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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Social

Utilizando dinheiro público da verba indenizatória (cotão), os deputados federais Giacobo (PR-PR), Átila Lins (PSD-AM), Júlio César (PSD-PI), Jutahy Júnior (PSDB-PA), Nilson Pinto (PSDB-PA) e Ságuas Moraes (PT-MT) alugaram aeronaves para se deslocar por diversas cidades de seus estados e, assim, turbinar a campanha eleitoral de candidatos aliados nas eleições municipais de 2016. Os recursos públicos também serviram para bancar hospedagens em hotéis durante os compromissos de campanha. Essas despesas somaram R$ 288 mil.Documentos emitidos pela Câmara e o regulamento interno da Casa proíbem os deputados de utilizar recursos do chamado cotão para bancar despesas de caráter eleitoral. Cópias das notas fiscais apresentadas pelos parlamentares para cobrar ressarcimento da Câmara estão publicadas na seção de Transparência do site da Casa. Os deputados registraram sua participação nos eventos eleitorais em que usaram a verba pública nas redes sociais. Eles negam irregularidades (veja as respostas de cada um no final desta reportagem). Contrariando as regras, o primeiro-secretário, uma espécie de “prefeito” da Câmara, Giacobo (PR-PR), participou de campanhas eleitorais dos candidatos a prefeito e vice da cidade de Diamante do Sul, município a 100km de Cascavel, destino do Learjet 45 que tem capacidade para dez passageiros e de propulsão a jato. A aeronave foi alugada pelo parlamentar com recursos da verba indenizatória ao custo de R$ 33 mil. Esse mesmo trajeto pode ser feito pela empresa comercial Azul, por exemplo, por pouco mais de R$ 2 mil.

No dia 26 de setembro, uma semana depois da ida a Cascavel e região, Giacobo alugou outra aeronave, dessa vez por “apenas” R$ 32 mil, para participar de atos eleitorais nos municípios de Campo Mourão, Honório Serpa, Santa Cruz do Monte Castelo, Loanda e Manoel Ribas. Os custos com as duas locações somaram R$ 65 mil.

Do Sul para o Norte

Átila Lins (PSD-AM) é outro parlamentar que usou dinheiro público para ajudar na campanha eleitoral de correligionários e aliados. O deputado aproveitou o feriado da Independência do ano passado para visitar o município de Barreirinha (AM) com o objetivo de ajudar na campanha de Glênio Seixas, que acabou sendo eleito prefeito do município. Mas essa não foi sua única viagem custeada com dinheiro da verba indenizatória.

O parlamentar esteve também em outros seis municípios amazonenses, sempre em companhia de um carona, o irmão Belarmino Lins, deputado estadual no Amazonas. De acordo com regras da Câmara, apenas o deputado, seus assessores e secretários devidamente efetivados na Casa podem realizar voos em aeronaves fretadas e pagas com recursos da verba indenizatória. As locações feitas pelo deputado Átila Lins no período custaram aos cofres públicos o montante de R$ 101,8 milTambém da região Norte, o deputado Nilson Pinto (PSDB-PA) enviou a conta de R$ 37 mil à Câmara para dar uma forcinha, em setembro passado, a alguns candidatos aliados nos municípios paraenses de Tailândia, Juruá, Cametá, Goianésia do Pará, Santa Maria do Pará, Dom Eliseu, Moju e Prainha.

Do Norte para o Nordeste

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Ev. Dários Gomes

Existem coisas que para o ser humano se tornam difíceis, outras são impossíveis, mas para Deus todas as coisas são possíveis.

Quem já fez algum trabalho de costura manual deve saber  a dificuldade que se tem,  em se passar uma linha pelo fundo de uma agulha. A  tarefa se torna ainda difícil de se realizar  se estivermos com pressa ou se a visão não ajudar ou ainda a iluminação for fraca. Mesmo assim é possível fazer. Agora imagine tentar fazer um camelo passar pelo fundo de uma agulha. Com certeza, é tarefa impossível.

Disse então Jesus aos seus discípulos:

– Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no reino dos céus.  E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. 

Os seus discípulos, ouvindo isto, admiraram-se muito, dizendo:

– Quem poderá, pois, salvar-se? 

E Jesus, olhando para eles, disse-lhes:

– Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível. (Mateus 19:23-26)

Ao falar sobre a possibilidade de um camelo passar pelo fundo de uma agulha, segundo a bíblia, tenho observado que algumas explicações tem se dado ao termo. Uma delas é que existia, em  Jerusalém, uma passagem tão  estreita que se chamava fundo de agulha. E,  segundo o comentarista é acerca dela que Jesus se referia. Outra alternativa de explicação é a de que, se chama de “camelo” a um cabo de amarrar navios,  portanto Jesus se referia ao cabo e não ao animal. Mas são meras  especulações, sem valor algum, para a explicação das palavras do mestre.

Em outra passagem Bíblica, encontramos Jesus usando de uma figura de linguagem, a hipérbole.

– Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo. (Mateus 23:24)

Segundo o dicionário on-line hipérbole é: figura de linguagem expressiva que enfatiza através do exagero da significação linguística.

No caso “Engolir um camelo” Jesus usa de um exagero linguístico para mostrar quanto os homens apuram pequenas coisas e deixam passar despercebidas grandes coisas, porém no caso do camelo passar pelo fundo de uma agulha, não se trata de uma hipérbole, simplesmente Jesus estava mostrando que, se um homem amar as coisas materiais mais do que a Deus, com certeza  será impossível este alcançar a misericórdia  daquele. Ora é de se ver que muitos ricos serviram a Deus no velho testamento e no novo também. Homens que, embora tivessem grandes riquezas, mantinham plena dependência de Deus. Abraão, Isaque, Jacó, Salomão, Jó, José de Arimatéia, Zaqueu, Nicodemos, e também muitas mulheres que sustentavam o ministério de Cristo com suas fazendas. Não era  fato de serem ricos que os impediam de servirem ao mestre. O que separa o homem de Deus não é o dinheiro e sim o amor ao dinheiro. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. (I Timóteo 6:10) Se o coração do homem está preso às coisas materiais, não é difícil, mas impossível que esse homem alcance a Deus. É dessa impossibilidade que Jesus se referia, pelo fato de que, não podemos servir a dois senhores.

– Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam;  Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.  A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz;  Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!- Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a “Mamom”.(Mateus 6:19-24)

Jesus não falava de uma porta em Jerusalém, nem de uma corda denominada “camelo” e nem estava usando de uma hipérbole, Ele falava da impossibilidade de alguém que ama o dinheiro, vir  amar a Deus sobre todas as coisas.

Deus pode, se assim quiser,  salvar o rico que ama o dinheiro, como? Da mesma maneira como Ele age para fazer um camelo passar pelo fundo de uma agulha, mas isso está no âmbito dos impossíveis que só Deus pode fazer.

E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível.

Um abraço e até a próxima, se Deus quiser.

Ev. Dários Gomes

Resultado de imagem para O que é mais importante: eliminar a pobreza ou combater os mais ricos?Resultado de imagem para O que é mais importante: eliminar a pobreza ou combater os mais ricos?

Alguém aí está preocupado com o tamanho da conta bancária de Jeff Bezos? Bezos é o criador e principal acionista da Amazon. De vez em quando eu adquiro um livro por lá. Leio um trecho grande que eles disponibilizam no site e, se achar bacana, vou lá e compro. Não dou a mínima para a posição de Bezos no ranking de bilionários globais. Suspeito que ele também não. Eu leio meu livro e ele ganha alguma coisa com isso. Estamos quites.

O mesmo vale para um espanhol discreto chamado Amâncio Ortega. Filho de um ferroviário de Valladolid, Ortega começou trabalhando como office boy em La Coruña, aos 14 anos. Nos anos 1970, criou a Zara e fez uma pequena revolução no varejo, não isenta de altos e baixos. De vez em quando compro uma camisa por lá. Sorte de quem comprou ações da Zara, tempos atrás. A valorização foi de 580% entre 2008 e 2016. Para uns, a Zara trabalhou bem. Muita gente investiu na empresa para ganhar algum dinheiro. Para outros, o capitalismo “concentrou” riqueza.

Ortega e Bezos fazem parte da lista de oito bilionários que a ONG global Oxfam, em relatório recente, afirma possuírem uma riqueza equivalente à metade mais pobre dos seres humanos. Segundo a Oxfam, trata-se de uma aberração. Talvez seja mesmo. Talvez o mundo fosse melhor sem essa turma de bilionários abrindo lojas reais e virtuais, vendendo livros, roupas e oferecendo ações no mercado. Talvez não. Vai que o problema esteja do outro lado da pirâmide. Na falta. É o que vamos discutir rapidamente a seguir.

O relatório afirma que o rendimento dos mais ricos, mundo afora, não é proporcional ao valor efetivamente adicionado à atividade econômica. Inútil perguntar como os técnicos da Oxfam fizeram essa conta. Não há, por óbvio, cálculo nenhum. Apenas uma colagem de notícias dispersas e narradas de uma certa maneira. Elas vão desde a existência de paraísos fiscais, passando pela esperteza dos contadores que fazem planejamento tributário, privatizações russas, subsídios e isenções fiscais, políticas de austeridade, pela destruição de terras indígenas no Brasil até o lobby da indústria farmacêutica contra a Tailândia e a crise na indústria têxtil de Bangladesh. A colagem produz uma narrativa trágica do mundo atual. Um “sistema” ordenado para beneficiar o 1% mais rico e liderado por gente que sabe o que faz.

A colagem também funciona para a estatística. O relatório diz que a riqueza dos 62 seres humanos mais ricos cresceu 45% entre 2010 e 2015, enquanto a metade mais pobre perdeu 38%. O mesmo gráfico, porém, mostra que, nos dez anos anteriores, a riqueza da metade mais pobre cresceu 3,5 vezes mais que a conta bancária dos 62 felizardos. O que isso significa? O capitalismo era bacana até o Natal de 2010 e se tornou “obsceno” a partir de 2011? Perfeita falácia estatística. Padrões de renda e crescimento econômico apresentam enormes variações de curto prazo, mas é possível perceber uma tendência ao longo do tempo.

O relatório da Oxfam traz à tona, mais uma vez, uma das perguntas fundamentais de nossa época: devemos, como sociedade, priorizar a eliminação da pobreza ou o combate aos mais ricos? Alguém sempre poderá dizer que as duas respostas estão erradas. Que a prioridade deve ser bem mais modesta: preservar a liberdade, a igualdade diante da lei e não ficar imaginando coisas. É possível. Mas por ora deixo de lado essa alternativa e concedo que tenhamos de decidir sobre um conceito de “justiça social”. E há duas opções: a guerra aos ricos ou a guerra à pobreza.

Os que optam pela guerra aos mais ricos não chegam a dizer, em regra, que os 50% da base da pirâmide está mais pobre porque um punhado de bilionários enriquece demais. Mas essa é sua mensagem. Trata-se de um exercício de correlação com uma vaga causalidade. Também não se explica em que consistiria uma “desigualdade razoável”. Vamos imaginar que a riqueza da metade mais pobre correspondesse à fortuna dos 800 mais ricos, ao invés de oito. Faria alguma diferença? Quem acha que a desigualdade é importante deveria definir essas coisas, dizer qual é, afinal de contas, a linha vermelha de assimetria de renda que não devemos cruzar. Ou quem sabe bastem apenas as impressões e instuições de quem escreve um relatório? Não sei. Fui em frente.

Meu ponto: concentrar o foco de uma visão sobre a justiça social no combate à desigualdade ou aos mais ricos é simplesmente um erro. Entre 1990 e 2010 (o próprio relatório da Oxfam reconhece isto), a proporção de pessoas vivendo na extrema pobreza caiu de 36% para 16%. Houve um incremento da igualdade entre os países, ainda que um aumento da desigualdade de renda em países avançados como os Estados Unidos, França e Inglaterra, assim como na China e na Índia. A revolução tecnológica produziu ganhos assimétricos. Os muito ricos ganharam, mas ganhou também uma enorme e multiforme camada de trabalhadores pobres do mundo em desenvolvimento. É o caso da ascensão da chamada “classe C”, no Brasil. Nada muito diferente do que ocorreu na maioria dos países latino-americanos.

A própria ONU identificou o equívoco da “narrativa da desigualdade”.

Eliminar a pobreza extrema do planeta até 2030 é a primeira de suas “metas para o desenvolvimento sustentável”, lançadas em 2015. A ONU acertou o foco. Ninguém daria a mínima para a desigualdade se não fosse a existência da pobreza.

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Paolla Oliveira tirou um dia de folga das gravações da novela para posar, poderosa, para a campanha de um perfume (Foto: Divulgação)

No ar como a policial Jeiza em A força do querer, Paolla Oliveira dispensou a dublê que lhe foi oferecida nas muitas cenas de luta da personagem. “Exige muito físico e concentração, que consegui isso com as aulas de MMA”, conta a atriz, que também fez laboratório para o papel dentro de casa. “Meu pai e meu irmão são policiais. Já tinha contato com esse universo por causa deles, mas entrar em ação mesmo é um pouco diferente.”

Paolla deixou um pouco a farda de lado para posar para a nova campanha do perfume Diva, da Eudora. “Ser diva é estar bem consigo mesma, fazendo o que se acredita e consciente das suas escolhas. Me sinto assim quando estou atuando”, diz ela, que bateu um papo com a coluna: 

A atriz em cena de A força do querer, onde vive a policial Jeiza (Foto: Gshow)

Como tem sido viver a Jeiza?

Uma experiência incrível. Ela é uma mulher forte, com convicção, correta e que tem exigido muito de mim.

Seu pai foi policial a vida inteira. Você já tinha, de certa forma, experiência com esse universo?

Sim, meu pai e meu irmão são policiais. Mas para viver a Jeiza tive de fazer um laboratório, porque eu já tinha visto por causa do meu pai, mas entrar em ação mesmo é diferente.

Você tem dublê nas cenas de ação?

Não tenho. Esta personagem tem exigido muito esforço físico e muita concentração. Eu consegui essa força e concentração com as aulas de MMA que fiz.

Recentemente a atriz revelou nas redes sociais que fez uma tatuagem no dedo (Foto: Reprodução Instagram)

Agora que está tendo mais contato com esse universo, como tem visto esses crescentes casos de abuso policial?

É muito triste. Mas nós precisamos fazer uma avaliação mais ampla dessa situação. As autoridades precisam urgente de uma atenção para essa problemática. Precisamos ter uma polícia mais humana e preparada para lidar com os conflitos da sociedade. Os policiais que cometem abusos devem ser punidos. Em qualquer profissão há bons e maus profissionais, na polícia não é diferente. Mas há muitos policiais corretos. A função da polícia é proteger o cidadão no dia a dia, e precisamos lutar para que esses profissionais estejam preparados para essa importante função, mas que também tenham condições de exercer suas funções dignamente.

Você fez uma tatuagem no dedo recentemente, um coração… é sua primeira tatoo?

Tatuagem sempre tem um significado. Tenho outras, mas todas pequenas. Que onde eu tocar eu possa colocar um pouco do meu coração.

Emilly Araújo (Foto: Reprodução)

Emilly Araújo (Foto: Reprodução)

Emilly Araújo está aproveitando a vida de milionária com tudo que tem direito. Ela passou o feriado de Corpus Christi em uma lancha em Angra dos Reis, com a irmã, Mayla, e o pai, Volnei.“A paz de olhar do espelho e se sentir satisfeita com o que vê. E eu não digo só esteticamente, eu olho e fico refletindo tudo que já passei, tudo que vivi, tudo que aprendi e venho aprendendo! Concluo, que não tenho nada a pedir, só tenho a agradecer”, escreveu ela em post. Emilly posou com um vestido superdecotado branco, bem sexy, e recebeu vários elogios. “Lacradora linda”, “estou sem ar”, “maravilhosa é pouco” foram alguns dos comentários. A gata ainda aproveitou a moda do sereismo e posou com uma cauda de sereia. “Mermaid. Sim, meus amores, vocês podem ser tudo aquilo que sonham”, filosofou.

Emilly Araújo (Foto: Reprodução)

Nossa editora Daniela Bernardi, que está sempre testando as novidades do mundo fitness, sugere um treino rápido e divertido!

BOA FORMA e Mormaii se uniram para ajudar você a atingir sua meta fitness: agora é possível malhar com acessórios lindos e funcionais. Conheça todo mês os lançamentos para levar para casa e montar sua própria academia.“Um treino completo recruta os músculos que fazem rotação, extensão e flexão”, diz Renata Whyte Gailey, treinadora máster do método Mormaii Fitness. A seguir, mostro um circuito bem curtinho para suar o top e atacar os pneuzinhos.

  • 3 a 6 séries de 10 a 15 repetições sem descanso entre os exercícios
  • De 30 a 60 segundos de intervalo entre cada ciclo

1. Agachamento com rotação 

Treino para secar

                                   (Eduardo Svezia/BOA FORMA)

Aponte os pés para fora e agache o máximo que der, mantendo a coluna alinhada. Estenda os braços à frente, expire e leve a mão em direção ao teto, girando o tronco e acompanhando-a com o olhar. Reveze os lados.

2. Deslocamento com burpee

Treino para secar

                                (Eduardo Svezia/BOA FORMA)

Dê curtos passos para a frente e para trás, deslocando lateralmente em zigue-zague. Ao chegar ao disco da ponta, inspire e faça um burpee (apoie as mãos no solo com os joelhos flexionados, jogue as pernas para trás e forme uma prancha). Volte a ficar em pé e salte.

3. Abdominal com sand bag

Treino para secar

                                                      (Eduardo Svezia/BOA FORMA)

Segure a sand bag atrás da cabeça e eleve os ombros e as pernas. Expirando, aproxime as mãos e os pés. Importante: inicie o movimento com os braços estendidos, depois a cabeça e, em seguida, o tronco, sempre olhando para os pés.

4. Pular corda

Treino para secar

                             (Eduardo Svezia/BOA FORMA)

Salte do modo que você achar mais confortável. 40 a 60 segundos. Nossa editora Daniela Bernardi está sempre testando as novidades do mundo fitness que prometem deixar seu treino mais eficiente e divertido.

Está decretado o fim da fome em dias de temperatura mínima. O principal prato desta nossa dieta bem sacada vai esquentar o seu inverno sem juntar gordurinhas.

Que delícia exterminar os quilinhos a mais tomando caldos nutritivos e suculentos! Já que a sopa é um dos mais apreciados pratos da nossa culinária, aproveite, porque a dieta sugerida pela BOA FORMA e elaborada por Vanderlí Marchiori, diretora da Associação Paulista de Nutrição, tem variações sob medida para o seu plano de emagrecimento. · Se você precisa perder 2 quilos a jato, pode fazer a dieta de dois dias, em que só entra a sopa nas principais refeições. · Quem trabalha fora toma sopa no jantar e almoça sanduíche, em vez de correr para o restaurante por quilo. As sugestões da nutricionista para levar de casa são balanceadas e com valor calórico mais baixo do que as ofertas convencionais das lanchonetes. Você perde 3 quilos em 15 dias. · Por fim, se você costuma almoçar em casa, nada melhor do que a dobradinha clássica – comida de todo dia no almoço e uma boa sopinha à noite. A promessa também é enxugar 6 quilos por mês. Você não precisa obrigatoriamente tomar as sopas na ordem em que aparecem nos cardápios. Alterne à vontade. 

Que frio! Que fome! 

O inverno combina com… comida. Não é à toa que o apetite aumenta nos dias frios. O organismo gasta mais energia para manter a temperatura interna ideal, em torno de 36 graus. Abaixo disso, dispara uma espécie de alarme que vai direto para o cérebro, como um aviso: atenção, o combustível está acabando. É preciso compensar esse descontrole térmico. E o papel das calorias é justamente esse – repor a energia perdida. 

Dieta pra lá de saudável 

“A sopa ajuda a controlar a temperatura corporal e a diminuir a sensação de fome”, explica Vanderlí Marchiori. Feita, em geral, à base de legumes e verduras, ricos em fibras, vitaminas e sais minerais, substitui à altura frutas e saladas, boas fontes dos mesmos nutrientes, porém pouco consumidas no inverno. Há até um estudo comprovando que quem toma sopa todos os dias ingere menos calorias do que aqueles que preferem outro tipo de alimento, sem qualquer prejuízo nutricional. Pensando em facilitar a sua vida, sugerimos três receitas simples e idéias para enriquecer as sopinhas instantâneas, à venda nos supermercados. As sopas mais nutritivas são as que levam carne ou frango e legumes. Evite aquelas com creme de leite, bacon ou engrossadas com farinha. 

Escolha a dieta que melhor se adapta ao seu modo de vida:

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Taxa de desemprego no Brasil no último trimestre foi de 13,6% - Créditos: Agência Brasil
Taxa de desemprego no Brasil no último trimestre foi de 13,6% / Agência Brasil

Ao contrário das recentes declarações do governo federal, como a feita pelo ministro do Fazenda Henrique Meirelles via Twitter, de que a economia brasileira está decolando após uma crise severa, economistas ouvidos pelo Brasil de Fato garantem que a crise que assola o país está longe de acabar.  “A tendência é a situação se agravar com o teto de gastos. É um equivoco achar que isso vai recuperar. A economia brasileira recebeu choque negativo de tarifas e queda de investimentos públicos. O Brasil não está em uma recessão. Ele está em uma depressão”, afirma o economista Luis Gonzaga Belluzzo. A taxa de desemprego no Brasil no último trimestre foi de 13,6%, o que representa 14 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho, segundo levantamento divulgado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em abril deste ano. Além disso, a perspectiva do brasileiro de que a situação pode melhorar caiu 2,7%. É a primeira queda comparativa com meses anteriores desde maio de 2016, de acordo com pesquisa Confederação Nacional da Indústria (CNI) de maio de 2017.Para Cristina Helena de Mello, professora de economia da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), “estamos diante de um cenário com uma perspectiva muito lenta de recuperação. Dificilmente teremos uma recuperação ainda esse ano”, diz. “Independentemente desse quadro político, eu não vejo no mercado privado indicadores de que a gente esteja, de fato, em vias de recuperação. Ela é muito lenta e não deve se reverter em quadros de emprego”, completa.Segundo a PNAD, cerca de 1,2 milhão de pessoas perderam seus empregos com carteira assinada no trimestre de fevereiro de abril de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado. Hoje, há cerca de 32,1 milhões vagas de empregos formais. 

“Dificuldade enorme”

O técnico em eletrotécnica Mario Sérgio Duarte Pereira dos Santos, 35, procura emprego em sua área de atuação há três meses. Morador de Itaquaquecetuba, ele faz curso superior na área de sistemas de telecomunicação. “Está difícil. Marcam a entrevista, mas nada de retorno”, conta. O momento político, segundo Santos, é outro fator que influencia nas decisões dos empregadores em não abrirem novos postos de trabalho. “[O momento político do país] dificulta porque os empresários não querem investir, eles não querem jogar o dinheiro assim, contratar empregado. A economia do país está instável e, para eles, não é viável”, interpreta.

Técnico em eletrotécnica Mario Sérgio Duarte Pereira dos Santos,

35, morador de Itaquaquecetuba/Foto: José Eduardo Bernardes

Em comparação com outros momentos em que precisou recorrer ao mercado de trabalho, Santos acredita que agora há uma dificuldade ainda maior para novas contratações. “Tem muito mais gente desempregada do que três anos atrás. Hoje, a dificuldade é enorme. Aparece vaga, mas é uma em um mês. Fica nessa defasagem de mercado. É difícil”, comenta. Para Maria Célia Luz Pereira, 57, moradora de São Caetano, a situação é ainda mais complicada. Apesar de já ter trabalhado como supervisora e encarregada de limpeza, doméstica, babá e ter cursos de auxiliar e técnico de enfermagem, ela busca há dois anos uma recolocação no mercado. Seu filho, que está no terceiro ano de jornalismo, também está desempregado. Assim, é Pereira quem arca com todas as despesas, como a mensalidade da faculdade e o aluguel da casa onde vivem. Seu sonho é que o filho se forme para, segundo ela, ter uma vida melhor e mais tranquila que a sua.  “Estou conseguindo viver porque fiz um empréstimo para pagar as contas. Não sei como vou fazer para pagar os empréstimos”, diz.  Pereira trabalhava como doméstica, fazendo bicos, nada fixo, e agora gostaria de um trabalho com carteira de trabalho e direitos trabalhistas. “Está muito complicado. Estou até com crise de ansiedade, não esperava passar por isso. Antigamente, você procurava no jornal, ia preencher a ficha e, às vezes, já marcavam a entrevista no mesmo dia”, lembra.

Técnica em enfermagem Maria Célia Luz Pereira, 57, moradora de São Caetano

/Foto: José Eduardo Bernardes

Reforma trabalhista

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     Nesta Quinta Feira (15/06), o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, Antônio Carlos Alves da Silva e a diretora-geral, Isabela Landim participaram da inauguração do posto de recadastramento biométrico do município de Santa Terezinha – PE.

    Quem não realizar o recadastramento biométrico, terá o título cancelado e com isso terá restrições no CPF, perdendo benefícios de programas sociais como o Bolsa Família e outros benefícios,e não poderá fazer matrículas em instituições de ensino, nem obter passaporte ou assumir cargos públicos.

      A inauguração desse posto é fundamental para a própria melhoria do processo eleitoral e para o desenvolvimento da cidadania. A biometria vai trazer mais segurança, pois está sendo utilizado uma tecnologia extraordinária e o TRE-PE está de parabéns em relação a essa inauguração. É importante que a população participe e faça aqui a biometria”

                                                  

Vejam a explanação na íntegra no vídeo.

Se avexe não
Amanhã pode acontecer tudo
Inclusive….

Maior parte da produção de alimentos no país provém da agricultura familiar, não do agronegócio, dizem pesquisas - Créditos: Fernando Frazão/ Agência Brasil
Maior parte da produção de alimentos no país provém da agricultura familiar, não do agronegócio, dizem pesquisas / Fernando Frazão/ Agência Brasil

O agronegócio não mata a fome, não gera emprego e tampouco é sustentável

Em 2011, a escola de samba Unidos da Lona Preta compôs um samba cujo refrão termina com o verso: “Agronegócio, a mentira do Brasil”. O que a princípio poderia parecer uma frase de efeito na guerra simbólica entre agroecologia e agronegócio revela-se a cada dia uma verdade incontestável. A mentira em questão possui diversas dimensões: o agronegócio não mata a fome, como afirma, não gera emprego e tampouco é sustentável, como às vezes tem a cara de pau de propagandear. Hoje, o assunto é a viabilidade econômica do agronegócio. 

Em relação à dimensão econômica, um dos aspectos dessa mentira que temos alertado há tempos é o alto custo de produção que muitas vezes encosta ou ultrapassa o preço de venda das mercadorias. Nesta semana, foi publicada uma reportagem contendo declarações do presidente da Aprosoja-GO que ajudam a descortinar didaticamente mais essa balela do agronegócio.

O que entendemos por agronegócio

Como prólogo, é importante alinhar o que entendemos por agronegócio. O tema é extenso, mas aqui falamos especificamente sobre uma cadeia de produção, que engloba três grandes grupos de atividades, denominados:

Antes da porteira;

Dentro da porteira; e

Depois da porteira.

O primeiro estágio se refere à parte da cadeia que produz os insumos que serão utilizados na produção: agrotóxicos, sementes (híbridas ou transgênicas) e adubos químicos. Além dos insumos, outra parte importante neste estágio são as empresas produtoras de máquinas agrícolas.

O segundo estágio – dentro da porteira – se refere à atividade agrícola em si: semear, plantar e colher (regado a muitas aplicações de agrotóxicos). Esta atividade é a que povoa o imaginário da sociedade e que, muitas vezes, se confunde com o próprio termo “agronegócio”. 

Finalmente, o terceiro estágio – depois da porteira – inclui uma vastíssima gama de atividades econômicas, por exemplo: a recepção e armazenamento da produção (originação), tradings que distribuem a produção no mercado interno e externo, as indústrias de transformação (alimentação humana, animal, produção de óleos e combustíveis), e sobretudo o mercado financeiro, que eleva a produção agrícola ao abstrato mercado de ações presentes e futuras, fazendo todo o tipo de malabarismo especulativo.

É claro que ainda há toda a base de sustentação simbólica (mídia), jurídica/legal (legislativo) e financeira (executivo). A participação desses atores é crucial para a manutenção do agronegócio, como veremos à frente.

Quem é o agronegócio?

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Item desejo do momento, o secador da marca Dyson é silencioso e leve, tem potência até oito vezes maior que os outros aparelhos e controla o jato para que ele não seja prejudicial aos fios – dá pra acreditar em tudo isso? “Ele possui um termostato que mede a temperatura a cada 20 segundos e a mantém entre 60 e 100 °C”, diz a cabeleireira Renata Souza, do Spa Dios, um dos salões que já possuem o acessório, em São Paulo. Infelizmente, ele ainda não é comercializado no Brasil.

Para que a espera não seja tão sofrida, adapte seu secador de estimação:

ACOPLE UM SILENCIADOR na parte de trás do aparelho para diminuir o barulho dele.

AJUSTE O VENTO NA TEMPERATURA MÉDIA, que seca sem ressecar os fios.

MANTENHA DISTÂNCIA – o acessório deve ficar, no mínimo, a 15 centímetros da sua cabeça.

boaforma

Comece o dia comendo banana para emagrecer! Surpresa? Nós também ficamos, e, por isso, fomos investigar a Dieta da Banana Matinal que está circulando na internet com a promessa de secar a cintura sem sacrifício. No Japão, onde foi criada por Hitoshi Watanabe, especialista em medicina preventiva, virou mania. Desde que a notícia repercutiu nos Estados Unidos, vem reunindo um grande número de adeptos, especialmente em Nova York. 

Mas, não engorda?

Em excesso, a fruta pode pesar na balança. Ainda assim, a dieta não impõe limite: a candidata a perder peso pode comer quantas unidades quiser no café-da-manhã. Mas é difícil exagerar. Isso porque a fruta sacia rapidinho. Além disso, deve ser acompanhada de goles de água morna. É estranho, mas funciona. Em contato com a água, as fibras solúveis da banana formam uma espécie de gel que preenche o estômago, espantando a fome por um bom tempo. Lucyanna Kalluf, nutricionista do Instituto Alpha de Saúde Integral, em São Paulo, acrescenta outros dois poderes da fruta contra os quilinhos extras: estimula o funcionamento do intestino e combate a ansiedade e o mau humor. “É um alimento que combina doses importantes de vitamina B6 e triptofano – substâncias que, juntas, aumentam a produção de serotonina, o neurotransmissor do bem-estar”, diz a nutricionista, autora do livro Fitoterapia Funcional (VP Editora). E, feliz, a gente resiste melhor aos doces. Você malha? Mais um motivo para apostar na banana. Lotada de potássio, melhora o poder de contração dos músculos, aumentando sua performance e, de quebra, a queima de calorias.
Dispense o que é ruim

Nem tudo é perfeito na dieta que veio do Oriente. A versão original permite você comer o que e quanto quiser no almoço e no jantar. Não dá! “Isso pode resultar num exagero de calorias, anulando qualquer esforço para emagrecer”, alerta Andréia Naves, diretora da VP Consultoria Nutricional, em São Paulo.

Aproveite o lado bom

Cortar bebida alcoólica, evitar refeições pesadas após às 8 da noite e ir para cama antes da meia-noite, no entanto, são sugestões muito bem-vindas. Então, aproveite o que é bom e dispense o que ruim. Nem pensar em começar o dia comendo banana e bebendo água morna? A gente deu um jeitinho nisso: você vai beber chá (ou outra bebida quentinha). O cardápio também está mais gostoso. Tem banana e outras comidinhas que potencializam o resultado da dieta – você vai perder 3 quilos em dez dias!
O poder da banana verde

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 Lei de Acesso à Informação é fundamental para dar condições de um jornalismo plural e democrático no que diz respeito ao dinheiro público - Créditos: Divulgação
Lei de Acesso à Informação é fundamental para dar condições de um jornalismo plural e democrático no que diz respeito ao dinheiro público / Divulgação

A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa deve respeitar a Lei de Acesso à Informação (LAI). A recente determinação do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE) é básica, mas revela o quanto o descaso para com a legislação ainda é uma realidade em inúmeros municípios do estado e também do país. No segundo semestre de 2012, logo após entrar em vigor a Lei de Acesso à informação (LAI), protocolei um pedido de informação sobre a gestão do serviço de transporte público municipal de Ponta Grossa, que deveria ter a fiscalização diária da Prefeitura. O então chefe do executivo local, Pedro Wosgrau (PSDB) ignorou. Cobrado, manteve a arrogância habitual e não atendeu ao pedido. Acionado pelo TCE, através da ouvidoria, a demanda passou ao gestor seguinte, que assumiu em janeiro de 2013. A lógica do descaso manteve o ritmo da indiferença e da “caixa preta”.

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Em um esforço conjunto de seis órgãos estaduais e a Celpe, a CAPHAB vai desburocratizar e agilizar análises técnicas de projetos habitacionais em todo o Estado.
O governador Paulo Câmara assinou, nesta segunda-feira (12.06), em evento no Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (SINDUSCON/PE), no Recife, decreto que cria a Câmara de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais (CAPHAB). Com o intuito de incentivar o setor a investir na construção de moradias populares, a iniciativa prevê a redução do tempo de análise dos projetos, no âmbito estadual, de oito meses para até 30 dias úteis. O objetivo é agilizar e desburocratizar os pareceres técnicos de projetos habitacionais através da centralização da tramitação em seis órgãos estaduais e a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).
“Essa ferramenta vai permitir que a gente avance nas análises de projetos habitacionais tão necessários e importantes para grande parte da população que precisa dessas moradias de baixo custo. Essa ação é fruto de uma série de reuniões, de um grande consenso e da necessidade de desburocratizar esses processos que demoram meses. Então, é muito importante no momento que nós estamos vivendo que hajam, por parte do Estado, os devidos encaminhamentos para que esses projetos possam sair do papel com a maior celeridade possível”, destacou o governador.

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O Senhor conduza o coração de vocês ao amor de Deus…”! (2Tessalonicenses 3.5)

Há dias em que preferimos puxar o cobertor por cima da cabeça – não ver nem ouvir nada! Adeus mundo desprezível!

Com que ânimo você enfrenta o seu dia? Talvez haja montanhas de compromissos a cumprir, tarefas impossíveis que causam desgaste implacável. Você acaba sentindo a pressão da sua incapacidade. O desânimo o deprime. O que te causa pavor? Que circunstâncias fazem a sua pulsação disparar? Nunca esqueça: “Aquilo que o impressiona também domina o seu pensamento”. Por favor, não faça parte do grupo de cristãos que carregam seu desânimo como se fosse um mapa em seu rosto e de quem não se consegue receber sequer um sorriso. Você tem direito ao cuidado de Deus por ser seu filho. Você mesmo tem culpa se estiver sofrendo pela falta da graça de Deus e se uma raiz de amargura está se alastrando em seu coração. Isso não deve acontecer. Não importa quais sejam as suas circunstâncias, aqui está uma Palavra de Deus que pretende mudar a direção do seu olhar.

Se nosso coração não estiver direcionado para o amor de Deus, a nossa alma atrofia.

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A assessora especial do prefeito de Santa Terezinha-PE, Geovane Martins, a senhorita  Lindeci Martins (Linda de Danda), tem se destacado, pelo relevante trabalho que tem desempenhado no município. A mesma tem sido muito prestativa e atenciosa, sempre que solicitada, e tem atendido na maneira do possível as demandas. 
    Podemos citar como exemplo de seus préstimos,  a iluminação das travessas (becos do Virgulino) nas proximidades do Banco do Brasil, esquina das ruas Edson Morato de Holanda e José Romão de Araújo, onde foram colocadas luminárias, as quais deixaram os locais com uma visibilidade favorável.
       Queremos aqui, expressar nossa admiração pela mesma. Dizendo que uma cidade organizada e com pessoas capacitadas e sociabilizadas, comprometidas a desenvolver e promover o bem comum para todos, são qualidades que nosso município e outros demais precisam, para alavancar e criar novas expectativas e credibilidade para toda população.  Fica aqui nossos parabéns a Lindeci Martin  (Linda de Danda  Martins). A sociedade está na expectativa para que dias melhores possam estar por vir para nosso município,  estado, país e todo mundo. 
      “Que Deus possa iluminar as mentes e os corações, para que a vontade Dele prevaleça, e a justiça e a bondade façam morada na vida das pessoas e que as pessoas desejem e permitam que Jesus promova a paz que tanto almejamos, principalmente nestes dias que estamos vivendo”.

Brasília – O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) liberou R$ 10 milhões para os agricultores familiares dos 115 municípios gaúchos em situação de emergência. A pasta também garantiu a antecipação do pagamento de julho do Programa Bolsa Família para os beneficiários das cidades atingidas pelas chuvas no Rio Grande do Sul. As compras de produtos da agricultura familiar serão feitas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), coordenado pela pasta.De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, além de incentivar a economia local, os recursos vão beneficiar as famílias em vulnerabilidade. “Realocamos os recursos dentro do nosso orçamento para que os municípios possam comprar dos seus agricultores e direcionar esses alimentos para as pessoas afetadas pelas chuvas”.

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É um programa de transferência direta de renda, direcionado às famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza em todo o País, de modo que consigam superar a situação de vulnerabilidade e pobreza.O programa busca garantir a essas famílias o direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde. Em todo o Brasil, mais de 13,9 milhões de famílias são atendidas pelo Bolsa Família.  Conheça o programa, os direitos e deveres das famílias participantes e conte com a Caixa no recebimento do benefício ou para tirar dúvidas.

Quem é beneficiário do Bolsa Família agora possui um novo jeito de receber seu benefício. A Poupança Caixa Fácil é uma conta simplificada, que pode ser aberta em Lotéricas e Correspondentes Caixa Aqui, com limite de saldo e movimentação mensal de R$ 3.000,00. A conta possui um cartão magnético que possibilita compras, depósitos, saldos, transferências e muito mais.​

Chegou sua vez de ter o Bolsa Família no celular

                                                                                    

                                       Conheça o aplicativo

Quais os objetivos do programa

  • Combater a fome e promover a segurança alimentar e nutricional;
  • Combater a pobreza e outras formas de privação das famílias;
  • Promover o acesso à rede de serviços públicos, em especial, saúde, educação, segurança alimentar e assistência social.

Quem pode participar do programa

A população alvo do programa é constituída por famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza.  As famílias extremamente pobres são aquelas que têm renda mensal de até R$ 85,00 por pessoa. As famílias pobres são aquelas que têm renda mensal entre R$ 85,01 e R$ 170,00 por pessoa. As famílias pobres participam do programa, desde que tenham em sua composição gestantes e crianças ou adolescentes entre 0 e 17 anos. Para se candidatar ao programa, é necessário que a família esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, com seus dados atualizados há menos de 2 anos. Caso atenda aos requisitos de renda e não esteja inscrito, procure o responsável pelo Programa Bolsa Família na prefeitura de sua cidade para se inscrever no Cadastro Único. E mantenha seus dados sempre atualizados, informando à prefeitura qualquer mudança, como de endereço e telefone de contato e modificações na constituição de sua família, como nascimento, morte, casamento, separação, adoção, etc.  O cadastramento é um pré-requisito, mas não implica na entrada imediata das famílias no programa, nem no recebimento do benefício. Mensalmente, o MDS – Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à  Fome seleciona, de forma automatizada, as famílias que serão incluídas para receber o benefício. Para saber se você foi incluído no programa, consulte o responsável pelo programa programa na prefeitura de sua cidade ou consulte aqui​ a lista de famílias beneficiárias.​

​Renda até R$ 85

Famílias com renda mensal de até R$ 85,00 por pessoa.

Renda entre R$ 85,01 e R$ 170

Famílias com renda mensal entre R$ 85,01 e R$ 170,00 por pessoa, que possuam em sua composição gestantes, nutrizes (mães que amamentam), crianças e adolescentes com idade entre zero e 16 anos incompletos.

Renda de zero a R$ 170

Famílias com renda mensal de zero a R$ 170,00 por pessoa, que possuam em sua composição adolescentes entre 16 e 17 anos.​​​ Além disso, as famílias que atendem aos critérios do Programa Bolsa Família e estão inscritas em outros programas federais também têm direito ao benefício.

Quando Wesley Alexandre, de 8 anos, chega à escola 419, na cidade de Samambaia (DF), a primeira missão é: olhar como estão as plantinhas na horta. O espaço faz parte do projeto “Expresso Horta”, iniciado em 2016, após a participação da escola em uma feira de ciências sobre alimentação para o mundo.  São 54 crianças, entre 8 e 9 anos, que colocam a mão na terra para desenvolver o projeto que atualmente conta com 48 espécies, entre frutas e legumes. São variedades que fazem parte do cardápio do lanche na escola, através de receitas que são feitas pelos alunos e professores. Farofa de jiló e chips de berinjela estão entre os preferidos. A escola implantou o projeto “Expresso horta” em um espaço que estava abandonado. “Aqui se planta muitas coisas diferentes. Eu escolhi a batata doce porque é saudável e faz muito bem para a saúde”, conta Alexandre.  A ideia do projeto não fica apenas em plantar. A instituição trabalha com a interdisciplinaridade em vários aspectos. Cada aluno escolhe o que vai plantar. Em seguida, denomina seu espaço no terreno, seleciona a muda de uma espécie, molha a terra e colhe no período pronto para consumo. Segundo a professora Sueli Lucena, um dos principais objetivos do projeto é mostrar a importância da alimentação saudável e o cuidado com a natureza. Para ajudar com o manuseio da horta, ela participa de um curso, oferecido pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, com orientações sobre a produção dos alimentos, cuidado com as plantações e como as frutas e legumes devem ser utilizados na merenda escolar.  

Aulas ao ar livre

As aulas não ficam apenas em sala de aula. Com um espaço feito por eles, denominado “Estaleiro do chuchu”, os alunos recebem orientações sobre plantio em hortas, importância da alimentação saudável e contato com a natureza. “Os alunos estão motivados e quando recebem os visitantes fazem questão de mostrar tudo que eles plantaram. Eles observam se cresceu, chamam os pais para ver, fazem propaganda para a comunidade. Sabem identificar cada planta e, isso, eles levarão para a vida inteira”, diz Sueli. A escola disponibiliza mudas de algumas espécies para quem tiver interesse em plantar em outro local. Isso abriu espaço para participação de voluntários, como Angélica Menezes. Emocionada, ela conta a importância do projeto em sua vida: “Tudo no Expresso Horta me encanta. Porque quando nós estávamos lá, no início de tudo, não imaginávamos que se tornaria tão grande e com uma participação intensa dos alunos. Venho todos os dias e, a cada visita, me encanto mais. Cuidar da horta virou rotina na minha vida”.

Pais que aprendem com os filhos

Casca de ovo, resto de frutas, lixo orgânico. Tudo que sobra em casa não vai mais para o lixo. Os pais dos alunos da escola 419, já estão se engajando no projeto. Quando as crianças chegam em casa, levam receitas do que aprenderam em sala de aula, alimentos que colheram, além do cuidado com o lixo. “Antes não tínhamos o hábito de comer verduras e frutas com tanta frequência. Depois do Expresso Horta, até a coleta seletiva nós fazemos. O Gabriel já cobra a separação do lixo. Essa ideia tem tudo para ser espelho para outras escolas do Distrito Federal”, almeja Francisco das Chagas, pai do aluno Gabriel. Para Maria Rosinete Macedo, mãe de Arthur Henrique, o Expresso Horta era um local abandonado que se transformou e mudou a rotina e os hábitos alimentares da casa. “A gente consome literalmente o ‘fruto’ do trabalho que é feito por eles. Foi surpreendente o que eles fizeram aqui”, diz.

Horta na lata

A história da horta começou em 2016, após a participação da escola em uma  feira de ciências da Secretaria de educação, junto com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com o tema “A ciência e a alimentação para o mundo”. A unidade de ensino aproveitou as latas vazias de tinta, que foram usadas na pintura da escola. A partir daí, nasceu a horta na lata. Um dos pais teve a ideia de criar um trem com vagões de plantas. A plataforma foi feita e os alunos pintaram as latas, que denominaram “Arte na lata” e colocaram as plantas em cada vagão. O trem é apresentado em feiras e eventos escolares. O Expresso Horta virou um sucesso e, então, surgiu a ideia de reaproveitar as latas e as plantas fixando-as no chão.

                                                   

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Ao chegar no Hospital Universitário Lauro Wanderley da Universidade Federal da Paraíba (HULW-UFPB), em maio de 2015, o primeiro educador físico da unidade, José Rivaldo Coelho, se deparou com um grande desafio: a criação de uma academia interna com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos servidores e pacientes do hospital, que é filiado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).Dois anos após a inauguração, em outubro do mesmo ano, o Espaço Fitness do HULW conta com parceria de diversos setores do HU como os de Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Bariátrica, Neurologia e Reumatologia, além dos serviços de Ginecologia e Obstetrícia, que encaminham para a academia pacientes acima dos 45 anos no climatério e gestantes diabéticas. Após uma consulta na Neurologia do HULW, Geraldo Machado foi encaminhado para o tratamento de pilates na academia. “Sinto um alívio após os exercícios e alongamentos. Tinha uma vida muito sedentária, não fazia nenhuma atividade física e agora me sinto bem melhor”, contou o paciente que ainda se disse surpreso por conta da estrutura do local.Além de pilates, o Espaço Fitness oferece sessões de alongamento e relaxamento, além de ser equipado com aparelhos de musculação como crossover, peitoral dorsal, leg-in 45°, cadeira extensora, cadeira flexora, banco supino reto e banco livre inclinável. “Tudo isso só foi possível com o apoio da chefia da unidade de reabilitação, que esteve sempre presente, além da direção geral do hospital”, destacou Coelho.

Sobre a Ebserh

Desde dezembro de 2013, o HULW-UFPB é filiado à Ebserh, estatal vinculada ao Ministério da Educação, que administra atualmente 39 hospitais universitários federais. O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas. O órgão, criado em dezembro de 2011, também é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações nas 50 unidades existentes no país, incluindo as não filiadas à Ebserh.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação da Ebserh com informações do HULW-UFPB

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