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REFLEXÕES DO PASSADO E PRESENTE: PERSPECTIVA DE MELHORA PARA O FUTURO


 

Sustentabilidade não se atinge de uma hora para outra (Foto: Giampaolo Sgura/ Arquivo Vogue)

Ser 100% sustentável não é fácil. Mas isso não é desculpa para ficar parado esperando o fim do mundo. No sentido de buscar um caminho cada vez mais consciente, a Osklen e o Instituto-E (OSCIP fundada por Oskar Metsavaht), cunharam o conceito ASAP: as sustainable as possible, as soon as possible (o mais sustentável possível, o mais rápido possível, em tradução). 

O movimento deslanchou com a coleção de mesmo nome apresentada pela marca em abril deste ano, criada com corantes naturais e uso limitado de água e químicos, mas a história da label vem há muito se emaranhando à da sustentabilidade no Brasil. Um dos exemplos clássicos é o uso do couro de pirarucu descartado da indústria alimentícia e que virou uma das matérias-primas características da grife carioca. Para ilustrar seu trabalho nesse setor, o grupo apresentará um documentário de 20 minutos contando o processo de criação desta coleção e da cadeia produtiva da marca. 
Mas e você, fashionista, como pode participar deste movimento? Com as dicas de Nina Braga, diretora do Instituto-E, que criou um guia express de compras para garantir que suas novas roupas não corroborem com um sistema antiético. “A discussão acerca dos impactos negativos deste setor a cada dia se torna mais comum”, diz Nina, “logo, é de suma importância apontar estes outros caminhos de uma atividade econômica que, dentre outros atributos, tem o de gerar trabalho e renda para milhões de pessoas.” Endosse a causa com cinco passos simples:

1. Verifique se na etiqueta, tag ou mesmo no site há informação sobre quem fez a roupa ou, ao menos, onde é feita. Se não tiver qualquer menção ou só tiver uma afirmação genérica como made in China, desconfie porque a probabilidade de ter sido confeccionada por mão de obra em condições análogas à escravidão é alta;

2. Evite adquirir roupas 100% sintéticas como poliéster e viscose, por exemplo, porque poluem não só durante a fabricação, mas também no ato de lavagem ao liberar micropartículas de plástico que comprometem a vida nos rios e mares;

3. Desconfie do preço. Se a peça vier de um país distante, com leis trabalhistas e encargos diferentes, e chegar a você no Brasil por menos de R$ 10, são grandes as chances de alguém ter sido explorado ao longo da cadeia de produção;

4. Quanto mais longe for o local de produção da roupa, maior a sua pegada de carbono. Por conseguinte, dê preferência a produtos locais;

5. Cheque no site da loja se ela promove algum projeto social, se faz algum tipo de reciclagem dos seus produtos ou qualquer outra prática socioamebiental.

vogue.globo

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