Dia Internacional da Família é “Família e Ações Climáticas: Foco no SDG 13”. SDG é a sigla de Sustainable Development Goals (Metas para o Desenvolvimento Sustentável). Trata-se de 17 metas lançadas pela ONU para mobilizar a sociedade em torno do desenvolvimento sustentável. A de número 13 diz respeito ao combate do aquecimento global.

Aqui no Brasil também existe o Dia Nacional da Família, que é celebrado em 8 de dezembro.

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Crédito: Reprodução/ Twitter

15.05.19 Manifestação de estudantes em Belo Horizonte (Crédito: Reprodução/ Twitter)

Uma série de protestos contra os cortes do governo Jair Bolsonaro (PSL) na educação básica e no ensino superior ocorre nesta quarta-feira, 15, no País. Em capitais como São Paulo, Belo Horizonte e Salvador, os atos contra os bloqueios do Ministério da Educação (MEC) começaram pela manhã, embora a maior parte esteja marcada para o período da tarde. Além das manifestações, algumas universidades e escolas cancelaram as aulas. Segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), ao menos 32 escolas privadas da capital aderiram à paralisação. Dentre elas, está o Colégio Equipe, de Santa Cecília, região central, que divulgou um comunicado. “Aderimos à paralisação em defesa da educação, da pesquisa, do trabalho dos professores e professoras de todo o país, do nível básico às pós-graduações das redes pública e privada”, diz o te Além disso, a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e a Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (Fapcom) também cancelaram as aulas desta quarta. “A universidade reafirma seu apoio a todos aqueles que cotidianamente constroem o sistema educacional brasileiro, formando gerações e produzindo conhecimento necessário à soberania do Brasil. Acreditamos que a construção de um País justo e democrático vem a par com uma educação de qualidade e comprometida com a cidadania de todos”, diz nota divulgada pela reitoria da PUC-SP.

Ver imagem no TwitterDesde as 6 horas da manhã, estudantes, professores e servidores da Universidade de São Paulo (USP) protestam na Cidade Universitária. Também há atos em unidades do interior do Estado. Para as 14 horas, está marcada uma manifestação geral com saída do vão livre do Masp, no centro expandido de São Paulo. Por volta das 7 horas, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) chegou a bloquear a avenida Alvarenga, próximo ao portão principal de entrada da USP. “Inicialmente esse dia de paralisação tinha sido convocado contra a reforma da Previdência e depois do anúncio de cortes de verbas nas universidades e nas agências de fomento federais, o movimento decidiu unificar os dois atos e organizar uma campanha comum”, disse Luiz Felipe, diretor de base do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp). Em Brasília, o início do ato é marcado por discursos de políticos e sindicalistas contra o governo do presidente Jair Bolsonaro. Deputados do PT e PSOL, além de sindicalistas ligados à CUT, o Sindicato dos Trabalhadores das Escolas Públicas do Distrito Federal (SAE) e grupos estudantis. “A juventude está na rua mandando um recado ao governo. Ontem, eles (o governo) recuou e voltou atrás. Está claro que a balbúrdia está no Planalto e não aqui”, afirmou o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ).Além dos cortes na educação, os manifestantes criticaram também a reforma da Previdência e as mudanças nas políticas públicas ligadas às minorias. O líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), atacou os planos econômicos da equipe do ministro Paulo Guedes. O grupo começou a concentração às 10 horas em frente a Biblioteca Nacional de Brasília e promete caminhar até o Congresso Nacional, onde, às 15 horas, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi convocado para prestar esclarecimentos aos deputados sobre o contingenciamento de verbas. Até o momento, nem os organizadores e nem a Polícia Militar do Distrito Federal divulgou o número de presentes no ato. Manifestantes também se reúnem na Praça XV, no Centro do Rio. Espalhados por diversas tendas, cerca de 150 pessoas, entre alunos e professores de universidades federais, como UFRJ e Unirio, estão no local com cartazes, pôsteres acadêmicos e material de pesquisa. A ideia é mostrar parte do trabalho desenvolvido pelas universidades.

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Os alunos consideram que, com a apresentação dos trabalhos, o público em geral se sensibilize e participe da manifestação marcada para a tarde, em que ocorrerá também uma aula sobre reforma da Previdência.Pelo menos 25 instituições de ensino da capital fluminense prometeram aderir à paralisação. Já, em Belo Horizonte, alunos, professores e servidores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) participaram de um protesto contra os cortes. Os organizadores estimam 4 mil participantes, enquanto a Polícia Militar não divulgou números. Na terça-feira, 14, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da UFMG declarou “profunda indignação e apreensão” em relação ao anúncio do governo federal. Ainda pela manhã os manifestantes partem do campus Saúde até a Praça da Estação, também na região centro-sul, onde servidores das redes municipal e estadual de ensino também fazem ato. Em nota, a reitora da universidade, Sandra Regina Goulart Almeida, também presidente do conselho, afirma que a medida agrava “o quadro de restrições orçamentárias que a Instituição vem sofrendo nos últimos anos”. Em Salvador, por sua vez, alunos de escolas públicas e particulares estão com as aulas suspensas. O movimento também se opõe à reforma da previdência. Colégios de renome na capital baiana, a exemplo do Antônio Vieira e Sacramentinas e Portinari, aderiram à paralisação. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), com medidas como o bloqueio de verbas para as universidades e instituições, o governo prejudica a educação no Brasil.

Paralisação deve atingir 75 instituições federais; MEC não descarta novos cortes.

Pelo menos 75 das 102 universidades e institutos federais do País convocaram protestos para esta quarta-feira, em resposta ao bloqueio de 30% dos orçamentos determinado pelo Ministério da Educação (MEC). Eles terão apoio de universidades públicas estaduais de diversos Estados – incluindo São Paulo, onde os reitores de USP, Unicamp e Unesp convocaram docentes e alunos para “debater” os rumos da área. Um dos alvos do protesto, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta terça-feira, 14, que as universidades precisam deixar de ser tratadas como “torres de marfim” e não descartou novos contingenciamentos.

A Apeoesp, sindicato dos professores da rede estadual pública de São Paulo, o maior da América Latina, convocou os professores a paralisarem – o mesmo foi feito pelos sindicatos da rede paulistana. Atos em todos os Estados vêm sendo chamados pelas maiores entidades estudantis e sindicais do País, incluindo a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE)

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AMR ALFIKY/Reuters
Foto: Reprodução/Internet
Foto: Reprodução/Internet

Principal tema discutido pelo governo federal e pelo Congresso Nacional desde o início do ano, a reforma da Previdência é desconhecida por grande parte da população brasileira. Pesquisa do Instituto Paraná divulgada nesta segunda-feira (13) mostra que mais de 60% dos entrevistados estão pouco ou nada informados sobre as mudanças nas regras das aposentadorias discutidas pelos poderes Executivo e Legislativo. Os entrevistados foram questionados se estão muito informados, informados, pouco informados ou nada informados sobre o tema. Apenas 9,9% das pessoas responderam estar muito informados e 24,9% disseram estar informados. A maioria – 45,1% dos entrevistados – disse estar pouco informada sobre as discussões sobre a Previdência e 15,7% disseram não estar nada informados. Outros 4,4% não souberam responder sobre o grau de conhecimento sobre o tema. O levantamento, que ouviu 2.020 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal, foi feito entre 30 de abril e 3 de maio. A margem de erro é de 2%. A reforma da Previdência é apontada por especialistas como fundamental para o equilíbrio das contas públicas nos próximos anos, mas é criticada por muitas categorias que defendem mudanças diferentes nas regras de aposentadoria. Um texto com propostas de alterações na idade mínima e nas regras para a aposentadoria foi apresentado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), mas seu governo acabou sem que o projeto fosse votado.  Em 2019, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou um novo projeto de reforma. O texto foi aprovado na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) no final de abril e está agora em uma comissão especial criada para avaliar as alterações propostas.

Seminário 

Na próxima semana, a reforma será discutida em seminário organizado pelos jornais Estado de Minas e Correio Braziliense, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).  

diariodepernambuco

  A Escola de Referência em Ensino Médio Santa Terezinha (EREM-ST), comemorou O DIA DAS MÃES. O evento ocorreu nesta sexta-feira 10.09.19 na referida escola. 

  A acolhida foi realizada pela gestora Acidália Pessoa, que deu abertura ao evento saudando e agradecendo às mães presentes, funcionários, alunos etc, os quais se encontram presentes. Em seguida passou a palavra para Solange Silva coordenadora da escola.

    A banda Resgatando Vidas abrilhantou o evento, com músicas gospel. A qual é composta por estudantes da escola, que fazem parte da igreja Cristo Salva. Com seus respectivos componentes: Ester (vocalista),Fagner (tecladista), Jhonata (baterista), Mikhail (guitarrista), Anderson (baixista) e o produtor Gugu.

   Vale salientar que o evento foi marcado por algo inesperado, onde as mães Maria do Socorro Soares, conhecida como Socorro de Clarino levou flores naturais e entregou às professoras, e a senhora

Ana Luíza conhecida como Ana do foto também levou um ramalhete de flores naturais para sortear entre os mestres presentes. Foi apresentado duas paródias, organizadas pela professora da disciplina: Eletiva Clube da Paródia, Glécia Simone e apresentada pelas alunas e alunos da escola. Entre uma apresentação e outra houve sorteio de vários brindes, doados pelos professores. O evento finalizou com um delicioso jantar. 

Maria do Socorro Soares, conhecida como Socorro de Clarino ao lado (D) trouxe lindas flores e  presenteou a cada professora, um ato de uma pessoa humilde mais ficou marcado na história da EREM Santa Terezinha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ACESSEM VEJAM A ABERTURA

                                                            

O TERMINO FOI DESTE JEITO COM UM BATE PAPO, VEJAM

  A gestora Acidália agradece as mães presentes, aos professores, funcionários, cozinheiras (Fia, Cida, Elis e Kerly), as da limpeza (Sibiana e Leoneide) a ex funcionária Fátima Pereira, a Naécio, Damião som, ao blogueiro Zé Freitas, ao amigo da escola Firmino, ao guarda Ecleriston, a Gugu, aos estudantes que fizeram as apresentações e aos da banda Resgatando Vidas que se apresentaram lindamente.

“Este blog parabeniza a todos pela festa maravilhosa e que não podemos deixar de ser comemorar nesta data tão importante, que é o dia das mães.”

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